segunda-feira, 31 de março de 2008

Desinformação, condicionamento ou ritual ocultista

Dentro de uma guerra também podem ser usadas armas não convencionais, como por exemplo, a desinformação, que consiste na prática de disseminação de falsas informações, com o objetivo de enganar e confundir o inimigo. "A arte da guerra consiste substancialmente de engodo", dizia Sun-Tzu no século V a. C. Ocorre que esta arma foi adaptada pela engenharia social a serviço da Nova Ordem Mundial e, atualmente, é usada para enganar a opinião pública ou até mesmo grupos específicos de influência dentro da sociedade (os cristãos...).

Na prática, o cinema tem sido um dos veículos mais eficientes para a propagação da desinformação, visando atingir o público, em geral, e os cristãos, em especial. Observe, por exemplo, o filme "Legion" que está em fase de preparo. Dá para perceber a desinformação? Outros segmentos da sociedade também podem ser usados para tal finalidade.

Todavia, o objetivo final da "sétima arte" pode ser também o condicionamento da população para determinadas ideologias ou filosofias. Acostuma-se a mente das pessoas com determinados temas para que quando estes surgirem, no mundo real, não sejam motivo de espanto para a opinião pública (Ex: contato com extraterrestres). De uns meses para cá, a palavra "mandamentos" também passou a ter várias referências no Google notícias ("mandamentos disso", "mandamentos daquilo"...). A pergunta é: por que justo agora? Não será para acostumar as pessoas com este tema que vai se tornar tão real na crise final?

Como terceira ocorrência, encontramos também na ciência cinematográfica, e nos meios de comunicação em geral, evidências de um ritual ocultista, em que os ocultistas da elite mundial (ligados a sociedades secretas) "telegrafam" seus futuros golpes através da mídia e da música.

Enfim, ao analisar conscientemente a mídia em geral, e o cinema em particular, percebe-se finalidades múltiplas a serviço do governo mundial. Isso não deve surpreender os cristãos que sabem estar o mundo todo envolvido num grande conflito entre o bem e o mal...

Fonte - Minuto Profético

O mundo apagou as luzes


Um pequeno gesto repetido por todos faz a diferença. Um apagão que não foi causado por nenhuma cegonha, mas que teve como objectivo chamar a atenção para o aquecimento global do planeta. De Sydney, na Austrália, a São Francisco, na costa Oeste dos Estados Unidos, mais de 20 grandes cidades mundiais puseram às escuras os seus famosos monumentos, entre as 20.00 e as 21.00 locais, deixando apenas acesas as luzes essenciais. Milhares de empresas e particulares juntaram-se à iniciativa.

Há um ano, o movimento "Earth Hour" (Hora da Terra) tinha ficado circunscrito à maior cidade australiana. Além da famosa ópera, o porto e a ponte de Sydney, mais de dois milhões de residentes e duas mil empresas optaram pelo escuro. O resultado foi uma redução de 10,2% das emissões de carbono durante essa hora - o que se fosse repetido durante 365 dias equivaleria a retirar das estradas 48.616 carros num ano.

"Apagar as luzes durante uma hora não vai diminuir de uma vez só as emissões", reconheceu à AFP Charles Stevens, do Fundo Mundial para a Natureza (WWF, na sigla em inglês), que organiza a iniciativa. "Mas pode actuar como um grande catalisador para maiores mudanças. Incita as pessoas a começar a consumir menos energia", acrescentou.
...

Veja também: BBC Brasil e Record News.

NOTA: "Mas uma hora por ano não é suficiente"... Que novidade... Quando o discurso politicamente correto transforma qualquer tema em "direitos humanos", a conseqüência inevitável é colocar a opinião pública contra qualquer um que venha a discordar o mínimo que seja daquilo que ficou convencionado (Ex: Discordar do homossexualismo, discordar do "direito" das mulheres em abortar...).


Nota DDP:
O Financial Post, veiculou um artigo sobre o evento. Fez um comparativo entre as luzes e a escuridão invocadas pelo evento, com a saída da humanidade da escuridão para a "luz", através da razão. Chama a atenção para o fato de que outros interesses se escondem por trás da iniciativa, especialmente os corporativos.

Sem entrar em discussões filosóficas, é interessante notar como mesmo a mídia sem conhecimento do quadro profético acaba por antecipar algumas realidades que se escondem nestas iniciativas que, como sempre, contém um enorme laço vermelho.
Algumas considerações interessantes do artigo devem ser consideradas com mais vagar. A primeira é de que longe de seu uma iniciativa inofensiva de defesa do meio ambiente, a "Hora da Terra" é um "fascimo light em desenvolvimento".
Salientou ainda, citando um importante ícono do sistema corporativo, que "negar o consenso do aquecimento global é comparável a concordar com a escravidão e manter as mulheres em condições degradantes."
Por fim afirma que muito pior que os efeitos do aquecimento global para a nossa civilização é o posicionamento acéfalo e acrítico em alinhamento com manifestações como esta da "Hora da Terra", finalizando:
"Se você ama a civilização, a liberdade e o uso da razão, mantenha ligadas todas as luzes que você precisar no sábado."

