terça-feira, 24 de junho de 2008

O retorno de Malthus – o apocalipse está perto novamente?


Revoltas por falta de comida estouram em vários países, e desacreditada teoria volta à tona. Mas isso não quer dizer que o mundo não vá ter problemas para alimentar sua população.

Nos anos de 1970, as pessoas estavam à beira da inanição em muitos lugares ao redor do mundo. Os preços dos grãos estavam bastante altos, os estoques de arroz estavam em queda. Na Etiópia e no Camboja, as pessoas estavam realmente à beira da fome, e a revolta da opinião pública por falta de comida contribuiu para a queda do Imperador Haile Selassie e a vitória do Khmer Vermelho.

Agora, isso está acontecendo novamente. Revoltas por falta de comida incendeiam Bangladesh, o Egito e outros países africanos. No Haiti, isso custou o cargo do primeiro-ministro. Países produtores de arroz, como China, Índia e Indonésia, restringiram as exportações, e o arroz é transportado sob escolta armada.

E, de novo, Thomas Malthus, economista britânico e demógrafo da virada do século 18 para o 19, está sendo chamado para o serviço. Sua teoria básica era a de que as populações, que crescem em progressão geométrica, irão inexoravelmente superar o ritmo da produção de alimentos, que cresce em progressão aritmética. O resultado seria a fome. Esse pensamento foi fundamentado em cenários apocalípticos, tanto reais quanto imaginários, da Grande Fome Irlandesa, em 1845, à Explosão Populacional de 1968.

Mas, com a Revolução Industrial, a Revolução dos Transportes, a Revolução Verde e a Revolução Biotecnológica, Malthus foi amplamente desacreditado. Os acontecimentos lancinantes dos últimos meses não mudam esse fato, diz a maioria dos especialistas. Mas eles mostram os problemas que podem surgir.

O mundo nunca chegou tão perto de superar sua capacidade de produzir alimentos. Hoje, há grãos suficientes crescendo no planeta para alimentar 10 bilhões de vegetarianos, afirma Joel E. Cohen, professor de populações da Rockefeller University em Nova York e autor de “How Many People Can the Earth Support?”. Mas muitos desses grãos estão servindo de alimento para gado, que são por sua vez consumidos pelas pessoas mais ricas do mundo.

Em teoria, existem terras plantadas suficientes para alimentar o planeta para sempre, porque as Nações Unidas prevêem que a população mundial irá se estabilizar em 10 bilhões de pessoas em 2060. Mas o sucesso depende do controle das porções; no final da década de 80, o Programa Fome Mundial da Brown University calculou que o mundo naquela época podia sustentar 5,5 bilhões de vegetarianos, 3,7 bilhões de sul-americanos ou 2,8 bilhões de norte-americanos, que comiam mais proteína animal do que os sul-americanos.

Mesmo que as taxas de natalidade voltassem a subir, muitos agrônomos acreditam que o mundo poderia suportar facilmente de 20 a 30 bilhões de pessoas.

Qualquer pessoa que tenha sobrevoado os Estados Unidos pode ver como isso é possível: há muitas terras desocupadas no país. Toda a população do mundo, com 93 metros quadrados de espaço vital cada, caberia no estado do Texas.

Água? Quando o barril atingir o preço de US$ 150, valerá mais a pena construir dutos da calota polar em derretimento, ou dessalinizar o mar, como fazem os sauditas.

O mesmo potencial é ainda mais evidente quando se sobrevoa o planeta. As favelas de Mumbai são extensas; mas também são extensas as áreas cultiváveis vazias em Rajasthan. A África, um continente enorme com meros 770 milhões de pessoas, parece praticamente vazia vista do alto. Ao sul do Saara, a terra é rica; ao sul de Zambezi, o clima é temperado. Mas a terra é cultivada em sua maior parte por gente que usa enxadas.

Como apontou Harriet Friedmann, especialista em sistemas de alimentos da Universidade de Toronto, Malthus escreveu em uma Grã-Bretanha que ecoava a dicotomia entre os países ricos de hoje e o Terceiro Mundo: uma elite de grandes latifundiários praticando “agricultura científica” de lã e trigo e obtendo grandes lucros; muitos agricultores de subsistência mal conseguindo sobreviver; migração desses agricultores para as favelas de Londres, seguido de emigração. A principal diferença é que a emigração naquela época era para colônias onde terras cultiváveis os esperavam, enquanto hoje é para países ricos onde estão os postos de trabalho.

O mundo de Malthus ficou cheio, e os agricultores, desafiando suas previsões, se tornaram ainda mais produtivos. Reconhecidamente, desmatar a terra para que se possa plantar trigo geneticamente modificado e colhê-lo com equipamentos da John Deere pode ser um processo brutal, mas está solidificado e já faz parte das regras ocidentais.

Mas, e os 800 milhões de pessoas que sofrem de miséria crônica, mesmo em anos sem conflitos?

Friedmann argumenta que há uma insustentabilidade malthusiana na forma como a grande agricultura é praticada. Ele afirma que ela degrada de tal forma a diversidade genética e o meio ambiente que certamente chegará um ponto em que a fome irá se alastrar.

Outros discordam veementemente. Na opinião deles, o mundo é quase infinitamente abundante. Se os alimentos se tornarem tão caros quanto o petróleo, poderíamos cultivar a terra da África, instalar viveiros de peixes nos oceanos e construir jardins vegetais hidropônicos no alto dos arranha-céus. Mas eles vêem os problemas por trás disso sob uma perspectiva mais marxista do que malthusiana: os ricos obtêm muito de tudo, incluindo biomassa.

Por ora, simplesmente acabar com subsídios a agricultores americanos e europeus permitiria aos agricultores pobres competir no mercado.

Tyler Cowen, economista americano, observa que os mercados globais de agricultura estão longe de serem livres e são administrados de forma imprudente. Países ricos subsidiam agricultores, mas governos pobres congelam preços locais de grãos ou proíbem a exportação somente quando os preços mundiais sobem – por exemplo, menos de 7% do arroz produzido no mundo cruza as fronteiras. Isso desmotiva os milhões de agricultores do Terceiro Mundo a plantar um pouco mais para venda no mercado, além do que plantam para si e sua família.

Cohen, da Rockefeller University, disse que os americanos gostam de Malthus porque sua teoria os livra da culpa pelo problema. Malthus afirma que o problema é existirem muitas pessoas pobres.

Ou, usando os termos com os quais a crise atual geralmente é explicada: muitos chineses e indianos trabalham duro e acham que deveriam poder comer pizza, carne e tomar café. Eles são os culpados por aumentar em tal nível os preços mundiais que africanos e asiáticos pobres não podem pagar o preço do arroz e do mingau. A verdade é que a pressão para o aumento dos preços já estava lá.

Os Estados Unidos sempre foram caridosos, então a resposta nunca foi “deixem que eles comam brotos de feijão”. Mas tem sido “deixem que eles comam milho americano subsidiado transportado em navios americanos”. Talvez eles precisem mudar.

Fonte - G1
Nota DDP:
Muito antes de Malthus, o Senhor Jesus já havia previsto tal estado de coisas, principalmente, que estas resultariam da ganância humana, porque como se vê, a natureza que saiu das mãos de Deus é abundante o suficiente para que nada disso estivesse acontecendo.
Lucas 21:11
haverá grandes terremotos, epidemias e fome em vários lugares, coisas espantosas e também grandes sinais do céu.

segunda-feira, 23 de junho de 2008

Um Bush mais católico que Kennedy

E nquanto subia a escadaria da Torre de São João, George W. Bush não parava de exclamar "que honra, que honra, que honra!". Bento XVI decidiu oferecer este Junho uma recepção única ao Presidente americano, retribuição pelo acolhimento caloroso em Abril durante a visita papal aos Estados Unidos (até lhe cantaram os parabéns na Casa Branca). E em vez de encontrar-se com Bush na biblioteca do palácio apostólico, como é hábito com os chefes de Estado, acolheu-o antes no imponente edifício do século XII, plantado no meio desses jardins do Vaticano que Bento XVI costuma percorrer nas suas longas horas de reflexão.

Foi suficiente a meia hora de conversa entre Bush e Bento XVI para a imprensa italiana voltar a especular sobre uma conversão ao catolicismo, repetindo a série de argumentos que tinham sido já usados pela revista Panorama e pelo jornal Corriere della Sera quando Joseph Ratzinger esteve em Washington: Bush reclama ter lido livros do teólogo agora Papa; tem estado alinhado com o Vaticano no combate ao casamento homossexual, ao aborto e à investigação com células estaminais; é um homem profundamente religioso, tendo trocado um dia o álcool pela Bíblia sob pressão da mulher, Laura, e desde então feito da fé cristã o seu modelo de conduta; ter-se-á rodeado de católicos na Casa Branca e até pedido a um padre para benzer a célebre West Wing, ou ala ocidental.

No Texas, Bush pertence à igreja metodista e em Washington frequenta a episcopal. Tecnicamente, é um cristão protestante, como a maioria dos americanos. Mas a sua atracção pelo catolicismo é evidente. Começa logo pelo exemplo familiar, pois o irmão Jeb, ex-governador da Florida, converteu-se depois de casar com uma mexicana. Mas também é notada nas opções políticas, pois as suas escolhas para o Supremo tribunal foram John Roberts e Samuel Alito, juízes que proporcionaram a primeira maioria católica (cinco em nove) no órgão que molda a América. Não surpreende, pois, que um ex- -senador tenha classificado Bush como "o primeiro presidente católico da América". E a quem lhe relembra que já houve um católico na Casa Branca, Rick Santorum esclarece que o actual Presidente "é certamente muito mais católico que John Kennedy", mais não seja porque este tinha de manter distâncias em relação ao Vaticano. A favor de Bush também o facto de em 2004 ter obtido mais votos católicos que John Kerry, apesar de o rival ser um seguidor do Papa.

Foi na guerra ao Iraque em 2003 que Bush e o Vaticano estiveram em oposição. Mas se o ex-primeiro-ministro britânico Tony Blair, amigo e aliado de Bush, entretanto se converteu ao catolicismo, nada indica ter-se aberto uma moda entre os políticos de pedirem perdão por terem ignorado os conselhos de João Paulo II, o antecessor de Bento XVI. Blair cedeu sobretudo às pressões da católica Cherie, a mulher. Laura Bush, que se saiba, é uma mulher religiosa, mas nada católica.

Fonte - Diario de Noticias

Comentário Cristo Voltará:
O jornalista Leonídio P. Ferreira considera o presidente americano mais católico que o único presidente católico que os EUA já tiveram, e que foi o Presidente Kennedi.
Por quê isso? Veja os argumentos:
1.ele recebeu o papa, em maio de 2008, com a maior pompa que algum presidente de país foi recebido até então;
2.foi recebido em junho de 2008 pelo papa, igualmente pela maior pompa que o papa já tenha recebido algum presidente anteriormente;
3.ao subir as escadas da Torre de São João, Bush exclamava: “que honra, que honra, que honra!” 4.ele nomeou católicos para serem seus ministros, inclusive, na Suprema Corte, formada por nove ministros, ele nomeou só católicos (dos três que pôde nomear), assim, na Suprema Corte há 5 ministros católicos, e 4 de outras denominações (isso favorece a decretos a favor dos católicos, como o decreto dominical)
5.a imprensa até especula se ele já se converteu para o catolicismo.
6.em 2004 os católicos votaram em massa nele.

É um sinal de que ocorre uma aliança entre o Vaticano e os EUA. A amizade está favorecendo.
CRISTO volta logo!

Nova tragédia internacional


MANILA - Pelo menos 17 pessoas morreram e cinco estão desaparecidas por causa das inundações e deslizamentos de terra causados pela passagem do tufão "Fengshen", que atingiu o sul das Filipinas com ventos de até 140 km/h.

