Segundo o L'Osservatore Romano, as afirmações feitas ontem pelo presidente dos EUA, que recebeu o premier israelense em Washington, estão alinhadas aos pronunciamentos feitos pelo Papa durante visita à Terra Santa
O jornal L'Osservatore Romano, do Vaticano, afirmou nesta terça-feira que o papa Bento XVI e o presidente norte-americano, Barack Obama, têm uma posição parecida sobre a criação de um Estado palestino.
Nessa segunda, ao receber em Washington o premier israelense, Binyamin Netanyahu, Obama reiterou a necessidade de atuar pela formação de um Estado para os palestinos.
"O presidente norte-americano confirmou seu apoio à visão dos dois Estados, o israelense e o palestino, que devem viver pacificamente um ao lado do outro, em plena sintonia", diz a publicação em um editorial intitulado "Dois Estados, uma só paz".
O jornal lembra também que, em resposta, Netanyahu sustentou apenas que garantiria ao povo palestino o direito de se autogovernar, sem fazer qualquer menção à constituição de um Estado autônomo.
A relação entre os discursos de Obama e Bento XVI foi feita pelo L'Osservatore Romano porque, na semana passada, durante sua visita à Terra Santa, o Papa defendeu em mais de uma oportunidade a formação de um Estado palestino.
Fonte - UAI
Nota DDP: Sugiro a leitura, no contexto, de "Obama baixa o tom"
quarta-feira, 20 de maio de 2009
Vaticano e Jordânia unidos na promoção das religiões
O Vaticano e a Jordânia promoveram esta semana, em Amã, um colóquio a respeito do tema “Religião e sociedade civil”, a primeira iniciativa promovida pelo Conselho Pontifício para o Diálogo Inter-religioso (CPDIR) e o Instituto Real para os estudos interconfessionais.
Os participantes sublinharam a importância de educar as novas gerações nos valores do “respeito mútuo e da cultura do diálogo”, rejeitando a violência e promovendo uma coexistência pacífica “na base da cidadania plena”.
Em comunicado oficial, a Santa Sé destaca que ambas as delegações concordam que “as religiões têm um papel específico a desempenhar na sociedade civil, oferecendo motivações para o contributo dos cidadãos em favor do bem comum, baseadas na fé em Deus e que transcendam expedientes políticos e a busca do poder”.
Abrangendo aspectos sobre as sociedades e culturas islâmicas e católicas, o encontro quis aprofundar tópicos como história e pensamento filosófico-jurídico, sociedades modernas e tradições religiosas. Estudiosos e especialistas de vários países participaram no evento, realizado na “Royal Scientific Society” (al-Jam'iyya al-'Ilmiyya al-Malakiyya).
A delegação da Santa Sé foi liderada pelo cardeal Jean-Louis Tauran, tendo incluído arcebispos de Igrejas do Médio Oriente, o Núncio Apostólico no Iraque e Jordânia, D. Francis Chullikatt, e diversos professores.
Os participantes sublinharam a relevância da democracia e o papel do direito num Estado que respeite a diversidade “étnica, cultural e religiosa”, promovendo a igualdade entre os cidadãos, na base do respeito pela dignidade humana.
As religiões, acrescenta o comunicado, podem desempenhar um papel relevante “no fortalecimento da coesão e da participação sociais, dando assim o seu contributo específico para a construção de um Estado próspero e estável”.
O próximo colóquio terá lugar em Roma, daqui a dois anos, precedido por um encontro preparatório para a escolha do tema.
Fonte - Ecclesia
Os participantes sublinharam a importância de educar as novas gerações nos valores do “respeito mútuo e da cultura do diálogo”, rejeitando a violência e promovendo uma coexistência pacífica “na base da cidadania plena”.
Em comunicado oficial, a Santa Sé destaca que ambas as delegações concordam que “as religiões têm um papel específico a desempenhar na sociedade civil, oferecendo motivações para o contributo dos cidadãos em favor do bem comum, baseadas na fé em Deus e que transcendam expedientes políticos e a busca do poder”.
Abrangendo aspectos sobre as sociedades e culturas islâmicas e católicas, o encontro quis aprofundar tópicos como história e pensamento filosófico-jurídico, sociedades modernas e tradições religiosas. Estudiosos e especialistas de vários países participaram no evento, realizado na “Royal Scientific Society” (al-Jam'iyya al-'Ilmiyya al-Malakiyya).
A delegação da Santa Sé foi liderada pelo cardeal Jean-Louis Tauran, tendo incluído arcebispos de Igrejas do Médio Oriente, o Núncio Apostólico no Iraque e Jordânia, D. Francis Chullikatt, e diversos professores.
Os participantes sublinharam a relevância da democracia e o papel do direito num Estado que respeite a diversidade “étnica, cultural e religiosa”, promovendo a igualdade entre os cidadãos, na base do respeito pela dignidade humana.
As religiões, acrescenta o comunicado, podem desempenhar um papel relevante “no fortalecimento da coesão e da participação sociais, dando assim o seu contributo específico para a construção de um Estado próspero e estável”.
O próximo colóquio terá lugar em Roma, daqui a dois anos, precedido por um encontro preparatório para a escolha do tema.
Fonte - Ecclesia
Degelo afetaria rotação da Terra
JC e-mail 3764, de 19 de Maio de 2009.
Elevação do nível do mar seria 25% maior na América do Norte
O derretimento de uma das maiores áreas congeladas da Terra pode alterar o campo gravitacional do planeta, bem como a sua rotação no espaço, de tal maneira que causaria uma elevação do nível dos mares em algumas áreas costeiras bem mais acelerada do que a média global. O alerta foi feito ontem por cientistas.
A elevação do nível dos mares seria maior nas costas oeste e leste da América do Norte, onde um aumento 25% superior à média global causaria enchentes catastróficas em cidades como Nova York e Washington D.C.
Um estudo sobre como a cobertura de gelo da parte ocidental da Antártica reagiria diante do aquecimento global revelou que a sua desintegração alteraria o foco do campo gravitacional do planeta. Com isso, o nível do mar se elevaria desproporcionalmente mais nas áreas costeiras da América do Norte do que em outras partes.
Se a cobertura de gelo dessa parte do continente desaparecer, a perda de uma quantidade tão grande de massa no Hemisfério Sul faria a força da gravidade mais forte no Hemisfério Norte, afetando a rotação da Terra e fazendo com que o nível do mar suba mais no norte do que no sul, onde se encontra atualmente a massa de gelo.
Entretanto, os cientistas também estimaram que a elevação média do nível das águas por conta do derretimento de áreas de gelo não será tão alta quanto se imaginava. Isso porque partes do gelo são mais estáveis do que se pensava e, por isso, não escorreriam em direção ao mar mesmo num mundo mais quente criado pelas emissões de gasesestufa produzidas pelo homem.
A cobertura de gelo da parte ocidental da Antártica — uma das três grandes áreas contínuas congeladas — é também conhecida como “gigante adormecido” porque, se acredita, seria fundamentalmente instável, apoiada em rochas que estão abaixo do nível do mar. Isso a tornaria ainda mais vulnerável ao derretimento e à rápida desintegração, segundo Jonathan Bamber, da Universidade de Bristol.
— Diferentemente de outras importantes áreas de gelo, como a cobertura da parte oriental da Antártica e a Groenlândia, esta é a única a apresentar uma configuração tão instável — explicou Bamber. — Por isso, há um grande número de pesquisas estudando a probabilidade do colapso dessa área e as implicações que um evento tão catastrófico teria no planeta. Mas todos esses estudos estimaram um aumento médio de 5 a 6 metros no mar por conta do colapso. Pelos nossos cálculos, o aumento é menor.
A elevação seria de 3, 3 metros em média. Mas a alteração na rotação terrestre criaria situações ainda mais catastróficas. Pelo menos no Hemisfério Norte. (Steve Connor, do Independent)
(O Globo, 19/5)
Fonte - Jornal da Ciência
Nota DDP: Interessante neste aspecto ler-se também "Físico afirma que aquecimento global afeta rotação da Terra".
Elevação do nível do mar seria 25% maior na América do Norte
O derretimento de uma das maiores áreas congeladas da Terra pode alterar o campo gravitacional do planeta, bem como a sua rotação no espaço, de tal maneira que causaria uma elevação do nível dos mares em algumas áreas costeiras bem mais acelerada do que a média global. O alerta foi feito ontem por cientistas.
A elevação do nível dos mares seria maior nas costas oeste e leste da América do Norte, onde um aumento 25% superior à média global causaria enchentes catastróficas em cidades como Nova York e Washington D.C.
Um estudo sobre como a cobertura de gelo da parte ocidental da Antártica reagiria diante do aquecimento global revelou que a sua desintegração alteraria o foco do campo gravitacional do planeta. Com isso, o nível do mar se elevaria desproporcionalmente mais nas áreas costeiras da América do Norte do que em outras partes.
Se a cobertura de gelo dessa parte do continente desaparecer, a perda de uma quantidade tão grande de massa no Hemisfério Sul faria a força da gravidade mais forte no Hemisfério Norte, afetando a rotação da Terra e fazendo com que o nível do mar suba mais no norte do que no sul, onde se encontra atualmente a massa de gelo.
Entretanto, os cientistas também estimaram que a elevação média do nível das águas por conta do derretimento de áreas de gelo não será tão alta quanto se imaginava. Isso porque partes do gelo são mais estáveis do que se pensava e, por isso, não escorreriam em direção ao mar mesmo num mundo mais quente criado pelas emissões de gasesestufa produzidas pelo homem.
A cobertura de gelo da parte ocidental da Antártica — uma das três grandes áreas contínuas congeladas — é também conhecida como “gigante adormecido” porque, se acredita, seria fundamentalmente instável, apoiada em rochas que estão abaixo do nível do mar. Isso a tornaria ainda mais vulnerável ao derretimento e à rápida desintegração, segundo Jonathan Bamber, da Universidade de Bristol.
— Diferentemente de outras importantes áreas de gelo, como a cobertura da parte oriental da Antártica e a Groenlândia, esta é a única a apresentar uma configuração tão instável — explicou Bamber. — Por isso, há um grande número de pesquisas estudando a probabilidade do colapso dessa área e as implicações que um evento tão catastrófico teria no planeta. Mas todos esses estudos estimaram um aumento médio de 5 a 6 metros no mar por conta do colapso. Pelos nossos cálculos, o aumento é menor.
A elevação seria de 3, 3 metros em média. Mas a alteração na rotação terrestre criaria situações ainda mais catastróficas. Pelo menos no Hemisfério Norte. (Steve Connor, do Independent)
(O Globo, 19/5)
Fonte - Jornal da Ciência
Nota DDP: Interessante neste aspecto ler-se também "Físico afirma que aquecimento global afeta rotação da Terra".
