segunda-feira, 25 de maio de 2009

Coreia do Norte desafia o mundo com novo teste nuclear

A Coreia do Norte anunciou nesta segunda-feira (noite de domingo, no Brasil) ter realizado "com sucesso" um novo teste nuclear e ameaçou executar novas ações, em um desafio aberto à comunidade internacional. O regime ditatorial de Pyongyang desconsiderou, assim, as pressões internacionais que tentam obrigar o país a renunciar às ambições atômicas.
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Estados Unidos, Reino Unido, França, Rússia e União Europeia manifestaram "grande preocupação", assim como Coreia do Sul e Japão. A China, principal aliada da Coreia do norte e com poder de veto no Conselho da ONU, ainda não se pronunciou.
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A Coreia do Norte ameaçou ainda realizar mais testes, caso os Estados Unidos prossigam com o que chamou de "política de intimidação", afirmou um funcionário da embaixada norte-coreana em Moscou.
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O presidente americano, Barack Obama, condenou o que considerou "uma ameaça para a paz" e pediu uma "ação da comunidade internacional". "Estas ações, que não são uma surpresa dadas as declarações e as ações até este momento, são um tema grave que envolve todas as nações", afirmou Obama.
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O Conselho de Segurança da ONU se reunirá nesta segunda-feira em Nova York, às 17h de Brasília, anunciou o chefe da diplomacia russa, Serguei Lavrov.
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Fonte - Folha

Nota DDP: "Guerras e ameaças de guerras..."

Presidente do Banco Mundial prevê crise por muito tempo

Nota prévia à leitura deste artigo: Robert Zoellick, presidente do Banco Mundial foi apontado para este cargo pelo ex-presidente americano George W. Bush; foi um apoiante da invasão do Iraque e do derrube de Saddam Hussein; foi diretor na Goldman Sachs, uma organização financeira cujos diretores ocuparam também cargos governamentais; é membro do Conselho de Relações Externas, da Comissão Trilateral e do Clube Bilderberg (esteve presente no encontro de 2009, realizado há pouco mais de uma semana). A entrevista foi dada ao El País, um dos principais jornais de Espanha, talvez o país europeu mais afetado pela crise económica.

'O presidente do Banco Mundial considerou, numa entrevista hoje publicada em Espanha, que a crise mundial poderá resultar numa «grave crise humana e social», se não foram tomadas a tempo medidas adequadas.

«Se não tomarmos medidas, existe o risco de se chegar a uma grave crise humana e social, com implicações políticas muito importantes. As medidas de relançamento podem ser determinantes», declarou Robert Zoellick ao jornal espanhol El Pais.

«O que começou como uma grande crise financeira e se tornou numa profunda crise económica, deriva actualmente para uma crise de desemprego», sublinhou.

«Se criarmos infra-estruturas que empreguem pessoas, isso pode ser um meio de associar estes desafios a curto prazo com estratégios a longo prazo», acrescentou Zoellick.

O presidente do Banco Mundial afirmou que dado «este contexto, ninguém sabe verdadeiramente o que se vai passar e o melhor é estar pronto para qualquer imprevisto».

«Existe aquilo que chamo o 'factor x' e que nunca vemos chegar, como a gripe» A (H1N1), acrescentou, alertanto também para outras «zonas de sombra»: «os perigos ligados ao proteccionismo e à dívida privada no mundo emergente, apesar das ajudas do FMI» (Fundo Monetário Internacional).

O presidente do Banco Mundial sublinhou que a recuperação económica tardará a chegar e quando ocorrer será de "baixa intensidade durante muito tempo" porque a indústria não tem escoamento e o desemprego vai continuar a crescer.

Zoellick considerou pouco provável que se repita uma depressão como a dos anos 30, embora "se acontecesse, seria terrível", com alto custo social, sobretudo nos países em desenvolvimento.

Por outro lado, disse que o primeiro-ministro espanhol, José Luis Rodriguez Zapatero, com quem se reuniu esta semana em Madrid, é "optimista por natureza" por acreditar que a recuperação "pode chegar antes do que se pensa".' (Diário de Notícias (negritos do articulista))

Fonte - O Tempo Final

Nota DDP: Um interessante aspecto desta questão se relaciona com as soluções vindas de roma neste assunto, os quais ele já apresenta abertamente ("Papa se solidariza com desempregados e pede 'humanização do mundo do trabalho'") e que deve se acentuar com a nova encíclica social.

Cabe ainda a leitura do post "O Papa reitera chamado a construir uma Europa fiel às raízes cristãs", afim de que se tenha uma perspectiva mais completa de onde todos estes elementos tendem a desaguar.

História da adoração – A natureza degenera

Capítulo 06

Com a transgressão de Adão e Eva coisas estranhas começaram a aparecer. Em primeiro lugar apareceram no próprio casal. Desapareceu o senso de intimidade entre o casal, e passaram a ter vergonha um do outro, e de DEUS. Afastaram-se um do outro e de DEUS. Tiveram capacidade de se acusar mutuamente e de mentir. O amor foi prejudicado severamente de um instante para outro. Assim trataram de fazer um improviso de roupas. Antes do pecado eram tão íntimos que a sua nudez não interferia em seu relacionamento natural. Agora não queriam mais ser vistos assim por DEUS.

Além disso, surgiu, o senso de culpa. Além de roupas, trataram de se esconder de DEUS (Gên. 3:7 e 10). E mais, de um momento para outro surgiu uma estranha criatividade, a da desculpa esfarrapada, ou seja, um empurrou seu erro para o outro. O homem disse que foi a mulher que lhe deu para comer. A mulher disse que a serpente a enganou. E a serpente por certo há tempos vinha culpando a DEUS pelas coisas que estava passando. E, curiosamente, DEUS assumiu as culpas de todos, menos da serpente. Por isso JESUS veio ao mundo morrer pela humanidade.

A seguir toda a natureza sofreu transformações dramáticas. Agora fora-se o equilíbrio natural inocente, e se iniciava um outro tipo de equilíbrio, o da luta pela sobrevivência. Sim, agora tudo aqui tornou-se mortal, e a morte fez surgir a necessidade de luta pela sobrevivência. A serpente passou a rastejar junto ao pó (Gên. 3:14). Nas [plantas] surgiram espinhos, cardos (praga da lavoura) e plantas daninhas e venenosas. Os animais, muitos deles tornaram-se predadores, passaram a comer carne e atacar outros animais, inclusive o homem. A terra teve que ser lavrada para produzir, pois as plantas não mais duravam para sempre, elas morriam. E passou a haver plantas que duravam apenas um ano, como os cereais, outras duravam muitos anos. O homem passou a ter que trabalhar para obter alimento. Basicamente precisava plantar, colher e cuidar dos animais domésticos, e tratar da defesa contra os animais que se tornaram nocivos, bem como das pragas da terra.

A mulher agora teve filhos com dores. Eles também precisavam trabalhar para ter o seu sustento, precisavam suar de sol a sol. E a necessidade de trabalhar foi aumentando cada vez mais, na medida em que o produto do trabalho tornou-se motivo de comércio. Pessoas e grupos de pessoas foram se especializando, e uns precisavam comprar dos outros. Não demorou muito para descobrirem os fundamentos da riqueza, de ter mais que os outros, surgindo a ganância. Daí surgiu a vontade de roubar, de fazer guerras e de tirar dos outros. Surgiu a exploração, a escravidão, as diferenças sociais, os níveis de importância e status. Nada disso fora plano de DEUS, mas fruto do pecado.

Porém nesse contexto deplorável surgiu outra invenção nociva: a imaginação de deuses estranhos. Os homens queriam ter uma força superior para seus empreendimentos, para os quais já não podiam contar com a colaboração do DEUS Criador, como foi nos tempos de Adão e Eva, antes do pecado. Então, afastando-se cada vez mais do Criador, inventaram deuses. Queriam ter deuses para satisfazer suas ambições: a riqueza originária da terra. Assim inventaram deuses para a terra, para a água, para as plantações, para a fertilidade feminina, para a riqueza e prosperidade, e muitos outros. apareceu a idolatria. E foram adorar esses deuses, pois perceberam que o verdadeiro DEUS não estava mais com eles nesse deplorável estilo de vida.

Resumindo, o pecado trouxe para a Terra, o nosso planeta, alterações nos costumes dos homens, dos animais e no modo de vida das plantas. Tudo tornou-se mortal. O homem passou a desconfiar um do outro e de DEUS, e criou um estilo de vida violento e interesseiro, cada um querendo ser mais que o outro. Essas coisas só foram piorando ao longo dos séculos, até chegar aos nossos dias numa situação insuportável.

Fonte - Cristo Voltará


domingo, 24 de maio de 2009

O Sábado no Apocalipse


Autor: Prof. Gilson Medeiros

O Contexto de Apocalipse 12 e 14

Qual o papel do sábado na crise final da história deste planeta? O texto básico acerca deste assunto, no livro de Apocalipse, é o capítulo 12 verso 17.

"Irou-se o dragão contra a mulher e foi pelejar com os restantes da sua descendência, os que guardam os mandamentos de Deus e têm o testemunho de Jesus; e se pôs em pé sobre a areia do mar".

Aqui encontramos uma descrição da guerra entre o dragão e o remanescente, uma guerra que é pormenorizada em Apocalipse 13 e 14. Em certo sentido, Apocalipse 12:17 é um resumo antecipado da crise final como um todo. Assim, os capítulos 13 e 14 servem como uma exegese e um desenvolvimento da declaração básica feita em 12:17, ou seja, Apocalipse 13 pormenoriza a guerra do dragão e Apocalipse 14 elabora acerca do caráter e da mensagem do Remanescente.

