quarta-feira, 26 de agosto de 2009

Papa lança forte mensagem ecológica

Bento XVI deixou hoje um forte apelo em favor da preservação do meio ambiente, manifestado o seu apoio aos líderes de governo e organizações internacionais que se irão reunir na próxima Conferência da ONU sobre mudanças climáticas.

Para o Papa é fundamental que “a comunidade internacional e cada governo enviem os sinais certos aos seus cidadãos e consigam travar as formas prejudiciais de tratar o ambiente”.

"Os diversos fenómenos de degradação ambiental e as calamidades naturais, que a comunicação social regista várias vezes, lembram a urgência do respeito pela natureza, recuperando e valorizando na vida de cada dia uma relação correcta com o ambiente”, disse.

O Papa admitiu que estes temas estão na agenda das “autoridades e da opinião pública”, saudando o desenvolvimento de “uma nova sensibilidade, que se exprime na multiplicação de encontros, também a nível internacional.

Falando em inglês, Bento XVI disse que “os custos económicos e sociais da utilização de recursos comuns devem ser reconhecidos com transparência e suportados por aqueles que os maltratam, não por outros povos ou pelas gerações futuras”.
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Um Papa ecológico

Ao longo da audiência, foi citada por diversas vezes a última encíclica papal, Caritas in veritate. Nesse documento, Bento XVI diz que os projectos para um desenvolvimento humano integral "não podem ignorar os vindouros, mas devem ser animados pela solidariedade e a justiça entre as gerações, tendo em conta os diversos âmbitos: ecológico, jurídico, económico, político, cultural".

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Em finais de Julho, a Santa Sé divulgou o tema da mensagem de Bento XVI para o Dia Mundial da Paz 2010, desta feita intitulada "Se queres a paz, cuida da criação". O Papa fala numa crise ecológica e na necessidade de enfrentá-la globalmente.
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A mensagem deverá retomar as observações contidas nos números 48-51 da Encíclica, destacando a necessidade urgente de que a tutela do meio ambiente seja "um desafio para toda a humanidade".
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"Esta consciência servirá para eliminar diversas causas de desastres ecológicos e garantir uma pronta capacidade de resposta quando esses desastres atingem povos e territórios", defende a apresentação da mensagem do Papa.

Fonte - Ecclesia

Nota DDP: Assim como fez questão de se manifestar antes da reunião do G8 sobre o tema econômico com a veiculação de sua última encíclica, muito bem aceita, como já observado em diversos posts neste sentido veiculados neste espaço, o pontífice não se furtou em também se antecipar ao evento que tomará lugar no final do corrente ano tratando da questão ecológica.

De antemão também já consignou a importância da "Caritas em veritate" neste contexto. Mais sobre o caráter ecológico deste pontificado em "Um papa ecológico".


Igreja da Flórida usa canções do U2 em cultos religiosos

A Igreja Metodista Unida de Pensacola, no estado da Flórida, vai levar algumas das mais famosas canções da banda irlandesa U2 aos cultos celebrados neste domingo (29).

Criado em 2003, o U2Charist, como é conhecido o movimento, já realizou cultos semelhantes em outras regiões dos Estados Unidos.

Canções que marcaram as últimas três décadas de carreira da banda, como "Where The Streets Have No Name", "I Still Haven't Found (What I'm Looking For)", "One" e "With or Without You", serão interpretadas na ocasião, segundo a publicação local "Pensacola News Journal".

A relação do U2 com temas religiosos é amplamente conhecida. Em 1988, o vídeo "Rattle And Hum, estrelado pelo quarteto, revela o encontro do grupo com um coral gospel em Nova York, parceria que rendeu uma versão de "I Still Haven't Found (What I'm Looking For)".

Desde o início da carreira, a banda de Bono tem integrado assuntos religiosos em suas canções. Faixas como "Gloria", "40" e "Wake Up Dead Man" são pautadas por questões espirituais.

"Beautiful Day", tirada do álbum "All That You Can't Leave Behind", foi a música escolhida por Geoffrey Lentz, ministro da greja, para abrir o culto.

"A canção fala sobre encontrar esperança em situações de desespero", disse Lentz. "Minha mensagem é que apesar de o mundo ter coisas ruins, nós precisamos passar por isso, há esperança no pombo que traz um ramo de oliveira".

Fonte - Folha

Nota DDP: Sobre as eventuais implicações deste tema, veja mais em "A igreja, a modernidade e o fim" e "Bono: "Para nós a música é sempre uma oração"".

De antemão percebe-se o efeito ecumênico da música no contexto dos últimos eventos, tal qual antecipado em Daniel 3.


terça-feira, 25 de agosto de 2009

Roubini adverte para perigo de nova recessão

O economista norte-americano, que consolidou a sua reputação por ter sido o que melhor antecipou a crise financeira internacional e as suas consequências, diz que o risco de o mundo regressar de novo a uma recessão está a aumentar.

Ainda assim, precisa Nouriel Roubini, o cenário mais provável é o de uma recuperação “anémica”, com taxas de crescimento abaixo do potencial “durante alguns anos”.

Em artigo de opinião hoje publicada no “Financial Times”, Nouriel Roubini reconhece que taxas de juro historicamente baixas, associadas a uma fortíssima dose de intervenção dos Estados nas economias, arrisca a gerar tensões inflacionistas no futuro. Mas, acrescenta, neste momento é preciso que bancos centrais e Governos mantenham os estímulos à economia, caso contrário “a recuperação será comprometida” e o mundo desenvolvido poderá regressar à “estagdeflação (recessão e deflação).

