sexta-feira, 19 de setembro de 2008

Assembléia aprova fim do comércio aos domingos

Lojas de departamentos, supermercados e hipermercados que fazem parte de redes não poderão mais abrir suas portas aos domingos e feriados. É o que prevê um projeto de lei aprovado [dia 9] por unanimidade na Assembléia Legislativa [do Espírito Santo]. Para o estabelecimento que não cumprir as regras, o projeto prevê multa de R$ 18.113,00 para o comerciante e, para casos de reincidência, fechamento administrativo por 30 dias. A deputada Janete de Sá (PMN), autora do projeto, estabeleceu ainda que o horário de funcionamento desses comércios, inclusive os supermercados, deverá ser de segunda-feira a sábado, das 8 às 22 horas.

Segundo o projeto, para aplicação da lei entende-se por "redes" as empresas que possuem mais de duas filiais no Brasil ou no exterior. "O projeto vai ao encontro dos anseios mais profundos da classe comerciária e dos pequenos, micro e médio comerciantes de bairro e de rua", diz Janete. Ela acredita que a matéria beneficia os empregados. "O trabalhador que é obrigado a comparecer ao serviço fica privado do convívio familiar, não efetua vendas e não recebe pelo dia trabalhado", avalia a deputada.

Janete defende que sua proposta é constitucional, mesmo tendo ouvido argumentos contrários por parte dos empresários. "Nem tudo no Brasil, na ótica constitucional, é rígido. A propriedade, o mais absoluto dos direitos, desde o Império Romano, hoje deve ser exercida conforme sua função social", rebate a parlamentar.

A Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) deu parecer pela constitucionalidade e a de Finanças pela rejeição da proposta. Para entrar em vigor, o projeto precisa ser sancionado pelo governador Paulo Hartung (PMDB), mas antes será analisado pela Procuradoria Geral do Estado. ...

(Força Sindical)

Nota Michelson Borges: Interessante que o argumento da deputada Janete é o mesmo do papa: o domingo é o "dia da família". Esse é apenas um ensaio localizado do que virá em âmbito global...

A queda do muro de Nova York

Os jornais brasileiros dão grande destaque ao movimento conservador dos investidores internacionais, que retiraram ativos das bolsas de valores e, no dizer de um colunista da Folha de S.Paulo, voltam a colocar o dinheiro embaixo do colchão.

O Globo anuncia em manchete que Brasil e Rússia perdem mais com a fuga dos investidores, que buscam lugares mais seguros para seu dinheiro.

Mas nenhum deles descreve o que pôde ser testemunhado por quem estava nas ruas do distrito financeiro da Nova York na segunda-feira, 12 de setembro de 2008.

Para quem andava por Wall Street na segunda-feira, o clima era de fim de mundo, com multidões aglomeradas diante dos painéis eletrônicos da Bolsa de Nova York e das corretoras, e disputando impressos produzidos às pressas e distribuídos de mão em mão.

A impressão que se tem é que os jornais relatam apenas o que aparece nas telas dos sites de análise financeira, e se esquecem de observar o mundo real.

O prêmio Nobel de Economia Josef Stiglitz, entrevistado na edição de quinta-feira (18/9) pelo Estado de S.Paulo, afirma que a queda de Wall Street significa para o fundamentalismo de mercado o que representou a queda do muro de Berlim para as economias socialistas do Leste Europeu, em 9 de novembro de 1989.

Para os distraídos, interessante lembrar que "wall street" quer dizer a "rua do muro".

Mas a imprensa ainda se nega a admitir que a atual crise financeira pode significar muito mais do que uma turbulência passageira.
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Fonte - Observatório da Imprensa

925 milhões de pessoas sofrem fome no mundo

ROMA, 17 Set 2008 (AFP) - O número de pessoas com fome no mundo passou de 850 para 925 milhões em 2007, devido à disparada dos preços dos alimentos, anunciou nesta quarta-feira em Roma o diretor da Organização das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura (FAO), Jacques Diuf.

"O número de pessoas subnutridas antes da alta dos preços de 2007-2008 era de 850 milhões. Este número aumentou durante o ano 2007 em 75 milhões, alcançando os 925 milhões", declarou Diuf em audiência nas Comissões das Relações Exteriores e de Agricultura do Parlamento italiano.

O índice FAO dos preços dos alimentos teve aumento de 12% em 2006 com relação ao ano anterior, de 24% em 2007 e de 50% durante os sete primeiros meses deste ano, acrescentou Diuf.

"É preciso investir 30 bilhões de dólares por ano para duplicar a produção de alimentos e acabar com a fome", acrescentou.
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Fonte - BOL

Nota DDP: Fico pensando que ontem os bancos centrais de diversos países injetaram mais de U$ 200 bilhões para "salvar" o mercado financeiro...

quarta-feira, 17 de setembro de 2008

O Mandamento Esquecido

ONU avalia que crise financeira é a pior em 70 anos

A Organização das Nações Unidas (ONU) avalia que a atual crise pode ser a pior dos últimos 70 anos no setor financeiro e o impacto sobre os países emergentes deverá ser maior do que se esperava. "Podemos estar vivendo a pior crise em décadas, segundo as projeções que estamos fazendo internamente. Não sabemos de nada parecido desde 1929. E o pior é que temos de reconhecer que não estamos ainda no fim dela. Há quem diga que não chegamos ainda no fim do poço", afirma Supachai Panichpakdi, secretário-geral da Conferência da ONU para o Desenvolvimento e Comércio.

Ex-ministro das Finanças da Tailândia, ele diz que a atual crise é "muito maior que tudo o que se viu nos anos 90, inclusive a crise asiática". Supachai viveu na pele as turbulências na Ásia em 1997. "Naquele momento, mantivemos nossos mercados abertos e isso ajudou. O que vemos agora é um abalo bem maior", ressalta. "Não se trata apenas de uma crise no mercado de créditos. Essa é uma crise financeira que terá impacto em vários setores, inclusive no comércio, que deverá decrescer de forma importante. Já não há mais dúvida de que a recessão de fato chegará para muitos países. Alguns hesitam em admitir, mas já estão tecnicamente em recessão."

Já a Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE), que reúne os 30 países que produzem mais da metade de toda a riqueza do mundo - o Brasil não faz parte da organização, prefere manter intocadas suas previsões de crescimento. Segundo o secretário-geral da entidade, Angel Gurria, o sistema financeiro internacional pode se recuperar a partir do segundo semestre de 2009 e, para 2010, é possível até prever um crescimento de 3% para os países ricos. "Precisamos de regulação do mercado. Já está provado que algo precisa ser feito."

Uma das preocupações é que a crise comece a atingir o crescimento dos países emergentes, até agora relativamente isolados da turbulência surgida nos países ricos. A Comissão Econômica para América Latina e Caribe (Cepal), em números apresentados ontem à ONU, confirma uma desaceleração no crescimento latino-americano. Mas ainda indica que a taxa será mais elevada do que a média do crescimento histórico da região nos anos 80 e 90. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

Fonte - G1

Nota DDP: Por coincidência histórica, foi em 1929 que o Vaticano, após os entraves do final do século anterior, recebeu considerável aumento de poder diretamente das mãos do ditador Mussolini, em troca de apoio político junto aos católicos. Pode se repetir a história em relação aos EUA?

A ONU em um “beco sem saída”

A agência nuclear da ONU disse que chegou a um impasse com o Irã diante da recusa do país em dar informações sobre pesquisas que os EUA dizem terem sido parte de um programa secreto de construção de bombas atômicas.

Um relatório da Agência Internacional de Energia Atômica (AIEA) aponta que o Irã fez avanços em sua capacidade de enriquecimento de urânio, o que indica um endurecimento da posição de Teerã de levar adiante seu projeto nuclear à revelia das sanções internacionais.

Em Washington, cinco ex-secretários de Estado -- Colin L. Powell, Madeleine Albright, Warren Christopher, James Baker III and Henry Kissinger -- fizeram um apelo para que o vencedor das eleições norte-americanas se empenha em interromper o programa nuclear iraniano.

Fonte - Opinião e Notícia

Nota DDP: Trocando em miúdos: Mais conflitos no horizonte.

O sistema financeiro dos EUA está em sérias perturbações

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Após anos de irresponsável desregulamentação pública e de malversão privada e irresponsável, agravando o risco assumido, o sistema financeiro americano está agora em séria perturbação, e ele pode puxar a economia dos EUA ainda mais para baixo nos próximos meses e anos.

Nas próximas semanas, contudo, quando outras instituições financeiras cambaleiam à beira da bancarrota, o governo dos EUA terá de considerar a criação de um Bank Resolution Trust de acordo com o modelo da Resolution Trust Corp. de 1989 a qual tomou as poupanças e empréstimos de bancos que estavam então em dificuldades financeiras. Exemplo: ainda recentemente, em 16 de Fevereiro deste ano, o governo britânico não hesitou em nacionalizar o Northern Rock e salvou este grande banco britânico com cerca de £55 mil milhões (US$107 mil milhões) em empréstimos públicos e garantias. Mais cedo ou mais tarde, o governo americano terá de fazer o mesmo, a fim de estabilizar o sistema financeiro, porque os problemas financeiros nos EUA são sistémicos e muito mais sérios do que em outros lugares.
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O que estamos a testemunhar nestes dias nos EUA é uma transferência maciça de riqueza dos contribuintes, poupadores e aposentados para os bancos, seus credores e seus administradores. Por um lado, o Fed enterrou profundamente as taxas de juro reais no território negativo a fim de ajudar bancos perturbados e, por outro, os contribuintes americanos tem financiado a salvação de instituições financeiras muito grandes.
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Fonte - Resistir

Crise chega com força à Grã-Bretanha

As ações do maior banco hipotecário da Grã-Bretanha, o Halifax Bank of Scotland (HBOS), caíram 40% na Bolsa de Londres nestes dois dias de turbulência dos mercados financeiros na seqüência da quebra do Lehman Brothers.

Após o segundo dia de quedas acentuadas das ações do HBOS, o governo britânico se mostrou pronto para acionar seus planos de contingência direcionados a assegurar a estabilidade financeira.

O Banco da Inglaterra, o Tesouro britânico e a Autoridade para os Serviços Financeiros passaram esta terça-feira analisando a saúde dos bancos da Grã-Bretanha, em mais um dia tenso no qual os bancos centrais injetaram mais de US$ 200 bilhões nos mercados globais.

Fonte - Opinião e Notícia

Guerra do clima


O ex-homem-do-tempo da rede NBC de televisão, Scott Stevens, revelou em 2004 que conseguia alcançar tremenda exatidão em suas previsões por que tinha aprendido que os cientistas que trabalhavam para os russos estavam controlando o clima em todo o mundo por meio das ondas eletromagnéticas escalares e que ele tinha aprendido a "ler" os padrões indicadores nas nuvens!

