terça-feira, 17 de junho de 2008

Al Gore rompe silêncio e anuncia apoio a Obama


O ex-vice-presidente dos Estados Unidos e Prêmio Nobel da paz, Al Gore, anunciou em uma mensagem em seu blog que irá apoiar a candidatura de Barack Obama à Presidência dos Estados Unidos, encerrando meses de silêncio do político democrata.
Gore havia se mantido distante do processo eleitoral até o momento, não tendo manifestado preferência por nenhum dos candidatos democratas durante a disputa das prévias.

O anúncio público do apoio foi feito nesta segunda-feira em um comício de Obama em Detroit, no Estado de Michigan.

''De agora até a o dia da eleição, pretendo fazer de tudo para garantir que ele seja eleito o próximo presidente dos Estados Unidos'', afirmou Gore em seu blog. ...
A imprensa americana vem especulando que Gore poderia ser candidato a vice em uma chapa comandada por Obama.

Fonte - BBC

O queridinho da elite global

Resumo: Barack Obama é o primeiro candidato presidencial que se apresenta com uma biografia nebulosa, contraditória e, a rigor, incompreensível, capaz de se amoldar às projeções mais desencontradas que a imaginação do eleitor possa lançar sobre ele.
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As diferenças específicas do sr. Barack Obama são as seguintes:

1 . Desde William Z. Foster e Earl Browder, que na década de 40 concorreram pelo Partido Comunista e tiveram votações irrisórias, Obama é o esquerdista mais radical que já se apresentou a uma eleição presidencial americana.

2 . Ele apóia todas as medidas globalistas voltadas à destruição da soberania americana. Os círculos globalistas devolvem a gentileza, financiando-o generosamente.

3 . Ele é o primeiro candidato presidencial que se apresenta com uma biografia nebulosa, contraditória e, a rigor, incompreensível, sendo menos uma pessoa historicamente identificável do que um amálgama de lendas e subterfúgios capaz de se amoldar às projeções mais desencontradas que a imaginação do eleitor possa lançar sobre ele. É, em toda a extensão do termo, uma figura construída, um fantoche.

4 . Ele é o primeiro candidato presidencial americano que jamais teve um emprego produtivo. Só trabalhou como ativista. É um comedor de subsídios por natureza, e não espanta que seu programa de governo consista essencialmente de quatro coisas: aumentar impostos, elevar as despesas estatais até às alturas da catástrofe pura e simples, estrangular a indústria americana por meio de mais leis restritivas e bloquear sob lindos pretextos ecológicos a exploração de petróleo, tornando os EUA ainda mais dependentes da OPEC.

5 . O círculo de proteção erigido em torno dele pela grande mídia é tão sólido que mesmo sucessivamente desmascarado pelas mentiras tolas que profere e pela revelação de suas ligações com toda sorte de terroristas e vigaristas, ele continua sendo tratado como alma pura e santa. Tal como Lula, ele foi adotado pela elite globalista e investido do dom da impecância eterna, imune à sujeira da sua vida real, que todo mundo conhece mas que é proibido levar em conta.
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Fonte - Mídia sem Máscara

Nota DDP:

É realmente singular pensar que todos os cenários possíveis da próxima eleição americana possuam um vislumbre profético assemelhado.

Obama isoladamente, como assinalado no texto do MSM está ligado a interesses da elite global e, co-ligado tanto a Hillary, como nesta nova possibilidade com Gore, remontaria o mesmíssimo papel, potencializando nuances de conspiração com a primeira (especula-se que ela em algum momento poderia ascender ao poder), ou com o segundo (o chamado ECOmenismo).

Já em relação a McCain teríamos talvez mais do mesmo e, esta aproximação de Bush explícita com o Vaticano, bem como a dependência do eleitorado católico americano para eleger-se, como já considerado neste espaço, poderia acabar por colocar o governo americano de joelhos aos interesses romanos.

Enfim, como afirmei de início, tanto um quanto outro cenário possivelmente nos reservará grandes avanços no cumprimento do quadro profético esperado.

segunda-feira, 16 de junho de 2008

Bento XVI recupera a comunhão de joelhos

Depois de recuperar a missa tridentina em latim, o Papa Bento XVI deu neste domingo mais um passo para a restauração dos antigos hábitos litúrgicos, dando a comunhão aos fiéis ajoelhados, uma prática em desuso nos últimos 40 anos.

A recuperação aconteceu durante uma missa ao ar livre oficiada pelo Papa em Brindisi (sul da Itália) diante de 60.000 pessoas.

Bento XVI já havia feito o mesmo na última missa pública que havia celebrado, no dia 22 de maio na igreja de São João de Latrão en Roma, mas o acontecimento teve menos repercussão porque o público era menos numeroso.

A partir de agora, os fiéis escolhidos para receber a comunnhão do Papa devem se ajoelhar diante do Sumo Pontífice em um reclinatório y receber a hóstia diretamente na boca.

Depois da reforma litúrgica do concílio Vaticano II (1962-65), a prática corrente era que os fiéis recebessem a hóstia (um pedaço de pão sem lêvedo que representa o "corpo de Cristo") de pé e nas mãos, para ques eles mesmo a levassem à boca.

Também podiam recebê-la na boca, mas de pé. A genuflexão nunca esteve proibida, mas ficou reservada às paróquias mais tradicionalistas.

Deste modo, Bento XVI quer dar exemplo ao clero.

"Nós, os cristãos, nos ajoelhamos apenas diante do Santíssimo Sacramento (a hóstia) porque, nele, sabemos e acreditamos estar na presença do único e verdadeiro Deus", disse em 22 de maio.

"Estou convencido da urgência de dar novamente a hóstia diretamente na boca aos fiéis, sem que a toquem, e de voltar à genuflexão no momento da comunnhão como sinal de respeito", acrescentou.

Fonte - Último Segundo

Nota DDP:
O retorno ao passado é cada vez mais vigoroso. As fogueiras voltarão a se acender.

«Não» da Irlanda é um sinal para a Europa, diz o Vaticano

O voto negativo da Irlanda no referendo ao Tratado de Lisboa deve ser entendido pelos líderes europeus como um sinal a “ter em conta”, afirma o observador permanente da Santa Sé no Conselho da Europa, D. Aldo Giordano, o qual remete para os políticos o juízo sobre este resultado.

Em entrevista à Rádio Vaticano, D. Giordano defende que “a Europa deve reencontrar os seus fundamentos, as suas raízes, deve encontrar o fundamento dos valores”.

“A Europa tem necessidade de um ideal, de uma visão, de uma ideia. Hoje não chega uma retórica vazia de valores: não podemos dizer que a Europa está comprometida em favor da dignidade humana, é preciso ver em concreto o que significa dignidade humana, onde está o seu fundamento”.

A Igreja, indica este responsável, está interessada “na Europa da história, da cultura, a Europa que hoje sabe estar em confronto com o mundo”, e avalia de forma positiva “tudo o que possa contribuir para uma maior estabilidade e unidade da Europa”.

O tema foi retomado pela edição de Domingo do jornal do Vaticano, L’Osservatore Romano”, que intitulava “Mais incerto o futuro da União Europeia”.

“O destino da UE volta a ser dominado pela incerteza após a crise institucional desencadeada pelo voto contrário da Irlanda no referendo sobre o Tratado de Lisboa. De momento, ninguém está em situação de dizer o que acontecerá no futuro”, referia o jornal.

Fonte - Ecclesia

Nota DDP:
Parece questão de tempo para que a unificação da Europa passe a depender de acertamento ideológico/religioso. Como já assinalado pelo Vaticano recentemente, a Europa precisa encontrar as suas raízes no cristianismo, sendo esta há muito a intenção de Roma, inclusive para que se considere tal condição em uma constituição unificadora. As tentativas finais de nova união do continente europeu aponta para a proximidade dos últimos eventos desta terra.

Vaticano "preocupado" com má interpretação da Bíblia

Cidade do Vaticano, 12 jun (EFE).- Os bispos da Igreja Católica estão preocupados com o desconhecimento da Bíblia entre os fiéis e lançam advertências sobre o perigo de interpretações "fundamentalistas" ou equivocadas do Antigo e do Novo Testamento.
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Por isto, no Instrumentum Laboris os bispos advertem sobre "a necessidade urgente de superar a indiferença, a ignorância e a confusão sobre as verdades da fé sobre a Palavra de Deus".

Os bispos pedem "coragem e criatividade" para renovar o ensino da Bíblia, que leve em conta "o tempo presente, as diferentes culturas e os contextos de vida atuais".

Além disso, dizem que é necessário relançar a leitura da Bíblia, "considerada em sua totalidade", em diferentes ambientes, mas "privilegiando as celebrações litúrgicas e principalmente a missa dominical".
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Outro dos assuntos que será tratado na assembléia dos bispos será "o risco" das "más e arbitrárias" interpretações do texto.
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Fonte - Último Segundo
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O texto, intitulado "A palavra de Deus na vida e na missão da Igreja", deve servir como guia para discussões de temas que causam muitas preocupações ao Vaticano, como a inúmeras seitas que, segundo o documento, "se servem da Bíblia para alcançar objetivos desviados com métodos estranhos à Igreja".
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Fonte - AFP

Nota DDP:
Em primeiro lugar, causa espécie uma instituição que durante tanto tempo sonegou a Bíblia aos "leigos", pretender agora incentivar que estas mesmas pessoas a estudem, como se de um momento para o outro aqueles que era "incapazes" de entender a Palavra de Deus, tivessem "adquirido" tal capacidade.

Por outro lado, é absolutamente claro que está se pretendendo assinalar mais um rótulo para aqueles que não seguem os ditames da ICAR: "Seitas fundamentalistas". Serão assim considerados os seus "ensinamentos", especialmente nas missas dominicais, como acima...

Outro encontro entre dois atores do Apocalipse

Casa Branca diz que encontro Papa-Bush foi 'maravilhoso'

PARIS - A Casa Branca definiu como 'maravilhoso' o encontro entre o presidente, George W. Bush, e o papa Bento XVI, realizado hoje no Vaticano. - Bush teve um encontro maravilhoso com o papa. Os dois criaram um vinculo estreito e pessoal - acrescentou.

Fonte - JB Online

ROMA, 12 JUN (ANSA) - O presidente norte-americano, George W. Bush, disse ser "um enorme fã desse Papa", por quem tem um "respeito total", declarou hoje à ANSA a chefe de protocolo norte-americana, Nancy Goodman Brinker, na véspera da visita de Bush ao Vaticano.

Segundo Nancy, o fato de Bush ser protestante nunca influenciou seu relacionamento com Bento XVI. O presidente "apóia completamente o que o Papa está procurando fazer a favor da paz, da educação, contra a pobreza e em colaboração com outros líderes políticos", disse ela.

Fonte - Ansa

Bush diz que Vaticano é mais importante que o Texas

CIDADE DO VATICANO, 13 JUN (ANSA) - No encontro desta sexta-feira com o papa Bento XVI, o presidente norte-americano, George W. Bush, comentou que o Vaticano "é mais importante" que o Texas.