Novo livro desmente consenso de Al Gore

O ambientalista internacionalmente renomado Lawrence Solomon diz que os cientistas que se opõem a Al Gore têm muito mais credibilidade do que aqueles que apóiam as teorias do ex-vice-presidente dos EUA.

Al Gore e seus adeptos dos meios de comunicação afirmam que os cientistas que negam o aquecimento global são corruptos e difamadores -- comparáveis com os neo-nazistas que negam o Holocausto. Em seu novo livro, Lawrence Solomon diz que o consenso científico sobre o aquecimento global é um mito.

Segundo Solomon, os cientistas que consideram as teorias de Al Gore absurdas detêm os principais cargos dos institutos científicos mais importantes do mundo. O trabalho deles, Solomon afirma, é citado e aclamado por toda a comunidade científica.

Fonte - Opinião e Notícia

Nota DDP:
Outro contraponto ao "consenso" do aquecimento global e da necessidade de medidas neste particular. Mas a campanha em sentido contrário continua incólume e com mais e mais adeptos, como se pode observar nos próximos posts.

sexta-feira, 28 de março de 2008

Ainda McCain e o aquecimento global

Em discurso formulado ontem, acerca da política externa que pretende impor caso seja eleito, se manifestou o Senador John McCain no sentido de que seja estabelecida uma "Liga de Democracias", que poderia unir os países livres contra a tirania, doenças e destruição ambiental. Assim como fez na Europa, na semana passada, o canditado enfatizou a cooperação na questão do aquecimento global.
Vale a pena ver o que a direção católica eventualmente espera de McCain neste quadro, como postado aqui, em McCain e o Papa: McCain não pode ganhar em novembro sem os votos dos católicos.

Hora da Terra


Existem problemas ambientais reais em nosso planeta (desmatamento, poluição de rios, excesso de produção de lixo doméstico...). Para estes problemas a conscientização é necessária, bem como a adoção de medidas preventivas por parte da sociedade. O lado escuro do ambientalismo fica por conta da atual histeria mundial sobre a tal "crise" das "mudanças climáticas" ou "aquecimento global". Muitos cientistas de renome têm se levantado para demostrar que não há "evidências" suficientes que comprovam a tese de que a culpa é 100% do homem pela emissão de CO2, como querem os alarmistas.

A posição do blog Minuto Profético é que as "mudanças climáticas", em si, não trarão o Apocalipse a este planeta, mas, os interesses políticos-religiosos defendidos nos bastidores, muitas vezes, em oculto, é que farão explodir a maior crise já vista nesse planeta. O grande interesse por trás disso tudo é a implantação da Nova Ordem Mundial, cuja marca visível de engajamento pessoal será o descanso dominical (as Igrejas protestantes dos EUA se aliarão à Igreja Católica para defender o descanso dominical como panacéia para todos os males, inclusive para a "crise" do aquecimento global). Para atingir esse fim, o ECOmenismo tem sido uma eficiente ferramenta de engenharia social, capaz de destruir a soberania das nações, modificar o comportamento social e manipular a população como uma "manada", guiando-a até o alvo desejado.

Se uma das fontes de emissão de CO2 são os carros, como é que alguém poderia, hipoteticamente falando, em sã consciência propor a paralisação destes aos domingos, sendo que a maioria da população utiliza mais os veículos durante a semana? Que força teria esse tipo de apelo? Bem, agora não há mais necessidade de se apelar para a paralisação dos carros, já que o não-uso de energia elétrica, supostamente passou a ter o mesmo efeito, de acordo com o vídeo exibido pelo projeto Hora da Terra. Segundo o vídeo, moradores de 200 cidades ao redor do mundo, apagarão suas luzes no próximo sábado, entre 8 e 9 horas da noite (horário local). Esse esforço conjunto "equivale a tirar 48.000 carros das ruas".
A relação disso com o descanso dominical é simples: Que tal desligarmos as luzes, em vez de um dia por ano, um dia por semana? Simples, não. Estará plantada a semente para a futura Lei Dominical!! E o fim terá chegado!!


Milhões sob ameaça


Especialistas alertam que se as emissões de gases do efeito estufa continuarem aumentando, as temperaturas do planeta podem subir entre 4 e 5o Celsius. O estudo encomendado pelo Greenpeace, Alerta Azul – Migrantes Climáticos no Sudeste Asiático: Estimativas e Soluções, deixa claro que, se esse aumento na temperatura acontecer, milhões de pessoas podem ser deslocadas pelos impactos das mudanças climáticas, que incluem elevação do nível do mar e secas associadas à redução de fontes de água e mudanças na temporada das monções.

Stephanie Tunmore, da campanha de Clima e Energia do Greenpeace Internacional afirma: “Isso é mais uma evidência do desastre humanitário que acontecerá se fracassarmos em dar atenção à ciência e agir para reduzir nossas emissões. É também mais uma confirmação de que as mudanças climáticas atingirão duramente as nações mais pobres, onde as pessoas estão mais vulneráveis.”
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“Precisamos ver progressos reais na próxima rodada de conversas. Os governantes ainda estão conversando em vez de agir, e em muitos casos ainda são guiados pela indústria de combustível fóssil. Há uma janela muito pequena de oportunidade pela qual podemos fazer os cortes necessários. Precisamos ter um senso de urgência e um compromisso real para evitar os cenários horríveis destacados no relatório”, acrescentou Tunmore.

