Caso alguém tenha dificuldade em visualizar o que se tem debatido neste espaço acerca da óbvia conexão existente entre os discursos sobre lei natural, direitos humanos e meio ambiente que vêm sendo emanados do Vaticano, importante ler os textos abaixo:
Em diversas ocasiões, ultimamente, o Papa está fazendo referência em seus discursos "ao grave tema da proteção da Criação e de sua urgência", alerta o porta-voz vaticano.
...
"Antes que seja tarde – prosseguiu então o Santo Padre – devem-se tomar decisões valentes, que saibam recriar uma forte aliança entre o homem e a terra".
"...o domingo 'é a festa semanal da criação: a festa da gratidão e da alegria da criação de Deus'".
"...a salvaguarda da Criação é um terreno de natural colaboração ecumênica e inter-religiosa"
"...os crentes se encontram naturalmente em primeira linha na frente da salvaguarda da Criação"
Fonte - Zenit
"Em uma época na qual, por conta das intervenções humanas a criação parece exposta a múltiplos prigos, tenderáimos a acolher conscientemente inclusive esta dimensão do domingo. Para a igreja primitiva, o primeiro dia assimilou progressivamente também a herança do sétimo dia, o shabbat. Participamos do repouso de Deus, um repouso que abraça a todos os homens. Assim percebemos neste dia um pouco da liberdade e igualdade de todas as criaturas de Deus."
Fonte - Radio Vaticano
Qualquer semelhança, não é, mera coincidência.
terça-feira, 29 de abril de 2008
Católicos e budistas: em comum o meio ambiente
O presidente do Pontifício Conselho para o Diálogo Inter-religioso, Card. Jean-Louis Tauran, enviou uma mensagem aos budistas por ocasião da "Festa do Vesakh". Em sua mensagem, o Card. Tauran recorda as positivas relações que existem há muitos anos entre católicos e budistas e o desejo de que os fiéis das duas religiões continuem trabalhando juntos para construir um mundo melhor não somente para nós mesmos, mas para toda a família humana. Mas o centro da mensagem do Pontifício Conselho é o cuidado com o meio ambiente. O cardeal recorda que as Nações Unidas declararam 2008 o Ano Internacional do Planeta Terra.
"Enquanto habitantes da Terra e fiéis, afirma o purpurado, cristãos e budistas respeitam a mesma Criação e têm a comum preocupação de promover o cuidado pelo meio ambiente que todos compartilhamos."
O cardeal recorda que a tutela do meio ambiente, a promoção de um desenvolvimento sustentável e uma particular atenção às mudanças climáticas são motivos de grave preocupação para todos. Diante dessa situação, governos, ONGs e multinacionais investem recursos financeiros para tutelar a natureza. Também os líderes religiosos estão oferecendo sua contribuição ao debate público, que não é somente uma reação às mais recentes ameaças relacionadas ao aquecimento global.
O purpurado afirma que cristianismo e budismo sempre promoveram um grande respeito pela natureza. Todavia, pergunta-se o cardeal, que cristãos e budistas podem fazer a mais para colaborar em projetos práticos? E responde: "A reciclagem, a contenção com gastos energéticos, a prevenção da destruição indiscriminada de plantas e de animais e a proteção das águas". Deste modo, segundo o Card. Tauran, cristãos e budistas podem, juntos, ser portadores de esperança por um mundo limpo, seguro e harmonioso.
A Festa do Vesakh celebra o aniversário do nascimento de Buda e é comemorado em 26 de maio.
Fonte: Rádio Vaticano
NOTA: A aproximação que a Igreja Católica tenta promover com as principais religiões do mundo (até mesmo com as de natureza pagã) visa a formação de uma união mundial tendo o Vaticano como líder supremo - é a concretização do desejo de supremacia mundial por parte da Igreja Romana. Para infelicidade geral daqueles que amam a liberdade... O ECOmenismo é só um cavalo de Tróia por meio do qual a elite ocultista mundial (apoiada pelo Vaticano) deseja estabelecer uma adoração luciferiana ao redor do mundo.
Fonte - Minuto Profético
"Enquanto habitantes da Terra e fiéis, afirma o purpurado, cristãos e budistas respeitam a mesma Criação e têm a comum preocupação de promover o cuidado pelo meio ambiente que todos compartilhamos."
O cardeal recorda que a tutela do meio ambiente, a promoção de um desenvolvimento sustentável e uma particular atenção às mudanças climáticas são motivos de grave preocupação para todos. Diante dessa situação, governos, ONGs e multinacionais investem recursos financeiros para tutelar a natureza. Também os líderes religiosos estão oferecendo sua contribuição ao debate público, que não é somente uma reação às mais recentes ameaças relacionadas ao aquecimento global.
O purpurado afirma que cristianismo e budismo sempre promoveram um grande respeito pela natureza. Todavia, pergunta-se o cardeal, que cristãos e budistas podem fazer a mais para colaborar em projetos práticos? E responde: "A reciclagem, a contenção com gastos energéticos, a prevenção da destruição indiscriminada de plantas e de animais e a proteção das águas". Deste modo, segundo o Card. Tauran, cristãos e budistas podem, juntos, ser portadores de esperança por um mundo limpo, seguro e harmonioso.
A Festa do Vesakh celebra o aniversário do nascimento de Buda e é comemorado em 26 de maio.
Fonte: Rádio Vaticano
NOTA: A aproximação que a Igreja Católica tenta promover com as principais religiões do mundo (até mesmo com as de natureza pagã) visa a formação de uma união mundial tendo o Vaticano como líder supremo - é a concretização do desejo de supremacia mundial por parte da Igreja Romana. Para infelicidade geral daqueles que amam a liberdade... O ECOmenismo é só um cavalo de Tróia por meio do qual a elite ocultista mundial (apoiada pelo Vaticano) deseja estabelecer uma adoração luciferiana ao redor do mundo.
Fonte - Minuto Profético
Papa ofereceu melhor serviço à ONU: fundamento dos direitos
CIDADE DO VATICANO, segunda-feira, 28 de abril de 2008 (ZENIT.org).- Com seu discurso nas Nações Unidas, explica o porta-voz vaticano, Bento XVI prestou o serviço mais valioso à Organização: defender o valor permanente dos direitos humanos.
O Pe. Federico Lombardi, SJ, diretor da Sala de Imprensa da Santa Sé, comentou a histórica visita de Bento XVI ao Palácio de Cristal de Nova York, em 18 de abril, no editorial do último número de «Octava Dies», jornal do Centro Televisivo Vaticano, do qual também é diretor.
...
«Nesta ocasião, o Papa optou por fazer um discurso de um alcance muito diferente, um discurso sobre os fundamentos e os princípios, um discurso que dure no tempo, porque esta era a contribuição mais urgente e mais positiva naquela sede.»
«E foi um discurso muito coerente com a específica autoridade moral da Igreja Católica e com a proposta geral do magistério de Bento XVI», acrescenta. O Pe. Lombardi recorda que «há princípios universalmente válidos, para todos os homens e mulheres de todo tempo e lugar. Na natureza do homem, na dignidade da pessoa, pode-se reconhecer e ler o fundamento de uma ordem a respeitar, a melhorar e a aperfeiçoar.»
...
Fonte - Zenit
Nota DDP:
De fato existem princípios univesalmente válidos, calcados na Lei de Deus, no entanto, estes não se confundem com a "autoridade moral da Igreja Católica" e, o único indicativo de que em relação a esta última, "dure no tempo", foi a clara sinalização tanto do Presidente americano, como do Secretário Geral da ONU, de que possuem objetivos comuns.
O Pe. Federico Lombardi, SJ, diretor da Sala de Imprensa da Santa Sé, comentou a histórica visita de Bento XVI ao Palácio de Cristal de Nova York, em 18 de abril, no editorial do último número de «Octava Dies», jornal do Centro Televisivo Vaticano, do qual também é diretor.
...
«Nesta ocasião, o Papa optou por fazer um discurso de um alcance muito diferente, um discurso sobre os fundamentos e os princípios, um discurso que dure no tempo, porque esta era a contribuição mais urgente e mais positiva naquela sede.»
«E foi um discurso muito coerente com a específica autoridade moral da Igreja Católica e com a proposta geral do magistério de Bento XVI», acrescenta. O Pe. Lombardi recorda que «há princípios universalmente válidos, para todos os homens e mulheres de todo tempo e lugar. Na natureza do homem, na dignidade da pessoa, pode-se reconhecer e ler o fundamento de uma ordem a respeitar, a melhorar e a aperfeiçoar.»
...
Fonte - Zenit
Nota DDP:
De fato existem princípios univesalmente válidos, calcados na Lei de Deus, no entanto, estes não se confundem com a "autoridade moral da Igreja Católica" e, o único indicativo de que em relação a esta última, "dure no tempo", foi a clara sinalização tanto do Presidente americano, como do Secretário Geral da ONU, de que possuem objetivos comuns.
Santa Sé pede desenvolvimento centrado no ser humano
ACRA, segunda-feira, 28 de abril de 2008 (ZENIT.org).- Os princípios de solidariedade e subsidiariedade são chave para estabelecer as regras internacionais que sustentam o desenvolvimento, propõe a Santa Sé.
Esta idéia se afirma em uma nota enviada pela Secretaria de Estado do Vaticano à Conferência das Nações Unidas sobre Comércio e Desenvolvimento em Acra, Gana, que termina hoje.
...
A seguir, o documento aconselha «uma mudança de perspectiva»: o objetivo do desenvolvimento, afirma, é o bem comum.
A Santa Sé explica: «Deve ficar claro que desenvolvimento não se refere só ao crescimento da economia em geral; refere-se ao desenvolvimento do ser humano, com suas capacidades e relações com grupos sociais intermediários – família, grupos sociais, políticos, culturais, etc. – no qual este vive».
«Isso requer uma mudança de perspectiva que reconheça os povos unidos por um fator comum, seu ser humanidade criada com o selo de seu comum Deus criador. Só partindo desta premissa podemos buscar, entre instituições pluralistas, a conquista do bem comum, que tem de ser o objetivo primário de qualquer sociedade.»
...
Se o desenvolvimento está centrado na pessoa humana, conclui a Santa Sé, há alguns temas-chave que devem ser levados em conta. O documento menciona cinco.
Um deles é a educação, «a essência do desenvolvimento.
...
Incluem-se também a saúde e o trabalho digno.
...
Fonte - Zenit
Nota DDP:
O discurso é alinhado com a questão de defesa dos Direitos Humanos, como debatido recentemente pelo Papa na ONU, tem conexão lógica com soluções já asseveradas pelo Pontífice em termos de de família, saúde e trabalho digno, vindo a rogo ainda das Encíclicas que devem ser apresentadas em futuro próximo, uma social e possivelmente outra sobre lei natural. Não é preciso muito esforço para se conectar os temas com outra prioridade do Vaticano, como deixado claro no encerramento da visita aos EUA: o domingo. Aliás, neste contexto, "povos unidos por um fator comum", "com o selo de seu comum Deus criador" lembra alguma coisa?
Esta idéia se afirma em uma nota enviada pela Secretaria de Estado do Vaticano à Conferência das Nações Unidas sobre Comércio e Desenvolvimento em Acra, Gana, que termina hoje.
...
A seguir, o documento aconselha «uma mudança de perspectiva»: o objetivo do desenvolvimento, afirma, é o bem comum.
A Santa Sé explica: «Deve ficar claro que desenvolvimento não se refere só ao crescimento da economia em geral; refere-se ao desenvolvimento do ser humano, com suas capacidades e relações com grupos sociais intermediários – família, grupos sociais, políticos, culturais, etc. – no qual este vive».
«Isso requer uma mudança de perspectiva que reconheça os povos unidos por um fator comum, seu ser humanidade criada com o selo de seu comum Deus criador. Só partindo desta premissa podemos buscar, entre instituições pluralistas, a conquista do bem comum, que tem de ser o objetivo primário de qualquer sociedade.»
...
Se o desenvolvimento está centrado na pessoa humana, conclui a Santa Sé, há alguns temas-chave que devem ser levados em conta. O documento menciona cinco.
Um deles é a educação, «a essência do desenvolvimento.
...
Incluem-se também a saúde e o trabalho digno.
...
Fonte - Zenit
Nota DDP:
O discurso é alinhado com a questão de defesa dos Direitos Humanos, como debatido recentemente pelo Papa na ONU, tem conexão lógica com soluções já asseveradas pelo Pontífice em termos de de família, saúde e trabalho digno, vindo a rogo ainda das Encíclicas que devem ser apresentadas em futuro próximo, uma social e possivelmente outra sobre lei natural. Não é preciso muito esforço para se conectar os temas com outra prioridade do Vaticano, como deixado claro no encerramento da visita aos EUA: o domingo. Aliás, neste contexto, "povos unidos por um fator comum", "com o selo de seu comum Deus criador" lembra alguma coisa?
Crise de alimentos pode atingir 2,2 bilhões, diz ONU

Segundo relator especial para o Direito à Alimentação, Jean Ziegler, mais afetados estariam nos países em desenvolvimento.
O relator especial das Nações Unidas para o Direito à Alimentação, Jean Ziegler, afirmou que a atual crise dos alimentos pode atingir 2,2 bilhões de pessoas.
O número é quase três vezes maior, do que os 854 milhões de pessoas que não têm o que comer no mundo, no momento.
...
Fonte - ONU
Governo Russo escolhe uma Igreja em detrimento das outras
24 de abril de 2008
Cidade de Stary Oskol, Rússia – Não muito tempo depois de a Igreja Metodista se estabelecer aqui os problemas começaram. Primeiramente vieram visitas de agentes da FSB, sucessora da KGB, que evidentemente enxergaram uma ameaça nas poucas dezenas de almas, que permaneciam em seus apartamentos apertados para ler a bíblia. Oficiais locais logo trataram de rotular a instituição como uma "seita". Finalmente, no último mês, autoridades a fecharam. Houve um tempo, após a queda do regime comunista, que pequenas congregações protestantes floresceram no sudoeste russo. Atualmente, esta região industrializada se tornou emblemática pela repressão à liberdade religiosa sob o governo do presidente Vladimir V. Putin.
Desde que o governo apertou o controle sobre a vida política, ele também passou a agir nos assuntos religiosos. Representantes do Kremlin em muitos áreas transformaram a Igreja Ortodoxa Russa em uma religião oficial, de forma a evitar outras denominações cristãs que parecem oferecer uma concorrência mais significativa para os fiéis. Eles proibiram os protestantes de atraírem novos adeptos, bem como desencorajaram a fé protestante através de uma série de medidas, de acordo com as dezenas de entrevistados das autoridades do governo e líderes religiosos de toda a Rússia.