O economista norte-americano sublinha ainda que a subida do preço de vários produtos alimentares de base e do petróleo é outro factor de risco que pode pôr termo à ainda frágil dinâmica de recuperação.

Fonte - Jornal de Negócios Online

Nota DDP: Ver também:

- Todos os zumbis do presidente
- Interesses econômicos aumentam pressão sobre Obama


EUA: gripe suína pode matar até 90 mil no inverno

WASHINGTON (AFP) - A gripe suína poderá infectar a metade da população dos Estados Unidos neste outono e inverno (boreal) e matar até 90 mil pessoas, advertiram nesta segunda-feira conselheiros científicos do presidente americano, Barack Obama.

Em um cenário "admissível" de evolução da gripe A(H1N1) nos Estados Unidos, o órgão que aconselha Obama em questões científicas, o PCAST (President's Council of Advisors of Science and Technology), prevê forte tensão sobre o sistema de saúde no país, com a epidemia atingindo entre "30 e 50% da população".

Neste contexto, "entre 20 e 40% dos americanos (60 a 120 milhões de pessoas) apresentariam sintomas, e mais da metade recorreriam a ajuda médica", advertem os especialistas.

Segundo as mesmas projeções, até 1,8 milhão de americanos poderiam ser admitidos em hospitais, com cerca de 300 mil precisando de tratamento intensivo (UTI).

"Estes pacientes mais afetados poderiam ocupar de 50 a 100% dos leitos de unidades intensivas nas regiões mais atingidas pela epidemia, gerando forte tensão nestes centros médicos, que já funcionam em seu limite em tempos normais", destacam os especialistas.

A epidemia de gripe suína "poderá provocar de 30 mil a 90 mil mortes nos Estados Unidos, com uma maior concentração de casos entre crianças e adultos jovens.

A gripe comum mata no mesmo período entre 30 mil e 40 mil pessoas nos Estados Unidos, especialmente idosos (com mais de 65 anos).

A epidemia deve ganhar força nos Estados Unidos em setembro, com a volta às aulas, chegando a seu pico em meados de outubro.

Fonte - Yahoo

Nota DDP: Ver também, "Casa Branca classifica gripe H1N1 como "séria ameaça" aos EUA".


segunda-feira, 24 de agosto de 2009

Interesses econômicos aumentam pressão sobre Obama

Barack Obama inundou bancos quebrados com dinheiro público e deteve, ao menos até agora, o aprofundamento da crise, que alguns temiam ser uma reprise da Grande Depressão dos anos 30. Além disso, iniciou a retirada das tropas americanas do Iraque. As proezas deveriam bastar para manter o seu prestígio político. Entretanto, pegou leve com Wall Street e os ricos, como apontou o economista Joseph Stiglitz, e desistiu do plano de universalização da saúde. A prometida regulamentação rigorosa do mercado financeiro saiu da pauta e, como ainda há graves desequilíbrios nos grandes bancos, seria temerário afirmar que o cenário é tranquilo.

Uma das explicações para boa parte dos retrocessos em relação às promessas e mesmo quanto a projetos já desencadeados é a poderosa ação dos lobbies. Essa força fundamental da política dos Estados Unidos agiu com grande velocidade para torpedear, desmoralizar e paralisar o governo.

Em uma articulação iniciada em outubro, de acordo com o New York Times, os principais bancos recebedores de trilhões de dólares de dinheiro público financiaram a criação de uma organização de lobby dedicada a sabotar a nova regulamentação do sistema financeiro em elaboração pelo governo. O projeto visava substituir a supervisão frouxa do Estado sobre as instituições financeiras catalisadoras da crise por um disciplinamento abrangente do setor.

Os nove maiores participantes do mercado de derivativos protagonistas da crise, incluindo JP Morgan Chase, Goldman Sachs, Citigroup e Bank of America, criaram o CDS Dealers Consortium, uma organização de lobby que definiu como primeiro objetivo lutar contra a nova regulamentação. A fundação do consórcio ocorreu um mês depois de cinco dos bancos que viriam a integrar o CDS Dealers Consortium aceitarem o socorro bancado com dinheiro público.

De acordo com o Centro de Integridade Pública dos Estados Unidos, as 25 principais instituições originadoras das hipotecas subprime ou de baixa qualidade, o estopim da derrocada, canalizaram 380 milhões de dólares para atividades de lobby e contribuições políticas. A maior parte dessas instituições está ligada a grandes bancos americanos.

Ação semelhante ocorreu na área da saúde. O plano do governo de bancar a universalização da saúde para 50 milhões de cidadãos sem qualquer assistência médica, situação que motivou o ministro da saúde José Temporão a sugerir aos Estados Unidos o estudo do SUS brasileiro, foi torpeado por lobbies de seguradoras, hospitais e associações de médicos.

As maiores empresas contrataram, segundo a Folha de S. Paulo, 350 ex-integrantes do governo e do Congresso para atuar junto a deputados e senadores e derrubar o plano. O gasto das empresas com o lobby da saúde é estimado em US$ 1,4 milhão por dia. Obama recuou e perdeu importante parcela de apoio no Partido Democrata.

Metade dos ex-congressistas passam a fazer lobby profissional em defesa de interesses privados variados. Parte dos lobistas se elege e volta do Congresso, no mecanismo conhecido como porta-giratória.

Os interesses defendidos pelos lobistas não se limitam à ação de ex-integrantes do governo e do Congresso. Eles vicejam também dentro do próprio governo. A equipe de Obama tem desde componentes que integraram o Goldman Sachs, co-deflagrador da crise e beneficiado pela injeção de dinheiro público, até vários quadros do governo Clinton, considerado o presidente democrata que mais favoreceu os negócios privados desde Grover Cleveland, que exerceu dois mandatos no final do século dezenove.