Dez pessoas morreram afogadas numa enchente na província de Maguindanao, onde ainda são buscadas outras cinco vítimas, e um homem de 50 anos e seu filho de 10 perderam a vida quando sua casa foi arrasada pela cheia de outro rio em Cotabato, também na ilha de Mindanao (800 km ao sul da capital Manila). Cinco outras estão desaparecidas.

Nas regiões leste e central do país, 200 mil pessoas foram tiradas de suas casas e todos os vôos domésticos foram suspensos, assim como o transporte por barco entre as ilhas.

A tempestade arrancou árvores e tetos das casas na cidade de Roxas, que na manhã deste sábado, 21, foi atingida por ventos de até 140 km/h. Durante o fim de semana, o tufão provocará chuvas torrenciais nas regiões centrais de Bicol e Visayas, assim como em Luzon, a ilha onde se encontra a capital, segundo a Administração de Serviços Atmosféricos, Geofísicos e Astronômicos (Pagasa).

Quase 800 passageiros e dezenas de veículos permanecem presos nos portos de Bicol, depois que a Guarda Litorânea impediu a saída de barcos, por causa dos vendavais e das fortes ondas.

Os residentes de zonas montanhosas e próximas à costa foram advertidos do risco de inundações e deslizamentos de terra, enquanto os habitantes de regiões litorâneas deverão proteger-se de possíveis ondas gigantes.

Caso a situação piore, não está descartada a intervenção das Forças Armadas. Já se iniciou o armazenamento de arroz e material de emergência, e os hospitais se encontram em estado de alerta máximo.

O "Fengshen" tocou terra na sexta-feira, 20, na ilha de Samar (180 km ao leste de Manila), antes de virar em direção ao Oceano Pacífico, onde no domingo passará próximo à cidade japonesa de Okinawa, segundo o último boletim meteorológico.

Fonte: Estadão

"Ao ouvir das terríveis calamidades que semana a semana estão ocorrendo, pergunto-me a mim mesma: Que significam estas coisas? As mais terríveis catástrofes seguem-se umas às outras em rápida sucessão. Com que freqüência ouvimos de terremotos e furacões, de destruição por fogo e inundações, com grandes perdas de vida e propriedade! Aparentemente essas calamidades são caprichosas irrupções de forças desordenadas, irregulares, mas nelas se pode ler o propósito de Deus. São um dos meios pelos quais Ele procura despertar homens e mulheres, levando-os a reconhecer o seu perigo." Ellen G. White, "E recebereis poder - meditação Matinal", p. 287

Fonte - Questão de Confiança

ET: A Califórnia é novamente assolada por incêndios:

Tempestades de raios causam centenas de focos de incêndio no estado norte-americano da Califórnia.

Desde sábado, ao menos 400 pontos de queimadas foram registrados. No condado de Napa, a situação é crítica. Milhares de pessoas tiveram que deixar as casas às pressas. Ao menos 66 moradias e duas propriedades comerciais estão em risco. Na parte sul do estado, o avanço das chamas foi parcialmente contido. Mas, somente no Parque Florestal Shasta-Trinity, ainda há 60 incêndios. O condado de Santa Mônica enfrenta a terceira grande queimada do ano, e contabiliza prejuízos. O governador Arnold Schwarzenegger ordenou que a guarda estadual dê apoio ao trabalho dos bombeiros.

Fonte - BandNews

Gelo mostra mudança abrupta do clima na Terra

Um estudo do gelo da Groenlândia localizado entre 1.452 e 1.642 metros de profundidade indica que o clima se alterou abruptamente no fim da última era glacial e que a temperatura aumentou até 10C de um ano para outro.

A pesquisa, publicada na revista "Science", lança um alerta para os cientistas em tempos de aquecimento global: transições dramáticas e totalmente imprevistas no clima podem acontecer em períodos extremamente curtos.
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"Nós analisamos a transição da última era glacial até o presente período interglacial, e as mudanças no clima estão acontecendo tão de repente que é como se alguém tivesse apertado um botão", disse Dorthe Dahl-Jensen, também da Universidade de Copenhague.
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Fonte - Folha

"[Satanás] Estudou os segredos dos laboratórios da Natureza, e emprega todo o seu poder para dirigir os elementos tanto quanto o permite Deus... Nos acidentes e calamidades no mar e em terra, nos grandes incêndios, nos violentos furacões e terríveis saraivadas, nas tempestades, inundações, ciclones, ressacas e terremotos, em toda parte e sob milhares de formas, Satanás está exercendo seu poder... Estas visitações devem tornar-se mais e mais freqüentes e desastrosas... Declarar-se-á que os homens estão ofendendo a Deus pela violação do descanso dominical; que este pecado acarretou calamidades que não cessarão antes que a observância do domingo seja estritamente imposta; e que os que apresentam os requisitos do quarto mandamento, destruindo assim a reverência pelo domingo, são pertubadores do povo..." O Grande Conflito, p. 589 e 590.

Os limites do passaporte biométrico

O novo modelo de passaporte, que gradualmente tende a ser adotado no mundo todo, contém outros dados de identificação além da foto habitual.

De acordo com o regulamento da União Européia, o passaporte, que será obrigatório em todo o território a partir de 2009, contém um "chip" com a imagem digital do rosto do portador e duas impressões digitais. Outros dados que estão sendo cogitados em diferentes países incluem a imagem da íris. O passaporte é criticado por defensores dos direito civis, que o vêem com uma invasão de privacidade.

Fonte - Opinião e Notícia

George Soros fala de uma `superbolha´

Em seu livro mais recente, O novo paradigma dos mercados financeiros, o financista diz que uma superbolha se desenvolveu nos últimos 25 anos e agora está entrando em colapso.

Segundo George Soros, o declínio dos preços dos imóveis será mais acentuado e irá além do que as pessoas imaginam atualmente. Ele acredita que haverá uma longa recessão mundial, e que esta é a pior crise financeira desde a Grande Depressão.

Aos 77 anos, Soros quer ser lembrado principalmente como um filósofo, mas hoje é mais conhecido como um especulador, filantropo e ativista político.

Fonte - Opinião e Notícia

Nota DDP:
Mais sobre a economia mundial e a questão da crise financeira no quadro profético em "Mais uma vez a economia e a profecia".

sexta-feira, 20 de junho de 2008

Israel está disposto a ceder territórios, diz Olmert

O primeiro-ministro de Israel, Ehud Olmert, disse em uma entrevista à BBC que está disposto a ceder "muito seriamente" em um acordo com os palestinos envolvendo questões territoriais.
Falando com exclusividade ao serviço árabe da BBC, Olmert insistiu que tal acordo exigiria que os palestinos também fizessem concessões.

"Estou preparado para assumir compromissos territoriais difíceis", disse o primeiro-ministro. "Eles também terão que assumir. Não é uma via de mão única."

"Chegou a hora de chegarmos a um entendimento baseado em um meio-termo", acrescentou Olmert. "E um meio-termo é sempre uma via de duas mãos. Eles têm que ceder, e nós temos que ceder."

"Progresso"

Olmert insistiu que as negociações entre seu governo e a Autoridade Palestina estão avançando.

"Fizemos progresso – eu acho que estamos no caminho certo", disse. "Ainda é necessário tempo, não é fácil."

A entrevista do primeiro-ministro israelense foi realizada no mesmo dia em que passou a vigorar um cessar-fogo entre Israel e o grupo palestino Hamas, que controla a Faixa de Gaza.


Leia na BBC Brasil: Entra em vigor trégua entre Israel e o Hamas

Em outro trecho da entrevista, o primeiro-ministro israelense comentou as acusações de corrupção que recaem sobre ele.

Segundo Olmert, as alegações são uma tentativa de adversários políticos de sabotar seu governo.

"Em democracias, esses são sempre meios que seus oponentes políticos utilizam para tentar prejudicar seu desempenho como primeiro-ministro."

"Eu aceito isso", continuou, "mas estou absolutamente concentrado em meus objetivos. Este é o meu objetivo – eu quero fazer paz com os povos árabes."

Fonte - BBC

Nota DDP:
Aqui um contra-ponto profético.

Ao mesmo tempo em que vemos todos os fatos caminhando em direção ao cumprimento das profecias tal qual interpretadas há mais de um século pelos adventistas do sétimo dia, principalmente com a caracterização de um poder político (EUA) e outro eclesiástico (Roma), no centro da controvérsia para falseamento da adoração a Deus, vemos naufragar o entendimento que coloca Israel no centro destas mesmas profecias, com a contínua discussão acerca da devolução de terras aos palestinos.

Suécia aprova lei para monitorar ligações e emails


O Parlamento sueco aprovou, na quarta-feira, uma lei controversa que permite às autoridades grampear ligações telefônicas e interceptar emails e faxes. A nova legislação foi aprovada por uma maioria apertada de cinco votos depois de um longo debate no Parlamento em Estocolmo.

O governo afirma que a lei possibilitará rastrear comunicações entre pessoas que se servem da tecnologia para planejar ataques e tem como objetivo proteger a segurança nacional.

A partir de agora, as autoridades do Departamento de Inteligência sueco não precisarão mais da permissão de um tribunal para interceptar qualquer tipo de comunicação via internet ou telefone que cruzar as fronteiras do país.

Logo após aprovação da lei, um grupo de pessoas se reuniu em frente ao Parlamento para protestar.

Grupos de defesa de liberdades civis criticam a decisão dizendo que a lei é uma das mais intrusivas do mundo e que atividades terroristas “não são facilmente identificadas por serviços de vigilância deste tipo”.

Eles dizem que as pessoas comuns serão as mais prejudicadas pela lei.

“Ao introduzir a legislação, o governo sueco está seguindo exemplos de governos como o da China e da Arábia Saudita e do programa americano altamente criticado que faz escutas por trás das portas”, disse Peter Fleischer, do Google.

Fonte - BBC

Relatório diz que mau tempo vai aumentar

Com mais emissões de gases estufa, a América do Norte experimentará mais secas, calor intenso, temporais e até mesmo mais furacões.

O estudo, feito pela Administração Nacional de Oceano e Atmosfera dos EUA (NOAA, na sigla em inglês), fornece a avaliação mais abrangente da forma como o aquecimento global vem transformando os climas nos EUA e no Canadá nos últimos 50 anos -- e o quanto pode transformar no futuro.

O estudo foi divulgado no momento em que o meio-oeste dos EUA enfrenta as piores inundações já registradas na região. Segundo o relatório da NOAA, as secas e as inundações serão ainda mais freqüentes no futuro em diferentes regiões do país.

Fonte - Opinião e Notícia

quinta-feira, 19 de junho de 2008

ONU proíbe que se fale de religião no Conselho de Direitos Humanos

Os oradores ante o Conselho de Direitos Humanos da ONU devem se abster de discutir questões religiosas, segundo uma decisão adotada pelo presidente dessa instância, depois de uma acirrada discussão entre países muçulmanos e ocidentais.

O direito de criticar a sharia (lei muçulmana) e o destino das mulheres nos países que a aplicam gerou uma acalorada discussão na noite de segunda-feira ante o Conselho de Direitos Humanos reunido em Genebra.

A discussão concluiu com uma declaração do presidente do conselho, o embaixador romeno Doru Romulus Costea, que deu a ordem ao representante de duas ONGs de se absterem de qualquer julgamento de valor sobre uma crença ou uma lei religiosa.

As críticas do Egito, Paquistão e Irã caíram sobre um orador que leu uma declaração conjunta das ONGs Associação para a Educação Mundial e União Ética e Humanística Internacional denunciando o apedrejamento de mulheres adúlteras e o casamento de meninas de 9 anos, praticados nos países "que aplicam a sharia".

"O Islã não será crucificado ante este Conselho", exclamou o representante do Egito, Amr Roshdy, que ameaçou solicitar uma votação no Conselho de Direitos Humanos para fazer calar o orador, acusando-o de islamofobia.

