As pessoas mais ricas dos Estados Unidos se encontram para discutir maneiras de acabar com a 'terrível' ameaça ambiental, social e política
Nota introdutória de Heitor de Paola: Clubes de bilionários e teorias da conspiração:
A simples menção da existência de conspirações para dominar o mundo através de um governo mundial constituído por uma elite de sábios que salvarão a humanidade de si própria, coloca o autor na categoria de maluco, excêntrico, paranóico, que sequer merece a mínima atenção. A idéia é afastada in limine, sem nenhum exame mais profundo da questão.
É claro que existem 'teorias' que falam de sociedades ultra-secretas com características mágicas malignas que dirigem o mundo através de poderes mentais excepcionais ou máquinas aterradoras. Ou conspirações de seres extraterrestres de desenvolvimento 'espiritual' superior. O corpo de elite unificado e não eletivo que é a essência da Nova Ordem Mundial provavelmente jamais passará de um ideal irrealizável por serem tantas as 'mãos secretas' concorrentes entre si, mas o embrião do Governo Mundial já está presente em nosso dia-a-dia e é comandado por uma elite afastada dos governos e parlamentos para não serem expostas à vontade popular. A melhor definição para ela é a do Conde Hugo Lerchenfeld, em 1924, na revista Foreign Affairs:
'Não poderia um grupo de homens de mérito e competentes, como é encontrado em todas as nações representando suas mais elevadas forças morais - um tipo de Areópago - se encontrarem e tomarem decisões sobre assuntos de grande importância sobre os quais não haja consenso? Não poderia ser constituído um Conselho cuja alta capacidade de julgamento e imparcialidade fosse tomada como verdade e que guiaria a opinião pública em todo o mundo?'
O Conde não sabia que alguns grupos como estes já existiam. Deter-me-ei apenas num, que estabeleceu a maioria dos paradigmas para os demais: o Cecil Bloc, mais tarde conhecido por outras denominações como Round Table Group, The Times Crowd e, principalmente, Milner Group. Foi fundado em diversas reuniões entre 1891 e 1903, pelo bilionário Cecil Rhodes que enriquecera com minas de ouro e diamante no sul da África - de seu nome deriva Rodésia, hoje dividida entre Zimbabwe e Zâmbia. Os métodos utilizados podem ser divididos em três grupos:
1. penetração tripla na política, na educação (aqui entram as Rhodes Scholarships que existem até hoje, e se constituíram na maior influência em Oxford e Cambridge) e no jornalismo (controlaram o The Times durante mais de 60 anos);
2. recrutamento de homens de grandes habilidades, todos ligados por alianças matrimoniais ou por gratidão por títulos ou posições de poder;
3. influência nas políticas públicas ao assumir posições de poder, sempre atraindo a menor atenção possível do público;
Através destas posições divulgaram a idéia da British Commonwealth of Nations, controlaram a administração de guerra de Lloyg George, deram a idéia da Liga das Nações e do sistema de mandatos no Oriente Médio, fundaram o Royal Institute of Foreign Affairs e comandaram a política de apaziguamento da Alemanha de 1920 a 1940.
Outras organizações importantes são a Fabian Society, o Clube Bilderberg, a ação frequentemente conjunta das grandes fundações (Ford, Rockfeller, Carnegie, Tides, Gates) e as instituições políticas multi e transnacionais: Trilateral Commission, Inter-American Dialogue e outras. As organizações revolucionárias que incluem uma miríade constituída por comunistas, trotskistas, anarquistas, etc.
Todas seguem um padrão de abertura/encobrimento: pode-se acessar qualquer uma delas (Open Conspiracy, de H G Wells é um exemplo), mas o que as protege da plena exposição é a aura de incredulidade que elas fomentam. Abertura e incredulidade são dois pólos dialéticos fundamentais: as pessoas sabem que existem, mas não conseguem acreditar no poder que elas têm. Principalmente no que toca ao financiamento das organizações revolucionárias pelas grandes corporações multibilionárias: é só acessar os sites específicos e lá estão os doadores, mas quase ninguém acredita pela dualidade esquerda - revolucionários, terceiro mundo, etc. - e direita - os ricos capitalistas que devem se opor aos primeiros.
Poucos se dão conta que os interesses pelo poder os une, levando Olavo de Carvalho a cunhar o termo metacapitalistas para designar aqueles ultra ricos, como Gates, Buffet, Rockfeler, citados no artigo abaixo.
[Fontes para Cecil Bloc: The Anglo-American Establishment e Trajedy & Hope, ambos de Carrol Quigley]
* * *
Clube de Bilionários se Oferece Para Frear Superpopulação
John Harlow
Alguns dos maiores bilionários americanos se encontraram secretamente com o fim de encontrar uma maneira de usar sua riqueza para reduzir o crescimento da população mundial e acelerar programas nas áreas de saúde e educação.
Os filantropos que estavam presentes na reunião promovida por iniciativa de Bill Gates, o co-fundador de Microsoft, consideraram a idéia de juntar suas forças para superar obstáculos políticos ou religiosos à mudança.
Descrito como o Good Club por um participante, se fizeram presentes David Rockefeller Jr, patriarca da maior dinastia americana, Warren Buffett e George Soros, os financistas, Michael Bloomberg, o prefeito de New York, e os magnatas dos meios de comunicação Ted Turner e Oprah Winfrey.
Todos estes e Bill Gates doaram mais de 45 bilhões de libras desde 1996 para causas que vão desde programas de saúde para países em desenvolvimento a escolas perto de casa nos guetos americanos.
O encontro foi na casa de Sir Paul Nurse, um bioquímico britânico, ganhador do prêmio Nobel e presidente da Rockefeller University, em Manhattan, no dia 5 de maio. O encontro era tão secreto que alguns de seus empregados acreditavam que eles estavam discutindo resoluções sobre garantias seguras de investimentos.
Stacy Palmer, editor do Chronicle of Philanthropy, disse que nunca houve uma reunião como aquela. "Nós só tomamos conhecimento depois, por acidente. Normalmente essas pessoas gostam de aparecer quando estão fazendo coisas boas, mas isso é diferente - talvez porque não queiram ser vistos como uma quadrilha global" disse ele.
No entanto, alguns detalhes surgiram essa semana. A alguns bilionários foi dado 15 minutos para apresentar suas causas favoritas. Durante o jantar eles discutiram como chegariam a uma umbrela cause, uma causa que pudesse abrigar o interesse de todos os presentes.
Os assuntos debatidos incluíam reformar a supervisão de ajuda externa para a criação de escolas rurais e sistemas de abastecimento de água em países do terceiro mundo. Todos concordaram com Gates que a superpopulação era a prioridade.
Isso poderia ser um desafio para alguns políticos do terceiro mundo que acreditam que a contracepção e a educação feminina enfraquecem os valores tradicionais.
Gates, 53 anos, que está doando a maior parte de sua fortuna, argumenta que famílias abastadas e livres da malária e da extrema pobreza, poderiam mudar seus hábitos e passar a ter menos filhos daqui a meia geração.
Numa conferência em Long Beach, Califórnia, fevereiro passado, ele fez um comentário parecido. "Projeções oficiais dizem que a população mundial chegará a um pico de 9.3 bilhões de pessoas [dos hoje 6.6 bilhões], mas com iniciativas de caridade, como 'planos de saúde especiais para os que tiverem menos filhos', nós achamos que podemos reduzir esse pico a 8.3 bilhões," disse Gates na ocasião.
Patricia Stonesifer, ex-presidente executiva da Bill and Melinda Gates Foundation, que doa mais de 2 bilhões de libras ao ano para "boas causas", estava presente na reunião promovida por Rockefeller. Ela disse que os bilionários se encontraram com o intuito de "discutir como aumentar as doações" e pretendem "continuar o diálogo" pelos próximos meses.
Um outro convidado disse que "não era tão cruel como um voto", mas que se chegou a um consenso de que eles apoiariam uma estratégia na qual o crescimento populacional fosse encarado como uma terrível ameaça ambiental, social e industrial.
"Essa perspectiva é tão atemorizante que o grupo concordou que as respostas precisam vir de pessoas de inteligência única", disse o convidado. "Eles precisam ser independentes de agências de governo, que não são capazes de enfrentar o desastre que se aproxima."
Por que todo o segredo? "Eles queriam falar de ricos para ricos, sem a preocupação de que nada do que dissessem fosse parar nos jornais, mostrando-os com uma alternativa ao governo mundial," disse ele.
Publicado no Sunday Times Online
Tradução: Frederico De Paola
Fonte - Mídia sem Máscara
Nota DDP: Já havia passado pelo tema no post "Paz e segurança"
quinta-feira, 4 de junho de 2009
É possível ser cristão e maçom ao mesmo tempo?
“Sou cristão porque sigo a Palavra de Deus e creio em Jesus. Não acredito em bandeiras religiosas ou dogmas. Sempre perguntei aos pastores por que excomungar tanto a Maçonaria e relacioná-la com o demônio, sendo que: (1) nenhum homem pode ser maçom sem ser crente em Deus; (2) o maçom não faz nada sem antes invocar a Deus e agradecer as bênçãos.” A.S, por e-mail.
Suas observações foram muito interessantes. Realmente, a Maçonaria é muitas vezes confundida com satanismo, o que é errado. A Maçonaria invoca, sim, a Deus - inclusive O chamam de G.A.D.U. - Grande Arquiteto do Universo. E os membros da loja fazem obras de caridade muito importantes para a sociedade.
Entretanto, precisamos reconhecer e aceitar que algumas crenças dos maçons não estão em conformidade com a Bíblia. Vou destacar algumas delas:
1) Para eles, a Bíblia, mesmo sendo um livro importante, é apenas um “símbolo” da vontade Divina e não necessariamente um livro inspirado por Deus. Isso contradiz 2 Timóteo 3:16, 17 e João 5:39:
“Toda a Escritura é inspirada por Deus e útil para o ensino, para a repreensão, para a correção e para a instrução na justiça, para que o homem de Deus seja apto e plenamente preparado para toda boa obra.”
“Examinais as Escrituras, porque pensais ter nelas a vida eterna. São estas mesmas Escrituras que testificam de Mim.”
2) Eles não crêem no Deus pessoal e triúno das Escrituras, o que contraria Gênesis 1:26 e Mateus 28:19:
“Então disse Deus: ‘Façamos o homem à Nossa imagem, conforme a Nossa semelhança.”
“Portanto, vão e façam discípulos de todas as nações, batizando-os em nome do Pai e do Filho e do Espírito Santo.”
3) Jesus Cristo não é considerado pelos maçons como um Ser Divino. Totalmente o oposto do que afirmam João 1:1-4, 14 e Colossenses 2:8, 9:
“No princípio era aquele que é a Palavra. Ele estava com Deus, e era Deus. Ele estava com Deus no princípio. Todas as coisas foram feitas por intermédio dEle; sem Ele, nada do que existe teria sido feito. NEle estava a vida, e esta era a luz dos homens. Aquele que é a Palavra tornou-Se carne e viveu entre nós. Vimos a Sua glória, glória como do Unigênito e vindo do Pai, cheio de graça e de verdade.”
“Tenham cuidado para que ninguém os escravize a filosofias vãs e enganosas, que se fundamentam nas tradições humanas e nos princípios elementares deste mundo, e não em Cristo. Pois em Cristo habita corporalmente toda a plenitude da divindade.”
4) Afirmam que cada pessoa pode alcançar a salvação por si mesma, desenvolvendo um conceito próprio sobre Deus. Tal idéia é conflitante com Efésios 2:8, 9 e João 17:3:
“Pois vocês são salvos pela graça, por meio da fé, e isto não vem de vocês, é dom de Deus; não por obras, para que ninguém se glorie.”
“Esta é a vida eterna: que Te conheçam, o único Deus verdadeiro, e a Jesus Cristo, a quem enviaste.”
5) Não pregam sobre a importante doutrina do juízo final. Ler Romanos 14:12 e 2 Coríntios 5:10:
“Assim, cada um de nós prestará contas de si mesmo a Deus.”
“Pois todos nós devemos comparecer perante o tribunal de Cristo, para que cada um receba de acordo com as obras praticadas por meio do corpo, quer sejam boas quer sejam más.”
6) O ensino central cristão sobre a volta de Jesus também é ignorado e passado por alto, o que fará com que muitos maçons sejam pegos de surpresa! Vejamos o que diz a Bíblia em Apocalipse 1:7 e Mateus 24:44:
“Eis que Ele vem com as nuvens, e todo olho O verá, até mesmo aqueles que O traspassaram; e todos os povos da terra se lamentarão por causa dEle. Assim será! Amém.”
“Assim, vocês também precisam estar preparados, porque o Filho do homem virá numa hora em que vocês menos esperam.”
Perceba que a Maçonaria, mesmo não tendo ligação com o satanismo, nega ensinos fundamentais da fé cristã e, portanto, não há como ser cristão e maçom ao mesmo tempo. Aceitamos a mensagem bíblica por completo ou somos maçons. Não há meio termo.
Com isso, não estamos negando a sinceridade e a bondade de muitos que vão à loja maçônica. Apenas mostramos que, biblicamente, não há harmonia entre os ensinos bíblicos e os ensinos da Maçonaria.
Para um estudo aprofundado sobre a maçonaria, recomendo a leitura do livro Maçonaria e Fé Cristã, de J. Scott Horrell (Ed. Mundo Cristão).
Suas observações foram muito interessantes. Realmente, a Maçonaria é muitas vezes confundida com satanismo, o que é errado. A Maçonaria invoca, sim, a Deus - inclusive O chamam de G.A.D.U. - Grande Arquiteto do Universo. E os membros da loja fazem obras de caridade muito importantes para a sociedade.
Entretanto, precisamos reconhecer e aceitar que algumas crenças dos maçons não estão em conformidade com a Bíblia. Vou destacar algumas delas:
1) Para eles, a Bíblia, mesmo sendo um livro importante, é apenas um “símbolo” da vontade Divina e não necessariamente um livro inspirado por Deus. Isso contradiz 2 Timóteo 3:16, 17 e João 5:39:
“Toda a Escritura é inspirada por Deus e útil para o ensino, para a repreensão, para a correção e para a instrução na justiça, para que o homem de Deus seja apto e plenamente preparado para toda boa obra.”
“Examinais as Escrituras, porque pensais ter nelas a vida eterna. São estas mesmas Escrituras que testificam de Mim.”
2) Eles não crêem no Deus pessoal e triúno das Escrituras, o que contraria Gênesis 1:26 e Mateus 28:19:
“Então disse Deus: ‘Façamos o homem à Nossa imagem, conforme a Nossa semelhança.”
“Portanto, vão e façam discípulos de todas as nações, batizando-os em nome do Pai e do Filho e do Espírito Santo.”
3) Jesus Cristo não é considerado pelos maçons como um Ser Divino. Totalmente o oposto do que afirmam João 1:1-4, 14 e Colossenses 2:8, 9:
“No princípio era aquele que é a Palavra. Ele estava com Deus, e era Deus. Ele estava com Deus no princípio. Todas as coisas foram feitas por intermédio dEle; sem Ele, nada do que existe teria sido feito. NEle estava a vida, e esta era a luz dos homens. Aquele que é a Palavra tornou-Se carne e viveu entre nós. Vimos a Sua glória, glória como do Unigênito e vindo do Pai, cheio de graça e de verdade.”
“Tenham cuidado para que ninguém os escravize a filosofias vãs e enganosas, que se fundamentam nas tradições humanas e nos princípios elementares deste mundo, e não em Cristo. Pois em Cristo habita corporalmente toda a plenitude da divindade.”