A temperatura do ECOmenismo
NOVA YORK - A temperatura da Terra deve subir mais rapidamente do que previsto anteriormente segundo projeções feitas por pesquisadores do Massachusetts Institute of Technology (MIT). O estudo, baseado em simulações de computador sobre atividade econômica e processos climáticos, prevê um aquecimento médio da superfície de 5,2 graus Celsius até 2100, comparado com uma elevação de 2,4 graus que os pesquisadores projetavam em 2003. Os resultados não levam em conta as mudanças nas políticas governamentais sobre clima, tais como as que estão sendo debatidas no Congresso norte-americano.
Sem qualquer ação, "há significativamente mais risco do que estimávamos previamente", disse em comunicado Ronald Prinn, autor do estudo. Os resultados das projeções são divulgados no momento em que os legisladores dos Estados Unidos trabalham para chegar a um acordo para regular as emissões de gases do efeito estufa relacionados às mudanças climáticas. O Comitê de Energia e Comércio da Câmara estuda uma lei para cortar as emissões de gases do efeito estufa em 17% até 2020, tendo como base os níveis de 2005, e em 83% até meados do século.
O estudo, que será publicado neste mês no American Meteorological Society's Journal of Climate, "aumenta a urgência para uma significativa ação política", disse Prinn. O levantamento foi financiado pelo Departamento de Energia dos Estados Unidos e patrocinado por um programa conjunto que inclui agências do governo, companhias de gás e petróleo, empresas públicas e grandes bancos. As informações são da Dow Jones.
Fonte - Estadão
Nota DDP: "Coincidentemente", os novos relatórios, foram apresentados em um momento de efervescência na tomada de medidas por parte do governo americano ("Clima e política energética entram de vez na pauta do Congresso"), trazendo resultados mais que dobrados em relação ao anterior, que já pressupunha enormes problemas para a humanidade e, ainda o faz sob a ameaça de que "aumenta a urgência para uma significativa ação política".
Não bastassem estes elementos, temos ainda a considerar que "EUA e China discutem secretamente mudança climática", mais uma vez "coincidentemente" a mesma China que faz parte dos interesses prementes do Vaticano ("Papa destaca “harmonia possível” entre cultura chinesa e cristianismo"). Tudo isso sob a possibilidade de que nenhuma destas medidas previamente estudadas ajudem diretamente os dois países em tempos de turbulência econômica, como observado em "Medidas para combater aquecimento global podem custar caro aos EUA".
De se observar ainda que o mundo continua a se dobrar aos encantos de roma e de sua necessidade em termos de liderança ("'O Papa está certo', diz autoridade mundial no combate à AIDS"), como também considerado em outro artigo postado neste espaço ("Obama baixa o tom").
E a nova encíclica social deve ser apresentada em junho ("Nova encíclica do Papa Bento XVI seria dada a conhecer no fim de junho"), onde certamente constarão soluções sobre todas estas questões ligadas ao descompasso ecológico: dentre elas, o domingo.
Enfim, diante de todos estes elementos, temos como plenamente possível o reconhecimento das palavras proferidas por Marcus V. Brito de Macedo, na tese doutoral que defendeu na Universidade de Navarra (Espanha):
"(...) a diplomacia pontifícia se caracteriza por sua missão pastoral e religiosa, “em que aspira a ser escutada por todos e influir em particular sobre as consciências”. Assim, sublinhou “a autoridade moral da Santa Sé com o status de observador permanente. Isto não significa que não possa ser membro efetivo da ONU, mas que prefere tal posição para não se confrontar com as demais nações e ser a voz da consciência aos diversos governos”." (Zenit)
Sem qualquer ação, "há significativamente mais risco do que estimávamos previamente", disse em comunicado Ronald Prinn, autor do estudo. Os resultados das projeções são divulgados no momento em que os legisladores dos Estados Unidos trabalham para chegar a um acordo para regular as emissões de gases do efeito estufa relacionados às mudanças climáticas. O Comitê de Energia e Comércio da Câmara estuda uma lei para cortar as emissões de gases do efeito estufa em 17% até 2020, tendo como base os níveis de 2005, e em 83% até meados do século.
O estudo, que será publicado neste mês no American Meteorological Society's Journal of Climate, "aumenta a urgência para uma significativa ação política", disse Prinn. O levantamento foi financiado pelo Departamento de Energia dos Estados Unidos e patrocinado por um programa conjunto que inclui agências do governo, companhias de gás e petróleo, empresas públicas e grandes bancos. As informações são da Dow Jones.
Fonte - Estadão
Nota DDP: "Coincidentemente", os novos relatórios, foram apresentados em um momento de efervescência na tomada de medidas por parte do governo americano ("Clima e política energética entram de vez na pauta do Congresso"), trazendo resultados mais que dobrados em relação ao anterior, que já pressupunha enormes problemas para a humanidade e, ainda o faz sob a ameaça de que "aumenta a urgência para uma significativa ação política".
Não bastassem estes elementos, temos ainda a considerar que "EUA e China discutem secretamente mudança climática", mais uma vez "coincidentemente" a mesma China que faz parte dos interesses prementes do Vaticano ("Papa destaca “harmonia possível” entre cultura chinesa e cristianismo"). Tudo isso sob a possibilidade de que nenhuma destas medidas previamente estudadas ajudem diretamente os dois países em tempos de turbulência econômica, como observado em "Medidas para combater aquecimento global podem custar caro aos EUA".
De se observar ainda que o mundo continua a se dobrar aos encantos de roma e de sua necessidade em termos de liderança ("'O Papa está certo', diz autoridade mundial no combate à AIDS"), como também considerado em outro artigo postado neste espaço ("Obama baixa o tom").
E a nova encíclica social deve ser apresentada em junho ("Nova encíclica do Papa Bento XVI seria dada a conhecer no fim de junho"), onde certamente constarão soluções sobre todas estas questões ligadas ao descompasso ecológico: dentre elas, o domingo.
Enfim, diante de todos estes elementos, temos como plenamente possível o reconhecimento das palavras proferidas por Marcus V. Brito de Macedo, na tese doutoral que defendeu na Universidade de Navarra (Espanha):
"(...) a diplomacia pontifícia se caracteriza por sua missão pastoral e religiosa, “em que aspira a ser escutada por todos e influir em particular sobre as consciências”. Assim, sublinhou “a autoridade moral da Santa Sé com o status de observador permanente. Isto não significa que não possa ser membro efetivo da ONU, mas que prefere tal posição para não se confrontar com as demais nações e ser a voz da consciência aos diversos governos”." (Zenit)
Fim dos jornais? Desconfie... do governo invisível
Trago algumas idéias de dois artigos que em junção nos levam a considerar algumas possibilidades sobre a forma como a mídia conduz o fluxo de informações e, principalmente, como isso pode ser utilizado no contexto dos interesses de uma chamada "Nova Ordem Mundial".*.*.*
1) - Fim dos jornais? Desconfie
...
Com a crise financeira solapando empresas dos mais variados segmentos, a imprensa ― que já vivia uma crise própria ― vê estarrecida os jornais americanos serem jogados no triturador, dia após dia.
...
De longe, eu olho para tudo isso com a maior das desconfianças. E tenho cá minhas razões para o ceticismo:
...
3) É muita ingenuidade acreditar que, mesmo que os jornais acabem, os grandes grupos de mídia também vão acabar. Isso mostra o quanto essa discussão ainda é turva e como confundem o fim dos jornais com o fim do jornalismo.
...
4) E finalmente, porque sem uma imprensa forte e vigilante, a democracia fica enfraquecida. Sobre essa questão, meu amigo Ram Rajagopal tem algo a acrescentar: "Democracia não se faz de palpites ou de intenções de pequenos indivíduos isolados, mas da força de instituições que a preservam. E uma destas instituições, que inclusive aparece na Constituição americana e na francesa, é a imprensa. Já cometemos um erro quando deixamos a imprensa receber grana do governo para sobreviver. Cometeremos mais um quando, incapazes de entender os fundamentos de uma democracia, acharmos que a função de um jornal é entreter o copo de café morno de manhã... Inclusive, a pequenez da ideia de que não devemos pagar, voluntariamente, por um serviço que preserva a democracia, é um tiro no próprio pé. O mundo pode conviver com blogs E jornais E livros E Kindle etc... Quanto mais informação, quanto mais observação, mais garantias temos da nossa liberdade".
....
*.*.*
2) - O governo invisível
...
Quando comecei a trabalhar no jornalismo, todos ali sabíamos que o produto do nosso trabalho eram superficialidades para consumo popular.
...
Sei que esse processo, nos EUA, está longe de ter alcançado a compacta densidade das trevas brasileiras. No entanto, a velocidade que ele ganhou na última eleição justifica o temor de que, em breve, as classes falantes americanas também estarão tateando no escuro, sem exigir claridade por já não imaginarem que raio de coisa é isso.
...
Em artigos vindouros, darei mais exemplos de medidas drásticas, de conseqüências incalculáveis, que estão sendo adotadas pelo governo Obama com velocidade alucinante, todas elas obviamente prejudiciais à nação americana, e noticiadas de tal modo que nenhuma discussão suscitem, isto quando não passam totalmente despercebidas, soterradas sob páginas e páginas de futilidades sobre os vestidos da sra. Obama, o cãozinho da família ou o tempero do sanduíche comido pelo presidente numa loja de fast-food, coisas que antigamente ficavam para os tablóides de fofocas vendidos nos supermercados, e que agora são matéria de amorosa atenção pelo Washington Post e pelo New York Times.
A América, sem sombra de dúvida, brasilianiza-se.
*.*.*
Destes destaques gostaria de comentar algumas coisas. Longe de entrar no mérito do conflito entre jornais e blogs, ou dos críticos do novo presidente americano, podemos identificar algumas coisas:
A primeira no sentido de que a queda da imprensa pensante obviamente não é por acaso. Não que em algum momento da história tenhamos subsídio para afirmar que os meios de comunicação não fossem de alguma forma subservientes aos interesses das classes dominantes, no entanto, o enfraquecimento generalizado deste segmento acaba por solapar as poucas vozes ainda dissonantes, o que realmente é um perigo para a manutenção de uma sociedade "livre".
Em segundo lugar, a conclusão não menos óbvia de que a imprensa em geral preocupada apenas com os números não tem nenhum pudor em veicular apenas amenidades e, por este lado inclusive produzir conteúdo alinhado com quem lhe paga, até mesmo o governo.
Por fim, de se observar como o império americano tem se desviado de seus princípios e, especialmente, como se encontra em processo acelerado de uma mudança absolutamente histórica em seus fundamentos.
Estes três elementos, outros poderiam ser agregados, nos chamam a atenção para a rápida diminuição da liberdade, o crescente sentimento de não se entender exatamente o que está a acontecer (vide o caso da gripe "A") e a manipulação cada vez mais explícita da informação (quem controla a informação controla o mundo), tudo isso em um quadro onde vários componentes específicos da profecia estão cada vez mais alinhados.
