O presidente americano Barack Obama fez um discurso considerado histórico na Unviersidade do Cairo, hoje pela manhã (04-06-2009). Ele propôs um novo começo para as relações entre o Islã e os Estados Unidos, um começo pela paz. Dise ele: “Vim para o Cairo em busca de um novo começo entre os Estados Unidos e os muçulmanos do mundo todo, um começo baseado no interesse e no respeito mútuos, e baseado ainda na verdade fundamental de que Estados Unidos e Islã não são entidades excludentes e não precisam competir. Ao contrário, eles convergem e compartilham dos mesmos princípios - os princípios da justiça e do progresso; da tolerância e da dignidade de todos os seres humanos.”
O presidente destacou os pontos em comum entre os Estados Unidos com o Islã, bem como os pontos em comum entre as três religiões na Palestina, o Islã, os Cristianismo e o Judaísmo. Todos eles querem a paz. Disse ele: “Nós temos o poder de fazer o mundo que queremos, mas somente se tivermos a coragem de partir para um novo começo, tendo em mente o que está escrito. O Sagrado Alcorão diz: "Humanidade! Nós vos criamos homem e mulher; e vos fizemos em nações e tribos para que possais conhecer um ao outro". O Talmude diz: "Toda a Torá tem como objetivo a promoção da paz". A Bíblia Sagrada diz: "Bem aventurados os pacificadores, porque serão chamados filhos de Deus". Os povos do mundo podem conviver em paz. Sabemos que esta é a visão de Deus. Agora esta deve ser a nossa missão aqui na Terra.”
Obama falou também sobre a religião. Leia essa parte de seu discurso: “O quinto tema que devemos abordar juntos é a liberdade religiosa. O Islã tem uma orgulhosa tradição de tolerância. Ela pode ser vista na história da Andaluzia e de Córdoba durante a Inquisição. Testemunhei esta tolerância em primeira mão quando era criança na Indonésia, onde os devotos cristãos desfrutavam da liberdade de culto num país de esmagadora maioria muçulmana. Este é o espírito que necessitamos hoje. As pessoas de todos os países devem ser livres para escolher e professar sua fé com base na persuasão do intelecto, do coração e da alma. Esta tolerância é essencial para a prosperidade da religião, mas ela enfrenta atualmente muitos desafios.
“Entre alguns muçulmanos, existe uma tendência perturbadora de medir a própria fé pela rejeição da fé de outra pessoa. A riqueza da diversidade religiosa deve ser sustentada - seja para os maronitas no Líbano ou para os coptas no Egito. Se formos honestos nestas pretensões, devemos também selar as cisões também entre os muçulmanos, pois a divisão entre sunitas e xiitas levou à uma violência trágica, especialmente no Iraque.
“A liberdade religiosa é fundamental para a capacidade de convivência dos povos. Precisamos examinar todas as maneiras de protegê-la. Nos Estados Unidos, por exemplo, a legislação que rege as doações de caridade dificultam para os muçulmanos o cumprimento das suas obrigações religiosas. É com isso que estou comprometido a trabalhar com os muçulmanos americanos para garantir que eles possam contribuir com o zakat.
“Da mesma maneira, é importante que os países ocidentais evitem impedir os cidadãos muçulmanos de praticar sua religião como bem entenderem - ditando, por exemplo, o vestuário de uma mulher muçulmana. Não podemos disfarçar com supostas pretensões liberais a hostilidade diante de uma religião.
“Na verdade, a fé deveria nos aproximar. É por isso que estamos estabelecendo projetos de serviço social nos Estados Unidos para promover a aproximação entre cristãos, muçulmanos e judeus. É por isso que damos as boas-vindas a iniciativas como o diálogo inter-religioso proposto pelo rei Abdullah, da Arábia Saudita, e a liderança turca da Aliança das Civilizações. Em todo o mundo, podemos transformar o diálogo em serviço comunitário inter-religioso, para que as pontes entre os povos levem à ação - seja no combate à malária na África, ou na prestação de ajuda humanitária após um desastre natural.”
Os discursos de Obama e de Bento XVI estão se sincronizando. Os dois falam de tolerância, de diálogo entre civilizações, diálogo inter-religioso, de novo começo, de busca da paz. E Obama está tendo a grande capacidade de fazer proposições para a paz. Bento XVI já tem a sua proposição: a santificação do domingo para reabilitação da família no mundo em busca da formação de um novo cidadão global, que vive para a paz.
São dois poderes que agora trabalham em uníssono pela “paz e segurança” no mundo, pelo que sabemos que a vinda de nosso Senhor está muito próxima.
Fonte - Cristo Voltará
Nota DDP: Ainda neste tema, interessante pergunta foi lançada pelo colunista internacional Caio Blinder no Portal iG:
Obama foi Obama e ocupou o centro, criando uma nova dinâmica política. Mas onde estão os outros Obamas capazes de superarem os "ciclos da suspeita e da discórdia"?
Como visto ontem e na forma do presente post, um outro líder de grande expressão global adiantou-se a apoiar a manifestação de Obama no Oriente Médio. Coincidência?
sexta-feira, 5 de junho de 2009
quinta-feira, 4 de junho de 2009
Obama e a "paz e segurança" - Repercussões
Vaticano elogia discurso de Obama sobre relações dos EUA com islamismo
CIDADE DO VATICANO - O Vaticano demonstrou "grande apreço" pelo discurso que o presidente americano, Barack Obama, fez nesta quinta-feira no Egito, informou o porta-voz da Santa Sé, padre Federico Lombardi.
Segundo Lombardi, as palavras do mandatário foram "muito importantes" e "muito significativas" para a relação entre os Estados Unidos e o mundo islâmico e para a paz internacional.
Sem detalhar o discurso de Obama, o porta-voz afirmou que vê "sintonia entre a Santa Sé e a administração norte-americana" em muitas questões relativas à política externa.
Na manhã desta quinta-feira, o presidente dos Estados Unidos ratificou, entre outras coisas, que o país tem um laço "inquebrável" com Israel, mas que defende a criação de um Estado palestino, o que já havia sido solicitado por Bento XVI durante sua peregrinação à Terra Santa, realizada entre os dias 8 e 15 de maio passados.
O discurso de Obama era muito aguardado pela comunidade internacional. Antes, ele havia se reunido no país com o presidente Hosni Mubarak. A viagem ao Egito faz parte da visita oficial do norte-americano ao Oriente Médio e à Europa.
Nas últimas semanas, Obama havia se reunido também com o primeiro-ministro de Israel, Benyamin Netanyahu, e com o presidente da Autoridade Nacional Palestina (ANP), Mahmoud Abbas.
Fonte - O Globo
Nota DDP: Como se vê, os discursos estão cada vez mais afinados, sem contar que Obama deve visitar o Papa já em julho corrente.
Ver também "Ban Ki-moon elogia discurso de Obama".
CIDADE DO VATICANO - O Vaticano demonstrou "grande apreço" pelo discurso que o presidente americano, Barack Obama, fez nesta quinta-feira no Egito, informou o porta-voz da Santa Sé, padre Federico Lombardi.
Segundo Lombardi, as palavras do mandatário foram "muito importantes" e "muito significativas" para a relação entre os Estados Unidos e o mundo islâmico e para a paz internacional.
Sem detalhar o discurso de Obama, o porta-voz afirmou que vê "sintonia entre a Santa Sé e a administração norte-americana" em muitas questões relativas à política externa.
Na manhã desta quinta-feira, o presidente dos Estados Unidos ratificou, entre outras coisas, que o país tem um laço "inquebrável" com Israel, mas que defende a criação de um Estado palestino, o que já havia sido solicitado por Bento XVI durante sua peregrinação à Terra Santa, realizada entre os dias 8 e 15 de maio passados.
O discurso de Obama era muito aguardado pela comunidade internacional. Antes, ele havia se reunido no país com o presidente Hosni Mubarak. A viagem ao Egito faz parte da visita oficial do norte-americano ao Oriente Médio e à Europa.
Nas últimas semanas, Obama havia se reunido também com o primeiro-ministro de Israel, Benyamin Netanyahu, e com o presidente da Autoridade Nacional Palestina (ANP), Mahmoud Abbas.
Fonte - O Globo
Nota DDP: Como se vê, os discursos estão cada vez mais afinados, sem contar que Obama deve visitar o Papa já em julho corrente.
Ver também "Ban Ki-moon elogia discurso de Obama".
ONU: aquecimento global ameaça segurança internacional
A Assembleia Geral das Nações Unidas aprovou nesta quarta-feira, por consenso, uma resolução que admite, pela primeira vez, que o aquecimento global pode ter implicações na segurança internacional.
O texto, apoiado por 63 Estados, pede aos órgãos competentes da ONU que intensifiquem seus esforços consagrados ao estudo e tratamento do problema da mudança climática, "fundamentalmente suas repercussões sobre a segurança".
O secretário-geral da ONU, Ban Ki-moon, foi encarregado de preparar um relatório detalhado, para a próxima sessão da Assembleia, em setembro, "sobre as eventuais repercussões da mudança climática na segurança", tendo em conta os pontos de vista dos Estados-membros e das organizações regionais e internacionais relevantes".
A resolução é resultado de uma campanha de um ano promovida por uma coalizão de pequenos Estados insulares em desenvolvimento, para chamar a atenção do mundo sobre as graves ameaças das mudanças climáticas.
"O aquecimento ameaça nossa própria existência", declarou a embaixadora de Nauru, Marlene Moses, que preside a coalizão.
Estas pequenas ilhas são particularmente vulneráveis ao aumento do nível dos oceanos que, segundo especialistas, vai subir um metro ou mais até 2100.
Fonte - Último Segundo
O texto, apoiado por 63 Estados, pede aos órgãos competentes da ONU que intensifiquem seus esforços consagrados ao estudo e tratamento do problema da mudança climática, "fundamentalmente suas repercussões sobre a segurança".
O secretário-geral da ONU, Ban Ki-moon, foi encarregado de preparar um relatório detalhado, para a próxima sessão da Assembleia, em setembro, "sobre as eventuais repercussões da mudança climática na segurança", tendo em conta os pontos de vista dos Estados-membros e das organizações regionais e internacionais relevantes".
A resolução é resultado de uma campanha de um ano promovida por uma coalizão de pequenos Estados insulares em desenvolvimento, para chamar a atenção do mundo sobre as graves ameaças das mudanças climáticas.
"O aquecimento ameaça nossa própria existência", declarou a embaixadora de Nauru, Marlene Moses, que preside a coalizão.
Estas pequenas ilhas são particularmente vulneráveis ao aumento do nível dos oceanos que, segundo especialistas, vai subir um metro ou mais até 2100.
Fonte - Último Segundo
Obama e a "paz e segurança" - 2
CAIRO - O presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, fez um importante discurso nesta quinta-feira na Universidade do Cairo, no Egito, e afirmou que "o ciclo de suspeita e discórdia" nas relações entre os Estados Unidos e o mundo muçulmano deve acabar. Obama ofereceu em troca "um novo começo", baseado nos interesses e no respeito mútuos, que forgem novas alianças para confrontar o extremismo violento e curar divisões religiosas.
...
Em seu esperado discurso ao mundo muçulmano na Universidade do Cairo, no Egito, Obama afirmou que a situação atual do povo palestino "é intolerável". "A América não irá virar as costas para as legítimas aspirações palestinas por dignidade, oportunidade e um Estado próprio", disse.
Segundo Obama, a "única solução para o conflito no Oriente Médio é a coexistência de dois Estados, o israelense e o palestino, onde os dois povos vivam em paz e segurança".
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Fonte - Último Segundo
Nota DDP: Leia também o primeiro post q tocou neste tema: "Obama e a "paz e segurança".
