sexta-feira, 20 de janeiro de 2012

Discurso de Bento XVI aos bispos dos EUA

Audiência com a presidência da Conferência dos Bispos Católicos dos Estados Unidos, Sala do Consistório, Palácio Apostólico Vaticano, 19 de janeiro de 2012

"Queridos irmãos bispos,

Saúdo todos vós com afeto fraterno e rezo para que esta peregrinação de renovação espiritual e comunhão profunda confirme-vos na fé e compromisso com a sua tarefa como pastores da Igreja nos Estados Unidos da América.

Como vocês sabem, é minha intenção, no decorrer deste ano, refletir convosco sobre alguns dos desafios espirituais e culturais da nova evangelização. Um dos aspectos mais memoráveis da minha Visita Pastoral para os Estados Unidos foi a oportunidade que me proporcionou de refletir sobre a experiência histórica da América de liberdade religiosa e, especificamente, a relação entre religião e cultura.

No centro de cada cultura, seja percebida ou não, está um consenso sobre a natureza da realidade e do bem moral, e, portanto, sobre as condições para o florescimento humano.

Nos Estados Unidos, este consenso, consagrado nos documentos de fundação de sua nação, foi fundamentado em uma visão de mundo moldada não só pela fé, mas num compromisso com certos princípios éticos decorrentes da natureza e da natureza de Deus.

Hoje, este consenso erodiu significativamente em face de novas e poderosas correntes culturais que não são apenas diretamente opostas aos ensinamentos morais da tradição judaico-cristã, mas cada vez mais hostil ao cristianismo como tal.

Por sua parte, a Igreja nos Estados Unidos é chamada, em tempo e fora de temporada, a proclamar um Evangelho que não só propõe verdades morais imutáveis, mas as propõe com precisão como a chave para a felicidade humana e social prosperidade (cf. Gaudium et Spes , 10).

Na medida em que algumas tendências culturais atuais contêm elementos que poderiam diminuir a proclamação destas verdades, se contraindo-as dentro dos limites de uma racionalidade meramente científica, ou suprimi-las em nome do poder político ou governo da maioria, elas representam uma ameaça não apenas a fé cristã, mas também para a própria humanidade e à verdade mais profunda sobre o nosso ser e vocação suprema, nossa relação com Deus.

Quando uma cultura tenta suprimir a dimensão do último mistério, e fecha as portas para a verdade transcendente, ela inevitavelmente torna-se empobrecida e sucumbida, como o falecido Papa João Paulo II viu tão claramente, para leituras reducionistas e totalitária da pessoa humana e a natureza da sociedade.

Com sua longa tradição de respeito pela justa relação entre fé e razão, a Igreja tem um papel fundamental a desempenhar na luta contra as correntes culturais que, com base em um individualismo extremo, procuram promover noções de liberdade separadas da verdade moral.

Nossa tradição não fala de fé cega, mas de uma perspectiva racional que liga o nosso compromisso de construir uma sociedade autenticamente justa, humana e próspera para a nossa garantia definitiva de que o cosmos é dotado de uma lógica interna acessível ao raciocínio humano.

A defesa da Igreja de um raciocínio moral baseada na lei natural é fundamentada em sua convicção de que esta lei não é uma ameaça à nossa liberdade, mas sim uma "linguagem" que nos permite compreender a nós mesmos e a verdade do nosso ser, e assim moldar um mundo mais justo e humano. Ela propõe, assim, o seu ensinamento moral como umamensagem não de restrição, mas de libertação, e como base para a construção de um futuro seguro.

O testemunho da Igreja, então, é de sua natureza pública: ela procura convencer, propondo argumentos racionais na esfera pública. A separação legítima da Igreja e do Estado não podem ser tomadas para significar que a Igreja deve estar em silêncio sobre certas questões, nem que o Estado pode optar por não se envolver ou não escutar as vozes dos fiéis comprometidos em determinar os valores que irão moldar o futuro da nação.

À luz destas considerações, é imperativo que toda a comunidade católica nos Estados Unidos venha a compreender as graves ameaças ao testemunho moral público da Igreja apresentado por uma laicidade radical que encontra expressão crescente nas esferas política e cultural.

gravidade dessas ameaças deve ser claramente apreciada em todos os níveis da vida eclesial. Particularmente preocupantes são certas tentativas feitas para limitar uma das liberdades mais queridas dos americanos, a liberdade de religião.

Muitos de vocês têm apontado que esforços concentrados foram feitos para negar o direito de objeção de consciência por parte de indivíduos e instituições católicas em matéria de cooperação nas práticas intrinsecamente más. Outros falaram-me de uma preocupante tendência para reduzir a liberdade religiosa à simples liberdade de culto sem garantias de respeito pela liberdade de consciência.

Aqui, mais uma vez, vemos a necessidade de leigos casados, articulados e bem formados com um forte senso crítico de uma cultura dominante e com coragem para contrariar um secularismo redutor que deslegitima a participação da Igreja no debate público sobre as questões que estão determinando o futuro da sociedade americana.

A preparação de líderes leigos comprometidos e a apresentação de uma articulação convincente da visão cristã do homem e da sociedade permanecem uma das tarefas primárias da Igreja em seu país, como componentes essenciais da nova evangelização, estas preocupações devem moldar a visão e os objetivos dos programas catequéticos e em todos os níveis.

