segunda-feira, 8 de setembro de 2008

Histórias de uma terra devastada pelo HIV


Depois de uma “seca de estrada” de quase seis meses, passei a última semana em Moçambique, fazendo matérias e trocando o frio e a secura de Johannesburgo pela latinidade de Maputo. Moçambique, com sua atmosfera despreocupada e despretensiosa, é a Bahia com sotaque português. Mas lá, ao contrário do Brasil, a independência recente ainda é óbvia: nos prédios, na forma de pensar – tanto de moçambicanos quanto de portugueses –, e nas conversas, que são invariavelmente salpicadas pela expressão “nos tempos coloniais”.

Ao andar por Maputo, você vai vendo pedacinhos da história: a arquitetura, a língua, os cardápios revelam os laços com Portugal; os nomes das ruas – Av. Vladimir Lenine, Av. Ho Chi Min, Av. Mao Tsé Tung – denunciam o passado socialista.

Moçambique é hoje um dos países mais pobres do mundo e um dos últimos no Índice de Desenvolvimento Humano das Nações Unidas – o 171º colocado de 177 países avaliados. Como se não bastasse, é lá que está uma das soroprevalências mais altas da África austral. Média nacional é de 16%, com picos de 25% em determinadas regiões. Com esses números, não é de se espantar que ONGs de todos os tamanhos e nacionalidades tenham invadido o país, com iniciativas variadas, principalmente de distribuição de anti-retrovirais. O que parece ótimo a princípio, mas que nem sempre funciona: de que adianta distribuir ARVs se as pessoas não têm dinheiro para ir até o posto de saúde buscá-los?

Setenta por cento da população de Moçambique é rural e a maioria tem que andar quilômetros incontáveis até achar uma clínica. De que adianta dar remédios se as pessoas não têm o que comer, o que é pré-requisito para o sucesso do tratamento? O tiro acaba saindo pela culatra: como os remédios são superfortes e dão uma fome monstra, sem comida muita gente interrompe o tratamento e acaba desenvolvendo resistência aos medicamentos. Entrevistei uma moça HIV+ cuja filha de 7 anos, também soropositiva, vive desmaiando na escola, porque os medicamentos são uma bomba e sem comida, ela não agüenta os efeitos.

Visitei um hospital-dia na região da Machava, na periferia de Maputo, mantido pela Comunidade Santo Egídio, uma organização religiosa italiana. Lá fora, numa sala de espera improvisada ao ar livre, tinha uma menina magrinha, magrinha, que parecia ter seus 13 anos. Pensei: essa menina começou a vida sexual cedo, para já ter o vírus tão novinha. A médica depois me disse que a moça na verdade tinha 23 anos. Estava tão fraca que parecia uma criança. Depois dela, um rapaz de seus vinte e poucos anos chegou para ser atendido, amparado pela mãe: 1,80 m e no máximo 40 quilos. Me senti presenciando o início da epidemia, com aquelas pessoas reduzidas a pele e osso. Aí você se pergunta: como é que em 2008, no 25º ano da epidemia, com todo o conhecimento e tantos anti-retrovirais disponíveis, alguém deixa a doença chegar nesse estágio?

Infelizmente, ainda não consegui achar uma resposta. Por exemplo, muita gente tem medo de fazer o teste de HIV. Mas pense: se você suspeita que tem o HIV, ou teve um comportamento promíscuo ou de risco, ou sabe que seu marido tem namoradas por aí com quem transa sem camisinha, não ia querer saber se está infectado? Afinal, quanto antes detectar e tratar a infecção, melhor, não? Não. As pessoas ainda têm pavor de se testar, por causa do estigma, porque acham que o diagnóstico positivo é sentença de morte.

O taxista que estava me choferando tinha um exemplo desses em casa: a filha de 26 anos, que morava na África do Sul, voltou dia desses para Maputo meio doente. Tinha manchas pelo corpo, uma tosse que não passava. Foi tratada por um curandeiro, melhorou. Voltou para Joburg. Dois anos depois ela voltou para Maputo, com menos de 30 quilos e completamente debilitada. Segundo seu Ezequiel, a família levou a menina para o hospital não para ela se tratar, mas para morrer com assistência médica. E nesse tempo todo, a moça não tinha se testado!

Todo mundo na África tem um conhecido, um vizinho, um parente que morreu de Aids. Todo mundo sabe o que significam os sintomas, mas ainda assim ela se recusou a se testar. O final dessa história é feliz, porque ela começou a tomar ARVs, se recuperou e hoje está "tão gordinha que você nem pensaria que ela tem HIV", como conta seu Ezequiel. Mas nem todo mundo que adia o teste tem essa sorte.