"Qual é o tamanho (da Cidade do Vaticano)?", perguntou Bush, junto ao papa Bento XVI, admirando a vista da Torre de San Giovanni. "Não tão grande quanto o Texas", respondeu o prefeito da Casa Pontifícia, o norte-americano James Harvey, ao que Bush replicou: "sim, mas é mais importante".
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Que honra, que honra, que honra", exclamou Bush feliz e emocionado, descendo da limusine e apertando a mão de Bento XVI, acompanhado da esposa Laura.
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Fonte - Ansa

Crise alimentar, defesa dos valores morais e paz na Terra Santa são os temas centrais do encontro
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No “cordial colóquio” com o presidente Bush _ informa o referido comunicado da Sala de Imprensa da Santa Sé _ o papa “renovou, em primeiro lugar, a sua gratidão pelo caloroso e especial acolhimento recebido nos EUA e na Casa Branca durante a sua viagem em abril passado, e pelo compromisso na defesa dos valores morais fundamentais”. De fato, Bento XVI e Bush falaram dos principais temas de política internacional: “as relações entre os EUA e a Europa, o Oriente Médio e o compromisso pela paz na Terra Santa, a globalização, a crise alimentar e o comércio internacional”, por fim, “a aplicação das metas do Milênio”.
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Fonte - Radio Vaticano

Encontro de Papa e Bush traz suspeitas de conversão do presidente
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Nesta sexta-feira, a imprensa italiana faz especulações sobre a possibilidade de conversão ao catolicismo de George W. Bush ao fim do mandato presidencial em janeiro de 2009, devido à admiração incondicional que tem pelo Papa Bento XVI.
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A chefe de protocolo da Casa Branca, Nancy Goodman Brinker, declarou que o presidente Bush é "um grande admirador do Papa e sente por ele um respeito total".

O mesmo jornal destaca que Bush e o Papa alemão compartilham a mesma visão sobre os "demônios" que ameaçam o planeta no século XXI.

Fonte - JB Online

Nota DDP:
Após afastar a possibilidade de receber outros líderes mundiais e, a despeito da pompa e circunstância com que foi recebido nos EUA, é de todo única a concessão aberta ao Presidente americano pelo Pontífice romano, uma absolutamente clara inferência aos tempos em que vivemos em relação ao cumprimento profético de Apocalipse.

Notas sobre o "vínculo estreito e pessoal", "fã deste papa" por quem tem um "respeito total", apoio ao que o papa "está procurando fazer", reconhecimento da importância do Vaticano e os laços em questões de cunho moral, com uma conversão já há muito anunciada é uma clara alusão ao cumprimento do quadro profético esperado.

Os "braços sobre o abismo" nunca estiveram tão perto de serem estendidos.

O Papa, os EUA e a UE

Interessante o fluxo de informações aparentemente desconexas desta última semana. Vejamos:

Papa afirma que a Europa pode renascer a partir das raízes cristãs

Cidade do Vaticano, 11 jun (EFE).- O papa Bento XVI afirmou que a Europa pode renascer a partir das raízes cristãs, durante a audiência geral de hoje realizada na Praça de São Pedro do Vaticano, e que foi dedicada à figura de São Columbano.
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Fonte - Último Segundo

Papa Bento XVI diz que a Igreja Católica 'não tem fronteiras'
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O papa Bento XVI afirmou neste sábado (14) que a Igreja Católica "não tem fronteiras", "é universal" "e fala todos os idiomas do mundo", na missa celebrada no Santuário de Santa Maria di Leuca, na região italiana da Apúlia, aonde chegou em visita pastoral.
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"Os limites geográficos, culturais, étnicos, ou inclusive as fronteiras religiosas são para a Igreja um convite à evangelização sob a perspectiva de uma comunhão na diversidade", disse.

Bento XVI acrescentou que a missão da Igreja Católica é "falar em todos os idiomas do mundo" e que sua originária vocação é "ser, como revelava o profeta Abraão, uma bênção para todos os povos da Terra".
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Acrescentou também que a Igreja Católica "não pode e não quer substituir as instituições", e que sua única missão é a de "estimulá-las e apoiá-las", e "colaborar com elas pelo bem de todos, a partir das situações mais difíceis".
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Fonte - G1

Bush afirma que laços com Europa estão "mais firmes que nunca"

O presidente dos EUA, George W. Bush, afirmou nesta sexta-feira que os laços de seu país com a Europa estão "mais firmes e vibrantes que nunca", já que foram superados os desacordos causados pela Guerra do Iraque.
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"Ao invés de nos estabilizar em assuntos dentro da Europa, examinamos cada vez mais questões de alcance global, e, ao invés de nos apegarmos em nossas diferenças, cada vez mais estamos unidos em nossos interesses e ideais", declarou Bush.
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Fonte - Folha

Bush fala de nova era em relações com Europa

PARIS, 13 JUN (ANSA) - O presidente norte-americano, George W. Bush, ao celebrar nesta sexta-feira em Paris os 60 anos do Plano Marshall, disse que estava convencido de que está nascendo "uma nova era de unidade transatlântica", ao mesmo tempo em que prestou homenagem a seu "novo amigo", Nicolas Sarkozy.
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Bush chegou hoje a Paris, onde ficará dois dias, procedente de Roma, onde pela manhã se reuniu com o papa Bento XVI no Vaticano, durante a sua viagem pela Europa.
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Fonte - Ansa

Nota DDP:
É absolutamente notável se perceber a aproximação ensaiada nas notícias supra, onde se denota o interesse do Vaticano permeando as relações entre organismos internacionais, na condição de uma instituição "sem fronteiras". As falas de Bush em termos "mais firmes e vibrantes do que nunca", nascendo "uma nova era de unidade" é no mínimo curiosa. E certamente serão as raízes cristãs da Europa que tratarão de selar esta "nova unidade", encabeçada pela igreja "universal". Os fatos têm se acelerado neste sentido.

ET: Assim como Bush assinalou uma "nova era", o presidente russo espera uma "nova ordem" para a Europa. Os termos ocultistas vieram para ficar (Último Segundo), e obviamente não estão sendo lançados sem um objetivo pré-definido.

segunda-feira, 9 de junho de 2008

Bush diz que "religião é paz"

ROMA, 8 JUN (ANSA) - O presidente norte-americano, George W. Bush, declarou neste domingo que "a religião é paz" e que ninguém melhor que o Papa para "interpretar essa mensagem, inclusive em relação ao Islã".

O presidente norte-americano, que visitará Roma entre 11 e 13 de junho, afirmou em entrevista ao TG1 do canal italiano RAI que o Pontífice "é uma personalidade significativa em todo o mundo", acrescentando que "foi uma honra recebê-lo na Casa Branca".

"Nossa conversa foi edificante. Falamos de diálogo interreligioso, ao qual eu atribuo grande importância para encontrar, por meio da religião, um termo comum para fazer frente à violência usada por alguns em nome da fé para perpetuar uma ideologia", prossegiu Bush.

"A religião é a paz e ninguém interpreta essa mensagem melhor do que o Papa, inclusive em relação ao Islã", concluiu Bush.

Fonte - ANSA

Novamente Bush e Bento XVI

Bush receberá atenção especial de Bento XVI durante visita ao Vaticano

O papa Bento XVI dedicará na sexta-feira especial atenção ao presidente norte-americano, George W. Bush, que será recebido pelo Sumo Pontífice em uma audiência excepcional na torre de San Juan, nos jardins do Vaticano, anunciou nesta segunda-feira o porta-voz da Santa Sé.

As audiências do Papa com os chefes de Estado são realizadas habitualmente na biblioteca do palácio apostólico, com um protocolo que não dá margem a improvisação nem a espontaneidade.

A audiência com Bush será diferente. Bento XVI pretende retribuir "a cordialidade" do presidente norte-americano quando este o recebeu na Casa Branca, no dia 16 de abril, durante sua viagem aos Estados Unidos, indicou o porta-voz do Vaticano, Federico Lombardi.
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Fonte - Último Segundo

Nota DDP:
Para quem recursou-se a receber todos os demais chefes de estado que quiseram conversar com o pontífice por ocasião da reunião da ONU, temos aqui uma estranha deferência. EUA e Vaticano se aproximam com uma velocidade espantosa.

sexta-feira, 6 de junho de 2008

Viver o Domingo com a Igreja Católica

O Domingo é das mais antigas e mais “importantes instituições cristãs” (Cf. «A Instrução Pastoral sobre o Domingo e sua celebração»). O respeito e a vivência do descanso e da missa dominicais são índices significativos da penetração do cristianismo na alma duma população. Publicada a 9 de Junho de 1978, esta instrução pastoral aborda as questões fulcrais sobre este dia da semana.

A reunião dos fiéis para a celebração do mistério pascal era a nota dominante do Domingo cristão nos primórdios. Actualmente, nas sociedades de velha tradição cristã “a vivência social do Domingo é sobretudo marcada por ser o dia de descanso” – sublinha o documento da Conferência Episcopal Portuguesa. E acrescenta: “mesmo que a muitos escape o sentido espiritual e religioso do descanso dominical, ele é um valor que a Igreja se empenha em defender”.

Depois do primeiro recenseamento à prática dominical realizado a 6 de Fevereiro de 1977, os bispos portugueses constataram que “é baixa a frequência das missas dominicais, quase se perdeu a tradição das devoções de Domingo à tarde”. Este dia da semana foi-se adaptando, ao longo dos séculos, às circunstâncias mutáveis da vida social. Hoje, ele defronta uma das “mais profundas mudanças socioculturais, a passagem da civilização da estabilidade – para a moderna civilização urbana – civilização da mobilidade”. A pastoral do Domingo tem de enfrentar com “realismo esta mudança, superando as dificuldades e aproveitando as oportunidades que dela advêm” – realça o documento.

Passados trinta anos, a realidade ainda continua em mobilidade constante. No entanto, no capítulo «Para uma Pastoral realista do Domingo», os bispos portugueses apontam as soluções: “A pastoral do Domingo tem, pois, de contar com realidades como a dispersão das pessoas nos fins de semana, férias e turismo, sem esquecer as peregrinações e visitas a santuários; os pequenos grupos, a começar pelos que se formam por motivos de vida espiritual e apostolado; e os meios de comunicação social, com tudo o que representam de distracção dos valores espirituais e religiosos, mas também de possibilidade novas de transmissão da mensagem evangélica ou de promoção dos valores cristãos”.

Com o aproximar dos tempos de veraneio, a mobilidade acentua-se. O valor do Domingo poderá cair no esquecimento de alguns. Para que tal não aconteça, os bispos portugueses apelam no referido documento para “um esforço de aprofunda-mento doutrinal, que ponha mais a claro a origem, o conteúdo de fé e a espiritua-lidade o dia do Senhor”. Encontrar o valor do Domingo é palavra de ordem...