Essa aliança próxima entre o governo e a Igreja Ortodoxa Russa tem sido uma característica marcante do mandato de Putin, uma coreografia de assistência mútua que geralmente é descrita aqui como uma "sinfonia". O presidente Putin realiza freqüentes aparições com o líder religioso Patriarch Aleksei II na rede de televisão nacional controlada pelo Kremlin. Na última semana, Putin aceitou um convite de Aleksei II para comparecer em eventos da Páscoa Ortodoxa Russa, no próximo domingo.
Essa relação é fundamentada em parte por uma ideologia nacionalista comum, dedicada para restaurar a força da Rússia após o desastre decorrente da extinção da União Soviética. A hostilidade da igreja contra grupos protestantes, muitos dos quais baseados nos Estados Unidos, é pintada com o mesmo espírito anti-ocidente geralmente enfatizado por Putin e outros altos oficiais. A antipatia do governo também parece se originar em parte da cautela do Kremilin em relação às organizações independentes que não são aliadas ao governo.
Aqui em Stary Oskol, a 482 Km ao sul de Moscou, a polícia despejou uma congregação adventista do sétimo dia de sua sala de reunião, forçando-a a realizar os serviços em uma casa caindo os pedaços ao lado de um canteiro de obras. Os batistas foram impedidos de alugar um teatro para um festival de música cristã, e também não foram autorizados a distribuir brinquedos em um orfanato. Um ministro luterano disse que se afastou por alguns anos porque temia por sua vida. Ele voltou, mas mantém-se despercebido. Na televisão local no mês passado, o principal sacerdote ortodoxo russo da cidade, que é um confidente dos políticos mais poderosos da região, fez um sermão que foi repetido a cada poucas horas. Seu tema: os protestantes hereges.
"Nós lamentamos aqueles que estão enganados - as Testemunhas de Jeová, os batistas, os evangélicos, os pentecostais e muitos outros que cortaram as vestes de Cristo como bandidos, que são como os soldados que crucificaram Cristo, que rasgaram em pedaços o manto santo de Cristo", declarou o sacerdote, o Rev. Alexei D. Zorin.
Essa linguagem é familiar aos protestantes em Stary Oskol, em número de 2.000 numa cidade de 225.000 habitantes.
O Rev. Vladimir Pakhomov, ministro da Igreja Metodista, recordou o aviso de um oficial da FSB a um de seus paroquianos: "O protestantismo está enfrentando tempos difíceis - ou pode ser o seu fim".
A maioria das igrejas protestantes é requisitada pela lei a se registrar com o governo, a fim de fazer nada mais do que realizar orações em um apartamento. Funcionários rejeitaram o registro deste ano do Sr. Pakhomov, primeiro dizendo que sua papelada era deficiente e, em seguida, alegando que a igreja era uma fachada de um negócio indeterminado. Mr. Pakhomov recorreu ao tribunal, mas perdeu. Ele disse que agora poderia enfrentar a prisão só por estar conversando com as crianças sobre assistir a um acampamento Metodista.
"Eles nos transformaram em leprosos para assustar as pessoas lá fora", afirmou o Sr. Pakhomov. "Há este clima que você pode sentir com cada célula do seu corpo: 'Não é nosso, é americano, é estrangeiro. E se é estrangeiro não podemos esperar nada de bom dele’. É ignorância, a todo redor".
Yuri I. Romashin, um funcionário sênior da cidade, disse que a recusa do registro da Igreja Metodista foi adequada, explicando que o governo tinha que se proteger de organizações suspeitas que utilizavam a religião como uma capa.
"Seu objetivo não era um santo e nobre objetivo", disse ele da igreja do Sr. Pakhomov.
Mr. Romashin disse que o governo não discrimina os protestantes. "Temos de criar condições para não infringir de forma alguma os seus direitos, a sua religião e sua liberdade de consciência", disse ele. No entanto, como muitos funcionários russos, ele referiu-se às igrejas protestantes com a expressão depreciativa "seitas".
Intolerância religiosa
[...]
A constituição russa garante a liberdade religiosa, e Putin tem discursado freqüentemente contra a discriminação. "Na Rússia moderna, tolerância e tolerância para outras crenças são o fundamento para a paz civil e um importante fator para o progresso social", disse o presidente em uma reunião com líderes religiosos em 2006.
[...]
Mikhail I. Odintsov, alto conselheiro da comissão russa dos Direitos Humanos, que foi nomeado por Putin, disse que em parte, as reclamações em seu escritório são em relação à religião envolvendo protestantes. Odintsov ouviu as questões: "Problemas com propriedade ilegal, com construção de igrejas, renovações, ministros que vem de fora, problemas com a aplicação da lei, freqüentemente com a polícia".
"Na Rússia", ele aponta, "não há uma força política significantemente influente, ou um partido ou qualquer forma de organização que sustente e proteja os princípios de liberdade religiosa".
[...]
Em fevereiro, alguns funcionários da cidade de Novosibirsk (Sibéria), a terceira maior da Rússia, propuseram a criação de uma comissão de combate às "seitas totalitárias". O governador da região de Tula, perto de Moscou, denunciou que a inteligência militar americana estava usando as "Seitas" protestantes para se infiltrar na Rússia.
Os funcionários não dizem com precisão a que grupos estão se referindo, mas os ministros protestantes dizem que o título é tão difundido que a maioria dos russos supõem que para os divulgadores isto significa todos os protestantes. O termo tem claramente penetrado na consciência do público.
"Como uma crente ortodoxa russa, sou contra as seitas", disse Valeriya Gubareva, uma professora aposentada, que foi questionada sobre os protestantes enquanto saía de uma Igreja Ortodoxa Russa aqui. "Nossa religião Ortodoxa Russa é inviolável, e não deve ser abalada".
Tal como outros paroquianos entrevistados, a Sra. Gubareva afirmou que apoiava a liberdade religiosa.
Uma Nova Identidade
Embora a freqüência a Igreja na Rússia é muito baixa, sondagens revelam que os russos estão abraçando a ortodoxia russa como parte de sua identidade. Em uma recente pesquisa, 71% dos entrevistados descreveu-se como ortodoxo russo, acima dos 59% em 2003.
[...]
(Online)
NOTA: A Igreja Ortodoxa, mesmo separada de Roma, em muitos aspectos se parece tanto com a Igreja Mãe: manifesta ódio aos protestantes, ama o poder político, fala a favor da liberdade religiosa mas onde é maioria suas obras sempre caminham em sentido contrário...
Fonte - Minuto Profético
Cidade de Stary Oskol, Rússia – Não muito tempo depois de a Igreja Metodista se estabelecer aqui os problemas começaram. Primeiramente vieram visitas de agentes da FSB, sucessora da KGB, que evidentemente enxergaram uma ameaça nas poucas dezenas de almas, que permaneciam em seus apartamentos apertados para ler a bíblia. Oficiais locais logo trataram de rotular a instituição como uma "seita". Finalmente, no último mês, autoridades a fecharam. Houve um tempo, após a queda do regime comunista, que pequenas congregações protestantes floresceram no sudoeste russo. Atualmente, esta região industrializada se tornou emblemática pela repressão à liberdade religiosa sob o governo do presidente Vladimir V. Putin.
Desde que o governo apertou o controle sobre a vida política, ele também passou a agir nos assuntos religiosos. Representantes do Kremlin em muitos áreas transformaram a Igreja Ortodoxa Russa em uma religião oficial, de forma a evitar outras denominações cristãs que parecem oferecer uma concorrência mais significativa para os fiéis. Eles proibiram os protestantes de atraírem novos adeptos, bem como desencorajaram a fé protestante através de uma série de medidas, de acordo com as dezenas de entrevistados das autoridades do governo e líderes religiosos de toda a Rússia.
Essa aliança próxima entre o governo e a Igreja Ortodoxa Russa tem sido uma característica marcante do mandato de Putin, uma coreografia de assistência mútua que geralmente é descrita aqui como uma "sinfonia". O presidente Putin realiza freqüentes aparições com o líder religioso Patriarch Aleksei II na rede de televisão nacional controlada pelo Kremlin. Na última semana, Putin aceitou um convite de Aleksei II para comparecer em eventos da Páscoa Ortodoxa Russa, no próximo domingo.
Essa relação é fundamentada em parte por uma ideologia nacionalista comum, dedicada para restaurar a força da Rússia após o desastre decorrente da extinção da União Soviética. A hostilidade da igreja contra grupos protestantes, muitos dos quais baseados nos Estados Unidos, é pintada com o mesmo espírito anti-ocidente geralmente enfatizado por Putin e outros altos oficiais. A antipatia do governo também parece se originar em parte da cautela do Kremilin em relação às organizações independentes que não são aliadas ao governo.
Aqui em Stary Oskol, a 482 Km ao sul de Moscou, a polícia despejou uma congregação adventista do sétimo dia de sua sala de reunião, forçando-a a realizar os serviços em uma casa caindo os pedaços ao lado de um canteiro de obras. Os batistas foram impedidos de alugar um teatro para um festival de música cristã, e também não foram autorizados a distribuir brinquedos em um orfanato. Um ministro luterano disse que se afastou por alguns anos porque temia por sua vida. Ele voltou, mas mantém-se despercebido. Na televisão local no mês passado, o principal sacerdote ortodoxo russo da cidade, que é um confidente dos políticos mais poderosos da região, fez um sermão que foi repetido a cada poucas horas. Seu tema: os protestantes hereges.
"Nós lamentamos aqueles que estão enganados - as Testemunhas de Jeová, os batistas, os evangélicos, os pentecostais e muitos outros que cortaram as vestes de Cristo como bandidos, que são como os soldados que crucificaram Cristo, que rasgaram em pedaços o manto santo de Cristo", declarou o sacerdote, o Rev. Alexei D. Zorin.
Essa linguagem é familiar aos protestantes em Stary Oskol, em número de 2.000 numa cidade de 225.000 habitantes.
O Rev. Vladimir Pakhomov, ministro da Igreja Metodista, recordou o aviso de um oficial da FSB a um de seus paroquianos: "O protestantismo está enfrentando tempos difíceis - ou pode ser o seu fim".
A maioria das igrejas protestantes é requisitada pela lei a se registrar com o governo, a fim de fazer nada mais do que realizar orações em um apartamento. Funcionários rejeitaram o registro deste ano do Sr. Pakhomov, primeiro dizendo que sua papelada era deficiente e, em seguida, alegando que a igreja era uma fachada de um negócio indeterminado. Mr. Pakhomov recorreu ao tribunal, mas perdeu. Ele disse que agora poderia enfrentar a prisão só por estar conversando com as crianças sobre assistir a um acampamento Metodista.
"Eles nos transformaram em leprosos para assustar as pessoas lá fora", afirmou o Sr. Pakhomov. "Há este clima que você pode sentir com cada célula do seu corpo: 'Não é nosso, é americano, é estrangeiro. E se é estrangeiro não podemos esperar nada de bom dele’. É ignorância, a todo redor".
Yuri I. Romashin, um funcionário sênior da cidade, disse que a recusa do registro da Igreja Metodista foi adequada, explicando que o governo tinha que se proteger de organizações suspeitas que utilizavam a religião como uma capa.
"Seu objetivo não era um santo e nobre objetivo", disse ele da igreja do Sr. Pakhomov.
Mr. Romashin disse que o governo não discrimina os protestantes. "Temos de criar condições para não infringir de forma alguma os seus direitos, a sua religião e sua liberdade de consciência", disse ele. No entanto, como muitos funcionários russos, ele referiu-se às igrejas protestantes com a expressão depreciativa "seitas".
Intolerância religiosa
[...]
A constituição russa garante a liberdade religiosa, e Putin tem discursado freqüentemente contra a discriminação. "Na Rússia moderna, tolerância e tolerância para outras crenças são o fundamento para a paz civil e um importante fator para o progresso social", disse o presidente em uma reunião com líderes religiosos em 2006.
[...]
Mikhail I. Odintsov, alto conselheiro da comissão russa dos Direitos Humanos, que foi nomeado por Putin, disse que em parte, as reclamações em seu escritório são em relação à religião envolvendo protestantes. Odintsov ouviu as questões: "Problemas com propriedade ilegal, com construção de igrejas, renovações, ministros que vem de fora, problemas com a aplicação da lei, freqüentemente com a polícia".
"Na Rússia", ele aponta, "não há uma força política significantemente influente, ou um partido ou qualquer forma de organização que sustente e proteja os princípios de liberdade religiosa".
[...]
Em fevereiro, alguns funcionários da cidade de Novosibirsk (Sibéria), a terceira maior da Rússia, propuseram a criação de uma comissão de combate às "seitas totalitárias". O governador da região de Tula, perto de Moscou, denunciou que a inteligência militar americana estava usando as "Seitas" protestantes para se infiltrar na Rússia.
Os funcionários não dizem com precisão a que grupos estão se referindo, mas os ministros protestantes dizem que o título é tão difundido que a maioria dos russos supõem que para os divulgadores isto significa todos os protestantes. O termo tem claramente penetrado na consciência do público.
"Como uma crente ortodoxa russa, sou contra as seitas", disse Valeriya Gubareva, uma professora aposentada, que foi questionada sobre os protestantes enquanto saía de uma Igreja Ortodoxa Russa aqui. "Nossa religião Ortodoxa Russa é inviolável, e não deve ser abalada".
Tal como outros paroquianos entrevistados, a Sra. Gubareva afirmou que apoiava a liberdade religiosa.
Uma Nova Identidade
Embora a freqüência a Igreja na Rússia é muito baixa, sondagens revelam que os russos estão abraçando a ortodoxia russa como parte de sua identidade. Em uma recente pesquisa, 71% dos entrevistados descreveu-se como ortodoxo russo, acima dos 59% em 2003.
[...]
(Online)
NOTA: A Igreja Ortodoxa, mesmo separada de Roma, em muitos aspectos se parece tanto com a Igreja Mãe: manifesta ódio aos protestantes, ama o poder político, fala a favor da liberdade religiosa mas onde é maioria suas obras sempre caminham em sentido contrário...
Fonte - Minuto Profético
segunda-feira, 28 de abril de 2008
Nasce a tríplice aliança
Na sucessão dos eventos em direção ao fim, podemos iniciar por um bem significativo: o falso reavivamento. É uma contrafação de longa duração, preparativo para todo tipo de enganos de natureza espiritual. É um grandioso movimento para a conversão do mundo que se manifesta bem antes do verdadeiro reavivamento, esse que só ocorre um pouco antes da crise final na igreja que respeita integralmente a Palavra de DEUS. O verdadeiro reavivamento é de curta duração e precede o fim do tempo de graça.