Uma parte das dificuldades de Barack Obama em implementar as suas melhores propostas se deve, portanto, às suas próprias escolhas na montagem da equipe. Os interesses dos grupos de negócios e a ideologia conservadora da sociedade americana apresentam-se, hoje, em processo de reforço recíproco acelerado, acumulando nuvens pesadas no horizonte do governo americano.

Fonte - Terra Magazine

Nota DDP: Em outras palavras, "Tudo como dantes no quartel d'Abrantes". Os problemas são os mesmos e os resultados tendem a também serem os mesmos. Veja mais em "Economia dos EUA está no purgatório".


Casa Branca classifica gripe H1N1 como "séria ameaça" aos EUA

OAK BLUFFS, Estados Unidos (Reuters) - A gripe H1N1 representa uma séria ameaça sanitária aos Estados Unidos, disse nesta segunda-feira o Conselho de Assessores de Ciência e Tecnologia do Presidente em relatório.

"O relatório afirma que a atual cepa representa uma 'séria ameaça sanitária' à nação. A questão não é se o vírus é mais fatal do que outras linhagens de gripe, e sim se ele pode infectar mais pessoas do que o comum, porque é um novo vírus contra o qual poucas pessoas têm imunidade", afirmou a Casa Branca.

Fonte - Reuters

Nota DDP: Como é sabido, este espaço é dado à veiculação apenas de noticiário secular, digamos, oficial. No entanto, uma simples "googada" em "EUA" e "H1N1" é o suficiente para se encontrar todo tipo de teoria da conspiração acerca desta questão e seus eventuais desdobramentos.

É sabido também que a recente legislação americana, confeccionada a cargo dos eventos do 11 de Setembro e como uma herança do governo Bush, confere ao seu presidente poderes "extras" na condução da nação em casos extremos.

O desenrolar dos fatos, que tem sido extremamente truncado em relação ao que está realmente acontecendo, é no mínimo de ser observado.


O acordo Brasil-Vaticano

Apesar da oposição de igrejas cristãs tradicionais, igrejas evangélicas e grupos ateus, a Comissão de Relações Exteriores da Câmara aprovou parecer recomendando a ratificação da Concordata firmada no final do ano passado entre o Brasil e o Vaticano. A proposta vem tramitando em regime de urgência, sob forte pressão da Igreja Católica, e, graças a um acordo de lideranças, poderá ser submetida à votação de plenário nos próximos dias. Se for aprovada, seguirá para o Senado.

Envolvendo temas que sempre deram margem a polêmicas, como ensino religioso nas escolas públicas de um Estado laico, os 20 artigos da Concordata assinada pelo presidente Lula e pelo papa Bento XVI foram negociados durante um ano. Sob a justificativa de reunir leis esparsas e dar forma jurídica a um intercâmbio que já existia, a iniciativa partiu do Vaticano. Durante as negociações, o Itamaraty recusou as propostas de oficialização de feriados católicos e permissão para a entrada de missionários em áreas indígenas, mas acatou as demais solicitações do Vaticano.

Além da questão do ensino religioso, três pontos do acordo merecem destaque. O primeiro é a concessão de isenção fiscal para rendas e patrimônio de pessoas jurídicas eclesiásticas. O segundo é a manutenção, com recursos do Estado brasileiro, do patrimônio cultural da Igreja Católica, como prédios, acervos e bibliotecas. O terceiro é isenção para a Igreja Católica de cumprir as obrigações impostas pelas leis trabalhistas brasileiras.

Independentemente de suas implicações morais, essas três concessões ao Vaticano esbarram em problemas jurídicos e são incompatíveis com o Estado laico que nossas Constituições consagram desde a proclamação da República, no final do século 19. A concessão de isenção fiscal para pessoas jurídicas eclesiásticas, por exemplo, pode abrir um perigoso precedente, pois as demais igrejas sentir-se-ão estimuladas a invocar o princípio da isonomia para exigir o mesmo benefício. A Constituição, na alínea b do inciso VI do artigo 150, proíbe a União de instituir impostos sobre "templos de qualquer culto". Tributaristas alegam que o texto da Concordata é impreciso, abrindo campo para a ampliação do benefício, que poderia ser aplicado não só aos templos, mas a todos os negócios da Igreja Católica, que é dona de editoras, rádios e escolas. Além disso, que medidas legais poderão ser tomadas pelo Estado brasileiro no caso de mau uso da isenção fiscal de receitas e ativos da Igreja Católica?

No que se refere à manutenção do patrimônio cultural da Igreja Católica com dinheiro dos contribuintes - muitos dos quais, diga-se, são ateus ou seguidores de outras religiões -, os problemas jurídicos são ainda mais graves. O artigo 19 da Constituição é preciso ao determinar que o Estado não pode "subvencionar igrejas". E, mesmo que pudesse, faz sentido destinar recursos públicos para o custeio de bens que, segundo a Concordata, permanecerão sob gestão, custódia e salvaguarda de ordens religiosas? A Igreja Católica terá de se submeter à fiscalização dos Tribunais de Contas, como a lei brasileira prevê, ou gozará de autonomia, valendo-se da condição ambígua de ser formalmente subordinada ao Estado do Vaticano?