4) Afirmam que cada pessoa pode alcançar a salvação por si mesma, desenvolvendo um conceito próprio sobre Deus. Tal idéia é conflitante com Efésios 2:8, 9 e João 17:3:
“Pois vocês são salvos pela graça, por meio da fé, e isto não vem de vocês, é dom de Deus; não por obras, para que ninguém se glorie.”
“Esta é a vida eterna: que Te conheçam, o único Deus verdadeiro, e a Jesus Cristo, a quem enviaste.”
5) Não pregam sobre a importante doutrina do juízo final. Ler Romanos 14:12 e 2 Coríntios 5:10:
“Assim, cada um de nós prestará contas de si mesmo a Deus.”
“Pois todos nós devemos comparecer perante o tribunal de Cristo, para que cada um receba de acordo com as obras praticadas por meio do corpo, quer sejam boas quer sejam más.”
6) O ensino central cristão sobre a volta de Jesus também é ignorado e passado por alto, o que fará com que muitos maçons sejam pegos de surpresa! Vejamos o que diz a Bíblia em Apocalipse 1:7 e Mateus 24:44:
“Eis que Ele vem com as nuvens, e todo olho O verá, até mesmo aqueles que O traspassaram; e todos os povos da terra se lamentarão por causa dEle. Assim será! Amém.”
“Assim, vocês também precisam estar preparados, porque o Filho do homem virá numa hora em que vocês menos esperam.”
Perceba que a Maçonaria, mesmo não tendo ligação com o satanismo, nega ensinos fundamentais da fé cristã e, portanto, não há como ser cristão e maçom ao mesmo tempo. Aceitamos a mensagem bíblica por completo ou somos maçons. Não há meio termo.
Com isso, não estamos negando a sinceridade e a bondade de muitos que vão à loja maçônica. Apenas mostramos que, biblicamente, não há harmonia entre os ensinos bíblicos e os ensinos da Maçonaria.
Para um estudo aprofundado sobre a maçonaria, recomendo a leitura do livro Maçonaria e Fé Cristã, de J. Scott Horrell (Ed. Mundo Cristão).
Um abraço e fique com Deus,
Leandro Quadros
Jornalista - consultor bíblico
Fonte - Na mira da Verdade
Nota DDP: Para se observar outros ângulos da questão abordada pelo irmão Leandro, sugiro a leitura das intervenções do Minuto Profético neste tema.
Obama diz que EUA são "um dos maiores países muçulmanos do planeta"
Paris, 2 jun (EFE).- O presidente americano, Barack Obama, assegurou hoje que os Estados Unidos são "um dos maiores países muçulmanos do planeta", ao mesmo tempo em que convidou o mundo ocidental a "conhecer melhor o Islã".
"Os EUA e o mundo ocidental devem aprender a conhecer melhor o Islã. Além disso, se contarmos o número de americanos islamitas, nos daremos conta de que os Estado Unidos são um dos maiores países muçulmanos do planeta", afirmou Obama em entrevista concedida ao canal de televisão francês "Canal+".
O presidente americano, que fará um discurso nos próximos dias no Cairo, afirmou que tentará "criar o melhor diálogo para que o mundo muçulmano possa compreender melhor como não só os EUA, assim como todo o mundo islâmico em geral, sofre certos problemas como o terrorismo".
"Acho que há um autêntico conflito entre os que sustentam que o Islã é irreconciliável com a vida moderna e os que acham, pelo contrário, que o islamismo sempre soube evoluir ", assegurou Obama.
Para o presidente americano, "seja qual seja a confissão, são os que constroem e não os que destroem os que deixam uma herança".
Após viajar à Arábia Saudita e ao Egito, Obama participará no próximo domingo na França da comemoração do Dia D, quando houve o desembarque aliado na Normandia durante a Segunda Guerra Mundial.
Fonte - Yahoo
Nota DDP: A aproximação com o mundo islâmico, que não pode logicamente ser descartada para um quadro profético que vislumbra um mundo alinhado, tem sido objeto dos esforços dos dois maiores líderes do planeta, no campo político e religioso nestes últimos dias.
Coincidentemente ambos fazem parte dos poderes que se encaixam no cumprimento profético pregado pelos adventistas do sétimo dia já há mais de cem anos.
Os desdobramentos deste posicionamento americano pode ser ainda verificado em "Obama promete aos árabes que Jerusalém será sua" (Inglês) e "Tentativa de reconciliação de Obama com mundo árabe preocupa Israel"
"Os EUA e o mundo ocidental devem aprender a conhecer melhor o Islã. Além disso, se contarmos o número de americanos islamitas, nos daremos conta de que os Estado Unidos são um dos maiores países muçulmanos do planeta", afirmou Obama em entrevista concedida ao canal de televisão francês "Canal+".
O presidente americano, que fará um discurso nos próximos dias no Cairo, afirmou que tentará "criar o melhor diálogo para que o mundo muçulmano possa compreender melhor como não só os EUA, assim como todo o mundo islâmico em geral, sofre certos problemas como o terrorismo".
"Acho que há um autêntico conflito entre os que sustentam que o Islã é irreconciliável com a vida moderna e os que acham, pelo contrário, que o islamismo sempre soube evoluir ", assegurou Obama.
Para o presidente americano, "seja qual seja a confissão, são os que constroem e não os que destroem os que deixam uma herança".
Após viajar à Arábia Saudita e ao Egito, Obama participará no próximo domingo na França da comemoração do Dia D, quando houve o desembarque aliado na Normandia durante a Segunda Guerra Mundial.
Fonte - Yahoo
Nota DDP: A aproximação com o mundo islâmico, que não pode logicamente ser descartada para um quadro profético que vislumbra um mundo alinhado, tem sido objeto dos esforços dos dois maiores líderes do planeta, no campo político e religioso nestes últimos dias.
Coincidentemente ambos fazem parte dos poderes que se encaixam no cumprimento profético pregado pelos adventistas do sétimo dia já há mais de cem anos.
Os desdobramentos deste posicionamento americano pode ser ainda verificado em "Obama promete aos árabes que Jerusalém será sua" (Inglês) e "Tentativa de reconciliação de Obama com mundo árabe preocupa Israel"
OMS diz que alerta máximo de pandemia de gripe está próximo
A propagação da gripe suína por Grã-Bretanha, Espanha, Japão, Chile e Austrália coloca o mundo perto do alerta máximo de pandemia, afirmou nesta terça-feira uma autoridade da Organização Mundial de Saúde(OMS).
"Há uma série de países que parece estar em transição, saindo de casos relacionados a viagens para tipos mais estabelecidos de propagação (da gripe)", afirmou a jornalistas Keiji Fukuda, diretor-geral assistente da OMS.
"Eles estão em transição e ainda não chegaram a esse cenário, é por isso que nós ainda não estamos na fase 6."
O nível de alerta da OMS está atualmente em 5, o que significa que uma pandemia é iminente.
De acordo com os últimos dados da OMS, o novo tipo de influenza foi encontrado em 64 países e continua mais presente na América do Norte. Laboratórios da OMS já confirmaram quase 19 mil infectados, incluindo 117 pessoas que morreram.
Fonte - Terra
Nota DDP: Segundo a Global Research (Inglês), a França poderia estar se preparando para a vacinação em massa de sua população.
A tal gripe saiu das manchetes, dado o número de crises que assolam o globo ao mesmo tempo, mas certamente podemos ainda não conseguir visualizar todos os seus desdobramentos futuros.
"Há uma série de países que parece estar em transição, saindo de casos relacionados a viagens para tipos mais estabelecidos de propagação (da gripe)", afirmou a jornalistas Keiji Fukuda, diretor-geral assistente da OMS.
"Eles estão em transição e ainda não chegaram a esse cenário, é por isso que nós ainda não estamos na fase 6."
O nível de alerta da OMS está atualmente em 5, o que significa que uma pandemia é iminente.
De acordo com os últimos dados da OMS, o novo tipo de influenza foi encontrado em 64 países e continua mais presente na América do Norte. Laboratórios da OMS já confirmaram quase 19 mil infectados, incluindo 117 pessoas que morreram.
Fonte - Terra
Nota DDP: Segundo a Global Research (Inglês), a França poderia estar se preparando para a vacinação em massa de sua população.
A tal gripe saiu das manchetes, dado o número de crises que assolam o globo ao mesmo tempo, mas certamente podemos ainda não conseguir visualizar todos os seus desdobramentos futuros.
Número de famintos no sul da Ásia sobe em 100 milhões em 2 anos
Nova Délhi, 2 jun (EFE).- A crise financeira internacional e a alta dos preços do petróleo e dos alimentos fizeram o número de pessoas com "fome crônica" no sul da Ásia crescer de 300 milhões para 400 milhões nos últimos dois anos, denunciou hoje o Fundo das Nações Unidas para a Infância (Unicef).
Numa entrevista coletiva em Nova Délhi, o diretor do Unicef para a região, Daniel Toole, classificou a situação como "escandalosa". O comentário foi feito durante a apresentação do relatório do órgão sobre o impacto da crise econômica na infância e nas mulheres.
Entre 2006 e 2008, mais de 100 milhões de pessoas que vivem no sul da Ásia passaram a integrar o grupo populacional que não consome o mínimo de calorias diárias recomendadas, que é como o organismo define a "fome crônica".
Toole lembrou que o Banco Mundial (BM) fixou em 600 milhões, um número bem maior, o total de sul-asiáticos que vivem sob a linha de pobreza (US$ 1,25 ao dia). Disse ainda que mais de um bilhão de pessoas sobrevivem com menos de US$ 2 ao dia na região.
Em seu estudo, o Unicef calculou em 230 milhões de indianos, 84 milhões de paquistaneses, 65,3 milhões de bengaleses, 10 milhões de cingaleses, 8,5 milhões de nepaleses e 7,8 milhões de afegãos os sul-asiáticos famintos.
Os dados "mais preocupantes", segundo Toole, foram coletados no Nepal, no Paquistão e na Bangladesh, países em que a fome crônica avançou com mais rapidez sobre a população pobre nos últimos dois anos.
As crianças são as mais afetadas, já que, segundo o relatório, 54% dos 615 milhões de menores no sul da Ásia vivem na pobreza. E, dos 175 milhões de crianças com menos de 5 anos, 45% delas têm problemas de desnutrição, o índice mais alto do mundo, acima até da taxa na África Subsaaariana.
De acordo com o estudo, as famílias castigadas pela fome crônica dedicam de 60% a 70% de sua renda à alimentação, por isso são especialmente vulneráveis ao aumento dos preços dos mantimentos.
Fonte - G1
Numa entrevista coletiva em Nova Délhi, o diretor do Unicef para a região, Daniel Toole, classificou a situação como "escandalosa". O comentário foi feito durante a apresentação do relatório do órgão sobre o impacto da crise econômica na infância e nas mulheres.
Entre 2006 e 2008, mais de 100 milhões de pessoas que vivem no sul da Ásia passaram a integrar o grupo populacional que não consome o mínimo de calorias diárias recomendadas, que é como o organismo define a "fome crônica".
Toole lembrou que o Banco Mundial (BM) fixou em 600 milhões, um número bem maior, o total de sul-asiáticos que vivem sob a linha de pobreza (US$ 1,25 ao dia). Disse ainda que mais de um bilhão de pessoas sobrevivem com menos de US$ 2 ao dia na região.
Em seu estudo, o Unicef calculou em 230 milhões de indianos, 84 milhões de paquistaneses, 65,3 milhões de bengaleses, 10 milhões de cingaleses, 8,5 milhões de nepaleses e 7,8 milhões de afegãos os sul-asiáticos famintos.
Os dados "mais preocupantes", segundo Toole, foram coletados no Nepal, no Paquistão e na Bangladesh, países em que a fome crônica avançou com mais rapidez sobre a população pobre nos últimos dois anos.
As crianças são as mais afetadas, já que, segundo o relatório, 54% dos 615 milhões de menores no sul da Ásia vivem na pobreza. E, dos 175 milhões de crianças com menos de 5 anos, 45% delas têm problemas de desnutrição, o índice mais alto do mundo, acima até da taxa na África Subsaaariana.
De acordo com o estudo, as famílias castigadas pela fome crônica dedicam de 60% a 70% de sua renda à alimentação, por isso são especialmente vulneráveis ao aumento dos preços dos mantimentos.
Fonte - G1
terça-feira, 2 de junho de 2009
“O movimento adventista é falso”
Se existe um só erro, ou melhor, se houver apenas um só desvio da sã doutrina, como ensinada na Bíblia, então o movimento é falso. Ora, é conhecido o desvio doutrinário da IASD a respeito dos mortos, do milênio, do significado do sábado, e a insensatez desse culto à sua profetisa Sra. Ellen G. White. Pode-se dizer o mesmo com respeito às Testemunhas de Jeová, aos Mórmons, aos Católicos romanos, e assim por diante. Todos esses movimentos possuem em seu corpo doutrinário desvios em relação à sã doutrina bíblica. Mas certamente Deus tem um povo em cada uma dessas igrejas, a despeito de seus ensinos fraudulentos, como profetizado nas cartas de Apocalipse 2 e 3. A única saída dessa gente é deixar essas igrejas falsas, o que só poderá ocorrer quando as profecias começarem a se cumprir. Por ora, cumpre-se a profecia que declara: “E até importa que haja entre vós heresias, para que os que são sinceros se manifestem entre vós” (1 Cor 11:19). Antônio Freire, comentário enviado ao blog.
Caro Antônio,
Com base no quê você afirma que “é conhecido o desvio doutrinário da IASD…”? Na leitura de livros e “sites apologéticos” que nada sabem sobre nossa doutrina ou história denominacional; ou por meio da leitura de algum livro nosso ou entrevista com nossos líderes?
Um dia, o grande apologista Walter Martin, depois de escrever tantas coisas contra nós, resolveu ir “direto na fonte” para entender nossas doutrinas. E a conclusão dele foi a de que os Adventistas são cristãos sinceros que, apesar de possuírem doutrinas distintivas, têm em seu credo as crenças ortodoxas e inegociáveis do cristianismo, entre elas:
1) Deus é o Criador de todas as coisas e a Divindade é composta de uma Trindade (João 1:1-3; Judas 1:20);
2) Jesus é Deus no mais pleno sentido da Palavra (Colossenses 2:9);
3) O Espírito Santo é uma Pessoa Divida (Atos 13:3; 5:4);
4) Jesus Cristo encarnou, morreu na cruz, ressuscitou e ascendeu aos Céus (1 Coríntios 15; Atos 1:9-11);
5) A Bíblia é nossa única regra de fé e prática. Ellen White JAMAIS foi uma “segunda Bíblia” como falsamente dizem por aí(Gálatas 1:8);
6) O homem é justificado unicamente pela fé em Cristo (Romanos 5:1);
7) O homem é santificado pelo Espírito Santo (Hebreus 12:14; João 16:8-10);
8)Haverá um juízo (2 Coríntios 5:10);
9) Jesus voltará em glória e majestade (Apocalipse 1:7).
Recomendo que leia nesse blog o artigo que mostra não sermos uma seita e que analise os escritos de Ellen com os olhos de um estudioso que busca o conhecimento. Não faça como muitos que procuram ganchos para pendurarem os próprios preconceitos.
Deixo-lhe um texto para reflexão e ficarei no aguardo de suas considerações e refutações ao que escrevi.
“Porém confesso-te que, segundo o Caminho, a que chamam seita, assim eu sirvo ao Deus de nossos pais, acreditando em todas as coisas que estejam de acordo com a lei e nos escritos dos profetas” Atos 24:14.
