Negociado há décadas, o acordo entre os governos brasileiro e do Vaticano, que o Senado acaba de aprovar, oferece um escudo aos petistas contra a ofensiva da pré-candidata do PV à Presidência da República, Marina Silva (AC), na base católica em que o partido se julgava hegemônico.
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Aprovado no Senado no dia 7 deste mês, o documento, na prática, pouco altera a relação entre o governo e a instituição. Mas, alerta Rudá, configura-se como um gesto certeiro do pragmatismo lulista, na busca por uma reaproximação com a Igreja Católica, cuja relação passou sucessivos desgastes ao longo dos oito anos de seu governo: "É a senha de um acordo de cúpula. Disciplinará a oposição e a resistência das organizações pastorais mais progressistas".
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Frei Josaphat argumenta que o documento não tem a intenção de contemplar os pedidos das comunidades de base. "É uma obra da diplomacia, um tratado de natureza jurídica. Uma formalização de costumes, que se dá por coincidência de interesses das duas partes. Sempre que haja na atividade religiosa necessidade de respaldo jurídico, o acordo estará lá para isso".
O cientista político Dermi Azevedo, da Secretaria da Justiça e Defesa da Cidadania de São Paulo, atribui o esforço da cúpula da Igreja Católica em aprovar o acordo à necessidade desta firmar território em um país cujos índices de migração de católicos que aderem ao pentecostalismo é cada vez maior: "Não há grandes personagens, notáveis publicamente, na Igreja Católica hoje. A reação é clara, nunca se falou tanto na possibilidade de termos santos brasileiros. É preciso alimentar o simbolismo. O acordo é parte desse jogo de estratégia".
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Fonte - Ministério do Planejamento
[Colaboração - Tarcisio Gusmão]
terça-feira, 10 de novembro de 2009
Os outros jovens em Daniel 3
Daniel 3 conta acerca da impressionante história de três corajosos jovens, tementes a Deus, que, com perigo da própria vida, não cederam um milímetro que fosse, comprometendo a sua adoração a um outro deus que não o Deus Criador dos céus e da terra.Recuperando um pouco esse relato, Nabucodonosor, rei de Babilónia, afrontando o aviso divino dado em Daniel 2 de que o seu reino passaria e outro lhe tomaria o lugar, deu ordem para se erigir uma gigantesca estátua de ouro com a sua figura, à qual, dado o sinal, todos se deveriam curvar em adoração. Pretendia ele assumir para si um poder que não tinha: perpetuar-se no poder, como senhor soberano do mundo, incluindo nações estrangeiras (verso 4); por isso, ele convocou todos quantos pode (v. 2-4) para se curvarem perante o símbolo dele mesmo.
E, dado o sinal, quase todos se curvaram. Quase, pois eis que os tais três bravos jovens decidiram não obedecer à ordem de Nabucodonosor, respeitando antes o segundo mandamento da Lei de Deus (veja Êxodo 20:3-5).
Hananias, Misael e Azarias, assim eles se chamavam, logo se destacaram, em pé entre a multidão curvada. Trazidos à presença do rei, foi-lhes concedida uma segunda oportunidade; como se mantiveram irredutíveis, a sentença foi proclamada: seriam atirados para dentro de um forno ardente.
Quero parar a história por aqui, para refletir num aspeto que, acredito, muitas vezes nos passa despercebido...
Estes três rapazes eram escravos que Aspenaz, chefe dos eunucos, trouxe de Jerusalém a mando de Nabucodonosor, para que servissem e fossem educados nas melhores escolas caldeias (Daniel 1:1-4).
Daí que faça a pergunta: foram eles os únicos israelitas que foram levados em cativeiro para Babilónia?
Não, não foram. Daniel 1 diz que, dos melhores foram levados 'alguns dos filhos de Israel' (v. 3) e que 'entre eles se achavam, dos filhos de Judá, Daniel, Hananias, Misael e Azarias' (v. 6) - logo, havia muitos outros israelitas que tinham feito parte dessa remessa de escravos.
Então, como lógica, surge outra pergunta: onde estavam e o que fizeram todos os outros, quando, na planície de Durã, a música tocou para que todos se prostrassem perante a estátua de Nabucodonosor?
Daniel 3:12-13 diz que Hananias, Misael e Azarias (no texto tratados pelos nomes babilónicos) foram os únicos acusados de desrespeito à ordem e trazidos perante o rei. Logo, deduzimos que todos os outros habitantes do reino (incluindo os estrangeiros, como vimos) se curvaram em submissão perante a enorme imagem, em violação do mandamento de Deus! E isto, naturalmente, incluía todos os outros israelitas que estavam em Babilónia (Daniel não é mencionado neste caso; no entanto, pelo que vemos em Daniel 6, é de crer com toda a certeza que ele não se curvou à estátua. Poderia eventualmente estar ausente do país, mas por alguma razão que desconhecemos, o seu nome não é mencionado).
Repare que esses outros - a esmagadora maioria! - que se curvaram também eram israelitas; também eram da nação separada; também eram do povo escolhido. No entanto, perante a prova, sucumbiram, falhando em se manterem firmes ao Deus que conheciam.
E não é desculpa o fato de estarem em cativeiro, como escravos - os três que se mantiveram de pé, também eram. Somente tiveram a coragem de assumir a sua posição por Deus, mesmo em face da própria morte.
Para nós hoje, fica provado, portanto, que o simples pertencer à Igreja que Deus escolheu para ser a sua representante final, não é garantia de vitória em nome de Deus. Há que tomar decisões firmes e decididas para permanecer de pé quando a provação chegar!
Será que estamos com medo de dizer não ao mundo e suas figuras quando as pressões aumentam? Será que preferimos ceder ao que é aparentemente mais fácil em vez de, pela fé, tomarmos posição por Deus? Será que, sem nos apercebermos, nos vamos lentamente curvando perante as apelativas e atrativas imagens que nos são apresentadas? E, se fazemos isso hoje, quando ainda há liberdade, como nos comportaremos quando formos forçados?
Não sobre este assunto específico, mas aplicável, I Coríntios 10:11-12 dá o solene conselho: 'ora, tudo isto lhes sobreveio como figuras, e estão escritas para aviso nosso, para quem já são chegados os fins dos séculos. Aquele, pois, que cuida estar em pé, olhe não caia'.
E você? Está pronto para ficar de pé?
Fonte - O Tempo Final
Com os anglicanos, abre-se “um novo caminho” para a unidade dos cristãos
O sentido da constituição apostólica para fiéis que regressam à comunhão plena
CIDADE DO VATICANO, segunda-feira, 9 de novembro de 2009 (ZENIT.org).- A constituição apostólica “Anglicanorum coetibus”, sobre a instituição de ordinariados pessoais para os anglicanos que ingressem na plena comunhão com a Igreja Católica, constitui “um novo caminho para a promoção da unidade dos cristãos”.
Foi o que assegurou Bento XVI hoje, em um comunicado emitido pela Santa Sé, na publicação do documento, que aparece acompanhado pelas “Normas complementares” emitidas pela Congregação para a Doutrina da Fé, que servirão a sua reta aplicação.
A novidade da constituição, segundo esclarece a nota vaticana, consiste na introdução de “uma estrutura canônica que facilita essa reunião corporativa mediante a instituição de ordinariados pessoais”, que permitirão a grupos anglicanos entrar em comunhão plena com a Igreja Católica, “conservando ao mesmo tempo elementos específicos do patrimônio espiritual e litúrgico anglicano”.