O Greenpeace acredita que é possível evitar que os piores impactos das mudanças climáticas – como eventos climáticos extremos, crises de água e aumento da fome – coloquem milhões de pessoas em risco. Para isso é preciso uma revolução no jeito como usamos e produzimos energia (revolução energética), e um compromisso forte para acabar com o desmatamento em todo o mundo (TDERM + desmatamento zero).

Fonte - Envolverde
Nota DDP:
A propaganda do ecoterreorismo continua a todo vapor. O próximo post já da uma idéia do que vem por aí, nestas ações em caráter de urgência que o Greenpeace conclama.

San Francisco: tremor devastador é iminente

WASHINGTON - A baía de San Francisco pode ser atingida a qualquer momento por um enorme terremoto que seria ainda mais devastador que o furacão "Katrina" e, segundo os cientistas, seus habitantes não estão nem um pouco preparados para isso.

Esta é a conclusão de um recente estudo que amplia as previsões anteriores e indica que um tremor de magnitude 7 na falha de Hayward deixaria danos no valor de US$ 165 bilhões e prejuízos econômicos de mais de US$ 1,5 trilhão.


Isso sem contar com as mortes que poderia causar e supondo que não ocorram incêndios após o abalo, como aconteceu após o grande terremoto de 1906 (devido à falha de San Andreas), quando o fogo reduziu a cinzas bairros inteiros da cidade da ponte de Golden Gate.
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Fonte JBOnline

Conselho Mundial das Igrejas responde a intelectuais muçulmanos

O Conselho Mundial das Igrejas divulgou ontem a resposta à carta dos 138 intelectuais muçulmanos, enviada em Outubro passado a todos os líderes cristãos.

O título da resposta é "Aprender juntos a explorar o amor" e foi preparada por uma equipa de especialistas sobre o diálogo entre cristãos e muçulmanos. Na carta, o Conselho parte do princípio de que ''o amor ao próximo é parte essencial da fé em Deus e do amor a Deus, seja para o Islão, seja para o Cristianismo".

Na apresentação da resposta, o secretário-geral do Conselho, pastor Samuel Kobia, encorajou as Igrejas "a ponderarem o convite que nos chega dos sábios muçulmanos como uma nova ocasião de diálogo inter-religioso".

O Conselho Mundial das Igrejas é um organismo que reúne 349 igrejas protestantes, anglicanas e ortodoxas, com sede em Genebra, na Suíça.

Fonte - Ecclesia

Nota DDP:
Interessante como o CMI, do qual a ICAR não faz parte, reproduz com exatidão o discurso da Sé Papal. Basta ler A fé em Jesus, o ecumenismo e o domingo e A fé em Jesus, o ecumenismo e o domingo - 2. A tônica de aproximação é absolutamente a mesma.

quinta-feira, 27 de março de 2008

McCain e o Papa: McCain não pode ganhar em novembro sem os votos dos católicos

Como ele conseguirá isso?

Interessante esta abordagem reproduzida pelo LifeSiteNews.com do InsideCatholic.com.

O artigo toca em pontos sensíveis da diretiva da campanha do candidato John McCain à presidência dos EUA, através das lentes de Robert R. Reilly, que foi um assistente especial do ex-presidente Ronald Reagan junto da comunidade católica americana nos anos de 1983/1985. Reagan ganhou a eleição em 1984 como o primeiro republicano a obter uma maioria católica como seu eleitorado. Opinião a ser considerada, não?

Pois o que ele afirma? Que o ex-Presidente Ronald Reagan alinhou-se ao Vaticano e especialmente ao Papa João Paulo II em questões de fundo moral. Isso mesmo, Reagan apoiava questões ligadas à família, à santidade da vida, ensino religioso e pornografia. Tal condição era tão verdadeira que o Arcebispo John Foley de família com tradições democratas não hesitou em ratificar o aspecto fidedigno de uma aparição em fotos de JPII com Reagan nos jornais sorrindo juntos, o que para os democratas, à época, parecia jogo político.

Neste mister, o articulista impulsiona a idéia de que McCain deve fazer absolutamente o mesmo em relação à visita de BXVI nos EUA em Abril próximo, no entanto, enfatiza que assim como Reagan, não bastará aparecer sorrindo na mesma foto, mas alinhar-se ao mesmo nas questões morais que são caras ao Vaticano.

Após articular uma série de medidas que o Senador McCain deve empreender para se demonstrar alinhado ao Vaticano, ele faz a seguinte inferência:

"Se este for o lado em que você está, Senador McCain -- como eu acredito que seja -- você tem a oportunidade de deixar outros saberem, para que elas possam reunirem-se com você."

Resta portanto saber quais são as questões morais, além daquelas que já foram esposadas por Reagan, que são caras ao Vaticano neste momento e serão objeto de transigência neste quadro. O aquecimento global e seus desdobramentos em relação ao domingo, recentemente, virou uma delas. No mais, por se tratar de uma agência católica que veiculou o artigo inicialmente e, uma vez que o Presidente Bush que apóia a campanha de McCain estará com o Papa BXVI no próximo mês, o recado está bem dado, não?