O falso reavivamento, que se caracteriza em especial pela manifestação do dom de línguas falso, sinais de curas, milagres e hipnotismo coletivo, envolve a participação do espiritismo disfarçado de cristianismo, em diversas formas. Esse grandioso movimento terá continuidade na formação da tríplice aliança (conforme Apoc. 16:13 e 14), responsável pelas ações contra a verdade em nosso planeta um pouco antes e durante o desfecho da grande controvérsia final. A ação máxima da tríplice aliança ocorrerá durante a vigência do decreto de morte, pois ali reunirá todos os reis da Terra contra o povo santo. A sua última ação antes da segunda vinda de CRISTO será uma severa e mortal revolta contra a besta, assim que se secar simbolicamente o Rio Eufrates (Apoc. 16:12 a 14). Ao secar o Rio Eufrates, com a manifestação da voz de DEUS mostrando o seu erro, mudará o rumo de sua hostilidade do povo de DEUS contra os líderes espirituais do falso reavivamento.
Quando a tríplice aliança se formar, podemos saber que o fim estará bem próximo. Ela é responsável por sete ações importantes durante o desfecho: (1) remover as restrições dos governos seculares sobre Roma, isto é, acabar com os princípios democráticos instituídos; (2) repudiar os princípios constitucionais dos EUA; (3) propagar as falsidades do sistema papal e anticristo; (4) realizar sinais de prodígios e enganos; (5) emitir o decreto dominical (que é o ato culminante antes do fechamento da porta da graça) e, (6) emitir o decreto de morte, durante as sete pragas; (7) reunir os reis da terra para o Armagedon. Pois essa aliança forma-se quando os Estados Unidos da América estenderem uma mão sobre o abismo para se aliarem com o poder romano que comanda o ecumenismo mais o diálogo inter-religioso e outra mão para o espiritismo, que faz milagres e maravilhas de engano (cf. Apoc. 13:11 a 17 e 16:13 e 14).
Essa tríplice aliança começou a se formalizar com a visita do papa aos EUA no mês de abril. Houve o estabelecimento, no mínimo tácito, de alianças entre a Santa Sé e os EUA, e a Santa Sé e a ONU. A Santa Sé é um pequeno país que sedia a Igreja Católica do bispo de Roma, que quer seu poder medieval de volta. Os EUA correspondem também ao protestantismo apostatado, e a ONU é o abrigo de grande parte das organizações do alto espiritismo mundo afora. Exemplos dessas organizações são: Universidade da paz; Iniciativa das Religiões Unidas; diversas ONGs voltadas para a paz e a proteção da natureza, as religiões pagãs, todas elas, e muitas mais. Porém, a ação do espiritismo é ainda bem discreta, por força de contenção do poder de DEUS. Ele agirá em grande intensidade, conforme todo o seu poder, quando DEUS o permitir. Então virá o oitavo rei (ver Apoc. 17:11) aquele que sempre esteve com os sete anteriores (que são, respectivamente, conforme Daniel 2; 7 e 8, e Apoc. 17:8 a 10: Babilônia, Medo Pérsia, Grécia, Roma pagã, Roma papal, EUA, retorno de Roma papal). Esse oitavo rei vem dos sete. Ele é dos sete, ele é o demônio e o seu poder particular, o espiritismo. Quando ele vier, por volta do fechamento da porta da graça, então a tríplice aliança ganhará um poder de dar medo. Os justos, nesse tempo viverão pela fé, respaldados só pelo poder de DEUS.
A tríplice aliança é a continuidade do falso reavivamento. Ela comandará, da parte do poder do engano, a grande controvérsia entre a santificação do sábado e a santificação do domingo, além de outros temas de fé. Ela o fará fortemente embasada na falsa ciência, que hoje se desenvolve nas universidades pelo mundo. Envolverá principalmente a questão da imortalidade da alma e do evolucionismo, e o domingo será visto como o grande dia da família em busca da harmonia global e da paz entre todos os povos, função da ONU e dos EUA, agora, tendo a partir da visita do papa, acima deles, a Santa Sé. A posição superior da Santa Sé, por enquanto, parece que ainda é informal, tácita. Não são divulgados acordos formais nesse sentido, se aconteceram. Talvez sempre permaneça assim, mas vale quem desses três tem o comando global.
Como sabemos que, a partir da formação da triplica aliança logo virão os demais eventos do desfecho final, eis que estamos próximos deles. A preparação, pela reforma do sábado e da saúde, agora se reveste, mais do que nunca, de importância vital para o povo de DEUS.
Prof. Sikberto R. Marks
2008-04-27
O falso reavivamento, que se caracteriza em especial pela manifestação do dom de línguas falso, sinais de curas, milagres e hipnotismo coletivo, envolve a participação do espiritismo disfarçado de cristianismo, em diversas formas. Esse grandioso movimento terá continuidade na formação da tríplice aliança (conforme Apoc. 16:13 e 14), responsável pelas ações contra a verdade em nosso planeta um pouco antes e durante o desfecho da grande controvérsia final. A ação máxima da tríplice aliança ocorrerá durante a vigência do decreto de morte, pois ali reunirá todos os reis da Terra contra o povo santo. A sua última ação antes da segunda vinda de CRISTO será uma severa e mortal revolta contra a besta, assim que se secar simbolicamente o Rio Eufrates (Apoc. 16:12 a 14). Ao secar o Rio Eufrates, com a manifestação da voz de DEUS mostrando o seu erro, mudará o rumo de sua hostilidade do povo de DEUS contra os líderes espirituais do falso reavivamento.
Quando a tríplice aliança se formar, podemos saber que o fim estará bem próximo. Ela é responsável por sete ações importantes durante o desfecho: (1) remover as restrições dos governos seculares sobre Roma, isto é, acabar com os princípios democráticos instituídos; (2) repudiar os princípios constitucionais dos EUA; (3) propagar as falsidades do sistema papal e anticristo; (4) realizar sinais de prodígios e enganos; (5) emitir o decreto dominical (que é o ato culminante antes do fechamento da porta da graça) e, (6) emitir o decreto de morte, durante as sete pragas; (7) reunir os reis da terra para o Armagedon. Pois essa aliança forma-se quando os Estados Unidos da América estenderem uma mão sobre o abismo para se aliarem com o poder romano que comanda o ecumenismo mais o diálogo inter-religioso e outra mão para o espiritismo, que faz milagres e maravilhas de engano (cf. Apoc. 13:11 a 17 e 16:13 e 14).
Essa tríplice aliança começou a se formalizar com a visita do papa aos EUA no mês de abril. Houve o estabelecimento, no mínimo tácito, de alianças entre a Santa Sé e os EUA, e a Santa Sé e a ONU. A Santa Sé é um pequeno país que sedia a Igreja Católica do bispo de Roma, que quer seu poder medieval de volta. Os EUA correspondem também ao protestantismo apostatado, e a ONU é o abrigo de grande parte das organizações do alto espiritismo mundo afora. Exemplos dessas organizações são: Universidade da paz; Iniciativa das Religiões Unidas; diversas ONGs voltadas para a paz e a proteção da natureza, as religiões pagãs, todas elas, e muitas mais. Porém, a ação do espiritismo é ainda bem discreta, por força de contenção do poder de DEUS. Ele agirá em grande intensidade, conforme todo o seu poder, quando DEUS o permitir. Então virá o oitavo rei (ver Apoc. 17:11) aquele que sempre esteve com os sete anteriores (que são, respectivamente, conforme Daniel 2; 7 e 8, e Apoc. 17:8 a 10: Babilônia, Medo Pérsia, Grécia, Roma pagã, Roma papal, EUA, retorno de Roma papal). Esse oitavo rei vem dos sete. Ele é dos sete, ele é o demônio e o seu poder particular, o espiritismo. Quando ele vier, por volta do fechamento da porta da graça, então a tríplice aliança ganhará um poder de dar medo. Os justos, nesse tempo viverão pela fé, respaldados só pelo poder de DEUS.
A tríplice aliança é a continuidade do falso reavivamento. Ela comandará, da parte do poder do engano, a grande controvérsia entre a santificação do sábado e a santificação do domingo, além de outros temas de fé. Ela o fará fortemente embasada na falsa ciência, que hoje se desenvolve nas universidades pelo mundo. Envolverá principalmente a questão da imortalidade da alma e do evolucionismo, e o domingo será visto como o grande dia da família em busca da harmonia global e da paz entre todos os povos, função da ONU e dos EUA, agora, tendo a partir da visita do papa, acima deles, a Santa Sé. A posição superior da Santa Sé, por enquanto, parece que ainda é informal, tácita. Não são divulgados acordos formais nesse sentido, se aconteceram. Talvez sempre permaneça assim, mas vale quem desses três tem o comando global.
Como sabemos que, a partir da formação da triplica aliança logo virão os demais eventos do desfecho final, eis que estamos próximos deles. A preparação, pela reforma do sábado e da saúde, agora se reveste, mais do que nunca, de importância vital para o povo de DEUS.
Prof. Sikberto R. Marks
2008-04-27
Fonte - Cristo Voltará
Marcadores:
Espiritismo,
EUA,
Lei dominical,
ONU,
Sinais do Fim,
Vaticano
Bento XVI nos Estados Unidos da América
O papa Bento XVI esteve nos Estados Unidos da América entre os dias 15 e 20 de abril de 2008. Ele foi o terceiro papa a visitar esse país. Foram até agora 9 visitas de papas, quantidade só igualada em visitas à Polônia.
A visita selou a amizade pessoal entre Bush, Ban Ki-moon, Secretário Geral da ONU, e o papa Bento XVI. Selou também uma identidade de interesses entre três organizações de poderosa influência global: os Estados Unidos da América, a Santa Sé e a Organização das Nações Unidas. Formou-se uma espécie de coalizão entre esses poderes internacionais por um projeto global comum: desenvolver uma “família humana global unida”, capaz de viver em “paz e segurança”, com justiça, respeito e dignidade entre os diferentes povos. E Bento XVI declarou que a Igreja Católica tem algo a oferecer à ONU para e efetivação desse objetivo: o “diálogo inter-religioso e cultural”. Esse é o diálogo de todas as religiões e povos do mundo em busca da superação das diferenças para uma unidade fraterna, formando a “família humana global”. São as condições necessárias para a “paz e segurança” finalmente, (aparentemente) a caminho. Os grandes líderes estão olhando na mesma direção.
Bento XVI, ao contrário de seu antecessor João Paulo II, que em diversas declarações alfinetava os EUA, foi em extremo diplomático e carinhoso com esse país. Ele esbanjou elogios a nação que agora o acolhia, com quem deseja fazer a aliança para dominar o planeta. Chegou a dizer que os EUA são um país generoso com os pobres do mundo, e com as necessidades humanas. No contexto na maior nação do mundo, Bento XVI, nesse aspecto tendo aprendido com João Paulo II, abriu seu coração em humildade para pedir perdão pelas atitudes imorais de sacerdotes católicos pedófilos. A postura humilde do papa criou uma atmosfera de reconciliação entre a Igreja Católica e o povo americano, curou uma ferida aberta, abrindo condições para avançar em alianças de natureza política. Essas alianças virão logo, se já não foram firmadas nessa visita. A principal aliança terá a participação do espiritismo com a Igreja Católica e o protestantismo apostatado (afastado de suas origens) americano, formando-se, assim, a tríplice aliança de Apoc. 16:13 e 14. Ela visa realizar “sinais e maravilhas”; remover as restrições dos governos seculares sobre Roma, principalmente os da França; repudiar os princípios constitucionais dos EUA; propagar os erros e falsidades da Igreja Católica; emitir o decreto dominical e depois emitir o decreto de morte. Além disso, formará a unificação das forças contra o povo santo no armagedon, mas, durante a sétima praga, voltar-se-á contra a besta, ao descobrir que fora por ela enganada. Fica claro agora que os dois poderes espirituais, o Vaticano e o espiritismo, comandarão os poderes políticos globais via Estados Unidos da América, que, por sua vez, tem o comando do G8, o grupo dos oito países mais industrializados do mundo. O Vaticano comandará as nações também e via a ONU, que tem influência sobre todas as nações do mundo. Assim leis globais de natureza moral serão fáceis de serem impostas sobre o mundo. Essas leis, entende-se , tornam-se cada vez mais necessárias, para evitar uma catástrofe social e econômica global, em andamento acelerado.
A visita do papa aos Estados Unidos da América representou o início de um novo posicionamento político da Igreja Católica no mundo. Nada mais será como antes. Ela está, em definitivo, na reta final para restabelecer o seu poder como teve durante a Idade Média. A recepção de Bento XVI pelo Presidente Bush e pelo Secretário Geral da ONU, Ban Ki-moon comprovam isso. Bush, modificando o protocolo, abriu um precedente na recepção de Bento XVI. Ele recebeu o papa como um estadista, não como um religioso, com todas as honras e pompas dadas somente a um chefe de estado. Pela primeira vez um presidente americano foi até o aeroporto para ali fazer a recepção ao papa como estadista. Isso jamais aconteceu antes a algum outro estadista em visita aos EUA. Significa que o papa é agora o homem mais importante do planeta, acima dos demais líderes políticos do mundo.
Ban Ki-moon, por sua vez, declarou em público que se reforça a amizade entre Bento XVI e a ONU, e se reforçam os elos de ligação entre esse órgão das nações e o Vaticano da Santa Sé. Aliás, como uma demonstração de paralelismo de poder, o avião que levou o papa foi chamado de “Shepherd One” ou seja, “pastor um”, em comparação ao “Air Force One”, o avião oficial de Bush. São agora três estadistas tratando de assuntos de todas as naturezas, mas em especial, de natureza religiosa. O papa, reunido com Bush, tratou de todos os grandes problemas do planeta, em todos os lugares onde eles esteja ocorrendo nos cinco continentes. Os conflitos foram incluídos, as questões étnicas, a fome, as doenças, a família, e assim por diante. Todas as grandes questões, agora estão em pauta comum a esses poderes.
O presidente Bush demonstrando um entusiasmo quase juvenil diante do papa, disse que, olhando nos olhos dele via DEUS. Que mais deveria ele dizer para colocar o papa acima de todos os líderes do mundo? Ele afirmou, em público, que na América (EUA) o papa encontrará pessoas cujos corações estão abertos para a sua mensagem. O presidente estava sutilmente entregando o país à liderança do papa. Talvez nem se tenha apercebido disso. Bush e Bento XVI fizeram uma declaração conjunta contra o terrorismo, coisa que Bush aprecia demais, que este deve ser combatido por meios apropriados, em busca da paz e da segurança global. Esses meios apropriados significam leis que eliminam o poder econômico dos terroristas, ou quem venha a ser enquadrado nessa categoria globalmente indesejada.