A primeira no sentido de que a queda da imprensa pensante obviamente não é por acaso. Não que em algum momento da história tenhamos subsídio para afirmar que os meios de comunicação não fossem de alguma forma subservientes aos interesses das classes dominantes, no entanto, o enfraquecimento generalizado deste segmento acaba por solapar as poucas vozes ainda dissonantes, o que realmente é um perigo para a manutenção de uma sociedade "livre".
Em segundo lugar, a conclusão não menos óbvia de que a imprensa em geral preocupada apenas com os números não tem nenhum pudor em veicular apenas amenidades e, por este lado inclusive produzir conteúdo alinhado com quem lhe paga, até mesmo o governo.
Por fim, de se observar como o império americano tem se desviado de seus princípios e, especialmente, como se encontra em processo acelerado de uma mudança absolutamente histórica em seus fundamentos.
Estes três elementos, outros poderiam ser agregados, nos chamam a atenção para a rápida diminuição da liberdade, o crescente sentimento de não se entender exatamente o que está a acontecer (vide o caso da gripe "A") e a manipulação cada vez mais explícita da informação (quem controla a informação controla o mundo), tudo isso em um quadro onde vários componentes específicos da profecia estão cada vez mais alinhados.
O gradual 'apagamento' da figura de Deus nos EUA
O Pentágono (Departamento de Defesa americano) informou na passada segunda-feira que irá deixar de incluir citações bíblicas na primeira página dos briefings diários de informações confidenciais enviados à Casa Branca, uma prática habitual durante a anterior Administração Bush.O porta-voz do Pentágono, Bryan Whitman, referiu não saber desde quando o referido relatório diário cita as passagens da Bíblia Sagrada.
O General Glen Shaffer, reponsável pela introdução dos textos e reformado desde agosto de 2003, referiu ter sido apoiado nesta inciativa pelo presidente Bush e pelo secretário de estado Donald Rumsfeld (que já veio a público negar este dado).
Pelo menos desde o início da invasão do Iraque, os relatórios diários preparados para o presidente americano incluíram versículos dos Salmos, da carta de Paulo aos Efésios e das epístolas de Pedro. Durante a anterior administração, os textos focavam quase sempre a guerra no Iraque.
Aparentemente, esta iniciativa teve o objetivo de apoiar o presidente Bush numa altura em que as mortes de militares americanos aumentavam cada vez mais no Iraque, segundo noticiou a revista GQ. No entanto, um analista muçulmano que trabalha no Pentágono, sentiu-se ofendido com as alusões, que preocuparam também outros funcionários que consideraram as passagens bíblicas inapropriadas.
No dia 20 de abril de 2003, o relatório citava Salmos 33:18, que refere 'eis que os olhos do Senhor estão sobre os que os temem, sobre os que esperam na sua misericórdia', ao lado de imagens do derrube da estátua de Saddam Hussein em Bagdad.
Duas semanas antes, por cima de uma imagem de um tanque americano no deserto, estava o texto de Efésios 6:13 'portanto, tomai toda a armadura de Deus, para que possais resistir no dia mau, e havendo feito tudo, ficar firmes'.
Noutra imagem, sob fundo de um discurso de Saddam Hussein, lia-se: 'porque assim é a vontade de Deus que, fazendo bem, tapeis a boca à ignorância dos homens loucos' (I Pedro 2:15).
O Reverendo Barry W. Lynn, diretor-executivo da 'Americans United for Separation of Church and State' (Americanos Unidos pela Separação de Igreja e Estado), disse a propósito que os soldados americanos 'não são crusados cristãos e não devem ser descritos como tal'.
Lynn continuou: 'representar a guerra no Iraque como um tipo de guerra santa é completamente revoltante. É contrário à separação constitucional de religião e governo e altamente prejudicial para a reputação americana no mundo'.
Veja algumas das imagens em causa aqui, clicando depois em 'CLICK FOR SLIDESHOW >'.
Parece que a herança protestante da América está a ser gravemente ameaçada desde que Barack Obama tomou posse (veja a propósito o anterior artigo 'Dia Nacional de Oração').
Quase sem nos apercebermos, pequenos sinais vão sendo dados de que a grande nação americana, a única no mundo que na sua constituição faz referência a Deus, está a perder o seu sentido religioso.
Não estou a defender a inclusão dos textos bíblicos nos documentos do Pentágono; até julgo que estarão quase todos tremendamente fora de contexto. Mas penso que se discerne aqui um toque claro de descolagem dos princípios protestantes que estiveram na base da fundação dos Estados Unidos.
E, veja-se, isso surge precisamente por uma nobre razão, desde sempre ali defendida: o princípio da liberdade religiosa. Aquilo que começa a ser novo, é o gradual 'apagamento' da figura de Deus, sobre esse mesmo pretexto do respeito pelas crenças de todos, mesmo os que não têm crença alguma (veja o artigo 'Religião dos sem religião').
Sobre o renunciar ao protestantismo, Ellen White escreveu em 1893 (negritos meus para destaque): 'o povo dos Estados Unidos tem sido um povo favorecido, mas quando eles restringirem a liberdade religiosa, renunciarem ao protestantismo e apoiarem o papado, a medida de sua culpa estará cheia, e nos livros do céu estará escrito: apostasia nacional' (Eventos Finais, pág. 117).
Fonte - O Tempo Final
Fonte - O Tempo Final
Obama baixa o tom
Assim que Barack Obama assumiu, nos primeiros dias, tomou decisões talvez um pouco impensadas quanto as conseqüências. Por exemplo, ele aprovou as pesquisas com células tronco e não ouviu uma palavra sequer do que tem a dizer a Igreja Católica a respeito. Assim também falava abertamente a favor do casamento entre pessoas do mesmo sexo e sobre o aborto.
Mas isso parece estar mudando. Até o “Jornal do Vaticano, “L’Osservatore Romano”, considerou que o presidente dos EUA, Barack Obama, teve um tom mais conciliador em relação ao tema do aborto, na sua intervenção de Domingo na Universidade católica de Norte Dame, no Indiana.” Falou em busca do consenso como o caminho para a delicada matéria sobre o aborto. Ele deixou de lado o “tom estridente” da campanha eleitoral. Em linguagem diplomática, conciliadora, Obama disse “vamos trabalhar em conjunto para reduzir o número de mulheres que procuram abortos, reduzindo a gravidez não desejada, tornando as adopções mais disponíveis e oferecendo cuidados e apoio às mulheres que efectivamente querem levar a sua gravidez até ao fim”.
Obama está descobrindo que, para a Globalização ter futuro, precisa da Igreja Católica. Só assim o projeto global dos grandes mercadores (vide Apoc. 18) poderá, teoricamente, dar certo. Como o mundo está indo de mal a pior, alguém, que é a Igreja Católica, precisa fazer alguma coisa relevante para reeducar os cidadãos do mundo, afim de que cooperem, e deixem de roubar, de se corromper, de estragar a natureza, de matar, de serem violentos, e tudo o mais que está gradativamente inviabilizando o planeta. Para isto a Igreja Católica propõe o domingo como “Dia do Senhor e dia da família”, em que todos se reúnam na igreja, para a missa, e ali serem transformados em cidadãos de bem. (Zenit)
Fonte - Cristo Voltará
Mas isso parece estar mudando. Até o “Jornal do Vaticano, “L’Osservatore Romano”, considerou que o presidente dos EUA, Barack Obama, teve um tom mais conciliador em relação ao tema do aborto, na sua intervenção de Domingo na Universidade católica de Norte Dame, no Indiana.” Falou em busca do consenso como o caminho para a delicada matéria sobre o aborto. Ele deixou de lado o “tom estridente” da campanha eleitoral. Em linguagem diplomática, conciliadora, Obama disse “vamos trabalhar em conjunto para reduzir o número de mulheres que procuram abortos, reduzindo a gravidez não desejada, tornando as adopções mais disponíveis e oferecendo cuidados e apoio às mulheres que efectivamente querem levar a sua gravidez até ao fim”.
Obama está descobrindo que, para a Globalização ter futuro, precisa da Igreja Católica. Só assim o projeto global dos grandes mercadores (vide Apoc. 18) poderá, teoricamente, dar certo. Como o mundo está indo de mal a pior, alguém, que é a Igreja Católica, precisa fazer alguma coisa relevante para reeducar os cidadãos do mundo, afim de que cooperem, e deixem de roubar, de se corromper, de estragar a natureza, de matar, de serem violentos, e tudo o mais que está gradativamente inviabilizando o planeta. Para isto a Igreja Católica propõe o domingo como “Dia do Senhor e dia da família”, em que todos se reúnam na igreja, para a missa, e ali serem transformados em cidadãos de bem. (Zenit)
Fonte - Cristo Voltará
terça-feira, 19 de maio de 2009
Palestras sobre Música em Vídeo
A seguir são disponibilizadas algumas palestras em vídeo, no assunto-foco "Música Sacra e Adoração". Convidamos todos a assistirem e compartilhar este material. As palestras são disponibilizadas diretamente a partir do "Google Vídeo".
A Linguagem da Música - Dr. Frank Garlock
Estas palestras estão em Espanhol, mas falado de forma clara, não muito rápida, o que permite uma boa compreensão por parte do público em geral.
01) - El Dios de la Música
02) - El Mensaje de la Música
03) - El Sonido de la Música
04) - El Evangelio de la Música
05) - Los Efectos de la música
06) - El Concepto de la Música
Música na Balança - Pr. Tim Barrett
Palestras em Português
01) - Introdução
02) - Por Que Estudar Música na Igreja?
Outros materiais serão oportunamente disponibilizados.
Fonte - Música e Adoração
A Linguagem da Música - Dr. Frank Garlock
Estas palestras estão em Espanhol, mas falado de forma clara, não muito rápida, o que permite uma boa compreensão por parte do público em geral.
01) - El Dios de la Música
02) - El Mensaje de la Música
03) - El Sonido de la Música
04) - El Evangelio de la Música
05) - Los Efectos de la música
06) - El Concepto de la Música
Música na Balança - Pr. Tim Barrett
Palestras em Português
01) - Introdução
02) - Por Que Estudar Música na Igreja?
Outros materiais serão oportunamente disponibilizados.
Fonte - Música e Adoração
Sobre o Incontestável
Que a raiz cúbica de 27 é 3 o homem já sabe faz tempo. Hoje em dia isso já está mais do que provado, e não existem mais especulações acadêmicas que tentem provar que a assertiva é falsa, ou inconsistente. Quando um ponto se torna indiscutível e se verifica que ele é válido e infalível, os debates não visam mais ponderações sobre ele, uma vez que o caso está solucionado.. Em vez disso, concentram-se em facetas outras que são, ao meu ver, de duas naturezas distintas, cujas propriedades discutiremos a seguir. (É relevante destacar aqui que os parágrafos seguintes são de teor altamente cartesiano. Para aqueles que manifestam reações alérgicas a tal forma de abordagem, sugiro que pulem para as porções conclusórias.)