Os curandeiros também embolam o meio de campo na crise do HIV. Muitos moçambicanos nunca viram um médico na vida e só vão nos médicos tradicionais. Aí o curandeiro dá ervas, batata africana, aloe vera; as infecções oportunistas – diarréia, bolhas, herpes zoster, tuberculose – melhoram e a pessoa acha que está bem. Só que o fato de a diarréia ter parado não quer dizer que a carga viral esteja mais baixa ou que a contagem de CD4 (células de defesa) esteja mais alta. Quando o paciente chega no hospital, a Aids já está tão avançada que os anti-retrovirais não funcionam mais.

Em Moçambique existe uma iniciativa da Cruz Vermelha para promover um intercâmbio entre curandeiros e médicos, para que os curandeiros reconheçam os sintomas do HIV e encaminhem o paciente para os médicos. O problema é que, embora existam curandeiros que entendem os limites da medicina tradicional, outros (1) acreditam que os medicamentos tradicionais podem realmente curar a Aids; (2) tentam se aproveitar da situação e arrancam dinheiro do paciente, tratando uma doença que eles sabem que precisa de cuidados especiais; ou (3) pensam que a Aids é resultado de feitiço, por n razões: porque você não fez a missa para o seu avô, porque seu vizinho tem inveja de você, porque você não fez o ritual de purificação depois que seu marido morreu... Aí o doente vai atrás de fazer essas coisas e não faz nada em relação à doença.

Nesse contexto, como é que vai convencer os curandeiros de que eles têm que mandar pacientes com sintomas de Aids para o hospital? E como fazer com que as pessoas troquem a medicina tradicional pela convencional, sendo que o acesso a curandeiros é muito mais fácil e barato (uma consulta custa 100 meticais, menos de R$ 10)?

Seria de se esperar que num país em que quase 1 em cada 5 pessoas é soropositiva a Aids fosse vista com alguma normalidade. Não é. A discriminação ainda corre solta, muita gente é expulsa de casa e rejeitada pelos familiares depois do diagnóstico positivo. Entrevistei uma moça de 30 anos cujo marido morreu de alguma doença relacionada à Aids. Ela não acreditou quando seu resultado veio positivo, porque para ela a Aids era "doença de prostitutas" e ela nunca tinha tido ninguém além do marido. Foi abandonada pela família, não tem emprego, a sogra vendeu o terreninho que ela tinha e falou para o novo proprietário: “Deixe a Amélia ficar morando aqui nesse cantinho. Ela vai morrer logo e aí vai ser tudo seu”. O “problema” é que ela não morre. Toma ARVs e está saudável, apesar de não ter comida nem para ela nem para os dois filhos. Vive de favores de vizinhos.

Como ela não morre, o chefe do bairro resolveu fazer algo para que a vizinhança não ficasse com má fama: fechou a entrada da casa dela, escondendo a soropositiva e seu barraquinho. Levantaram um muro onde era entrada e agora ela tem que dar a volta pelo quintal do vizinho. E ninguém consegue fazer nada para ajudá-la.

Visitei também uma maternidade pra gestantes soropositivas, na região da Matola, periferia de Maputo. Imagine umas 30 mulheres, acompanhadas dos respectivos bebês ou com barrigões de 7, 8 meses, numa sala de espera pequena, sentadas nas cadeiras e no chão. Agora imagina que TODAS essas mães estão infectadas. Assustador, né? Pior: essas mulheres continuam ficando grávidas, mesmo estando com o vírus. Planejamento familiar é algo muito difícil na África, porque a fertilidade é vista não só como uma bênção dos deuses, mas também como sinal de virilidade. Então quanto mais filhos o cara tem, mais macho é. E a coitada da mulher continua transando sem camisinha, ficando grávida e correndo o risco de ser reinfectada.

E vai explicar que não é assim que deveria funcionar? Ela fica grávida de novo, os médicos fazem a prevenção da transmissão vertical com nevirapina e o bebê nasce negativo. Ufa! Mãe e bebê vão pra casa e seis meses depois você fica sabendo que a criança morreu de diarréia. Ou de malária. E todos os recursos – financeiros e humanos – usados pra evitar que a criança nascesse positiva vão por água abaixo por falta de noções básicas de higiene ou de rede mosquiteira. E é mais uma criancinha que entra nas estatísticas de mortalidade infantil.

