Um terremoto com magnitude de 7,2 atingiu as Ilhas Fiji nesta segunda-feira (9), informa o Instituto de Pesquisas Geológicas dos Estados Unidos. Até o momento, não há informações sobre estragos ou vítimas.
De acordo com o instituto, o tremor ocorreu por volta das 22h44 (horário local), 8h22 horário de Brasília, a 585 quilômetros de profundidade.
O epicentro está localizado a 102 quilômetros ao norte da capital de Fiji, Suva e a 2.215 quilômetros ao norte de Auckland, na Nova Zelândia.
Fonte - G1
segunda-feira, 9 de novembro de 2009
Anglicanos decidem integrar igreja católica
Londres, 09 nov (RV) - Um grupo de paróquias da Comunhão Anglicana Tradicional (CAT) votou a favor de integrar-se na Igreja Católica. É a primeira resposta concreta à iniciativa do Vaticano. No último dia 20 de outubro a Santa Sé anunciou a criação de ordinariatos pessoais para acolher grupos de fiéis anglicanos que quisessem entrar em comunhão com a Igreja Católica. Foi anunciada a publicação, em breve, de uma Constituição Apostólica com os detalhes. Todavia, ficou já esclarecido que os anglicanos que aderirem podem manter as suas tradições e a sua liturgia.
O Vaticano enfatizou que esta é uma resposta a vários pedidos feitos por grupos anglicanos ao longo dos últimos anos. Entre estes estaria a CAT, uma comunhão anglicana autônoma, que no mundo todo contabiliza cerca de 400.000 fiéis. Foram precisamente as cerca de 20 paróquias inglesas desta Igreja que agora manifestaram a intenção de aceitar a proposta do Vaticano.
Fonte - Radio Vaticano
Nota DDP: Veja também "Papa e presidente do Cazaquistão falam de diálogo inter-religioso e paz".
O Vaticano enfatizou que esta é uma resposta a vários pedidos feitos por grupos anglicanos ao longo dos últimos anos. Entre estes estaria a CAT, uma comunhão anglicana autônoma, que no mundo todo contabiliza cerca de 400.000 fiéis. Foram precisamente as cerca de 20 paróquias inglesas desta Igreja que agora manifestaram a intenção de aceitar a proposta do Vaticano.
Fonte - Radio Vaticano
Nota DDP: Veja também "Papa e presidente do Cazaquistão falam de diálogo inter-religioso e paz".
Hillary Clinton apela aos europeus para que combatam opressão e extremismos religiosos
Berlim, 09 Nov (Lusa) - A secretária norte-americana de Estado apelou na noite de domingo em Berlim a que os europeus reforcem a cooperação com os Estados Unidos num combate mais intenso à opressão e aos extremismos religiosos."Precisamos de uma parceria mais forte para fazer ruir os muros do Século XXI e para enfrentar os que se escondem por detrás desses muros: os `kamikazes`, os que matam e mutilam as raparigas cujo único desejo é ir à escola", disse Hillary Clinton, numa aparente alusão aos talibãs.
"Em lugar destes novos muros, devemos reforçar a aliança transatlântica enquanto pedra angular de uma arquitectura mundial de cooperação", acrescentou.
Fonte - RTP
Nota DDP: Lei também "Clinton exorta a atuar contra ameaças globais" e "EUA completam 20 anos como única patrulha planetária". Destaques:
"Clinton exortou no domingo os europeus e os americcanos a verem o aniversário da queda do muro de Berlim como um chamado a atuar contra novas ameaças globais.
...
Clinton disse que o duro trabalho que ajudou a colocar fim a Guerra Fria deve ser canalizado para enfrentar novos desafios, incluindo o combate ao extremismo e ao câmbio climático."
Ainda:
"É bom ter no mundo uma grande potência que amorteça os efeitos desestabilizadores em outros pontos do planeta, ainda que por meio de seu poderio militar. O Império Romano, com toda sua brutalidade, conseguiu manter a ordem estabelecida enquanto esteve em seu auge. Quando desabou, a anarquia se espalhou", destacou Henriksen.
Os textos falam por si mesmos. Extremismo religioso, combate à mudança climática, queda de muros, liderança da nação americana nestes contextos e sua comparação a Roma. Aos estudantes da profecia bíblica, é até bastante simples de se perceber para onde este estado de coisas aponta.
Estudos proféticos completos podem ser acessados aqui.
Número de mortos pelo furacão Ida chega a 124 em El Salvador
O número de mortos pelos estragos causados pelo furacão Ida chega a 124 em El Salvador, nesta segunda-feira. Cerca de 60 pessoas estão desaparecidas e 7 mil foram evacuados. Os ventos ganharam força no Caribe, perto da Península de Yucatán, e avançavam em direção ao Golfo do México, informou o Centro de Furacões dos Estados Unidos. O Estado de Louisiana já declarou emergência.
As fortes chuvas remanescentes do furacão provocaram deslizamentos de terra e inundações, em El Salvador. O governo declarou estado de emergência em cinco departamentos do país. Três rios em diferentes áreas transbordaram.
O ministro do Interior salvadorenho, Humberto Centeno, disse que o número de vítimas poderá aumentar, já que os agentes do resgate se dirigiam às regiões mais atingidas pelos deslizamentos de terra e inundações.
Os ventos máximos sustentados do Ida, que alcançou a categoria de furacão na noite do sábado, aumentou para 160 km por hora. O fenômeno atingiu a América Central nesta semana, deixando milhares de desabrigados, e neste domingo estava previsto passar pelo canal de Yucatán, que separa a península de mesmo nome do extremo oeste de Cuba.
Ainda não havia planos para retirar turistas do famoso balneário de Cancún, no estado mexicano de Quintana Too, mas moradores de zonas mais baixas estavam sendo levados a albergues.
O governador do Estado americano de Louisiana, Bobby Jindal, declarou estado de emergência para mobilizar recursos e preparar-se para a chegada do furacão Ida, que está previsto para atingir os Estados Unidos na terça-feira. A Guarda Nacional do Estado está em alerta, com uma atenção especial aos diques e às regiões desprotegidas do litoral.
Fonte - Terra
As fortes chuvas remanescentes do furacão provocaram deslizamentos de terra e inundações, em El Salvador. O governo declarou estado de emergência em cinco departamentos do país. Três rios em diferentes áreas transbordaram.
O ministro do Interior salvadorenho, Humberto Centeno, disse que o número de vítimas poderá aumentar, já que os agentes do resgate se dirigiam às regiões mais atingidas pelos deslizamentos de terra e inundações.
Os ventos máximos sustentados do Ida, que alcançou a categoria de furacão na noite do sábado, aumentou para 160 km por hora. O fenômeno atingiu a América Central nesta semana, deixando milhares de desabrigados, e neste domingo estava previsto passar pelo canal de Yucatán, que separa a península de mesmo nome do extremo oeste de Cuba.
Ainda não havia planos para retirar turistas do famoso balneário de Cancún, no estado mexicano de Quintana Too, mas moradores de zonas mais baixas estavam sendo levados a albergues.
O governador do Estado americano de Louisiana, Bobby Jindal, declarou estado de emergência para mobilizar recursos e preparar-se para a chegada do furacão Ida, que está previsto para atingir os Estados Unidos na terça-feira. A Guarda Nacional do Estado está em alerta, com uma atenção especial aos diques e às regiões desprotegidas do litoral.
Fonte - Terra
Terremoto de 6,7 graus na Indonésia mata 2 e fere 38
Pelo menos duas pessoas morreram, outras 38 ficaram feridas e vários prédios ficaram danificados quando um terremoto de 6,7 graus de magnitude na escala Richter sacudiu o mar da ilha de Sumbawa, na Indonésia, informaram fontes oficiais.O distrito mais afetado foi o de Bima, onde uma ponte caiu e dezenas de moradores fugiram para as montanhas por temor de um tsunami, segundo o chefe do centro de desastres do Ministério da Saúde, Rustam Pakaya.
Duas pessoas morreram na aldeia de Raba Ngodu, que sofreu um blecaute imediato quando ocorreu o tremor, enquanto várias testemunhas disseram que pelo menos uma clínica, quatro colégios e cerca de 50 casas caíram.
O terremoto aconteceu às 3h41 local (17h41 do domingo de Brasília) a 16 quilômetros a noroeste da cidade de Raba, informou o Serviço Geológico dos Estados Unidos.
Seu epicentro foi localizado a 8,32 graus latitude sul e 118,69 graus longitude leste, a 18 km sob o nível do mar e foi sentido pelos turistas na ilha próxima de Lombok.
Apesar da potência, proximidade da costa e pouca profundidade do tremor, as autoridades indonésias não declararam um alerta de tsunami.
Fonte - Terra
sábado, 7 de novembro de 2009
Diplomacia do Vaticano acelera em Novembro
O papa Bento XVI começou uma longa série de encontros internacionais que incluem, no espaço de um mês, dez audiências com chefes de Estado e de Governo. O primeiro a ser recebido no Vaticano foi ontem o Presidente do Casaquistão, Nursultan Nazarbaiev.
A aceleração dos encontros de alto nível tem a ver com o facto de o Papa ter participado em Outubro no sínodo sobre África, que se realizou entre os dias 4 e 25. Na próxima semana, Bento XVI recebe em audiência os primeiros-ministros croata, húngaro, sérvio e checo e, no dia 18, será a vez da líder do Governo do Bangladesh. Seguem-se os chefes de Estado do Suriname, Koweit, Chile e Argentina. As duas últimas, Michelle Bachelet e Cristina Kirchner, chegam juntas ao Vaticano, para comemorarem o 25º aniversário do acordo que pôs fim ao diferendo sobre o canal Beagle.
