quinta-feira, 30 de abril de 2009

A grande crise ainda está por chegar


As cifras mostrando lucros dos grandes bancos norte-americanos, neste primeiro trimestre, não combinam com as cifras dos aumentos do desemprego e da queda das bolsas de valores. Essas cifras levemente positivas foram festejadas muito cedo.

O Fundo Monetário Internacional (FMI) prevê um prejuízo para os bancos da ordem de 2,7 bilhões de dólares, 500 milhões de dólares a mais do que estava previsto anteriormente. Segundo Doanl Kalff, ex-executivo do primeiro escalão da Shell e KLM, a crise vai aumentar. É esperar para ver, e no segundo semestre deste ano tudo vai piorar.

Falsas hipotecas
A crise financeira começou com as falsas hipotecas que nunca eram pagas e com a queda do preço dos imóveis, não compensando a venda para o pagamento da dívida contraída pelos moradores. Calote total e prejuízo total, pois as empresas de seguro não tinham como desovar o estoque de residências vazias. E, sem mais crédito, as pessoas não conseguem sair da crise. Muitas estão morando literalmente na rua.

Nesse segundo semestre, segundo Kalff, vão aumentar as dívidas de cartão de crédito, principalmente porque as pessoas estão perdendo o emprego e não têm como pagar suas contas.

Muitos edifícios ficaram vazios e as hipotecas sem pagamento. O mesmo ocorreu com escritórios e shopping centers que agora estão vazios porque ninguém consegue pagar os aluguéis, com a clientela pouco comprando, pois estão sem dinheiro e sem crédito.

Pequenas prefeituras estão à beira da falência, pois baixaram os impostos diante da crise. Por incrível que pareça um sistema de proteção contra falências, chamado de CDS, que funciona bem e protege empresas e clientes em tempos de bonança na economia, agora ameaça falir, pois não tem como pagar tantas empresas no buraco.

Cópias
Essas empresas copiaram o sistema de hipotecas contagiadas e os investimentos e produtos foram vendidos até vinte vezes. Os asseguradores se esqueceram (ou não quiseram, por ganância), eles mesmos de se assegurar. Estes papéis de investimento hoje já não valem nada, são só papéis, como os jornais.

O ex-professor e economista holandês Jaap van Duijn diz que o que Kalff mostra são as consequências da crise econômica, principalmente para o setor financeiro. Há ainda o problema das empresas e particulares que sofreram com o desemprego e a falência das indústrias e do comércio.

Mas ele não concorda com o executivo da Shell de que não exista mais dinheiro para aparar parte da crise neste segundo semestre. Segundo o professor, as autoridades governamentais terão de seguir bombeando dinheiro vivo para evitar a recessão. Se não conseguir evitar, há de se fazer que seja temporária e não de longa duração. Para ambos, o segundo semestre deste ano será ainda pior que o primeiro.

Fonte - Radio Nederland

Nota DDP: Tenho visto pessoas alardeando que a crise acabou e que o controle sobre a mesma chegou. Tenho visto pessoas dizendo que o pior ainda não veio, como neste artigo.

A Revista Veja desta semana faz o questionamento: "e o quando o efeito da injeção de capital acabar?"

Está aí uma outra grande dúvida para dissiparmos nos próximos meses...

Atualizações sobre gripe suína


OMS declara nível 5 para alerta de pandemia de gripe suína

Aumentou de 4 para 5 o nível de alerta para o risco de pandemia de gripe suína na tarde desta quarta-feira, 29. A escala vai de 1 a 6 — nível ativado quando a epidemia é declarada oficialmente.

A Organização Mundial de Saúde, OMS, afirmou que falta pouco tempo para a preparação contra uma pandemia.

Segundo a OMS, a ativação do nível 5 é “um sinal forte da iminência de uma pandemia”.

Fonte - Opinião e Notícia

Gripe suína pode ameaçar milhões de pessoas com outras doenças

Por Laura MacInnis GENEBRA (Reuters) - O surto de gripe suína, que matou até 160 pessoas, pode ser especialmente perigoso para milhões de pessoas que já lutam contra outras infecções, como HIV ou tuberculose, segundo especialistas em saúde.

Fonte - Último Segundo

Brasil não está preparado para alta letalidade de gripe suína

O infectologista Stefan Cunha Ujvari, autor do livro A história da humanidade contada pelos vírus, disse em entrevista à BBC Brasil que o país não está preparado para uma epidemia de gripe suína de alta taxa de mortalidade.
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Fonte - BBC

Nota DDP: Na esteira do artigo ontem aqui publicado sob o título "Gripe suína: surto... ou mais do que isso?", sugiro o acesso ao post "Gripe suína: operação falsa bandeira?" disponibilizado no Blog Minuto Profético.

Confesso que a idéia de não se saber exatamente o que está acontecendo é desconcertante. De um lado um alarmismo midiático extremo, empurrando a aldeia global para uma histeria coletiva sob o manto do medo, como sugerido pelas manchetes abastecidas pelos próprios órgãos oficiais, paralelamente à possibilidade de se utilizar deste expediente para objetivos pouco claros. De outro o risco de realmente estarmos diante de um surto incontrolável.

Some-se a isso crise ecológica, financeira, terremotos por todos os lados, violência, as bestas em movimento constante... Alguns irmãos ainda vivem sob a expectativa que não verão Cristo nesta geração... Pode até ser verdade, mas os sinais estão todos aí, "Tudo ao mesmo tempo, agora".

A Bíblia diz que os homens desmaiarão de terror. Este dias ainda não chegaram, mas já podemos vislumbrar uma vaga idéia do que seja isso.

Sinal dos tempos.

Foto - BBC

quarta-feira, 29 de abril de 2009

OMS diz que surto de gripe suína se aproxima do nível 5 e indica pandemia

29/04/2009 13h09

A OMS (Organização Mundial de Saúde) informou nesta quarta-feira que o desenvolvimento da epidemia de gripe suína --que já atinge 11 países-- coloca a agência mais perto de decretar o alerta de nível 5, em uma escala que vai de 1 a 6. O nível cinco indica que uma pandemia --uma epidemia que afeta vários países simultaneamente-- é iminente e não pode ser evitada.

"Estamos nos aproximando da fase cinco, mas ainda não chegamos", disse Keiji Fukuda, secretário-geral adjunto da OMS, em Genebra (Suíça). "Esse passo é muito significativo, e temos de estar absolutamente seguros de que haja uma transmissão sustentada do vírus em ao menos dois países."

Mais cedo, a ministra de Saúde da Espanha, Trinidad Jimenez, afirmou que uma das dez pessoas infectadas com gripe suína no país não esteve recentemente no México. O anúncio pode indicar que a doença respiratória está sendo transmitida de espanhol para espanhol, o que caracterizaria um novo foco de epidemia, além do México.
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Fonte - Folha

Gripe suína: surto... ou mais do que isso?


Desde algumas semanas atrás, o mundo inteiro tem desviado a sua atenção da grave crise económica que atravessa, e tem observado, com relativa apreensão, uma nova ameaça ao bem-estar do ser humano: a gripe suína.

Um pouco por toda a parte se ouvem notícias, acerca de como o problema está a ser enfrentado: o México anunciou várias mortes devido ao vírus H1N1, para mais tarde reduzir o número para sete pessoas; as autoridades americanas anunciaram o agravamento da situação no país; o presidente americano Barack Obama prometeu 1,15 milhões de dólares para combater o (previsível) flagelo; vários países cancelaram as viagens para o México; a União Europeia reuniu de imediato os seus Ministros da Saúde...

Enfim, os responsáveis governamentais tomaram as primeiras iniciativas de combate ao problema, algumas mais rigorosas do que outras.

Perante tais atitudes, poderíamos pensar que se trata da primeira vez que as autoridades (de saúde e governos mundiais) se deparam com este problema. Mas não é...

Antes de elaborar sobre o assunto, gostaria de fazer um ponto prévio. Até agora, tenho estado algo renitente em abordar este assunto. Não por falta de convicção, mas talvez de provas e fontes inequívocas... Até que me dei conta, que para aquele que é o meu raciocínio sobre este assunto, dificilmente encontraria evidências indiscutivelmente palpáveis, concretas e irrefutáveis.

Foi então que, finalmente, encontrei alguém que dá voz a uma linha de raciocínio que torna, se não evidente pelo menos possível, o meu conceito que este surto da gripe suína não é tanto uma doença ou pandemia, mas mais do que isso, uma estratégia.