Nesta linha de aprofundamento, os prelados portugueses aprovaram – a 11 de Novembro de 1993 – uma Nota Pastoral «O Domingo numa sociedade em mudança». Os pseudo-valores ganharam novo impacto. O documento continua com alertas. “A laicização da vida moderna e a crise de valores levaram ao amortecimento da fé ou das suas expressões”.

As melhores formas dos cristãos actuarem foram expressas na instrução pastoral, mas a nota pastoral reforça as linhas. “O trabalho contínuo, a multiplicação das indústrias e dos serviços dos tempos livres, a mobilidade das populações e a já referida crise de valores levantam, em muitos lugares, sérias dificuldades a uma autêntica vivência do Domingo”.

Apesar de ser um tempo reservado a Deus, o Domingo também é um tempo para o homem, para cada homem e para todos os homens. Este descanso dominical é um espaço aberto à convivência, ao encontro e prestação gratuita de serviços, extraordinariamente importantes para a vida comunitária e colectiva dos homens. “Antes de mais, para a vida familiar, hoje tão afectada pela dispersão dos membros da família, pelo desen-contro de horários, por dificuldades económicas e de habitação, pela degradação das ideias e costumes que infectam o ambiente e penetram mesmo, através dos meios de comunicação social, até ao interior dos lares” – expressa a Nota Pastoral «O Domingo numa Sociedade em Mudança».

A Igreja percebe as contingências da sociedade e convoca os cristãos para uma pastoral do Domingo com criatividade. “Criatividade pastoral e social” – avança o documento.

E finaliza: “Não podemos viver sem o Domingo”

Fonte - Ecclesia

Santa Sé publica «decálogo cristão» sobre meio ambiente

CIDADE DO VATICANO, quinta-feira, 5 de junho de 2008 (ZENIT.org).- O Conselho Pontifício «Justiça e Paz» elaborou um «decálogo» inspirado na visão cristã da Criação, por ocasião da celebração hoje da Jornada Mundial do meio ambiente, auspiciada pela ONU.

Trata-se, segundo explicou hoje na «Rádio Vaticano» o secretário do Conselho, Dom Giampaolo Crepaldi, de «explicar em dez pontos o mais importante do capítulo sobre o meio ambiente do Compêndio da Doutrina Social da Igreja».

Esta iniciativa, explica Dom Crepaldi, é para que se conheça, «por parte das comunidades cristãs, dos grupos e dos movimentos, o riquíssimo Magistério social da Igreja sobre a questão específica do ambiente e sua salvaguarda».

O secretário do Conselho Pontifício «Justiça e Paz» expressou seu apreço pela iniciativa da ONU de instaurar esta jornada, ainda que, em sua opinião, a questão da taxa de carbono deveria levar em conta outras variáveis, dentro das relações entre o mundo rico e o mundo pobre.

«O objetivo e a perspectiva delineada pelo Magistério social da Igreja, e confirmada muitas vezes pelo Santo Padre, é a de uma economia justa e solidária. É bom que caia a taxa do carbono, mas é necessário acrescentar também outras coisas.»

Com relação ao debate sobre a utilização de energias alternativas, o prelado afirmou que é necessário continuar avançando nesta direção. «Contudo, é necessário ser realista, já que atualmente não é possível, só com as energias alternativas, garantir a sustentabilidade dos sistemas econômicos» e, portanto, dar resposta «à pobreza, ao subdesenvolvimento em tantas áreas do planeta, e quando falamos de subdesenvolvimento, estamos falando de milhões e milhões de pobres, de pessoas que não têm nada».

Sobre a vontade da comunidade internacional de reduzir as emissões de carbono para combater o aquecimento global, Dom Crepaldi afirmou que se trata de uma questão «muito complexa e controversa» sobre a qual «é necessário um maior empenho no âmbito científico» para «esclarecer os termos desta questão, tentando avaliar os efeitos no longo prazo».

«É necessário também um maior empenho desde o ponto de vista político, porque de fato as políticas postas em prática pelos governos para controlar o chamado ‘aquecimento global’ são políticas dificilmente sustentáveis desde o ponto de vista econômico, são caras demais. Tanto os cientistas como os políticos, obviamente com a participação da sociedade civil, devem continuar trabalhando neste campo.»

Finalmente, sobre a energia nuclear, recordou que a Igreja «condena seu uso militar, mas não há nenhuma objeção a seu uso civil».

«Evidentemente, estamos diante de uma questão muito delicada, porque neste caso temos um problema cultural e político lá onde se afirma utilizar a energia nuclear para usos civis, enquanto no fundo, alguns pensam em utilizá-la para objetivos militares.»

O decálogo do meio ambiente e a doutrina social da Igreja serão apresentado nesta quarta-feira em Milão pelo bispo Giampaolo Crepaldi, no festival internacional sobre o ambiente.

Fonte - Zenit

Nota DDP:
Alguns pontos a serem considerados:
1) A iniciativa não é uma novidade, como pode ser visto em "«Decálogo católico» sobre ética e meio ambiente", não se devendo esquecer do relevo que é dado à necessidade de contemplar medidas globais a favor do meio ambiente por lei;
2) Não se pode perder de vista que a jornada foi patrocinada pela ONU e, na recente visita do Papa aos EUA, o Secretário Geral da ONU disse ao pontífice "sua santidade, de muitas maneiras, sua missão é a nossa", como em "Papa: A ONU deve intervir";
3) Há uma tentativa reiterada de se considerar condutas através de "decálogos", logicamente com intenção de condicionar a população;
4) A tábua final desta iniciativa está em se reconhecer os ensinos da igreja que possam colaborar nas questões em voga, onde entra o "sentido ecológico do domingo", inclusive em consonância com a assertiva de que medidas mais elaboradas são "caras demais".

quinta-feira, 5 de junho de 2008

«Guia» para o diálogo com as outras religiões

Vaticano procura definir orientações que ajudem os católicos a relacionar-se com pessoas e comunidades não cristãs

O Conselho Pontifício para o Diálogo Inter-Religioso (CPDIR) está concentrado na elaboração de um documento com linhas de orientação que ajudem os católicos a “relacionar-se com pessoas e comunidades de outras religiões na verdade e no amor”.

A revelação foi feita pelo presidente do CPDIR, Cardeal Jean-Louis Tauran, na abertura da assembleia plenária deste organismo do Vaticano, que se prolonga até ao próximo dia 7, Sábado.

“Após muitos anos de hesitação a respeito da oportunidade de tal documento, parece ter chegado o tempo de apoiar os pastores e os fiéis com algumas orientações gerais que, obviamente, serão adaptadas às situações locais”, referiu o Cardeal francês.

Segundo este responsável, a inspiração virá dos “Dez Mandamentos, que são uma espécie de gramática universal que todos os crentes podem usar na sua relação com Deus e com todos os seus próximos”.
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Fonte - Ecclesia

Nota DDP:
Fico me perguntando se existe alguma dúvida por parte dos incrédulos, óbvio, sobre a plena possibilidade de os eventos finais ocorrerem exatamente como crêem os adventistas do sétimo dia, porque os fatos indicam que estes eventos encontram-se cada vez mais próximos. Penso que vivemos um tempo em que o preconceito deveria ser colocado de lado e deixar espaço para a sabedoria que vem de Deus, uma vez que o benefício da dúvida não é mais uma questão de tolerância, mas de inteligência.

quarta-feira, 4 de junho de 2008

Papa não aceita audiência solicitada com líderes internacionais

A sala de imprensa da Santa Sé publicou esta manhã um comunicado oficial a explicar os motivos que levaram Bento XVI a não receber alguns dos líderes internacionais presentes em Roma para a cimeira da FAO.

A nota refere a “algumas ilações jornalísticas” que circularam por estes dias, a respeito dessa recusa, com a Santa Sé a precisar que “Bento XVI não pôde responder positivamente aos pedidos de audiência privada” feitos por vários chefes de Estado e de Governo, “por causa do número de pedidos, da restrição do tempo e dos compromissos já assumidos”.

O Cardeal Tarcisio Bertone, Secretário de Estado do Vaticano, escreveu a cada um dos interessados, dando conta da “tristeza” do Papa por esta “impossibilidade”, mas reafirmando “a disponibilidade de os receber numa próxima ocasião”.

O comunicado da Santa Sé lembra que não estamos na presença de um facto inédito, dado que desde Abril de 2006 foi comunicado às missões diplomáticas junto da Santa Sé que “seria muito difícil acolher os pedidos de audiência por ocasião de conferências e congressos internacionais”.

Fonte Ecclesia

Nota: Há algumas semanas atrás foi divulgada uma lista de 100 personalidades mais influentes no mundo, o Papa não estava entre elas, isso despertarou algumas críticas. O Papa realmente não influencia na roupa que veste, na comida ou na bebida que gosta ou em aspectos da vida normal. A influência do Papa é na política, isto é provado pela quantidade de audiências solicitadas, o que o levou a recusar receber a visita de alguns lideres mundiais. Hoje podemos perceber que a sua influência é maior do que se imagina e não demorará muito para vermos sua influência impor o domingo como dia da família e de proteção ao meio ambiente, levando milhões a reverenciar este dia no lugar do Sábado do Senhor e assim cumprindo a profecia de Apocalipse 13:14 - "E engana os que habitam na terra, com sinais que lhe foi permitido que fizesse em presença da besta, dizendo aos que habitam na terra, que fizessem uma imagem à besta que recebera a ferida da espada e vivia". [...]

Leia mais em Resta uma esperança

Nota DDP:
Impressiona como a influência do Vaticano tem crescido exponencialmente nos últimos meses. De fato JPII deixou preparado o terreno e, BXVI que naquela época era o mentor intelectual de seu pontificado, vem colhendo os frutos rapidamente.

Hindus reconhecem no amor ponto de encontro com católicos

ROMA, terça-feira, 3 de junho de 2008 (ZENIT.org).- «Deus, homem e natureza» é o tema do simpósio concluído em 29 de maio pelo Movimento dos Focolares em Roma, que acolheu pela terceira vez representantes hindus e católicos.

A professora Shashi Prabha Kumar, da Universidade Jawaharlal Nehru em Nova Deli, Índia, reconhece que «o elemento fundamental que nos une às duas religiões é o amor de Deus e a fraternidade universal entre os seres humanos».

Esta docente hindu acrescenta: «O amor de Deus é infinito e é o elemento que pode unir as duas tradições religiosas».

Por sua parte, o professor S.A. Upadhyaya, do Instituto Bharatiya Vidya Bhavan em Mumbai (Índia), afirma que com estes encontros «não só entendemos outras religiões, mas esses diálogos nos fazem compreender nossa própria religião melhor e nos aproxima porque no final entendemos que cada religião enfatiza os valores eternos, éticos, morais como o amor, a verdade, o dar, compartilhar e a compaixão, etc.».

O diálogo mais importante é o da vida, explica a professora Shubhada Joshi, docente na Universidade de Mumbai, Índia: «O que une é o sentimento e a emoção do amor e a atitude de centrar-se em Deus e o que é muito importante é o diálogo que se leva a cabo entre os cristãos, o diálogo da vida, e o diálogo da cultura».

