segunda-feira, 23 de abril de 2007

Ensalada de cambio climático.

Cada vez se amontonan más las noticias relacionadas con el cambio climático, y es difícil escoger entre todas. Por ejemplo, en HechosdeHoy se comenta que el cambio climático afecta a la NASA. El pasado 28 de febrero, el transbordador espacial Atlantis estaba fuera del angar en Cabo Cañaveral cuando sucedió lo siguiente:

"
Una fuerte e imprevista granizada, causada por el cambio climático en Florida, dañó el transbordador espacial Atlantis obligando de forma insólita a la NASA a cambiar sus planes."

Impresionante, ¿no? Granizo de 5 cm. de diámetro que dañó el depósito de combustible y un ala de la nave.

Otra noticia la encontramos en Antena3, donde se afirma que "
Las plagas destrozan los cultivos en China debido al cambio climático". Y un experto anunció el famoso refrán "cuando veas las barbas de tu vecino cortar, por las tuyas a remojar":

"
El cambio climático está castigando a China con la aparición de plagas de insectos que diezman los cultivos. Especialmente los de trigo, fundamentales para la agricultura de ese país. En España, un experto advierte de que las migraciones desde África se volverán masivas cuando se acentúen las alteraciones del clima. "

Además, en LaFlecha se da el siguiente (y alarmante) titular:
"La disminución de hielo ártico puede disparar un efecto avalancha de cambio climático":

" "Cuando el hielo adelgace hasta un estado de vulnerabilidad crítica, podemos llegar rápidamente a una nueva situación, en la cual el Ártico estacionalmente se quede sin hielo"... Además de que el Ártico pierde mucho hielo en los meses de verano, ahora parece que también está regenerando menos hielo en el invierno. Con esta creciente vulnerabilidad, un leve empujón al sistema, provocado por las fluctuaciones naturales del clima, podría enviarlo hacia una caída en picado."

Otro efecto del cambio son las sequías. En el periódico ElMundo aparece el siguiente titular: "Australia afronta una sequía sin precedentes": "Se prevé que la producción de arroz disminuya el 90%", además indican que si no llueve antes del fin de mayo, sólo quedará agua para suministrar a las ciudades, y nada para la agricultura.

Por último, el Tíbet se está quedando sin nieve. Y la nieve artificial no sólo "salva temporadas" en las estaciones de esquí. Así lo atestigua el titular de LaFlecha:

"
China crea nieve artificial para aliviar la sequía en el TíbetCientíficos chinos consiguieron crear, por primera vez, nieve artificial en el Tíbet (noroeste), a fin de luchar contra la grave sequía que, según los expertos, arrastrará el rápido deshielo de los glaciares, publica la prensa estatal.

... Los científicos han advertido de que el incesante aumento de las temperaturas y el deshielo de los glaciares en el Tíbet causará desertización, sequías y tormentas de arena, entre otras catástrofes.

Según los cálculos más pesimistas, el 64 por ciento de los glaciares chinos se habrán derretido en el año 2050, aunque un equipo de científicos chinos enviados al Himalaya ha asegurado que el ritmo no es tan rápido como parece."

El ritmo no es tan rápido como parece, luego hay ritmo y hay deshielo. Pues a digerir esta ensalada lo mejor posible.

Fonte - Blog Cuenta Atrás

sexta-feira, 20 de abril de 2007

Lições da Bíblia: profecias bíblicas cumpridas

“Mas Ele foi traspassado pelas nossas transgressões e moído pelas nossas iniqüidades; o castigo que nos traz a paz estava sobre Ele, e pelas Suas pisaduras fomos sarados” (Isaías 53:5). Jesus, o centro da Bíblia, o centro da História e de nossa vida, teve Sua primeira vinda profetizada com exatidão nas Escrituras. Leia, por exemplo, Isaías 7:14 e Mateus 1:23, Isaías 52:13-53:12, e os últimos capítulos dos quatro Evangelhos.

Mas as profecias bíblicas não param aí. O mesmo Jesus nasceu, viveu, morreu, ressuscitou e hoje vive intercedendo por nós. Ele deixou a esperança do cumprimento da mais esperada profecia de todos os tempos: a de Seu retorno. Cristo alertou, em Mateus 24, que perto de Sua vinda viriam falsos messias, haveria guerras, fomes, epidemias, mortes, terremotos, problemas sociais...

Só para dar um pequeno exemplo, vou mostrar-lhe o balanço do noticiário que produzimos no Sistema de Comunicação Adventista “Novo Tempo”, quarta-feira, dia 18 de abril. Confira: 265 mortos, dos quais 157 no Iraque, 32 na China, 18 no Egito, 25 no Rio de Janeiro, 33 nos Estados Unidos. Além de 3 mil pessoas que ficaram sem lar na Colômbia, 600 alunas mexicanas com problema psicológico raro. Se não bastasse, todos os hospitais da rede pública uruguaia estavam em greve. Os quatro Continentes acham-se representados na funesta estatística.

Meu amigo, necessitamos de mais provas quanto ao momento da História em que vivemos? Aceitemos a Jesus e Seu sacrifício, pois não há nenhuma dúvida de que todas as profecias bíblicas estão se cumprindo a passos largos, e o Mestre está às portas. Exclamemos como João: “Vem, Senhor Jesus!” (Apocalipse 22:20 ú.p.).

(Márcio Basso Gomes, jornalista)

Fonte - Blog Michelson Borges

Feriados religiosos em um país laico

O Brasil católico está em festa pela chegada, em breve, em território tupiniquim, do “Vigário de Cristo” na Terra. Já o outro Brasil não tem muito que comemorar, afinal, com a vinda do papa Bento XVI ao Brasil, entre outras coisas, mais um “santo” será acrescentado ao já farto menu de ídolos católicos. Não bastasse isso, o senador Francisco Dorneles (RJ) apresentou um Projeto de Lei no Senado para instituir o dia 11 de Maio como feriado nacional em homenagem a Frei Galvão, o primeiro santo verde-amarelo católico apostólico romano.

Tal fato abriu novamente a discussão: até que ponto deve ser permitido instituir feriados nacionais religiosos em um país oficialmente laico? Essa discussão deve esquentar ainda mais visto o Brasil ser o maior país católico do mundo e, como tal, exercer uma influência desmedida sobre suas autoridades.

Particularmente, acredito que essa discussão tem lá seu fundo profético. Explicando melhor: o quarto mandamento da Lei de Deus, que prescreve a guarda do sábado (sétimo dia da semana), foi alterado sem autorização divina já nos primórdios da Igreja Cristã, passando a ser assim enunciado: “Guardar domingos e festas”. Ora, já que a profecia revela que no fim dos tempos o domingo seria imposto mediante uma lei civil como dia obrigatório de guarda, não é de estranhar, então, que a instituição de muitos feriados religiosos (festas) só tende a colaborar para o condicionamento da população para aceitar o futuro decreto dominical. Guardando tantos feriados religiosos (festas), será que a população se oporia a um decreto de descanso dominical compulsório?

Duas matérias demonstrando a inconstitucionalidade desses feriados religiosos em um país oficialmente laico podem ser lidas aqui e aqui.

“Uma vez falou Deus, duas vezes ouvi isto: Que o poder pertence a Deus.” Salmo 61:11

“Se eu no meu coração contemplara a vaidade [pecado], o Senhor não me teria ouvido.” Salmo 66:18

Fonte - Blog Minuto Profético

quinta-feira, 19 de abril de 2007

Ban Ki-moon convida Papa a visitar oficialmente sede da ONU

Ambos insistem na necessidade do multilateralismo e do diálogo entre culturas

CIDADE DO VATICANO, quarta-feira, 18 de abril de 2007 (ZENIT.org).- Ao visitar Bento XVI, na tarde desta quarta-feira, no Vaticano, o secretário-geral das Nações Unidas, Ban Ki-moon, convidou-o a visitar oficialmente a sede dessa instituição.

A Sala de Imprensa da Santa Sé, que informou sobre a proposta em um comunicado, não deu detalhes sobre quando poderia acontecer a visita do Santo Padre ao «Palácio de Cristal» de Nova York.

Segundo a nota vaticana, o Papa e o secretário-geral «aprofundaram nos temas de comum interesse, como o reinício da confiança no multilateralismo e o reforço do diálogo entre as culturas, sem deixar de mencionar situações internacionais que merecem uma particular atenção».

No encontro, de aproximadamente 20 minutos de duração, continua dizendo o comunicado, recordou-se «a contribuição que a Igreja Católica e a Santa Sé podem dar, a partir de sua identidade, com os meios que lhes são próprios, à ação das Nações Unidas para a solução dos conflitos atuais e alcançar o entendimento entre as nações».

O Vaticano declara que a visita de Ban Ki-moon é um sinal «de apreço da Santa Sé pelo papel central desempenhado pela Organização para manter a paz no mundo e promover o desenvolvimento dos povos».

Especifica, ao mesmo tempo, que o secretário-geral «quis visitar o Santo Padre no contexto de suas primeiras viagens efetuadas à África, Europa e Oriente Médio, poucos meses depois de ter tomado posse do cargo, em 1º de janeiro passado, para convidá-lo oficialmente a visitar a sede das Nações Unidas».

À audiência pontifícia seguiu um colóquio do secretário-geral com o secretário de Estado, o cardeal Tarcísio Bertone, que estava acompanhado pelo secretário para as Relações com os Estados, o arcebispo Dominique Mamberti.