Vamos ao dados. Ron Paul, congressista americano, formado também na área da medicina, o que para o caso é bastante relevante, serve no Congresso dos Estados Unidos desde 1976. Curiosamente, nesse mesmo ano, a gripe suína foi um dos assuntos que passaram pela ordem de trabalhos...

Ron Paul conta: 'fizemos uma votação sobre a gripe suína. Na altura havia pânico e alguns diziam que iria arrasar a nação. Rapidamente apareceram umas vacinas e a proposta de inocular toda a população, salvando o mundo deste desastre'.

Paul, foi um dos dois únicos congressistas (o outro também era... médico) que se opuseram ao programa nacional de vacinação sugerido em 1976. Paul considerou esse programa 'um chocante mau uso de fundos e uma manobra política diabólica'.

O congressista continua com o relato dizendo que 'a gripe veio, foi-se, e apenas uma pessoa morreu, exceto aquelas que faleceram vítimas... da vacina que foi distribuída'.

O surto de 1976, sabe-se, foi originado na base militar de Fort Dix, New Jersey, EUA. Ali, a administração da vacina acabou por provocar 500 casos de síndrome de Guilain-Barre e não foi achada eficaz no combate à gripe suína. Ah, e não houve a temida pandemia...

Na sequência, um programa de vacinação nacional foi mesmo instituído pelo presidente Gerald Ford e pelo Secretário de Defesa Donald Rumsfeld, que sempre foi (e ainda é hoje...) ligado ao ramo das empresas farmacêuticas! Vejamos alguns pormenores interessantes...

a) Entre 1977 (relembro que o surto incial de gripe suína foi em 1976) e 1985, Ramsfeld foi CEO da G.D. Searle, uma empresa da Pfizer, uma companhia farmacêutica mundial...;

b) Em Setembro de 2004, Rumsfeld era titular de ações e interesses na Gilead Science que podem valer até 25 milhões de dólares;

c) Rumsfeld foi administrador da Gilead Sciences desde 1997 até 2001; caro leitor, saiba que esta empresa detém a patente do Tamiflu, um dos poucos medicamentos julgados aptos para combater a gripe suína...;

d) Rumsfeld é membro ativo do Clube Bilderberg (anteriormente mencionado neste blogue), onde teve grande influência, por exemplo, na política de invasão do Iraque.

Com a sua intervenção, Ron Paul não pretende desvalorizar os cuidados que se devem tomar com o atual surto, mas contrapõe com toda a lógica: 'o ano passado, nos EUA, houve 13.000 casos de tuberculose, que mataram centenas de pessoas, ao passo que a gripe suína ainda não matou uma única neste país'. (1)

Aqui está um testemunho recente de Ron Paul sobre o assunto (em inglês).



Talvez mais significativa é a sua opinião (relembro que estamos a falar de um congressista americano com mais de 30 anos de experiência) de que este poderá ser um motivo para 'reforçar os poderes governamentais'. Ele referia-se às declarações de Janet Napolitano, Secretária do Departamento de Segurança Interna dos EUA, que disse ter este departamento do governo americano 'começado a monitorizar passivamente as pessoas que chegam ao país', tendo em conta a possível pandemia.

Já não é segredo para ninguém que as piores doenças são usadas sabiamente pelos poderosos mundiais. Veja-se como a sida impede dramaticamente o crescimento económico do continente africano, ou como a gripe das aves atinge principalmente o sudeste asiático, zona do mundo com um enorme potencial de desenvolvimento.

Algum leitor poderá julgar que estas são evidências mais do que concretas que não estamos apenas perante um surto gripal, mas que existem motivos económicos e de governação bem delineados por detrás desta questão. Embora faça essa sugestão, quero deixar qualquer conclusão ao critério de cada um.

(1) n.d.r.: neste momento, acaba de ser anunciada a primeira morte em solo americano.

Fonte - O Tempo Final

Nota DDP: Interessantíssimo contraponto elaborado pelo irmão Filipe Reis. Reflexão por demais apropriada, até porque ainda não sabemos quais as opções que podem ser propostas nos próximos dias em escala mundial.

O próximo passo da gripe suína

Neste momento em que a gripe suína ameaça transformar-se na próxima pandemia, as maiores providências são determinar se a capacidade de transmissão da doença de um ser humano para outro se sustentará e, caso isso ocorra, o quão virulenta ela poderia se tornar. Mas mesmo se esse vírus regredir rapidamente, há uma forte possibilidade de que ele apenas passe a agir sem que seja detectado, continuando a infectar silenciosamente algumas pessoas enquanto se torna mais bem adaptado aos seres humanos, para, a seguir, explodir com força total em todo o mundo.

O que acontecerá a seguir depende basicamente do vírus. Mas depende de nós criarmos uma vacina o mais rapidamente possível.

Os vírus da gripe são imprevisíveis por serem capazes de sofrer mutações com grande velocidade. Essa capacidade lhes permite saltar facilmente de uma espécie para outra, infectando não só porcos e seres humanos, mas também cavalos, focas, gatos, cães, tigres e assim por diante. Um vírus aviário responsável pela pandemia de 1918 saltou primeiramente de pássaros para seres humanos, e depois de seres humanos para suínos (bem como para outros animais). Agora - e esta não é a primeira vez em que isto ocorre -, os porcos devolveram um vírus aos humanos.

A mutabilidade faz com que até mesmo os vírus bem conhecidos existentes sejam imprevisíveis. Um novo vírus, formado por uma combinação de vários outros, como é o caso deste microorganismo, é ainda menos previsível. Após saltar para um novo hospedeiro, a virulência da gripe pode crescer ou diminuir - de fato, variedades diferentes que têm uma origem comum podem seguir direções opostas - antes que surja um novo vírus relativamente estável.

Pandemias de gripe ocorrem desde o princípio da história, mas as quatro que conhecemos detalhadamente ocorreram em 1889, 1918, 1957 e 1968. A forma mais branda destas quatro, a chamada gripe de Hong Kong de 1968, matou 35 mil pessoas nos Estados Unidos e 700 mil em todo o mundo. A título de comparação, a gripe sazonal comum atualmente mata 36 mil indivíduos anualmente neste país, porque a população dos Estados Unidos é composta por uma proporção maior de pessoas idosas e outras cujos sistemas imunes são fracos (se um vírus como o da gripe de Hong Kong nos atingisse hoje, ele provavelmente mataria mais gente pelo mesmo motivo).

A pior pandemia de influenza, a de 1918, matou 675 mil pessoas nos Estados Unidos. E, embora ninguém possa precisar com certeza quantas pessoas morreram em todo o mundo, o número mínimo razoável é cerca 35 milhões, sendo que alguns cientistas acreditam que aquela pandemia matou até 100 milhões de pessoas - em uma época em que a população do planeta era apenas um quarto da população atual. Entre os mortos estavam não só idosos e bebês, mas também adultos jovens e robustos.

Ao avaliar a ameaça do surto atual, é importante não perder de vista que todas as quatro pandemias bem conhecidas parecem ter ocorrido em ondas. O vírus de 1918 surgiu em março e provocou, na primavera e no verão daquele ano, uma onda de contágio que atingiu certas comunidades e poupou outras. A primeira onda foi extremamente suave, mais até do que aquelas que caracterizam a gripe comum. Por exemplo, dentre os 10.313 marinheiros da Grande Frota Britânica que adoeceram, apenas quatro morreram. Mas o outono trouxe uma segunda onda, mais letal, que foi seguida por uma terceira onda menos severa no início de 1919.

Os especialistas especulam que a primeira onda de 1918 foi relativamente suave porque o vírus não havia se adaptado totalmente aos seres humanos. E, à medida que se adaptava, ele foi também se tornando mais letal. No entanto, há evidências fortes de que as pessoas que foram expostas durante a primeira onda desenvolveram imunidade - de forma similar a como as pessoas adquirem proteção com as vacinas modernas.

Um tipo de processo similar de criação de imunidade é a mais provável explicação para o fato de que, em 1918, somente 2% daqueles que contraíram a gripe morreram. Tendo sido expostos a outros vírus da gripe, muitos indivíduos desenvolveram alguma proteção. As pessoas que viviam em regiões isoladas, incluindo as reservas de índios norte-americanos e as aldeias de esquimós do Alasca, apresentaram índices de mortalidade bem mais elevados - supostamente por terem tido menos exposição a outros vírus da gripe.

A pandemia de 1889 também apresentou uma primeira onda bem definida que foi mais branda do que as ondas posteriores. As pandemias de 1957 e de 1968 também vieram em ondas, embora estas tenham sido bem menos definidas.