Fonte - Na Mira da Verdade
Armadura de Deus
(por Marcio)"Revesti-vos de toda a ARMADURA de DEUS, para poderdes ficar firmes contra as ciladas do diabo" (Efésios 6:11)
As armaduras sempre estiveram presentes na história das batalhas como forma exclusiva de proteção pessoal. Originalmente eram fabricadas de metal, usada por diversos tipos de soldados e guerreiros. Atualmente, estas "armaduras" se tornaram muito mais sofisticadas, leves e de fácil manuseio. Não são mais de bronze, ferro; mas fabricadas a partir de arames de aço, camadas plásticas, placas de cerâmicas e até de tecidos mega resistentes. Independente do tipo de material, o fim sempre foi o mesmo: Proteção contra algo ou alguém que tem intenções de machucar.
O apóstolo Paulo usou estas palavras inspiradas para descrever a indumentária espiritual que o cristão deve ter diante desta batalha invisível entre o bem e o mal.
Continue lendo...
Crise: oportunidade para propor outro modelo social mais humano
MADRI, segunda-feira, 1º de junho de 2009 (ZENIT.org).- Por ocasião do Dia da Caridade, na solenidade de Corpus Christi de 14 de junho, a Comissão Episcopal da Pastoral Social da Conferência Episcopal Espanhola publicou uma mensagem na qual sublinha as implicações sociais da Eucaristia.
“Há uma relação essencial entre Eucaristia e caridade. A celebração da Eucaristia tem implicações sociais”, diz a mensagem.
A mensagem sublinha, da situação atual, “os sintomas que percebemos e sofremos”.
“Desde que estourou a crise financeira, um número crescente de homens e mulheres afetados pela situação social e econômica está chamando às portas de nossas Cáritas, das paróquias, congregações religiosas e outras instituições eclesiais. Neles escutamos o clamor das vítimas e pudemos descobrir os novos rostos da pobreza.”
...
Esta crise, segundo a Comissão, evidencia “uma profunda quebra antropológica e uma crise de valores morais. A dignidade do ser humano é o valor que entrou em crise quando a pessoa não é o centro da vida social, econômica, empresarial; quando o dinheiro se converte em fim em si mesmo e não em um meio ao serviço da pessoa e do desenvolvimento social”.
“Se a profundidade da crise manifestou muitas misérias pessoais, sociais e éticas – sublinha a mensagem –, também é necessário reconhecer que está sendo oportuna para promover outro modelo social e econômico mais humano e justo e para despertar exemplares respostas de solidariedade.”
E assinala que “é admirável a generosidade que está se gerando entre amigos e no seio das famílias para enfrentar os efeitos da crise. São milhares os voluntários que estão dando o melhor de si mesmos, tentando ajudar os setores mais afetados e vulneráveis; também é digno de ser reconhecido o esforço sincero de muitos homens e mulheres do âmbito da cultura, da economia e da política, por oferecerem respostas concretas à crise”.
A Comissão Episcopal conclui afirmando que “se há algo positivo nesta crise, é a oportunidade de retificar e colocar as bases da convivência em valores sólidos capazes de construir uma ordem econômica e social mais transparente e justa. Aproveitemos o momento e peçamos ao Senhor, neste ‘Dia da Caridade’, que nos ajude a consegui-lo”.
Fonte - Zenit
Nota DDP: Nunca é demais lembrar que eucaristia traz em seu âmago direta correlação com o descanso dominical. Esta "solução" vem sendo proposta em diferentes oportunidades e maneiras no discurso romano:
"Políticos podem aprender da Eucaristia caminho para o bem comum"
"Crises e soluções"
"A catequese dominical"
"Papa insiste na centralidade da Eucaristia para vida da Igreja"
"Unidade entre os cristãos e o domingo"
“Há uma relação essencial entre Eucaristia e caridade. A celebração da Eucaristia tem implicações sociais”, diz a mensagem.
A mensagem sublinha, da situação atual, “os sintomas que percebemos e sofremos”.
“Desde que estourou a crise financeira, um número crescente de homens e mulheres afetados pela situação social e econômica está chamando às portas de nossas Cáritas, das paróquias, congregações religiosas e outras instituições eclesiais. Neles escutamos o clamor das vítimas e pudemos descobrir os novos rostos da pobreza.”
...
Esta crise, segundo a Comissão, evidencia “uma profunda quebra antropológica e uma crise de valores morais. A dignidade do ser humano é o valor que entrou em crise quando a pessoa não é o centro da vida social, econômica, empresarial; quando o dinheiro se converte em fim em si mesmo e não em um meio ao serviço da pessoa e do desenvolvimento social”.
“Se a profundidade da crise manifestou muitas misérias pessoais, sociais e éticas – sublinha a mensagem –, também é necessário reconhecer que está sendo oportuna para promover outro modelo social e econômico mais humano e justo e para despertar exemplares respostas de solidariedade.”
E assinala que “é admirável a generosidade que está se gerando entre amigos e no seio das famílias para enfrentar os efeitos da crise. São milhares os voluntários que estão dando o melhor de si mesmos, tentando ajudar os setores mais afetados e vulneráveis; também é digno de ser reconhecido o esforço sincero de muitos homens e mulheres do âmbito da cultura, da economia e da política, por oferecerem respostas concretas à crise”.
A Comissão Episcopal conclui afirmando que “se há algo positivo nesta crise, é a oportunidade de retificar e colocar as bases da convivência em valores sólidos capazes de construir uma ordem econômica e social mais transparente e justa. Aproveitemos o momento e peçamos ao Senhor, neste ‘Dia da Caridade’, que nos ajude a consegui-lo”.
Fonte - Zenit
Nota DDP: Nunca é demais lembrar que eucaristia traz em seu âmago direta correlação com o descanso dominical. Esta "solução" vem sendo proposta em diferentes oportunidades e maneiras no discurso romano:
"Políticos podem aprender da Eucaristia caminho para o bem comum"
"Crises e soluções"
"A catequese dominical"
"Papa insiste na centralidade da Eucaristia para vida da Igreja"
"Unidade entre os cristãos e o domingo"
Eleições e construção europeia
Dossier da AE apresenta perspectivas de cidadãos comprometidos pessoal e institucionalmente com o projecto Europeu.
No contexto das [eleições?] para o Parlamento Europeu, a 7 de Junho, a Agência ECCLESIA publica um dossier sobre as várias questões que se abrem num processo com mais de 50 anos de história mas que parece, nacional e internacionalmente, distante dos cidadãos, os europeus. Os textos publicados acrescentam ao debate perspectivas de cidadãos comprometidos pessoal e institucionalmente com o projecto Europeu.
O contributo da Igreja no futuro da Europa é aqui reflectido por Paulo de Almeida Sande, Coordenador do Gabinete do Parlamento Europeu, em Portugal. Destaca que num estilo "ecuménico", a acção da Igreja alastra a "todos os domínios e matérias da vida humana em sociedade". Na dimensão social da União Europeia, "a Igreja é indiscutivelmente um dos mais úteis parceiros". "A sua acção pode marcar a diferença entre um processo equilibrado, de sucesso, inclusivo, cidadão e solidário, e o naufrágio nos rochedos negros do debate institucional ou das discussões de lana-caprina viradas ao umbigo nacional". O coordenador não tem dúvidas que a Igreja Católica é um parceiro requestado da União Europeia.
A COMECE - Comissão dos Episcopados da União Europeia - representa os Episcopados da União no palco de Bruxelas. O secretário-geral, Pe. Piotr Mazurkiewicz assume em entrevista à Agência ECCLESIA uma "modesta tarefa" de informar os episcopados europeus para que, nacionalmente, o debate europeu se desenvolva. Mas é o debate pelos valores que constituiu a segunda parte da missão da COMECE. Numa entrevista que traça, a médio e longo prazo as grandes questões da União Europeia, o Pe. Piotr Mazurkiewicz, enfatiza que a UE não pode ser "apenas uma comunidade de interesses".
Também o Pe. Duarte da Cunha, Secretario Geral do Conselho das Conferências Episcopais da Europa (CCEE), organismo que inclui os episcopados de todo o continente, destaca a participação católica na actualidade europeia. Em Bruxelas, o sacerdote destaca a presença da COMECE, o Núncio apostólico junto da União Europeia, que tal como para os outros Estados, tem a função de embaixador que está atento aos assuntos ali tratados, o Observador Permanente no Conselho da Europa, para além de "vários grupos e «Think tanks» católicos que tentam influenciar as decisões tomadas nestas instâncias", assumindo que "mais significativo seria se mais católicos se mostrassem disponíveis para a vida política".
Sobre a visão cristã e missionária da política europeia escreve o Pe. José Augusto Leitão, Responsável em Portugal pela Rede África-Europa Fé e Justiça - AEFJN. Em representação de 30.000 religiosos e religiosas a actuar na Europa e em África, esta rede preparou um guia para as eleições europeias pretendendo lançar aos candidatos ao PE "interpelações em áreas sensíveis aos países africanos como: a ecologia, o comércio, os direitos humanos e a justiça, os Objectivos de Desenvolvimento do Milénio, a cooperação e a paz". O Pe. José Augusto Leitão destaca a importância da participação dos cristãos "do voto consciente e proactivo nestas eleições" sublinhando que "as decisões tomadas ao nível do Parlamento Europeu terão consequências globais e de modo especial nas populações mais vulneráveis ao livre comércio".
O predomínio do que é económico "tem levado a níveis inconcebíveis de pobreza e de marginalização", lamenta Eurénio Fonseca no texto «Urge uma nova Europa». A inversão do objectivo inicial da unidade europeia "levou João Paulo II a recordar, na Exortação Pós-Sinodal Ecclesia in Europa, a necessidade de construir uma Europa aberta e acolhedora, promotora de solidariedade e de paz no mundo", relembra o Presidente da Cáritas Portuguesa. A Igreja é chamada a "anunciar de forma convincente o evangelho da esperança e credibilizá-lo com o serviço da caridade, promovendo acções e participações públicas e sociais adequadas" na certeza de que "não só é possível coexistirem diferentes culturas e credos religiosos, como podem conviver em fraterna unidade".
Já Isilda Pegado, Presidente da Confederação pela Vida recorda "grandes pressões" para a aprovação de leis europeias e "ataques cerrados à Igreja Católica por defender valores que tangem com aquelas opções". "No momento em que votamos que devemos pensar se é este o tipo de actuação que esperamos do Parlamento Europeu" e por isso pede "um voto em consciência" e não um "voto no escuro".
Fonte - Ecclesia
Nota DDP: É absolutamente óbvia o crescente interesse de intercâmbio do poder entre igreja e estado. Cristo disse "a César o que é de César", mas a história demonstra que durante muito tempo o poder eclesiástico controlou os "Césares", o que claramente se vislumbra algum tipo de paralelo futuro.
No contexto das [eleições?] para o Parlamento Europeu, a 7 de Junho, a Agência ECCLESIA publica um dossier sobre as várias questões que se abrem num processo com mais de 50 anos de história mas que parece, nacional e internacionalmente, distante dos cidadãos, os europeus. Os textos publicados acrescentam ao debate perspectivas de cidadãos comprometidos pessoal e institucionalmente com o projecto Europeu.O contributo da Igreja no futuro da Europa é aqui reflectido por Paulo de Almeida Sande, Coordenador do Gabinete do Parlamento Europeu, em Portugal. Destaca que num estilo "ecuménico", a acção da Igreja alastra a "todos os domínios e matérias da vida humana em sociedade". Na dimensão social da União Europeia, "a Igreja é indiscutivelmente um dos mais úteis parceiros". "A sua acção pode marcar a diferença entre um processo equilibrado, de sucesso, inclusivo, cidadão e solidário, e o naufrágio nos rochedos negros do debate institucional ou das discussões de lana-caprina viradas ao umbigo nacional". O coordenador não tem dúvidas que a Igreja Católica é um parceiro requestado da União Europeia.
A COMECE - Comissão dos Episcopados da União Europeia - representa os Episcopados da União no palco de Bruxelas. O secretário-geral, Pe. Piotr Mazurkiewicz assume em entrevista à Agência ECCLESIA uma "modesta tarefa" de informar os episcopados europeus para que, nacionalmente, o debate europeu se desenvolva. Mas é o debate pelos valores que constituiu a segunda parte da missão da COMECE. Numa entrevista que traça, a médio e longo prazo as grandes questões da União Europeia, o Pe. Piotr Mazurkiewicz, enfatiza que a UE não pode ser "apenas uma comunidade de interesses".
Também o Pe. Duarte da Cunha, Secretario Geral do Conselho das Conferências Episcopais da Europa (CCEE), organismo que inclui os episcopados de todo o continente, destaca a participação católica na actualidade europeia. Em Bruxelas, o sacerdote destaca a presença da COMECE, o Núncio apostólico junto da União Europeia, que tal como para os outros Estados, tem a função de embaixador que está atento aos assuntos ali tratados, o Observador Permanente no Conselho da Europa, para além de "vários grupos e «Think tanks» católicos que tentam influenciar as decisões tomadas nestas instâncias", assumindo que "mais significativo seria se mais católicos se mostrassem disponíveis para a vida política".
Sobre a visão cristã e missionária da política europeia escreve o Pe. José Augusto Leitão, Responsável em Portugal pela Rede África-Europa Fé e Justiça - AEFJN. Em representação de 30.000 religiosos e religiosas a actuar na Europa e em África, esta rede preparou um guia para as eleições europeias pretendendo lançar aos candidatos ao PE "interpelações em áreas sensíveis aos países africanos como: a ecologia, o comércio, os direitos humanos e a justiça, os Objectivos de Desenvolvimento do Milénio, a cooperação e a paz". O Pe. José Augusto Leitão destaca a importância da participação dos cristãos "do voto consciente e proactivo nestas eleições" sublinhando que "as decisões tomadas ao nível do Parlamento Europeu terão consequências globais e de modo especial nas populações mais vulneráveis ao livre comércio".
O predomínio do que é económico "tem levado a níveis inconcebíveis de pobreza e de marginalização", lamenta Eurénio Fonseca no texto «Urge uma nova Europa». A inversão do objectivo inicial da unidade europeia "levou João Paulo II a recordar, na Exortação Pós-Sinodal Ecclesia in Europa, a necessidade de construir uma Europa aberta e acolhedora, promotora de solidariedade e de paz no mundo", relembra o Presidente da Cáritas Portuguesa. A Igreja é chamada a "anunciar de forma convincente o evangelho da esperança e credibilizá-lo com o serviço da caridade, promovendo acções e participações públicas e sociais adequadas" na certeza de que "não só é possível coexistirem diferentes culturas e credos religiosos, como podem conviver em fraterna unidade".
Já Isilda Pegado, Presidente da Confederação pela Vida recorda "grandes pressões" para a aprovação de leis europeias e "ataques cerrados à Igreja Católica por defender valores que tangem com aquelas opções". "No momento em que votamos que devemos pensar se é este o tipo de actuação que esperamos do Parlamento Europeu" e por isso pede "um voto em consciência" e não um "voto no escuro".
Fonte - Ecclesia
Nota DDP: É absolutamente óbvia o crescente interesse de intercâmbio do poder entre igreja e estado. Cristo disse "a César o que é de César", mas a história demonstra que durante muito tempo o poder eclesiástico controlou os "Césares", o que claramente se vislumbra algum tipo de paralelo futuro.
Igreja e Bento XVI enfrentam eixo mundial laicista
MADRI, 01 Jun. 09 / 03:58 am (ACI).- O Arcebispo de Burgos, Dom Francisco Gil Hellín, denunciou que resulta cada vez mais evidente que tanto a Igreja Católica como o Papa Bento XVI se enfrentam a “um eixo mundial laicista, formado por elementos significativos da União Européia, das Nações Unidas e, mais recentemente, Estados Unidos”.
“Este eixo se mostrou incapaz de aceitar algo que não sejam seus próprios valores. E assim, frente às evidências científicas, em nome da razão criticou irracionalmente o Papa e se mostrou irracional frente à moral e a fé da Igreja Católica”, assinalou o Arcebispo em sua mais recente reflexão semanal.