Fonte - Zenit

Nota DDP:
Já comentamos neste blog a relação dos EUA com a ONU, de onde copiamos a seguinte conclusão:

"É interessante notar que a abordagem inicial do tema (Quem tem autoridade...?), tem como resposta do próprio artigo a ONU, no entanto, a parte final do mesmo texto, diz que os EUA, subsidia, abriga e em tese, seria a única potência que poderia enfrentar esta mesma ONU. Ora, diante destas conclusões e levando-se em consideração o papel profético dos EUA no contexto da profecia, parece-me então que a melhor resposta para as perguntas iniciais não seja a ONU, mas quem a controla, como demonstra as conclusões do próprio articulista. Se controla, contraria quando bem entender e, dela se utiliza quando assim for conveniente."

Quando vemos notícias como esta, do chamamento do Vaticano para "
solução dos conflitos atuais e alcançar o entendimento entre as nações", através de diálogos com os EUA, e com a ONU, que tudo leva a crer é mais do que identificada com os propósitos do Tio Sam, lembro-me da inspiração:

"Quando a América, o país da liberdade religiosa, se aliar com o papado, a fim de dominar as consciências e impelir os homens a reverenciar o falso sábado, os povos de todos os demais países do mundo hão de ser induzidos a imitar-lhe o exemplo. Testemunhos Seletos, vol. 2, pág. 373." (Eventos Finais - Ellen G. White - Pág. 135)

"Quando as principais igrejas dos Estados Unidos, ligando-se em pontos de doutrinas que lhes são comuns, influenciarem o Estado para que imponha seus decretos e lhes apóie as instituições, a América protestante terá então formado uma imagem da hierarquia romana, e a inflição de penas civis aos dissidentes será o resultado inevitável." (Eventos Finais - Ellen G. White - Pág. 131)

"No movimento ora em ação nos Estados Unidos a fim de conseguir para as instituições e usos da igreja o apoio do Estado, os protestantes estão a seguir as pegadas dos romanistas. Na verdade, mais que isto, estão abrindo a porta para o papado a fim de adquirir na América protestante a supremacia que perdeu no Velho Mundo. O Grande Conflito, pág. 573." (Idem - Pág. 132)

Em dois anos, Bento 16 deixa marca como 'doutrinador e individualista'




Um pontificado centrado na palavra, na doutrinação, com importantes doses de conservadorismo. É assim que vaticanistas ouvidos pela BBC Brasil classificam os dois anos de Bento 16 à frente do comando da Igreja Católica.

“Diferentemente de João Paulo 2º, o papa Bento 16 não está interessado em grandes anúncios, gestos ou fatos”, disse o especialista em assuntos do Vaticano Sandro Magíster.

“É um papa que não faz praticamente nada além de ensinar e celebrar. Sua preocupação está focalizada nas grandes mensagens, na liturgia, nas homilias, na celebração das missas.”

Magíster observa, no entanto, um forte sinal de continuidade com relação ao papado anterior, encerrado com a morte de João Paulo 2º, no início de abril de 2005 - Bento 16 completa dois anos de papado nesta quinta-feira, dia 19.

Na comparação com uma obra literária, de acordo com ele, "João Paulo 2º definiu os títulos. Agora, com seu estilo, o teólogo Joseph Ratzinger está escrevendo o texto".

Individualismo e Conservadorismo

Bruno Bartoloni, especialista em religião do jornal Corriere della Sera, concorda. Mas diz que Bento 16 adotou uma linha mais individualista em comparação a seu antecessor.

“Ele é um intelectual que trabalha e toma muitas decisões sozinho. Ao contrário de João Paulo 2º, nem sempre escuta seus colaboradores, o que poderia evitar incidentes, como o ocorrido no ano passado quando ele foi acusado de ofender os muçulmanos”, afirma Bartoloni.

“Decisões como a de recuperar o latim como língua sagrada do catolicismo e a missa tridentina de Pio 5º (em que os padres ficam virados para o altar e de costas para os fiéis) são um pouco constrangedoras. Assim como estão sendo anunciadas, sem maiores especificações, João Paulo 2º não faria”.

Com a punição, no mês passado, do líder da Teologia da Libertação Jon Sobrino, e a divulgação da Exortação Apostólica sobre Eucaristia, muitos disseram que Bento 16 estaria trazendo de volta o conservadorismo conhecido do período em que era prefeito da Congregação para a Doutrina da Fé, o antigo Santo Ofício.

Por conta da sua defesa da família tradicional e do celibato para os padres, de ter chamado o segundo casamento de praga e por condenar a eutanásia, o aborto, o uso da camisinha e a união entre homossexuais, o jornal italiano Il Manifesto disse que "Bento 16 estava apagando meio século de história".

O papa foi criticado por caminhar contra a modernidade e o avanço da sociedade.

“Às vezes, tenho a impressão de que o papa é um chefe quase sem tropa”, disse o escritor católico Vittorio Mesori em uma entrevista ao jornal La Stampa, numa referência aos católicos que, em privado, não obedecem às normas morais da igreja. “Até vão à missa, mas não seguem as diretivas sobre ética sexual”.

Estilo de Bento 16

Ignazio Ingrao, vaticanista da revista Panorama, diz que o pontificado de Bento 16 ainda está em construção, um governo que, lentamente, vai mostrando sua cara.

“Estava errado quem afirmou que Ratzinger comandava a Igreja Católica nos anos que antecederam a morte de João Paulo 2º”, afirma Ingrao.

“O papa polonês tinha seu grupo com funções muito determinadas. Ratzinger era mais um. Prova disto é que, em dois anos, ele mudou o governo do Vaticano, afastando todos os colaboradores mais fiéis de seu antecessor.”

Segundo Magíster, o papa inovou na nomeação da Cúria romana ao deixar de promover quem já trabalhava no Vaticano.

“Este é um indicativo do estilo que ele quer governar a igreja, com a colaboração de algumas personalidades do episcopado mundial.

Entre eles, destaque para os cardeais dom Cláudio Hummes, prefeito da Congregação para o Clero, e Ivan Diaz, prefeito da Congregação para a Evangelização dos Povos, que participaram do conclave como papáveis e são figuras de primeira linha no mundo da igreja”, assinala.

“Classificá-los como progressistas ou conservadores não seria correto. Foram escolhidos devido ao trabalho que desempenharam em questões importantes e verdadeiras para o catolicismo.”

Fonte - BBC

O fim do encantamento?

Dois anos depois da sua eleição, Bento XVI começa a ser criticado com mais frequência, mas não abdica do rumo traçado nem atraiçoa as suas convicções

A eleição do Cardeal Joseph Ratzinger como sucessor de João Paulo II foi recebida, no dia 19 de Abril de 2005, com uma boa dose de cepticismo em vários sectores da Igreja e da sociedade. Os primeiros gestos do pontificado, em continuidade com os caminhos abertos pelo Papa polaco durante mais de 26 anos e meio, vieram descansar alguns espíritos mais inquietos e confirmar, em todos os que admiravam Bento XVI, as capacidades que lhe reconheciam num momento em que a Igreja precisava de uma liderança forte.

Apesar disso, dois anos passados sobre a eleição de Joseph Ratzinger, poucos episódios polémicos serviram para que os críticos do Papa saíssem da atitude expectante a que se tinham remetido. Alguns atacam já o "Papa invisível".

Quando aos 80 anos de João Paulo II muitos exigiam a sua renúncia, a Bento XVI exige-se uma viragem no pontificado, promovendo mudanças de fundo. O Papa tem procurado, sobretudo, falar com clareza e de forma sistemática sobre as questões da fé (o Amor, na sua encíclica; Jesus, no seu livro).

O actual Papa, de facto, é menos decifrável para o mundo mediático de hoje: para além do carisma ligado ao lugar que ocupa, ele destaca-se por oferecer orientação num mundo perdido na "ditadura do relativismo" que tanto condena, apresentando um programa coerente e uma capacidade intelectual acima de qualquer suspeita. Estes ingredientes não bastam, ainda assim, para fazer dele uma figura apetecível.

Joseph Ratzinger não foi eleito pelos Cardeais da Igreja Católica para ser líder de audiências ou ganhar pontos em sondagens de popularidade. Mais do que procurar saber se é um "Papa europeu", um "Papa invisível" ou um "Papa das surpresas", os observadores começam a perceber que estamos na presença de um líder espiritual, que leva a sério a sua missão nesse âmbito, um mestre da fé.

Bento XVI não é, nem pode ser confundido com um líder político, que muitos gostariam de ver visitar outros locais do mundo, mais longe do Vaticano. Por formação e convicção, tem centrado a sua reflexão nas questões que se apresentam ao Cristianismo na Europa, coração histórico da Igreja, numa atitude entendida como "regresso à tradição", muitas vezes classificada de forma pejorativa.

Os alertas que lança contra o esquecimento de Deus na consciência pública têm implicações nas legislações sobre a família e o matrimónio, por exemplo, e isso não garante um aumento dos seus "adeptos" no Velho Continente.

O futuro apresenta vários desafios, a começar já na viagem ao Brasil. Regularizar relações com Moscovo e Pequim ou confirmar-se na liderança do diálogo ecuménico são alguns dos testes mais imediatos, que exigem toda a habilidade diplomática do Papa e da sua equipa, renovada ao nível da Secretaria de Estado e das Nunciaturas Apostólicas.

É, contudo, o regresso aos origens, ao que é essencial no Cristianismo, que marca, por certo, estes primeiros dois anos de pontificado e não é possível vislumbrar, por enquanto, qualquer motivo que leve a acreditar que o Papa se afastará do rumo traçado até ao momento. Mas, como ele tanto gosta de dizer, ninguém sabe o que Deus lhe reserva.