Em todos os quatro casos, o intervalo de tempo entre o momento em que o vírus foi identificado pela primeira vez e o crescimento da segunda e mais perigosa onda foi de cerca de seis meses. Serão necessários no mínimo quatro meses para a criação de uma vacina eficaz contra esta variedade de gripe, e muito mais tempo para a fabricação de uma quantidade de vacinas suficientes para a proteção da maior parte dos estadunidenses. A corrida começou.

Fonte - UOL

Nota DDP: Parece-me que este artigo, dos que até agora tomei contato, seja o mais amplo em termos de possibilidades. Por este motivo trouxe-o na íntegra. Vale a leitura para entendermos um pouco do que está acontecendo (mais especificamente que ninguém sabe ao certo o que está acontecendo), bem como do que poderá acontecer (mais especificamente que ninguém sabe ao certo o que irá acontecer).

Diante destas expectativas, tão errado quanto sentenciar que esta nova crise não carrega motivos de pânico, é o de que não carrega motivos de preocupação. O tempo dirá o que nos aguarda.

Não sabemos a dimensão da epidemia

"Antigamente, para trazer um vírus da Europa para o Brasil levava no mínimo 30 dias. Hoje, 10 horas", afirma o infectologista David Uip, diretor do Emílio Ribas, o mais renomado hospital de referência em epidemias do país. Para justificar a disseminação do vírus pelos continentes, o médico usa explicações nem tão biológicas:

- A mobilidade provinda da modernidade proporciona uma interligação muito rápida e com isso uma disseminação também muito veloz.

Mesmo para quem se debruça sobre o tema, o tema é uma incógnita. "Não sabemos ainda o tamanho do que estamos discutindo", afirma David. Justifica que "não há como dimensionar este novo vírus". Sua análise, ainda sob caráter emergencial, é simples e momentânea: Casos e óbitos elevados no México me fazem entender que lá a situação é pior do que aqui. E alerta:

- Não tem como não chegar ao Brasil. Quando isto acontecer, temos que avaliar o tamanho disto.
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Fonte - Terra Magazine

Degelo de ponte pode separar plataforma gigante da Antártida


O aquecimento global continua causando sérios prejuízos à plataforma de gelo Wilkins, na Antártida, segundo noticiou nesta terça-feira a ESA, agência espacial européia. Novos pedaços se desprenderam, inclusive uma área de grande importância para o equilíbrio da plataforma, espalhando novos icebergs pela região e derretendo o equivalente em superfície a 700 km² - quase o tamanho de Nova York. As informações são do jornal espanhol El Mundo.

De acordo com Angelika Humbert, especialista em geleiras da Universidade de Münster, as perdas no local poderiam chegar a 3,7 mil km² com a ruptura da ponte, que mantinha uma importante função estabilizadora entre a plataforma e o continente antártico. Destes 700 km², cerca de 370 km² se separaram diretamente da Wilkins nos últimos dias, enquanto o restante corresponde ao desmoronamento da barreira de ligação.

Para alguns cientistas, a importância da ponte era tanta que o rompimento pode indicar que o bloco Wilkins flutuará livremente entre as ilhas de Charcot e Latady. Angelika Humbert, que há anos estuda as placas de gelo da Antártida, advertiu que a fragmentação é uma conseqüência da debilidade da plataforma e das mudanças climáticas.

A plataforma Wilkins, que fica no oeste da península antártica, sofreu uma redução de quase metade dos seus 16 mil km² desde que o degelo começou a ser registrado em 1990. Os pesquisadores acreditam que seriam necessários vários séculos para que a baixa espessura atual do gelo na região se recupere.

Fonte - Terra

terça-feira, 28 de abril de 2009

O código Profético

Outro seminário do Pr. Doug Bachelor (Ministério Amazing Facts), onde se projeta a perspectiva Bíblica sobre o Apocalipse, o arrebatamento e muito mais com o Código Profético: Os Segredos da Bíblia Desvendados. Você está pronto para o futuro? Você pode estar com O Código Profético!

01) - A contagem regressiva final da Profecia
02) - O arrebatamento no Apocalipse
03) - O ovo do dragão
04) - O sangue no Trono
05) - O Templo de Israel na Profecia
06) - As duas Testemunhas
07) - O mais rico homem das Carvernas
08) - O maior engano da História
09) - O Apocalipse revela o anticristo
10) - O número 666 e a marca da besta
11) - Os EUA na Profecia Bíblica
12) - Afogando o velho homem
13) - Desilusões mortais
14) - O lago de fogo
15) - O diabo acorrentado
16) - O plano de Deus para a saúde
17) - Vestidos com luz?
18) - A verdade sobre os 144.000 de Israel
19) - Acima da multidão
20) - O Leão e o Cordeiro

Nota DDP: Programação com tradução simultânea em português. Não é necessário baixar os arquivos, tão somente requisite a abertura com um tocador qualquer (e.g., realplayer ou midiaplayer).

Os programas com som original em inglês podem ser acessados diretamente no site do Amazing Facts, no endereço que supra indicamos.

As mais surpreendentes Profecias

Nesta série, o Pr. Doug Bachelor (Ministério Amazing Facts) apresenta uma figura incrível da Bíblia, passo a passo, provando que as Escrituras são confiáveis e mostrando que Jesus é a razão definitiva para que entenda seu futuro.

01) - O Reino final
02) - Resolvendo o mistério do Messias
03) - Contagem regressiva para o Armagedom
04) - O dragão e a Mulher
05) - O milênio de paz
06) - A noiva do anti-cristo
07) - O retorno de Elias
08) - Curvando-se a Babilônia
09) - A árvore da vida
10) - Os 144.000

Nota DDP: Programação com tradução simultânea em português. Não é necessário baixar os arquivos, tão somente requisite a abertura com um tocador qualquer (e.g., realplayer ou midiaplayer).

Os programas com som original em inglês podem ser acessados diretamente no site do Amazing Facts, no endereço que supra indicamos.

Pintor retrata Barack Obama como Jesus Cristo


RIO - Para homenagear Barack Obama por seus 100 primeiros dias na Casa Branca, o artista Michael D'Antuono ousou: retratou o presidente americano como ninguém menos que Jesus Cristo. Coroa de flores na cabeça, braços estendidos, a obra não deixa dúvidas de que o Obama é tido, pelo menos pelo autor da polêmica obra, como o novo messias, aquele que foi enviado à Terra para salvar a humanidade - ou pelo menos os EUA. A peça - acrílíco sobre lona, 76cm x 137cm - será exibida no dia 29, quarta-feira, em plena Union Square, em Nova York.

O autor se exime das críticas - e óbvias comparações - dizendo que a obra é "aberta a interpretações individuais". É verdade, há algumas diferenças. A cruz não está lá. Em seu lugar, ao fundo, o selo presidencial. Obama, ao invés do seio desnudo, veste terno. Mas mesmo o título da obra não deixa muita margem para dúvidas: "The Truth" ("A Verdade", em português), faz referência a um trecho da Bíblia em que Jesus diz a João 14:6, "Eu sou o caminho, a verdade e a vida".

"Mais que um retrato do presidente, 'A Verdade' expressa o momento político, religioso e social que nosso país atravessa", diz D'Antuono em material de divulgação da exibição de sua obra. "'A verdade', como a beleza, está nos olhos de quem vê", diz o press release da mostra.

D'Antuono ainda convida o público a enviar para ele, por e-mail, suas reações à peça, respondendo à seguinte questão: "Qual a sua verdade?"

Fonte - O Globo

Nota DDP: Não é a primeira vez que se faz este tipo de correlação. Ainda na época da campanha se lançou pela primeira vez este tipo de idéia. Somente uma reflexão sobre "aual é a sua verdade?", ou uma subliminar que nada tem de implícita?

- A mídia aos pés do “imperador”
- À espera do messias
- Barack Obama: "The One"?

Atualizações sobre gripe suína 2

O próximo passo da gripe suína

Neste momento em que a gripe suína ameaça transformar-se na próxima pandemia, as maiores providências são determinar se a capacidade de transmissão da doença de um ser humano para outro se sustentará e, caso isso ocorra, o quão virulenta ela poderia se tornar. Mas mesmo se esse vírus regredir rapidamente, há uma forte possibilidade de que ele apenas passe a agir sem que seja detectado, continuando a infectar silenciosamente algumas pessoas enquanto se torna mais bem adaptado aos seres humanos, para, a seguir, explodir com força total em todo o mundo.