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Em seu esperado discurso ao mundo muçulmano na Universidade do Cairo, no Egito, Obama afirmou que a situação atual do povo palestino "é intolerável". "A América não irá virar as costas para as legítimas aspirações palestinas por dignidade, oportunidade e um Estado próprio", disse.
Segundo Obama, a "única solução para o conflito no Oriente Médio é a coexistência de dois Estados, o israelense e o palestino, onde os dois povos vivam em paz e segurança".
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Fonte - Último Segundo
Nota DDP: Leia também o primeiro post q tocou neste tema: "Obama e a "paz e segurança".
Compromissos de trabalho e férias não anulem o espaço de Deus
Vaticano, 03 Jun. 09 / 11:47 am (ACI).- O Papa Bento XVI assegurou que na experiência da fé se devem implicar todos os sentidos porque “a fé não é só pensamento; a fé abrange todo nosso ser”.O Santo Padre dedicou ante 17 mil pessoas a catequese da audiência geral das quartas-feiras a Rabano Mauro, abade do monastério de Fulda, Arcebispo de Maguncia e "praeceptor Germaniae".
O Papa explicou que Rabano Mauro se caracteriza por "sua consciência extraordinária da necessidade de implicar, na experiência da fé, não somente a mente e o coração, mas também os sentidos mediante os aspectos do gosto estético e da sensibilidade, que levam a ser humano a desfrutar da verdade com toda sua pessoa ‘espírito, alma e corpo’. É muito importante porque a fé não é só pensamento; a fé abrange todo nosso ser".
Do mesmo modo, assinalou que o abade estava muito interessado pela liturgia e "não se dedicava à arte da poética como um fim em si mesmo, mas que a sujeitava, como qualquer outro tipo de conhecimento, ao aprofundamento da Palavra de Deus".
Ele preocupou-se por "introduzir seus contemporâneos, mas acima de tudo os bispos, presbíteros e diáconos, à compreensão do significado profundamente teológico e espiritual de todos os elementos da celebração litúrgica".
"Rabano Mauro também nos fala hoje, inclusive no tempo do trabalho com seus ritmos frenéticos ou nas férias, que nós temos que reservar tempo para Deus e não nos esquecer o domingo como o dia do Senhor, o dia da liturgia, para perceber na beleza das nossas igrejas, da música sacra, da Palavra, a beleza de Deus e deixá-lo entrar em nossa vida, porque só assim ela se torna grande e verdadeira", indicou o Papa.
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Fonte - ACI Digital
Os 144 mil. Quem São?
Em Apocalipse 14 encontramos uma estrutura proléptica, na qual primeiro é descrito o grupo dos 144 mil (versos 1-5), para então serem mencionadas as três mensagens angélicas responsáveis pela origem desse grupo (versos 6-12). Tanto a proclamação das mensagens quanto a formação do grupo são descritas como ocorrendo no período final da história humana, que antecede a segunda vinda de Cristo e o juízo final (versos 14-20).
Nesse contexto, os 144 mil aparecem como a última geração dos verdadeiros adoradores de Deus (verso 7), que “guardam os mandamentos de Deus e a fé de Jesus” (verso 12), em contraste com aqueles que adoram “a besta e a sua imagem” e recebem “a sua marca na fronte ou sobre a mão” (versos 9-11).
O fato de Apocalipse 7:1-8 mencionar o mesmo grupo de 144 mil como sendo formado “de todas as tribos dos filhos de Israel” (verso 4) tem levado alguns comentaristas a sugerir que esse grupo será formado por judeus literais, em cumprimento a certas promessas do Antigo Testamento para com a nação de Israel. Essa interpretação carece, no entanto, de base bíblica e de fundamentação histórica, pois (1) as tribos mencionadas em Apocalipse 7:1-8 não são exatamente as mesmas que aparecem na promessa de Ezequiel 48:1-8, 23-29 (ver também Gn 49:1-28); (2) seria praticamente impossível reunir ainda hoje “doze mil pessoas de cada tribo de Israel, uma vez que tais distinções tribais desapareceram quase que em sua totalidade, devido à deportação compulsória e miscigenação das tribos do norte (ver II Rs 17); e (3) no Novo Testamento a salvação “em Cristo” desfaz toda e qualquer distinção étnica (ver Gl 3:26-29). Diante disso, somos levados à conclusão de que os 144 mil serão formados pela última geração do povo remanescente de Deus, também chamado de Israel espiritual (ver Rm 9:6-8; I Pe 2:9 e 10).
Uma vez que as doze tribos de Apocalipse 7 devem ser interpretadas simbolicamente, surge a indagação: podemos entender o seu número como literal? Embora alguns comentaristas o façam, existe uma forte tendência de ver nessa multiplicação de 12 vezes 12.000 (= 144.000) apenas um símbolo da totalidade de componentes da última geração dos salvos que estarão vivos por ocasião da volta de Cristo.
Por Alberto R. Timm
Fonte: Sinais dos Tempos, julho de 1998, p. 29 (usado com permissão)
www.centrowhite.org.br
Fonte - Advir
Nota DDP: Sobre a literalidade/simbolismo do número, que a Igreja Adventista não tem uma posição oficial, como sublinhado pelo Pr. Timm, podem ser acessados os estudos "A verdade sobre os 144.000 de Israel" e "Os 144.000" (Pr. Doug Bachelor), ou ainda "Os 144.000" (Daniel Spencer).
Nesse contexto, os 144 mil aparecem como a última geração dos verdadeiros adoradores de Deus (verso 7), que “guardam os mandamentos de Deus e a fé de Jesus” (verso 12), em contraste com aqueles que adoram “a besta e a sua imagem” e recebem “a sua marca na fronte ou sobre a mão” (versos 9-11).
O fato de Apocalipse 7:1-8 mencionar o mesmo grupo de 144 mil como sendo formado “de todas as tribos dos filhos de Israel” (verso 4) tem levado alguns comentaristas a sugerir que esse grupo será formado por judeus literais, em cumprimento a certas promessas do Antigo Testamento para com a nação de Israel. Essa interpretação carece, no entanto, de base bíblica e de fundamentação histórica, pois (1) as tribos mencionadas em Apocalipse 7:1-8 não são exatamente as mesmas que aparecem na promessa de Ezequiel 48:1-8, 23-29 (ver também Gn 49:1-28); (2) seria praticamente impossível reunir ainda hoje “doze mil pessoas de cada tribo de Israel, uma vez que tais distinções tribais desapareceram quase que em sua totalidade, devido à deportação compulsória e miscigenação das tribos do norte (ver II Rs 17); e (3) no Novo Testamento a salvação “em Cristo” desfaz toda e qualquer distinção étnica (ver Gl 3:26-29). Diante disso, somos levados à conclusão de que os 144 mil serão formados pela última geração do povo remanescente de Deus, também chamado de Israel espiritual (ver Rm 9:6-8; I Pe 2:9 e 10).
Uma vez que as doze tribos de Apocalipse 7 devem ser interpretadas simbolicamente, surge a indagação: podemos entender o seu número como literal? Embora alguns comentaristas o façam, existe uma forte tendência de ver nessa multiplicação de 12 vezes 12.000 (= 144.000) apenas um símbolo da totalidade de componentes da última geração dos salvos que estarão vivos por ocasião da volta de Cristo.
Por Alberto R. Timm
Fonte: Sinais dos Tempos, julho de 1998, p. 29 (usado com permissão)
www.centrowhite.org.br
Fonte - Advir
Nota DDP: Sobre a literalidade/simbolismo do número, que a Igreja Adventista não tem uma posição oficial, como sublinhado pelo Pr. Timm, podem ser acessados os estudos "A verdade sobre os 144.000 de Israel" e "Os 144.000" (Pr. Doug Bachelor), ou ainda "Os 144.000" (Daniel Spencer).
Sonia Sotomayor, latina do Bronx que reflete sonho americano
WASHINGTON - Sonia Sotomayor, que poderá se tornar a primeira juíza hispânica na Suprema Corte dos Estados Unidos, traz para a experiência de confirmação o tipo de história pessoal rica que sempre foi profundamente gratificante para os americanos, a jornada de uma origem humilde a uma posição respeitada de grande influência. A juíza Sotomayor, de 54 anos, cresceu em Bronxdale Houses, filha de país que se mudaram de Porto Rico para Nova York durante a 2ª Guerra Mundial. Seu pai, que trabalhava como soldador, morreu quando ela tinha 9 anos, deixando sua mãe para criar ela e um irmão.
...
Fonte - Estadão
Nota DDP: A notícia é meio antiga, mas somente hoje encontrei sentido em publicá-la. É que a juíza nomeada é a sexta católica em uma corte de nove juízes. Algo a ser anotado, sem maiores necessidades de análise.
...
Fonte - Estadão
Nota DDP: A notícia é meio antiga, mas somente hoje encontrei sentido em publicá-la. É que a juíza nomeada é a sexta católica em uma corte de nove juízes. Algo a ser anotado, sem maiores necessidades de análise.
Estado total em marcha
A notícia do mundo hoje é a concordata da General Motors Corporation, fato simbólico dos novos tempos obâmicos. É preciso compreender esse fato dentro do processo de expansão do socialismo em solo americano, previsto com todas as letras por Peter Drucker, que não teria se surpreendido, se vivo fosse, com o fenômeno. A estatização final da empresa é apenas um passo lógico do processo de se criar prosperidade artificial por meio de emissão de moeda e expansão da dívida pública.
Na origem do ato final de estatização tivemos a tomada do poder na empresa pelos sindicatos e seus fundos de pensão. Os patrões são agora os sindicalistas, os mesmos que fazem a pauta de reivindicações e sentam para negociar na condição de patrões. Na prática, não há mais nenhuma negociação para dar as "conquistas" em matéria de salários, aposentadorias e assistência médica, de tal sorte que os déficits tornaram-se inadministráveis. Do lado do desenvolvimento de produtos implantou-se o conservadorismo próprio da visão sindical. Do lado da operação a impossibilidade de se adequar a força de trabalho à demanda do mercado. Sem a estatização à GM só restaria o fim melancólico da falência.
O relevante do ponto de vista da economia política é que se consolida a forma do Estado Total que a tudo absorve na sua ânsia expansionista. O limite último de seu movimento é a implosão inflacionária, que muito em breve poderá colocar o próprio Estado de joelho. O desfecho imediato será o calote geral nos credores da dívida pública e a destruição da moeda, o que provocará uma onda de choques de difícil mensuração. A derrocada norte-americana, por conta desse gesto e de outros assemelhados, como aqueles que estatizaram bancos e seguradoras, será inevitável.
O jornal Estadão desta segunda (1º), em destaque sobre o assunto, afirma que a GM é um dos principais símbolos do capitalismo americano, no que induz os seus leitores a um erro colossal. Desde os anos setenta a GM não mais era uma empresa capitalista, vez que não tinha mais dono, estava nas mãos dos fundos de pensão, controlados por sindicalistas. Capitalismo sem capitalista é uma ficção. A derrocada da empresa se deu precisamente por não mais ser uma unidade capitalista, mas sim, esse híbrido que tem forma de empresa mas que na verdade não passa de uma corporação de oficio, uma extensão dos sindicatos. Sua absorção pelo Estado era algo mais que esperado.
O governo socialista de Barack Obama está fazendo o que dele se espera, que é a estatização de tudo e a emissão alucinada de moeda. Como dizem da natureza, o sistema de mercado não se defende, mas se vinga. Temo o que está por vir. O mundo está cada vez mais parecido com aquele das décadas de 20 e 30 do século passado.
Quem viver verá.
