A maior parte deste capítulo já se cumpriu (até v. 39). Restando apenas os versos 40-45. De acordo com a Nova Versão king James (NVKJ), o v. 40 diz:
"No tempo do fim o rei do sul o atacará; e o rei do norte virá contra ele como um redemoinho, com carros, cavaleiros, e muitos navios; e ele entrará em suas terras, esmagará e passará".
O tempo do fim começou em 1798. Por isso, os últimos versos de Daniel 11 devem alcançar seu cumprimento depois deste ano. Uma leitura atenta destes versos indica tratar-se de uma profecia sobre uma guerra de grande envergadura localizada no norte da África e no Oriente Médio (note a referência à "terra gloriosa" – v. 41). Uma guerra com essa descrição ainda não ocorreu, portanto, está no futuro.
A profecia aponta o início desta guerra quando o rei do sul atacar o rei do norte. Acreditamos que o rei do norte continua sendo a Igreja Romana. Porém, um esclarecimento torna-se necessário: como e por que a Igreja Romana se envolveria em uma guerra no Oriente Médio, sendo que não possui mais os exércitos das Cruzadas?
Na verdade, apenas houve uma mudança na estratégia de Roma após 1798. Com o aprisionamento do papa Pio VI pelas tropas de Napoleão, o surgimento dos EUA como país defensor da liberdade civil e religiosa, e a adesão de vários países aos ideais liberais de governos democráticos, Roma precisou mudar sua estratégia. A partir do século XIX, Roma passaria a usar uma estratégia mais camuflada, infiltrando seus agentes (jesuítas, cavaleiros de Malta, cavaleiros de Colombo, Opus Dei e outras ordens religiosas ou militares leais, sobretudo, ao Vaticano) em quase todos os países ao redor do mundo.
O objetivo desta infiltração seria assumir posições de influência nos campos da política, da economia, da educação, da justiça, da mídia e das forças armadas, manipulando e influenciando os acontecimentos e os governos a fim de destruir a liberdade civil e religiosa dos países (especialmente dos EUA), e trabalhar para restaurar o poder temporal do Papa. Um dos métodos preferidos por Roma para alcançar esse fim, é instigar guerras e revoluções nos países. Uma década antes da 1ª Guerra Mundial, um pensador e escritor francês já alertava:
"Se a guerra começar, ouçam vocês, homens que pensam que a Igreja Romana é o símbolo da ordem e da paz: Não procurem a culpa fora do Vaticano, pois ele será o provocador oculto, à semelhança da guerra de 1870". (Yves Guyot, Le Bilan Social et Politique de l’Église, p.139, 1901. Citado em A História Secreta dos Jesuítas, p. 172).
Portanto, a Igreja Romana aprendeu muito bem a arte de agir por trás dos bastidores, longe dos holofotes, no palco dos acontecimentos mundiais. Ao mesmo tempo em que parece um cordeiro, na verdade, por trás dos bastidores, age como um dragão. Caso tenha interesse em aprofundar este assunto, você poderá ler as seguintes fontes:
Edmond Paris, A História Secreta dos Jesuítas.
Bill Hughes, Los Terroristas Secretos.
Charles Chiniquy, Cincuenta Años en la Iglesia de Roma.
Avro Manhattan, El Vaticano en la Política Mundial.
Avro Manhattan, O Holocausto do Vaticano.
Eric Jon Phelps, Vatican Assassins.
P. D. Stuart, Codeword Barbêlôn - Danger in the Vatican.
Em relação ao por que Roma estaria interessada no Oriente Médio, a resposta está nos verso 45: "Armará as suas tendas palacianas entre os mares e o glorioso monte santo" (NVKJ). O grande desejo de Roma é transferir seu trono para Jerusalém, e governar o mundo a partir desta cidade! (Eric J. Phelps - veja subtítulo "El General Jesuíta 2").
Logo, quando a profecia afirma que o rei do sul fará um ataque ao rei do norte, podemos entender que esse ataque poderá acontecer em Roma, ou em qualquer outra capital ou grande cidade dos países ocidentais (membros da OTAN), uma vez que os EUA e esses outros países do ocidente atualmente são marionetes e trabalham (inconscientemente ou não) para os interesses de Roma. Esse ataque poderá ser em terra, mar ou no ar. Quando isso acontecer, os países ocidentais atacarão com toda sua força o norte da África e o Oriente Médio.
Embora isso pareça algo inconcebível, os acontecimentos atuais demonstram que esse plano está cada vez mais perto de tornar-se realidade...
Fonte - Minuto Profético
Continua aqui
quarta-feira, 22 de junho de 2011
O rei do norte e a 3ª Guerra Mundial - Parte 1
De acordo com a visão historicista de interpretação profética, Daniel 11 é um paralelo de Daniel 8 e 9. Daniel 11 começa à época em que a Medo-Pérsia dominava o mundo (v. 1, 2), passando depois pela Grécia (v. 3 – Alexandre O Grande; v. 4 – Os quatro generais de Alexandre), inclusive, dando destaque aos reinos Selêucida e Ptolomaico (v. 5-13): "Os termos ‘rei do norte’ e ‘rei do sul’ aparecem frequentemente em Daniel 11. Eles designam, inicialmente, as pessoas que controlavam a Síria [Selêucidas] e o Egito [Ptolomeus], países que ficavam ao norte e ao sul de Jerusalém, respectivamente". (C. Mervyn Maxwell, Uma Nova Era Segundo as Profecias de Daniel, p. 299).
"A história do período que se seguiu [Daniel 11:5-45] é em grande parte uma luta pela posse da Palestina. Os Ptolomeus possuíram o país na primeira parte do período, com os Selêucidas que se esforçaram para tomá-la, e depois que Antíoco o grande se apossou dela, os Ptolomeus efetuaram um desesperado esforço para recuperar o domínio. Mais tarde a Palestina caiu sob o domínio de Roma..." (Edwin R. Thiele, Daniel – Estudos Esboçados, p. 116).
A partir do verso 14 entram em cena os romanos: "Os dados à violência", ou "roubadores", que "se levantarão para cumprirem a visão" (referência à profecia das Setenta Semanas – 9:24-27). O verso 16 marca a conquista da Palestina (terra gloriosa) pelos romanos. E, então, a partir do verso 21 o rei do Norte passa a ser Roma Papal – "o homem vil", cujas Cruzadas foram profetizadas nos versos 25-30.
Em seguida, há uma mudança no foco (a partir v. 31): "O poder papal não se envolveria somente em guerras de espada, mas também em guerras do espírito. Não apenas se lançaria contra os corpos dos homens, mas também contra as suas almas. Não só combateria contra homens, mas também contra Deus, mediante o estabelecimento de um sistema falso de salvação em lugar do sistema de Cristo". (Edwin R. Thiele, Daniel – Estudos Esboçados, p. 131). Observe o paralelismo entre o "homem vil" (rei do norte) de Daniel 11 e o chifre pequeno de Daniel 8:

Antes de prosseguirmos, seria bom esclarecer porque não concordamos com o estudo (muito popular, por sinal, entre os evangélicos) que estabelece Antíoco Epifânio como protagonista dos versos 21-39. Dentre outros argumentos, podemos citar dois:
Primeiro: O "príncipe da aliança" (v.22) – A palavra hebraica para "príncipe" neste verso não é a palavra comum Sar (podendo-se aplicar a qualquer um que tivesse tal título), e sim Nagid, bem mais rara e semelhante àquela usada para o "príncipe que fará firme aliança com muitos" (9:24-27), o que, nestes casos, são uma referência a Jesus Cristo – O Messias.
Segundo: A "abominação desoladora" estabelecida pelo "homem vil" (v.31) – Jesus indicou em Mateus 24:15 que, em Seus dias, representava ainda alguma coisa futura, ou seja, tal profecia veio a se cumprir apenas posteriormente e em duas fases: quando os soldados romanos profanaram o templo de Jerusalém, por ocasião da sua destruição no ano 70 d.C., e quando, mais tarde, os ensinamentos espirituais da Igreja Romana e sua prática sacerdotal profanaram o ministério de Cristo no santuário celestial. (C. Mervyn Maxwell, Uma Nova Era Segundo as Profecias de Daniel, p. 295, 257).
Fonte - Minuto Profético
Continua aqui
"A história do período que se seguiu [Daniel 11:5-45] é em grande parte uma luta pela posse da Palestina. Os Ptolomeus possuíram o país na primeira parte do período, com os Selêucidas que se esforçaram para tomá-la, e depois que Antíoco o grande se apossou dela, os Ptolomeus efetuaram um desesperado esforço para recuperar o domínio. Mais tarde a Palestina caiu sob o domínio de Roma..." (Edwin R. Thiele, Daniel – Estudos Esboçados, p. 116).
A partir do verso 14 entram em cena os romanos: "Os dados à violência", ou "roubadores", que "se levantarão para cumprirem a visão" (referência à profecia das Setenta Semanas – 9:24-27). O verso 16 marca a conquista da Palestina (terra gloriosa) pelos romanos. E, então, a partir do verso 21 o rei do Norte passa a ser Roma Papal – "o homem vil", cujas Cruzadas foram profetizadas nos versos 25-30.
Em seguida, há uma mudança no foco (a partir v. 31): "O poder papal não se envolveria somente em guerras de espada, mas também em guerras do espírito. Não apenas se lançaria contra os corpos dos homens, mas também contra as suas almas. Não só combateria contra homens, mas também contra Deus, mediante o estabelecimento de um sistema falso de salvação em lugar do sistema de Cristo". (Edwin R. Thiele, Daniel – Estudos Esboçados, p. 131). Observe o paralelismo entre o "homem vil" (rei do norte) de Daniel 11 e o chifre pequeno de Daniel 8:

Antes de prosseguirmos, seria bom esclarecer porque não concordamos com o estudo (muito popular, por sinal, entre os evangélicos) que estabelece Antíoco Epifânio como protagonista dos versos 21-39. Dentre outros argumentos, podemos citar dois:
Primeiro: O "príncipe da aliança" (v.22) – A palavra hebraica para "príncipe" neste verso não é a palavra comum Sar (podendo-se aplicar a qualquer um que tivesse tal título), e sim Nagid, bem mais rara e semelhante àquela usada para o "príncipe que fará firme aliança com muitos" (9:24-27), o que, nestes casos, são uma referência a Jesus Cristo – O Messias.
Segundo: A "abominação desoladora" estabelecida pelo "homem vil" (v.31) – Jesus indicou em Mateus 24:15 que, em Seus dias, representava ainda alguma coisa futura, ou seja, tal profecia veio a se cumprir apenas posteriormente e em duas fases: quando os soldados romanos profanaram o templo de Jerusalém, por ocasião da sua destruição no ano 70 d.C., e quando, mais tarde, os ensinamentos espirituais da Igreja Romana e sua prática sacerdotal profanaram o ministério de Cristo no santuário celestial. (C. Mervyn Maxwell, Uma Nova Era Segundo as Profecias de Daniel, p. 295, 257).
Fonte - Minuto Profético
Continua aqui
"O fim da América"
Naomi Wolf, autora de O Fim da América, leu sobre a Itália de Mussolini na década de 1920; a Rússia de Stalin e a Alemanha de Hitler na década de 1930; sobre a Alemanha Oriental nos anos 1950, a Tchecoslováquia nos anos 1960 e o Chile em 1973, assim como sobre outras ditaduras latino-americanas; leu sobre a China comunista nos últimos anos da década de 1980 e início dos anos 1990.E por isso ela afirma: "Todos os ditadores de todos os matizes políticos tomam as mesmas atitudes fundamentais. Controle é controle. Apesar dessa amplitude de diferenças ideológicas, há similaridades táticas profundas que saltam das páginas da história. Cada um desses líderes se utilizava, e outros ditadores ao redor do globo continuam a imitá-los, das mesmas atitudes para fechar sociedades abertas ou esmagar a oposição."
“Há dez etapas no processo de sufocamento de uma democracia ou de destruição de movimentos democráticos. Elas foram adotadas por capitalistas, comunistas ou fascistas. As dez etapas juntas são mais do que a soma de suas partes. Uma vez que todas elas sejam postas em prática, cada uma amplia o poder da outra e do conjunto. Pode parecer impossível, mas estamos vendo cada uma dessas dez etapas se consolidando nos Estados Unidos atualmente”. (pág. 30, 31)
1- Invocar ameaças internas e externas.
2- Criar prisões secretas.
3- Desenvolver uma Força Paramilitar.
4- Vigiar cidadãos comuns.
5- Infiltrar-se em grupos de cidadãos.
6- Deter e libertar cidadãos arbitrariamente.
7- Perseguir pessoas-chave.
8- Cercear a imprensa.
9- Classificar as críticas de “espionagem” e a discordância de “traição”.
10- Subverter o Estado de Direito.
Fonte - Minuto Profético
Nota DDP: Veja também neste blog "Uma reflexão sobre o 'Estado Policial'" e "EUA de Bush seguem 10 passos para virar ditadura, diz pensadora americana".
terça-feira, 21 de junho de 2011
Aliança Européia do Domingo
Em 20 de Junho de 2011, a Aliança Européia do Domingo se formou por ocasião de uma conferência de especialistas em Proteção do Domingo na sede do Comitê Econômico e Social Europeu (EESC) em Bruxelas. A Aliança Européia do Domingo é uma rede de alianças nacionais do domingo, sindicatos, organizações da sociedade civil e as comunidades religiosas que promovem as condições de trabalho justas, equilibradas e a harmonia de um estilo de vida equilibrado que inclui trabalho, família e tempo livre para reforçar a coesão nacional. A aliança requer ainda que os domingos sejam um dia livre de trabalho nas novas diretrizes do trabalho (2003/88/eg) a serem negociadas entre os Estados membros da União Européia.De acordo com a aliança, a “primeira Conferência Européia sobre a consciência de um domingo livre do trabalho” no Parlamento Europeu em Bruxelas de 24 de março de 2010, foi o gatilho para a formação da Aliança Européia do Domingo. Os representantes das diversas organizações formularam uma carta fundacional que destaca justas, sãs, seguras e dignas condições de trabalho, assim como o direito de limitação da duração máxima das horas de trabalho, nos períodos de descanso diário e semanal, bem como nas férias anuais remuneradas.
“Um domingo livre do trabalho e jornada apropriada é um direito bem merecido de todos os cidadãos da Europa”, afirma a carta fundacional da aliança. Todos os empregados têm o direito de jornada de trabalho apropriada que em princípio, excluem “tardes prolongadas, noites, feriados festivos e domingos” do trabalho regular.
“Trabalhar o domingo traria dano ao equilíbrio trabalho-vida sã”, segundo a aliança da Áustria por um domingo livre de trabalho, um dos principais membros fundadores da Aliança Européia do Domingo em Bruxelas. Um dia livre de trabalho durante a semana como compensação não poderia aliviar os efeitos negativos. Pessoas que trabalham nos domingos ou em horas extraordinárias, o fazem por necessidade financeira e não por opção. Um dia de descanso semanal comum proporcionará um ponto comum de coordenação para o ritmo do tempo no Estado e na Sociedade que reforçará a coesão social em todos os Estados membros da UE.