Por fim, ao eximir a Igreja Católica de obrigações trabalhistas, classificando a relação jurídica de padres e freiras como "vínculo não empregatício", sob a justificativa de que eles exercem uma função "peculiar", de "caráter apostólico, litúrgico e catequético", a Concordata comete dois pecados jurídicos. Além de dar tratamento privilegiado à Igreja Católica enquanto empregadora, violando o princípio da igualdade das partes perante a lei, ela não pode passar por cima dos dispositivos do artigo 5º da Constituição que asseguram o livre acesso à Justiça e determinam que "a lei não excluirá da apreciação do Judiciário lesão ou ameaça ao direito". Como é "cláusula pétrea", o artigo não pode ser revogado.

Evidentemente, as chancelarias do Brasil e do Vaticano estavam conscientes desses problemas quando negociaram a Concordata. Talvez tenha sido por esse motivo que o texto tenha ficado muito retórico. A retórica parece ter sido a estratégia para tentar contornar os problemas jurídicos mais gritantes do acordo firmado por Lula e Bento XVI.

Fonte - Estado


Eucaristia interpela hoje como há dois mil anos

ROMA, sexta-feira, 21 de agosto de 2009 (ZENIT.org).- Publicamos a meditação escrita pelo padre Pedro García, missionário claretiano, conhecido evangelizador na América Central, sobre o Evangelho deste domingo (João 6, 60-69), vigésimo primeiro do Tempo Comum.
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Este é o quinto domingo que refletimos sobre a Eucaristia, pré-anunciada com a multiplicação dos pães e prometida por Jesus na sinagoga de Cafarnaum. A Liturgia da Igreja não faz nada semelhante com nenhuma outra página do Evangelho. Por que esta insistência?

Simplesmente porque a Igreja sabe que na Eucaristia há uma fonte de onde emana toda sua vida, e sabe também que toda a vida de seus filhos –de todos nós– deve desembocar sempre na Eucaristia. Ou comungamos e temos a vida de Deus, ou não comungamos e a vida de Deus está em nós quase agonizando, se não completamente morta...
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A Santa Missa, a Sagrada Comunhão, a Visita e a Hora Santa são o apogeu da fé. Não há medo que destrua o que faz da Eucaristia o centro de toda vida espiritual...

Senhor Jesus Cristo!

Obrigado, porque se deu a nós de forma tão admirável, e porque ficou entre nós de maneira tão amorosa!

Dai a todos nós uma fé viva no Sacramento do amor. Que a Missa dominical seja o centro de nossa semana cristã, a Comunhão nos sacie a fome que temos de ti, e o Sacrário se converta no remanso tranquilo onde nossas almas encontrem a paz...

Fonte - Zenit


Documento intercristão constata que missão e ecumenismo não se opõem

CIDADE DO VATICANO, sexta-feira, 21 de agosto de 2009 (ZENIT.org).- Expoentes cristãos das diferentes confissões publicaram um documento no qual superam a dialética que no passado opunha o anúncio do Evangelho (a missão) ao diálogo ecumênico.

Trata-se dos materiais redigidos pelo Conselho Pontifício para a Promoção da Unidade dos Cristãos e pela Comissão Fé e Constituição, do Conselho Mundial de Igrejas, por ocasião da Semana de Oração pela Unidade dos Cristãos e para todo o ano de 2010.

O documento, recém-publicado, está dedicado ao tema “missão e unidade”, inspirando-se na frase do Evangelho de São Lucas (24, 48): “Vós sois testemunhas disso”.
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O projeto inicial do documento foi preparado por um grupo ecumênico da Escócia constituído pela associação Action of Churches Together en Scotland (ACTS), a partir do convite da Conferência dos Bispos católicos.

Fonte - Zenit


Crise atrapalha unidade europeia


Integração do continente requer boas doses de capital político e capital financeiro, mas o fluxo deste último em direção ao leste diminuiu.

Os líderes das nações mais ricas da Europa Ocidental, que haviam recebido seus vizinhos do leste em instituições como a Otan e a União Europeia, fecharam-se em suas próprias fronteiras quando a crise se agravou, apressando-se para salvar suas empresas e bancos, mas resistindo à maior parte dos apelos para salvar empregos e reforçar os bancos em outros lugares.

Adam S. Posen, vice-diretor do Instituto Peterson de Economia Internacional — entidade sediada em Washington — diz que essa atitude foi sustentada por uma visão míope, que ignora os laços financeiros entre as regiões que compõem a Europa. Ele diz que a inércia da Europa Ocidental frente à crise financeira na Europa do leste constitui a maior ameaça para o crescimento e a estabilidade da zona do euro.

Fonte - Opinião e Notícia

Daniel 2:43
Quanto ao que viste do ferro misturado com barro de lodo, misturar-se-ão com semente humana, mas não se ligarão um ao outro, assim como o ferro não se mistura com o barro.



Economia dos EUA está no purgatório

Apesar das afirmações otimistas do presidente do Federal Reserve (Banco Central Americano), Ben Bernanke, de que a economia dos Estados Unidos está perto da recuperação, os economistas Paul Krugman e Robert Reich não estão convencidos de que a perspectiva melhorou. Em um debate realizado pelo jornal The Hunffington Post, Krugman disse que a economia está atualmente "no purgatório".

O economista afirmou que os Estados Unidos têm visto números melhores da economia recentemente, mas disse que há problemas de terminologia. "Nós temos um problema com a terminologia, porque normalmente dizemos que a economia está em recessão ou a economia em recuperação. Ou você está no inferno, ou você está no céu. E o problema é na verdade estamos no purgatório", afirmou.

"Na verdade, estamos em uma situação quase de certeza o PIB está crescendo (...). Mas há quase uma certeza de que estamos perdendo empregos. A taxa de desemprego vai continuar a subir", completou Krugman.