Fonte - Ecclesia

Nota DDP:
"Lembra-se das palavras de advertência de Jesus em Mateus 24? Neste capítulo de profecias sobre o fim dos tempos, Jesus advertiu três vezes que as pessoas que viverem no período do Fim enfrentarão enganos sem precedentes. Em sua terceira advertência, Jesus disse: "Porque surgirão falsos Cristos e falsos profetas, operando grandes sinais e prodígios para enganar, se possível, os próprios eleitos." [Mateus 24:24]

É altamente apropriado que esse verso advirta especificamente sobre ser enganado por um "falso profeta". Na terminologia bíblica, um "falso profeta" é um líder religioso que finge ser um líder espiritual que ama a Deus, ao mesmo tempo em que leva o povo para o caminho da perdição." (A Espada do Espírito)

quarta-feira, 18 de abril de 2007

Radiografía de la Tierra

El próximo domingo 22 de Abril, se celebra el día mundial de la Tierra. Mario Rodríguez, director de campañas de Greenpeace aportó datos con los que se ha hecho una "radiografía" del planeta actualmente:

"Cambio climático: Frenar el calentamiento global cuesta poco, según la ONU, pero aun así el planeta está patas arriba. Conseguir que la temperatura media no se eleve más de dos grados tendría un coste del 0,6% del PIB mundial previsto para 2030. Mientras tanto, todo indica que las olas de calor serán más frecuentes, las inundaciones provocadas por el deshielo dejarán unos 200 millones de refugiados y se extinguirán numerosas especies.

Agua: La escasez provoca la muerte de unos dos millones de niños al año, según datos del PNUD (Programa de Naciones Unidas para el Desarrollo). La mala gestión hace que 1.100 millones de habitantes carezcan de este bien.

Superficie forestal: En el mundo se redujo a 7,3 millones de hectáreas la pérdida anual neta de superficie forestal, según la FAO. Entre 1990 y 2005, la pérdida de bosques fue del 3% y se calcula que para 2020 135 millones de personas (60 millones en el África subsahariana) tendrán que abandonar sus tierras por la desertización." (Fuente: 20minutos 17/4/07)

Vamos, que estamos hechos unos "zorros". En resumen, los cuatro grandes peligros que amenazan la vida hoy en nuestro planeta son los siguientes:

"Gripe aviar. Podría haber una pandemia, pero es imposible hablar de probabilidades. De la virulencia del virus dependerán las consecuencias, aunque provocaría muchos más casos que con una gripe normal, y más víctimas. Hay que estar preparados para poder defendernos en el peor de los casos".

Qué hacer para evitarlo. Sería imposible evitarlo, pero ante el virus se trataría de controlar y aislar al máximo mientras se preparan vacunas.

Juan Ortín, Centro Nacional de Biotecnología (CSIC).

Cambio climático
"Ya es una realidad que se agravará con el tiempo si las causas no disminuyen. Aumentará más la temperatura, lo que hará que aumente también la del agua y el nivel del mar. Desaparecerían islas y especies y destruiría hábitats, como el del Ártico".

Asteroides
La mayoría pasan lejos de la Tierra, pero cuando se detecta que están próximos, se debe vigilar la trayectoria, ya que el impacto contra nuestro planeta tendría un efecto devastador en el clima y las formas de vida (el choque de una roca de 300 metros de diámetro tendría el resultado de 20.000 bombas atómicas).

Qué hacer para evitarlo. Al detectarlo la solución mantenerlos vigilados e intentar desviar la trayectoria de la roca mediante satélites.

Energía nuclear.
Las consecuencias de un error o el mal uso de estas fuentes son nefastas. Dos millones de personas aún sufren los efectos de la contaminación radiactiva de la central nuclear de Chernóbil (1986) y el bombardeo sobre Hiroshima (1945) dejó 300.000 muertos.

Qué hacer para evitarlo. Dedicar estos recursos a fines pacíficos. Muchas naciones han solicitado el desarme nuclear en todo el planeta antes de 2020." (Fuente: 20minutos 18/4/07).

Efectivamente, cuando habla de "meteoritos" con efecto de 20.000 bombas nucleares, se refiere a lo que podrá pasar si el Apophis choca con la Tierra. Otra frase que llama la atención es que los científicos digan "desaparecerán islas", cuando esas mismas palabras están anunciadas en la Biblia. Curioso ¿no?

Fonte - Blog Cuenta Atrás

George W. Bush será recebido por Bento XVI

O presidente dos Estados Unidos, George W. Bush, será recebido em audiência por Bento XVI, no Vaticano, por ocasião da sua viagem à Europa, no próximo mês de junho. A informação foi adiantada pelo diretor da sala de imprensa da Santa Sé, padre Federico Lombardi.

"O encontro está previsto dentro do quadro da viagem do presidente norte-americano à Europa, em junho, mas a data exata ainda não foi fixada", disse Lombardi à AFP.

(Agência Ecclesia)

Leia também: "Papa recebe felicitação de judeus e muçulmanos" e "Aniversário do papa dá impulso a ecumenismo"

Fonte - Blog Michelson Borges

Papa Bento 16 ressuscita o inferno

Ao contrário do que foi dito por João Paulo 2º em 1999, Ratzinger afirma que "o inferno, do qual pouco se fala hoje, existe e é eterno"

Juan G. Bedoya
Em Madri


A chamada de Bento 16 para a luta ideológica contra o pluralismo moral e a modernidade inclui restituir o inferno. "O inferno, do qual pouco se fala hoje em dia, existe e é eterno", disse o pontífice católico. O papa Ratzinger, que vai completar dois anos no cargo, esteve na igreja Santa Felicidade e Filhos Mártires em Roma para pregar como um simples pároco.

"Nosso verdadeiro inimigo é nos unirmos ao pecado que pode nos levar à ruptura de nossa existência", disse ele na homilia. Antes tinha desenhado a figura de um Deus "de justiça", portanto castigador.

Em sua chamada à intolerância, com o relativismo e a laicidade, Bento 16 decidiu pôr sobre a mesa as armas do catolicismo clássico. O alemão acredita que a vida cristã ocidental é "uma vinha devastada por javalis". Para enfrentar a crise, a força da Igreja não está no diálogo nem na tolerância, mas na volta às origens. O papa exige ativismo, não só de seus prelados (cerca de 5 mil em todo o mundo, entre bispos, arcebispos e cardeais); também aos fiéis crentes e, mais que ninguém, aos políticos que se dizem católicos.


As teses sobre como recuperar o primeiro plano perdido foram expostas por Bento 16 em 13 de março passado, em uma exortação pastoral burilada durante um ano e meio. Foi o primeiro sínodo do pontificado Ratzinger. Na presença de cardeais, arcebispos e bispos do mundo todo, o papa, que durante décadas presidiu a Congregação para a Doutrina da Fé, a antiga Inquisição católica, desafiou os reunidos a chegar ao cerne da crise do cristianismo para que Deus, um "proscrito na Europa", segundo Bento 16, volte a figurar na agenda de uma sociedade de batizados que já não faz caso da religião.

A proclamação de que "o inferno existe e é eterno" é a continuação dessa estratégia papal. O curioso é que seu antecessor, o papa João Paulo 2º, morto há dois anos, corrigiu a fundo e na direção contrária o conceito tradicional do catolicismo sobre o inferno. Ele o fez no verão de 1999, em quatro audiências consecutivas, cada uma dedicada a desmontar a credulidade popular sobre o céu, o purgatório, o inferno e, inclusive, o diabo. "O céu", disse então o papa polonês, não é "um lugar físico entre as nuvens". O inferno também não é "um lugar", mas "a situação de quem se afasta de Deus". O purgatório é um estado provisório de "purificação" que nada tem a ver com localizações terrenas. E Satanás "foi derrotado: Jesus nos libertou de seu temor".

A homilia sobre o inferno foi pronunciada pelo papa João Paulo 2º na audiência de quarta-feira, 28 de julho de 1999. Ele disse: "As imagens da Bíblia devem ser corretamente interpretadas. Mais que um lugar, o inferno é uma situação de quem se afasta de modo livre e definitivo de Deus". Por que o papa polonês revisou então a doutrina oficial sobre o além? A primeira resposta tinha a ver com "o assédio da ciência", nas palavras dos teólogos. Roma não queria repetir a amarga história de Galileu.

A segunda razão tinha a ver com as estatísticas: 60% dos católicos acreditam em Cristo, mas não no inferno ou no paraíso. Por último, aquele papa cumpria uma obrigação conciliar, adiada muito mais do que seria prudente. A Igreja vive em seu tempo e precisa atualizar a interpretação feita no passado dos textos sagrados. Trata-se do "aggiornamento", a palavra preferida dos papas João 23 e Paulo 6º, promotores do revolucionário Vaticano 2º, realizado entre 1962 e 1965.

A decisão de Bento 16 de voltar a pôr na mesa a idéia do inferno eterno, sem matizes, choca-se com esse passado recente. Não é sua primeira volta ao passado. Também autorizou as missas em latim e com o oficiante de costas para os fiéis, para citar um exemplo. O curioso é que há menos de um ano, em 6 de outubro de 2006, esse papa mantinha o timão de João Paulo 2º publicando o documento dos especialistas sobre a inexistência do limbo, outra das peças chaves do além católico. Segundo os catecismos clássicos, o limbo das crianças era o lugar aonde iam parar os que morriam sem o uso da razão e sem terem sido batizados. Um lugar sem tormento nem glória. O castigo consistia em viver em uma terceira classe de cavidade diferente do céu e do inferno, na qual as almas inocentes, além de ser privadas de glória, sofreriam a condenação da ausência dos que haviam tido a sorte de salvar-se: pais, irmãos e o resto da família.

A doutrina incentivava com esses argumentos o batismo rápido dos recém-nascidos. A doutrina que coloca no limbo as crianças mortas sem ter cometido pecado, mas com a culpa do pecado original não lavada pelo batismo, é de origem medieval e pouco relevante entre os teólogos modernos, a não ser porque se irmana com a idéia, também afastada pelo Vaticano 2º, de que fora da Igreja Católica não há salvação.