Fonte - DN Globo
A aceleração dos encontros de alto nível tem a ver com o facto de o Papa ter participado em Outubro no sínodo sobre África, que se realizou entre os dias 4 e 25. Na próxima semana, Bento XVI recebe em audiência os primeiros-ministros croata, húngaro, sérvio e checo e, no dia 18, será a vez da líder do Governo do Bangladesh. Seguem-se os chefes de Estado do Suriname, Koweit, Chile e Argentina. As duas últimas, Michelle Bachelet e Cristina Kirchner, chegam juntas ao Vaticano, para comemorarem o 25º aniversário do acordo que pôs fim ao diferendo sobre o canal Beagle.
Fonte - DN Globo
sexta-feira, 6 de novembro de 2009
Papa convida líderes mundiais para tratar de religião na política
O católico convertido Tony Blair está entre os vários líderes mundiais convidados a participar de uma cúpula de alto nível com o Papa Bento XVI, para discutir o papel da Igreja na política.A cúpula de dois dias será realizada no Vaticano e incluirá outros políticos católicos de todo o mundo, incluindo a chanceler alemã Angela Merkel, o vice-presidente americano Joe Biden, os ministros espanhol Jose Maria Aznar e o italiano Silvio Berlusconi.
Os oficiais da igreja têm trabalhado em silêncio por vários meses na conferência, o qual se chamará "Testemunhas de Cristo na comunidade política".
Os itens a serem discutidos incluem família, direito à vida, raízes cristãs, educação e bioética.
Fontes do Vaticano disseram que o Papa BXVI está ficando "cada vez mais preocupado" sobre como os valores cristãos estão sendo corroídos em virtude dos vários governos mundiais introduzirem legislações contrárias à doutrina católica.
Fonte - Daily Mail
"Como folhas de outono..." 17
Série de palestras conduzidas pelo Dr. Sang Lee, que conheceu a Mensagem de Saúde revelada pelo Senhor com um de seus pacientes. Impressionado com os escritos de Ellen G. White, que contando mais de 100 anos de existência, versava sobre descobertas que a ciência estava recém comprovando, o Dr. Sang Lee colocou as instruções de saúde do Espírio de Profecia à prova, com resultados tremendos. Hoje ele é adventista, faz palestras sobre saúde em vários países, e com os princípios de saúde dados por Deus a Ellen G. White, tem curado pessoas com diversas enfermidades, incluindo diabetes e câncer.Presidente da Korean Newstart Program e professor do Instituto Weimar da Califórnia, o Dr. Lee traz nestas palestras singulares informações sobre saúde.
1) - Gratidao, endorfinas e exercicios - Vesícula e diabetes
2) - Câncer e depressão - Cafeína, adoçante e água
3) - Câncer e gens - Diabetes e insulina
4) - Amor, perdão e doencas auto imunes
5) - Descanso e restauracao - Parte 1
6) - Descanso e restauracao - Parte 2
Espero que seja útil aos irmãos. Não se esqueçam de duplicar, "como folhas de outono", atendendo o "ide" do Mestre. E descansem no Senhor. Feliz Sábado.
Soli Deo Gloria
"Disseminai-os como as folhas no outono. Esse trabalho deverá continuar sem estorvo de pessoa alguma. Almas perecem sem Cristo. Sejam elas advertidas de Seu breve aparecimento nas nuvens do céu." (Testemunhos Seletos V3 - Pág. 235)
FAQ
[Extraído de Sermões Online]
Outras programações "Como folhas de Outono...", aqui.
Liberdade Religiosa – “Até quando?” - III
II - PARA DEUS (2ª Parte)
Muito se tem ouvido falar - notamente em nosso tempo - onde há uma explosão de vertentes ideológicas, sobre a liberdade de crença.
Como visto em considerações anteriores, ao passo em que para os homens a liberdade religiosa se estabeleça no direito de crer ou deixar de crer nas formas e condições que melhor convierem ao homem, para Deus há livre arbítrio para escolher ou não seguí-Lo, uma vez que inexiste “liberdade religiosa” que permita se escolher o caminho para a eternidade.
Da observação destas duas vertentes, encontramos o direcionamento que deve nortear o caminho do Adventista do Sétimo Dia, tanto na forma de se adequar às leis temporais, quanto no empreender a missão que Deus confiou ao povo dos últimos dias:
"A questão da liberdade religiosa é muito importante, e deve ser tratada com grande sabedoria e discrição. A menos que isso se faça, há o perigo de pelo nosso próprio procedimento trazermos sobre nós mesmos uma crise, antes de para ela estarmos preparados. O peso de nossa mensagem deve ser: "Os mandamentos de Deus e a fé em Jesus." Apoc. 14:12. Devem nossos irmãos ser aconselhados a agir de maneira que não desperte e provoque as autoridades constituídas, de modo que façam mudanças capazes de limitar a obra, e nos impedir de proclamar a mensagem em diferentes localidades. Precisamos mais da atuação do Infinito, e muito menos confiança nos instrumentos humanos." (Testemunhos para Ministros e Obreiros Evangélicos, p. 219/220)
A liberdade religiosa tal como entendida pela orientação profética, é o meio necessário para que a mensagem de Deus continue sendo pregada até que venha o fim. Não portanto para resolver nossas pequenas causas temporais, não portanto para conceder-nos qualquer tipo de conforto nos sistemas deste mundo, mas para que a verdadeira liberdade, Cristo, seja apresentado para um mundo a perecer.
O direito a ser defendido portanto, a todo custo, é o de poder continuar pregando a verdade. Tal verdade é imprescindível para que todo o aparato de comunicação do Evangelho possa ser implementado e esteja disponível para a operação do Espírito, levando-o até os confins desta Terra, para que o fim venha, segundo vaticinado pelas próprias Escrituras:
"E este evangelho do reino será pregado em todo o mundo, em testemunho a todas as nações, e então virá o fim" (Mt.24:14)
Pregar o Reino Eterno, não construir um “reino”. Este é o chamado de Deus para os Adventistas do Sétimo Dia e para todo o sincero adorador do Senhor. Em não se observando esta tão simples diretiva, haveremos de nos deparar com uma dura realidade que nos aguarda:
"O trabalho que a igreja tem deixado de fazer em tempo de paz e prosperidade, terá de realizar em terrível crise, sob as circunstâncias mais desanimadoras, proibitivas." (Testemunhos Seletos, vol. 2, p. 164)
A nossa “resistência” deve ser empreendida de tal forma que não nos misturemos a suplicar ao poder temporal aquilo somente Deus pode nos conceder. As “armas” dos Filhos de Deus não estão nas casas legislativas, onde somos orientados a não buscar a solução de nossas necessidades:
"Toda lei civil tem o poder da espada sobre si. É seu direito fazer vigorar a lei, então, é seu direito executá-la. Ao negar à Igreja o poder da espada, Jesus, portanto, proibiu-a de pedir ao estado leis que forcem as crenças religiosas e a sua observação. (Liberdade Religiosa, p. 5)
As “armas” dos Filhos de Deus se constituem da oração intercessórias, pregação do Evangelho e amor sacrifical pelos irmãos. Estes componentes abrirão as Portas do Céu em nosso favor.
Não por outro motivo, Jesus fixou:
"O meu reino não é deste mundo; se o meu reino fosse deste mundo, pelejariam os meus servos, para que eu não fosse entregue aos judeus;
mas agora o meu reino não é daqui." (Jo 18:36)
Se teremos um tempo de “terrível crise”, para se completar o que estamos deixando de fazer em “tempo de prosperidade”, onde estaríamos no relógio profético para que esta realidade venha a se consumar? O tempo e a hora é certo que ninguém sabe, mas podemos “observar a figueira” e perceber o que mundo vem preparando para estes dias? É o que veremos na parte final destas linhas.
Parte 1
Parte 2
Parte 4
Muito se tem ouvido falar - notamente em nosso tempo - onde há uma explosão de vertentes ideológicas, sobre a liberdade de crença.
Como visto em considerações anteriores, ao passo em que para os homens a liberdade religiosa se estabeleça no direito de crer ou deixar de crer nas formas e condições que melhor convierem ao homem, para Deus há livre arbítrio para escolher ou não seguí-Lo, uma vez que inexiste “liberdade religiosa” que permita se escolher o caminho para a eternidade.
Da observação destas duas vertentes, encontramos o direcionamento que deve nortear o caminho do Adventista do Sétimo Dia, tanto na forma de se adequar às leis temporais, quanto no empreender a missão que Deus confiou ao povo dos últimos dias:
"A questão da liberdade religiosa é muito importante, e deve ser tratada com grande sabedoria e discrição. A menos que isso se faça, há o perigo de pelo nosso próprio procedimento trazermos sobre nós mesmos uma crise, antes de para ela estarmos preparados. O peso de nossa mensagem deve ser: "Os mandamentos de Deus e a fé em Jesus." Apoc. 14:12. Devem nossos irmãos ser aconselhados a agir de maneira que não desperte e provoque as autoridades constituídas, de modo que façam mudanças capazes de limitar a obra, e nos impedir de proclamar a mensagem em diferentes localidades. Precisamos mais da atuação do Infinito, e muito menos confiança nos instrumentos humanos." (Testemunhos para Ministros e Obreiros Evangélicos, p. 219/220)
A liberdade religiosa tal como entendida pela orientação profética, é o meio necessário para que a mensagem de Deus continue sendo pregada até que venha o fim. Não portanto para resolver nossas pequenas causas temporais, não portanto para conceder-nos qualquer tipo de conforto nos sistemas deste mundo, mas para que a verdadeira liberdade, Cristo, seja apresentado para um mundo a perecer.