A doutora e professora Uma Vaidya, da mesma universidade, acrescenta: «De fato, nós, hindus, temos o objetivo no que dizemos que sentimos o mundo com nobreza, mas antes disso temos de sentir o mundo com amor e a nobreza virá depois».

O focolarino Roberto Catalano explicou à Zenit que os cristãos pouco a pouco vão reconhecendo «os valores que existem em outras culturas e isso é um aspecto muito positivo» e disse que «o cristianismo ou a cultura na Europa perdeu muitos valores que o hinduísmo e a cultura tradicional hindu ainda mantêm».

O encontro abordou, entre outros temas, o diálogo cristão-hindu e a experiência nestes anos, que compreende também o estudo dos livros sagrados, e evidenciou o conceito de vida nos Vedas (livros hindus), entre outros temas.

Os participantes puderam ver em vídeo a saudação da fundadora dos Focolares, Chiara Lubich, dirigida ao primeiro destes simpósios, em 2004. Antes de regressar a seus países, os participantes oraram diante do túmulo desta leiga que fundou este movimento com a intuição de buscar a unidade.

Fonte - Zenit

Meios de comunicação, instrumentos para promover ecumenismo e diálogo

TORONTO, terça-feira, 3 de junho de 2008 (ZENIT.org).- Uma das prioridades de Bento XVI é a busca da unidade dos cristãos, e as instituições de meios de comunicação da Santa Sé estão para apoiar este objetivo, afirma o porta-voz vaticano.

O jesuíta Federico Lombardi, diretor da Sala de Informação vaticana, da «Rádio Vaticano» e do Centro Televisivo Vaticano, ilustrou nesta sexta-feira a ação destes instrumentos de comunicação da Igreja no «Café da manhã de Líderes de Empresas Católicos», celebrado em Toronto.

«Desde seu primeiro discurso na Capela Sistina, na manhã seguinte à sua eleição --disse--, Bento XVI afirmou claramente que o ecumenismo --a busca da unidade com outras denominações cristãs-- é uma das maiores prioridades de seu pontificado.»

O porta-voz disse que a viagem do Papa em 2006 a Istambul, na qual se encontrou com o patriarca ecumênico de Constantinopla, Bartolomeu I, «foi o sinal mais evidente deste propósito ecumênico «e a cobertura que a mídia vaticana ofereceu confirma isso».

O Pe. Lombardi indicou que «todas as celebrações, inclusive o encontro entre o Papa e o patriarca, foram transmitidas mundialmente desde o Centro Televisivo Vaticano com comentários ao vivo em seis línguas diferentes».

Este é o «exemplo perfeito de como nós podemos pôr as comunicações sociais ao serviço do ecumenismo», acrescentou, explicando que nos comentários participaram tanto católicos como ortodoxos.

Com relação ao diálogo ecumênico com o Patriarca Ortodoxo da Rússia, o Pe. Lombardi disse que apesar das dificuldades, há «muitas relações a partir das quais podemos alimentar a esperança de que um dia chegaremos a um encontro do mais alto nível».

Compartilhou seu envolvimento na emissão de um documentário de uma hora sobre Bento XVI na televisão nacional da Rússia: «Este documentário foi uma co-produção entre ortodoxos e católicos, e continha uma mensagem em russo pronunciada pelo próprio Papa para o povo russo».

O jesuíta compartilhou também «um sinal positivo e entusiasmante de esperança» procedente da relação do Vaticano com a China: o evento de 7 de maio no Vaticano, onde a Orquestra Filarmônica da China e o Coro da Ópera de Xangai ofereceram um concerto ao Papa, emitido pela televisão chinesa.

«Não se pode ignorar que este evento --disse o porta-voz; além de seu significado cultural, representou um importante sinal de boa relação e amizade. A orquestra chinesa elegeu interpretar uma peça importante, ocidental e religiosa: o «Réquiem» de Mozart, assim como uma breve e bela canção popular chinesa; «Flores de Jasmim».

Dias depois, um terremoto atingiu a China e o Papa manifestou publicamente sua dor. «O embaixador chinês em Roma me disse que as palavras do Papa tiveram um amplo impacto em todo o país --revela o Pe. Lombardi. O Papa já não é um estranho para o povo chinês, mas uma grande personalidade rodeada de atenção e respeito.»

Fonte - Zenit

Ação internacional das Igrejas para a paz na Palestina e em Israel

De 4 a 10 de Junho vai decorrer a semana de sensibilização e acção por uma paz justa na Palestina e em Israel, uma inciativa das Igrejas membros do Conselho Mundial de Igrejas e das organizações a ele ligadas, entre as quais a Pax Christi Internacional e que tem por tema "É tempo da Palestina".

“É tempo de palestinianos e israelitas partilharem uma paz justa, tempo de pôr fim a 60 anos de conflito, tempo de se libertar da ocupação, tempo de gozar de direitos iguais, e tempo de curar as almas feridas”, refere um comunicado enviado à Agência ECCLESIA pela Pax Christi Portugal.

A iniciativa convida grupos e pessoas a rezar no Domingo, dia 8 de Junho, com as Igrejas que vivem sob ocupação, utilizando uma oração especial de Jerusalém, e a enviar por email uma oração pela paz para Belém (aei@p-ol.com).

Fonte - Ecclesia

Mensagens de advertência - 3


"Nas últimas cenas da história terrestre, grassará a guerra. Haverá epidemias, pragas e fomes. As águas do oceano transporão seus limites. Propriedades e vidas serão destruídas pelo fogo e por inundações. Deveríamos estar nos preparando para as mansões que Cristo foi preparar para os que O amam." Maranata (Meditações Matinais, 1977), pág. 172.

"Cientistas temem que pandemia de gripe aviária possa ocorrer nos próximos dezoito meses" - Peru21.com
"Gripe aviária: Falta apenas uma mutação de aminoácidos para que comece uma pandemia entre humanos" - Novosti

Mensagens de advertência - 2


"Antes que o Filho do homem apareça nas nuvens do céu, tudo na Natureza estará em convulsão. Raios do céu unindo-se ao fogo na Terra farão com que as montanhas queimem como uma fornalha e lancem suas torrentes de lava sobre aldeias e cidades. Massas derretidas de rochas lançadas na água pela sublevação das coisas ocultas na Terra farão ferver a água e arremessarão pedras e terra. Haverá fortes terremotos e grande destruição de vidas humanas." The Seventh-day Adventist Bible Commentary, vol. 7, pág. 946.

Terremotos nos últimos quatro dias: Terremundo

O que fazer diante da crise de alimentos?

Líderes mundiais estão reunidos em Roma para debater sobre como o aumento dos preços dos alimentos está tornando a vida de milhões de pessoas -- e suas próprias posições -- mais precárias.

De acordo com o Programa Alimentar Mundial, uma série de fatores, como ações baixas e dólar fraco, aumento dos preços da energia, e grande demanda por biocombustíveis, tem levado cerca de mais 130 milhões de pessoas à pobreza, ou ao limite dela.

O diretor-geral da agência da ONU para agricultura e alimentos, Jacques Diouf, disse que o desenvolvimento da agricultura internacional vem há tempos sofrendo por ser o último colocado na lista de prioridades políticas.

Fonte - Opinião e Notícia

Água é um novo campo de batalha

Áreas inteiras do sudeste da Espanha estão se transformando em deserto, em um processo que vem sendo acelerado pelo aquecimento global e agravado pelo desenvolvimento mal planejado.

Em um sinal de que o desespero vem aumentando, agricultores da província de Múrcia estão comprando e vendendo água no mercado negro, que está em rápido crescimento, principalmente a partir de poços ilegais.

O sul da Espanha há tempos vem sendo afetado por secas cíclicas. Os cientistas consideram que as batalhas de "ontem" foram travadas por causa da terra, as de "hoje" são focadas no petróleo, e as do futuro acontecerão por causa da água.

Fonte - Opinião e Notícia

terça-feira, 3 de junho de 2008

Maria, a edificação da família e o domingo

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Com Maria compreendemos que o projecto de Famílias caracterizadas pelo modelo evangélico continua a ser tarefa e encargo. Descobrimos algumas coordenadas. Importa concretizar e, com Maria a Mãe da Família de Nazaré, encontraremos o caminho adequado e a força para ultrapassar as possíveis dificuldades.

Ao aceitar a família como um projecto já estamos a sublinhar a necessidade de lhe dedicar tempo. Ninguém ignora que ela não está na soma dum conjunto de pessoas. Isto é uma parcela que necessita de dedicação e tempo que as preocupações laborais nem sempre permitem. Daí que, junto de Maria, queira recordar a necessidade dum descanso dominical para permitir este encontro de todos. Sabemos que a interrupção do trabalho não deve ser uma simples pausa semanal mas que deveria significar um espaço de fruição conjunta e disponibilidade de todos para usufruir de momentos comuns de lazer e permitir a participação em actividades culturais, desportivas e religiosas. Particular importância pode merecer a dedicação e entrega a causas sociais que permitem que o amor familiar se intensifique e fortifique na atenção aos mais necessitados.

Sabemos que reservar este espaço para a família esta a ser ameaçado pelas chamadas “culturas do consumo”, exigindo trabalhar ao domingo como fenómeno crescente e em contra-corrente com o que acontece nos restantes países da União Europeia. Alguns trabalhos são necessários; outros seriam absolutamente dispensáveis e, sem eles, a qualidade de vida das pessoas e das famílias seria totalmente diferente.

Reservar tempo para edificar a família pode soar a utópico mas é condição indispensável para a estabilidade e felicidade familiar.
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Fonte - Ecclesia

Nota DDP:
Não por acaso recentemente chancelou o Vaticano o "aparecimento" de Fátima na França. O Prof. Azenilto Brito possui um material muito interessante sobre estas "aparições" sob o título "Irá Maria unir todos os religiosos?".

Crise alimentar impõe mudança de hábitos


A atual crise alimentar marca o fim de uma época e indica a necessidade de alterar os padrões culturais e mudar a forma de consumir, sugere a agrônoma Cristina Amaral, coordenadora do grupo da FAO (agência da ONU para Agricultura e Alimentos) criado em dezembro para lidar com a crise.

"Chegamos ao fim da época da alimentação de baixo custo, assim como a do petróleo abundante. Temos uma combinação de fatores que criam uma conjuntura desfavorável, do ponto de vista da segurança alimentar, e uma mudança cultural se torna necessária", disse Amaral em entrevista à BBC Brasil.

A especialista ressalta que é preciso reavaliar o consumo de água, energia e terra, as extrações permanentes e a falta de reposição, e sugere a adoção de formas menos dispendiosas de produção, capazes de renovar os recursos naturais.

"Existe um grande desequilíbrio entre o que se produz e o que consumimos. Uma parte importante do mundo desperdiça demais os alimentos e precisa mudar de atitude", avalia Amaral.
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Fonte - BBC

Nota DDP:
Chegou um aliado de peso ao terror das questões ecológicas. Medidas globalizantes, como tem pedido o Papa BXVI, já são mais do que viáveis.

segunda-feira, 2 de junho de 2008

Os Dez Mandamentos e os EUA

Amigos e irmãos, estou agora mesmo assistindo aos vídeos que a Comissão dos 10 Mandamentos indica, de eventos de assinatura por líderes cristãos em público (em meio a sermões ou mensagens particulares) da proclamação pelo "Dia dos 10 Mandamentos".