A decisão de fechar o limbo foi imposta por João Paulo 2º, encarregando do assunto uma comissão teológica internacional liderada pelo hoje papa Ratzinger. A encomenda tinha sua importância porque não era só liquidar a idéia de céu e inferno como lugares concretos no firmamento, mas uma revisão total das teses clássicas sobre o pecado original. Desde Santo Agostinho ao Vaticano 2º a Igreja de Roma havia sustentado a visão clássica do homem em pecado desde que Eva e a serpente enganaram Adão para comer juntos uma maçã.

A escatologia cristã posterior ao Vaticano 2º afirma que o famoso bispo de Hipona, ao estender a todos os homens a culpa por aquele pecado original - ocorrido em um lugar chamado paraíso que a ciência também não conseguiu encontrar -, o que fez foi uma má tradução de uma das epístolas de São Paulo, a Carta aos Romanos, capítulo 5º, versículo 12.

Tradução: Luiz Roberto Mendes Gonçalves
Visite o site do El País

Fonte - UOL

Nota DDP:
Aguardemos o próximo retorno ao passado deste papa, uma vez que os dados foram lançados e "a volta às origens" parece ser a grande prioridade deste pontificado. Como a "Santa Inquisição" faz parte relevante deste processo, é de se pensar como serão estabelecidas as duas grandes diretrizes há muito noticiadas, o ecumenismo e, principalmente, o domingo.

terça-feira, 17 de abril de 2007

Aquecimento global provocará aumento das inundações costeiras nos Estados Unidos

John Donnelly
Em Washington


As comunidades costeiras da Nova Inglaterra e das outras regiões dos Estados Unidos serão "cada vez mais pressionadas" pelo aquecimento global nas próximas décadas e ficarão especialmente vulneráveis a enchentes generalizadas provocadas por tempestades, segundo a minuta de um relatório divulgada na segunda-feira (16/4) por um grupo de cientistas internacionais.

Autores de um capítulo de um relatório feito para o Painel Intergovernamental sobre Mudança Climática, mais de 20 cientistas se concentraram no potencial impacto das alterações climáticas na América do Norte, prevendo um número cada vez maior de "extremos meteorológicos" na região, incluindo furacões, inundações, secas, ondas de calor e incêndios florestais.

"A lista de possíveis impactos soa como um rol de pragas bíblicas: calor, seca, doenças, insetos e elevação do nível dos mares", afirma Angela Anderson, vice-presidente dos programas climáticos do Fundo Nacional do Meio-Ambiente, um grupo ecológico e educacional.

Os cientistas disseram estar preocupados não apenas com a elevação do nível do mar ao longo da Costa Leste dos Estados Unidos, mas também com tempestades mais intensas, que se fazem acompanhar de enchentes nas regiões costeiras. "Esta é a vulnerabilidade número um", afirma Cynthia Rosenzweig, diretora do Grupo de Pesquisas sobre Impactos Climáticos do Instituto Goddard de Estudos Espaciais.

Embora os especialistas não sejam capazes de afirmar que a rara tempestade de primavera que atingiu o nordeste dos Estados Unidos na segunda-feira esteja especificamente vinculada ao aquecimento global, Michael Oppenheimer, professor de geociências e de questões internacionais da Universidade Princeton, disse que a alteração climática fará com que no futuro cresça o número dessas tempestades.

"Este é o tipo de coisa que podemos esperar nos próximos anos", disse Oppenheimer, referindo-se à tempestade que atingiu a Costa Leste no domingo e na segunda-feira, provocando alagamentos. "Essas tempestades se tornarão mais intensas e ocorrerão com maior freqüência".

Oppenheimer disse aos jornalistas que o painel de cientistas tem certeza de que o nível do mar subirá de 18 a 60 centímetros no decorrer deste século. "Isso provocará muitos problemas ao longo da costa", afirmou, referindo-se ao desaparecimento de terras e de habitats de animais e plantas.

Mas ele observou que o derretimento da Groenlândia e das camadas de gelo do oeste da Antártica representam um perigo ainda maior. Segundo ele, bastaria o derretimento da camada de gelo da Groenlândia para fazer com que os oceanos sofressem uma elevação total de cerca de 6,7 metros, embora seja difícil prever uma catástrofe de tais proporções, que poderia ocorrer daqui a centenas ou milhares de anos.

Neste ano, o painel intergovernamental sobre aquecimento organizado pelas Nações Unidas vem apresentando partes da sua quarta atualização da avaliação do estágio em que se encontra o conhecimento sobre a mudança climática. No início deste ano, o painel anunciou que há mais de 90% de certeza de que os humanos estão contribuindo para o aquecimento global.

Ainda que vários cientistas tenham afirmado que o aquecimento global afetaria mais os países em desenvolvimento, já que estes carecem dos meios para se adaptarem rapidamente, vários pesquisadores disseram na segunda-feira que as nações ricas também enfrentarão problemas significativos.

"Ninguém escapará dos impactos da mudança climática", afirma Patricia Romero Lankao, uma das autoras do relatório e cientista que trabalha no Centro Nacional de Pesquisas Atmosféricas, um grupo sem fins lucrativos com sede em Boulder, no Colorado.

A avaliação recém-divulgada também prevê que a elevação das temperaturas nos Estados Unidos reduzirá os acúmulos de neve e intensificará a evaporação, ameaçando rios, lagos e outras fontes de água. Nos Grandes Lagos e nos principais sistemas fluviais dos Estados Unidos os níveis mais baixos poderão ter um impacto sobre a qualidade da água, a geração de energia hidroelétrica e as relações com o Canadá. Além disso, a elevação da temperatura poderá provocar o aumento das doenças respiratórias, acelerar a disseminação de doenças infecciosas como a Doença de Lyme e o vírus do Nilo Ocidental e causar períodos de calor diurno mais extensos, o que, segundo o relatório poderia fazer com que dobrasse o potencial para o aumento das ondas de mortalidade causadas pelo calor nas áreas urbanas.

Tradução: UOL

Bento XVI: a linguagem do temor de Deus

Uma perspectiva do pontificado desde o Vaticano, oferecida por quem acompanha de perto a actualidade do Papa

António Pinheiro, Rádio Vaticano


Falar de Bento XVI quando estão para se completar apenas dois anos do seu pontificado, não é fácil; contudo existe um aspecto que suscita interesse e curiosidade nos habitantes de Roma e nalguns profissionais da informação, sobretudo naqueles que exerciam esta profissão durante o longo pontificado de João Paulo II. Trata-se da diversidade de atitude dos "ouvintes" quando fala Bento XVI tanto durante as Audiências Gerais das quartas-feiras como aos Domingos ao meio dia antes de recitação do Angelus com os fiéis presentes na Praça de S.Pedro, para não falar das homilias.

A grandíssima maioria segue o Papa em "religioso silêncio"; são muito poucas as interrupções com palmas, e há também quem, em folhas de papel ou agendas, escreve uma outra frase pronunciada pelo Papa. Sendo jornalista na Rádio Vaticano durante o inteiro pontificado de João Paulo II, e tendo seguido Karol Wojtyla nalgumas viagens na Europa, pude verificar a maneira como vibravam as multidões às suas palavras, mas também como se sentia uma certa "distracção" acerca do que o próprio Papa dizia. Com Bento XVI é diferente: silêncio, concentração e meditação. A resposta, ou melhor a explicação para esta diferença de atitude talvez resida no facto que com João Paulo II os fiéis, peregrinos e turistas queriam "ver" o Papa; com Bento XVI, mais do que ver, querem "ouvir" o Santo Padre.

E há que salientar aqui e antes de mais, que para o actual Papa, um dos mais respeitados teólogos da Igreja Católica neste último meio século, a Igreja está perante a história como única portadora da graça e da liberdade do Reino de Deus que opera e conclui a história, mas é algo muito diferente das vicissitudes dos poderes deste mundo e das suas culturas. Joseph Ratzinger não procurou e não procura os sinais do reino no tempo histórico como sua codificação, mas vê as mensagens históricas do tempo como expressão da crise do mundo, do perigo que sobre ele incumbe. O Papa Bento XVI não usa a expressão do seu predecessor "não tenhais medo", mas sobretudo "tende temor": temor de Deus.

Josph Ratzinger não pensa que a história contemporânea esteja compenetrada por uma densidade escatológica, não a vê como sacramento do reino. E a consciência dos homens do nosso tempo envia sinais claros de temor escatológico. O aquecimento do "planeta - terra" faz com que as análises mundiais mais requintadas, expressas pelas Nações Unidas, tenham como previsão o abalo da geografia e da história do planeta nos próximos cem anos, enquanto que as migrações do Sul para o Norte do mundo colocam em dúvidas as nações europeias. E além disso o Islão lança, uma vez mais, um desafio à cristandade no plano da concepção acerca da vida e da morte: um desafio político e civil, jogado acerca do sentimento da eternidade e da sorte "bem-aventurada" dos combatentes pela própria fé.

Bento XVI é um bom profeta, se profeta significa ler o temor de Deus nos acontecimentos e não no conceito progressista da história humana: o moderno triunfante na democracia, o homem que entra na posse da sua história.

O critério que nos vem da Bíblia é que não devemos acreditar nos profetas que anunciam vitórias, mas sim naqueles que anunciam o juízo divino sobre a história. E portanto, exortam ao temor de Deus. Talvez por isso, o Papa Bento XVI tem "mais ouvintes" do que João Paulo II e sobretudo escutam-no de maneira diferente.

Dele não esperam, não querem ouvir a esperança da história, mas escutar a linguagem do temor de Deus.