Fonte - Nivaldo Cordeiro
Na origem do ato final de estatização tivemos a tomada do poder na empresa pelos sindicatos e seus fundos de pensão. Os patrões são agora os sindicalistas, os mesmos que fazem a pauta de reivindicações e sentam para negociar na condição de patrões. Na prática, não há mais nenhuma negociação para dar as "conquistas" em matéria de salários, aposentadorias e assistência médica, de tal sorte que os déficits tornaram-se inadministráveis. Do lado do desenvolvimento de produtos implantou-se o conservadorismo próprio da visão sindical. Do lado da operação a impossibilidade de se adequar a força de trabalho à demanda do mercado. Sem a estatização à GM só restaria o fim melancólico da falência.
O relevante do ponto de vista da economia política é que se consolida a forma do Estado Total que a tudo absorve na sua ânsia expansionista. O limite último de seu movimento é a implosão inflacionária, que muito em breve poderá colocar o próprio Estado de joelho. O desfecho imediato será o calote geral nos credores da dívida pública e a destruição da moeda, o que provocará uma onda de choques de difícil mensuração. A derrocada norte-americana, por conta desse gesto e de outros assemelhados, como aqueles que estatizaram bancos e seguradoras, será inevitável.
O jornal Estadão desta segunda (1º), em destaque sobre o assunto, afirma que a GM é um dos principais símbolos do capitalismo americano, no que induz os seus leitores a um erro colossal. Desde os anos setenta a GM não mais era uma empresa capitalista, vez que não tinha mais dono, estava nas mãos dos fundos de pensão, controlados por sindicalistas. Capitalismo sem capitalista é uma ficção. A derrocada da empresa se deu precisamente por não mais ser uma unidade capitalista, mas sim, esse híbrido que tem forma de empresa mas que na verdade não passa de uma corporação de oficio, uma extensão dos sindicatos. Sua absorção pelo Estado era algo mais que esperado.
O governo socialista de Barack Obama está fazendo o que dele se espera, que é a estatização de tudo e a emissão alucinada de moeda. Como dizem da natureza, o sistema de mercado não se defende, mas se vinga. Temo o que está por vir. O mundo está cada vez mais parecido com aquele das décadas de 20 e 30 do século passado.
Quem viver verá.
Fonte - Nivaldo Cordeiro
Cáritas pede inclusão dos pobres nas políticas sobre alterações climáticas
Os membros da Cáritas Internacional da Europa, Ásia e África estão a participar no encontro que decorre na Alemanha, com vista a alcançar um acordo sobre as alterações climáticas e as necessidades dos pobres.
Até ao dia 12 de Junho, na Convenção-Quadro das Nações Unidas sobre a Mudança Climática (UNFCCC) estão a decorrer negociações para elaborar um texto para uma nova ordem sobre as alterações climáticas.
A reunião em Bonn é um passo prévio na aprovação de uma nova ordem, que vai acontecer em Copenhaga, em Dezembro, para vai substituir o Protocolo de Quioto, a partir de 2012.
A Cáritas pede aos países ricos cumpram os compromissos existentes com financiamento a curto prazo, de maneira que os países em vias de desenvolvimento possam agir agora para adaptar-se ao clima adverso e estabelecer que fundos estarão disponíveis para um aumento a longo prazo.
Estima-se que a União europeia reserve cerca de 35 bilhões ao ano até 2020 para financiar a acção climática em países em desenvolvimento.
Os países em desenvolvimento deverão acordar a redução das emissões de gases mais de 40% até 2020, e 95% até 2050 (segundo os níveis de 1990). Mais de três quartos das reduções devem ser nacionais.
Fonte - Ecclesia
Nota DDP: É óbvio que a identidade terminológica possa ser apenas uma coincidência, mas que muito se espera da reunião de Copenhagen neste sentido de se estabelecer também neste campo "uma nova ordem", não há a menor dúvida.
Até ao dia 12 de Junho, na Convenção-Quadro das Nações Unidas sobre a Mudança Climática (UNFCCC) estão a decorrer negociações para elaborar um texto para uma nova ordem sobre as alterações climáticas.
A reunião em Bonn é um passo prévio na aprovação de uma nova ordem, que vai acontecer em Copenhaga, em Dezembro, para vai substituir o Protocolo de Quioto, a partir de 2012.
A Cáritas pede aos países ricos cumpram os compromissos existentes com financiamento a curto prazo, de maneira que os países em vias de desenvolvimento possam agir agora para adaptar-se ao clima adverso e estabelecer que fundos estarão disponíveis para um aumento a longo prazo.
Estima-se que a União europeia reserve cerca de 35 bilhões ao ano até 2020 para financiar a acção climática em países em desenvolvimento.
Os países em desenvolvimento deverão acordar a redução das emissões de gases mais de 40% até 2020, e 95% até 2050 (segundo os níveis de 1990). Mais de três quartos das reduções devem ser nacionais.
Fonte - Ecclesia
Nota DDP: É óbvio que a identidade terminológica possa ser apenas uma coincidência, mas que muito se espera da reunião de Copenhagen neste sentido de se estabelecer também neste campo "uma nova ordem", não há a menor dúvida.
Clube de Bilionários se Oferece Para Frear Superpopulação
As pessoas mais ricas dos Estados Unidos se encontram para discutir maneiras de acabar com a 'terrível' ameaça ambiental, social e política
Nota introdutória de Heitor de Paola: Clubes de bilionários e teorias da conspiração:
A simples menção da existência de conspirações para dominar o mundo através de um governo mundial constituído por uma elite de sábios que salvarão a humanidade de si própria, coloca o autor na categoria de maluco, excêntrico, paranóico, que sequer merece a mínima atenção. A idéia é afastada in limine, sem nenhum exame mais profundo da questão.
É claro que existem 'teorias' que falam de sociedades ultra-secretas com características mágicas malignas que dirigem o mundo através de poderes mentais excepcionais ou máquinas aterradoras. Ou conspirações de seres extraterrestres de desenvolvimento 'espiritual' superior. O corpo de elite unificado e não eletivo que é a essência da Nova Ordem Mundial provavelmente jamais passará de um ideal irrealizável por serem tantas as 'mãos secretas' concorrentes entre si, mas o embrião do Governo Mundial já está presente em nosso dia-a-dia e é comandado por uma elite afastada dos governos e parlamentos para não serem expostas à vontade popular. A melhor definição para ela é a do Conde Hugo Lerchenfeld, em 1924, na revista Foreign Affairs:
'Não poderia um grupo de homens de mérito e competentes, como é encontrado em todas as nações representando suas mais elevadas forças morais - um tipo de Areópago - se encontrarem e tomarem decisões sobre assuntos de grande importância sobre os quais não haja consenso? Não poderia ser constituído um Conselho cuja alta capacidade de julgamento e imparcialidade fosse tomada como verdade e que guiaria a opinião pública em todo o mundo?'
O Conde não sabia que alguns grupos como estes já existiam. Deter-me-ei apenas num, que estabeleceu a maioria dos paradigmas para os demais: o Cecil Bloc, mais tarde conhecido por outras denominações como Round Table Group, The Times Crowd e, principalmente, Milner Group. Foi fundado em diversas reuniões entre 1891 e 1903, pelo bilionário Cecil Rhodes que enriquecera com minas de ouro e diamante no sul da África - de seu nome deriva Rodésia, hoje dividida entre Zimbabwe e Zâmbia. Os métodos utilizados podem ser divididos em três grupos:
1. penetração tripla na política, na educação (aqui entram as Rhodes Scholarships que existem até hoje, e se constituíram na maior influência em Oxford e Cambridge) e no jornalismo (controlaram o The Times durante mais de 60 anos);
2. recrutamento de homens de grandes habilidades, todos ligados por alianças matrimoniais ou por gratidão por títulos ou posições de poder;
3. influência nas políticas públicas ao assumir posições de poder, sempre atraindo a menor atenção possível do público;
Através destas posições divulgaram a idéia da British Commonwealth of Nations, controlaram a administração de guerra de Lloyg George, deram a idéia da Liga das Nações e do sistema de mandatos no Oriente Médio, fundaram o Royal Institute of Foreign Affairs e comandaram a política de apaziguamento da Alemanha de 1920 a 1940.
Outras organizações importantes são a Fabian Society, o Clube Bilderberg, a ação frequentemente conjunta das grandes fundações (Ford, Rockfeller, Carnegie, Tides, Gates) e as instituições políticas multi e transnacionais: Trilateral Commission, Inter-American Dialogue e outras. As organizações revolucionárias que incluem uma miríade constituída por comunistas, trotskistas, anarquistas, etc.
Todas seguem um padrão de abertura/encobrimento: pode-se acessar qualquer uma delas (Open Conspiracy, de H G Wells é um exemplo), mas o que as protege da plena exposição é a aura de incredulidade que elas fomentam. Abertura e incredulidade são dois pólos dialéticos fundamentais: as pessoas sabem que existem, mas não conseguem acreditar no poder que elas têm. Principalmente no que toca ao financiamento das organizações revolucionárias pelas grandes corporações multibilionárias: é só acessar os sites específicos e lá estão os doadores, mas quase ninguém acredita pela dualidade esquerda - revolucionários, terceiro mundo, etc. - e direita - os ricos capitalistas que devem se opor aos primeiros.
Poucos se dão conta que os interesses pelo poder os une, levando Olavo de Carvalho a cunhar o termo metacapitalistas para designar aqueles ultra ricos, como Gates, Buffet, Rockfeler, citados no artigo abaixo.
[Fontes para Cecil Bloc: The Anglo-American Establishment e Trajedy & Hope, ambos de Carrol Quigley]
* * *
Clube de Bilionários se Oferece Para Frear Superpopulação
John Harlow
Alguns dos maiores bilionários americanos se encontraram secretamente com o fim de encontrar uma maneira de usar sua riqueza para reduzir o crescimento da população mundial e acelerar programas nas áreas de saúde e educação.
Os filantropos que estavam presentes na reunião promovida por iniciativa de Bill Gates, o co-fundador de Microsoft, consideraram a idéia de juntar suas forças para superar obstáculos políticos ou religiosos à mudança.
Descrito como o Good Club por um participante, se fizeram presentes David Rockefeller Jr, patriarca da maior dinastia americana, Warren Buffett e George Soros, os financistas, Michael Bloomberg, o prefeito de New York, e os magnatas dos meios de comunicação Ted Turner e Oprah Winfrey.
Todos estes e Bill Gates doaram mais de 45 bilhões de libras desde 1996 para causas que vão desde programas de saúde para países em desenvolvimento a escolas perto de casa nos guetos americanos.
O encontro foi na casa de Sir Paul Nurse, um bioquímico britânico, ganhador do prêmio Nobel e presidente da Rockefeller University, em Manhattan, no dia 5 de maio. O encontro era tão secreto que alguns de seus empregados acreditavam que eles estavam discutindo resoluções sobre garantias seguras de investimentos.
Stacy Palmer, editor do Chronicle of Philanthropy, disse que nunca houve uma reunião como aquela. "Nós só tomamos conhecimento depois, por acidente. Normalmente essas pessoas gostam de aparecer quando estão fazendo coisas boas, mas isso é diferente - talvez porque não queiram ser vistos como uma quadrilha global" disse ele.
No entanto, alguns detalhes surgiram essa semana. A alguns bilionários foi dado 15 minutos para apresentar suas causas favoritas. Durante o jantar eles discutiram como chegariam a uma umbrela cause, uma causa que pudesse abrigar o interesse de todos os presentes.
Os assuntos debatidos incluíam reformar a supervisão de ajuda externa para a criação de escolas rurais e sistemas de abastecimento de água em países do terceiro mundo. Todos concordaram com Gates que a superpopulação era a prioridade.
Isso poderia ser um desafio para alguns políticos do terceiro mundo que acreditam que a contracepção e a educação feminina enfraquecem os valores tradicionais.