O dragão faz guerra contra o Remanescente no capítulo 13. Ele busca o auxílio de dois aliados no conflito, um emerge do mar e o outro emerge da terra. Os três protagonistas (o dragão, a besta do mar e a besta da terra) formam uma tríade iníqua que busca contrafazer a obra da verdadeira Trindade. O dragão contrafaz a obra de Deus, o Pai; a besta do mar, a obra de Deus, o Filho; e a besta da terra, a obra do Espírito Santo. Essa tríplice e iníqua aliança ataca o Remanescente na batalha final. Qual é a questão básica em tal ataque? Os capítulos 13 e 14 não nos deixam qualquer dúvida. Em sete ocasiões diferentes (Ap 13:4, 8, 12, 15; 14:9, 11), o texto desses capítulos fala sobre a adoração ao dragão, sobre a adoração da besta do mar e sobre a adoração da imagem da besta. A questão na crise final da história deste planeta é claramente uma questão relativa à adoração.

Em contraste com esse apelo que é proferido sete vezes para que adoremos a iníqua tríade ou a imagem da besta, há um único apelo, nesses capítulos, para que adoremos a Deus (Ap 14:7). O chamado para adorar “Aquele que fez o céu, e a terra, e o mar, e as fontes das águas” torna-se, portanto, a afirmação central de toda essa seção do Apocalipse e, talvez, o apelo central de todo o livro. Tudo o que está escrito nos capítulos 12-14 focaliza esse chamado para a adoração. A adoração é, de forma patente, a questão central envolvida na derradeira crise da história deste planeta.

Um aspecto interessante é que a linguagem dessa afirmação central se baseia nas expressões encontradas no quarto mandamento, em Êxodo 20:11. Ali é declarado que “em seis dias fez o Senhor os céus e a terra, o mar e tudo o que neles há…” Esses dizeres se encontram refletidos em Apocalipse 14:7 – “Adorai Aquele que fez o céu, e a terra, e o mar, e as fontes das águas.” O ponto central e nevrálgico da descrição apocalíptica da crise final é uma alusão direta a Êxodo 20. A atenção ao mandamento do sábado é, portanto, a resposta ideal ao chamado final de Deus para a adoração e, da mesma forma, a resposta ideal aos sete apelos que a besta faz para a adoração da trindade iníqua.

Os Paralelos de Apocalipse 14:7 com o Antigo Testamento

Paralelos verbais. Nesse ponto, leitores argutos podem suscitar uma objeção. Como podemos saber que o autor do Apocalipse conscientemente pretendia que o leitor compreendesse uma alusão ao quarto mandamento exatamente aqui (Ap 14:7) em sua narrativa? O Salmo 146:6 não contém exatamente a mesma linguagem de Êxodo 20? Como podemos saber que João estava citando Êxodo 20 e não o Salmo 146? Ele não poderia estar aludindo ao referido salmo, em cujo caso não haveria referência alguma ao quarto mandamento?

Essa é uma argumentação válida. O Salmo 146:5-6 afirma: “Bem-aventurado aquele que tem o Deus de Jacó por seu auxílio, e cuja esperança está no Senhor seu Deus que fez os céus e a terra, o mar e tudo quanto neles há, e que guarda a verdade para sempre.” Isso se aproxima muito de “adorai aquele que fez o céu, e a terra, e o mar, e as fontes das águas” (Ap 14:7). Com efeito, na Septuaginta (uma tradução grega do Antigo Testamento disponível no período neotestamentário), as palavras do Salmo 146:6 (Sl 145:6, na Septuaginta) são praticamente as mesmas encontradas em Apocalipse 14:7. Portanto, há fortes paralelos verbais em Apocalipse 14 tanto em relação a Êxodo 20 quanto ao Salmo 146, com uma pequena vantagem talvez para o Salmo 146.

Paralelos temáticos. Contudo, os paralelos verbais são apenas um tipo de evidência em favor de uma alusão consciente ao Antigo Testamento em Apocalipse. Os paralelos temáticos e estruturais são também importantes. Há paralelos temáticos entre Apocalipse 14:7 e Êxodo 20? Sim. Os primeiros quatro dos dez mandamentos (Êxodo 20:3-11) contêm três motivações para a obediência. Primeiramente, há a motivação da salvação. O preâmbulo do decálogo (Êxodo 20:2-3) diz: “Eu sou o Senhor teu Deus, que te tirei da terra do Egito, da casa da servidão. Não terás outros deuses diante de mim.” Nossa obediência deve ser uma resposta ao que Deus já fez por nós. Em segundo lugar, há a motivação do juízo. O segundo mandamento fala acerca de visitar “a iniqüidade dos pais nos filhos até a terceira e quarta geração” (Êxodo 20:5). Isto é, há conseqüências para a desobediência. Finalmente, em terceiro lugar, há a motivação da criação. “Porque em seis dias fez o Senhor o céu e a terra, o mar e tudo o que neles há, e ao sétimo dia descansou” (Êxodo 20:11). Deus criou o homem e sabe o que é melhor para ele. Portanto, há três motivações para a obediência na primeira parte da lei: salvação, juízo e criação.

As mesmas três motivações ocorrem no contexto de Apocalipse 14:7. Apocalipse 14:6 fala de um anjo que proclama “o evangelho eterno”. Aqui vemos o tema da salvação. Em Apocalipse 14:7 encontramos também o tema do juízo: “Temei a Deus, e dai-lhe glória; porque é chegada a hora do seu juízo.” E, anteriormente, já havíamos visto o tema da criação em Apocalipse 14:7: “adorai aquele que fez o céu, e a terra, e o mar, e as fontes das águas.” Sendo assim, Apocalipse 14:6-7 tem as mesmas três motivações que induzem a uma mesma reação as quais encontramos na primeira tábua da lei (isto é, nos quatro mandamentos que normatizam a relação entre a criatura e o Criador): salvação, juízo e criação. E, além disso, esses ocorrem na mesma ordem em que aparecem em Êxodo 20!

Algum desses temas ocorre no Salmo 146? Sim. Ali aparece o tema da salvação: “Não confieis em príncipes, nem em filho de homem, em quem não há auxílio… Bem-aventurado aquele que tem o Deus de Jacó por seu auxílio, e cuja esperança está no Senhor seu Deus” – vs. 3 e 5. Há também ali o tema da criação: “que fez os céus e a terra, o mar e tudo quanto neles há” – v. 6. Há ainda o tema do juízo: “que faz justiça aos oprimidos” – v. 7. Os paralelos temáticos com o Salmo 146 são, portanto, tão fortes quanto aqueles com Êxodo 20, mas não na mesma ordem. Sendo assim, pode-se afirmar que há forte evidência em favor de ambos contextos no Antigo Testamento, mas há uma ligeira vantagem para Êxodo 20, sob a perspectiva de que os temas ocorrem na mesma ordem em Apocalipse 14 e Êxodo 20.

Paralelos estruturais. Isso nos conduz à busca de paralelos estruturais. Examinemos, agora, a evidência estrutural de Apocalipse 12-14. Os dez mandamentos, dos quais Êxodo 20:11 é uma parte, parecem ser uma estrutura principal subjacente a toda essa seção do Apocalipse. O remanescente é caracterizado, entre outras coisas, como sendo aqueles que “guardam os mandamentos de Deus” (Apocalipse 12:17; 14:12). Entretanto, a questão, aqui, não envolve os mandamentos de forma indiscriminada. O ponto nevrálgico se centraliza no aspecto da adoração. E, especificamente, esse aspecto é enfocado na primeira tábua do decálogo (isto é, nos quatro primeiros preceitos): os mandamentos que dizem respeito a nosso relacionamento com Deus. Quando se compreende essa realidade, não é surpreendente que, em Apocalipse 13, as bestas contrafaçam não apenas a Trindade, mas também cada um dos quatro primeiros mandamentos do decálogo. O primeiro mandamento declara: “Não terás outros deuses diante de mim” (Êx 20:3), mas a besta que emerge do mar pretende tomar o lugar de Deus ao receber adoração (Ap 13:4, 8). O segundo mandamento adverte-nos com respeito à adoração de imagens, no entanto, a besta que emerge da terra erige uma imagem a fim de ser adorada (Ap 13:14-15). O terceiro mandamento diz: “Não tomarás o nome do Senhor teu Deus em vão”, mas a besta do mar “abriu a boca em blasfêmias contra Deus, para blasfemar do seu nome” (Ap 13:6). O quarto mandamento diz: “Lembra-te do dia de sábado.”

Os tabletes que continham os antigos pactos eram lacrados com selos estampados sobre eles. Tais selos eram um sinal de propriedade e autoridade. Uma vez que o decálogo segue a forma desses antigos tabletes de concerto, ele também tem um selo de propriedade e autoridade estampado sobre ele – o mandamento do sábado: “Porque em seis dias fez o Senhor o céu e a terra, o mar e tudo o que neles há, e ao sétimo dia descansou; por isso o Senhor abençoou o dia do sábado, e o santificou” (Êx 20:11). A declaração acima é a única contida nos dez mandamentos em que é declarado o fundamento da autoridade de Deus sobre toda a criação: Ele é o Criador. De igual forma, o conceito do selo é importante também em Apocalipse: os 144 mil são selados em suas frontes (Ap 14:1; cf. 7:3-4; Êx 31:13 e 17). A tríade iníqua oferece também uma contrafação do selo, a marca da besta (Ap 13:16-17). Destarte, todos os quatro mandamentos da primeira tábua do decálogo sofrem ataque por parte da tríade iníqua de Apocalipse 13. A primeira tábua da lei está no centro do conflito entre o dragão e o remanescente.

Essa série de conexões verbais e temáticas entre o conteúdo dessa parte do Apocalipse e passagens relacionadas aos dez mandamentos, indica que um importante paralelo estrutural dá-se em relação ao decálogo, especialmente no que tange à porção que diz respeito à relação entre o adorador e a Divindade. Essa evidência estrutural oferece um apoio incontestável à probabilidade de que o significativo paralelo verbal entre Apocalipse 14:7 e Êxodo 20:11 tenha sido intencional. Não há absolutamente nenhuma relação entre Apocalipse e Sl 146 que se assemelhe a essa.

A evidência cumulativa é tão forte que um intérprete bem pode afirmar que não há nenhuma alusão direta ao Antigo Testamento (em Apocalipse) que seja mais certa do que a alusão ao quarto mandamento em Apocalipse 14:7. Quando o autor de Apocalipse descreve o apelo final de Deus à raça humana no contexto do engodo do tempo do fim, ele o faz em termos de um chamado à adoração do Criador no contexto do quarto mandamento.