“Esta constituição apostólica abre um novo caminho para a promoção da unidade dos cristãos, reconhecendo ao mesmo tempo a legítima diversidade na expressão de nossa fé comum”, afirma a Santa Sé.
“Não se trata de uma iniciativa que tenha tido origem na Santa Sé –esclarece–, mas de uma resposta generosa do Santo Padre à legítima aspiração destes grupos anglicanos”.
“A instituição desta nova estrutura marca-se na plena harmonia com o compromisso a favor do diálogo ecumênico, que continua sendo prioritário para a Igreja Católica”, sublinha a nota vaticana.
A Santa Sé indica que “a possibilidade prevista na constituição apostólica da presença de alguns clérigos casados nos ordinariados pessoais não significa de nenhuma maneira uma mudança na disciplina da Igreja acerca do celibato sacerdotal”.
“Este, como afirma o Concílio Vaticano II, é sinal e ao mesmo tempo estímulo da caridade pastoral e anuncia de forma resplandecente o Reino de Deus”, acrescenta, citando o número 1579 do Catecismo da Igreja Católica.
A Santa Sé acompanhou a publicação da “Anglicanorum coetibus” e das “Normas complementares” com um comentário do sacerdote Gianfranco Ghirlanda S.J., reitor da Universidade Pontifícia Gregoriana de Roma, em que afirma que esta promulgação assim como o processo que dará origem “marcam um tempo de ação do Espírito”.
Como explica o prestigioso canonista italiano, a constituição apostólica é essencial, pois institui "uma estrutura canônica flexível, dado que se pode prever que os decretos de criação dos diferentes ordinariados terão em conta a situação particular dos diversos lugares".
E conclui: "como o Espírito Santo guiou o trabalho preparatório desta constituição apostólica, assim dará sua assistência na aplicação da mesma".
Fonte - Zenit
Nota DDP: Como já assinalado anteriormente, este documento viabiliza também o retorno das "outras igrejas cristãs mais solidamente implantadas", como as derivadas da reforma.
Veja também "Primeira reação à publicação de “Anglicanorum coetibus”".
CIDADE DO VATICANO, segunda-feira, 9 de novembro de 2009 (ZENIT.org).- A constituição apostólica “Anglicanorum coetibus”, sobre a instituição de ordinariados pessoais para os anglicanos que ingressem na plena comunhão com a Igreja Católica, constitui “um novo caminho para a promoção da unidade dos cristãos”.
Foi o que assegurou Bento XVI hoje, em um comunicado emitido pela Santa Sé, na publicação do documento, que aparece acompanhado pelas “Normas complementares” emitidas pela Congregação para a Doutrina da Fé, que servirão a sua reta aplicação.
A novidade da constituição, segundo esclarece a nota vaticana, consiste na introdução de “uma estrutura canônica que facilita essa reunião corporativa mediante a instituição de ordinariados pessoais”, que permitirão a grupos anglicanos entrar em comunhão plena com a Igreja Católica, “conservando ao mesmo tempo elementos específicos do patrimônio espiritual e litúrgico anglicano”.
“Esta constituição apostólica abre um novo caminho para a promoção da unidade dos cristãos, reconhecendo ao mesmo tempo a legítima diversidade na expressão de nossa fé comum”, afirma a Santa Sé.
“Não se trata de uma iniciativa que tenha tido origem na Santa Sé –esclarece–, mas de uma resposta generosa do Santo Padre à legítima aspiração destes grupos anglicanos”.
“A instituição desta nova estrutura marca-se na plena harmonia com o compromisso a favor do diálogo ecumênico, que continua sendo prioritário para a Igreja Católica”, sublinha a nota vaticana.
A Santa Sé indica que “a possibilidade prevista na constituição apostólica da presença de alguns clérigos casados nos ordinariados pessoais não significa de nenhuma maneira uma mudança na disciplina da Igreja acerca do celibato sacerdotal”.
“Este, como afirma o Concílio Vaticano II, é sinal e ao mesmo tempo estímulo da caridade pastoral e anuncia de forma resplandecente o Reino de Deus”, acrescenta, citando o número 1579 do Catecismo da Igreja Católica.
A Santa Sé acompanhou a publicação da “Anglicanorum coetibus” e das “Normas complementares” com um comentário do sacerdote Gianfranco Ghirlanda S.J., reitor da Universidade Pontifícia Gregoriana de Roma, em que afirma que esta promulgação assim como o processo que dará origem “marcam um tempo de ação do Espírito”.
Como explica o prestigioso canonista italiano, a constituição apostólica é essencial, pois institui "uma estrutura canônica flexível, dado que se pode prever que os decretos de criação dos diferentes ordinariados terão em conta a situação particular dos diversos lugares".
E conclui: "como o Espírito Santo guiou o trabalho preparatório desta constituição apostólica, assim dará sua assistência na aplicação da mesma".
Fonte - Zenit
Nota DDP: Como já assinalado anteriormente, este documento viabiliza também o retorno das "outras igrejas cristãs mais solidamente implantadas", como as derivadas da reforma.
Veja também "Primeira reação à publicação de “Anglicanorum coetibus”".
Mudança climática pode conduzir a uma fome sem precedentes
ROMA, segunda-feira, 9 de novembro de 2009 (ZENIT.org).- O encontro das Nações Unidas sobre a mudança climática, que está agendado para dezembro em Copenhague (Dinamarca), deve estabelecer medidas urgentes sobre este tema para poder frear a fome global.
É o que indica a declaração Climate Change, Food Insecurity and Hunger (Mudança climática, insegurança alimentar e fome), firmada por Cáritas, FAO (Organização para a Alimentação e Agricultura), OMS (Organização Mundial de Saúde), a Federação Internacional da Cruz Vermelha, Oxfam, World Vision e Save the Children.
A declaração afirma que a mudança climática está fazendo diminuir os esforços para acabar com a tragédia dos já mais de 1 bilhão de seres humanos que passam fome.
A falta de alimento mata três milhões e meio de pessoas todo ano, sobretudo crianças que vivem em países pobres.
Nas próximas décadas, o risco da fome e da desnutrição poderiam aumentar como nunca até agora.
...
Fonte - Zenit
Nota DDP: Ver também "Já somos demais?".
É o que indica a declaração Climate Change, Food Insecurity and Hunger (Mudança climática, insegurança alimentar e fome), firmada por Cáritas, FAO (Organização para a Alimentação e Agricultura), OMS (Organização Mundial de Saúde), a Federação Internacional da Cruz Vermelha, Oxfam, World Vision e Save the Children.
A declaração afirma que a mudança climática está fazendo diminuir os esforços para acabar com a tragédia dos já mais de 1 bilhão de seres humanos que passam fome.
A falta de alimento mata três milhões e meio de pessoas todo ano, sobretudo crianças que vivem em países pobres.
Nas próximas décadas, o risco da fome e da desnutrição poderiam aumentar como nunca até agora.
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Fonte - Zenit
Nota DDP: Ver também "Já somos demais?".
JPII influenciou queda do muro de Berlim
VARSÓVIA, 9 NOV (ANSA) - O fundador do sindicato polonês Solidariedade, Lech Walesa, afirmou hoje, dia em que se comemoram os 20 anos da queda do muro de Berlim, que o papa João Paulo II foi responsável por 50% do sucesso simbolizado por aquele episódio.