A primeira delas é a pesquisa em prol do desenvolvimento de novas idéias. Se assim for, um indivíduo engajado em tal empreitada, deve trabalhar para que através de seus esforços, possa acrescentar algo novo ou contestar algo antigo, o que já é um acréscimo em si. A segunda, e não menos importante, é a filosofia sobre o próprio ponto incontestável. Essa é a mais fiel serva da pesquisa e sem ela seria impossível problematizar questões emergentes (note-se, de emersão).
Tomando por base o pensamento acima, suponha-se uma instituição religiosa com doutrinas bem definidas e expressas, às quais seus adeptos têm pleno acesso. Essas doutrinas e dogmas são o resultado de um trabalho sério de uma divisão maior da instituição, sendo discutidas em reuniões específicas, que são organizadas quando há algum ponto de toque em determinado assunto ou um tema polêmico que poderia causar divergência. Isso acontece quando se pesquisa e se filosofa, o que acaba dotando um dogma de força, no caso de se conseguir reunir embasamento suficiente para o mesmo. Por fim, todas as resoluções são reunidas e expressas para que os membros da instituição, uma vez informados do que a faz parte de sua ideologia, possam fazer suas escolhas quanto a elas. Essa escolha deve ser feita da forma mais criteriosa possível por parte do indivíduo enquanto ser vinculado à instituição.
Pode-se concluir até aqui que: para determinado ponto doutrinário estabelecido pela instituição através de ponderação específica existe a possibilidade de pesquisa relacionada ao mesmo e reflexão filosófica. Ora, se a instituição religiosa Igreja Adventista do Sétimo Dia provê uma ideologia bem definida no tocante ao tema "Música Sacra", cujos caracteres supõe-se serem aceitos por seus membros, para essa situação existem duas possibilidades, a saber, pesquisa e filosofia. Se o tema incontestável e amplamente aceito é o conceito de que a música Sacra é uma música separada para o Criador do Universo, devemos filosofar sobre ele, sobre como realmente Deus gostaria de que estivéssemos nos envolvendo com essa música. Podemos também pesquisar para que haja crescimento e essa doutrina se fortaleça e esteja munida de argumentos, o que só irá acontecer caso ela seja de fato consistente e correta. Deus dá conhecimento suficiente a seu povo, e somos nós os culpados se não há correta administração dele (Oséias 4:6).
Ultimamente tenho visto várias discussões sobre como deveria ser a música na igreja, sendo que a própria já tem resoluções cujo conteúdo nos provê informação suficiente. Pessoas têm criticando este ou aquele palestrante, muitas vezes se perdendo em seus próprios argumentos e acabando por apenas mostrar seus conhecimentos sobre o tema, enquanto seus esforços deveriam ser direcionados para a pesquisa diligente e filosofia (de preferência visando edificação, se vêm da parte dos próprios membros). No lugar de criticarmos a outros que estão fazendo o trabalho de Deus, devemos nos concentrar em pesquisar e filosofar sobre o que significa a música separada para Ele, e como podemos oferecê-la.
Que a música de Deus deve ser separada, isso já sabemos; tanto quanto que a raiz cúbica de 27 é 3. Resta-nos ponderar sobre o caráter dessa música.
Eduardo Solá (Basse-Fondamentale)
Fonte - Música e Adoração
A primeira delas é a pesquisa em prol do desenvolvimento de novas idéias. Se assim for, um indivíduo engajado em tal empreitada, deve trabalhar para que através de seus esforços, possa acrescentar algo novo ou contestar algo antigo, o que já é um acréscimo em si. A segunda, e não menos importante, é a filosofia sobre o próprio ponto incontestável. Essa é a mais fiel serva da pesquisa e sem ela seria impossível problematizar questões emergentes (note-se, de emersão).
Tomando por base o pensamento acima, suponha-se uma instituição religiosa com doutrinas bem definidas e expressas, às quais seus adeptos têm pleno acesso. Essas doutrinas e dogmas são o resultado de um trabalho sério de uma divisão maior da instituição, sendo discutidas em reuniões específicas, que são organizadas quando há algum ponto de toque em determinado assunto ou um tema polêmico que poderia causar divergência. Isso acontece quando se pesquisa e se filosofa, o que acaba dotando um dogma de força, no caso de se conseguir reunir embasamento suficiente para o mesmo. Por fim, todas as resoluções são reunidas e expressas para que os membros da instituição, uma vez informados do que a faz parte de sua ideologia, possam fazer suas escolhas quanto a elas. Essa escolha deve ser feita da forma mais criteriosa possível por parte do indivíduo enquanto ser vinculado à instituição.
Pode-se concluir até aqui que: para determinado ponto doutrinário estabelecido pela instituição através de ponderação específica existe a possibilidade de pesquisa relacionada ao mesmo e reflexão filosófica. Ora, se a instituição religiosa Igreja Adventista do Sétimo Dia provê uma ideologia bem definida no tocante ao tema "Música Sacra", cujos caracteres supõe-se serem aceitos por seus membros, para essa situação existem duas possibilidades, a saber, pesquisa e filosofia. Se o tema incontestável e amplamente aceito é o conceito de que a música Sacra é uma música separada para o Criador do Universo, devemos filosofar sobre ele, sobre como realmente Deus gostaria de que estivéssemos nos envolvendo com essa música. Podemos também pesquisar para que haja crescimento e essa doutrina se fortaleça e esteja munida de argumentos, o que só irá acontecer caso ela seja de fato consistente e correta. Deus dá conhecimento suficiente a seu povo, e somos nós os culpados se não há correta administração dele (Oséias 4:6).
Ultimamente tenho visto várias discussões sobre como deveria ser a música na igreja, sendo que a própria já tem resoluções cujo conteúdo nos provê informação suficiente. Pessoas têm criticando este ou aquele palestrante, muitas vezes se perdendo em seus próprios argumentos e acabando por apenas mostrar seus conhecimentos sobre o tema, enquanto seus esforços deveriam ser direcionados para a pesquisa diligente e filosofia (de preferência visando edificação, se vêm da parte dos próprios membros). No lugar de criticarmos a outros que estão fazendo o trabalho de Deus, devemos nos concentrar em pesquisar e filosofar sobre o que significa a música separada para Ele, e como podemos oferecê-la.
Que a música de Deus deve ser separada, isso já sabemos; tanto quanto que a raiz cúbica de 27 é 3. Resta-nos ponderar sobre o caráter dessa música.
Eduardo Solá (Basse-Fondamentale)
Fonte - Música e Adoração
Não Fanático, Mas Radical!
Depois de um ser humano ser convertido à fé cristã, ele é compelido a fazer uma mudança significativa em todos os aspectos de sua vida. Cristo se torna seu modelo para todas as áreas existentes. Se, então, passarmos a analisar esse modelo a que uma pessoa se filia quando adere a tal crença, entendemos que a proximidade com ele traz mais perfeição doutrinária e gera vontade de se parecer mais e mais com ele. Ou, pelo menos, deveria gerar. A vida com Cristo faz-nos sentir quão errantes somos e quantas coisas temos para mudar a cada dia.
Se o parágrafo último é verdadeiro, devemos concordar que ser igual a Cristo significa 100% de semelhança. E, se Ele é o modelo de perfeição absoluta, dever ser 100% perfeito, o que é fato. Qualquer outra porcentagem, como 99% ou 85%, não significa ser igual a Ele. O mundo é exatamente o oposto de Cristo (0%). Especialmente o mundo dos nossos dias. Este é cético, egoísta, promíscuo, hipócrita e falso. Se Cristo foi tão diferente do usual (normal, comum) e tão especial enquanto esteve na terra, quão mais distinto seria se tivesse vindo hoje. Do que as pessoas o chamariam? Radical!
Uma pessoa é radical quando adere completamente a uma crença. Quando não há nada que possa impedi-la de realizar algo em prol dela. Jesus era completamente comprometido com a vontade do Pai, não importava o que acontecesse (até mesmo ao ponto de morrer). E qualquer um que pretende tal comprometimento a qualquer tempo irá igualmente ser taxado de radical. De acordo com o dicionário essa palavra também significa "drástico" e "extremo".
Muitos de nós entendem mal o conceito de radicalismo e tendem a compará-lo a fanatismo. Muitas vezes o termo aparece associado a grupos culturais que agem de forma bárbara para com o semelhante, sendo desnecessário nomeá-los, enquanto o termo que se encaixa melhor seria fanatismo. Este último sim, significa zelo excessivo por alguma crença. Note-se que excesso denota uma administração abusiva e prejudicial que, no lugar de comunicar piedade, leva uma pessoa à destruição do próprio eu e daqueles ao seu redor, quer fisicamente ou mentalmente (sem mencionar espiritualmente, o que já está implícito).
Jesus não era fanático. E Ele não deseja que o sejamos. Tudo o que Ele pede é que sejamos inteiramente comprometidos com Deus, como Ele próprio sempre foi, tanto no Céu como enquanto viveu em nosso meio. Quanto mais próximos estivermos de Sua perfeição de caráter, tanto mais perfeitos seremos. Uma vez que visemos o caráter 100% perfeito de nosso Redentor, não haverá possibilidade de mirar um padrão mais baixo. E todos os aspectos de nossas vidas deverão se transformar de acordo com esse modelo.
Mais uma vez insisto no nosso dito assunto principal: música. Se todas as áreas de nossa vida devem sofrer mudança, nossa forma de adorar o Criador também deve, significando aqui: de louvá-lo através da música como parte crucial da adoração. Infelizmente a música dentro da igreja tem estado em profunda conexão com aquela de fora dela, não somente em questão de estilo mas também em assuntos puramente musicais. Devemos ter em mente a depravação com que a música do mundo tem estado em contato por tantos séculos após a queda do homem, e quanto o inimigo deseja que ela seja deplorada, até mesmo à destruição daqueles que a ouvem. Isso não é segredo. A esse tipo de música que tem sido produzida no mundo falta divindade e um elevado propósito, conseqüentemente possuindo um score de 0% de perfeição em nosso ranking. Logicamente, eu entendo, quanto mais distantes desta última a música na igreja estiver, e quanto mais próxima do caráter de Cristo, mais perfeita ela se desenvolverá. Se a música para Deus tem características e comum com a música do mundo com jazz e rock, que são estilos etimologicamente pagãos e não buscam o louvor ao Criador (muito pelo contrário), ela perde força quando empregada para fins divinos.
Suponha que a música do Céu atinge 100% de perfeição, quanto a música da igreja de nossos dias atingiria?
"Aquele que diz estar nEle, também deve andar como Ele andou" I João 2:6 Veja também I João 2:28-3:9.