Em jeito de conclusão, e como simples observador, diria que o número cada vez maior de fiéis que acorrem a Roma para o escutar é a demonstração tangível de quanto o povo cristão, e não só, aprecia os ensinamentos de Bento XVI, a profundidade unida á simplicidade, a clareza de exposição unida à profundidade da sua teologia.

E é pena que pouco, muito pouco, às vezes mesmo nada, dos temas e questões fundamentais do Magistério de Bento XVI, atinentes também a organização e vida da sociedade civil, seja relançado pelos grandes meios de comunicação social.

Fonte - Ecclesia

Irão: a ameaça de uma guerra nuclear

por Gen. Leonid Ivashov [*]

Os EUA e os seus aliados iniciaram a preparação psicológica da opinião pública mundial para a possibilidade de usar armas nucleares tácticas na solução do "problema iraniano". A máquina de propaganda dos EUA está a trabalhar a todo o vapor no sentido de criar a ideia de que é possível usar armas nucleares com "precisão cirúrgica", limitando as consequências. Porém, desde os ataques nucleares dos EUA em 1945 sobre Hiroshima e Nagasaki, sabemos serem falsas tais afirmações.

Após o primeiro ataque nuclear, será completamente impossível impedir o uso de todos os meios de destruição maciça que estejam disponíveis. Numa situação de extermínio total das suas nações, os oponentes recorrerão sem limitações a todos os meios que possuírem. Então, não serão apenas os arsenais nucleares de vários países, incluindo daqueles cujo estatuto nuclear não é oficialmente reconhecido, que entrarão em jogo. Sem duvida que, em tais circunstancias, será usada a guerra química e biológica (e, de uma forma geral, qualquer substância venenosa), que para ser alimentada requer poucos recursos industriais e económicos.

Actualmente, pode-se afirmar que a paz e a espécie humana correm um enorme perigo.

Consideremos os aspectos técnico-militares da situação. Na realidade, o objectivo da operação declarado pelos EUA – destruir cerca de 1.500 alvos no território do Irão – já não pode ser realizado pelas forças adstritas à missão. Este objectivo só será possível atingir se forem usadas munições nucleares tácticas.

Um exame do aspecto político-militar deste assunto revela factos ainda mais significativos. O ataque ao Irão não está planeado para incluir uma ofensiva terrestre. Os ataques a instalações militares e industriais seleccionadas podem causar uma severa destruição ao potencial de defesa iraniano e à sua economia. As baixas serão provavelmente enormes mas não catastróficas do ponto de vista militar. Ao mesmo tempo, não é possível obter o controlo de um território tão imenso como o do Irão sem uma operação terrestre. A ofensiva planeada não só requererá uma consolidação de forças no Irão, como noutros países muçulmanos e um pouco por todo o mundo. O apoio ao país agredido desencadeado pelo seu sofrimento e motivado pela agressão americano-israelense, será enorme. Certamente Washington não está à espera que o resultado dessa operação seja o fortalecimento, mas sim a perda da posição política dos EUA no mundo. Por conseguinte, o objectivo do ataque dos EUA ao Irão terá de ser analisado numa outra vertente. A ofensiva nuclear deverá impulsionar o uso da chantagem nuclear nas políticas globais pelo EUA, mas fundamentalmente servirá para transformar a ordem mundial.

Existem ainda mais evidências da radicalização dos objectivos dos EUA e dos seus aliados. As fugas de informação nos inícios de 2007 que desmascararam os planos de Israel de usar três bombas nucleares contra o Irão, são bastante perigosas para um país rodeado por um ambiente hostil, mas houve certamente uma intenção deliberada nessas fugas. Eles quiseram dar a conhecer que a decisão de Israel, acerca da forma como iria actuar num tal conflito já tinha sido tomada, e tudo o que ficava por fazer seria influenciar adequadamente a opinião pública.

O pretexto para a operação contra o Irão não parece ser sério. Avaliando do ponto de vista técnico e político, não existe qualquer possibilidade por parte do Irão de desenvolver armas nucleares num futuro próximo.

Não nos devemos esquecer das alegações feitas pelos EUA, de que o Iraque possuía armas de destruição maciça, serviram como pretexto para a guerra contra aquele país. Em resultado disso o Iraque foi devastado, e o número de mortes civis atingiu as centenas de milhares sem que qualquer evidência que sustentasse tais alegações tenha sido descoberta.

A questão realmente importante a colocar é a de saber se o Irão tem capacidade para fabricar armas nucleares. A única função dos pequenos arsenais nucleares, que não sejam enquadrados por estruturas que os suportem, é precisamente a da dissuasão. A ameaça de desferir um ataque de retaliação pode deter qualquer agressor. Da mesma forma que atacar outros países e vencer uma guerra nuclear, numa situação de conflito com uma coligação constituída pelas principais potências, requereria igualmente um potencial que o Irão não tem nem está na situação de vir a ter num futuro previsível. As alegações de que o Irão pode tornar-se num agressor nuclear, são absurdas. Qualquer um que disponha do mínimo de conhecimentos teóricos de assuntos militares consegue entender isto.

Qual então a principal razão que levou os EUA a preparar este conflito militar?

As actividades tendo consequências de proporções globais, só podem ser destinadas a tratar de um problema global. Não há qualquer segredo quanto a este problema – é a possibilidade de um crash do sistema financeiro global baseado no dólar norte-americano. Actualmente a massa da divisa americana excede o valor total dos activos dos EUA numa proporção superior a dez. Tudo nos EUA – a indústria, os edifícios, a alta tecnologia, e assim por diante – foi hipotecado mais de dez vezes ao resto do mundo. Uma dívida de tais proporções nunca será reembolsada – só pode ser aliviada.

A quantidade total de dólares em contas de indivíduos, organizações e tesourarias estatais são uma realidade virtual. Estes valores não são garantidos por produtos, por objectos de valor ou por qualquer coisa que exista na realidade.

A anulação deste endividamento dos EUA ao resto do mundo tornaria a maioria da população mundial em depositantes enganados.
Seria o fim da regra bem-estabelecida do bezerro dourado. O significado dos próximos eventos será verdadeiramente épico, e isto porque o agressor ignorará as consequências catastróficas globais de sua ofensiva. Os "banqueiros globais" em bancarrota precisam de um evento forte e de proporções globais para escaparem à situação em que se encontram.

A solução já está estabelecida nos planos. Os EUA não têm nada para oferecer ao resto do mundo que compense o declínio do dólar, excepto operações militares como as da Jugoslávia, do Afeganistão, e do Iraque. Mas mesmo estes conflitos locais só têm efeitos a curto prazo. Será necessário algo muito maior, e a necessidade é urgente. Está cada vez mais próximo o momento em que a crise financeira global fará com que o mundo entenda que os activos dos EUA, isto é, toda a sua industria, a sua tecnologia, e outras potencialidades, de facto não pertencem legalmente ao país. Então tudo deve ser confiscado para compensar as vítimas, e os direitos de propriedade sobre tudo o que foi adquirido com dólares no mundo todo – retirado da riqueza das várias nações – terão de ser revistos.

Qual poderá provocar o grande acontecimento na escala requerida? Tudo parece indicar que Israel será sacrificado. O seu envolvimento na guerra contra o Irão – especialmente numa guerra nuclear – está destinado a desencadear uma catástrofe global. Os fundamentos de Israel e do Irão assentam nas religiões oficiais dos respectivos países. Um conflito militar entre Israel e Irão evoluirá imediatamente para um conflito religioso, um conflito entre o judaísmo e o Islão. Devido à presença de numerosas populações judaicas e muçulmanas nos países desenvolvidos, tornaria inevitável banho de sangue global. Todas as forças activas da maioria dos países do mundo acabariam por lutar entre si, sem espaço para a neutralidade. A julgar pelas aquisições, cada vez maiores, de habitação por parte de cidadãos israelensas, especialmente na Rússia e na Ucrânia, muitas pessoas já têm uma ideia do que nos pode trazer o futuro. Porém, é difícil imaginar um lugar tranquilo onde alguém se possa refugiar de tamanha destruição. Previsões da distribuição territorial do combate, das quantidades e da eficiência dos armamentos envolvidos, do carácter profundo das raízes subjacentes do conflito, e da gravidade da briga religiosa não nos deixam dúvidas que este confronto será, em todos os aspectos, muito mais apavorante do que a Segunda Guerra Mundial.

Até agora, a resposta dos principais actores políticos mundiais a estes desenvolvimentos não causa optimismo. As inconsequentes resoluções da ONU referentes ao Irão, as tentativas de apaziguar o agressor que já não disfarça as suas intenções, lembram o Pacto de Munique nas vésperas da Segunda Guerra Mundial. O intenso vai-e-vem diplomático focalizando todo o tipo de problemas internacionais, excepto o principal discutido acima, é também um indicador da gravidade do problema. Isto é uma prática usual em vésperas de uma guerra, destinando-se a arranjar alianças com países terceiros, ou assegurar a sua neutralidade. Tais políticas procuram evitar ou minorar os resultados dos primeiros ataques, que seriam os mais súbitos e devastadores.

É possível prevenir a matança?

O único argumento eficaz que poderia travar os agressores é a ameaça do seu total isolamento global por instigar uma guerra nuclear. A implementação do cenário descrito acima pode ser tornado impossível através de uma completa ausência de aliandos para o duo americano-israelense, combinado com protestos públicos ruidosos por todos os países. Portanto, nestes dias uma definida e firme posicionamento de líderes de países, governos, políticos, figuras públicas, líderes religiosos, cientistas e artistas em relação à agressão nuclear preparada seria um serviço inestimável para a humanidade.