Segundo Dom Gil Hellín, “o mundo corre o risco de abraçar uma nova ditadura: a ditadura do relativismo”
O Arcebispo avaliou os recentes ataques contra o Papa por uma afirmação sobre o preservativo. “Se fosse uma saída de tom do Papa teria certa justificação. Mas o que o Papa disse é compartilhado pela comunidade científica internacional, seja ou não católica. Estamos, pois, ante a resposta de um laicismo cada vez mais radical, que não dá nenhum valor à ética cristã nem está disposto a contar com o cristianismo na hora de procurar soluções aos muito graves problemas que afligem a nossa sociedade”.
Dom Gil Hellín advertiu que “este laicismo radical se foi incubando na Europa nos últimos decênios. Mas foi-se aguçando de modo especial desde a queda do muro do Berlim”.
Do mesmo modo, considerou que “os Estados Unidos se manteve mais ou menos alheio a esta realidade. Isso explica que o Papa viu aí uma laicidade mais esperançosa e menos hostil”.
“Em efeito, embora ainda não com tanta força como na Europa, as forças laicistas se encorajaram cada vez mais nos Estados Unidos, tentando marginar a Igreja e etiquetar seus ensinamentos sobre o matrimônio e a vida como defasadas, ou então fanáticas”, denunciou.
Também advertiu que “a hostilidade para a Igreja aumentou também nos meios de comunicação. Funcionários chave das Nações Unidas, de algumas nações da Europa e os meios internacionais com conexões nos Estados Unidos e Grã-Bretanha, assumiram rapidamente que Bento XVI estava equivocado sobre o preservativo”.
Fonte - ACI Digital
Nota DDP: Salvo engano, o que se pretende com este discurso, se compara ao que já foi realizado com os judeus, muçulmanos e até mesmo com o mundo evangélico.
A crítica inicial resultou em afinamento de intenções entre os citados grupos religiosos e a igreja romana.
O tempo dirá como responderão EUA, UE e a ONU face à interpelação em foco.
“Este eixo se mostrou incapaz de aceitar algo que não sejam seus próprios valores. E assim, frente às evidências científicas, em nome da razão criticou irracionalmente o Papa e se mostrou irracional frente à moral e a fé da Igreja Católica”, assinalou o Arcebispo em sua mais recente reflexão semanal.
Segundo Dom Gil Hellín, “o mundo corre o risco de abraçar uma nova ditadura: a ditadura do relativismo”
O Arcebispo avaliou os recentes ataques contra o Papa por uma afirmação sobre o preservativo. “Se fosse uma saída de tom do Papa teria certa justificação. Mas o que o Papa disse é compartilhado pela comunidade científica internacional, seja ou não católica. Estamos, pois, ante a resposta de um laicismo cada vez mais radical, que não dá nenhum valor à ética cristã nem está disposto a contar com o cristianismo na hora de procurar soluções aos muito graves problemas que afligem a nossa sociedade”.
Dom Gil Hellín advertiu que “este laicismo radical se foi incubando na Europa nos últimos decênios. Mas foi-se aguçando de modo especial desde a queda do muro do Berlim”.
Do mesmo modo, considerou que “os Estados Unidos se manteve mais ou menos alheio a esta realidade. Isso explica que o Papa viu aí uma laicidade mais esperançosa e menos hostil”.
“Em efeito, embora ainda não com tanta força como na Europa, as forças laicistas se encorajaram cada vez mais nos Estados Unidos, tentando marginar a Igreja e etiquetar seus ensinamentos sobre o matrimônio e a vida como defasadas, ou então fanáticas”, denunciou.
Também advertiu que “a hostilidade para a Igreja aumentou também nos meios de comunicação. Funcionários chave das Nações Unidas, de algumas nações da Europa e os meios internacionais com conexões nos Estados Unidos e Grã-Bretanha, assumiram rapidamente que Bento XVI estava equivocado sobre o preservativo”.
Fonte - ACI Digital
Nota DDP: Salvo engano, o que se pretende com este discurso, se compara ao que já foi realizado com os judeus, muçulmanos e até mesmo com o mundo evangélico.
A crítica inicial resultou em afinamento de intenções entre os citados grupos religiosos e a igreja romana.
O tempo dirá como responderão EUA, UE e a ONU face à interpelação em foco.
Papa e presidente da Ucrânia pela unidade entre católicos e ortodoxos
CIDADE DO VATICANO, segunda-feira, 1º de junho de 2009 (ZENIT.org).- Bento XVI e o presidente da Ucrânia, Victor Yuschenko, destacaram nesta segunda-feira a importância da unidade entre os cristãos para uma nação na qual nos últimos anos aconteceram tensões entre católicos e ortodoxos.
O Papa e o chefe de Estado dialogaram em um encontro privado durante cerca de 25 minutos, na biblioteca privada do Santo Padre.
A seguir, Yuschenko, acompanhado pelo ministro de Assuntos Exteriores de seu país, Volodimir Khandogiy, falou com o cardeal Tarcisio Bertone, secretário de Estado da Santa Sé, e o arcebispo Dominique Mamberti, secretário vaticano para as Relações com os Estados.
Segundo informa um comunicado emitido pela Santa Sé, no transcurso “se evocou com complacência as boas relações existentes entre a Ucrânia e a Santa Sé, assim como algumas perspectivas de intensificação da colaboração nos setores cultural e social”.
Desta forma, nas reuniões “se manifestou a vontade de encontrar soluções justas para as questões ainda abertas entre o Estado e a Igreja, sem deixar de destacar a contribuição da Igreja Católica à sociedade ucraniana na educação dos valores cristãos e sua difusão”.
Ao falar de “soluções justas” às questões, o comunicado se referia à situação da Igreja Católica de rito oriental, cujo patrimônio foi expropriado em 1946, após ser abolida por Stalin e entregue à Igreja Ortodoxa, majoritária no país.
Após a queda do comunismo, em 1990, as autoridades ucranianas devolveram a legalidade às comunidades católicas e aprovaram uma lei para a restituição dos bens confiscados.
Estes católicos de rito oriental recuperaram parte de seus bens, mas expoentes ortodoxos consideram que algumas destas propriedades lhes pertenciam desde sempre e continuam opondo-se à sua devolução. Em outras ocasiões, propriedades que foram católicas continuam sem ser devolvidas.
Por este motivo, segundo indica o comunicado vaticano, nos encontros, se sublinhou “a importância do diálogo entre os cristãos para promover a unidade no respeito de todos e frente a uma convivência pacífica”.
Yuschenko deu ao Papa um busto em mármore que representa o rosto do pontífice. Bento XVI lhe correspondeu com a medalha em ouro de seu pontificado e a reprodução de uma antiga vista da Cidade do Vaticano.
Dos 45 milhões de habitantes, 10% deles são católicos, seja de rito oriental ou latino.
Fonte - Zenit
Nota DDP: De se notar os contornos de entrelaçamento do estado com a religião, da visão crescente de se tratar o alinhamento religioso como um fator de paz e, que se em um pais com apenas 10% de penetração católica se observa este tipo de "complacência", imagine-se o que tende a ocorrer onde houver maioria desse segmento religioso...
O Papa e o chefe de Estado dialogaram em um encontro privado durante cerca de 25 minutos, na biblioteca privada do Santo Padre.
A seguir, Yuschenko, acompanhado pelo ministro de Assuntos Exteriores de seu país, Volodimir Khandogiy, falou com o cardeal Tarcisio Bertone, secretário de Estado da Santa Sé, e o arcebispo Dominique Mamberti, secretário vaticano para as Relações com os Estados.
Segundo informa um comunicado emitido pela Santa Sé, no transcurso “se evocou com complacência as boas relações existentes entre a Ucrânia e a Santa Sé, assim como algumas perspectivas de intensificação da colaboração nos setores cultural e social”.
Desta forma, nas reuniões “se manifestou a vontade de encontrar soluções justas para as questões ainda abertas entre o Estado e a Igreja, sem deixar de destacar a contribuição da Igreja Católica à sociedade ucraniana na educação dos valores cristãos e sua difusão”.
Ao falar de “soluções justas” às questões, o comunicado se referia à situação da Igreja Católica de rito oriental, cujo patrimônio foi expropriado em 1946, após ser abolida por Stalin e entregue à Igreja Ortodoxa, majoritária no país.
Após a queda do comunismo, em 1990, as autoridades ucranianas devolveram a legalidade às comunidades católicas e aprovaram uma lei para a restituição dos bens confiscados.
Estes católicos de rito oriental recuperaram parte de seus bens, mas expoentes ortodoxos consideram que algumas destas propriedades lhes pertenciam desde sempre e continuam opondo-se à sua devolução. Em outras ocasiões, propriedades que foram católicas continuam sem ser devolvidas.
Por este motivo, segundo indica o comunicado vaticano, nos encontros, se sublinhou “a importância do diálogo entre os cristãos para promover a unidade no respeito de todos e frente a uma convivência pacífica”.
Yuschenko deu ao Papa um busto em mármore que representa o rosto do pontífice. Bento XVI lhe correspondeu com a medalha em ouro de seu pontificado e a reprodução de uma antiga vista da Cidade do Vaticano.
Dos 45 milhões de habitantes, 10% deles são católicos, seja de rito oriental ou latino.
Fonte - Zenit
Nota DDP: De se notar os contornos de entrelaçamento do estado com a religião, da visão crescente de se tratar o alinhamento religioso como um fator de paz e, que se em um pais com apenas 10% de penetração católica se observa este tipo de "complacência", imagine-se o que tende a ocorrer onde houver maioria desse segmento religioso...
'Levanta a tua voz!'

Quem se dirige ao povo como mensageiro de Deus, ocupa o púlpito para o momento da pregação ou outra ocasião, deve ter a noção do que é ser ministro de Deus. Esta é uma solene responsabilidade: trazer a Palavra de Deus até Seu povo.
Entre aqueles que a cada semana se deslocam à igreja para ouvir a palavra de Deus, alguns vêm por uma questão de hábito, quase num ato mecânico; esta não é a melhor razão para vir adorar o Senhor e ouvir a Sua voz. No entanto, muitos há que saem de suas casas e se deslocam até à igreja porque precisam ouvir algo que lhes faça bem, lhes acrescente força à vida espiritual, depois de, eventualmente, terem passado por alguma aflição ou dificuldade. E estes, estão à procura de Jesus e sempre o encontram.
Por vezes, a mensagem que recebemos pode não ser a mais agradável ao ouvido – mas, veremos, segundo Deus pode ser a melhor!
Hoje sabemos que a vida dos fiéis seguidores de Deus, foi, na maior parte dos casos, cheia de lutas, dores e obstáculos. Vejamos alguns exemplos da Bíblia.
Noé poderia ter sido considerado um pregador frustrado: por 120 anos advertiu o povo do eminente juízo de Deus, e só conseguiu convencer a própria casa… Ele foi gozado, ridicularizado, motivo de crítica; mas por ter cumprido com a vontade de Deus, salvou-se juntamente com a sua família.
Centenas de anos depois, João Batista parecia ser um fracassado: viveu quase sempre sozinho, com roupas humildes e uma alimentação talvez estranha. A sua pregação de advertência acabou por custar-lhe a vida; no entanto, Ele foi um fiel cumpridor da missão que Deus lhe tinha entregue.
Não apenas na história bíblica, homens se levantaram por ordem de Deus para condenar o erro do povo e conduzi-lo ao arrependimento, à verdade da Palavra Eterna. A história universal conta como Martinho Lutero enfrentou a Igreja Católica Romana, defendendo as verdades expostas na Palavra de Deus que entretanto descobrira. Temos também o exemplo de João Huss, que preferiu morrer queimado numa fogueira a trair a pregação que o Senhor lhe tinha dado a transmitir.
O Antigo Testamento conta, entre outras, duas dessas histórias.
A primeira é a do profeta Natan, enviado por Deus para denunciar o adultério e crime de David. Destemidamente, Natan apontou o dedo a David (o Rei!) e, sobre esse pecado, disse-lhe ‘tu és esse homem’ (II Samuel 12:7).
David prontamente aceitou a repreensão que veio de Deus – repare, veio de Deus e não de Natan – e chorou amargamente pelo seu pecado: ‘então disse David a Natan: pequei contra o Senhor’ (II Samuel 12:13). O Salmo 51 é um emocionante ato de confissão de David perante Deus.
Um outro caso é o de Elias, um corajoso servo de Deus que acusou o pecado de um outro rei. Elias apontou o dedo a Acabe e sobre a ruína do povo disse-lhe semelhantemente: ‘tu és o culpado’.
Elias anunciou também a razão pela qual teve de usar destas palavras, o porquê da desgraça que se abatia sobre a nação. ‘E sucedeu que Acabe vendo a Elias, disse-lhe: és tu o perturbador de Israel? Então Elias disse-lhe: eu não tenho perturbado a casa de Israel, mas tu e a casa de teu pai, porque deixaste os mandamentos do Senhor’ (I Reis 18:17-18).
Elias apontou que a razão pela ruína era o abandono dos mandamentos de Deus.
Você conhece todos os mandamentos de Deus? Vamos resumi-los brevemente, conforme encontrados em Êxodo 20:3-17.
I Não terás outros deuses diante de mim
II Não farás para ti imagem de escultura
III Não tomarás o nome do Senhor teu Deus em vão
IV Lembra-te do dia de Sábado para o santificar
V Honra teu pai e tua mãe
VI Não matarás
VII Não adulterarás
VIII Não furtarás
IX Não dirás falso testemunho contra o teu próximo
X Não cobiçarás
Estes preceitos divinos, não sofreram alterações ao longo dos séculos, nem tampouco a ordem de Deus a Seus servos para proclamarem a Sua verdade foi mudada.
II Timóteo 4:1-2 diz ‘conjuro-te, pois, diante de Deus, e do Senhor Jesus Cristo, que há-de julgar os vivos e os mortos, na Sua vinda e no seu reino; que pregues a Palavra, instes, a tempo e fora de tempo, redarguas, repreendas, exortes, com toda a longanimidade e doutrina’.
O termo 'longanimidade' aponta para a bondade e a misericórdia de Deus, que produz a hipótese de arrependimento; a 'doutrina', essa manteve-se como fundamental para não por em causa os princípios desde sempre estabelecidos por Deus.
Porque razão Deus continua ainda hoje com esta ordem? Diz logo de seguida em II Timóteo 4:3-4: ‘porque virá tempo em que não sofrerão a sã doutrina; mas, tendo comichão nos ouvidos, amontoarão para si doutores, conforme as suas próprias concupiscências. E desviarão os ouvidos da verdade, voltando às fábulas.’
‘Não sofrerão a sã doutrina’ quer dizer que se afastariam dos princípios de Deus, como que se não vigorassem mais. O ‘amontoar para si doutores’ indica que por motivo do afastamento de Deus, o povo criaria a sua própria doutrina, à rebelia da ordem de Deus.
Deus sabia que infelizmente o povo iria preferir as suas próprias ideias sobre os mandamentos de Deus. O povo iria mesmo interpretar os mandamentos de Deus conforme quisesse e não segundo Sua vontade.
Por isso, Deus precisa que alguém levante a sua voz para defender a Sua Palavra!
Vejamos algumas citações do Espírito de Profecia.
'Em todos os séculos haviam os profetas erguido a voz contra os pecados dos reis, autoridades e povo, dizendo as palavras que Deus lhes dera e obedecendo à Sua vontade com perigo da própria vida.' O Desejado de Todas as Nações, pág. 618.
'Ao servo de Deus, no presente, é dirigida esta ordem: Levanta a tua voz como a trombeta e anuncia ao Meu povo a sua transgressão (Isaías 58:1).' O Grande Conflito, pág. 459.