"Eu ainda recebo mensagens de correio eletrônico de pessoas que me perguntam se certos eventos e desastres climáticos são manipulados. Permitam que eu seja bem claro sobre isto... É minha opinião, a partir de minhas observações desses muitos eventos climáticos em todo o mundo, que cerca de 92-96% do clima na América do Norte, Europa e Austrália estão sendo persistentemente manipulados. Isto é, atualmente, a vasta maioria de todo o clima está sendo afetada por essas tecnologias. Quanto maior o evento climático, maior a intenção que é colocada em ação para torná-lo um grande evento! Os furacões não são mais o resultado derivado de um processo natural.

"Isso significa que TODOS esses grandes desastres climáticos são criados e são permitidos, se não incentivados, para que aconteçam. Este será o caso até que 'as bocas inúteis', como Henry Kissinger nos chamou, acordem e comecem a exercer uma influência real nas questões do mundo". Scott Stevens.

Fonte - Minuto Profético

Os custos da ação e da inércia

Um argumento muito repetido por políticos em todo mundo é que o custo da inércia diante do aquecimento global pode ser maior do que os montantes que precisam ser gastos em ações contra o fenômeno.

No início deste ano, por exemplo, o presidente da Comissão Européia utilizou este argumento quando anunciou a promessa da União Européia de reduzir suas emissões de carbono em 20% até 2020 a um custo estimado de 0,5% do PIB, ou cerca de US$ 85 bilhões. Durão Barroso ressaltou que o custo era baixo comparado ao alto preço de não se fazer nada. Segundo ele, a "inércia" poderia custar à UE 20% do seu PIB.

Mas esta porcentagem é provavelmente superestimada. Além disto, o gasto de 0,5% do PIB reduzirá as emissões de forma muito lenta, e o ambicioso programa da UE não vai ter qualquer impacto significativo sobre o aquecimento global.

Fonte - Opinião e Notícia

Nota DDP: Quanto mais passa o tempo, mais incisivas serão as "soluções".

Gelo do Ártico encolhe ao 2o menor nível da história


WASHINGTON (Reuters) - O gelo do Ártico chegou neste verão (no hemisfério norte) à sua segunda menor extensão, superando ligeiramente o tamanho de 2007, mas ainda apontando para uma tendência de queda associada ao aquecimento global, disseram cientistas dos Estados Unidos na terça-feira.

A menor extensão do ano foi registrada em 12 de setembro -- 4,52 milhões de quilômetros quadrados, segundo o Centro Nacional de Dados da Neve e do Gelo. Desde aquele dia, recomeçou o ciclo de resfriamento da região.

A cifra deste ano é 33 por cento inferior à cobertura média de gelo no verão do Ártico desde o início das medições por satélite, em 1979, e menos de 10 por cento acima do recorde do ano passado, disse Walt Meier, cientista ligado ao instituto.
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Fonte - Yahoo

Foto - UOL

Furacões 'causaram maior estrago da história de Cuba'


O governo de Cuba afirma que o prejuízo causado por dois furacões que passaram pelo país nas últimas semanas, o Ike e o Gustav, foi o maior causado por esse tipo de fenômeno na história da ilha.

Em um relatório preliminar sobre os estragos, divulgado pela televisão estatal, o governo diz que as tempestades causaram cerca de US$ 5 bilhões em perdas, afetando aproximadamente 450 mil lares.

Pelo menos 200 mil pessoas perderam suas casas e quase metade da produção anual de açúcar da ilha foi perdida.

Além disso, a infra-estrutura de Cuba – incluindo linhas de transmissão de energia, estradas, escolas e hospitais – também foi afetada.

O relatório diz que "a construção e a recuperação" das estruturas danificadas pelas tempestades "vão representar investimentos e recursos verdadeiramente multimilionários e exigir anos de trabalho".
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Fonte- BBC

terça-feira, 16 de setembro de 2008

Os temores dos miniburacos negros do LHC

Eu recebi e-mail de um amigo preocupado com as experiências do LHC criando miniburacos negros, e quais seriam as implicações disso para o universo. Ele, leigo, não está sozinho com tais preocupações.

Cientistas, como o astrofísico alemão Dr. Rainer Plaga, já expressaram suas preocupações em artigos científicos. Clique aqui. [PDF gratuito].

Fonte - Desafiando a Nomenklatura Científica

Papa vê tempo propício para voltar para Deus

LOURDES, segunda-feira, 15 de setembro de 2008 (ZENIT.org).- Bento XVI se despediu nesta segunda-feira, pouco depois do meio-dia da França, reconhecendo, após estes 4 dias de peregrinação apostólica, que «os tempos são propícios para um retorno a Deus».
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Fonte - Zenit

Nota DDP: No meio desta confusão generalizada, quem vai ecoar a mensagem?

O pior está para vir

A quebra do quarto maior banco de investimentos dos Estados Unidos, o Lehman Brothers, atolado em dívidas de US$ 613 bilhões, é o prenúncio de maiores dificuldades para a economia mundial e do teste mais duro para a economia brasileira desde a crise cambial de janeiro de 1999. A instabilidade financeira iniciada há pouco mais de um ano, em agosto de 2007, já ultrapassou o setor imobiliário e começou a afetar o consumo, o investimento e a produção nas demais áreas de atividades nos Estados Unidos e, principalmente, na Europa e no Japão. Mas seus piores efeitos ainda vão ocorrer, segundo avaliavam economistas de vários países, nessa segunda-feira, depois de um fim de semana conturbado em Wall Street.

Outras quebras podem ser evitadas com a compra do Merril Lynch pelo Bank of America e a abertura de novos financiamentos ao mercado pelos bancos centrais dos Estados Unidos, da Inglaterra, da Suíça e dos países da zona do euro. Em Nova York, representantes do Tesouro e da área de regulação bancária estiveram reunidos por muitas horas com dirigentes da gigante seguradora AIG em busca de uma solução para seus problemas de caixa. Todas essas providências, no entanto, são insuficientes para eliminar os temores de novas concordatas ou falências: depois do episódio do Lehman Brothers, ninguém sabe quem é grande demais para não quebrar.

Na melhor hipótese, o empenho das autoridades e do próprio setor financeiro conseguirá limitar um efeito dominó produzido pelos problemas dos grandes bancos. Mas isso pouco servirá para proteger o chamado setor real da economia, formado por empresas produtoras de bens e serviços, trabalhadores e consumidores.
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Hoje as certezas são poucas e nenhuma delas é tranqüilizadora: a crise financeira não acabou, pode agravar-se e seus piores efeitos ainda vão ocorrer. O Brasil jamais esteve mais bem preparado que hoje para enfrentar um choque externo. A inflação recua, o País dispõe de cerca de US$ 200 bilhões de reservas cambiais, as exportações cresceram como proporção do Produto Interno Bruto e a dívida externa pesa muito menos do que há alguns anos. Ontem, durante uma palestra na Fundação Getúlio Vargas, o professor Yoshiaki Nakano falou sobre a melhora da maior parte dos indicadores, desde a crise de 1998-99. Mas invulnerabilidade não existe e, além disso, a dimensão da crise é desconhecida. Não é hora de bravatas, mas de manter o País preparado para choques possivelmente muito fortes. Prudência fiscal deve ser parte fundamental dessa preparação.

Fonte - Estadão

Ike deixa milhões de casas sem água e energia nos EUA


Milhões de americanos estavam sem energia elétrica, nem água, nesta segunda-feira após a passagem do furacão Ike, que deixou mais de 30 mortos em nove estados.

Operações de busca e de socorro em massa eram realizadas no Estado do Texas, onde 4.000 pessoas tiveram de ser resgatadas após o impacto do Ike, no sábado, com um paredão de água e ventos de 200 km/h.

O governador do Texas, Rick Perry, avisou que pode demorar semanas até que os habitantes da ilha de Galveston, devastada pelo furacão, sejam autorizados a retornar para suas casas. O número de mortos pode continuar aumentando durante as tarefas de limpeza, advertiram funcionários do governo.

Estima-se que cerca de 20 mil moradores do litoral texano tenham ignorado as ordens de evacuação e permanecido em suas residências.

Somente nos estados de Texas e Louisiana, cerca de 2,6 milhões de edifícios estão sem eletricidade, informou o Departamento de Energia americano.

Coberta de escombros, Houston, impôs um toque de recolher durante toda a semana devido às inundações e ao perigo dos cabos de alta tensão arrancados pela tempestade.

"Galveston foi arrasada. Estamos sem eletricidade, sem gás e sem telefone. Não sabemos ao certo quando esses serviços básicos serão restabelecidos", declarou a prefeita do balneário, Lyda Ann Thomas. "Não voltem para Galveston", pediu a prefeita aos moradores, insistindo em que "nesse momento, não é possível viver aqui".

Pelo menos 11 pessoas foram resgatadas hoje do Flagship, um grande hotel construído sobre o mar em Galveston. Sacudidas pelo vento e pelas ondas, as paredes laterais do hotel caíram, deixando os quartos à mostra. Outros imóveis também erguidos sobre o mar foram totalmente arrasados.Ao todo, 150 edifícios foram destruídos, e 11 ladrões presos, durante o toque de recolher na cidade.

Três companhias norte-americanas de avaliação de riscos estimaram em até US$ 18 bilhões os danos provocados pelo furacão Ike.

Pelo menos dez plataformas petroleiras foram danificadas pelo furacão, enquanto as refinarias da área de Houston, que produzem 20% da gasolina do país, continuavam fechadas.

No fim de semana, o presidente dos EUA, George W. Bush, anunciou que viajará terça-feira para o Texas para ver de perto a devastação. Hoje, Bush alertou para possível aumento do preço dos combustíveis.

"Estou certo de que haverá pessoas muito frustradas, porque suas vidas foram seriamente afetadas por essa tempestade", disse Bush. "E minha mensagem será: 'vamos ouvi-los e trabalharemos o mais rapidamente possível para que nossas vidas voltem ao normal'".

Fonte - Folha

A crise financeira em manchete

Bolsas asiáticas despencam e mercados europeus têm queda

A quebra do banco americano de investimento Lehman Brothers continua minando a confiança de investidores na economia e castigando os mercados nesta terça-feira. Na Ásia, as praças financeiras da China, Japão, Hong Kong e Coréia do Sul, que não abriram na segunda-feira por conta de feriado, sentiram pela primeira vez os efeitos das notícias que fizeram a Bolsa de Nova York ter o pior dia desde o 11 de setembro de 2001.
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Fonte - Invertia

Alemanha pede que crise bancária americana não seja "dramatizada"
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Apesar de se tratar da maior crise financeira internacional em décadas, Steinbrück afirmou que a Europa não pode produzir o temido efeito dominó nem possibilitar um "fechamento em cadeia" de institutos bancários.
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Fonte - Último Segundo

Investidor teme efeito dominó e foge do mercado acionário

O Índice Dow Jones, o mais importante da Bolsa de Nova York, registrou ontem a maior queda em termos de pontuação desde o atentado terrorista ao World Trade Center (WTC). A perda de 504 pontos representou uma desvalorização de 4,42%. A Nasdaq recuou 3,60% e o Índice S&P 500, que reúne as principais indústrias dos EUA, caiu 4,71%, a maior baixa porcentual desde 11 de setembro de 2001. O mercado asiático, que não funcionou ontem por causa de um feriado, abriu nesta madrugada com pesadas baixas. A Bolsa de Tóquio caía 4,5% logo no início do pregão
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Fonte - Estadão

O tempo presente é de dominante interesse para todo o vivente. Governadores e estadistas, homens que ocupam posições de confiança e autoridade, homens e mulheres pensantes de todas as classes, têm sua atenção posta nos acontecimentos que tomam lugar ao nosso redor. Estão observando as relações que existem entre as nações. Eles examinam a intensidade que está tomando posse de cada elemento terreno, e reconhecem que algo grande e decisivo está para acontecer – que o mundo está no limiar de uma crise estupenda. PR, 537

segunda-feira, 15 de setembro de 2008

EUA: "rombo é grande"

A quebra do banco de investimentos norte-americano Lehman Brothers começa a semana deste 15 de setembro levando tensão ao mercado financeiro global. Nitidamente estarrecido com a crise que se espalha pelo mundo, o ex-diretor do Banco Central do Brasil Alberto Furuguem diz a Terra Magazine que a situação é preocupante:

- Há quem diga que o governo americano está fazendo o que é necessário etc. Mas quem é que imaginava algum tempo atrás que o Lehman Brothers teria quebrado?