As razões da criação da Aliança Européia do Domingo
O ex-bispo católico de Linz e ex-professor para questões sociais na Conferência dos bispos austríacos, Maximilian Aichern, expressou sua alegria pela criação da Aliança Européia do Domingo e formulou a seguinte declaração através do departamento de comunicações da Diocese Linz: "um domingo livre de trabalho é a lei social mais antiga da civilização judaico-cristã arraigada no concerto do Antigo Testamento (terceiro dos 10 mandamentos [sic]). O dia de descanso comum, os contatos sociais que com este se alinham e a adoração de Deus são os mais importantes valores cristãos os quais são indispensáveis para a dignidade humana".
"A luta por um domingo livre do trabalho na Europa deveria ser travada nos níveis nacional, regional ou local", disse Hannes Kreller, especialista em recursos humanos da Federação dos empregados católicos (KAB) na Alemanha. De acordo com o que a KAB é esperado, com a criação da Aliança Européia do Domingo, melhorar a coordenação das atividades entre as diversas alianças, assim como a aumentar a pressão sobre o Parlamento da UE e a Comissão da UE.
...
Fonte - APD
Nota DDP: Embora seja de todo intuitivo o entendimento do relato supra transcrito (tradução livre), gostaria de destacar algumas questões:
1) - É certo que o decreto dominical terá como ponto de origem a América, no entanto, ao "estender seus braços sobre o abismo", certamente os EUA encontrarão plena aceitação do tema no continente europeu, onde encontrará seu par profético.
"Quando o protestantismo estender os braços através do abismo, a fim de dar uma das mãos ao poder romano e a outra ao espiritismo, quando por influência dessa tríplice aliança a América do Norte for induzida a repudiar todos os princípios de sua Constituição, que fizeram dela um governo protestante e republicano, e adotar medidas para a propagação dos erros e falsidades do papado, podemos saber que é chegado o tempo das operações maravilhosas de Satanás e que o fim está próximo." (Testemunhos Seletos, vol. 2, pág. 151)
2) - Chama a atenção o papel das instituições civis, especialmente os sindicatos, uma vez que atrelados ao tema trabalho, como desenvolvendo importante papel na composição de um quadro favorável ao domingo, como antecipado pela profecia.
"Bem depressa se aproxima o tempo em que o poder controlador dos sindicatos será muito opressivo. Mensagens Escolhidas, vol. 2, pág. 141. Bem depressa se aproxima o tempo em que o poder controlador dos sindicatos será muito opressivo." (Mensagens Escolhidas, vol. 2, pág. 141)
3) - A união do tema trabalho, que afeta indistintamente todos os seres humanos nesta terra, acompanhado de um desarranjo social latente que vivemos, bem como do conjunto de doenças que são geradas por este mesmo quadro, alinhado ainda com o discurso de esgotamento dos meios naturais que servem ao homem, têm certamente o poder de mobilizar facilmente lideranças políticas e religiosas, endossadas pela massa, para adoção de um dia comum de descanso, como expressamente pretendido.
"Chegará o tempo em que os homens não somente proibirão o trabalho no domingo, mas procurarão obrigar as pessoas a trabalhar no sábado e a concordar com a observância do domingo ou perder sua liberdade e a vida." (Meditação Matinal, pág. 175)
"Satanás dá sua interpretação aos eventos, e os homens pensam, como ele quer que o façam, que as calamidades que enchem a Terra constituem um resultado da transgressão do domingo. Tencionando aplacar a ira de Deus, esses homens influentes fazem leis impondo a observância do domingo." (Manuscript Releases, vol. 10, pág. 239)
4) - Os criadores da aliança são claros em demonstrar em seus objetivos, que a criação da mesma tem como primeiros alvos coordenar as ações das entidades até então pulverizadas e pressionar os órgãos de cúpula da UE para que tornem suas pretensões em mais do que em boas intenções, verdadeiras diretrizes normativas para regerem os estados membros.
A finalização da notícia trata da posição de adventistas e judeus sobre a questão, especialmente a preocupação acerca da tolerância, o que a profecia também antecipa que em algum momento acabará.
"Os que calcam aos pés a lei de Deus fazem leis humanas que eles obrigarão as pessoas a aceitar. Homens imaginarão, deliberarão e planejarão o que irão fazer. O mundo inteiro guarda o domingo, dizem eles, e por que este povo, cujo número é tão pequeno, não haveria de proceder de acordo com as leis do país?" (Manuscrito 163)
Certamente é mais um passo no sentido do cumprimento profético esperado. Maranata.
Carta do Papa sobre o Domingo
Já ouviu falar da Carta do Papa João Paulo II, dirigida aos fiéis e líderes católicos de todo o mundo, no qual o Pontífice Romano exorta para que todos busquem uma maior santidade do Domingo, o Dies Domini, segundo a Igreja de Roma?Desde 1998 que esta carta está circulando no mundo, e seus argumentos puramente filosóficos tentam solapar a teologia e doutrina bíblicas do santo sábado do sétimo dia.
Ou seja, na visão da Igreja Romana, todas as bênçãos que o Senhor colocou sobre o sétimo dia, ela, a Igreja, transferiu para o primeiro dia da semana, em uma pseudo-honra à ressurreição de Cristo.
Vejam como o papa conclui a carta:
"Confio o acolhimento frutuoso desta Carta Apostólica pela comunidade cristã à intercessão da Virgem Santa. Sem nada tirar à centralidade de Cristo e do seu Espírito, Ela está presente em cada domingo da Igreja. Exige-o precisamente o mistério de Cristo: de facto, como poderia Ela [Maria], Mater Domini e Mater Ecclesiæ, não estar presente a título especial no dia que é simultaneamente dies Domini e dies Ecclesiæ?
Para a Virgem Maria, olham os fiéis que escutam a Palavra proclamada na assembleia dominical, aprendendo com Ela a conservá-la e meditá-la no seu coração (cf. Lc 2,19). Com Maria, aprendem a estar ao pé da cruz, para oferecer ao Pai o sacrifício de Cristo e associar ao mesmo a oferta da própria vida. Com Maria, vivem a alegria da ressurreição, fazendo suas as palavras do Magnificat que cantam o dom inexaurível da misericórdia divina no fluxo inexorável do tempo: « A sua misericórdia estende-se de geração em geração sobre aqueles que O temem » (Lc 1,50). Domingo a domingo, o povo peregrino segue o rasto de Maria, e a sua intercessão materna torna particularmente intensa e eficaz a oração que a Igreja eleva à Santíssima Trindade.
A iminência do Jubileu, queridos Irmãos e Irmãs, convida-nos a aprofundar o nosso compromisso espiritual e pastoral. De facto, é este o seu verdadeiro objectivo. No ano em que aquele vai ser celebrado, muitas iniciativas o caracterizarão, dando-lhe aquele timbre singular que não pode deixar de ter a conclusão do segundo e o início do terceiro Milénio da Encarnação do Verbo de Deus. Mas este ano e este tempo especial passarão, dando lugar à expectativa de outros jubileus e de outras datas solenes. O domingo, com a sua ordinária « solenidade », permanecerá a ritmar o tempo da peregrinação da Igreja até ao domingo sem ocaso.
Exorto-vos, portanto, amados Irmãos no episcopado e no sacerdócio, a trabalhar incansavelmente, unidos com os fiéis, para que o valor deste dia sagrado seja reconhecido e vivido cada vez melhor. Isto produzirá frutos nas comunidades cristãs, e não deixará de exercer uma benéfica influência sobre toda a sociedade civil".
Os evangélicos podem até negar, mas é um fato que a Igreja Romana se coloca como "dona" e "autora" da santificação do domingo, creditando, inclusive, a Maria uma honra especial durante este dia.
Pena que muito evangélico sincero, que se limita apenas a repetir o que seu pastor equivocadamente prega, não se dê conta de que está seguindo uma ordenança papal, ao mesmo tempo em que despreza as claras e límpidas orientações da Palavra de Deus sobre o ÚNICO dia que a Bíblia classifica como SANTO, SEPARADO e DE DESCANSO - o sétimo!
"Proferirá palavras contra o Altíssimo, magoará os santos do Altíssimo e cuidará em mudar os tempos e a lei..." (Dan. 7:25).
Cumpriu-se cabalmente a profecia bíblica!
A Carta Papal na íntegra pode ser lida no próprio site do Vaticano (clique aqui).
"Então, Pedro e os demais apóstolos afirmaram: Antes, importa obedecer a Deus do que aos homens" (Atos 5:29).
"E em vão me adoram, ensinando doutrinas que são preceitos de homens" (Mat. 15:9).
"O que desvia os ouvidos de ouvir a lei, até a sua oração será abominável" (Prov. 28:9).
"Aqui está a perseverança dos santos, os que guardam os mandamentos de Deus e a fé em Jesus" (Apoc. 14:12).
"Bem-aventurado o homem que suporta, com perseverança, a provação; porque, depois de ter sido aprovado, receberá a coroa da vida, a qual o Senhor prometeu aos que o amam" (Tiago 1:12).
"Se me amais, guardareis os meus mandamentos" (João 14:15).
Fonte - Prof. Gilson Medeiros
Situação da dívida americana é muito complicada
A nuvem da economia ronda o mundo. O medo de um calote histórico. Não é exatamente um vulcão, mas parece. A dívida dos Estados Unidos é uma situação complicada. É uma dívida que sempre teve muita confiança do mundo, tanto que os juros são baixinhos, mas ela está chegando a um limite máximo. O governo pediu ao Congresso o direito de elevar o nível de endividamento e o Congresso não concordou, e, se o Congresso não concorda, eles têm que fazer uma breve moratória. Imagina a dívida do maior país do mundo fazendo moratória. [Na terça-feira passada], Obama e o presidente do Banco Central falaram sobre o assunto. Eles estão apavorados e esperam que todo mundo seja sensato. Falando em calote, a Grécia está no pior nível de classificação de risco da dívida que se pode ter. A situação é complicadíssima. A população fez manifestações [na] quarta (15). Eles precisam fazer um ajuste fiscal monstro e fazer privatizações para pagar a dívida. O que a Alemanha está dizendo é que os bancos têm que pagar uma parte dessa conta e não apenas o povo grego. Eles estão com classificação de risco de dívida CCC, que é o pior nível. O que se pede à Grécia é impossível de ser cumprido e por isso eles estão tão furiosos.(Miriam Leitão, Bom Dia Brasil)
Nota Michelson Borges: Conforme lembra o jornalista Ruben Dargã Holdorf, Ellen White, há mais de um século, já comentava esse caso de crise econômica dos EUA pouco antes das mudanças legislativas no país e, por extensão, no mundo. Primeiro foi o calote das imobiliárias, depois o desemprego somado ao caos na educação superior; em seguida, a probabilidade de calote no mundo. No livro Eventos Finais, páginas 133 e 134, está escrito: “A apostasia nacional será seguida de ruína nacional.”
Cientistas apontam sinais de extinção em massa nos mares
Não é apenas o ar, o solo ou os rios que são afetados pela atividade humana. De acordo com uma equipe internacional de cientistas, oceanos já dão sinais de extinção em massa da vida marinha. O alerta consta de um relatório apresentado hoje por um painel de especialistas do Programa Internacional sobre o Estado dos Oceanos (Ipso), resultado do estudo dos efeitos acumulados da ação humana sobre os oceanos por 27 especialistas de 7 países.
Os cientistas afirmam que as cinco extinções em massa que se conhecem na história da Terra, quando mais de 50% das espécies existentes desapareceram, foram precedidas por condições muito semelhantes às observadas atualmente. “Os resultados são chocantes”, afirma Alex Rogers, diretor científico do Ipso, que organizou o seminário junto com a União Internacional para a Conservação da Natureza (UICN) e a Comissão Mundial das Áreas Protegidas (CMAP). "Considerando-se o efeito cumulativo que a humanidade causou aos oceanos, chegamos à conclusão de que as consequências são bem mais graves do que cada um de nós acreditava."
Aquecimento, acidificação e falta de oxigênio nos mares são algumas das marcas que podem ser observadas. Ao contrário das extinções passadas, estes sinais, conforme o relatório, são a consequências da atividade humana, e apenas agora pesquisadores começam a entender como os três fatores interagem. Os pesquisadores afirmam que foram subestimados os riscos de cada problema, e o resultado foi uma degradação ambiental bem maior do que a mera soma das consequências individuais destas pressões.
...
Fonte - Veja
Nota DDP: Isolando os componentes estranhos ao entendimento criacionista, bem como os objetivos ECOmênicos, é interessante se notar que o discurso da ciência vem gradativamente se alinhando ao religioso: estamos caminhando para o fim desta terra como a conhecemos.
Os cientistas afirmam que as cinco extinções em massa que se conhecem na história da Terra, quando mais de 50% das espécies existentes desapareceram, foram precedidas por condições muito semelhantes às observadas atualmente. “Os resultados são chocantes”, afirma Alex Rogers, diretor científico do Ipso, que organizou o seminário junto com a União Internacional para a Conservação da Natureza (UICN) e a Comissão Mundial das Áreas Protegidas (CMAP). "Considerando-se o efeito cumulativo que a humanidade causou aos oceanos, chegamos à conclusão de que as consequências são bem mais graves do que cada um de nós acreditava."
Aquecimento, acidificação e falta de oxigênio nos mares são algumas das marcas que podem ser observadas. Ao contrário das extinções passadas, estes sinais, conforme o relatório, são a consequências da atividade humana, e apenas agora pesquisadores começam a entender como os três fatores interagem. Os pesquisadores afirmam que foram subestimados os riscos de cada problema, e o resultado foi uma degradação ambiental bem maior do que a mera soma das consequências individuais destas pressões.
...
Fonte - Veja
Nota DDP: Isolando os componentes estranhos ao entendimento criacionista, bem como os objetivos ECOmênicos, é interessante se notar que o discurso da ciência vem gradativamente se alinhando ao religioso: estamos caminhando para o fim desta terra como a conhecemos.
segunda-feira, 20 de junho de 2011
Cristãos no campo de concentração
Via @FilipeAReis
Nota DDP: Creio ser importante traçar algumas linhas neste assunto de liberdade religiosa, extremamente pessoais, confesso, mas que penso contrastarem com as imagens do vídeo acima.
Muito se tem falado no Brasil sobre liberdade religiosa no meio adventista. Muito se tem buscado através do Poder Legislativo e inclusive do Poder Judiciário "garantir" a liberdade religiosa dos adventistas do sétimo dia (encontra-se inclusive pendente de julgamento expressiva discussão jurídica sobre o tema no STF). Ocorre que no Brasil, salvo questões extremamente pontuais e inteiramente isoladas (o ENEM seria um bom exemplo neste contexto, por ser uma imposição do Estado que tem o poder de inviabilizar a vida de nossos jovens), NÃO HÁ cerceamento da liberdade religiosa, sob qualquer prisma que se possa observar.