Hoje, quem ainda levanta a voz para cumprir a ordem de Deus? Quem se assume com coragem de perder honras terrenas, amizades e simpatia de homens, para proclamar e defender as pouco populares mensagens de advertência da parte de Deus?
Tem havido tempo e lugar para cumprir com a ordem de Deus para repreender o povo e trazê-lo ao arrependimento? Ou estamos demasiado preocupados na exaltação da nossa suposta - mas falsa - condição de pré-salvos que nem temos tempo para ouvir a voz repreendedora de Deus?
O pecado é tão ofensivo para Deus, que Ele não usa de palavras mansas nem meias verdades ao lidar com essa praga. Ele trata as coisas pelo seu verdadeiro nome.
'Erros precisam de ser reprovados, o pecado precisa ser chamado pecado, e a iniquidade deve ser enfrentada de modo pronto e decisivo, e afastada de nós como um povo.' Testemunhos para a Igreja, vol. III, pág. 260.
Deus não faz esta advertência por entretenimento, apenas para ocupar a mente do povo com algo; se Ele usa destas palavras é porque algo tremendamente mau precisa ser eliminado!
E porque razão precisa ser esse mal expurgado? Veja: 'o testemunho claro e directo precisa viver na igreja, ou a maldição de Deus repousará sobre Seu povo como repousou no antigo Israel por causa de seus pecados.' Testemunhos para a Igreja, vol. III, pág. 269
Deus não brinca com as palavras – quando Ele diz maldição, é mesmo maldição! Quando Ele acusa e avisa a sentença, Ele quer dizer isso mesmo.
Atente para esta declaração bíblica que mostra que fazer o pecado passar por algo de bem, de justo, é horrível aos olhos de Deus: ‘o que justifica o ímpio e o que condena o justo são abomináveis para o Senhor’ (Provérbios 17:15).
O Espírito de Profecia esclarece ainda: 'se há erros claros entre o Seu povo, e os servos de Deus continuam em frente indiferentes a isso, estão por assim dizer apoiando e justificando o pecador, e são igualmente culpados, incorrendo tão certo como ele no desagrado de Deus; pois serão tidos como responsáveis pelos pecados do culpado.' Testemunhos para a Igreja, vol. III, pág. 265.
Deus não faz ameaças sem sentido, para meter medo, tampouco para se exibir como Todo-poderoso… O que Deus adverte o Seu povo é que se Ele diz que assim será caso o povo decida não voltar atrás, Deus acabará por cumprir o que disse – seja para bem, seja para mal (relembre como foi no dilúvio e com Nínive…)!
Mas, afinal, qual a consequência do desrespeito para com as ordens de Deus?
‘Se o homem não se converter, Deus afiará a Sua espada; já tem armado o Seu arco, e está aparelhado’ (Salmos 7:12).
Acha que Deus vai ter má pontaria ao atirar sobre o pecado? Acha que Deus irá falhar o alvo quando fizer descer os seus anunciados juízos sobre os impenitentes de Seu povo que Ele tanto apelou ao arrependimento? Eu estou seguro que não…
Mas porque razão Deus aponta a Sua flecha fatal contra alguém? Veja o que a Bíblia responde: ‘eis que esse está com dores de perversidade; concebeu trabalhos, e produzirá mentiras. Cavou um poço e o fez fundo, e caiu na cova que fez’ (Salmos 7:14).
Porque é que surge este poço? Porque razão a Bíblia diz que a perversidade, isto é o pecado, é que o cavou? Porque é que muitos tragicamente criam este poço fundo e depois caem nele?
‘Foram-me mostrados em visão muitos casos em que o desagrado de Deus foi atraído por negligência por parte de Seus servos quanto a tratar de erros e pecados existentes entre eles. Os que passaram por alto esses erros têm sido considerados pelo povo muito amáveis e de disposição benigna simplesmente por haverem eles recuado do desempenho de um claro dever escriturístico. Essa tarefa não agradava aos seus sentimentos; portanto, eles a evitaram.” Testemunhos para a Igreja, vol., pág. 265, 266
Paulo, falando sobre as negligências e más condutas dos primeiros cristãos, escreveu um texto tão duro quanto misericordioso: ‘geralmente se ouve que há entre vós fornicação, e fornicação tal, que nem ainda entre os gentios se nomeia, como é haver quem abuse da mulher de seu pai. Estais ensoberbecidos, e nem ao menos vos entristecestes por não ter sido dentre vós tirado quem cometeu tal ação. Eu, na verdade, ainda que ausente no corpo, mas presente no espírito, já determinei, como se estivesse presente, que o que tal ato praticou, em nome de nosso Senhor Jesus Cristo, juntos vós e o meu espírito, pelo poder de nosso Senhor Jesus Cristo seja entregue a Satanás para destruição da carne, para que o espírito seja salvo no dia do Senhor Jesus’ (I Coríntios 5:1-5).
O pecado deve ser condenado e ‘entregue a Satanás’ para destruição! O pecador deve arrepender-se para ser salvo no dia do Senhor Jesus! Mas para isso, todo o povo deve entristecer-se pelo pecado, ficar pesaroso, aflito e ciente da calamidade que ele representa.
Que triste é quando verificamos que em vez de se entristecer, o povo continua pelos mesmos caminhos de erro e perdição…
O profeta Isaías anuncia a razão pela qual Deus nem sempre pode estar com o Seu povo amado: ‘eis que a mão do Senhor não está encolhida, para que não possa salvar, nem o seu ouvido agravado, para que não possa ouvir. Mas as vossas iniquidades fazem divisão entre vós e o vosso Deus; e os vossos pecados encobrem o Seu rosto de vós, para que vos não ouça’ (Isaías 59:1-2).
Não há meio-termo para descrever o pecado; não há condescendência possível; não se pode pactuar nem minimamente. O pecado, quando não assumido, não confessado, não expurgado, provoca SEMPRE que Deus não esteja junto do pecador. Isto porque, Deus pode estar onde está o pecador; mas Deus está lá para o perdoar, salvar e fazer mudar de rumo, limpando e apagando o pecado. Deus NUNCA pode estar quando o povo insiste em se manter no pecado!
Alguns apontam os casos de Maria Madalena e Zaqueu; dizem que são exemplos de pecadores com quem Jesus se juntou e afinal, convivia. Caro leitor, saiba que isso não é totalmente verdade...
Maria Madalena e Zaqueu são exemplos de pecadores arrependidos, perdoados, de vida mudada, com outro procedimento! Jesus mudou a vida deles porque eles O aceitaram, se humilharam e receberam o Seu perdão (Maria Madalena deixou de receber homens em casa; Zaqueu deixou de explorar o seu próximo). Por isso Jesus se juntou com eles e até entrou em suas casas!
Quer ver o exemplo oposto? Porque razão Jesus não se juntou nem entrou na casa do jovem rico? Simplesmente, porque ele não se arrependeu, não mudou; continuou com o seu erro que o afastava de Jesus. Quando ouviu a palavra de salvação (de Jesus) que lhe ordenava largar o que era o seu pecado, o que o separava de Deus, ele escolheu, preferindo seguir a vida com esse pecado. E Jesus, certamente com tristeza, deixou-o virar costas e seguir a sua própria vontade…
Por vezes a decisão de condenar o pecado e seguir Jesus implica escolher entre Ele e pessoas que amamos.
A Bíblia esclarece, nas palavras de Jesus: ‘quem ama o pai ou a mãe mais do que a Mim não é digno de Mim; e quem ama o filho ou a filha mais do que a Mim não é digno de Mim’ (Mateus 10:37).
Deus espera, e até exige, sempre uma reposta de Seus filhos a quem é proclamada uma mensagem. Repare: ‘quando Deus envia aos homens advertências tão importantes que são representadas como proclamadas por santos anjos a voar pelo meio do céu, Ele requer que toda a pessoa dotada de faculdade de raciocínio atenda à mensagem.’ O Grande Conflito, pág. 594.
O que não devemos esquecer, é o trágico e crescente perigo no qual nos colocamos quando propositadamente vamos recusando as sagradas advertências de Deus.
‘A cada rejeição da verdade o espírito do povo se tornará mais entenebrecido, mais obstinado o coração, até que fique entrincheirado em audaciosa incredulidade.’ O Grande Conflito, pág. 603.
A Bíblia lança um ‘ai’ sobre aqueles que insistem em trocar a ordem de valor das coisas, definida por Deus: ‘ai dos que ao mal chamam bem, e ao bem mal; que fazem da escuridão luz, e da luz escuridão; e fazem do amargo doce, e do doce amargo’ (Isaías 5:20).
De quem é que Deus precisa hoje? Que requisitos pede Deus a Seu povo, o mesmo que se diz guardador de Seus mandamentos?
"A maior necessidade do mundo é a de homens - homens que se não comprem nem se vendam; homens que no íntimo da alma sejam verdadeiros e honestos; homens que não temam chamar o pecado pelo seu nome exato; homens, cuja consciência seja tão fiel ao dever como a bússola o é ao pólo; homens que permaneçam firmes pelo que é reto, ainda que caiam os céus.” Educação, pág. 57.
A fidelidade a Deus tem um preço? O que custará, enfim, ser fiel a Deus?
‘Os que se esforçam por obedecer a todos os mandamentos de Deus, defrontarão oposição e escárnio.’ O Grande Conflito, pág 593.
Sim, a escolha muitas vezes recai sobre coisas e, como já vimos, pessoas que amamos. Mas aqui a escolha é assustadoramente simples: fico do lado de Deus, ou fico contra Deus?
E o que diz a Bíblia sobre esse preço a pagar? ‘Mas tu, sê sóbrio em tudo, sofre as aflições, faze a obra de um evangelista, cumpre o teu ministério’ (II Timóteo 4:5).
Pode-se pensar que por vezes não é fácil proclamar a mensagem de Deus. No entanto, o mensageiro de Deus deve ter a perfeita noção que o Criador não o chama para agradar as pessoas, mas para dizer a Sua verdade!
No fim dos tempos, cada vez mais próximos e evidentes, alguns serão atirados em prisões, ou levados perante poderosos homens, devido à sua fé; e, ali terão de mostrar evidências dessa mesma fé. Pergunto solenemente: como é que queremos estar de pé nesse dia, se hoje nem sequer dentro da própria casa, da nossa igreja, conseguirmos levantar a voz a favor de Deus, denunciando o erro e o pecado contra Ele?!
Deus é um Deus poderoso que já deixou vastas evidências de Sua bondade para com os que lhe são fiéis: ‘lembrai-vos das coisas passadas, desde a antiguidade: que Eu Sou Deus e não há outro Deus, não há outro semelhante a Mim’ (Isaías 46:9).
As coisas passadas são todos os relatos da Bíblia, todas as advertências ao nosso comportamento. Por isso, a voz de Deus ainda hoje clama em busca do pecador, para que mude o seu caminho, para que pense melhor antes de tomar posição contra Deus e abrir a porta ao inimigo.
‘Ouvi-me, ó duros de coração; os que estais longe da justiça’ (Isaías 46:12)! Parece que sentimos o céu inteiro a clamar: vinde em busca da salvação! Arrependei-vos, mudai o rumo da vossa vida e proclamai com coragem as solenes mensagens de Deus para Seu povo!
‘Hoje, se ouvirdes a Sua voz, não endureçais os vossos corações’ (Hebreus 3:15).
Caro leitor, não endureça o seu coração. Entregue-o assim como ele está, cheio de pedras do pecado, ao Salvador, e deixe que Ele o transforme para uma vida nova.
Ah, e levante a sua voz para proclamar a Sua mensagem!
segunda-feira, 1 de junho de 2009
A crise e o ecumenismo
O Papa pede que religiões e as sociedades se abram umas às outras perante a crise mundial
...
"É necessário favorecer o ressurgimento de um mundo onde as religiões e as sociedades se abram umas às outras, graças à abertura que praticam em seu seio e entre elas. Assim se dará um testemunho autêntico de vida. Assim se criará um espaço que favorecerá um diálogo positivo e necessário. Oferecendo ao mundo sua própria contribuição, a Igreja Católica quer testemunhar uma visão positiva do futuro da humanidade", explicou o Santo Padre.
O Papa assinalou que "hoje, em meio à crise social e econômica mundial é necessário tomar de novo consciência de que teremos que lutar para estabelecer uma paz autêntica em face à construção de um mundo mais justo e próspero. As injustiças, freqüentemente tão patentes, entre as nações ou dentro das mesmas, ao igual que a todos os processos que contribuem a suscitar divisões entre os povos ou a marginá-los, representam atentados à paz e criam graves riscos de conflitos".
...
"Não podem ignorar -disse o Papa aos embaixadores- as novas formas de violência que se manifestaram nestes últimos anos e que se apóiam, por desgraça, no Nome de Deus para justificar atos perigosos. Essa conduta levou às vezes a considerar as religiões como uma ameaça para as sociedades. Isso as ataca e as desacredita, sustentando que não são fatores de paz. Os responsáveis religiosos têm o dever de acompanhar aos crentes e de iluminá-los para que progridam em santidade e interpretem as palavras divinas à luz da verdade".
...
Fonte - ACI Digital
Solidariedade para que crise não se converta em catástrofe, exige Papa
...
Por isso, como “uma das vias mestras para construir a paz”, apresentou “uma globalização que tenda aos interesses da grande família humana”, através de “uma forte solidariedade global, tanto entre países ricos e países pobres, como dentro de cada país, ainda que seja rico”.
...
“Isso requer – concluiu – que os países desenvolvidos reencontrem o sentido da medida e da sobriedade na economia e em seus estilos de vida.”
Fonte - Zenit
Nota DDP: Ambos os artigos refletem o mesmo evento. As manifestações são interessante na medida em que cruzam os alvos políticos-financeiros, com os religiosos, criando uma simbiose entre ambos.
As advertências aos riscos das divisões e, principalmente o chamado para que os líderes religiosos tratem de manter seus rebanhos "iluminados", não deixam de revelar uma "ameaça" velada, uma vez que o não alinhamento com tais premissas, especialmente com o ambíguo sentido da "verdade", que segundo o pontífice apenas a igreja romana possui, traz em suas conclusões que os que destas divergirem estarão "atentando contra a paz e criando graves riscos de conflitos".
Não poderiam ficar fora do discurso a preservação da família humana e novos estilos de vida, que sugerem sempre implicitamente a aceitação da "menina dos olhos" do Vaticano, o descanso dominical.
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"É necessário favorecer o ressurgimento de um mundo onde as religiões e as sociedades se abram umas às outras, graças à abertura que praticam em seu seio e entre elas. Assim se dará um testemunho autêntico de vida. Assim se criará um espaço que favorecerá um diálogo positivo e necessário. Oferecendo ao mundo sua própria contribuição, a Igreja Católica quer testemunhar uma visão positiva do futuro da humanidade", explicou o Santo Padre.
O Papa assinalou que "hoje, em meio à crise social e econômica mundial é necessário tomar de novo consciência de que teremos que lutar para estabelecer uma paz autêntica em face à construção de um mundo mais justo e próspero. As injustiças, freqüentemente tão patentes, entre as nações ou dentro das mesmas, ao igual que a todos os processos que contribuem a suscitar divisões entre os povos ou a marginá-los, representam atentados à paz e criam graves riscos de conflitos".
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"Não podem ignorar -disse o Papa aos embaixadores- as novas formas de violência que se manifestaram nestes últimos anos e que se apóiam, por desgraça, no Nome de Deus para justificar atos perigosos. Essa conduta levou às vezes a considerar as religiões como uma ameaça para as sociedades. Isso as ataca e as desacredita, sustentando que não são fatores de paz. Os responsáveis religiosos têm o dever de acompanhar aos crentes e de iluminá-los para que progridam em santidade e interpretem as palavras divinas à luz da verdade".