Já Reich foi mais direto em sua avaliação. "Não há nenhuma evidência de que esta economia está indo muito melhor. O melhor que se pode dizer é que estamos piorando de forma mais lenta".

Fonte - Terra

Nota DDP: Veja também:

- Dólar deve ser substituído por nova divisa internacional
- China pode ser próxima 'bolha' da economia


OMS teme risco de uma nova onda da doença

A Organização Mundial da Saúde (OMS) advertiu para um aumento no número de casos da chamada gripe A quando o inverno voltar ao hemisfério norte, no fim do ano. Da mesma forma, alertou a sociedade civil e organizações não-governamentais a ajudarem os governos a conter a pandemia com redes de informação e campanhas educativas.

O temor da OMS é o colapso do sistema de saúde de países onde ele é mais frágil e já onerado por outras epidemias como tuberculose, malária e Aids. Isso potencializaria a disseminação e o impacto da doença, que na maioria dos casos evolui de forma “suave e com recuperação total sem necessidade de cuidados médicos’’.

O peso da epidemia sobre o sistema de saúde brasileiro era considerado “moderado’’ – acima de “pequeno’’, abaixo de “severo’’ – até a primeira semana deste mês, último dado disponível e que tem base em informações passadas pelo Brasil.

– É certo que haverá mais casos e mortes – disse o diretor da OMS para o Pacífico Oeste, Shin Young-soo.

Até agora, a doença atingiu 182 mil pessoas no mundo e provocou pelo menos 1.799 mortes, segundo números que a própria OMS afirma estarem subestimados.

– A pandemia está se espalhando rapidamente, mas sua evolução futura não pode ser prevista. A maioria dos dados que temos foi coletada em países onde o sistema de saúde funciona bem – informou a OMS.

Ou seja: a “explosão’’ de casos aparece justamente quando a epidemia avança nos países desenvolvidos, concentrados no hemisfério norte, onde é verão agora e os índices de contaminação desaceleraram, embora não tenham estancado.

Em Genebra, a OMS convocou a sociedade civil para ela ajudar a identificar grupos mais vulneráveis – gestantes, cardíacos, diabéticos e imunodeprimidos são os alvos – e a divulgar informações sobre prevenção, educando a população sobre sintomas a serem tratados em casa.

Fonte - Diário Catarinense


Três tremores em 15 dias levam japoneses a aumentarem preparativos para o 'Grande Terremoto'

TÓQUIO - Crianças brincando sozinhas nos parquinhos da cidade, bicicletas estacionadas sem cadeado nas ruas, lojas e restaurantes cheios e dados econômicos indicando que o Japão começa a sair da recessão. O verão em Tóquio é tranquilo e, aparentemente, seguro, não fosse por um problema: a terra anda tremendo mais do que deveria. Em 15 dias foram registrados três tremores no país - dois deles fortemente sentidos na capital, que tem a maior concentração urbana do mundo. Os últimos sismos voltaram a fazer o país discutir os preparativos para um terremoto de proporções catastróficas, mostra reportagem da correspondente Cláudia Sarmento, publicada na edição deste domingo do jornal O GLOBO. Trata-se de um velho fantasma que ganha formas mais concretas cada vez que o solo japonês balança.

Especialistas afirmam que um grande terremoto no Japão é questão de tempo. Cientistas declararam nos últimos dias que a recente atividade sísmica poderia indicar que o tremor esperado desde a década de 70 está próximo. A Agência Meteorológica do Japão (AMJ), órgão que monitora a possibilidade de desastres naturais, desmente a existência de provas científicas sobre a iminência de um abalo devastador, mas confirma a alta probabilidade de que isso possa ocorrer nos próximos anos. O desastre já tem nome: Terremoto Tokai, uma referência à área a sudoeste de Tóquio que seria atingida em cheio.
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Sites do governo falam em 87% de chance de um violento terremoto sacudir a região de Tokai nos próximos 30 anos - previsão revista anualmente. Segundo as estimativas, a intensidade seria de oito pontos, mais de nove mil pessoas morreriam e os prejuízos à segunda economia do mundo chegariam a US$ 386 bilhões. A responsável pela catástrofe seria a falha de Nankai, que se movimenta produzindo grandes tremores a cada 118 anos. O último na área, com magnitude de 8,4, pontos na escala Richter foi em 1854. Cada tremor mais intenso é visto como um ensaio para o Tokai, ou o Grande Terremoto, como os japoneses se referem a ele. No último dia 11, a província de Shizuoka, onde vivem 50 mil brasileiros, enfrentou o teste. A terra tremeu (6,4 pontos), matou uma pessoa, feriu 123 e danificou 5.200 construções.

Fonte - O Globo


sábado, 22 de agosto de 2009

A liberdade de "Foreverland"

“Lembra-te também do teu Criador nos dias da tua mocidade, antes que venham os maus dias, e cheguem os anos em que dirás: Não tenho prazer neles” (Ecles 12:1)

Um raro momento de lucidez nos últimos anos de vida de Michael Jackson aparentemente resultou no artigo "My Childhood, My Sabbath, My Freedom", publicado no site "Beliefnet" em dezembro de 2000.

A religião de Michael Jackson raramente foi alvo dos holofotes que o cercaram, mas certamente esteve presente em sua trajetória. Ele cresceu em contato com as Testemunhas de Jeová, religião de sua mãe, teve uma babá judia chamada Rose Fine, e, mais recentemente, boatos não comprovados anunciaram sua conversão para o islamismo. Talvez por isso o artigo escrito por incentivo do rabino amigo Shmuley seja ainda mais curioso.