Em entrevista concedida ao canal de TV polonês Tvp info, Walesa ressaltou que a escolha de João Paulo II como líder máximo da Igreja Católica e sua visita à Polônia, em 1979, ajudaram o povo a se unir para defender a própria dignidade e lutar pela recuperação da soberania nacional.
O ex-presidente do sindicato é um dos hóspedes da festa que será realizada hoje, em Berlim. Nesta noite, Walesa empurrará a primeira de mil peças de isopor que imitam o muro de Berlim e que cairão como um dominó.
As peças de isopor foram pintadas por jovens e dispostas ao longo de um quilômetro e meio, entre a Porta de Brandesburgo e Potysmader Platz.
Entre as ilustrações feitas no imenso dominó, foi retratada uma imagem de João Paulo II em uma mesa de negociações, em referência a seus esforços pela reunificação alemã.
A imitação do muro de Berlim que cairá na noite de hoje foi pintada por crianças de escolas de Berlim. Durante a cerimônia, a chanceler alemã, Angela Merkel, atravessará a primeira passagem aberta pela queda do muro, localizada na Rua Bornholmer.
Fonte - ANSA
Nota DDP: É de se notar que em um evento polarizador como este ocorrido para relembrar os 20 anos da queda do muro de Berlim, se faça menção absolutamente expressa ao líder máximo da igreja romana.
Veja também "Obama pede união contra a mudança climática".
Em entrevista concedida ao canal de TV polonês Tvp info, Walesa ressaltou que a escolha de João Paulo II como líder máximo da Igreja Católica e sua visita à Polônia, em 1979, ajudaram o povo a se unir para defender a própria dignidade e lutar pela recuperação da soberania nacional.
O ex-presidente do sindicato é um dos hóspedes da festa que será realizada hoje, em Berlim. Nesta noite, Walesa empurrará a primeira de mil peças de isopor que imitam o muro de Berlim e que cairão como um dominó.
As peças de isopor foram pintadas por jovens e dispostas ao longo de um quilômetro e meio, entre a Porta de Brandesburgo e Potysmader Platz.
Entre as ilustrações feitas no imenso dominó, foi retratada uma imagem de João Paulo II em uma mesa de negociações, em referência a seus esforços pela reunificação alemã.
A imitação do muro de Berlim que cairá na noite de hoje foi pintada por crianças de escolas de Berlim. Durante a cerimônia, a chanceler alemã, Angela Merkel, atravessará a primeira passagem aberta pela queda do muro, localizada na Rua Bornholmer.
Fonte - ANSA
Nota DDP: É de se notar que em um evento polarizador como este ocorrido para relembrar os 20 anos da queda do muro de Berlim, se faça menção absolutamente expressa ao líder máximo da igreja romana.
Veja também "Obama pede união contra a mudança climática".
segunda-feira, 9 de novembro de 2009
Liberdade Religiosa – “Até quando?” - Final
III - PARA O POVO DOS ÚLTIMOS DIAS
Em rápida recapitulação do quanto até aqui exposto, percebemos que a visão de liberdade religiosa pregada pelo mundo é diferente das orientações Divinas, o que indica que, em algum momento e em algum lugar, estes conceitos se tornarão completamente incompatíveis.
Tal realidade foi profeticamente antecipada:
Para que ninguém possa comprar ou vender, senão aquele que tiver o sinal, ou o nome da besta, ou o número do seu nome. (Ap 13:17)
É certo que o texto alinhado se refere a um conceito mais amplo, inclusive da impossibilidade de se realizar qualquer ato da vida civil para aqueles que estiverem entricheirados no povo de Deus e que estarão completamente desalinhados com as diretrizes de um mundo que jaz no maligno (I Jo 5:19). No entanto, não é difícil de se perceber que os conceitos da Babilônia mística que se espalham sorrateiramente e de forma lenta, mas progressiva, têm enredado as forças políticas e eclesiásticas ao final alinhamento também Divinamente antevisto:
Porque todas as nações beberam do vinho da ira da sua prostituição, e os reis da terra se prostituíram com ela; e os mercadores da terra se enriqueceram com a abundância de suas delícias. E ouvi outra voz do céu, que dizia: Sai dela, povo meu, para que não sejas participante dos seus pecados, e para que não incorras nas suas pragas. (Ap 18:3-4)
A pergunta que emerge naturalmente do pleno conhecimento deste estado de coisas que se abaterá sobre o mundo nos últimos dias de sua história, tal qual conhecemos, é: “Quanto tempo mais?” Diz a Bíblia:
Mas daquele dia e hora ninguém sabe, nem os anjos do céu, mas unicamente meu Pai. (Mt 24:46)
Também fixou o Senhor Jesus:
Propôs-lhes então uma parábola: Olhai para a figueira, e para todas as árvores;quando começam a brotar, sabeis por vós mesmos, ao vê-las, que já está próximo o verão. (Lc 21:29-30)
Não temos portanto como prever o tempo, mas temos como identificá-lo. Não temos como fixar os acontecimentos, mas temos como vislumbrar seus contornos. E não temos outra alternativa senão ouvirmos a voz do Senhor, nos colocarmos em Seus braços e estarmos ao Seu lado no que se desenha em nossos horizontes. Mas o que estaria se “desenhando”? Vejamos algumas nuances:
Concordata Brasil x Vaticano (07/Out/09)
Documento firmado entre o Estado brasileiro e a Santa Sé, que fixa direitos para o Vaticano e obrigações para o Brasil, o que desnatura por completo a sua premissa de ser bilateral. Versa sobre interessantes temas, inclusive trazendo para status constitucional uma ambígua proteção aos interesses particulares da igreja romana de “toda forma de violação, desrespeito e uso ilegítimo”, podendo ser “complementado por ajustes concluídos entre as Altas Partes”. Importante ainda sublinhar que acordos assemelhados a estes foram firmados com mais de 100 estados nos últimos anos. Já pensou você neste quadro, como se configuraria no particular a pregação calcada em Apocalipse 13 e 17?
ONU aprova resolução sobre liberdade religiosa (27Mar/09)
Diretriz encampada pelo maior órgão político de representação internacional, que vem sendo apoiado por Vaticano e EUA no sentido de aumentar seu campo de atuação como uma órgão supra estatal. O texto versa sobre “agressões psicológicas” que as pessoas podem sofrer no exercício de seus credos, o que foi veiculado em linguagem inclusive bem parecida com os termos constantes do acordo entre o Brasil e o Vaticano. Duas perguntas: Coincidência? Seria a pregação do Evangelho Eterno e seus traços particulares enquadrada como “agressão psicológica” pelo seu chamado inequívoco ao abandono de Babilônia?
Código de conduta ou mordaça? (06/Set/07)
A despeito desta notícia ser um pouco mais antiga, não deixa de ser menos importante, uma vez que fecha o ciclo com as duas anteriores aqui consideradas. Nesta temos a liderança das demais igrejas cristãs condenando o proselitismo (palavra pejorativa para se opor à pregação do Evangelho), o que pretendem seja implementado a partir de 2010. É de se observar que o Conselho Mundial de Igrejas é apoiado abertamente pela igreja romana. As perguntas tendentes à meditação são válidas ainda por outra oportunidade: Qual será a reação do mundo quando um pequeno grupo de guardadores de Sábado não quiserem se alinhar ao ecumenismo e possam assim ser declarados inimigos da paz? Teriam que ser silenciados?