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Fonte - ACI Digital
Solidariedade para que crise não se converta em catástrofe, exige Papa
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Por isso, como “uma das vias mestras para construir a paz”, apresentou “uma globalização que tenda aos interesses da grande família humana”, através de “uma forte solidariedade global, tanto entre países ricos e países pobres, como dentro de cada país, ainda que seja rico”.
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“Isso requer – concluiu – que os países desenvolvidos reencontrem o sentido da medida e da sobriedade na economia e em seus estilos de vida.”
Fonte - Zenit
Nota DDP: Ambos os artigos refletem o mesmo evento. As manifestações são interessante na medida em que cruzam os alvos políticos-financeiros, com os religiosos, criando uma simbiose entre ambos.
As advertências aos riscos das divisões e, principalmente o chamado para que os líderes religiosos tratem de manter seus rebanhos "iluminados", não deixam de revelar uma "ameaça" velada, uma vez que o não alinhamento com tais premissas, especialmente com o ambíguo sentido da "verdade", que segundo o pontífice apenas a igreja romana possui, traz em suas conclusões que os que destas divergirem estarão "atentando contra a paz e criando graves riscos de conflitos".
Não poderiam ficar fora do discurso a preservação da família humana e novos estilos de vida, que sugerem sempre implicitamente a aceitação da "menina dos olhos" do Vaticano, o descanso dominical.
Ainda sobre o ecumenismo
Papa: a igreja deve orar mais e buscar mais união
Cidade do Vaticano, 31 mai (RV) - Hoje, 50 dias após a Páscoa, celebra-se o dia de Pentecostes. O papa presidiu uma missa solene na Basílica de São Pedro, lembrando o dia em que o Espírito desceu dos céus com seus dons, ensinando-nos a sermos suas testemunhas e inspirando a evangelização da Igreja como exensão da obra renovadora de Cristo.
Em sua homilia, Bento XVI pediu uma Igreja ‘menos ocupada com suas atividades’ e ‘mais dedicada à oração e mais unida’. No dia em que o Evangelho descreve a descida do Espírito sobre os apóstolos, no Cenáculo, o papa ressaltou o comportamento interior dos discípulos, todos perseverantes e concordes na oração.
...
Fonte - Radio Vaticano
Santa Sé e Estados europeus: relação marcada pelo comunismo
A relação entre a Santa Sé e os estados da Europa na era pós-comunismo esteve em debate na Universidade Pontifícia de Angelicum, em Roma.
Depois da queda do muro de Berlim a política da Santa Sé centrou-se na reconstrução das relações diplomáticas que se deterioraram por causa da política de repressão em relação às comunidades católicas.
...
Fonte - Ecclesia
Avanço nas relações da Igreja Ortodoxa Russa com Igreja Católica
NAVARRA, quinta-feira, 28 de maio de 2009 (ZENIT.org).- “Percebe-se um progresso nas relações da Igreja Ortodoxa com a Igreja Católica na Rússia. Nem tudo está resolvido, mas me parece que nos compreendemos melhor agora que antes”. Foi o que afirmou na Universidade de Navarra Igor Vyzhanov, secretário de Relações Internacionais do Patriarcado de Moscou.
...
Fonte - Zenit
Nota DDP: Leia também "Movimento ecumênico espera unificar as Páscoas cristãs" e "Ecumenismo total?".
Cidade do Vaticano, 31 mai (RV) - Hoje, 50 dias após a Páscoa, celebra-se o dia de Pentecostes. O papa presidiu uma missa solene na Basílica de São Pedro, lembrando o dia em que o Espírito desceu dos céus com seus dons, ensinando-nos a sermos suas testemunhas e inspirando a evangelização da Igreja como exensão da obra renovadora de Cristo.
Em sua homilia, Bento XVI pediu uma Igreja ‘menos ocupada com suas atividades’ e ‘mais dedicada à oração e mais unida’. No dia em que o Evangelho descreve a descida do Espírito sobre os apóstolos, no Cenáculo, o papa ressaltou o comportamento interior dos discípulos, todos perseverantes e concordes na oração.
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Fonte - Radio Vaticano
Santa Sé e Estados europeus: relação marcada pelo comunismo
A relação entre a Santa Sé e os estados da Europa na era pós-comunismo esteve em debate na Universidade Pontifícia de Angelicum, em Roma.
Depois da queda do muro de Berlim a política da Santa Sé centrou-se na reconstrução das relações diplomáticas que se deterioraram por causa da política de repressão em relação às comunidades católicas.
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Fonte - Ecclesia
Avanço nas relações da Igreja Ortodoxa Russa com Igreja Católica
NAVARRA, quinta-feira, 28 de maio de 2009 (ZENIT.org).- “Percebe-se um progresso nas relações da Igreja Ortodoxa com a Igreja Católica na Rússia. Nem tudo está resolvido, mas me parece que nos compreendemos melhor agora que antes”. Foi o que afirmou na Universidade de Navarra Igor Vyzhanov, secretário de Relações Internacionais do Patriarcado de Moscou.
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Fonte - Zenit
Nota DDP: Leia também "Movimento ecumênico espera unificar as Páscoas cristãs" e "Ecumenismo total?".
Ecumenismo Total?
Ecumenismo deriva da palavra grega “oikos”, que quer dizer “toda terra habitada”. Atualmente, essa palavra teve outro sentido, a busca da unidade entre as religiões e da humanidade. “É a aproximação, a cooperação, a busca fraterna da superação das divisões entre as diferentes igrejas cristãs” (Dicionário Aurélio).
Trata-se do diálogo que tem como ponto de partida os pontos comuns entre as igrejas do cristianismo em busca da superação das divergências doutrinárias e culturais históricas. E a unidade com outras religiões denomina-se diálogo inter-religioso.
Para a Legião da Boa Vontade, LBV, o ecumenismo é uma das primeiras bandeiras. “Zarur trouxe a partir de 7 de janeiro de 1950 a "Cruzada de Religiões Irmanadas", em que líderes das mais diversas tradições religiosas podiam expor suas idéias e ouvir as dos demais. A Religião de Deus apresenta o Ecumenismo Irrestrito e Total, que vai além do relacionamento inter-religioso. O Ecumenismo Irrestrito trata-se da queda das barreiras entre os diversos segmentos da vida humana. E o Ecumenismo Total é a União da Humanidade terrena à Humanidade do Céu, pois acredita-se que os mortos não morrem e que a vida prossegue após o fenômeno chamado morte.”
A LBV entende que o ecumenismo é a educação para a paz, para a universalização do ser humano, vinculando o homem a DEUS, tornando-o assim um Homem-Espírito. Ela explica que “é o fim do império da matéria, pela pura e simples compreensão de que ela não existe (porquanto o próprio átomo é cheio de espaços vagos). Matéria também é espírito. Conclui o presidente da Religião de Deus, Paiva Netto.”
Quem conhece a Bíblia por estudá-la, sabe o que significa ecumenismo. É a última tentativa de satanás por unir a humanidade em adoração a ele. Não crendo na morte, como a Bíblia ensina, crendo ao contrário do que DEUS mandou escrever em Sua palavra, afastam-se do Criador e do Salvador do mundo. E assim satanás pretende seduzir o mundo a adorá-lo, pensando que estão adorando ao próprio DEUS.
Fonte - Cristo Voltará
Nota DDP: No mesmo sentido, "Oração pela unidade dos cristãos", de onde destacamos:
Os principais pontos que unem as igrejas cristãs são: santificação do domingo, crença na imortalidade da alma e a música gospel, de ritmo mundano com letra cristã, entre outros de natureza social, política e ecológica. O ecumenismo está se fortalecendo nesse ponto: o que temos em comum para nisso nos unirmos e colaborar conjuntamente afim de salvar o planeta de seus grandes problemas?
Essa é a grande estratégia para que nenhuma igreja fique de fora.
Trata-se do diálogo que tem como ponto de partida os pontos comuns entre as igrejas do cristianismo em busca da superação das divergências doutrinárias e culturais históricas. E a unidade com outras religiões denomina-se diálogo inter-religioso.
Para a Legião da Boa Vontade, LBV, o ecumenismo é uma das primeiras bandeiras. “Zarur trouxe a partir de 7 de janeiro de 1950 a "Cruzada de Religiões Irmanadas", em que líderes das mais diversas tradições religiosas podiam expor suas idéias e ouvir as dos demais. A Religião de Deus apresenta o Ecumenismo Irrestrito e Total, que vai além do relacionamento inter-religioso. O Ecumenismo Irrestrito trata-se da queda das barreiras entre os diversos segmentos da vida humana. E o Ecumenismo Total é a União da Humanidade terrena à Humanidade do Céu, pois acredita-se que os mortos não morrem e que a vida prossegue após o fenômeno chamado morte.”
A LBV entende que o ecumenismo é a educação para a paz, para a universalização do ser humano, vinculando o homem a DEUS, tornando-o assim um Homem-Espírito. Ela explica que “é o fim do império da matéria, pela pura e simples compreensão de que ela não existe (porquanto o próprio átomo é cheio de espaços vagos). Matéria também é espírito. Conclui o presidente da Religião de Deus, Paiva Netto.”
Quem conhece a Bíblia por estudá-la, sabe o que significa ecumenismo. É a última tentativa de satanás por unir a humanidade em adoração a ele. Não crendo na morte, como a Bíblia ensina, crendo ao contrário do que DEUS mandou escrever em Sua palavra, afastam-se do Criador e do Salvador do mundo. E assim satanás pretende seduzir o mundo a adorá-lo, pensando que estão adorando ao próprio DEUS.
Fonte - Cristo Voltará
Nota DDP: No mesmo sentido, "Oração pela unidade dos cristãos", de onde destacamos:
Os principais pontos que unem as igrejas cristãs são: santificação do domingo, crença na imortalidade da alma e a música gospel, de ritmo mundano com letra cristã, entre outros de natureza social, política e ecológica. O ecumenismo está se fortalecendo nesse ponto: o que temos em comum para nisso nos unirmos e colaborar conjuntamente afim de salvar o planeta de seus grandes problemas?
Essa é a grande estratégia para que nenhuma igreja fique de fora.
História da adoração – A violência na família
Capítulo 07
Adão e Eva viviam fora do Jardim do Éden. Trabalhavam todos os dias e a cada sete dias, conforme o mandamento, santificavam o sábado. O mandamento está escrito em Gên. 2:1 a 3. Agora a felicidade de sua vida estava fundamentada num único ponto: a esperança da vinda de JESUS, O Messias, para libertá-los da morte eterna.
O que seria essa morte? Eles nem sentiam nos primeiros anos, mas aos poucos estavam envelhecendo. Um dia viram as folhas de uma determinada árvore mudar de cor. Poderosos observadores como eram, pois ainda lhes sobrou a inteligência original, perceberam que se tratava de algo estranho. Periodicamente iam conferir aquelas folhas, e um dia desses viram que algumas estavam se desprendendo da árvore e caindo ao chão. Viram como elas secaram. Ali estava a morte. Isso os assustou. Morreriam assim? Como um deles iria morrer? E o que fariam com a pessoa morta?
Enquanto aos poucos viam a natureza se degenerar, mais desejavam que lhes nascesse um filho, pois, conforme a promessa, poderia ser O Messias prometido. Pois Eva engravidou, e nasceu um menino. Seria este o Messias? Deram-lhe o nome de Caim. A expectativa era grande. Ao crescer, poderiam descobrir que era O Messias, então teria vindo a salvação até eles. Não muito depois, nasceu outro menino, e deram-lhe o nome de Abel.
Eles cresceram. Ficaram homens. E trabalhavam como os pais, Caim lavrava a terra e Abel cuidava de ovelhas. Um dia desses Caim ficou furioso com DEUS e com seu irmão por ter DEUS se agradado só da oferta de seu irmão. Caim havia decidido mudar o culto, em vez de oferecer um cordeiro, ofereceu cereais. E DEUS não aceitou a alteração. Jamais um homem poderia mudar qualquer parte no culto que DEUS havia instituído. O Messias deveria ser representado por um cordeiro, e não por um feixe de cereais. Fora de si, Caim, no campo, atacou Abel desprevenido e o feriu em tal intensidade que morreu.
Caim fugiu dali. Mais tarde Adão e Eva encontraram o corpo de seu filho Abel. E Caim fugia, agora ele estava com medo do que lhe poderia acontecer. Essa foi a primeira morte na Terra. Morte em família. Era obra do inimigo. Lúcifer, agora satanás, estava por aí, e atacou a família, fazendo que um de seus membros fosse morto. Um daqueles dois em quem Adão e Eva depositavam esperança que fosse O Messias fora morto, e o outro, tornando-se um assassino, então também não poderia ser O Messias.
A tristeza domou conta do coração do casal. Num só dia perderam dois filhos. E perderam a esperança de que um deles fosse O Salvador esperado.
A partir daquela violência a humanidade, de poucas pessoas, mudou radicalmente. Adão e Eva tiveram outros filhos. Alguns se associaram com Caim, outros seguiram a expectativa dos pais. Aqueles que se associaram a Caim, e os filhos dele, tornaram-se, a exemplo dele, violentos. Inventaram armas de caça, e caçavam animais. E também, por qualquer motivo, matavam-se uns aos outros. E tornaram-se tão violentos que DEUS não teve mais escolha, obrigou-se a destruir a humanidade quase totalmente por meio de um dilúvio.
A Terra tornou-se violenta. E toda violência se iniciara pelo ciúmes de um irmão contra o outro. Uma violência em família. Muitas guerras, muita destruição e muita morte se originou da violência de Caim contra Abel. Nunca mais no planeta deixou de haver violência. Caim havia descoberto como deformar a criação de DEUS: pela destruição de vidas e da própria natureza. Hoje estamos em tal intensidade de violência que o planeta corre perigo de ter eliminada a vida humana.
Com tanta violência poucos ainda esperavam pelo Messias. Um deles era Noé. Esse homem, e sua família, ainda criam que O Messias viria para salva-los.
E em nossos dias, diante de tanta violência, poucos aguardam O Salvador do mundo. Como Messias Ele já veio, agora, em breve, vira segunda vez, como Salvador.
Fonte - Cristo Voltará
Adão e Eva viviam fora do Jardim do Éden. Trabalhavam todos os dias e a cada sete dias, conforme o mandamento, santificavam o sábado. O mandamento está escrito em Gên. 2:1 a 3. Agora a felicidade de sua vida estava fundamentada num único ponto: a esperança da vinda de JESUS, O Messias, para libertá-los da morte eterna.
O que seria essa morte? Eles nem sentiam nos primeiros anos, mas aos poucos estavam envelhecendo. Um dia viram as folhas de uma determinada árvore mudar de cor. Poderosos observadores como eram, pois ainda lhes sobrou a inteligência original, perceberam que se tratava de algo estranho. Periodicamente iam conferir aquelas folhas, e um dia desses viram que algumas estavam se desprendendo da árvore e caindo ao chão. Viram como elas secaram. Ali estava a morte. Isso os assustou. Morreriam assim? Como um deles iria morrer? E o que fariam com a pessoa morta?
Enquanto aos poucos viam a natureza se degenerar, mais desejavam que lhes nascesse um filho, pois, conforme a promessa, poderia ser O Messias prometido. Pois Eva engravidou, e nasceu um menino. Seria este o Messias? Deram-lhe o nome de Caim. A expectativa era grande. Ao crescer, poderiam descobrir que era O Messias, então teria vindo a salvação até eles. Não muito depois, nasceu outro menino, e deram-lhe o nome de Abel.