Eduardo Solá (Basse-Fondamentale)
Fonte - Música & Adoração
Se o parágrafo último é verdadeiro, devemos concordar que ser igual a Cristo significa 100% de semelhança. E, se Ele é o modelo de perfeição absoluta, dever ser 100% perfeito, o que é fato. Qualquer outra porcentagem, como 99% ou 85%, não significa ser igual a Ele. O mundo é exatamente o oposto de Cristo (0%). Especialmente o mundo dos nossos dias. Este é cético, egoísta, promíscuo, hipócrita e falso. Se Cristo foi tão diferente do usual (normal, comum) e tão especial enquanto esteve na terra, quão mais distinto seria se tivesse vindo hoje. Do que as pessoas o chamariam? Radical!
Uma pessoa é radical quando adere completamente a uma crença. Quando não há nada que possa impedi-la de realizar algo em prol dela. Jesus era completamente comprometido com a vontade do Pai, não importava o que acontecesse (até mesmo ao ponto de morrer). E qualquer um que pretende tal comprometimento a qualquer tempo irá igualmente ser taxado de radical. De acordo com o dicionário essa palavra também significa "drástico" e "extremo".
Muitos de nós entendem mal o conceito de radicalismo e tendem a compará-lo a fanatismo. Muitas vezes o termo aparece associado a grupos culturais que agem de forma bárbara para com o semelhante, sendo desnecessário nomeá-los, enquanto o termo que se encaixa melhor seria fanatismo. Este último sim, significa zelo excessivo por alguma crença. Note-se que excesso denota uma administração abusiva e prejudicial que, no lugar de comunicar piedade, leva uma pessoa à destruição do próprio eu e daqueles ao seu redor, quer fisicamente ou mentalmente (sem mencionar espiritualmente, o que já está implícito).
Jesus não era fanático. E Ele não deseja que o sejamos. Tudo o que Ele pede é que sejamos inteiramente comprometidos com Deus, como Ele próprio sempre foi, tanto no Céu como enquanto viveu em nosso meio. Quanto mais próximos estivermos de Sua perfeição de caráter, tanto mais perfeitos seremos. Uma vez que visemos o caráter 100% perfeito de nosso Redentor, não haverá possibilidade de mirar um padrão mais baixo. E todos os aspectos de nossas vidas deverão se transformar de acordo com esse modelo.
Mais uma vez insisto no nosso dito assunto principal: música. Se todas as áreas de nossa vida devem sofrer mudança, nossa forma de adorar o Criador também deve, significando aqui: de louvá-lo através da música como parte crucial da adoração. Infelizmente a música dentro da igreja tem estado em profunda conexão com aquela de fora dela, não somente em questão de estilo mas também em assuntos puramente musicais. Devemos ter em mente a depravação com que a música do mundo tem estado em contato por tantos séculos após a queda do homem, e quanto o inimigo deseja que ela seja deplorada, até mesmo à destruição daqueles que a ouvem. Isso não é segredo. A esse tipo de música que tem sido produzida no mundo falta divindade e um elevado propósito, conseqüentemente possuindo um score de 0% de perfeição em nosso ranking. Logicamente, eu entendo, quanto mais distantes desta última a música na igreja estiver, e quanto mais próxima do caráter de Cristo, mais perfeita ela se desenvolverá. Se a música para Deus tem características e comum com a música do mundo com jazz e rock, que são estilos etimologicamente pagãos e não buscam o louvor ao Criador (muito pelo contrário), ela perde força quando empregada para fins divinos.
Suponha que a música do Céu atinge 100% de perfeição, quanto a música da igreja de nossos dias atingiria?
"Aquele que diz estar nEle, também deve andar como Ele andou" I João 2:6 Veja também I João 2:28-3:9.
Eduardo Solá (Basse-Fondamentale)
Fonte - Música & Adoração
Países que atrapalharem acordo global sobre o clima correm risco de isolamento
O alerta foi feito pelo ministro do Meio Ambiente britânico, Ed Milliband. Ele acredita que o isolamento internacional seria resultado dos compromissos assumidos por Barack Obama em prol do meio ambiente.
Tais compromissos estariam aumentando significativamente as perspectivas de se chegar a um acordo global na conferência sobre o clima da ONU, que será realizada em dezembro, em Copenhague.
Em sua campanha, Barack Obama se comprometeu a criar "empregos verdes" e a buscar um acordo global de combate às alterações climáticas. O ex-presidente George Bush rejeitou o protocolo de Kyoto, argumentando que prejudicaria os interesses comerciais dos EUA.
Fonte - Opinião e Notícia
Nota DDP: Os eventuais contornos fáticos da profecia e os instrumentos para que os mesmos seja operacionalizados parecem se estabelecer de forma cada vez mais clara.
Apocalipse 13:17
para que ninguém possa comprar ou vender, senão aquele que tem a marca, o nome da besta ou o número do seu nome.
Veja ainda "EUA e China já negociam novo tratado climático".
Tais compromissos estariam aumentando significativamente as perspectivas de se chegar a um acordo global na conferência sobre o clima da ONU, que será realizada em dezembro, em Copenhague.
Em sua campanha, Barack Obama se comprometeu a criar "empregos verdes" e a buscar um acordo global de combate às alterações climáticas. O ex-presidente George Bush rejeitou o protocolo de Kyoto, argumentando que prejudicaria os interesses comerciais dos EUA.
Fonte - Opinião e Notícia
Nota DDP: Os eventuais contornos fáticos da profecia e os instrumentos para que os mesmos seja operacionalizados parecem se estabelecer de forma cada vez mais clara.
Apocalipse 13:17
para que ninguém possa comprar ou vender, senão aquele que tem a marca, o nome da besta ou o número do seu nome.
Veja ainda "EUA e China já negociam novo tratado climático".
Gripe suína pode ter atingido 100 mil nos EUA, diz centro do governo
O vírus da gripe suína (A H1N1) chegou a 48 Estados americanos e está levando à internação de um número preocupante de jovens e atingindo mais escolas do que o comum para a gripe sazonal (comum) no fim da primavera no hemisfério norte, disseram autoridades de saúde dos Estados Unidos nesta segunda-feira. A doença pode ter atingido 100 mil pessoas no país, e os casos confirmados são apenas "a ponta do iceberg", disse em uma entrevista Anne Schuchat, especialista do CDC (Centro de Controle de Doenças), órgão responsável pela análise das doenças infecciosas nos EUA.
Fonte - Folha
Nota DDP: É interessante que se conferiu muito mais alarde quando se tratava de duas centenas de casos em apenas um país, do que agora que já se admite milhares em dezenas de países, sem se possuir ainda qualquer parâmetro sobre as possibilidades derivadas deste quadro.
Veja ainda "Organização Mundial da Saúde confirma mil casos da nova gripe em 24 horas"
Fonte - Folha
Nota DDP: É interessante que se conferiu muito mais alarde quando se tratava de duas centenas de casos em apenas um país, do que agora que já se admite milhares em dezenas de países, sem se possuir ainda qualquer parâmetro sobre as possibilidades derivadas deste quadro.
Veja ainda "Organização Mundial da Saúde confirma mil casos da nova gripe em 24 horas"
História da adoração - O mau uso do livre arbítrio
Capítulo 05
Ao criar Adão e Eva, DEUS os fez à Sua semelhança. Isto quer dizer que eles eram seres com capacidade de tomar decisões racionais. Uma decisão racional é a que considera informações para decidir e leva em conta as conseqüências. Seres racionais têm ciência dos porquês para tomar certas decisões e tem ciência dos efeitos delas.
Essa é uma condição para que esses seres sejam felizes. E como já estudamos em capítulos anteriores, DEUS cria seres a Sua semelhança para serem felizes junto com Ele.
Mas por que é necessário ser livre para ser feliz? Isso é bem simples. Se você for uma mulher, imagine o seu parceiro, se for um homem, imagine a sua parceira. Então cada um tem seu cônjuge para imaginar. Pense que esse cônjuge está programado para sempre fazer o bem a você e nunca lhe magoar. Mesmo que você fosse livre, poderia haver amor com alguém assim? Essa seria uma pessoa que amaria você porque tem um programa para essa finalidade, mas não porque ela mesma decide assim.
Agora imagine duas pessoas programadas, para uma amar a outra. Elas se amam sem a menor possibilidade de terem outra escolha. Podem até se amar, mas será um amor, digamos, forçado, mecânico, imposto por um terceiro. Na verdade isso não é amor autêntico.
E eles poderão ser felizes? Absolutamente não porque não conseguem decidir amar um ao outro, embora se amem. Veja bem, não há decisão de amar, amam-se porque assim foi determinado. E, portanto, não podem ser felizes, porque a única opção que eles tem é um fazer o outro feliz.
E como é isso quando os seres são livres? Em primeiro lugar, cada um decide se vai amar ou não a outra pessoa. Então, por sua iniciativa e vontade própria, decide fazer uma quantidade de coisas para deixar a outra pessoa feliz. A outra pessoa sente que isso vem do coração, da vontade, e isso se chama correspondência. O amor de um e de outro é correspondido por livre vontade. Isso é autêntico, assim nos sentimos valorizados. O seu cônjuge te ama porque assim decide, e torna a decidir todos os dias. Entre outras opções essa pessoa sempre decide por você, e é isso que nos faz felizes: alguém que nos escolheu continua decidindo manter essa escolha. Ela continua dia-a-dia nos valorizando, e assim nos sentimos bem.
Sendo assim, DEUS não possuía outra escolha senão criar os seres a Sua semelhança livres. Isto significa que deveriam ter opções em tudo com que se defrontassem na vida. Um homem, assim como uma mulher, por exemplo, podem escolher alguém para se casar. São livres para isso. Podem depois deixar a pessoa escolhida e ir embora. São livres para isso. DEUS disse que não nos deveríamos separar, pois o comprometimento é essencial para a felicidade, pelos mesmos argumentos acima. Mas, se assim desejarem, sabem que existirão efeitos, e se separam, e ninguém o impedirá.
E a principal escolha, qual é? O ser humano, criado por DEUS, pertence a DEUS, mesmo assim, tem a liberdade de escolher, se desejar, seguir a outro senhor. Esse outro pode ser uma estátua, algum astro, outra pessoa ou até ela mesma. Saiba, no entanto que fazendo isso, morrerá, pois se desliga por vontade própria da única fonte de vida que existe. Saiba também que vai sofrer, pois se desliga da única fonte de felicidade.
Adão e Eva foram criados livres. Seus descendentes seriam também livres. Mas Adão e Eva um dia desses não souberam fazer uma escolha inteligente. Decidiram dar ouvidos a Lúcifer, que estava a procura de adeptos para o adorar. Esse ser queria ser deus, embora não tivesse as condições. Então foi que Adão e Eva se desligaram de seu Criador, e obtiveram a condição de mortais, assim como todos os seus descendentes.
Fonte - Cristo Voltará
Ao criar Adão e Eva, DEUS os fez à Sua semelhança. Isto quer dizer que eles eram seres com capacidade de tomar decisões racionais. Uma decisão racional é a que considera informações para decidir e leva em conta as conseqüências. Seres racionais têm ciência dos porquês para tomar certas decisões e tem ciência dos efeitos delas.