O papa Bento XVI fez algumas declarações que definem a posição da Igreja Católica daqui para frente. Falou da necessidade da construção de uma “solidariedade global”, para que se forme o conceito de “família humana” em que povos, tradições e culturas diferentes convivam em paz. Para isto a justiça e a dignidade precisam ser respeitadas e promovidas por todos. A igreja, disse o papa, tem capacidade de colaborar nesse sentido. É preciso superar as divisões, crescendo na unidade. É aí que entra o papel das religiões, ao menos das grandes religiões. Elas precisam unir-se por meio do “diálogo inter-religioso”, que significa o diálogo entre todas as grandes religiões do mundo, que são: o cristianismo (que está se unindo por meio do ecumenismo), o judaísmo, os muçulmanos, e as outras religiões pagãs, para criar uma unidade global de fé e crenças não conflitantes nem concorrentes entre si. O mundo necessita das religiões para moralizar o comportamento de seus cidadãos e unir os povos em uma harmonia supranacional. Todos precisam colaborar nesse sentido. O diálogo inter-religioso, disse o papa, é a “busca da verdade”, em termos de adoração, doutrina e fé. De fato, houve uma reunião muito importante entre o papa e as diferentes religiões, nessa viagem aos EUA. Já está bem firmada a liderança da Igreja Católica sobre todas as demais igrejas, pois é ela que comanda o ecumenismo e o diálogo inter-religioso, que agora tornam-se vitais para ajudar a ONU na busca da paz e segurança global.
O papa disse que nunca devemos perder a esperança, e devemos realizar empenho a favor de toda a família humana. Para isto, todos devem participar do “debate público das crenças religiosas e dos valores mais profundos” existentes no mundo. Nesse sentido, o papa louvou os EUA, dizendo que ali coexistem muitas religiões pacificamente. Os EUA são modelo para o mundo na coexistência das religiões (o papa nem se lembrou do forte racismo nesse país). Com essa declaração, o papa coloca aquelas igrejas que ainda não participam do ecumenismo e do diálogo em situação de menosprezo. Aliás, ele disse que já há nações no mundo com interesse político em “patrocinar o diálogo inter-religioso e cultural”, buscando o consenso de crenças, pela “paz e segurança global”. Esse é o caso da Alemanha, dos EUA, e dos demais países do G8, como a Rússia por exemplo.
Bento XVI enfatizou que os membros de todas as religiões estejam unidos na defesa e promoção da vida, do matrimônio, da família e da liberdade religiosa no mundo. Por liberdade religiosa entende-se, nesse meio, o direito de todos os adoradores de não serem importunados em suas crenças, para que possa cada adorador ficar na igreja em que está. Seria o fim do proselitismo e das ações missionárias de algumas organizações religiosas. O proselitismo está sendo considerado uma violência intolerável, e bem logo virão leis globais para resolver esta questão, dificultando, por exemplo, a ação missionária. O papa reforçou na necessidade da “convergência das diferentes tradições culturais e religiosas”, em busca da reconciliação entre os povos. O apelo final, antes de seu retorno a Roma, repetido várias vezes durante a visita, é pela “unidade entre as religiões”. Dela depende a formação da “família humana” global, para que todos convivam dignamente em paz uns com os outros, condição que seria alcançada pela primeira vez na história da humanidade desde que entrou o pecado no mundo. É a condição de “paz e segurança” de que fala I Tess.. 5:3, que precede a repentina destruição. Significa dizer que estamos chegando bem próximos do desfecho da história do pecado, bem próximos dos últimos e dramáticos eventos. Estamos chegando bem próximos da necessidade de DEUS Se levantar em favor de Seu povo e de Sua igreja. Bem próximos da sacudidura, do selamento, do refrigério, do derramamento da chuva serôdia e do alto clamor.
Em seu discurso na ONU o papa disse que “os países deveriam intervir pelos direitos humanos”. São necessárias “regras internacionais compulsórias” da “comunidade internacional” para “responder às demandas da família humana”, com “ações coletivas” em favor do direito, da paz, da defesa da natureza, pela solução dos grandes problemas da humanidade. Ele reforçou que é necessário “intervir com ferramentas jurídicas fornecidas pela carta das Nações Unidas” nesse sentido. Fala-se, então, em leis compulsórias internacionais para garantir a paz. É interessante que não tenha havido sequer uma observação pela mídia global quanto a essas “leis compulsórias”. É evidente que referem-se as leis de natureza religiosa, entre outras, em favor da santificação do domingo, em oposição ao sábado, defendido por uma organização pequena classificada como mera seita.
Por sua vez, o Secretário Geral da ONU, Ban Ki-moon, que havia convidado o papa para se pronunciar oficialmente na ONU, e que já havia dito que se reforçam os elos entre essa organização e a Igreja Católica, concluiu o evento dizendo que essas duas organizações (ICAR e ONU) tem objetivos comuns: de posicionarem-se contra a pobreza, as armas nucleares, a favor dos direitos humanos e pela gestão dos recursos naturais, entre outras coisas. Logo, assim, a Igreja Católica assume importância política junto com a ONU, sobre todos os países. Ban Ki-moon defendeu a “prevalência da fé na tarefa da organização”, ou seja, a ONU deverá, daqui por diante ter um profundo vínculo com a fé, fornecido pelo Vaticano. Na realidade, por essa via, a ONU será dominada pela Santa Sé, pequeno país de apenas 44 hectares de onde o papa comandará as ações sobre o planeta nesses eventos finais.
Em conclusão, nessa viagem o papa Bento XVI coloca a igreja à frente da ONU e dos EUA, bem como do G8, no comando das grandes ações globais que deverão supostamente buscar a solução para os grandes problemas do mundo. Nessa viagem foi confirmada uma aliança entre esses poderes. O objetivo é formar uma família humana unida em suas crenças religiosas e valores culturais com pontos importantes em comum. Formar o respeito pela paz e segurança global. Para isto, a Igreja Católica já está comandando, com eficácia, o ecumenismo (unificação de todos os cristãos) e o diálogo inter-religioso (unificação de todas as igrejas do mundo). Por esses poderes, as igrejas ajudarão a ONU, os EUA e o G8 a realizarem uma reforma moral de comportamento nos demais líderes políticos e dos cidadãos do mundo, mesmo que sejam necessárias leis compulsórias, de certa forma, já anunciadas como imprescindíveis.
Formou-se, nessa visita do papa aos EUA, o início das ações que se desdobrarão até o clímax do grande drama do pecado, desde que ele se iniciou.
Versão 01, de 25-04-2008
Poderão haver novas versões desse texto.
Prof. Sikberto R. Marks
Fonte - Cristo Voltará
A visita selou a amizade pessoal entre Bush, Ban Ki-moon, Secretário Geral da ONU, e o papa Bento XVI. Selou também uma identidade de interesses entre três organizações de poderosa influência global: os Estados Unidos da América, a Santa Sé e a Organização das Nações Unidas. Formou-se uma espécie de coalizão entre esses poderes internacionais por um projeto global comum: desenvolver uma “família humana global unida”, capaz de viver em “paz e segurança”, com justiça, respeito e dignidade entre os diferentes povos. E Bento XVI declarou que a Igreja Católica tem algo a oferecer à ONU para e efetivação desse objetivo: o “diálogo inter-religioso e cultural”. Esse é o diálogo de todas as religiões e povos do mundo em busca da superação das diferenças para uma unidade fraterna, formando a “família humana global”. São as condições necessárias para a “paz e segurança” finalmente, (aparentemente) a caminho. Os grandes líderes estão olhando na mesma direção.
Bento XVI, ao contrário de seu antecessor João Paulo II, que em diversas declarações alfinetava os EUA, foi em extremo diplomático e carinhoso com esse país. Ele esbanjou elogios a nação que agora o acolhia, com quem deseja fazer a aliança para dominar o planeta. Chegou a dizer que os EUA são um país generoso com os pobres do mundo, e com as necessidades humanas. No contexto na maior nação do mundo, Bento XVI, nesse aspecto tendo aprendido com João Paulo II, abriu seu coração em humildade para pedir perdão pelas atitudes imorais de sacerdotes católicos pedófilos. A postura humilde do papa criou uma atmosfera de reconciliação entre a Igreja Católica e o povo americano, curou uma ferida aberta, abrindo condições para avançar em alianças de natureza política. Essas alianças virão logo, se já não foram firmadas nessa visita. A principal aliança terá a participação do espiritismo com a Igreja Católica e o protestantismo apostatado (afastado de suas origens) americano, formando-se, assim, a tríplice aliança de Apoc. 16:13 e 14. Ela visa realizar “sinais e maravilhas”; remover as restrições dos governos seculares sobre Roma, principalmente os da França; repudiar os princípios constitucionais dos EUA; propagar os erros e falsidades da Igreja Católica; emitir o decreto dominical e depois emitir o decreto de morte. Além disso, formará a unificação das forças contra o povo santo no armagedon, mas, durante a sétima praga, voltar-se-á contra a besta, ao descobrir que fora por ela enganada. Fica claro agora que os dois poderes espirituais, o Vaticano e o espiritismo, comandarão os poderes políticos globais via Estados Unidos da América, que, por sua vez, tem o comando do G8, o grupo dos oito países mais industrializados do mundo. O Vaticano comandará as nações também e via a ONU, que tem influência sobre todas as nações do mundo. Assim leis globais de natureza moral serão fáceis de serem impostas sobre o mundo. Essas leis, entende-se , tornam-se cada vez mais necessárias, para evitar uma catástrofe social e econômica global, em andamento acelerado.
A visita do papa aos Estados Unidos da América representou o início de um novo posicionamento político da Igreja Católica no mundo. Nada mais será como antes. Ela está, em definitivo, na reta final para restabelecer o seu poder como teve durante a Idade Média. A recepção de Bento XVI pelo Presidente Bush e pelo Secretário Geral da ONU, Ban Ki-moon comprovam isso. Bush, modificando o protocolo, abriu um precedente na recepção de Bento XVI. Ele recebeu o papa como um estadista, não como um religioso, com todas as honras e pompas dadas somente a um chefe de estado. Pela primeira vez um presidente americano foi até o aeroporto para ali fazer a recepção ao papa como estadista. Isso jamais aconteceu antes a algum outro estadista em visita aos EUA. Significa que o papa é agora o homem mais importante do planeta, acima dos demais líderes políticos do mundo.
Ban Ki-moon, por sua vez, declarou em público que se reforça a amizade entre Bento XVI e a ONU, e se reforçam os elos de ligação entre esse órgão das nações e o Vaticano da Santa Sé. Aliás, como uma demonstração de paralelismo de poder, o avião que levou o papa foi chamado de “Shepherd One” ou seja, “pastor um”, em comparação ao “Air Force One”, o avião oficial de Bush. São agora três estadistas tratando de assuntos de todas as naturezas, mas em especial, de natureza religiosa. O papa, reunido com Bush, tratou de todos os grandes problemas do planeta, em todos os lugares onde eles esteja ocorrendo nos cinco continentes. Os conflitos foram incluídos, as questões étnicas, a fome, as doenças, a família, e assim por diante. Todas as grandes questões, agora estão em pauta comum a esses poderes.
O presidente Bush demonstrando um entusiasmo quase juvenil diante do papa, disse que, olhando nos olhos dele via DEUS. Que mais deveria ele dizer para colocar o papa acima de todos os líderes do mundo? Ele afirmou, em público, que na América (EUA) o papa encontrará pessoas cujos corações estão abertos para a sua mensagem. O presidente estava sutilmente entregando o país à liderança do papa. Talvez nem se tenha apercebido disso. Bush e Bento XVI fizeram uma declaração conjunta contra o terrorismo, coisa que Bush aprecia demais, que este deve ser combatido por meios apropriados, em busca da paz e da segurança global. Esses meios apropriados significam leis que eliminam o poder econômico dos terroristas, ou quem venha a ser enquadrado nessa categoria globalmente indesejada.
O papa Bento XVI fez algumas declarações que definem a posição da Igreja Católica daqui para frente. Falou da necessidade da construção de uma “solidariedade global”, para que se forme o conceito de “família humana” em que povos, tradições e culturas diferentes convivam em paz. Para isto a justiça e a dignidade precisam ser respeitadas e promovidas por todos. A igreja, disse o papa, tem capacidade de colaborar nesse sentido. É preciso superar as divisões, crescendo na unidade. É aí que entra o papel das religiões, ao menos das grandes religiões. Elas precisam unir-se por meio do “diálogo inter-religioso”, que significa o diálogo entre todas as grandes religiões do mundo, que são: o cristianismo (que está se unindo por meio do ecumenismo), o judaísmo, os muçulmanos, e as outras religiões pagãs, para criar uma unidade global de fé e crenças não conflitantes nem concorrentes entre si. O mundo necessita das religiões para moralizar o comportamento de seus cidadãos e unir os povos em uma harmonia supranacional. Todos precisam colaborar nesse sentido. O diálogo inter-religioso, disse o papa, é a “busca da verdade”, em termos de adoração, doutrina e fé. De fato, houve uma reunião muito importante entre o papa e as diferentes religiões, nessa viagem aos EUA. Já está bem firmada a liderança da Igreja Católica sobre todas as demais igrejas, pois é ela que comanda o ecumenismo e o diálogo inter-religioso, que agora tornam-se vitais para ajudar a ONU na busca da paz e segurança global.
O papa disse que nunca devemos perder a esperança, e devemos realizar empenho a favor de toda a família humana. Para isto, todos devem participar do “debate público das crenças religiosas e dos valores mais profundos” existentes no mundo. Nesse sentido, o papa louvou os EUA, dizendo que ali coexistem muitas religiões pacificamente. Os EUA são modelo para o mundo na coexistência das religiões (o papa nem se lembrou do forte racismo nesse país). Com essa declaração, o papa coloca aquelas igrejas que ainda não participam do ecumenismo e do diálogo em situação de menosprezo. Aliás, ele disse que já há nações no mundo com interesse político em “patrocinar o diálogo inter-religioso e cultural”, buscando o consenso de crenças, pela “paz e segurança global”. Esse é o caso da Alemanha, dos EUA, e dos demais países do G8, como a Rússia por exemplo.