Eles cresceram. Ficaram homens. E trabalhavam como os pais, Caim lavrava a terra e Abel cuidava de ovelhas. Um dia desses Caim ficou furioso com DEUS e com seu irmão por ter DEUS se agradado só da oferta de seu irmão. Caim havia decidido mudar o culto, em vez de oferecer um cordeiro, ofereceu cereais. E DEUS não aceitou a alteração. Jamais um homem poderia mudar qualquer parte no culto que DEUS havia instituído. O Messias deveria ser representado por um cordeiro, e não por um feixe de cereais. Fora de si, Caim, no campo, atacou Abel desprevenido e o feriu em tal intensidade que morreu.
Caim fugiu dali. Mais tarde Adão e Eva encontraram o corpo de seu filho Abel. E Caim fugia, agora ele estava com medo do que lhe poderia acontecer. Essa foi a primeira morte na Terra. Morte em família. Era obra do inimigo. Lúcifer, agora satanás, estava por aí, e atacou a família, fazendo que um de seus membros fosse morto. Um daqueles dois em quem Adão e Eva depositavam esperança que fosse O Messias fora morto, e o outro, tornando-se um assassino, então também não poderia ser O Messias.
A tristeza domou conta do coração do casal. Num só dia perderam dois filhos. E perderam a esperança de que um deles fosse O Salvador esperado.
A partir daquela violência a humanidade, de poucas pessoas, mudou radicalmente. Adão e Eva tiveram outros filhos. Alguns se associaram com Caim, outros seguiram a expectativa dos pais. Aqueles que se associaram a Caim, e os filhos dele, tornaram-se, a exemplo dele, violentos. Inventaram armas de caça, e caçavam animais. E também, por qualquer motivo, matavam-se uns aos outros. E tornaram-se tão violentos que DEUS não teve mais escolha, obrigou-se a destruir a humanidade quase totalmente por meio de um dilúvio.
A Terra tornou-se violenta. E toda violência se iniciara pelo ciúmes de um irmão contra o outro. Uma violência em família. Muitas guerras, muita destruição e muita morte se originou da violência de Caim contra Abel. Nunca mais no planeta deixou de haver violência. Caim havia descoberto como deformar a criação de DEUS: pela destruição de vidas e da própria natureza. Hoje estamos em tal intensidade de violência que o planeta corre perigo de ter eliminada a vida humana.
Com tanta violência poucos ainda esperavam pelo Messias. Um deles era Noé. Esse homem, e sua família, ainda criam que O Messias viria para salva-los.
E em nossos dias, diante de tanta violência, poucos aguardam O Salvador do mundo. Como Messias Ele já veio, agora, em breve, vira segunda vez, como Salvador.
Fonte - Cristo Voltará
sexta-feira, 29 de maio de 2009
Deus está no comando
"Sobre esta pedra edificarei a Minha igreja, e as portas do inferno não prevalecerão contra ela" (Mateus 16:18)Os metodistas de Swanquarter, Estado da Carolina do Norte, estavam comprometidos com a idéia de construir uma igreja para adorarem a Deus. O único terreno que podiam pagar era um lote pantanoso, localizado numa área indesejável da cidade.
Não tendo escolha, fecharam negócio, pagaram a escritura e puseram-se a trabalhar. Em pouco tempo o seu trabalho de amor estava completo – uma pequena estrutura branca de madeira começou a tomar forma sobre uma pilha de tijolos.. No dia 16 de Setembro de 1876, um Domingo, eles dedicaram, radiantes, aquele novo templo ao Senhor. Apenas três dias depois, uma terrível tempestade assolou a cidade. Durante toda a noite e no dia seguinte, o vento rugiu e as águas subiram. Finalmente, a tempestade amainou.
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Como a revolução tomou conta dos Estados Unidos
Percepções da realidade estão sendo forjadas através de uma combinação de propaganda, desinformação, negação e engano por parte da esquerda radical,que se apossou do Partido Democrata.
Nota do editor: Esse material foi escolhido, editado e atualizado de um importante livro de Robert Chandler, Shadow World (disponível na Barnes&Noble), publicado pela Regnery. Ele representa o tipo de reportagem investigativa de que precisamos tanto e somos negados pela grande mídia.
S. Steven Powell escreveu em seu livro de 1987, Covert Cadre, que a atividade revolucionária defendida pelo Marxista Antonio Gramsci passava pela necessidade de "infiltrar-se em instituições autônomas - escolas, mídia, igrejas, grupos de interesse políticos - para transformar radicalmente a cultura, que determina o ambiente no qual agem as políticas públicas e econômicas. Ou, como disse Carl Boggs, autor de Gramsci's Marxism, o papel da teoria revolucionária é fundar uma nova ordem socialista exatamente através da negação e transcendência da sociedade burguesa." Essa "transcendência da sociedade burguesa", explica Boggs, foi a prioridade número um de Gramsci - "a transformação multidimensional da sociedade civil."
O ponto principal da fórmula de Gramsci para a revolução é centrado na idéia de acabar com que ele chamava de "hegemonia" ou controle da mente exercido pela classe dominante capitalista sobre as massas. A sociedade burguesa era regrada, acreditava Gramsci, pela forma de educar seus cidadãos, fazendo-os acreditar que seus padrões de moral, política e cultura, definidos pelo sistema governante, eram de seu interesse. Então, Gramsci criou uma "estratégia reversa" que iria silenciosamente desafiar a cultura e os valores que dominavam o governo burguês. Isso significa dizer que sua fórmula era baseada na luta ideológica que viria a transformar uma gama enorme de atividades na sociedade civil, incluindo os valores judaico-cristãos, a família, escolas, sindicatos, assim como a confiança política e popular no governo existente.
Dez são os passos rumo a uma sociedade civil Marxista-socialista-progressista: alterar o consenso popular, destruir o Cristianismo, a família tradicional e os atuais valores sociais, transformar a cultura, instalar um controle mental radical de esquerda ,obter poder político, impor controle estrito sobre a aplicação das leis, restringir a liberdade, socializar a economia, apagar a soberania americana, e abraçar um mundo sem fronteiras.
...
Publicado pela Accuracy In Media
Tradução: Frederico De Paola
Continue lendo:
Fonte - Mídia sem Máscara
Nota DDP: Alguns apontamentos:
1) - É imprescindível ler o artigo despido de ideologias correlacionadas aos sistemas humanos de governo, até mesmo de quem os representa, eis que no fundo estes sistemas e pessoas são apenas "ferramentas" de dominação;
2) - É imprescindível ler o artigo com os óculos da fé, trazendo a ordem de fatos narrados e analisados para dentro da perspectiva do "Grande Conflito".
Impossível não se destacar algumas conclusões do articulista:
- (...) tornar uma América robotizada, de radicalismo teológico, de uniões socialistas, políticas estaduais e municipais radicais, e o "Partido da Sombras" pertencente e operado por bilionários como George Soros.
- Para os sindicalistas marxistas-socialistas-progressistas, os sindicatos trabalhistas são a ferramenta a ser usada para transformar o capitalismo numa sociedade administrada por trabalhadores que são orientados secretamente por suas lideranças.
- Inspirado nos ensinamentos de Popper, Soros chegou à conclusão de que a Declaração de Independência, ao invés de ter sido baseada em "verdades evidentes" é sim um atestado de nossa "compreensão imperfeita" do mundo ao nosso redor. Então, os documentos de fundação da América são dispensáveis naquilo que Soros acredita ser a sociedade sem Deus.
- Além do mais, para Soros, "o estado pode ser um instrumento de opressão". Soros quer o desenvolvimento de um mundo interdependente baseado nos princípios da sociedade aberta. Para isso é preciso estimular "a sociedade aberta nas leis internacionais e dos países, regras de conduta, e instituições para implementar essas normas."
- (...) infestar o governo federal e executar uma revolução cultural que destrua a família, proíba a religião, cerceie a liberdade e que amplie seu poder político sobre todo o país.
'o povo dos Estados Unidos tem sido um povo favorecido, mas quando eles restringirem a liberdade religiosa, renunciarem ao protestantismo e apoiarem o papado, a medida de sua culpa estará cheia, e nos livros do céu estará escrito: apostasia nacional' (Eventos Finais, pág. 117)
Satanás está ativamente em operação em nossas cidades populosas. Sua obra é observada na confusão, na luta e discórdia entre o capital e o trabalho, bem como na hipocrisia que penetrou nas igrejas. ... A concupiscência da carne, a soberba dos olhos, a ostentação do egoísmo, o abuso do poder, a crueldade e a força empregados para fazer com que os homens se liguem às confederações e uniões - atando-se a si mesmos em molhos para a queima dos grandes fogos dos últimos dias - tudo isso é operação de instrumentos satânicos. Evangelismo, pág. 26.
...
Os sindicatos serão um dos instrumentos que trarão sobre a Terra um tempo de angústia tal como nunca houve desde o princípio do mundo. (Eventos Finais - Ellen G. White - Pág. 116)
“Serão promulgadas muitas leis para o governo das nações, com vistas a oprimir; e serão ressuscitadas velhas leis que praticamente se tornaram sem efeito.” (Este Dia Com Deus, pág. 248)
Os fatos já corroboram abertamente o quanto antecipado por Deus muito, mas muito tempo atrás. Infelizmente, mesmo com tantos indícios do cumprimento integral da Revelação, ainda persiste a incredulidade, que aliás também é um sinal do tempo em que vivemos.
Como diz o Pr. Ivan Saraiva, "Deus está pregando o fim no Jornal Nacional" (ou no Mídia sem Máscara...).
"Quando o protestantismo estender os braços através do abismo, a fim de dar uma das mãos ao poder romano e a outra ao espiritismo, quando por influência dessa tríplice aliança a América do Norte for induzida a repudiar todos os princípios de sua Constituição, que fizeram dela um governo protestante e republicano, e adotar medidas para a propagação dos erros e falsidades do papado, podemos saber que é chegado o tempo das operações maravilhosas de Satanás e que o fim está próximo." Testemunhos Seletos, vol. 2, pág. 151. (Eventos Finais - Ellen G. White - Pág. 131)
Falta pouco. Maranata.
Movimento ecumênico espera unificar as Páscoas cristãs
O maior movimento ecumênico da cristandade tem a esperança de que as igrejas estejam se aproximando de uma Páscoa comum para os cristãos do mundo, a despeito de um debate histórico quase tão antigo quanto a religião.
Congregações católicas e protestantes celebrarão sua crença na ressurreição de Jesus no mesmo dia que as igrejas ortodoxas em 2010 e 2011, por conta de uma coincidência dos calendários juliano e gregoriano. O feriado comum ocorreu três vezes nesta década. Mas o Conselho Mundial de Igrejas diz que um consenso está emergindo e que essas não deveriam ser apenas ocorrências ocasionais.
Em uma reunião recente em Lviv, na Ucrânia, teólogos representando praticamente toda a cristandade concordaram, em princípio, numa estratégia para que todos os fiéis sigam observando a festa juntos.
"Não se trata de um problema de princípio, de dogma ou doutrina", disse Juan Michel, porta-voz do conselho, composto por 350 denominações, entre protestantes, ortodoxos e outros. A Igreja Católica não é um membro, mas coopera com a organização.
"É mais uma questão pastoral para algumas igrejas", disse Michel. "Há preocupações sobre como os fiéis vão se sentir se houver uma mudança no modo de calcular a data".
A confusão sobre a data histórica da Páscoa começou nos primórdios da cristandade, conformes diferentes grupos interpretavam os Evangelhos diferentemente.
Segundo Mateus, Marcos e Lucas, a última refeição que Jesus partilhou com os discípulos foi a ceia da Páscoa judaica, enquanto que o Evangelho de João diz que Jesus morreu no dia da refeição de Páscoa, e a última ceia teria sido uma refeição anterior.
As principais autoridades cristãs tentaram estabelecer uma data comum no Concílio de Niceia, determinando o primeiro domingo depois da Lua cheia após o equinócio de primavera.
O problema, antes do advento da astronomia moderna, era calcular o equinócio. As igrejas ortodoxas usam o dia 21 de março do calendário juliano, mas desde o século 16 o Ocidente usa as datas do calendário gregoriano. A diferença resultante pode chegar a cinco semanas.
O conselho disse que teólogos do Vaticano e de várias igrejas ortodoxas e protestantes endossaram um compromisso, no último dia 15, dizendo que a Páscoa deveria ser calculada a partir de um equinócio determinado por dados astronômicos precisos.
De acordo com esse plano, a Páscoa unificada cairia onde geralmente cai para católicos e protestantes, disse Dagmar Heller, chefe da comissão de ordem e fé do conselho.
Nos próximos 15 anos, a única vez em que as igrejas ocidentais terão de mudar a Páscoa será em 2019, passando de 21 de abril para 24 de março. O maior ajuste terá de ser feito pelas igrejas ortodoxas.
"Obviamente há alguns ortodoxos fundamentalistas que dizem 'o calendário juliano é nossa tradição e era usado no tempo de Jesus, portanto não podemos mudar'", disse Heller, acrescentando que alguns líderes orientais poderão temer cismas por conta disso.
"E, claro, há a questão de o dado astronômico ficar mais próximo do calendário gregoriano, que foi introduzido por um papa", disse ela, referindo-se a Gregório XIII, que reformou o calendário em 1582.
Fonte: Estadão Online
NOTA Minuto Profético: Não por acaso, na época em que o imperador Constantino fez do domingo o dia de descanso oficial para todo o Império (leia-se Lei Dominical), também tratou de unificar a celebração da Páscoa entre os diversos segmentos cristãos a fim de facilitar a implantação de uma religião estatal: "A segunda mudança importante do calendário introduzida por Constantino foi em relação a quando celebrar a Páscoa, um assunto não tão fácil de resolver quanto a questão do domingo...
"Para Constantino a questão não era tanto determinar a data exata da Páscoa, mas como conseguir que as várias facções do Cristianismo concordassem em celebrar a ressurreição no mesmo dia, mesmo se tecnicamente esta data não fosse exata. Politicamente isto era crucial para estebelecer uma religião de Estado, com um conjunto de regras..." (David Ewing Duncan, Calendário, Editora Ediouro, p. 87-104).
O passado está chegando, e a história se repetindo...
Saiba mais: "Nos passos de Constantino".
Congregações católicas e protestantes celebrarão sua crença na ressurreição de Jesus no mesmo dia que as igrejas ortodoxas em 2010 e 2011, por conta de uma coincidência dos calendários juliano e gregoriano. O feriado comum ocorreu três vezes nesta década. Mas o Conselho Mundial de Igrejas diz que um consenso está emergindo e que essas não deveriam ser apenas ocorrências ocasionais.
Em uma reunião recente em Lviv, na Ucrânia, teólogos representando praticamente toda a cristandade concordaram, em princípio, numa estratégia para que todos os fiéis sigam observando a festa juntos.
"Não se trata de um problema de princípio, de dogma ou doutrina", disse Juan Michel, porta-voz do conselho, composto por 350 denominações, entre protestantes, ortodoxos e outros. A Igreja Católica não é um membro, mas coopera com a organização.
"É mais uma questão pastoral para algumas igrejas", disse Michel. "Há preocupações sobre como os fiéis vão se sentir se houver uma mudança no modo de calcular a data".
A confusão sobre a data histórica da Páscoa começou nos primórdios da cristandade, conformes diferentes grupos interpretavam os Evangelhos diferentemente.
Segundo Mateus, Marcos e Lucas, a última refeição que Jesus partilhou com os discípulos foi a ceia da Páscoa judaica, enquanto que o Evangelho de João diz que Jesus morreu no dia da refeição de Páscoa, e a última ceia teria sido uma refeição anterior.
As principais autoridades cristãs tentaram estabelecer uma data comum no Concílio de Niceia, determinando o primeiro domingo depois da Lua cheia após o equinócio de primavera.
O problema, antes do advento da astronomia moderna, era calcular o equinócio. As igrejas ortodoxas usam o dia 21 de março do calendário juliano, mas desde o século 16 o Ocidente usa as datas do calendário gregoriano. A diferença resultante pode chegar a cinco semanas.