Salvo melhor juízo, poderíamos inclusive dizer que temos as “três rãs” (Ap 16:13) representadas nas notícias retro indicadas. Por todos estes fatores é que devemos voltar a Lucas 21:
Ora, quando estas coisas começarem a acontecer, olhai para cima elevantai as vossas cabeças, porque a vossa redenção está próxima. (v. 28)
Certamente quando proferiu estas palavras, o Senhor Jesus não estava tratando de liberdade religiosa, mas dada a luz que misericordiosamente recebemos diretamente do céu, antecipando todas estas coisas, nada nos impede de dizer:
Maranata!
Parte 1
Parte 2
Parte 3
Em rápida recapitulação do quanto até aqui exposto, percebemos que a visão de liberdade religiosa pregada pelo mundo é diferente das orientações Divinas, o que indica que, em algum momento e em algum lugar, estes conceitos se tornarão completamente incompatíveis.
Tal realidade foi profeticamente antecipada:
Para que ninguém possa comprar ou vender, senão aquele que tiver o sinal, ou o nome da besta, ou o número do seu nome. (Ap 13:17)
É certo que o texto alinhado se refere a um conceito mais amplo, inclusive da impossibilidade de se realizar qualquer ato da vida civil para aqueles que estiverem entricheirados no povo de Deus e que estarão completamente desalinhados com as diretrizes de um mundo que jaz no maligno (I Jo 5:19). No entanto, não é difícil de se perceber que os conceitos da Babilônia mística que se espalham sorrateiramente e de forma lenta, mas progressiva, têm enredado as forças políticas e eclesiásticas ao final alinhamento também Divinamente antevisto:
Porque todas as nações beberam do vinho da ira da sua prostituição, e os reis da terra se prostituíram com ela; e os mercadores da terra se enriqueceram com a abundância de suas delícias. E ouvi outra voz do céu, que dizia: Sai dela, povo meu, para que não sejas participante dos seus pecados, e para que não incorras nas suas pragas. (Ap 18:3-4)
A pergunta que emerge naturalmente do pleno conhecimento deste estado de coisas que se abaterá sobre o mundo nos últimos dias de sua história, tal qual conhecemos, é: “Quanto tempo mais?” Diz a Bíblia:
Mas daquele dia e hora ninguém sabe, nem os anjos do céu, mas unicamente meu Pai. (Mt 24:46)
Também fixou o Senhor Jesus:
Propôs-lhes então uma parábola: Olhai para a figueira, e para todas as árvores;quando começam a brotar, sabeis por vós mesmos, ao vê-las, que já está próximo o verão. (Lc 21:29-30)
Não temos portanto como prever o tempo, mas temos como identificá-lo. Não temos como fixar os acontecimentos, mas temos como vislumbrar seus contornos. E não temos outra alternativa senão ouvirmos a voz do Senhor, nos colocarmos em Seus braços e estarmos ao Seu lado no que se desenha em nossos horizontes. Mas o que estaria se “desenhando”? Vejamos algumas nuances:
Concordata Brasil x Vaticano (07/Out/09)
Documento firmado entre o Estado brasileiro e a Santa Sé, que fixa direitos para o Vaticano e obrigações para o Brasil, o que desnatura por completo a sua premissa de ser bilateral. Versa sobre interessantes temas, inclusive trazendo para status constitucional uma ambígua proteção aos interesses particulares da igreja romana de “toda forma de violação, desrespeito e uso ilegítimo”, podendo ser “complementado por ajustes concluídos entre as Altas Partes”. Importante ainda sublinhar que acordos assemelhados a estes foram firmados com mais de 100 estados nos últimos anos. Já pensou você neste quadro, como se configuraria no particular a pregação calcada em Apocalipse 13 e 17?
ONU aprova resolução sobre liberdade religiosa (27Mar/09)
Diretriz encampada pelo maior órgão político de representação internacional, que vem sendo apoiado por Vaticano e EUA no sentido de aumentar seu campo de atuação como uma órgão supra estatal. O texto versa sobre “agressões psicológicas” que as pessoas podem sofrer no exercício de seus credos, o que foi veiculado em linguagem inclusive bem parecida com os termos constantes do acordo entre o Brasil e o Vaticano. Duas perguntas: Coincidência? Seria a pregação do Evangelho Eterno e seus traços particulares enquadrada como “agressão psicológica” pelo seu chamado inequívoco ao abandono de Babilônia?
Código de conduta ou mordaça? (06/Set/07)
A despeito desta notícia ser um pouco mais antiga, não deixa de ser menos importante, uma vez que fecha o ciclo com as duas anteriores aqui consideradas. Nesta temos a liderança das demais igrejas cristãs condenando o proselitismo (palavra pejorativa para se opor à pregação do Evangelho), o que pretendem seja implementado a partir de 2010. É de se observar que o Conselho Mundial de Igrejas é apoiado abertamente pela igreja romana. As perguntas tendentes à meditação são válidas ainda por outra oportunidade: Qual será a reação do mundo quando um pequeno grupo de guardadores de Sábado não quiserem se alinhar ao ecumenismo e possam assim ser declarados inimigos da paz? Teriam que ser silenciados?
Salvo melhor juízo, poderíamos inclusive dizer que temos as “três rãs” (Ap 16:13) representadas nas notícias retro indicadas. Por todos estes fatores é que devemos voltar a Lucas 21:
Ora, quando estas coisas começarem a acontecer, olhai para cima elevantai as vossas cabeças, porque a vossa redenção está próxima. (v. 28)
Certamente quando proferiu estas palavras, o Senhor Jesus não estava tratando de liberdade religiosa, mas dada a luz que misericordiosamente recebemos diretamente do céu, antecipando todas estas coisas, nada nos impede de dizer:
Maranata!
Parte 1
Parte 2
Parte 3
Líderes de principais religiões do mundo lançam proposta ecológica
Cursos de educação ecológica para os mais jovens, templos e mesquitas livres de emissões de gases nocivos e livros sagrados impressos em papel reciclado. Estas são algumas das propostas apresentadas no encontro que se conclui nesta quarta-feira, 4, no Castelo de Windsor, em Londres, na Inglaterra, que reúne representantes das nove principais religiões do mundo: cristianismo, judaísmo, islamismo, hinduísmo, budismo, xXintoísmo, taoísmo, siquismo, bahaísmo.
O encontro, que começou na terça-feira, 3, e intitulado "Muitos céus, uma só terra – Os compromissos da fé por um planeta que vive", foi promovido pelo Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD) e pela Aliança das Religiões pela Conservação (ARC), por ocasião da Conferência de Copenhague, na Dinamarca, sobre as mudanças climáticas, programada para se realizar de 7 a 18 de dezembro próximo.
"Trata-se de dar um forte sinal aos governos, sem pedir aos outros que ajam, mas expressando o seu compromisso", disse o responsável pelo PNUD, Olav Kjorven. Acrescentou ainda que os compromissos enunciados pelos líderes religiosos "serão mantidos independentemente dos resultados da Conferência de Copenhague, como, por exemplo, os templos taoístas na China serão alimentados por energia solar".
Ao comentar sobre o encontro, o secretário-geral da ONU, Ban Ki-moon, observou que "sem o pleno apoio, a cooperação e a participação dos líderes religiosos, será muito difícil, na Conferência de Copenhague, criar um clima político que permita estabelecer um acordo vinculador, unânime e justo".