Mas tem coisas bonitas acontecendo também. A Comunidade Santo Egídio, aquela ONG italiana, por exemplo, distribui cestas básicas e filtros de água para os pacientes mais necessitados. É animador pensar que, com uma simples cesta básica, muita gente passa pelo chamado "efeito Lázaro": do leito de morte para uma vida saudável e produtiva. Outras iniciativas cuidam dos órfãos da Aids, se certificando de que essas crianças têm comida, de que estão indo pra escola ao invés de estarem nas ruas de Maputo pedindo esmolas ou se prostituindo para conseguir dinheiro, já que muitas têm que sustentar 3, 4 irmãos mais novos. Tem ativistas que vão às periferias carregando malas de 15 quilos com monitor, DVD e o caramba para educar as comunidades mais afastadas sobre o HIV. Então sim, tem coisas boas sendo feitas. O problema é que diante da necessidade, tudo isso ainda é muito pouco.

E eu, cada vez que volto dessas viagens, me dou conta do privilégio que é ver tudo isso de perto, mesmo que depois demore para processar e absorver. E aqui na África, mais do que em qualquer outro lugar, é tocante ver a generosidade das pessoas que abrem suas histórias para uma completa desconhecida. Escrever sobre Aids já é doído. Agora imagina falar sobre Aids na primeira pessoa. E no entanto, é incrível como elas estão sempre dispostas a compartilhar a experiência, mesmo que isso signifique reviver o dia do diagnóstico, relembrar a rejeição de família e amigos. De onde vem essa força e coragem, não sei. Mas sei que, ao dividirem suas histórias comigo, todas essas pessoas me tornam, sem saber, uma pessoa melhor.*

* Por Lilian Liang

Fonte - Estadão

sexta-feira, 5 de setembro de 2008

Degelo no Canadá indica mudanças graves


No Canadá, onde este Verão um bloco de gelo do tamanho de Manhattan, se desprendeu do ártico canadiano. A plataforma desprendeu-se da ilha de Ellesmere e está agora à deriva no Oceano Ártico.

Desde Julho a ilha já perdeu mais de 130 quilómetros quadrados de área, um número dez vezes superior ao que foi previsto pelos cientistas. Este degelo no Canadá alerta para as mudanças climáticas, incrivelmente rápidas.

As plataformas que existem há mais de quatro mil anos começam agora a desintegrar-se a uma velocidade preocupante. O fenómeno está a comprometer o habitat de espécies únicas da região. Os cientistas culpam o aquecimento global pela desintegração no Ártico canadiano. Este no foram registados 19 graus de temperatura máxima muito acima da média de 7,8 graus.

Fonte - TVI

O degelo incrivelmente rápido das plataformas de gelo no Ártico canadense serve como alerta para as "mudanças muito substanciais" provocadas pelo aquecimento global, disse um renomado especialista na quarta-feira.
Pesquisadores anunciaram na noite de terça-feira que cinco banquisas ao longo da ilha Ellesmere, no extremo norte canadense, perderam 23 por cento da sua área só neste verão. Essas plataformas de gelo existem há mais de 4 mil anos.

A banquisa maior está se desintegrando, e uma das menores, com 55 km², se rompeu inteiramente em agosto.

"Os modelos climáticos indicam que as maiores mudanças, as mudanças mais severas, vão acontecer primeiro nas latitudes boreais mais elevadas", disse Warwick Vincent, diretor do Centro de Estudos Boreais da Universidade Laval, no Québec.

"Este será o ponto de partida para mudanças mais substanciais em todo o resto do planeta. Nossos indicadores estão nos mostrando exatamente o que os modelos climáticos previam", disse ele à Reuters.

A expectativa é de que o aquecimento global provoque mais furacões, ciclones e inundações no planeta.

Vincent, que há dez anos visita anualmente as banquisas da ilha Ellesmere, disse que o impacto do aquecimento em 2008 é "estarrecedor".

A equipe dele estimava que as banquisas perderiam 20 km² neste verão. Perderam 215. "Dá para ver mar aberto até o horizonte numa área que é tipicamente coberta de gelo ao longo de toda a estação", disse ele.

A banquisa Markham se separou de Ellesmere no começo de agosto. Dois pedaços enormes, totalizando mais de 121 km², se soltaram da vizinha banquisa Serson, reduzindo seu tamanho em 60%.

A banquisa Ward Hunt, que com 400 km² é a maior que resta, está se desintegrando. "Claramente a viabilidade de longo prazo daquela banquisa agora na verdade é de curto prazo", disse Vincent.

A temperatura máxima registrada neste ano pela equipe foi de 19,7C, bem acima da média história de 7,8C.

Vincent diz não ter dúvidas da responsabilidade humana sobre o aquecimento. "Acho que estamos num ponto em que não é impossível de parar, mas pode ser desacelerado. E se você pensar na magnitude dos efeitos sobre a nossa sociedade, então realmente precisamos nos dar mais tempo para nos preparar para algumas mudanças muito substanciais que vêem pela frente."