Bento XVI enfatizou que os membros de todas as religiões estejam unidos na defesa e promoção da vida, do matrimônio, da família e da liberdade religiosa no mundo. Por liberdade religiosa entende-se, nesse meio, o direito de todos os adoradores de não serem importunados em suas crenças, para que possa cada adorador ficar na igreja em que está. Seria o fim do proselitismo e das ações missionárias de algumas organizações religiosas. O proselitismo está sendo considerado uma violência intolerável, e bem logo virão leis globais para resolver esta questão, dificultando, por exemplo, a ação missionária. O papa reforçou na necessidade da “convergência das diferentes tradições culturais e religiosas”, em busca da reconciliação entre os povos. O apelo final, antes de seu retorno a Roma, repetido várias vezes durante a visita, é pela “unidade entre as religiões”. Dela depende a formação da “família humana” global, para que todos convivam dignamente em paz uns com os outros, condição que seria alcançada pela primeira vez na história da humanidade desde que entrou o pecado no mundo. É a condição de “paz e segurança” de que fala I Tess.. 5:3, que precede a repentina destruição. Significa dizer que estamos chegando bem próximos do desfecho da história do pecado, bem próximos dos últimos e dramáticos eventos. Estamos chegando bem próximos da necessidade de DEUS Se levantar em favor de Seu povo e de Sua igreja. Bem próximos da sacudidura, do selamento, do refrigério, do derramamento da chuva serôdia e do alto clamor.
Em seu discurso na ONU o papa disse que “os países deveriam intervir pelos direitos humanos”. São necessárias “regras internacionais compulsórias” da “comunidade internacional” para “responder às demandas da família humana”, com “ações coletivas” em favor do direito, da paz, da defesa da natureza, pela solução dos grandes problemas da humanidade. Ele reforçou que é necessário “intervir com ferramentas jurídicas fornecidas pela carta das Nações Unidas” nesse sentido. Fala-se, então, em leis compulsórias internacionais para garantir a paz. É interessante que não tenha havido sequer uma observação pela mídia global quanto a essas “leis compulsórias”. É evidente que referem-se as leis de natureza religiosa, entre outras, em favor da santificação do domingo, em oposição ao sábado, defendido por uma organização pequena classificada como mera seita.
Por sua vez, o Secretário Geral da ONU, Ban Ki-moon, que havia convidado o papa para se pronunciar oficialmente na ONU, e que já havia dito que se reforçam os elos entre essa organização e a Igreja Católica, concluiu o evento dizendo que essas duas organizações (ICAR e ONU) tem objetivos comuns: de posicionarem-se contra a pobreza, as armas nucleares, a favor dos direitos humanos e pela gestão dos recursos naturais, entre outras coisas. Logo, assim, a Igreja Católica assume importância política junto com a ONU, sobre todos os países. Ban Ki-moon defendeu a “prevalência da fé na tarefa da organização”, ou seja, a ONU deverá, daqui por diante ter um profundo vínculo com a fé, fornecido pelo Vaticano. Na realidade, por essa via, a ONU será dominada pela Santa Sé, pequeno país de apenas 44 hectares de onde o papa comandará as ações sobre o planeta nesses eventos finais.
Em conclusão, nessa viagem o papa Bento XVI coloca a igreja à frente da ONU e dos EUA, bem como do G8, no comando das grandes ações globais que deverão supostamente buscar a solução para os grandes problemas do mundo. Nessa viagem foi confirmada uma aliança entre esses poderes. O objetivo é formar uma família humana unida em suas crenças religiosas e valores culturais com pontos importantes em comum. Formar o respeito pela paz e segurança global. Para isto, a Igreja Católica já está comandando, com eficácia, o ecumenismo (unificação de todos os cristãos) e o diálogo inter-religioso (unificação de todas as igrejas do mundo). Por esses poderes, as igrejas ajudarão a ONU, os EUA e o G8 a realizarem uma reforma moral de comportamento nos demais líderes políticos e dos cidadãos do mundo, mesmo que sejam necessárias leis compulsórias, de certa forma, já anunciadas como imprescindíveis.
Formou-se, nessa visita do papa aos EUA, o início das ações que se desdobrarão até o clímax do grande drama do pecado, desde que ele se iniciou.
Versão 01, de 25-04-2008
Poderão haver novas versões desse texto.
Prof. Sikberto R. Marks
Fonte - Cristo Voltará
Marcadores:
Ecumenismo,
EUA,
Lei dominical,
ONU,
Sinais do Fim,
Vaticano
Eucaristia é o centro da vida cristã
Pela primeira vez um Bispo do Funchal presidiu à Solenidade do Santo Cristo, o maior acontecimento da religiosidade popular no arquipélago dos Açores, com milhares de devotos a incorporarem-se nas cerimónias e muitos emigrantes dos Estados Unidos e Canadá que se deslocam propositadamente a São Miguel nesta altura.
Os momentos altos desta festividade secular foram a missa campal no adro do Santuário da Esperança; e a procissão que percorreu as ruas da cidade de Ponta Delgada atapetadas de flores e com colchas nas janelas e varandas, num cortejo que se realiza desde 1700.
Para além de D. António Carrilho, participaram igualmente o Bispo de Angra, D. António de Sousa Braga, e D. Aurélio Granada Escudeiro (Bispo emérito).
Perante a Imagem do Senho Santo Cristo, D. António Carrilho apelou aos fiéis que “acolhessem para a sua vida o essencial da sua Mensagem - como ‘Caminho, verdade e vida’”, e centrada na eucaristia, como nos propôs também Madre Teresa d’Anunciada.
“A devoção conduz-nos à eucaristia que é fonte e centro da vida cristã e da Igreja, componente de toda a vida”, também “na famlia e na sociedade”, sublinhou.
Fonte - Ecclesia
Nota DDP:
Lembrar sempre que eucaristia e missa dominical devem ser entendidos sempre de forma intercalada...
Os momentos altos desta festividade secular foram a missa campal no adro do Santuário da Esperança; e a procissão que percorreu as ruas da cidade de Ponta Delgada atapetadas de flores e com colchas nas janelas e varandas, num cortejo que se realiza desde 1700.
Para além de D. António Carrilho, participaram igualmente o Bispo de Angra, D. António de Sousa Braga, e D. Aurélio Granada Escudeiro (Bispo emérito).
Perante a Imagem do Senho Santo Cristo, D. António Carrilho apelou aos fiéis que “acolhessem para a sua vida o essencial da sua Mensagem - como ‘Caminho, verdade e vida’”, e centrada na eucaristia, como nos propôs também Madre Teresa d’Anunciada.
“A devoção conduz-nos à eucaristia que é fonte e centro da vida cristã e da Igreja, componente de toda a vida”, também “na famlia e na sociedade”, sublinhou.
Fonte - Ecclesia
Nota DDP:
Lembrar sempre que eucaristia e missa dominical devem ser entendidos sempre de forma intercalada...
O fim da caricatura
25 de abril de 2008
Quarenta e oito horas em sua visita aos Estados Unidos, o Papa Bento XVI tinha feito algo notável: tinha sepultado com sucesso o rótulo "Joseph Ratzinger", uma desagradável caricatura criada décadas antes pelos seus inimigos teológicos e, posteriormente comercializada para a imprensa do mundo. Desde seu primeiro momento na Base Aérea Andrews, no entanto, ficou claro que este não era um guardião teológico linha-dura, nem Rottweiler. Em vez do rótulo "Ratzinger", a América foi apresentada a um modesto, amigável homem, um avozão [grandfatherly] bávaro com modos requintados e uma rajada de cabelo branco incontrolável, cheio de carinho e admiração pelos Estados Unidos [...]
Direitos Humanos: o vocabulário moral do mundo
O principal objetivo da peregrinação transatlântica de Bento XVI era o de dirigir-se à Assembléia Geral da Organização das Nações Unidas. Ele não explodiu a administração de Bush por causa do Iraque, como algumas fontes não informadas tinham declarado que ele faria... Nem conduziu a turnê internacional que os diplomatas do Vaticano prefeririam. Em vez disso, Bento XVI assumiu o Professor Ratzinger e deu à Assembléia Geral uma pensativa palestra sobre a forma de transformar o ruído em conversa.
Bento XVI está profundamente consciente da dissonância do mundo, e que a mente não é simplesmente um reflexo da pluralidade do mundo. Além das radicalmente diferentes reivindicações políticas, religiosas, filosóficas e ideológicas se confrontarem na esfera pública mundial, existe o problema de um Ocidente que tem perdido a sua fé em razão de uma estrutura muito abalada da convicção... de que os seres humanos podem conhecer a verdade das coisas, incluindo a verdade moral das coisas. E isso parece a Bento XVI não só um grave problema em si, mas um grave problema político. Como pode a conversa, o debate e o argumento que são a força motriz de qualquer política humana acontecerem quando todos estão falando uma língua diferente, e ninguém pode concordar com um tradutor, e a necessidade de "tradução" é considerada pela vanguarda pós-moderna como impossivelmente antiquada? Nestas circunstâncias, a conversação é impossível e o ruído domina.
Então Bento XVI veio à ONU para sugerir que o ruído pode ser transformado em um verdadeiro envolvimento das diferenças através da razão moral que todos os seres humanos compartilham em comum, e através de uma das lições que a razão moral ensina aos seres racionais sobre como eles devem tratar um ao outro. Chamamos essa lição, hoje, "direitos humanos". Assim, a noção de direitos humanos como um vocabulário global que pode transformar o ruído em conversa (que foi o motivo condutor das observações de João Paulo II na Assembléia Geral em 1995) foi o centro do discurso de Bento XVI na ONU. Observando o 60º aniversário da Declaração Universal dos Direitos do Homem, Bento XVI lembrou seus ouvintes que, na verdade, aqui o ruído se transformou em conversa. Assim, "este documento foi o resultado de uma convergência de diferentes tradições religiosas e culturais, todas elas, motivadas pelo desejo comum de colocar a pessoa humana no centro das instituições, da legislação e do funcionamento da sociedade, e considerar a pessoa humana essencial para o mundo da cultura, ciência e religião". Então, ele conduziu ao ponto principal: "Os direitos humanos estão cada vez mais sendo apresentados como a linguagem comum e o substrato ético das relações internacionais".
Como podemos saber que esses "direitos" existem, o papa perguntou. Nós podemos conhecê-los porque "eles são baseados na lei natural inscrita nos corações humanos e presentes em diferentes culturas e civilizações". Os Direitos Humanos, bem compreendidos, são um patrimônio moral universal; Não são benefícios a serem concedidos por Estados para o bom comportamento, nem são os direitos humanos básicos uma imposição cultural do Ocidente sobre o restante do mundo. Os direitos humanos são construídos em nós – Bento XVI diria - pelo "projeto criativo de Deus para o mundo e para a história", que atinge o seu "ponto alto" na pessoa humana. Ainda assim, o argumento do papa de que os direitos humanos universais são o reflexo das verdades morais universais "construídas" na pessoa humana é uma reivindicação que pode ser sustentada pelos não-crentes, bem como pelos fiéis de todas as tradições religiosas que prezam a razão.
Voltaire deve estar se revirando em seu túmulo, ao pensar na Sé de Pedro como o defensor da razão no mundo moderno. Ainda Bento XVI, como João Paulo II, põe seu rosto, e de sua igreja, contra as diversas irracionalidades (incluindo irracionalidades religiosas), que agora assolam o mundo, causando estragos nos assuntos humanos. Além disso, pela sugestão de que a "legitimidade moral" das Nações Unidas não decorre de letras negras sobre o papel que estão na Carta das Nações Unidas, mas do compromisso da Organização das Nações Unidas de proteger e promover os direitos humanos fundamentais e da sua eficácia em fazê-lo, o papa tem ajudado antecipadamente, contudo, ligeiramente, a causa da reforma da ONU [...]
(Online)
NOTA: Que moral tem o chefe do Vaticano para colocar-se como guardião mundial dos direitos humanos enquanto ele mesmo representa um Estado cujo governo autoritário é absoluto? De duas uma: ou os EUA perderam a noção do perigo e estão inocentemente valorizando um poder que outrora já se mostrou perseguidor, ou a aproximação destes poderes é intencional, patrocinada pela elite ocultista mundial para facilitar a implantação da Nova Ordem Mundial (fico com a segunda alternativa). Outra questão inquietante: se o papa já está fazendo a ligação política da Lei Natural (leia-se Decálogo) com os Direitos Humanos, quando tempo falta para ele fazer a mesma ligação com os Deveres Humanos? Querer impor a Lei de Deus com o apoio da política mundial é um tremendo erro. Será que o Vaticano não entende o que quer dizer "Dai a César o que é de César, e a Deus o que é de Deus"? É imposível legislar sobre a Lei Natural de forma política sem ferir o princípio de separação de Igreja/Estado, e o princípio de liberdade religiosa. Especialmente os quatro primeiros mandamentos (que na Bíblia católica adulterada são três) que referem-se ao dever do homem para com Deus, jamais deveriam entrar em qualquer discussão na esfera política. Os protestantes americanos estão cometendo um grande erro ao favorecer o poder religioso de Roma...
Fonte - Minuto Profético
Quarenta e oito horas em sua visita aos Estados Unidos, o Papa Bento XVI tinha feito algo notável: tinha sepultado com sucesso o rótulo "Joseph Ratzinger", uma desagradável caricatura criada décadas antes pelos seus inimigos teológicos e, posteriormente comercializada para a imprensa do mundo. Desde seu primeiro momento na Base Aérea Andrews, no entanto, ficou claro que este não era um guardião teológico linha-dura, nem Rottweiler. Em vez do rótulo "Ratzinger", a América foi apresentada a um modesto, amigável homem, um avozão [grandfatherly] bávaro com modos requintados e uma rajada de cabelo branco incontrolável, cheio de carinho e admiração pelos Estados Unidos [...]
Direitos Humanos: o vocabulário moral do mundo
O principal objetivo da peregrinação transatlântica de Bento XVI era o de dirigir-se à Assembléia Geral da Organização das Nações Unidas. Ele não explodiu a administração de Bush por causa do Iraque, como algumas fontes não informadas tinham declarado que ele faria... Nem conduziu a turnê internacional que os diplomatas do Vaticano prefeririam. Em vez disso, Bento XVI assumiu o Professor Ratzinger e deu à Assembléia Geral uma pensativa palestra sobre a forma de transformar o ruído em conversa.