Essa é uma condição para que esses seres sejam felizes. E como já estudamos em capítulos anteriores, DEUS cria seres a Sua semelhança para serem felizes junto com Ele.
Mas por que é necessário ser livre para ser feliz? Isso é bem simples. Se você for uma mulher, imagine o seu parceiro, se for um homem, imagine a sua parceira. Então cada um tem seu cônjuge para imaginar. Pense que esse cônjuge está programado para sempre fazer o bem a você e nunca lhe magoar. Mesmo que você fosse livre, poderia haver amor com alguém assim? Essa seria uma pessoa que amaria você porque tem um programa para essa finalidade, mas não porque ela mesma decide assim.
Agora imagine duas pessoas programadas, para uma amar a outra. Elas se amam sem a menor possibilidade de terem outra escolha. Podem até se amar, mas será um amor, digamos, forçado, mecânico, imposto por um terceiro. Na verdade isso não é amor autêntico.
E eles poderão ser felizes? Absolutamente não porque não conseguem decidir amar um ao outro, embora se amem. Veja bem, não há decisão de amar, amam-se porque assim foi determinado. E, portanto, não podem ser felizes, porque a única opção que eles tem é um fazer o outro feliz.
E como é isso quando os seres são livres? Em primeiro lugar, cada um decide se vai amar ou não a outra pessoa. Então, por sua iniciativa e vontade própria, decide fazer uma quantidade de coisas para deixar a outra pessoa feliz. A outra pessoa sente que isso vem do coração, da vontade, e isso se chama correspondência. O amor de um e de outro é correspondido por livre vontade. Isso é autêntico, assim nos sentimos valorizados. O seu cônjuge te ama porque assim decide, e torna a decidir todos os dias. Entre outras opções essa pessoa sempre decide por você, e é isso que nos faz felizes: alguém que nos escolheu continua decidindo manter essa escolha. Ela continua dia-a-dia nos valorizando, e assim nos sentimos bem.
Sendo assim, DEUS não possuía outra escolha senão criar os seres a Sua semelhança livres. Isto significa que deveriam ter opções em tudo com que se defrontassem na vida. Um homem, assim como uma mulher, por exemplo, podem escolher alguém para se casar. São livres para isso. Podem depois deixar a pessoa escolhida e ir embora. São livres para isso. DEUS disse que não nos deveríamos separar, pois o comprometimento é essencial para a felicidade, pelos mesmos argumentos acima. Mas, se assim desejarem, sabem que existirão efeitos, e se separam, e ninguém o impedirá.
E a principal escolha, qual é? O ser humano, criado por DEUS, pertence a DEUS, mesmo assim, tem a liberdade de escolher, se desejar, seguir a outro senhor. Esse outro pode ser uma estátua, algum astro, outra pessoa ou até ela mesma. Saiba, no entanto que fazendo isso, morrerá, pois se desliga por vontade própria da única fonte de vida que existe. Saiba também que vai sofrer, pois se desliga da única fonte de felicidade.
Adão e Eva foram criados livres. Seus descendentes seriam também livres. Mas Adão e Eva um dia desses não souberam fazer uma escolha inteligente. Decidiram dar ouvidos a Lúcifer, que estava a procura de adeptos para o adorar. Esse ser queria ser deus, embora não tivesse as condições. Então foi que Adão e Eva se desligaram de seu Criador, e obtiveram a condição de mortais, assim como todos os seus descendentes.
Fonte - Cristo Voltará
Ignorando a Deus
(Adapatado a partir do texto de Marvin Williams) "Pois desde a criação do mundo os atributos de Deus, seu eterno poder e sua natureza divina, têm sido vistos claramente" (Rom. 1:20)
Conta-se a história de um homem que vestia jeans, camiseta e boné de beisebol, junto a um muro, ao lado de um latão de lixo numa estação de metrô em Washington. Naquela espaço, ele tocou seu violino por quase uma hora, entoou seis peças clássicas enquanto quase mil e cem pessoas passaram por lá, sendo que todas elas o ignoraram.
O interessane, é que todas aquelas pessoas sequer faziam idéia que aquele homem simples, naquele lugar público, era um dos músicos clássicos mais talentosos do mundo - Joshua Bell.
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Veja também a seção de "Informações Bíblicas".
segunda-feira, 18 de maio de 2009
Papa conseguiu fazer a paz ressoar na Terra Santa (Vaticano)
O Pe. Federico Lombardi, director da Sala de Imprensa da Santa Sé, considera que Bento XVI cumpriu a missão que se tinha proposto na Terra Santa: fazer que a paz ressoassee nos diferentes âmbitos religiosos, sociais e políticos.
“Nesta última viagem, o Papa falou muito de paz, como tinha prometido: trinta discursos, uma só mensagem, que ele repete sem cessar, neste único tema, com inúmeras variações - paz entre israelitas e palestinos; paz entre judeus, muçulmanos e cristãos; paz na Igreja, entre as confissões e ritos; paz na sociedade e na família; paz entre Deus, o homem e as criaturas; paz nos corações, no Oriente Médio, no mundo... Paz, paz, paz”, refere o Pe. Lombardi.
“Ele falou muito, mas também escutou, pelo menos o mesmo ou muito mais”, continua, ao fazer um balanço para o «Octava Dies», semanário do Centro Televisivo Vaticano, desta visita que, de 8 a 15 de Maio, levou o Papa à Jordânia, Israel e territórios palestinos.
Segundo o Pe. Lombardi, Bento XVI “realizou uma peregrinação aos lugares, mas, antes ainda, aos corações”.
“Não só visitou os lugares mais santos do cristianismo, mas também os do judaísmo e do Islão: Yad Vashem, o Muro das Lamentações, a Cúpula da Rocha. Ele assumiu os sentimentos de todos os peregrinos das três religiões às quais pede acesso aos lugares santos”, precisa.
Para o porta-voz do Vaticano, Bento XVI é “um Papa cristão, mas um Papa para todos, acima das divisões. Um exemplo a ser seguido”.
Fonte - Ecclesia
Nota DDP: Como já demonstrado aqui, a manifestação do porta-voz do Vaticano não é isolada neste assunto. E ao se falar sobre paz e liberdade, importante é considerar-se outros aspectos, como aventado em "Hoje liberdade, amanhã...".
Outra percepção interessante sobre o mesmo quadro emerge desta análise do Le Mond:
Bento 16, um papa político no Oriente Médio
Três destinos sensíveis, quatro assuntos de peso. Durante uma semana e quase trinta discursos na Jordânia, em Israel e nos territórios palestinos ocupados, o papa Bento 16 tinha pelo menos sete boas razões para tropeçar. Não chegou nem perto. Bento 16 dominou de forma geral os aspectos geopolíticos da região, ainda que, ao longo da viagem que terminou na sexta-feira (15), ele não tenha conseguido evitar todos os obstáculos previsíveis em um contexto em que a religião tem parte com a política. Sem deixar de lado sua rigidez e seu registro de teólogo, o papa falou de política e se transformou em defensor do diálogo entre as religiões e as culturas.
...
O diálogo entre islâmicos e cristãos, que se tornou uma grande aposta do pontificado desde a controvérsia suscitada pelo discurso do papa em Regensburgo (Baviera) - no qual os muçulmanos haviam entendido uma crítica ao Islã -, esteve no cerne da etapa jordaniana e da passagem por Jerusalém. Apesar das tentativas de recuperação política por parte de dirigentes muçulmanos, foram dados passos importantes. Só a visita ao Domo da Rocha, na Esplanada das Mesquitas, em Jerusalém, constitui um sinal significativo da confiança entre uma parte das elites muçulmanas e o Vaticano.
O balanço é menos positivo para as relações entre judeus e cristãos e para a imagem do papa na sociedade israelense.
...
Na essência, o papa quis chamar a atenção mais para os "valores comuns" às três religiões do que para as diferenças.
...
Mas é na questão entre israelenses e palestinos que esse papa, normalmente tão pouco político, surpreendeu.
...
Ainda que a palavra papal não tenha o peso da de um Barack Obama, essa esperança continuará sendo uma das frases-chave de sua viagem. (...) (24 Horas News)
Saliento ainda duas percepções: A de que o Vaticano se afigura como um líder na composição dos segmentos religiosos no mundo com vistas à paz e, o estreitamento de relações com o Islão, muito embora como também já visto, a visita tenha se demonstrado importante junto aos judeus.
Não se deve perder de vista ainda esta última parte, em que se avalia o "peso" da palavra do papa em relação à do presidente americano, que também tem interesses declarados no Oriente Médio.
Eles (EUA x Roma) estarão falando a mesma "língua" dentre em breve.
“Nesta última viagem, o Papa falou muito de paz, como tinha prometido: trinta discursos, uma só mensagem, que ele repete sem cessar, neste único tema, com inúmeras variações - paz entre israelitas e palestinos; paz entre judeus, muçulmanos e cristãos; paz na Igreja, entre as confissões e ritos; paz na sociedade e na família; paz entre Deus, o homem e as criaturas; paz nos corações, no Oriente Médio, no mundo... Paz, paz, paz”, refere o Pe. Lombardi.
“Ele falou muito, mas também escutou, pelo menos o mesmo ou muito mais”, continua, ao fazer um balanço para o «Octava Dies», semanário do Centro Televisivo Vaticano, desta visita que, de 8 a 15 de Maio, levou o Papa à Jordânia, Israel e territórios palestinos.
Segundo o Pe. Lombardi, Bento XVI “realizou uma peregrinação aos lugares, mas, antes ainda, aos corações”.
“Não só visitou os lugares mais santos do cristianismo, mas também os do judaísmo e do Islão: Yad Vashem, o Muro das Lamentações, a Cúpula da Rocha. Ele assumiu os sentimentos de todos os peregrinos das três religiões às quais pede acesso aos lugares santos”, precisa.
Para o porta-voz do Vaticano, Bento XVI é “um Papa cristão, mas um Papa para todos, acima das divisões. Um exemplo a ser seguido”.
Fonte - Ecclesia
Nota DDP: Como já demonstrado aqui, a manifestação do porta-voz do Vaticano não é isolada neste assunto. E ao se falar sobre paz e liberdade, importante é considerar-se outros aspectos, como aventado em "Hoje liberdade, amanhã...".
Outra percepção interessante sobre o mesmo quadro emerge desta análise do Le Mond:
Bento 16, um papa político no Oriente Médio
Três destinos sensíveis, quatro assuntos de peso. Durante uma semana e quase trinta discursos na Jordânia, em Israel e nos territórios palestinos ocupados, o papa Bento 16 tinha pelo menos sete boas razões para tropeçar. Não chegou nem perto. Bento 16 dominou de forma geral os aspectos geopolíticos da região, ainda que, ao longo da viagem que terminou na sexta-feira (15), ele não tenha conseguido evitar todos os obstáculos previsíveis em um contexto em que a religião tem parte com a política. Sem deixar de lado sua rigidez e seu registro de teólogo, o papa falou de política e se transformou em defensor do diálogo entre as religiões e as culturas.