Fonte - Terra

quinta-feira, 4 de setembro de 2008

Encontro ecumênico discute mídia e igreja

Genebra, 04 set (RV) - Diretores de veículos de comunicação e assessores de imprensa participam de uma conferência sobre ecumenismo e mídia, promovido pela Conferência das Igrejas Européias -KEK, que ocorre de amanhã até domingo na cidade suíça de Genebra. O encontro debaterá, entre outros temas, o interesse da mídia pelo trabalho eclesial e a visibilidade das instituições, no contexto da imprensa européia. Além de representantes dos veículos católicos, participarão da reunião anglicanos, ortodoxos e protestantes.

Conforme o porta-voz do evento, Luca Negro, o objetivo é refletir sobre como as igrejas poderão ser mais incisivas na comunicação, especialmente em nível europeu. Negro ressalta que a intenção é despertar uma maior atenção da mídia sobre as ações eclesiais, bem como reforçar o ecumenismo. Segundo o porta-voz, a convivência entre as confissões cristãs parece estar em crise, mas é, na verdade, uma realidade cotidiana bastante viva e rica.

Fonte - Radio Vaticano

Ciclones tropicais estão se fortalecendo

Londres, 3 set (EFE) - Os mais fortes ciclones tropicais estão ganhando intensidade, principalmente na metade norte dos oceanos Atlântico e Índico, segundo uma pesquisa publicada hoje pela revista científica britânica "Nature".

A elevação da temperatura na superfície dos oceanos faz com que aumentem as velocidades máximas do vento dos ciclones mais fortes.

Uma equipe de pesquisadores da Florida State University (Estados Unidos) liderada por James Elsner analisou os dados de ciclones gerados por satélites nos últimos 25 anos.

A partir deles, descobriram que o recente aumento da temperatura das superfícies do Atlântico Norte tropical está fortalecendo os ciclones na região.

Os autores do estudo afirmam que o aumento da temperatura da superfície do oceano em um grau Celsius faz com que cresça em 31% a freqüência global dos ciclones mais violentos: de 13 a 17 fenômenos desse tipo ao ano.

Além disso, explicam que, quanto mais forte for o ciclone, mais evidente é a mudança na velocidade de seus ventos.

Com exceção do Oceano Pacífico Sul, todas as bacias oceânicas mostram isso, embora não no mesmo grau: os maiores aumentos se dão no Atlântico Norte e no norte do Índico.

Os pesquisadores explicam que no resto dos trópicos as tendências na intensidade dos ciclones são menos evidentes.

Neste sentido, reconhecem que calcular as tendências em outras zonas dos trópicos foi difícil devido à falta de dados.

Os cientistas concluem que estes resultados vão ao encontro da teoria do motor térmico da intensidade dos ciclones: à medida que os mares se aquecem, o oceano tem maior energia que pode ser liberada sob a forma de ventos ciclônicos.

No entanto, advertem de que ainda há uma grande falta de dados disponíveis e que o estudo não inclui outros fatores importantes, como a origem e a duração do ciclone, a proximidade com a terra, as condições do fenômeno El Niño e a atividade solar.

Fonte - Yahoo

Plataformas de gelo no Canadá perderam 23% da área

Área de 214km² corresponde a três vezes o tamanho da ilha de Manhattan.

As plataformas de gelo localizadas na costa norte da ilha Ellesmere, no Ártico canadense, perderam 23% de sua área apenas neste ano, segundo informações da Universidade de Trent, no Canadá.

Os desprendimentos de blocos de gelo que ocorreram neste ano totalizaram uma perda de 214 km² da área das plataformas - mais do que o triplo da área da ilha de Manhattan.

A plataforma de Ward Hunt, a maior do Canadá, perdeu 40% de sua área, enquanto a geleira Markham, de 50km², se desprendeu completamente da ilha e está à deriva no Oceano Ártico. Dois blocos de gelo também se desprenderam da plataforma Serson, reduzindo sua área em 60% (122km²).

Para o pesquisador Derek Mueller, essas perdas ressaltam a rapidez das mudanças que estão ocorrendo no Ártico e alerta para o impacto do clima na região.

"Essas mudanças são irreversíveis nas condições climáticas atuais e indicam que as condições ambientais que mantiveram essas geleiras em equilíbrio durante anos já não estão mais presentes", disse Mueller.
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Fonte - MSN Notícias

O crescimento das montanhas de lixo


O mundo produziu mais de 2,1 bilhões de toneladas de lixo no ano passado. Os países ricos são os mais desregrados, com cada pessoa respondendo por 1,4 kg de lixo sólido todos os dias.

Mas esta situação vem se estabilizando nos últimos anos, à medida em que os países ricos tentam gerar menos lixo e reciclar mais.

Em 2004, a China ultrapassou os EUA como o país onde mais se produz lixo em todo o mundo. A previsão é que em 2030 os chineses serão responsáveis por cerca de 500 milhões de toneladas de lixo por ano.