O presidente suspendeu então a sessão e, ao retomá-la, leu sua declaração pedindo que os temas religiosos não sejam mencionados.

Fonte - Elnet

Nota DDP:
Por enquanto a proibição será intra muros. Mas certamente se espalhará para um mundo globalizado onde se pretende implantar um governo único, que exige somente uma religião.

Gelo no Ártico está derretendo 'mais rápido do que se pensava'

BBC News - O gelo do mar do Ártico está derretendo mais depressa do que no ano passado, apesar de um inverno rigoroso, sugerem dados obtidos pelo US National Snow and Ice Data Center (NSIDC).

Os pesquisadores acreditam que nos próximos meses a calota polar pode encolher atingindo níveis jamais vistos antes, e se a tendência continuar, o mar do Ártico pode ficar sem gelo durante os meses mais quentes num prazo de cinco a dez anos. Eles observam que o gelo que se forma é fino e derrete com facilidade.

O inverno passado foi mais frio do que a média no Ártico, levando a sugestões de que a cobertura de gelo poderia se recuperar, mas os dados obtidos agora indicam o oposto. A retração do gelo também vai permitir que a água absorva mais energia do sol, elevando ainda mais as temperaturas.

Potencialmente isso acelera a perda de gelo da cobertura da Groenlândia, o que poderia elevar o nível dos oceanos. A camada gelada contém água suficiente para elevar este nível em até 7 metros, se derreter totalmente.

Em meados de julho, líderes do G8, grupo formado pelos sete países mais ricos do mundo mais a Rússia, vão se reunir no Japão para discutir uma resposta política a mudanças climáticas.
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Fonte - Estadão

Nota DDP:
A ameaça e o clamor por medidas estão a pleno vapor. As soluções é o que nos interessa.

quarta-feira, 18 de junho de 2008

«Esta é a hora da Eucaristia»

QUÉBEC, terça-feira, 17 de junho de 2008 (ZENIT.org).- «Esta é a hora da Eucaristia... É a hora de Cristo... Penso que podemos empreender a ‘revolução profunda’, a dos corações e da sociedade». Esta é a mensagem que o Pe. Nicolas Buttet, fundador da Fraternidade «Eucharistein», deseja transmitir ao Congresso Eucarístico Internacional, em Québec, Canadá, do qual participa desde o domingo.

Fonte - Zenit

Nota DDP:
Sempre necessário se lembrar que eucaristia é praticamente um sinônimo de missa dominical.

O diálogo interreligioso hoje, segundo Bento XVI

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Na inauguração do meu Pontificado, afirmei que "a Igreja deseja continuar a construir pontes de amizade com os seguidores de todas as religiões, com a finalidade de buscar o bem autêntico de todas as pessoas e da sociedade no seu conjunto" (Discurso aos Delegados das outras Igrejas e Comunidades eclesiais e das outras Tradições religiosas, 25 de Abril de 2005). Através do ministério dos Sucessores de Pedro, inclusivamente da obra realizada pelo Pontifício Conselho para o Diálogo Inter-Religioso, e mediante os esforços levados a cabo pelos Ordinários locais e pelo Povo de Deus no mundo inteiro, a Igreja continua a ir ao encontro dos seguidores das diferentes religiões. Deste modo, ela dá expressão daquele desejo de encontro e de colaboração na verdade e na liberdade. Segundo as palavras do meu venerável Predecessor, Papa Paulo VI, a principal responsabilidade da Igreja é o serviço à Verdade "verdade sobre Deus, verdade sobre o homem e o seu destino misterioso e verdade sobre o mundo. Verdade difícil que nós procuramos na Palavra de Deus" (Evangelii nuntiandi,78).

Os seres humanos buscam respostas para algumas questões existenciais fundamentais: qual é a origem e o destino do ser humano? O que é o bem e o mal? O que espera o ser humano no final da sua existência terrena? Todas as pessoas têm o dever natural e a obrigação moral de procurar a verdade. Uma vez que a conhecem, têm o dever de aderir à mesma e de ordenar a sua vida em conformidade com as suas exigências (cf. Nostrae aetate, 1; e Dignitatis humanae, 2).
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A grande proliferação dos encontros inter-religiosos no mundo inteiro exige um discernimento. A este propósito, observo com prazer que durante estes dias vós reflectistes sobre as orientações pastorais para o diálogo inter-religioso. Desde o Concílio Vaticano II, prestou-se atenção aos elementos espirituais que as diferentes tradições religiosas têm em comum. De muitas formas, isto tem contribuído para lançar pontes de entendimento através das fronteiras religiosas. Compreendo que, durante os vossos debates, considerastes algumas questões de preocupação prática nos relacionamentos inter-religiosos: a identidade dos participantes no diálogo, a educação religiosa nas escolas, a conversão, o proselitismo, a reciprocidade, a liberdade religiosa e o papel dos líderes religiosos na sociedade em geral. Trata-se de questões importantes, às quais os líderes religiosos que vivem e trabalham no meio de sociedades pluralistas devem prestar grande atenção.
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Fonte - Zenit

Nota DDP:
Como de costume, saliento que o Vaticano a despeito de demonstrar tanto interesse nas questões ecumênicas, uma prioridade na visão do atual Pontífice, não participa de nenhum organismo para este fim, ou seja, na realidade mantém-se no seu status de "superioridade", que os demais segmentos religiosos curiosamente não contestam.

ECOmenismo - O novo comunismo

Resumo: Em seu livro Blue Planet in Green, o presidente da República tcheca Václav Klaus denuncia que o movimento para “salvar” o meio ambiente foi tomado por ideólogos que defendem o controle total do governo sobre as nossas vidas.

© 2008 MidiaSemMascara.org

Os norte-americanos estão buscando uma liderança neste ano eleitoral e eles a encontraram. Infelizmente, não é um político norte-americano. Václav Klaus, Presidente da República Tcheca, que sobreviveu ao sistema comunista e agora conduz um país emergente da dissolução do império soviético, adverte para uma nova forma de comunismo que está ameaçando a liberdade e o progresso humanos.

Como o ex-presidente Ronald Reagan, que desenvolveu seu conhecimento sobre a ameaça comunista lutando contra os comunistas em Hollywood, Klaus sofreu durante a era comunista na Tchecoslováquia. Por causa da sua experiência, contudo, ele compreendeu como o comunismo ao estilo soviético, que ruiu como império e criou as condições para a emergência da República Tcheca como uma nação livre e independente, nunca morreu de verdade como ideologia e que tem seus admiradores no Ocidente.

Seu livro, Blue Planet in Green Shackles (Planeta Azul, Obstáculos Verdes), publicado pelo Competitive Enterprise Institute, denuncia que o movimento para “salvar” o meio ambiente foi tomado por ideólogos que defendem o controle total do governo sobre as nossas vidas. Ele diz que o ambientalismo pode ser considerado uma forma de comunismo, socialismo ou mesmo fascismo. De qualquer forma que o chamemos, o resultado será a extinção da liberdade humana.

Raízes fascistas

De fato, o livro de Klaus cita o ensaio abalizado “Ideologia Fascista: a Asa Verde do Partido Nazista e seus Antecedentes Históricos”, de Peter Staudenmaier, como um pano de fundo para compreender a mentalidade que conduz à histeria fomentada pela mídia sobre o “aquecimento global” e a alegada necessidade de ação governamental imediata nos níveis nacional e global.

Staudenmaier escreveu que “a incorporação ao movimento Nazista de temas ambientalistas foi um fator crucial para a ascensão deles à popularidade e ao poder estatal”. Ele explicou: “Hitler e Himmler foram ambos vegetarianos radicais e amantes de animais, atraídos pelo misticismo da natureza e pelas curas homeopáticas e firmemente contrários à vivisseção e crueldade com animais. Himmler estabeleceu até mesmo fazendas orgânicas experimentais para o plantio de ervas para propósitos medicinais das SS. E Hitler, por vezes, soava como um verdadeiro utopista Verde, discutindo com autoridade e em detalhes várias formas de fontes de energia renovável (incluindo força hidráulica ambientalmente correta e a produção de gás natural de lodo) como alternativas ao carvão, e declarando ‘a água, os ventos e as marés como a base energética do futuro’”.

Enquanto o engajamento nazista nestas soluções energéticas e de saúde alternativa não as põem em descrédito, os fatos históricos deveriam fazer-nos refletir sobre as motivações daqueles que promovem tais causas no contexto atual. Os ataques às grandes empresas petrolíferas e a pressão por tecnologias energéticas alternativas estão sendo usados como pretexto para um maior controle governamental sobre a economia? As demandas por ação governamental para frear o aquecimento global estão sendo usadas para minar e subverter o capitalismo de livre iniciativa e os direitos de propriedade privada?

Mas enquanto o comunismo foi um sistema ateístico, nota Klaus, o ambientalismo moderno assumiu uma dimensão religiosa e tornou-se uma “religião verde”.

Fascismo liberal

Ao final das considerações de Klaus sobre este assunto em um jantar em Washington D. C. no Competitive Entrerprise Institute (CEI) e por ele patrocinado, o mestre de cerimônias Jonah Goldberg disse que ele gostaria que tivéssemos um Presidente dos EUA que fizesse tal pronunciamento. Tragicamente, Bush e o Senador John McCain, o provável indicado republicano à presidência, caíram no campo – que inclui Barack Obama, Hillary Clinton e a maior parte do Partido Democrata – que quer erodir a liberdade individual em nome da salvação do meio ambiente. É a visão moderna do marxista “de cada um de acordo com suas habilidades, para cada um de acordo com suas necessidades”, excetuando-se que as necessidades do meio ambiente estão agora sendo colocadas acima daquelas das pessoas.

Foi apropriado que Goldberg, que elogiou as considerações de Klaus, tenha escrito o excelente livro Liberal Fascism (Fascismo Liberal), sobre as tendências totalitárias do liberalismo moderno.

Klaus, por seu lado, escreve que “a atitude dos ambientalistas em relação à natureza é análoga à abordagem marxista relacionada à economia. O objetivo em ambos os casos é substituir a evolução livre e espontânea do mundo (e da humanidade) pelo suposto planejamento otimizado central ou – utilizando o adjetivo mais elegante atualmente – global, do desenvolvimento mundial. Tanto como no caso do comunismo, essa abordagem é utópica e levaria a resultados completamente diversos dos pretendidos. Como outras utopias, esta jamais pode se materializar, e os esforços para materializá-la só podem ser dispendidos com restrições à liberdade por meio de imposições de uma pequena e elitizada minoria sobre uma esmagadora maioria”.

Resumidamente, não perderemos apenas a nossa liberdade, mas também o progresso econômico e o avanço humano serão sufocados. E mais pessoas inevitavelmente morrerão. Klaus acrescenta: “nos últimos 150 anos (pelo menos desde Marx), os socialistas têm sido muito eficazes em destruir a liberdade humana sob slogans humanos e compassivos, como ‘preocupando-se com o homem’, ‘assegurando igualdade social’ e ‘promovendo bem-estar social’. Os ambientalistas estão fazendo o mesmo sob slogans igualmente nobres, expressando preocupação com a natureza mais do que com as pessoas (lembremos do motto radical ‘a Terra primeiro’). Em ambos os casos, os slogans foram (e continuam sendo) apenas uma cortina de fumaça. Em ambos os casos, os movimentos foram (e são) exclusivamente sobre poder, da hegemonia dos ‘escolhidos’ (como eles próprios se vêem) sobre o restante, pela imposição da única visão de mundo correta (a deles), para a remodelagem do mundo”.