Nós gozamos de PLENA liberdade para adorarmos a Deus, seja no Seu dia, seja em qualquer dia, horário e lugar que pretendamos fazê-lo, sem nenhum impedimento do Estado ou de algum de seus representantes na vida pública. Gozamos ainda de PLENA liberdade para pregramos, divulgarmos e expressarmos a noss fé, mais uma vez sem impecílio algum que pudesse limitar, dentro do bom senso e do próprio escopo do exercício do cristianismo, nossa possibilidade de atender ao IDE do Mestre (Mt 28:19).
E é dessa liberdade religiosa que dependemos para atender à finalidade para os quais fomos chamados: ADORAÇÃO e PREGAÇÃO (Ap 14:6-8).
Portanto, quando se percebe a utilização do discurso religioso travestido muitas vezes de interesses pessoais (por vezes legítimos inclusive), verificamos que o tema da liberdade religiosa, no nosso sentir, é indevidamente utilizado (Jo 18:36).
Aliás, parece-nos que a busca do braço secular para fins de se alinharem interesses divorciados da pregação do Evangelho e da liberdade de culto, é capaz de produzir além dos "efeitos colaterais" que por si só já se manifestam, muito mais antipatia que cumplicidade com a mensagem, como a experiência tem nos permitido observar inclusive (Mc 12:17).
Louvemos portanto o nome do Senhor pela liberdade que ainda temos de professar e transmitir nossa fé, assumindo o privilégio (Ap 19:9), bem como os ônus (Lc 9:23) que nos foram concedidos, segundo as verdades que cremos.
Sugiro por fim a leitura do Capítulo "A Liberdade Religiosa" da obra "Obreiros Evangélicos", além de outras manifestações do Espírito de Profecia no tema, o que certamente enriquecerá a compreensão do mesmo.
sexta-feira, 17 de junho de 2011
Ellen White ainda é atual?
Para qualquer Adventista do Sétimo Dia, é impossível ignorarque o ministério de Ellen White cumpre com uma profecia bíblica, nomeadamente Apocalipse 12:17 e 19:10. Contudo, creio que não devo ser apenas eu a ter reparado que hoje parece surgir e estabelecer-se uma nova abordagem aos escritos de Ellen White (normalmente identificados como Espírito de Profecia), que surpreende alguns e tenta cobrir outros com uma aura de inteletualidade e especial iluminação.O que acontece hoje ao estudarmos esses escritos? Que leitura fazemos? Vejamos um exemplo.
Se lemos acerca de eventos passados, seja a biografia de Jesus ou a história do povo judeu através do Velho Testamento, normalmente ficamos impressionados pelo rigor do pormenor e pela revelação detalhada de cenas e vontades que mesmo o leitor mais atento não consegue descortinar no texto bíblico.
Se, por outro lado, abordamos temas que ainda estão no futuro, creio que são vários os sentimentos que nos atingem: gratidão por Deus nos revelar o mais importante com tanta antecedência; um assumido fascínio por poder contemplar alguma glória por antecipação; um sentido de pertença por confirmar o propósito e relevância desta Igreja para o tempo final; etc..
Contudo, creio que neste último ponto - a revelação do que ainda está à nossa frente -, temos estado, lenta e progressivamente, a descair para um olhar seletivo desses escritos, definindo por nós próprios, segundo um critério que é apenas nosso, aquilo que tem importância e o que parece não ter assim tanta; aquilo que - e esta é uma expressão que considero suicida - "era para o tempo de Ellen White" e aquilo que vale para este tempo específico, cerca de 100 anos (ou mais...) depois de terem sido deixados.
Repare que se todos aceitamos pacificamente o que o Espírito de Profecia indica, do ponto de vista estritamente legal e civil, sobre a imposição de uma lei dominical, já algumas reservas se levantam quanto a alguns pormenores do que fazer quando isso suceder.
Devemos reconhecer que para muitas das (nossas) vozes que hoje ouvimos, essa coisa de andar a ser perseguido pelas autoridades, fugir para o alto dos montes, ficar apenas com a roupa do corpo, etc., não parece fazer mais sentido no mundo sofisticado e veloz em que vivemos. Prefere-se atirar esses avisos concretos para o enorme saco de um imaginário que, por pura ficção, nos tenta apenas alertar por metáforas, sugerindo que esse tempo será revestido de alguma dificuldade... mas nada de especial.
Se, neste âmbito, quisesse usar um outro exemplo que me levaria, certamente, a ocupar dezenas de linhas, citaria o vestuário, particularmente das senhoras...
Como disse, aquele foi apenas um exemplo de como já nos sentimos à vontade em selecionar por nós próprios, entre os escritos da irmã White, aquilo que é importante e o que não o é assim tanto.
Qual o maior problema em fazer isto?
Indo direto à questão, aqui está o ponto fulcral: os escritos do Espírito de Profecia foram revelados a Ellen White por Deus. O que encerra esta afirmação? Tão simplesmente, a irmã White, co-fundadora desta igreja, foi apenas a mensageira; o Autor da mensagem é o próprio Deus.
Isto para dizer que, ao olhar com reservas e desconfiança para escritos dela que, pela nossa pobre visão, nos parecem menos realizáveis, estamos a colocar em causa a mente infinita que idealizou essas mensagens; estamos a aferir e avaliar o próprio Deus, algo que é totalmente inconcebível!
Sobre aquela frase mencionada e desgraçadamente muito ouvida "isso era para o tempo de Ellen White", tenho a dizer o seguinte: os escritos deixados pela irmã White são muito mais para os dias de hoje do que para o tempo em que ela viveu! São muito mais relevantes e urgentes hoje do que no passado! Devem ser motivo de especial estudo muito mais hoje do que há 20, 50 ou 100 anos atrás!
Quer saber porque razão alguns estão a assumir esta postura de menos crédito nos escritos do Espírito de Profecia? Leia, para que não restem dúvidas (negritos meus para destaque):
"O Senhor nos esclareceu no tocante ao que sobrevirá à Terra, para que possamos esclarecer a outros, e não seremos tidos por inocentes se nos contentarmos em ficar sentados, com os braços cruzados, falando sobre assuntos sem importância. A mente de muitos se absorveu em discussões, e eles rejeitaram a luz dada por meio dos Testemunhos, porque não estava de acordo com suas próprias opiniões" (E Recebereis Poder, Meditações Matinais 1999, 26 de junho).
Na verdade, estamos avisados que algo deste tipo iria suceder. Leia este texto (negritos meus para destaque):
"Mensagens de toda espécie e feitio têm feito pressão sobre os adventistas do sétimo dia, pretendendo substituir a verdade que, ponto por ponto, tem sido buscada com estudo e oração, e atestada pelo poder milagroso do Senhor. Mas os marcos que nos tornaram o que somos, devem ser preservados, e sê-lo-ão, conforme Deus o mostrou mediante Sua Palavra e o testemunho de Seu Espírito. Ele nos conclama a nos apegarmos firmemente, com a mão da fé, aos princípios fundamentais baseados em autoridade inquestionável" (Mensagens Escolhidas, v. 1, p. 208).
Tentar uma nova interpretação, uma leitura mais moderna e atual ou ainda mesmo rejeitar aquilo que Deus revelou para nossa edificação, é um grave e sério erro, que pode ter consequência eternas.
Fonte - O Tempo Final
quinta-feira, 16 de junho de 2011
Finanças dos EUA piores que as da Grécia
O co-fundador da Pimco, Bill Gross, garante que a situação das finanças norte-americanas é pior do que a da Grécia.
Bill Gross justifica a posição com números. Diz o gestor que a dívida pública dos EUA é de 14,3 bilhões de dólares, isto sem contar com os custos com programas como o Medicare, Medicaid e a Segurança social, que colocam este valor nos 50 bilhões.
Como se não bastasse, Gross diz que há muitas variáveis que não entram nesta equação. Se forem contabilizadas, então a dívida chega aos 100 bilhões de dólares.
O responsável da Pimco acrescenta ainda que pensar em reduzir a dívida em apenas um ano é ser irrealista, e aconselha prudência e celeridade na resolução do problema.
Em Março deste ano, a gestora anunciou a venda de todas as ‘tresuries' que tinha em carteira por considerar que estavam artificialmente caras.
Fonte - Money News
Nota DDP: A observação da economia americana em paralelo com o cumprimento profético revelado na Bíblia e no Espírito de Profecia é pertinente na medida em que os EUA se configuram como um dos atores no palco dos últimos eventos, sendo certo que a emissão do decreto dominical deverá apontar para sua ruína completa. Obviamente o desmantelamento da maior potência mundial não deverá ocorrer da noite para o dia, sendo razoável se prever que tal resultado decorrerá de um processo que se consuma ao longo do tempo, sempre tendente a este fim e, podendo ser, inclusive, o que ora se descortina.
Bill Gross justifica a posição com números. Diz o gestor que a dívida pública dos EUA é de 14,3 bilhões de dólares, isto sem contar com os custos com programas como o Medicare, Medicaid e a Segurança social, que colocam este valor nos 50 bilhões.
Como se não bastasse, Gross diz que há muitas variáveis que não entram nesta equação. Se forem contabilizadas, então a dívida chega aos 100 bilhões de dólares.
O responsável da Pimco acrescenta ainda que pensar em reduzir a dívida em apenas um ano é ser irrealista, e aconselha prudência e celeridade na resolução do problema.
Em Março deste ano, a gestora anunciou a venda de todas as ‘tresuries' que tinha em carteira por considerar que estavam artificialmente caras.
Fonte - Money News
Nota DDP: A observação da economia americana em paralelo com o cumprimento profético revelado na Bíblia e no Espírito de Profecia é pertinente na medida em que os EUA se configuram como um dos atores no palco dos últimos eventos, sendo certo que a emissão do decreto dominical deverá apontar para sua ruína completa. Obviamente o desmantelamento da maior potência mundial não deverá ocorrer da noite para o dia, sendo razoável se prever que tal resultado decorrerá de um processo que se consuma ao longo do tempo, sempre tendente a este fim e, podendo ser, inclusive, o que ora se descortina.
quarta-feira, 15 de junho de 2011
Liga Operária pede ação dos cristãos em defesa dos trabalhadores
Lisboa, 13 jun 2011 (Ecclesia) – A Liga Operária Católica (LOC/MTC) manifestou a sua preocupação com os “tempos difíceis” vividos pelas famílias de trabalhadores, que consideram “numa posição fragilizada perante as novas exigências do mercado de trabalho”.
A posição é assumida no comunicado final do Seminário Internacional, promovido pela LOC/MTC sobre o tema «Tempo para o trabalho e para a Família, realizado entre 9 e 12 de junho, em Torres Novas.
No documento, enviado à Agência ECCLESIA, aponta-se o dedo ao “sistema capitalista neoliberal disseminado à escala global”, exigindo “uma forte intervenção da Igreja e dos cristãos” na defesa da “dimensão humana do trabalho”.
“A prática de horários dilatados, o desemprego e os baixos salários, aumentam exponencialmente o perigo de exclusão social”, alerta a LOC/MTC.
Os trabalhadores portugueses, pode ler-se, “são os que mais se referem aos problemas da insegurança no trabalho, talvez porque não sentem as suas necessidades primárias cumpridas que passam pelo pagamento de um salário digno”.
Participaram neste evento, para além dos membros da LOC/MTC, diversos Movimentos de Trabalhadores Cristãos Europeus de Espanha, Bélgica, Alemanha, Dinamarca, Inglaterra, República Checa e Eslovénia.
“Torna-se importante consolidar políticas e regulamentação comuns, sobretudo quando discutimos e avaliamos a realidade Europeia”, assinala o comunicado final.
Segundo o documento, no seminário internacional “foram vários os desafios lançados e que constituem um princípio para um compromisso coletivo”, para ser “uma voz em defesa de uma maior conciliação entre a vida profissional e a vida familiar”.
“É imperativo um compromisso de toda a sociedade, da Igreja e de cada um de nós, uma vez que para alterar comportamentos discriminatórios e violentos é necessário mudar as mentalidades”, indicam os signatários.
A Liga Operária refere ser “necessário perceber a importância de continuar a proteger o elo mais fraco – os trabalhadores, e estes devem reorganizar-se no sentido de reconquistar o seu poder negocial”.
O Movimento Europeu redigiu uma carta sobre os direitos sociais da família, debatida e assumida pelos participantes no seminário de Torres Novas.
Nesta missiva, é feito “um apelo forte a que os trabalhadores e suas organizações se impliquem na revisão da Diretiva de trabalho [da UE] para aí ser incluído uma maior defesa dos direitos dos trabalhadores”.
Fonte - Ecclesia
Nota DDP: Onde a instituição religiosa pretende chegar com esse discurso é bastante óbvio: na necessidade de preservação de um dia para descanso e para a família (o domingo). Que esta pretensão em algum momento se cruzará com as impressões do mundo político também parece bastante óbvio, como por exemplo levantado por este mesmo espaço em "Crise no meio ambiente vai obrigar pessoas a consumirem menos".
Como estas realidades se consumarão, face inclusive a tantos outros vetores que compõem este quadro de conflito, só o tempo poderá esclarecer.
A posição é assumida no comunicado final do Seminário Internacional, promovido pela LOC/MTC sobre o tema «Tempo para o trabalho e para a Família, realizado entre 9 e 12 de junho, em Torres Novas.
No documento, enviado à Agência ECCLESIA, aponta-se o dedo ao “sistema capitalista neoliberal disseminado à escala global”, exigindo “uma forte intervenção da Igreja e dos cristãos” na defesa da “dimensão humana do trabalho”.
“A prática de horários dilatados, o desemprego e os baixos salários, aumentam exponencialmente o perigo de exclusão social”, alerta a LOC/MTC.
Os trabalhadores portugueses, pode ler-se, “são os que mais se referem aos problemas da insegurança no trabalho, talvez porque não sentem as suas necessidades primárias cumpridas que passam pelo pagamento de um salário digno”.
Participaram neste evento, para além dos membros da LOC/MTC, diversos Movimentos de Trabalhadores Cristãos Europeus de Espanha, Bélgica, Alemanha, Dinamarca, Inglaterra, República Checa e Eslovénia.
“Torna-se importante consolidar políticas e regulamentação comuns, sobretudo quando discutimos e avaliamos a realidade Europeia”, assinala o comunicado final.
Segundo o documento, no seminário internacional “foram vários os desafios lançados e que constituem um princípio para um compromisso coletivo”, para ser “uma voz em defesa de uma maior conciliação entre a vida profissional e a vida familiar”.
“É imperativo um compromisso de toda a sociedade, da Igreja e de cada um de nós, uma vez que para alterar comportamentos discriminatórios e violentos é necessário mudar as mentalidades”, indicam os signatários.
