quarta-feira, 9 de abril de 2008

Congresso americano questiona grampos do FBI

Técnicos de empresas de telecomunicações podem transferir dados dos clientes de forma rápida e simples diretamente para o FBI.

As conexões eletrônicas pouco conhecidas entre empresas de telecomunicações e o FBI, utilizadas para monitorar pessoas em todo os EUA, dizem ao governo quem telefona para quem, a hora e a duração das chamadas, além de determinar a localização dos interlocutores.

No Congresso norte-americano, contestações a esta relação do FBI com empresas de telecomunicações e suas implicações sobre a privacidade formam o pano de fundo para o seguimento dos debates sobre alterações na lei que regula o poder de vigilância do governo.

Opinião e Notícia

terça-feira, 8 de abril de 2008

Um pontificado em afirmação


Papa tem convicções fortes e um plano de acção bem delimitado, para (re)afirmar a Igreja no mundo

Desde que foi eleito como Papa, no dia 19 de Abril de 2005, Bento XVI tem estado permanentemente debaixo das luzes da ribalta, um papel para o qual não parecia destinado à partida. Depois do desconforto e da desconfiança iniciais, o mundo vai-se habituando à sua figura e, sobretudo, à sua forma de transmitir as convicções mais profundas do Cristianismo, nos dias de hoje.

Consolidados alguns dos princípios que vão marcar a sua actuação, percebe-se que só na aparência se está na presença de um pontificado invisível ou de travagem, como se chegou a afirmar no início de 2007, desvanecido que estava algum encantamento perante a figura do novo Papa.
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Alguns temas dominam as intervenções do Papa, da Cúria Romana (com destaque para o Secretário de Estado do Vaticano, seja em audiências, seja em viagens ao estrangeiro, como aconteceu recentemente em Cuba) e as movimentações da sua equipa diplomática, que tem vindo a renovar em vários pontos-chave do globo.
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Bento XVI desafia constantemente os fiéis a darem testemunho das suas convicções, razões da esperança a que dedicou a sua segunda encíclica e não concebe um catolicismo de pura intimidade, que não fala de si aos outros por receio de os ofender ou intimidar.

Ao longo deste tempo, o Papa tem tentado estabelecer uma nova estratégia para a Igreja, que ultrapassa, em muito, a esfera meramente administrativa. A badalada “reforma” da Cúria Romana tem sido feita passo a passo, de forma discreta e até as escolhas dos Consistórios mostram a intenção de aproximar o Vaticano das regiões periféricas, onde o catolicismo está em crescimento acentuado, contrariando a tendência da Europa, historicamente o coração da Igreja.
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Considerado por muitos como um Papa “europeísta”, Joseph Ratzinger aprendeu a fazer do mundo a sua casa... Praticamente todas as crises internacionais já mereceram, por parte de Bento XVI, um apelo em favor da paz, da reconciliação e do diálogo.

Também relevantes são as suas intervenções, coadjuvadas pelas dos seus mais directos colaboradores e representantes em organismos internacionais, a respeito de temas particularmente em voga, como o aquecimento global ou a defesa do ambiente. As preocupações ecológicas chegaram em força ao Vaticano, seja em palavras, seja em actos, dando força à ideia de que estamos na presença de um “imperativo moral” para todos os que se preocupam com o futuro da humanidade.
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Três anos depois da sua eleição, Bento XVI já não tem segredos para os seus e vai-se afirmando, de forma clara, como um Papa de convicções fortes e com um plano de acção bem delimitado, para (re)afirmar a Igreja no mundo.

Cativar o Islão
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Dissociar violência e religião tem sido o principal objectivo do Papa, se bem que isso não tenha sido o ponto central de muitos olhares sobre as suas intervenções.
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O Papa deixou claro, desde muito cedo, qual era o caminho que queria percorrer, nunca se coibindo de condenar a violência em nome de Deus e da Religião, sem deixar abrir caminho para um diálogo “franco e sincero”, entre culturas e religiões, que tem como condição fundamental o debate aberto daquilo que une e, também, daquilo que distingue, para se poder reconhecer totalmente o interlocutor. Ameaças e acusações de pessoas como Bin Laden ou grupos fundamentalistas não podem fazer o Papa recuar: eles não procuram o diálogo, mas uma qualquer justificação para a sua “guerra santa” contra os “infiéis” e os “cruzados”.
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Três anos depois da sua eleição, Bento XVI é frequentemente avaliado pelos seus gestos e palavras entre a admiração e o desencanto, mas não abdica do rumo traçado nem atraiçoa as suas convicções. A eleição do Cardeal Joseph Ratzinger como sucessor de João Paulo II foi recebida, no dia 19 de Abril de 2005, com uma boa dose de cepticismo em vários sectores da Igreja e da sociedade. A par de gestos de continuidade com o Papa polaco, muito apreciados, alguns episódios polémicos servem, sistematicamente, para alimentar os críticos. Como já referi noutras ocasiões, se aos 80 anos de João Paulo II muitos exigiam a sua renúncia, a Bento XVI exige-se uma viragem no pontificado, promovendo mudanças de fundo.