Num apêndice, Klaus aborda diretamente a pressão popular por um sistema intitulado “cap-and-trade” (limitar-e-negociar), em uma base nacional e global, concedendo a burocratas o poder de decidir as “pegadas de carbono” das pessoas, companhias e nações, e limitando suas emissões de carbono e o uso de energia. Ele chama a proposta de completamente irracional e não-científica e sugere que seja apenas mais uma desculpa para conceder mais poder ao governo.

As forças da liberdade

Na introdução ao livro de Klaus, Fred L. Smith Jr., presidente da CEI, faz uma advertência a respeito da atração que a “classe intelectual” continua a ter pelo “estatismo” ou “coletivismo” que são os outros nomes para as ameaças que encaramos. Hoje, diz Smith, estamos testemunhando uma “guerra cultural contra a liberdade econômica” que requer “vozes pró-liberdade” para evitar escorregar ao totalitarismo. Klaus veio a Washington, D. C. no final de maio para liderar esta campanha. Mas ele retornará à República Tcheca. Várias figuras políticas conservadores dos EUA, incluindo o Ex-presidente Republicano da Câmara de Representantes, Newt Gingrich, estão também tentando parecer “verdes”. Gingrich, por exemplo, aparece num comercial, financiado pela Aliança pela Proteção Climática de Al Gore, com a atual Presidente Democrata da Câmara, Nancy Pelosi, advertindo sobre o aquecimento global. O Observatório Judicial afirma que o comercial é uma violação à lei eleitoral federal e uma contribuição ilegal à campanha de Pelosi. Gingrich tornou-se um advogado do “conservadorismo verde” e propõe agora um “Contrato com a Terra” ao estilo Gore.

Em seu livro, Klaus chama Gore de hipócrita em virtude de seu “próprio consumo desperdiçador de eletricidade” e diz que o ex-vice-presidente não tem interesse em fatos ou documentos para os seus protestos sensacionalistas. A “guerra cultural” sobre a qual Smith adverte pode ser percebida na quase total falta de cobertura que a mídia liberal deu às várias visitas de Klaus a Washington D. C., incluindo o jantar da CEI e no National Press Club (Clube de Imprensa Nacional). Ao invés de tentar refutar os argumentos de uma pessoa que tem um grande conhecimento sobre economia e relações econômicas internacionais, a mídia liberal fez o possível para ignorá-la.

Matéria de capa

Felizmente, o Washington Times destacou suas advertências na primeira página. “Ambientalismo, diz o Presidente Tcheco Václav Klaus, é o novo comunismo, um sistema de comando-e-controle da elite que mata a prosperidade e deveria semelhantemente ser condenado ao monte de cinzas da História”, relatou o jornal na matéria de capa de David R. Sands. “Eu entendo que o aquecimento global é uma religião concebida para suprimir a liberdade humana”, disse Klaus aos editores e aos repórteres no jornal.

Para demonstrar a natureza corajosa da posição que Klaus está assumindo internacionalmente, o livro inclui uma charge de uma pessoa que lembra Klaus sendo queimado na fogueira enquanto três pessoas zombam dele, dizendo: “Então, você acredita em aquecimento agora?”.

Onde estão os líderes políticos americanos que seguirão Klaus tomando uma posição franca em favor da liberdade humana?

Fonte - Mídia sem Máscara

terça-feira, 17 de junho de 2008

Preços da gasolina poderiam cortar a semana laboral


O aumento dos preços da gasolina podem ter uma consequência inesperada: uma redução da semana laboral.

Muitas empresas estaduninenses estão considerando a possibilidade de estabelecer uma semana laboral de quatro dias, com turnos de dez horas, para reduzir os custos de transporte de seus empregados. Outra possibilidade em estudo é permitir que trabalhem desde suas casas.

O presidente da câmara baixa do estado da Georgia, Glenn Richardson, decidiu permitir que seus empregados trabalhem desde sua casa um dia por semana.
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Fonte - ElNuevoHerald.com

Nota DDP:
Hoje o preço da gasolina, amanhã outras justificativas. A verdade é que se aproxima o dia que serão adotadas medidas globais neste sentido, a cada dia que passa a questão se estabelece com mais clareza.

Al Gore rompe silêncio e anuncia apoio a Obama


O ex-vice-presidente dos Estados Unidos e Prêmio Nobel da paz, Al Gore, anunciou em uma mensagem em seu blog que irá apoiar a candidatura de Barack Obama à Presidência dos Estados Unidos, encerrando meses de silêncio do político democrata.
Gore havia se mantido distante do processo eleitoral até o momento, não tendo manifestado preferência por nenhum dos candidatos democratas durante a disputa das prévias.

O anúncio público do apoio foi feito nesta segunda-feira em um comício de Obama em Detroit, no Estado de Michigan.

''De agora até a o dia da eleição, pretendo fazer de tudo para garantir que ele seja eleito o próximo presidente dos Estados Unidos'', afirmou Gore em seu blog. ...
A imprensa americana vem especulando que Gore poderia ser candidato a vice em uma chapa comandada por Obama.

Fonte - BBC

O queridinho da elite global

Resumo: Barack Obama é o primeiro candidato presidencial que se apresenta com uma biografia nebulosa, contraditória e, a rigor, incompreensível, capaz de se amoldar às projeções mais desencontradas que a imaginação do eleitor possa lançar sobre ele.
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As diferenças específicas do sr. Barack Obama são as seguintes:

1 . Desde William Z. Foster e Earl Browder, que na década de 40 concorreram pelo Partido Comunista e tiveram votações irrisórias, Obama é o esquerdista mais radical que já se apresentou a uma eleição presidencial americana.

2 . Ele apóia todas as medidas globalistas voltadas à destruição da soberania americana. Os círculos globalistas devolvem a gentileza, financiando-o generosamente.

3 . Ele é o primeiro candidato presidencial que se apresenta com uma biografia nebulosa, contraditória e, a rigor, incompreensível, sendo menos uma pessoa historicamente identificável do que um amálgama de lendas e subterfúgios capaz de se amoldar às projeções mais desencontradas que a imaginação do eleitor possa lançar sobre ele. É, em toda a extensão do termo, uma figura construída, um fantoche.

4 . Ele é o primeiro candidato presidencial americano que jamais teve um emprego produtivo. Só trabalhou como ativista. É um comedor de subsídios por natureza, e não espanta que seu programa de governo consista essencialmente de quatro coisas: aumentar impostos, elevar as despesas estatais até às alturas da catástrofe pura e simples, estrangular a indústria americana por meio de mais leis restritivas e bloquear sob lindos pretextos ecológicos a exploração de petróleo, tornando os EUA ainda mais dependentes da OPEC.

5 . O círculo de proteção erigido em torno dele pela grande mídia é tão sólido que mesmo sucessivamente desmascarado pelas mentiras tolas que profere e pela revelação de suas ligações com toda sorte de terroristas e vigaristas, ele continua sendo tratado como alma pura e santa. Tal como Lula, ele foi adotado pela elite globalista e investido do dom da impecância eterna, imune à sujeira da sua vida real, que todo mundo conhece mas que é proibido levar em conta.
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Fonte - Mídia sem Máscara

Nota DDP:

É realmente singular pensar que todos os cenários possíveis da próxima eleição americana possuam um vislumbre profético assemelhado.

Obama isoladamente, como assinalado no texto do MSM está ligado a interesses da elite global e, co-ligado tanto a Hillary, como nesta nova possibilidade com Gore, remontaria o mesmíssimo papel, potencializando nuances de conspiração com a primeira (especula-se que ela em algum momento poderia ascender ao poder), ou com o segundo (o chamado ECOmenismo).

Já em relação a McCain teríamos talvez mais do mesmo e, esta aproximação de Bush explícita com o Vaticano, bem como a dependência do eleitorado católico americano para eleger-se, como já considerado neste espaço, poderia acabar por colocar o governo americano de joelhos aos interesses romanos.

Enfim, como afirmei de início, tanto um quanto outro cenário possivelmente nos reservará grandes avanços no cumprimento do quadro profético esperado.

segunda-feira, 16 de junho de 2008

Bento XVI recupera a comunhão de joelhos

Depois de recuperar a missa tridentina em latim, o Papa Bento XVI deu neste domingo mais um passo para a restauração dos antigos hábitos litúrgicos, dando a comunhão aos fiéis ajoelhados, uma prática em desuso nos últimos 40 anos.

A recuperação aconteceu durante uma missa ao ar livre oficiada pelo Papa em Brindisi (sul da Itália) diante de 60.000 pessoas.

Bento XVI já havia feito o mesmo na última missa pública que havia celebrado, no dia 22 de maio na igreja de São João de Latrão en Roma, mas o acontecimento teve menos repercussão porque o público era menos numeroso.

A partir de agora, os fiéis escolhidos para receber a comunnhão do Papa devem se ajoelhar diante do Sumo Pontífice em um reclinatório y receber a hóstia diretamente na boca.

Depois da reforma litúrgica do concílio Vaticano II (1962-65), a prática corrente era que os fiéis recebessem a hóstia (um pedaço de pão sem lêvedo que representa o "corpo de Cristo") de pé e nas mãos, para ques eles mesmo a levassem à boca.

Também podiam recebê-la na boca, mas de pé. A genuflexão nunca esteve proibida, mas ficou reservada às paróquias mais tradicionalistas.

Deste modo, Bento XVI quer dar exemplo ao clero.

"Nós, os cristãos, nos ajoelhamos apenas diante do Santíssimo Sacramento (a hóstia) porque, nele, sabemos e acreditamos estar na presença do único e verdadeiro Deus", disse em 22 de maio.

"Estou convencido da urgência de dar novamente a hóstia diretamente na boca aos fiéis, sem que a toquem, e de voltar à genuflexão no momento da comunnhão como sinal de respeito", acrescentou.

Fonte - Último Segundo

Nota DDP:
O retorno ao passado é cada vez mais vigoroso. As fogueiras voltarão a se acender.

«Não» da Irlanda é um sinal para a Europa, diz o Vaticano

O voto negativo da Irlanda no referendo ao Tratado de Lisboa deve ser entendido pelos líderes europeus como um sinal a “ter em conta”, afirma o observador permanente da Santa Sé no Conselho da Europa, D. Aldo Giordano, o qual remete para os políticos o juízo sobre este resultado.

Em entrevista à Rádio Vaticano, D. Giordano defende que “a Europa deve reencontrar os seus fundamentos, as suas raízes, deve encontrar o fundamento dos valores”.

“A Europa tem necessidade de um ideal, de uma visão, de uma ideia. Hoje não chega uma retórica vazia de valores: não podemos dizer que a Europa está comprometida em favor da dignidade humana, é preciso ver em concreto o que significa dignidade humana, onde está o seu fundamento”.

A Igreja, indica este responsável, está interessada “na Europa da história, da cultura, a Europa que hoje sabe estar em confronto com o mundo”, e avalia de forma positiva “tudo o que possa contribuir para uma maior estabilidade e unidade da Europa”.

O tema foi retomado pela edição de Domingo do jornal do Vaticano, L’Osservatore Romano”, que intitulava “Mais incerto o futuro da União Europeia”.

“O destino da UE volta a ser dominado pela incerteza após a crise institucional desencadeada pelo voto contrário da Irlanda no referendo sobre o Tratado de Lisboa. De momento, ninguém está em situação de dizer o que acontecerá no futuro”, referia o jornal.

Fonte - Ecclesia

Nota DDP:
Parece questão de tempo para que a unificação da Europa passe a depender de acertamento ideológico/religioso. Como já assinalado pelo Vaticano recentemente, a Europa precisa encontrar as suas raízes no cristianismo, sendo esta há muito a intenção de Roma, inclusive para que se considere tal condição em uma constituição unificadora. As tentativas finais de nova união do continente europeu aponta para a proximidade dos últimos eventos desta terra.