Fonte - Canção Nova
Nota DDP: Veja também "Secretário geral da ONU conclama líderes religiosos a se unirem".
O encontro, que começou na terça-feira, 3, e intitulado "Muitos céus, uma só terra – Os compromissos da fé por um planeta que vive", foi promovido pelo Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD) e pela Aliança das Religiões pela Conservação (ARC), por ocasião da Conferência de Copenhague, na Dinamarca, sobre as mudanças climáticas, programada para se realizar de 7 a 18 de dezembro próximo.
"Trata-se de dar um forte sinal aos governos, sem pedir aos outros que ajam, mas expressando o seu compromisso", disse o responsável pelo PNUD, Olav Kjorven. Acrescentou ainda que os compromissos enunciados pelos líderes religiosos "serão mantidos independentemente dos resultados da Conferência de Copenhague, como, por exemplo, os templos taoístas na China serão alimentados por energia solar".
Ao comentar sobre o encontro, o secretário-geral da ONU, Ban Ki-moon, observou que "sem o pleno apoio, a cooperação e a participação dos líderes religiosos, será muito difícil, na Conferência de Copenhague, criar um clima político que permita estabelecer um acordo vinculador, unânime e justo".
Fonte - Canção Nova
Nota DDP: Veja também "Secretário geral da ONU conclama líderes religiosos a se unirem".
Como o poder modificou o presidente Barack Obama
Um ano após a sua vitória eleitoral, como deveríamos julgar o presidente Barack Obama? Ele instituiu um pacote de estímulo financeiro de US$ 787 bilhões (R$ 1,35 trilhão) e um orçamento de US$ 3,4 trilhões (R$ 5,85 trilhões), socorreu montadoras de automóveis norte-americanas que estavam à beira da falência e apresentou legislações pioneiras - para a reforma do sistema de saúde, a regulação mais estrita de um setor financeiro paralisado e a redução de gases causadores do efeito estufa. Tendo como cenário de fundo o caos econômico e a divisão partidária, o histórico inicial parecerá notável, especialmente se algum tipo de reforma do sistema de saúde for aprovado até o final do ano. Foi um bom começo.Dito isso, um presidente que prometeu unidade trouxe também discórdia. A ala mais lúcida da direita norte-americana teme que por trás do tom moderado de Obama haja políticas que expandiriam perigosamente o papel do Estado. Os menos lúcidos saem às ruas e, aos gritos, acusam o presidente de aplicar socialismo. Enquanto isso, os críticos à esquerda já enxergam uma oportunidade perdida - daquelas que só aparecem uma vez à cada geração - para enfrentar os bancos e as empresas de seguro saúde dos Estados Unidos.
Por detrás dessas preocupações há dúvidas quanto à posição do presidente. Ou, colocando a questão de forma mais simples: Obama começou a mudar Washington, ou foi Washington que começou a mudá-lo? Eu viajei aos Estados Unidos em agosto para observar de perto o progresso do presidente.
...
O primeiro ano de Obama teve mais coisas em comum com o seu predecessor texano do que ele gostaria de admitir. George W. Bush deu início à sua presidência com a intenção de exercitar um conservadorismo mais compassivo. Mas o 11 de setembro modificou a sua rota, fazendo com que ele se engajasse alegremente em uma campanha contra malfeitores. Obama entrou na Casa Branca com a proposta ostensiva de acabar com as divisões políticas e raciais dos Estados Unidos. Mas, assim como o terrorismo mudou Bush, a crise econômica e as realidades de governo também mudaram Obama.
Porém, apesar de tudo isso, as suas primeiras realizações ainda são impressionantes. Mas no ano que vem Obama precisará deslocar-se rumo a uma agenda menos popular de austeridade fiscal, que conte tanto com cortes orçamentários quanto com elevações tributárias. A batalha que está por vir em torno da reforma da imigração fará com que a briga referente às propostas de mudança do sistema de saúde pareça cordial. O partido de Obama poderá perder cadeiras parlamentares nas eleições de 2010. Mas se Obama conseguir a aprovação da reforma do sistema de saúde, e se a economia dos Estados Unidos se recuperar, o presidente enfrentará um Partido Republicano com poucos candidatos plausíveis, e parecerá destinado a reeleger-se facilmente em 2012. Para ele tudo ainda é possível.
Fonte - UOL
Vaticano: Cooperação global na área ecológica
Nova York, 09 nov (RV) - O observador permanente da Santa Sé na ONU, arcebispo Celestino Migliore, proferiu um novo discurso na última terça-feira, em Nova York, ainda no contexto da 64ª sessão da Assembleia Geral da ONU. Desta vez, o tema foi a “Promoção de fontes de energia novas e renováveis”.
“A questão relativa à energia, renovável e não-renovável, é hoje uma questão chave para a comunidade internacional e exige a identificação de uma estratégia energética duradoura e global” – afirmou, explicando que “tal estratégia deve enfrentar as necessidades a curto e longo prazo, assegurando segurança energética, defesa da saúde e do meio ambiente e a instituição de compromissos concretos para enfrentar os problemas da mudança climática”.
...
A conclusão do arcebispo se resume na necessidade da cooperação pluridimensional que coloque a gestão humana dos recursos da terra no centro dos esforços individuais, nacionais e internacionais, para enfrentar as causas e consequências das mudanças climáticas: “Através da firmeza dos objetivos e da compaixão pelo próximo, seremos capazes de promover um planeta no qual o desejo de cuidar da terra não seja consequência do medo, e sim sinal do desenvolvimento pessoal e econômico a longo prazo”.
Fonte - Radio Vaticano
Nota DDP: Ver também "UE se mostra pessimista sobre acordo global em Copenhague". Destaque:
Sobre a possibilidade de adiamento da cúpula devido ao fato de que as partes não estão prontas para a determinação de um acordo ambicioso em dezembro, o negociador da Comissão Europeia descartou a possibilidade e ressaltou a necessidade da adoção de medidas a partir de 1º de janeiro de 2010.
“A questão relativa à energia, renovável e não-renovável, é hoje uma questão chave para a comunidade internacional e exige a identificação de uma estratégia energética duradoura e global” – afirmou, explicando que “tal estratégia deve enfrentar as necessidades a curto e longo prazo, assegurando segurança energética, defesa da saúde e do meio ambiente e a instituição de compromissos concretos para enfrentar os problemas da mudança climática”.
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A conclusão do arcebispo se resume na necessidade da cooperação pluridimensional que coloque a gestão humana dos recursos da terra no centro dos esforços individuais, nacionais e internacionais, para enfrentar as causas e consequências das mudanças climáticas: “Através da firmeza dos objetivos e da compaixão pelo próximo, seremos capazes de promover um planeta no qual o desejo de cuidar da terra não seja consequência do medo, e sim sinal do desenvolvimento pessoal e econômico a longo prazo”.
Fonte - Radio Vaticano
Nota DDP: Ver também "UE se mostra pessimista sobre acordo global em Copenhague". Destaque:
Sobre a possibilidade de adiamento da cúpula devido ao fato de que as partes não estão prontas para a determinação de um acordo ambicioso em dezembro, o negociador da Comissão Europeia descartou a possibilidade e ressaltou a necessidade da adoção de medidas a partir de 1º de janeiro de 2010.