A Liga Operária refere ser “necessário perceber a importância de continuar a proteger o elo mais fraco – os trabalhadores, e estes devem reorganizar-se no sentido de reconquistar o seu poder negocial”.
O Movimento Europeu redigiu uma carta sobre os direitos sociais da família, debatida e assumida pelos participantes no seminário de Torres Novas.
Nesta missiva, é feito “um apelo forte a que os trabalhadores e suas organizações se impliquem na revisão da Diretiva de trabalho [da UE] para aí ser incluído uma maior defesa dos direitos dos trabalhadores”.
Fonte - Ecclesia
Nota DDP: Onde a instituição religiosa pretende chegar com esse discurso é bastante óbvio: na necessidade de preservação de um dia para descanso e para a família (o domingo). Que esta pretensão em algum momento se cruzará com as impressões do mundo político também parece bastante óbvio, como por exemplo levantado por este mesmo espaço em "Crise no meio ambiente vai obrigar pessoas a consumirem menos".
Como estas realidades se consumarão, face inclusive a tantos outros vetores que compõem este quadro de conflito, só o tempo poderá esclarecer.
Chuvas torrenciais já forçaram a retirada de 55 mil pessoas na China
As chuvas torrenciais e as inundações no centro e no sul da China, uma zona que há apenas uma semana sofria a pior seca em 50 anos, forçaram a retirada de mais de 55 mil pessoas nas últimas horas, informaram nesta quarta-feira as autoridades através da agência oficial Xinhua.
Nos últimos dez dias, ao menos 105 pessoas morreram e 63 estão desaparecidas em consequência deste desastre natural, segundo anteriores boletins do Ministério de Assuntos Civis.
Cerca de 53 mil evacuações ocorreram na localidade de Xianning, em Hubei (centro da China), uma província onde em abril e maio vários rios quase secaram totalmente pela falta de chuvas.
Outras 2.700 pessoas foram deslocadas na vizinha província de Guizhou, onde nos últimos dois dias foram registradas três mortes de pessoas atingidas por raios.
Quatro pessoas morreram nos últimos dias na região da Mongólia Interior, no norte da China, onde chuvas torrenciais e granizo causaram a morte de 1 mil cabeças de gado, uma das bases da economia local.
Uma das zonas mais afetadas pelas inundações nos últimos dias é a localidade de Yueyang, na província de Hunan, onde na semana passada ocorreu a pior tempestade em três séculos, que deixou 29 mortos e 20 desaparecidos devido a enchentes e deslizamentos de terra.
Fonte - Folha
Nota DDP: Os extremos parecem não ter fim. A cada dia que passa a expressão "o pior dos últimos anos" se repete e se repete em todos os fenômenos naturais em todas as partes do planeta. Quanto tempo mais aguentará esse pequeno "planeta azul"?
Nos últimos dez dias, ao menos 105 pessoas morreram e 63 estão desaparecidas em consequência deste desastre natural, segundo anteriores boletins do Ministério de Assuntos Civis.
Cerca de 53 mil evacuações ocorreram na localidade de Xianning, em Hubei (centro da China), uma província onde em abril e maio vários rios quase secaram totalmente pela falta de chuvas.
Outras 2.700 pessoas foram deslocadas na vizinha província de Guizhou, onde nos últimos dois dias foram registradas três mortes de pessoas atingidas por raios.
Quatro pessoas morreram nos últimos dias na região da Mongólia Interior, no norte da China, onde chuvas torrenciais e granizo causaram a morte de 1 mil cabeças de gado, uma das bases da economia local.
Uma das zonas mais afetadas pelas inundações nos últimos dias é a localidade de Yueyang, na província de Hunan, onde na semana passada ocorreu a pior tempestade em três séculos, que deixou 29 mortos e 20 desaparecidos devido a enchentes e deslizamentos de terra.
Fonte - Folha
Nota DDP: Os extremos parecem não ter fim. A cada dia que passa a expressão "o pior dos últimos anos" se repete e se repete em todos os fenômenos naturais em todas as partes do planeta. Quanto tempo mais aguentará esse pequeno "planeta azul"?
terça-feira, 14 de junho de 2011
Estamos a caminho de um desastre de proporções bíblicas
O lendário investidor Jeremy Grantham da OGM publicou um tratado sobre a causa da explosão dos preços das commodities.Ele também ofereceu uma visão assustadoramente deprimente para o futuro da humanidade.
Grantham conclui que o mundo sofreu uma permanente "mudança de paradigma", no qual o número de pessoas no planeta Terra final e permanentemente ultrapassou a capacidade do planeta de nos sustentar.
Especificamente, diz Grantham, o fenômeno das pessoas cada vez mais usando uma fonte finita de recursos naturais não pode continuar para sempre - e os preços dos metais, os hidrocarbonetos (petróleo) e dos alimentos estão agora começando a refletir isso.
Em outras palavras, diz Grantham, é diferente desta vez.
Grantham acredita que a tendência dos últimos 100 anos, em que os preços de quase todas as principais commodities vem caindo, está permanentemente terminada. E daqui em diante, os seres humanos estarão competindo mais - e pagando mais - pelos recursos cada vez mais escassos.
Do ponto de vista de investimento, esta mudança de paradigma não significa necessariamente um desastre: Grantham diz que o jogo óbvio é manter "as coisas no chão" (e no próprio terreno, como o enorme boom nos preços de terras agrícolas ilustra). O menos óbvio, mas igualmente convincente jogo é possuir empresas e tecnologias que facilitem a conservação dos recursos.
Do ponto de vista social, a notícia é muito pior. Grantham acredita que o planeta de forma sustentável só pode suportar cerca de 1,5 bilhões de seres humanos, contra os 7.000 milhões na Terra agora (caminhando para a 10-12 bilhões). Por toda a história, exceto nos últimos 200 anos, a população humana foi controlada através dos limites do abastecimento alimentar. Grantham pensa que, eventualmente, a mesma força irá entrar em jogo novamente.
A esperança dos otimistas, é claro, é que a "ciência" vai encontrar uma solução para este problema, do jeito que foi nos últimos 150 anos. Mas a menos que o mundo acorde imediatamente para a gravidade do problema - e faça de arrumar isso uma prioridade global - Grantham não vê isso acontecendo.
Fonte - Business Insider
Crise no meio ambiente vai obrigar pessoas a consumirem menos
Nós precisamos realmente pensar se daqui alguns anos, quando olharmos para a primeira década do século 21 –quando os preços dos alimentos dispararam, os preços de energia foram às alturas, a população mundial aumentou, tornados devastaram cidades, enchentes e secas bateram recordes, populações foram deslocadas e os governos foram ameaçados pela confluência de tudo isso– nós nos perguntaremos: o que estávamos pensando? Como não entramos em pânico quando a evidência era tão óbvia de que ultrapassamos algum tipo de limiar de crescimento/clima/recursos naturais/população tudo ao mesmo tempo?
“A única resposta só pode ser negação”, argumenta Paul Gilding, o veterano empreendedor-ambientalista australiano, que descreveu este momento em um novo livro, “The Great Disruption: Why the Climate Crisis Will Bring on the End of Shopping and the Birth of a New World”. “Quando você está cercado por algo tão grande, que exige que você mude tudo a respeito do modo como pensa e vê o mundo, então a negação é a resposta natural. Mas quanto mais esperarmos, maior será a resposta necessária.”
Gilding cita o trabalho da Global Footprint Network (GFN, Rede Global de Pegada Ecológica), uma aliança de cientistas, que calcula quantos “planetas Terra” precisamos para sustentar nossas atuais taxas de crescimento. A GFN mede quantas áreas de terra e água precisamos para produzir os recursos que consumimos e absorver nossos dejetos, usando a tecnologia predominante. Ao todo, diz a GFN, nós estamos atualmente crescendo a uma taxa que está usando os recursos da Terra bem mais rápido do que podem ser restaurados de forma sustentável, de modo que estamos devorando nosso futuro. No momento, o crescimento global está usando aproximadamente 1,5 Terra. “O fato de haver um só planeta torna isto um problema significativo”, diz Gilding.
Não é ficção científica. Isto é o que acontece quando nosso sistema de crescimento e o sistema da natureza batem contra um muro ao mesmo tempo. Enquanto estava no Iêmen no ano passado, eu vi um caminhão-tanque entregando água na capital, Sanaa. Por quê? Porque Sanaa poderá ser a primeira grande cidade do mundo a ficar sem água em uma década. Isso é o que acontece quando uma geração em um país vive a 150% da capacidade sustentável.
“Se você cortar mais árvores do que planta, você ficará sem árvores”, escreve Gilding. “Se você colocar nitrogênio adicional no sistema de água, você muda o tipo e a quantidade de vida que a água pode sustentar. Se você aumenta o cobertor de CO2 da Terra, a Terra fica mais quente. Se você faz todas essas coisas e muitas outras mais ao mesmo tempo, você muda a forma como todo o sistema do planeta Terra se comporta, com impactos sociais, econômicos e de suporte de vida. Isto não é especulação; isto é ciência colegial.”
Também é o estado atual. “Nos milhares de anos de civilização da China, o conflito entre a humanidade e a natureza nunca foi tão sério quanto atualmente”, disse recentemente o ministro do Meio Ambiente da China, Zhou Shengxian. “O esgotamento e deterioração dos recursos e o agravamento do ambiente ecológico se transformaram em gargalos e impedimentos graves para o desenvolvimento econômico e social do país.” O que o ministro da China está nos dizendo, diz Gilding, é que “a Terra está cheia. Nós atualmente estamos usando tantos recursos e despejando tantos dejetos na Terra que chegamos a algum tipo de limite, considerando as tecnologias atuais. A economia terá que ficar menor em termos de impacto físico”.
Mas nós não mudaremos sistemas sem uma crise. Mas não se preocupe. Nós estamos chegando lá. Nós estamos presos atualmente em dois círculos: um é o de que o crescimento populacional e o aquecimento global estão elevando os preços dos alimentos; o aumento dos preços dos alimentos causa instabilidade política no Oriente Médio, que leva a preços mais altos do petróleo, que leva a preços mais altos dos alimentos, que leva a mais instabilidade. Ao mesmo tempo, uma maior produtividade significa que menos pessoas são necessárias em cada fábrica para produzir mais coisas. Assim, se quisermos ter mais empregos, nós precisaremos de mais fábricas. Mais fábricas fazendo mais coisas provocam maior aquecimento global, e é o ponto onde os dois círculos se encontram.
Mas Gilding é na verdade um eco-otimista. Quando o impacto do Grande Rompimento nos atingir, ele diz, “nossa resposta será proporcionalmente dramática, nos mobilizando como seria em uma guerra. Nós mudaremos em uma escala e velocidade que mal podemos imaginar atualmente, transformando completamente nossa economia, incluindo nossos setores de energia e transportes, em apenas poucas décadas”.
Nós perceberemos, ele prevê, que o modelo de crescimento movido pelo consumo está quebrado e temos que passar para um modelo de crescimento movido pela felicidade, com base nas pessoas trabalhando menos e possuindo menos. “Quantas pessoas”, diz Gilding, “se veem em seu leito de morte e pensam: ‘Eu gostaria de ter trabalhado mais ou desenvolvido mais valor para o acionista’, e quantas pessoas pensam: ‘Eu gostaria de ter assistido mais jogos no estádio, lido mais livros para meus filhos, feito mais caminhadas?’ Para isso, é preciso um modelo de crescimento baseado em dar às pessoas mais tempo para desfrutarem a vida, mas com menos coisas”.
Soa utópico? Gilding insiste que é um realista. “Nós estamos caminhando para uma escolha movida por uma crise”, ele diz. “Ou permitiremos que o colapso nos surpreenda ou desenvolveremos um novo modelo econômico sustentável. Nós escolheremos o segundo. Nós podemos ser lerdos, mas não somos estúpidos.”
Fonte - UOL
Nota DDP: Trabalho e tempo. Assim como os círculos do aquecimento global e do crescimento global abordados pelo artigo em algum momento estabelecerão um ponto comum, o discurso religioso que privilegia tempo e família em contraste com o tempo e trabalho do mundo político, também contarão com seu ponto de convergência.
Nesse dia se estabelecerá a última "guerra", "dramática" o suficiente para o último capítulo do Conflito dos Séculos.
[Colaboração - Cléo de Castro]
“A única resposta só pode ser negação”, argumenta Paul Gilding, o veterano empreendedor-ambientalista australiano, que descreveu este momento em um novo livro, “The Great Disruption: Why the Climate Crisis Will Bring on the End of Shopping and the Birth of a New World”. “Quando você está cercado por algo tão grande, que exige que você mude tudo a respeito do modo como pensa e vê o mundo, então a negação é a resposta natural. Mas quanto mais esperarmos, maior será a resposta necessária.”
Gilding cita o trabalho da Global Footprint Network (GFN, Rede Global de Pegada Ecológica), uma aliança de cientistas, que calcula quantos “planetas Terra” precisamos para sustentar nossas atuais taxas de crescimento. A GFN mede quantas áreas de terra e água precisamos para produzir os recursos que consumimos e absorver nossos dejetos, usando a tecnologia predominante. Ao todo, diz a GFN, nós estamos atualmente crescendo a uma taxa que está usando os recursos da Terra bem mais rápido do que podem ser restaurados de forma sustentável, de modo que estamos devorando nosso futuro. No momento, o crescimento global está usando aproximadamente 1,5 Terra. “O fato de haver um só planeta torna isto um problema significativo”, diz Gilding.
Não é ficção científica. Isto é o que acontece quando nosso sistema de crescimento e o sistema da natureza batem contra um muro ao mesmo tempo. Enquanto estava no Iêmen no ano passado, eu vi um caminhão-tanque entregando água na capital, Sanaa. Por quê? Porque Sanaa poderá ser a primeira grande cidade do mundo a ficar sem água em uma década. Isso é o que acontece quando uma geração em um país vive a 150% da capacidade sustentável.
“Se você cortar mais árvores do que planta, você ficará sem árvores”, escreve Gilding. “Se você colocar nitrogênio adicional no sistema de água, você muda o tipo e a quantidade de vida que a água pode sustentar. Se você aumenta o cobertor de CO2 da Terra, a Terra fica mais quente. Se você faz todas essas coisas e muitas outras mais ao mesmo tempo, você muda a forma como todo o sistema do planeta Terra se comporta, com impactos sociais, econômicos e de suporte de vida. Isto não é especulação; isto é ciência colegial.”
Também é o estado atual. “Nos milhares de anos de civilização da China, o conflito entre a humanidade e a natureza nunca foi tão sério quanto atualmente”, disse recentemente o ministro do Meio Ambiente da China, Zhou Shengxian. “O esgotamento e deterioração dos recursos e o agravamento do ambiente ecológico se transformaram em gargalos e impedimentos graves para o desenvolvimento econômico e social do país.” O que o ministro da China está nos dizendo, diz Gilding, é que “a Terra está cheia. Nós atualmente estamos usando tantos recursos e despejando tantos dejetos na Terra que chegamos a algum tipo de limite, considerando as tecnologias atuais. A economia terá que ficar menor em termos de impacto físico”.