...
O diálogo entre islâmicos e cristãos, que se tornou uma grande aposta do pontificado desde a controvérsia suscitada pelo discurso do papa em Regensburgo (Baviera) - no qual os muçulmanos haviam entendido uma crítica ao Islã -, esteve no cerne da etapa jordaniana e da passagem por Jerusalém. Apesar das tentativas de recuperação política por parte de dirigentes muçulmanos, foram dados passos importantes. Só a visita ao Domo da Rocha, na Esplanada das Mesquitas, em Jerusalém, constitui um sinal significativo da confiança entre uma parte das elites muçulmanas e o Vaticano.
O balanço é menos positivo para as relações entre judeus e cristãos e para a imagem do papa na sociedade israelense.
...
Na essência, o papa quis chamar a atenção mais para os "valores comuns" às três religiões do que para as diferenças.
...
Mas é na questão entre israelenses e palestinos que esse papa, normalmente tão pouco político, surpreendeu.
...
Ainda que a palavra papal não tenha o peso da de um Barack Obama, essa esperança continuará sendo uma das frases-chave de sua viagem. (...) (24 Horas News)
Saliento ainda duas percepções: A de que o Vaticano se afigura como um líder na composição dos segmentos religiosos no mundo com vistas à paz e, o estreitamento de relações com o Islão, muito embora como também já visto, a visita tenha se demonstrado importante junto aos judeus.
Não se deve perder de vista ainda esta última parte, em que se avalia o "peso" da palavra do papa em relação à do presidente americano, que também tem interesses declarados no Oriente Médio.
Eles (EUA x Roma) estarão falando a mesma "língua" dentre em breve.
A megadecibelização do louvor
Quando no livro de Amós se lê que Deus pede para que "se afaste dEle o barulho dos instrumentos de louvor" deve-se entender que Ele não está dizendo que se pare de tocar qualquer instrumento musical que seja. O problema, na verdade, é o falso espírito de louvor de um povo que O louva com seus lábios mas O desonra em seus corações, o faz da música apenas um ruído desagradável. Vê-se um Deus menos preocupado com o estilo musical e mais atento ao estilo de vida do adorador.Porém, se alguém disser que os versos de Amós se referem ao atual volume das bandas de louvor estará exegeticamente errado, mas auditivamente correto. A intensidade exagerada das vozes e instrumentos se deve primordialmente à má direção musical - onde está o equilíbrio entre os instrumentos e as vozes dos cantores do grupo e da congregação? Submersa pelos decibéis empolgados da banda, a congregação acaba assistindo a um concerto. Essa megadecibelização do louvor contribui para uma inversão de papéis.
Com humor e muita pertinência, John G. Stackhouse Jr., professor de Teologia e Cultura no Regent College em Vancouver, Canadá, faz algumas observações a respeito da intensidade do volume dos grupos de louvor das igrejas:
" (...) Eu estava num acampamento cristão, há não muito tempo, onde nos reunimos para cantar ao redor de uma fogueira. Apareceram guitarras, mas, um pouco antes que eu pudesse ficar nostálgico e sugerisse que cantássemos “Pass it on”, apareceu o pedestal de um microfone também. Aparentemente três guitarras para quatro pessoas não eram suficientes. Não, elas tinham que ser amplificadas.
"Eu não tenho 110 anos de idade, amigos. Eu cresci nos anos 70 com montes de amplificadores Marshall e bandas barulhentas de heavy metal o suficiente para competir com boeings 747 e ganhar. Tenho tocado em bandas de louvor por mais de 30 anos e muitas músicas passaram pelo meu teclado Roland ou baixo Fender ou guitarra Godin. Além disso, sou um homem de meia idade e minha audição está propensa a ir falhando. Mas, ainda acho o som de quase todas as bandas em quase todas as igrejas que visito muito alto - não apenas um pouco alto, mas desconfortável, e mesmo dolorosamente, alto.
"Então, aqui estão cinco razões para que cada um diminua o som um ponto – ou talvez três ou quatro.
"Primeiro, eu sei que dizer isso significa quebrar as regras dos músicos – do mesmo modo que os mágicos nunca devem revelar um segredo – mas aumentar o volume é um truque barato para aumentar a energia do ambiente. A comédia This is Spinal Tap nos mostrou todos os absurdos truques de som utilizados para compensar a falta de talento. (Os botões das guitarras dos componentes de bandas foram modificados para ir até 11.) Não compensa aumentar a amperagem da mediocridade para transformá-la em MEDIOCRIDADE.
"Segundo, quando vocês não são muito afinados – e vamos encarar isso, a maioria dos cantores e instrumentistas não está próxima de um tom perfeito – aumentá-lo só faz prejudicar mais. Se eu ouço um “cantor afinado” tendo problemas em decidir se atinge a terça maior ou menor e ao invés disso ele chega a um meio termo com um volume alto, eu sinto como se a minha cabeça fosse rachar.
"Terceiro, as caixas de som, usadas na maioria das igrejas com o sistema PA, não devem colocar muita força nos pianos, baixos e baterias. Assim nós estaremos sendo triturados com um som desagradável e estrepitante – o que não induz à adoração.
"Quarto, considerem que vocês podem estar excluindo as pessoas mais velhas que, em sua maioria, não gosta do volume do Guns N´ Roses na igreja. E se vocês desconfiarem que os mais velhos estejam encantados por trás de seus sorrisos fechados, perguntem a eles. Eu desafio vocês.
"Quinto, deixe-me falar um pouco da história da igreja e de teologia pra vocês. Nos tempos em que a música se desenvolveu na Palestina no século XVI, tornou-se muito requintada e adornada para cantores comuns. Então os cristãos iam à igreja para ouvir um padre e um coral.
"(...) O problema hoje, certamente, é a raridade de músicas elaboradas. Nós poderíamos utilizar um pouco mais de arte, na verdade, do que normalmente conseguimos, com a simplicidade e formatos musicais repetitivos de muitas músicas de adoração contemporâneas.
"Não, o contraste com a Reforma é a insistência dos dias modernos de que as pessoas sejam o centro das atenções. Nós fazemos isso ao permitir que uma banda com seis membros faça mais barulho do que uma congregação lotada. Mas o culto na igreja não é um concerto no qual o público canta com os cantores principais. Musicistas – cada um deles, incluindo os cantores - acompanham o louvor da congregação. Eles deveriam estar misturados ao som o suficiente apenas para fazer a sua parte, conduzindo e apoiando a congregação (...)".
Ilustração e trechos do texto de Stackhouse Jr na Christianity Today International traduzido por Ana Maria Neves para o site Cristianismo Hoje.
Fonte - Nota de Pauta
Nota DDP: Texto oportunamente indicado pelo irmão Joêzer, em função do post "Dança na adoração à luz da Bíblia".
A verdade é relativa?
Protágoras: "A verdade é relativa. É somente uma questão de opinião."Sócrates: "Você quer dizer que a verdade é mera opinião subjetiva?"
Protágoras: "Exatamente. O que é verdade para você, é verdade para você, e o que é verdade para mim, é verdade para mim. A verdade é subjetiva."
Sócrates: "Você quer dizer realmente isso? Que minha opinião é verdadeira em virtude de ser minha opinião?"
Protágoras: "Sem dúvida!"
Sócrates: "Minha opinião é: a verdade é absoluta, não opinião, e que você, Sr. Protágoras, está absolutamente em erro. Visto que é minha opinião, então você deve conceder que ela é verdadeira segundo a sua filosofia."
Protágoras: "Você está absolutamente correto, Sócrates."
A filosofia por trás do Pós-Modernismo não é nova. Sócrates já havia demonstrado a inconsistência lógica do relativismo há mais de 2.400 anos.
Salomão, certa vez, disse: "Não há nada novo debaixo do sol" (Ec 1:9)
Sofismas que previamente existiram ressurgem em nossos dias com nova roupagem semântica; não há nada de novo, somente coisas velhas acontecendo a pessoas novas.
(O Mito da Evolução)
Fonte - Michelson Borges
Nota DDP: O interessante é que para alguns a verdade é relativa/subjetiva apenas em conexão à sua própria pessoa...
O controle da internet
Em sua passagem pelo Oriente Médio, BXVI de forma a princípio e talvez pouco inserida no veio de sua "peregrinação", tratou da internet no âmbito tanto de agregar, como de dividir os povos. Tal declaração apareceu concomitantemente à discussão nos EUA de uma nova lei sobre controle de informação na web.
Novos dados aparecem em matéria recente do Globo:
"Em função de sua possível violação da chamada Primeira Emenda da Constituição americana (que garante a liberdade de expressão), o "Megan Meier Cyberbullying Prevention Act" de Linda Sanchez, que caracteriza como crime punível com multa e até dois anos de prisão transmitir por meios eletrônicos "com a intenção de coagir, intimidar, assediar, ou causar estresse emocional substancial a uma pessoa (.) apoiar comportamento severo, repetido, e hostil," está sendo avaliado por especialistas como inconstitucional: Eugene Volokh, professor da Universidade da Califórnia em Los Angeles, e coordenador do blog "Volokh Conspiracy," diz que, se a lei passar no Congresso, deverá ser derrubada nas cortes."
Juridicamente falando, a expressão "causar estresse emocional substancial a uma pessoa" tem alcance quase ilimitado. Temos um projeto de lei muito parecido tramitando em nosso congresso, com termos congêneres, a tratar das questões relacionadas ao "gênero" sexual.
Mas avancemos um pouco nas "coincidências":
ONU quer mais proteção para crianças que navegam na internet
...
Ban Ki-moon conclui sua mensagem, pedindo a legisladores e líderes da indústria que busquem os meios para tornar a Internet mais segura, o mais rapidamente possível. (Radio Vaticano)
Ou ainda:
União Européia quer "G12 da internet" para governar o ciber espaço (Global Research - Inglês)
Os ares de liberdade parecem que serão rapidamente invadidos pelo controle, que já existe, mas que ainda não é subsidiado por leis que garantam algum tipo de punição aos que divergem do "stablishment".
Ao que parece os dias de liberdade estão contados.
Novos dados aparecem em matéria recente do Globo:
"Em função de sua possível violação da chamada Primeira Emenda da Constituição americana (que garante a liberdade de expressão), o "Megan Meier Cyberbullying Prevention Act" de Linda Sanchez, que caracteriza como crime punível com multa e até dois anos de prisão transmitir por meios eletrônicos "com a intenção de coagir, intimidar, assediar, ou causar estresse emocional substancial a uma pessoa (.) apoiar comportamento severo, repetido, e hostil," está sendo avaliado por especialistas como inconstitucional: Eugene Volokh, professor da Universidade da Califórnia em Los Angeles, e coordenador do blog "Volokh Conspiracy," diz que, se a lei passar no Congresso, deverá ser derrubada nas cortes."