O conselho disse que teólogos do Vaticano e de várias igrejas ortodoxas e protestantes endossaram um compromisso, no último dia 15, dizendo que a Páscoa deveria ser calculada a partir de um equinócio determinado por dados astronômicos precisos.
De acordo com esse plano, a Páscoa unificada cairia onde geralmente cai para católicos e protestantes, disse Dagmar Heller, chefe da comissão de ordem e fé do conselho.
Nos próximos 15 anos, a única vez em que as igrejas ocidentais terão de mudar a Páscoa será em 2019, passando de 21 de abril para 24 de março. O maior ajuste terá de ser feito pelas igrejas ortodoxas.
"Obviamente há alguns ortodoxos fundamentalistas que dizem 'o calendário juliano é nossa tradição e era usado no tempo de Jesus, portanto não podemos mudar'", disse Heller, acrescentando que alguns líderes orientais poderão temer cismas por conta disso.
"E, claro, há a questão de o dado astronômico ficar mais próximo do calendário gregoriano, que foi introduzido por um papa", disse ela, referindo-se a Gregório XIII, que reformou o calendário em 1582.
Fonte: Estadão Online
NOTA Minuto Profético: Não por acaso, na época em que o imperador Constantino fez do domingo o dia de descanso oficial para todo o Império (leia-se Lei Dominical), também tratou de unificar a celebração da Páscoa entre os diversos segmentos cristãos a fim de facilitar a implantação de uma religião estatal: "A segunda mudança importante do calendário introduzida por Constantino foi em relação a quando celebrar a Páscoa, um assunto não tão fácil de resolver quanto a questão do domingo...
"Para Constantino a questão não era tanto determinar a data exata da Páscoa, mas como conseguir que as várias facções do Cristianismo concordassem em celebrar a ressurreição no mesmo dia, mesmo se tecnicamente esta data não fosse exata. Politicamente isto era crucial para estebelecer uma religião de Estado, com um conjunto de regras..." (David Ewing Duncan, Calendário, Editora Ediouro, p. 87-104).
O passado está chegando, e a história se repetindo...
Saiba mais: "Nos passos de Constantino".
Malária está se tornando resistente a drogas
Cientistas internacionais e a Organização Mundial da Saúde (OMS) dizem ter encontrado evidências de que o parasita causador da malária está se tornando resistente às drogas consideradas hoje mais eficientes contra a doença.Segundo eles, essa resistência, verificada no oeste do Camboja, precisa ser contida urgentemente para evitar uma catástrofe global.
...
Segundo os especialistas, esse é um motivo para preocupação, porque gerações anteriores de drogas contra a malária tiveram seu uso inviabilizado por conta da resistência iniciada nessa mesma região do mundo.
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Aproximadamente metade da população mundial, principalmente em países em desenvolvimento, estão expostas à doença, transmitida por picadas de mosquito.
Fonte - BBC
quinta-feira, 28 de maio de 2009
Metrópoles mundiais contra as mudanças climáticas
Prefeitos das 80 maiores metrópoles do planeta, incluindo Nova York, Tóquio e São Paulo, se comprometeram a estabelecer iniciativas que minimizem os efeitos do aquecimento global e diminuam as emissões de gases do efeito estufa. Reunidos em Seul na última semana, representantes dessas metrópoles mundiais assinaram a declaração final do terceiro encontro de grandes cidades (C40 Large Cities Climate Summit), em que se comprometem a fazer tudo o que for possível para criar "cidades de baixas emissões de carbono".
Para alcançar esse objetivo, as cidades se comprometeram, sem estabelecer metas, a cortar as emissões de gases do efeito estufa (GEE) da maneira mais profunda possível, a se adaptarem para as conseqüências inevitáveis das mudanças climáticas e a fazerem o máximo para que o aquecimento global não prejudique seus habitantes.
As cidades também definiram que irão identificar seu nível atual de emissões e que devem trabalhar em conjunto para acelerar o desenvolvimento de tecnologias, programas e projetos que ajudem a reduzi-las. Ficou acertado ainda que as metrópoles vão assumir o papel de liderança nessa questão e que as Nações Unidas devem reconhecer essa liderança na conferência do clima de Copenhague, em dezembro. (Agência Envolverde).
Fonte - Abril
[Pesquisa - Blog Resta uma Esperança]
Nota DDP: Ao que parece "todos os caminhos levam a Copenhague", no que tange às eventuais medidas que poderão nos afetar como cidadãos em futuro próximo. Cidadãos do Reino.
Para alcançar esse objetivo, as cidades se comprometeram, sem estabelecer metas, a cortar as emissões de gases do efeito estufa (GEE) da maneira mais profunda possível, a se adaptarem para as conseqüências inevitáveis das mudanças climáticas e a fazerem o máximo para que o aquecimento global não prejudique seus habitantes.
As cidades também definiram que irão identificar seu nível atual de emissões e que devem trabalhar em conjunto para acelerar o desenvolvimento de tecnologias, programas e projetos que ajudem a reduzi-las. Ficou acertado ainda que as metrópoles vão assumir o papel de liderança nessa questão e que as Nações Unidas devem reconhecer essa liderança na conferência do clima de Copenhague, em dezembro. (Agência Envolverde).
Fonte - Abril
[Pesquisa - Blog Resta uma Esperança]
Nota DDP: Ao que parece "todos os caminhos levam a Copenhague", no que tange às eventuais medidas que poderão nos afetar como cidadãos em futuro próximo. Cidadãos do Reino.
Papa apela à corresponsabilidade de todos os batizados
ROMA, quarta-feira, 27 de maio de 2009 (ZENIT.org).- O Papa apelou à corresponsabilidade de todos os batizados no ser e atuar da Igreja.
Ele o fez nesta terça-feira à tarde, na basílica de São João de Latrão, em Roma, ao inaugurar o congresso eclesial da diocese da Cidade Eterna sobre “Pertença eclesial e corresponsabilidade pastoral”, que acontece até 29 de maio.
“Deve haver uma renovada tomada de consciência de nosso ser Igreja e da corresponsabilidade pastoral que, em nome de Cristo, todos estamos chamados a exercitar”, indicou.
E deve promover-se gradualmente esta corresponsabilidade “no respeito das vocações e das funções dos consagrados e dos leigos”, acrescentou.
Isso, advertiu, exige uma “mudança de mentalidade, especialmente com relação aos leigos, passando de considerá-los colaboradores do clero a reconhecê-los realmente como “corresponsáveis” do ser e do atuar da Igreja, favorecendo a consolidação de um laicado maduro e comprometido”.
Bento XVI constatou que “ainda existe uma tendência a identificar unilateralmente a Igreja com a hierarquia, esquecendo a responsabilidade comum, a missão comum” de todos os batizados.
“Até que ponto se reconhece e alenta a responsabilidade pastoral de todos, especialmente os leigos?”, perguntou.
Referindo-se aos leigos comprometidos, destacou que “não deve diminuir sua consciência de que são ‘Igreja’, porque Cristo, Palavra eterna do Pai, convoca-os e faz deles seu Povo”.
Pediu aos sacerdotes que, em sua formação, transmitam-lhes “um sentimento de pertença à comunidade paroquial” e a importância da unidade.
Também que os convidem a aproximar-se da Sagrada Escritura, através, por exemplo, da lectio divina; que os reúnam em cuidadas celebrações eucarísticas, particularmente aos domingos, e promovam sua ação missionária, em primeiro lugar vivendo a caridade.
O Santo Padre explicou que a preparação ao Jubileu do ano 2000 na diocese de Roma ajudou a “comunidade eclesial a tomar consciência de que o mandato de evangelizar não é só para alguns, mas para todos os batizados”.
Para o pontífice, “o futuro do cristianismo e da Igreja de Roma é também o compromisso e o testemunho de cada um de nós”.
Fonte - Zenit
Ele o fez nesta terça-feira à tarde, na basílica de São João de Latrão, em Roma, ao inaugurar o congresso eclesial da diocese da Cidade Eterna sobre “Pertença eclesial e corresponsabilidade pastoral”, que acontece até 29 de maio.
“Deve haver uma renovada tomada de consciência de nosso ser Igreja e da corresponsabilidade pastoral que, em nome de Cristo, todos estamos chamados a exercitar”, indicou.
E deve promover-se gradualmente esta corresponsabilidade “no respeito das vocações e das funções dos consagrados e dos leigos”, acrescentou.
Isso, advertiu, exige uma “mudança de mentalidade, especialmente com relação aos leigos, passando de considerá-los colaboradores do clero a reconhecê-los realmente como “corresponsáveis” do ser e do atuar da Igreja, favorecendo a consolidação de um laicado maduro e comprometido”.
Bento XVI constatou que “ainda existe uma tendência a identificar unilateralmente a Igreja com a hierarquia, esquecendo a responsabilidade comum, a missão comum” de todos os batizados.
“Até que ponto se reconhece e alenta a responsabilidade pastoral de todos, especialmente os leigos?”, perguntou.
Referindo-se aos leigos comprometidos, destacou que “não deve diminuir sua consciência de que são ‘Igreja’, porque Cristo, Palavra eterna do Pai, convoca-os e faz deles seu Povo”.
Pediu aos sacerdotes que, em sua formação, transmitam-lhes “um sentimento de pertença à comunidade paroquial” e a importância da unidade.
Também que os convidem a aproximar-se da Sagrada Escritura, através, por exemplo, da lectio divina; que os reúnam em cuidadas celebrações eucarísticas, particularmente aos domingos, e promovam sua ação missionária, em primeiro lugar vivendo a caridade.
O Santo Padre explicou que a preparação ao Jubileu do ano 2000 na diocese de Roma ajudou a “comunidade eclesial a tomar consciência de que o mandato de evangelizar não é só para alguns, mas para todos os batizados”.
Para o pontífice, “o futuro do cristianismo e da Igreja de Roma é também o compromisso e o testemunho de cada um de nós”.
Fonte - Zenit
Unidade, sinal belo e comovente
SÃO PAULO, quarta-feira, 27 de maio de 2009 (ZENIT.org).- Um dos “mais belos e comoventes” sinais que a Igreja pode dar ao mundo é o da unidade, afirma o arcebispo do Rio de Janeiro.
Dom Orani João Tempesta assinala que “não é à toa que no Brasil esta semana que antecede a Solenidade de Pentecostes foi também escolhida como a Semana de Orações pela Unidade dos Cristãos”.
Segundo o arcebispo, Pentecostes “traz a certeza” da ação do Espírito Santo “na caminhada da Igreja, dando possibilidade de vivermos em unidade em meio a tantas diversidades”.
“Temos a busca e a necessidade de vivermos unidos enquanto cristãos! E isso é ainda mais sentido em nossa caminhada como Igreja, ou seja, no interior da Igreja somos chamados a viver na unidade em meio à diversidade”, escreve Dom Orani, em artigo divulgado hoje pela CNBB (Conferência Nacional dos Bispos do Brasil).
O arcebispo recorda que são muitos os carismas, dons e serviços que hoje existem na Igreja, “mas se não formos unidos acabamos perdendo a potência em sermos sinais do Cristo”.
“As divisões e críticas entre nós demonstram a dificuldade dessa vivência de comunhão, de aceitação das pessoas entre si, do acolhimento da diversidade.”
O grande desafio –prossegue Dom Orani– “é o saber viver nessa comunhão com o coração desarmado e abrindo-nos à alegria de podermos conviver uns com os outros como irmãos que se amam e se aceitam no Senhor”.
Já o arcebispo de Montes Claros, Dom José Alberto Moura, ao abordar também o tema da Semana de Oração pela Unidade dos Cristãos, recorda que “Jesus pediu ao Pai a fim de seus discípulos viverem unidos”.
“Sejam quais forem as razões dos desentendimentos, somos convidados à vida fraterna de mais compreensão, ajuda mútua e testemunho de fraternidade”, afirma.
De acordo com o arcebispo, não se trata de “renúncia de uma fé em vista de outra crença. O mesmo Senhor, Pai de todos, nos congrega para seguirmos o Filho no caminho de amor, solidariedade, valorização das virtudes do outro”.
Dom José Moura considera que esta Semana de Oração “nos fortificará na fé com as consequências de promoção da unidade. As comunidades ou igrejas diferentes são convidadas a fazer juntas a oração ecumênica”.
Fonte - Zenit
Nota DDP: Não é necessário muito se pensar para entender o que ocorrerá com os que se dispuserem a não se unir ao convite expresso na idéia supra veiculada.
Apenas como paralelo, lembro dos artigos "Países que atrapalharem acordo global sobre o clima correm risco de isolamento" e "Microsoft suspende MSN Messenger aos países embargados pelos EUA", que trata de economia, mas que demonstra bem como serão tratadas estas questões daqui para frente.
Cada vez mais óbvio resta o cumprimento profético de Apocalipse 13:
... para que ninguém possa comprar ou vender, senão aquele que tem a marca, o nome da besta ou o número do seu nome.
Dom Orani João Tempesta assinala que “não é à toa que no Brasil esta semana que antecede a Solenidade de Pentecostes foi também escolhida como a Semana de Orações pela Unidade dos Cristãos”.
Segundo o arcebispo, Pentecostes “traz a certeza” da ação do Espírito Santo “na caminhada da Igreja, dando possibilidade de vivermos em unidade em meio a tantas diversidades”.
“Temos a busca e a necessidade de vivermos unidos enquanto cristãos! E isso é ainda mais sentido em nossa caminhada como Igreja, ou seja, no interior da Igreja somos chamados a viver na unidade em meio à diversidade”, escreve Dom Orani, em artigo divulgado hoje pela CNBB (Conferência Nacional dos Bispos do Brasil).
O arcebispo recorda que são muitos os carismas, dons e serviços que hoje existem na Igreja, “mas se não formos unidos acabamos perdendo a potência em sermos sinais do Cristo”.
“As divisões e críticas entre nós demonstram a dificuldade dessa vivência de comunhão, de aceitação das pessoas entre si, do acolhimento da diversidade.”
O grande desafio –prossegue Dom Orani– “é o saber viver nessa comunhão com o coração desarmado e abrindo-nos à alegria de podermos conviver uns com os outros como irmãos que se amam e se aceitam no Senhor”.
Já o arcebispo de Montes Claros, Dom José Alberto Moura, ao abordar também o tema da Semana de Oração pela Unidade dos Cristãos, recorda que “Jesus pediu ao Pai a fim de seus discípulos viverem unidos”.
“Sejam quais forem as razões dos desentendimentos, somos convidados à vida fraterna de mais compreensão, ajuda mútua e testemunho de fraternidade”, afirma.
De acordo com o arcebispo, não se trata de “renúncia de uma fé em vista de outra crença. O mesmo Senhor, Pai de todos, nos congrega para seguirmos o Filho no caminho de amor, solidariedade, valorização das virtudes do outro”.
Dom José Moura considera que esta Semana de Oração “nos fortificará na fé com as consequências de promoção da unidade. As comunidades ou igrejas diferentes são convidadas a fazer juntas a oração ecumênica”.
Fonte - Zenit
Nota DDP: Não é necessário muito se pensar para entender o que ocorrerá com os que se dispuserem a não se unir ao convite expresso na idéia supra veiculada.
Apenas como paralelo, lembro dos artigos "Países que atrapalharem acordo global sobre o clima correm risco de isolamento" e "Microsoft suspende MSN Messenger aos países embargados pelos EUA", que trata de economia, mas que demonstra bem como serão tratadas estas questões daqui para frente.
Cada vez mais óbvio resta o cumprimento profético de Apocalipse 13:
... para que ninguém possa comprar ou vender, senão aquele que tem a marca, o nome da besta ou o número do seu nome.
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