Para Furuguem, o acontecimento é sinal de um "rombo muito grande" na economia dos Estados Unidos e que trará, inevitavelmente, conseqüências para o Brasil - assim como para o resto do mundo. Ele imagina um crescimento menor da economia brasileira já para 2009:

- O que se pensa é quanto vai crescer o PIB? Vai crescer 4%, 3,5%? Se a recessão da economia mundial se confirmar, a média pode ser até de 2% para a economia brasileira.

Leia os principais trechos da conversa com o economista:

Terra Magazine - Essa tensão com que o mercado abriu essa segunda-feira deve durar a semana toda, com o anúncio da quebra do Lehman Brothers?
Alberto Furuguem - Olha, o que acontece em geral é que quem faz prognóstico futuro não gostam de traçar cenários muito sombrios, mesmo aquelas que têm medo de recessão mundial já há muito tempo. Há quem diga que o governo americano está fazendo o que é necessário etc. Mas quem é que imaginava algum tempo atrás que o Lehman Brothers teria quebrado? Se agora você disser que a Ásia, China, estão aquecendo... é verdade. O próprio Brasil. Mas dizer que essas áreas vão ficar livres de uma crise mais séria é realmente previsão. Mas que está se pagando algum preço por isso, e a gente vê na balança comercial e a própria questão do dólar, isso reflete. E reflete também numa desaceleração do crescimento aqui no Brasil. Isso já está acontecendo na Europa, no Japão. E acho que vai acabar acontecendo aqui. Então a pergunta que eu colocaria hoje é essa: vamos ter alguma coisa mais séria na situação de recessão mundial? Eu cheguei a imaginar um tempo atrás que o pior já tinha passado em termos de crise no mercado financeiro norte-americano.

Aqui no Brasil, o reflexo então seria mais de médio a longo prazo com a desaceleração da economia?
Não, eu acho que para o próximo ano, a desaceleração da economia terá um reflexo inevitável. Já está acontecendo, com queda de preço de commodities, o Banco Central com essa política de juros, enfim... não há como pensar em outro cenário. O que se pensa é quanto vai crescer o PIB (em 2009)? Vai crescer 4%, 3,5%? Se a recessão da economia mundial se confirmar, a média pode ser até de 2% para a economia brasileira. É um quadro realmente preocupante. É claro que o mundo não vai acabar, mas é preocupante. O próprio Alan Greenspan (ex-presidente do Banco Central americano), que é uma pessoa muito serena, tem dito que não viu uma crise tão grande nos últimos 50 anos. Há algum tempo ele vem sinalizando que vem uma situação preocupante.

A postura do governo dos EUA tem sido adequada?

Eu acho que sim. Agora, fica essa pergunta: como é que um banco desse porte, com mais de 100 anos, pode ter chegado a uma situação dessas? Isso leva a crer que o rombo é muito grande. A quebra de um banco como o Lehman Brothers é impressionante.

Fonte - Terra Magazine

Nota DDP: Mais uma vez sugiro a leitura de um artigo muito bom que nos foi enviado, neste contexto, sendo que o mesmo encontra-se armazenado em formado pdf e pode ser baixado através do link "A crise financeira mundial".

Outras nuances do cumprimento profético neste tema na tag "Crise Econômica".

Reflexões sobre a visita papal à França

Estamos nos aproximando de um momento perigoso na história das nações, quando a Santa Sé, que nunca abondonou suas pretensões de supremacia mundial, está sendo bajulada por democracias ocidentais teoricamente seculares (onde há separação entre Igreja e Estado), e onde os EUA, país modelo da separação moderna entre Igreja e Estado, estão flertando com a Santa Sé, e ameaçando adotar um modelo de governo semelhante ao católico romano (política e religião juntas). Não há maior inimigo da liberdade civil e religiosa no mundo do que o Vaticano. Parece que ninguém mesmo aprendeu com a história... Graças ao Tratado de Latrão, a Itália concedeu um pedaço de terra em Roma para o Vaticano, e os dois estados trabalham em comum acordo em muitos aspectos do cotidiano da sociedade italiana. Recentemente, estabeleceu uma polêmica naquele país porque uma humorista "ofendeu" o papa. Mesmo sendo contra qualquer tipo de ofensa a terceiros, acho perigoso esta postura que blinda a figura religiosa do bispo de Roma contra pessoas que discordam de suas opiniões. Outro precedente que demonstra os tempos em que vivemos...

Fonte - Minuto Profético

O 11/Set e a "Inquisição americana"

A "Guerra global ao terrorismo" é uma forma moderna de inquisição. Ela tem todos os ingredientes essenciais das inquisições francesa e espanhola.

Perseguir "terroristas islâmicos", executar uma guerra antecipativa (preemptive) à escala mundial para "proteger a pátria" são argumentos utilizados para justificar uma agenda militar.

A "Guerra global ao terrorismo" (GGT) é apresentada como um "Choque de civilizações", uma guerra entre valores e religiões em competição, quando na realidade é uma clara guerra de conquista, guiada por objectivos estratégicos e económicos.
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O objectivo da "Guerra global ao terrorismo" lançada em Setembro de 2001 é galvanizar o apoio público para uma campanha mundial contra a heresia. Aos olhos da opinião pública, possuir uma "causa justa" para travar a guerra é crucial. Diz-se que uma guerra é Justa se ela for travada nos terrenos moral, religiosa ou ético.
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A este respeito, a Inquisição Americana como uma construção ideológica é, sob muitos aspectos, semelhante à ordem social inquisitorial predominante em França e na Espanha durante a Era Medieval. A inquisição, que começou em França no século XII, era utilizada como uma justificação para a conquista e a intervenção militar.

Inicialmente ela tomou a forma de uma campanha no Sul da França dirigida contra os cátaros e os waldensianos, os quais desafiavam os ensinamentos da Igreja Católica Romana. O movimento cátaro era uma seita religiosa que era protegida pela ordem feudal regional no Sul da França, contra o domínio da Igreja Católica e da monarquia francesa em Paris. "Os cátaros acreditavam que eram eles os verdadeiros cristãos e que a Igreja Católica era uma igreja falsa, fundada pelo diabo".

No século XIII, "o papa Inocêncio III declarou uma cruzada contra os cátaros", a pedido da família real francesa. A cruzada era de facto uma guerra de conquista sob o disfarce de uma campanha contra a heresia.

A inquisição dirigida contra a heresia pretendia consolidar o controle territorial da monarquia. Ela proporcionava um pretexto para intervir militarmente no Sul e Sudoeste da França, utilizando a autoridade da Igreja Católica como uma fachada.
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Qualquer um que duvide da legitimidade da inquisição americana ("Guerra global ao terrorismo") é um herético teórico da conspiração ou um cúmplice dos terroristas.

A inquisição americana faz parte de um Consenso Bipartidário. Tanto os democratas como os republicanos apoiam a inquisição americana.
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O Patriot Act de hoje, os tribunais militares, o campo de concentração de Guantanamo, os campos de "rendição" da CIA, Abu Ghraib, etc, fazem parte de um sistema inquisitorial avançado. Suspeitos de terrorismo são mantidos incomunicáveis. Eles são torturados, examinados por tribunais militares e sentenciados. Não lhes é dado o direito de abjurar.
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A Nova Ordem Mundial constrói consenso político e dos media (isto é, a GGT) mas ao mesmo tempo cria e molda a sua própria oposição. Ela estabelece os limites da dissenção. Ela "fabrica dissenção".

Os candidatos presidenciais na corrida bipartidária são apoiados por poderosos interesses corporativos que incluem companhias petrolíferas, a Wall Street e empreiteiros da defesa.
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O sistema legal da América de hoje tem todas as características essenciais de uma ordem inquisitorial. A tortura é permitida "sob certas circunstâncias", conforme uma "opinião legal" do Departamento de Justiça emitida em Agosto de 2002.
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O objectivo final é subjugar os cidadãos, despolitizar totalmente a vida social na América, impedir as pessoas de pensarem e conceptualizarem, de analisarem factos e desafiarem a legitimidade da ordem social inquisitorial que vigora na América.

A Grande Mentira torna-se a Verdade. As realidades são invertidas.

A guerra torna-se paz, um empreendimento humanitário meritório.

A dissensão pacífica torna-se heresia.

O objectivo é criar uma atmosfera de medo e insegurança, tendo em vista sustentar a Nova Ordem Mundial.
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Fonte - Resistir

Nota DDP: Faltou apenas unir o que o articulista analisa como uma nova forma de inquisição, à antiga.

Missa do Papa atrai multidão à Esplanada dos Inválidos

PARIS - O Papa celebrou neste sábado uma missa na Esplanada dos Inválidos, em Paris, diante de uma multidão que superou todas as previsões. Cerca de 260 mil pessoas, segundo a Diocese e a Polícia francesas, acompanharam a cerimônia religiosa, rezando e cantando durante duas horas.

O Papa chegou à esplanada em seu papamóvel, provocando uma forte aclamação nos fiéis, que agitavam bandeirinhas amarelas e brancas sem parar, as cores do Vaticano.
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Fonte - O Globo

Nota DDP: Fico pensando que existem pessoas que teimam em dizer que o catolicismo está fadado à irrelevância. Pois aí está, no berço da "cultura do pensamento", onde menos se haveria de esperar manifestações deste tipo, temos uma multidão que superou expectativas e um líder político alinhado aos desígnios romanos.

Possível quebra de banco americano derruba bolsas

As bolsas européias operam em forte em baixa no pregão desta segunda-feira (15), após o Lehman Brothers, quarto maior banco de investimentos dos Estados Unidos, anunciar que vai pedir concordata.

Por volta das 8h50 (horário de Brasília), o FTSE-100, de Londres, na Inglaterra, operava em queda de 4,83%. O índice DAX-30 da Bolsa de Frankfurt, Alemanha, registrava baixa de 3,92%. Em Paris, na França, o CAC 40 recuava 5,30%. Em Madri, Espanha, o cenário é o mesmo: o índice Ibex-35 perdia 4,68%.
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Trata-se da quebra mais importante nos EUA desde 1990, quando o Drexler Burnham Lambert - especialista em "bônus lixo" - apresentou a mesma declaração.