A este respeito, gostaria de mencionar, com apreço seus esforços para manter contatos com os católicos comprometidos na vida política e para ajudá-los a entender sua pessoal responsabilidade a fim de oferecer o testemunho público de sua fé, especialmente com relação a grandes questões morais do nosso tempo: o respeito ao dom divino da vida, a protecção da dignidade humana e a promoção dos autênticos direitos humanos.

Como o Conselho tomou conhecimento, e desejei reinteirar durante minha Visita Pastoral, o respeito à justa autonomia da esfera secular também deve levar em consideração a verdade de que "não há nenhuma esfera dos assuntos mundanos que pode ser separado do Criador e seu domínio "(Gaudium et Spes, 36).

Não se pode duvidar que quanto mais consistente foi o testemunho por parte dos católicos e mais profundas forem suas convicções, maior poderá ser a contribuição para a renovação da sociedade como um todo.

Queridos Irmãos Bispos, em breves considerações, eu quis tocar sobre algumas das questões prementes que vocês enfrentam em seu serviço ao Evangelho e sua importância para a evangelização da cultura americana.

Ninguém que olha estas questões de forma realista pode ignorar as dificuldades genuínas que a Igreja encontra no momento presente. No entanto, na fé podemos ter ao coração uma crescente conscientização da necessidade de preservar uma ordem civil claramente enraizada na tradição judaico-cristã, bem como da promessa oferecida por uma nova geração de católicos cuja experiência e convicções terão um papel decisivo ao renovar a presença da Igreja e do testemunho na sociedade americana.

A esperança que esses "sinais dos tempos" nos dá é que esta é uma razão para renovar nossos esforços em mobilizar os recursos intelectuais e morais de toda a comunidade católica a serviço da evangelização da cultura americana e da construção da civilização do amor.

Com grande afeto, recomendo todos vocês, e do rebanho confiado aos vossos cuidados, à intervenção de Maria, Mãe da Esperança, e cordialmente concedo a minha Bênção Apostólica como penhor de graça e paz em Jesus Cristo nosso Senhor."

Fonte: Canção Nova (negritos de O Tempo Final)


Nota DDP: Indo direito ao ponto de interesse deste espaço, emerge do texto de forma muito clara a preocupação com a manutenção da lei natural (leia-se mandamentos pela cosmovisão romana) nos EUA, o que deve ser alcançado inclusive pela atuação dos agentes políticos comprometidos com a igreja.

quinta-feira, 19 de janeiro de 2012

Reforma trabalhista em Portugal reforça o descanso dominical

O acordo que será assinado hoje [18] entre o Governo, os patrões e a UGT estabelece a eliminação do descanso compensatório por trabalho suplementar. Ou seja, trabalhar a um sábado passará a traduzir-se apenas num acréscimo de remuneração, que não acumula com um dia de descanso.

A medida consta da versão final do "Compromisso para o Crescimento, Competitividade e Emprego" e terá "carácter imperativo". Isto é, os patrões deixarão de ter a opção de escolher entre as duas formas de compensação. Na prática, isto significa que os empregados poderão ser chamados a trabalhar seis dias por semana, até um máximo de 25 vezes no ano. (Diário de Notícias)

"Com os bancos de horas agora aprovados vai ser possível trabalhar até 25 sábados por ano. Se um ano tem apenas 52 sábados e se contarmos com os sábados das férias concluímos que o descanso ao domingo é o único dia que fica garantido", disse à Lusa o secretário geral da CGTP, Carvalho da Silva. (Diário de Notícias).

O governo de Portugal e sindicatos fecharam nesta terça-feira (17) a um acordo sobre um pacote de reformas trabalhistas sob os termos de um plano de resgate econômico patrocinado pelo Fundo Monetário Internacional (FMI) e a União Europeia (UE).

Para obter o apoio da União Geral de Trabalhadores (UGT), uma das maiores centrais sindicais, o governo derrubou uma de suas principais propostas: o aumento de oito para oito horas e meia da jornada de trabalho.

Entre outras medidas, o acordo encurta o período de férias de 25 para 22 dias por ano e elimina quatro feriados nacionais, dois religiosos e dois civis. Além disso, flexibiliza a maneira como as empresas administram as horas extras dos funcionários. Também aumentou de 200 para 250 o limite de horas extras quando a negociação é feita por convenção coletiva.

Houve também alteração nas regras da indenização por demissões e do auxílio-desemprego. Já está em vigor desde novembro uma lei que diminuiu o valor das indenizações de 30 para 20 dias por ano trabalhado, com teto de 12 salários.

O primeiro-ministro Pedro Passos Coelho celebrou o acordo, dizendo que “temos hoje uma importante coligação social” em Portugal. Ele agradeceu “a todos aqueles que saem da sua zona de conforto” e encontraram “a abertura necessária” para o acordo. Já o sindicalista Arménio Carlos, da CGTP, disse que o acordo é um “retorno ao feudalismo” que aumentará a a desigualdade e a pobreza” no país.

Portugal é um dos países mais afetados pela crise da dívida na Europa e vem adotando medidas de austeridade para receber um socorro de € 78 bilhões. (Valor Econômico)

NOTA Minuto Profético: "Os sindicatos serão um dos instrumentos que trarão sobre a Terra um tempo de angústia tal como nunca houve desde o princípio do mundo".Eventos Finais, p. 116.

O tempo de angústia mencionado no texto acima é o de Daniel 12:1. Portanto, a atual crise econômica e todas as "reformas trabalhistas" queforem surgindo ao redor do mundo daqui para frente também evidenciam que a crise final está às portas...