Mas nós não mudaremos sistemas sem uma crise. Mas não se preocupe. Nós estamos chegando lá. Nós estamos presos atualmente em dois círculos: um é o de que o crescimento populacional e o aquecimento global estão elevando os preços dos alimentos; o aumento dos preços dos alimentos causa instabilidade política no Oriente Médio, que leva a preços mais altos do petróleo, que leva a preços mais altos dos alimentos, que leva a mais instabilidade. Ao mesmo tempo, uma maior produtividade significa que menos pessoas são necessárias em cada fábrica para produzir mais coisas. Assim, se quisermos ter mais empregos, nós precisaremos de mais fábricas. Mais fábricas fazendo mais coisas provocam maior aquecimento global, e é o ponto onde os dois círculos se encontram.
Mas Gilding é na verdade um eco-otimista. Quando o impacto do Grande Rompimento nos atingir, ele diz, “nossa resposta será proporcionalmente dramática, nos mobilizando como seria em uma guerra. Nós mudaremos em uma escala e velocidade que mal podemos imaginar atualmente, transformando completamente nossa economia, incluindo nossos setores de energia e transportes, em apenas poucas décadas”.
Nós perceberemos, ele prevê, que o modelo de crescimento movido pelo consumo está quebrado e temos que passar para um modelo de crescimento movido pela felicidade, com base nas pessoas trabalhando menos e possuindo menos. “Quantas pessoas”, diz Gilding, “se veem em seu leito de morte e pensam: ‘Eu gostaria de ter trabalhado mais ou desenvolvido mais valor para o acionista’, e quantas pessoas pensam: ‘Eu gostaria de ter assistido mais jogos no estádio, lido mais livros para meus filhos, feito mais caminhadas?’ Para isso, é preciso um modelo de crescimento baseado em dar às pessoas mais tempo para desfrutarem a vida, mas com menos coisas”.
Soa utópico? Gilding insiste que é um realista. “Nós estamos caminhando para uma escolha movida por uma crise”, ele diz. “Ou permitiremos que o colapso nos surpreenda ou desenvolveremos um novo modelo econômico sustentável. Nós escolheremos o segundo. Nós podemos ser lerdos, mas não somos estúpidos.”
Fonte - UOL
Nota DDP: Trabalho e tempo. Assim como os círculos do aquecimento global e do crescimento global abordados pelo artigo em algum momento estabelecerão um ponto comum, o discurso religioso que privilegia tempo e família em contraste com o tempo e trabalho do mundo político, também contarão com seu ponto de convergência.
Nesse dia se estabelecerá a última "guerra", "dramática" o suficiente para o último capítulo do Conflito dos Séculos.
[Colaboração - Cléo de Castro]
Erupção vulcânica na Eritreia causa nuvens de cinzas de até 15km de altura
"A erupção ocorrida no domingo é importante", segundo Jean Nicolau, da Meteo-France, em Toulouse (sul da França), onde também se localiza o VAAC, um dos centros internacionais de vigilância, encarregado da Europa do Sul e da África.
"Segundo imagens de satélite que observamos, as cinzas vulcânicas alcançam de 13 a 15 km de altura. Não estamos em uma situação crítica como ocorreu com o vulcão islandês Grimsv¶tn, que abarcava uma zona de tráfego aéreo muito densa, pois o tráfego é muito menos importante na África Oriental", afirmou.
A secretária de Estado americana Hillary Clinton teve que encurtar sua visita em Adis Abeba por causa do avanço para a capital etíope de uma nuvem de cinzas.
Fonte - BOL
Nota DDP: Veja também "Vulcão Puyehue não dá descanso e continua a perturbar aeroportos".
"A crosta terrestre será dilacerada pelas explosões dos elementos ocultos nas entranhas da Terra. Estes elementos, uma vez desprendidos, arrebatarão os tesouros dos que durante anos têm aumentado sua fortuna pela aquisição de grandes posses a preços de fome dos que estão ao seu serviço. E o mundo religioso também será terrivelmente abalado, pois o fim de todas as coisas está às portas" (Manuscript Releases, v. 3, p. 208).
Os solos do planeta estão sob ameaça
Não são apenas as geleiras e as florestas tropicais que estão em perigo em nosso planeta. Além do fantasma do aquecimento global e dos desmatamentos fora de controle, os solos da Terra estão sob maior ameaça do que nunca.Segundo cientistas, em algumas partes do mundo as perdas por erosão ultrapassam a taxa natural de formação do solo. A intensidade da atividade humana está afetando a capacidade do solo de produzir alimentos, armazenar o carbono da atmosfera, filtrar a contaminação do abastecimento de água e manter a biodiversidade.
Devido à crescente demanda por alimentos, a intensificação da agricultura por si só vai colocar uma enorme pressão sobre os solos ao longo das próximas décadas – e as alterações climáticas aumentam ainda mais o desafio.
Os solos são o cerne da “zona crítica” da Terra: a camada que dá suporte à vida de grande parte da humanidade e vai do topo da copa das árvores ao fundo dos aquíferos.
Steve Banwart, professor do Instituto Kroto de Pesquisa da Universidade de Sheffeld, lidera um novo programa de pesquisa internacional, denominado Observatórios de Zonas Críticas, que busca ajuda para enfrentar o desafio de manter a qualidade de nossos solos.
Existem agora mais de 30 observatórios em muitos países diferentes e eles estão começando a trabalhar juntos. Um dos objetivos desse esforço internacional é desenvolver modelos matemáticos para prever como o solo e as funções que ele desempenha vão ser afetados com a intensificação das atividades humanas. A ideia é também desenvolver solução para aumentar a produtividade de plantações, por exemplo, sem comprometer as outras funções do solo.
Hypescience
[Pesquisa - Evidências Proféticas]
Temporada de tornados foi a mais mortífera
A temporada de tornados que terminou na última semana nos Estados Unidos foi a mais mortífera do país e provocou danos materiais estimados em 12,5 bilhões de dólares, revelaram as autoridades americanas. As tempestades e tornados que assolaram o centro e sul dos Estados Unidos entre 20 e 27 de maio devastaram principalmente a localidade de Joplin, no Missouri, e provocaram danos entre 4 e 7 bilhões de dólares, explicou a seguradora especializada em catástrofes, a AIR Worldwide. Um mês antes, ocorreu o temporal mais grave desde 1925 que provocou cerca de 350 vítimas mortais em seis estados e estragos estimados entre 3,7 e 5,5 bilhões de dólares apenas em seis dias, entre 22 e 28 de abril. A soma dos prejuízos materiais eleva-se a um mínimo de 7,7 bilhões de dólares e a um máximo de 12,5 bilhões de dólares de equipamentos ou infraestruturas seguradas, além dos materiais que existiam no interior.A temporada de tornados nos Estados Unidos foi a mais grave desde os anos 50 com mais de 500 pessoas mortas e prejuízos materiais que as autoridades estimaram desde o início em bilhões de dólares. Só em Joplin, mais de 8 mil infraestruturas ficaram arrasadas.
(DN Globo)
Fonte - Michelson Borges
sexta-feira, 10 de junho de 2011
FAO teme escassez de água na agricultura por mudanças climáticas
Roma, 9 Jun 2011 (AFP) -As mudanças climáticas poderiam provocar escassez de água nas próximas décadas para a produção de alimentos e cultivos, segundo estudo divulgado esta quinta-feira pela FAO.
O estudo analisa as consequências previsíveis das mudanças climáticas, entre elas a diminuição da corrente de água dos rios e da alimentação dos aquíferos no Mediterrâneo, as zonas semiáridas na América, Austrália e África meridional, regiões que já sofrem de "estresse hídrico", sustentou a entidade das Nações Unidas.
Segundo o estudo, na Ásia serão afetadas amplas regiões que dependem do degelo e dos glaciares de montanha.
As áreas densamente povoadas dos deltas fluviais também estão ameaçadas, pela combinação de menor fluxo de água, aumento da salinidade e elevação do nível do mar.
A aceleração do ciclo hidrológico do planeta, já que as temperaturas em alta aumentarão a taxa de evaporação da terra e do mar, também afetarão o acesso à água.
Os especialistas da FAO afirmam que a chuva aumentará nos trópicos e em latitudes mais elevadas, mas diminuirá nas regiões que já têm caráter seco e semiárido e no interior dos grandes continentes.
"Será necessário contar com uma frequência maior de secas e inundações, mas espera-se que as regiões do mundo que já sofrem de escassez de água se tornem mais secas e quentes", sustentou a FAO.
"A perda de glaciares - que sustentam cerca de 40% do abastecimento de água ao nível mundial - afetará finalmente a quantidade de água de superfície disponível para a irrigação das principais bacias produtoras", destacam os especialistas.
A FAO adverte que se sabe muito pouco sobre o futuro impacto das mudanças climáticas na água para a agricultura ao nível regional e subregional, e onde os camponeses estarão mais ameaçados.
"É necessária uma precisão e um enfoque maiores para entender a natureza, o alcance e localização dos efeitos das mudanças climáticas nos recursos hídricos para a agricultura nos países em desenvolvimento", destacou o informe, acrescentando que "mapear a vulnerabilidade é uma tarefa chave ao nível nacional e regional".
Fonte - BOL
O estudo analisa as consequências previsíveis das mudanças climáticas, entre elas a diminuição da corrente de água dos rios e da alimentação dos aquíferos no Mediterrâneo, as zonas semiáridas na América, Austrália e África meridional, regiões que já sofrem de "estresse hídrico", sustentou a entidade das Nações Unidas.
Segundo o estudo, na Ásia serão afetadas amplas regiões que dependem do degelo e dos glaciares de montanha.
As áreas densamente povoadas dos deltas fluviais também estão ameaçadas, pela combinação de menor fluxo de água, aumento da salinidade e elevação do nível do mar.
A aceleração do ciclo hidrológico do planeta, já que as temperaturas em alta aumentarão a taxa de evaporação da terra e do mar, também afetarão o acesso à água.
Os especialistas da FAO afirmam que a chuva aumentará nos trópicos e em latitudes mais elevadas, mas diminuirá nas regiões que já têm caráter seco e semiárido e no interior dos grandes continentes.
"Será necessário contar com uma frequência maior de secas e inundações, mas espera-se que as regiões do mundo que já sofrem de escassez de água se tornem mais secas e quentes", sustentou a FAO.
"A perda de glaciares - que sustentam cerca de 40% do abastecimento de água ao nível mundial - afetará finalmente a quantidade de água de superfície disponível para a irrigação das principais bacias produtoras", destacam os especialistas.
A FAO adverte que se sabe muito pouco sobre o futuro impacto das mudanças climáticas na água para a agricultura ao nível regional e subregional, e onde os camponeses estarão mais ameaçados.
"É necessária uma precisão e um enfoque maiores para entender a natureza, o alcance e localização dos efeitos das mudanças climáticas nos recursos hídricos para a agricultura nos países em desenvolvimento", destacou o informe, acrescentando que "mapear a vulnerabilidade é uma tarefa chave ao nível nacional e regional".
Fonte - BOL
Danos nos oceanos podem ser irreversíveis
A organização internacional Oceana alertou ontem para os danos registados nos oceanos, que serão "irreversíveis" se não forem avançadas medidas, salientando que 99 por cento das espécies marinhas em perigo estão sem planos de conservação.
A propósito do Dia Mundial dos Oceanos, que ontem se assinalou, a Oceana realçou em comunicado que "a primeira década do século XXI foi um período devastador para os oceanos" e, "caso ações decisivas não sejam tomadas imediatamente, os danos serão irreversíveis".
Segundo as suas estimativas, "99 por cento das espécies marinhas em perigo de extinção ainda não têm planos de conservação e numa só década 70 milhões de toneladas de peixe foram jogadas fora".
A estes dados, é acrescentado que "110.000 hectares de erva marinha, refúgio de milhares de organismos, foram destruídos".
A crítica da organização de conservação marinha vai para o setor das pescas ao frisar que "os avanços tecnológicos postos em prática para sobre aproveitar os recursos dos oceanos maximizam os lucros de curto prazo da indústria pesqueira, sem terem em conta a subsistência de milhões de pessoas nem a preservação dos ecossistemas marinhos".
Outra preocupação transmitida pela Oceana refere-se ao facto de a maior parte dos mares profundos permanecer por explorar, "o que significa que, em muitas áreas, ferramentas pesqueiras destrutivas são permitidas sem sequer se ter a noção da biodiversidade que se está a destruir".
Fonte - Diário de Notícias
A propósito do Dia Mundial dos Oceanos, que ontem se assinalou, a Oceana realçou em comunicado que "a primeira década do século XXI foi um período devastador para os oceanos" e, "caso ações decisivas não sejam tomadas imediatamente, os danos serão irreversíveis".
Segundo as suas estimativas, "99 por cento das espécies marinhas em perigo de extinção ainda não têm planos de conservação e numa só década 70 milhões de toneladas de peixe foram jogadas fora".
A estes dados, é acrescentado que "110.000 hectares de erva marinha, refúgio de milhares de organismos, foram destruídos".
A crítica da organização de conservação marinha vai para o setor das pescas ao frisar que "os avanços tecnológicos postos em prática para sobre aproveitar os recursos dos oceanos maximizam os lucros de curto prazo da indústria pesqueira, sem terem em conta a subsistência de milhões de pessoas nem a preservação dos ecossistemas marinhos".
Outra preocupação transmitida pela Oceana refere-se ao facto de a maior parte dos mares profundos permanecer por explorar, "o que significa que, em muitas áreas, ferramentas pesqueiras destrutivas são permitidas sem sequer se ter a noção da biodiversidade que se está a destruir".
Fonte - Diário de Notícias
Tecnologia de reconhecimento facial do Facebook gera dúvidas
SÃO FRANCISCO - O Facebook ampliou silenciosamente a disponibilidade de tecnologia para identificar automaticamente as pessoas nas fotos, renovando as preocupações sobre as práticas de privacidade do maior serviço mundial de redes sociais.
A característica, que o Facebook habilitou automaticamente para seus usuários, se estendeu dos Estados Unidos para a maioria dos países, informou na terça-feira a rede social em seu blog oficial.
A aplicação de sugestão de legendas utiliza ferramenta de reconhecimento facial para acelerar o processo de identificação de amigos e conhecidos que aparecem nas fotos publicadas no Facebook.
A maneira como a companhia divulgou a tecnologia gerou suspeitas em alguns círculos. A empresa de consultores de segurança em internet Sophos publicou na terça-feira uma nota no blog de sua companhia dizendo que muitos usuários do Facebook estão informando que o site ativou a opção de reconhecimento facial nos últimos dias sem avisar a eles.