O que esses líderes cristãos americanos dizem é simplemente impressionante. Falam dos 10 Mandamentos como base da lei universal de Deus, que não são 10 sugestões, nem são opcionais. Eles apontam aos problemas de criminalidade nos EUA como fruto da negligência em ensiná-los (como os assassinatos em campus universitários recentemente), um deles diz até que deveríamos decorá-los e, sobretudo, vivê-los na vida prática, etc., etc.

O que esses líderes cristãos dizem é realmente um embaraço para os pregadores dessas teses de "lei abolida" e assemelhadas. Eles assinam a proclamação à vista de todos, inclusive sobre púlpitos em pregações específicas sobre o valor dos 10 Mandamentos, incentivando os que os vêem fazendo isso a imitarem o seu exemplo. Agora mesmo vi um casal de líderes assinando, e concluindo com uma oração para que esses princípios sejam realmente respeitados pela sociedade, etc., etc.

Isso tudo é realmente um golpe de morte sobre os pregadores dessa falsa teologia semi-antinomista dispensacionalista de "lei abolida", ou de "substituição" dos 10 Mandamentos como normativos aos cristãos por um código mais "user friendly", que, no fundo, no fundo, é puro pretexto para se verem livres SÓ e UNICAMENTE daquele mandamento "inconveniente" do sábado.

Essa é a verdade que não podem negar.

O link que conduz aos referidos vídeos:

http://www.tencommandmentsday.com/ministry_resources.php

Recomendo que vejam o vídeo abaixo indicado em que o Dr. Ron Wexler, um dos líderes da "Comissão dos 10 Mandamentos" e um judeu ortodoxo, lê diretamente numa cópia da 'Torah' o texto dos 10 Mandamentos em hebraico, e um pastor evangélico confirma a leitura fazendo o mesmo em inglês, segundo a versão King James tradicional.

Eles esclarecem que o objetivo é liquidar de vez qualquer dúvida quanto a se a versão dos 10 Mandamentos da Bíblia equivale exatamente à da 'Torah' (pois alguns alegam haver a "versão católica", "versão protestante", "versão judaica").

É muito interessante ouvir um judeu ortodoxo lendo o texto, sendo ele um entusiasta dessa campanha para promover os 10 Mandamentos como fundamento da própria nação americana. E numa apresentação dele mesmo diante de uma imensa platéia de evangélicos, ele disse: "Os 10 Mandamentos não foram dados a Israel e sim ao mundo. Eles são para você, e você, e você [apontava ao auditório aleatoriamente, indicando a universalidade de tais princípios]".


[Prof. Azenilto G. Brito]

O salto de fé de Tony Blair


"A fé é parte do nosso futuro," diz Blair, "e a fé e os valores que ela traz com ela são uma parte essencial para fazer o trabalho da globalização."

(Online)

NOTA: Deixando um pouco de lado o importante papel da fé na vida do ser humano (com o qual também concordo), é interessante ver como Blair passou imediatamente a usar sua imagem política para promover interesses religiosos. O que, aliás, tudo indica, acontecerá também com Bush após o fim do seu mandato. Embora estando fora do cargo público, sua imagem pessoal está associada com a política, o que exigiria o bom senso de não se intrometer em questões religiosas, pelo menos por enquanto. Tudo indica que política e religião vão mesmo dar as mãos ao redor do mundo, o que não deixa de ser mais um sinal do fim dos tempos. Quem viver verá...

Fonte - Minuto Profético

Devem-se assumir compromissos a favor de ecologia

MONTEVIDÉU, 31 Mai. 08 / 07:00 pm (ACI).- Os representantes das diocese de fronteira da Argentina, Paraguai, Brasil e Uruguai expressaram a necessidade de "assumir em nossos planos pastorais compromissos diretos ligados à questão ecológica e o meio ambiente" para preservar o Aqüífero Guarani.
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Diante disso, manifestaram a necessidade de legislações que amparem o cuidado da criação e o apoio àquelas pessoas que sofrem "as conseqüências mortais da privação, a contaminação e a mercantilização da água".
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Fonte - ACI

Lutar contra fome respeitando criação é um dever, adverte Papa

CIDADE DO VATICANO, domingo, 1º de junho de 2008 (ZENIT.org).- É um dever ético lutar contra a fome, especialmente entre as crianças, respeitando a criação, assegurou Bento XVI ao expor os desafios mais urgentes que a Guatemala enfrenta.
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Segundo o bispo de Roma, «o objetivo de erradicar a fome e, ao mesmo tempo, contar com uma alimentação saudável e suficiente, requer também métodos e ações específicas que permitam uma exploração dos recursos que respeite o patrimônio da criação».

Trabalhar nessa direção, indicou, «é uma prioridade que exige não somente beneficiar-se dos resultados da ciência, da pesquisa e das tecnologias, mas levar também em consideração os ciclos e o ritmo da natureza, conhecidos pelas pessoas de zonas rurais, assim como proteger os usos tradicionais das comunidades indígenas, deixando de lado razões egoístas e exclusivamente econômicas».
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Fonte - Zenit

Nota DDP:
Invocar-se o respeito à criação, como já vinha sendo realizado, recebe agora um novo ingrediente: considerarem-se os "ciclos e ritmos da natureza". Neste sentido declarações anteriores do papa: "o sentido ecológico do domingo".

EUA: cientistas querem menos emissões de gases causadores do efeito estufa


WASHINGTON (AFP) — Cientistas pediram, nesta quinta-feira, aos legisladores americanos que imponham a redução das emissões de gases provocadores do efeito estufa, enquanto o Senado se dispõe a debater o projeto de lei contra o aquecimento global, ao qual a Casa Branca se opõe.

Destacando o fracasso americano na hora de promulgar leis que reduzam as emissões de gases causadores do efeito estufa, a União de Cientistas Comprometidos (UCC) divulgou um comunicado assinado por 1.700 especialistas, pedindo "cortes rápidos e profundos".

"Quanto mais esperarmos, mais difícil e custoso será limitar a mudança climática", diz a nota, que pede que se reduza em 80% as emissões desses gases até 2050, em relação aos níveis de 2000.

"O primeiro passo nessa direção seria uma redução de 15% a 20% em relação a 2000 para 2020", acrescenta o texto.

O comunicado antecede o debate previsto para a próxima semana, no Senado, sobre legislação ambiental, conhecido como o projeto de lei Lieberman-Warner, ao qual o presidente George W. Bush se opõe.

"Até a data, as iniciativas voluntárias provaram ser insuficientes", alega o texto da UCC.

"É essencial um forte compromisso para reduzir as emissões por parte dos Estados Unidos para dirigir o progresso climático internacional", acrescenta a associação, referindo-se ao pedido do presidente Bush, no mês passado, para se estabelecer objetivos voluntários para conter o crescimento dessas emissões.

A nota explica que a UCC não defende medidas legais específicas para alcançar as metas estabelecidas, e sim, que "devem ser aprovadas políticas para pôr os Estados Unidos, um dos maiores poluidores do mundo, no caminho certo".

Fonte - AFP

Nota DDP:
Mais sobre o avanço da legislação sobre ambientalismo e o ativismo e cenários possíveis por trás de tais iniciativas em "Mais uma vez o Senador Joseph Lieberman".

O esverdeamento radical


Radical greeening. Este é o nome dado por recente estudo da consultoria Ernst & Young a uma tendência observada em todo o mundo de aumento das preocupações ambientais entre os consumidores e os governos.

Segundo a pesquisa, denominada Riscos Estratégicos Empresariais, o “esverdeamento radical” constitui hoje, segundo os 70 analistas entrevistados, uma das dez maiores próximas ameaças aos negócios. Junto com outras tendências, integra um conjunto de riscos setoriais, tirando o sono especialmente dos segmentos de petróleo e gás, seguros, energia e saneamento e a indústria automobilística, que já começam a trabalhar com a perspectiva de que consumidores ambientalmente engajados e regulamentações mais severas venham a exercer pressão cada vez maior sobre as suas atividades.

De acordo com o estudo, a tendência transformou-se em risco estratégico por força do aquecimento global. O receio de que a humanidade venha a sofrer na pele os impactos das mudanças climáticas – ressaltado depois do relatório do IPCC da ONU – inseriu o tema meio ambiente na agenda pública. E passou a mobilizar consumidores e governos. Antes indiferentes ao debate, os consumidores começam a usar o seu poder para influenciar mudanças de comportamento em empresas. Pressionados pela sociedade, os governos demonstram crescente interesse por regular os mercados, tornando-os menos emissores de carbono e menos agressores ao meio ambiente. Ainda segundo o estudo, as atuais previsões climáticas baseiam-se em cenários cientificamente conservadores. É possível, portanto, que o perigo seja maior do que o divulgado. Eventuais catástrofes de natureza ecológica podem estimular uma resposta ainda mais dura de consumidores e governos, o que significa, na prática, que as empresas terão de se preparar para um gerenciamento permanente de seus riscos ambientais.
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Não é possível arriscar o nível com que o radical greening evoluirá nos próximos anos. Mas ele está em curso e é irreversível.
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Fonte - Envolverde

Em 20 anos, 60% da água do mundo serão impróprias

Cerca de 60% da água do planeta estará sem condições para consumo dentro de 20 anos. Esse quadro faz o importante recurso se tornar mais valioso que o petróleo em diferentes regiões mundiais.

A informação, divulgada pela ONU, demonstra a necessidade de ação imediata. Até sábado, quando se comemora o Dia Mundial da Água, o BOM DIA vai apresentar série de reportagens sobre a situação deste recurso e as propostas para sua proteção.

Segundo a ONU a solução está aumento de investimentos em tratamentos adequados e de tecnologias, associado ao trabalho de conscientização.

Hoje, pelo menos 11 países da África e nove do Oriente Médio já sobrevivem quase sem água. No Brasil, a situação de seca que antes atingia só o Nordeste já é percebida em São Paulo, onde há grande concentração humana.

Segundo o diretor da Universidade da Água, Gilmar Altamirano, o início da cobrança pelo fornecimento do recurso comprova a situação de alerta. “A água será o novo ouro. Antes pagávamos apenas pelo serviço de saneamento, agora já pagamos para ter direito a ela”, disse ao BOM DIA.
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Fonte - Universidade da Água

Mensagens de advertência

"Quando os raciocínios da filosofia houverem banido o temor dos juízos de Deus; quando ensinadores religiosos estiverem a apontar no futuro para longas eras de paz e prosperidade, e o mundo estiver absorto em sua rotina de negócios e prazeres, plantando e construindo, banqueteando-se e divertindo-se, rejeitando as advertências de Deus e zombando de Seus mensageiros, então é que súbita destruição lhes sobrevirá, e não escaparão" (Patriarcas e Profetas, p. 101, 102, 104).

quarta-feira, 28 de maio de 2008

Cristãos devem viver diariamente os mandamentos

LIMA, 26 Mai. 08 / 07:00 pm (ACI).- O Arcebispo de Lima e Primado do Peru, Cardeal Juan Luis Cipriani, chamou os católicos a viver diariamente os mandamentos da lei de Deus, pois "são o caminho para formar uma verdadeira sociedade".