Gates, 53 anos, que está doando a maior parte de sua fortuna, argumenta que famílias abastadas e livres da malária e da extrema pobreza, poderiam mudar seus hábitos e passar a ter menos filhos daqui a meia geração.
Numa conferência em Long Beach, Califórnia, fevereiro passado, ele fez um comentário parecido. "Projeções oficiais dizem que a população mundial chegará a um pico de 9.3 bilhões de pessoas [dos hoje 6.6 bilhões], mas com iniciativas de caridade, como 'planos de saúde especiais para os que tiverem menos filhos', nós achamos que podemos reduzir esse pico a 8.3 bilhões," disse Gates na ocasião.
Patricia Stonesifer, ex-presidente executiva da Bill and Melinda Gates Foundation, que doa mais de 2 bilhões de libras ao ano para "boas causas", estava presente na reunião promovida por Rockefeller. Ela disse que os bilionários se encontraram com o intuito de "discutir como aumentar as doações" e pretendem "continuar o diálogo" pelos próximos meses.
Um outro convidado disse que "não era tão cruel como um voto", mas que se chegou a um consenso de que eles apoiariam uma estratégia na qual o crescimento populacional fosse encarado como uma terrível ameaça ambiental, social e industrial.
"Essa perspectiva é tão atemorizante que o grupo concordou que as respostas precisam vir de pessoas de inteligência única", disse o convidado. "Eles precisam ser independentes de agências de governo, que não são capazes de enfrentar o desastre que se aproxima."
Por que todo o segredo? "Eles queriam falar de ricos para ricos, sem a preocupação de que nada do que dissessem fosse parar nos jornais, mostrando-os com uma alternativa ao governo mundial," disse ele.
Publicado no Sunday Times Online
Tradução: Frederico De Paola
Fonte - Mídia sem Máscara
Nota DDP: Já havia passado pelo tema no post "Paz e segurança"
Nota introdutória de Heitor de Paola: Clubes de bilionários e teorias da conspiração:
A simples menção da existência de conspirações para dominar o mundo através de um governo mundial constituído por uma elite de sábios que salvarão a humanidade de si própria, coloca o autor na categoria de maluco, excêntrico, paranóico, que sequer merece a mínima atenção. A idéia é afastada in limine, sem nenhum exame mais profundo da questão.
É claro que existem 'teorias' que falam de sociedades ultra-secretas com características mágicas malignas que dirigem o mundo através de poderes mentais excepcionais ou máquinas aterradoras. Ou conspirações de seres extraterrestres de desenvolvimento 'espiritual' superior. O corpo de elite unificado e não eletivo que é a essência da Nova Ordem Mundial provavelmente jamais passará de um ideal irrealizável por serem tantas as 'mãos secretas' concorrentes entre si, mas o embrião do Governo Mundial já está presente em nosso dia-a-dia e é comandado por uma elite afastada dos governos e parlamentos para não serem expostas à vontade popular. A melhor definição para ela é a do Conde Hugo Lerchenfeld, em 1924, na revista Foreign Affairs:
'Não poderia um grupo de homens de mérito e competentes, como é encontrado em todas as nações representando suas mais elevadas forças morais - um tipo de Areópago - se encontrarem e tomarem decisões sobre assuntos de grande importância sobre os quais não haja consenso? Não poderia ser constituído um Conselho cuja alta capacidade de julgamento e imparcialidade fosse tomada como verdade e que guiaria a opinião pública em todo o mundo?'
O Conde não sabia que alguns grupos como estes já existiam. Deter-me-ei apenas num, que estabeleceu a maioria dos paradigmas para os demais: o Cecil Bloc, mais tarde conhecido por outras denominações como Round Table Group, The Times Crowd e, principalmente, Milner Group. Foi fundado em diversas reuniões entre 1891 e 1903, pelo bilionário Cecil Rhodes que enriquecera com minas de ouro e diamante no sul da África - de seu nome deriva Rodésia, hoje dividida entre Zimbabwe e Zâmbia. Os métodos utilizados podem ser divididos em três grupos:
1. penetração tripla na política, na educação (aqui entram as Rhodes Scholarships que existem até hoje, e se constituíram na maior influência em Oxford e Cambridge) e no jornalismo (controlaram o The Times durante mais de 60 anos);
2. recrutamento de homens de grandes habilidades, todos ligados por alianças matrimoniais ou por gratidão por títulos ou posições de poder;
3. influência nas políticas públicas ao assumir posições de poder, sempre atraindo a menor atenção possível do público;
Através destas posições divulgaram a idéia da British Commonwealth of Nations, controlaram a administração de guerra de Lloyg George, deram a idéia da Liga das Nações e do sistema de mandatos no Oriente Médio, fundaram o Royal Institute of Foreign Affairs e comandaram a política de apaziguamento da Alemanha de 1920 a 1940.
Outras organizações importantes são a Fabian Society, o Clube Bilderberg, a ação frequentemente conjunta das grandes fundações (Ford, Rockfeller, Carnegie, Tides, Gates) e as instituições políticas multi e transnacionais: Trilateral Commission, Inter-American Dialogue e outras. As organizações revolucionárias que incluem uma miríade constituída por comunistas, trotskistas, anarquistas, etc.
Todas seguem um padrão de abertura/encobrimento: pode-se acessar qualquer uma delas (Open Conspiracy, de H G Wells é um exemplo), mas o que as protege da plena exposição é a aura de incredulidade que elas fomentam. Abertura e incredulidade são dois pólos dialéticos fundamentais: as pessoas sabem que existem, mas não conseguem acreditar no poder que elas têm. Principalmente no que toca ao financiamento das organizações revolucionárias pelas grandes corporações multibilionárias: é só acessar os sites específicos e lá estão os doadores, mas quase ninguém acredita pela dualidade esquerda - revolucionários, terceiro mundo, etc. - e direita - os ricos capitalistas que devem se opor aos primeiros.
Poucos se dão conta que os interesses pelo poder os une, levando Olavo de Carvalho a cunhar o termo metacapitalistas para designar aqueles ultra ricos, como Gates, Buffet, Rockfeler, citados no artigo abaixo.
[Fontes para Cecil Bloc: The Anglo-American Establishment e Trajedy & Hope, ambos de Carrol Quigley]
* * *
Clube de Bilionários se Oferece Para Frear Superpopulação
John Harlow
Alguns dos maiores bilionários americanos se encontraram secretamente com o fim de encontrar uma maneira de usar sua riqueza para reduzir o crescimento da população mundial e acelerar programas nas áreas de saúde e educação.
Os filantropos que estavam presentes na reunião promovida por iniciativa de Bill Gates, o co-fundador de Microsoft, consideraram a idéia de juntar suas forças para superar obstáculos políticos ou religiosos à mudança.
Descrito como o Good Club por um participante, se fizeram presentes David Rockefeller Jr, patriarca da maior dinastia americana, Warren Buffett e George Soros, os financistas, Michael Bloomberg, o prefeito de New York, e os magnatas dos meios de comunicação Ted Turner e Oprah Winfrey.
Todos estes e Bill Gates doaram mais de 45 bilhões de libras desde 1996 para causas que vão desde programas de saúde para países em desenvolvimento a escolas perto de casa nos guetos americanos.
O encontro foi na casa de Sir Paul Nurse, um bioquímico britânico, ganhador do prêmio Nobel e presidente da Rockefeller University, em Manhattan, no dia 5 de maio. O encontro era tão secreto que alguns de seus empregados acreditavam que eles estavam discutindo resoluções sobre garantias seguras de investimentos.
Stacy Palmer, editor do Chronicle of Philanthropy, disse que nunca houve uma reunião como aquela. "Nós só tomamos conhecimento depois, por acidente. Normalmente essas pessoas gostam de aparecer quando estão fazendo coisas boas, mas isso é diferente - talvez porque não queiram ser vistos como uma quadrilha global" disse ele.
No entanto, alguns detalhes surgiram essa semana. A alguns bilionários foi dado 15 minutos para apresentar suas causas favoritas. Durante o jantar eles discutiram como chegariam a uma umbrela cause, uma causa que pudesse abrigar o interesse de todos os presentes.
Os assuntos debatidos incluíam reformar a supervisão de ajuda externa para a criação de escolas rurais e sistemas de abastecimento de água em países do terceiro mundo. Todos concordaram com Gates que a superpopulação era a prioridade.
Isso poderia ser um desafio para alguns políticos do terceiro mundo que acreditam que a contracepção e a educação feminina enfraquecem os valores tradicionais.
Gates, 53 anos, que está doando a maior parte de sua fortuna, argumenta que famílias abastadas e livres da malária e da extrema pobreza, poderiam mudar seus hábitos e passar a ter menos filhos daqui a meia geração.
Numa conferência em Long Beach, Califórnia, fevereiro passado, ele fez um comentário parecido. "Projeções oficiais dizem que a população mundial chegará a um pico de 9.3 bilhões de pessoas [dos hoje 6.6 bilhões], mas com iniciativas de caridade, como 'planos de saúde especiais para os que tiverem menos filhos', nós achamos que podemos reduzir esse pico a 8.3 bilhões," disse Gates na ocasião.
Patricia Stonesifer, ex-presidente executiva da Bill and Melinda Gates Foundation, que doa mais de 2 bilhões de libras ao ano para "boas causas", estava presente na reunião promovida por Rockefeller. Ela disse que os bilionários se encontraram com o intuito de "discutir como aumentar as doações" e pretendem "continuar o diálogo" pelos próximos meses.
Um outro convidado disse que "não era tão cruel como um voto", mas que se chegou a um consenso de que eles apoiariam uma estratégia na qual o crescimento populacional fosse encarado como uma terrível ameaça ambiental, social e industrial.
"Essa perspectiva é tão atemorizante que o grupo concordou que as respostas precisam vir de pessoas de inteligência única", disse o convidado. "Eles precisam ser independentes de agências de governo, que não são capazes de enfrentar o desastre que se aproxima."
Por que todo o segredo? "Eles queriam falar de ricos para ricos, sem a preocupação de que nada do que dissessem fosse parar nos jornais, mostrando-os com uma alternativa ao governo mundial," disse ele.
Publicado no Sunday Times Online
Tradução: Frederico De Paola
Fonte - Mídia sem Máscara
Nota DDP: Já havia passado pelo tema no post "Paz e segurança"
É possível ser cristão e maçom ao mesmo tempo?
“Sou cristão porque sigo a Palavra de Deus e creio em Jesus. Não acredito em bandeiras religiosas ou dogmas. Sempre perguntei aos pastores por que excomungar tanto a Maçonaria e relacioná-la com o demônio, sendo que: (1) nenhum homem pode ser maçom sem ser crente em Deus; (2) o maçom não faz nada sem antes invocar a Deus e agradecer as bênçãos.” A.S, por e-mail.
Suas observações foram muito interessantes. Realmente, a Maçonaria é muitas vezes confundida com satanismo, o que é errado. A Maçonaria invoca, sim, a Deus - inclusive O chamam de G.A.D.U. - Grande Arquiteto do Universo. E os membros da loja fazem obras de caridade muito importantes para a sociedade.
Entretanto, precisamos reconhecer e aceitar que algumas crenças dos maçons não estão em conformidade com a Bíblia. Vou destacar algumas delas:
1) Para eles, a Bíblia, mesmo sendo um livro importante, é apenas um “símbolo” da vontade Divina e não necessariamente um livro inspirado por Deus. Isso contradiz 2 Timóteo 3:16, 17 e João 5:39:
“Toda a Escritura é inspirada por Deus e útil para o ensino, para a repreensão, para a correção e para a instrução na justiça, para que o homem de Deus seja apto e plenamente preparado para toda boa obra.”
“Examinais as Escrituras, porque pensais ter nelas a vida eterna. São estas mesmas Escrituras que testificam de Mim.”