Terremoto de magnitude 7,2 atinge as Ilhas Fiji
Um terremoto com magnitude de 7,2 atingiu as Ilhas Fiji nesta segunda-feira (9), informa o Instituto de Pesquisas Geológicas dos Estados Unidos. Até o momento, não há informações sobre estragos ou vítimas.
De acordo com o instituto, o tremor ocorreu por volta das 22h44 (horário local), 8h22 horário de Brasília, a 585 quilômetros de profundidade.
O epicentro está localizado a 102 quilômetros ao norte da capital de Fiji, Suva e a 2.215 quilômetros ao norte de Auckland, na Nova Zelândia.
Fonte - G1
De acordo com o instituto, o tremor ocorreu por volta das 22h44 (horário local), 8h22 horário de Brasília, a 585 quilômetros de profundidade.
O epicentro está localizado a 102 quilômetros ao norte da capital de Fiji, Suva e a 2.215 quilômetros ao norte de Auckland, na Nova Zelândia.
Fonte - G1
Anglicanos decidem integrar igreja católica
Londres, 09 nov (RV) - Um grupo de paróquias da Comunhão Anglicana Tradicional (CAT) votou a favor de integrar-se na Igreja Católica. É a primeira resposta concreta à iniciativa do Vaticano. No último dia 20 de outubro a Santa Sé anunciou a criação de ordinariatos pessoais para acolher grupos de fiéis anglicanos que quisessem entrar em comunhão com a Igreja Católica. Foi anunciada a publicação, em breve, de uma Constituição Apostólica com os detalhes. Todavia, ficou já esclarecido que os anglicanos que aderirem podem manter as suas tradições e a sua liturgia.
O Vaticano enfatizou que esta é uma resposta a vários pedidos feitos por grupos anglicanos ao longo dos últimos anos. Entre estes estaria a CAT, uma comunhão anglicana autônoma, que no mundo todo contabiliza cerca de 400.000 fiéis. Foram precisamente as cerca de 20 paróquias inglesas desta Igreja que agora manifestaram a intenção de aceitar a proposta do Vaticano.
Fonte - Radio Vaticano
Nota DDP: Veja também "Papa e presidente do Cazaquistão falam de diálogo inter-religioso e paz".
O Vaticano enfatizou que esta é uma resposta a vários pedidos feitos por grupos anglicanos ao longo dos últimos anos. Entre estes estaria a CAT, uma comunhão anglicana autônoma, que no mundo todo contabiliza cerca de 400.000 fiéis. Foram precisamente as cerca de 20 paróquias inglesas desta Igreja que agora manifestaram a intenção de aceitar a proposta do Vaticano.
Fonte - Radio Vaticano
Nota DDP: Veja também "Papa e presidente do Cazaquistão falam de diálogo inter-religioso e paz".
Hillary Clinton apela aos europeus para que combatam opressão e extremismos religiosos
Berlim, 09 Nov (Lusa) - A secretária norte-americana de Estado apelou na noite de domingo em Berlim a que os europeus reforcem a cooperação com os Estados Unidos num combate mais intenso à opressão e aos extremismos religiosos."Precisamos de uma parceria mais forte para fazer ruir os muros do Século XXI e para enfrentar os que se escondem por detrás desses muros: os `kamikazes`, os que matam e mutilam as raparigas cujo único desejo é ir à escola", disse Hillary Clinton, numa aparente alusão aos talibãs.
"Em lugar destes novos muros, devemos reforçar a aliança transatlântica enquanto pedra angular de uma arquitectura mundial de cooperação", acrescentou.
Fonte - RTP
Nota DDP: Lei também "Clinton exorta a atuar contra ameaças globais" e "EUA completam 20 anos como única patrulha planetária". Destaques:
"Clinton exortou no domingo os europeus e os americcanos a verem o aniversário da queda do muro de Berlim como um chamado a atuar contra novas ameaças globais.
...
Clinton disse que o duro trabalho que ajudou a colocar fim a Guerra Fria deve ser canalizado para enfrentar novos desafios, incluindo o combate ao extremismo e ao câmbio climático."
Ainda:
"É bom ter no mundo uma grande potência que amorteça os efeitos desestabilizadores em outros pontos do planeta, ainda que por meio de seu poderio militar. O Império Romano, com toda sua brutalidade, conseguiu manter a ordem estabelecida enquanto esteve em seu auge. Quando desabou, a anarquia se espalhou", destacou Henriksen.
Os textos falam por si mesmos. Extremismo religioso, combate à mudança climática, queda de muros, liderança da nação americana nestes contextos e sua comparação a Roma. Aos estudantes da profecia bíblica, é até bastante simples de se perceber para onde este estado de coisas aponta.
Estudos proféticos completos podem ser acessados aqui.
Número de mortos pelo furacão Ida chega a 124 em El Salvador
O número de mortos pelos estragos causados pelo furacão Ida chega a 124 em El Salvador, nesta segunda-feira. Cerca de 60 pessoas estão desaparecidas e 7 mil foram evacuados. Os ventos ganharam força no Caribe, perto da Península de Yucatán, e avançavam em direção ao Golfo do México, informou o Centro de Furacões dos Estados Unidos. O Estado de Louisiana já declarou emergência.
As fortes chuvas remanescentes do furacão provocaram deslizamentos de terra e inundações, em El Salvador. O governo declarou estado de emergência em cinco departamentos do país. Três rios em diferentes áreas transbordaram.
O ministro do Interior salvadorenho, Humberto Centeno, disse que o número de vítimas poderá aumentar, já que os agentes do resgate se dirigiam às regiões mais atingidas pelos deslizamentos de terra e inundações.
Os ventos máximos sustentados do Ida, que alcançou a categoria de furacão na noite do sábado, aumentou para 160 km por hora. O fenômeno atingiu a América Central nesta semana, deixando milhares de desabrigados, e neste domingo estava previsto passar pelo canal de Yucatán, que separa a península de mesmo nome do extremo oeste de Cuba.
Ainda não havia planos para retirar turistas do famoso balneário de Cancún, no estado mexicano de Quintana Too, mas moradores de zonas mais baixas estavam sendo levados a albergues.
O governador do Estado americano de Louisiana, Bobby Jindal, declarou estado de emergência para mobilizar recursos e preparar-se para a chegada do furacão Ida, que está previsto para atingir os Estados Unidos na terça-feira. A Guarda Nacional do Estado está em alerta, com uma atenção especial aos diques e às regiões desprotegidas do litoral.
Fonte - Terra
As fortes chuvas remanescentes do furacão provocaram deslizamentos de terra e inundações, em El Salvador. O governo declarou estado de emergência em cinco departamentos do país. Três rios em diferentes áreas transbordaram.
O ministro do Interior salvadorenho, Humberto Centeno, disse que o número de vítimas poderá aumentar, já que os agentes do resgate se dirigiam às regiões mais atingidas pelos deslizamentos de terra e inundações.
Os ventos máximos sustentados do Ida, que alcançou a categoria de furacão na noite do sábado, aumentou para 160 km por hora. O fenômeno atingiu a América Central nesta semana, deixando milhares de desabrigados, e neste domingo estava previsto passar pelo canal de Yucatán, que separa a península de mesmo nome do extremo oeste de Cuba.
Ainda não havia planos para retirar turistas do famoso balneário de Cancún, no estado mexicano de Quintana Too, mas moradores de zonas mais baixas estavam sendo levados a albergues.