"Eu acredito em cada um dos mandamentos da lei de Deus, acredito que são o caminho para ser feliz, acredito que são o caminho para formar uma verdadeira sociedade", assinalou o Cardeal durante a celebração do Corpus Christi na capital peruana, e a qual assistiram milhares de fiéis para render homenagem e adoração a Jesus Eucaristia.
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"O mundo de hoje está esquecendo a dimensão moral e ética do desenvolvimento e bem-estar", advertiu, e indicou que acreditar que "tudo vale se tiver êxito" faz mal ao homem e à sociedade.
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Finalmente, alentou aos católicos a ir ao sacramento da Reconciliação, e convidou "aos sacerdotes a ajudar muito às pessoas, porque todos estão desejando ir a esse sacramento que lhes dá paz, alegria e que os convida a ter a valentia de pedir perdão a Deus".

Fonte - ACI

Vaticano recorda aos religiosos a virtude da obediência
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O texto de 50 páginas aborda o tema da obediência religiosa, cuja raiz é vista na procura de Deus e de sua vontade, assumida pelos fiéis. A obediência cristã e religiosa – esclarece a Congregação – não se configura simplesmente no cumprimento de leis ou disposições eclesiásticas ou religiosas, mas no momento de um percurso de busca de Deus, que passa através da escuta de sua Palavra, na conscientização sobre seu desígnio de amor, na experiência fundamental de Cristo, obediente por amor até a morte de Cruz.
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Fonte - Radio Vaticano

Ahmadinejad solicitou reunião com Papa

ROMA, 27 MAI (ANSA) - O presidente iraniano Mahmoud Ahmadinejad, cuja presença é esperada em Roma no começo de junho para a cúpula da FAO sobre emergência alimentar, pediu uma audiência com o Papa Bento XVI, informaram fontes do Vaticano.

Embora a presença de Ahmadinejad na cúpula ainda não tenha sido oficialmente confirmada, ele próprio ordenou que a diplomacia iraniana solicitasse para esse período uma reunão privada com o pontífice Joseph Ratzinger, com quem já se correspondeu no ano de 2006.
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Muito dos líderes que estarão presentes em Roma solicitaram audiências com o Papa e a Santa Sé poderia se ver em um embaraço diplomático caso atenda a alguns países e exclua outros.
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(ANSA)

Nota DDP:
E a influência romana vai se elastecendo...

Papa se encontrará com líderes de outras religiões na Austrália

Bento XVI se encontrará com líderes judeus, muçulmanos, budistas e hindus durante a visita à Austrália em julho, disseram os organizadores. O líder da Igreja Católica Romana falará com cerca de 40 representantes de outras religiões durante o Dia Mundial da Juventude, em Sidney, uma celebração de seis dias da fé católica visando os jovens... (AFP)

Fonte - Minuto Profético

“Não foi Israel que guardou o sábado, mas o sábado guardou Israel”

O Dr. Jacques Doukhan, diretor do Instituto de Estudos Judaico-Cristãos do Seminário Teológico Adventista da Universidade Andrews, em Berrien Springs, Michigan, perguntou ao presidente da Igreja Adventista do Sétimo Dia em Israel, pastor Richard Elofer (foto), sobre o assunto da suposta mudança do sábado para o domingo. Eis aqui a resposta:

Queridos amigos, tenho recebido e-mails de alguns de vocês sobre uma suposta mudança na legislação em Israel a respeito do sábado. A última foi de Jacques Doukhan me perguntando se essas notícias são verdadeiras.

É importante difundir esse e-mail entre nosso povo para substituir sua fantasia por uma realidade e pensar que o povo judeu seguirá o papado para mudar o sábado pelo domingo. Os judeus fiéis remanescentes, como os ortodoxos e os do movimento conservador, nunca desistirão do sábado em favor do domingo. Temos que dizer e pregar isso. Se há uma igreja remanescente, há um Israel remanescente que se manterá fiel à lei de Deus, mesmo embora de tempos em tempos pensemos que eles estão mantendo isso demais.

Aqui está minha resposta sobre essa legislação:

Prezado Dr. Doukhan,

Obrigado por me enviar seu e-mail e por sua pergunta sobre esse assunto de “Israel mudando sua legislação do sábado para domingo”. Estou vivendo em Israel e fico feliz por você ter vindo a mim a fim de saber se essa proposta de “Leis Dominicais” é verdadeira ou não.

Primeiro de tudo, de acordo com suas notícias, essa iniciativa viria do PNR, que significa Partido Nacional Religioso em Israel. As pessoas que pensam que essas notícias são verdadeiras realmente não conhecem os judeus religiosos de Israel, do Brooklin e de outras partes do mundo. Eles estão prontos para ser mártires antes de permitir uma mudança na lei do sábado. Há uma máxima em Israel que diz que “não foi Israel que guardou o sábado, mas o sábado guardou Israel”. Os religiosos judeus sabem muito bem que se eles subsistiram até hoje é porque têm sido fiéis a Deus e à Sua Lei, e não é hoje que eles desistirão de sua fidelidade ao sábado.

Algumas pessoas, especialmente adventistas que estão com muita pressa de ver a perseguição chegar, estão prontos mesmo para distorcer quaisquer notícias sobre o sábado e o domingo, para levar o nosso povo a pensar que está cada vez mais perto do fim. Eles estão prontos para tornar suas fantasias em realidade, acreditando que mesmo os judeus passarão as “Leis Dominicais.” Isso não acontecerá.

Eis o assunto exatamente:

Israel é um país que quis, desde a sua criação, seguir a lei de Deus e essa lei especifica que temos que trabalhar seis dias e então descansar um dia, no sábado. É por isso que a semana de cinco dias de trabalho e dois dias de folga não existe em Israel. Mas algumas pessoas religiosas reclamam que não têm tempo para visitar suas famílias, nem de aproveitar alguns entretenimentos saudáveis, nem ir a algum lugar com seus carros durante o dia de folga, porque o dia de folga em Israel é somente o sábado e é proibido para os judeus quebrarem a lei do sábado com todas essas atividades. Em adição a isso, eles argumentam que se tivessem um segundo dia de folga, como os países ocidentais, talvez mais judeus retornassem à observância do sábado e teriam outro dia para ir à praia, e se tornariam mais religiosos.

Mas o governo não está pronto para ir nessa direção de dar um segundo dia de folga oficialmente. Eles calcularam que custaria bilhões de dólares por ano para a economia israelense, caso decidissem dar um segundo dia de folga. E mesmo se o Knesset decidisse tal coisa, não seria obrigatório, porque de acordo com a Bíblia temos que trabalhar seis dias e descansar no sábado; somente o sábado seria obrigatório para companhias que empregam pessoas. Se você tem sua própria companhia e não tem nenhum empregado, então você é livre para fazer o que quiser quando quiser, mesmo abrir no sábado. De fato, muito poucos cafés e armazéns estão abertos no sábado e a maior parte do tempo os empregados são palestinos, assim como a maioria dos empregados de hotéis no sábado.

A discussão é também para decidir se esse segundo dia de folga seria sexta-feira ou domingo. Aqueles que defendem sexta-feira, dizem que sexta-feira já é um “meio dia” de folga. Para algumas administrações e companhias, já é um dia de folga; e os Ministérios já estão fechados na sexta-feira. A consultoria jurídica de nossa organização é fechada na sexta-feira e no sábado. Outros locais de trabalho, como bancos, fecham na sexta-feira ao meio-dia para dar tempo a seus empregados de se prepararem para o sábado. E todas as outras companhias como supermercados, construtoras, etc., fecham por volta das 3h da tarde. Então, eles dizem que uma vez que muitas companhias e escritórios têm meio dia de folga, custaria menos decidir que sexta-feira seja o segundo dia de folga.

Aqueles que defendem o domingo são os banqueiros e pessoas que têm negócios fora do país. Porque na maioria dos países o domingo é um dia de folga, Wall Street e outros mercados de ações estão fechados e os bancos são limitados em suas transações. Toda vez que tenho que fazer câmbio no domingo, meu banco poderia não fazer, porque eles dizem que o mercado de ações está fechado na Europa e eles não sabem quanto será a cotação na segunda-feira de manhã, na abertura do mercado. Finalmente, teve um ano em que nossa agência bancária decidiu fechar no domingo e abrir mais tarde da noite durante a semana, para resolver esse problema (mas muitas outras agências e bancos ainda abrem aos domingos).

Mas tudo isso não tem nada a ver com substituir o sábado pelo domingo.

Acredito que as pessoas que estão por trás desses rumores poderiam ser anti-semitas ou mesmo partidárias da “Teologia da Substituição”, e estão felizes em dizer: “Veja, Israel realmente tem sido rejeitado por Deus; eles têm até rejeitado a lei de Deus e o sábado.” Deixe-me dizer a essas pessoas que isso jamais acontecerá. Talvez judeus reformados que não acreditam na inspiração da Bíblia possam ir por esse caminho de dizer que não importa se é sábado ou domingo, mas os judeus conservadores e ortodoxos, jamais. Eles darão a vida, se necessário (como têm feito durante os últimos 4 mil anos), mas não desistirão da lei de Deus e do sábado.

Como pastores e ministros adventistas do sétimo dia, temos que ter cuidado com o que pregamos. Lembro-me que estava em uma convenção da ASI, em agosto, e alguém veio até mim dizer que G. Edward Reid, diretor de Mordomia da NAD, fez uma pregação e falou sobre essa nova legislação. Ele me perguntou se era verdadeiro ou não. Eu disse a ele que não é verdadeiro. E mais tarde, em setembro, eu estava em um conselho pastoral na Holanda, onde conheci o irmão Reid, e lhe disse que temos que ter cuidado com o que pregamos ou dizemos, porque com nossa autoridade, enquanto pastores e líderes, temos grande influência sobre nosso povo e não podemos espalhar notícias falsas.

No entanto, de fato, a lei em Israel não mudou e duvido que mudará algum dia (enquanto Israel for um país judeu). Mas, mesmo que uma nova legislação venha a dar um segundo dia de folga, nunca será no lugar do sábado que Deus santificou no sétimo dia da semana da Criação.

Espero que minha resposta seja útil para elucidar a situação atual em Israel nas mentes de muitos membros e amigos.

Richard Elofer, presidente da IASD em Israel

Fonte - Michelson Borges

Nota DDP:
Tenho uma pequena observação: Realmente não haveríamos de esperar que TODO Israel aceitasse uma legislação "substitutiva" do Sábado. Mais: sequer a notícia veiculada sugeria somente esta nuance. Sugeria na verdade exatamente o que defendido neste post: a inserção de um segundo dia por interesses múltiplos. Os limites de como isso se daria é outra discussão. Outra coisa, a fonte da notícia não é adventista.