Fonte - Opinião e Notícia

quarta-feira, 3 de setembro de 2008

Gráficos Proféticos

Seguem dois gráficos proféticos extremamente interessantes para se obter uma visão periférica do cumprimento dos fatos previstos nas Escrituras Sagradas, notadamente nos Livros de Daniel e Apocalipse. Os arquivos podem ser baixados para melhor visualização clicando-se nas figuras respectivas, o que conduzirá os interessados a um site de armazenamento, onde os mesmos se encontram em formato pdf.


A sucessão dos reinos


O Grande Conflito

Crise alimentar põe em risco de pobreza 1 bilhão

O Banco Mundial (Bird) indicou que a crise alimentar global porá um bilhão de pessoas na pobreza a menos que haja uma intervenção anual de 696 bilhões de nairas (cerca de US$ 60 bilhões).

Segundo a Agência de Notícias da Nigéria, a diretora administrativa do Banco Mundial, Okonjo-Iweala, pediu na segunda-feira em Accra, Gana, contribuições da comunidade internacional para o Programa Mundial de Alimentos, cuja necessidade financeira quase duplicou este ano.

"Não podemos permitir que diminua a atenção do mundo. As pessoas continuam sendo prejudicadas pelos elevados preços", disse Okonjo-Iweala na véspera do Fórum de Alto Nível sobre Efetividade de Ajuda do Banco Mundial.

Okonjo-Iweala, que foi a primeira mulher ministra das Finanças da Nigéria, disse que existe uma necessidade imediata em eliminar todas as restrições à ajuda alimentar para os pobres.

"Terminar as restrições ajudará a levar ajuda a milhões de pessaos que sofrem com os elevados preços dos alimentos e será um sinal correto o compromisso da comunidade internacional para tornar a ajuda mais efetiva", disse.

"Não há tempo a perder. As condições onerosas sobre a ajuda alimentar devem ser eliminadas para garantir que os alimentos cheguem rapidamente aos mais necessitados", declarou.
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Fonte - Terra

Tempestade Hanna deixa ao menos 14 mortos no Haiti

Um dia depois de causar chuvas e inundações no Haiti --e deixar ao menos 14 mortos no país--, a tempestade tropical Hanna perdeu força e segue para as Bahamas nesta quarta-feira em uma das piores temporadas de furacões do Atlântico nos últimos anos.

Hanna chegou à região só alguns dias após a passagem do furacão Gustav, que deixou um rastro de destruição pelo Caribe e pela costa americana. No total, o Gustav matou 103 pessoas.

A décima tempestade tropical da temporada, Josephine, já começou a se formar próxima das ilhas de Cabo Verde, no Caribe. Nesta terça-feira o Centro Nacional de Furacões americano (NHC, em inglês) informou que o fenômeno pode se transformar em furacão.

Enquanto isso, a tempestade tropical Ike, que está entre a África e as Pequenas Antilhas, se fortaleceu ligeiramente e apresenta ventos máximos sustentados de 95 km/h. O olho de Ike está a 1.785 quilômetros das ilhas de Sotavento.
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Fonte - Folha

terça-feira, 2 de setembro de 2008

Betancourt conta ao papa sobre 'milagre' ocorrido nas selvas

ROMA (Reuters) - Ingrid Betancourt, a franco-colombiana feita refém por guerrilheiros libertada recentemente, abraçou o papa Bento 16 na segunda-feira e narrou-lhe como havia ficado emocionada ao ouvir o apelo do pontífice pela libertação dela, em uma transmissão de rádio feita durante os sete anos que ficou presa em acampamentos na mata.

Betancourt, resgatada pelos militares colombianos em julho das mãos das Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia (Farc), ficou com os olhos rasos d'água ao descrever seu encontro a portas fechadas com Bento 16.

"A audiência com o papa foi um sonho para mim, encontrar um ser de luz, de humanidade e de alto grau de compreensão humana", disse em uma entrevista coletiva a ex-refém, ao descrever a conversa tida com o líder da Igreja Católica.

"Eu não segui o protocolo porque, assim que entrei ali, eu abracei o papa. E talvez o correto fosse não abraçar o papa", afirmou Betancourt a respeito de seu encontro, na residência de verão do pontífice, localizada ao sul de Roma.

A ex-refém, 46, capturada por guerrilheiros quando fazia campanha para a Presidência colombiana, disse que Bento 16 havia se transformado em uma fonte de esperança quando, depois de um dia típico de marcha forçada pela floresta, ela o ouviu no rádio.
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A ex-candidata contou ao papa como havia orado pedindo um milagre, pedindo a Deus não que a libertasse, mas que lhe enviasse um sinal sobre quando ela seria libertada, algo que sentia ser essencial para salvá-la do desespero completo.