"Novamente, parece que o Facebook está invadindo a privacidade de seus usuários na internet de forma oculta", escreveu Graham Cluley, consultor de tecnologia da Sophos.
O Facebook, que anunciou em dezembro que planejava apresentar o seviço nos Estados Unidos, reconheceu na terça que a aplicação, de fato, está disponível para mais usuários.
Quando consultada sobre a publcação no blog da Sophos, o Facebook disse em um comunicado que enviou por correio eletrônico que "deveríamos ter sido mais claros com as pessoas durante o processo de expansão quando o aplicativo esteve disponível para elas".
O comunicado destacou que as sugestões de legendas de fotos se realizam somente quando se acrescentam novas imagens ao Facebook, que somente se sugerem aos amigos e que os usuários podem desativar a característica em sua configuração de privacidade.
A companhia não respondeu às solicitações de mais comentários.
Fonte - O Globo
A característica, que o Facebook habilitou automaticamente para seus usuários, se estendeu dos Estados Unidos para a maioria dos países, informou na terça-feira a rede social em seu blog oficial.
A aplicação de sugestão de legendas utiliza ferramenta de reconhecimento facial para acelerar o processo de identificação de amigos e conhecidos que aparecem nas fotos publicadas no Facebook.
A maneira como a companhia divulgou a tecnologia gerou suspeitas em alguns círculos. A empresa de consultores de segurança em internet Sophos publicou na terça-feira uma nota no blog de sua companhia dizendo que muitos usuários do Facebook estão informando que o site ativou a opção de reconhecimento facial nos últimos dias sem avisar a eles.
"Novamente, parece que o Facebook está invadindo a privacidade de seus usuários na internet de forma oculta", escreveu Graham Cluley, consultor de tecnologia da Sophos.
O Facebook, que anunciou em dezembro que planejava apresentar o seviço nos Estados Unidos, reconheceu na terça que a aplicação, de fato, está disponível para mais usuários.
Quando consultada sobre a publcação no blog da Sophos, o Facebook disse em um comunicado que enviou por correio eletrônico que "deveríamos ter sido mais claros com as pessoas durante o processo de expansão quando o aplicativo esteve disponível para elas".
O comunicado destacou que as sugestões de legendas de fotos se realizam somente quando se acrescentam novas imagens ao Facebook, que somente se sugerem aos amigos e que os usuários podem desativar a característica em sua configuração de privacidade.
A companhia não respondeu às solicitações de mais comentários.
Fonte - O Globo
quinta-feira, 9 de junho de 2011
Melhor gestor dos EUA prevê novo crash nas bolsas
...
Para Bob Rodriguez, gestor do fundo de ações americano com o maior rendimento nos últimos 25 anos, investidor deveria começar a reduzir desde já o risco de seu portfólio
A seleção das ações é disciplinada. Na década de 1990, Rodriguez não gostava das ações do setor de internet – que, à época, não paravam de subir – porque temia que os papéis nunca justificassem os altos múltiplos em que eram negociados. Ele chegou a dizer que as ações de internet eram só uma "especulação mascarada de investimento" e começou a limá-las de seu portfólio. Muitos clientes tiraram o dinheiro de seu fundo porque queriam aproveitar a alta – mas quebraram a cara quando a bolha explodiu. Em 2002, o FPA Capital rendeu 29%, contra baixa de 38% do S&P 500, um dos principais índices de ações dos EUA.
Já em 2005, Rodriguez voltou a farejar o cheiro de desgraça no ar. Seu fundo de renda fixa rapidamente começou a despejar no mercado títulos hipotecários de segunda linha e a aumentar a qualidade dos créditos incluídos na carteira. Em 2006, ele já não detinha nenhum título da Fannie Mae e Freddie Mac, duas agências governamentais de crédito que quebraram e tiveram que ser resgatadas com bilhões de dólares do governo. Em 2007, seu fundo de ações já tinha 40% do capital em caixa. Com esse dinheiro, Rodriguez foi às compras em 2008, quando o mercado entrou em colapso após a quebra do banco Lehman Brothers. No ano seguinte, seu fundo de ações obteve um retorno de 54%.
Agora, Rodriguez aposta que o governo dos EUA terá problemas com seu alto endividamento. A agência de classificação da risco Standard & Poor's colocou recentemente o rating (avaliação de crédito) dos títulos americanos em perspectiva negativa. Rodriguez reagiu de forma irônica à decisão de disse que ao menos alguém já dá sinais de que acordou para o déficit público dos EUA.
Ele considera que a dívida pública americana – que oficialmente corresponde a 64% do PIB – é muito maior do que se divulga e lembra que obrigações a serem cumpridas pelo programa de saúde Medicare e pelas agências de crédito Fannie Mae e Freddie Mac também deveriam ser contabilizadas. A situação, portanto, é bem pior do que parece. Se os EUA não fizerem nada para reduzir o endividamento até 2012, os investidores vão começar a temer o pior. Essa situação poderia levar ao aumento da percepção de risco dos títulos do Tesouro americano. Rapidamente o governo seria obrigado a pagar juros mais altos para se financiar– o que poderia gerar uma crise de confiança no mercado financeiro.
Para quem é considerado um "profeta do Apocalipse", Rodriguez até que parece ser justo com o governo. Ele admite que o problema ainda não seja irreparável. O governo americano precisa começar a cortar os gastos em 350 bilhões a 500 bilhões de dólares por ano e evitar futuras surpresas. O grande problema é que ele não acredita que o presidente Barack Obama esteja disposto a fazer a reforma fiscal necessária. A hora, portanto, seria de começar a reduzir o risco do portfólio de investimentos, baixando a exposição a ações e a títulos de segunda linha.
Fonte - Exame
Para Bob Rodriguez, gestor do fundo de ações americano com o maior rendimento nos últimos 25 anos, investidor deveria começar a reduzir desde já o risco de seu portfólio
A seleção das ações é disciplinada. Na década de 1990, Rodriguez não gostava das ações do setor de internet – que, à época, não paravam de subir – porque temia que os papéis nunca justificassem os altos múltiplos em que eram negociados. Ele chegou a dizer que as ações de internet eram só uma "especulação mascarada de investimento" e começou a limá-las de seu portfólio. Muitos clientes tiraram o dinheiro de seu fundo porque queriam aproveitar a alta – mas quebraram a cara quando a bolha explodiu. Em 2002, o FPA Capital rendeu 29%, contra baixa de 38% do S&P 500, um dos principais índices de ações dos EUA.
Já em 2005, Rodriguez voltou a farejar o cheiro de desgraça no ar. Seu fundo de renda fixa rapidamente começou a despejar no mercado títulos hipotecários de segunda linha e a aumentar a qualidade dos créditos incluídos na carteira. Em 2006, ele já não detinha nenhum título da Fannie Mae e Freddie Mac, duas agências governamentais de crédito que quebraram e tiveram que ser resgatadas com bilhões de dólares do governo. Em 2007, seu fundo de ações já tinha 40% do capital em caixa. Com esse dinheiro, Rodriguez foi às compras em 2008, quando o mercado entrou em colapso após a quebra do banco Lehman Brothers. No ano seguinte, seu fundo de ações obteve um retorno de 54%.
Agora, Rodriguez aposta que o governo dos EUA terá problemas com seu alto endividamento. A agência de classificação da risco Standard & Poor's colocou recentemente o rating (avaliação de crédito) dos títulos americanos em perspectiva negativa. Rodriguez reagiu de forma irônica à decisão de disse que ao menos alguém já dá sinais de que acordou para o déficit público dos EUA.
Ele considera que a dívida pública americana – que oficialmente corresponde a 64% do PIB – é muito maior do que se divulga e lembra que obrigações a serem cumpridas pelo programa de saúde Medicare e pelas agências de crédito Fannie Mae e Freddie Mac também deveriam ser contabilizadas. A situação, portanto, é bem pior do que parece. Se os EUA não fizerem nada para reduzir o endividamento até 2012, os investidores vão começar a temer o pior. Essa situação poderia levar ao aumento da percepção de risco dos títulos do Tesouro americano. Rapidamente o governo seria obrigado a pagar juros mais altos para se financiar– o que poderia gerar uma crise de confiança no mercado financeiro.
Para quem é considerado um "profeta do Apocalipse", Rodriguez até que parece ser justo com o governo. Ele admite que o problema ainda não seja irreparável. O governo americano precisa começar a cortar os gastos em 350 bilhões a 500 bilhões de dólares por ano e evitar futuras surpresas. O grande problema é que ele não acredita que o presidente Barack Obama esteja disposto a fazer a reforma fiscal necessária. A hora, portanto, seria de começar a reduzir o risco do portfólio de investimentos, baixando a exposição a ações e a títulos de segunda linha.
Fonte - Exame
quarta-feira, 8 de junho de 2011
Efeito de estufa ameaça tornar os verões mais quentes
As zonas tropicais e grande parte do hemisfério norte poderão enfrentar verões mais quentes nos próximos 20 anos caso se mantenham os níveis actuais de emissão de gases com efeito estufa, alerta um estudo da universidade de Standford.
O estudo, que será publicado na revista "Climate Change Letters", refere que muitas regiões tropicais da África, Ásia e América do Sul poderão assistir a um aumento de calor "sem precedentes e que as latitudes do centro da Europa, China e América do Norte, poderão atravessar mudanças extremas num prazo de 60 anos.
"Segundo as nossas projecções, grandes áreas do planeta podem aquecer de forma tão rápida que, para meados deste século, os verões mais frescos serão os mais quentes dos últimos 50 anos", apontou o responsável do estudo, Noah Diffenbaugh, citado pela Efe.
O estudo, que foi financiado pela Fundação Nacional de Ciências, Governo dos Estados Unidos e Banco Mundial, pretendeu determinar o impacto do aquecimento global nas próximas décadas.
Fonte - Jornal de Notícias
Nota DDP: Veja também "Temporada de tornados nos EUA causou danos de até US$ 12,5 bi" e "Temporada de tornados foi a mais mortífera".
O estudo, que será publicado na revista "Climate Change Letters", refere que muitas regiões tropicais da África, Ásia e América do Sul poderão assistir a um aumento de calor "sem precedentes e que as latitudes do centro da Europa, China e América do Norte, poderão atravessar mudanças extremas num prazo de 60 anos.
"Segundo as nossas projecções, grandes áreas do planeta podem aquecer de forma tão rápida que, para meados deste século, os verões mais frescos serão os mais quentes dos últimos 50 anos", apontou o responsável do estudo, Noah Diffenbaugh, citado pela Efe.
O estudo, que foi financiado pela Fundação Nacional de Ciências, Governo dos Estados Unidos e Banco Mundial, pretendeu determinar o impacto do aquecimento global nas próximas décadas.
Fonte - Jornal de Notícias
Nota DDP: Veja também "Temporada de tornados nos EUA causou danos de até US$ 12,5 bi" e "Temporada de tornados foi a mais mortífera".
Fome: o tsunami silencioso que pode devastar o mundo
O que a mudança climática [que, pelo que indicam pesquisas, não é majoritariamente causada pelo ser humano], uma população crescente e suprimentos de água cada vez mais escassos causam? Uma crescente escassez global de alimentos que fez com que o preço da comida dobrasse nos últimos anos. Segundo os cientistas, como resultado, mais pessoas ao redor do planeta estão passando fome. Nos Estados Unidos, por exemplo, mesmo que o preço dos alimentos tenha subido, a maioria das pessoas não compreende o alcance e a gravidade do problema. Um estudo de 2009 mostrou que os americanos desperdiçam cerca de 40% de seus alimentos. Os resíduos alimentícios por pessoa aumentaram 50% desde 1974. No entanto, uma em cada sete pessoas vão para a cama com fome todas as noites. A fome mata mais pessoas do que a aids, a malária e a tuberculose juntas. O problema é pior nos países em desenvolvimento, mas tem implicações muito além das fronteiras dos países pobres. Há anos os cientistas preveem que um planeta mais quente, juntamente com as demandas crescentes de água, pode provocar escassez de alimentos. Um estudo de 2007 advertiu que a mudança climática pode ajudar a causar escassez de alimentos, levando à guerra. Outros cientistas previram que a escassez de água será o fator que desencadeará uma guerra. A situação se tornou aguda em 2008, quando a escassez de alimentos estourou em revoltas em vários países pobres. A alta dos preços dos alimentos teve um papel na derrubada do governo haitiano nesse ano.
A segurança alimentar emergiu como um chavão político nas conversas sobre a estabilidade no mundo em desenvolvimento. Recentes subidas dos preços globais dos alimentos ameaçou criar uma crise alimentar nas nações onde pessoas mais pobres muitas vezes gastam três quartos de sua renda em comida. [...]
Segundo cientistas, o crescimento da população mundial está ultrapassando a produção de alimentos, especialmente nas quatro plantações que fornecem a maior parte da alimentação mundial: trigo, arroz, milho e soja. Como estudos têm mostrado anteriormente, hoje há pouca terra para converter em agricultura, o abastecimento de água está acabando e o aquecimento global está causando estragos nas plantações e contribuindo para condições climáticas extremas que destroem culturas.
Eis o grave problema: a escassez de alimentos global urgente não está sendo acompanhada por esforços de investigação urgentes para melhorar essas perspectivas no futuro. A população global, de apenas 3 bilhões em 1959, está agora em 6,92 bilhões. Com 4,2 pessoas nascendo a cada segundo, a população está projetada para atingir 9 bilhões até 2044. A demanda de alimentos terá aumentado 70%. E o que os governos estão fazendo para aumentar essa produção e suprir essa demanda? Nada
(Hypescience)
Nota Michelson Borges: Fome disseminada pelo mundo, injustiça na distribuição dos recursos (poucos com muito e muitos com quase nada), catástrofes climáticas, terremotos em vários lugares, guerras, doenças... Você já leu previsões a esse respeito antes? Não teria sido num livro escrito há milênios e que nunca errou uma predição? Jesus breve virá e toda essa história triste e injusta ficará num passado esquecido!
A cada cinco minutos é assassinado um cristão
"Cento e cinco mil cristãos são assassinados anualmente devido às convicções religiosas, o que indica que em cada cinco minutos morre um cristão por causa da fé, alerta o perito em temas de liberdade religiosa Massimo Introvigne. O responsável, citado hoje pela Rádio Vaticano, falava na Conferência Internacional sobre o Diálogo Inter-religioso entre Cristãos, Judeus e Muçulmanos, realizada em Budapeste, na Hungria. (...)"Se essas cifras não gritarem ao mundo, se não se detiver esta praga, se não se reconhecer que a perseguição dos cristãos é a primeira emergência mundial em matéria de violência e de discriminação religiosa, o diálogo entre religiões só produzirá congressos estupendos, mas nenhum resultado concreto", afirmou Massimo Introvigne.