O actual Papa tem procurado, sobretudo, falar com clareza e de forma sistemática sobre as questões essenciais da fé (o Amor, a Esperança, Jesus de Nazaré). Este Papa, de facto, é menos decifrável para o mundo mediático de hoje: para além do carisma ligado ao lugar que ocupa, ele destaca-se por oferecer orientação num mundo perdido na “ditadura do relativismo” que tanto condena, apresentando um programa coerente e uma capacidade intelectual acima de qualquer suspeita. Estes ingredientes não bastam, ainda assim, para fazer dele uma figura apetecível.

Joseph Ratzinger não foi eleito pelos Cardeais da Igreja Católica para ser líder de audiências ou ganhar pontos em sondagens de popularidade. Bento XVI não é, nem pode ser confundido com um líder político, mas é alguém capaz de regularizar relações com Moscovo e Pequim ou de confirmar-se na liderança do diálogo ecuménico.

É, contudo, o regresso aos origens, ao que é essencial no Cristianismo, que marca, por certo, estes primeiros dois anos de pontificado e não é possível vislumbrar, por enquanto, qualquer motivo que leve a acreditar que o Papa se afastará do rumo traçado até ao momento.

Saudades de um tempo que não conheci

Proponho uma pequena parada para ouvir a bela música adventista e refletir sobre os caminhos que este Ministério tão importante tem trilhado nos últimos tempos.

Prefixo e Aleluia Lar Enfim


Habita em Mim


Busquem a Jesus

A releitura dos posts "A música no contexto do fim - 1", "A música e o Grande Conflito", "Worship, o mercado e os adventista: Sinais do tempo", "Shows cristãos: culto, entretenimento ou mundanismo?” e “A Música sacra dentro da cosmovisão adventista: interpretando e aplicando conceitos de Ellen White – Parte 1”, também parecem-me obrigatórias para os tempos que vivemos.

Especialista da Nasa afirma que aquecimento global já é um fato

WILMINGTON, EUA (AFP) - O aquecimento climático já levou o planeta a uma crise, e o setor energético tenta ocultar sua extensão ao público, afirma o principal especialista em clima da Nasa, James Hansen.

"As emissões de dióxido de carbono na atmosfera já alcançaram um nível perigoso de 385 partículas por milhão, o que representa um ponto crítico", explicou à AFP Hansen, que, aos 67 anos, dirige o Instituto Goddard de estudos espaciais da Nasa em Nova York.

"Porém, existem meios para solucionar o problema dos gases que provocam o efeito estufa", afirmou o cientista, que pede em um artigo publicado nesta segunda-feira pela revista Science o fechamento até 2030 de todas as centrais que funcionam a carvão e a taxação das emissões.

Também defende a proibição da construção de novas centrais, caso não tenham um sistema para capturar as próprias emissões de dióxido de carbono.

O principal obstáculo para resgatar o planeta não é de origem tecnológica, alertou James Hansen, citado em 2006 como uma das 100 pessoas mais influentes do mundo pela revista americana Time.

"O problema é que 90% da energia é produzida com recursos fósseis. E é um negócio enorme que se infiltrou em nosso governo", destaca.

"Para mim ficou claro no decorrer dos últimos anos que tanto o Poder Executivo como o Legislativo estiveram fortemente influenciados pelos interesses específicos do setor de energias fósseis", afirma.

"A indústria induz o público e os dirigentes políticos ao erro sobre as causas da mudança climática. Da mesma maneira como fazem os fabricantes de cigarros: sabem que fumar provoca câncer, mas recrutaram cientistas para afirmar o contrário".

"Nestas condições, nossa melhor oportunidade é o Poder Judiciário", opina o cientista da agência espacial americana.

Durante uma audiência no Congresso, Hansen denunciou as interferências que impedem que as informações científicas alcancem o público depois da chegada ao governo do presidente George W. Bush.

Os responsáveis pelas relações públicas do governo, explicou na ocasião, filtram os fatos científicos para reduzir nas pessoas a idéia de que o aquecimento global e as emissões humanas de gases que provocam o efeito estufa estão ligados.
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Fonte - Yahoo

Nota DDP:
A Suprema Corte americana em breve terá de avaliar esta questão, segundo os termos que vierem a ser propostos.

Crise mundial de alimentos

Paul Krugman

Atualmente você ouve muito sobre a crise financeira mundial. Mas há outra crise mundial em andamento -e está prejudicando muito mais pessoas.

Eu falo sobre a crise de alimentos. Nos últimos dois anos os preços do trigo, milho, arroz e outros alimentos básicos dobraram ou triplicaram, com grande parte do aumento ocorrendo nos últimos poucos meses. Os altos preços dos alimentos incomodam até mesmos os americanos relativamente prósperos, mas são realmente devastadores nos países pobres, onde os alimentos freqüentemente são responsáveis por mais da metade das despesas de uma família.