O Lehman Brothers, que operava há 158 anos, se transforma no terceiro banco de investimento que desaparece ou muda de mãos em seis meses nos EUA. Em março, o Bear Stearns obrigou a intervenção do Departamento do Tesouro. Neste domingo (14), o Bank of America comprou o Merrill Lynch.
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Fonte - G1

Nota DDP: Estamos apenas no meio de setembro...

As Duas Repúblicas

The Two Republics é um grande livro para quem gosta de história e profecia. Escrito por Alonzo T. Jones em 1892 mostra o surgimento e a história de dois importantes poderes cujas participações serão decisivas nos eventos finais: a Igreja Romana e os EUA.

Nesse livro é mencionado, entre outras coisas, que em 1863 foi organizada nos EUA a Liga de Reforma Nacional, um movimento de líderes cristãos cujo objetivo seria "lutar pela manutenção das características cristãs existentes no Governo Americano; promover reformas necessárias na ação do Governo no que diz respeito ao sábado [leia-se domingo], à instituição da família, ao elemento religioso na educação, ao juramento e à moralidade pública quando afetada pelo tráfico de bebidas alcoólicas e outros males análogos; e assegurar uma emenda à Constituição dos Estados Unidos tal qual nela se venha a declarar a lealdade da nação a Jesus Cristo, e a sua aceitação das leis, instituições e costumes cristãos de nosso Governo sobre uma inegável base legal inserida na lei fundamental do país" (p. 705).

Em 1877 a Liga de Reforma Nacional uniu-se à Liga de Temperança das Mulheres Cristãs, cujo objetivo foi bem expresso em um discurso da Sra. Francis Willard, então presidente da Liga: "A Liga de Temperança das Mulheres Cristãs local, estadual, nacional e universal se inspira num pensamento vivo e orgânico, num objetivo que faz perder de vista todos os demais, num entusiasmo imorredouro, a saber, que Cristo deve ser o Rei deste mundo. O reino de Cristo tem de ser estabelecido na lei, entrando pela porta da política" (p. 735).

Em 1884, o órgão oficial da Liga de Reforma Nacional, The Christian Statesman, publicou um artigo onde afirmava: "Dê-se a entender a todo o mundo que constituimos uma nação cristã e que, por acreditarmos não poder subsistir sem o cristianismo, nos vemos na contingência de conservar por todos os meios o nosso caráter cristão. Inscreva-se isto no pavilhão de nossa Constituição... Obrigue-se a todos que vierem ter em nosso país a obedecer às leis da moral cristã" (p. 722). No final do mesmo ano, outro artigo declarava: "Se a Igreja Católica estiver disposta a agir de comum acordo conosco nesta luta contra o ateísmo político, do melhor grado a reconheceremos como nossa aliada" (p. 727).

Em fevereiro de 1885, na Convenção da Liga de Reforma Nacional, em New York, o Dr. Jonathan Edwards, vice-presidente, declarou: "Queremos uma união de Igreja e Estado e havemos de tê-la. Até onde os negócios do Estado necessitam de religião, esta deve ser a religião revelada de Cristo. O juramento cristão e a moral cristã devem ter neste país uma base legal iniludível" (p. 723).

Em janeiro de 1887, um dos secretários distritais da Liga de Reforma Nacional, o Rev. M. A. Gault, afirmou: "O nosso remédio contra todas as influências perniciosas está em decretar o Governo a Lei Moral e reconhecer a autoridade de Deus que está por detrás desta, deitando mão a toda a religião que se não conformar com a mesma" (p. 723).

Ainda naquele mesmo ano, outro movimento se uniu à Liga de Reforma Nacional para engrossar as fileiras daqueles que queriam o fim da separação entre Igreja e Estado nos EUA no século XIX: o Partido Proibicionista (p. 741).

No ano seguinte, 1888, a Liga de Reforma Nacional uniu-se a um terceiro movimento: a American Sabbath Union (Liga Americana do Sábado), cujo principal objetivo era promover a observância obrigatória do domingo nos EUA (p. 744).

Numa Convenção em 1889, a Liga de Reforma Nacional, juntamente com o Partido Proibicionista e a Liga de Temperança das Mulheres Cristãs declararam: "Se me derdes uma igreja unida que reconheça que o Senhor Jesus Cristo, e só Ele, é rei; e que pense, fale, pregue, ore, e vote em Seu nome; então virá a vitória, e os reinos deste mundo se tornarão reinos de Deus e de Seu Cristo. E então, quando isso acontecer, virá o milênio" (p. 743).

NOTA: Como pode-se perceber, os protestantes favoráveis à união de Igreja e Estado nos EUA (a maioria, portanto), só não alcançaram seu propósito final já no século XIX porque Deus não permitiu. Isso porque o evangelho, e a pregação do sábado do sétimo dia como verdadeiro sinal entre Deus e o Seu povo, deveriam de ser anunciados ainda nos quatro cantos da Terra. Porém, mais de um século depois o contexto é outro, não faltando quase nada que impeça o desencadeamento da crise final a partir dos EUA (leia-se Lei Dominical). Você está preparado?

Fonte - Minuto Profético

Papa pede reflexão sobre laicidade

PARIS, 12 SET (ANSA) - O papa Bento XVI pediu hoje por uma "nova reflexão sobre o verdadeiro significado e sobre a importância da laicidade", durante um discurso para as autoridades francesas no primeiro dia de sua viagem a França.

No Palácio presidencial do Eliseu, o Pontífice afirmou que "as raízes de França, como as da Europa, são cristãs".

Bento XVI lembrou o discurso proferido em dezembro na basílica de São João de Latrão, em Roma, pelo presidente francês, Nicolas Sarkozy, que falou do "laicismo francês".

Antes do discurso, durante o vôo a Paris, o Papa falou que "a laicidade não está em contradição com a fé" e que isto vale para os franceses e para os cristãos em geral.

"É importante viver a liberdade da nossa fé com alegria. Mostrar a fé é algo necessário, hoje, para a sociedade", disse Bento XVI aos jornalistas no avião a caminho da França, décima viagem internacional em seu pontificado.

O Papa visitará o santuário de Lourdes em ocasião do 150º aniversário das aparições da Virgem.

O Pontífice, de 81 anos, foi recepcionado no aeroporto de Orly pelo Sarkozy e sua esposa, Carla Bruni.

O presidente da França, laica, demonstrou uma forte sintonia com vários temas de interesse do Papa: a distinção entre fé e política - "seria uma loucura privar as pessoas das religiões" - assim como um capitalismo que não pense no seu crescimento, "mas no desenvolvimento da pessoa".

Sarkozy também expressou sua "preocupação" pela natureza, e elogiou a presença das reflexões religiosas, "ricas após tantos séculos", sobre as questões bioéticas.

"Não queremos uma retomada das guerras religiosas, trabalhamos pela paz", disse Sarkozy ilustrando, ao lado de Bento XVI no Eliseu, seu conceito de "laicidade positiva".

"Com freqüência tenho a oportunidade de falar das raízes cristãs da França: isso não nos impede de fazer tudo para que nossos compatriotas mulçumanos possam viver sua religião da mesma forma que os demais", acrescentou o presidente francês.

Sarkozy afirmou que a França possui uma "diversidade" cultural populacional muito grande e "exige para si como uma riqueza", e acrescentou que "a prática da laicidade positiva é a busca de um significado, o respeito das convicções". (ANSA) 12/09/2008 16:55

Fonte Ansalatina.com.br

Nota: Para quem ainda não sabe ao certo o significado de Laicismo leiam como João Paulo II definiu: é "uma ideologia que leva gradualmente, de forma mais ou menos consciente, à restrição da liberdade religiosa até promover um desprezo ou ignorância de tudo o que seja religioso, relegando a fé à esfera do privado e opondo-se à sua expressão pública". Agora o que é Laicismo positivo? Simples. É considerar o que a Igreja indica como sendo um bem comum para todos, como o próprio Sarkozy fala de sua preocupação com a natureza e a bioética, o Aquecimento Global, e assim impor para todos, a liberdade religiosa será tirada somente de alguns. BXVI já falou do sentido ecológico do domingo. Está claro, não está? Toda essa discussão em torno do laicismo é para que o Estado se una com a Igreja para que possam combater o aquecimento global, tentando assim, salvar a natureza. Não sabendo eles, ou sabendo, que a instituição do domingo como dia de guarda, substituindo o sábado, é uma afronta a Deus, pois foi o sábado que Deus instituiu para isso. Assim sendo, a liberdade religiosa será tirada somente de um pequeno povo. Imagine quem? Esse é o laicismo positivo pregado por Bento XVI que já tem ganho simpatizantes como Sarkozy, presidente francês, e mediante tanta badalação da amizade de BXVI e Bush, por que não dizer que Bush tambám já é simpatizante.

Fonte - Resta uma Esperança

Papa adverte contra fundamentalismo e arbitrariedade subjetiva

Bento XVI encontra-se com intelectuais no 1º dia de viagem à França. No sábado, ele celebra o 150º aniversário das aparições em Lourdes.

O Papa Bento XVI advertiu que a atual geração deve enfrentar "os extremos da arbitrariedade subjetiva e do fanatismo fundamentalista", em um encontro com 700 intelectuais e acadêmicos, no primeiro dia da visita a França.

"Seria fatal se a cultura européia de hoje entendesse a liberdade apenas como a falta total de vínculos e com isto favorecesse inevitavelmente o fanatismo e a arbitrariedade", afirmou o Papa em um discurso pronunciado em francês em um colégio no centro de Paris.

"No cristianismo existe um vínculo superior ao da letra dos textos sagrados", que definiu como o "vínculo do entendimento e do amor".

Bento XVI afirmou que esta maneira de interpretar os textos sagrados do cristianismo "exclui tudo o que hoje se chama fundamentalismo", em um discurso no qual explicou a relação da fé e da razão do catolicismo e suas raízes no monarquismo medieval.

"O cristianismo não é apenas uma religião do Livro no sentido clássico", manifestou, recordando uma frase de São Paulo: "a letra mata e o Espírito dá vida".

Apresentada como uma reunião com o mundo da cultura, o encontro teve a presença de dois ex-presidentes, Valerie Giscard d'Estang e Jacques Chirac, o prefeito de Paris, Bertrand Delanoe, e líderes muçulmanos, como Dalil Bubaker, reitor da grande mesquita de Paris.

Também participaram os escritores Daniel Pennac, François Cheng e Jonathan Littel, o filósofo Régis Debray, o chef Alain Passart, assim como os historiadores Emmanuel Le Roy Ladurie e Max Gallo.

Diante deles, o Sumo Pontífice alertou para os riscos de uma cultura "meramente positivista" que reduza a religião a um tema de crenças pessoais.

"Uma cultura meramente positivista que circunscrevesse ao campo subjetivo, como não científica, a pergunta sobre (a existência de) Deus, seria a capitulação da razão", argumentou.

"O que é a base da cultura da Europa, a busca de Deus e a disponibilidade para escutá-lo, continua sendo ainda hoje o fundamento de toda verdadeira cultura", decretou.