Bento XVI está profundamente consciente da dissonância do mundo, e que a mente não é simplesmente um reflexo da pluralidade do mundo. Além das radicalmente diferentes reivindicações políticas, religiosas, filosóficas e ideológicas se confrontarem na esfera pública mundial, existe o problema de um Ocidente que tem perdido a sua fé em razão de uma estrutura muito abalada da convicção... de que os seres humanos podem conhecer a verdade das coisas, incluindo a verdade moral das coisas. E isso parece a Bento XVI não só um grave problema em si, mas um grave problema político. Como pode a conversa, o debate e o argumento que são a força motriz de qualquer política humana acontecerem quando todos estão falando uma língua diferente, e ninguém pode concordar com um tradutor, e a necessidade de "tradução" é considerada pela vanguarda pós-moderna como impossivelmente antiquada? Nestas circunstâncias, a conversação é impossível e o ruído domina.
Então Bento XVI veio à ONU para sugerir que o ruído pode ser transformado em um verdadeiro envolvimento das diferenças através da razão moral que todos os seres humanos compartilham em comum, e através de uma das lições que a razão moral ensina aos seres racionais sobre como eles devem tratar um ao outro. Chamamos essa lição, hoje, "direitos humanos". Assim, a noção de direitos humanos como um vocabulário global que pode transformar o ruído em conversa (que foi o motivo condutor das observações de João Paulo II na Assembléia Geral em 1995) foi o centro do discurso de Bento XVI na ONU. Observando o 60º aniversário da Declaração Universal dos Direitos do Homem, Bento XVI lembrou seus ouvintes que, na verdade, aqui o ruído se transformou em conversa. Assim, "este documento foi o resultado de uma convergência de diferentes tradições religiosas e culturais, todas elas, motivadas pelo desejo comum de colocar a pessoa humana no centro das instituições, da legislação e do funcionamento da sociedade, e considerar a pessoa humana essencial para o mundo da cultura, ciência e religião". Então, ele conduziu ao ponto principal: "Os direitos humanos estão cada vez mais sendo apresentados como a linguagem comum e o substrato ético das relações internacionais".
Como podemos saber que esses "direitos" existem, o papa perguntou. Nós podemos conhecê-los porque "eles são baseados na lei natural inscrita nos corações humanos e presentes em diferentes culturas e civilizações". Os Direitos Humanos, bem compreendidos, são um patrimônio moral universal; Não são benefícios a serem concedidos por Estados para o bom comportamento, nem são os direitos humanos básicos uma imposição cultural do Ocidente sobre o restante do mundo. Os direitos humanos são construídos em nós – Bento XVI diria - pelo "projeto criativo de Deus para o mundo e para a história", que atinge o seu "ponto alto" na pessoa humana. Ainda assim, o argumento do papa de que os direitos humanos universais são o reflexo das verdades morais universais "construídas" na pessoa humana é uma reivindicação que pode ser sustentada pelos não-crentes, bem como pelos fiéis de todas as tradições religiosas que prezam a razão.
Voltaire deve estar se revirando em seu túmulo, ao pensar na Sé de Pedro como o defensor da razão no mundo moderno. Ainda Bento XVI, como João Paulo II, põe seu rosto, e de sua igreja, contra as diversas irracionalidades (incluindo irracionalidades religiosas), que agora assolam o mundo, causando estragos nos assuntos humanos. Além disso, pela sugestão de que a "legitimidade moral" das Nações Unidas não decorre de letras negras sobre o papel que estão na Carta das Nações Unidas, mas do compromisso da Organização das Nações Unidas de proteger e promover os direitos humanos fundamentais e da sua eficácia em fazê-lo, o papa tem ajudado antecipadamente, contudo, ligeiramente, a causa da reforma da ONU [...]
(Online)
NOTA: Que moral tem o chefe do Vaticano para colocar-se como guardião mundial dos direitos humanos enquanto ele mesmo representa um Estado cujo governo autoritário é absoluto? De duas uma: ou os EUA perderam a noção do perigo e estão inocentemente valorizando um poder que outrora já se mostrou perseguidor, ou a aproximação destes poderes é intencional, patrocinada pela elite ocultista mundial para facilitar a implantação da Nova Ordem Mundial (fico com a segunda alternativa). Outra questão inquietante: se o papa já está fazendo a ligação política da Lei Natural (leia-se Decálogo) com os Direitos Humanos, quando tempo falta para ele fazer a mesma ligação com os Deveres Humanos? Querer impor a Lei de Deus com o apoio da política mundial é um tremendo erro. Será que o Vaticano não entende o que quer dizer "Dai a César o que é de César, e a Deus o que é de Deus"? É imposível legislar sobre a Lei Natural de forma política sem ferir o princípio de separação de Igreja/Estado, e o princípio de liberdade religiosa. Especialmente os quatro primeiros mandamentos (que na Bíblia católica adulterada são três) que referem-se ao dever do homem para com Deus, jamais deveriam entrar em qualquer discussão na esfera política. Os protestantes americanos estão cometendo um grande erro ao favorecer o poder religioso de Roma...
Fonte - Minuto Profético
Aja Agora, Coma Depois
O jornalista Jeffrey D. Sachs, da revista Time, discute no artigo “Act Now, Eat Later” (edição de 5 de maio de 2008, pág. 44) o problema da crise alimentar mundial apontando a quatro causas interligadas para o problema: a - a baixa produtividade crônica de fazendeiros em países pobres, incapazes de arcar com despesas de fertilizantes, sementes de qualidade e irrigação; b – a política negativa na Europa e Estados Unidos de subsidiar a produção de biocombustíveis (como o milho para uso em produção de etanol) às expensas de produção alimentar; c – a mudança climática, ilustrada pelas secas recentes na Austrália e Europa, que afetou a produção de grãos em 2005 e 2006; d – a crescente demanda mundial por alimentos dados o crescimento populacional e o aumento no padrão de vida de certas sociedades, como China e Índia, com maior poder de compra de tantas pessoas recém ingressadas nessa melhor condição econômica.
Daí o articulista oferece três sugestões quanto ao que poderia ser feito para superar o problema:
1 – Dar aos fazendeiros em países pobres acesso a sementes de alta produtividade e fertilizantes. Sugestão de criação de um “fundo internacional para que tais fazendeiros adquiram os instrumentos de que carecem para sustentação de seus cultivos, o que custaria ao mundo desenvolvido meros 10 dólares por pessoa anualmente”.
2 – Deter a onda de produção de biocombustíveis. Lembra ele que “conquanto necessitemos de formas alternativas de combustíveis, pagar nossos fazendeiros para encherem os tanques de combustível de nossos carros com seus cultivos (51 centavos de dólar por galão de etanol, nos EUA) é uma política insensata—e os resultados têm sido catastróficos para o mundo”.
3 – Ajudar os fazendeiros a protegerem seus cultivos da seca e outros desastres. Algumas salvaguardas simples, como açudes para colher água da chuva, pode fazer diferença entre uma colheita abundante e a fome causada por seca, acentua o articulista.
No último parágrafo ele analisa: “O que é verdadeiro para alimentos também o é para energia, água e outros recursos de crescente escassez. Podemos combater esses problemas—na medida em que ajamos rapidamente. Novas fontes de energia como a solar, e novas tecnologias que poupem energia, como automóveis híbridos e elétricos, podem ser desenvolvidos e mobilizados dentro de poucos anos. Criatórios de peixe ambientalmente adequados podem aliviar as pressões sobre os oceanos”.
E conclui, nas cláusulas finais de sua matéria, que a crise alimentar propicia não só uma advertência, como uma oportunidade. “Precisamos investir vastamente mais em desenvolvimento sustentável a fim de conseguir verdadeira segurança global e crescimento econômico”.
_______
Obs.: Será que as sugestões e apelos de Sachs terão a repercussão que seria ideal? Sobretudo, suas idéias bem intencionadas seriam factíveis ou, pelo menos, levadas em conta por políticos e tecnocratas pelas nações do mundo no curto período de tempo que ele sugere e a gravidade da situação requer?
Fonte - Foro Adventista
Daí o articulista oferece três sugestões quanto ao que poderia ser feito para superar o problema:
1 – Dar aos fazendeiros em países pobres acesso a sementes de alta produtividade e fertilizantes. Sugestão de criação de um “fundo internacional para que tais fazendeiros adquiram os instrumentos de que carecem para sustentação de seus cultivos, o que custaria ao mundo desenvolvido meros 10 dólares por pessoa anualmente”.
2 – Deter a onda de produção de biocombustíveis. Lembra ele que “conquanto necessitemos de formas alternativas de combustíveis, pagar nossos fazendeiros para encherem os tanques de combustível de nossos carros com seus cultivos (51 centavos de dólar por galão de etanol, nos EUA) é uma política insensata—e os resultados têm sido catastróficos para o mundo”.
3 – Ajudar os fazendeiros a protegerem seus cultivos da seca e outros desastres. Algumas salvaguardas simples, como açudes para colher água da chuva, pode fazer diferença entre uma colheita abundante e a fome causada por seca, acentua o articulista.
No último parágrafo ele analisa: “O que é verdadeiro para alimentos também o é para energia, água e outros recursos de crescente escassez. Podemos combater esses problemas—na medida em que ajamos rapidamente. Novas fontes de energia como a solar, e novas tecnologias que poupem energia, como automóveis híbridos e elétricos, podem ser desenvolvidos e mobilizados dentro de poucos anos. Criatórios de peixe ambientalmente adequados podem aliviar as pressões sobre os oceanos”.
E conclui, nas cláusulas finais de sua matéria, que a crise alimentar propicia não só uma advertência, como uma oportunidade. “Precisamos investir vastamente mais em desenvolvimento sustentável a fim de conseguir verdadeira segurança global e crescimento econômico”.
_______
Obs.: Será que as sugestões e apelos de Sachs terão a repercussão que seria ideal? Sobretudo, suas idéias bem intencionadas seriam factíveis ou, pelo menos, levadas em conta por políticos e tecnocratas pelas nações do mundo no curto período de tempo que ele sugere e a gravidade da situação requer?
Fonte - Foro Adventista
ONU faz reunião para debater crise alimentar
O secretário-geral da ONU, Ban Ki-moon, e dirigentes de 27 agências das Nações Unidas iniciaram nesta segunda-feira (28) em Berna, na Suíça, uma reunião a portas fechadas dedicada à crise provocada pela alta de preços dos alimentos básicos.
A ONU e suas agências pretendem abordar a ajuda urgente às populações mais necessitadas e explorar outras soluções a longo prazo. Para isto, terá que atuar como mediadora entre os defensores do protecionismo e os que defendem a abertura dos mercados, e inclusive entre os partidários dos biocombustíveis e seus detratores.
O encontro começou na sede da União Postal Universal (UPU). Depois das discussões da manhã, os dirigentes da ONU prosseguirão com as reuniõe à tarde no hotel Bellevue, no centro de Berna.
Fonte - G1
A ONU e suas agências pretendem abordar a ajuda urgente às populações mais necessitadas e explorar outras soluções a longo prazo. Para isto, terá que atuar como mediadora entre os defensores do protecionismo e os que defendem a abertura dos mercados, e inclusive entre os partidários dos biocombustíveis e seus detratores.
O encontro começou na sede da União Postal Universal (UPU). Depois das discussões da manhã, os dirigentes da ONU prosseguirão com as reuniõe à tarde no hotel Bellevue, no centro de Berna.
Fonte - G1
sexta-feira, 25 de abril de 2008
A conspiração final
Qual é a definição de "Conspiração"?
1) Ato ou efeito de conspirar; maquinação.
2) Trama ou conluio secreto.
Dicionário Barsa da Língua Portuguesa
Há, então, alguma descrição profética sobre a crise final como sendo resultado de uma "trama secreta"?
"Aproximamo-nos da mais importante crise que já sobreveio ao mundo... Satanás está preparando para agir secretamente por meio de suas instrumentalidades humanas". EGW, Mensagens Escolhidas, v. 3, p. 414.
Existe alguma semelhança com a estratégia adotada na "primeira crise" lá no céu?
"Sua [de Lúcifer] obra de engano foi efetuada com tão grande sigilo que os anjos em posições menos elevadas supuseram que ele era o Governante do Céu". EGW, Este Dia com Deus, p. 254 (MM 1980).
"A ação subversiva [de Lúcifer] foi tão sutil que não apareceu diante dos seres celestiais do modo como em realidade era... Tal estado de coisas persistiu por longo tempo antes de Satanás ser desmascarado". EGW, A Verdade Sobre os Anjos, p. 40.
Encontramos algum outro paralelo histórico desta estratégia?
"Os homens de Babel [Torre] tinham-se decidido a estabelecer um governo que fosse independente de Deus. Alguns houve entre eles, entretanto, que temiam ao Senhor, mas tinham sido enganados pelas pretensões dos ímpios, e arrastados aos seus desígnios. Por amor a estes fiéis, o Senhor retardou os Seus juízos, e deu ao povo tempo para revelar o seu verdadeiro caráter". EGW, Patriarcas e Profetas, p. 122.
Há evidências atuais que apontam para o cumprimento desta profecia?
"No início da década de 60, durante a administração Kennedy, foi reivindicado que um grupo de 15 cientistas, nos seus vários campos, fosse reunido para produzir um relatório sobre maneiras de controlar a população e centralizar o poder sem o uso de guerras. Ele ficou conhecido como o Relatório da Montanha de Ferro. Duas das recomendações para centralizar o poder foram: uma ameaça para o meio ambiente global e uma ameaça de uma invasão extraterrestre..." (Leia mais - Leia também aqui)
Como harmonizar esse assunto com a soberania de Deus?
"Pois do Senhor é o reino, é ele quem governa as nações" (Sl 22:28).
"Ele, em seu poder, governa eternamente; os seus olhos vigiam as nações" (Sl 66:7).
"As rodas [Ez 1:15-26; 10:8] eram de um arranjo tão complicado, que à primeira vista pareciam uma confusão; não obstante elas se moviam em perfeita harmonia. Seres celestiais, sustentados e guiados pela mão sob as asas dos querubins, estavam impelindo essas rodas; acima deles, sobre o trono de safira, estava o Eterno; e ao redor do trono havia um arco-íris, símbolo da divina misericórdia. Assim como as rodas com aparência tão complicada estavam sob a guia da mão por baixo das asas dos querubins, também o complicado jogo dos eventos humanos está sob divino controle. Em meio a lutas e tumultos das nações, Aquele que Se assenta sobre querubins ainda guia os negócios da Terra". EGW, Profetas e Reis, p. 535, 536.
"Estudou [Satanás] os segredos dos laboratórios da Natureza, e emprega todo o seu poder para dirigir os elementos tanto quanto o permite Deus". EGW, O Grande Conflito, p. 589.