Lembro, por fim e por oportuno, o post "O outro lado da mensagem do Papa aos EUA", onde a nova embaixadora americana no Vaticano manifestou como "os EUA estavam ansiosos para trabalharem em parceria com a Santa Sé.

Ap. 13:3-4 E vi uma das suas cabeças como ferida de morte, e a sua chaga mortal foi curada; e toda a terra se maravilhou após a besta. E adoraram o dragão que deu à besta o seu poder; e adoraram a besta, dizendo: Quem é semelhante à besta? Quem poderá batalhar contra ela?

"Quando o protestantismo estender os braços através do abismo, a fim de dar uma das mãos ao poder romano e a outra ao espiritismo, quando por influência dessa tríplice aliança a América do Norte for induzida a repudiar todos os princípios de sua Constituição, que fizeram dela um governo protestante e republicano, e adotar medidas para a propagação dos erros e falsidades do papado, podemos saber que é chegado o tempo das operações maravilhosas de Satanás e que o fim está próximo." Testemunhos Seletos, vol. 2, pág. 151. (Eventos Finais - Ellen G. White - Pág. 131)

A fé em Jesus, o ecumenismo e o domingo - 2



Comentei aqui, em A fé em Jesus, o ecumenismo e o domingo, como se pode nas entrelinhas buscar paradigmas que estão sendo gradualmente fixados para atenderem os interesses do Vaticano no estabelecimento do ecumenismo e do domingo como dia de guarda cristão.

Transcrevo mais algumas de suas manifestações que são importantíssimas para entendimento desta questão e que se reproduziram de ontem para hoje:

Ressurreição de Cristo é uma verdade documentada
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O líder da Igreja Católica dedicou hoje a mensagem, que pronuncia todas as quartas, à ressurreição de Cristo após sua crucificação e morte. Além disso, ele explicou que esta "é a verdade central da fé cristã".
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"Na Igreja tudo se compreende a partir deste grande mistério, que mudou o curso da história e que se torna atual em cada celebração eucarística", declarou.
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Além disso, ele instou os fiéis "a afirmarem novamente esta realidade fundamental da fé, pois a adesão ao Cristo morto e ressuscitado muda a vida das pessoas e dá coragem e força ao testemunho dos crentes".


Como de costume as inferências são várias, antes do próximo texto, destaco que realmente a ressurreição de Cristo é a verdade central da fé cristã, quanto a isso nenhuma novidade, no entanto, esta declação não pode ser considerada fora do contexto em que vem inserida, porque segundo o Papa, 'ela se torna atual a cada celebração eucarística' e deve ser tomada com 'coragem e força ao testemunho dos crentes'.

Que testemunho é esse? Ora, o testemunho comun consubstanciado no domingo, como pode ser observado em "Papa diz que o mundo necessita testemunho de unidade dos cristãos, o domingo".

Caso exista alguma dúvida sobre isso, transcrevo parte da segunda notícia, no mesmo contexto, que chama a atenção:

...
Se se debilitar a fé na ressurreição de Jesus se debilita o testemunho dos fiéis", prosseguiu.
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Bento XVI finalizou sua catequese precisando que os discípulos de Emaus reconheceram a Cristo "ao partir o pão. Também nós na Santa Eucaristia". "Podemos encontrar e conhecer o Jesus, nesta dupla mesa da Palavra e do pão e o vinho consagrado. Cada domingo a comunidade revive a Páscoa do Senhor e recolhe do Salvador seu testamento de amor e de serviço fraternal", concluiu.


Mais sobre a convocação eucarística comum e o que ela significa, aqui.

O Papa BXVI está explicitamente convocando os cristãos, de todos os segmentos a demonstrarem sua fé em Jesus, utilizando como instrumento o ecumenismo e, como testemunho visível o domingo. A cola deste quebra cabeça todo, parece-me, virá com a questão do aquecimento global, como consideramos no post anterior supra citado. A operação da verdade com erro, tônica de toda a história da Igreja Cristã, encontra-se mais uma vez em pleno movimentoe a todo vapor. Só não vê quem não quer.

UE se compromete a aprovar medidas contra mudança climática ainda em 2008

Os chefes de Estado da União Européia (UE) reunidos no Conselho Europeu se comprometeram hoje a aprovar até o final do ano o início de medidas contra a mudança climática.

O objetivo da UE é "manter seu papel como líder na luta contra a mudança climática", explicou o presidente rotativo do Conselho Europeu, o primeiro-ministro esloveno, Janez Jansa.

Jansa disse que a UE prestará "atenção específica" à possível transferência de empresas para países com normas ambientais mais flexíveis, que teria um duplo efeito negativo: mais desemprego na Europa e mais emissões causadoras do efeito estufa em outros países.

A UE decidiu no ano passado reduzir em 20% suas emissões de gás carbônico até 2020 em relação ao níveis de 1990, e também que 20% de seu consumo de energia proceda de fontes renováveis daqui a 12 anos, e que os biocombustíveis representem 10% do consumo nessa data.

Os chefes de Estado e de Governo da UE se comprometem "a concluir o pacote (de medidas) até o final do ano", afirmou Jansa na conferência final, após o Conselho Europeu de dois dias.