A partir da experiência de um sábado na casa do rabino, recordações da infância traumática e insights sobre a alegria decorrente da observância da ordenança bíblica são registrados e questionados. Já que sua influência apontava para o sábado como sendo o domingo (para as Testemunhas de Jeová), o Sábado (para os judeus) ou a sexta-feira (para os muçulmanos), note apenas o conceito geral sobre o Sábado nos trechos extraídos do artigo:

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sexta-feira, 21 de agosto de 2009

Rejeitado pedido para tirar crucifixo de locais públicos

A presença de símbolos religiosos em prédios públicos não ofende os princípios constitucionais da laicidade do estado nem de liberdade religiosa. Com esse entendimento, a Justiça Federal em São Paulo rejeitou pedido do Ministério Público Federal (MPF) para a retirada dos símbolos dos prédios públicos. A decisão, em caráter liminar, é da juíza federal Maria Lúcia Lencastre Ursaia, da 3ª Vara Cível Federal de São Paulo, em Ação Civil Pública, iniciada com representação de Daniel Sottomaior Pereira.

Presidente de uma Associação Brasileira de Ateus e Agnósticos, Sottomaior alegou ter se sentido ofendido com a presença de um “crucifixo” num órgão público. Em 2007, ele já havia representado ao Ministério Público Estadual, reclamando providências para retirada de um crucifixo no plenário da Câmara Municipal de São Paulo. O promotor de Justiça Saad Mazloum indeferiu a representação. Decisão confirmada pelo Conselho Superior do Ministério Público.

Agora, o MPF entendeu que a foto do crucifixo mostrada pelo autor representava desrespeito ao princípio da laicidade do Estado, da liberdade de crença, da isonomia, da impessoabilidade da Administração Pública e feria o princípio processual da imparcialidade do Poder Judiciário.

Para a juíza, o Estado laico não deve ser entendido como uma instituição anti-religiosa ou anti-clerical. “O Estado laico foi a primeira organização política que garantiu a liberdade religiosa. A liberdade de crença, de culto e a tolerância religiosa foram aceitas graças ao Estado laico e não como oposição a ele. Assim sendo, a laicidade não pode se expressar na eliminação dos símbolos religiosos, mas na tolerância aos mesmos”, afirmou a juíza em seu despacho cautelar.

Na opinião da juíza, num país como o Brasil, que teve formação histórico-cultural cristã, a presença de símbolos religiosos em espaços públicos é natural, “sem qualquer ofensa à liberdade de crença, garantia constitucional, eis que para os agnósticos ou que professam crença diferenciada, aquele símbolo nada representa assemelhando-se a um quadro ou escultura, adereços decorativos”.

A juíza federal entendeu que não ocorreram as alegadas ofensas à liberdade de escolha de religião, de adesão ou não a qualquer seita religiosa, nem à liberdade de culto e à liberdade de organização religiosa, pois são garantias previstas na Constituição Federal.

“A laicidade prevista na Constituição veda à União, Estados, Distrito Federal e Municípios estabelecerem cultos ou igrejas, subvencioná-las, embaraçar-lhes o funcionamento ou manter com elas ou seus representantes relação de dependência ou aliança, previsões que não implicam em vedação à presença de símbolos religiosos em órgão público”. Por fim, em exame preliminar, a juíza negou o pedido do MPF.

Fonte - Conjur



Seria o templo um modelo ou ideal para a igreja?

Exposição de motivos: Muito tem se debatido acerca da impropriedade de se traçar qualquer paralelo entre o templo do AT e a Igreja nestes últimos dias. É imperativo observar que esta separação é a pedra de toque que orienta inúmeras justificativas para novas práticas no culto ao Senhor. Embora obviamente o alinhamento não seja total, entendo que o erro está em se excluir todos os marcos, algo comum nestes dias. Neste pensar, trago a parte final de recente artigo publicado no Advir de lavra do Pr. Vanderlei Dornelles:

O templo terrestre é uma representação em dois sentidos. Ele aponta para o Messias vindouro, mas também retrata a santidade do santuário celestial, onde os filhos de Deus serão recebidos por ocasião das “bodas do Cordeiro” (Ap 19:1, 7,8, 7:9), e quando com harpas cantarão o “cântico novo” (Ap 14:2-3). A “noiva” que se “atavia” para as bodas é a igreja que se prepara para estar lá, na presença de Deus, para o louvor no próprio santuário celestial.

Ellen G. White diz que “da santidade atribuída ao santuário terrestre os cristãos devem aprender como considerar o lugar onde o Senhor propõe encontrar-se com seu povo”. Ela acrescenta que “as coisas sagradas e preciosas, destinadas a prender-nos a Deus, estão quase perdendo sua influência sobre nosso espírito e coração, sendo rebaixadas ao nível das coisas comuns”. E por fim, compara, “para a alma crente e humilde, a casa de Deus na Terra é como a porta do Céu. Os cânticos de louvor, a oração, a palavra ministrada pelos embaixadores do Senhor, são os meios que Deus proveu para preparar um povo para a assembléia lá do alto, para a reunião sublime à qual coisa alguma que contamine poderá ser admitida” (TS, II, 193).