As actividades públicas coordenadas devem ser organizadas com a prontidão adequada ao tempo de preparação da guerra. As forças de agressão têm vindo a ser acumuladas e concentradas nas posições de ataque, num estado de plena prontidão para o combate. Os responsáveis militares dos EUA não fazem segredo de que pode ser tudo uma questão de semanas ou mesmo de dias. Há indicações indirectas de que os EUA lançarão um ataque nuclear ao Irão já em Abril de 2007. Após a primeira explosão nuclear, a espécie humana encontrar-se-á num mundo inteiramente novo, um mundo absolutamente desumano. As possibilidades de impedir este desenlace devem ser completamente utilizadas.

[*] Vice-presidente da Academia de Assuntos Geopolíticos. Foi chefe do departamento de Assuntos Gerais no Ministério de Defesa da União Soviética, secretário do conselho de ministros da Defesa da Comunidade de Estados Independentes (CEI), chefe do departamento de Cooperação Militar do Ministério de Defesa da Federação Russa e chefe de Junta de Pessoal dos exércitos russos.

Fonte - Resistir

ONU quer que aquecimento seja visto como questão econômica

Resumo de relatório que será divulgado pela ONU em maio pede que a redução dos gases do efeito estufa seja ligada a vantagens econômicas

Alister Doyle, Reuters


OSLO - O combate ao aquecimento global será mais eficiente se a questão for encarada como um dos problemas econômicos do mundo, não apenas como uma dor de cabeça puramente ambiental, afirmou um relatório preliminar da Organização das Nações Unidas.

O documento, que será divulgado pela ONU em Bangcoc no dia 4 de maio, diz que políticas econômicas relativas a todas as áreas podem ter grandes repercussões no controle da emissão de gases-estufa.

"Enquadrar o debate como um problema de desenvolvimento, em vez de um problema ambiental, pode fazer com que as metas imediatas de todos os países sejam melhor atingidas, especialmente dos países em desenvolvimento, com sua vulnerabilidade especial às mudanças no clima", afirma o relatório preliminar.

Os esforços para reduzir o uso de combustíveis fósseis, por exemplo, podem diminuir as emissões dos gases-estufa e, ao mesmo, tempo reduzir a poluição do ar, melhorar a segurança na área de energia e diminuir a dependência das importações.

O estudo cita o Brasil, junto com China, Índia e México, como exemplo de país que reduziu as emissões de gases-estufa nos últimos 30 anos. Os países em desenvolvimento cortaram as emissões nesse período em 500 milhões de toneladas ao ano, por motivos que nada têm a ver com o clima global.

"Muitos desses esforços têm como motivação o desenvolvimento econômico, a amenização da pobreza, a segurança energética e a proteção ambiental local", afirmou o texto.

Os cortes superam os exigidos pelo Protocolo de Kyoto, o principal plano da ONU para combater o aquecimento global, mas que até 2008-12 é aplicável apenas aos países ricos - com a exceção dos Estados Unidos, que se recusaram a participar.

"As iniciativas mais promissoras ... parecem ser as que faturam em cima da sinergia natural entre a proteção do clima e as prioridades de desenvolvimento, obtendo progressos simultâneos em ambas as áreas."

O resumo técnico preliminar de 101 páginas, obtido pela Reuters, faz parte de uma série de relatórios da ONU sobre o aquecimento global. Ele também conclui que combater as mudanças do clima não é muito caro.

As seguradoras, por exemplo, podem ajudar cobrando menos para segurar edificações que fiquem longe de áreas de risco de enchente, erosão, etc.

Segundo o texto, ainda não houve uma discussão séria sobre a relação entre desenvolvimento econômico e as mudanças no clima.

As negociações para criar um novo mecanismo de combate ao aquecimento global que suceda o Protocolo de Kyoto estão emperradas. Um dos motivos para o presidente George W. Bush, dos EUA, recusar-se a participar de Kyoto foi a exclusão, para ele injusta, dos países em desenvolvimento das metas obrigatórias.

Fonte - Estadão

Nota DDP:
Não deixe de ler as considerações do Pr. Santeli acerca do aquecimento global, comece aqui.

Comer pouco prolonga a vida

Pesquisa feita com cachorros comprovou que comer menos reduz as taxas de metabolismo, o que diminui a produção de radicais livres - moléculas que envelhecem as células do corpo.

O estudo utilizou informações coletadas durante 15 anos para uma experiência conduzida pela Purina, empresa americana de comida para cachorros. Para o experimento, foram separados 48 filhotes de labrador, em pares, em que um cachorro recebia 25% menos alimentos que o outro.

Os cientistas concluíram que os cachorros que comeram menos viveram quase dois anos, em média, a mais que os outros.

(Opinião e Notícia)

Nota: Há um século, Ellen White já recomendava: “Comer em demasia, mesmo que se trate de alimentos simples, entorpece os nervos sensitivos do cérebro, enfraquecendo sua vitalidade. O comer em excesso exerce sobre o organismo um efeito pior que o trabalhar em excesso; as energias da mente são enfraquecidas mais seguramente pelo comer intemperante do que pelo trabalho intemperante” (Conselhos Sobre o Regime Alimentar, p. 102).

“É pecado ser intemperante na quantidade de alimento ingerido, mesmo que seja de qualidade inquestionável. Muitos acham que se não comerem carne e os mais extravagantes artigos de alimentação, estão livres para comer dos alimentos simples até que não agüentem mais. Isso é um erro. Muitos professos reformadores de saúde são nada menos que glutões” (Ibidem, p. 102).

“Os que sobrecarregam o estômago com tanto alimento, e assim pressionam a natureza, não poderiam apreciar a verdade se a ouvissem” (Ibidem, pág. 47).

Fonte - Blog Michelson Borges

Para cientistas e militares, água será problema grave nos EUA

Enchentes e secas levarão a disputas dentro do país e conflitos no exterior, dizem dois relatórios

Associated Press

WASHINGTON - Conforme o aquecimento global se intensifica, a água - em escassez ou em excesso - será o maior problema para os Estados Unidos, dizem especialistas científicos e militares. O problema envolverá política interna, com Estados enfrentando-se pelo controle dos rios da América do Norte, e externa, com a desertificação e enchentes estimulando guerras e terrorismo.

Na frente doméstica, especialmente no Sudoeste, regiões inteiras terão de encontrar novas fontes de água potável. Os Grandes Lagos encolherão, peixes e outras espécies sofrerão. A elevação do nível dos mares e tempestades reforçadas causarão inundações.

Um relatório, preparado por cientistas, trata dos efeitos do aquecimento global na América do Norte e faz parte de um levantamento internacional dos impactos da mudança climática. Outro texto, este elaborado por militares americanos da reserva, adverte que as regiões mais pobres e politicamente instáveis do mundo - Oriente Médio, África e Sul da Ásia - ficarão ainda Amis à mercê da guerra, do terrorismo e precisarão sofrer intervenções internacionais.

"Água é o principal problema (do aquecimento global) para os EUA, disse o professor de Geociências de Princeton, Michael Oppenheimer, após uma entrevista coletiva para a apresentação do capítulo sobre América do Norte do segundo relatório do Painel Intergovernamental para a Mudança Climática.

Um dos principais especialistas em seca do governo americano, Roger Pulwarty, disse que Estados como Arizona e cOlorado, que já se digladiam nos tribunais pelo controle da Bacia do Rio colorado, elevarão o tom do confronto.

Poucas horas depois da apresentação dos cientistas, o general reformado Charles F. "Chuck" Wald tratou do problema do aquecimento global sob outro enfoque, mas com conclusões bem parecidas. "Uma das áreas mais prováveis de conflito será a questão da água", disse ele, que é ex-vice-comandante do Comando Europeu dos Estados Unidos. Ele citou o Oriente Médio e a África.

Um co-autor do relatório militar, o ex-chefe do Estado Maior do Exército, Gordon R. Sullivan, afirmou que enchentes poderão desestabilizar países como Paquistão, Índia, Bangladesh, Indonésia e Vietnã.

Fonte - Estadão

ECOmenismo: uma verdade inconveniente – Parte 6

A pergunta a ser feita agora é: Já existiu algum caso precedente na História que possibilite afirmar que a Lei Dominical possa ser “estritamente imposta” por outras razões que não sejam somente por razões religiosas? A resposta é sim! Em 1979 houve uma crise de petróleo no mundo. E nos EUA o editor de uma das principais revistas evangélicas, a Christianity Today, propôs como saída a paralisação total aos domingos do tráfego de veículos visando a uma economia de combustíveis (Revista Adventista, novembro de 1979, p. 8). Por isso, a qualquer momento “crises” ambientais, energéticas, ou de qualquer outra área de interesse global, quer sejam reais ou “fabricadas”, podem acelerar o processo para implantação da Lei Dominical.

Finalmente, deve-se perguntar ainda: Nessa “crise” de aquecimento global que ganhou proporções midiáticas, por que ninguém até agora disse uma palavra sequer sobre o projeto secreto HAARP (High Frequency Active Auroral Research), localizado no Alasca? Por que será que um conjunto gigantesco de antenas que emitem ondas eletromagnéticas capazes de interferir na camada da ionosfera e alterar o clima da Terra (até produzir terremotos artificiais) simplesmente não foi mencionado uma vez sequer por nenhum cientista, nenhum ambientalista ou mesmo nenhum jornalista, os quais estão mais preocupados em criar um “consenso coletivo” em torno desse tema?

No livro Armas Eletromagnéticas – seria o projeto HAARP a próxima ameaça mundial?, editora Aleph, p. 312, o autor norte-americano Jerry E. Smith afirma: “A Conspiração certamente já obteve grandes vantagens em função do aquecimento global. Sem dúvida, seus membros parecem estar usando esse fenômeno como veículo para induzir a opinião pública a exigir regulamentações e monitoramento internacionais, algo que, em última análise, levaria a um único Governo Mundial. Alguns pesquisadores especulam que, se o HAARP pudesse de fato alterar os padrões climáticos, poderia ser também usado secretamente para criar condições meteorológicas mais adversas, que fariam os povos do mundo suplicar por maiores controles globais, isto é, a Nova Ordem Mundial (NWO). Conforme foi relatado na imprensa, muitas pessoas acreditam agora que o HAARP já tenha sido utilizado para a consecução desse objetivo.”