Nota DDP: As reformas não param em Portugal e até mesmo na França, como assinalado pelo Minuto Profético. Veja  "Crise faz Europa reformar as suas leis trabalhistas". Destaque:

Após Portugal, agora é a vez de Espanha, França e Itália impulsionarem por profunda flexibilização do mercado do trabalho, alegando que isso é essencial para evitar ainda mais desemprego em meio à deterioração econômica.

quarta-feira, 18 de janeiro de 2012

Trabalhar seis dias por semana

"O acordo que será assinado hoje entre o Governo, os patrões e a UGT estabelece a eliminação do descanso compensatório por trabalho suplementar. Ou seja, trabalhar a um sábadopassará a traduzir-se apenas num acréscimo de remuneração, que não acumula com um dia de descanso.

A medida consta da versão final do "Compromisso para o Crescimento, Competitividade e Emprego" e terá "carácter imperativo". Isto é, os patrões deixarão de ter a opção de escolher entre as duas formas de compensação.

Na prática, isto significa que os empregados poderão ser chamados a trabalhar seis dias por semana, até um máximo de 25 vezes no ano."

Fonte: Diário de Notícias

Nota O Tempo Final: Releia este excerto do último parágrafo: "chamados a trabalhar seis dias por semana". E para não deixar dúvidas, o artigo refere qual será esse sexto dia...

Embora falemos do pequeno âmbito do mercado de trabalho português, não deixa de ser, no mínimo, um ante-aviso para o que aí virá...

terça-feira, 17 de janeiro de 2012

Índia cria maior e mais avançado banco de identidades do mundo

Lançado em 2010, o sistema de identidade única (UID) promete ajudar os mais pobres e servir de modelo para outros países

Para um país que não cumpre os seus desafios mais básicos, como alimentar seus famintos, investir em saneamento básico e construir estradas, parece incrível que a Índia tenha construído tão rapidamente o maior e mais avançado banco biométrico de identidades pessoais do mundo. Lançado em 2010, sobre a supervisão de um genial ex-magnata, Nandan Nilekani, a “identidade única” (UID) é um esquema para a implantação de um sistema confiável com números de identidades que não podem ser copiados, baseados em dados biométricos e outras informações.

Qualquer residente que queira uma identidade biométrica pode ser um voluntário. O sistema combina o trabalho dos governos federal e estadual, além de uma série de outras empresas parceiras – de onde vem, em grande parte, a tecnologia para capturar e processar os dados dos indivíduos. De acordo com o deputado Nilekani, o objetivo é ajudar a Índia em sua investida para melhorar serviços públicos após a maior e mais rápida expansão de serviços sociais da história do país, na última década: “É um sistema essencialmente para a melhoria dos serviços públicos”, disse o deputado.

A ideia tinha tudo para ser uma receita para um projeto atolado em atrasos, brigas internas, construção de impérios e resultados desastrosos. O UID parecia ter metas ambiciosas. Um ano atrás, alguns milhões estavam inscritos e cerca de 1 milhão de números de identidades tinham sido emitidos. Avisos sobre a tecnologia frágil, processamento de dados sobrecarregado e centros com custos cada vez maiores, sugeriam um progresso lento.

Semana passada, o UID atingiu o número de 110 milhões de identidades emitidas. As inscrições – que precedem os números emitidos por alguns meses – deve chegar a 200 milhões em algumas semanas. Nilekani, mostra entusiasmado em seu laptop os dados do sistema. De acordo com o deputado, 20 milhões de pessoas devem assinar o registro a cada mês, e a expectativa é chegar a 400 milhões até o final do ano.

O resultado é surpreendente. Para um governo que tem concluído quase nada desde a sua reeleição em maio de 2009, o esquema está emergindo como um exemplo de progresso real. Em 2014, a provável data da próxima eleição geral, mais da metade de toda a população indiana deve ter se cadastrado no UID. Se o bem-estar também começar a fluir, as consequências para os eleitores podem ser profundas.

Fonte - Opinião e Notícia

Nota DDP: Impressiona o caráter voluntário com que as pessoas estão sendo "carimbadas". Há um mote considerável (ajudar os menos favorecidos) e a pretensão de servir de modelo. Em pouco tempo, pela própria iniciativa do cidadão comum, repita-se, será viável não se poder "comprar ou vender", sem que se esteja alinhado ao sistema vigente.

Cristãos têm de deixar de competir entre si

Lisboa, 16 jan 2012 (Ecclesia) – As Igrejas têm de deixar de competir entre si e podem precisar de reformar a sua estrutura interna para acabarem com as separações, recomenda o guião da Semana de Oração pela Unidade dos Cristãos deste ano.

“A unidade, pela qual oramos, não é simplesmente uma noção ‘confortável’ de amizade e cooperação. Ela exige a disposição de renunciar à competição entre nós”, refere o caderno enviado à Agência ECCLESIA.

A edição portuguesa do documento, publicada pela Igreja Católica e pelo Conselho Português das Igrejas Cristãs (Copic), indica que a união “pode exigir a renovação de formas da vida eclesial”, perspetiva “emocionante” mas que pode levar “medo” às comunidades.

A Semana de Oração, que decorre de quarta-feira até 25 de janeiro, é dedicada ao tema “Todos seremos transformados pela vitórias de nosso Senhor Jesus Cristo”, frase apoiada na carta bíblica de São Paulo aos Coríntios.