Acrescente-se:

"É um fato deplorável que a reverência pela casa de Deus esteja quase extinta. As coisas e lugares sagrados já não se discernem; as coisas santas e elevadas não são apreciadas. Não haverá uma causa para essa falta de legítima piedade nas famílias? Não será acaso porque a elevada norma da religião esteja abatida até ao pó? Deus deu a Seu povo na antiguidade regras precisas e exatas sobre ordem. Porventura terá mudado? Não será Ele mais o Altíssimo e Todo-poderoso que domina sobre o Universo? Não conviria lermos as instruções que Deus mesmo Se dignou dar aos antigos hebreus para que nós, que temos a Verdade gloriosa irradiando sobre nós, os imitemos em sua reverência para com a casa de Deus? Temos motivos de sobra... para ser mais ponderados e reverentes em nosso culto do que os judeus. Mas o inimigo tem estado a trabalhar, a fim de destruir nossa fé na santidade do culto cristão." (Testemunhos Seletos, vol. 2, pág. 198)

Para pensar: Se no tempo de EGW a reverência estava quase extinta, não se discerniam as coisas e lugares sagrados, além do santo e elevado não ser apreciado, qual seriam as condições para os nossos dias? Não estaria em tempo de novamente "lermos as instruções" e "imitar" os hebreus em relação à casa do Senhor, ao revés de se defender que não há paralelo a ser considerado entre templo e Igreja?

"O inimigo tem estado a trabalhar, a fim de destruir nossa fé na santidade do culto cristão".


A "Segunda Revolução Americana" já começou

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Embora ainda nas suas fases iniciais, a "Segunda Revolução Americana" já está em curso. No entanto, isto que nós prevemos se tornará a mais profunda tendência política do século. A tendência que vai mudar o mundo ­ainda é invisível para aqueles mesmos experts, autoridades e comentaristas que só viram a crise financeira chegar no momento em que o fundo da economia cedeu.

Previsão de tendência: as condições continuarão a deteriorar-se. A economia global é uma doente em fase terminal. A recessão está numa breve remissão e não nas fases iniciais de recuperação. Dinheiro barato, crédito fácil, empréstimo irrestrito causaram uma crise econômica que não pode ser curada por políticas monetárias e fiscais que promovem mais dinheiro barato, crédito fácil e empréstimo irrestrito.
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Previsão de tendência: antes de o ímpeto da "Segunda Revolução Americana" tornar-se irresistível, ele poderia ser descarrilado por meio de um acontecimento false flag para enganar o público, ou por meio de uma crise ou acontecimento genuínos, capazes de mobilizar toda a nação sob a liderança do presidente. Na pior das hipóteses, o diretor do Instituto de Pesquisa de Tendências, Gerald Celente, prevê: "Dado o padrão dos governos de apostar em fracassos notórios para gerar mega-fracassos, a tendência clássica que eles seguem é a de fazer seus países entrar em guerra quando tudo o mais tiver falhado".

Um atentado false flag, uma crise verdadeira, ou uma declaração de guerra podem retardar o ritmo da "Segunda Revolução Americana", mas nada vai detê-la.

Fonte - Mídia sem Máscara

Nota DDP: Sugiro a leitura integral do artigo.

No desenvolvimento do seu raciocínio, o articulista passa por questões já deflagradas em caráter popular: a tributação e a reforma de saúde. Sobre a questão da reforma de saúde, curiosamente, chamou-me a atenção a notícia de que os "Bispos americanos apoiam reforma do sistema de saúde", bem como que "Obama explica reforma na saúde a representantes religiosos", o que em superficial análise, demonstraria a necessidade de alinhamento do governo americano com grupos religiosos.

Por outro lado, o "quarto gatilho" constante do artigo, a questão da vacinação obrigatória, também parece ser bastante factível, vez que "Autoridades americanas começam a testar vacina contra gripe suína em crianças", também porque "Norte-americanos estão a perder a fé em Obama". De se lembrar ainda o post "EUA entrarão em guerra civil em 2010".

Sem contar o elemento econômico em si considerado, onde dizer-se que "as condições continuarão a deteriorar-se" ou "a economia global é uma doente em fase terminal", não é lá uma perspectiva das mais animadoras. Celente já acertou outras vezes.

Aguardemos para ver se "a tendência que vai mudar o mundo", que ­"ainda é invisível", se consumará.


Acesso à água está cada vez mais difícil, diz ONU

Segundo o Unicef, falta de acesso à água potável e saneamento também tem um forte impacto na educação das crianças, particularmente nos países pobres; Semana Mundial da Água foi aberta com um importante fórum em Estocolmo.

Cerca de 1 bilhão de pessoas no mundo não tem acesso a água potável devido ao crescente aumento da procura e baixa disponibilidade.

A afirmação foi feita pelo Fundo das Nações Unidas para a Infância, Unicef, em uma nota para marcar o início, no domingo, da Semana Mundial da Água.

Busca de soluções

Centenas de representantes de governos, sociedade civil e especialistas estão reunidos em Estocolmo, capital da Suécia, para partilhar soluções inovadoras em questões ligadas à falta de água e debater o seu impacto sobre a pobreza, a saúde, a educação, a igualdade de genêro e meio ambiente.

O evento de uma semana é patrocinado pelo Unicef sob o tema "Responder aos desafios globais: o acesso à água para o bem comum".

O Unicef diz ser encorajador o fato de 87% da população mundial ter acesso a água potável.

O órgão indica, contudo, que cerca de 4,5 mil crianças morrem todos os dias antes de completarem cinco anos devido à falta de água, saneamento e higiene.
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Fonte - Radio ONU

Nota DDP: Ver também "A nova geografia das mudanças climáticas".


OMS diz que pior não passou e alerta para nova onda de gripe suína

A diretora da OMS (Organização Mundial da Saúde), Margaret Chan, pediu nesta sexta-feira à comunidade internacional que se prepare para uma provável segunda onda da gripe suína, denominada oficialmente gripe A (H1N1). Chan destacou ainda que os governos devem se preparar para o fornecimento de vacinas.