O que acontecerá a seguir depende basicamente do vírus. Mas depende de nós criarmos uma vacina o mais rapidamente possível.
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Fonte - BOL

Vírus pode se disseminar pelo mundo em 4 meses

O vírus da gripe suína é um "irmão" do vírus da pior pandemia já vista pela humanidade: a gripe espanhola, de 1918. Ele surpreende os virologistas pela rápida adaptação ao contágio entre humanos. E modelos indicam que ele pode colonizar o mundo em quatro meses.

Apesar disso, dizem os cientistas, não há motivo para pânico. "A situação requer muita atenção.
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Fonte - BOL

Vacina atual não protege contra gripe suína

LONDRES (Reuters) - As atuais vacinas contra a gripe não impedirão a difusão da nova gripe suína pelo mundo, mas quem recebe a imunização anualmente pode acabar enfrentando sintomas mais leves, disseram especialistas na segunda-feira
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Fonte - O Globo

Contaminação local de gripe suína nos EUA pode aumentar alerta mundial

A confirmação de que há casos de contaminação local de gripe suína nos Estados Unidos pode significar o desenvolvimento de um novo foco da doença fora do México --o que justificaria passar ao nível cinco do alerta de pandemia de uma escala que vai até seis, informou a OMS (Organização Mundial da Saúde).

"Caso tenhamos uma confirmação de casos locais nos EUA, a princípio poderíamos passar à fase cinco", explicou em uma entrevista coletiva em Genebra o porta-voz da OMS, Gregory Hartl.
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Fonte - Folha

"O Caminho"

Programação dirigida pelo Pr. Fernando Iglesias abordando diversificada temática bíblica, passando por vinte e quatro enfoques enriquecidores e que levam ao conhecimento mais aprofundado das Escrituras Sagradas e da pessoa de Jesus Cristo.

1- A Rota do caminho
2- O começo do caminho
3- O caminho da liberdade
4- O caminho de volta
5- O caminho da felicidade
6- Placas no caminho
7- O fim do caminho
8- O caminho sem volta
9- O caminho para a vida
10- O caminho de casa
11- O único caminho
12- Caminho a verdade e a vida
13- O caminho da balança
14- Regras do caminho
15- O caminho do descanso
16- Um caminho sem atalhos
17- O caminho da cura
18- O caminho da verdade
19- O caminho do sucesso
20- Um caminho estreito
21- O caminho da decisão
22- O caminho da reconciliação
23- Companhia no caminho
24- Este é o caminho, andai por ele

Apocalipse, a resposta


Estudos esclarecedores das profecias bíblicas em Daniel e Apocalipse.

A maioria das pessoas em nosso País, ama e respeita a Bíblia e cada dia aumenta o número daqueles que desejam compreendê-la melhor. Muitos, no entanto, têm dificuldades para entender seu último livro (o Apocalipse), com sua fluente linguagem profética, vívidas descrições e misteriosos símbolos. Porém, a mesma Bíblia tem a chave para interpretar as fascinantes revelações apocalípticas. Nesta série de estudos bíblicos, você conhecerá e identificará, com vibrante entusiasmo, o significado de seus segredos. (Pr. Luís Gonçalves)

Leia mais...

Estudo 1 - Livro dos livros
Estudo 2 - Tabela de Conversão
Estudo 3 - As Colunas da Verdade
Estudo 4 - As 4 besta
Estudo 5 - Um Atentado à Verdade
Estudo 6 - A Estratégia do Inimigo
Estudo 7 - As Meretrizes
Estudo 8 - O Anticristo
Estudo 9 - A Primeira Coluna da Verdade
Estudo 10 - A Segunda Coluna da Verdade
Estudo 11 - A Terceira Coluna da Verdade
Estudo 12 - A Quarta Coluna da Verdade
Estudo 13 - A Quinta Coluna da Verdade
Estudo 14 - Restauração da Verdade
Estudo 15 - A Igreja Verdadeira
Estudo 16 - As Sete Igrejas do Apocalipse
Estudo 17 - O Selo de Deus

Profecias para o Tempo do Fim


Trata-se da nova série conduzida pelo Pr. Roberto Motta diretamente da Cidade de Mirassol/SP, tratando de forma abrangente os tópicos da profecia bíblica para os últimos dias. Os links infra conduzem diretamente para as palestras já gravadas e disponibilizadas no site da APO (Associação Paulista Oeste), cabendo-nos além de aprender e reaprender com os temas, fazer sua devida divulgação.

20090405 Introdução ao Estudo das Profecias
20090406 A Doutrina da Revelação
20090407 A Trindade
20090408 A origem do mal
20090409 Daniel 2
20090410 Daniel 7 e Mateus 24 - Sinais da Volta de Jesus
20090411 A mortalidade da alma
20090412 O Milênio e as Duas Ressurreições
20090413 Justificação
20090414 O juízo
20090415 Daniel 8:14 - Até Duas Mil e Trezentas Tardes e Manhãs
20090416 Dom de Línguas - Uma Análise do Movimento Carismático
20090417 Mordomia Cristã x Teologia da Prosperidade
20090418 A Lei do Amor
20090419 Sábado, um Dia de Descanso
20090420 A Igreja Verdadeira
20090421 O Selo de Deus e a Marca da Besta
20090422 Apocalipse 12 e 13
20090423 A Conduta Cristã
20090424 O Espírito de Profecia
20090425 O Batismo Bíblico

Obs: As três palestras faltantes serão aqui indicadas, tão logo disponibilizadas.

Florestas correm risco de parar de 'filtrar' carbono


O papel das florestas de atuar como filtros gigantes de carbono está sob o risco de "ser totalmente perdido", segundo um relatório compilado por alguns dos maiores cientistas florestais do mundo.

O documento compilado por 35 profissionais da União Internacional das Organizações de Pesquisas Florestais (IUFRO, na sigla em inglês) afirma que as florestas estão sob um crescente estresse como resultado das mudanças climáticas.

Ainda segundo o relatório, as florestas podem começar a liberar uma enorme quantidade de carbono na atmosfera se as temperaturas do planeta subirem 2,5ºC acima dos chamados níveis pré-industriais.

As descobertas serão apresentadas no Fórum da ONU sobre Florestas, que começa nesta segunda-feira, em Nova York, e estão sendo descritas como sendo a primeira avaliação mundial da capacidade das florestas se adaptarem às mudanças climáticas.

Seca e pobreza

"Normalmente, pensamos nas florestas como 'freios' do aquecimento global", disse à BBC Risto Seppala, do Instituto de Pesquisa Florestal da Finlândia e presidente do painel de especialistas.

"Mas nas próximas décadas, os danos provocados pelas mudanças climáticas podem fazer com que as florestas comecem a liberar uma enorme quantidade de carbono, criando uma situação em que elas contribuirão mais para o aceleramento do aquecimento do que ajudarão a reduzi-lo."

Os cientistas esperam que o relatório ajude a informar os profissionais envolvidos nas negociações sobre as políticas ambientais.

O documento destaca ainda outros fatos novos, como a projeção de que as secas devem se tornar mais intensas e frequentes nas florestas subtropicais e temperadas do sul, e de que as plantações comerciais de madeira podem se tornar inviáveis em algumas áreas.

O relatório diz também que as mudanças climáticas podem "aprofundar a pobreza, deteriorar a saúde pública e aumentar os conflitos sociais" entre as comunidades da África que dependem das florestas.

Andreas Fischlin, do Instituto Federakl Suíço de Tecnologia, e co-autor do estudo, ressalta, no entanto, que mesmo que se implemente todas as medidas necessárias, as mudanças climáticas podem ainda neste século exceder a capacidade adaptativa de muitas florestas".

"A única maneira de assegurar que as florestas não sofram danos sem precedentes é conseguir fazer uma enorme redução nas emissões dos gases de efeito estufa", concluiu.

Fonte - BBC

Nota Prof. Azenilto Brito: Comentário de Eddie Agrellos, condensadamente e com adaptações:

Alguém ainda tem dúvidas de haverá condições socio-econômicas e políticas para que seja promulgada uma lei de imposição de regra de caráter religioso-político-econômico-ecológico sobre toda a humanidade?

O catolicismo romano, sempre que teve possibilidade, inibiu ou eliminou a liberdade religiosa e um mundo onde imperar o caos é o cenário perfeito para o papa se declarar como a única autoridade moral (leia espiritual), para diagnosticar e “curar” todos os males que se abaterão sobre a humanidade ameaçada.