O governador do Estado americano de Louisiana, Bobby Jindal, declarou estado de emergência para mobilizar recursos e preparar-se para a chegada do furacão Ida, que está previsto para atingir os Estados Unidos na terça-feira. A Guarda Nacional do Estado está em alerta, com uma atenção especial aos diques e às regiões desprotegidas do litoral.
Fonte - Terra
Terremoto de 6,7 graus na Indonésia mata 2 e fere 38
Pelo menos duas pessoas morreram, outras 38 ficaram feridas e vários prédios ficaram danificados quando um terremoto de 6,7 graus de magnitude na escala Richter sacudiu o mar da ilha de Sumbawa, na Indonésia, informaram fontes oficiais.O distrito mais afetado foi o de Bima, onde uma ponte caiu e dezenas de moradores fugiram para as montanhas por temor de um tsunami, segundo o chefe do centro de desastres do Ministério da Saúde, Rustam Pakaya.
Duas pessoas morreram na aldeia de Raba Ngodu, que sofreu um blecaute imediato quando ocorreu o tremor, enquanto várias testemunhas disseram que pelo menos uma clínica, quatro colégios e cerca de 50 casas caíram.
O terremoto aconteceu às 3h41 local (17h41 do domingo de Brasília) a 16 quilômetros a noroeste da cidade de Raba, informou o Serviço Geológico dos Estados Unidos.
Seu epicentro foi localizado a 8,32 graus latitude sul e 118,69 graus longitude leste, a 18 km sob o nível do mar e foi sentido pelos turistas na ilha próxima de Lombok.
Apesar da potência, proximidade da costa e pouca profundidade do tremor, as autoridades indonésias não declararam um alerta de tsunami.
Fonte - Terra
sábado, 7 de novembro de 2009
Diplomacia do Vaticano acelera em Novembro
O papa Bento XVI começou uma longa série de encontros internacionais que incluem, no espaço de um mês, dez audiências com chefes de Estado e de Governo. O primeiro a ser recebido no Vaticano foi ontem o Presidente do Casaquistão, Nursultan Nazarbaiev.
A aceleração dos encontros de alto nível tem a ver com o facto de o Papa ter participado em Outubro no sínodo sobre África, que se realizou entre os dias 4 e 25. Na próxima semana, Bento XVI recebe em audiência os primeiros-ministros croata, húngaro, sérvio e checo e, no dia 18, será a vez da líder do Governo do Bangladesh. Seguem-se os chefes de Estado do Suriname, Koweit, Chile e Argentina. As duas últimas, Michelle Bachelet e Cristina Kirchner, chegam juntas ao Vaticano, para comemorarem o 25º aniversário do acordo que pôs fim ao diferendo sobre o canal Beagle.
Fonte - DN Globo
A aceleração dos encontros de alto nível tem a ver com o facto de o Papa ter participado em Outubro no sínodo sobre África, que se realizou entre os dias 4 e 25. Na próxima semana, Bento XVI recebe em audiência os primeiros-ministros croata, húngaro, sérvio e checo e, no dia 18, será a vez da líder do Governo do Bangladesh. Seguem-se os chefes de Estado do Suriname, Koweit, Chile e Argentina. As duas últimas, Michelle Bachelet e Cristina Kirchner, chegam juntas ao Vaticano, para comemorarem o 25º aniversário do acordo que pôs fim ao diferendo sobre o canal Beagle.
Fonte - DN Globo
sexta-feira, 6 de novembro de 2009
Papa convida líderes mundiais para tratar de religião na política
O católico convertido Tony Blair está entre os vários líderes mundiais convidados a participar de uma cúpula de alto nível com o Papa Bento XVI, para discutir o papel da Igreja na política.A cúpula de dois dias será realizada no Vaticano e incluirá outros políticos católicos de todo o mundo, incluindo a chanceler alemã Angela Merkel, o vice-presidente americano Joe Biden, os ministros espanhol Jose Maria Aznar e o italiano Silvio Berlusconi.
Os oficiais da igreja têm trabalhado em silêncio por vários meses na conferência, o qual se chamará "Testemunhas de Cristo na comunidade política".
Os itens a serem discutidos incluem família, direito à vida, raízes cristãs, educação e bioética.
Fontes do Vaticano disseram que o Papa BXVI está ficando "cada vez mais preocupado" sobre como os valores cristãos estão sendo corroídos em virtude dos vários governos mundiais introduzirem legislações contrárias à doutrina católica.
Fonte - Daily Mail
"Como folhas de outono..." 17
Série de palestras conduzidas pelo Dr. Sang Lee, que conheceu a Mensagem de Saúde revelada pelo Senhor com um de seus pacientes. Impressionado com os escritos de Ellen G. White, que contando mais de 100 anos de existência, versava sobre descobertas que a ciência estava recém comprovando, o Dr. Sang Lee colocou as instruções de saúde do Espírio de Profecia à prova, com resultados tremendos. Hoje ele é adventista, faz palestras sobre saúde em vários países, e com os princípios de saúde dados por Deus a Ellen G. White, tem curado pessoas com diversas enfermidades, incluindo diabetes e câncer.Presidente da Korean Newstart Program e professor do Instituto Weimar da Califórnia, o Dr. Lee traz nestas palestras singulares informações sobre saúde.
1) - Gratidao, endorfinas e exercicios - Vesícula e diabetes
2) - Câncer e depressão - Cafeína, adoçante e água
3) - Câncer e gens - Diabetes e insulina
4) - Amor, perdão e doencas auto imunes
5) - Descanso e restauracao - Parte 1
6) - Descanso e restauracao - Parte 2
Espero que seja útil aos irmãos. Não se esqueçam de duplicar, "como folhas de outono", atendendo o "ide" do Mestre. E descansem no Senhor. Feliz Sábado.
Soli Deo Gloria
"Disseminai-os como as folhas no outono. Esse trabalho deverá continuar sem estorvo de pessoa alguma. Almas perecem sem Cristo. Sejam elas advertidas de Seu breve aparecimento nas nuvens do céu." (Testemunhos Seletos V3 - Pág. 235)
FAQ
[Extraído de Sermões Online]
Outras programações "Como folhas de Outono...", aqui.
Liberdade Religiosa – “Até quando?” - III
II - PARA DEUS (2ª Parte)
Muito se tem ouvido falar - notamente em nosso tempo - onde há uma explosão de vertentes ideológicas, sobre a liberdade de crença.
Como visto em considerações anteriores, ao passo em que para os homens a liberdade religiosa se estabeleça no direito de crer ou deixar de crer nas formas e condições que melhor convierem ao homem, para Deus há livre arbítrio para escolher ou não seguí-Lo, uma vez que inexiste “liberdade religiosa” que permita se escolher o caminho para a eternidade.
Da observação destas duas vertentes, encontramos o direcionamento que deve nortear o caminho do Adventista do Sétimo Dia, tanto na forma de se adequar às leis temporais, quanto no empreender a missão que Deus confiou ao povo dos últimos dias:
"A questão da liberdade religiosa é muito importante, e deve ser tratada com grande sabedoria e discrição. A menos que isso se faça, há o perigo de pelo nosso próprio procedimento trazermos sobre nós mesmos uma crise, antes de para ela estarmos preparados. O peso de nossa mensagem deve ser: "Os mandamentos de Deus e a fé em Jesus." Apoc. 14:12. Devem nossos irmãos ser aconselhados a agir de maneira que não desperte e provoque as autoridades constituídas, de modo que façam mudanças capazes de limitar a obra, e nos impedir de proclamar a mensagem em diferentes localidades. Precisamos mais da atuação do Infinito, e muito menos confiança nos instrumentos humanos." (Testemunhos para Ministros e Obreiros Evangélicos, p. 219/220)
A liberdade religiosa tal como entendida pela orientação profética, é o meio necessário para que a mensagem de Deus continue sendo pregada até que venha o fim. Não portanto para resolver nossas pequenas causas temporais, não portanto para conceder-nos qualquer tipo de conforto nos sistemas deste mundo, mas para que a verdadeira liberdade, Cristo, seja apresentado para um mundo a perecer.
