O amor que nasce do evangelho não é passivo. Ele conduz à entrega. Leva o discípulo a viver, trabalhar e, se necessário, sacrificar-se sem reservas. Essa disposição não surge de entusiasmo momentâneo, mas de uma vida profundamente unida a Cristo. Quando Ele se torna o centro, viver passa a ser serviço, e até a perda encontra sentido.
Há um perigo silencioso em ceder aos costumes do mundo pouco a pouco. Concessões pequenas anestesiam a consciência e preparam o terreno para escolhas maiores. O chamado bíblico, porém, não é para adaptação, mas para fidelidade. Honrar a Deus é colocá-Lo acima de toda conveniência, permitindo que Sua vontade molde a vida, mesmo quando isso traz oposição.
A promessa que atravessa as Escrituras é clara: Deus não abandona os que permanecem firmes. Nos momentos de maior escuridão, Ele fortalece os fiéis, desperta coragem onde antes havia temor e transforma fraqueza em testemunho. A vitória não está em evitar a prova, mas em permanecer leal durante ela.
Hoje, enfrente o dia com essa convicção silenciosa: a noite pode se tornar mais profunda, mas Deus continua formando estrelas. Permaneça fiel. A luz que vem d’Ele nunca se apaga.