O direito a ser defendido portanto, a todo custo, é o de poder continuar pregando a verdade. Tal verdade é imprescindível para que todo o aparato de comunicação do Evangelho possa ser implementado e esteja disponível para a operação do Espírito, levando-o até os confins desta Terra, para que o fim venha, segundo vaticinado pelas próprias Escrituras:
"E este evangelho do reino será pregado em todo o mundo, em testemunho a todas as nações, e então virá o fim" (Mt.24:14)
Pregar o Reino Eterno, não construir um “reino”. Este é o chamado de Deus para os Adventistas do Sétimo Dia e para todo o sincero adorador do Senhor. Em não se observando esta tão simples diretiva, haveremos de nos deparar com uma dura realidade que nos aguarda:
"O trabalho que a igreja tem deixado de fazer em tempo de paz e prosperidade, terá de realizar em terrível crise, sob as circunstâncias mais desanimadoras, proibitivas." (Testemunhos Seletos, vol. 2, p. 164)
A nossa “resistência” deve ser empreendida de tal forma que não nos misturemos a suplicar ao poder temporal aquilo somente Deus pode nos conceder. As “armas” dos Filhos de Deus não estão nas casas legislativas, onde somos orientados a não buscar a solução de nossas necessidades:
"Toda lei civil tem o poder da espada sobre si. É seu direito fazer vigorar a lei, então, é seu direito executá-la. Ao negar à Igreja o poder da espada, Jesus, portanto, proibiu-a de pedir ao estado leis que forcem as crenças religiosas e a sua observação. (Liberdade Religiosa, p. 5)
As “armas” dos Filhos de Deus se constituem da oração intercessórias, pregação do Evangelho e amor sacrifical pelos irmãos. Estes componentes abrirão as Portas do Céu em nosso favor.
Não por outro motivo, Jesus fixou:
"O meu reino não é deste mundo; se o meu reino fosse deste mundo, pelejariam os meus servos, para que eu não fosse entregue aos judeus;
mas agora o meu reino não é daqui." (Jo 18:36)
Se teremos um tempo de “terrível crise”, para se completar o que estamos deixando de fazer em “tempo de prosperidade”, onde estaríamos no relógio profético para que esta realidade venha a se consumar? O tempo e a hora é certo que ninguém sabe, mas podemos “observar a figueira” e perceber o que mundo vem preparando para estes dias? É o que veremos na parte final destas linhas.
Parte 1
Parte 2
Parte 4
quinta-feira, 5 de novembro de 2009
Liberdade Religiosa – “Até quando?” - II
II - PARA DEUS (1ª Parte)
Em relação a Deus, a Liberdade Religiosa se estabelece em uma de duas possibilidades: confessá-Lo ou negá-Lo. Como seres criados à imagem e semelhança do próprio Criador e, neste contexto moralmente livres, o Senhor nos conferiu a dádiva do livre arbítrio:
“E ordenou o SENHOR Deus ao homem, dizendo: De toda a árvore do jardim comerás livremente, mas da árvore do conhecimento do bem e do mal, dela não comerás; porque no dia em que dela comeres, certamente morrerás.” (Gn 2:16-17)
Isso não quer dizer que Deus permite que escolhamos entre Ele e “outros deuses”, até pela inexistência destes últimos, mas que nos é disponibilizada a prerrogativa de aceitá-Lo ou rejeitá-Lo, ativa ou passivamente, sendo Ele próprio o responsável pela iniciativa deste convite ao relacionamento:
“Eis que estou à porta, e bato; se alguém ouvir a minha voz, e abrir a porta,
entrarei em sua casa, e com ele cearei, e ele comigo.” (Ap 3:20)
Ao ser humano criado e caído, longe do convívio do Seu Criador pela existência do pecado e destinado à morte, é realizado o maravilhoso convite de abrir as portas de sua existência para a salvação que lhe concede vida. Mais uma vez, assim como em relação aos dotes conferidos pela criação, a liberdade de aceitar o convite para a vida eterna continua nos domínios do homem.
Mas existe outro caminho viável para o homem, que não a abertura da porta? Vejamos mais uma vez o que dizem as Escrituras:
“Disse-lhe Jesus: Eu sou o caminho, e a verdade e a vida;ninguém vem ao Pai, senão por mim.” (Jo 14:6)
Deus portanto concede ao homem livre arbítrio para escolher entre a vida e a morte, mas em última instância, o Senhor não nos concedeu liberdade religiosa, uma vez que somente há “o” caminho, “a” verdade e “a” vida. O uso do artigo definido é simplesmente inequívoco. Não há outro meio, não há outra possibilidade e não há outra alternativa.
Jesus é a única opção para que possamos nos reconectar ao Doador da vida e, através do Seu conhecimento, ter a verdadeira liberdade:
“E conhecereis a verdade, e a verdade vos libertará.” (Jo 8:32)
O exercício de abertura da porta ao Doador da vida, leva o ser humano ao único conhecimento que realmente lhe traz liberdade. E esse conhecimento se resume no nome de uma pessoa: Jesus.
Temos apenas uma de duas opções: Vida ou morte. Tal condição não se estabelece por qualquer tipo de arbitrariedade por parte do Senhor Deus, mas decorre da impossibilidade do Eterno negar-se a Si mesmo.
O Senhor é a própria vida e na sua condição de Criador e Mantenedor de todas as coisas, impossível se faz que possamos viver sem aceitar o convite de estarmos em comunhão com Ele:
“Os céus e a terra tomo hoje por testemunhas contra vós, de que te tenhoproposto a vida e a morte, a bênção e a maldição; escolhe pois a vida, para que vivas, tu e a tua descendência” (Dt 30:19)
Escolhe pois a vida, diz o Senhor.
Não é um convite simples da parte de Deus. A manutenção desta possibilidade custou a vida do Senhor Jesus na cruz do Calvário, custou o abandono temporário de Seu Trono de Glória para vir sofrer na mão do pecador, mas é a maior prova de Sua infinita Misericórdia e maravilhosa Graça.
Não é uma escolha fácil por parte do pecador. Aceitar o convite à salvação implica automaticamente na renúncia do eu, no abandono das práticas comuns ao mundo subjugado pelo mal, mas implica no recebimento da maior dádiva que o infinito poderia nos conceder, a vida Eterna.
O que vem então a seguir?
No próximo texto poderemos ver o propósito de Deus em nos conceder liberdade em Cristo e, principalmente, quais são as orientações do Senhor acerca do que seja, além do para que serve, a chamada liberdade religiosa.
Parte 1
Parte 3
Parte 4
Em relação a Deus, a Liberdade Religiosa se estabelece em uma de duas possibilidades: confessá-Lo ou negá-Lo. Como seres criados à imagem e semelhança do próprio Criador e, neste contexto moralmente livres, o Senhor nos conferiu a dádiva do livre arbítrio:
“E ordenou o SENHOR Deus ao homem, dizendo: De toda a árvore do jardim comerás livremente, mas da árvore do conhecimento do bem e do mal, dela não comerás; porque no dia em que dela comeres, certamente morrerás.” (Gn 2:16-17)
Isso não quer dizer que Deus permite que escolhamos entre Ele e “outros deuses”, até pela inexistência destes últimos, mas que nos é disponibilizada a prerrogativa de aceitá-Lo ou rejeitá-Lo, ativa ou passivamente, sendo Ele próprio o responsável pela iniciativa deste convite ao relacionamento:
“Eis que estou à porta, e bato; se alguém ouvir a minha voz, e abrir a porta,
entrarei em sua casa, e com ele cearei, e ele comigo.” (Ap 3:20)
Ao ser humano criado e caído, longe do convívio do Seu Criador pela existência do pecado e destinado à morte, é realizado o maravilhoso convite de abrir as portas de sua existência para a salvação que lhe concede vida. Mais uma vez, assim como em relação aos dotes conferidos pela criação, a liberdade de aceitar o convite para a vida eterna continua nos domínios do homem.
Mas existe outro caminho viável para o homem, que não a abertura da porta? Vejamos mais uma vez o que dizem as Escrituras:
“Disse-lhe Jesus: Eu sou o caminho, e a verdade e a vida;ninguém vem ao Pai, senão por mim.” (Jo 14:6)
Deus portanto concede ao homem livre arbítrio para escolher entre a vida e a morte, mas em última instância, o Senhor não nos concedeu liberdade religiosa, uma vez que somente há “o” caminho, “a” verdade e “a” vida. O uso do artigo definido é simplesmente inequívoco. Não há outro meio, não há outra possibilidade e não há outra alternativa.
Jesus é a única opção para que possamos nos reconectar ao Doador da vida e, através do Seu conhecimento, ter a verdadeira liberdade:
“E conhecereis a verdade, e a verdade vos libertará.” (Jo 8:32)
O exercício de abertura da porta ao Doador da vida, leva o ser humano ao único conhecimento que realmente lhe traz liberdade. E esse conhecimento se resume no nome de uma pessoa: Jesus.
Temos apenas uma de duas opções: Vida ou morte. Tal condição não se estabelece por qualquer tipo de arbitrariedade por parte do Senhor Deus, mas decorre da impossibilidade do Eterno negar-se a Si mesmo.
O Senhor é a própria vida e na sua condição de Criador e Mantenedor de todas as coisas, impossível se faz que possamos viver sem aceitar o convite de estarmos em comunhão com Ele:
“Os céus e a terra tomo hoje por testemunhas contra vós, de que te tenhoproposto a vida e a morte, a bênção e a maldição; escolhe pois a vida, para que vivas, tu e a tua descendência” (Dt 30:19)
Escolhe pois a vida, diz o Senhor.