Já há ao redor do mundo tumultos causados por alimentos. Os países fornecedores de alimentos, da Ucrânia até a Argentina, estão limitando as exportações em uma tentativa de proteger os consumidores domésticos, levando a protestos furiosos dos produtores rurais -e tornando as coisas ainda piores nos países que precisam dos alimentos importados.

Como isto aconteceu? A resposta é uma combinação de tendências de longo prazo, azar e política ruim.
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O que deve ser feito? A necessidade mais imediata é de mais ajuda para as pessoas em dificuldades: o Programa Mundial de Alimentos da ONU fez um apelo desesperado por mais fundos.

Nós também precisamos reagir contra os biocombustíveis, que revelaram ser um erro terrível.

Mas não está claro quanto precisa ser feito. Alimento barato, assim como o petróleo barato, pode ter se transformado em algo do passado.

Tradução: George El Khouri Andolfato
Visite o site do The New York Times

Fonte - UOL [Assinantes]

Lucas 21:11
haverá grandes terremotos, epidemias e fome em vários lugares, coisas espantosas e também grandes sinais do céu.

segunda-feira, 7 de abril de 2008

«Decálogo católico» sobre ética e meio ambiente

A notícia é anterior à criação do blog e só agora chegou ao meu conhecimento, mas é tão atual que permite sua postagem sem maiores problemas:

1) A Bíblia tem de ditar os princípios morais fundamentais do desígnio de Deus sobre a relação entre homem e criação.
2) É necessário desenvolver uma consciência ecológica de responsabilidade pela criação e pela humanidade.
3) A questão do meio ambiente envolve todo o planeta, pois é um bem coletivo.
4) É necessário confirmar a primazia da ética e dos direitos do homem sobre a técnica.
5) A natureza não deve ser considerada uma realidade em si mesma divina, portanto, não fica subtraída à ação humana.
6) Os bens da terra foram criados por Deus para o bem de todos. É necessário sublinhar o destino universal dos bens.
7) Requer-se colaborar no desenvolvimento ordenado das regiões mais pobres.
8) A colaboração internacional, o direito ao desenvolvimento, ao meio ambiente sadio e à paz devem ser considerados nas diferentes legislações.
9) É necessário adotar novos estilos de vida mais sóbrios.
10) Deve-se oferecer uma resposta espiritual, que não é a da adoração da natureza.

Fonte - Zenit

Nota DDP:
Paz e meio ambiente por lei? Sugestões em "É bom e ecológico descansar ao domingo" e "Deve-se legislar sobre a Família". Os links falam por si mesmos.

Por que o Papa adora os EUA?

A poucos dias da visita de Bento XVI aos Estados Unidos, a revista Time vai lhe dedicar uma capa... sobre porquê o Papa adora o país. Segundo a revista, os escritos do Pontífice e as declarações de quem o conhece sugerem que "Bento tem uma caída pelos norte-americanos e vê considerável valor na Igreja dos Estados Unidos, a terceira maior congregação católica no mundo".

O Papa, segundo a Time, "tem uma visão recorrente de um país que nós [norte-americanos] perdemos de vista: uma sociedade otimista e diversificada, mas essencialmente devota, em que a fé e o diálogo baseado na fé e em temas sociais têm vitalidade justamente pela decisão dos patriarcas fundadores em separar Igreja e Estado". Bento XVI, vê os Estados Unidos como "um modelo civil e também uma inspiração para sua nativa Europa".

Entre as fontes citadas pela revista, estão o cardeal norte-americano William Levada, prefeito da Congregação para a doutrina da fé. Segundo Levada, a admiração do Papa pelos Estados Unidos vem da época em que o jovem Joseph Ratzinger foi prisioneiro de guerra dos norte-americanos. Em 1945, no fim da II Guerra Mundial, Ratzinger desertou do exército alemão (pelo qual combatia) e foi prisioneiro dos Aliados por um breve período. Bento XVI estará nos Estados Unidos de 15 e 20 de abril, onde vai passar por Washington e Nova Iorque.

Fonte: ANSA

NOTA Minuto Profético: Na verdade, Bento XVI (como qualquer outro papa) adora os EUA porque, atualmente, o protestantismo americano está muito diferente daquele protestantismo da época da Reforma (infelizmente), e está muito mais parecido com o catolicismo - que nunca mudou!!!

Papa fala da fé em tempos de crise


"Também hoje podemos entrar em colóquio com Jesus, escutando a Sua Palavra. Também hoje, Jesus faz a fracção do pão para nós e dá-Se a si mesmo como o nosso pão", acrescentou, levando a “uma fé robusta porque se nutre não de ideias humanas, mas da Palavra de Deus e da Eucaristia.

Quase a concluir a sua alocução, antes do canto do “Regina Caeli”, Bento XVI observou ainda que este episódio evangélico “contém já a estrutura da Santa Missa”: “Na primeira parte a escuta da Palavra através das Sagradas Escrituras; na segunda, a liturgia eucarística e a comunhão com Cristo presente no Sacramento do seu Corpo e do seu Sangue.
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Nota DDP:
Eucaristia, neste contexto, é sinônimo de domingo.