O guião foi originalmente concebido pelo Conselho Pontifício para a Promoção da Unidade dos Cristãos, organismo católico sediado no Vaticano, e pelo Conselho Mundial de Igrejas, a partir do trabalho de um grupo ecuménico polaco que se baseou na experiência de “alegria e adversidade” dos cristãos daquele país do leste europeu.

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Fonte - Ecclesia

segunda-feira, 16 de janeiro de 2012

Os sinais cósmicos mencionados em Mateus 24:29 ainda estão para se cumprir?

O texto bíblico declara que a segunda vinda de Cristo seria precedida por um grande terremoto, bem como por sinais cósmicos no Sol, na Lua e nas estrelas (ver Jl 2:31; Mt 24:29; Mc 13:24, 25; Lc 21:25; Ap 6:12, 13). Os adventistas creem que estes sinais se cumpriram respectivamente com o terremoto de Lisboa, no dia 1º de novembro de 1755; o escurecimento do Sol e a Lua em cor de sangue, em 19 de maio de 1780; e a queda das estrelas, na noite de 13 de novembro de 1833. Mas pelos menos três argumentos básicos têm sido usados contra tais identificações.

Um dos argumentos é que esses acontecimentos não passariam de fenômenos naturais, reincidentes e explicáveis cientificamente, que não poderiam ser considerados cumprimentos proféticos. Devemos reconhecer, no entanto, que esses fenômenos são “sinais” (Lc 21:25) mais importantes pelo seu significado do que pela sua própria natureza. Além disso, em várias outras ocasiões Deus usou meios naturais com propósitos espirituais. Por exemplo, o dilúvio envolveu água e uma arca (Gn 6-8); e entre as pragas do Egito haviam rãs, piolhos, moscas, pestes, úlceras, saraiva, gafanhotos e trevas (Êx 7-12). De modo semelhante, os sinais cósmicos, mesmo podendo ser explicados cientificamente, apontavam para importantes realidades espirituais.

Outro argumento usado contra as identificações acima mencionadas é que elas já estão demasiadamente distantes da segunda vinda de Cristo para ainda ser consideradas sinais desse evento. Mas Cristo deixou claro que esses sinais deveriam ocorrer “logo em seguida à tribulação daqueles dias” (Mt 24:29), ou seja, próximo ao término dos 1.260 anos de supremacia papal (Dn 7:25). Apocalipse 6:12-14 esclarece que a sequência terremoto>sol>lua>estrelas ocorreria no contexto da abertura do sexto selo, e não do sétimo selo, que é a segunda vinda de Cristo. William H. Shea, em seu artigo “A marcha dos sinais”, Ministério, maio-junho de 1999, p. 12-13, identifica a seguinte sequência profética: (1) o grande terremoto de 1755; (2) o dia escuro de 1780; (3) o juízo sobre a besta em 1798; (4) a queda das estrelas em 1833; e (5) o início do juízo investigativo pré-advento em 1844. Assim como o grande terremoto e o dia escuro precederam o juízo sobre a besta, a queda das estrelas antecedeu o início do juízo investigativo.

Um terceiro argumento contra tais identificações é que o terremoto de Lisboa em 1755 não foi o mais intenso abalo sísmico já registrado. Independentemente de sua intensidade, o terremoto de Lisboa foi o mais significativo, em temos proféticos. Como prenúncio do término dos 1.260 anos de supremacia papal, o terremoto ocorreu em um domingo, Dia de Todos os Santos, quando os devotos católicos estavam reunidos em suas igrejas, e nenhum dos supostos santos os conseguiu proteger. Otto Friedrich, em sua obra O fim do mundo (Rio de Janeiro: Record, 2000), p. 227-271, afirma que alguns padres e freiras anteviram em sonhos e visões que Lisboa seria destruída.

A posição tradicional adventista é confirmada em Nisto Cremos: as 28 Crenças Fundamentais da Igreja Adventista do Sétimo Dia, 8ª ed. (Tatuí, SP: Casa Publicadora Brasileira, 2008), p. 417-419; e Tratado de Teología Adventista del Séptimo Día (Buenos Aires: Asociación Casa Editora Sudamericana, 2009), p. 1015-1017. Ellen G. White, em O Grande Conflito, p. 636-637, reconhece que, por ocasião da segunda vinda de Cristo, “o Sol aparecerá resplandecendo” à meia-noite e um “grande terremoto” abalará a Terra (Ap 16:18). Mas na mesma obra (p. 304-308, 333-334), a Sra. White assegura que os sinais cósmicos mencionados especificamente pelo profeta Joel (Jl 2:31), por Cristo (Mt 24:29; Mc 13:24, 25; Lc 21:25) e pelo apóstolo João (Ap 6:12, 13) se cumpriram respectivamente em 1755, 1780 e 1833. Portanto, a Igreja Adventista do Sétimo Dia aceita os eventos ocorridos nessas datas como sendo os sinais preditos em Mateus 24:29.

Texto de autoria do Dr. Alberto Timm, publicado na Revista do Ancião (outubro – dezembro de 2010).

Fonte - Sétimo Dia

domingo, 15 de janeiro de 2012

"Como folhas de outono..." #27

Jovem Pastor, natural de Recife/PE, filho de Pastor, formou-se em Teologia em 2007 no Unasp/EC e, inclusive já foi apresentador do Programa Código Aberto da TV Novo Tempo.