"Ao se afastarem os homens cada vez mais de Deus, Satanás recebe permissão para dominar sobre os filhos da desobediência. Ele lança a destruição entre os homens. Há calamidades em terra e mar. Propriedades e vidas são destruídas pelo fogo e por inundações. Satanás resolve atribuir isto aos que recusam curvar-se ante o ídolo estabelecido por ele. Seus agentes apontam para os adventistas do sétimo dia como a causa da perturbação. 'Estas pessoas se insurgem em desafio à lei', dizem eles. 'Elas profanam o domingo. Se fossem compelidas a obedecer à lei para a observância do domingo, cessariam estes terríveis juízos'". EGW, Maranata - O Senhor Vem!, p. 174 (MM 1977).
Fonte - Minuto Profético
1) Ato ou efeito de conspirar; maquinação.
2) Trama ou conluio secreto.
Dicionário Barsa da Língua Portuguesa
Há, então, alguma descrição profética sobre a crise final como sendo resultado de uma "trama secreta"?
"Aproximamo-nos da mais importante crise que já sobreveio ao mundo... Satanás está preparando para agir secretamente por meio de suas instrumentalidades humanas". EGW, Mensagens Escolhidas, v. 3, p. 414.
Existe alguma semelhança com a estratégia adotada na "primeira crise" lá no céu?
"Sua [de Lúcifer] obra de engano foi efetuada com tão grande sigilo que os anjos em posições menos elevadas supuseram que ele era o Governante do Céu". EGW, Este Dia com Deus, p. 254 (MM 1980).
"A ação subversiva [de Lúcifer] foi tão sutil que não apareceu diante dos seres celestiais do modo como em realidade era... Tal estado de coisas persistiu por longo tempo antes de Satanás ser desmascarado". EGW, A Verdade Sobre os Anjos, p. 40.
Encontramos algum outro paralelo histórico desta estratégia?
"Os homens de Babel [Torre] tinham-se decidido a estabelecer um governo que fosse independente de Deus. Alguns houve entre eles, entretanto, que temiam ao Senhor, mas tinham sido enganados pelas pretensões dos ímpios, e arrastados aos seus desígnios. Por amor a estes fiéis, o Senhor retardou os Seus juízos, e deu ao povo tempo para revelar o seu verdadeiro caráter". EGW, Patriarcas e Profetas, p. 122.
Há evidências atuais que apontam para o cumprimento desta profecia?
"No início da década de 60, durante a administração Kennedy, foi reivindicado que um grupo de 15 cientistas, nos seus vários campos, fosse reunido para produzir um relatório sobre maneiras de controlar a população e centralizar o poder sem o uso de guerras. Ele ficou conhecido como o Relatório da Montanha de Ferro. Duas das recomendações para centralizar o poder foram: uma ameaça para o meio ambiente global e uma ameaça de uma invasão extraterrestre..." (Leia mais - Leia também aqui)
Como harmonizar esse assunto com a soberania de Deus?
"Pois do Senhor é o reino, é ele quem governa as nações" (Sl 22:28).
"Ele, em seu poder, governa eternamente; os seus olhos vigiam as nações" (Sl 66:7).
"As rodas [Ez 1:15-26; 10:8] eram de um arranjo tão complicado, que à primeira vista pareciam uma confusão; não obstante elas se moviam em perfeita harmonia. Seres celestiais, sustentados e guiados pela mão sob as asas dos querubins, estavam impelindo essas rodas; acima deles, sobre o trono de safira, estava o Eterno; e ao redor do trono havia um arco-íris, símbolo da divina misericórdia. Assim como as rodas com aparência tão complicada estavam sob a guia da mão por baixo das asas dos querubins, também o complicado jogo dos eventos humanos está sob divino controle. Em meio a lutas e tumultos das nações, Aquele que Se assenta sobre querubins ainda guia os negócios da Terra". EGW, Profetas e Reis, p. 535, 536.
"Estudou [Satanás] os segredos dos laboratórios da Natureza, e emprega todo o seu poder para dirigir os elementos tanto quanto o permite Deus". EGW, O Grande Conflito, p. 589.
"Ao se afastarem os homens cada vez mais de Deus, Satanás recebe permissão para dominar sobre os filhos da desobediência. Ele lança a destruição entre os homens. Há calamidades em terra e mar. Propriedades e vidas são destruídas pelo fogo e por inundações. Satanás resolve atribuir isto aos que recusam curvar-se ante o ídolo estabelecido por ele. Seus agentes apontam para os adventistas do sétimo dia como a causa da perturbação. 'Estas pessoas se insurgem em desafio à lei', dizem eles. 'Elas profanam o domingo. Se fossem compelidas a obedecer à lei para a observância do domingo, cessariam estes terríveis juízos'". EGW, Maranata - O Senhor Vem!, p. 174 (MM 1977).
Fonte - Minuto Profético
Crise global ameaça Europa

A desaceleração econômica nos Estados Unidos e os problemas nos mercados financeiros vão reduzir abruptamente o crescimento econômico na Europa, levando a expansão a um nível abaixo do potencial nas economias maduras da região Ocidental por algum tempo, afirmou o Fundo Monetário Internacional (FMI) nesta segunda-feira. Em um relatório sobre a Europa, o FMI manteve as principais previsões e recomendações políticas feitas no começo do mês no relatório "Panorama Econômico Mundial", incluindo o comentário de que o Banco Central Europeu (BCE) e o Banco da Inglaterra podem cortar as taxas de juro para proteger o crescimento.
O FMI estima que o prejuízo dos bancos europeus com a crise causada pelo colapso do mercado de hipotecas de alto risco (subprime) nos Estados Unidos atinja ao todo 123 bilhões de dólares, dos quais 43 bilhões ainda não foram reportados. A estimativa para os bancos norte-americanos é de perdas de 144 bilhões de dólares, dos quais 49 bilhões ainda estão para ser anunciados.
"Ainda que a Europa esteja diante da turbulência financeira com fundamentos fortes, a contaminação da esperada recessão amena nos Estados Unidos, a reavaliação global dos riscos e a tensão no mercado financeiro estão minando o vigor da economia", afirmou o FMI no relatório.
O Fundo previu uma desaceleração significativa na Europa Ocidental, com uma redução mais amena no centro e no leste do continente. "O crescimento nas economias avançadas da Europa deve diminuir em 1,25 ponto percentual em 2008, para 1,5 por cento, bem abaixo do potencial de crescimento, e deve cair ainda mais em 2009", afirma a instituição.
O relatório acrescentou que o BCE acertou ao manter o juro básico inalterado no final de março, mas disse que o banco deve agora ficar preparado para responder flexivelmente a mudanças no ambiente econômico. "O BCE pode arcar com algum alívio monetário", avaliou o FMI.
(MSN Notícias)
Nota: Há um século, Ellen White escreveu: "Princípios católicos romanos [como a guarda do domingo] serão adotados sob o cuidado e a proteção do Estado. Esta apostasia nacional será rapidamente seguida pela ruína nacional" (Review and Herald, 15 de junho de 1897). "Quando as igrejas protestantes se unirem com o poder secular para amparar uma religião falsa, à qual se opuseram os seus antepassados, sofrendo com isso a mais terrível perseguição, então o dia de repouso papal será tornado obrigatório pela autoridade mancomunada da Igreja e do Estado. Haverá uma apostasia nacional que só terminará em ruína nacional" (Evangelismo, p. 234, 235).
Fonte - Michelson Borges
O FMI estima que o prejuízo dos bancos europeus com a crise causada pelo colapso do mercado de hipotecas de alto risco (subprime) nos Estados Unidos atinja ao todo 123 bilhões de dólares, dos quais 43 bilhões ainda não foram reportados. A estimativa para os bancos norte-americanos é de perdas de 144 bilhões de dólares, dos quais 49 bilhões ainda estão para ser anunciados.
"Ainda que a Europa esteja diante da turbulência financeira com fundamentos fortes, a contaminação da esperada recessão amena nos Estados Unidos, a reavaliação global dos riscos e a tensão no mercado financeiro estão minando o vigor da economia", afirmou o FMI no relatório.
O Fundo previu uma desaceleração significativa na Europa Ocidental, com uma redução mais amena no centro e no leste do continente. "O crescimento nas economias avançadas da Europa deve diminuir em 1,25 ponto percentual em 2008, para 1,5 por cento, bem abaixo do potencial de crescimento, e deve cair ainda mais em 2009", afirma a instituição.
O relatório acrescentou que o BCE acertou ao manter o juro básico inalterado no final de março, mas disse que o banco deve agora ficar preparado para responder flexivelmente a mudanças no ambiente econômico. "O BCE pode arcar com algum alívio monetário", avaliou o FMI.
(MSN Notícias)
Nota: Há um século, Ellen White escreveu: "Princípios católicos romanos [como a guarda do domingo] serão adotados sob o cuidado e a proteção do Estado. Esta apostasia nacional será rapidamente seguida pela ruína nacional" (Review and Herald, 15 de junho de 1897). "Quando as igrejas protestantes se unirem com o poder secular para amparar uma religião falsa, à qual se opuseram os seus antepassados, sofrendo com isso a mais terrível perseguição, então o dia de repouso papal será tornado obrigatório pela autoridade mancomunada da Igreja e do Estado. Haverá uma apostasia nacional que só terminará em ruína nacional" (Evangelismo, p. 234, 235).
Fonte - Michelson Borges
Ártico derrete "muito mais rápido" que o previsto
O derretimento das geleiras no Ártico acontece "muito mais rápido" que o previsto até então e se aproxima do "ponto de não retorno", segundo um estudo publicado nesta quinta-feira pelo WWF (Fundo Mundial para a Natureza).
A calota glacial da Groelândia, com o volume atual estimado em 2,9 milhões de metros cúbicos, e as geleiras do Oceano Ártico, avaliadas em 4,4 milhões de metros cúbicos em setembro de 2007, estão nos níveis mais baixos jamais observados, segundo a organização.
O volume das camadas de gelo do oceano conheceu uma redução de 39% em relação ao volume médio observado de 1979 a 2000.
"As mudanças recentes constatadas no Ártico se produzem a uma taxa muito mais rápida que o previsto", pela Avaliação dos impactos da Mudança Climática no Ártico, publicada em 2005, e o relatório do Painel Intergovernamental para Mudanças Climáticas de 2007, conclui o WWF.
O derretimento da calota glacial da Groenlândia e da cobertura glacial do Ártico está próxima do "ponto de não retorno", além do que a situação será irreversível, estima a organização internacional.
...
Fonte - Folha
A calota glacial da Groelândia, com o volume atual estimado em 2,9 milhões de metros cúbicos, e as geleiras do Oceano Ártico, avaliadas em 4,4 milhões de metros cúbicos em setembro de 2007, estão nos níveis mais baixos jamais observados, segundo a organização.
O volume das camadas de gelo do oceano conheceu uma redução de 39% em relação ao volume médio observado de 1979 a 2000.
"As mudanças recentes constatadas no Ártico se produzem a uma taxa muito mais rápida que o previsto", pela Avaliação dos impactos da Mudança Climática no Ártico, publicada em 2005, e o relatório do Painel Intergovernamental para Mudanças Climáticas de 2007, conclui o WWF.
O derretimento da calota glacial da Groenlândia e da cobertura glacial do Ártico está próxima do "ponto de não retorno", além do que a situação será irreversível, estima a organização internacional.
...
Fonte - Folha
Aeroportos britânicos terão 'scan facial' de passageiros
Os passageiros com passaportes europeus que desembarcarem nos aeroportos britânicos a partir da metade do ano começarão a ser submetidos a uma checagem por um sistema automático de reconhecimento facial.
O sistema de ‘scan facial’, que deve substituir a checagem de identidade feita pelos funcionários do serviço de imigração, tem como objetivo aumentar a segurança e reduzir o tempo que os passageiros esperam na fila.
Inicialmente, o sistema estará disponível apenas para os portadores de passaportes recentes emitidos pelos países da União Européia e que têm chips com informações biométricas.
O sistema terá a capacidade de identificar as características da face do passageiro e comparar os dados com as informações armazenadas no chip do passaporte para confirmar a identidade do portador.
Porém a confiabilidade e a precisão do sistema são colocadas em dúvida por alguns especialistas e por organizações não governamentais.
...
Fonte - BBC
O sistema de ‘scan facial’, que deve substituir a checagem de identidade feita pelos funcionários do serviço de imigração, tem como objetivo aumentar a segurança e reduzir o tempo que os passageiros esperam na fila.
Inicialmente, o sistema estará disponível apenas para os portadores de passaportes recentes emitidos pelos países da União Européia e que têm chips com informações biométricas.
O sistema terá a capacidade de identificar as características da face do passageiro e comparar os dados com as informações armazenadas no chip do passaporte para confirmar a identidade do portador.
Porém a confiabilidade e a precisão do sistema são colocadas em dúvida por alguns especialistas e por organizações não governamentais.
...
Fonte - BBC
quinta-feira, 24 de abril de 2008
Perseguição
Inicio o post já afirmando, de antemão e embora imagine que ficará muito claro na articulação infra, que não tenho a menor intenção de ratificar qualquer posicionamento de determinados segmentos religiosos, aliás, muito pelo contrário. A intenção deste é levantar uma questão interessante, que talvez possa se descortinar com outros matizes em futuro próximo.
A questão é a seguinte: É sabido que há poucos dias foi invadida pela autoridades americanas uma fazenda localizada nos EUA onde se encontrava um grupo dissidente mormon que mantém em suas condutas básicas a prática da poligamia e o casamento com menores de idade. Um articulista, baseado nesta premissa e invocando o paralelismo do costume com o islamismo, que também mantém as mesmas práticas, indaga porque não se interpela os islâmicos sob os mesmos argumentos. (La doble vara de medir del FBI a la hora perseguir a los polígamos)
O irmão que levanta a questão, indica ainda que a ação das autoridades americanas podem ter se originado em uma falsa denúncia, o que deixaria ainda mais delineado o caráter aleatório da empreitada levada a efeito. (Redada contra secta polígama pudo ser detonada por llamada falsa).
Sem entrar no mérito da questão, achei sobremaneira pertinente a intervenção do Prof. Azenilto no debate, que levantou algumas questões, também paralelas, aos costumes islâmicos:
Observem outros detalhes do perfil dos muçulmanos:
- Têm um dia de guarda diferente da maioria
- Têm um profeta
- Têm regras alimentares diferentes da maioria
- Têm restriçõs quanto a forma de diversões mundanas
- Têm regras sobre vestuário
Se parece com algum outro grupo religioso?
Não é de se espantar se, em algum momento no futuro, conclame-se a perseguição de outros grupos de pessoas com base no mesmo "paralelismo". Como os paradigmas podem mudar rapidamente, não?