O arcebispo de Budapeste, cardeal Peter Erdö, disse, também citado pela Rádio Vaticano, que muitas comunidades cristãs no Oriente Médio morrerão porque terão de fugir. "Que a Europa se prepare para uma nova onda imigratória, desta vez de cristãos que fogem da perseguição", advertiu.
Na Conferência, organizada pelo governo da Hungria, participaram outras autoridades religiosas e civis, como o diplomata egípcio Aly Mahmoud, que afirmou que no Egito estão a registar-se ataques muito graves contra as Igrejas Coptas.
No entanto, disse, serão promulgadas leis que proibirão os imãs muçulmanos de realizar discursos incitando ao ódio e às manifestações hostis junto aos templos das minorias, especialmente a cristã."
Fonte: Diário de Notícias (negritos meus para destaque)
Nota O Tempo Final: fica registado que o problema hoje para os cristãos perseguidos é, em grande medida, a intolerância por parte de alguns muçulmanos. Em breve se verá se isso se mantém, ou se os verdadeiros cristãos começam a ser perseguidos... por outros (ditos) cristãos.
segunda-feira, 6 de junho de 2011
Valores espirituais do país constroem identidade europeia
Zagreb, 04 jun 2011 (Ecclesia) - O Papa afirmou hoje que os valores morais estão na “raiz da vida social e da identidade” da Europa.
À chegada ao aeroporto de Zagreb, capital da Croácia, onde inicia uma visita de dois dias, Bento XVI considerou que os desafios da cultura contemporânea, marcada pelo “desnivelamento social”, “individualismo” e “reduzida estabilidade”, exigem um “convicto testemunho e um arrojado dinamismo na promoção dos valores morais fundamentais que estão na raiz da vida social e da identidade” do continente europeu
Para Bento XVI, a celebração de 20 anos de independência e a entrada do país croata na União Europeia, constitui um “motivo de reflexão para todos os outros povos do continente”, com vista a “conservar e reanimar o património comum inestimável de valores humanos e cristãos”.
“Possa esta querida nação contribuir para fazer com que a União Europeia valorize plenamente tal riqueza espiritual e cultural”.
...
Fonte - Ecclesia
Nota DDP: Veja também "Bento XVI quer consciências radicadas na verdade e no bem".
A peregrinação em torno do restabelecimento dos "valores morais" (leia-se decálogo católico) continua e, só terminará quando encontrar eco na América.
À chegada ao aeroporto de Zagreb, capital da Croácia, onde inicia uma visita de dois dias, Bento XVI considerou que os desafios da cultura contemporânea, marcada pelo “desnivelamento social”, “individualismo” e “reduzida estabilidade”, exigem um “convicto testemunho e um arrojado dinamismo na promoção dos valores morais fundamentais que estão na raiz da vida social e da identidade” do continente europeu
Para Bento XVI, a celebração de 20 anos de independência e a entrada do país croata na União Europeia, constitui um “motivo de reflexão para todos os outros povos do continente”, com vista a “conservar e reanimar o património comum inestimável de valores humanos e cristãos”.
“Possa esta querida nação contribuir para fazer com que a União Europeia valorize plenamente tal riqueza espiritual e cultural”.
...
Fonte - Ecclesia
Nota DDP: Veja também "Bento XVI quer consciências radicadas na verdade e no bem".
A peregrinação em torno do restabelecimento dos "valores morais" (leia-se decálogo católico) continua e, só terminará quando encontrar eco na América.
Bento XVI recebe Biden e Abbas
CIDADE DO VATICANO, 3 JUN (ANSA) - O papa Bento XVI recebeu hoje, em audiências distintas, o vice-presidente dos Estados Unidos, Joe Biden, e o presidente da Autoridade Nacional Palestina (ANP), Mahmoud Abbas.
Os dois estão em Roma por ocasião dos festejos dos 150 anos da Unificação da Itália, celebrados ontem, na presença de outros 40 chefes de Estado e de Governo, e de representantes diplomáticos.
A audiência com Biden ocorreu de forma privada e, por volta das 11h30 locais (7h30 no horário de Brasília), o Pontífice se reuniu com Abbas.
De acordo com uma nota da Santa Sé, o encontro com o líder palestino durou 22 minutos e foi acompanhado por uma delegação da ANP.
Durante as conversas, Bento XVI afirmou que são "legítimas" as "aspirações" dos palestinos por um Estado independente.
O Papa também ressaltou a necessidade de Israel e Palestina viverem de modo "seguro" e buscarem uma "solução justa e duradoura" para o conflito bilateral, "a fim de assegurar o respeito aos Direitos Humanos de todos".
"Desse modo, com o apoio da comunidade internacional e um espírito de cooperação e abertura à reconciliação, a Terra Santa poderá conhecer a paz", comentou Bento XVI, segundo o comunicado do Vaticano.
A nota também informou que o Pontífice "fez referência à situação das comunidades cristãs em territórios palestinos e, em geral, no Oriente Médio, e destacou a contribuição insubstituível deles para a construção da sociedade".
Esta foi a quinta vez que os dois se reuniram, sendo que as outras ocasiões foram em dezembro de 2005, abril de 2007 e outubro de 2009, no Vaticano, e em maio de 2009, em Belém, durante uma visita do Papa a Israel e territórios palestinos.
Fonte - ANSA
Nora DDP: Chega a ser impressionante o afluxo de autoridades internacionais ao Vaticano. Nem se diga que tal condição se reflete em qualquer outro tipo de vantagem que o pequeno reino cravado na Europa possa fornecer, senão a influência que este ainda exerce no cenário mundial, como de fato exercerá até os últimos dias desta terra. Assim antecipou a profecia bíblica.
Os dois estão em Roma por ocasião dos festejos dos 150 anos da Unificação da Itália, celebrados ontem, na presença de outros 40 chefes de Estado e de Governo, e de representantes diplomáticos.
A audiência com Biden ocorreu de forma privada e, por volta das 11h30 locais (7h30 no horário de Brasília), o Pontífice se reuniu com Abbas.
De acordo com uma nota da Santa Sé, o encontro com o líder palestino durou 22 minutos e foi acompanhado por uma delegação da ANP.
Durante as conversas, Bento XVI afirmou que são "legítimas" as "aspirações" dos palestinos por um Estado independente.
O Papa também ressaltou a necessidade de Israel e Palestina viverem de modo "seguro" e buscarem uma "solução justa e duradoura" para o conflito bilateral, "a fim de assegurar o respeito aos Direitos Humanos de todos".
"Desse modo, com o apoio da comunidade internacional e um espírito de cooperação e abertura à reconciliação, a Terra Santa poderá conhecer a paz", comentou Bento XVI, segundo o comunicado do Vaticano.
A nota também informou que o Pontífice "fez referência à situação das comunidades cristãs em territórios palestinos e, em geral, no Oriente Médio, e destacou a contribuição insubstituível deles para a construção da sociedade".
Esta foi a quinta vez que os dois se reuniram, sendo que as outras ocasiões foram em dezembro de 2005, abril de 2007 e outubro de 2009, no Vaticano, e em maio de 2009, em Belém, durante uma visita do Papa a Israel e territórios palestinos.
Fonte - ANSA
Nora DDP: Chega a ser impressionante o afluxo de autoridades internacionais ao Vaticano. Nem se diga que tal condição se reflete em qualquer outro tipo de vantagem que o pequeno reino cravado na Europa possa fornecer, senão a influência que este ainda exerce no cenário mundial, como de fato exercerá até os últimos dias desta terra. Assim antecipou a profecia bíblica.
Praias no Ceará devem desaparecer em dez anos
Pelo menos quatro praias do litoral cearense deverão desaparecer nos próximos dez anos. Essa é a conclusão de uma série de estudos de pesquisadores do Labomar (Instituto de Ciências do Mar), da Universidade Federal do Ceará, que concluíram que, nessas localidades, o Atlântico tem avançado a impressionantes dez metros por ano.
O aumento do volume dos oceanos e o consequente avanço sobre áreas litorâneas não é exclusividade do litoral cearense. Inúmeras praias do Nordeste têm sofrido com a erosão causada pelas ondas. Os pesquisadores do Labomar, contudo, conseguiram quantificar esse avanço e perceberam que, para além das mudanças climáticas, as intervenções do homem tornam esse quadro muito mais grave.
“As mudanças climáticas têm feito com que o mar aumente de volume 40, 60 centímetros por século, causando avanço do mar de 4 a 6 metros nesse mesmo período, o que é muito pouco diante do que estamos vendo em certas localidades”, disse o geólogo Luís Parente, doutor em Ciências do Mar pela Universidade de Barcelona e professor do Labomar. Ele divulgou o resultado desses estudos nessa semana, num debate na Assembleia Legislativa do Ceará.
...
Fonte - UOL
O aumento do volume dos oceanos e o consequente avanço sobre áreas litorâneas não é exclusividade do litoral cearense. Inúmeras praias do Nordeste têm sofrido com a erosão causada pelas ondas. Os pesquisadores do Labomar, contudo, conseguiram quantificar esse avanço e perceberam que, para além das mudanças climáticas, as intervenções do homem tornam esse quadro muito mais grave.
“As mudanças climáticas têm feito com que o mar aumente de volume 40, 60 centímetros por século, causando avanço do mar de 4 a 6 metros nesse mesmo período, o que é muito pouco diante do que estamos vendo em certas localidades”, disse o geólogo Luís Parente, doutor em Ciências do Mar pela Universidade de Barcelona e professor do Labomar. Ele divulgou o resultado desses estudos nessa semana, num debate na Assembleia Legislativa do Ceará.
...
Fonte - UOL
domingo, 5 de junho de 2011
Pouco produtor para combater a fome
Há quase 1 bilhão de pessoas no mundo que vão dormir com fome todos os dias de suas vidas. E as perspectivas não são nada animadoras: a produção de alimentos não segue a mesma velocidade de cruzeiro que o crescimento da população mundial, e muito menos o acesso desta à comida. O mundo passou de 2,5 bilhões de habitantes em 1950 para cerca de 7 bilhões atualmente. A ONU calcula a taxa de fertilidade e espera 9 bilhões de habitantes em 2050. É como dizia o economista Jeffrey Sachs, um país abarrotado.
Abarrotado de futuros trabalhadores, consumidores, líderes e subordinados, mas sobretudo, em todos os casos, 2 bilhões a mais de futuras bocas para alimentar. Dois bilhões a mais de estômagos que, segundo concordam os especialistas, terão de pagar a comida mais cara que nunca.
O mundo enfrenta o segundo choque de preços dos alimentos desde a crise alimentar de 2007-2008. O aumento do petróleo (que em 2008 alcançou seu máximo histórico), os subsídios nos países mais ricos, o uso dos campos para a produção de biocombustível e as eventuais más colheitas se combinam habitualmente no aumento do preço da alimentação.
Um dos problemas é que esses – hoje – quase 7 bilhões de pessoas que esperam sua ração se nutrem de muito poucas fontes, o que representa um risco fenomenal para a oferta de alimentos. Os EUA, por exemplo, controlam 73% do mercado de milho em todo o mundo. Um problema climático naquele país representa um tremendo abalo para esse mercado.
Um punhado de cifras dá conta do nível de dependência que há em relação a alguns países, à margem de que as condições naturais de um território favorecem a produção de um tipo de produto e a especialização. Cinco países controlam 90% das exportações de arroz (EUA, com 68%, seguido de Coreia, Japão, Tailândia e China). Além do caso do arroz e do milho, também há uma elevada concentração no mercado de trigo (os EUA vendem 25% do total, o Canadá 13% e a Austrália, Rússia e França 11% cada), segundo indica o Instituto de Pesquisa de Políticas Alimentares dos EUA (IFPRI na sigla em inglês). “Há uma alta concentração desses produtos e o principal risco é que qualquer transtorno climático em um desses países tem um efeito direto nos preços”, adverte Máximo Torero, desse grupo de pensadores americano.
A alta inflação está afetando todos os países em desenvolvimento, incluindo aqueles com maior número de pessoas pobres. Por exemplo, entre dezembro de 2009 e dezembro de 2010 a inflação alcançou 10% na China e 18% na Índia, puxada sobretudo pela carne, peixe, laticínios, legumes e frutas.
“Mais que uma segunda crise alimentar em três anos, creio que esta é a mesma crise que se prolonga, porque as causas estruturais persistem, por isso temos uma crise prolongada que teve um pico em 2008″, reflete Jesús González Regidor, professor de Economia e Política Agroalimentar da Universidade Autônoma de Madri, que assessorou neste assunto a OCDE e a Comissão Europeia.
A oferta não cresce com a mesma velocidade que a demanda porque os avanços tecnológicos estagnaram. Além disso, parte dos cultivos é desviada para a produção de biocombustíveis muito subvencionados e, como pano de fundo, há uma mudança radical na demanda, pois gigantes como China e Índia estão melhorando seu nível de renda e pedem mais ao supermercado do mundo. A concentração, concorda o professor, é outro fator. “O grande mercado de matérias-primas movimenta grandes volumes com poucos investidores, os preços são marcados praticamente nas grandes Bolsas de Chicago, Nova York, Londres…”, aponta Regidor.
À conjuntura — a instabilidade política que provoca o pânico comprador em muitos países, os desastres climáticos ou o preço do petróleo — somam-se os problemas estruturais. Segundo um relatório que acaba de apresentar a ONG Intermón Oxfam, apenas 500 empresas controlam 70% do setor alimentar em todo o mundo. E três empresas agrícolas –Cargill, Bunge e ADM — dividem boa parte do comércio de cereais. Para Gonzalo Fanjul, diretor de estudos da ONG, há países muito eficientes, com recursos naturais e grande capacidade comercial, e outros, entre os quais destaca os EUA e os europeus, que contam com uma quantidade colossal de subsídios para sua agricultura, embora já sejam grandes exportadores.
“Isso representa uma desvantagem para outros países, por exemplo, os da África subsaariana, que têm muita capacidade potencial mas não conseguem melhorar sua agricultura comercialmente devido às altas tarifas impostas em outros mercados, como é o caso da UE”, explica Fanjul.
A ONG implementou esta semana em 24 países a campanha Cresça para Combater a Fome. Entre outras medidas, a iniciativa lança uma crítica à política de ajudas nos países avançados e calcula em US$ 252 bilhões o total que os países recebem da OCDE.
“Eliminar as barreiras alfandegárias ajudaria”, admite Torero. Mas a realidade não aponta para essa tendência. As pressões de caráter protecionista, incluindo restrições, estão crescendo nos países que formam o G-20, segundo o último relatório de vigilância elaborado pela Organização Mundial do Comércio (OMC).
Mas pode-se dar um corte brusco nos subsídios? “Essa é uma questão política muito delicada e os países têm autonomia nisso”, responde Torero, embora defenda “dar mais informação ao mercado sobre esses subsídios, que as pessoas os conheçam bem”.