Também Jornalista e Compositor, o Pr. Delmar Reis iniciou seu ministério na Igreja Central de Campinas e encontra-se atualmente à frente do Distrito de Matão/SP.

Nesta programação, realizada na Igreja Adventista do Sétimo Dia de Moema/SP, dirige as meditações dentro do tema "Cartas para Deus".

01) - 11/07/23 - Um simples pedido
02) - 11/07/24 - Lições de uma festa
03) - 11/07/25 - Encontro secreto
04) - 11/07/26 - Quando a esperança acaba
05) - 11/07/27 - O menos favorecido
06) - 11/07/28 - Onde mora o perigo
07) - 11/07/29 - Enquanto ele não vem
08) - 11/07/30 - Ele orou por você

Espero que seja útil aos irmãos. Não se esqueçam de duplicar, "como folhas de outono", atendendo ao "ide" do Mestre. E descansem no Senhor.

Soli Deo Gloria

Disseminai-os como as folhas no outono. Esse trabalho deverá continuar sem estorvo de pessoa alguma. Almas perecem sem Cristo. Sejam elas advertidas de Seu breve aparecimento nas nuvens do céu." (Testemunhos Seletos V3 - Pág. 235)

Outras programações:
Séries "Como folhas de outono..."

sexta-feira, 13 de janeiro de 2012

Segurança interna dos EUA vigia Twitter e redes sociais

Documento diz que objetivo é analisar e se preparar para acontecimentos importantes

O Departamento de Segurança Interna (DSI) dos Estados Unidos monitora rotineiramente dezenas de sites populares, entre os quais Facebook, Twitter, Hulu, WikiLeaks e sites de notícias e fofocas como o Huffington Post e o Drudge Report, de acordo com um documento do governo norte-americano.

Uma "revisão de normas de privacidade" divulgada pelo DSI em novembro informa que, pelo menos desde junho de 2010, seu centro de operações nacionais vem operando uma "capacidade de mídia/redes sociais", que envolve monitoração regular de "fóruns online abertos ao público, blogs, sites públicos e listas de discussão abertas".

O propósito da monitoração, de acordo com o documento do governo, é "recolher informações usadas para formar um quadro de situação e estabelecer um panorama operacional comum".

O documento acrescenta, usando terminologia mais clara, que essa monitoração ajudou o DSI e as diversas agências a ele subordinadas, entre as quais o Serviço Secreto e a Agência Federal de Administração de Emergências, a administrar a reação do governo a eventos como o terremoto de 2010 no Haiti e suas consequências, e controles de segurança e fronteira relacionados à Olimpíada de Inverno de 2010, em Vancouver.

Um funcionário do DSI que conhece bem o programa de monitoração afirma que sua intenção é apenas a de permitir que o pessoal do centro de comando acompanhe as diversas mídias da era da internet para que esteja ciente de acontecimentos em curso aos quais o departamento ou suas agências podem ter de responder.

O documento que delineia o programa de monitoração informa que todos os sites monitorados pelo centro de comando são "abertos ao público e... todo o uso de dados publicados via sites de mídia social se destina apenas a oferecer um conhecimento de situação mais preciso, um panorama operacional mais completo, e informação mais oportuna às autoridades decisórias".

O funcionário disse que, sob as regras do programa, o departamento não mantém normas permanentes do tráfego monitorado. Mas os documentos que revelam os contornos do programa afirmam que o centro de operação "reterá dados por não mais de cinco anos".

O esquema de monitoração envolve também uma lista de cinco páginas, que consta como anexo do documento de revisão, sobre sites que o centro de comando do DSI planeja monitorar.

Fonte - R7

Nota DDP: Ler a presente notícia em conexão com o artigo "Os EUA a caminho de um estado totalitário e militar".

Relógio do Apocalipse é ajustado em 1 min e chega a 23h55

O Relógio do Apocalipse aproximou-se mais da meia-noite. Cientistas atômicos que atualizam seus ponteiros sempre que consideram que os riscos de uma catástrofe nuclear ou climática têm um impacto sobre o tempo de vida de nosso planeta o ajustaram para cinco minutos para a meia-noite. Em 2010, a previsão era mais otimista, e o relógio marcava seis minutos para a meia-noite.

Esta última atualização pessimista foi anunciada nesta terça-feira, em Washington, pelo Bulletin of the Atomic Scientists (BAS), uma publicação organizada pelos maiores nomes do mundo da ciência atômica, incluindo o mais prestigiado físico da atualidade, o britânico Stephen Hawking.

Os cientistas baseiam a decisão de atrasar ou adiantar o Relógio do Apocalipse nas atuais situações políticas e climáticas globais. "A situação mundial piorou devido aos perigos de proliferação nuclear e mudança climática", afirmou Lawrence Krauss, astrofísico e cosmotólogo que é vice-presidente do BAS.

"A comunidade global não fez progresso algum para melhorar a situação e isso vai nos colocar em um caminho muito difícil. Podemos ter chegado a uma situação sem saída com respeito aos esforços para evitar catástrofe resultantes de mudanças na atmosfera terrestre", disse Allison Macfarlane, presidente da BAC.
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O Relógio do Apocalipse foi criado poucos anos depois do final da Segunda Guerra Mundial, em 1947, como um método de alertar o mundo quanto à vulnerabilidade do planeta. Desde que foi criado, o relógio tem variado entre dois a 17 minutos na sua previsão do apocalipse. Os ponteiros do relógio apontaram para o prognóstico mais desesperador em 1953, indicando apenas dois minutos para a temível meia-noite. O motivo disso foi que, no ano anterior, os Estados Unidos testaram a Bomba H, uma bomba de hidrogênio capaz de exterminar a raça humana. Nove meses depois, os soviéticos repetiram o experimento.