No Dia Mundial da Saúde, OMS alerta para o aquecimento global

O aquecimento global traz impactos para a saúde pública de todos os países e só através da colaboração internacional esse desafio poderá ser vencido -- é o que alerta a OMS no Dia Mundial da Saúde 2008, comemorado nesta segunda-feira (7).

Entre as recomendações feitas pela agência das Nações Unidas está o fortalecimento da vigilância sanitária e o controle de enfermidades infecciosas. Com o aquecimento planetário, as autoridades de saúde temem que doenças tipicamente tropicais, como malária e dengue, atinjam os países hoje mais frios do Hemisfério Norte. No Hemisfério Sul, alagamentos em algumas regiões podem fortalecer ainda mais essas doenças; em outras, a seca pode levar à desidratação e à desnutrição.

A poluição do ar promete mais casos de asmas, bronquites e outros problemas de ordem respiratória, além de alergias. Também devem aumentar os casos de doenças ligadas ao estresse, que afetam coração, circulação e pulmões.

A diretora-geral da OMS, Margaret Chan, afirma que se as mudanças climáticas não forem combatidas, os suprimentos de comida, ar e água estão sob risco. Ela também recomenda o fortalecimento da infraestrutura de saúde em países pobres e em desenvolvimento.

O maior impacto deve ser visto em regiões rurais e remotas, que serão as primeiras a receber o impacto climático, alerta a OMS.

Fonte - G1

Nota DDP:
O "trator" do aquecimento global continua sua caminhada a pleno vapor, em todas as áreas, mas com objetivos específicos: medidas globais de combate.

A opinião pública norte-americana sobre Bento XVI

A maioria dos norte-americanos – mesmo aqueles que não são católicos – afirma ter uma impressão favorável, ou muito favorável, de Bento XVI, revela uma pesquisa divulgada às vésperas da viagem do pontífice aos Estados Unidos. O cavaleiro supremo dos Cavaleiros de Colombo, Carl Anderson, anunciou os resultados da pesquisa feita pelo Marist College Institute for Public Opinion no fim de março.

A sondagem revela que 45% dos pesquisados têm uma favorável ou muito favorável impressão de Bento XVI. De acordo com a pesquisa, 65% dos norte-americanos têm uma visão favorável da Igreja Católica, enquanto que 28% têm uma visão negativa.

42% dos pesquisados afirmaram que gostariam de ver o Papa em uma de suas aparições durante a viagem aos Estados Unidos (15 a 20 de abril), e 66% disseram que gostariam de participar de um dos eventos públicos de Bento XVI. 70% ou mais querem ouvir o Santo Padre falar sobre: abertura a Deus na vida cotidiana (73%), a realização espiritual na partilha do tempo e dos talentos (71%) e sobre como se pode exercer uma diferença positiva no mundo, no estado e nas comunidades (70%).

Cerca de dois terços (64%) expressaram o interesse em ouvir Bento XVI falar sobre como se pode construir uma sociedade em que os valores espirituais tenham um importante papel. [Grifo acrescentado].

"O ponto principal", afirma Anderson, "é que, apesar de anos de histórias negativas sobre escândalos na Igreja Católica, e da imagem deturpada do Papa como um ‘panzer-cardeal’ lutando contra os não-ortodoxos, os americanos têm uma sensível e equilibrada visão de Bento XVI e da Igreja Católica. E eles estão muito abertos para ouvir seus pontos de vista sobre temas como a vivência da fé no cotidiano"...

Fonte: Zenit

NOTA Minuto Profético: Sinal dos tempos... O outrora baluarte da liberdade está sendo hipnotizado pelo "canto da sereia", e deixando-se influenciar pelo maior inimigo da liberdade existente no mundo: a Santa Sé.

sexta-feira, 4 de abril de 2008

Blair reivindica papel da religião na solução de problemas mundiais

Londres, 04 abr (RV) - O ex-primeiro-ministro britânico Tony Blair, atual enviado especial do Quarteto de Madri para o Oriente Médio, reivindicou ontem o papel da religião na solução dos problemas mundiais.

Em discurso pronunciado na catedral de Westminster diante de 1.600 pessoas, Blair afirmou que, no mundo globalizado, a religião resulta "especialmente importante", pois poderia "despertar a consciência do mundo" e ajudar a alcançar os Objetivos do Milênio da ONU contra a pobreza e a fome. Todavia, Blair recordou que a fé pode ser uma força de progresso somente se evitar "o extremismo e a tendência à exclusão".

O líder trabalhista, que se converteu ao catolicismo depois de abandonar o poder em 2007, reconheceu que a política e a religião não podem separar-se: "Se você é uma pessoa cuja fé é um ponto central em sua vida, é difícil que esta não afete a política".