Não é um convite simples da parte de Deus. A manutenção desta possibilidade custou a vida do Senhor Jesus na cruz do Calvário, custou o abandono temporário de Seu Trono de Glória para vir sofrer na mão do pecador, mas é a maior prova de Sua infinita Misericórdia e maravilhosa Graça.
Não é uma escolha fácil por parte do pecador. Aceitar o convite à salvação implica automaticamente na renúncia do eu, no abandono das práticas comuns ao mundo subjugado pelo mal, mas implica no recebimento da maior dádiva que o infinito poderia nos conceder, a vida Eterna.
O que vem então a seguir?
No próximo texto poderemos ver o propósito de Deus em nos conceder liberdade em Cristo e, principalmente, quais são as orientações do Senhor acerca do que seja, além do para que serve, a chamada liberdade religiosa.
Parte 1
Parte 3
Parte 4
Obama pede união contra a mudança climática
O presidente americano Barack Obama sustentou que é "uma obrigação" que a União Européia e os EUA redobrem esforços para fazer da cúpula de Copenhague um sucesso.
O mandatário explicou que debateu com vários líderes europeus essa questão em Washington e acordaram "criar um marco de trabalho que permita lutar contra este potencial desastre ecológico".
No mesmo dia, a chanceler alemã, Angela Merkel, pediu perante o Congresso dos Estados Unidos que este país lidere junto da União Européia os esforços na luta contra o câmbio climático.
"Não duvido que em dezembro o mundo nos estará observando, tanto aos europeus como aos americanos. Mas é verdade que não pode haver um acordo sem a China e a India", disse Merkel.
"Estou convencida de que se a Europa e os EUA se mostrarem dispostos a adotar acordos vinculantes, seremos capazes de persuadir a China e India para que se unam a eles."
Perante o Congresso americano, Merkel recordou a queda do muro de Berlim. Mas insistiu em que ainda existem outros muros a derrubar: "muros que estão em nossas mentes, muros entre o presente e o futuro", disse.
Fonte - Terra
Nota DDP: Como se observa, tanto no âmbito político, como no eclesiástico, começa a se tornar uníssono o pedido por união em torno da questão climática. Resta saber quanto tempo estes dois segmentos demorarão para também unirem suas vozes.
Quando esteve em Berlim, Obama também fez referência aos muros: "O único caminho é a unidade, derrubar barreiras e muros e construir em seu lugar pontes". Ainda: "Os muros entre raças e tribos; nativos e imigrantes; cristãos, muçulmanos e judíos; não se podem manter".
Não é de se ignorar, finalmente, que os tais "muros" também têm sido combatidos por um outro importante líder mundial, representante do mesmo poder que ajudou a implodir o de Berlim. Gorbachev o chama de "bom amigo" e continua defendendo seus sonhos, que parecem estar cada vez mais próximos de se realizarem.
[Pesquisa - Hiscael Moreno]
O mandatário explicou que debateu com vários líderes europeus essa questão em Washington e acordaram "criar um marco de trabalho que permita lutar contra este potencial desastre ecológico".
No mesmo dia, a chanceler alemã, Angela Merkel, pediu perante o Congresso dos Estados Unidos que este país lidere junto da União Européia os esforços na luta contra o câmbio climático.
"Não duvido que em dezembro o mundo nos estará observando, tanto aos europeus como aos americanos. Mas é verdade que não pode haver um acordo sem a China e a India", disse Merkel.
"Estou convencida de que se a Europa e os EUA se mostrarem dispostos a adotar acordos vinculantes, seremos capazes de persuadir a China e India para que se unam a eles."
Perante o Congresso americano, Merkel recordou a queda do muro de Berlim. Mas insistiu em que ainda existem outros muros a derrubar: "muros que estão em nossas mentes, muros entre o presente e o futuro", disse.
Fonte - Terra
Nota DDP: Como se observa, tanto no âmbito político, como no eclesiástico, começa a se tornar uníssono o pedido por união em torno da questão climática. Resta saber quanto tempo estes dois segmentos demorarão para também unirem suas vozes.
Quando esteve em Berlim, Obama também fez referência aos muros: "O único caminho é a unidade, derrubar barreiras e muros e construir em seu lugar pontes". Ainda: "Os muros entre raças e tribos; nativos e imigrantes; cristãos, muçulmanos e judíos; não se podem manter".
Não é de se ignorar, finalmente, que os tais "muros" também têm sido combatidos por um outro importante líder mundial, representante do mesmo poder que ajudou a implodir o de Berlim. Gorbachev o chama de "bom amigo" e continua defendendo seus sonhos, que parecem estar cada vez mais próximos de se realizarem.
[Pesquisa - Hiscael Moreno]
Lei Patriota tem prorrogação questionada
Nova York, 05/11/2009 – Algumas das mais controvertidas cláusulas da Lei Patriota, aprovada apressadamente após os atentados de setembro de 2001 para reprimir o terrorismo, expiram no próximo mês, a menos que o Congresso prorrogue sua vigência. Tudo parece indicar que a maioria dos legisladores decidirá pela ratificação da lei, que dá ao Executivo amplos poderes de controle e vigilância para espionar cidadãos inocentes. A iminente prorrogação conta com aval do presidente Barack Obama e é fortemente questionada por organizações de defesa dos direitos humanos e das liberdades civis.
O Comitê Judicial do Senado aprovou na semana passada o projeto chamado Lei de Extensão da Lei Patriota, que supõe emendas menores à norma original. “O Comitê tinha a oportunidade de frear uma lei que permite invasões sem controle do governo na vida privada. Não o fizeram: aprovaram um projeto que não limita os poderes dados ao Executivo pela Lei Patriota”, disse a União para as Liberdades Civis dos Estados Unidos (Aclu), a mais antiga das organizações de direitos humanos do país.
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Fonte - Envolverde
O Comitê Judicial do Senado aprovou na semana passada o projeto chamado Lei de Extensão da Lei Patriota, que supõe emendas menores à norma original. “O Comitê tinha a oportunidade de frear uma lei que permite invasões sem controle do governo na vida privada. Não o fizeram: aprovaram um projeto que não limita os poderes dados ao Executivo pela Lei Patriota”, disse a União para as Liberdades Civis dos Estados Unidos (Aclu), a mais antiga das organizações de direitos humanos do país.
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Fonte - Envolverde
Tratado de Lisboa entrará em vigor
O presidente da República Tcheca, Vaclav Klaus, assinou nesta terça-feira o Tratado de Lisboa, que determina uma série de reformas na União Europeia. A assinatura ocorreu poucas horas depois de a corte constitucional do país determinar que o documento é compatível com a Constituição tcheca. A República Tcheca era o único dos 27 países-membros do bloco que ainda não havia ratificado o Tratado. Com a assinatura, o documento pode entrar em vigor já no início de 2010. Tido como um "eurocético", Klaus declarou várias vezes que se opunha ao documento. Entretanto, na semana passada, líderes europeus chegaram a um acordo para atender a uma exigência de Klaus de anular uma cláusula da Carta Europeia de Direitos Fundamentais, que faz parte do Tratado e que previa que os alemães expulsos da então Tchecoslováquia depois da Segunda Guerra Mundial pudessem reclamar suas propriedades.
O Tratado de Lisboa pretende facilitar o processo de tomada de decisões na União Europeia e fortalecer o papel do bloco no cenário global. Ele prevê a escolha de um político para o cargo de presidente, com mandato de dois anos e meio, para substituir a presidência rotativa do bloco. O tratado ainda prevê mais poderes para a Comissão Europeia, o Parlamento Europeu e a Corte Europeia de Justiça, e uma redistribuição do peso de votos entre os países-membros. Além disso, o tratado elimina os vetos nacionais em uma série de áreas.
De acordo com o plano original, o Tratado de Lisboa deveria ter entrado em vigor em janeiro deste ano, mas no ano passado os eleitores irlandeses rejeitaram as propostas em um referendo. No início de outubro, no entanto, eles aprovaram a proposta em um segundo referendo, abrindo caminho para que ela fosse implementada.
Fonte: BBC Brasil
Por que o Tratado de Lisboa não está sendo considerado uma “Constituição” da União Europeia?
Houve o plano de aprovar uma Constituição da União Europeia, que iria substituir todos os tratados europeus anteriores e começar do zero. O Tratado de Lisboa, porém, é apenas uma emenda ao Tratado que criou a União Europeia (o de Maastricht) e o Tratado de Estabelecimento da Comunidade Europeia (de Roma). O novo tratado também não faz referências aos símbolos da UE – a bandeira, o hino e o lema – apesar de eles continuarem a existir.
Por que o plano de uma Constituição europeia foi abandonado?
A França e a Holanda disseram que não poderiam adotar a constituição sem mudanças significativas, depois de sua rejeição em referendos em 2005. O Reino Unido também pressionou por um "tratado com emendas" que poderia ser ratificado por meio de uma votação parlamentar, como os antigos tratados do bloco.
Fonte: BBC Brasil
NOTA Minuto Profético: Embora os países da Europa estejam, de alguma forma, se unindo, a profecia de Daniel 2 ainda permanece verdadeira, uma vez que os governos nacionais não desaparecerão e não foi votada uma constituição única que caracterizaria um governo único...
Saiba mais: "Profecia atual". "(Des)união Européia".
As preocupantes implicações do uso dos tambores/bateria na adoração a Deus

Tudo, porém, seja feito com decência e ordem.