Fonte - G1

Nota DDP:
O discurso vai se unificando a favor do movimento contra o aquecimento global e as primeiras medidas (legais) para se "combater" o mesmo começam a pipocar. O alinhamento entre o poder secular e o eclesiástico neste tema, que já têm discursos paralelos, é questão de tempo.

Jornal vaticano esclarece que Santa Sé não "enfatizou" batismo de ex-muçulmano

VATICANO, 25 Mar. 08 / 12:00 am (ACI).- O jornal oficioso do Vaticano, L’Osservatore Romano, descartou em sua edição de hoje que a Santa Sé tenha "enfatizado" o batismo de Magdi Allam, subdirector do jornal italiano Corrieri Della Sera, e ex-muçulmano.
...
"O gesto de Bento XVI tem ao mesmo tempo um importante significado porque expressa, com amabilidade e claridade, a liberdade religiosa, que é também liberdade para mudar de religião, como se destaca na Declaração Universal dos Direitos humanos de 1948", indicou.

L’Osservatore Romano também descartou que tenha existido "uma tentativa hostil contra uma religião tão grande como o Islã. Por muitas décadas, a Igreja Católica demonstrou seu desejo de dialogar com o mundo muçulmano, apesar de muitas dificuldades e obstáculos".

Neste sentido, adicionou que os problemas "não deveriam obscurecer o que é comum e o que virá no futuro".

Fonte - ACI

Nota DDP:
Realmente, uma celebração em rede mundial em um caso tão especial como o de uma pessoa que há cinco anos não pode andar sem seguranças, não contém nenhum conteúdo enfático. Aguardemos como o mundo islâmico se manifestará na sequência, pessoalmente, penso que mais uma vez ficará o dito pelo não dito e, devagarzinho, o Vaticano vai dando seus recados, aumentando seu poder de influência e a submissão dos outros ramos religiosos. Outras considerações no tema em Papa batiza ex-muçulmano.

Correio americano vai usar GPS para rastrear correspondência

Os atrasos de um ou dois dias na entrega de correspondências é comum no correio dos EUA, mas isto deve ser mudado com a implantação de um dispositivo de rastreamento por GPS para identificar a localização das cartas.

Dispositivos deste tipo já são utilizados para localizar, por exemplo, caminhões de entrega ou carros roubados. Mas foi necessária uma alteração para o desenvolvimento de um dispositivo pequeno o suficiente para caber em um envelope.

É o que fez a empresa TrackingTheWorld, da Califórnia, que adaptou o dispositivo para o envelope mais utilizado nos EUA, que mede cerca de 10 cm X 24 cm.

Fonte - Opinião e Notícia

quarta-feira, 26 de março de 2008

A fé em Jesus, o ecumenismo e o domingo

Torno à baila a última afirmação colhida em entrevista sobre ecologia e cristianismo:

"A Fé em Jesus Cristo, que se definiu a Si mesmo como o “caminho, a verdade e a vida”, exige aos cristãos o esforço de se empenharem mais decididamente na construção de uma cultura humanista, inspirada no Evangelho, que reponha o património de valores e conteúdos católicos. É esta Fé que se pede aos cristãos na defesa do Ambiente, nos pequenos e grandes gestos do dia a dia..."

Transcrevo agora algumas palavras para e do Papa BXVI por ocasião da Semana Santa:

Pregador do Papa - Pe. Raniero Cantalamessa

Unidade é dom que deve ser acolhido

E convidou a constatar como, «em escala mundial», «Deus infundiu seu Espírito Santo, de modo novo e raro, sobre milhões de fiéis, aparentemente em quase todas as denominações cristãs», derramando-o «com as mesmas idênticas manifestações».

«Não é este um sinal de que o Espírito impele a reconhecer o episódio como discípulos de Cristo e a tendermos juntos à unidade?», propôs.

«Não podemos «pular etapas» em relação à doutrina, porque as diferenças existem e serão resolvidas com paciência nas sedes apropriadas». «Podemos, ao contrário, pular etapas na caridade, e estar unidos, a partir de agora» – advertiu: a via para a unidade baseada no amor «está aberta para nós», algo «extraordinário».

E «entre cristãos, amar-se significa olhar juntos na mesma direção, que é Cristo», precisou.

Fonte - Ecclesia

Papa Bento XVI

Ressurreição de Cristo é triunfo do amor

A ressurreição de Cristo é a prova de que o amor triunfou sobre o ódio, constatou Bento XVI nesta quarta-feira...

«O amor é mais forte que o ódio, venceu-o, e devemos nos associar a esta vitória do amor», acrescentou.

«Queremos redespertar em nós a viva memória do sofrimento que o Senhor padeceu por nós e nos preparar para celebrar com alegria, no próximo domingo, a verdadeira Páscoa, que o Sangue de Cristo cobriu de glória, a Páscoa na qual a Igreja celebra a Festa que é a origem de todas as festas

Fonte - Ecclesia

Como analisado no post anterior, não é cristão aquele que não se alinhar aos propósitos que vierem a ser instituídos para a defesa da natureza, sendo que estes conceitos básicos se estabelecem na Bíblia, desde a criação e na fé em Jesus.