Pouco depois disso, um dos responsáveis pelo cativeiro afirmou que alguns reféns poderiam ser libertados para um grupo visitante de uma "comissão internacional". Betancourt foi um dos reféns libertados em uma operação realizada, de fato, pelas forças de segurança colombianas.
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Fonte - O Globo

Nota DDP:
Um "ser de luz", que virou uma "fonte de esperança", utilizado como "um sinal milagroso", que se tornou em uma rápida libertação...

União Européia e Rússia em uma encruzilhada

Reunidos em Bruxelas para uma cúpula de emergência, os 27 chefes de governo da UE exigiram que nenhum país do bloco se alinhe com a Rússia no reconhecimento da independência da Abecásia e da Ossétia do Sul.

O líderes europeus garantiram apoio à Geórgia, lançaram esforços de mediação com o Kremlin e congelaram as negociações sobre um novo pacto estratégico com a Rússia até que as condições do cessar-fogo no Cáucaso, acordado há três semanas, sejam observadas pelo governo russo.

A cúpula de emergência foi convocada pelo presidente francês Nicolas Sarkozy, que atualmente exerce também a presidência rotativa da União Européia. Sarkozy disse que, com a crise no Cáucaso, estão em jogo as relação do Ocidente com Moscou.

Fonte - Opinião e Notícia

Nota DDP:
Reitero os comentários do post "McCain e Obama elogiam envio de ajuda à Geórgia":

"Os últimos acontecimentos mundiais nos alertam que as profecias do tempo do fim estão se cumprindo muito rapidamente. Certa profecia tem me despertado interesse, Daniel 11:40-45 'são os únicos em toda a profecia Bíblica sem uma explicação oficial', pelo motivo de não terem se cumprido ainda. O site Criacionistas, traz um estudo detalhado em uma linguagem muito interessante sobre o livro de Daniel e estas últimas profecias. Mas voltando..., em relação a Daniel 11: 40-45 o autor supõe 'que tratam das últimas intervenções americanas no Oriente Médio antes da segunda vinda'. Sendo que 'o verso 40 começou a ser cumprido parcialmente em 1991 com a Guerra do Golfo e em 2003 com a invasão do Iraque'. Já os versos 41-45, ele afirma que 'ainda não existe a situação política descrita que possa cumprir' ou talvez não houvesse na data em que ele escreveu. Pois esta guerra entre Georgia e Russia aponta para o surgimento das primeiras controvérsias entre essas nações. Vejamos o relato: 'Por fim, chegamos ao auge do drama na Terra. O Rei do Norte (EUA) perde a aprovação divina e as nações do oriente (China, India, Japão) e do norte (Rússia) o ameaçam. Então seus exércitos estacionam entre Jerusalem (monte santo = templo ) e o mar mediterrâneo'. Vemos claramente na reportagem acima que os EUA tem apoiado a Georgia e feito recomendação aos países da UE que revisem os acordos com a Rússia, também fez um apelo para expulsar a Russia do G8. Outro fato ainda é o fracasso da rodada de Doha no fim de julho em Genebra, principalmente devido a um desentendimento entre Estados Unidos e Índia. Fica cada vez mais claro o desentendimento entre EUA e as nações do Oriente. Pergunto: o que vem depois desta guerra? em que parte nos encontramos da história profética? Daniel 11:45 diz que esta nação (Rei do Norte -EUA): '...chegará ao seu fim, e não haverá quem o socorra' porque 'NAQUELE tempo se levantará Miguel, o grande príncipe, que se levanta a favor dos filhos do teu povo, e haverá um tempo de angústia, qual nunca houve, desde que houve nação até àquele tempo; mas naquele tempo livrar-se-á o teu povo, todo aquele que for achado escrito no livro'. (Daniel 12:1)"

"O cerco à Rússia e a desestabilização da China são os grandes objectivos estratégicos do imperialismo na hora presente. É neste contexto que se deve situar a agressão militar no Cáucaso e a ânsia de uma guerra contra o Irão. A doutrina oficial geoestratégica dos Estados Unidos e da própria Alemanha dá prioridade a tudo o que possa impedir a constituição de «estados influentes no Leste»....O imperialismo está a atear o fogo. Nunca como hoje a luta pela paz e contra o militarismo foi tão necessária à sobrevivência da humanidade."

EUA devem atacar Irã nas próximas semanas

O serviço de inteligência alemão chamou a atenção para um iminente ataque dos EUA às repúblicas islâmicas, segundo o jornal local De Telegraaf.