I Corintios 14:40
I Corintios 14:40
A igreja de Corinto estava vivendo um conturbado momento na adoração por falta de ordem e reverência no culto a Deus. O emocionalismo e o exibicionismo estavam invadindo os cultos de adoração; o apóstolo Paulo, sentindo a necessidade de organização e sistematização no culto ao Deus verdadeiro, disse de forma consistente e lacônica: “Tudo, porém, seja feito com decência e ordem.” É interessante frisarmos que a palavra ‘decência’ no original grego: Euschemonos, quer dizer apropriadamente e decentemente; já a palavra ‘ordem’ no grego: Taxis, significa: Justa, correta, ordenada e condição ordenada.
Penso que devemos ter bastante cuidado na nossa adoração, afim de que tenhamos um equilíbrio em a razão e a emoção. Trabalhemos arduamente para termos um culto Cristocêntrico, onde o nosso Deus seja adorado ‘na beleza da Sua santidade’.
Cuidado com o excesso de emocionalismo e sentimentalismo na música
Infelizmente estamos presenciado uma nova ‘onda’ ou um novo modismo de sentimentalismo e emocionalismo adentrando as nossas igrejas via ministério da música, essa tendência está vindo como resultado de alguns músicos e cantores nossos copiarem modelos de cantores e músicos americanos; outro fator eu diria que é puramente comercial, ou seja, a vontade de fazer que com os nossos produtos fonográficos cheguem para o público evangélico em geral, e em especial as igrejas do ramo neo-pentecostal.
Há ainda outros fatores preocupantes, é o uso exagerado de alguns métodos ou ‘recursos’ gestuais na hora da adoração, são eles: O artifício de levantar as mãos, bater palmas, cantar de olhos fechados e o uso de instrumentos musicais que tendem a ‘mexer’ conosco da nossa cintura para baixo – por exemplo; a bateria/tambores seja ela acústica ou elétrica, e também o uso exagerado da guitarra.
O que percebemos é que a maioria das igrejas evangélicas, em especial as do ramo neo-pentecostal que fazem o uso contínuo da bateria/tambores tem como resultado as seguintes atitudes físicas na hora da adoração musical: Começam cantando de olhos fechados, em seguida levam as mãos, dependendo do ritmo da música começam a bater palmas, logo em seguida vêm pequenos gestos de danças e o último resultado – a iniciação do falar em línguas estranhas. Perceba que a percussão vem acompanhada de um ‘pacote’ de atitudes gestuais na hora da adoração a Deus no momento da música, tornando assim, a nossa adoração, digamos, muito inclinada para o antropocentrismo.
Atitudes gestuais na hora da música
O ato de levantar as mãos é uma atitude bíblica de busca e de contrição espiritual (Sal. 134:2; 141:2, 143:6); o que nós não podemos é cantar sempre com as mãos levantadas e muito menos induzir as pessoas a levantarem as mãos se elas não se sentem a vontade para praticar tal atitude. A perfeita adoração a Deus tem que ser natural e sem constrangimentos. Falando ainda em gestos na hora da adoração a Deus, muitos perguntam e o bater palmas?
O ato de bater palmas
Concernente o bater palmas (Sal. 47:1); creio que essa atitude depende em primeiro lugar do local onde nós estamos adorando ou celebrando, não creio que a nossa igreja seja um local apropriado para batermos palmas; e em segundo lugar depende da cultura do país onde estamos celebrando ou adorando; na nossa cultura adventista brasileira não temos as palmas como parte da adoração a Deus, é bem verdade que se for num auditório e não numa igreja nossa, às vezes é apropriado aplaudir não a pessoa, mas, devemos aplaudir o doador do dom ou do talento – Deus. Nossas palmas podem ser apropriadas em um ambiente adequado e devem sempre ser acompanhadas de um sonoro e forte: Louvado seja Deus!
Cuidado com os aplausos e os louvores humanos
Nós nunca deveríamos adorar a Deus com a intenção carnal de buscar os louvores e os aplausos dos homens, essa atitude não glorifica a Deus; e muito menos nos eleva espiritual, preocupa-me quando vejo um pregador ou cantor ‘fazendo’ media com a igreja ou com o auditório com essa intenção; a nossa ‘media’ tem que ser com Deus e para Deus.
“Nosso objetivo ao trabalhar para o Mestre deve ser que Seu nome seja glorificado na conversão de pecadores. Os que labutam para obter aplausos não são aprovados por Deus. O Senhor espera que Seus servos trabalhem impelidos por um motivo diferente.” Este Dia Com Deus – MM – 1980, 6 de Agosto, Pág.225.
O aplauso humano é enganador e fugaz; você que é uma “estrela” de Jesus tome todo o cuidado possível, pois, quando as palmas e os aplausos vierem; diga sempre: Louvado seja o nome de Jesus, ainda que o seu coração diga outra coisa diferente; falando em coração, cuidado ele pode lhe trair, relembre comigo o que disse Jeremias:
“Enganoso é o coração, mais do que todas as coisas, e desesperadamente corrupto; quem o conhecerá?” (Jer. 17:9). Não se engane Deus sabe os motivos e as razões pessoais que nos levam a querer receber os aplausos humanos:
“Muitos recebem aplausos por virtudes que não possuem. O Perscrutador dos corações pesa os motivos, e muitas vezes ações altamente louvadas por homens são por Ele registradas como partindo de egoísmo e baixa hipocrisia. Cada ato de nossa vida, seja excelente e digno de louvor ou merecedor de censura, é julgado pelo Perscrutador dos corações segundo os motivos que o determinaram.” Beneficência Social, Pág. 315.
O exemplo clássico a ser seguido em matéria de aplausos e de buscar para si os holofotes humanos é o de Jesus – O nosso Salvador, veja qual era a Sua atitude:
“Jesus era um silencioso e abnegado obreiro. Não buscava fama, riquezas, ou aplausos; nem consultava a própria comodidade e prazer.” O Cuidado de Deus – MM – 1995, 12 de Maio, Pág.146. Todavia, os nossos desafios em matéria de adoração não param por aí, penso que adoração é solenidade, reverência e concentração, cuidemos com os ‘ruídos’ na hora da adoração.
Cantar de olhos fechados ajuda?
Quanto ao ato de cantar de olhos fechados, isso é muito pessoal e também depende do ambiente onde estamos adorando, se você acha que essa atitude física aumenta o seu nível de concentração e de entrega a Deus, então o faça, e que Deus lhe abençoe e que você seja enriquecido pelo céu.
Agora não se esqueça de que os olhos abertos comunicam muito na hora da adoração, seja na pregação ou na música. Os adoradores precisam ‘ver’ e ‘ler’ a mensagem pregada ou cantada em seus olhos. Os chineses dizem que ‘os olhos são as janelas da alma’.
Entretanto, o que me preocupa é alguns cantam de olhos fechados e ainda ‘gemendo’, a quem esse tipo de atitude física ajuda? Que Deus nos dê sabedoria em cada momento da adoração pregada ou cantada. Tudo na adoração é para glória de Jesus (I Cor. 10:31). “... Fazei tudo para a glória de Deus.” Quando a adoração é centralizada no ser humano e ‘suas’ capacidades, ela é vazia destituída de poder. E a bateria, ela ajuda ou atrapalha na adoração ao Deus verdadeiro?
E a Bateria/Tambores devem ter lugar na nossa adoração a Deus?
Passemos então a estudar um pouquinho às preocupantes implicações do uso da bateria/tambores na adoração a Deus através da música, nós podemos usar a bateria em nosso louvor, todavia, isso tem um preço muito alto. Agora, pior do isso, tem sérias implicações negativas, vou enumerar algumas delas:
01 » A BATERIA/TAMBORES E A MÚSICA ROCK
Hoje estudando o assunto dos tambores na Bíblia e na Internet aprendi um neologismo “Baal-Teria”. A bateria foi inventada no começo dos anos de 1900, dentro do jazz americano bastante executado pelas bandas de rua de New Orleans – EUA; já no Brasil dizem que foi Luciano Perrone o criador da bateria no Rio de Janeiro na época do cinema mudo. O fato é que esse instrumento tem trazido discussões e divisões para dentro da nossa igreja. O que vamos fazer? Lembra, que eu falei de preço...?
É impressionante como a bateria/tambores está para a música rock, com o mar está para peixes. Por quê? É para tornar as massas dançantes, agitadas, pouco reflexivas, normalmente a música rock tem uma mensagem para passar para os jovens, o que também pode ser chamado de produto para ‘vender’. O Rock induz a juventude a comprar esse ‘produto’, dentro de contexto musical.
Conversando sobre a bateria, com um amigo meu aqui de Brasília que é músico, ele me dizia: “Quem tem a bateria domina”, “A bateria vende a mensagem” e por último ele me disse: “A bateria coloca o ‘adorador’ a mercê da banda”. Evidentemente que há outros instrumentos que também têm essa capacidade indutiva, entre eles a guitarra por exemplo, porém, a bateria seria o instrumento indutor número um.
Percebemos que de um modo geral a massa jovem num determinado momento da sua “adoração” rock, entra como que em êxtase ou transe, e os resultados você já sabe: Bebidas alcoólicas, drogas, sexo livre com o ‘tempero’ da rebeldia. O rock e as suas músicas são uma estratégia muito eficaz de Satanás para dominar e destruir a juventude. Os nossos cultos não podem perder a solenidade.
“Numa reunião religiosa, o ato de cantar é tanto uma adoração a Deus como o ato de pregar, e qualquer excentricidade ou traço de caráter esquisito chama a atenção das pessoas e destrói a séria e solene impressão que deve ser o resultado da música sacra. Qualquer coisa estranha e excêntrica no canto diminui a seriedade e o caráter sagrado do culto.”