Vaticano "preocupado" com má interpretação da Bíblia

Cidade do Vaticano, 12 jun (EFE).- Os bispos da Igreja Católica estão preocupados com o desconhecimento da Bíblia entre os fiéis e lançam advertências sobre o perigo de interpretações "fundamentalistas" ou equivocadas do Antigo e do Novo Testamento.
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Por isto, no Instrumentum Laboris os bispos advertem sobre "a necessidade urgente de superar a indiferença, a ignorância e a confusão sobre as verdades da fé sobre a Palavra de Deus".

Os bispos pedem "coragem e criatividade" para renovar o ensino da Bíblia, que leve em conta "o tempo presente, as diferentes culturas e os contextos de vida atuais".

Além disso, dizem que é necessário relançar a leitura da Bíblia, "considerada em sua totalidade", em diferentes ambientes, mas "privilegiando as celebrações litúrgicas e principalmente a missa dominical".
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Outro dos assuntos que será tratado na assembléia dos bispos será "o risco" das "más e arbitrárias" interpretações do texto.
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Fonte - Último Segundo
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O texto, intitulado "A palavra de Deus na vida e na missão da Igreja", deve servir como guia para discussões de temas que causam muitas preocupações ao Vaticano, como a inúmeras seitas que, segundo o documento, "se servem da Bíblia para alcançar objetivos desviados com métodos estranhos à Igreja".
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Fonte - AFP

Nota DDP:
Em primeiro lugar, causa espécie uma instituição que durante tanto tempo sonegou a Bíblia aos "leigos", pretender agora incentivar que estas mesmas pessoas a estudem, como se de um momento para o outro aqueles que era "incapazes" de entender a Palavra de Deus, tivessem "adquirido" tal capacidade.

Por outro lado, é absolutamente claro que está se pretendendo assinalar mais um rótulo para aqueles que não seguem os ditames da ICAR: "Seitas fundamentalistas". Serão assim considerados os seus "ensinamentos", especialmente nas missas dominicais, como acima...

Outro encontro entre dois atores do Apocalipse

Casa Branca diz que encontro Papa-Bush foi 'maravilhoso'

PARIS - A Casa Branca definiu como 'maravilhoso' o encontro entre o presidente, George W. Bush, e o papa Bento XVI, realizado hoje no Vaticano. - Bush teve um encontro maravilhoso com o papa. Os dois criaram um vinculo estreito e pessoal - acrescentou.

Fonte - JB Online

ROMA, 12 JUN (ANSA) - O presidente norte-americano, George W. Bush, disse ser "um enorme fã desse Papa", por quem tem um "respeito total", declarou hoje à ANSA a chefe de protocolo norte-americana, Nancy Goodman Brinker, na véspera da visita de Bush ao Vaticano.

Segundo Nancy, o fato de Bush ser protestante nunca influenciou seu relacionamento com Bento XVI. O presidente "apóia completamente o que o Papa está procurando fazer a favor da paz, da educação, contra a pobreza e em colaboração com outros líderes políticos", disse ela.

Fonte - Ansa

Bush diz que Vaticano é mais importante que o Texas

CIDADE DO VATICANO, 13 JUN (ANSA) - No encontro desta sexta-feira com o papa Bento XVI, o presidente norte-americano, George W. Bush, comentou que o Vaticano "é mais importante" que o Texas.

"Qual é o tamanho (da Cidade do Vaticano)?", perguntou Bush, junto ao papa Bento XVI, admirando a vista da Torre de San Giovanni. "Não tão grande quanto o Texas", respondeu o prefeito da Casa Pontifícia, o norte-americano James Harvey, ao que Bush replicou: "sim, mas é mais importante".
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Que honra, que honra, que honra", exclamou Bush feliz e emocionado, descendo da limusine e apertando a mão de Bento XVI, acompanhado da esposa Laura.
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Fonte - Ansa

Crise alimentar, defesa dos valores morais e paz na Terra Santa são os temas centrais do encontro
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No “cordial colóquio” com o presidente Bush _ informa o referido comunicado da Sala de Imprensa da Santa Sé _ o papa “renovou, em primeiro lugar, a sua gratidão pelo caloroso e especial acolhimento recebido nos EUA e na Casa Branca durante a sua viagem em abril passado, e pelo compromisso na defesa dos valores morais fundamentais”. De fato, Bento XVI e Bush falaram dos principais temas de política internacional: “as relações entre os EUA e a Europa, o Oriente Médio e o compromisso pela paz na Terra Santa, a globalização, a crise alimentar e o comércio internacional”, por fim, “a aplicação das metas do Milênio”.
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Fonte - Radio Vaticano

Encontro de Papa e Bush traz suspeitas de conversão do presidente
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Nesta sexta-feira, a imprensa italiana faz especulações sobre a possibilidade de conversão ao catolicismo de George W. Bush ao fim do mandato presidencial em janeiro de 2009, devido à admiração incondicional que tem pelo Papa Bento XVI.
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A chefe de protocolo da Casa Branca, Nancy Goodman Brinker, declarou que o presidente Bush é "um grande admirador do Papa e sente por ele um respeito total".

O mesmo jornal destaca que Bush e o Papa alemão compartilham a mesma visão sobre os "demônios" que ameaçam o planeta no século XXI.

Fonte - JB Online

Nota DDP:
Após afastar a possibilidade de receber outros líderes mundiais e, a despeito da pompa e circunstância com que foi recebido nos EUA, é de todo única a concessão aberta ao Presidente americano pelo Pontífice romano, uma absolutamente clara inferência aos tempos em que vivemos em relação ao cumprimento profético de Apocalipse.

Notas sobre o "vínculo estreito e pessoal", "fã deste papa" por quem tem um "respeito total", apoio ao que o papa "está procurando fazer", reconhecimento da importância do Vaticano e os laços em questões de cunho moral, com uma conversão já há muito anunciada é uma clara alusão ao cumprimento do quadro profético esperado.

Os "braços sobre o abismo" nunca estiveram tão perto de serem estendidos.

O Papa, os EUA e a UE

Interessante o fluxo de informações aparentemente desconexas desta última semana. Vejamos:

Papa afirma que a Europa pode renascer a partir das raízes cristãs

Cidade do Vaticano, 11 jun (EFE).- O papa Bento XVI afirmou que a Europa pode renascer a partir das raízes cristãs, durante a audiência geral de hoje realizada na Praça de São Pedro do Vaticano, e que foi dedicada à figura de São Columbano.
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Fonte - Último Segundo

Papa Bento XVI diz que a Igreja Católica 'não tem fronteiras'
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O papa Bento XVI afirmou neste sábado (14) que a Igreja Católica "não tem fronteiras", "é universal" "e fala todos os idiomas do mundo", na missa celebrada no Santuário de Santa Maria di Leuca, na região italiana da Apúlia, aonde chegou em visita pastoral.
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"Os limites geográficos, culturais, étnicos, ou inclusive as fronteiras religiosas são para a Igreja um convite à evangelização sob a perspectiva de uma comunhão na diversidade", disse.

Bento XVI acrescentou que a missão da Igreja Católica é "falar em todos os idiomas do mundo" e que sua originária vocação é "ser, como revelava o profeta Abraão, uma bênção para todos os povos da Terra".
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Acrescentou também que a Igreja Católica "não pode e não quer substituir as instituições", e que sua única missão é a de "estimulá-las e apoiá-las", e "colaborar com elas pelo bem de todos, a partir das situações mais difíceis".
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Fonte - G1

Bush afirma que laços com Europa estão "mais firmes que nunca"

O presidente dos EUA, George W. Bush, afirmou nesta sexta-feira que os laços de seu país com a Europa estão "mais firmes e vibrantes que nunca", já que foram superados os desacordos causados pela Guerra do Iraque.
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"Ao invés de nos estabilizar em assuntos dentro da Europa, examinamos cada vez mais questões de alcance global, e, ao invés de nos apegarmos em nossas diferenças, cada vez mais estamos unidos em nossos interesses e ideais", declarou Bush.
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Fonte - Folha

Bush fala de nova era em relações com Europa

PARIS, 13 JUN (ANSA) - O presidente norte-americano, George W. Bush, ao celebrar nesta sexta-feira em Paris os 60 anos do Plano Marshall, disse que estava convencido de que está nascendo "uma nova era de unidade transatlântica", ao mesmo tempo em que prestou homenagem a seu "novo amigo", Nicolas Sarkozy.
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Bush chegou hoje a Paris, onde ficará dois dias, procedente de Roma, onde pela manhã se reuniu com o papa Bento XVI no Vaticano, durante a sua viagem pela Europa.
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Fonte - Ansa

Nota DDP:
É absolutamente notável se perceber a aproximação ensaiada nas notícias supra, onde se denota o interesse do Vaticano permeando as relações entre organismos internacionais, na condição de uma instituição "sem fronteiras". As falas de Bush em termos "mais firmes e vibrantes do que nunca", nascendo "uma nova era de unidade" é no mínimo curiosa. E certamente serão as raízes cristãs da Europa que tratarão de selar esta "nova unidade", encabeçada pela igreja "universal". Os fatos têm se acelerado neste sentido.

ET: Assim como Bush assinalou uma "nova era", o presidente russo espera uma "nova ordem" para a Europa. Os termos ocultistas vieram para ficar (Último Segundo), e obviamente não estão sendo lançados sem um objetivo pré-definido.

segunda-feira, 9 de junho de 2008

Bush diz que "religião é paz"

ROMA, 8 JUN (ANSA) - O presidente norte-americano, George W. Bush, declarou neste domingo que "a religião é paz" e que ninguém melhor que o Papa para "interpretar essa mensagem, inclusive em relação ao Islã".

O presidente norte-americano, que visitará Roma entre 11 e 13 de junho, afirmou em entrevista ao TG1 do canal italiano RAI que o Pontífice "é uma personalidade significativa em todo o mundo", acrescentando que "foi uma honra recebê-lo na Casa Branca".

"Nossa conversa foi edificante. Falamos de diálogo interreligioso, ao qual eu atribuo grande importância para encontrar, por meio da religião, um termo comum para fazer frente à violência usada por alguns em nome da fé para perpetuar uma ideologia", prossegiu Bush.

"A religião é a paz e ninguém interpreta essa mensagem melhor do que o Papa, inclusive em relação ao Islã", concluiu Bush.

Fonte - ANSA

Novamente Bush e Bento XVI

Bush receberá atenção especial de Bento XVI durante visita ao Vaticano

O papa Bento XVI dedicará na sexta-feira especial atenção ao presidente norte-americano, George W. Bush, que será recebido pelo Sumo Pontífice em uma audiência excepcional na torre de San Juan, nos jardins do Vaticano, anunciou nesta segunda-feira o porta-voz da Santa Sé.

As audiências do Papa com os chefes de Estado são realizadas habitualmente na biblioteca do palácio apostólico, com um protocolo que não dá margem a improvisação nem a espontaneidade.

A audiência com Bush será diferente. Bento XVI pretende retribuir "a cordialidade" do presidente norte-americano quando este o recebeu na Casa Branca, no dia 16 de abril, durante sua viagem aos Estados Unidos, indicou o porta-voz do Vaticano, Federico Lombardi.
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Fonte - Último Segundo

Nota DDP:
Para quem recursou-se a receber todos os demais chefes de estado que quiseram conversar com o pontífice por ocasião da reunião da ONU, temos aqui uma estranha deferência. EUA e Vaticano se aproximam com uma velocidade espantosa.

sexta-feira, 6 de junho de 2008

Viver o Domingo com a Igreja Católica

O Domingo é das mais antigas e mais “importantes instituições cristãs” (Cf. «A Instrução Pastoral sobre o Domingo e sua celebração»). O respeito e a vivência do descanso e da missa dominicais são índices significativos da penetração do cristianismo na alma duma população. Publicada a 9 de Junho de 1978, esta instrução pastoral aborda as questões fulcrais sobre este dia da semana.