Blair adiantou que a "Fundação da Fé", por ele idealizada e cujo lançamento está previsto para este ano, vai promover a religião como algo "dinâmico, moderno e repleto de relevância atual".
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Fonte - Radio Vaticano

Nota DDP:
Blair, o homem da parceria com os EUA na guerra contra o terror. Blair, o neo converso católico.
Não há muito o que se comentar.

Novas declarações acerca de JPII

O processo de elevação de JPII ao status divino parece não ter fim. Observe-se as novas declarações de seu ex-secretário:

Depois, com profunda emoção, o purpurado estabeleceu um diálogo com seu pai espiritual, João Paulo II: «Teu serviço à Igreja continua, ainda que de outro modo. Pensamos em teu ensinamento, no exemplo da tua vida, que continua falando às nossas consciências».
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«Desde a janela da casa do Pai se vê melhor – concluiu, citando uma famosa frase pronunciada pelo cardeal Joseph Ratzinger em seu funeral. Portanto, te pedimos que veles pelos jovens de hoje, por suas aspirações, esperanças, preocupações. João Paulo II, Santo Padre, obrigado por tudo.»

Fonte - Zenit

Estabeleceu um diálogo? Tornou-se onipresente? Intercede também?

Sabe-se que foi inaugurado por BXVI o Congresso Mundial da Misericórdia Divina. O discurso que se segue divaga entre os atributos de Deus e a capacidade de JPII em manifestá-los de uma forma que mais uma vez nos remete às questões levantadas em "O terceiro aniversário da morte do Papa JPII". Fica no ar a utilização do Papa falecido como um trunfo, um sinal:

Ele "refletiu, à luz destas mensagens, durante toda a vida, no imensurável mistério da Divina Misericórdia. Este mistério plasmou sua obra como sacerdote, bispo e Papa; e tocou, através de sua pessoa, um número infinito de homens no mundo inteiro. Era realmente um testemunho único da misericórdia", disse o Cardeal.

Deste modo evidenciou como "o caminho terreno" de João Paulo II terminou no "Domingo da Misericórdia, festa que ele mesmo tinha introduzido no jubileu de 2000" canonizando a Irmã María Faustina Kowalska.

"É difícil, quase impossível, não apreciar nesta coincidência um 'sinal do Céu'. Não pôs Deus mesmo sua assinatura sob todo um programa de vida, que o Papa João Paulo II há repetidamente caracterizado, de modo inteiramente explícito, como sua missão?", destacou.

Fonte - ACI

Não se pode compreender João Paulo II sem compreender o que significa a Divina Misericórdia, coincidiram dois cardeais na tarde desta quarta-feira, 3º aniversário de seu falecimento.
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A Misericórdia, explicou no congresso celebrado na Basílica de São João de Latrão o cardeal Ruini, «não é um amor qualquer, mas gratuito, generoso», manifestado «no Filho encarnado, morto e ressuscitado por nós e pela nossa salvação».

Fonte - Zenit

Ora a misericórdia Divina é incompreensível. Esta questão faz-me lembrar do diálogo de Cristo com o jovem rico, ao chamá-lo de "bom Mestre": Por que me chamas bom? Não há bom senão um só, que é Deus. (Mt 19:17)

Querer compreender a misericórdia Divina por si só já é uma tarefa impossível, querer transferí-la para o âmbito da vida do Papa falecido é algo ainda mais complicado. O que fica deste emaranhado de idéias continua sendo a impressão de que se quer alçar JPII a um patamar que não lhe pertence. Neste ponto entendo relevante algumas conclusões levadas a efeito no estudo que postei aqui sobre a Revelação da Marca da Besta:

• Um ser oculto que se declararia igual a Elohim
• A crença nele se alastrará por toda a terra
• Diz ser semelhante a YHWH
• Promete ser fonte de água viva (imitando ao Mashiach)
• É o centro da adoração de seus seguidores
• O centro de adoração (e principal templo) de seu reino está em Bavel (Roma)

Os jesuitas e o aquecimento global


Ecología: Ha llegado el momento
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Pienso que a los jesuitas el tema siempre nos ha interesado, pero ahora pensamos que ha llegado el momento de un movimiento más explícito que considere el medio ambiente como algo que compartimos y que por consiguiente debemos proteger, juntos.”

Al preguntarle sobre los diversos enfoques relativos al tema del medio ambiente en el norte y en el sur, el padre Magadia reflexiona: “Quizás hay diferencias, pero pienso que el espíritu es el mismo y tiene que ver con buscar caminos e medios para preservar la Madre Tierra, respetarla, encontrar caminos y medios para responder de manera que el futuro sea mejor salvaguardado.”
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Un ejemplo de cómo abordar los problemas medio-ambientales a nivel global es la defensa y el apoyo legal.
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Fonte - Congregação Geral

[Colaboração - Hiscael Moreno]

Pensata

Pesquisando sobre algum fato relevante em relação ao primeiro aniversário de morte do Papa JPII, uma vez que à época este espaço não existia, deparei-me com a seguinte questão:

Uma vida "orientada completamente a Cristo por meio de Maria", acrescentou, após lembrar o lema do Pontificado de João Paulo II, "Totus Tuus" ("Todo Teu"), com o qual quis mostrar seu amor pela Virgem.