"Não podemos dizer que o pior já passou ou está a ponto de passar", declarou Chan, em uma mensagem de vídeo gravada e exibida na abertura de um congresso em Pequim sobre a gripe na região Ásia Pacífico.

"Devemos nos preparar para qualquer surpresa que nos reserve este novo vírus caprichoso (...) uma mutação constante e imprevisível é o mecanismo de sobrevivência do mundo microbiano", completou.

"Também devemos nos preparar para uma segunda, e inclusive uma terceira, onda como aconteceu em pandemias anteriores".

A diretora da OMS afirmou que é preciso enfrentar sem rodeios o fornecimento de vacinas. Mais de 20 empresas farmacêuticas no mundo inteiro se preparam para produzir vacinas seguras e eficazes, mas muitos criticam o adiantamento dos testes para que a vacinação possa começar antes do inverno no hemisfério norte.

"Precisamos obter opiniões sobre grupos prioritários para uma proteção inicial", disse. "É uma das decisões mais difíceis que os governos terão que tomar, sobretudo porque o fornecimento será extremamente limitado durante vários meses".

O vírus A (H1N1) da gripe suína já matou 1.799 pessoas em todo o mundo, a maioria no continente americano, segundo os dados mais recentes da OMS.

A organização declarou a primeira pandemia de gripe do século 21 no dia 11 de junho. O alerta, contudo, diz respeito à velocidade de propagação da doença e não à sua letalidade. No total, 170 países confirmaram casos.

Fonte - Folha

Nota DDP: Veja também:

- Cadê a gripe suína que estava aqui?
- Regulador britânico alerta que Tamiflu pode causar derrame

O que é verdade e o que não é? Como termina esta questão? O tempo dirá.


História da adoração – A política aliada ao misticismo

Capítulo 13

Caim deu origem a uma civilização de rebelião contra DEUS. Resultou na destruição do mundo por meio do dilúvio, por causa da corrupção generalizada do ser humano.

A comunidade pós-diluviana desenvolveu-se na região da Mesopotâmia, região dos rios Tigre e Eufrates. Enquanto falavam uma só língua, permaneceram não distantes de onde Noé saíra da arca, que certamente ainda estava vivo por ocasião da construção da Torre de Babel. A geração pós-diluviana quis mostrar-se independente de DEUS. Passaram a desenvolver deuses, surgindo o paganismo, ou seja, os deuses de cada pago, ou região. Eles desprezaram o verdadeiro DEUS Criador, que havia enviado o dilúvio, e destruído os seus antepassados.

Antes do terceiro milênio após a criação, levantou-se Ninrode, neto de Cam, bisneto de Noé. Este tornou-se poderoso, como já sabemos. Josefo escreveu sobre esse homem do passado: "Pouco a pouco, transformou o estado de coisas numa tirania, sustentando que a única maneira de afastar os homens do temor a Deus era fazê-los continuamente dependentes do seu próprio poder. Ele ameaçou vingar-se de Deus, se Este quisesse novamente inundar a terra; porque construiria uma torre mais alta do que poderia ser atingida pela água e vingaria a destruição dos seus antepassados. O povo estava ansioso de seguir este conselho, achando ser escravidão submeter-se a Deus; de modo que empreenderam construir a torre [...] e ela subiu com rapidez além de todas as expectativas."Jewish Antiquities (Antiguidades Judaicas), I, 114, 115 (iv, 2, 3).

Fontes antigas dizem que esta torre alcançou 212m de altura, ao certo não se sabe. Fato é que a torre era um símbolo de adoração. Por ela Ninrod se fez grande, e se fez carismático, alguém visto como um deus. Ele aliou a si poder político (era líder) militar (era um grande caçador) e místico (era visto como se fosse deus). Esse sistema de poder se espalhou pelo mundo todo, persiste, com algumas variantes, até os nossos dias. Os grandes de hoje ainda buscam o que Ninrode desejava: poder. Daquele império derivaram outros, fragmentados pelas diferentes línguas até os nossos dias.

Desenvolveu-se em Babilônia um sistema de adoração pagão, um culto naturalista, adoravam as forças vitais, veneravam os fenômenos naturais e os astros. Inventaram muitos deuses. Diziam que a monarquia descendia dos deuses do céu. Deuses celestes casaram-se para criar a Terra. A monarquia possuía o poder de interpretar a vontade divina perante os súditos. Cercavam-se de muitos sacerdotes, que lhes aumentavam poder por meio de rituais impressionantes e assustadores. O povo submetia-se aos monarcas porque temiam os deuses, imaginando os monarcas serem amigos desses seres divinos. Assim os monarcas dominavam sobre os súditos. Na verdade, a fertilidade imaginativa dos poderosos em inventar deuses, mitos e rituais era para sujeitar seus súditos, dominar sobre eles, e perpetuarem no poder seus filhos, e toda a sua descendência. Assim se inventou o direito de uma certa família dominar sobre as demais, pois esta era uma família divina. Assim como hoje muitos caem no conto do bilhete, os antigos caíram nessa estória inventada por homens gananciosos por poder, cujo primeiro mais importante depois do dilúvio foi Ninrod. A adoração fora transformada num instrumento de poder e dominação política. Era o que satanás pretendia para separar a humanidade do Deus Criador. Assim ele levou muitos, a maioria, a adorarem por medo e por necessidade de obtenção de favores. E se submetiam a família dos homenso amigos dos deuses. Estes, com seus sacerdotes, tornaram-se supostamente os protetores das pessoas comuns.

Fonte - Cristo Voltará



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