Todos as semanas vemos notícias que afetam a humanidade nestas e outras dimensões de forma catastrófica. Notem que estas previsões não são feitas por adventistas adeptos da Sra. Ellen White. Na maioria dos casos estes cientistas nem sequer são cristãos ou leitores assíduos da Bíblia. É entusiasmante estudar as profecias bíblicas já cumpridas, mas ver essas profecias cumprindo-se mesmo à nossa frente é impressionante.

Lendo o texto [acima] verão que se estas pessoas estiverem minimamente próximas da verdade, chegaremos a duas conclusões óbvias: ou estamos muito próximos da volta de Jesus ou este planeta vai “implodir”, tamanho será o efeito devastador que os mais diversos estudos prevêm para um futuro cada vez mais próximo e aterrador.

Mantenhamos a nossa confiança em Jesus, pois Ele prometeu voltar para nos levar com Ele para o nosso lar eterno. Tenham uma semana repleta de bençãos.

Obs.: Aqui caberia lembrar a declaração do Papa Bento XVI num sermão em Viena, Áustria, de que a humanidade precisa descobrir “a dimensão ecológica do domingo”. Ver: Zenit, notícia com título “Ocidente precisa urgentemente redescobrir o domingo, assegura Papa em Viena”.

E o papa está certo, certíssimo: a questão do dia de observância, estabelecido por Deus, tem tudo a ver com Ecologia. Se toda a humanidade tivesse há milênios adotado esse princípio de parar todas as atividades seculares um dia por semana, o impacto das práticas industriais e comerciais sobre o ambiente seria reduzido. O consumo seria menor, o desgaste do planeta diminuiiria em, pelos menos, uns 10%, o que parece pouco, mas em termos globais, históricos, faria muita diferença.

Sem falar no aspecto de conscientização que contribuiria muito mais para que todos zelassem melhor pela nossa habitação planetária comum, já que o homem foi criado por Deus para ser mordomo da Criação.

O papa está certo, portanto, quanto ao princípio, mas ERRADO QUANTO AO DIA. Não é o domingo que devia cumprir essa missão. Tanto que no referido sermão ele fala de celebrar a criação do mundo nesse dia. Errado, pois o dia em que se celebra a criação é o SÉTIMO, o “memorial da criação” e o domingo nunca foi citado como memorial da Ressurreição.

O fato é que mais e mais vemos pretextos para se impor uma regra universal de paralização de tudo no dia de domingo, uma instituição da Igreja Católica-Romana, que por esse meio vai impondo sobre a humanidade a sua linha de pensamento e seus interesses.

Em Apocalipse cap. 13 lemos de uma situação em que um poder tremendo, retratado como “besta que sobe da terra” leva a humanidade toda a honrar e submeter-se a outro poder que seria a “besta que sobe do mar”. E haverá um boicote econômico a todos quantos não se submetam a esse plano global universal.

Numa situação de emergência, quando todos pressentirem a própria sobrevivência da humanidade, algum plano global imposto sobre todos pode representar imposição de leis que firam os sentimentos e convicções de uma minoria. Daí, um boicote pelo qual essa minoria não possa “nem comprar, nem vender” se estabelecerá, em cumprimento à antecipação profética (ver. Apo. 13:17). Ver-se-á então os que são portadores do “selo de Deus”, em contraste com os que trazem “o sinal da besta”.

Cremos piamente que o conflito final girará em torno dessa questão sábado-domingo, possivelmetne sob uma situação de emergência ante uma somatória de crises mundiais, Aliás, já tivemos um “ensaio” de algo nesse rumo--os mais antigos se recordarão de que na década de 70, quando houve uma séria crise de abastecimento de petróleo, no Brasil e inúmeros outros países uma medida tomada para conter o consumo do restrito combustível foi fechar os postos de gasolina AOS DOMINGOS. . .

Solicitem-nos o artigo sobre o sentido desses símbolos proféticos, intitulado “O GRANDE DEBATE NOS TEMPOS FINALÍSSIMOS DA HISTÓRIA HUMANA”, e que traz o seguinte subtítulo: “Selo de Deus” e “Sinal da Besta”— É Tempo de Saber o Que Representam Esses Símbolos Bíblicos!

Basta confirmar interesse pelo e-mail: atalaiadesiao@yahoo.com.br

Cardeal Martínez Sistach pede «salvar o domingo»

BARCELONA, segunda-feira, 27 de abril de 2009 (ZENIT.org).- O arcebispo de Barcelona, cardeal Lluís Martínez Sistach, elogiou a iniciativa em curso no Parlamento Europeu para proteger o domingo como um dia de descanso semanal na legislação dos Estados membros e comunitária da União Europeia.

Em sua carta pastoral deste domingo, titulada «Salve o domingo», adverte sobre a incidência negativa que teria sobre a família a perda do domingo como um dia festivo e a ampliação dos horários comerciais.

«O benefício econômico e o progresso técnico, frio e nem sempre um progresso autêntico da pessoa humana e do bem comum, não nos deve fazer perder o riquíssimo valor do domingo, o qual tem uma longa tradição em nossa cultura e cujas múltiplas manifestações foram criando cultura e dando sentido e alegria à vida das pessoas e das famílias», assinala.

O cardeal qualifica a iniciativa que está em curso no Parlamento Europeu como «uma moção muito importante que considero que é preciso apoiar».

Com relação à Espanha, recorda que a constituição «garante a proteção social, econômica e jurídica da família».

O cardeal destaca a importância do matrimônio e da família na sociedade: «a promoção de uma autêntica relação, encontro e comunhão dos membros da família traz uma aprendizagem fundamental e insubstituível da vida social», assinala.

Também recorda que «os membros da família precisam do tempo suficiente para conviver e crescer no amor e na ajuda mútua».

Sobre os efeitos da perda do domingo como dia festivo, assinala que «dificultaria que toda a família pudesse se reunir em alguns momentos do dia, especialmente nos dias festivos».

Também que «teria de diminuir a dedicação de muitas pessoas à sua família, especialmente durante as festas» e que dificultaria a coincidência de horários entre os membros de uma família.

Assinala que «o domingo é, para todos os cidadãos, um importante dia de descanso, de alegria e de solidariedade» e acrescenta que «para os cristãos, o domingo é também o dia do Senhor, o qual está em perfeita harmonia com o dia do homem».

A questão do «desaparecimento do domingo» ocupou há alguns meses a atenção dos bispos da França, que publicaram o documento «O domingo, em risco na vida atual» diante de um projeto de lei francês sobre o trabalho no domingo.

Naquela ocasião, os bispos explicaram as razões sociais e antropológicas da importância do dia de descanso semanal na cultura ocidental e para o bem-estar das famílias.

Fonte - Zenit

Nota DDP: Mais sobre o trâmite da oficialização do domingo como dia de descanso a ser resguardado na Europa a partir de "A Europa, as crises e o domingo".

Atualizações sobre gripe suína

Vírus de gripe suína não pode mais ser contido, diz OMS

O vírus da gripe suína detectado pela primeira vez no México não pode mais ser contido e os governos agora devem se focar em medidas para mitigar seus efeitos, disse um representante de alto escalão da Organização Mundial de Saúde (OMS).

A declaração foi feita pelo diretor-geral-assistente da OMS, Keiji Fukuda, no momento em que organização anunciou que estava aumentando seu nível de alerta para 4 - dois níveis abaixo do referente a uma pandemia.

"Com a disseminação do vírus...fechar fronteiras ou restringir viagens tem muito pouco efeito na contenção desse vírus", disse Fukuda.
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Fonte - BBC

Gripe suína já tem casos confirmados em sete países

O surto de gripe suína iniciado no México já atinge outros seis países, segundo balanços divulgados até agora pelas autoridades sanitárias locais. Nesta terça-feira (28), a Nova Zelândia confirmou 3 casos, Israel confirmou 1, e a Espanha anunciou seu segundo caso.
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Fonte - G1

Frascos com gripe suína [sic] explodem em trem na Suíça e causam pânico


Genebra, 27 abr (EFE).- Vários frascos com um vírus da gripe suína explodiram hoje em um trem perto Freiburg, na Suíça, o que causou pânico entre os passageiros, apesar de ter sido descartado o risco de contaminação, já que é uma variante suína H1N1, mas "nada similar à que circula pelo mundo", segundo uma fonte médica.
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Fonte - Yahoo

Um novo modelo de transparência

Compreender os objetivos gerais da administração Obama com base nas suas primeiras medidas de governo não requer o mais mínimo esforço diagnóstico. Essas medidas falam por si mesmas de uma maneira tão clara que algum esforço seria necessário, isto sim, para não enxergar o que pretendem e aonde vão levar.

(...) a simples composição de sua equipe de governo mostra da maneira mais patente o estofo moral e patriótico da nova administração.