2) Eles não crêem no Deus pessoal e triúno das Escrituras, o que contraria Gênesis 1:26 e Mateus 28:19:
“Então disse Deus: ‘Façamos o homem à Nossa imagem, conforme a Nossa semelhança.”
“Portanto, vão e façam discípulos de todas as nações, batizando-os em nome do Pai e do Filho e do Espírito Santo.”
3) Jesus Cristo não é considerado pelos maçons como um Ser Divino. Totalmente o oposto do que afirmam João 1:1-4, 14 e Colossenses 2:8, 9:
“No princípio era aquele que é a Palavra. Ele estava com Deus, e era Deus. Ele estava com Deus no princípio. Todas as coisas foram feitas por intermédio dEle; sem Ele, nada do que existe teria sido feito. NEle estava a vida, e esta era a luz dos homens. Aquele que é a Palavra tornou-Se carne e viveu entre nós. Vimos a Sua glória, glória como do Unigênito e vindo do Pai, cheio de graça e de verdade.”
“Tenham cuidado para que ninguém os escravize a filosofias vãs e enganosas, que se fundamentam nas tradições humanas e nos princípios elementares deste mundo, e não em Cristo. Pois em Cristo habita corporalmente toda a plenitude da divindade.”
4) Afirmam que cada pessoa pode alcançar a salvação por si mesma, desenvolvendo um conceito próprio sobre Deus. Tal idéia é conflitante com Efésios 2:8, 9 e João 17:3:
“Pois vocês são salvos pela graça, por meio da fé, e isto não vem de vocês, é dom de Deus; não por obras, para que ninguém se glorie.”
“Esta é a vida eterna: que Te conheçam, o único Deus verdadeiro, e a Jesus Cristo, a quem enviaste.”
5) Não pregam sobre a importante doutrina do juízo final. Ler Romanos 14:12 e 2 Coríntios 5:10:
“Assim, cada um de nós prestará contas de si mesmo a Deus.”
“Pois todos nós devemos comparecer perante o tribunal de Cristo, para que cada um receba de acordo com as obras praticadas por meio do corpo, quer sejam boas quer sejam más.”
6) O ensino central cristão sobre a volta de Jesus também é ignorado e passado por alto, o que fará com que muitos maçons sejam pegos de surpresa! Vejamos o que diz a Bíblia em Apocalipse 1:7 e Mateus 24:44:
“Eis que Ele vem com as nuvens, e todo olho O verá, até mesmo aqueles que O traspassaram; e todos os povos da terra se lamentarão por causa dEle. Assim será! Amém.”
“Assim, vocês também precisam estar preparados, porque o Filho do homem virá numa hora em que vocês menos esperam.”
Perceba que a Maçonaria, mesmo não tendo ligação com o satanismo, nega ensinos fundamentais da fé cristã e, portanto, não há como ser cristão e maçom ao mesmo tempo. Aceitamos a mensagem bíblica por completo ou somos maçons. Não há meio termo.
Com isso, não estamos negando a sinceridade e a bondade de muitos que vão à loja maçônica. Apenas mostramos que, biblicamente, não há harmonia entre os ensinos bíblicos e os ensinos da Maçonaria.
Para um estudo aprofundado sobre a maçonaria, recomendo a leitura do livro Maçonaria e Fé Cristã, de J. Scott Horrell (Ed. Mundo Cristão).
Suas observações foram muito interessantes. Realmente, a Maçonaria é muitas vezes confundida com satanismo, o que é errado. A Maçonaria invoca, sim, a Deus - inclusive O chamam de G.A.D.U. - Grande Arquiteto do Universo. E os membros da loja fazem obras de caridade muito importantes para a sociedade.
Entretanto, precisamos reconhecer e aceitar que algumas crenças dos maçons não estão em conformidade com a Bíblia. Vou destacar algumas delas:
1) Para eles, a Bíblia, mesmo sendo um livro importante, é apenas um “símbolo” da vontade Divina e não necessariamente um livro inspirado por Deus. Isso contradiz 2 Timóteo 3:16, 17 e João 5:39:
“Toda a Escritura é inspirada por Deus e útil para o ensino, para a repreensão, para a correção e para a instrução na justiça, para que o homem de Deus seja apto e plenamente preparado para toda boa obra.”
“Examinais as Escrituras, porque pensais ter nelas a vida eterna. São estas mesmas Escrituras que testificam de Mim.”
2) Eles não crêem no Deus pessoal e triúno das Escrituras, o que contraria Gênesis 1:26 e Mateus 28:19:
“Então disse Deus: ‘Façamos o homem à Nossa imagem, conforme a Nossa semelhança.”
“Portanto, vão e façam discípulos de todas as nações, batizando-os em nome do Pai e do Filho e do Espírito Santo.”
3) Jesus Cristo não é considerado pelos maçons como um Ser Divino. Totalmente o oposto do que afirmam João 1:1-4, 14 e Colossenses 2:8, 9:
“No princípio era aquele que é a Palavra. Ele estava com Deus, e era Deus. Ele estava com Deus no princípio. Todas as coisas foram feitas por intermédio dEle; sem Ele, nada do que existe teria sido feito. NEle estava a vida, e esta era a luz dos homens. Aquele que é a Palavra tornou-Se carne e viveu entre nós. Vimos a Sua glória, glória como do Unigênito e vindo do Pai, cheio de graça e de verdade.”
“Tenham cuidado para que ninguém os escravize a filosofias vãs e enganosas, que se fundamentam nas tradições humanas e nos princípios elementares deste mundo, e não em Cristo. Pois em Cristo habita corporalmente toda a plenitude da divindade.”
4) Afirmam que cada pessoa pode alcançar a salvação por si mesma, desenvolvendo um conceito próprio sobre Deus. Tal idéia é conflitante com Efésios 2:8, 9 e João 17:3:
“Pois vocês são salvos pela graça, por meio da fé, e isto não vem de vocês, é dom de Deus; não por obras, para que ninguém se glorie.”
“Esta é a vida eterna: que Te conheçam, o único Deus verdadeiro, e a Jesus Cristo, a quem enviaste.”
5) Não pregam sobre a importante doutrina do juízo final. Ler Romanos 14:12 e 2 Coríntios 5:10:
“Assim, cada um de nós prestará contas de si mesmo a Deus.”
“Pois todos nós devemos comparecer perante o tribunal de Cristo, para que cada um receba de acordo com as obras praticadas por meio do corpo, quer sejam boas quer sejam más.”
6) O ensino central cristão sobre a volta de Jesus também é ignorado e passado por alto, o que fará com que muitos maçons sejam pegos de surpresa! Vejamos o que diz a Bíblia em Apocalipse 1:7 e Mateus 24:44:
“Eis que Ele vem com as nuvens, e todo olho O verá, até mesmo aqueles que O traspassaram; e todos os povos da terra se lamentarão por causa dEle. Assim será! Amém.”
“Assim, vocês também precisam estar preparados, porque o Filho do homem virá numa hora em que vocês menos esperam.”
Perceba que a Maçonaria, mesmo não tendo ligação com o satanismo, nega ensinos fundamentais da fé cristã e, portanto, não há como ser cristão e maçom ao mesmo tempo. Aceitamos a mensagem bíblica por completo ou somos maçons. Não há meio termo.
Com isso, não estamos negando a sinceridade e a bondade de muitos que vão à loja maçônica. Apenas mostramos que, biblicamente, não há harmonia entre os ensinos bíblicos e os ensinos da Maçonaria.
Para um estudo aprofundado sobre a maçonaria, recomendo a leitura do livro Maçonaria e Fé Cristã, de J. Scott Horrell (Ed. Mundo Cristão).
Um abraço e fique com Deus,
Leandro Quadros
Jornalista - consultor bíblico
Fonte - Na mira da Verdade
Nota DDP: Para se observar outros ângulos da questão abordada pelo irmão Leandro, sugiro a leitura das intervenções do Minuto Profético neste tema.
Obama diz que EUA são "um dos maiores países muçulmanos do planeta"
Paris, 2 jun (EFE).- O presidente americano, Barack Obama, assegurou hoje que os Estados Unidos são "um dos maiores países muçulmanos do planeta", ao mesmo tempo em que convidou o mundo ocidental a "conhecer melhor o Islã".
"Os EUA e o mundo ocidental devem aprender a conhecer melhor o Islã. Além disso, se contarmos o número de americanos islamitas, nos daremos conta de que os Estado Unidos são um dos maiores países muçulmanos do planeta", afirmou Obama em entrevista concedida ao canal de televisão francês "Canal+".
O presidente americano, que fará um discurso nos próximos dias no Cairo, afirmou que tentará "criar o melhor diálogo para que o mundo muçulmano possa compreender melhor como não só os EUA, assim como todo o mundo islâmico em geral, sofre certos problemas como o terrorismo".
"Acho que há um autêntico conflito entre os que sustentam que o Islã é irreconciliável com a vida moderna e os que acham, pelo contrário, que o islamismo sempre soube evoluir ", assegurou Obama.
Para o presidente americano, "seja qual seja a confissão, são os que constroem e não os que destroem os que deixam uma herança".
Após viajar à Arábia Saudita e ao Egito, Obama participará no próximo domingo na França da comemoração do Dia D, quando houve o desembarque aliado na Normandia durante a Segunda Guerra Mundial.
Fonte - Yahoo
Nota DDP: A aproximação com o mundo islâmico, que não pode logicamente ser descartada para um quadro profético que vislumbra um mundo alinhado, tem sido objeto dos esforços dos dois maiores líderes do planeta, no campo político e religioso nestes últimos dias.
Coincidentemente ambos fazem parte dos poderes que se encaixam no cumprimento profético pregado pelos adventistas do sétimo dia já há mais de cem anos.
Os desdobramentos deste posicionamento americano pode ser ainda verificado em "Obama promete aos árabes que Jerusalém será sua" (Inglês) e "Tentativa de reconciliação de Obama com mundo árabe preocupa Israel"
"Os EUA e o mundo ocidental devem aprender a conhecer melhor o Islã. Além disso, se contarmos o número de americanos islamitas, nos daremos conta de que os Estado Unidos são um dos maiores países muçulmanos do planeta", afirmou Obama em entrevista concedida ao canal de televisão francês "Canal+".
O presidente americano, que fará um discurso nos próximos dias no Cairo, afirmou que tentará "criar o melhor diálogo para que o mundo muçulmano possa compreender melhor como não só os EUA, assim como todo o mundo islâmico em geral, sofre certos problemas como o terrorismo".
"Acho que há um autêntico conflito entre os que sustentam que o Islã é irreconciliável com a vida moderna e os que acham, pelo contrário, que o islamismo sempre soube evoluir ", assegurou Obama.
Para o presidente americano, "seja qual seja a confissão, são os que constroem e não os que destroem os que deixam uma herança".
Após viajar à Arábia Saudita e ao Egito, Obama participará no próximo domingo na França da comemoração do Dia D, quando houve o desembarque aliado na Normandia durante a Segunda Guerra Mundial.
Fonte - Yahoo
Nota DDP: A aproximação com o mundo islâmico, que não pode logicamente ser descartada para um quadro profético que vislumbra um mundo alinhado, tem sido objeto dos esforços dos dois maiores líderes do planeta, no campo político e religioso nestes últimos dias.
Coincidentemente ambos fazem parte dos poderes que se encaixam no cumprimento profético pregado pelos adventistas do sétimo dia já há mais de cem anos.
Os desdobramentos deste posicionamento americano pode ser ainda verificado em "Obama promete aos árabes que Jerusalém será sua" (Inglês) e "Tentativa de reconciliação de Obama com mundo árabe preocupa Israel"
OMS diz que alerta máximo de pandemia de gripe está próximo
A propagação da gripe suína por Grã-Bretanha, Espanha, Japão, Chile e Austrália coloca o mundo perto do alerta máximo de pandemia, afirmou nesta terça-feira uma autoridade da Organização Mundial de Saúde(OMS).