Por sua parte, as comemorações da Semana Santa nos revelam que este alinhamento cristão se escora no ecumenismo, pela demonstração de unidade dos cristãos, ignorando inclusive as diferenças doutrinárias, para amparar-se basicamente no amor.

Este amor se revela na ressurreição de Cristo, segundo o Sumo Pontífice, dia em que se celebra a festa que dá origem à todas as festas, neste contexto, o domingo.

Como já noticiado neste blog, o Papa BXVI falará à ONU quando de sua visita nos EUA, reunir-se-á, obviamente, com o líder da nação mais poderosa do planeta e, participará de reuniões com inúmeros líderes religiosos dos mais diversos segmentos, onde o tema ecologia certamente virá à baila. A expectativa pelo "Dia do Planeta", como aventado pelo Minuto Profético, é cada vez mais real de se concretizar e, as minúcias desta preparação estão em todas as entrelinhas da história.

A irresponsabilidade ecológica é um problema moral


«Teo-Ecologia» é o tema de um ciclo de três conferências que Carlos Borrego vai proferir no Instituto Superior de Ciências Religiosas de Aveiro. A propósito deste ciclo, o Correio do Vouga pediu ao professor da Universidade de Aveiro que explicasse o que é a Teo-Ecologia.

CORREIO DO VOUGA - O que é a Teo-Ecologia?

CARLOS BORREGO – Teo-Ecologia é uma palavra que não entrou ainda no léxico comum, mas que pretende traduzir uma ideia do Papa João Paulo II e já aflorada pelo Papa Bento XVI. De facto, por reverência à Criação, o Papa João Paulo II declarou Francisco de Assis o Padroeiro da Ecologia, em 1979. No tempo de Francisco, este termo não era conhecido, nem os problemas ambientais representavam qualquer ameaça ao planeta Terra. Porém, na visão de S. Francisco, o universo inteiro era uma imensa catedral, onde se mostravam os sinais de Deus. Porque saídas das mãos de Deus, todas as criaturas eram percebidas como irmãos e irmãs. No Cântico das Criaturas fala da Mãe Terra. E esta Terra não era vista na lógica da utilidade. Como tudo tinha origem no Criador, Francisco cultivava a dimensão de reverência para com todas as criaturas. Era a Teo-Ecologia.

Que temas vai abordar ao longo das três conferências?

Tentaremos reflectir sobre conceitos ligados ao desenvolvimento, ambiente e sustentabilidade, como uma política para o Homem, feita de ambição e esperança, onde a fé nos dá a “bússola” da orientação para o futuro. Mas qualquer futuro passa pela consciência do valor da criação e do papel da pessoa humana na construção de um mundo melhor, e pela responsabilidade de todos em contribuir positivamente para esse objectivo, usando os ensinamentos bíblicos (Palavra de Deus). Para tal, todos os pequenos gestos cívicos são importantes para preservar o ambiente e, com isso, dar testemunho evangélico. Vamos, portanto, reflectir sobre este novo paradigma: a ética ecológica ligada à fé cristã.

O cristianismo tem responsabilidades na catástrofe ambiental para onde caminhamos, como alguns dizem, por causa do “enchei e dominai a Terra”?

Parte da resposta está na pergunta anterior. A Bíblia, desde o seu início, mostra-nos que, cumprido a Palavra de Deus, toda a Criação deve ser preservada. Isso passou a ser mais evidente depois do Concílio Vaticano II (mas não nos esqueçamos que S. Francisco de Assis já defendia esta ideia no início do século XIII), com a mensagem de que os cristãos leigos têm o direito e o dever de intervir. O Homem, estando no mundo, tem obrigação de o “conservar” bem.
É difícil perceber essa acusação, quando a mensagem do cristianismo vai toda no sentido oposto à dita acusação!

É possível ser cristão e não ser ecológico, não ter preocupações ecológicas?

Não, sem rodeios. A irresponsabilidade ecológica é no fundo um problema moral
, baseado num erro antropológico, que se produz quando o ser humano se esquece que a sua capacidade para transformar o mundo deve sempre respeitar o Plano Divino.

Como pode o cristianismo ser mais verde?

A Fé em Jesus Cristo, que se definiu a Si mesmo como o “caminho, a verdade e a vida”, exige aos cristãos o esforço de se empenharem mais decididamente na construção de uma cultura humanista, inspirada no Evangelho, que reponha o património de valores e conteúdos católicos. É esta Fé que se pede aos cristãos na defesa do Ambiente, nos pequenos e grandes gestos do dia a dia, como veremos ao longo das conversas que vamos ter nos 3 dias do Ciclo de Conferências. (28 de Março, 4 de Abril e 11 de Abril )

Fonte - Ecclesia

Nota DDP:
São tantas inferências que corre-se o risco de se perder o contexto das afirmativas produzidas. Vou tentar alinhar algumas que abstraí do texto:
- É óbvio que o Vaticano já se encontra engajado no movimento ecológico e isso vem desde JPII e se reproduz em BXVI;
- O aspecto de referência à criação é um aspecto extramente pagão da pregação encampada neste particular, como já debatemos em outras oportunidades;
- A fé, a Bíblia e esta 'nova ética cristã' que se pretende seja encampada serão os nortes deste movimento;
- O entrevistado, de passagem faz referência ao Gênesis para entender por onde passam as soluções do quadro ecológico;
- Nega-se abertamente a qualidade de cristão aqueles que não se alinharem às posições que vierem a ser encampadas;
- O problema é de fundo moral;
- A questão da 'Fé em Jesus', como ponto de ligação entre os cristãos, como definido no texto e como levantado pelo entrevistado tem desdobramentos interessantes, gostaria de tentar analisá-los em um próximo post.