A Questão da Relevância

Não obstante, ainda que biblicamente correto, faz qualquer sentido ver o sábado como uma espécie de questão definidora na crise final da história deste planeta? Por que Deus escolheria esse tipo de questão como centro focal da crise escatológica?

No centro da questão está o fato de que o sábado é uma forma ideal de testar se as pessoas são, de fato, leais a Deus. O mandamento sabático é diferente dos outros nove. Todos os demais têm uma fundamentação racional motivada pelo interesse próprio; afinal de contas, os princípios da segunda tábua do decálogo são mesmo a legítima base de governo em muitos países. “Não matarás” é uma lei lógica para qualquer um que não queira morrer. “Não furtarás” faz perfeito sentido para qualquer um que queira proteger suas propriedades adquiridas com muito esforço pessoal. Mandamentos assim são racionais e chegam até a apelar a uma certa parcela de interesse próprio. A mesma coisa acontece com os três primeiros mandamentos, que dizem respeito a nosso relacionamento com Deus. Se Deus é quem Ele alega ser, não faz sentido adorar a nenhum outro.

A única parte do decálogo que não é lógica é o mandamento de adorar no sábado em vez de em qualquer outro dia da semana! Tal mandamento é tão destituído de lógica que as pessoas seculares o acham até difícil de considerar seriamente, pois não vêem nenhum benefício ou interesse próprio em tal princípio. Afinal de contas, ninguém conseguiu até hoje demonstrar qualquer base científica ou racional para se considerar um dia mais especial para Deus do que os demais. O sol brilha e a chuva cai de igual maneira tanto no sábado quanto no domingo.

Guardar o sábado requer que confiemos em Deus mesmo quando os cinco sentidos nos informam que não há nenhuma razão lógica para fazer isso. O sábado representa, escatologicamente, aquilo que a árvore do conhecimento do bem e do mal representava no princípio. O fruto da árvore era, provavelmente, tanto palatável quanto nutritivo. A única razão para não comê-lo era o fato de Deus o ter proibido.

Assim é com o sábado. A única razão de preferir o sábado ao domingo é porque Deus assim o ordenou, não há nenhuma outra explicação. Aceitamos o sábado respaldados unicamente pela Palavra de Deus, pois cremos que as Escrituras são um relato confiável da mente e da vontade de Deus.

O sábado é, portanto, um bom teste de nossa fidelidade a Deus e Sua Palavra. As Escrituras são um registro tão fiel das ações de Deus no passado quanto das realidades futuras no tempo do fim. É porque cremos nas Escrituras que damos crédito àqueles eventos do tempo do fim por elas descritos.

Em conclusão, o Apocalipse pinta o fim do mundo como tempo de um grande engodo mundial, que vai transcender os cinco sentidos, mesmo entre o povo de Deus. Entretanto, aqueles que crerem, aceitarem e seguirem os reclamos da Palavra de Deus, esses não perderão o rumo durante esse tempo de derradeiro engodo.

Por Jon Paulien (ph.D e professor de Novo Testamento na Andews University, EUA).
Traduzido, do manuscrito original em Inglês, por Milton L. Torres (IAENE).
Fonte: Revista Teológica, SALT-IAENE, 1999:1.


Mais uma vez, podemos ter plena confiança de estarmos no caminho certo em nossa adoração como Adventistas do 7º Dia.

Em breve, toda esta teologia equivocada que tenta levar o povo a desobedecer ao Senhor, desprezando Seu santo Dia, será desmascarada.

Fonte - Blog Prof. Gilson Medeiros

sexta-feira, 22 de maio de 2009

"Como folhas de outono..." 10


Em continuação ao projeto "Como folhas de Outono...", trago aos irmãos a Semana de Oração Jovem 2008 da IASD Riacho Grande dirigida pelo Pr. Paulo Rabello, do Unasp I/SP, com o título "Preparação Para a Crise Final" (Semana de Oração dos Jovens Adventistas).

Adequada por tratar de temas atuais e conhecidos dos Adventistas do Sétimo Dia, mormente no tempo em que estamos vivendo e, especialmente pelas crises que temos vislumbrado.

1) - Por que crer
2) -
A Igreja verdadeira
3) -
As batalhas que Deus perdeu
4) -
Muito prazer eu sou Deus
5) -
Reajustando o foco
6) -
E a vida continua
7) -
Quão perto estamos do lar
8) -
Meu maior sonho não é ir para o céu

Espero que seja útil aos irmãos, principalmente aos líderes. Não se esqueçam de duplicar, "como folhas de outono", atendendo ao "ide" do Mestre. E descansem no Senhor. Feliz Sábado.

Soli Deo Gloria

"Disseminai-os como as folhas no outono. Esse trabalho deverá continuar sem estorvo de pessoa alguma. Almas perecem sem Cristo. Sejam elas advertidas de Seu breve aparecimento nas nuvens do céu." (Testemunhos Seletos V3 - Pág. 235)

FAQ

Outras programações:
Séries "Como folhas de outono..."

O Papa reitera chamado a construir uma Europa fiel às raízes cristãs

Vaticano, 22 Mai. 09 / 11:33 am (ACI).- Ao receber no Vaticano ao Presidente da República da Bulgária, Georgi Parvanov e logo ao Presidente da Ex-república Yugoslava da Macedônia, Gjeorge Ivanov, o Papa Bento XVI reiterou seu chamado a construir uma Europa fiel às suas raízes cristãs.

Os mandatários chegaram acompanhados por suas respectivas algemas e séquitos, com motivo da comemoração anual dos Santos Cirilo e Metódio.

Ante a delegação búlgara, o Papa destacou que "o patrimônio espiritual dos Santos co-padroeiros da Europa marcou a vida dos povos eslavos; seu exemplo há sustenido o testemunho e a fidelidade de inumeráveis cristãos que ao longo dos séculos consagraram sua vida à difusão da mensagem de salvação, obrando ao mesmo tempo pela construção de uma sociedade justa e solidária".

"Que seu testemunho espiritual se mantenha vivo em sua Nação para que a Bulgária, também graças a esta fonte de luz e esperança, contribua eficazmente à construção de uma Europa que seja fiel às suas raízes cristãs. Os valores de solidariedade e justiça, de liberdade e de paz, hoje constantemente reafirmados, encontrem ainda mais força e solidez no ensinamento eterno de Cristo, traduzido na vida de seus discípulos de todos os tempos".

Logo, ao receber a delegação da Ex-república Yugoslava da Macedônia, o Santo Padre assinalou que a lembrança de São Cirilo e São Metódio "convida a todos os que estamos unidos por uma única fé em Jesus Cristo, a contemplar seu testemunho evangélico heróico. Ao mesmo tempo, nos desafia a conservar o patrimônio de ideais e valores que transmitiram de palavra e de obra".

"Sua querida terra, marcada pela influência destes dois grandes santos, trata de ser cada vez mais um lugar de encontro e diálogo pacíficos entre as numerosas esferas sociais e religiosas do país. Minha esperança, que hoje renovo de todo coração –terminou– é que sigam progredindo neste caminho".

Fonte - ACI Digital


Nota DDP: Não custa relembrar:

"O domingo é, assim, uma instituição de raízes cristãs que passou a marcar o ritmo semanal da vida da sociedade e como tal há-de ser defendido pelas próprias leis civis como um valor de maior importância para a qualidade de vida das pessoas." ("A catequese dominical")

Outras nuances deste tema em "Movimento para recuperar domingo como dia de descanso".

"Não à manipulação da informação"

Paris, 22 mai (RV) - As tecnologias da informação e da comunicação, a educação para todos e a educação intercultural: foram esses os três pontos sobre os quais se deteve, nestes dias, o observador permanente da Santa Sé junto à Unesco _ organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura – Mons. Francesco Follo.

De fato, o observador vaticano fez se pronunciou na 181º sessão do Conselho executivo da Unesco, que se realizou em Paris. Foram três pronunciamentos sobre temas diferentes, ligados a um único apelo: a fazer de modo que a comunicação e a educação tenham o homem como objetivo primário, entendido como pessoa, portador de uma dignidade.

No primeiro pronunciamento, dedicado às tecnologias da informação e da comunicação, o prelado reiterou que a Santa Sé encoraja os esforços para a formação tecnológica e informática nos países emergentes, desde que essa formação "não se limite a uma dimensão técnica profissional, mas leve o homem em consideração", ou seja, o desenvolvimento do indivíduo, o respeito pelo outro e o bem comum. Ao mesmo tempo, Mons. Follo expressou o apoio da Santa Sé à luta, portada avante pela Unesco, contra o abuso e a manipulação da informação.
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Fonte - Radio Vaticano

Nota DDP:
É de se observar os contornos das manifestações que vêm sendo emitidas pelo Vaticano acerca dos meios de comunicação. Claramente enquanto se posiciona no sentido de incentivar a utilização desta ferramenta como meio de evangelização (aos seus moldes), condena nas entrelinhas qualquer forma de discordância que não demonstre "respeito pelo outro e o bem comum". Em outros palavras, "falemos todos a mesma língua, a NOSSA língua".

Sugiro para aprofundar a percepção deste tema os artigos sobre o controle da internet, "Internet Threatened by Censorship, Secret Surveillance, and Cybersecurity Laws" e "Democracy Going Dark: The Electronic Police State"

OMS alerta para casos mais graves de gripe suína no mundo

GENEBRA- A diretora-geral da Organização Mundial de Saúde (OMS), Margareth Chan, disse nesta sexta-feira, 22, que o mundo deve se preparar para uma onda de infecções mais graves e mortes provocadas pela gripe suína. Mais cedo, o balanço diário da organização confirmou 11.168 casos da doença e 86 mortes.

Segundo Chan, em locais onde o vírus A H1N1 está em circulação, a gravidade das infecções deve aumentar. "Este é um vírus sutil e sorrateiro", disse Chan. "Nós temos indícios, muitos indícios, mas poucas conclusões sólidas."