A reunião dos fiéis para a celebração do mistério pascal era a nota dominante do Domingo cristão nos primórdios. Actualmente, nas sociedades de velha tradição cristã “a vivência social do Domingo é sobretudo marcada por ser o dia de descanso” – sublinha o documento da Conferência Episcopal Portuguesa. E acrescenta: “mesmo que a muitos escape o sentido espiritual e religioso do descanso dominical, ele é um valor que a Igreja se empenha em defender”.

Depois do primeiro recenseamento à prática dominical realizado a 6 de Fevereiro de 1977, os bispos portugueses constataram que “é baixa a frequência das missas dominicais, quase se perdeu a tradição das devoções de Domingo à tarde”. Este dia da semana foi-se adaptando, ao longo dos séculos, às circunstâncias mutáveis da vida social. Hoje, ele defronta uma das “mais profundas mudanças socioculturais, a passagem da civilização da estabilidade – para a moderna civilização urbana – civilização da mobilidade”. A pastoral do Domingo tem de enfrentar com “realismo esta mudança, superando as dificuldades e aproveitando as oportunidades que dela advêm” – realça o documento.

Passados trinta anos, a realidade ainda continua em mobilidade constante. No entanto, no capítulo «Para uma Pastoral realista do Domingo», os bispos portugueses apontam as soluções: “A pastoral do Domingo tem, pois, de contar com realidades como a dispersão das pessoas nos fins de semana, férias e turismo, sem esquecer as peregrinações e visitas a santuários; os pequenos grupos, a começar pelos que se formam por motivos de vida espiritual e apostolado; e os meios de comunicação social, com tudo o que representam de distracção dos valores espirituais e religiosos, mas também de possibilidade novas de transmissão da mensagem evangélica ou de promoção dos valores cristãos”.

Com o aproximar dos tempos de veraneio, a mobilidade acentua-se. O valor do Domingo poderá cair no esquecimento de alguns. Para que tal não aconteça, os bispos portugueses apelam no referido documento para “um esforço de aprofunda-mento doutrinal, que ponha mais a claro a origem, o conteúdo de fé e a espiritua-lidade o dia do Senhor”. Encontrar o valor do Domingo é palavra de ordem...

Nesta linha de aprofundamento, os prelados portugueses aprovaram – a 11 de Novembro de 1993 – uma Nota Pastoral «O Domingo numa sociedade em mudança». Os pseudo-valores ganharam novo impacto. O documento continua com alertas. “A laicização da vida moderna e a crise de valores levaram ao amortecimento da fé ou das suas expressões”.

As melhores formas dos cristãos actuarem foram expressas na instrução pastoral, mas a nota pastoral reforça as linhas. “O trabalho contínuo, a multiplicação das indústrias e dos serviços dos tempos livres, a mobilidade das populações e a já referida crise de valores levantam, em muitos lugares, sérias dificuldades a uma autêntica vivência do Domingo”.

Apesar de ser um tempo reservado a Deus, o Domingo também é um tempo para o homem, para cada homem e para todos os homens. Este descanso dominical é um espaço aberto à convivência, ao encontro e prestação gratuita de serviços, extraordinariamente importantes para a vida comunitária e colectiva dos homens. “Antes de mais, para a vida familiar, hoje tão afectada pela dispersão dos membros da família, pelo desen-contro de horários, por dificuldades económicas e de habitação, pela degradação das ideias e costumes que infectam o ambiente e penetram mesmo, através dos meios de comunicação social, até ao interior dos lares” – expressa a Nota Pastoral «O Domingo numa Sociedade em Mudança».

A Igreja percebe as contingências da sociedade e convoca os cristãos para uma pastoral do Domingo com criatividade. “Criatividade pastoral e social” – avança o documento.

E finaliza: “Não podemos viver sem o Domingo”

Fonte - Ecclesia

Santa Sé publica «decálogo cristão» sobre meio ambiente

CIDADE DO VATICANO, quinta-feira, 5 de junho de 2008 (ZENIT.org).- O Conselho Pontifício «Justiça e Paz» elaborou um «decálogo» inspirado na visão cristã da Criação, por ocasião da celebração hoje da Jornada Mundial do meio ambiente, auspiciada pela ONU.

Trata-se, segundo explicou hoje na «Rádio Vaticano» o secretário do Conselho, Dom Giampaolo Crepaldi, de «explicar em dez pontos o mais importante do capítulo sobre o meio ambiente do Compêndio da Doutrina Social da Igreja».

Esta iniciativa, explica Dom Crepaldi, é para que se conheça, «por parte das comunidades cristãs, dos grupos e dos movimentos, o riquíssimo Magistério social da Igreja sobre a questão específica do ambiente e sua salvaguarda».

O secretário do Conselho Pontifício «Justiça e Paz» expressou seu apreço pela iniciativa da ONU de instaurar esta jornada, ainda que, em sua opinião, a questão da taxa de carbono deveria levar em conta outras variáveis, dentro das relações entre o mundo rico e o mundo pobre.

«O objetivo e a perspectiva delineada pelo Magistério social da Igreja, e confirmada muitas vezes pelo Santo Padre, é a de uma economia justa e solidária. É bom que caia a taxa do carbono, mas é necessário acrescentar também outras coisas.»

Com relação ao debate sobre a utilização de energias alternativas, o prelado afirmou que é necessário continuar avançando nesta direção. «Contudo, é necessário ser realista, já que atualmente não é possível, só com as energias alternativas, garantir a sustentabilidade dos sistemas econômicos» e, portanto, dar resposta «à pobreza, ao subdesenvolvimento em tantas áreas do planeta, e quando falamos de subdesenvolvimento, estamos falando de milhões e milhões de pobres, de pessoas que não têm nada».

Sobre a vontade da comunidade internacional de reduzir as emissões de carbono para combater o aquecimento global, Dom Crepaldi afirmou que se trata de uma questão «muito complexa e controversa» sobre a qual «é necessário um maior empenho no âmbito científico» para «esclarecer os termos desta questão, tentando avaliar os efeitos no longo prazo».

«É necessário também um maior empenho desde o ponto de vista político, porque de fato as políticas postas em prática pelos governos para controlar o chamado ‘aquecimento global’ são políticas dificilmente sustentáveis desde o ponto de vista econômico, são caras demais. Tanto os cientistas como os políticos, obviamente com a participação da sociedade civil, devem continuar trabalhando neste campo.»

Finalmente, sobre a energia nuclear, recordou que a Igreja «condena seu uso militar, mas não há nenhuma objeção a seu uso civil».

«Evidentemente, estamos diante de uma questão muito delicada, porque neste caso temos um problema cultural e político lá onde se afirma utilizar a energia nuclear para usos civis, enquanto no fundo, alguns pensam em utilizá-la para objetivos militares.»

O decálogo do meio ambiente e a doutrina social da Igreja serão apresentado nesta quarta-feira em Milão pelo bispo Giampaolo Crepaldi, no festival internacional sobre o ambiente.

Fonte - Zenit

Nota DDP:
Alguns pontos a serem considerados:
1) A iniciativa não é uma novidade, como pode ser visto em "«Decálogo católico» sobre ética e meio ambiente", não se devendo esquecer do relevo que é dado à necessidade de contemplar medidas globais a favor do meio ambiente por lei;
2) Não se pode perder de vista que a jornada foi patrocinada pela ONU e, na recente visita do Papa aos EUA, o Secretário Geral da ONU disse ao pontífice "sua santidade, de muitas maneiras, sua missão é a nossa", como em "Papa: A ONU deve intervir";
3) Há uma tentativa reiterada de se considerar condutas através de "decálogos", logicamente com intenção de condicionar a população;
4) A tábua final desta iniciativa está em se reconhecer os ensinos da igreja que possam colaborar nas questões em voga, onde entra o "sentido ecológico do domingo", inclusive em consonância com a assertiva de que medidas mais elaboradas são "caras demais".

quinta-feira, 5 de junho de 2008

«Guia» para o diálogo com as outras religiões

Vaticano procura definir orientações que ajudem os católicos a relacionar-se com pessoas e comunidades não cristãs

O Conselho Pontifício para o Diálogo Inter-Religioso (CPDIR) está concentrado na elaboração de um documento com linhas de orientação que ajudem os católicos a “relacionar-se com pessoas e comunidades de outras religiões na verdade e no amor”.

A revelação foi feita pelo presidente do CPDIR, Cardeal Jean-Louis Tauran, na abertura da assembleia plenária deste organismo do Vaticano, que se prolonga até ao próximo dia 7, Sábado.

“Após muitos anos de hesitação a respeito da oportunidade de tal documento, parece ter chegado o tempo de apoiar os pastores e os fiéis com algumas orientações gerais que, obviamente, serão adaptadas às situações locais”, referiu o Cardeal francês.

Segundo este responsável, a inspiração virá dos “Dez Mandamentos, que são uma espécie de gramática universal que todos os crentes podem usar na sua relação com Deus e com todos os seus próximos”.
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Fonte - Ecclesia

Nota DDP:
Fico me perguntando se existe alguma dúvida por parte dos incrédulos, óbvio, sobre a plena possibilidade de os eventos finais ocorrerem exatamente como crêem os adventistas do sétimo dia, porque os fatos indicam que estes eventos encontram-se cada vez mais próximos. Penso que vivemos um tempo em que o preconceito deveria ser colocado de lado e deixar espaço para a sabedoria que vem de Deus, uma vez que o benefício da dúvida não é mais uma questão de tolerância, mas de inteligência.

quarta-feira, 4 de junho de 2008

Papa não aceita audiência solicitada com líderes internacionais

A sala de imprensa da Santa Sé publicou esta manhã um comunicado oficial a explicar os motivos que levaram Bento XVI a não receber alguns dos líderes internacionais presentes em Roma para a cimeira da FAO.

A nota refere a “algumas ilações jornalísticas” que circularam por estes dias, a respeito dessa recusa, com a Santa Sé a precisar que “Bento XVI não pôde responder positivamente aos pedidos de audiência privada” feitos por vários chefes de Estado e de Governo, “por causa do número de pedidos, da restrição do tempo e dos compromissos já assumidos”.

O Cardeal Tarcisio Bertone, Secretário de Estado do Vaticano, escreveu a cada um dos interessados, dando conta da “tristeza” do Papa por esta “impossibilidade”, mas reafirmando “a disponibilidade de os receber numa próxima ocasião”.

O comunicado da Santa Sé lembra que não estamos na presença de um facto inédito, dado que desde Abril de 2006 foi comunicado às missões diplomáticas junto da Santa Sé que “seria muito difícil acolher os pedidos de audiência por ocasião de conferências e congressos internacionais”.

Fonte Ecclesia

Nota: Há algumas semanas atrás foi divulgada uma lista de 100 personalidades mais influentes no mundo, o Papa não estava entre elas, isso despertarou algumas críticas. O Papa realmente não influencia na roupa que veste, na comida ou na bebida que gosta ou em aspectos da vida normal. A influência do Papa é na política, isto é provado pela quantidade de audiências solicitadas, o que o levou a recusar receber a visita de alguns lideres mundiais. Hoje podemos perceber que a sua influência é maior do que se imagina e não demorará muito para vermos sua influência impor o domingo como dia da família e de proteção ao meio ambiente, levando milhões a reverenciar este dia no lugar do Sábado do Senhor e assim cumprindo a profecia de Apocalipse 13:14 - "E engana os que habitam na terra, com sinais que lhe foi permitido que fizesse em presença da besta, dizendo aos que habitam na terra, que fizessem uma imagem à besta que recebera a ferida da espada e vivia". [...]

Leia mais em Resta uma esperança

Nota DDP:
Impressiona como a influência do Vaticano tem crescido exponencialmente nos últimos meses. De fato JPII deixou preparado o terreno e, BXVI que naquela época era o mentor intelectual de seu pontificado, vem colhendo os frutos rapidamente.