Juridicamente falando, a expressão "causar estresse emocional substancial a uma pessoa" tem alcance quase ilimitado. Temos um projeto de lei muito parecido tramitando em nosso congresso, com termos congêneres, a tratar das questões relacionadas ao "gênero" sexual.
Mas avancemos um pouco nas "coincidências":
ONU quer mais proteção para crianças que navegam na internet
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Ban Ki-moon conclui sua mensagem, pedindo a legisladores e líderes da indústria que busquem os meios para tornar a Internet mais segura, o mais rapidamente possível. (Radio Vaticano)
Ou ainda:
União Européia quer "G12 da internet" para governar o ciber espaço (Global Research - Inglês)
Os ares de liberdade parecem que serão rapidamente invadidos pelo controle, que já existe, mas que ainda não é subsidiado por leis que garantam algum tipo de punição aos que divergem do "stablishment".
Ao que parece os dias de liberdade estão contados.
Atualizações sobre a crise econômica
Dívida nos EUA torna-se insustentável
Dívida americana é insustentável e os Estados Unidos não podem continuar na dependência da China e de outros credores, disse o presidente Barack Obama num dos mais dramáticos pronunciamentos de seu curto governo. Para muitos de seus concidadãos isso pode ser uma novidade. Ele mesmo jamais havia explorado o assunto de forma tão direta numa cerimônia pública. Em algum momento, disse ele, os credores ficarão cansados de bancar as despesas da maior economia do mundo. "Quando isso acontecer, vamos ter de aumentar os juros para conseguir financiamento e isso vai provocar aumento de juros para todo o mundo", explicou o presidente.
...
O assunto ganhou destaque, na imprensa e nos meios políticos de Washington, quando o primeiro-ministro chinês, Wen Jiabao, declarou em março estar preocupado com a qualidade dos papéis americanos. "Temos feito uma quantidade enorme de empréstimos aos Estados Unidos e, obviamente, nos preocupamos com a proteção dos nossos ativos. Sinceramente, estou um pouco apreensivo", disse o primeiro-ministro. A China detinha em fevereiro, portanto pouco antes dessa declaração, títulos americanos avaliados em US$ 744 bilhões. O Japão também é um grande credor dos Estados Unidos, mas títulos do Tesouro americano estão entre os ativos de muitos países superavitários.
...
A substituição do dólar pode ser difícil, mas isso não torna menos grave o desajuste americano. O acerto dependerá de uma recuperação das contas públicas, já prometida pelo presidente Obama. Quanto mais cedo começar, melhor para todos. Se o ajuste for adiado e imposto por uma crise de confiança, o custo será desastroso para todo o mundo.
Fonte - Estadão
Para a Casa Branca, o pior já passou
Apesar de ainda estar passando por graves dificuldades, a economia americana não está mais em “queda livre”, segundo o diretor de orçamento da Casa Branca, Peter Orszag.
...
Fonte - Opinião e Notícia
Nota DDP: É "insustentável" mas "o pior já passou"? Outras informações sobre as possibilidades que rondam também este assunto podem ser observadas em "Crise sistémica global: O surrealismo financeiro" e "A tempestade financeira" (Inglês).
Do primeiro artigo destaco esta interessante construção:
'Cada um é livre também para acreditar que aqueles que não haviam previsto nem a crise nem a sua intensidade estão hoje em condições de saber precisamente a data do fim.
A nossa equipe aconselha a estes últimos a irem ver (ou rever) o filme Matrix e a reflectirem nas consequências da manipulação dos captadores e indicadores de um ambiente sobre a percepção deste ambiente. Isto não será inútil pois, à imagem do Matrix [5] , como pormenorizaremos no GEAB nº 36, especial do Verão de 2009, os próximos meses poderão intitular-se "Crisis Reloaded".'
A questão que emerge é se realmente não houve previsão...
FAQ
Dívida americana é insustentável e os Estados Unidos não podem continuar na dependência da China e de outros credores, disse o presidente Barack Obama num dos mais dramáticos pronunciamentos de seu curto governo. Para muitos de seus concidadãos isso pode ser uma novidade. Ele mesmo jamais havia explorado o assunto de forma tão direta numa cerimônia pública. Em algum momento, disse ele, os credores ficarão cansados de bancar as despesas da maior economia do mundo. "Quando isso acontecer, vamos ter de aumentar os juros para conseguir financiamento e isso vai provocar aumento de juros para todo o mundo", explicou o presidente.
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O assunto ganhou destaque, na imprensa e nos meios políticos de Washington, quando o primeiro-ministro chinês, Wen Jiabao, declarou em março estar preocupado com a qualidade dos papéis americanos. "Temos feito uma quantidade enorme de empréstimos aos Estados Unidos e, obviamente, nos preocupamos com a proteção dos nossos ativos. Sinceramente, estou um pouco apreensivo", disse o primeiro-ministro. A China detinha em fevereiro, portanto pouco antes dessa declaração, títulos americanos avaliados em US$ 744 bilhões. O Japão também é um grande credor dos Estados Unidos, mas títulos do Tesouro americano estão entre os ativos de muitos países superavitários.
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A substituição do dólar pode ser difícil, mas isso não torna menos grave o desajuste americano. O acerto dependerá de uma recuperação das contas públicas, já prometida pelo presidente Obama. Quanto mais cedo começar, melhor para todos. Se o ajuste for adiado e imposto por uma crise de confiança, o custo será desastroso para todo o mundo.
Fonte - Estadão
Para a Casa Branca, o pior já passou
Apesar de ainda estar passando por graves dificuldades, a economia americana não está mais em “queda livre”, segundo o diretor de orçamento da Casa Branca, Peter Orszag.
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Fonte - Opinião e Notícia
Nota DDP: É "insustentável" mas "o pior já passou"? Outras informações sobre as possibilidades que rondam também este assunto podem ser observadas em "Crise sistémica global: O surrealismo financeiro" e "A tempestade financeira" (Inglês).
Do primeiro artigo destaco esta interessante construção:
'Cada um é livre também para acreditar que aqueles que não haviam previsto nem a crise nem a sua intensidade estão hoje em condições de saber precisamente a data do fim.
A nossa equipe aconselha a estes últimos a irem ver (ou rever) o filme Matrix e a reflectirem nas consequências da manipulação dos captadores e indicadores de um ambiente sobre a percepção deste ambiente. Isto não será inútil pois, à imagem do Matrix [5] , como pormenorizaremos no GEAB nº 36, especial do Verão de 2009, os próximos meses poderão intitular-se "Crisis Reloaded".'
A questão que emerge é se realmente não houve previsão...
FAQ
Atualizações sobre a gripe "A"
Com 129 casos no Japão, gripe suína dominará reunião da OMS
Com 129 casos no Japão, gripe suína dominará reunião da OMS
TÓQUIO - O número de casos da gripe suína no Japão chegou a 129, com mais 33 pacientes confirmados nesta segunda-feira, segundo cálculos da agência de notícias Kyodo. Em meio à rápida disseminação do vírus no país, o primeiro-ministro Taro Aso pediu calma à população. Aso fez o pedido quando o total de casos estava em 92, de acordo com a contagem oficial.
...
Com o número de casos no mundo disparando para mais de 8 mil e o Japão fechando centenas de escolas para combater a epidemia, a gripe suína deve dominar as discussões da assembleia anual da Organização Mundial de Saúde (OMS), a ser aberta nesta segunda-feira em Genebra.
...
Fonte - Estadão
OMS se reúne hoje e pode declarar pandemia de gripe suína
GENEBRA - O governo americano alerta que o vírus H1N1 vai "circular por todo o mundo" e rejeita a tese de que o surto esteja acabando. "Não é isso que estamos vendo nos Estados Unidos", alertou Richard Bessert, representante do Centro de Controle de Doenças do governo americano (CDC).
...
Fonte - Estadão
Mundo terá de se vacinar contra as duas gripes, diz Organização Mundial da Saúde
O mundo provavelmente precisará fabricar continuamente vacinas tanto contra a influenza comum quanto contra a nova gripe H1N1, disse a chefe da Organização Mundial da Saúde (OMS) nesta sexta-feira (15).
...
"Nós estamos nos movendo nessas duas direções para assegurar alguma segurança para a vacina sazonal e ao mesmo tempo dar o pontapé inicial nos primeiros trabalhos científicos para a vacina pandêmica", disse Chan, afirmando que uma versão enfraquecida do vírus H1N1 para ser usada em vacinas deve estar pronta até o final do ano.
...
Fonte - G1
Nota DDP: De se notar que uma das vertentes possíveis em todo este quadro parece começar a se apresentar, qual seja, a de que "o mundo todo terá de se vacinar". As razões exatas sobre tal motivação só o tempo ou os próprios fatos poderão demonstrar.
Com 129 casos no Japão, gripe suína dominará reunião da OMS
TÓQUIO - O número de casos da gripe suína no Japão chegou a 129, com mais 33 pacientes confirmados nesta segunda-feira, segundo cálculos da agência de notícias Kyodo. Em meio à rápida disseminação do vírus no país, o primeiro-ministro Taro Aso pediu calma à população. Aso fez o pedido quando o total de casos estava em 92, de acordo com a contagem oficial.
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Com o número de casos no mundo disparando para mais de 8 mil e o Japão fechando centenas de escolas para combater a epidemia, a gripe suína deve dominar as discussões da assembleia anual da Organização Mundial de Saúde (OMS), a ser aberta nesta segunda-feira em Genebra.
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Fonte - Estadão
OMS se reúne hoje e pode declarar pandemia de gripe suína
GENEBRA - O governo americano alerta que o vírus H1N1 vai "circular por todo o mundo" e rejeita a tese de que o surto esteja acabando. "Não é isso que estamos vendo nos Estados Unidos", alertou Richard Bessert, representante do Centro de Controle de Doenças do governo americano (CDC).
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Fonte - Estadão
Mundo terá de se vacinar contra as duas gripes, diz Organização Mundial da Saúde
O mundo provavelmente precisará fabricar continuamente vacinas tanto contra a influenza comum quanto contra a nova gripe H1N1, disse a chefe da Organização Mundial da Saúde (OMS) nesta sexta-feira (15).
...
"Nós estamos nos movendo nessas duas direções para assegurar alguma segurança para a vacina sazonal e ao mesmo tempo dar o pontapé inicial nos primeiros trabalhos científicos para a vacina pandêmica", disse Chan, afirmando que uma versão enfraquecida do vírus H1N1 para ser usada em vacinas deve estar pronta até o final do ano.
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Fonte - G1
Nota DDP: De se notar que uma das vertentes possíveis em todo este quadro parece começar a se apresentar, qual seja, a de que "o mundo todo terá de se vacinar". As razões exatas sobre tal motivação só o tempo ou os próprios fatos poderão demonstrar.
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