Neste quadro, lembro apenas que a controvérsia do Sábado/Domingo no seio da Igreja Cristã iniciou-se de forma extremamente parecida...

Papa e imprensa norte-americana

DETROIT, terça-feira, 27 de maio de 2008 (ZENIT.org).- Olhando e lendo as resenhas de vários meios de comunicação antes que o Santo Padre chegasse para sua histórica visita no mês passado a Washington e Nova York, era fácil ter a impressão de que não ia acontecer nada além de mais preconceitos e escassa representação da própria mídia.

Esperava-se que os meios de comunicação girassem em torno das usuais suspeitas, dos autores não ortodoxos, dos chamados estudiosos e comentaristas que são católicos somente de nome e não podem aceitar o ensinamento da Igreja sobre o aborto, a contracepção e o sacerdócio masculino, e os questionam ou os citam na imprensa de maneira que podem mais uma vez atacar a Igreja por não seguir os caprichos da cultura americana.
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Isto foi assim até que o próprio Santo Padre impressionou a mídia.
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Wheeler acrescenta que viu um giro notável no tipo de especialistas dos principais meios de comunicação que representavam o ponto de vista da Igreja.
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«Meus sentimentos, baseados nas reações que ouvi por trás do cenário de membros dos meios de comunicação são que o Papa Bento XVI realmente surpreendeu a mídia leiga», disse Wheeler. Acharam-no autêntico, aberto e inexorável em seu candor sobre temas que afetam o país e o mundo.

«Minha esperança é que, se muitos membros leigos da mídia que cobriram esta visita leram e escreveram sobre os discursos do Santo Padre, seus corações se transformem de maneira que possa dar-se uma renovação da mídia.»

Fonte - Zenit

"Aquele 'eu me envergonho', com o qual assumiu a humilhação e a dor de toda a Igreja pelo escândalo causado por sacerdotes acusados de pedofilia, foi como o início do renascimento, a retomada de um caminho novo", disse o cardeal. (BF)

Fonte - Radio Vaticano

Nota DDP:
E a ferida havida, parece cada vez mais coisa do passado...

Mais destruição na China


Enquanto a China se recupera do terremoto que atingiu Sichuan há duas semanas, e réplicas de menor magnitude que vêm acontecendo desde então, o país sofre agora com chuvas torrenciais, que já deixaram pelo menos 50 mortos e 4 mil isolados na região sudoeste.

A área mais atingida foi a região de Guizhou onde 36 pessoas morreram. Outras 14 estão mortas em outras quatro províncias e pelo menos 26 estão desaparecidas. Calcula-se que mais de 500 mil pessoas, em 17 cidades foram afetadas e 6.700 casas foram danificadas.

Autoridades chinesas esperam chuvas muito intensas nos três próximos dias, com alto risco de inundações.

Fonte - Opinião e Notícia

Dois tremores secundários voltaram a abalar a região na China devastada por um terremoto há 15 dias e provocaram o desabamento de 420 mil casas nesta terça-feira, de acordo com a agência estatal de notícia Xinhua.


Segundo as informações da agência, um dos tremores, no condado de Qinchuan, atingiu 5,7 graus na escala Richter. A Xinhua acrescentou que ainda não há relatos de mortos.

No domingo, tremores secundários já haviam destruído 300 mil construções.

Fonte - BBC

segunda-feira, 26 de maio de 2008

Pr. Gambetta e seu encontro com o Pr. Fine

Os vídeos a seguir são um testemunho do Pr. Gambetta de seu encontro com o Pr. Fine, ratificando todos os termos do sermão da KTF Ministry, assim como o Pr. Meyer também já havia feito, como declinamos em recente post.

Segue para apreciação dos amigos deste espaço. As advertências são as de praxe...









Igreja contra comércio no domingo para proteger a família


Leiria, 01 Mai (Lusa) - A Liga Operária Católica (LOC) e o bispo das Forças Armadas contestam a abertura dos hipermercados aos domingos, considerando que esse dia deve ser vocacionado para a família.

Fátima Almeida, coordenadora nacional da LOC, defende que os domingos devem ser dias "dedicados ao encontro das famílias", limitando-se ao máximo qualquer actividade laboral.

Os funcionários dos hipermercados "também têm famílias", recordou Fátima Almeida, que aponta a excessiva precariedade laboral, os turnos rotativos e a falta de emprego como motivos para a perda da estabilidade familiar.

"Perdeu-se o domingo como espaço de encontro das famílias" e embora "esses espaços comerciais sejam uma espécie de centros de culto" para os agregados familiares modernos, têm de se encontrar outras "soluções e novos espaços de diálogo, de partilha e de entreajuda" diferentes.

Posição semelhante tem D. Januário Torgal Ferreira, bispo das Forças Armadas e antigo porta-voz da Conferência Episcopal Portuguesa (CEP) quando esta polémica se verificou.

"O domingo é o dia da família" em que deve haver o "cumprimento de valores sociais como é o descanso e a tranquilidade que um trabalhador merece", afirmou D. Januário Torgal Ferreira, rejeitando que a posição da Igreja se deva à realização das eucaristias dominicais.

"Não renegamos os aspectos religiosos" mas o que motiva esta posição é a necessidade de "encontro das famílias", considerou o bispo, que admite a abertura de hipermercados apenas em "circunstâncias ou lugares" em que não exista opção à satisfação das "necessidades básicas".

"O supermercado deve estar ao serviço das necessidades das pessoas mas, até aos fins-de-semana, as famílias têm de se encontrar", considerou D. Januário Torgal Ferreira.

"Com bom senso e grande sensatez, as pessoas deveriam abrir os olhos" até porque "não é uma questão religiosa" mas sim o respeito da "dignidade humana".

"É importante que um trabalhador tenha direito ao domingo" até porque "há uma razão história e social para o fim-de-semana ser um espaço de legítimo descanso", acrescentou.

Fonte - Rádio e Televisão Portugal

Nota DDP:
Mais em "Igreja lusa critica abertura de supermercados aos domingos" e "Igreja opõe-se à abertura de hipermercados ao domingo para proteger a família". Discussão recente em outro país em "Querem que os domingos sejam "sagrados"".

Merkel reafirma sua fé cristã durante evento católico

Berlim, 22 mai (EFE).- A chanceler da Alemanha, Angela Merkel, reafirmou hoje sua fé cristã durante o Congresso da Igreja Católica do país, que está sendo realizado em Osnabrück (oeste).

"Temos um Deus, temos Jesus, que nos mostra como podemos viver e isso é algo que a mim também me dá força", disse Merkel, filha de um pastor protestante e membro da Igreja Evangélica.

Ainda assim, Merkel comemorou a ampla participação de protestantes durante o Congresso da Igreja Católica.

"Isso é algo que dá esperanças ao ecumenismo", disse a chanceler.

O presidente do Partido Social-Democrata (SPD), Kurt Beck, também compareceu hoje ao encontro e assistiu, junto com Merkel, a uma missa ao ar livre.

Fonte - Último Segundo

Nota DDP:
Para quem não se lembra, Merkel era até pouco tempo a Presidenta da União Européia e esteve diretamente atrelada à discussão da Constituição continental, onde se pretendia a inserção das raízes cristãs da Europa, conforme pretendia o Papa BXVI.

Pelo menos oito pessoas morrem em onda de tornados nos EUA


WASHINGTON - Pelo menos oito pessoas morreram e várias dezenas ficaram feridas hoje durante um onda de tornados e de fortes tempestades que assolaram o meio oeste dos Estados Unidos, segundo dados divulgados pela rede de televisão CNN.

Os fenômenos meteorológicos causaram também várias dezenas de feridos e graves danos materiais em casas e várias estruturas dos povoados. A tempestade destruiu, além disso, cerca de 50 casas e provocou graves danos em outras 150 no município de Hugo, a 40 quilômetros da capital do estado.

A maioria das vítimas mortais aconteceu no nordeste do estado de Iowa, onde sete pessoas perderam a vida como conseqüência de um tornado que castigou as localidades de Parkersburg e New Hartford. Cinco pessoas morreram em Parkersburg depois que o tornado tocou solo e outras duas morreram na localidade vizinha de New Hartford, para onde se deslocou a tempestade.

No Estado de Minnesota uma criança de dois anos morreu e outra ficou gravemente ferida junto a outras oito pessoas em uma localidade próxima a Mineápolis.

Fonte - Estado

Crescem as ameaças à liberdade na internet

As iniciativas de controle da internet por governos aumentam em todo o mundo. A OpenNet Initiative - uma parceria entre a Universidade de Toronto, Harvard, Cambridge e Oxford - identificou que pelo menos 24 países praticam hoje algum tipo de filtragem da rede mundial, bloqueando conteúdo considerado inadequado. Em 2002, eram somente dois.

"A internet é uma força para a abertura da sociedade", afirmou Karin Karlekar, editora da Freedom of the Press, pesquisa anual da Freedom House sobre liberdade de imprensa. "Por causa disso, vários governos estão expandindo seus métodos para controlar e monitorar a internet." Karin participou ontem do evento Computers, Freedom, and Privacy 2008.
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Fonte - Estado

Eucaristia revoluciona a história

Bento VXI vem enfatizando na importância da Eucaristia para a solução dos grandes problemas da humanidade. Faz parte do plano de santificação do domingo, em todos os lugares do mundo, por todas as pessoas.

Nessa quinta-feira, (22-05-2008) ao presidir a celebração do Corpus Cristi, o papa enfatizou a Eucaristia declarando que ela “...trouxe a maior revolução da história da humanidade. Uma revolução social, pois perante a Eucaristia os fiéis reúnem-se deixando de lado sua condição social, suas convicções políticas e até suas preferências mútuas.” Citando Paulo, o papa disse que “‘já não há judeu nem grego; nem escravo nem livre; nem homem nem mulher, já que todos vós sois um em Cristo Jesus.’”

Agrega que “percebe-se a verdade e a força da revolução cristã, a revolução mais profunda da história humana, que se experimenta precisamente ao redor da Eucaristia...” E o papa conclui que “estamos unidos para além de nossas diferenças de nacionalidade, de profissão, de classe social, de idéias políticas: nos abrimos uns aos outros para nos convertermos em uma só coisa a partir d´Ele” reforçando que “esta, desde o início, foi uma característica do cristianismo realizada visivelmente em torno da Eucaristia, e é bom sempre velar para que as recorrentes tentações de particularismo, ainda que de boa fé, não vão, de fato, no sentido oposto”.