O Papa também insistiu na necessidade de ter o Criador "como modelo" no trabalho e na "determinação da história por parte do homem".

"Onde este modelo falta e o homem se torna a si mesmo criador deiforme, a formação do mundo pode facilmente transformar-se em sua destruição", completou.

Em seguida o Papa celebrou as vésperas em Notre-Dame.

No sábado, Bento XVI viajará a Lourdes para celebrar o 150º aniversário das 18 aparições da Virgem Maria à pastora Bernadette Soubirous, em 1858.

Fonte Portal G1

Nota: Bento XVI tem falado em todos os seus discursos, usando termos diferentes, mas sempre com o mesmo significado contra o "extremismo religioso", desta vez utilizou o termo de Paulo "a letra mata" e que quem age diferente, age contra o amor. Tudo isso é um recado para quem? Não será um recado para cada guardador do sábado que prega que este dia continua sendo o dia escolhido por Deus para adoração. Que este dia nunca perdeu o seu significado deste os tempos mais antigos. Que este dia foi o escolhido por Deus para que o homem O reconhecesse como Criador de todas as coisas.

Bento XVI está apenas preparando o caminho, para que em breve todos possam dizer que ele está certo e que o povo que deseja obedecer a Deus está errado. Por isso Paulo advertiu: "Ninguém de modo algum vos engane; porque isto não sucederá sem que venha primeiro a apostasia e seja revelado o homem do pecado, o filho da perdição, aquele que se opõe e se levanta contra tudo o que se chama Deus ou é objeto de adoração, de sorte que se assenta no santuário de Deus, apresentando-se como Deus". II Tes. 2:3-4. Vejam que Paulo nos diz que haveria um homem que se levantaria com sendo representante de Deus e se colocaria contra o próprio Deus e contra a sua adoração, não será este homem aquele que está tentando mudar o que Deus escreveu com seu próprio dedo, a sua Lei, onde ensina que o dia dedicado exclusivamente para adoração do Criador é o Sábado. Êxodo 20:8-11.

Fonte - Resta Uma Esperança

sexta-feira, 12 de setembro de 2008

O aquecimento global como legítima defesa

Seis ativistas do Greenpeace foram isentados de terem que pagar cerca de US$ 50 mil pelos danos criminosos causados a uma estação de energia a carvão. Acredita-se que o veredicto de um júri britânico irá encorajar novos protestos do mesmo tipo.

Em outubro do ano passado ativistas tentaram paralizar a estação de energia escalando uma chaminé de 200 metros de altura. No topo, pintaram a palavra "Gordon" -- uma alusão ao primeiro-ministro Gordon Brown.

Indiciados, os ativistas se defenderam dizendo que sua atitude podia ser legalmente justificada, uma vez que estavam tentando evitar as alterações climáticas, que provocam maiores danos à propriedade em todo o mundo. Foram declarados inocentes.

Fonte - Opinião e Notícia

Nota DDP: Interessante jurisprudência. A atitude dos guardadores de sábado, que estariam perturbando a ordem internacional por conta de seu não alinhamento aos demais grupos, poderia justificar sua perseguição?

E então o grande enganador persuadirá os homens de que os que servem a Deus estão motivando esses males. A classe que provocou o descontentamento do Céu atribuirá todas as suas inquietações àqueles cuja obediência aos mandamentos de Deus é perpétua reprovação aos transgressores. Declarar-se-á que os homens estão ofendendo a Deus pela violação do descanso dominical; que este pecado acarretou calamidades que não cessarão antes que a observância do domingo seja estritamente imposta; e que os que apresentam os requisitos do quarto mandamento, destruindo assim a reverência pelo domingo, são perturbadores do povo, impedindo a sua restauração ao favor divino e à prosperidade temporal." -- O Grande Conflito, pág. 590.

Papa das «surpresas tranqüilas» chega à França

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Com relação ao futuro da Igreja na França, Weigel destacou alguns sinais positivos: «Há muita energia em vários movimentos renovadores. A França é também o lar de muitos grandes intelectuais católicos. Há vários bispos franceses impressionantes».

«Mas – acrescentou – não posso dizer que esteja vendo os sinais de uma vibrante renovação católica na França, como os estou vendo em outras partes da velha Europa

E a devoção mariana do Papa? «Creio que está claro, levando em conta seu trabalho teológico destes 45 anos, que Joseph Ratzinger tem uma profunda devoção a Nossa Senhora e uma clara visão de seu lugar na história da salvação. A herança bávara de Ratzinger o predispõe também a uma série piedade mariana.»

O Papa viajará a Lourdes no sábado, para participar das celebrações do 150º aniversário das aparições de Nossa Senhora a Bernadete Soubirous. O Santo Padre afirmou que «rezará aos pés de Nossa Senhora pelas intenções de toda a Igreja. Em particular pelos doentes, os abandonados e pela paz no mundo».

Weigel, que chamou Bento XVI de «o Papa das surpresas tranqüilas», acrescentou que crê que «o mundo ainda não compreendeu completamente este Papa alemão, que ainda poderá ter algumas cartas na manga».

Fonte - Zenit

Nota DDP: Certa vez li um artigo do Prof. Azenilto Brito sobre como Maria poderia ser usada de ponte com outros segmentos religiosos.

Partindo desta premissa, e explorando uma visão extremamente particular minha, fico pensando quais poderiam ser as "algumas cartas na manga" que possui o Papa BXVI. A conclusão que chego, mais uma vez, particularmente e na base do "achômetro", se posso assim dizer, é que falta à aceitação da liderança papal em nível mundial os sinais que Cristo profetizou haveriam de enganar as pessoas.

Lendo as notícias de que o Papa tem especial atenção em sua viagem à França, na questão dos 150 anos das "aparições" de Maria em Lurdes, por quem tem "profunda devoção", "clara visão de seu lugar na história da salvação" (sic, sic, sic!) e a quem colocará a "paz do mundo aos pés", não consigo deixar de lembrar dos três "segredos de Fátima" e de como qualquer tipo de manifestação sobrenatural palpável neste contexto pode rebustecer o argumento romano.

Acompanhemos com atenção estas questões. O arquivo sobre os três segredos de Fátima, foi-nos enviado por dois amigos deste blog e, como de costume, pode ser baixado em nosso disco virtual.

Sarah Palin cogita guerra contra Rússia

WASHINGTON - Em sua primeira entrevista como candidata a vice-presidente dos Estados Unidos na chapa republicana, Sarah Palin não descartou que o país entre em guerra com a Rússia. Em um discurso duro, a jovem governadora do Alasca disse, na noite de quinta-feira, que se a Geórgia for admitida na Organização do Tratado do Atlântico Norte (Otan), Washington terá obrigação de defender o país de uma eventual agressão russa.
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- Talvez tenhamos que ir à guerra contra a Rússia porque este é o acordo que protege os membros da Otan: quando um país é atacado, os outros se levantam em sua defesa. O que eu penso é que os países democráticos pequenos que são invadidos por uma potência maior é algo para nos colocarmos em alerta. - afirmou.

Sobre o Irã, a governadora destacou que seria extremamente perigoso para todo o planeta se obtivesse armas nucleares e prometeu mais pressão sobre seu regime.

- Sob a liderança de Ahmadinejad, armas nucleares nas mãos de seu governo são extremamente perigosas para todos nesse mundo, Precisamos nos certificar que essas armas nucleares não cheguem às mãos de Ahmadinejad, não que ele as usaria, mas ele deixaria terroristas usá-las. Portanto devemos colocar pressão sobre o Irã.
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Fonte - O Globo

Nota DDP: Importante colocar em perspectiva outros assuntos já tratados neste espaço para análise das possibilidades: "Deus e a candidata", "Fé e política: melhor juntas" e ""União Européia e Rússia em uma encruzilhada"

É preciso se adaptar

Durante anos, ambientalistas defenderam que o mundo deveria se concentrar em impedir as alterações climáticas, e não se adaptar a elas. Mas esta idéia está sendo mudada, e isto se deve a dois fatores.

Um deles é a comprovação de que o aquecimento global está acontecendo mais rápido do que se esperava. Manish Bapna, do think-tank World Resources Institute, acredita que já é muito tarde para evitar graves conseqüências, então é preciso que a população aprenda a se adaptar às alterações climáticas.

O segundo fator é a crescente evidência de que as alterações climáticas afetam dois grupos específicos: os mais miseráveis entre os pobres e os que vivem em Estados insulares. Trata-se de um bilhão de pessoas de 100 países. Um cientista de Nairobi diz que os habitantes dos países pobres costumavam encarar o aquecimento global como um problema dos países ricos. Mas os primeiros impactos das alterações climáticas têm sido sobre os mais pobres.

Fonte - Opinião e Notícia

Nota DDP: As lições a serem aprendidas virão, é questão de tempo.

Ellen White assistiu ao jornal de ontem


As principais chamadas do Jornal Nacional de ontem foram: “Manifestantes invadem usina de gás na Bolívia”, “Palin é acusada de usar dinheiro público do Alasca”, “Bush remaneja soldados do Iraque para o Afeganistão”, “Furacão Ike ganha intensidade a caminho do Texas”, além disso, o telejornal mencionou também o caso do avô israelense que matou a neta; e uma das notícias mais chocantes da noite: “O pai dos garotos de 11 e 12 anos mortos e esquartejados na sexta-feira (5), em Ribeirão Pires, no ABC, confessou ter participado do assassinato dos filhos, segundo informou a polícia na tarde desta quarta-feira (10). O pai e a madrasta das crianças estão presos desde sábado (6) e foram indiciados por duplo homicídio qualificado, ocultação e vilipêndio de cadáver.”

Há um século, a escritora Ellen White parece ter assistido aos noticiários de nossos dias. Veja o que ela escreveu e foi publicado no livro Serviço Cristão, página 54:

“Vivemos em meio de uma epidemia de crime, diante da qual ficam estupefatos os homens pensantes e tementes a Deus em toda parte. A corrupção que predomina está além da descrição da pena humana. Cada dia traz novas revelações de conflitos políticos, de subornos e fraudes. Cada dia traz seu doloroso registro de violência e ilegalidade, de indiferença aos sofrimentos do próximo, de brutal e diabólica destruição de vidas humanas. Cada dia testifica do aumento da loucura, do assassínio, do suicídio. Quem pode duvidar que agentes satânicos se achem em operação entre os homens, numa atividade crescente, para perturbar e corromper a mente, contaminar e destruir o corpo?

“O espírito de anarquia está invadindo todas as nações, e as explosões sociais que de tempos em tempos provocam horror ao mundo não são senão indicações dos fogos contidos das paixões e ilegalidades, os quais, havendo escapado à sujeição, encherão a Terra com miséria e ruína. O quadro que a Inspiração nos deu do mundo antediluviano representa mui verdadeiramente a condição a que rapidamente a sociedade moderna caminha. Mesmo agora, no século presente, e nos países que professam ser cristãos, cometem-se crimes diariamente, tão negros e terríveis como aqueles pelos quais os pecadores do velho mundo foram destruídos. Antes do dilúvio, Deus enviou Noé para advertir o mundo, a fim de que o povo pudesse ser levado ao arrependimento, e assim escapar da destruição ameaçada. Ao aproximar-se o tempo do segundo aparecimento de Cristo, o Senhor envia Seus servos com uma advertência ao mundo para que este se prepare para aquele grande acontecimento. Multidões têm estado a viver em transgressão à lei de Deus, e agora Ele, misericordiosamente, os chama para obedecerem aos Seus sagrados preceitos. A todos os que abandonarem seus pecados pelo arrependimento para com Deus e fé em Cristo, se oferece o perdão.