A diretora da OMS ressaltou ainda que há uma pequena diferença entre o alerta para risco de epidemia 5 e o 6, que indica uma pandemia, mas que a mudança ainda não foi discutida com especialistas." A decisão de declarar uma pandemia de gripe é uma responsabilidade e um dever que eu tenho levado muito, muito a sério", afirmou"Vou me consultar com o comitê de emergência sobre isso", disse.

Os procedimentos da OMS definem uma pandemia baseados somente pela amostra de expansão, e não pelos sintomas que o vírus pode causar. Seguindo estas regras, Chan poderia precisar aumentar o nível de alerta para a fase 6 assim que o vírus H1N1 mostrar sua expansão de forma sustentável em somente um país fora da América do Norte.

Fonte - Estadão

quinta-feira, 21 de maio de 2009

Alimentando as ovelhas ou divertindo os bodes?

Existe um mal entre os que professam pertencer aos arraiais de Cristo, um mal tão grosseiro em sua imprudência, que a maioria dos que possuem pouca visão espiritual dificilmente deixará de perceber. Durante as últimas décadas, esse mal tem se desenvolvido em proporções anormais. Tem agido como o fermento, até que toda a massa fique levedada. O diabo raramente criou algo mais perspicaz do que sugerir à igreja que sua missão consiste em prover entretenimento para as pessoas, tendo em vista ganhá-las para Cristo. A igreja abandonou a pregação ousada, como a dos puritanos; em seguida, ela gradualmente amenizou seu testemunho; depois, passou a aceitar e justificar as frivolidades que estavam em voga no mundo, e no passo seguinte, começou a tolerá-las em suas fronteiras; agora, a igreja as adotou sob o pretexto de ganhar as multidões.

Minha primeira contenção é esta: as Escrituras não afirmam, em nenhuma de suas passagens, que prover entretenimento para as pessoas é uma função da igreja. Se esta é uma obra cristã, por que o Senhor Jesus não falou sobre ela? “Ide por todo o mundo e pregai o evangelho a toda criatura” (Mc 16.15) — isso é bastante claro. Se Ele tivesse acrescentado: “E oferecei entretenimento para aqueles que não gostam do evangelho”, assim teria acontecido. No entanto, tais palavras não se encontram na Bíblia. Sequer ocorreram à mente do Senhor Jesus. E mais: “Ele mesmo concedeu uns para apóstolos, outros para profetas, outros para evangelistas e outros para pastores e mestres” (Ef 4.11). Onde aparecem nesse versículo os que providenciariam entretenimento? O Espírito Santo silenciou a respeito deles. Os profetas foram perseguidos porque divertiam as pessoas ou porque recusavam-se a fazê-lo? Os concertos de música não têm um rol de mártires.

Novamente, prover entretenimento está em direto antagonismo ao ensino e à vida de Cristo e de seus apóstolos. Qual era a atitude da igreja em relação ao mundo? “Vós sois o sal”, não o “docinho”, algo que o mundo desprezará. Pungente e curta foi a afirmação de nosso Senhor: “Deixa aos mortos o sepultar os seus próprios mortos” (Lc 9.60). Ele estava falando com terrível seriedade!

Se Cristo houvesse introduzido mais elementos brilhantes e agradáveis em seu ministério, teria sido mais popular em seus resultados, porque seus ensinos eram perscrutadores. Não O vejo dizendo: “Pedro, vá atrás do povo e diga-lhe que teremos um culto diferente amanhã, algo atraente e breve, com pouca pregação. Teremos uma noite agradável para as pessoas. Diga-lhes que com certeza realizaremos esse tipo de culto. Vá logo, Pedro, temos de ganhar as pessoas de alguma maneira!” Jesus teve compaixão dos pecadores, lamentou e chorou por eles, mas nunca procurou diverti-los. Em vão, pesquisaremos as cartas do Novo Testamento a fim de encontrar qualquer indício de um evangelho de entretenimento. A mensagem das cartas é: “Retirai-vos, separai-vos e purificai-vos!” Qualquer coisa que tinha a aparência de brincadeira evidentemente foi deixado fora das cartas. Os apóstolos tinham confiança irrestrita no evangelho e não utilizavam outros instrumentos. Depois que Pedro e João foram encarcerados por pregarem o evangelho, a igreja se reuniu para orar, mas não suplicaram: “Senhor, concede aos teus servos que, por meio do prudente e discriminado uso da recreação legítima, mostremos a essas pessoas quão felizes nós somos”. Eles não pararam de pregar a Cristo, por isso não tinham tempo para arranjar entretenimento para seus ouvintes. Espalhados por causa da perseguição, foram a muitos lugares pregando o evangelho. Eles “transtornaram o mundo”. Essa é a única diferença! Senhor, limpe a igreja de todo o lixo e baboseira que o diabo impôs sobre ela e traga-nos de volta aos métodos dos apóstolos.

Por último, a missão de prover entretenimento falha em conseguir os resultados desejados. Causa danos entre os novos convertidos. Permitam que falem os negligentes e zombadores, que foram alcançados por um evangelho parcial; que falem os cansados e oprimidos que buscaram paz através de um concerto musical. Levante-se e fale o alcoólatra para quem o entretenimento na forma de drama foi um elo no processo de sua conversão! A resposta é óbvia: a missão de prover entretenimento não produz convertidos verdadeiros. A necessidade atual para o ministro do evangelho é uma instrução bíblica fiel, bem como ardente espiritualidade; uma resulta da outra, assim como o fruto procede da raiz. A necessidade de nossa época é a doutrina bíblica, entendida e experimentada de tal modo, que produz devoção verdadeira no íntimo dos convertidos.

C.H. Spurgeon

“O fato é que muitos gostariam de unir igreja e palco, baralho e oração, danças e ordenanças. Se nos encontramos incapazes de frear essa enxurrada, podemos, ao menos, prevenir os homens quanto à sua existência e suplicar que fujam dela. Quando a antiga fé desaparece e o entusiasmo pelo evangelho é extinto, não é surpresa que as pessoas busquem outras coisas que lhes tragam satisfação. Na falta de pão, se alimentam com cinzas; rejeitando o caminho do Senhor, seguem avidamente pelo caminho da tolice".

Guarda do sábado será preservada no ENEM 2009


Brasília, DF... [ASN] Na manhã desta quarta-feira, 20 de maio, o líder de Comunicação e Liberdade Religiosa da Igreja Adventista para a América do Sul, pastor Edson Rosa, e o advogado da Igreja para a mesma região, doutor Luigi Braga, estiveram em reunião com o presidente do Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira – INEP, doutor Reynaldo Fernandes.

Este é o órgão responsável pela aplicação do ENEM (Exame Nacional do Ensino Médio). O motivo do encontro foi encontrar uma alternativa para os adventistas que irão participar do ENEM, nos dias 03 e 04 de outubro deste ano, já que a data envolve um sábado. Também participaram do encontro o chefe de gabinete João Marcos Martins, e o deputado Charles Lucena.

O presidente do INEP, informou que já estava no planejamento ter salas disponíveis para os guardadores do sábado. Durante a audiência foi feita uma solicitação no sentido de que na normativa para aplicação do ENEM conste a existência desta sala especial onde os guardadores do sábado possam ficar reservados até o horário do por do sol do dia 03 de outubro, quando então, farão a prova. Essa solicitação foi prontamente aceita pelo presidente Dr. Reynaldo Fernandes.

Para o pastor Edson Rosa, “trata-se de uma conquista junto ao Ministério da Educação que permite a liberdade de consciência. Nossos alunos terão o direito de guarda do sábado preservado e poderão participar tranquilamente desta seleção”. O pastor ainda acrescenta que “assim que tivermos a normativa em mãos vamos divulgá-la”.

Já está agendada uma segunda audiência com o doutor Reynaldo Fernandes, quando, em entrevista, ele dará maiores esclarecimentos sobre o a importância do ENEM e o direito de consciência que deve ser preservado.

O ENEM é um exame individual, de caráter voluntário que, a partir deste ano, deixará de ser apenas um instrumento para avaliação, e passará a ser adotado como válido para ingresso na universidade. [Equipe ASN – Márcia Ebinger e Edson Rosa]

Fonte - Portal Adventista

Despertai!


Programação dirigida pelo Pr. Hugo Gambetta no Centro Evangelístico de Glendale/CA, sobre uma série de temas proféticos, até o dia 26 de Maio. Outros detalhes podem ser verificados diretamente no sitio de seu ministério, "El Evangelio Eterno".

As outras duas partes podem ser vistas aqui e aqui.

"Quando há algo na Bíblia [ou no Espírito de Profecia]* que as igrejas não gostam, eles o chamam de ‘legalismo’ [ou invocam o "equilíbrio"]*." (Leonard Ravenhill)
*Acréscimos de nossa lavra

FAQ

quarta-feira, 20 de maio de 2009

Língua tenra

(por Marcio)

"... a língua branda quebra até ossos." (Prov. 25:15)

Você sabia que a língua é o único orgão que ao utilizarmos voluntariamente jamais se cansa? Talvez seja por isso, que este músculo extremamente importante na formação da fala muitas vezes é recrutado de maneira displicente e inconsequente. Da mesma forma que palavras bem proferidas, podem nos levar às veredas da vida, sucesso e alegria, palavras mal escolhidas também podem impactar-nos com calamidade, tristeza ou até a morte. O bem e o mal podem vir através dela. A mesma língua usada para dizer "eu te amo", também pode dizer "eu te odeio". A mesma língua que elogia, também tem poder para manchar a vida de alguém e levá-la a pobreza ou morte. A mesma língua que agradece pela vida, também possui ousadia para blasfemar contra o Pai. No livro de provérbios (18:21) está escrito: "A língua tem poder sobre a vida e sobre a morte; os que gostam de usá-la comerão do seu fruto".

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Jornal diz que Obama e Bento XVI têm posição comum sobre Estado palestino

Segundo o L'Osservatore Romano, as afirmações feitas ontem pelo presidente dos EUA, que recebeu o premier israelense em Washington, estão alinhadas aos pronunciamentos feitos pelo Papa durante visita à Terra Santa

O jornal L'Osservatore Romano, do Vaticano, afirmou nesta terça-feira que o papa Bento XVI e o presidente norte-americano, Barack Obama, têm uma posição parecida sobre a criação de um Estado palestino.