(...) entre os (...) nomeados, há pelo menos onze que pertencem à Comissão Trilateral, órgão fundado por David Rockefeller em 1973 com o propósito de dissolver a soberania americana e instalar um governo mundial. São eles:

· Timothy Geithner, já citado como secretário do Tesouro;

· Susan Rice, embaixadora nas Nações Unidas;

· Thomas Donilon, conselheiro de Segurança Nacional;

· Paul Volker, diretor da Comissão de Recuperação Econômica;

· General James L. Jones, conselheiro de Segurança Nacional;

· Almirante Denis C. Blair, diretor de Inteligência Nacional;

· Kurt M. Campbell, secretário-assistente de Estado para a Ásia e o Pacífico;

· James Steinberg, secretário-assistente de Estado;

· Richard Haass, Dennis Ross, Richard Holbrooke, enviados especiais do Departamento de Estado.

Muitos outros membros do gabinete têm ligação com a Trilateral: a secretária de Estado Hilary Clinton é casada com um membro da comissão; o grupo de conselheiros de Tim Geithner inclui quatro membros da comissão; e assim por diante: o governo Obama é uma fortaleza do globalismo.

Não espanta, portanto, que em suas políticas sociais o novo presidente venha tratando de implementar o mais rapidamente possível os programas mais apreciados pela elite globalista, como por exemplo o abortismo.
...
Complementarmente, o novo governo já demonstra da maneira mais inequívoca sua intenção de reprimir e boicotar as comunidades religiosas que se oponham aos novos modelos de "moralidade" propugnados pelo globalismo: no seu rol de "estímulos" à economia, toda ajuda é ostensivamente negada a qualquer organização escolar ou assistencial que dê abrigo, direta ou indiretamente, a empreendimentos religiosos. ...
O "estímulo", por fim, apresentado como socorro de emergência a uma economia em perigo, é nada mais que um pretexto para alimentar de dinheiro as organizações que apoiaram Obama durante a campanha: a Acorn, por exemplo, que caprichou no obamismo ao ponto de espalhar milhares de títulos de eleitor falsos para aumentar a votação do seu queridinho, recebeu nada menos de quatro bilhões de dólares, o que prova que ao novo presidente não falta a virtude da gratidão, embora posta em prática com o dinheiro alheio – um óbvio favorecimento eleitoral que, em circunstâncias normais, seria motivo cabal de impeachment. Mas nada no governo Obama é normal.
...
A estupidez suicida do plano é ainda sublinhada pelo fato de que ele busca atrair para si o prestígio histórico do New Deal, na mesma semana em que um estudo empreendido por economistas da Universidade da Califórnia (insuspeita de quaisquer inclinações conservadoras) revela que o ambicioso projeto econômico de Franklin D. Roosevelt atrasou em pelo menos sete anos a recuperação econômica do país. Roosevelt, como Obama, jogava todas as culpas nas costas da competição capitalista, encobrindo os resultados desastrosos do intervencionismo praticado por seus antecessores e apostando tudo em doses ainda maiores de intervencionismo. O plano de Obama é ainda mais intervencionista e socialista. Nesse ponto parece haver acordo entre a direita e a esquerda. Rush Limbaugh, o mais ouvido comentarista de rádio conservador nos EUA, diz que Obama está implantando o socialismo nos EUA. Sam Webb, líder do Partido Comunista americano, concorda inteiramente. O primeiro joga pedras, o segundo aplaude – mas, no que diz respeito aos fatos, não têm a mínima divergência.

Se a carreira pregressa de Barack Hussein Obama é uma trama indeslindável de obscuridades e mistérios, seu governo vem sendo de uma transparência admirável – não no sentido ético, é claro, mas no sentido lógico: ninguém com QI médio, conhecendo as primeiras decisões do novo presidente, pode ter a menor dificuldade em compreender o enredo da novela e adivinhar quem morre no fim.

Fonte - Olavo de Carvalho

segunda-feira, 27 de abril de 2009

Ainda sobre a gripe suína

Primeiro as notícias mais atuais, ao final nossas considerações:

Paranóia da gripe suína no México
Fonte - Terra Magazine

Infecto: É questão de tempo para gripe chegar aqui (Brasil)
Fonte - Terra Magazine

OMS deve elevar alerta de ameaça de pandemia da gripe suína
Fonte - Último Segundo

Impacto econômico de pandemias e epizootias
Fonte - Último Segundo

Gripe suína apresenta novo vírus híbrido e de alta periculosidade
Fonte - Último Segundo

Megalópole de máscara
Fonte - Radio Nederland

Google Maps permite acompanhar a gripe suína em tempo real
Fonte - Terra

Nota DDP: Outras nuances sobre a propagação da chamada "gripe suína" e seus possíveis desdobramentos em "A questão da gripe suína" e "Atualizações sobre gripe suína".

Efetivamente não temos como saber antecipadamente qual o efetivo papel desta nova crise no quadro profético que vivemos, sequer se ela tem algum papel, mas pelo alinhamento e acumulação de problemas que temos visto nos últimos meses, tanto em sinais genéricos quanto específicos da profecia bíblica, nos traz a certeza que os últimos dias podem aparecer em um horizonte muito mais próximo do que efetivamente imaginamos.

As palavras de Cristo e a profecia bíblica têm se cumprido à risca, o que nos aponta para a realidade que os eventos ainda a serem cumpridos devem trilhar o mesmo caminho.

Estudar a Bíblia é o único caminho para se entender o momento em que vivemos
.

Comece em Profecias Bíblicas:
"
Cumprindo agora" e "Que se cumprirão".

Para um estudo mais aprofundado:
"
Apocalipse a Resposta"

Para conhecer o Autor da Bíblia:
"O Caminho".

Terremoto de 6,0 graus sacode o México

CIDADE DO MÉXICO (Reuters) - O sul do México foi atingido por um terremoto de magnitude 6,0 nesta segunda-feira que sacudiu prédios na capital, Cidade do México, mas não há informações sobre mortos ou estragos. Centenas de pessoas abandonaram prédios na capital, muitas delas usando máscaras cirúrgicas devido ao surto mortal da gripe suína que já pode ter matado 149 pessoas no país.

O Serviço Geológico dos Estados Unidos (USGS, na sigla em inglês) informou que o epicentro do tremor foi localizado a 30 quilômetros sul-sudoeste de Tixtla, Guerrero, cerca de 240 quilômetros da Cidade do México, e a 40 quilômetros de profundidade.

"Foi sentido bem forte aqui. Não há feridos ou mortos... Estamos monitorando a situação na área", disse Marcos González, autoridade de proteção civil da cidade de Chilpancingo, próxima ao epicentro do tremor.

Não há informações sobre mortes ou estragos causados pelo terremoto na Cidade do México, cuja extensa região metropolitana tem população de cerca de 20 milhões de habitantes, disse uma autoridade de proteção civil.

Tremores de magnitude 6,0 são classificados como fortes e são capazes de causar grandes destruições.

O peso mexicano, já afetado pelo nervosismo em relação à gripe suína, se desvalorizou aos seus níveis mais baixos após o tremor.

O ministro de Saúde do México, José Angel Cordova, disse nesta segunda-feira que a gripe suína pode ter matado até 149 pessoas no país e o número de casos segue aumentando.

Fonte - Último Segundo

"Estamos perto do desastre da década de 1930"

O britânico Niall Ferguson, nascido em Glasgow há 45 anos, é professor de História, em Harvard, e de Gestão de Empresas na Harvard Business School. Em sua opinião, o mundo está a entrar numa "era de agitação" causada por um novo "eixo de instabilidade" de países que se confrontam com o colapso político.

Entre aqueles que ele considera mais vulneráveis estão o Afeganistão, a Bulgária, o Congo, o Egito, a Indonésia, o Irão, o Iraque, a Letónia, o México, o Paquistão, a Roménia, a Rússia, a Somália, o Sudão, a Tailândia, a Turquia, a Ucrânia e o Zimbabwe. E diz que muitos outros se poderão juntar a esta lista.

Estaremos muito perto do seu cenário de colapso?
Estamos perto do completo desastre da década de 1930
, que conduziu à guerra mundial. Mas temos uma grande vantagem em relação a essa época: os governos democráticos que parecem ter uma estratégia para lidar com a situação. As políticas keynesianas e políticas monetárias, extraordinariamente flexíveis, podem não funcionar, mas os políticos não estão tão paralisados como os seus homólogos do século passado. Outra vantagem é que, desta vez, não há tantas ideologias antidemocráticas. Tanto o fascismo como o comunismo estão desacreditados, o islamismo radical é a única ideologia existente e só atrai uma audiência geograficamente limitada. Mas o potencial da instabilidade política gerada pelo desastre económico é enorme.