“As condições do mundo mostram que estão iminentes tempos angustiosos. Os jornais diários estão repletos de indícios de um terrível conflito em futuro próximo. Roubos ousados são ocorrência freqüente. As greves são comuns. Cometem-se por toda parte furtos e assassínios. Homens possuídos de demônios tiram a vida a homens, mulheres e crianças. Os homens têm-se enchido de vícios, e campeia por toda parte toda espécie de mal.”

Fonte - Michelson Borges

Controle da comunicação

O controle dos meios de comunicação é fundamental para o surgimento da Nova Ordem Mundial, e para a futura imposição da Lei Dominical.


Leia mais aqui.

Fonte - Minuto Profético

Os EUA e a Líbia

Argel, 5 set (EFE).- A secretária de Estado americana, Condoleezza Rice, aterrissou esta tarde em Trípoli em uma visita que qualificou de "histórica", depois de mais de meio século sem que um alto cargo americano viajasse ao país norte-africano, informaram os meios de imprensa líbios.
Rice chegou ao aeroporto militar de Maatiga, perto de Trípoli, às 17h15 (12h15 de Brasília), onde foi recebida pelo responsável líbio para Assuntos Americanos, Ahmed Fitouri.

Está previsto que a secretária de Estado se reúna com o líder líbio, Muammar Kadafi.

A última visita de um secretário de Estado americano à Líbia aconteceu há 55 anos, quando o então titular desse cargo, John Foster Dulles, se reuniu com o rei líbio Idris, em 1953.

Desde a deposição de Idris por um grupo de oficiais esquerdistas do Exército liderados pelo coronel Kadafi em 1º de setembro de 1969, as relações entre Líbia e Estados Unidos se deterioraram até se romperem totalmente em 1981, quando Washington acusou Trípoli de apoiar o terrorismo.

Em 15 de abril de 1986, durante a Presidência de Ronald Reagan, a aviação americana bombardeou as cidades de Trípoli e Benghazi, atingindo inclusive uma residência de Kadafi, ataque que causou a morte da filha adotiva de 18 meses do presidente líbio.

No total, 37 pessoas morreram nos bombardeios, realizados em represália a um atentado a bomba que ocorreu no mesmo ano em uma discoteca de Berlim, e no qual morreram dois soldados americanos e uma mulher turca, enquanto outras 230 pessoas ficaram feridas.

Foi o anúncio estratégico de Kadafi em 2004 de renunciar à aquisição de armas de destruição em massa que reverteu o isolamento internacional do país e sua relação com os EUA.

Em 14 de agosto, a assinatura de um acordo sobre indenizações às vítimas dos ataques entre os dois países abriu definitivamente o caminho para a completa normalização das relações bilaterais.

Embora a Líbia e os EUA tenham estabelecido relações diplomáticas, ainda não tinham sido visitados por embaixadores do outro país, fase que se encerra com a visita de Rice.

A secretária de Estado americana assinará um tratado de cooperação e investimento bilateral e também abordará com Kadafi a guerra contra o terrorismo e a situação no Chade e no Sudão, segundo afirmaram fontes do Departamento de Estado americano.

Em entrevista coletiva hoje em Lisboa antes de partir para Trípoli, Rice disse que se trata de "uma visita histórica" e confessou que, "sinceramente, nunca tinha pensado em viajar o país", que há apenas dois anos estava incluído na lista de nações terroristas de Washington.

Fonte - Yahoo

Nota Alexandro Barbosa: Na entrada americana no oriente médio, que o leva a cercar Jerusalém, provavelmente após ou durante o decreto dominical, com o objetivo de proteger contra uma ameaça externa, haveria o apoio Líbio e Etíope. Esta crise é parte da grande angústia entre as nações previstas em Daniel 12:1 e nos escritos de Ellen White quando "os 4 anjos forem soltos".

Parece que já temos um passo a mais na direção da profecia. Durante 55 anos conforme reportagem abaixo a Líbia resistiu a supremacia americana. Isso acabou agora.

(Daniel 11:43) - E (os EUA) apoderar-se-á dos tesouros de ouro e de prata e de todas as coisas preciosas do Egito; e os líbios e os etíopes o seguirão.

quinta-feira, 11 de setembro de 2008

Estudo da CIA diz que EUA estão em declínio


Um relatório sobre os futuros riscos globais que está sendo preparado para o próximo presidente norte-americano prevê um declínio da influência dos EUA nas próximas décadas, à medida que o mundo é transformado pela globalização, afetado pelas alterações climáticas e desestabilizado pela escassez de alimentos, de água e de energia.

O relatório foi antecipado na semana passada em um discurso do principal analista do serviço de inteligência dos EUA, Thomas Fingar. As observações do analista foram baseadas no relatório "Global Trends 2025", que ainda será concluído. O documento avalia como acontecimentos internacionais poderiam afetar os EUA nos próximos 15 a 17 anos.

Fingar ressaltou que a hegemonia norte-americana vai continuar, mas sua influência e poder serão muito reduzidos.

Fonte - Opinião e Notícia

Deus e a candidata

Mais de uma vez, a candidata à vice-presidência e atual governadora do Alasca, Sarah Palin, demonstrou o hábito de investir significado religioso a questões seculares. Um gasoduto de US$ 30 bilhões (cerca de R$ 60 bilhões) no Alasca foi "vontade de Deus", a guerra no Iraque foi "uma tarefa de Deus". Ela argumentou em favor do ensino do criacionismo nas escolas, junto com a biologia evolucionária, e ela preferiria acabar por completo com a educação sexual.

Agora, emergiu a verdadeira razão pela fixação de Palin em Deus -obscurecida pelas biografias oficiais: por mais de duas décadas ela foi pentecostal praticante. Até 2002 ela pertencia à Assembléia de Deus em Wasilla, uma comunidade pentecostal nesta cidade de 10 mil habitantes no Alasca, de onde Palin também foi prefeita. Desde que deixou a Assembléia de Deus, Palin freqüenta a Igreja Bíblica de Wasilla, que não tem denominação.

O movimento pentecostal enfatiza "expressões do Espírito Santo" na forma de "dons espirituais", tais como a capacidade de falar línguas estranhas, fazer profecias ou curas. Membros da Assembléia de Deus também acreditam que na cura pela fé e no "fim dos tempos", uma enorme revolução que supostamente antecederia a segunda vinda de Jesus.

Tim McGraw, pastor de Palin até 1998, disse à rede de televisão americana CNN que a comunidade pentecostal de Wassila tem membros que aderem a essas crenças e que falam línguas, apesar de ele nunca ter visto a própria Palin nesse estado de transe. Caroline Spengler, membro da comunidade pentecostal, descreveu experiência da seguinte forma: "Quando o espírito entra em você, você profere coisas que mais ninguém compreende... somente Deus pode compreender o que está saindo de nossas bocas."

O Partido Republicano, esperando que John McCain e Sarah Palin tragam para casa a vitória na eleição presidencial de novembro, minimizou a formação religiosa desta mãe de 44 anos de idade. Pela porta voz Meghan Stapleton, McCain admitiu livremente que Palin é profundamente religiosa. Esse fato deve ser bem recebido por eleitores americanos conservadores, especialmente no chamado Cinturão da Bíblia. Ao mesmo tempo, estrategistas de campanha tomaram cuidado para não deixar muito solto o entusiasmo religioso da candidata. Suas biografias on-line e a própria campanha de McCain evitam dar detalhes sobre seu passado. A governadora Palin não se considera uma pentecostal, é a sucinta declaração oficial.

McGraw disse à CNN que entende por que o Partido Republicano tenta não enfatizar a tendência pentecostal de Palin: "Acho que há questões de crença que podem ser mal compreendidas ou manipuladas pelas pessoas que não a conhecem."

Mas o que é tão difícil de entender? Palin já não foi longe demais para suas opiniões políticas não serem vistas como conseqüência de suas crenças? E sua fé só pode ser julgada verdadeiramente pelos que acreditam no mesmo?

McGraw tentou aplacar esses temores. Ele diz ter certeza que as convicções religiosas de Palin não influenciam suas decisões políticas no cargo.

Até recentemente, porém, Palin voltava à sua congregação original, onde participava de aulas de discipulado para fortalecer suas crenças pentecostais e se tornar melhor líder, diz McGraw. Então, ela já era prefeita de Wasilla. E quando Palin volta para seu rebanho pentecostal, de forma alguma é apenas na capacidade pessoal, mas também como autoridade do governo.

Agora mesmo em junho, Palin participou de uma cerimônia de graduação para alunos do ministério da Assembléia de Deus de Wasilla. A governadora não apenas ofereceu algumas palavras edificantes. Em vez disso, ela falou aos estudantes no Alasca sobre a guerra no Iraque. "Orem por nossos militares, homens e mulheres, que estão lutando para fazer o que é certo", disse Palin, cujo filho tinha voluntariamente se alistado no exército americano para ser enviado ao Iraque. Ela estimulou os graduandos a rezar: "por este país, que nossos líderes, nossos líderes nacionais os estão enviando em uma tarefa que é de Deus. É isso que temos garantir em nossas preces - que há um plano, e que esse plano é um plano de Deus".

Palin age como se todas as decisões políticas emanassem diretamente de uma resolução divina - e como se a compreensão republicana dessa resolução fosse a única correta.

Na questão do gasoduto também, a governadora associou questões políticas e econômicas com seu conceito pessoal de providência divina, pedindo ao seu público que orasse pelo controverso projeto de gasoduto de US$ 30 bilhões. "Acho que a vontade de Deus tem que ser feita em unir as pessoas e as empresas para construir esse gasoduto", disse Palin à platéia da Assembléia de Deus de Wasilla.

E tem mais. No dia 17 de agosto, de acordo com a CNN, pouco antes de ela sair para a vida pública mais ampla como candidata à vice-presidência, Palin participou de um evento em sua atual congregação, a Igreja Bíblica de Wasilla. Um dos oradores ali era David Brickner, fundador do movimento "Judeus por Jesus". Ele deixou claro para a assembléia que, em sua opinião, os ataques terroristas em Israel revelavam o julgamento de Deus sobre os judeus que não tinham encontrado Cristo. "Quando um palestino do leste de Jerusalém pega um trator e sai destruindo uma série de carros, matando várias pessoas", sem dúvida ele é um instrumento do julgamento de Deus, de acordo com Brickner.

O comitê de McCain tentou minimizar as atitudes do círculo religioso de Palin, deixando claro que os comentários de Brickner não refletiam as opiniões da candidata à vice-presidência. Palin, disse, é pró-Israel.