O número de pessoas famintas no mundo cresceu nos últimos anos. Os altos preços dos alimentos e a crise empurraram outros 115 milhões de pessoas para a pobreza e a fome, segundo a Agência de Agricultura da ONU (FAO). Em 2009 o número total de pessoas famintas no mundo alcançou 1 bilhão, e embora desde então o número tenha baixado para 925 milhões a ONU contempla um novo aumento devido à última onda inflacionária.
Uma escalada do petróleo revoluciona os preços, o que é um incômodo para as economias ocidentais, uma notícia constante na mídia e um novo problema para os orçamentos familiares. Mas ao falar dessa parte pobre do planeta o incômodo passa à categoria de drama. “O encarecimento dos alimentos tem um efeito direto nessas cifras porque os pobres destinam grande parte de seu orçamento (de 50 a 70%, contra 10 ou 20% nos EUA) aos alimentos”, aponta Torero. Por isso um aumento da cesta básica é letal para essa economia familiar.
Esse mundo de 2050 precisa produzir mais. Há algumas estimativas sobre isso: a produção de carne terá de crescer 75%, para 460 milhões de toneladas, e os cereais 3 bilhões, segundo dados de vários estudos citados pelo IFPRI.
A questão é a que preço. Em longo prazo, isso coloca sérias incertezas no campo dos custos para a população. A comida deverá ser cada vez mais cara. A mudança climática tem efeitos nas colheitas e, portanto, no comportamento dos preços.
Os alimentos básicos como o trigo, o arroz, o gado ou o milho sofrerão aumentos de 100 a 180% até 2030, incorporando o efeito da mudança climática, segundo a Oxfam. Torero, do IFPRI, matiza essa avaliação: “A mudança climática claramente pode duplicar o preço dos alimentos em 40 anos, mas o maior problema que gera não é tanto isso, como a volatilidade”.
“Estamos sentados sobre uma bomba-relógio e não é por acaso”, alerta Fanjul. Segundo a Oxfam, até 2050 a demanda de alimentos aumentará 70% e, no entanto, a capacidade para aumentar a produção de alimentos está em declínio, já que a taxa de crescimento no rendimento das colheitas caiu acentuadamente. “Se não melhorarmos em nível de reservas e de produtividade, a situação será crítica. Se não aumentar a produção mundial e os importadores líquidos, e a China começar a comprar no mundo… A situação é muito delicada”, indica Máximo Torero.
Bettina Prado, do Fundo Internacional para o Desenvolvimento Agrícola (Ifad), acredita que os países estão reagindo melhor do que três anos atrás. “A comunidade internacional, muitos governos se mostraram melhor preparados e vemos que recorrem menos às restrições comerciais”, indica, e pede cautela antes de prever uma crise global a toda regra, mas admite: “Não há dúvida de que reduzir a fome e a desnutrição enquanto a população mundial continuar crescendo é um grande desafio para os próximos anos”. O Ifad acredita que os pequenos proprietários de terras de países em desenvolvimento podem desempenhar um papel mais importante do que têm agora, ajudando a alimentar a população nas próximas décadas.
Mais produtividade agrícola, sustentável, adaptar-se e mitigar ao mesmo tempo os efeitos da mudança climática, melhorar a situação das mulheres no campo, que realizam cerca da metade do trabalho mas têm pouco acesso ao crédito, à tecnologia e aos serviços… A lista de tarefas é interminável. A Oxfam lhe acrescenta um controle do investimento especulativo nos mercados e também a aquisição e apropriação de terras nos países menos desenvolvidos.
Fonte - UF Juiz de Fora
Nota DDP: Vale a mesma observação realizada em relação à crise econômica, vez que é perceptível, inclusive aos leigos e notadamente aos milhões que sofrem com mais esta mazela, que a falta de alimentos em alguma momento (que não parece distante) se tornará insustentável.
Abarrotado de futuros trabalhadores, consumidores, líderes e subordinados, mas sobretudo, em todos os casos, 2 bilhões a mais de futuras bocas para alimentar. Dois bilhões a mais de estômagos que, segundo concordam os especialistas, terão de pagar a comida mais cara que nunca.
O mundo enfrenta o segundo choque de preços dos alimentos desde a crise alimentar de 2007-2008. O aumento do petróleo (que em 2008 alcançou seu máximo histórico), os subsídios nos países mais ricos, o uso dos campos para a produção de biocombustível e as eventuais más colheitas se combinam habitualmente no aumento do preço da alimentação.
Um dos problemas é que esses – hoje – quase 7 bilhões de pessoas que esperam sua ração se nutrem de muito poucas fontes, o que representa um risco fenomenal para a oferta de alimentos. Os EUA, por exemplo, controlam 73% do mercado de milho em todo o mundo. Um problema climático naquele país representa um tremendo abalo para esse mercado.
Um punhado de cifras dá conta do nível de dependência que há em relação a alguns países, à margem de que as condições naturais de um território favorecem a produção de um tipo de produto e a especialização. Cinco países controlam 90% das exportações de arroz (EUA, com 68%, seguido de Coreia, Japão, Tailândia e China). Além do caso do arroz e do milho, também há uma elevada concentração no mercado de trigo (os EUA vendem 25% do total, o Canadá 13% e a Austrália, Rússia e França 11% cada), segundo indica o Instituto de Pesquisa de Políticas Alimentares dos EUA (IFPRI na sigla em inglês). “Há uma alta concentração desses produtos e o principal risco é que qualquer transtorno climático em um desses países tem um efeito direto nos preços”, adverte Máximo Torero, desse grupo de pensadores americano.
A alta inflação está afetando todos os países em desenvolvimento, incluindo aqueles com maior número de pessoas pobres. Por exemplo, entre dezembro de 2009 e dezembro de 2010 a inflação alcançou 10% na China e 18% na Índia, puxada sobretudo pela carne, peixe, laticínios, legumes e frutas.
“Mais que uma segunda crise alimentar em três anos, creio que esta é a mesma crise que se prolonga, porque as causas estruturais persistem, por isso temos uma crise prolongada que teve um pico em 2008″, reflete Jesús González Regidor, professor de Economia e Política Agroalimentar da Universidade Autônoma de Madri, que assessorou neste assunto a OCDE e a Comissão Europeia.
A oferta não cresce com a mesma velocidade que a demanda porque os avanços tecnológicos estagnaram. Além disso, parte dos cultivos é desviada para a produção de biocombustíveis muito subvencionados e, como pano de fundo, há uma mudança radical na demanda, pois gigantes como China e Índia estão melhorando seu nível de renda e pedem mais ao supermercado do mundo. A concentração, concorda o professor, é outro fator. “O grande mercado de matérias-primas movimenta grandes volumes com poucos investidores, os preços são marcados praticamente nas grandes Bolsas de Chicago, Nova York, Londres…”, aponta Regidor.
À conjuntura — a instabilidade política que provoca o pânico comprador em muitos países, os desastres climáticos ou o preço do petróleo — somam-se os problemas estruturais. Segundo um relatório que acaba de apresentar a ONG Intermón Oxfam, apenas 500 empresas controlam 70% do setor alimentar em todo o mundo. E três empresas agrícolas –Cargill, Bunge e ADM — dividem boa parte do comércio de cereais. Para Gonzalo Fanjul, diretor de estudos da ONG, há países muito eficientes, com recursos naturais e grande capacidade comercial, e outros, entre os quais destaca os EUA e os europeus, que contam com uma quantidade colossal de subsídios para sua agricultura, embora já sejam grandes exportadores.
“Isso representa uma desvantagem para outros países, por exemplo, os da África subsaariana, que têm muita capacidade potencial mas não conseguem melhorar sua agricultura comercialmente devido às altas tarifas impostas em outros mercados, como é o caso da UE”, explica Fanjul.
A ONG implementou esta semana em 24 países a campanha Cresça para Combater a Fome. Entre outras medidas, a iniciativa lança uma crítica à política de ajudas nos países avançados e calcula em US$ 252 bilhões o total que os países recebem da OCDE.
“Eliminar as barreiras alfandegárias ajudaria”, admite Torero. Mas a realidade não aponta para essa tendência. As pressões de caráter protecionista, incluindo restrições, estão crescendo nos países que formam o G-20, segundo o último relatório de vigilância elaborado pela Organização Mundial do Comércio (OMC).
Mas pode-se dar um corte brusco nos subsídios? “Essa é uma questão política muito delicada e os países têm autonomia nisso”, responde Torero, embora defenda “dar mais informação ao mercado sobre esses subsídios, que as pessoas os conheçam bem”.
O número de pessoas famintas no mundo cresceu nos últimos anos. Os altos preços dos alimentos e a crise empurraram outros 115 milhões de pessoas para a pobreza e a fome, segundo a Agência de Agricultura da ONU (FAO). Em 2009 o número total de pessoas famintas no mundo alcançou 1 bilhão, e embora desde então o número tenha baixado para 925 milhões a ONU contempla um novo aumento devido à última onda inflacionária.
Uma escalada do petróleo revoluciona os preços, o que é um incômodo para as economias ocidentais, uma notícia constante na mídia e um novo problema para os orçamentos familiares. Mas ao falar dessa parte pobre do planeta o incômodo passa à categoria de drama. “O encarecimento dos alimentos tem um efeito direto nessas cifras porque os pobres destinam grande parte de seu orçamento (de 50 a 70%, contra 10 ou 20% nos EUA) aos alimentos”, aponta Torero. Por isso um aumento da cesta básica é letal para essa economia familiar.
Esse mundo de 2050 precisa produzir mais. Há algumas estimativas sobre isso: a produção de carne terá de crescer 75%, para 460 milhões de toneladas, e os cereais 3 bilhões, segundo dados de vários estudos citados pelo IFPRI.
A questão é a que preço. Em longo prazo, isso coloca sérias incertezas no campo dos custos para a população. A comida deverá ser cada vez mais cara. A mudança climática tem efeitos nas colheitas e, portanto, no comportamento dos preços.
Os alimentos básicos como o trigo, o arroz, o gado ou o milho sofrerão aumentos de 100 a 180% até 2030, incorporando o efeito da mudança climática, segundo a Oxfam. Torero, do IFPRI, matiza essa avaliação: “A mudança climática claramente pode duplicar o preço dos alimentos em 40 anos, mas o maior problema que gera não é tanto isso, como a volatilidade”.
“Estamos sentados sobre uma bomba-relógio e não é por acaso”, alerta Fanjul. Segundo a Oxfam, até 2050 a demanda de alimentos aumentará 70% e, no entanto, a capacidade para aumentar a produção de alimentos está em declínio, já que a taxa de crescimento no rendimento das colheitas caiu acentuadamente. “Se não melhorarmos em nível de reservas e de produtividade, a situação será crítica. Se não aumentar a produção mundial e os importadores líquidos, e a China começar a comprar no mundo… A situação é muito delicada”, indica Máximo Torero.
Bettina Prado, do Fundo Internacional para o Desenvolvimento Agrícola (Ifad), acredita que os países estão reagindo melhor do que três anos atrás. “A comunidade internacional, muitos governos se mostraram melhor preparados e vemos que recorrem menos às restrições comerciais”, indica, e pede cautela antes de prever uma crise global a toda regra, mas admite: “Não há dúvida de que reduzir a fome e a desnutrição enquanto a população mundial continuar crescendo é um grande desafio para os próximos anos”. O Ifad acredita que os pequenos proprietários de terras de países em desenvolvimento podem desempenhar um papel mais importante do que têm agora, ajudando a alimentar a população nas próximas décadas.
Mais produtividade agrícola, sustentável, adaptar-se e mitigar ao mesmo tempo os efeitos da mudança climática, melhorar a situação das mulheres no campo, que realizam cerca da metade do trabalho mas têm pouco acesso ao crédito, à tecnologia e aos serviços… A lista de tarefas é interminável. A Oxfam lhe acrescenta um controle do investimento especulativo nos mercados e também a aquisição e apropriação de terras nos países menos desenvolvidos.
Fonte - UF Juiz de Fora
Nota DDP: Vale a mesma observação realizada em relação à crise econômica, vez que é perceptível, inclusive aos leigos e notadamente aos milhões que sofrem com mais esta mazela, que a falta de alimentos em alguma momento (que não parece distante) se tornará insustentável.
Novo sistema biométrico identifica indivíduo em 2 segundos
A Fujitsu, empresa de tecnologia ótica, popularmente conhecida por suas câmeras digitais, acaba de lançar um sistema de autenticação pessoal inovador, que integra impressões digitais com leitura de veias da palma da mão.
A vantagem do novo sistema está na velocidade com que o recurso consegue identificar qualquer pessoa em particular em um banco de dados com milhares de indivíduos: apenas 2 segundos.
Esta tecnologia torna possível a construção de sistemas de autenticação biométrica que não exigem carteira de identidade e que podem ser feitos sob medida para atender diferentes grupos de empresas, de ambientes de controle em pequena escala a grandes sistemas de plataformas sociais, informa a empresa em seu site.
Segundo a empresa, o sistema é modular, de modo que a tecnologia de identificação padrão das veias poderia ser adicionada aos sistemas de autenticação de impressões digitais já em uso pelas empresas, informa o site Crunch Gear.
Paralelamente, a empresa também desenvolveu novas tecnologias de busca capazes de manipular um grande número de usuários registrados e pretende implementar as pesquisas até o final deste ano fiscal, para fazer combinações possíveis a partir de uma base de dados de 10 milhões de usuários simultaneamente, informa o site Nikkei.
Fonte - Yahoo
Nota DDP: É importante sempre lembrar que o avanço da tecnologia não guarda relação com a marca da besta, mas que é absolutamente razoável se imaginar que esta mesma tecnologia será utilizada como meio de controle dos fiéis filhos de Deus nos últimos dias que estão a se abater sobre esta terra.
A vantagem do novo sistema está na velocidade com que o recurso consegue identificar qualquer pessoa em particular em um banco de dados com milhares de indivíduos: apenas 2 segundos.
Esta tecnologia torna possível a construção de sistemas de autenticação biométrica que não exigem carteira de identidade e que podem ser feitos sob medida para atender diferentes grupos de empresas, de ambientes de controle em pequena escala a grandes sistemas de plataformas sociais, informa a empresa em seu site.
Segundo a empresa, o sistema é modular, de modo que a tecnologia de identificação padrão das veias poderia ser adicionada aos sistemas de autenticação de impressões digitais já em uso pelas empresas, informa o site Crunch Gear.
Paralelamente, a empresa também desenvolveu novas tecnologias de busca capazes de manipular um grande número de usuários registrados e pretende implementar as pesquisas até o final deste ano fiscal, para fazer combinações possíveis a partir de uma base de dados de 10 milhões de usuários simultaneamente, informa o site Nikkei.
Fonte - Yahoo
Nota DDP: É importante sempre lembrar que o avanço da tecnologia não guarda relação com a marca da besta, mas que é absolutamente razoável se imaginar que esta mesma tecnologia será utilizada como meio de controle dos fiéis filhos de Deus nos últimos dias que estão a se abater sobre esta terra.
Assinar:
Postagens (Atom)