O condicionamento da população para a Lei Dominical continua

Ninguém sabe bem quem lançou o apelo. Mas a mensagem anónima está a circular há várias semanas pelas caixas de correio electrónico. Hoje [29 de fevereiro], entre as 19h55 e as 20h00, será possível saber até que ponto teve sucesso o convite para que todos apaguem as luzes e desliguem aparelhos eléctricos durante cinco minutos - "para o nosso planeta respirar", segundo a mensagem. O e-mail foi traduzido e retransmitido em várias línguas, está em blogues e é difícil encontrar alguém que não o tenha recebido.

Uma iniciativa semelhante ocorreu há um ano, mas tinha um rosto claro. Foi lançada pela Aliança para o Planeta [mais informações], uma coligação hoje com 82 organizações ambientalistas, sobretudo francesas. A data - 1 de Fevereiro - tinha uma razão de ser. No dia seguinte, o Painel Intergovernamental para as Alterações Climáticas (IPCC, na sigla em inglês) divulgaria, em Paris, o seu quarto relatório quinquenal sobre o aquecimento global, reforçando a culpa humana.
...
Fonte: Público

NOTA: Este projeto ambiental chamado "Hora da Terra" é uma maneira eficiente de condicionar a população mundial para agir em conjunto a favor do "descanso da Terra", preparando a sociedade para a futura Lei Dominical. Começou em 2007 na cidade de Paris (5 minutos). E ainda no ano passado, foi lançado também na cidade australiana de Sydney (60 minutos). Agora, no próximo sábado, dia 29, cerca de 20 cidades ao redor do mundo, estarão envolvidas nesta campanha ambiental. A matéria acima também deixa claro que a "Hora da Terra" é patrocinada pela Ong WWF (que promove a adoração da Mãe-Natureza, ou Gaia, disfarçada de ambientalismo). Quem pode garantir que o próximo passo não será instituir o "Dia da Terra", para a "Terra poder respirar (descansar)"? Quando isso ocorrer, qual dia da semana você acha que será escolhido? "Declarar-se-á que os homens estão ofendendo a Deus pela violação do descanso dominical; que este pecado acarretou calamidades que não cessarão antes que a observância do domingo seja estritamente imposta". O Grande Conflito, p. 590.

Fonte - Minuto Profético

Confiança de executivos nos EUA em queda livre


Este é o panorama da última pesquisa realizada com mais de mil diretores financeiros pelas Universidades de Duke e Tilburg e pela revista CFO.

A confiança na economia norte-americana está em baixa, com os pessimistas ultrapassando o número de otimistas -- por uma margem de nove para cada um -- no primeiro trimestre deste ano.
Na Europa, são seis pessimistas para cada um otimista. Além disso, pela primeira vez em cinco anos, os diretores financeiros da Ásia estão mais pessimistas do que otimistas.

Fonte - Opinião e Notícia
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Nota DDP:
Transcreverei abaixo, inclusive em resposta a um amigo deste blog que ontem deixou um comentário em um post antigo deste espaço (A crise imobiliária americana e os eventos finais), mas que torna-se muito atual e pode inclusive ser lido no mesmo contexto:
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"Essa crise talvez não seja tão grave como outras no passado, mas expõe a fragilidade da economia mundial. Há mais de cem anos, Ellen White escreveu: "O povo dos Estados Unidos tem sido um povo privilegiado; mas quando eles restringirem a liberdade religiosa, abandonarem o protestantismo e derem apoio ao papado, encher-se-á a medida de sua culpa, e será registrado nos livros do Céu: 'apostasia nacional'. O resultado dessa apostasia será a ruína nacional" (Review and Herald, 2 de maio de 1893). Quem viver, verá." (Michelson Borges)
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Penso que a 'ruína nacional' de que trata Ellen White, inclusive em consonância com outros textos que rapidamente pesquisei, virá após o alinhamento dos EUA com o Vaticano, no entanto, parece factível que tal condição decorrerá de um processo (talvez este que estamos vivendo) e não de um evento único que se caracterizará de um dia para outro (embora também o pudesse ser, por uma direta intervenção Divina, o que parece menos provável).
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De qualquer forma, existem tantos alinhamentos proféticos ocorrendo ao mesmo tempo, que não dá para se afastar a crise econômica americana deste quadro.

Vaticano diz que "não se perderá tempo" para beatificar João Paulo II

Cidade do Vaticano, 25 mar (EFE) - O prefeito da Congregação para a Causa dos Santos, o cardeal José Saraiva Martins, afirmou hoje que "não se perderá tempo" no processo de beatificação do papa João Paulo II.