O pastor Ed Kalnin, um dos líderes da congregação da antiga igreja pentecostal de Palin, vem do mesmo círculo. Quatro anos atrás, ele fez campanha contra John Kerry, então candidato democrata à presidência. Quem votou em Kerry não irá para o céu, disse Kalnin à sua congregação.

A Assembléia de Deus mais tarde divulgou uma nota em que pedia desculpas, dizendo que Kalnin fizera uma piada.

Fonte - UOL

Nota DDP: Impossível não se considerar o avanço da religião no ambiente político americano como um sinal claro de a união de ambos é questão de tempo. Neste contexto, interessante considerar-se post recente do Minuto Profético que crava com clareza como em um pequeno arco de história o posicionamento americano mudou radicalmente neste tema.

Separação absoluta entre Igreja e Estado

Discurso realizado em 12 de setembro de 1960, antes de ser eleito presidente dos EUA:

"Eu (Kennedy) acredito em uma América onde a separação entre a Igreja e o Estado é absoluta; onde nenhum prelado católico diria ao presidente como agir, e nenhum ministro protestante diria a seus fiéis em quem votar; onde a nenhuma igreja ou escola religiosa é concedido fundos públicos ou preferência política - e onde a nenhum homem é negado o cargo público meramente porque sua religião difere do Presidente que pode nomeá-lo ou o povo pode elegê-lo.

"Eu acredito em uma América que, oficialmente, não é católica, protestante ou judaica, onde nenhum servidor público solicita ou aceita instruções sobre políticas públicas do Papa, do Conselho Nacional de Igrejas, ou de qualquer fonte eclesiástica; uma América onde nenhuma entidade religiosa tenta impor, direta ou indiretamente, sua vontade sobre a população geral ou sobre as ações públicas de seus dirigentes - e onde a liberdade religiosa é tão indivisível que um ato contra uma igreja é tratado como um ato contra todas".


O post "A Estratégia de Deus", também é de leitura obrigatória.

Católicos: É hora de agir em grupo

Roma, 11 set (RV) - O apelo lançado por Bento XVI em Cagliari, domingo passado, por ‘uma nova geração de leigos cristãos engajados na política’, ainda repercute bastante na Itália.
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Fonte - Radio Vaticano

Nota DDP: Interessante como o discurso ambíguo revela um falso afastamente de interesses no cenário político para logo em seguida reafirmá-lo. Fica fácil de visualizar esta realidade na entrevista postada ontem neste espaço em "Fé e política: melhor juntas".

Mais e mais terremotos

Japão suspende alerta de tsunami após terremoto

As autoridades japonesas cancelaram nesta quinta-feira o alerta de tsunami emitido após um terremoto de 7,2 graus na escala Richter atingir a ilha japonesa de Hokkaido (norte do Japão). Logo após o tremor, o país emitiu o alerta, mas não houve danos.
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Fonte - Folha

Tremor de 6,6 graus é registrado no Atlântico

Um tremor de magnitude 6,6 na escala Richter foi registrado no oceano Atlântico, a 1.260 km da costa do Piauí. O abalo foi captado pelos medidores o Instituto de Pesquisa Geológica dos Estados Unidos (USGS na sigla em inglês) e pelo Instituto de Geociência da Universidade de Brasília. O terremoto aconteceu às 10h08, no horário de Brasília.
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Fonte - Terra

Terremoto mata 7 no Irã

TEERÃ (Reuters) - Um violento terremoto atingiu na quarta-feira o sul do Irã, perto da cidade de Bandar Abbas, deixando pelo menos 7 mortos e 40 feridos, segundo autoridades e a imprensa.
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Fonte - O Globo

Nota Gilberto Theiss: Sempre ensino que quando algumas coisas são mencionadas muitas vezes, repetidamente, é porque de fato existe algo de grande importância nelas.

Veja alguns exemplos:

A Vinda do Senhor é referida em torno de 1845 vezes na Bíblia, sendo cerca de 1.527 no Antigo Testamento e 318 no Novo Testamento. Indicando com isso o tamanho da importância desse evento para colocar um fim ao pecado, dar salvação eterna aos que confiaram em sua palavra e retribuir a cada um segundo as suas obras.

A expressão "Não Temas!" é encontrado cerca de 366 vezes na Bíblia, o que dá uma para cada dia do ano! Também demonstrando o quanto Deus está preocupado em nos trazer fé, conforto e segurança.

A palavra SÁBADO ocorre mais de 87 vezes (no Velho Testamento) e 59 vezes (no Novo Testamento). Desmontrando a importância do sábado bíblico para a raça humana, e sua veracidade como mandamento a todos os povos, principalmente para os que são submissos a Deus.

Desta mesma forma gosto de aplicar os acontecimentos que ocorrem com muita freqüência, como indicio de algo magnífico que em breve acontecerá neste planeta.

Esses terremotos repetidos, são um alerta para nos conservar em mente que os dias finais de nossa existência no contexto do pecado está para se encerrar.

Creio que Deus esteja usando os terremotos que tem ocorrido cada vez mais com extrema freqüência para nos lembrar de sua promessa de que em breve voltará. Os discípulos perguntaram a Jesus, de quanto seria sua volta a este mundo. Jesus respondeu muitas coisas, e entre elas estavam à ocorrência de terremotos em vários lugares. Mateus 24:3 e 7.

Meus queridos leitores. Não há mais tempo para enveredarmos a nossa vida aos entretenimentos do mundo. Não temos mais tempo de gastar nosso tempo, talento, recursos financeiros, dons, com as coisas passageiras da atualidade.

Esses sinais foram preditos há quase dois mil anos atrás. Jesus olhou para o nosso futuro. Viu eu e você, e nos deixou sinais bem claros que seriam como fortes sermões e apelos de Deus para a humanidade. Queridos amigos e irmãos, vivemos diante de um Deus Santo que solenemente diz: Conheço as tuas obras. Ouça o clamor de Deus através dos acontecimentos pois em breve chegará o tempo em que não haverá mais tempo. Se estes sinais preditos por Jesus estão acontecendo com muita frequência, é porque algo grandioso está prestes a irromper sobre o mundo. Ouça com atenção, os passos de um Deus que se aproxima.

quarta-feira, 10 de setembro de 2008

Fé e política: melhor juntas

Entrevista com Dom Charles Chapul, arcebispo de Denver
Por Karna Swanson


DENVER, Colorado, terça-feira, 2 de setembro de 2008 (ZENIT.org).- Não só a religião tem espaço no âmbito público, mas uma democracia precisa das contribuições da moral e das convicções religiosas para continuar sendo sadia e forte, afirma o arcebispo de Denver.

Tirar a religião do jogo, acrescenta Dom Charles Chaput, autor do livro recém-publicado «Render Unto Caesar: Serving the Nation by Living Our Catholic Beliefs in Political Life» (Dar ao César: Servir a Nação vivendo nossas Crenças Católicas na Vida Pública), é a forma mais rápida de destruir uma democracia.

Nesta entrevista concedida à Zenit, Dom Chaput fala sobre as idéias propostas em seu livro sobre os católicos e a política e comenta o que considera serem os temas importantes para os votantes americanos nas eleições presidenciais de novembro.

-O catolicismo na vida pública dos Estados Unidos teve uma longa e complicada viagem, e o senhor afirma que os católicos têm muito a oferecer ao processo político, mas que com freqüência mantêm suas crenças e convicções separadas de sua atividade política. Por que é assim?

-Dom Chaput: Os católicos foram sempre minoria nos Estados Unidos, e sempre foi real neste país o preconceito com relação a eles, inclusive antes de sua fundação. Algumas discriminações foram indiretas e corteses. Só em algumas ocasiões assumiram formas mais vulgares de discriminação econômica e política, e o fanatismo. De qualquer forma, o preconceito sempre alimenta o apetite de uma minoria de ser aceita, conseguir ser assimilada, e os católicos norte-americanos fazem isso extraordinariamente bem – de fato, muito bem.

Sob a desculpa de ser bons cidadãos, muitos católicos compraram a idéia errada da «separação da Igreja e do estado». Os católicos norte-americanos sempre apoiaram o princípio de manter a autoridade religiosa e civil separadas.

Ninguém quer uma teocracia, e muitos dos meios que estiveram falando do «fundamentalismo cristão» utilizaram somente uma tática de medo especialmente ofensiva. A Igreja não pretende dirigir o Estado. Tampouco queremos que o Estado interfira em nossas crenças e práticas religiosas – que, sinceramente, hoje é um problema muito maior.

Separar a Igreja do Estado não significa separar temas de fé e temas políticos. O verdadeiro pluralismo requer um saudável conflito de idéias. De fato, a melhor forma de acabar com a democracia é que as pessoas separem suas convicções religiosas e morais de sua tomada de decisões políticas. Se as pessoas acreditarem de verdade em algo, atuarão sempre sobre isso como matéria de consciência. De outra forma, só estão mantendo a si mesmos. Por isso, a idéia de forçar a religião a sair dos debates de política pública não é só pouco inteligente, é antidemocrático.

-Um capítulo do livro é dedicado a Tomás Moro. O mesmo capítulo menciona John F. Kennedy, o primeiro presidente católico dos Estados Unidos. Qual é a diferença fundamental entre esses dois líderes políticos católicos?

-Dom Chaput: Como comento no livro, devemos ser cuidadosos na hora de estabelecer um paralelo excessivamente próximo entre a situação de Moro e os problemas que os funcionários públicos norte-americanos enfrentam. Mas Moro e seu amigo John Fisher permanecem tão vivos em nossas memórias por uma razão. Conservaram sua integridade a toda custa, inclusive suas vidas. Colocaram Deus antes do César.

Quanto a Kennedy, é necessário recordar o contexto de sua campanha em 1960. Kennedy tinha muito talento e coragem, mas também tinha de superar 200 anos de protestantismo.

Infelizmente, apoiando estes temores protestantes, criou um novo modelo católico de separação do serviço público da convicção privada. Atuava com boa vontade, e certamente não podia ver o futuro – mas causou muito dano. Durante os últimos 40 anos, seu exemplo guiou cada funcionário público católico, que «pessoalmente se opõe» a certo mal grave, mas que não quer fazer nada a respeito. Ainda estamos sofrendo os efeitos.

-Também observa que a nova cultura da mídia criou um ambiente para o debate público no qual o «mercado sério de idéias» é reempregado pelos slogans. Como os políticos católicos podem atuar neste ambiente?

-Dom Chaput: Não há uma resposta fácil para isso. Os católicos norte-americanos precisam ter uma atitude muito mais crítica com relação aos meios de comunicação, inclusive a indústria informativa. No jornalismo, por exemplo, trabalham muitas pessoas boas. Mas a imagem da realidade informada pelos meios de notícias sempre está colorida por pelo menos três coisas: a tecnologia do meio, a necessidade de obter benefício e o viés da organização.

O que vemos e ouvimos sobre informação política costuma ser uma versão tendenciosa dos fatos. Os cidadãos precisam estar em alerta sobre como os meios aumentam os apetites públicos e modelam nossas opiniões. E os políticos católicos precisam aprender a usar a mídia – de forma honesta, supostamente – e como não ser utilizados por ela.