"Há uma série de países que parece estar em transição, saindo de casos relacionados a viagens para tipos mais estabelecidos de propagação (da gripe)", afirmou a jornalistas Keiji Fukuda, diretor-geral assistente da OMS.
"Eles estão em transição e ainda não chegaram a esse cenário, é por isso que nós ainda não estamos na fase 6."
O nível de alerta da OMS está atualmente em 5, o que significa que uma pandemia é iminente.
De acordo com os últimos dados da OMS, o novo tipo de influenza foi encontrado em 64 países e continua mais presente na América do Norte. Laboratórios da OMS já confirmaram quase 19 mil infectados, incluindo 117 pessoas que morreram.
Fonte - Terra
Nota DDP: Segundo a Global Research (Inglês), a França poderia estar se preparando para a vacinação em massa de sua população.
A tal gripe saiu das manchetes, dado o número de crises que assolam o globo ao mesmo tempo, mas certamente podemos ainda não conseguir visualizar todos os seus desdobramentos futuros.
"Há uma série de países que parece estar em transição, saindo de casos relacionados a viagens para tipos mais estabelecidos de propagação (da gripe)", afirmou a jornalistas Keiji Fukuda, diretor-geral assistente da OMS.
"Eles estão em transição e ainda não chegaram a esse cenário, é por isso que nós ainda não estamos na fase 6."
O nível de alerta da OMS está atualmente em 5, o que significa que uma pandemia é iminente.
De acordo com os últimos dados da OMS, o novo tipo de influenza foi encontrado em 64 países e continua mais presente na América do Norte. Laboratórios da OMS já confirmaram quase 19 mil infectados, incluindo 117 pessoas que morreram.
Fonte - Terra
Nota DDP: Segundo a Global Research (Inglês), a França poderia estar se preparando para a vacinação em massa de sua população.
A tal gripe saiu das manchetes, dado o número de crises que assolam o globo ao mesmo tempo, mas certamente podemos ainda não conseguir visualizar todos os seus desdobramentos futuros.
Número de famintos no sul da Ásia sobe em 100 milhões em 2 anos
Nova Délhi, 2 jun (EFE).- A crise financeira internacional e a alta dos preços do petróleo e dos alimentos fizeram o número de pessoas com "fome crônica" no sul da Ásia crescer de 300 milhões para 400 milhões nos últimos dois anos, denunciou hoje o Fundo das Nações Unidas para a Infância (Unicef).
Numa entrevista coletiva em Nova Délhi, o diretor do Unicef para a região, Daniel Toole, classificou a situação como "escandalosa". O comentário foi feito durante a apresentação do relatório do órgão sobre o impacto da crise econômica na infância e nas mulheres.
Entre 2006 e 2008, mais de 100 milhões de pessoas que vivem no sul da Ásia passaram a integrar o grupo populacional que não consome o mínimo de calorias diárias recomendadas, que é como o organismo define a "fome crônica".
Toole lembrou que o Banco Mundial (BM) fixou em 600 milhões, um número bem maior, o total de sul-asiáticos que vivem sob a linha de pobreza (US$ 1,25 ao dia). Disse ainda que mais de um bilhão de pessoas sobrevivem com menos de US$ 2 ao dia na região.
Em seu estudo, o Unicef calculou em 230 milhões de indianos, 84 milhões de paquistaneses, 65,3 milhões de bengaleses, 10 milhões de cingaleses, 8,5 milhões de nepaleses e 7,8 milhões de afegãos os sul-asiáticos famintos.
Os dados "mais preocupantes", segundo Toole, foram coletados no Nepal, no Paquistão e na Bangladesh, países em que a fome crônica avançou com mais rapidez sobre a população pobre nos últimos dois anos.
As crianças são as mais afetadas, já que, segundo o relatório, 54% dos 615 milhões de menores no sul da Ásia vivem na pobreza. E, dos 175 milhões de crianças com menos de 5 anos, 45% delas têm problemas de desnutrição, o índice mais alto do mundo, acima até da taxa na África Subsaaariana.
De acordo com o estudo, as famílias castigadas pela fome crônica dedicam de 60% a 70% de sua renda à alimentação, por isso são especialmente vulneráveis ao aumento dos preços dos mantimentos.
Fonte - G1
Numa entrevista coletiva em Nova Délhi, o diretor do Unicef para a região, Daniel Toole, classificou a situação como "escandalosa". O comentário foi feito durante a apresentação do relatório do órgão sobre o impacto da crise econômica na infância e nas mulheres.
Entre 2006 e 2008, mais de 100 milhões de pessoas que vivem no sul da Ásia passaram a integrar o grupo populacional que não consome o mínimo de calorias diárias recomendadas, que é como o organismo define a "fome crônica".
Toole lembrou que o Banco Mundial (BM) fixou em 600 milhões, um número bem maior, o total de sul-asiáticos que vivem sob a linha de pobreza (US$ 1,25 ao dia). Disse ainda que mais de um bilhão de pessoas sobrevivem com menos de US$ 2 ao dia na região.
Em seu estudo, o Unicef calculou em 230 milhões de indianos, 84 milhões de paquistaneses, 65,3 milhões de bengaleses, 10 milhões de cingaleses, 8,5 milhões de nepaleses e 7,8 milhões de afegãos os sul-asiáticos famintos.
Os dados "mais preocupantes", segundo Toole, foram coletados no Nepal, no Paquistão e na Bangladesh, países em que a fome crônica avançou com mais rapidez sobre a população pobre nos últimos dois anos.
As crianças são as mais afetadas, já que, segundo o relatório, 54% dos 615 milhões de menores no sul da Ásia vivem na pobreza. E, dos 175 milhões de crianças com menos de 5 anos, 45% delas têm problemas de desnutrição, o índice mais alto do mundo, acima até da taxa na África Subsaaariana.
De acordo com o estudo, as famílias castigadas pela fome crônica dedicam de 60% a 70% de sua renda à alimentação, por isso são especialmente vulneráveis ao aumento dos preços dos mantimentos.
Fonte - G1
terça-feira, 2 de junho de 2009
“O movimento adventista é falso”
Se existe um só erro, ou melhor, se houver apenas um só desvio da sã doutrina, como ensinada na Bíblia, então o movimento é falso. Ora, é conhecido o desvio doutrinário da IASD a respeito dos mortos, do milênio, do significado do sábado, e a insensatez desse culto à sua profetisa Sra. Ellen G. White. Pode-se dizer o mesmo com respeito às Testemunhas de Jeová, aos Mórmons, aos Católicos romanos, e assim por diante. Todos esses movimentos possuem em seu corpo doutrinário desvios em relação à sã doutrina bíblica. Mas certamente Deus tem um povo em cada uma dessas igrejas, a despeito de seus ensinos fraudulentos, como profetizado nas cartas de Apocalipse 2 e 3. A única saída dessa gente é deixar essas igrejas falsas, o que só poderá ocorrer quando as profecias começarem a se cumprir. Por ora, cumpre-se a profecia que declara: “E até importa que haja entre vós heresias, para que os que são sinceros se manifestem entre vós” (1 Cor 11:19). Antônio Freire, comentário enviado ao blog.
Caro Antônio,
Com base no quê você afirma que “é conhecido o desvio doutrinário da IASD…”? Na leitura de livros e “sites apologéticos” que nada sabem sobre nossa doutrina ou história denominacional; ou por meio da leitura de algum livro nosso ou entrevista com nossos líderes?
Um dia, o grande apologista Walter Martin, depois de escrever tantas coisas contra nós, resolveu ir “direto na fonte” para entender nossas doutrinas. E a conclusão dele foi a de que os Adventistas são cristãos sinceros que, apesar de possuírem doutrinas distintivas, têm em seu credo as crenças ortodoxas e inegociáveis do cristianismo, entre elas:
1) Deus é o Criador de todas as coisas e a Divindade é composta de uma Trindade (João 1:1-3; Judas 1:20);
2) Jesus é Deus no mais pleno sentido da Palavra (Colossenses 2:9);
3) O Espírito Santo é uma Pessoa Divida (Atos 13:3; 5:4);
4) Jesus Cristo encarnou, morreu na cruz, ressuscitou e ascendeu aos Céus (1 Coríntios 15; Atos 1:9-11);
5) A Bíblia é nossa única regra de fé e prática. Ellen White JAMAIS foi uma “segunda Bíblia” como falsamente dizem por aí(Gálatas 1:8);
6) O homem é justificado unicamente pela fé em Cristo (Romanos 5:1);
7) O homem é santificado pelo Espírito Santo (Hebreus 12:14; João 16:8-10);
8)Haverá um juízo (2 Coríntios 5:10);
9) Jesus voltará em glória e majestade (Apocalipse 1:7).
Recomendo que leia nesse blog o artigo que mostra não sermos uma seita e que analise os escritos de Ellen com os olhos de um estudioso que busca o conhecimento. Não faça como muitos que procuram ganchos para pendurarem os próprios preconceitos.
Deixo-lhe um texto para reflexão e ficarei no aguardo de suas considerações e refutações ao que escrevi.
“Porém confesso-te que, segundo o Caminho, a que chamam seita, assim eu sirvo ao Deus de nossos pais, acreditando em todas as coisas que estejam de acordo com a lei e nos escritos dos profetas” Atos 24:14.
Fonte - Na Mira da Verdade
Armadura de Deus
(por Marcio)"Revesti-vos de toda a ARMADURA de DEUS, para poderdes ficar firmes contra as ciladas do diabo" (Efésios 6:11)
As armaduras sempre estiveram presentes na história das batalhas como forma exclusiva de proteção pessoal. Originalmente eram fabricadas de metal, usada por diversos tipos de soldados e guerreiros. Atualmente, estas "armaduras" se tornaram muito mais sofisticadas, leves e de fácil manuseio. Não são mais de bronze, ferro; mas fabricadas a partir de arames de aço, camadas plásticas, placas de cerâmicas e até de tecidos mega resistentes. Independente do tipo de material, o fim sempre foi o mesmo: Proteção contra algo ou alguém que tem intenções de machucar.
O apóstolo Paulo usou estas palavras inspiradas para descrever a indumentária espiritual que o cristão deve ter diante desta batalha invisível entre o bem e o mal.
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Crise: oportunidade para propor outro modelo social mais humano
MADRI, segunda-feira, 1º de junho de 2009 (ZENIT.org).- Por ocasião do Dia da Caridade, na solenidade de Corpus Christi de 14 de junho, a Comissão Episcopal da Pastoral Social da Conferência Episcopal Espanhola publicou uma mensagem na qual sublinha as implicações sociais da Eucaristia.
“Há uma relação essencial entre Eucaristia e caridade. A celebração da Eucaristia tem implicações sociais”, diz a mensagem.
A mensagem sublinha, da situação atual, “os sintomas que percebemos e sofremos”.
“Desde que estourou a crise financeira, um número crescente de homens e mulheres afetados pela situação social e econômica está chamando às portas de nossas Cáritas, das paróquias, congregações religiosas e outras instituições eclesiais. Neles escutamos o clamor das vítimas e pudemos descobrir os novos rostos da pobreza.”
...
Esta crise, segundo a Comissão, evidencia “uma profunda quebra antropológica e uma crise de valores morais. A dignidade do ser humano é o valor que entrou em crise quando a pessoa não é o centro da vida social, econômica, empresarial; quando o dinheiro se converte em fim em si mesmo e não em um meio ao serviço da pessoa e do desenvolvimento social”.