Com o fim da Guerra Fria e a queda do império soviético, o Relógio do Apocalipse começou a apresentar previsões mais otimistas. A melhor delas, até agora, foi em 1991, quando os ponteiros marcavam 17 minutos para o fim do mundo. O motivo disso foi que, naquele ano, os EUA e a União Soviética assinaram o Tratado para a Redução de Armas Estratégicas.

Fonte - Terra

Catástrofes em 2011: novo recorde

Estudo que acaba de ser divulgado pela Munich Re, uma das maiores companhias de seguro do mundo, mostra que a economia mundial perdeu US$ 380 bilhões em 2011 com desastres naturais. A perda é recorde. Noventa por cento das 820 catástrofes registradas estavam relacionadas com o clima. Autores do estudo, os economistas Fabian Barthel e Eric Neumayer, da London School of Economics, dizem que os prejuízos verificados em 2011 dobraram em relação a 2010. Para os ingleses, as mudanças climáticas explicam grande parte das catástrofes que marcaram planeta no ano passado. No levantamento, dizem que cerca de dois terços das perdas estão relacionadas a terremotos que atingiram Nova Zelândia e Japão nos dois primeiros meses de 2011. Os eventos provocaram a morte de 27 mil pessoas, segundo o estudo.

De acordo com previsões sobre o clima da London School, que contam com apoio dos economistas, eventos extremos devem ser mais frequentes nas próximas décadas. Boa parte deles deve atingir países em desenvolvimento na linha do equador.

(Terra)

Nota Michelson Borges: Quem vem acompanhando esse tipo de notícia deve ter percebido que nos últimos anos esses recordes de prejuízos em tragédias “naturais” vêm sendo superados ano a ano. É uma constatação triste que, no entanto, aponta para a proximidade da solução final de tudo isto: a volta de Jesus.[MB]

Leia também: “Sinais do fim: todos de uma vez” e "Há propósito nas catástrofes?"

quinta-feira, 12 de janeiro de 2012

Os EUA a caminho de um estado totalitário e militar

O Presidente Barack Obama ofereceu ao povo norte-americano no dia 31 de Dezembro um presente envenenado para 2012: a promulgação da chamada Lei da Autorização da Defesa Nacional. O discurso que pronunciou para justificar o seu gesto foi um modelo de hipocrisia.

O Presidente declarou discordar de alguns parágrafos da lei. Sendo assim, poderia tê-la vetado, ou devolvido o texto com sugestões suas. Mas não o fez.

No dia 24 de Janeiro, o Senado vai votar um projeto, o SOPA, que autoriza a Secretaria de Justiça a criminalizar qualquer Web cujo conteúdo seja considerado ilegal ou perigoso pelo governo dos EUA. De acordo com o texto em debate, a simples colocação de um artigo numa rede social pode motivar a intervenção da Justiça de Washington.

A iniciativa foi já definida por alguns profissionais de mídia como um terremoto político.

O pânico que provocou foi tamanho que a Netcoalition.com, aliança que agrupa gigantes digitais como Facebook, Twitter, Google, e Yahoo, AOL e Amazon admite um “apagão colectivo” durante horas se o Congresso aprovar o projeto.

A lei, teoricamente motivada pela necessidade de combater a pirataria digital, será de aplicação mundial. Por outras palavras, se uma Web europeia, asiática ou africana publicar algo que as autoridades norte-americanas considerem “perigoso” pode ser bloqueada nos EUA por decisão da Justiça de Obama.

Governo militar em traje civil?

Despojada da retórica que a envolve, a Lei da Autorização da Segurança Nacional, ora vigente, revoga na prática a Constituição bicentenária do país.

Afirma Obama que a “ameaça da Al Qaeda à Segurança da Pátria” justificou a iniciativa que elimina liberdades fundamentais. A partir de agora, qualquer cidadão sobre o qual pese a simples suspeita de ligações com “o terrorismo” pode ser preso por tempo ilimitado. E eventualmente submetido à tortura no âmbito de outra lei aprovada pelo Congresso.

Comentando a decisão gravíssima do Presidente, Michel Chossudovsky lembra que ela traz à memória o decreto de Hitler para “a Protecção do Povo e do Estado” assinado pelo marechal Hindemburgo em 1933 após o incêndio do Reichstag.

A escalada de leis reacionárias nos EUA assinala o fim do regime democrático na grande República.

O discurso em que Obama justificou há dias o Orçamento de Defesa veio confirmar o crescente protagonismo do Pentágono – agora dirigido por Panetta, o ex diretor da CIA – na definição da estratégia de dominação planetária dos EUA. Ao esclarecer que a prioridade é agora a Ásia, o Presidente afirmou enfaticamente que os EUA são e serão a primeira potência militar do mundo. Relembrou o óbvio. O Orçamento de Defesa norte-americano supera a soma dos dez maiores que se seguem.

A degradação do regime tem-se acentuado de ano para ano. A fascistização das Forças Armadas nas guerras imperiais é hoje inocultável.