A reportagem afirma que a operação do setor de espionagem alemão foi muito bem sucedida nesta empreitada e, paralisou suas atividades por força da possibilidade de os locais onde estava infiltrada fazerem parte do plano de ataque americano.

O Jerusalem Post não conseguiu confirmar a informação.

Fonte - Jerusalem Post

ONU alerta que Etiópia tem a pior crise alimentícia do mundo

Adis-Abeba, 1 set (EFE).- A crise alimentícia mais acentuada do mundo acontece atualmente na Etiópia, disse hoje em Adis-Abeba o sub-secretário-geral da ONU para assuntos humanitários, John Holmes.

"Diante da urgência gerada pela falta de alimentos e do risco de que crianças morram de fome, não acho que haja outra crise como esta", disse Holmes.

O funcionário das Nações Unidas visita à Etiópia para observar os esforços do Governo etíope, das agências da ONU e das organizações internacionais de assistência humanitária em atender às necessidades de mais de dez milhões de pessoas que sofrem com a escassez de alimentos no país africano.
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Fonte - Últimmo Segundo

IPCC diz que geleiras estão derretendo com velocidade recorde

Genebra, 1 set (EFE).- As geleiras estão derretendo com velocidade recorde desde o início deste século, segundo um relatório apresentado hoje durante a 29ª Sessão do Painel Intergovernamental sobre Mudança Climática (IPCC, em inglês).

Segundo o documento, o ritmo atual de derretimento das geleiras dobrou, e em 2006, o último ano com dados disponíveis, foram registradas perdas de gelo sem precedentes.

"Se esta tendência continuar e os Governos não entrarem em acordo sobre as novas reduções de gás de efeito estufa em Copenhague em 2009, é possível que as geleiras desapareçam de muitas regiões montanhosas durante este século", adverte o relatório.

Apesar de os fenômenos extraordinários do degelo já estarem acontecendo nas duas últimas décadas do século passado, o ritmo tem se acelerado nos oito primeiros anos do atual.
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Os especialistas destacam que, além das conseqüências globais da perda das geleiras, o fornecimento de água de milhões de pessoas está ameaçado.

"É urgente, precisamos desenvolver e utilizar tecnologias modernas e estender a rede de vigilância para as regiões onde ainda não há sistemas de controle eficazes", afirmou o diretor do Serviço Mundial de Controle das Geleiras (WGMS, em inglês), Wilfrid Haeberli.
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Fonte - Yahoo

segunda-feira, 1 de setembro de 2008

Dados sobre último grande degelo fazem temer um maior aumento do nível do mar

Londres, 31 ago (EFE).- Após obter dados sobre os processos de degelo mais recentes no Pólo Norte, há 9.000 e 7.600 anos, os cientistas temem que o aumento do nível do mar como conseqüência da mudança climática seja maior do que o estimado.

Em artigo publicado na revista britânica "Nature Geoscience", pesquisadores da Universidade de Wisconsin (EUA) explicam as causas e conseqüências da rápida fusão dos enormes camadas de gelo de Laurentide, uma região situada no atual Canadá e norte dos Estados Unidos.

A causa deste rápido degelo, que aconteceu em dois períodos no começo do Holoceno - atual época do quaternário, que começou há mais de 11.700 anos -, foi o aumento das temperaturas de verão e da radiação solar.

A fusão desta grande massa de gelo em dois períodos separados por 1.400 anos, fez com que o nível do mar aumentasse 0,7 e 1,3 centímetros por ano em um e outro processo.

A equipe de pesquisadores liderada por Anders Carlson chegou a estas conclusões após fazer uma reconstrução destes degelos a partir de evidências marinhas e terrestres.

A radiação solar que chegava à superfície terrestre era duas vezes mais intensa naquela época que a que, segundo os cientistas, causará o efeito estufa no ano 2100.

No entanto, advertem que o aumento da temperatura que aconteceu então é similar à registrada na Groenlândia nas últimas décadas.

Por isso, consideram que o aumento do nível do mar poderia ser muito maior do que o previsto até agora.

Fonte - Yahoo

EUA: estado intervencionista

NOTA: Na edição de ontem, a FOLHA reproduziu a matéria de Robert Kagan publicada recentemente no Washington Post, no qual afirma: "Os Estados Unidos devem 'liderar o mundo na batalha contra os males imediatos e na promoção do bem último'. Com essas palavras, Barack Obama pôs fim à idéia de que o suposto idealismo exuberante e a soberba 'americanocêntrica' dos anos Bush estariam prestes a abrir caminho para um realismo novo, uma visão mais restrita e modesta dos interesses , capacidades e responsabilidades dos EUA". Parece que qualquer um dos candidatos a presidente que seja eleito nos EUA não trará grandes mudanças ao cenário político mundial. Tão somente aprofundará o plano da Nova Ordem Mundial, o "bem último" de que falou Obama na matéria acima. Puro coletivismo...