-Espera que seu livro, publicado meses antes das eleições presidenciais nos Estados Unidos, tenha impacto no processo eleitoral, de alguma forma?

-Dom Chaput: Terminei o texto em julho do ano passado e o estive revisando até novembro. Queria que o livro aparecesse em março deste ano para que tivesse espaço entre ele e o período de campanha. Mas o editor tomou essas decisões.

Não é minha intenção, nem no livro nem em qualquer outro meio, dizer às pessoas como votar. Não apóio candidatos, não uso um código de linguagem para conseguir que as pessoas gostem ou não gostem de um partido político. Esse não é o trabalho de um pastor.

As pessoas precisam votar conscientemente. Mas a «consciência» não aparece milagrosamente do nada; não é um tema de opinião pessoal ou preferência privada. A consciência sempre se baseia em uma verdade maior que nós mesmos. As pessoas que dizem que são católicas precisam ser honestas consigo mesmas e com a comunidade crente. Precisam atuar verdadeiramente como «católicas» em particular e em público, e isso inclui a forma como tomam suas decisões políticas. E é precisamente o trabalho de um pastor ensinar aos católicos sua fé e animá-los a aplicá-la.

-Neste ano de eleições, parece que haverá mais debate sobre os «grandes» temas sociais que os católicos deveriam considerar ao votar. Como o senhor vê esta tendência? E quais são os principais temas que os votantes católicos enfrentarão no próximo mês de novembro, na sua opinião?

-Dom Chaput: O ensinamento da moral da Igreja não muda, seja ano de eleições ou não. Enfrentamos um monte de temas importantes nesta época: a economia, a reforma da imigração, a guerra do Iraque. São urgentes e importantes, mas não podem ser utilizados como uma desculpa para ignorar a criança não-nascida.

Não importa quanto queiramos tapar com o debate sobre os «grandes temas sociais»; a luta contra o aborto continua sendo um tema social fundamental de nosso tempo. Não há forma de se esquivar das conseqüências que gera, a brutalidade e a injustiça do aborto com uma linguagem piedosa ou gestos teatrais. O aborto é um homicídio legalizado. Tem que parar. Qualquer outro direito depende do direito à vida.

-O livro está escrito principalmente para os leitores dos Estados Unidos, visto que fala diretamente da Igreja nos Estados Unidos. O que os leitores de fora do país podem obter do livro?

-Dom Chaput: Todos os católicos, onde quer que estejam, precisam recordar que primeiro somos cidadãos do céu. Esse é o nosso lar. Servimos melhor nossa nação neste mundo vivendo nossa fé católica plena e autenticamente, e oferecendo nosso testemunho católico sobre a dignidade humana de forma vigorosa na vida política de nossa nação.

É necessário que deixemos de estar envergonhados de falar e trabalhar pela verdade. Podemos ser discípulos ou podemos ser covardes. No mundo de hoje, não há lugar para nada mais. É necessário que escolhamos.

Fonte - Zenit

terça-feira, 9 de setembro de 2008

Agentes de mudança

...
McCain e Obama parecem ser bons sujeitos. O problema é com o país como um todo, e a crise se aproxima. O processo que estamos testemunhando, a despeito das melhores intenções dos candidatos, é o da polarização nacional. Isto não foi compreendido em sua totalidade. O que temos são dois conjuntos de imagens, duas noções de realidade e dois campos ideológicos em uma só nação. É uma medida apenas temporária recobrir essa rachadura ideológica com meras palavras; pois a crise já se infiltra, neste exato momento.

Enquanto acontecia a convenção nacional Republicana, a economia estava gemendo. As comportas e diques financeiros estão rangendo. A ordem internacional está se desfazendo. Algo está no ar. Algo está prestes a se romper. A mudança está chegando, e não é uma mudança boa. Aquilo sobre o que os candidatos estão falando nesta eleição pode ser completamente irrelevante.

Tal como explicou um diplomata russo em julho último, os Estados Unidos estão prestes a entrar "numa crise quanto à sua própria existência".

Fonte - Mídia sem Máscara

Nota DDP:
Mais adequado e explicitamente escatológico que isso, é impossível.

Jovens quase iguais aos outros


Deu na revista Veja desta semana: “Eles vão a baladas, namoram, surfam e usam roupas da moda. A diferença entre os evangélicos e a maioria dos outros jovens é que suas festas são sem álcool, o namoro é sem sexo e as roupas, sem exageros – nada de saias pelos pés e cabelos pela cintura, mas decotes e comprimentos moderados. A maneira brasileira de ser evangélico ajuda a explicar os números impressionantes: 17% dos jovens entre 15 e 29 anos se identificam como seguidores de alguma das confissões evangélicas. Basta entrar em qualquer culto pentecostal para constatar a vitalidade de sua presença: praticamente a metade da igreja é sempre composta de jovens. Orgulhosos de seguir uma doutrina aparentemente [note a palavra] tão contrária a tudo o que a juventude aprecia em nome de valores espirituais, também assumem a busca da realização material (‘Nós merecemos o melhor’ é uma declaração constante). Em algumas igrejas específicas, a promessa de redenção é um atrativo poderoso. ‘A maioria vem aqui porque tem angústias de várias naturezas, entre elas o vício em drogas. Mas uma vida desregrada e um certo desconforto com o mundo, que muitas vezes nem eles mesmos sabem explicar, também trazem muitos jovens para a igreja’, enumera Rodrigo Ribeiro Rodrigues, membro há três anos e meio da Bola de Neve Church, igreja conhecida em São Paulo pela presença absoluta de jovens. Rodrigo trabalha como assessor de imprensa da Bola de Neve – sim, a igreja tem assessor. Além dos cultos, ele freqüenta o inusitado pub gospel Brother Simion, ponto de encontro de jovens crentes em São Paulo. O Brother Simion é isso mesmo: pub, ou seja, lugar meio escurinho onde jovens se encontram, e gospel, o que quer dizer que lá não se pode fumar nem beber. ‘O que mais sai aqui é açaí’, diz o Brother Simion em pessoa, o dono do estabelecimento. E que fique claro aos casais: beijar, pode; avançar o sinal, não.”

A certa altura, a reportagem pergunta: “Não fazer sexo com a namorada é difícil?” E o jovem Jeferson Ricardo Silva, de 19 anos, estudante de moda e membro da igreja Sara Nossa Terra, responde: “Ficar sem sexo dói, é um sacrifício, mas no final da minha busca eu vou ter um prêmio. O ápice da minha procura vai ser com uma pessoa que eu conheço e com quem tenho uma aliança verdadeira. Estou me guardando para o melhor.” Aqui há um aspecto positivo na matéria que não trata o tema com ar de deboche, como já ocorreu em outras reportagens da mídia secular. Ponto pra Veja.

Veja destaca também o “evangelho da prosperidade” que se alastra em muitas igrejas, especialmente na neo-pentecostal Igreja Universal do Reino de Deus (IURD). A revista afirma: “Nessa antecipação de dias melhores, poucas coisas fazem tanto sentido quanto a valorização do progresso material. “Todas as segundas-feiras temos uma palestra na igreja chamada Congresso Empresarial. Nela aprendemos que prosperar financeiramente não é sujo. ... Deus nos ensina a ter o melhor, a lutar para melhorar de vida”, empolga-se Nathalia Gomes, 20 anos, fiel há seis anos da IURD.

Nicanor Lopes, professor de teologia da Universidade Metodista de São Paulo, faz a sua análise: “De um lado, as igrejas mais tradicionais deixaram de reprimir o ato de ver TV, de ir à praia, de usar maquiagem, cabelo curto e roupas da moda. De outro, as pentecostais passaram a fazer de seus cultos verdadeiros shows de música e dança, proporcionando-lhes um caráter de entretenimento. Isso atraiu muitos jovens.”

Segundo pesquisa da Fundação Getulio Vargas, cerca de 30% dos fiéis das igrejas evangélicas estão nas classes C e D, em que a teologia da ascensão material encontra terreno propício. “A igreja nos ensina a ter o melhor. Aqui a gente aprende que ter prosperidade é dom de Deus. Se somos pessoas boas, nossa fé vai nos dar condições de, por exemplo, viajar, fazer cruzeiros e ficar em hotéis cinco-estrelas”, diz Daniela Soares, 32 anos, fiel da Universal há dezoito.

Nota: À primeira vista, essa nova juventude evangélica é tudo de bom. De fato, deve-se reconhecer, há aspectos muito positivos nisso tudo, como o abandono do álcool e das drogas, o compromisso de envolvimento sexual apenas depois do casamento, etc. Por outro lado, essa religiosidade revela o pano de fundo pós-moderno, em que o foco está nas sensações, no prazer e na prosperidade material. Aqui a luz vermelha deveria estar acesa. Nos quesitos vestuário, música e diversão, os jovens evangélicos quase não se distinguem dos demais e atraem mais pela “festa” do que pelo evangelho que deveriam pregar.

Para o blogueiro Marcello Flores, responsável pelo Diário da Profecia, “esse fenômeno que hoje vemos no ambiente evangélico/pentecostal aos poucos está se alastrando para o nosso meio [adventista], e pessoas sinceras têm advogado a falsa premissa de que qualquer concessão vale para manter nossos filhos na Igreja. Nesse contexto, é impossível não se lembrar de Ellen White, que escreveu: ‘A conformidade aos costumes mundanos converte a igreja ao mundo; jamais converte o mundo a Cristo’ (O Grande Conflito, p. 512)”.

Marcello cita também o pastor Jorge Mário de Oliveira, em seu discurso aos formandos de Teologia de 2005: “Adequação de métodos, não contextualização de mensagem. O mundo evangélico está infestado dessa praga que já assola o arraial adventista. Temos bebido em cisternas rotas e vazias, e de lá trazido águas sujas e a maldição da contextualização da verdade com adequação aos gostos e preferências do homem pós-moderno. É uma maldição na história do povo Deus.”

“Estou convencido de que é por esse motivo que somos aconselhados a deixar as grandes cidades desde já. É a salvação de nossos filhos que está em jogo, como a Sra. White tão bem adverte, quando fala sobre Ló no contexto de Sodoma”, conclui Marcello.

Fonte - Michelson Borges

Aumenta o interesse mundial pelo uso de RFIDs

Etiquetas de identificação por rádio-freqüência, alternativa mais rica ao código de barras, ganham novo impulso.
Por Sergio Kulpas

Segundo um novo estudo da Computing Technology Industry Association (CompTIA), o interesse por etiquetas de identificação por rádio-freqüência (RFID) está aumentando em escala global. A pesquisa da CompTIA aponta que 46% dos clientes das empresas de TI implementaram sistemas de RFIDs este ano, um crescimento de 34% em relação a 2007. Os clientes dessas empresas estão em vários setores, como varejo, serviços, administração pública, atendimento de saúde, finanças, comunicações e manufaturas.

O uso mais comum dos RFIDs é para monitorar o trânsito de mercadorias, com 32% das respostas. Em seguida surgem identificação de pessoal (28%); cadeia de suprimentos (25%); marketing de varejo (15%); e produção em “closed loop” (9%).
...
Fonte - Webinsider
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