O plano do Vaticano que vem sendo divulgado pelo mundo tem a seguinte orientação básica: “Domingo: dia da família, dia do Senhor”. Ou seja, para ajudar na solução dos grandes problemas sociais do mundo, há que se levar todas as pessoas a santificar o domingo. Ele assim torna-se no dia da família, para que esta obtenha mais união, e nela formem-se cidadãos de bem. Agora o papa expande a importância do domingo e da Eucaristia, sugerindo que por meio dela unem-se povos e culturas diferentes. Foi isso que ele propôs na ONU no mês passado: unir os povos mediante o Ecumenismo e o diálogo inter-religioso. São expectativas proféticas que se cumprem, sinalizando cada vez mais a breve volta de JESUS.

Fonte: http://www.zenit.org/article-18510?l=portuguese
Em: 23-05-2008

Fonte - Cristo Voltará

Bush pede a Deus que acelere o fim do sofrimento dos cubanos

WASHINGTON (AFP) — O presidente americano George W. Bush revelou nesta quarta-feira durante um discurso na Casa Branca diante de famílias de dissidentes presos que pediu a Deus para confortar "as pessoas que sofrem sob a ditadura de Castro" e acelere "o fim do sofrimento dos cubanos".

"Neste dia de solidariedade, pedimos especialmente a Deus que conforte as pessoas que sofrem sob a ditadura cubana e que acelere o fim do sofrimento dos cubanos", declarou Bush.
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Fonte - AFP

Nota DDP:
Cada vez mais uma teocracia...

quarta-feira, 21 de maio de 2008

Mais uma vez a KTF e o Decreto Dominical

É a terceira oportunidade que tratamos do assunto. As advertências anteriores ainda são pertinentes, não serão repetidas.

A KTF editou novo sermão onde trata de diversas questões que poderiam se relacionar com a edição na prática do decreto dominical e, trata também de manifestar-se sobre o sermão anterior que editou neste tema. O original do texto que ora comentamos pode ser lido mais uma vez diretamente no site da KTF Ministry.

Para resumir, o sermão trata de analisar as necessárias retificações do texto anterior, com base na busca de elementos que pudessem sustentar as afirmativas feitas, muito embora reitere que tivesse tomado o cuidado de checar cada uma das palavras anteriormente utilizadas com sua fonte. Assume ainda que verificar dados de uma reunião secreta é uma missão inglória, bem como que poderia ter melhor verificado os fatos antes de veicular a notícia.

A partir daí o Pastor passa a reiterar, sob o benefício razoável da dúvida, a possibilidade de que sua fonte seja fidedigna, apontando questões relacionadas com a eventual veracidade dos fatos narrados, inclusive citando links que já consideramos neste espaço quando fizemos a primeira checagem acerca dos termos do sermão em consideração.

Analisa ainda, individualmente, questões relacionadas à presença de personagens citados no sermão anterior (Gore, Pelosi, etc) e o paralelo das questões ambientais, o que, como já inclusive relatado neste espaço, nos parecia o ponto alto do relato, por se alinhar com muito do que tem sido postado aqui.

Finalmente, conclui que é bastante razoável acreditar-se na existência de tal reunião em novembro passado, enumerando cada um dos fatores que litigam a favor da tese, especialmente na possibilidade de se acreditar na pessoa do Pr. Allen Fine.

George W. Bush e os Batistas do Sul


A notícia é antiga, Junho/06, mas os fatos que dela constam são importantes para análise e cumprimento do quadro profético esperado:

Mais de 18.000 «mensageiros de Deus» participaram da Convenção Anual da Igreja Batista do Sul entre 13 e 14 de Junho de 2006, na Carolina do Sul. Se tratava de um dos acontecimentos mais importantes da vida política e social de Estados Unidos já que esta denominação religiosa representa a principal reserva eleitoral do presidente George W. Bush. Por esse motivo, os discursos que ali se pronunciaram não devem ser vistos como simples histórias folclóricas. São representativos da maneira de pensar de uma maioria relativa e não deixam de ter consequências, implicando que a teologia dos Batistas do Sul rege o Partido Republicano e serve de fundamento popular a guerra que se desenrolava no Iraque.

Os Batistas do Sul são atualmente a expressão coletiva mais importante no sul dos EUA, politicamente ativos e fundamentalistas, defendem o dispensacionalismo e o fim dos tempos, sendo contra o ecumenismo.

Antes da convenção encontraram-se com representante das Forças Armadas Americanas, onde pastores evangélicos realizaram um trabalho de restauração de valores morais e instalaram, inclusive, um certo puritanismo. Pouco a pouco foram transformados em um exército de Deus. O Pentágano incorporou missionários evangélicos às suas fileiras no Iraque estabelecendo a conversão do povo local como objetivo estratégico.

George W. Bush e a secretária de Estado Condoleezza Rice participaram, o primeio de maneira privada e a segunda de forma oficial, na Convenção Anual dos Batistas do Sul. Ali explicaram que governam de forma a propagar a justiça divina com vistas ao advento do Fim dos Tempos.

Pouco depois da abertura, a Convenção foi interrompida por uma mensagem surpresa não programada de George W. Bush que se dirigiu em vídeo aos participantes desde Bagdad, na terra bíblica.

O presidente se expressou a título pessoal, já que sua intervenção não aparece no sitio da Casa Blanca. Depois de saudar o presidente da Convenção, Bush recordou que numerosos batistas do sul são atualmente membros das forças armadas estadudinenses.

Também rendeu homenagem ao pastor Billy Graham.

Em seguida, Bush recordou aos «mensageiros de Deus» seu projeto de modificar a Constituição dos Estados Unidos para impedir que «juízes militantes» autorizem os matrimônios entre homossexuais. Finalmente, Bush enumerou um conjunto de decisões presidenciais inspiradas em sua fé.

No segundo dia os «mensageiros de Deus» foram convidados a escutar Condoleezza Rice, que se expressou a título pessoal e como secretária de Estado, uma que que sua intervenção aparece no sítio oficial do Departamento de Estado e foi ecoada nos despachos do Serviço de Informação dos Estados Unidos.

Primeiramente Rice se colocou em sintonia com a platéia ao relembrar a educação que recebeu de seu pai presbiteriano. Demonstrou sua adesão à crença do arrebatamento, fazendo alusão à iminência do Final dos Tempos. Utilizando-se de expressões de pastores evangélcios, identificou o atual período como o tempo de prova durante o qual os cristãos têm que reafirmar sua fé em Cristo antes que Ele venha. Depois explorou o papel dos EUA no plano divino, missão que constitui-se em objeto da ação diplomática e militar. Disse:
...
"a dignidade humana não é um dom do governo aos seus cidadãos, nem um dom dos homens entre si outorgados. É uma graça divina para toda a humanidade."
[Transcrevi porque é exatamente isso que o Papa BXVI defendeu na tribuna da ONU recentemente]
...
"Vivemos momentos críticos e importantes,... momento em que temos que reafirmar porque nos levantamos como nação e qual é esse papel que temos que desempenhar no mundo"
[Ecoado em chamado do Papa aos EUA antes de sua visita]
...
"Temos que perguntar-nos, se não é a América, quem unirá as demais nações à consciênciaa da defesa internacioanl e da liberdade religiosa?"
[Outra exigência do Papa]
...
"A liberdade religiosa é um objetivo que exige transparência moral. E, senhoras e senhores, a mensagem da América não pode ser mais clara: Os governos nâo têm nenhum direito de interporem-se entre os indivíduos e o Todo-Poderoso.
[Guerra santa moderna?!]

Definitivamente, senhoras e senhores, temos que considerar outra questão mais. Quem senão a América unirá as nações que amam a liberdade para defender a mesma e a democracia no mundo?"
...
"Nesta ótica, os EUA recusam-se a ser a polícia mundial encarregada de fazer respeitar o direito internacional. Simplemente, Deus deu a esse país a missão de fazer justiça."

"Não se deve perguntar com que base legal os EUA tomaram a decisão de bombardear o Iraque. Os militares americanos não eram mais que o instrumento de Deus na execução do castigo supremo. Melhor seria perguntar o que farão amanhã neste estado de exaltação."

...
Fonte - Noticia Cristiana
Nota DDP:
E que ninguém se engane que o quadro poderia ser diferente com a vitória da ala democrata. Basta ler outro texto da mesma fonte.

Visita do Papa à ONU terá impacto sobre Direito Internacional

NOVA YORK, terça-feira, 20 de maio de 2008 (ZENIT.org).- A visita de Bento XVI às Nações Unidas provocou um grande entusiasmo no Palácio de Cristal e está destinada a ter um impacto sobre o Direito Internacional, explica o observador permanente da Santa Sé na ONU.

O arcebispo Celestino Migliore, que recebeu o Papa em sua residência durante os dias de sua permanência em Nova York, nesta entrevista concedida à Zenit revela alguns detalhes dos encontros privados que teve com o Pontífice e fala sobre como as palavras do Papa foram acolhidas nas Nações Unidas.
...
–Quais foram as reações das delegações nacionais presentes na ONU sobre o discurso do Papa?

–Dom Migliore: Também a ONU se encontra em um período de dificuldades e de tensões. Mas o Papa teve a capacidade de elevar os ânimos. Sabendo que na ONU nem tudo são flores, tive a impressão de que muitos diplomatas que o ouviram sublinhar os aspectos mais potencialmente belos das Nações Unidas, sentiram-se confortados e animados a trabalhar por uma ONU que funcione.

Sem dúvida, foi o encontro com essas pessoas que suscitou maior entusiasmo nas Nações Unidas. Durante sua intervenção, o Papa olhou várias vezes para a audiência sorrindo. Seu calor e seu sentir-se à vontade encontraram eco na resposta das pessoas, com sua excitação e aplausos e com a longa ovação que lhe tributaram. Uma resposta entusiasta que não era só uma excitação de estado, mas estava motivada também pelo conteúdo de sua mensagem.

–O Papa disse que a Igreja crê nas Nações Unidas e convidou a ONU a voltar aos princípios fundadores da Declaração Universal dos Direitos Humanos. Como esta mensagem foi recebida pelos membros das Nações Unidas?

–Dom Migliore: A impressão geral é de que o Papa estava lendo em seus corações o desejo pessoal de justiça e liberdade. Pelos comentários dos diplomatas e dos funcionários da ONU, as palavras do Papa estão destinadas a ter uma ressonância e um seguimento profundo e consciente, sobretudo com relação ao papel das Nações Unidas e do Direito Internacional.

De que forma a «responsabilidade de proteger», citada pelo Santo Padre, poderá se apresentar como um novo princípio do Direito Internacional? Em que se diferencia da tradicional resposta da comunidade internacional contra os governos opressores?

–Dom Migliore: O Papa sustentou que o fundamento moral no qual um governo pode afirmar sua autoridade, sua soberania, é seu senso de responsabilidade, sua vontade e sua eficácia em proteger sua população de todo tipo de violação dos direitos humanos.

Assumindo esta expressão do documento final aprovado pelos chefes de estado e de governo em 2005, o Papa estendeu o conceito: a responsabilidade de proteger cobre não só as chamadas intervenções humanitárias (militares), mas poderia ser usada como sinônimo de soberania, que por sua vez não é só um direito, mas é sobretudo uma responsabilidade dirigida a proteger e promover as populações em sua vida cotidiana.

Fonte - Zenit
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