Fonte - Minuto Profético

Terremoto matou 32 e feriu 467 na China


Pelo menos 32 pessoas morreram e 467 ficaram feridas em um terremoto que atingiu o sudoeste da China no sábado, de acordo com informações da imprensa oficial chinesa.

O tremor de 6,1 graus na escala Richter abalou as províncias de Sichuan e Yunnan às 16h30 de sábado (3h30 no horário de Brasília).

Segundo a agência estatal de notícias Xinhua, os esforços de resgate estão sendo prejudicados pela chuva intensa que cai no local.

A imprensa oficial fala em mais de 250 mil casas danificadas ou destruídas pelo terremoto, com várias pessoas soterradas.

Mais de 150 mil pessoas tiveram de deixar suas casas. A rede de TV estatal CCTV mostrou várias pessoas – inclusive crianças e idosos – dormindo em cima de sacos de plástico no pátio de uma escola em Panzhihua.

"Moradores locais foram para as ruas. Rachaduras apareceram nas paredes das casas e muitas janelas se quebraram", disse uma das autoridades locais.

Tremores secundários continuaram no domingo. Um deles mediu 5,6 na escala Richter.

Parte das regiões atingidas está sem comunicação, o que dificulta a avaliação completa dos danos.

A província de Sichuan ainda está passando por trabalhos de reconstrução, depois que um terremoto no dia 12 de maio deste ano deixou mais de cinco milhões de desabrigados.

Fonte - BBC

Grã-Bretanha tem pior crise em 60 anos


A Grã-Bretanha enfrenta a sua pior crise econômica dos últimos 60 anos, admitiu o ministro da Fazenda, Alistair Darling, em entrevista na edição deste sábado do jornal britânico The Guardian.

Segundo Darling, esta crise econômica poderá ser "mais profunda e duradoura" do que a maioria das pessoas temia e é a pior desde o fim da Segunda Guerra Mundial.
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Fonte - BBC

Americanos deixam Louisiana para se proteger de Gustav


Cerca de dois milhões de pessoas deixaram a costa da Louisiana, nos Estados Unidos, para se proteger do furacão Gustav, que deverá chegar à costa americana nesta segunda-feira.
Em Nova Orleans, longas filas de carro se formaram na estradas depois que o prefeito da cidade, Ray Nagin, determinou a evacuação obrigatória da cidade, de 239 mil habitantes.

As autoridades locais ajudam os que não têm como deixar a cidade por conta própria. Segundo a agência de notícias Reuters, apenas 10 mil pessoas teriam ficado na cidade.

Gustav trouxe de volta as memórias do furacão Katrina, em 2005, quando 80% de Nova Orleans ficou embaixo d'água. Cerca de 1,5 mil pessoas morreram e os prejuízos causadas foram estimados em US$ 80 bilhões.

Desta vez, a indústria do petróleo da região fechou quase todas as plataformas e refinarias próximas à rota do furacão.
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Fonte - BBC

sexta-feira, 29 de agosto de 2008

«Sobriedade para habitar a terra»

Segunda-feira, 1 de Setembro, celebra-se a 3ª Jornada para a Salvaguarda da Criação. Tem como tema: "Uma nova sobriedade para habitar a terra"

A Comissão episcopal para os Problemas Sociais e Trabalho, Justiça e Paz, e a Comissão para o Ecumenismo e Diálogo, de Itália, redigiram uma mensagem para assinalar a celebração. “Hoje a terra está ameaçada por uma degradação ambiental muito vasta”, escrevem os bispos.

E acrescentam: “Estamos conscientes que tal situação depende de numerosos factores históricos e culturais. Todavia está indiscutivelmente ligada a comportamentos e estilos de vida já típicos dos países industrializados e que gradualmente se vão difundindo noutras áreas”. Pelo que os bispos convidam a “uma conversão ecológica”.

Segundo os prelados italianos, “uma renovação eficaz das práticas – pessoais, familiares e comunitárias – não poderá realizar-se” sem uma verdadeira e própria “conversão ecológica”. Isto significa sem um olhar renovado sobre as nossas existências e sobre os bens que as caracterizam”.

Fonte - Fátima Missionária

[Pesquisa: Blog Resta Uma Esperança]

Nota DDP:
A questão já foi exaustivamente tratada neste espaço, com suas implicações de cunho político-religioso. A leitura de "Nós quem, cara pálida?" torna-se obrigatória sobre como esta questão certamente afetará nossas vidas no que concerne às liberdades individuais e, como isso se derá, pode ser vislumbrado em "Defesa do meio ambiente supõe uma mudança moral, diz o Papa"
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