Hindus reconhecem no amor ponto de encontro com católicos

ROMA, terça-feira, 3 de junho de 2008 (ZENIT.org).- «Deus, homem e natureza» é o tema do simpósio concluído em 29 de maio pelo Movimento dos Focolares em Roma, que acolheu pela terceira vez representantes hindus e católicos.

A professora Shashi Prabha Kumar, da Universidade Jawaharlal Nehru em Nova Deli, Índia, reconhece que «o elemento fundamental que nos une às duas religiões é o amor de Deus e a fraternidade universal entre os seres humanos».

Esta docente hindu acrescenta: «O amor de Deus é infinito e é o elemento que pode unir as duas tradições religiosas».

Por sua parte, o professor S.A. Upadhyaya, do Instituto Bharatiya Vidya Bhavan em Mumbai (Índia), afirma que com estes encontros «não só entendemos outras religiões, mas esses diálogos nos fazem compreender nossa própria religião melhor e nos aproxima porque no final entendemos que cada religião enfatiza os valores eternos, éticos, morais como o amor, a verdade, o dar, compartilhar e a compaixão, etc.».

O diálogo mais importante é o da vida, explica a professora Shubhada Joshi, docente na Universidade de Mumbai, Índia: «O que une é o sentimento e a emoção do amor e a atitude de centrar-se em Deus e o que é muito importante é o diálogo que se leva a cabo entre os cristãos, o diálogo da vida, e o diálogo da cultura».

A doutora e professora Uma Vaidya, da mesma universidade, acrescenta: «De fato, nós, hindus, temos o objetivo no que dizemos que sentimos o mundo com nobreza, mas antes disso temos de sentir o mundo com amor e a nobreza virá depois».

O focolarino Roberto Catalano explicou à Zenit que os cristãos pouco a pouco vão reconhecendo «os valores que existem em outras culturas e isso é um aspecto muito positivo» e disse que «o cristianismo ou a cultura na Europa perdeu muitos valores que o hinduísmo e a cultura tradicional hindu ainda mantêm».

O encontro abordou, entre outros temas, o diálogo cristão-hindu e a experiência nestes anos, que compreende também o estudo dos livros sagrados, e evidenciou o conceito de vida nos Vedas (livros hindus), entre outros temas.

Os participantes puderam ver em vídeo a saudação da fundadora dos Focolares, Chiara Lubich, dirigida ao primeiro destes simpósios, em 2004. Antes de regressar a seus países, os participantes oraram diante do túmulo desta leiga que fundou este movimento com a intuição de buscar a unidade.

Fonte - Zenit

Meios de comunicação, instrumentos para promover ecumenismo e diálogo

TORONTO, terça-feira, 3 de junho de 2008 (ZENIT.org).- Uma das prioridades de Bento XVI é a busca da unidade dos cristãos, e as instituições de meios de comunicação da Santa Sé estão para apoiar este objetivo, afirma o porta-voz vaticano.

O jesuíta Federico Lombardi, diretor da Sala de Informação vaticana, da «Rádio Vaticano» e do Centro Televisivo Vaticano, ilustrou nesta sexta-feira a ação destes instrumentos de comunicação da Igreja no «Café da manhã de Líderes de Empresas Católicos», celebrado em Toronto.

«Desde seu primeiro discurso na Capela Sistina, na manhã seguinte à sua eleição --disse--, Bento XVI afirmou claramente que o ecumenismo --a busca da unidade com outras denominações cristãs-- é uma das maiores prioridades de seu pontificado.»

O porta-voz disse que a viagem do Papa em 2006 a Istambul, na qual se encontrou com o patriarca ecumênico de Constantinopla, Bartolomeu I, «foi o sinal mais evidente deste propósito ecumênico «e a cobertura que a mídia vaticana ofereceu confirma isso».

O Pe. Lombardi indicou que «todas as celebrações, inclusive o encontro entre o Papa e o patriarca, foram transmitidas mundialmente desde o Centro Televisivo Vaticano com comentários ao vivo em seis línguas diferentes».

Este é o «exemplo perfeito de como nós podemos pôr as comunicações sociais ao serviço do ecumenismo», acrescentou, explicando que nos comentários participaram tanto católicos como ortodoxos.

Com relação ao diálogo ecumênico com o Patriarca Ortodoxo da Rússia, o Pe. Lombardi disse que apesar das dificuldades, há «muitas relações a partir das quais podemos alimentar a esperança de que um dia chegaremos a um encontro do mais alto nível».

Compartilhou seu envolvimento na emissão de um documentário de uma hora sobre Bento XVI na televisão nacional da Rússia: «Este documentário foi uma co-produção entre ortodoxos e católicos, e continha uma mensagem em russo pronunciada pelo próprio Papa para o povo russo».

O jesuíta compartilhou também «um sinal positivo e entusiasmante de esperança» procedente da relação do Vaticano com a China: o evento de 7 de maio no Vaticano, onde a Orquestra Filarmônica da China e o Coro da Ópera de Xangai ofereceram um concerto ao Papa, emitido pela televisão chinesa.

«Não se pode ignorar que este evento --disse o porta-voz; além de seu significado cultural, representou um importante sinal de boa relação e amizade. A orquestra chinesa elegeu interpretar uma peça importante, ocidental e religiosa: o «Réquiem» de Mozart, assim como uma breve e bela canção popular chinesa; «Flores de Jasmim».

Dias depois, um terremoto atingiu a China e o Papa manifestou publicamente sua dor. «O embaixador chinês em Roma me disse que as palavras do Papa tiveram um amplo impacto em todo o país --revela o Pe. Lombardi. O Papa já não é um estranho para o povo chinês, mas uma grande personalidade rodeada de atenção e respeito.»

Fonte - Zenit

Ação internacional das Igrejas para a paz na Palestina e em Israel

De 4 a 10 de Junho vai decorrer a semana de sensibilização e acção por uma paz justa na Palestina e em Israel, uma inciativa das Igrejas membros do Conselho Mundial de Igrejas e das organizações a ele ligadas, entre as quais a Pax Christi Internacional e que tem por tema "É tempo da Palestina".

“É tempo de palestinianos e israelitas partilharem uma paz justa, tempo de pôr fim a 60 anos de conflito, tempo de se libertar da ocupação, tempo de gozar de direitos iguais, e tempo de curar as almas feridas”, refere um comunicado enviado à Agência ECCLESIA pela Pax Christi Portugal.

A iniciativa convida grupos e pessoas a rezar no Domingo, dia 8 de Junho, com as Igrejas que vivem sob ocupação, utilizando uma oração especial de Jerusalém, e a enviar por email uma oração pela paz para Belém (aei@p-ol.com).

Fonte - Ecclesia

Mensagens de advertência - 3


"Nas últimas cenas da história terrestre, grassará a guerra. Haverá epidemias, pragas e fomes. As águas do oceano transporão seus limites. Propriedades e vidas serão destruídas pelo fogo e por inundações. Deveríamos estar nos preparando para as mansões que Cristo foi preparar para os que O amam." Maranata (Meditações Matinais, 1977), pág. 172.

"Cientistas temem que pandemia de gripe aviária possa ocorrer nos próximos dezoito meses" - Peru21.com
"Gripe aviária: Falta apenas uma mutação de aminoácidos para que comece uma pandemia entre humanos" - Novosti

Mensagens de advertência - 2


"Antes que o Filho do homem apareça nas nuvens do céu, tudo na Natureza estará em convulsão. Raios do céu unindo-se ao fogo na Terra farão com que as montanhas queimem como uma fornalha e lancem suas torrentes de lava sobre aldeias e cidades. Massas derretidas de rochas lançadas na água pela sublevação das coisas ocultas na Terra farão ferver a água e arremessarão pedras e terra. Haverá fortes terremotos e grande destruição de vidas humanas." The Seventh-day Adventist Bible Commentary, vol. 7, pág. 946.

Terremotos nos últimos quatro dias: Terremundo

O que fazer diante da crise de alimentos?

Líderes mundiais estão reunidos em Roma para debater sobre como o aumento dos preços dos alimentos está tornando a vida de milhões de pessoas -- e suas próprias posições -- mais precárias.

De acordo com o Programa Alimentar Mundial, uma série de fatores, como ações baixas e dólar fraco, aumento dos preços da energia, e grande demanda por biocombustíveis, tem levado cerca de mais 130 milhões de pessoas à pobreza, ou ao limite dela.

O diretor-geral da agência da ONU para agricultura e alimentos, Jacques Diouf, disse que o desenvolvimento da agricultura internacional vem há tempos sofrendo por ser o último colocado na lista de prioridades políticas.

Fonte - Opinião e Notícia

Água é um novo campo de batalha

Áreas inteiras do sudeste da Espanha estão se transformando em deserto, em um processo que vem sendo acelerado pelo aquecimento global e agravado pelo desenvolvimento mal planejado.

Em um sinal de que o desespero vem aumentando, agricultores da província de Múrcia estão comprando e vendendo água no mercado negro, que está em rápido crescimento, principalmente a partir de poços ilegais.

O sul da Espanha há tempos vem sendo afetado por secas cíclicas. Os cientistas consideram que as batalhas de "ontem" foram travadas por causa da terra, as de "hoje" são focadas no petróleo, e as do futuro acontecerão por causa da água.

Fonte - Opinião e Notícia

terça-feira, 3 de junho de 2008

Maria, a edificação da família e o domingo

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Com Maria compreendemos que o projecto de Famílias caracterizadas pelo modelo evangélico continua a ser tarefa e encargo. Descobrimos algumas coordenadas. Importa concretizar e, com Maria a Mãe da Família de Nazaré, encontraremos o caminho adequado e a força para ultrapassar as possíveis dificuldades.

Ao aceitar a família como um projecto já estamos a sublinhar a necessidade de lhe dedicar tempo. Ninguém ignora que ela não está na soma dum conjunto de pessoas. Isto é uma parcela que necessita de dedicação e tempo que as preocupações laborais nem sempre permitem. Daí que, junto de Maria, queira recordar a necessidade dum descanso dominical para permitir este encontro de todos. Sabemos que a interrupção do trabalho não deve ser uma simples pausa semanal mas que deveria significar um espaço de fruição conjunta e disponibilidade de todos para usufruir de momentos comuns de lazer e permitir a participação em actividades culturais, desportivas e religiosas. Particular importância pode merecer a dedicação e entrega a causas sociais que permitem que o amor familiar se intensifique e fortifique na atenção aos mais necessitados.

Sabemos que reservar este espaço para a família esta a ser ameaçado pelas chamadas “culturas do consumo”, exigindo trabalhar ao domingo como fenómeno crescente e em contra-corrente com o que acontece nos restantes países da União Europeia. Alguns trabalhos são necessários; outros seriam absolutamente dispensáveis e, sem eles, a qualidade de vida das pessoas e das famílias seria totalmente diferente.

Reservar tempo para edificar a família pode soar a utópico mas é condição indispensável para a estabilidade e felicidade familiar.
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Fonte - Ecclesia

Nota DDP:
Não por acaso recentemente chancelou o Vaticano o "aparecimento" de Fátima na França. O Prof. Azenilto Brito possui um material muito interessante sobre estas "aparições" sob o título "Irá Maria unir todos os religiosos?".

Crise alimentar impõe mudança de hábitos


A atual crise alimentar marca o fim de uma época e indica a necessidade de alterar os padrões culturais e mudar a forma de consumir, sugere a agrônoma Cristina Amaral, coordenadora do grupo da FAO (agência da ONU para Agricultura e Alimentos) criado em dezembro para lidar com a crise.

"Chegamos ao fim da época da alimentação de baixo custo, assim como a do petróleo abundante. Temos uma combinação de fatores que criam uma conjuntura desfavorável, do ponto de vista da segurança alimentar, e uma mudança cultural se torna necessária", disse Amaral em entrevista à BBC Brasil.