02 » OS TAMBORES ESTÃO INTIMAMENTE ASSOCIADOS COM OS RITUAIS DE CANDOMBLÉ E UMBANDA
Eu não tive o privilégio de nascer em um lar adventista, embora me considere adventista de berço, porque quando minha mãe aceitou a Jesus eu tinha quatro ou cinco anos de idade, e minha mãe era uma assídua freqüentadora de terreiros de macumba e candomblé, e às vezes me levava nessas reuniões “espirituais”, sempre acompanhadas de muito misticismo e muitas danças.
Eu te pergunto: Sabe que instrumentos eram usados para chamar as entidades do mundo obscuro? Se a sua resposta for tambores, então você acertou em cheio. Por que os terreiros usam os tambores para atrair Satanás e seus anjos caídos? Será que poderia ser qualquer instrumento, ou tem que ser os tambores?
“Ele, [tambor] é por sua vez, um instrumento de correspondência, isto é, de comunicação entre o homem e os seres misteriosos que governam a natureza.” Cristãos em busca de êxtase. Pág. 25.
O tambor é capaz de estabelecer contatos com os espíritos dos deuses, com as almas dos ancestrais, com os mortos e com os animais míticos. Portanto, qual é o objetivo dos tambores no submundo ‘espiritual’? É para entrarem em êxtase, em transe, há muitas danças e ritos nos centros de umbanda e candomblé, até que a pessoa cai no chão completamente fora de si, e conseqüentemente dentro das mãos de Satanás.
03 » OS TAMBORES E A DANÇA NA LITERATURA BÍBLICA
Depois de fazer um breve estudo sobre os ‘tambores e pandeiros’ na Bíblia, descobri que a palavra ‘tambor, tamboril’ ocorre quatorze vezes em toda a Bíblia, um detalhe curioso é que todas as ocorrências só ocorrem no Velho Testamento, onde a adoração estava sendo moldada por Deus.
Também descobri que normalmente os tambores, pandeiros e danças andam juntos, correlacionados em especial com as mulheres. Não tenho a pretensão de esgotar o tema, até por que daria uma tese muito interessante. Todavia vou enumerar algumas ocasiões em que o tambor e a dança estão conectados ou associados; evidentemente que o fato de estarem registrados na Bíblia não significa necessariamente que o ato ou atitude foi aprovada por Deus.
Possivelmente Labão o sogro de Jacó tenha sido a primeira pessoa na Bíblia a usar tambores (Gen. 31:27). Pergunto: Quem era Labão? E quais eram os seus costumes e tradições espirituais? Creio que você já tem a resposta.
Creio que Miriã a irmã de Moisés e um grupo de mulheres foram as primeiras mulheres na Bíblia a usarem os tamborins e a dançar, (Exo.15:20). Outro exemplo do uso combinado de tambor e dança é o da filha de Jefté, (Jui. 11:34). Outro exemplo bastante conhecido é o caso daquele grupo de mulheres que estavam cantando após a festejada vitória de Davi sobre os filisteus, (I Sam. 18:6).
Depois de estudar esses textos sou levado a crer, que após grandes vitórias nas batalhas entre o povo de Israel e os seus adversários, algumas mulheres saiam para celebrar a mesma. Fica muito claro que a percussão induz à dança, quer queiramos ou não. O que seria outro problema para nós como igreja.
A mudança na orquestra de Davi
Davi era um hábil músico (I Sam. 16:18). Entretanto, o exemplo mais claro dessa mudança radical nos instrumentos da ‘orquestra’ do rei Davi, foi quando ele queria levar a arca da aliança de Quiriate-Jearim para Jerusalém.
Na primeira tentativa de levar a arca da aliança havia vários ‘tambores e pandeiros’ (II Sam. 6:1-11); e a mesma foi veementemente reprovada por Deus de forma tão contundente que Uzá foi fulminado por Deus por ‘irreverência’ (I Sam. 6:7). A palavra no hebraico para ‘irreverência’ é Shal, que quer dizer: Erro, falta. No entanto, olhemos o que nos diz Ellen G. White, de forma esclarecedora sobre as atitudes espirituais de Uzá.
Sobre Uzá, assim nos diz a inspiração: “... Uzá ficou irado com os bois... Desconfiou de Deus...” História da Redenção. Pág. 192. Às vezes nós podemos achar que Deus foi cruel com Uzá, leiamos algo mais: “Em Uzá recaia maior culpa de arrogância... Tendo sobre si pecados não confessados...” Patriarcas e Profetas. Pág. 706.
Na segunda tentativa conforme descrito em (I Crônicas 15:25-29) o rei Davi mudou drasticamente os instrumentos de sua ‘orquestra’; ele excluiu os ‘tambores e os pandeiros’ (I Cron. 15:28), além de uma profunda mudança espiritual em sua vida e na vida dos seus liderados, e isso inclui mudança na indumentária dos músicos. Depois esses instrumentos são chamados de “instrumentos de música de Deus” (I Cron. 16:42). O que é fator determinante para a liturgia da Casa de Deus pelo menos, pelos próximos trezentos anos (II Cron. 29:25).
Um amigo me dizia que a exclusão desses instrumentos de percussão (Tambores e pandeiros) pode ser mera coincidência; eu me pergunto: Será? Veja a descrição detalhada que faz o livro Patriarcas e Profetas na página 707: “... E a música de harpas e cornetas, trombetas e címbalos ressoava em direção ao céu, misturada com a melodia de muitas vozes.”
Perceba que não é um erro de esquecimento, ou de falta de atenção por parte de quem escreveu os livros de Samuel e Crônicas, até porque, o tema da adoração neste momento, depois da morte trágica de Uzá, era de suprema importância para a liturgia posterior do glorioso templo de Salomão. Não brinquemos com aquilo que é de mais sagrado.
04 » O MOVIMENTO DA CARNE SANTA E OS TAMBORES
Em setembro de 1900 no estado de Indiana nos Estados Unidos havia um movimento chamado ‘carne santa’, onde as pessoas criam que depois de cantarem, dançarem e orarem receberiam um corpo santo e assim estariam prontas para a trasladação – O céu. Esse movimento foi veementemente condenado por Ellen G. White e olha o que voltará a acontecer nos últimos dias, ou seja, em nossos dias:
“As coisas que descrevestes como ocorrendo em Indiana, o Senhor revelou-me que haviam de ocorrer imediatamente antes da terminação da graça. [Nosso tempo]. Demonstrar-se-á tudo quanto é estranho. Haverá gritos com tambores, música e dança. Os sentidos dos seres racionais ficarão tão confundidos que não se pode confiar neles quanto a decisões retas. E isto será chamado operação do Espírito Santo. O Espírito Santo nunca Se revela por tais métodos, em tal balbúrdia de ruído. Isso é uma invenção de Satanás para encobrir seus engenhosos métodos para anular o efeito da pura, sincera, elevadora, enobrecedora e santificante verdade para este tempo.” Mensagens Escolhidas. Vol.II, pág.36.
A parte mais preocupante dessa citação acima, é ‘haviam de ocorrer... e haverá gritos com tambores, música e dança’. Eu já disse e volto a repetir, a percussão nos induz à dança, e a dança nos transporta para o mundo dos prazeres da carne. Que Deus nos guarde de tudo isso.
05 » O ALTÍSSIMO ÍNDICE DE REJEIÇÃO DO USO DA BATERIA/TAMBORES PELA IGREJA
Na realidade a grande estratégia de Satanás não é apenas colocar o instrumento físico dentro das nossas igrejas ou não. O grande engano do diabo é causar confusão na nossa adoração e como resultado perdermos a Jesus e a Sua poderosa mensagem de vista. Satanás quer que nós tenhamos uma adoração completamente vazia do ‘Assim diz o Senhor’ e cheia de emocionalismo. E quando isso acontece? Quando nós contrariamos que está escrito em I Coríntios 14:15 última parte que diz:
“... Cantarei com o espírito, mas também cantarei com a mente.”
O equilíbrio é a palavra de ordem celestial e ponto final. Se a bateria está dividindo a igreja, eu pergunto: Por que vamos usá-la? É possível fazer música de qualidade sem bateria? Se a sua resposta é sim, eu insisto: Por que vamos usá-la? Se a bateria e os seus tambores estão associados com o rock, a macumba, com a dança, com os gritos e confunde os nossos sentidos; eu pergunto de novo: Por que vamos usá-la?
Deus tem muitos princípios para que a nossa igreja caminhe firme e unida para dentro da próxima década, dois deles são:
1º - “Se possível, quanto depender de vós tende paz com todos os homens;” (Rom. 12:18). O principio aqui é do unidade na igreja, é o da concordância entre irmãos de fé. Se ‘depende’ de você músico ou cantor, porque trazer o contrário de paz para dentro da nossa igreja, se não dependesse de você era outra história, se tivesse fora da sua competência, era outro capítulo.
2º - “Porque nenhum de nós vive para si mesmo, nem morre para si.” (Rom. 14:7). Nós pertencemos a uma comunidade cristã, nós somos parte do corpo de Cristo. A nossa adoração na igreja é coletiva, todo o ‘corpo’ de Cristo deve ser levado em consideração; tendo como “propósito de não pordes tropeço ou escândalo ao vosso irmão”, (Rom. 14:13 ú.p).