Onde é que o perigo é maior? Comecemos pela Europa do Leste. A dimensão da crise é enorme: desemprego crescente, exportações em colapso, níveis de vida em rápido declínio. A Letónia e a Ucrânia estão em pior forma, a Roménia e a Bulgária não estão muito melhor. A Ucrânia é a mais preocupante.

Porquê?
A Ucrânia está dividida entre o Leste e o Ocidente, entre ucranianos que se inclinam para a Europa e russos que se inclinam para a Rússia, e a sua economia está descontrolada. A hipótese de desastre depende da atuação de Moscovo. A Rússia tem interesse em desestabilizar a transição da Ucrânia para um futuro político pró-ocidental, para já não falar no interesse estratégico da Crimeia. É de esperar que [o primeiro-ministro russo] Putin crie problemas. Talvez não como na Geórgia - não irá enviar os tanques para lá.

O contágio político propaga-se? Como é que a instabilidade política da Ucrânia pode desestabilizar a União Europeia ou os Estados Unidos?
O contágio no domínio financeiro é muito provável. Será o contágio político igualmente provável? Não é tão certo. A Ucrânia tem uma situação bastante peculiar com o desacerto de poder entre o Presidente Yushchenko e a primeira-ministra Tymoshenko. Não há nada que se compare na Rússia, nenhum centro de poder em competição, mas Putin pode aproveitar a situação para fortalecer a sua posição. Também o exemplo dos motins na Grécia pode espalhar-se para a Bulgária e a Roménia, e enfraquecer os seus governos. A quase independência do Kosovo é um espinho cravado no flanco da Sérvia e da Rússia e os problemas económicos podem ter consequências políticas.

Diz que o risco da crise económica poder desencadear um colapso político é maior quando uma potência militar imperial se retira. Como é que esse cenário se aplica à Turquia ou à Indonésia, onde não há uma presença imperial há muito tempo?
Não é necessário tomar à letra o termo império, podemos usar a expressão potência hegemónica ou superpotência. É na periferia das grandes potências que é mais provável haver perturbação, quando são abaladas e afligidas por uma crise económica interna. Portanto, voltando à Europa de Leste, aí o poder hegemónico foi a Rússia e a queda desse império provocou uma crise no Cáucaso e na Ásia Central na década de 1980 que ainda não terminou. Pode ser ainda avivada pelo fato de Putin ter tornado claro que adoraria restaurar o império russo no "estrangeiro próximo" (antigos territórios soviéticos). O Extremo Oriente é também uma periferia imperial. A ambição da China em se afirmar é evidente. Os perigos relacionados com Taiwan continuam, embora mais discretos nos últimos anos. De momento, o regime chinês parece muito empenhado em manter boas relações com os Estados Unidos, mas não devemos subestimar a capacidade das relações para se deteriorarem entre alguma combinação da China, Japão, Coreia, Taiwan, Vietname.

Pequim poderá utilizar um chauvinismo antiestrangeiro para desviar as atenções dos problemas económicos internos?
Exatamente. O nacionalismo tornou-se a ideologia do comunismo chinês e, na China, existe agora um nacionalismo exacerbado.

Portanto, se a economia se deteriorar e mais umas dezenas de milhões de chineses perderem o emprego, o regime poderá iniciar um conflito com Taiwan para desviar as atenções?
Não me surpreenderia. A crise económica agravará os problemas existentes e criará novos problemas de que nem suspeitávamos.

Não haverá situações em que o colapso seria bom? Se o actual caos económico no Irão levasse ao fim do regime dos ayatollahs?
Seria uma maravilha se Ahmadinejad desaparecesse e tivéssemos um novo governo que fosse pró-ocidental. Mas trata-se apenas de um cenário. Ahmadinejad poderá reforçar o apoio ao Hamas e ao Hezbollah, arranjar problemas no Iraque para desviar as atenções dos problemas económicos caseiros. Há provas indesmentíveis de que os iranianos estão cada vez mais próximos de desenvolver a sua capacidade nuclear. Mas Israel não o permitirá, portanto estamos em contagem decrescente para uma guerra entre Israel e o Irão. O que fará a Administração? O que me preocupa é que toda esta agitação está em formação e que os sinais dados por Washington DC são demasiado conciliatórios, tal como em relação aos russos, ao dizer-lhes que abandonaremos o sistema de defesa antimísseis em troca da cooperação russa em relação ao Irão. Ou ao Médio Oriente: se os Estados Unidos não tiverem cuidado, perderemos o controlo das principais forças ali presentes.

Que forças controlam os EUA neste momento?
Se acabarmos por assistir ao ataque de Israel contra o Irão, será por falta de acção americana e os EUA poderão perder a sua autoridade e poder sobre Israel. Também temos influência sobre outras forças regionais como a Arábia Saudita e o Egipto, que sempre confiaram no papel medianeiro de Washington na região. Poderão concluir que já não podem confiar em nós.

Estes regimes não estariam a atuar motivados pela fraqueza?
É quando os países se sentem fracos que em geral fazem as suas maiores apostas.

Qual é o seu maior medo?
É extremamente importante para os Estados Unidos e a Europa reconhecerem os perigos. São muito maiores do que em 2001. Temos de nos certificar que não caímos na divisão que caracterizou a década de 1930. Temos de evitar o apaziguamento. Temos de evitar uma configuração por defeito da paz e da conciliação no estrangeiro pelo fato de os nossos problemas económicos serem tão graves internamente. Se não estivermos preparados para lidar com esses problemas, eles vão entrar-nos porta dentro e rebentar-nos na cara.

Fonte: Expresso (nota: sublinhados meus para destaque)

Fonte - O Tempo Final

A questão da gripe suína

As notícias se multiplicaram em tal ordem que é impossível escolher a melhor vertente para se acompanhar a questão. Seguem links diversos que podem ajudar na compreensão do que esteja acontecendo e, a extensão real do problema:

Gripe suína mortal atinge o México e pode se espalhar
Fonte - G1

EUA dizem que não poderão conter vírus da gripe suína
Fonte - Último Segundo

Surto de gripe no México e EUA tem potencial de pandemia
Fonte - Yahoo

Situação nos EUA é de emergência, diz Governo sobre gripe suína
Fonte - BOL

Mortes por suspeita de gripe suína chegam a 103, anuncia México
Fonte - BBC

Risco de pandemia é real
Fonte - Opinião e Notícia

Um site bem interessante para esse acompanhamento é o Google Maps, que estabeleceu uma ferramenta de levantamento de casos em todo o mundo.

Obviamente, com a mesma velocidade estabelecida pela mídia para vender seu produto, começam a espocar as chamadas "teorias da conspiração" sobre as reais origens do problemas. Cabe-nos acompanhar a evolução nos próximos dias, dada a capacidade de proliferação até agora observada.

Crise levará à calamidade e pobres sofrerão mais

WASHINGTON - No encerramento do encontro anual do Fundo Monetário Internacional (FMI) e do Banco Mundial (Bird), o presidente do Bird, Robert Zoellick, fez um alerta: a crise econômica poderá se transformar numa "catástrofe humana". No comunicado final do encontro, o comitê de desenvolvimento, órgão executivo conjunto de FMI e Bird, destacou que a crise está se transformando numa "calamidade humana e de desenvolvimento", ao aumentar a pobreza. Nesse contexto, foi aprovada a proposta de triplicar os recursos do Bird para US$ 100 bilhões nos próximos três anos, dos quais US$ 55 bilhões serão para infraestrutura e US$ 12 bilhões, para agricultura, em países que não têm dinheiro para programas de recuperação de suas economias. É o que mostra reportagem do Correspondente Gilberto Scofield Jr. na edição desta segunda em O GLOBO.

Zoellick afirmou que os países em desenvolvimento estão sendo atingidos por segundas e terceiras ondas da crise e que é preciso aumentar o capital das instituições multilaterais para que a ajuda seja feita logo. O presidente do Bird defendeu também que os emergentes tenham mais voz na entidade, como vem sendo negociado no FMI:

- Ninguém sabe quanto esta crise vai durar. Nós também não sabemos o ritmo de recuperação. Mas há um reconhecimento grande de que o mundo encara uma crise econômica sem precedentes e que os pobres estão sofrendo mais. Precisamos trabalhar para evitar esta catástrofe humana. A crise está mudando o mundo e o Banco Mundial precisa mudar com ela. Há amplo consenso de que os países emergentes devem ter mais influência - disse Zoellick.