A especialista ressalta que é preciso reavaliar o consumo de água, energia e terra, as extrações permanentes e a falta de reposição, e sugere a adoção de formas menos dispendiosas de produção, capazes de renovar os recursos naturais.

"Existe um grande desequilíbrio entre o que se produz e o que consumimos. Uma parte importante do mundo desperdiça demais os alimentos e precisa mudar de atitude", avalia Amaral.
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Fonte - BBC

Nota DDP:
Chegou um aliado de peso ao terror das questões ecológicas. Medidas globalizantes, como tem pedido o Papa BXVI, já são mais do que viáveis.

segunda-feira, 2 de junho de 2008

Os Dez Mandamentos e os EUA

Amigos e irmãos, estou agora mesmo assistindo aos vídeos que a Comissão dos 10 Mandamentos indica, de eventos de assinatura por líderes cristãos em público (em meio a sermões ou mensagens particulares) da proclamação pelo "Dia dos 10 Mandamentos".

O que esses líderes cristãos americanos dizem é simplemente impressionante. Falam dos 10 Mandamentos como base da lei universal de Deus, que não são 10 sugestões, nem são opcionais. Eles apontam aos problemas de criminalidade nos EUA como fruto da negligência em ensiná-los (como os assassinatos em campus universitários recentemente), um deles diz até que deveríamos decorá-los e, sobretudo, vivê-los na vida prática, etc., etc.

O que esses líderes cristãos dizem é realmente um embaraço para os pregadores dessas teses de "lei abolida" e assemelhadas. Eles assinam a proclamação à vista de todos, inclusive sobre púlpitos em pregações específicas sobre o valor dos 10 Mandamentos, incentivando os que os vêem fazendo isso a imitarem o seu exemplo. Agora mesmo vi um casal de líderes assinando, e concluindo com uma oração para que esses princípios sejam realmente respeitados pela sociedade, etc., etc.

Isso tudo é realmente um golpe de morte sobre os pregadores dessa falsa teologia semi-antinomista dispensacionalista de "lei abolida", ou de "substituição" dos 10 Mandamentos como normativos aos cristãos por um código mais "user friendly", que, no fundo, no fundo, é puro pretexto para se verem livres SÓ e UNICAMENTE daquele mandamento "inconveniente" do sábado.

Essa é a verdade que não podem negar.

O link que conduz aos referidos vídeos:

http://www.tencommandmentsday.com/ministry_resources.php

Recomendo que vejam o vídeo abaixo indicado em que o Dr. Ron Wexler, um dos líderes da "Comissão dos 10 Mandamentos" e um judeu ortodoxo, lê diretamente numa cópia da 'Torah' o texto dos 10 Mandamentos em hebraico, e um pastor evangélico confirma a leitura fazendo o mesmo em inglês, segundo a versão King James tradicional.

Eles esclarecem que o objetivo é liquidar de vez qualquer dúvida quanto a se a versão dos 10 Mandamentos da Bíblia equivale exatamente à da 'Torah' (pois alguns alegam haver a "versão católica", "versão protestante", "versão judaica").

É muito interessante ouvir um judeu ortodoxo lendo o texto, sendo ele um entusiasta dessa campanha para promover os 10 Mandamentos como fundamento da própria nação americana. E numa apresentação dele mesmo diante de uma imensa platéia de evangélicos, ele disse: "Os 10 Mandamentos não foram dados a Israel e sim ao mundo. Eles são para você, e você, e você [apontava ao auditório aleatoriamente, indicando a universalidade de tais princípios]".


[Prof. Azenilto G. Brito]

O salto de fé de Tony Blair


"A fé é parte do nosso futuro," diz Blair, "e a fé e os valores que ela traz com ela são uma parte essencial para fazer o trabalho da globalização."

(Online)

NOTA: Deixando um pouco de lado o importante papel da fé na vida do ser humano (com o qual também concordo), é interessante ver como Blair passou imediatamente a usar sua imagem política para promover interesses religiosos. O que, aliás, tudo indica, acontecerá também com Bush após o fim do seu mandato. Embora estando fora do cargo público, sua imagem pessoal está associada com a política, o que exigiria o bom senso de não se intrometer em questões religiosas, pelo menos por enquanto. Tudo indica que política e religião vão mesmo dar as mãos ao redor do mundo, o que não deixa de ser mais um sinal do fim dos tempos. Quem viver verá...

Fonte - Minuto Profético

Devem-se assumir compromissos a favor de ecologia

MONTEVIDÉU, 31 Mai. 08 / 07:00 pm (ACI).- Os representantes das diocese de fronteira da Argentina, Paraguai, Brasil e Uruguai expressaram a necessidade de "assumir em nossos planos pastorais compromissos diretos ligados à questão ecológica e o meio ambiente" para preservar o Aqüífero Guarani.
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Diante disso, manifestaram a necessidade de legislações que amparem o cuidado da criação e o apoio àquelas pessoas que sofrem "as conseqüências mortais da privação, a contaminação e a mercantilização da água".
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Fonte - ACI

Lutar contra fome respeitando criação é um dever, adverte Papa

CIDADE DO VATICANO, domingo, 1º de junho de 2008 (ZENIT.org).- É um dever ético lutar contra a fome, especialmente entre as crianças, respeitando a criação, assegurou Bento XVI ao expor os desafios mais urgentes que a Guatemala enfrenta.
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Segundo o bispo de Roma, «o objetivo de erradicar a fome e, ao mesmo tempo, contar com uma alimentação saudável e suficiente, requer também métodos e ações específicas que permitam uma exploração dos recursos que respeite o patrimônio da criação».

Trabalhar nessa direção, indicou, «é uma prioridade que exige não somente beneficiar-se dos resultados da ciência, da pesquisa e das tecnologias, mas levar também em consideração os ciclos e o ritmo da natureza, conhecidos pelas pessoas de zonas rurais, assim como proteger os usos tradicionais das comunidades indígenas, deixando de lado razões egoístas e exclusivamente econômicas».
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Fonte - Zenit

Nota DDP:
Invocar-se o respeito à criação, como já vinha sendo realizado, recebe agora um novo ingrediente: considerarem-se os "ciclos e ritmos da natureza". Neste sentido declarações anteriores do papa: "o sentido ecológico do domingo".

EUA: cientistas querem menos emissões de gases causadores do efeito estufa


WASHINGTON (AFP) — Cientistas pediram, nesta quinta-feira, aos legisladores americanos que imponham a redução das emissões de gases provocadores do efeito estufa, enquanto o Senado se dispõe a debater o projeto de lei contra o aquecimento global, ao qual a Casa Branca se opõe.

Destacando o fracasso americano na hora de promulgar leis que reduzam as emissões de gases causadores do efeito estufa, a União de Cientistas Comprometidos (UCC) divulgou um comunicado assinado por 1.700 especialistas, pedindo "cortes rápidos e profundos".

"Quanto mais esperarmos, mais difícil e custoso será limitar a mudança climática", diz a nota, que pede que se reduza em 80% as emissões desses gases até 2050, em relação aos níveis de 2000.

"O primeiro passo nessa direção seria uma redução de 15% a 20% em relação a 2000 para 2020", acrescenta o texto.

O comunicado antecede o debate previsto para a próxima semana, no Senado, sobre legislação ambiental, conhecido como o projeto de lei Lieberman-Warner, ao qual o presidente George W. Bush se opõe.

"Até a data, as iniciativas voluntárias provaram ser insuficientes", alega o texto da UCC.

"É essencial um forte compromisso para reduzir as emissões por parte dos Estados Unidos para dirigir o progresso climático internacional", acrescenta a associação, referindo-se ao pedido do presidente Bush, no mês passado, para se estabelecer objetivos voluntários para conter o crescimento dessas emissões.

A nota explica que a UCC não defende medidas legais específicas para alcançar as metas estabelecidas, e sim, que "devem ser aprovadas políticas para pôr os Estados Unidos, um dos maiores poluidores do mundo, no caminho certo".

Fonte - AFP

Nota DDP:
Mais sobre o avanço da legislação sobre ambientalismo e o ativismo e cenários possíveis por trás de tais iniciativas em "Mais uma vez o Senador Joseph Lieberman".

O esverdeamento radical


Radical greeening. Este é o nome dado por recente estudo da consultoria Ernst & Young a uma tendência observada em todo o mundo de aumento das preocupações ambientais entre os consumidores e os governos.

Segundo a pesquisa, denominada Riscos Estratégicos Empresariais, o “esverdeamento radical” constitui hoje, segundo os 70 analistas entrevistados, uma das dez maiores próximas ameaças aos negócios. Junto com outras tendências, integra um conjunto de riscos setoriais, tirando o sono especialmente dos segmentos de petróleo e gás, seguros, energia e saneamento e a indústria automobilística, que já começam a trabalhar com a perspectiva de que consumidores ambientalmente engajados e regulamentações mais severas venham a exercer pressão cada vez maior sobre as suas atividades.

De acordo com o estudo, a tendência transformou-se em risco estratégico por força do aquecimento global. O receio de que a humanidade venha a sofrer na pele os impactos das mudanças climáticas – ressaltado depois do relatório do IPCC da ONU – inseriu o tema meio ambiente na agenda pública. E passou a mobilizar consumidores e governos. Antes indiferentes ao debate, os consumidores começam a usar o seu poder para influenciar mudanças de comportamento em empresas. Pressionados pela sociedade, os governos demonstram crescente interesse por regular os mercados, tornando-os menos emissores de carbono e menos agressores ao meio ambiente. Ainda segundo o estudo, as atuais previsões climáticas baseiam-se em cenários cientificamente conservadores. É possível, portanto, que o perigo seja maior do que o divulgado. Eventuais catástrofes de natureza ecológica podem estimular uma resposta ainda mais dura de consumidores e governos, o que significa, na prática, que as empresas terão de se preparar para um gerenciamento permanente de seus riscos ambientais.
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Não é possível arriscar o nível com que o radical greening evoluirá nos próximos anos. Mas ele está em curso e é irreversível.
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Fonte - Envolverde

Em 20 anos, 60% da água do mundo serão impróprias

Cerca de 60% da água do planeta estará sem condições para consumo dentro de 20 anos. Esse quadro faz o importante recurso se tornar mais valioso que o petróleo em diferentes regiões mundiais.

A informação, divulgada pela ONU, demonstra a necessidade de ação imediata. Até sábado, quando se comemora o Dia Mundial da Água, o BOM DIA vai apresentar série de reportagens sobre a situação deste recurso e as propostas para sua proteção.

Segundo a ONU a solução está aumento de investimentos em tratamentos adequados e de tecnologias, associado ao trabalho de conscientização.

Hoje, pelo menos 11 países da África e nove do Oriente Médio já sobrevivem quase sem água. No Brasil, a situação de seca que antes atingia só o Nordeste já é percebida em São Paulo, onde há grande concentração humana.

Segundo o diretor da Universidade da Água, Gilmar Altamirano, o início da cobrança pelo fornecimento do recurso comprova a situação de alerta. “A água será o novo ouro. Antes pagávamos apenas pelo serviço de saneamento, agora já pagamos para ter direito a ela”, disse ao BOM DIA.
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Fonte - Universidade da Água

Mensagens de advertência

"Quando os raciocínios da filosofia houverem banido o temor dos juízos de Deus; quando ensinadores religiosos estiverem a apontar no futuro para longas eras de paz e prosperidade, e o mundo estiver absorto em sua rotina de negócios e prazeres, plantando e construindo, banqueteando-se e divertindo-se, rejeitando as advertências de Deus e zombando de Seus mensageiros, então é que súbita destruição lhes sobrevirá, e não escaparão" (Patriarcas e Profetas, p. 101, 102, 104).
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