Observadores internacionais respeitados, alguns norte-americanos, comentando essa evolução, definem os EUA neste início do terceiro milênio como “ditadura democrática”.

Chossudovsky vai mais longe, enuncia uma evidência dolorosa ao escrever que nos EUA se acentua a tendência para “um Estado totalitário militar com traje civil”.

Desmontar-lhe a fachada é uma exigência para quantos identificam no imperialismo uma ameaça à própria continuidade da vida. Tarefa difícil, mas indispensável.

Significativamente, as leis fascistizantes comentadas neste artigo passaram quase despercebidas em Portugal. Os analistas de serviço da burguesia e a imprensa dita “de referência” ignoraram o tema, numa demonstração da vassalagem neocolonial da escória humana que oprime e humilha Portugal.

Fonte - Correio do Brasil

BXVI diz que crise econômica nasceu no individualismo

CIDADE DO VATICANO, 12 JAN (ANSA) - O papa Bento XVI afirmou hoje que a crise econômica e financeira surgiu de uma "crise ética" e do "individualismo".

Em um encontro com autoridades da capital italiana e da região do Lácio, como o prefeito de Roma, Gianni Alemanno, Bento XVI afirmou que a crise econômica "tem suas raízes mais profundas em uma crise ética e no individualismo".

Mas, segundo ele, esses momentos de desequilíbrio nos mercados podem ser uma ocasião para "verificar se os valores colocados como fundamentais geraram uma sociedade mais justa, igualitária e social, ou se é preciso uma profunda reflexão para recuperar valores que são base de uma verdadeira renovação da sociedade".

O Pontífice também destacou que as instituições "devem ser exemplos no respeito das leis", levando em conta inclusive "a lei que Deus escreveu no coração do homem".

"Encorajo-os a defender a família fundada no matrimônio como essencial célula da sociedade e fazer todo esforço para que sejam garantidas as condições necessárias aos núcleos familiares", acrescentou o Papa.

Fonte - ANSA

Países sem representação no Vaticano "perdem" muito na diplomacia

O ex-embaixador da Austrália ante a Santa Sé, Tim Fischer, explicou que os países que não têm um embaixador residente no Vaticano "perdem" muito no campo da diplomacia.

Em recentes declarações ao grupo ACI, Fischer considerou que "é muito mais fácil fazer o trabalho estando em Roma".

"O Vaticano não é um lugar fechado. É preciso saber onde procurar, a quais conferências ir, quais contatos ter. Se (um representante diplomático) voar apenas quatro vezes ao ano desde o Dublin ou Haia ou Genebra, então se torna muito complicado fazer (o trabalho diplomático) de maneira compreensiva e profissional", destacou.

Os comentários do embaixador foram feitos dois meses depois que a Irlanda tenha decidido fechar sua embaixada ante a Santa Sé, alegando que o fazia por razões econômicas. O novo embaixador irlandês ante o Vaticano viverá em Dublin, capital da Irlanda.

A Santa Sé mantém atualmente relações diplomáticas com 179 países. A metade deles têm uma embaixada permanente em Roma. O embaixador Fischer disse ademais ao grupo ACI que estar tão perto do Vaticano permite aos governos fazer parte de uma rede incomparável de diplomatas.

Para o embaixador, o Vaticano "é a organização mais antiga do mundo e possui uma rede enorme. De fato quando ocorreu a guerra dos Bálcãs, a melhor informação sobre o que realmente acontecia não a possuía a CIA nem a KGB; mas estava aqui mesmo em Roma, na Santa Sé".

Para o diplomata, embora cada país tem a potestade de decidir como dirige as relações com outros estados, "a opinião geral" dos representantes em Roma sobre a decisão da Irlanda é que foi "uma questão política antes que orçamentária".

Como católico, afirma que seu tempo em Roma foi de "enriquecimento pessoal assim como profissional" e assinala que "foi um enorme prazer conhecer algumas pessoas maravilhosas, começando com o Santo Padre, o Papa Bento XVI".
...
Fonte - ACI

O que se pode esperar da economia mundial para 2012?

Desde 2008 o mundo está atento ao que se passa com a economia. Aliás, antes disso ocorriam problemas, mas agora a situação está diferente. Há fatos novos, sem precedentes na história da humanidade. Há uma multidão de pessoas endividadas em todos os lugares do mundo. Outros estão se endividando. Esse endividamento, estupidamente, tornou-se até necessário, para que não pare o consumo, e a indústria e o comércio continuem operando, e mantenham os empregos, e continuem pagando impostos. Mas, quando por um efeito ‘manada’ muitos consumidores, por diversas razões, reduzirem seus gastos, como então vai ser? Note, a base para que a economia continue funcionando é o endividamento! É uma base frágil. Aliás, fuja das dívidas, senão aquelas bem calculadas e bem vantajosas.

Há países ricos super endividados, principalmente na Europa. Para falar a verdade, os dirigentes europeus estão tentando a todo custo manter viva a sua moeda comum, o Euro, que passa por grave crise de sustentabilidade e credibilidade. Talvez em 2012 a Grécia se desligue do Euro para ter poder sobre a política econômica, e tentar sair da crise. Os cidadãos gregos estão perplexos, gritando pelas ruas, clamando por menos arrocho em suas rendas. E podemos esperar que a situação no velho continente piore em 2012. Isso parece certo.

Dava para imaginar, há 5 anos, que cidadãos de países ricos tivessem que sair pelas ruas gritando por bom senso pelos governos? Essa sempre tem sido a realidade dos países pobres. Agora chegou a vez dos ricos.