Fonte - O Globo

Nota DDP: Insisto em dizer que são prematuras as bravatas de alguns no sentido de que a tormenta financeira e seus reflexos deletérios na sociedade já acabou.

História da adoração – O vínculo universal

Capítulo 04

Havia o Senhor DEUS criado Adão e Eva. Era para eles formarem um lar, e, sendo um casal, formarem uma família. DEUS instituiu a menor sociedade possível para haver felicidade, duas pessoas comprometidas uma com a outra.

Para que sejamos felizes é necessário que alguém nos faça feliz. Assim, uma única pessoa não pode ser feliz, pois ela não tem quem a quem fazer feliz, nem quem a faça feliz. Os seres sociais necessitam de outras pessoas para se comunicarem e interagirem. A felicidade depende disso, da interação entre seres inteligentes. Aliás, tudo depende da interação, nosso aprendizado, a construção de prédios, a realização de planos, tudo mesmo. Ainda mais a felicidade depende de sermos seres sociais.

E para que pudéssemos ser seres sociais, DEUS nos fez homem e mulher, ou seja, um o complemento do outro. Ele disse que a mulher era idônea ao homem, isto é, complementar, diferente, mas nem superior, nem inferior, assim, nessa complementaridade um tem oportunidade de fazer o outro feliz. É a menor sociedade imaginável, pois um só não forma uma relação social. E era para ser mesmo a menor sociedade, ou seja, a mais simples imaginável, para que fosse fácil de funcionar. Se é dessa sociedade que depende a felicidade dos seres humanos, ela precisa mesmo ser simples, para não correr risco de, por ser complexa, tornar-se difícil de ser dirigida.

A felicidade depende de uma condição, e só de uma. Essa condição é a intimidade. Para sermos seres sociais, dependemos de estar juntos, falar uns com os outros, trocar sentimentos. Estar juntos e de bem uns com os outros é intimidade.
Um casal, para ser feliz, precisa se amar, e para amar, precisa haver intimidade, isto é, estar juntos. A intimidade não é necessária o tempo todo, mas com freqüência faz bem. E há diversas intensidades de intimidade. A intimidade mais intensa entre seres humanos é quando, como disse DEUS, um casal comprometido em se amar, se torna uma só carne. É tanta a felicidade nesse momento que se produz um prazer especial, a êxtase. E, por ser uma explosão de amor, e assim quis DEUS, nessa intimidade há a capacidade de dois seres humanos se reproduzirem e gerarem outro ser humano. O amor assim intenso é capaz de produzir uma nova vida. Sim, uma nova vida para que o amor que explodiu naquele momento possa se expandir a outros seres humanos. Um homem e uma mulher amam seus filhos porque foram gerados em seus momentos de maior felicidade. Os filhos são bênçãos da felicidade.

Mas a intimidade mais íntima, a mais intensa possível a seres humanos não é quando se tornam uma só carne. A felicidade mais intensa não é quando ocorre o ato conjugal. Há um momento ainda mais potente para sermos intensamente felizes: é quando estamos juntos com o nosso Criador.

Nessa Terra não sabemos como é isso pois caídos em pecado, temos medo da presença de DEUS. Mas quando formos restaurados à condição original de antes do pecado, então teremos um tal intenso prazer com a presença de DEUS que talvez não desejemos mais nos afastar d’Ele. Quem aqui nessa Terra vive como Ele deseja, isto é, O obedece, já sabe um pouco o que é isso.

E o que DEUS providenciou para que haja essa intimidade? Ele, depois que criou tudo, em seis dias, estabeleceu o sábado. Nesse dia Ele nos pede que não façamos coisa alguma em nosso benefício pois sábado, o sétimo dia da criação, é o dia da intimidade entre DEUS e Suas criaturas. É o dia que nos dedicamos a Ele, com exclusividade. Ele quer nesse dia nos fazer tão felizes que os restantes serão um prazer por aguardar outro sábado. Esse é o sentido de ter Ele descansado, santificado e abençoado o dia de sábado. Por isso pede que também façamos o mesmo. É para sermos felizes junto com Ele, O Criador. O sentido de se viver é ser feliz. E esse é o desejo do Criador.

Fonte - Cristo Voltará


sexta-feira, 24 de abril de 2009

A Europa, as crises e o domingo

Sob a alcunha de "Solidariedade - O desafio para a Europa", de 500 a 600 católicos de todo continente se encontrarão entre 8 e 11 de Outubro de 2.009 para discutirem os "Dias Sociais Católicos para a Europa", alinhados com os interesses da COMECE (Comissão das Conferências dos Bispos da Comunidade Europeia).

Parte-se da premissa que quase todos os entes europeus estão agora ligados pela União Europeia, seja porque o seu país é já um estado membro ou porque gostaria de se tornar um estado membro. Inspirado pela fé cristã, e em particular pelo ensino social da Igreja Católica, o encontro vai focalizar-se no aspecto social da natureza humana e na nossa vida partilhada em sociedade na Europa.

A primeira justificativa desta iniciativa se estabelece por conta da alegação que "hoje, oitenta anos após a quebra de o Wall Street em 1929, o mundo mais uma vez se encontra em meio a uma grave crise económica e financeira, que traz consigo o potencial de perigosas consequências sociais e políticas, incluindo a tentação de voltar ao nacionalismo e protecionismo."

Nesta linha os 26 membros, representantes de 19 países elaboraram seu manifesto dizendo que "a forma de sair desta crise e a chave para a paz residem na combinação de valores pessoais e políticos, encapsulados no termo 'solidariedade' ". O texto define como solidariedade como algo indivisível, sem qualquer exclusão ou exceção. Eis os termos:

"Ela [solidariedade] inclui todos os seres humanos, daqueles que ainda não são nascidos até aqueles que estão no final da sua vida. Inclui nossos contemporâneos e as gerações vindouras. Inclui residentes e dos migrantes. Inclui todos os países, sejam eles grandes ou pequenos."

E continua:

"Esta solidariedade deve transcender fronteiras da UE, porque 'seres humanos são cada vez mais dependente de um outro e seus destinos tão interligados'; também deveria transcender o tempo presente, dado o fato de que 'o nosso modo de vida constitui uma ameaça como nunca antes aos fundamentos naturais de existência para as gerações futuras."

Ainda de se salientar mais uma vez, que não faltou a alegação no sentido de que "nossas sociedades os mais fracos sejam protegidos e que a família como o alicerce fundamental da sociedade, construída na união entre um homem e uma mulher seja defendida e apoiada."

Logicamente o encontro terá uma dimensão ecumênica através dos seus participantes e conferencistas convidados. Serão proeminentes figuras da vida pública na Europa, incluindo as instituições europeias, além de distintos membros da hierarquia católica, todos contatados para participar do evento.

Impossível não se relembrar de manifestação recente da mesma COMECE acerca da institucionalização do domingo como dia oficial de descanso no âmbito da União Européia, como proposto ao Parlamento e que ainda não se tem notícia dos trâmites finais, o que deverá se dar até 07 de maio próximo. ("Bispos da UE deixam apelos para as Europeias")

Ainda a COMECE tomou diretiva no sentido de "Incentivar os Chefes de Estado e Governos a desempenharem um papel de liderança na luta contra as alterações climáticas" em 09/Mar/09, alegando em síntese que a questão ambiental é um desafio político e moral de toda a humanidade, direcionando-se para a reunião de Copenhagen em Dezembro próximo. O mote estabelece-se também na questão da solidariedade e, na assertiva de se aproveitar este momento como sendo uma oportunidade para um "ambicioso" acordo climático global, que não pode ser desperdiçada.

Ainda em exposição de diretrizes para as eleições européias em Junho próximo, a orientação católica para seus membros fixa dentre outros pontos, em uma Declaração, que os cristão que votarão neste certame devem esperar do Parlamento Europeu que se faça "avançar os direitos sociais dos trabalhadores oferecendo-lhes condições de trabalho que respeitem a sua saúde, segurança e dignidade." O que nos faz lembrar de forma plena A Doutrina Social da Igreja e suas correlações com o domingo, segundo a pregação romana.

Enfim, parece não haver muita dúvida que a crise econômica e crise ambiental, bem como as questões periféricas que também são levantadas nestes quadros, estão a apontar, segundo o embate de temas encampandos pela COMECE, para um único fim: através do ecumenismo e da "solidariedade", a institucionalização do domingo.

Quem ficar de fora será acusado de crimes contra os direitos humanos.
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