Sem dúvida, esse tema poderá no futuro ser ampliado, dependendo dos próximos acontecimentos. Embora não saibamos quanto tempo ainda vai levar para ser decretada a Lei Dominical, enquanto isso, os cristãos devem se preocupar em preservar o meio ambiente como forma de expressar o seu amor a Deus, que tudo criou. Também como parte da sua responsabilidade em administrar fielmente os recursos outorgados pelo Criador. O simples medo da destruição final deste mundo não deve ser a única pobre motivação dos cristãos na questão da preservação ambiental. Da mesma forma, não devemos nos comprometer com programas e organizações ambientalistas que estejam promovendo disfarçadamente a adoração à mãe-Natureza (paganismo). Melhor do que só apontar as notícias “apocalípticas” do aquecimento global como sinal de que Jesus vai em breve voltar, é denunciar o movimento que está por trás dessas notícias que tem como finalidade última “fabricar” uma crise que justifique a imposição do descanso dominical ao redor do mundo.

“Na verdade, a terra está contaminada por causa dos seus moradores, porquanto transgridem as leis, violam os estatutos e quebram a aliança eterna.” Isaías 24:5

“E os estabeleceu [lua, sol, céus, águas] para todo o sempre; fixou-lhes uma ordem que não passará.” Salmo 148:6

Fonte - Blog Minuto Profético

ECOmenismo: uma verdade inconveniente – Parte 5

A influência pagã por trás do ECOmenismo e também a ligação deste com o Ecumenismo tornaram-se visíveis em um evento ocorrido aqui no Brasil, em julho de 2006. O evento aconteceu em Manaus e teve destaque apenas na mídia local (não por causa da sua importância, mas talvez pela conveniência). O Jornal do Comércio, de Manaus, fez uma análise interessante do “Simpósio Amazônia Fonte de Vida”, presidida por ninguém menos que Bartolomeu I, Patriarca de Constantinopla, conhecido também como “Patriarca Verde” por abraçar a causa ambientalista (o mesmo líder da Igreja Ortodoxa com quem o papa Bento XVI se encontrou na famosa viagem à Turquia, no ano passado, com o objetivo de aprofundar os laços ecumênicos com a Igreja Ortodoxa). Além de representantes católicos, luteranos e anglicanos, estiveram presentes também pajés de três tribos indígenas da Amazônia.

Durante o evento, Bartolomeu I realizou um ritual (pagão?) ecumênico para abençoar as águas amazônicas: “Foi uma cerimônia incomum. Às 8h55 de ontem em Manaus (9h55 em Brasília), o patriarca Bartolomeu 1º desceu de uma lancha do navio Iberostar Grand Amazon para a balsa Lady Irene, ancorada no encontro das águas dos rios Solimões e Negro, que formam o Amazonas. Com ele, religiosos de quatro confissões cristãs (ortodoxos gregos, católicos, luteranos e anglicanos) e líderes de três etnias indígenas (baniua, tucano e dessana). Todos estavam ali para abençoar as águas amazônicas, em celebração ecumênica pela natureza”.

Quais serão, então, as conseqüências do ECOmenismo para os cristãos? Acredito que a “crise” sobre o aquecimento global vai gerar medidas semelhantes àquelas colocadas em prática após o 11 de setembro: restrição de liberdades civis e até mesmo de liberdades religiosas. Imagine, por exemplo, a repercussão de um pacote de medidas (o que pode acontecer na forma de Lei), onde, entre outras coisas, fosse proposto que um dia na semana (imagine só qual dia seria “escolhido”) ninguém deveria usar seu carro, moto ou caminhão (transporte particular), mas só transporte público. As fábricas deveriam reduzir seu trabalho ou até mesmo suspender por completo a jornada (menos poluição), etc... O mundo todo estaria condicionado para aceitar tal proposta. Outro dia estava conversando com um jovem sobre esse assunto. Quando comentei com ele sobre a possibilidade descrita acima, ele arregalou os olhos e disse: “Pastor! No ano 2005, quando cursava a faculdade de Engenharia Ambiental, um professor defendeu justamente essa idéia em sala de aula!”

Certamente que um simples comentário como esse não pode se transformar numa profecia. A menos, é claro, que a profecia já tenha sido feita. E é justamente esse o ponto central da questão. No livro O Grande Conflito, p. 589 e 590, encontra-se a descrição profética de algo muito parecido com essa realidade que atualmente está surgindo do “consenso mundial” sobre aquecimento global:

“Satanás também opera por meio dos elementos a fim de enceleirar sua messe de almas desprevenidas. Estudou os segredos dos laboratórios da natureza, e emprega todo o seu poder para dirigir os elementos tanto quanto o permite Deus... Nos acidentes e calamidades no mar e em terra, nos grandes incêndios, nos violentos furacões e terríveis saraivadas, nas tempestades, inundações, ciclones, ressacas e terremotos, em toda parte e sob milhares de formas, Satanás está exercendo o seu poder... Estas visitações devem tornar-se mais e mais freqüentes e desastrosas... E então o grande enganador persuadirá os homens de que os que servem a Deus estão motivando esses males... Declarar-se-á que os homens estão ofendendo a Deus pela violação do descanso dominical; que este pecado acarretou calamidades que não cessarão antes que a observância do domingo seja estritamente imposta.”

Você percebe? Mais claro, impossível! Os furacões, enchentes, terremotos e outras calamidades naturais serão todos debitados na conta dos servos de Deus, especialmente daqueles que guardam o sábado, e serão usados como argumento para que a “observância do domingo seja estritamente imposta”. Agora você consegue entender por que o relatório do IPCC é contundente ao determinar que a responsabilidade sobre o aquecimento global é exclusiva do homem (cidadão comum)? E por que insiste tanto na mudança do seu “estilo de vida”? Eles só não falam, é claro, que o objetivo final da mudança no “estilo de vida” será o de promover o paganismo através da exaltação do dia de guarda dedicado ao deus sol – o domingo –, isso sim, uma grande verdade inconveniente!

Continua...

Fonte - Blog Minuto Profético

ECOmenismo: uma verdade inconveniente – Parte 4

Uma obra se destaca na busca de respostas para tais perguntas: Máfia Verde – O Ambientalismo a Serviço do Governo Mundial, 9ª edição, Capax Dei Editora, RJ. É através dessa obra que podemos verificar a ligação entre as famílias mais poderosas do mundo (curiosamente as mesmas que estão envolvidas com o ocultismo das sociedades secretas) e o surgimento das “crises ambientais”, bem como das ONGs espalhadas pelo mundo (que são a tropa de choque na promoção do ambientalismo ao redor do mundo – aquele tipo de ambientalismo que torna o homem um escravo ou mesmo um adorador da mãe-Natureza).

Logo no início da obra (p. 27), é mencionado o poderoso “Clube das Ilhas”, o qual “criou, financia e dirige a gigantesca máquina de propaganda e intervenção política representada pelas ONGs ambientalistas, das quais as primeiras foram a União Internacional para a Conservação da Natureza (UICN), fundada em 1948, e o WWF, criado em 1961 pelos príncipes Philip da Inglaterra e Bernardo da Holanda” (sendo este último ex-membro ativo do partido nazista da Alemanha). “O financiamento do aparato ambientalista provém de uma vasta infra-estrutura constituída de mais de mil fundações familiares oligárquicas da América do Norte e da Europa, além de doações de empresas privadas e agências governamentais dos EUA, Canadá, Inglaterra e outros países.”

Da mesma forma, o livro ainda demonstra como o pensamento coletivo é deliberadamente condicionado através da “engenharia social”, cuja principal organização na realização de estudos avançados é o Instituto Tavistock de Relações Humanas, em Londres. “A ‘engenharia social’ pode ser definida como a técnica de moldagem das crenças e padrões de comportamento de um grupo social, para facilitar o seu controle pelos grupos detentores do poder político e econômico. Seu princípio básico é a neutralização da razão que orienta as atitudes individuais e a sua substituição pela irracionalidade coletiva” (p. 36).

“O conceito é descrito no livro Battle for the Mind, de 1957, pelo Dr. William Sargant, um especialista do Instituto Tavistock: ‘Vários tipos de crenças podem ser implantados em um grande número de pessoas, depois que as funções cerebrais tenham sido suficientemente perturbadas pelo medo, raiva ou excitação acidentais ou deliberadamente induzidas. Dos resultados causados por tais distúrbios, o mais comum é uma capacidade de julgamento temporariamente prejudicada e uma suscetibilidade elevada. Suas várias manifestações de grupo são, às vezes, classificadas sob o rótulo de instinto de rebanho e surgem mais espetacularmente em tempos de guerra, durante epidemias severas e em todos os períodos similares de perigo comum, que aumentam a inquietação e, assim, a suscetibilidade individual e de massa’” (p. 36 e 37). (Será que qualquer semelhança com o “11 de setembro” é mera coincidência?) “O ambientalismo se mostrou um terreno fértil para a aplicação das técnicas de ‘engenharia social’, enfatizando ameaças inexistentes ou exageradas” (p. 37).