Fonte - UOL

O Papa assinalou que as palavras do Evangelho da missa de hoje "Não tenham medo", que dirige o anjo da ressurreição às mulheres no sepulcro vazio, "converteram-se em uma espécie de lema nos lábios do Papa João Paulo II do início solene de seu ministério petrino".

Fonte - ACI

Afinal, qual seria o lema de JPII? Se houve uma mudança, qual o motivo?

A Bíblia, 365 vezes, contém a expressão “Não temais”, uma para cada dia do ano, precisamente para que os salvos não tenham medo, não se deixem abalar, mas desfrutem da paz de Deus.

Fonte - EBD

A visita do Papa BVXI nos EUA

A embaixatriz americana no Vaticano, o qual já consideramos aqui por ocasião de seu recente empossamento no cargo, voltou a se manifestar sobre o Papa BXVI, agora considerando a visita que o mesmo fará este mês nos EUA. A notícia é de 14 de Março de 2.008.

Ela começa afirmando que espera que o evento seja provocante do ponto de vista intelectual para para católicos, não-católicos e representantes internacionais. Diz que os americanos que se dispuserem a ouvir o que o Papa tem a dizer perceberão nele "um intelectual de classe internacional que pode falar em termos simples, claros e acessíveis".

É esperado que o Papa fale de questões sociais, mas especialmente sobre a consciência e os valores que sustentam a igreja e a vida em sociedade, de aspectos morais portanto. A própria embaixatriz está coordenando quatro eventos onde o Papa falará sobre direitos humanos.

Glendon disse ainda que o Papa está indo para os Estados Unidos, principalmente como um pastor que "quer falar com profunda preocupação ao seu rebanho". Ela observou que os Estados Unidos têm uma das maiores populações católicas do mundo - um fato que é muitas vezes esquecido.

Prossegue afirmando que o Papa sempre atingiu pessoas de outras religiões e outras sem qualquer fé, de modo que a visita, sem dúvida têm uma ressonância que vai além da Igreja Católica. "Deixe-me ser bem clara. Penso que o tipo de coisas que ele diz exigem uma atenção especial", disse.

Por fim, em relação ao encontro Bush/BXVI, descreveu-o como uma conversa sem interrupção entre dois líderes mundiais que compartilham uma "estreita correspondência de interesses".

Fonte - Catolic News Service

Enfim somado às outras afirmativas aqui também já consideradas, "Os EUA estão 'ansiosos para trabalhar em parceria com a Santa Sé para melhorar a vida de todas as pessoas do mundo'..." e "A nova Embaixadora insistiu em que as relações entre a Santa Sé e os EUA são fundamentais 'na busca da liberdade, da justiça, da paz e da dignidade humana em todo o mundo'", temos que nos próximos dias não faltará assunto de interesse profético.

Aliás, é notório que o Papa BXVI comemorará seu aniversário de 81 anos em solo americano, mas tem outro pormenor neste contexto. Ele também o fará em relação ao seu pontificado, que completará três anos neste período.

Ted Turner: Somos muitos, é por isso que temos o "aquecimento global"


O bilionário fundador da CNN e extremista ambiental Ted Turner revelou em longa entrevista à PBS qual é o real objetivo do alarde em torno do aquecimento global: Controle Populacional.

Ted deixou claro que nas grandes preocupações mundiais, ao lado do desarmamento nuclear está a questão da mudança climática, segundo o qual, ele entende seja potencializada pelo aumento da população mundial, o que o motiva pregar pela "estabilização" da mesma.

O modelo de controle populacional chinês é alvo de elogios de Turner, sendo que no último ano a China apresentou dados indicativos de que a política de apenas um filho (criticada por embarcar o aborto e a esterelização forçada) apontou para a diminuição na emissão de gases do efeito estufa. O próprio protocolo de Kioto já mantinha em seus termos princípios ligados ao despovoamento [Não é de se admirar que no mundo todo estejam sendo forçadas legislações pró-aborto].

Turner e seus parceiros extremistas tem pregado o "ambientalismo religioso" calcado nos efeitos catastróficos do que pode ocorrer se não se controlar o crescimento populacional. Profetizou o fim da civilização, inclusive recorrendo à figura do canibalismo como alternativa de alimentação caso não se dê atenção às questões ambientais.

O Presidente checo Vaclav Klaus em reação a este tipo de posicionamento, disse que "o ambientalismo é um caminho para introduzir novas formas de estatismo, novas formas de controle do pensamento humano por imposição".

Fonte - LifeSiteNews

Enfim, como se vê, a questão do aquecimento global é tudo menos uma preocupação lídima com as pessoas, mas uma ferramenta útil para controlá-las, impor condutas e manter as regalias das castas priviligiadas da população mundial, esta última cada vez mais tratada como uma acéfala aldeia global.