Pastor Otimar Gonçalves
Ministério Jovem da Divisão Sul-Americana
Fonte - Ministério Jovem
Notas DDP:
1) Pesquisa - Gilberto Theiss
2) Destaques de nossa lavra
Veja também "O Hinário Adventista é para jovem" e "Interpretando e aplicando conceitos de Ellen G. White - A questão de Indiana".
quarta-feira, 4 de novembro de 2009
Secretário geral da ONU conclama líderes religiosos a se unirem
O secretário-geral da ONU pediu hoje [03/11] aos líderes religiosos para "servir de exemplo para o estilo de vida de milhares de milhões", através da criação de espaços verdes de culto, compra de produtos ecológicos e investir em produtos eticamente sustentável.Ban Ki-moon fez o grito de guerra no castelo de Windsor, onde os membros das religiões e grupos seculares foram assistir a uma cúpula de três dias sobre a mudança climática. Ele disse aos delegados que poderiam encorajar os governos a "agir com mais ousadia" na proteção das pessoas e do planeta.
"Temos a tecnologia e a ciência. A ciência já deixou claro que a mudança climática está acontecendo e acelerando muito, muito mais rápido do que pensávamos", disse ele.
"Temos know-how e os recursos, mas o vácuo é só na vontade política, que é tudo o que está faltando. Pode provocar, desafiar e inspirar os líderes políticos".
O público sentado na Câmara de Waterloo tinha viajado de tão longe como a China, Gana, Índia, Japão e Tanzânia. Moon disse que muitos na sala tinham sua primeira experiência em relação à crise climática.
"As pessoas mais propensas a sofrer primeiro e pior ... são os pobres. Os pobres também são os menos responsáveis pelas emissões atualmente em nossa atmosfera."
"Não é um jogo de quem espera por quem. Os países industrializados devem dar o primeiro passo." Os grandes grupos religiosos estavam envolvidos com mais da metade das escolas do mundo, eles eram a terceira maior categoria de investidores, que produziram mais revistas semanais e jornais que "toda a imprensa secular" na União Europeia, acrescentou.
"Seu impacto potencial é enorme. Vocês são os líderes que podem ter o mais longo, amplo e profundo alcance".
Seu discurso foi um momento sóbrio em eventos do dia, que começou com uma procissão de delegados da conferência através da cidade suburbana. Suas vestes varrendo as poças, os budistas, os bispos, imãs, monges, sacerdotes e rabinos subiram a colina do castelo.
Uma vez dentro da sala com painéis ouviram uns dos outros planos para combater as alterações climáticas em suas comunidades. Na China, os budistas iriam promover o vegetarianismo e uma abordagem mais comedido a queima de paus de incenso. Da Índia veio se compromete a utilizar a energia solar em gurdwaras Sikh e realizar auditorias energéticas.
O secretário-geral da ONU Olav Kjorven disse que o momento da coleta de Windsor não poderia ter sido mais fortuito.
Os negociadores se reuniram em Barcelona esta semana antes do mês do próximo mês Climate Change Conference Copenhague próximo e teriam, segundo ele, continuam "no rito antigo" das negociações sobre mudança climática em que cada participante para tentar garantir o melhor negócio para seus país, e deixar os outros com tanto do projeto como possível.
"Você veio a Windsor com a mentalidade oposta - de que há uma abundância de possibilidades."
A cúpula de três dias, organizada pela Aliança de Religiões e Conservação, termina amanhã. [04/11]
Fachruddin Mangunjaya, da Conservation International na Indonésia, disse que foi encorajado pelo Secretário-Geral das palavras. "É muito importante para nós. Temos um real reconhecimento e apoio das Nações Unidas. Cerca de 85% do mundo acredita em alguma coisa e é sobre como mudar os corações e mentes. Uma maneira de fazer isso é religião."
"Temos muitos problemas ambientais na Indonésia - que sofrem com as inundações, maremotos. Temos 1.000 ilhas e que são frágeis. Lotes de nosso povo vive em zonas costeiras, junto à praia. Devemos mover-se rapidamente e agir agora."
Fonte - The Guardian
Nota DDP: Alguns acréscimos pertinentes: A "Alliance of Religions and Conservation" que promoveu o evento, é dirigida por um indivíduo de nome Martin Palmer, tendo como foco auxiliar as maiores religiões do mundo a desenvolver programas ambientais com fundamento nas suas próprias crenças.
Essa entidade passou a integrar o "Programa de Desenvolvimento das Nações Unidas", órgão da ONU com que a ARC também se alinhou com a intenção de desenvolver diretivas para as grandes religiões em termos de preservação do meio ambiente.
Sem aprofundar muito no tema, há de ser observado que a ARC propôs um documento chamado "Guia para criar seu plano de sete anos", onde subsiste uma "interessante" seção nomeada como "Celebration" (Celebração). Nesta, é proposto que as religiões incentivem seus membros a realizarem seus "festivais", dias de comemoração onde se abstêm das práticas seculares, inclusive se dando como exemplo um "buy nothing day" (dia sem compras). Mais, para as religiões que não possuem este tipo de rito, é sugerido que se venha a "aderir" aos costumes de outros segmentos em nome do meio ambiente.
O que sugeririam os cristãos com base em todo este quadro e face à iniciativa dos chineses com o vegetarianismo, por exemplo? Martin Palmer dá uma dica ao tratar da questão da direita religiosa americana:
"É realmente muito mais, sobre uma profunda compreensão do descanso da criação, natureza, chame como quiser."
Veja mais em "Crentes podem mudar o destino do planeta". Destaque:
"É por isso que as vozes, as obras e os ensinamentos dos grupos religiosos do mundo, são tão vitalmente importantes. Nas próximas semanas, exorto-vos a fazer suas vozes ouvidas alta e claramente" (Ban Ki-moon)
Palmer finaliza rogando que as lideranças religiosas e os governos andem lado a lado nesta jornada pelo meio ambiente.
Futuro com Esperança
O evangelismo via satélite “Futuro com Esperança”, com o Pr. Mark Finley, é a coroação de todos os esforços evangelísticos do projeto Impacto Esperança.As transmissões ao vivo representam uma maneira moderna da Igreja Adventista comunicar-se com o mundo e entre si. Ao investir nesta estratégia faz-se um investimento que será usado durante muitos anos.
Todos os tesouros do Universo estarão abertos ao estudo dos remidos de Deus. Livres da morte, eles levantarão vôo incansável para os mundos distantes – mundos que se agitaram de tristeza ante o espetáculo da desgraça humana, e explodiram em louvor ao ouvir a notícia de uma pessoa resgatada do mal.
Ao transcorrerem os anos da eternidade, virão mais e mais gloriosas revelações de Deus e de Cristo. Assim como o conhecimento é progressivo, também o amor, a admiração e a felicidade aumentarão. Quanto mais os seres humanos aprendem sobre Deus, mais admiram Seu caráter. (Texto adaptado do livro “O Grande Conflito” página 678)
Os temas podem ser baixados em áudio, acessados em vídeo (também para download), ou em apresentações powerpoint, nos links abaixo:
01) - 24/10/09 - Livro de Esperança (Vídeo) (PPT)
02) - 25/10/09 - Mensagem de Esperança (Vídeo) (PPT)
03) - 26/10/09 - O Significado da Esperança (Vídeo) (PPT)
04) - 27/10/09 - Eco da Esperança (Vídeo) (PPT)
05) - 28/10/09 - Um dia de Esperança (Vídeo) (PPT)
06) - 29/10/09 - O Símbolo da Esperança (Vídeo) (PPT)
07) - 30/10/09 - O Povo da Esperança (Vídeo) (PPT)
08) - 31/10/09 - A Terra de Esperança (Vídeo) (PPT)
Outros materiais:
a) Sermões
b) Sermonário
Liberdade Religiosa: “Até quando?” - I
I - PARA OS HOMENS
“Direito, que envolve o de crer e o de não crer, de manifestar o credo (culto)
e de formar grupamentos religiosos.”
A liberdade religiosa se estabelece como sendo um dos direitos da personalidade outorgados pelo ordenamento jurídico em grande parte do mundo civilizado, exceptuando-se os estados ditos “confessionais”. Embora no plano teórico existam regras que em tese deveriam garantir quase na totalidade das nações do globo as liberdades individuais, dentre elas a religiosa, vemos que na prática tal condição não se estabelece e, muito ao contrário, recrudesce no tempo, a despeito de vivermos na chamada era pós-moderna, já um tanto distantes dos novos ventos da razão proclamados pelo Iluminismo francês, em sua pretensiosa declaração humanista do fim das trevas perpetradas pela religião.
A título de exemplo, temos que em Agosto de 2008, extremistas hindus atacaram violentamente uma Escola Adventista em Orissa, na Índia. Tal situação se consumou após a morte de um líder religioso hindu local e mais quatro pessoas, sendo que tais fatos foram imputados aos cristãos.
Paka Jesurathanam, dirigente adventista em Orissa, relatou que possivelmente milhares de casas e trinta templos adventistas, foram destruídos por vândalos: “Avaliar a real perda de vidas e propriedades, residências e locais de cultos, é impossível neste momento”. “Ouvir... relatos das pessoas, provocam dor em nossos nervos e faz secar nosso sangue”.
Possivelmente, se calcula que uns 50.000 cristãos da região de Kandhamal, no estado de Orissa, estiveram espalhados por sete acampamentos de refugiados dirigidos pelo governo e pela selva circundante. Estes extremistas hindus foram acusados de decapitar um pastor Adventista de Phulwani e sua mãe, que foram assassinados durante a violência anticristã que dominou essa região da Índia. Pelo menos 27 adventistas morreram em Orissa, nas últimas semanas de agosto.