“Se a profundidade da crise manifestou muitas misérias pessoais, sociais e éticas – sublinha a mensagem –, também é necessário reconhecer que está sendo oportuna para promover outro modelo social e econômico mais humano e justo e para despertar exemplares respostas de solidariedade.”
E assinala que “é admirável a generosidade que está se gerando entre amigos e no seio das famílias para enfrentar os efeitos da crise. São milhares os voluntários que estão dando o melhor de si mesmos, tentando ajudar os setores mais afetados e vulneráveis; também é digno de ser reconhecido o esforço sincero de muitos homens e mulheres do âmbito da cultura, da economia e da política, por oferecerem respostas concretas à crise”.
A Comissão Episcopal conclui afirmando que “se há algo positivo nesta crise, é a oportunidade de retificar e colocar as bases da convivência em valores sólidos capazes de construir uma ordem econômica e social mais transparente e justa. Aproveitemos o momento e peçamos ao Senhor, neste ‘Dia da Caridade’, que nos ajude a consegui-lo”.
Fonte - Zenit
Nota DDP: Nunca é demais lembrar que eucaristia traz em seu âmago direta correlação com o descanso dominical. Esta "solução" vem sendo proposta em diferentes oportunidades e maneiras no discurso romano:
"Políticos podem aprender da Eucaristia caminho para o bem comum"
"Crises e soluções"
"A catequese dominical"
"Papa insiste na centralidade da Eucaristia para vida da Igreja"
"Unidade entre os cristãos e o domingo"
“Há uma relação essencial entre Eucaristia e caridade. A celebração da Eucaristia tem implicações sociais”, diz a mensagem.
A mensagem sublinha, da situação atual, “os sintomas que percebemos e sofremos”.
“Desde que estourou a crise financeira, um número crescente de homens e mulheres afetados pela situação social e econômica está chamando às portas de nossas Cáritas, das paróquias, congregações religiosas e outras instituições eclesiais. Neles escutamos o clamor das vítimas e pudemos descobrir os novos rostos da pobreza.”
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Esta crise, segundo a Comissão, evidencia “uma profunda quebra antropológica e uma crise de valores morais. A dignidade do ser humano é o valor que entrou em crise quando a pessoa não é o centro da vida social, econômica, empresarial; quando o dinheiro se converte em fim em si mesmo e não em um meio ao serviço da pessoa e do desenvolvimento social”.
“Se a profundidade da crise manifestou muitas misérias pessoais, sociais e éticas – sublinha a mensagem –, também é necessário reconhecer que está sendo oportuna para promover outro modelo social e econômico mais humano e justo e para despertar exemplares respostas de solidariedade.”
E assinala que “é admirável a generosidade que está se gerando entre amigos e no seio das famílias para enfrentar os efeitos da crise. São milhares os voluntários que estão dando o melhor de si mesmos, tentando ajudar os setores mais afetados e vulneráveis; também é digno de ser reconhecido o esforço sincero de muitos homens e mulheres do âmbito da cultura, da economia e da política, por oferecerem respostas concretas à crise”.
A Comissão Episcopal conclui afirmando que “se há algo positivo nesta crise, é a oportunidade de retificar e colocar as bases da convivência em valores sólidos capazes de construir uma ordem econômica e social mais transparente e justa. Aproveitemos o momento e peçamos ao Senhor, neste ‘Dia da Caridade’, que nos ajude a consegui-lo”.
Fonte - Zenit
Nota DDP: Nunca é demais lembrar que eucaristia traz em seu âmago direta correlação com o descanso dominical. Esta "solução" vem sendo proposta em diferentes oportunidades e maneiras no discurso romano:
"Políticos podem aprender da Eucaristia caminho para o bem comum"
"Crises e soluções"
"A catequese dominical"
"Papa insiste na centralidade da Eucaristia para vida da Igreja"
"Unidade entre os cristãos e o domingo"
Eleições e construção europeia
Dossier da AE apresenta perspectivas de cidadãos comprometidos pessoal e institucionalmente com o projecto Europeu.
No contexto das [eleições?] para o Parlamento Europeu, a 7 de Junho, a Agência ECCLESIA publica um dossier sobre as várias questões que se abrem num processo com mais de 50 anos de história mas que parece, nacional e internacionalmente, distante dos cidadãos, os europeus. Os textos publicados acrescentam ao debate perspectivas de cidadãos comprometidos pessoal e institucionalmente com o projecto Europeu.
O contributo da Igreja no futuro da Europa é aqui reflectido por Paulo de Almeida Sande, Coordenador do Gabinete do Parlamento Europeu, em Portugal. Destaca que num estilo "ecuménico", a acção da Igreja alastra a "todos os domínios e matérias da vida humana em sociedade". Na dimensão social da União Europeia, "a Igreja é indiscutivelmente um dos mais úteis parceiros". "A sua acção pode marcar a diferença entre um processo equilibrado, de sucesso, inclusivo, cidadão e solidário, e o naufrágio nos rochedos negros do debate institucional ou das discussões de lana-caprina viradas ao umbigo nacional". O coordenador não tem dúvidas que a Igreja Católica é um parceiro requestado da União Europeia.
A COMECE - Comissão dos Episcopados da União Europeia - representa os Episcopados da União no palco de Bruxelas. O secretário-geral, Pe. Piotr Mazurkiewicz assume em entrevista à Agência ECCLESIA uma "modesta tarefa" de informar os episcopados europeus para que, nacionalmente, o debate europeu se desenvolva. Mas é o debate pelos valores que constituiu a segunda parte da missão da COMECE. Numa entrevista que traça, a médio e longo prazo as grandes questões da União Europeia, o Pe. Piotr Mazurkiewicz, enfatiza que a UE não pode ser "apenas uma comunidade de interesses".
Também o Pe. Duarte da Cunha, Secretario Geral do Conselho das Conferências Episcopais da Europa (CCEE), organismo que inclui os episcopados de todo o continente, destaca a participação católica na actualidade europeia. Em Bruxelas, o sacerdote destaca a presença da COMECE, o Núncio apostólico junto da União Europeia, que tal como para os outros Estados, tem a função de embaixador que está atento aos assuntos ali tratados, o Observador Permanente no Conselho da Europa, para além de "vários grupos e «Think tanks» católicos que tentam influenciar as decisões tomadas nestas instâncias", assumindo que "mais significativo seria se mais católicos se mostrassem disponíveis para a vida política".
Sobre a visão cristã e missionária da política europeia escreve o Pe. José Augusto Leitão, Responsável em Portugal pela Rede África-Europa Fé e Justiça - AEFJN. Em representação de 30.000 religiosos e religiosas a actuar na Europa e em África, esta rede preparou um guia para as eleições europeias pretendendo lançar aos candidatos ao PE "interpelações em áreas sensíveis aos países africanos como: a ecologia, o comércio, os direitos humanos e a justiça, os Objectivos de Desenvolvimento do Milénio, a cooperação e a paz". O Pe. José Augusto Leitão destaca a importância da participação dos cristãos "do voto consciente e proactivo nestas eleições" sublinhando que "as decisões tomadas ao nível do Parlamento Europeu terão consequências globais e de modo especial nas populações mais vulneráveis ao livre comércio".
O predomínio do que é económico "tem levado a níveis inconcebíveis de pobreza e de marginalização", lamenta Eurénio Fonseca no texto «Urge uma nova Europa». A inversão do objectivo inicial da unidade europeia "levou João Paulo II a recordar, na Exortação Pós-Sinodal Ecclesia in Europa, a necessidade de construir uma Europa aberta e acolhedora, promotora de solidariedade e de paz no mundo", relembra o Presidente da Cáritas Portuguesa. A Igreja é chamada a "anunciar de forma convincente o evangelho da esperança e credibilizá-lo com o serviço da caridade, promovendo acções e participações públicas e sociais adequadas" na certeza de que "não só é possível coexistirem diferentes culturas e credos religiosos, como podem conviver em fraterna unidade".
Já Isilda Pegado, Presidente da Confederação pela Vida recorda "grandes pressões" para a aprovação de leis europeias e "ataques cerrados à Igreja Católica por defender valores que tangem com aquelas opções". "No momento em que votamos que devemos pensar se é este o tipo de actuação que esperamos do Parlamento Europeu" e por isso pede "um voto em consciência" e não um "voto no escuro".
Fonte - Ecclesia
Nota DDP: É absolutamente óbvia o crescente interesse de intercâmbio do poder entre igreja e estado. Cristo disse "a César o que é de César", mas a história demonstra que durante muito tempo o poder eclesiástico controlou os "Césares", o que claramente se vislumbra algum tipo de paralelo futuro.
No contexto das [eleições?] para o Parlamento Europeu, a 7 de Junho, a Agência ECCLESIA publica um dossier sobre as várias questões que se abrem num processo com mais de 50 anos de história mas que parece, nacional e internacionalmente, distante dos cidadãos, os europeus. Os textos publicados acrescentam ao debate perspectivas de cidadãos comprometidos pessoal e institucionalmente com o projecto Europeu.O contributo da Igreja no futuro da Europa é aqui reflectido por Paulo de Almeida Sande, Coordenador do Gabinete do Parlamento Europeu, em Portugal. Destaca que num estilo "ecuménico", a acção da Igreja alastra a "todos os domínios e matérias da vida humana em sociedade". Na dimensão social da União Europeia, "a Igreja é indiscutivelmente um dos mais úteis parceiros". "A sua acção pode marcar a diferença entre um processo equilibrado, de sucesso, inclusivo, cidadão e solidário, e o naufrágio nos rochedos negros do debate institucional ou das discussões de lana-caprina viradas ao umbigo nacional". O coordenador não tem dúvidas que a Igreja Católica é um parceiro requestado da União Europeia.
A COMECE - Comissão dos Episcopados da União Europeia - representa os Episcopados da União no palco de Bruxelas. O secretário-geral, Pe. Piotr Mazurkiewicz assume em entrevista à Agência ECCLESIA uma "modesta tarefa" de informar os episcopados europeus para que, nacionalmente, o debate europeu se desenvolva. Mas é o debate pelos valores que constituiu a segunda parte da missão da COMECE. Numa entrevista que traça, a médio e longo prazo as grandes questões da União Europeia, o Pe. Piotr Mazurkiewicz, enfatiza que a UE não pode ser "apenas uma comunidade de interesses".
Também o Pe. Duarte da Cunha, Secretario Geral do Conselho das Conferências Episcopais da Europa (CCEE), organismo que inclui os episcopados de todo o continente, destaca a participação católica na actualidade europeia. Em Bruxelas, o sacerdote destaca a presença da COMECE, o Núncio apostólico junto da União Europeia, que tal como para os outros Estados, tem a função de embaixador que está atento aos assuntos ali tratados, o Observador Permanente no Conselho da Europa, para além de "vários grupos e «Think tanks» católicos que tentam influenciar as decisões tomadas nestas instâncias", assumindo que "mais significativo seria se mais católicos se mostrassem disponíveis para a vida política".
Sobre a visão cristã e missionária da política europeia escreve o Pe. José Augusto Leitão, Responsável em Portugal pela Rede África-Europa Fé e Justiça - AEFJN. Em representação de 30.000 religiosos e religiosas a actuar na Europa e em África, esta rede preparou um guia para as eleições europeias pretendendo lançar aos candidatos ao PE "interpelações em áreas sensíveis aos países africanos como: a ecologia, o comércio, os direitos humanos e a justiça, os Objectivos de Desenvolvimento do Milénio, a cooperação e a paz". O Pe. José Augusto Leitão destaca a importância da participação dos cristãos "do voto consciente e proactivo nestas eleições" sublinhando que "as decisões tomadas ao nível do Parlamento Europeu terão consequências globais e de modo especial nas populações mais vulneráveis ao livre comércio".