"Meu povo perece por falta de conhecimento" Os 4:6

Rússia teria sistema para escuta de satélites

É o que sugere a identificação de instalações com grandes antenas e aparato militar no único ponto em território russo (além do exclave de Kaliningrado) que alcança o sinal de um dos mais importantes satélites do sistema Inmarsat.

Trata-se do Inmarsat 4-F2, que cobre a área conhecida como Atlantic Ocean Region West. Este satélite transporta um grande volume de dados, tanto públicos quanto privados, e alguns deles secretos.

A Economist ressalta que estas instalações não estão registradas em nenhuma seção comercial russa. A revista ressalta ainda que tudo foi construído recentemente, pois um colunista da revista visitou a área em 2002, e não havia nada por lá.

Fonte - Opinião e Notícia

quinta-feira, 3 de abril de 2008

O terceiro aniversário da morte do Papa JPII


As realidades que envolvem o pós morte do Papa JPII se revelam, no mínimo, interessantes.

Começa pelo fato de, "atendendo" aos apelos do "santo subito" entoado pelos fiéis à época de sua morte, a ICAR ter passado por cima de seus próprios procedimentos e, revertendo a tendência de esperar-se cinco anos da morte para iniciar-se o processo de beatificação, já encontrar-se no final do terceiro ano do ocorrido com o processo em vias de finalização.

No segundo ano de aniversário de sua morte, tivemos a "Foto mostra silhueta de João Paulo II em fogueira", onde segundo se noticiou à época, fiéis que faziam um vigília em memória do Papa falecido, próximo à sua cidade natal, viram sua silhueta em uma fogueira em posição de benção, o que motivou a afirmativa por parte do Cardeal Stanislaw Dziwisz, que o Papa "fez muitas peregrinações durante a vida e também as está realizando durante a morte". Um flerte absolutamente aberto com o espiritismo.

Aproximando-se a data do terceiro aniversário, o mais movimentado até agora, apareceu-se com a notícia, aparentemente desconexa, "Desmentido projeto de trasladar túmulo de João Paulo II". Uma negativa estranha, porque em realidade ao final acaba dizendo que não se tratará do assunto antes da beatificação de JPII, o que nos induz a concluir que, após a beatificação, o traslado seja uma idéia já semeada. Quais as surpresas que reservam esta empreitada?

Na data do aniversário manifestações absolutamente estranhas do Papa BXVI sobre o seu antecessor.

Primeiramente promoveu um exercício retórico acerca da magnitude do evento que catalizou ao máximo seu falecimento, "a Basílica do Vaticano e esta Praça foram, verdadeiramente, o coração do mundo", o fez também em relação a virtude e aceitação do mesmo em âmbito global, "supremo testemunho da estima e do afecto que ele [JPII] conquistara no espírito de tantos crentes e de pessoas de todas as partes da terra".

Não satisfeito, saiu-se com duas afirmativas, no mínimo, interpretativas, para não dizer dúbias:

- “Entre as muitas qualidades humanas e sobrenaturais, (João Paulo II) tinha, de facto, também uma excepcional sensibilidade espiritual e mística. "
- “o seu pontificado, no seu conjunto e em muitos momentos específicos, surge-nos de facto como um sinal e um testemunho da Ressurreição de Cristo

Este espaço se reservou o direito de não especular sobre estas afirmativas, mas analisando o contexto em que o Papa BXVI abordou tais questões, como tratado pelo Minuto Profético, tudo ficou muito claro:

- "Para ele, a Santa Missa era o centro do seu dia e de toda a sua existência". A realidade "viva e santa" da Eucaristia lhe dava a energia espiritual para guiar o Povo de Deus no caminho da santidade.
- "JPII faleceu na vigília do II Domingo da Páscoa, na conclusão do 'dia que o Senhor fez'. Sua agonia se deu naquele dia, naquele espaço de tempo novo, no oitavo dia, desejado pela Santíssima Trindade, mediante a obra do Verbo Encarnado, morto e ressuscitado."

Permito-me transcrever as conclusões do Pr. Santeli, extremamente apropriadas para esta questão, "Bento XVI claramente fez a ligação entre o papado de JPII, a ressurreição de Cristo e o descanso dominical."

Mas isso tudo não acaba aqui. Sim, porque as invocações de termos como "sobrenaturais" e "místicos" invocados pelo Papa em sua homilia, deitando o pontificado de JPII ao lado da ressurreição de Cristo não nos parece uma afirmação sem qualquer anelo subjacente. Mais uma vez abro espaço para as palavras do Pr. Santeli: "Não ficaria surpreso caso JPII venha "aparecer" na crise final afirmando perigosas heresias como, por exemplo, a mudança do sábado para o domingo."

Tendo o cuidado necessário para não tornar essa eventual possibilidade maior do que ela realmente possa ser, mais uma vez reitero que todos estes fatos me trazem à cabeça aquela tão controversa "Teoria dos Sete Reis", há pouco tratada neste espaço em Vaticano diz que "não se perderá tempo" para beatificar João Paulo II e também naquele post da "silhueta na fogueira".