Sobre a questão do “aquecimento global” a obra ainda afirma: “Até 1975, poucos discutiam a sério tal possibilidade, pois as oscilações verificadas no registro de temperaturas eram corretamente consideradas variações naturais que têm ocorrido em toda a história geológica do planeta. Entretanto, em outubro daquele ano, tal percepção começou a mudar com a realização do seminário ‘A atmosfera: ameaçada e ameaçadora’, em Washington, EUA, o qual reuniu cientistas de várias áreas para discutir os possíveis impactos da ação humana sobre a atmosfera. Sintomaticamente, o evento não foi organizado por nenhum especialista no assunto, mas pela antropóloga Margaret Mead, uma das mais experimentadas ‘aprendizes de feiticeiro’ dos EUA, ativa participante da Operação Mk-Ultra” (p. 38). (Mk-Ultra é o codinome de um projeto secreto de pesquisa da CIA, de 1950, sobre o controle da mente pelo uso de drogas ou mesmo por sinais eletrônicos.)

A base para quase todas as crenças que originaram as políticas ambientalistas, desde então, pode ser encontrada no malthusianismo (veja Thomas Malthus). Segundo a visão de Malthus, não existem “recursos naturais suficientes no planeta para suportar a expansão dos benefícios da moderna civilização industrial” (p. 39). Daí ser necessário limitar o crescimento populacional e frear o progresso industrial no mundo. O atual conceito de “desenvolvimento sustentado”, tão falado pela ONU, “além de redundante, oculta uma retomada do velho paganismo, na forma de um novo culto à deusa Gaia (a deusa grega que representava a Terra)” (p. 39).

“A chamada Hipótese Gaia, formulada pelo biólogo inglês James E. Lovelock e sua colega estadunidense Lynn Margullis, é uma teoria pseudocientífica segundo a qual a Terra seria um ser vivo de direito próprio e presciente, dotado de mecanismos de controle sobre os organismos constituintes da sua biosfera, inclusive o homem. Assim, este teria que condicionar as suas aspirações ao progresso e ao desenvolvimento aos rígidos limites impostos por Gaia, a Mãe-Terra, sob pena de ser implacavelmente eliminado. Os ideólogos do ambientalismo propõem a equiparação do homem com as demais espécies vivas, rebaixando-o, na hierarquia universal, ao nível dos seres irracionais (com “direitos” não superiores aos destes)” (p. 39).

Não por acaso, então, Al Gore, ao receber o prêmio do Oscar, preferiu usar essa linguagem de origem pagã: “A mãe-Natureza fala alto.”

Continua...

Fonte - Blog Minuto Profético

segunda-feira, 16 de abril de 2007

Liberdade religiosa sob ameaça na ONU

INTERNACIONAL - Na sexta-feira, 30 de março, a Organização das Nações Unidas (ONU) aprovou uma resolução aparentemente inócua de combate à difamação religiosa, por 24 votos a 14 e nove abstenções, proibindo a difamação a qualquer religião, em particular ao Islã. Um exame mais apurado, entretanto, revela que esta moção está erroneamente legitimando uma discussão sobre credo religioso que na prática incita à intolerância religiosa.

Por trás desta resolução está a proteção aos indivíduos que se sentirem religiosamente ofendidos – não importando a intenção nem as conseqüências das opiniões expressas – ao indicar que o Estado deve proteger a religião da difamação, calúnia e blasfêmia.

No âmago desta resolução está o esforço empreendido pela Organização da Conferência Islâmica (OIC), no sentido de impor leis universais anti-blasfêmia – ofensa que é punida com morte em muitos países – ao asfixiar a abertura da discussão sobre o credo religioso.

Esse é um problema que vem se desenvolvendo especialmente nos países que estão se utilizando das leis anti-blasfêmia para punir religiões minoritárias, quando estas questionam os credos das religiões oficiais ou professadas pela maioria do povo. Algumas religiões não estão mais restritas a países islâmicos, agora elas estão sendo chamadas de sociedades democráticas. E os indivíduos que vêm do Oriente Médio para fugir da perseguição foram novamente expostos ao perigo.

Atento à resolução do Conselho de Direitos Humanos da ONU está o pastor Daniel Scott, a primeira pessoa a ser julgada com base nas leis anti-blasfêmia do Paquistão. Espantosamente, há 20 anos ele deixou a Austrália depois de ser acusado de intolerância religiosa por uma mensagem proferida sobre as diferenças entre o cristianismo e o islamismo. Ao equacionar a expressão das diferenças religiosas com intolerância religiosa, os mentores dessa resolução revelam sua própria intolerância sob diferentes pontos de vista.

Certamente não foi coincidência que os principais proponentes desta resolução sejam justamente os países que têm um histórico de intolerância religiosa. Por exemplo, o Paquistão, que foi um dos autores da proposta ao lado da OIC, é um dos países do mundo com as leis anti-blasfêmia mais severas e que insistentemente as executa sobre minorias religiosas, como no caso do pastor Scott.

Além disso, semanas antes da comissão colocar em pauta a resolução proposta pela OIC de combate à difamação religiosa, eclodiram convenientemente ações violentas por conta das caricaturas do profeta Maomé – cinco meses depois que as charges foram publicadas pela primeira vez na imprensa dinamarquesa.

Legitimação da intolerância

Cuidadosamente mascarado como um movimento para evitar a intolerância religiosa, essa resolução aprovada pela ONU na verdade legitima a intolerância em qualquer país contra os credos em minoria. No Sri Lanka, os budistas se opõem aos cristãos; na Índia, os hindus se opõem aos muçulmanos e cristãos; em Bangladesh os muçulmanos se opõem aos hindus e ahmadis, e no Egito os muçulmanos se opõem aos bahais e cristãos.

Na intervenção antes da reunião do Conselho, Heather Cayless, durante a comemoração da campanha, declarou: “Em uma sociedade diversa qualquer crença pessoal sobre algum ponto de vista pode ser considerada ofensiva. A formulação vaga dessa resolução permite a todos os sectários, de crenças majoritárias ou minoritárias, a trocarem acusações sobre intolerância religiosa”.

Um exemplo recente foi o julgamento da corte egípcia no mês passado. Um muçulmano estudante de direito foi condenado a três anos de prisão por ter insultado o Islã. Nesse caso, o governo justificou a decisão da corte baseado na liberdade de expressão que pode ser limitada pela proteção contra a difamação religiosa. A lei no Egito só protege as três religiões consideradas divinas e em dezembro de 2006 a mais alta corte do país decidiu que os bahai não são muçulmanos e que, portanto, não estão protegidos pela lei contra a difamação.

O histórico da resolução do combate à difamação religiosa aprovada pela ONU está criando um novo direito universal, o direito de não ser ofendido. Do mesmo modo que os direitos protegem os fiéis também estão contra eles. Além disso, o critério objetivo para avaliar a difamação está agora sendo substituído por considerações de sentimentos e emoções dos ouvintes, independentemente do intento ou efeito.

No fim das contas, essas ameaças à liberdade de expressão e culto incluem o direito de expressar pontos de vista críticos e a hostilidade de uns contra os outros. A perseguição da verdade religiosa precisa de interpretação crítica dos textos e doutrina. As leis anti-blasfêmia e difamação sufocam essa liberdade.

Não é a primeira vez na história que os países tentam defender seus credos religiosos uns contra os outros, mas as lições da inquisição e o julgamento das bruxas de Salem deveriam apontar o risco de manejar as leis. Como declarou expressamente o relatório especial sobre liberdade religiosa do Conselho da ONU publicado anteriormente, “é necessário bom senso para atribuir responsabilidades, porque medidas extremas só contribuem para o aumento do extremismo”.

Esta resolução aprovada pela ONU põe em xeque uma ameaça sobre os direitos fundamentais dos indivíduos – sejam ou não muçulmanos – que é o de manifestar e garantir a sobrevivência de outros credos religiosos sob o medo da perseguição. É imperativo que a comunidade internacional se levante para se opor à confirmação das leis anti-blasfêmia pela ONU e expor seus efeitos práticos: justificações legais com o objetivo de minar a liberdade religiosa e a liberdade de expressão, além da institucionalização da intolerância contra as religiões minoritárias.

A verdade sobre a intolerância religiosa só pode ser protegida nas sociedades que respeitam os direitos fundamentais de liberdade de expressão e culto, sem limitar o diálogo entre opiniões religiosas divergentes e os indivíduos que buscam a verdade.

Fonte - Missão Portas Abertas

Nota DDP:
Fico imaginando o que uma resolução como esta pode fazer a um segmento religioso, minoritário, que tem uma visão extremamente particular acerca da interpretação dos Capítulos 13 e 14 de Apocalipse. Enfim, nós já sabemos onde isso vai dar, Maranata!

Comentários do Pr. Santeli no Blog do Michelson Borges:

"De agora em diante, temas religiosos estarão nos jornais diariamente, principalmente temas polêmicos, alguns com procedência, outros aparentemente absurdos, apenas para manter o tema "religião" na ordem do dia (e não causar espanto na opinião pública quando a Lei Dominical entrar em debate), e provocar reações as mais diversas de uma religião contra a outra.

Veja por exemplo: http://www.ansa.it/ansalatinabr/notizie/fdg/200704161545277484/200704161545277484.html
Uma das maneiras dar visibilidade a assuntos religiosos polêmicos, é transportá-los para "referendos", "plebicitos", "consultas populares".
Quem viver verá!

A grande crise final neste mundo será em torno da liberdade religiosa e da guarda do sábado, único sinal verdadeiro entre Deus e o seu povo (Ezequiel 20:20; Êxodo 31:17). E o mundo já está sendo condicionado para isso.

"O último grande conflito será breve, mas terrível". Mensagens Escolhidas, vol. 3, pág. 419.

"Elevo os meus olhos para os montes: de onde me virá o socorro? O meu socorro vem do Senhor, que fez o céu e a terra". Salmo 121: 1 e 2. (Os criacionistas têm Alguém em quem confiar!)
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