O direito a ser defendido portanto, a todo custo, é o de poder continuar pregando a verdade. Tal verdade é imprescindível para que todo o aparato de comunicação do Evangelho possa ser implementado e esteja disponível para a operação do Espírito, levando-o até os confins desta Terra, para que o fim venha, segundo vaticinado pelas próprias Escrituras:
"E este evangelho do reino será pregado em todo o mundo, em testemunho a todas as nações, e então virá o fim" (Mt.24:14)
Pregar o Reino Eterno, não construir um “reino”. Este é o chamado de Deus para os Adventistas do Sétimo Dia e para todo o sincero adorador do Senhor. Em não se observando esta tão simples diretiva, haveremos de nos deparar com uma dura realidade que nos aguarda:
"O trabalho que a igreja tem deixado de fazer em tempo de paz e prosperidade, terá de realizar em terrível crise, sob as circunstâncias mais desanimadoras, proibitivas." (Testemunhos Seletos, vol. 2, p. 164)
A nossa “resistência” deve ser empreendida de tal forma que não nos misturemos a suplicar ao poder temporal aquilo somente Deus pode nos conceder. As “armas” dos Filhos de Deus não estão nas casas legislativas, onde somos orientados a não buscar a solução de nossas necessidades:
"Toda lei civil tem o poder da espada sobre si. É seu direito fazer vigorar a lei, então, é seu direito executá-la. Ao negar à Igreja o poder da espada, Jesus, portanto, proibiu-a de pedir ao estado leis que forcem as crenças religiosas e a sua observação. (Liberdade Religiosa, p. 5)
As “armas” dos Filhos de Deus se constituem da oração intercessórias, pregação do Evangelho e amor sacrifical pelos irmãos. Estes componentes abrirão as Portas do Céu em nosso favor.
Não por outro motivo, Jesus fixou:
"O meu reino não é deste mundo; se o meu reino fosse deste mundo, pelejariam os meus servos, para que eu não fosse entregue aos judeus;
mas agora o meu reino não é daqui." (Jo 18:36)
Se teremos um tempo de “terrível crise”, para se completar o que estamos deixando de fazer em “tempo de prosperidade”, onde estaríamos no relógio profético para que esta realidade venha a se consumar? O tempo e a hora é certo que ninguém sabe, mas podemos “observar a figueira” e perceber o que mundo vem preparando para estes dias? É o que veremos na parte final destas linhas.
Parte 1
Parte 2
Parte 4
Muito se tem ouvido falar - notamente em nosso tempo - onde há uma explosão de vertentes ideológicas, sobre a liberdade de crença.
Como visto em considerações anteriores, ao passo em que para os homens a liberdade religiosa se estabeleça no direito de crer ou deixar de crer nas formas e condições que melhor convierem ao homem, para Deus há livre arbítrio para escolher ou não seguí-Lo, uma vez que inexiste “liberdade religiosa” que permita se escolher o caminho para a eternidade.
Da observação destas duas vertentes, encontramos o direcionamento que deve nortear o caminho do Adventista do Sétimo Dia, tanto na forma de se adequar às leis temporais, quanto no empreender a missão que Deus confiou ao povo dos últimos dias:
"A questão da liberdade religiosa é muito importante, e deve ser tratada com grande sabedoria e discrição. A menos que isso se faça, há o perigo de pelo nosso próprio procedimento trazermos sobre nós mesmos uma crise, antes de para ela estarmos preparados. O peso de nossa mensagem deve ser: "Os mandamentos de Deus e a fé em Jesus." Apoc. 14:12. Devem nossos irmãos ser aconselhados a agir de maneira que não desperte e provoque as autoridades constituídas, de modo que façam mudanças capazes de limitar a obra, e nos impedir de proclamar a mensagem em diferentes localidades. Precisamos mais da atuação do Infinito, e muito menos confiança nos instrumentos humanos." (Testemunhos para Ministros e Obreiros Evangélicos, p. 219/220)
A liberdade religiosa tal como entendida pela orientação profética, é o meio necessário para que a mensagem de Deus continue sendo pregada até que venha o fim. Não portanto para resolver nossas pequenas causas temporais, não portanto para conceder-nos qualquer tipo de conforto nos sistemas deste mundo, mas para que a verdadeira liberdade, Cristo, seja apresentado para um mundo a perecer.
O direito a ser defendido portanto, a todo custo, é o de poder continuar pregando a verdade. Tal verdade é imprescindível para que todo o aparato de comunicação do Evangelho possa ser implementado e esteja disponível para a operação do Espírito, levando-o até os confins desta Terra, para que o fim venha, segundo vaticinado pelas próprias Escrituras:
"E este evangelho do reino será pregado em todo o mundo, em testemunho a todas as nações, e então virá o fim" (Mt.24:14)
Pregar o Reino Eterno, não construir um “reino”. Este é o chamado de Deus para os Adventistas do Sétimo Dia e para todo o sincero adorador do Senhor. Em não se observando esta tão simples diretiva, haveremos de nos deparar com uma dura realidade que nos aguarda:
"O trabalho que a igreja tem deixado de fazer em tempo de paz e prosperidade, terá de realizar em terrível crise, sob as circunstâncias mais desanimadoras, proibitivas." (Testemunhos Seletos, vol. 2, p. 164)
A nossa “resistência” deve ser empreendida de tal forma que não nos misturemos a suplicar ao poder temporal aquilo somente Deus pode nos conceder. As “armas” dos Filhos de Deus não estão nas casas legislativas, onde somos orientados a não buscar a solução de nossas necessidades:
"Toda lei civil tem o poder da espada sobre si. É seu direito fazer vigorar a lei, então, é seu direito executá-la. Ao negar à Igreja o poder da espada, Jesus, portanto, proibiu-a de pedir ao estado leis que forcem as crenças religiosas e a sua observação. (Liberdade Religiosa, p. 5)
As “armas” dos Filhos de Deus se constituem da oração intercessórias, pregação do Evangelho e amor sacrifical pelos irmãos. Estes componentes abrirão as Portas do Céu em nosso favor.
Não por outro motivo, Jesus fixou:
"O meu reino não é deste mundo; se o meu reino fosse deste mundo, pelejariam os meus servos, para que eu não fosse entregue aos judeus;
mas agora o meu reino não é daqui." (Jo 18:36)
Se teremos um tempo de “terrível crise”, para se completar o que estamos deixando de fazer em “tempo de prosperidade”, onde estaríamos no relógio profético para que esta realidade venha a se consumar? O tempo e a hora é certo que ninguém sabe, mas podemos “observar a figueira” e perceber o que mundo vem preparando para estes dias? É o que veremos na parte final destas linhas.
Parte 1
Parte 2
Parte 4
quinta-feira, 5 de novembro de 2009
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