Nessa segunda, ao receber em Washington o premier israelense, Binyamin Netanyahu, Obama reiterou a necessidade de atuar pela formação de um Estado para os palestinos.

"O presidente norte-americano confirmou seu apoio à visão dos dois Estados, o israelense e o palestino, que devem viver pacificamente um ao lado do outro, em plena sintonia", diz a publicação em um editorial intitulado "Dois Estados, uma só paz".

O jornal lembra também que, em resposta, Netanyahu sustentou apenas que garantiria ao povo palestino o direito de se autogovernar, sem fazer qualquer menção à constituição de um Estado autônomo.

A relação entre os discursos de Obama e Bento XVI foi feita pelo L'Osservatore Romano porque, na semana passada, durante sua visita à Terra Santa, o Papa defendeu em mais de uma oportunidade a formação de um Estado palestino.

Fonte - UAI

Nota DDP: Sugiro a leitura, no contexto, de "Obama baixa o tom"

Vaticano e Jordânia unidos na promoção das religiões

O Vaticano e a Jordânia promoveram esta semana, em Amã, um colóquio a respeito do tema “Religião e sociedade civil”, a primeira iniciativa promovida pelo Conselho Pontifício para o Diálogo Inter-religioso (CPDIR) e o Instituto Real para os estudos interconfessionais.

Os participantes sublinharam a importância de educar as novas gerações nos valores do “respeito mútuo e da cultura do diálogo”, rejeitando a violência e promovendo uma coexistência pacífica “na base da cidadania plena”.

Em comunicado oficial, a Santa Sé destaca que ambas as delegações concordam que “as religiões têm um papel específico a desempenhar na sociedade civil, oferecendo motivações para o contributo dos cidadãos em favor do bem comum, baseadas na fé em Deus e que transcendam expedientes políticos e a busca do poder”.

Abrangendo aspectos sobre as sociedades e culturas islâmicas e católicas, o encontro quis aprofundar tópicos como história e pensamento filosófico-jurídico, sociedades modernas e tradições religiosas. Estudiosos e especialistas de vários países participaram no evento, realizado na “Royal Scientific Society” (al-Jam'iyya al-'Ilmiyya al-Malakiyya).

A delegação da Santa Sé foi liderada pelo cardeal Jean-Louis Tauran, tendo incluído arcebispos de Igrejas do Médio Oriente, o Núncio Apostólico no Iraque e Jordânia, D. Francis Chullikatt, e diversos professores.

Os participantes sublinharam a relevância da democracia e o papel do direito num Estado que respeite a diversidade “étnica, cultural e religiosa”, promovendo a igualdade entre os cidadãos, na base do respeito pela dignidade humana.

As religiões, acrescenta o comunicado, podem desempenhar um papel relevante “no fortalecimento da coesão e da participação sociais, dando assim o seu contributo específico para a construção de um Estado próspero e estável”.

O próximo colóquio terá lugar em Roma, daqui a dois anos, precedido por um encontro preparatório para a escolha do tema.

Fonte - Ecclesia

Degelo afetaria rotação da Terra

JC e-mail 3764, de 19 de Maio de 2009.

Elevação do nível do mar seria 25% maior na América do Norte

O derretimento de uma das maiores áreas congeladas da Terra pode alterar o campo gravitacional do planeta, bem como a sua rotação no espaço, de tal maneira que causaria uma elevação do nível dos mares em algumas áreas costeiras bem mais acelerada do que a média global. O alerta foi feito ontem por cientistas.

A elevação do nível dos mares seria maior nas costas oeste e leste da América do Norte, onde um aumento 25% superior à média global causaria enchentes catastróficas em cidades como Nova York e Washington D.C.

Um estudo sobre como a cobertura de gelo da parte ocidental da Antártica reagiria diante do aquecimento global revelou que a sua desintegração alteraria o foco do campo gravitacional do planeta. Com isso, o nível do mar se elevaria desproporcionalmente mais nas áreas costeiras da América do Norte do que em outras partes.

Se a cobertura de gelo dessa parte do continente desaparecer, a perda de uma quantidade tão grande de massa no Hemisfério Sul faria a força da gravidade mais forte no Hemisfério Norte, afetando a rotação da Terra e fazendo com que o nível do mar suba mais no norte do que no sul, onde se encontra atualmente a massa de gelo.

Entretanto, os cientistas também estimaram que a elevação média do nível das águas por conta do derretimento de áreas de gelo não será tão alta quanto se imaginava. Isso porque partes do gelo são mais estáveis do que se pensava e, por isso, não escorreriam em direção ao mar mesmo num mundo mais quente criado pelas emissões de gasesestufa produzidas pelo homem.

A cobertura de gelo da parte ocidental da Antártica — uma das três grandes áreas contínuas congeladas — é também conhecida como “gigante adormecido” porque, se acredita, seria fundamentalmente instável, apoiada em rochas que estão abaixo do nível do mar. Isso a tornaria ainda mais vulnerável ao derretimento e à rápida desintegração, segundo Jonathan Bamber, da Universidade de Bristol.

— Diferentemente de outras importantes áreas de gelo, como a cobertura da parte oriental da Antártica e a Groenlândia, esta é a única a apresentar uma configuração tão instável — explicou Bamber. — Por isso, há um grande número de pesquisas estudando a probabilidade do colapso dessa área e as implicações que um evento tão catastrófico teria no planeta. Mas todos esses estudos estimaram um aumento médio de 5 a 6 metros no mar por conta do colapso. Pelos nossos cálculos, o aumento é menor.

A elevação seria de 3, 3 metros em média. Mas a alteração na rotação terrestre criaria situações ainda mais catastróficas. Pelo menos no Hemisfério Norte. (Steve Connor, do Independent)
(O Globo, 19/5)

Fonte - Jornal da Ciência

Nota DDP: Interessante neste aspecto ler-se também "Físico afirma que aquecimento global afeta rotação da Terra".

A temperatura do ECOmenismo

NOVA YORK - A temperatura da Terra deve subir mais rapidamente do que previsto anteriormente segundo projeções feitas por pesquisadores do Massachusetts Institute of Technology (MIT). O estudo, baseado em simulações de computador sobre atividade econômica e processos climáticos, prevê um aquecimento médio da superfície de 5,2 graus Celsius até 2100, comparado com uma elevação de 2,4 graus que os pesquisadores projetavam em 2003. Os resultados não levam em conta as mudanças nas políticas governamentais sobre clima, tais como as que estão sendo debatidas no Congresso norte-americano.

Sem qualquer ação, "há significativamente mais risco do que estimávamos previamente", disse em comunicado Ronald Prinn, autor do estudo. Os resultados das projeções são divulgados no momento em que os legisladores dos Estados Unidos trabalham para chegar a um acordo para regular as emissões de gases do efeito estufa relacionados às mudanças climáticas. O Comitê de Energia e Comércio da Câmara estuda uma lei para cortar as emissões de gases do efeito estufa em 17% até 2020, tendo como base os níveis de 2005, e em 83% até meados do século.

O estudo, que será publicado neste mês no American Meteorological Society's Journal of Climate, "aumenta a urgência para uma significativa ação política", disse Prinn. O levantamento foi financiado pelo Departamento de Energia dos Estados Unidos e patrocinado por um programa conjunto que inclui agências do governo, companhias de gás e petróleo, empresas públicas e grandes bancos. As informações são da Dow Jones.

Fonte - Estadão


Nota DDP: "Coincidentemente", os novos relatórios, foram apresentados em um momento de efervescência na tomada de medidas por parte do governo americano ("Clima e política energética entram de vez na pauta do Congresso"), trazendo resultados mais que dobrados em relação ao anterior, que já pressupunha enormes problemas para a humanidade e, ainda o faz sob a ameaça de que "aumenta a urgência para uma significativa ação política".

Não bastassem estes elementos, temos ainda a considerar que "EUA e China discutem secretamente mudança climática", mais uma vez "coincidentemente" a mesma China que faz parte dos interesses prementes do Vaticano ("Papa destaca “harmonia possível” entre cultura chinesa e cristianismo"). Tudo isso sob a possibilidade de que nenhuma destas medidas previamente estudadas ajudem diretamente os dois países em tempos de turbulência econômica, como observado em "Medidas para combater aquecimento global podem custar caro aos EUA".

De se observar ainda que o mundo continua a se dobrar aos encantos de roma e de sua necessidade em termos de liderança ("'O Papa está certo', diz autoridade mundial no combate à AIDS"), como também considerado em outro artigo postado neste espaço ("Obama baixa o tom").

E a nova encíclica social deve ser apresentada em junho ("Nova encíclica do Papa Bento XVI seria dada a conhecer no fim de junho"), onde certamente constarão soluções sobre todas estas questões ligadas ao descompasso ecológico: dentre elas, o domingo.

Enfim, diante de todos estes elementos, temos como plenamente possível o reconhecimento das palavras proferidas por Marcus V. Brito de Macedo, na tese doutoral que defendeu na Universidade de Navarra (Espanha):

"(...) a diplomacia pontifícia se caracteriza por sua missão pastoral e religiosa, “em que aspira a ser escutada por todos e influir em particular sobre as consciências”. Assim, sublinhou “a autoridade moral da Santa Sé com o status de observador permanente. Isto não significa que não possa ser membro efetivo da ONU, mas que prefere tal posição para não se confrontar com as demais nações e ser a voz da consciência aos diversos governos”." (Zenit)

Fim dos jornais? Desconfie... do governo invisível

Trago algumas idéias de dois artigos que em junção nos levam a considerar algumas possibilidades sobre a forma como a mídia conduz o fluxo de informações e, principalmente, como isso pode ser utilizado no contexto dos interesses de uma chamada "Nova Ordem Mundial".