A questão é a seguinte: É sabido que há poucos dias foi invadida pela autoridades americanas uma fazenda localizada nos EUA onde se encontrava um grupo dissidente mormon que mantém em suas condutas básicas a prática da poligamia e o casamento com menores de idade. Um articulista, baseado nesta premissa e invocando o paralelismo do costume com o islamismo, que também mantém as mesmas práticas, indaga porque não se interpela os islâmicos sob os mesmos argumentos. (La doble vara de medir del FBI a la hora perseguir a los polígamos)
O irmão que levanta a questão, indica ainda que a ação das autoridades americanas podem ter se originado em uma falsa denúncia, o que deixaria ainda mais delineado o caráter aleatório da empreitada levada a efeito. (Redada contra secta polígama pudo ser detonada por llamada falsa).
Sem entrar no mérito da questão, achei sobremaneira pertinente a intervenção do Prof. Azenilto no debate, que levantou algumas questões, também paralelas, aos costumes islâmicos:
Observem outros detalhes do perfil dos muçulmanos:
- Têm um dia de guarda diferente da maioria
- Têm um profeta
- Têm regras alimentares diferentes da maioria
- Têm restriçõs quanto a forma de diversões mundanas
- Têm regras sobre vestuário
Se parece com algum outro grupo religioso?
Não é de se espantar se, em algum momento no futuro, conclame-se a perseguição de outros grupos de pessoas com base no mesmo "paralelismo". Como os paradigmas podem mudar rapidamente, não?
A salvação é responsabilidade de todos
O DOMINGO VERDE
"Declarar-se-á que os homens estão ofendendo a Deus pela violação do descanso dominical; que este pecado acarretou calamidades que não cessarão antes que a observância do domingo seja estritamente imposta". (Grande Conflito, p. 590)
Um artigo recente, de alerta para o Israel de Deus. Transcreverei somente quatro parágrafos da notícia. Logo mandarei o artigo completo (é uma página do periódico de Porto Rico, El Nuevo Día de domingo 13 de abril de 2008):"
O ambiente é um assunto que nos concerne a todos, não importa nossa denominação religiosa, crença filosófica ou explicação do cosmos. É uma oportunidade maravilhosa para deixar de lado as diferenças e o legado da intolerância que marca a historia das religiões. Diferentes caminhos conduzen ao Criador, seja Jesus Cristo, Buda, Maomé, a energia primordial, a Mãe Terra ou como a chamemos.
As religiões têm maior longevidade que os governos e os líderes mundiais. Podem então prover continuidade aos esforços a favor do futuro da terra.
Sacerdotes, ministros, xamãs, rabinos, monges tibetanos, curandeiros, indígenas… todos vêem na Natureza uma fonte de paz e de vida. Unamo-nos em tolerância seguindo o chamado das Nações Unidas e dos líderes religiosos mais notáveis do mundo em um esforço global para salvar o planeta. Talvez assim encontraremos nossa própria salvação.
O vínculo das religiões com o ambiente não é novo. Tem existido praticamente desde que o homem é homem. Mas neste momento histórico, ante a crise do câmbio climático, toma maior relevância. As Nações Unidas têm apresentado um programa abrangente, de três anos e meio [3 ½ anos] de duração, que começará em 2009 a partir do Castelo de Windsor. Este une as maiores religiões do mundo em um esforço para atacar o aquecimento global e promulgar a proteção aos recursos naturais. (Periódico El Nuevo Dia - La salvación es cosa de todos domingo 13 de abril de 2008- conteúdo para assinantes)
Fonte - Foro Adventista
Nota DDP:
Complemento pela enésima vez e, quantas mais forem preciso:
"É acerca da lei de Deus que virá o último e grande conflito entre Cristo e Seus anjos e Satanás e os seus, e será decisivo para todo o mundo. ... Homens em posições de responsabilidade não só desatenderão e desprezarão o sábado eles mesmos, mas da tribuna sagrada instarão com o povo para que guardem o primeiro dia da semana, alegando a tradição e o costume em favor dessa instituição de feitura humana. Apontarão para as calamidades em terra e mar - as tempestades, as inundações, os terremotos, a destruição pelo fogo - como juízos indicadores do desprazer de Deus por não ser santificado o domingo. Essas calamidades aumentarão mais e mais, uma catástrofe seguirá de perto a outra; e os que quebrantam a lei de Deus apontarão para os poucos que observam o sábado do quarto mandamento como aqueles que trazem sobre o mundo a ira. Esta falsidade é estratégia de Satanás para apanhar os incautos. Southern Watchman, 28 de junho de 1904." (Serviço Cristão - Ellen G. White - Pág. 155)
Alguma dúvida por onde se implementará a obrigatoriedade de um dia de guarda para a terra?
Recebi hoje um texto intitulado "Os domingos precisam de feriados", que na essência está absolutamente correto, mas perceba-se a idéia embutida em um de seus argumentos:
"Para um mundo no qual funcionar 24 horas por dia parece não ser suficiente, onde o meio ambiente e a terra imploram por uma folga, onde nós mesmos não suportamos mais a falta de tempo, descansar se torna uma necessidade do planeta."
A idéia do planeta "descansar" 24 horas é cada vez mais óbvia. Para minha surpresa, procurando a fonte primária do texto, deparei-me com sua publicação em um site de nome "Mundo Sustentável", neste, encontrei ainda, para minha surpresa, Dalai Lama (espiritualismo), João Paulo II (catolicismo), Kardec (espiritismo), Leonardo Boff (socialismo) e o próprio articulista (judaísmo), em um mesmo contexto de defesa da natureza.
Quanto tempo para que outros segmentos, inclusive políticos, agregados, clamem por uma direção única?
"Declarar-se-á que os homens estão ofendendo a Deus pela violação do descanso dominical; que este pecado acarretou calamidades que não cessarão antes que a observância do domingo seja estritamente imposta". (Grande Conflito, p. 590)
Um artigo recente, de alerta para o Israel de Deus. Transcreverei somente quatro parágrafos da notícia. Logo mandarei o artigo completo (é uma página do periódico de Porto Rico, El Nuevo Día de domingo 13 de abril de 2008):"
O ambiente é um assunto que nos concerne a todos, não importa nossa denominação religiosa, crença filosófica ou explicação do cosmos. É uma oportunidade maravilhosa para deixar de lado as diferenças e o legado da intolerância que marca a historia das religiões. Diferentes caminhos conduzen ao Criador, seja Jesus Cristo, Buda, Maomé, a energia primordial, a Mãe Terra ou como a chamemos.
As religiões têm maior longevidade que os governos e os líderes mundiais. Podem então prover continuidade aos esforços a favor do futuro da terra.
Sacerdotes, ministros, xamãs, rabinos, monges tibetanos, curandeiros, indígenas… todos vêem na Natureza uma fonte de paz e de vida. Unamo-nos em tolerância seguindo o chamado das Nações Unidas e dos líderes religiosos mais notáveis do mundo em um esforço global para salvar o planeta. Talvez assim encontraremos nossa própria salvação.
O vínculo das religiões com o ambiente não é novo. Tem existido praticamente desde que o homem é homem. Mas neste momento histórico, ante a crise do câmbio climático, toma maior relevância. As Nações Unidas têm apresentado um programa abrangente, de três anos e meio [3 ½ anos] de duração, que começará em 2009 a partir do Castelo de Windsor. Este une as maiores religiões do mundo em um esforço para atacar o aquecimento global e promulgar a proteção aos recursos naturais. (Periódico El Nuevo Dia - La salvación es cosa de todos domingo 13 de abril de 2008- conteúdo para assinantes)
Fonte - Foro Adventista
Nota DDP:
Complemento pela enésima vez e, quantas mais forem preciso:
"É acerca da lei de Deus que virá o último e grande conflito entre Cristo e Seus anjos e Satanás e os seus, e será decisivo para todo o mundo. ... Homens em posições de responsabilidade não só desatenderão e desprezarão o sábado eles mesmos, mas da tribuna sagrada instarão com o povo para que guardem o primeiro dia da semana, alegando a tradição e o costume em favor dessa instituição de feitura humana. Apontarão para as calamidades em terra e mar - as tempestades, as inundações, os terremotos, a destruição pelo fogo - como juízos indicadores do desprazer de Deus por não ser santificado o domingo. Essas calamidades aumentarão mais e mais, uma catástrofe seguirá de perto a outra; e os que quebrantam a lei de Deus apontarão para os poucos que observam o sábado do quarto mandamento como aqueles que trazem sobre o mundo a ira. Esta falsidade é estratégia de Satanás para apanhar os incautos. Southern Watchman, 28 de junho de 1904." (Serviço Cristão - Ellen G. White - Pág. 155)
Alguma dúvida por onde se implementará a obrigatoriedade de um dia de guarda para a terra?
Recebi hoje um texto intitulado "Os domingos precisam de feriados", que na essência está absolutamente correto, mas perceba-se a idéia embutida em um de seus argumentos:
"Para um mundo no qual funcionar 24 horas por dia parece não ser suficiente, onde o meio ambiente e a terra imploram por uma folga, onde nós mesmos não suportamos mais a falta de tempo, descansar se torna uma necessidade do planeta."
A idéia do planeta "descansar" 24 horas é cada vez mais óbvia. Para minha surpresa, procurando a fonte primária do texto, deparei-me com sua publicação em um site de nome "Mundo Sustentável", neste, encontrei ainda, para minha surpresa, Dalai Lama (espiritualismo), João Paulo II (catolicismo), Kardec (espiritismo), Leonardo Boff (socialismo) e o próprio articulista (judaísmo), em um mesmo contexto de defesa da natureza.
Quanto tempo para que outros segmentos, inclusive políticos, agregados, clamem por uma direção única?
Mouse biométrico identificará usuário pela palma da mão

A empresa japonesa Fujitsu pretende lançar em junho deste ano um mouse que identifica o usuário baseado nas veias da palma da mão, informa o blog de tecnologia Engadget.
O periférico biométrico vai fazer parte do sistema "PalmSecure", um scanner desenvolvido pela empresa que captura uma imagem do padrão vascular da mão do usuário.
Segundo o blog, o PalmSecure PC Log-In Kit será destinado para pequenos e médios empreendimentos que pretendem proteger melhor dados da empresa.
O sistema permitirá se logar no Windows de forma segura e executar aplicativos protegidos sem a necessidade de inserir senhas.
Apesar de ainda não ter divulgado por quanto sairá o equipamento, a empresa diz que terá um preço "competitivo".
O sistema de leitura de mão será semelhante ao que alguns bancos já utilizam desde o ano passado.
Biometria
A biometria --do grego: bios (vida) metron (medida)-- é um estudo estatístico das qualidades comportamentais e físicas do ser humano. O termo refere-se principalmente ao uso do corpo (impressões digitais, por exemplo) em mecanismos de identificação.
Os aparelhos biométricos funcionam por meio da captura de amostras do ser humano --íris, retina, dedo, rosto, veias da mão, voz e até odores do corpo. Essa amostra é transformada em um padrão, que poderá ser comparado para futuras identificações.
A biometria se baseia na idéia de que alguns traços físicos são exclusivos de cada ser e os transforma em padrões. A técnica foca as chamadas "mensurações unívocas".
Fonte - BOL
O periférico biométrico vai fazer parte do sistema "PalmSecure", um scanner desenvolvido pela empresa que captura uma imagem do padrão vascular da mão do usuário.
Segundo o blog, o PalmSecure PC Log-In Kit será destinado para pequenos e médios empreendimentos que pretendem proteger melhor dados da empresa.
O sistema permitirá se logar no Windows de forma segura e executar aplicativos protegidos sem a necessidade de inserir senhas.
Apesar de ainda não ter divulgado por quanto sairá o equipamento, a empresa diz que terá um preço "competitivo".
O sistema de leitura de mão será semelhante ao que alguns bancos já utilizam desde o ano passado.
Biometria
A biometria --do grego: bios (vida) metron (medida)-- é um estudo estatístico das qualidades comportamentais e físicas do ser humano. O termo refere-se principalmente ao uso do corpo (impressões digitais, por exemplo) em mecanismos de identificação.
Os aparelhos biométricos funcionam por meio da captura de amostras do ser humano --íris, retina, dedo, rosto, veias da mão, voz e até odores do corpo. Essa amostra é transformada em um padrão, que poderá ser comparado para futuras identificações.
A biometria se baseia na idéia de que alguns traços físicos são exclusivos de cada ser e os transforma em padrões. A técnica foca as chamadas "mensurações unívocas".
Fonte - BOL
Acúmulo de gases do efeito estufa ocorre cada vez mais rápido (NOAA)
Os principais gases do efeito estufa, como o dióxido de carbono (CO2), se acumularam mais rápido no mundo nos últimos anos, apesar dos esforços para controlá-los, segundo estimativas preliminares para 2007 de uma agência do governo norte-americano.
A concentração mundial de CO2 na atmosfera aumentou 0,6% ou 19 bilhões de toneladas em relação a 2006, informou o Laboratório de Pesquisas da Terra da National Oceanic and Atmospheric Administration (NOAA).
Em outras palavras, o aumento de CO2 foi de 2,4 unidades por milhão (ppm) ou de 2,4 miligramas por litro de ar em 2007, indicou a NOAA.
Desde 2000, o aumento anual de CO2 de dois ppm/ano ou mais é comum, contra 1,5 ppm/ano nos anos 80 e menos de um ppm/ano na década de 60, ressaltou a agência federal norte-americana.
A concentração mundial de CO2 está situada atualmente em cerca de 385 ppm. Na era pré-industrial, o nível situava-se em torno de 280 ppm, e isto se manteve até 1850.
...
Fonte - Último Segundo
A concentração mundial de CO2 na atmosfera aumentou 0,6% ou 19 bilhões de toneladas em relação a 2006, informou o Laboratório de Pesquisas da Terra da National Oceanic and Atmospheric Administration (NOAA).
Em outras palavras, o aumento de CO2 foi de 2,4 unidades por milhão (ppm) ou de 2,4 miligramas por litro de ar em 2007, indicou a NOAA.
Desde 2000, o aumento anual de CO2 de dois ppm/ano ou mais é comum, contra 1,5 ppm/ano nos anos 80 e menos de um ppm/ano na década de 60, ressaltou a agência federal norte-americana.
A concentração mundial de CO2 está situada atualmente em cerca de 385 ppm. Na era pré-industrial, o nível situava-se em torno de 280 ppm, e isto se manteve até 1850.
...
Fonte - Último Segundo
Assinar:
Postagens (Atom)