Os fatos aqui narrados, aparentemente longe talvez da realidade no Brasil, são comuns em muitos países no mundo. A perseguição religiosa ocorreu no passado, permanece em nossos dias e, na forma do quanto profeticamente antecipado, voltará a ocorrer de forma mais consistente nos dias que antecederão a volta de Cristo a esta terra, sendo este o objeto principal das considerações que haveremos de tecer nestas linhas.
Por questão de proximidade, tomemos o exemplo de como a linha entre a liberdade e o controle estatal é fina, inclusive no Brasil.
Em sua tese de dissertação “Laico, mas nem tanto: cinco tópicos sobre liberdade religiosa e laicidade estatal na jurisdição constitucional brasileira”, Letícia de Campos Velho Martel tratou de algumas interessantes vicissitudes do sistema jurídico de um dos países mais tolerantes do globo. Alguns destaques interessantes:
- Os tribunais nacionais não têm nenhum tipo de uniformidade em suas decisões sobre liberdade religiosa, o que cobre de incertezas o trato de quaisquer questões relacionadas a este tema;
- A Constituição Federal brasileira fixa logo em seu preâmbulo que foi promulgada “sob a proteção de Deus”, o que em si já seria um contrasenso à admissão de um estado dito laico;
- A maioria dos feriados religiosos, 7 em 11, estão ligados à religião majoritária;
- A legislação brasileira reconhece o domingo em sede constitucional como dia de repouso.
Percebe-se portanto que embora o Brasil possa ser entendido como um estado laico, nas palavras do importante jurista Ives Gandra da Silva Martins, o mesmo não é “pagão ou ateu”. Esta situação fica ainda mais clara quando, diante da ameaça perpetrada pela recente intervenção do Ministério Público Federal acerca dos símbolos religiosos em órgãos públicos, rechaçada inclusive antecipadamente por um dos Ministros do Supremo Tribunal Federal, vimos interessantes manifestações contrárias, dentre as quais a de que “o ataque ao crucifixo é um insulto a este povo e a esta sociedade que legitimam o poder.”
Obviamente o povo e a sociedade insultados e que legitimam o poder correspondem, mais uma vez, à religião majoritária. Como se vê, a linha entre a liberdade e o controle é extremamente tênue, mesmo em países ditos tolerantes, como o Brasil.
Pelo todo quanto exposto, resta claro que a liberdade religiosa para o homem em realidade encontra-se subordinada aos interessantes dos jogos de poder, o que já estava profeticamente previsto e, neste quadro temos como certo que a estrutura para deflagração dos eventos finais por este prisma encontra-se em avançado estado de construção. Passaremos a analisar na segunda parte destas considerações, como funciona a liberdade religiosa para Deus.
Parte 2
Parte 3
Parte 4
“Direito, que envolve o de crer e o de não crer, de manifestar o credo (culto)
e de formar grupamentos religiosos.”
A liberdade religiosa se estabelece como sendo um dos direitos da personalidade outorgados pelo ordenamento jurídico em grande parte do mundo civilizado, exceptuando-se os estados ditos “confessionais”. Embora no plano teórico existam regras que em tese deveriam garantir quase na totalidade das nações do globo as liberdades individuais, dentre elas a religiosa, vemos que na prática tal condição não se estabelece e, muito ao contrário, recrudesce no tempo, a despeito de vivermos na chamada era pós-moderna, já um tanto distantes dos novos ventos da razão proclamados pelo Iluminismo francês, em sua pretensiosa declaração humanista do fim das trevas perpetradas pela religião.
A título de exemplo, temos que em Agosto de 2008, extremistas hindus atacaram violentamente uma Escola Adventista em Orissa, na Índia. Tal situação se consumou após a morte de um líder religioso hindu local e mais quatro pessoas, sendo que tais fatos foram imputados aos cristãos.
Paka Jesurathanam, dirigente adventista em Orissa, relatou que possivelmente milhares de casas e trinta templos adventistas, foram destruídos por vândalos: “Avaliar a real perda de vidas e propriedades, residências e locais de cultos, é impossível neste momento”. “Ouvir... relatos das pessoas, provocam dor em nossos nervos e faz secar nosso sangue”.
Possivelmente, se calcula que uns 50.000 cristãos da região de Kandhamal, no estado de Orissa, estiveram espalhados por sete acampamentos de refugiados dirigidos pelo governo e pela selva circundante. Estes extremistas hindus foram acusados de decapitar um pastor Adventista de Phulwani e sua mãe, que foram assassinados durante a violência anticristã que dominou essa região da Índia. Pelo menos 27 adventistas morreram em Orissa, nas últimas semanas de agosto.
Os fatos aqui narrados, aparentemente longe talvez da realidade no Brasil, são comuns em muitos países no mundo. A perseguição religiosa ocorreu no passado, permanece em nossos dias e, na forma do quanto profeticamente antecipado, voltará a ocorrer de forma mais consistente nos dias que antecederão a volta de Cristo a esta terra, sendo este o objeto principal das considerações que haveremos de tecer nestas linhas.
Por questão de proximidade, tomemos o exemplo de como a linha entre a liberdade e o controle estatal é fina, inclusive no Brasil.
Em sua tese de dissertação “Laico, mas nem tanto: cinco tópicos sobre liberdade religiosa e laicidade estatal na jurisdição constitucional brasileira”, Letícia de Campos Velho Martel tratou de algumas interessantes vicissitudes do sistema jurídico de um dos países mais tolerantes do globo. Alguns destaques interessantes:
- Os tribunais nacionais não têm nenhum tipo de uniformidade em suas decisões sobre liberdade religiosa, o que cobre de incertezas o trato de quaisquer questões relacionadas a este tema;
- A Constituição Federal brasileira fixa logo em seu preâmbulo que foi promulgada “sob a proteção de Deus”, o que em si já seria um contrasenso à admissão de um estado dito laico;
- A maioria dos feriados religiosos, 7 em 11, estão ligados à religião majoritária;
- A legislação brasileira reconhece o domingo em sede constitucional como dia de repouso.
Percebe-se portanto que embora o Brasil possa ser entendido como um estado laico, nas palavras do importante jurista Ives Gandra da Silva Martins, o mesmo não é “pagão ou ateu”. Esta situação fica ainda mais clara quando, diante da ameaça perpetrada pela recente intervenção do Ministério Público Federal acerca dos símbolos religiosos em órgãos públicos, rechaçada inclusive antecipadamente por um dos Ministros do Supremo Tribunal Federal, vimos interessantes manifestações contrárias, dentre as quais a de que “o ataque ao crucifixo é um insulto a este povo e a esta sociedade que legitimam o poder.”
Obviamente o povo e a sociedade insultados e que legitimam o poder correspondem, mais uma vez, à religião majoritária. Como se vê, a linha entre a liberdade e o controle é extremamente tênue, mesmo em países ditos tolerantes, como o Brasil.
Pelo todo quanto exposto, resta claro que a liberdade religiosa para o homem em realidade encontra-se subordinada aos interessantes dos jogos de poder, o que já estava profeticamente previsto e, neste quadro temos como certo que a estrutura para deflagração dos eventos finais por este prisma encontra-se em avançado estado de construção. Passaremos a analisar na segunda parte destas considerações, como funciona a liberdade religiosa para Deus.
Parte 2
Parte 3
Parte 4
Tratado de Lisboa entra em vigor em dezembro
Entre as mudanças que devem acontecer com o tratado está a eleição de um presidente para o bloco e a nomeação de um ministro de Relações-Exteriores.
Entre a assinatura do tratado e sua implementação se passaram dois anos. O presidente tcheco, Václav Klaus, era o último opositor ao tratado, mas, após mudanças no texto, decidiu aprovar.
Fonte - Opinião e Notícia
Nota DDP: Ver também "Gorbachev 'orgulhoso' do papel da queda do Muro de Berlim" (Inglês). Destaque:
Gorbachev criticou as "linhas divisórias" que, segundo ele, reapareceram no mundo e convidou os Estados Unidos, Rússia e Europa para cooperarem na criação de uma ordem mundial justa.
"Não deve haver paredes. Agora, a propósito, linhas divisórias estão começando a aparecer novamente. Precisamos viver em paz nesta casa chamada Europa, com todas as suas portas e janelas", disse Gorbachev.
"Somente em cooperação com a Rússia e os Estados Unidos, a Europa pode desempenhar o seu papel no processo global de criação de uma nova ordem mundial", disse ele, acrescentando que isso tinha sido um sonho do "bom amigo", o falecido papa João Paulo II.
Ainda "Gorvachov defende desarmamento de potências nucleares para dar exemplo". Destaque:
O secretário-geral da ONU, Ban Ki-moon, introduziu a conferência de Gorbachev, ao que qualificou de visionário e gigante no esforço global por conseguir um mundo livre de armas nucleares.
"O mundo é um teatro; os atores, seus habitantes, estão-se preparando para desempenhar sua parte no último grande drama. Entre as grandes massas da humanidade não há união, a não ser quando os homens se aliam para realizar seus propósitos egoístas. Deus está observando. Seus propósitos a respeito de Seus súditos rebeldes se cumprirão. O mundo não foi entregue às mãos dos homens, embora Deus esteja permitindo que os elementos de confusão e desordem dominem por algum tempo. Um poder de baixo está atuando para desenvolver as últimas grandes cenas do drama - Satanás apresentando-se como Cristo e atuando com todo o engano da injustiça naqueles que se estão unindo em sociedades secretas. Os que estão cedendo à paixão por confederar-se, ESTÃO EXECUTANDO OS PLANOS DO INIMIGO. A causa será seguida pelo efeito." (E. G. White, Maranata, pág. 136)
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