O predomínio do que é económico "tem levado a níveis inconcebíveis de pobreza e de marginalização", lamenta Eurénio Fonseca no texto «Urge uma nova Europa». A inversão do objectivo inicial da unidade europeia "levou João Paulo II a recordar, na Exortação Pós-Sinodal Ecclesia in Europa, a necessidade de construir uma Europa aberta e acolhedora, promotora de solidariedade e de paz no mundo", relembra o Presidente da Cáritas Portuguesa. A Igreja é chamada a "anunciar de forma convincente o evangelho da esperança e credibilizá-lo com o serviço da caridade, promovendo acções e participações públicas e sociais adequadas" na certeza de que "não só é possível coexistirem diferentes culturas e credos religiosos, como podem conviver em fraterna unidade".
Já Isilda Pegado, Presidente da Confederação pela Vida recorda "grandes pressões" para a aprovação de leis europeias e "ataques cerrados à Igreja Católica por defender valores que tangem com aquelas opções". "No momento em que votamos que devemos pensar se é este o tipo de actuação que esperamos do Parlamento Europeu" e por isso pede "um voto em consciência" e não um "voto no escuro".
Fonte - Ecclesia
Nota DDP: É absolutamente óbvia o crescente interesse de intercâmbio do poder entre igreja e estado. Cristo disse "a César o que é de César", mas a história demonstra que durante muito tempo o poder eclesiástico controlou os "Césares", o que claramente se vislumbra algum tipo de paralelo futuro.
Igreja e Bento XVI enfrentam eixo mundial laicista
MADRI, 01 Jun. 09 / 03:58 am (ACI).- O Arcebispo de Burgos, Dom Francisco Gil Hellín, denunciou que resulta cada vez mais evidente que tanto a Igreja Católica como o Papa Bento XVI se enfrentam a “um eixo mundial laicista, formado por elementos significativos da União Européia, das Nações Unidas e, mais recentemente, Estados Unidos”.
“Este eixo se mostrou incapaz de aceitar algo que não sejam seus próprios valores. E assim, frente às evidências científicas, em nome da razão criticou irracionalmente o Papa e se mostrou irracional frente à moral e a fé da Igreja Católica”, assinalou o Arcebispo em sua mais recente reflexão semanal.
Segundo Dom Gil Hellín, “o mundo corre o risco de abraçar uma nova ditadura: a ditadura do relativismo”
O Arcebispo avaliou os recentes ataques contra o Papa por uma afirmação sobre o preservativo. “Se fosse uma saída de tom do Papa teria certa justificação. Mas o que o Papa disse é compartilhado pela comunidade científica internacional, seja ou não católica. Estamos, pois, ante a resposta de um laicismo cada vez mais radical, que não dá nenhum valor à ética cristã nem está disposto a contar com o cristianismo na hora de procurar soluções aos muito graves problemas que afligem a nossa sociedade”.
Dom Gil Hellín advertiu que “este laicismo radical se foi incubando na Europa nos últimos decênios. Mas foi-se aguçando de modo especial desde a queda do muro do Berlim”.
Do mesmo modo, considerou que “os Estados Unidos se manteve mais ou menos alheio a esta realidade. Isso explica que o Papa viu aí uma laicidade mais esperançosa e menos hostil”.
“Em efeito, embora ainda não com tanta força como na Europa, as forças laicistas se encorajaram cada vez mais nos Estados Unidos, tentando marginar a Igreja e etiquetar seus ensinamentos sobre o matrimônio e a vida como defasadas, ou então fanáticas”, denunciou.
Também advertiu que “a hostilidade para a Igreja aumentou também nos meios de comunicação. Funcionários chave das Nações Unidas, de algumas nações da Europa e os meios internacionais com conexões nos Estados Unidos e Grã-Bretanha, assumiram rapidamente que Bento XVI estava equivocado sobre o preservativo”.
Fonte - ACI Digital
Nota DDP: Salvo engano, o que se pretende com este discurso, se compara ao que já foi realizado com os judeus, muçulmanos e até mesmo com o mundo evangélico.
A crítica inicial resultou em afinamento de intenções entre os citados grupos religiosos e a igreja romana.
O tempo dirá como responderão EUA, UE e a ONU face à interpelação em foco.
“Este eixo se mostrou incapaz de aceitar algo que não sejam seus próprios valores. E assim, frente às evidências científicas, em nome da razão criticou irracionalmente o Papa e se mostrou irracional frente à moral e a fé da Igreja Católica”, assinalou o Arcebispo em sua mais recente reflexão semanal.
Segundo Dom Gil Hellín, “o mundo corre o risco de abraçar uma nova ditadura: a ditadura do relativismo”
O Arcebispo avaliou os recentes ataques contra o Papa por uma afirmação sobre o preservativo. “Se fosse uma saída de tom do Papa teria certa justificação. Mas o que o Papa disse é compartilhado pela comunidade científica internacional, seja ou não católica. Estamos, pois, ante a resposta de um laicismo cada vez mais radical, que não dá nenhum valor à ética cristã nem está disposto a contar com o cristianismo na hora de procurar soluções aos muito graves problemas que afligem a nossa sociedade”.
Dom Gil Hellín advertiu que “este laicismo radical se foi incubando na Europa nos últimos decênios. Mas foi-se aguçando de modo especial desde a queda do muro do Berlim”.
Do mesmo modo, considerou que “os Estados Unidos se manteve mais ou menos alheio a esta realidade. Isso explica que o Papa viu aí uma laicidade mais esperançosa e menos hostil”.
“Em efeito, embora ainda não com tanta força como na Europa, as forças laicistas se encorajaram cada vez mais nos Estados Unidos, tentando marginar a Igreja e etiquetar seus ensinamentos sobre o matrimônio e a vida como defasadas, ou então fanáticas”, denunciou.
Também advertiu que “a hostilidade para a Igreja aumentou também nos meios de comunicação. Funcionários chave das Nações Unidas, de algumas nações da Europa e os meios internacionais com conexões nos Estados Unidos e Grã-Bretanha, assumiram rapidamente que Bento XVI estava equivocado sobre o preservativo”.
Fonte - ACI Digital
Nota DDP: Salvo engano, o que se pretende com este discurso, se compara ao que já foi realizado com os judeus, muçulmanos e até mesmo com o mundo evangélico.
A crítica inicial resultou em afinamento de intenções entre os citados grupos religiosos e a igreja romana.
O tempo dirá como responderão EUA, UE e a ONU face à interpelação em foco.
Papa e presidente da Ucrânia pela unidade entre católicos e ortodoxos
CIDADE DO VATICANO, segunda-feira, 1º de junho de 2009 (ZENIT.org).- Bento XVI e o presidente da Ucrânia, Victor Yuschenko, destacaram nesta segunda-feira a importância da unidade entre os cristãos para uma nação na qual nos últimos anos aconteceram tensões entre católicos e ortodoxos.
O Papa e o chefe de Estado dialogaram em um encontro privado durante cerca de 25 minutos, na biblioteca privada do Santo Padre.
A seguir, Yuschenko, acompanhado pelo ministro de Assuntos Exteriores de seu país, Volodimir Khandogiy, falou com o cardeal Tarcisio Bertone, secretário de Estado da Santa Sé, e o arcebispo Dominique Mamberti, secretário vaticano para as Relações com os Estados.
Segundo informa um comunicado emitido pela Santa Sé, no transcurso “se evocou com complacência as boas relações existentes entre a Ucrânia e a Santa Sé, assim como algumas perspectivas de intensificação da colaboração nos setores cultural e social”.
Desta forma, nas reuniões “se manifestou a vontade de encontrar soluções justas para as questões ainda abertas entre o Estado e a Igreja, sem deixar de destacar a contribuição da Igreja Católica à sociedade ucraniana na educação dos valores cristãos e sua difusão”.
Ao falar de “soluções justas” às questões, o comunicado se referia à situação da Igreja Católica de rito oriental, cujo patrimônio foi expropriado em 1946, após ser abolida por Stalin e entregue à Igreja Ortodoxa, majoritária no país.
Após a queda do comunismo, em 1990, as autoridades ucranianas devolveram a legalidade às comunidades católicas e aprovaram uma lei para a restituição dos bens confiscados.
Estes católicos de rito oriental recuperaram parte de seus bens, mas expoentes ortodoxos consideram que algumas destas propriedades lhes pertenciam desde sempre e continuam opondo-se à sua devolução. Em outras ocasiões, propriedades que foram católicas continuam sem ser devolvidas.
Por este motivo, segundo indica o comunicado vaticano, nos encontros, se sublinhou “a importância do diálogo entre os cristãos para promover a unidade no respeito de todos e frente a uma convivência pacífica”.
Yuschenko deu ao Papa um busto em mármore que representa o rosto do pontífice. Bento XVI lhe correspondeu com a medalha em ouro de seu pontificado e a reprodução de uma antiga vista da Cidade do Vaticano.
Dos 45 milhões de habitantes, 10% deles são católicos, seja de rito oriental ou latino.
Fonte - Zenit
Nota DDP: De se notar os contornos de entrelaçamento do estado com a religião, da visão crescente de se tratar o alinhamento religioso como um fator de paz e, que se em um pais com apenas 10% de penetração católica se observa este tipo de "complacência", imagine-se o que tende a ocorrer onde houver maioria desse segmento religioso...
O Papa e o chefe de Estado dialogaram em um encontro privado durante cerca de 25 minutos, na biblioteca privada do Santo Padre.
A seguir, Yuschenko, acompanhado pelo ministro de Assuntos Exteriores de seu país, Volodimir Khandogiy, falou com o cardeal Tarcisio Bertone, secretário de Estado da Santa Sé, e o arcebispo Dominique Mamberti, secretário vaticano para as Relações com os Estados.
Segundo informa um comunicado emitido pela Santa Sé, no transcurso “se evocou com complacência as boas relações existentes entre a Ucrânia e a Santa Sé, assim como algumas perspectivas de intensificação da colaboração nos setores cultural e social”.
Desta forma, nas reuniões “se manifestou a vontade de encontrar soluções justas para as questões ainda abertas entre o Estado e a Igreja, sem deixar de destacar a contribuição da Igreja Católica à sociedade ucraniana na educação dos valores cristãos e sua difusão”.
Ao falar de “soluções justas” às questões, o comunicado se referia à situação da Igreja Católica de rito oriental, cujo patrimônio foi expropriado em 1946, após ser abolida por Stalin e entregue à Igreja Ortodoxa, majoritária no país.
Após a queda do comunismo, em 1990, as autoridades ucranianas devolveram a legalidade às comunidades católicas e aprovaram uma lei para a restituição dos bens confiscados.
Estes católicos de rito oriental recuperaram parte de seus bens, mas expoentes ortodoxos consideram que algumas destas propriedades lhes pertenciam desde sempre e continuam opondo-se à sua devolução. Em outras ocasiões, propriedades que foram católicas continuam sem ser devolvidas.
Por este motivo, segundo indica o comunicado vaticano, nos encontros, se sublinhou “a importância do diálogo entre os cristãos para promover a unidade no respeito de todos e frente a uma convivência pacífica”.
Yuschenko deu ao Papa um busto em mármore que representa o rosto do pontífice. Bento XVI lhe correspondeu com a medalha em ouro de seu pontificado e a reprodução de uma antiga vista da Cidade do Vaticano.
Dos 45 milhões de habitantes, 10% deles são católicos, seja de rito oriental ou latino.
Fonte - Zenit
Nota DDP: De se notar os contornos de entrelaçamento do estado com a religião, da visão crescente de se tratar o alinhamento religioso como um fator de paz e, que se em um pais com apenas 10% de penetração católica se observa este tipo de "complacência", imagine-se o que tende a ocorrer onde houver maioria desse segmento religioso...
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