*.*.*

1) - Fim dos jornais? Desconfie
...
Com a crise financeira solapando empresas dos mais variados segmentos, a imprensa ― que já vivia uma crise própria ― vê estarrecida os jornais americanos serem jogados no triturador, dia após dia.
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De longe, eu olho para tudo isso com a maior das desconfianças. E tenho cá minhas razões para o ceticismo:
...
3) É muita ingenuidade acreditar que, mesmo que os jornais acabem, os grandes grupos de mídia também vão acabar. Isso mostra o quanto essa discussão ainda é turva e como confundem o fim dos jornais com o fim do jornalismo.
...
4) E finalmente, porque sem uma imprensa forte e vigilante, a democracia fica enfraquecida. Sobre essa questão, meu amigo Ram Rajagopal tem algo a acrescentar: "Democracia não se faz de palpites ou de intenções de pequenos indivíduos isolados, mas da força de instituições que a preservam. E uma destas instituições, que inclusive aparece na Constituição americana e na francesa, é a imprensa. Já cometemos um erro quando deixamos a imprensa receber grana do governo para sobreviver. Cometeremos mais um quando, incapazes de entender os fundamentos de uma democracia, acharmos que a função de um jornal é entreter o copo de café morno de manhã... Inclusive, a pequenez da ideia de que não devemos pagar, voluntariamente, por um serviço que preserva a democracia, é um tiro no próprio pé. O mundo pode conviver com blogs E jornais E livros E Kindle etc... Quanto mais informação, quanto mais observação, mais garantias temos da nossa liberdade".
....
*.*.*

2) - O governo invisível
...
Quando comecei a trabalhar no jornalismo, todos ali sabíamos que o produto do nosso trabalho eram superficialidades para consumo popular.
...
Sei que esse processo, nos EUA, está longe de ter alcançado a compacta densidade das trevas brasileiras. No entanto, a velocidade que ele ganhou na última eleição justifica o temor de que, em breve, as classes falantes americanas também estarão tateando no escuro, sem exigir claridade por já não imaginarem que raio de coisa é isso.
...
Em artigos vindouros, darei mais exemplos de medidas drásticas, de conseqüências incalculáveis, que estão sendo adotadas pelo governo Obama com velocidade alucinante, todas elas obviamente prejudiciais à nação americana, e noticiadas de tal modo que nenhuma discussão suscitem, isto quando não passam totalmente despercebidas, soterradas sob páginas e páginas de futilidades sobre os vestidos da sra. Obama, o cãozinho da família ou o tempero do sanduíche comido pelo presidente numa loja de fast-food, coisas que antigamente ficavam para os tablóides de fofocas vendidos nos supermercados, e que agora são matéria de amorosa atenção pelo Washington Post e pelo New York Times.

A América, sem sombra de dúvida, brasilianiza-se.

*.*.*

Destes destaques gostaria de comentar algumas coisas. Longe de entrar no mérito do conflito entre jornais e blogs, ou dos críticos do novo presidente americano, podemos identificar algumas coisas:

A primeira no sentido de que a queda da imprensa pensante obviamente não é por acaso. Não que em algum momento da história tenhamos subsídio para afirmar que os meios de comunicação não fossem de alguma forma subservientes aos interesses das classes dominantes, no entanto, o enfraquecimento generalizado deste segmento acaba por solapar as poucas vozes ainda dissonantes, o que realmente é um perigo para a manutenção de uma sociedade "livre".

Em segundo lugar, a conclusão não menos óbvia de que a imprensa em geral preocupada apenas com os números não tem nenhum pudor em veicular apenas amenidades e, por este lado inclusive produzir conteúdo alinhado com quem lhe paga, até mesmo o governo.

Por fim, de se observar como o império americano tem se desviado de seus princípios e, especialmente, como se encontra em processo acelerado de uma mudança absolutamente histórica em seus fundamentos.

Estes três elementos, outros poderiam ser agregados, nos chamam a atenção para a rápida diminuição da liberdade, o crescente sentimento de não se entender exatamente o que está a acontecer (vide o caso da gripe "A") e a manipulação cada vez mais explícita da informação (quem controla a informação controla o mundo), tudo isso em um quadro onde vários componentes específicos da profecia estão cada vez mais alinhados.

O gradual 'apagamento' da figura de Deus nos EUA

O Pentágono (Departamento de Defesa americano) informou na passada segunda-feira que irá deixar de incluir citações bíblicas na primeira página dos briefings diários de informações confidenciais enviados à Casa Branca, uma prática habitual durante a anterior Administração Bush.

O porta-voz do Pentágono, Bryan Whitman, referiu não saber desde quando o referido relatório diário cita as passagens da Bíblia Sagrada.

O General Glen Shaffer, reponsável pela introdução dos textos e reformado desde agosto de 2003, referiu ter sido apoiado nesta inciativa pelo presidente Bush e pelo secretário de estado Donald Rumsfeld (que já veio a público negar este dado).

Pelo menos desde o início da invasão do Iraque, os relatórios diários preparados para o presidente americano incluíram versículos dos Salmos, da carta de Paulo aos Efésios e das epístolas de Pedro. Durante a anterior administração, os textos focavam quase sempre a guerra no Iraque.

Aparentemente, esta iniciativa teve o objetivo de apoiar o presidente Bush numa altura em que as mortes de militares americanos aumentavam cada vez mais no Iraque, segundo noticiou a revista GQ. No entanto, um analista muçulmano que trabalha no Pentágono, sentiu-se ofendido com as alusões, que preocuparam também outros funcionários que consideraram as passagens bíblicas inapropriadas.

No dia 20 de abril de 2003, o relatório citava Salmos 33:18, que refere 'eis que os olhos do Senhor estão sobre os que os temem, sobre os que esperam na sua misericórdia', ao lado de imagens do derrube da estátua de Saddam Hussein em Bagdad.

Duas semanas antes, por cima de uma imagem de um tanque americano no deserto, estava o texto de Efésios 6:13 'portanto, tomai toda a armadura de Deus, para que possais resistir no dia mau, e havendo feito tudo, ficar firmes'.

Noutra imagem, sob fundo de um discurso de Saddam Hussein, lia-se: 'porque assim é a vontade de Deus que, fazendo bem, tapeis a boca à ignorância dos homens loucos' (I Pedro 2:15).

O Reverendo Barry W. Lynn, diretor-executivo da 'Americans United for Separation of Church and State' (Americanos Unidos pela Separação de Igreja e Estado), disse a propósito que os soldados americanos 'não são crusados cristãos e não devem ser descritos como tal'.

Lynn continuou: 'representar a guerra no Iraque como um tipo de guerra santa é completamente revoltante. É contrário à separação constitucional de religião e governo e altamente prejudicial para a reputação americana no mundo'.

Veja algumas das imagens em causa aqui, clicando depois em 'CLICK FOR SLIDESHOW >'.

Parece que a herança protestante da América está a ser gravemente ameaçada desde que Barack Obama tomou posse (veja a propósito o anterior artigo 'Dia Nacional de Oração').

Quase sem nos apercebermos, pequenos sinais vão sendo dados de que a grande nação americana, a única no mundo que na sua constituição faz referência a Deus, está a perder o seu sentido religioso.

Não estou a defender a inclusão dos textos bíblicos nos documentos do Pentágono; até julgo que estarão quase todos tremendamente fora de contexto. Mas penso que se discerne aqui um toque claro de descolagem dos princípios protestantes que estiveram na base da fundação dos Estados Unidos.

E, veja-se, isso surge precisamente por uma nobre razão, desde sempre ali defendida: o princípio da liberdade religiosa. Aquilo que começa a ser novo, é o gradual 'apagamento' da figura de Deus, sobre esse mesmo pretexto do respeito pelas crenças de todos, mesmo os que não têm crença alguma (veja o artigo 'Religião dos sem religião').

Sobre o renunciar ao protestantismo, Ellen White escreveu em 1893 (negritos meus para destaque): 'o povo dos Estados Unidos tem sido um povo favorecido, mas quando eles restringirem a liberdade religiosa, renunciarem ao protestantismo e apoiarem o papado, a medida de sua culpa estará cheia, e nos livros do céu estará escrito: apostasia nacional' (Eventos Finais, pág. 117).

Fonte - O Tempo Final

Obama baixa o tom

Assim que Barack Obama assumiu, nos primeiros dias, tomou decisões talvez um pouco impensadas quanto as conseqüências. Por exemplo, ele aprovou as pesquisas com células tronco e não ouviu uma palavra sequer do que tem a dizer a Igreja Católica a respeito. Assim também falava abertamente a favor do casamento entre pessoas do mesmo sexo e sobre o aborto.

Mas isso parece estar mudando. Até o “Jornal do Vaticano, “L’Osservatore Romano”, considerou que o presidente dos EUA, Barack Obama, teve um tom mais conciliador em relação ao tema do aborto, na sua intervenção de Domingo na Universidade católica de Norte Dame, no Indiana.” Falou em busca do consenso como o caminho para a delicada matéria sobre o aborto. Ele deixou de lado o “tom estridente” da campanha eleitoral. Em linguagem diplomática, conciliadora, Obama disse “vamos trabalhar em conjunto para reduzir o número de mulheres que procuram abortos, reduzindo a gravidez não desejada, tornando as adopções mais disponíveis e oferecendo cuidados e apoio às mulheres que efectivamente querem levar a sua gravidez até ao fim”.

Obama está descobrindo que, para a Globalização ter futuro, precisa da Igreja Católica. Só assim o projeto global dos grandes mercadores (vide Apoc. 18) poderá, teoricamente, dar certo. Como o mundo está indo de mal a pior, alguém, que é a Igreja Católica, precisa fazer alguma coisa relevante para reeducar os cidadãos do mundo, afim de que cooperem, e deixem de roubar, de se corromper, de estragar a natureza, de matar, de serem violentos, e tudo o mais que está gradativamente inviabilizando o planeta. Para isto a Igreja Católica propõe o domingo como “Dia do Senhor e dia da família”, em que todos se reúnam na igreja, para a missa, e ali serem transformados em cidadãos de bem. (Zenit)

Fonte - Cristo Voltará

terça-feira, 19 de maio de 2009

Palestras sobre Música em Vídeo

A seguir são disponibilizadas algumas palestras em vídeo, no assunto-foco "Música Sacra e Adoração". Convidamos todos a assistirem e compartilhar este material. As palestras são disponibilizadas diretamente a partir do "Google Vídeo".