Em entrevista transmitida hoje na "Radio Vaticana" em vista do 3º aniversário, em 2 de abril, da morte do pontífice polonês, Saraiva Martins disse que, atualmente, a causa de beatificação de Karol Wojtyla se encontra na fase de preparação da chamada "positio", que recolherá toda a documentação relativa ao caso.

Saraiva Martins disse que, após a redação da "positio" por parte do postulante do processo, o sacerdote polonês Slawomir Oder, esta passará à Congregação para a Causa dos Santos, que começará a analisar o documento.

"Não sei quanto tempo pode passar até que chegue à Congregação, meses, ou inclusive um ano. Não acho que o postulante também saiba.

A única coisa que posso garantir é que, assim que tivermos a 'positio', a estudaremos sem perder tempo", disse Saraiva Martins.

O cardeal português acrescentou que seu dicastério "deseja que João Paulo II chegue o mais rápido possível aos altares e pode ser chamado de Beato, para responder assim ao clamor dos fiéis", que durante o funeral do pontífice pediam que fosse "Santo súbito".
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Fonte - Yahoo

Nota DDP:
Embora reconheça de plano as controvérsias que encerram a "Teoria dos Sete Reis", sem entrar propriamente no mérito da questão, confesso que cada vez que se toca neste assunto de beatificação acelerada de JPII ela me vem à mente.

Taxa sobre o carbono deve ser imposta, mas não coletada

Monica Prasad*
Em Evanston, Illinois

Todo mundo parece estar falando de um imposto sobre o carbono. Talvez seja o mais glamoroso -e certamente o mais improvável- uso do código de imposto desde que Al Capone foi preso por evasão de impostos.

A idéia é que os poluidores devem pagar pelo dano ambiental que causam. A teoria diz que basta criar um imposto sobre o carbono e haverá menos emissões de carbono, mais receita para o governo e maior independência energética, tudo ao mesmo tempo. Não é de espantar que os dois lados do espectro político o tenham defendido.
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O próximo presidente dos EUA certamente será mais compromissado com a política ambiental do que o atual, e o imposto sobre o carbono está no alto da lista de todo mundo. De fato, o imposto do carbono foi promovido a uma panacéia -é só lançar os incentivos econômicos e observá-los funcionar magicamente. Entretanto, a não ser que sejam tomadas medidas para trancar a receita longe dos políticos e investir em substitutos, o imposto sobre o carbono pode gerar mais receita em vez de menos poluição.
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Em vez disso, se quisermos reduzir as emissões de carbono, devemos seguir o exemplo da Dinamarca: taxar a emissão industrial de carbono e devolver a receita para a indústria por meio de subsídios para a pesquisa e investimento em fontes de energia alternativas, combustíveis mais limpos, tecnologias de captura de carbono e outras inovações ambientais.

*Monica Prasad é professora assistente de sociologia do Instituto de Pesquisa Política da Universidade Northwestern e autora de "The Politics of Free Markets".

Tradução: Deborah Weinberg


Visite o site do The New York Times

Fonte - Mídia Global

Nota DDP:
O imposto, assim como os pedágios, é sempre a primeira medida aventada, uma vez que alinha duas realidades doces aos governantes: o aumento de receita e o controle momentâneo do problema. O próximo passo, que advém de não se atingir os objetivos esperados, é limitar o fato em si, além de taxá-lo, como no caso dos rodízios de automóveis que tendem a se tornar cada vez mais severos. É a lógica do sistema. Parar totalmente a emissão de carbono por determinado tempo será uma medida absolutamente natural a ser tomada.

terça-feira, 25 de março de 2008

NÃO DEIXE DE ASSISTIR! - Descobrindo as Profecias


A Igreja da Vila Maria, em São Paulo, será palco de uma série evangelística que alcançará via satélite milhares de pessoas ao redor da Divisão Sul Americana.

Depois de já ter falado a milhões de pessoas e ter passado por diversos países do mundo, o maior evangelista da Igreja Adventista na atualidade, pastor Mark Finley, volta ao Brasil para realizar ineditamente no país, a série "Descobrindo as Profecias".

A programação será realizada na igreja adventista da Vila Maria – na zona norte da grande metrópole paulista – nos dias 19 a 26 de abril, às 19h30.

O evangelismo será transmitido via satélite ao vivo pela Rede Novo tempo de Televisão, Canal Executivo e internet e, terá um alcance significativo, pois muitas das igrejas na Divisão Sul Americana já adquiriram uma antena através de um plano especial. Os membros poderão assistir à série em suas congregações, mas, principalmente, chamar interessados para comparecerem em cada transmissão.

"Estou confiante de que o Espírito Santo está operando nos pastores e membros no Brasil", diz o evangelista.

Ele sugere que os pastores organizem reuniões e palestras duas vezes por semana nos momentos que antecedem ao evangelismo, para poderem preparar os convidados para assistirem à série. "À medida que semearmos, Deus nos dará a colheita", afirma Finley. O encerramento do programa será no dia 26 de abril, às 17h, no Ginásio da Portuguesa, em São Paulo.

O endereço da igreja onde será gravado a série fica na Rua Amambaí, nº 238, na Vila Maria.

Mais informações e acesso - Descobrindo as Profecias
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