Para finalizar, o mesmo Cardeal Stanislaw Dziwisz, por ocasião de mais uma vigília realizado na mesma hora da morte do Papa polaco, saiu-se mais uma vez com declarações singulares: “Depois de três anos, tu ainda não nos deixaste”.
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Enfim, aparentemente, só falta um sinal, e ele parece estar a caminho.

E vi uma das suas cabeças como ferida de morte, e a sua chaga mortal foi curada; e toda a terra se maravilhou após a besta. Apocalipse 13:3
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"Satanás é um astuto inimigo. E não é difícil para os anjos maus representar tanto os santos como os pecadores que morreram, e tornar essas representações visíveis aos olhos humanos. Essas manifestações serão mais freqüentes e aparecerão desenvolvimentos de caráter mais sensacional à medida que nos aproximarmos do fim do tempo. Review and Herald, 1º de abril de 1875. (Evangelismo - Ellen G. White - Pág. 604)

O papa andarilho

Hoje [2], dia em que se recorda o terceiro aniversário da morte de JPII, o papa Bento XVI celebrou uma missa no patamar da Basílica de São Pedro, para cerca de 50 mil fiéis. Em sua homilia, o Santo Padre recordou aquela memorável noite, que ficou impressa na memória da Igreja e do mundo...

"Para ele, a Santa Missa era o centro do seu dia e de toda a sua existência", lembrou Bento XVI. A realidade "viva e santa" da Eucaristia lhe dava a energia espiritual para guiar o Povo de Deus no caminho da santidade. O Bispo de Roma acrescentou: "JPII faleceu na vigília do II Domingo da Páscoa, na conclusão do 'dia que o Senhor fez'. Sua agonia se deu naquele dia, naquele espaço de tempo novo, no oitavo dia, desejado pela Santíssima Trindade, mediante a obra do Verbo Encarnado, morto e ressuscitado. JPII deu várias vezes prova de estar, de certa forma, imerso nesta dimensão espiritual, sobretudo no cumprimento de sua missão terrena". Bento XVI continuou a homilia afirmando que o pontificado de papa Wojtyla, em seu conjunto e em certos momentos específicos, parece um sinal e um testemunho da Ressurreição de Cristo...

Fonte: Rádio Vaticano

NOTA: Bento XVI claramente fez a ligação entre o papado de JPII, a ressurreição de Cristo e o descanso dominical. Não ficaria surpreso caso JPII venha "aparecer" na crise final afirmando perigosas heresias como, por exemplo, a mudança do sábado para o domingo: "Muitos serão defrontados por espíritos de demônios personificando parentes ou amigos queridos, e declarando as mais perigosas heresias". O Grande Conflito, p. 560. Não há nenhum texto bíblico que faça a ligação teológica entre a ressurreição de Cristo e o descanso dominical. Pelo contrário, há menção explícita de que o memorial da ressurreição de Cristo é o batismo por imersão (Rm 6:4, 5) - doutrina que a Igreja Católica não ensina, muito menos pratica.

Sem dúvida, JPII foi o papa que acelerou o processo de influência política de Roma sobre as demais nações do planeta, inclusive sobre os EUA. Utilizando-se também de seu preparo como ator, soube vender muito bem a idéia de uma Igreja Católica inofensiva e arrependida de erros passados. Porém, não se deixe enganar, "Roma jacta-se de que nunca muda". Ibidem, p. 581.

"Faz parte de sua política assumir o caráter que melhor cumpra o seu propósito; mas sob a aparência variável do camaleão, oculta o invariável veneno da serpente". Ibidem, p. 571. Outro fator que certamente contribuiu para a ascensão de Roma no cenário político mundial foi as inúmeras viagens internacionais de JPII. As imagens da revista Manchete de 04 de outubro de 1997 falam por si:



"E toda a terra se maravilhou, seguindo a besta" (Ap 13:3).


Fonte - Minuto Profético

A Revelação da Marca da Besta - Final

O estudo aqui trazido, é desafiador. Gosto muito da idéia de um grande amigo que em suas pregações incita os ouvintes com a seguinte afirmativa: "Não tenha preguiça mental!"
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O próprio articulista nos impulsiona a sermos como os bereanos: "que eu sempre costumo mencionar, pois incentivamos muito que tudo o que digamos seja checado à luz das Escrituras."
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Muito mais do que trazer respostas, o estudo traz questionamentos, questionamentos pertinentes e embasados em um estudo aprofundado das Escrituras. Gostaria que o leitor que eventualmente se propuser a aceitar este desafio e jordanear pelas idéias do artigo ora transcrito, o faça em paralelo com as afirmativas constantes de outros estudos já tantas vezes citados neste espaço:
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Compare as conclusões, as características. Os embasamentos bíblicos e históricos que norteiam ambos os estudos. Pessoalmente me parece que partem de diferentes premissas para chegarem na mesmíssima conclusão.
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