A Linguagem da Música - Dr. Frank Garlock
Estas palestras estão em Espanhol, mas falado de forma clara, não muito rápida, o que permite uma boa compreensão por parte do público em geral.

01) - El Dios de la Música
02) - El Mensaje de la Música
03) - El Sonido de la Música
04) - El Evangelio de la Música
05) - Los Efectos de la música
06) - El Concepto de la Música


Música na Balança - Pr. Tim Barrett
Palestras em Português

01) - Introdução
02) - Por Que Estudar Música na Igreja?


Outros materiais serão oportunamente disponibilizados.

Fonte - Música e Adoração

Sobre o Incontestável

Que a raiz cúbica de 27 é 3 o homem já sabe faz tempo. Hoje em dia isso já está mais do que provado, e não existem mais especulações acadêmicas que tentem provar que a assertiva é falsa, ou inconsistente. Quando um ponto se torna indiscutível e se verifica que ele é válido e infalível, os debates não visam mais ponderações sobre ele, uma vez que o caso está solucionado.. Em vez disso, concentram-se em facetas outras que são, ao meu ver, de duas naturezas distintas, cujas propriedades discutiremos a seguir. (É relevante destacar aqui que os parágrafos seguintes são de teor altamente cartesiano. Para aqueles que manifestam reações alérgicas a tal forma de abordagem, sugiro que pulem para as porções conclusórias.)

A primeira delas é a pesquisa em prol do desenvolvimento de novas idéias. Se assim for, um indivíduo engajado em tal empreitada, deve trabalhar para que através de seus esforços, possa acrescentar algo novo ou contestar algo antigo, o que já é um acréscimo em si. A segunda, e não menos importante, é a filosofia sobre o próprio ponto incontestável. Essa é a mais fiel serva da pesquisa e sem ela seria impossível problematizar questões emergentes (note-se, de emersão).

Tomando por base o pensamento acima, suponha-se uma instituição religiosa com doutrinas bem definidas e expressas, às quais seus adeptos têm pleno acesso. Essas doutrinas e dogmas são o resultado de um trabalho sério de uma divisão maior da instituição, sendo discutidas em reuniões específicas, que são organizadas quando há algum ponto de toque em determinado assunto ou um tema polêmico que poderia causar divergência. Isso acontece quando se pesquisa e se filosofa, o que acaba dotando um dogma de força, no caso de se conseguir reunir embasamento suficiente para o mesmo. Por fim, todas as resoluções são reunidas e expressas para que os membros da instituição, uma vez informados do que a faz parte de sua ideologia, possam fazer suas escolhas quanto a elas. Essa escolha deve ser feita da forma mais criteriosa possível por parte do indivíduo enquanto ser vinculado à instituição.

Pode-se concluir até aqui que: para determinado ponto doutrinário estabelecido pela instituição através de ponderação específica existe a possibilidade de pesquisa relacionada ao mesmo e reflexão filosófica. Ora, se a instituição religiosa Igreja Adventista do Sétimo Dia provê uma ideologia bem definida no tocante ao tema "Música Sacra", cujos caracteres supõe-se serem aceitos por seus membros, para essa situação existem duas possibilidades, a saber, pesquisa e filosofia. Se o tema incontestável e amplamente aceito é o conceito de que a música Sacra é uma música separada para o Criador do Universo, devemos filosofar sobre ele, sobre como realmente Deus gostaria de que estivéssemos nos envolvendo com essa música. Podemos também pesquisar para que haja crescimento e essa doutrina se fortaleça e esteja munida de argumentos, o que só irá acontecer caso ela seja de fato consistente e correta. Deus dá conhecimento suficiente a seu povo, e somos nós os culpados se não há correta administração dele (Oséias 4:6).

Ultimamente tenho visto várias discussões sobre como deveria ser a música na igreja, sendo que a própria já tem resoluções cujo conteúdo nos provê informação suficiente. Pessoas têm criticando este ou aquele palestrante, muitas vezes se perdendo em seus próprios argumentos e acabando por apenas mostrar seus conhecimentos sobre o tema, enquanto seus esforços deveriam ser direcionados para a pesquisa diligente e filosofia (de preferência visando edificação, se vêm da parte dos próprios membros). No lugar de criticarmos a outros que estão fazendo o trabalho de Deus, devemos nos concentrar em pesquisar e filosofar sobre o que significa a música separada para Ele, e como podemos oferecê-la.

Que a música de Deus deve ser separada, isso já sabemos; tanto quanto que a raiz cúbica de 27 é 3. Resta-nos ponderar sobre o caráter dessa música.

Eduardo Solá (Basse-Fondamentale)

Fonte - Música e Adoração

Não Fanático, Mas Radical!

Depois de um ser humano ser convertido à fé cristã, ele é compelido a fazer uma mudança significativa em todos os aspectos de sua vida. Cristo se torna seu modelo para todas as áreas existentes. Se, então, passarmos a analisar esse modelo a que uma pessoa se filia quando adere a tal crença, entendemos que a proximidade com ele traz mais perfeição doutrinária e gera vontade de se parecer mais e mais com ele. Ou, pelo menos, deveria gerar. A vida com Cristo faz-nos sentir quão errantes somos e quantas coisas temos para mudar a cada dia.

Se o parágrafo último é verdadeiro, devemos concordar que ser igual a Cristo significa 100% de semelhança. E, se Ele é o modelo de perfeição absoluta, dever ser 100% perfeito, o que é fato. Qualquer outra porcentagem, como 99% ou 85%, não significa ser igual a Ele. O mundo é exatamente o oposto de Cristo (0%). Especialmente o mundo dos nossos dias. Este é cético, egoísta, promíscuo, hipócrita e falso. Se Cristo foi tão diferente do usual (normal, comum) e tão especial enquanto esteve na terra, quão mais distinto seria se tivesse vindo hoje. Do que as pessoas o chamariam? Radical!

Uma pessoa é radical quando adere completamente a uma crença. Quando não há nada que possa impedi-la de realizar algo em prol dela. Jesus era completamente comprometido com a vontade do Pai, não importava o que acontecesse (até mesmo ao ponto de morrer). E qualquer um que pretende tal comprometimento a qualquer tempo irá igualmente ser taxado de radical. De acordo com o dicionário essa palavra também significa "drástico" e "extremo".

Muitos de nós entendem mal o conceito de radicalismo e tendem a compará-lo a fanatismo. Muitas vezes o termo aparece associado a grupos culturais que agem de forma bárbara para com o semelhante, sendo desnecessário nomeá-los, enquanto o termo que se encaixa melhor seria fanatismo. Este último sim, significa zelo excessivo por alguma crença. Note-se que excesso denota uma administração abusiva e prejudicial que, no lugar de comunicar piedade, leva uma pessoa à destruição do próprio eu e daqueles ao seu redor, quer fisicamente ou mentalmente (sem mencionar espiritualmente, o que já está implícito).

Jesus não era fanático. E Ele não deseja que o sejamos. Tudo o que Ele pede é que sejamos inteiramente comprometidos com Deus, como Ele próprio sempre foi, tanto no Céu como enquanto viveu em nosso meio. Quanto mais próximos estivermos de Sua perfeição de caráter, tanto mais perfeitos seremos. Uma vez que visemos o caráter 100% perfeito de nosso Redentor, não haverá possibilidade de mirar um padrão mais baixo. E todos os aspectos de nossas vidas deverão se transformar de acordo com esse modelo.

Mais uma vez insisto no nosso dito assunto principal: música. Se todas as áreas de nossa vida devem sofrer mudança, nossa forma de adorar o Criador também deve, significando aqui: de louvá-lo através da música como parte crucial da adoração. Infelizmente a música dentro da igreja tem estado em profunda conexão com aquela de fora dela, não somente em questão de estilo mas também em assuntos puramente musicais. Devemos ter em mente a depravação com que a música do mundo tem estado em contato por tantos séculos após a queda do homem, e quanto o inimigo deseja que ela seja deplorada, até mesmo à destruição daqueles que a ouvem. Isso não é segredo. A esse tipo de música que tem sido produzida no mundo falta divindade e um elevado propósito, conseqüentemente possuindo um score de 0% de perfeição em nosso ranking. Logicamente, eu entendo, quanto mais distantes desta última a música na igreja estiver, e quanto mais próxima do caráter de Cristo, mais perfeita ela se desenvolverá. Se a música para Deus tem características e comum com a música do mundo com jazz e rock, que são estilos etimologicamente pagãos e não buscam o louvor ao Criador (muito pelo contrário), ela perde força quando empregada para fins divinos.

Suponha que a música do Céu atinge 100% de perfeição, quanto a música da igreja de nossos dias atingiria?

"Aquele que diz estar nEle, também deve andar como Ele andou" I João 2:6 Veja também I João 2:28-3:9.

Eduardo Solá (Basse-Fondamentale)

Fonte - Música & Adoração

Países que atrapalharem acordo global sobre o clima correm risco de isolamento

O alerta foi feito pelo ministro do Meio Ambiente britânico, Ed Milliband. Ele acredita que o isolamento internacional seria resultado dos compromissos assumidos por Barack Obama em prol do meio ambiente.

Tais compromissos estariam aumentando significativamente as perspectivas de se chegar a um acordo global na conferência sobre o clima da ONU, que será realizada em dezembro, em Copenhague.

Em sua campanha, Barack Obama se comprometeu a criar "empregos verdes" e a buscar um acordo global de combate às alterações climáticas. O ex-presidente George Bush rejeitou o protocolo de Kyoto, argumentando que prejudicaria os interesses comerciais dos EUA.

Fonte - Opinião e Notícia

Nota DDP:
Os eventuais contornos fáticos da profecia e os instrumentos para que os mesmos seja operacionalizados parecem se estabelecer de forma cada vez mais clara.

Apocalipse 13:17
para que ninguém possa comprar ou vender, senão aquele que tem a marca, o nome da besta ou o número do seu nome.


Veja ainda "EUA e China já negociam novo tratado climático".

Gripe suína pode ter atingido 100 mil nos EUA, diz centro do governo

O vírus da gripe suína (A H1N1) chegou a 48 Estados americanos e está levando à internação de um número preocupante de jovens e atingindo mais escolas do que o comum para a gripe sazonal (comum) no fim da primavera no hemisfério norte, disseram autoridades de saúde dos Estados Unidos nesta segunda-feira. A doença pode ter atingido 100 mil pessoas no país, e os casos confirmados são apenas "a ponta do iceberg", disse em uma entrevista Anne Schuchat, especialista do CDC (Centro de Controle de Doenças), órgão responsável pela análise das doenças infecciosas nos EUA.

Fonte - Folha

Nota DDP: É interessante que se conferiu muito mais alarde quando se tratava de duas centenas de casos em apenas um país, do que agora que já se admite milhares em dezenas de países, sem se possuir ainda qualquer parâmetro sobre as possibilidades derivadas deste quadro.

Veja ainda "Organização Mundial da Saúde confirma mil casos da nova gripe em 24 horas"

História da adoração - O mau uso do livre arbítrio

Capítulo 05

Ao criar Adão e Eva, DEUS os fez à Sua semelhança. Isto quer dizer que eles eram seres com capacidade de tomar decisões racionais. Uma decisão racional é a que considera informações para decidir e leva em conta as conseqüências. Seres racionais têm ciência dos porquês para tomar certas decisões e tem ciência dos efeitos delas.

Essa é uma condição para que esses seres sejam felizes. E como já estudamos em capítulos anteriores, DEUS cria seres a Sua semelhança para serem felizes junto com Ele.

Mas por que é necessário ser livre para ser feliz? Isso é bem simples. Se você for uma mulher, imagine o seu parceiro, se for um homem, imagine a sua parceira. Então cada um tem seu cônjuge para imaginar. Pense que esse cônjuge está programado para sempre fazer o bem a você e nunca lhe magoar. Mesmo que você fosse livre, poderia haver amor com alguém assim? Essa seria uma pessoa que amaria você porque tem um programa para essa finalidade, mas não porque ela mesma decide assim.

Agora imagine duas pessoas programadas, para uma amar a outra. Elas se amam sem a menor possibilidade de terem outra escolha. Podem até se amar, mas será um amor, digamos, forçado, mecânico, imposto por um terceiro. Na verdade isso não é amor autêntico.

E eles poderão ser felizes? Absolutamente não porque não conseguem decidir amar um ao outro, embora se amem. Veja bem, não há decisão de amar, amam-se porque assim foi determinado. E, portanto, não podem ser felizes, porque a única opção que eles tem é um fazer o outro feliz.

E como é isso quando os seres são livres? Em primeiro lugar, cada um decide se vai amar ou não a outra pessoa. Então, por sua iniciativa e vontade própria, decide fazer uma quantidade de coisas para deixar a outra pessoa feliz. A outra pessoa sente que isso vem do coração, da vontade, e isso se chama correspondência. O amor de um e de outro é correspondido por livre vontade. Isso é autêntico, assim nos sentimos valorizados. O seu cônjuge te ama porque assim decide, e torna a decidir todos os dias. Entre outras opções essa pessoa sempre decide por você, e é isso que nos faz felizes: alguém que nos escolheu continua decidindo manter essa escolha. Ela continua dia-a-dia nos valorizando, e assim nos sentimos bem.

Sendo assim, DEUS não possuía outra escolha senão criar os seres a Sua semelhança livres. Isto significa que deveriam ter opções em tudo com que se defrontassem na vida. Um homem, assim como uma mulher, por exemplo, podem escolher alguém para se casar. São livres para isso. Podem depois deixar a pessoa escolhida e ir embora. São livres para isso. DEUS disse que não nos deveríamos separar, pois o comprometimento é essencial para a felicidade, pelos mesmos argumentos acima. Mas, se assim desejarem, sabem que existirão efeitos, e se separam, e ninguém o impedirá.

E a principal escolha, qual é? O ser humano, criado por DEUS, pertence a DEUS, mesmo assim, tem a liberdade de escolher, se desejar, seguir a outro senhor. Esse outro pode ser uma estátua, algum astro, outra pessoa ou até ela mesma. Saiba, no entanto que fazendo isso, morrerá, pois se desliga por vontade própria da única fonte de vida que existe. Saiba também que vai sofrer, pois se desliga da única fonte de felicidade.

Adão e Eva foram criados livres. Seus descendentes seriam também livres. Mas Adão e Eva um dia desses não souberam fazer uma escolha inteligente. Decidiram dar ouvidos a Lúcifer, que estava a procura de adeptos para o adorar. Esse ser queria ser deus, embora não tivesse as condições. Então foi que Adão e Eva se desligaram de seu Criador, e obtiveram a condição de mortais, assim como todos os seus descendentes.

Fonte - Cristo Voltará


Ignorando a Deus

(Adapatado a partir do texto de Marvin Williams)

"Pois desde a criação do mundo os atributos de Deus, seu eterno poder e sua natureza divina, têm sido vistos claramente" (Rom. 1:20)

Conta-se a história de um homem que vestia jeans, camiseta e boné de beisebol, junto a um muro, ao lado de um latão de lixo numa estação de metrô em Washington. Naquela espaço, ele tocou seu violino por quase uma hora, entoou seis peças clássicas enquanto quase mil e cem pessoas passaram por lá, sendo que todas elas o ignoraram.

O interessane, é que todas aquelas pessoas sequer faziam idéia que aquele homem simples, naquele lugar público, era um dos músicos clássicos mais talentosos do mundo - Joshua Bell.

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Veja também a seção de "Informações Bíblicas".

segunda-feira, 18 de maio de 2009

Papa conseguiu fazer a paz ressoar na Terra Santa (Vaticano)

O Pe. Federico Lombardi, director da Sala de Imprensa da Santa Sé, considera que Bento XVI cumpriu a missão que se tinha proposto na Terra Santa: fazer que a paz ressoassee nos diferentes âmbitos religiosos, sociais e políticos.

“Nesta última viagem, o Papa falou muito de paz, como tinha prometido: trinta discursos, uma só mensagem, que ele repete sem cessar, neste único tema, com inúmeras variações - paz entre israelitas e palestinos; paz entre judeus, muçulmanos e cristãos; paz na Igreja, entre as confissões e ritos; paz na sociedade e na família; paz entre Deus, o homem e as criaturas; paz nos corações, no Oriente Médio, no mundo... Paz, paz, paz”, refere o Pe. Lombardi.

“Ele falou muito, mas também escutou, pelo menos o mesmo ou muito mais”, continua, ao fazer um balanço para o «Octava Dies», semanário do Centro Televisivo Vaticano, desta visita que, de 8 a 15 de Maio, levou o Papa à Jordânia, Israel e territórios palestinos.

Segundo o Pe. Lombardi, Bento XVI “realizou uma peregrinação aos lugares, mas, antes ainda, aos corações”.

“Não só visitou os lugares mais santos do cristianismo, mas também os do judaísmo e do Islão: Yad Vashem, o Muro das Lamentações, a Cúpula da Rocha. Ele assumiu os sentimentos de todos os peregrinos das três religiões às quais pede acesso aos lugares santos”, precisa.

Para o porta-voz do Vaticano, Bento XVI é “um Papa cristão, mas um Papa para todos, acima das divisões. Um exemplo a ser seguido”.

Fonte - Ecclesia

Nota DDP: Como já demonstrado aqui, a manifestação do porta-voz do Vaticano não é isolada neste assunto. E ao se falar sobre paz e liberdade, importante é considerar-se outros aspectos, como aventado em "Hoje liberdade, amanhã...".

Outra percepção interessante sobre o mesmo quadro emerge desta análise do Le Mond:

Bento 16, um papa político no Oriente Médio


Três destinos sensíveis, quatro assuntos de peso. Durante uma semana e quase trinta discursos na Jordânia, em Israel e nos territórios palestinos ocupados, o papa Bento 16 tinha pelo menos sete boas razões para tropeçar. Não chegou nem perto. Bento 16 dominou de forma geral os aspectos geopolíticos da região, ainda que, ao longo da viagem que terminou na sexta-feira (15), ele não tenha conseguido evitar todos os obstáculos previsíveis em um contexto em que a religião tem parte com a política. Sem deixar de lado sua rigidez e seu registro de teólogo, o papa falou de política e se transformou em defensor do diálogo entre as religiões e as culturas.
...
O diálogo entre islâmicos e cristãos, que se tornou uma grande aposta do pontificado desde a controvérsia suscitada pelo discurso do papa em Regensburgo (Baviera) - no qual os muçulmanos haviam entendido uma crítica ao Islã -, esteve no cerne da etapa jordaniana e da passagem por Jerusalém. Apesar das tentativas de recuperação política por parte de dirigentes muçulmanos, foram dados passos importantes. Só a visita ao Domo da Rocha, na Esplanada das Mesquitas, em Jerusalém, constitui um sinal significativo da confiança entre uma parte das elites muçulmanas e o Vaticano.

O balanço é menos positivo para as relações entre judeus e cristãos e para a imagem do papa na sociedade israelense.
...
Na essência, o papa quis chamar a atenção mais para os "valores comuns" às três religiões do que para as diferenças.
...
Mas é na questão entre israelenses e palestinos que esse papa, normalmente tão pouco político, surpreendeu.
...
Ainda que a palavra papal não tenha o peso da de um Barack Obama, essa esperança continuará sendo uma das frases-chave de sua viagem. (...) (24 Horas News)

Saliento ainda duas percepções: A de que o Vaticano se afigura como um líder na composição dos segmentos religiosos no mundo com vistas à paz e, o estreitamento de relações com o Islão, muito embora como também já visto, a visita tenha se demonstrado importante junto aos judeus.

Não se deve perder de vista ainda esta última parte, em que se avalia o "peso" da palavra do papa em relação à do presidente americano, que também tem interesses declarados no Oriente Médio.

Eles (EUA x Roma) estarão falando a mesma "língua" dentre em breve.
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