Dava para imaginar, há 5 anos, que pessoas dos países ricos viessem pedir emprego no Brasil? O que acontecia era o contrário. O mundo está perdendo a direção, entrando numa vala de incertezas. Se os ricos estão em crise, bem logo os pobres estarão em situação bem pior.

Em 2011 o mundo perdeu, empobreceu, 6 trilhões de dólares, equivalente ao que a China produz num ano. Isso ocorreu por desvalorização de títulos de empresas, dos bancos e dos governos. Sinal de incerteza e desconfiança. Futuro negro, se não ocorrerem mudanças radicais na tendência. Há crescente medo e desconfiança nos governos e nas políticas econômicas.

O que poderá acontecer se a China continuar desacelerando suas atividades econômicas e os consumidores de todo o planeta, que, gastando, mantém a economia em funcionamento, reduzirem o consumo? Fácil antecipar: as dívidas das nações aumentarão ainda mais, pois arrecadarão menos impostos e ocorrerá a paralela redução da capacidade de pagamento por parte de todos. Ou seja, aumenta o potencial de calotes soberanos e de quebradeira entre as empresas, bem como consumidores falidos. Estamos falando de uma depressão global, que vem se formando, ainda sem prazo para se estabelecer. Aliás, em economia, previsões com data são quase como prever a data da volta de JESUS, nunca se acerta. Mas, também como a volta de JESUS, as previsões em economia ocorrem e pega as pessoas e as empresas sem o necessário preparo.

Esse é um cenário bem típico da última crise.

Como será o ano de 2012?

É bom estar espiritualmente preparado. Ele não será o último ano da humanidade, isso é evidente para quem conhece profecias, mas certamente trará algumas novidades que surpreenderão a muitos. Quem sabe, o início visível da grande controvérsia.

Fonte - Cristo Voltará

sexta-feira, 6 de janeiro de 2012

10 Dias de Oração - Dia 3 - Arrependimento sincero


Saiba mais em "Reavivamento e Reforma".

Próxima Conferência da Aliança Européia para o Domingo será na Alemanha

A quarta Conferência da Aliança Européia para o Domingo tem como tema "Domingo - o nosso direito" (convite anexo) e será realizada no dia 15/02/2012 em Fulda, na Alemanha.

Mal começou e o ano de 2012 promete, pelo menos no que diz respeito ao movimento de tornar a guarda do domingo obrigatória em toda a Europa.

Sabemos que o decreto dominical profetizado será promulgado primeiramente nos EUA, no entanto as bases para esta lei espúria que será aceita por todo o mundo podem ser vistas em vários locais, principalmente nos países do leste europeu. Percebemos que o movimento está ganhando força e agora acontecerá na Alemanha, principal economia da Zona do Euro.

O movimento dominical está agora abrindo caminho nas trevas. Os líderes encobrem a verdadeira questão, e muitos que se unem ao movimento não percebem para onde propende a tendência oculta. Eles estão agindo como cegos. Não vêem que se um governo protestante abandona os princípios que deles fizeram uma nação livre e independente, e, pela legislação, introduz na Constituição princípios que propaguem a falsidade e ilusão papal, eles estão se lançando nos horrores romanos da Idade MédiaReview and Herald Extra, 11 de dezembro de 1888.

Muitos há, mesmo entre os que se empenham neste movimento em favor da imposição do domingo, que se acham cegos aos resultados que seguirão a essa ação. Não vêem que golpeiam diretamente a liberdade religiosa. Muitos existem que jamais compreenderam as reivindicações do sábado bíblico e o falso fundamento sobre o qual repousa a instituição do domingo. ... Os que se empenham em conseguir uma emenda à Constituição, para obter uma lei que imponha a observância do domingo, mal compreendem qual vai ser o resultado. Uma crise está iminente. Testemunhos Seletos, vol. 2, págs. 318 e 352. 

Devemos, mais do que nunca, anunciar o breve retorno de Jesus e o preparo necessário para estarmos de pé no Grande Dia do Todo Poderoso. O livro A Grande Esperança deve ser espalhado como folhas de outono e cada sincero adventista deve resplandecer a gloriosa luz do Senhor, amém!

Fonte - Evidências Proféticas

Obama assina lei que legaliza detenção indefinida

O presidente Obama assinou, no Havaí, onde passa os feriados de fim de ano, a National Defense Authorization Act (NDAA) [Lei de Autorização da Defesa Nacional]. Com a sanção do presidente, os militares norte-americanos aproximam-se ainda mais de poder prender e manter presos quaisquer cidadãos por tempo indefinido, dentro e fora dos EUA. Como se sabe, a Casa Branca havia ameaçado vetar uma versão anterior dessa lei, mas mudou de ideia logo depois de o Congresso ter aprovado a versão agora sancionada. Embora o presidente Obama tenha distribuído uma declaração, em que diz que tem “sérias reservas” sobre o conteúdo da nova lei, a declaração só se aplica ao seu governo, e de modo algum afetará o modo como a lei será interpretada por outros governos que venham depois deste.

Durante o governo Bush, o mesmo princípio que agora está próximo de ser convertido em lei nos EUA, para prender e manter sob custódia militar quaisquer cidadãos, sem processo e sem qualquer acusação formalizada, foi usado até para prender cidadãos norte-americanos em território dos EUA. Muitos, no Congresso, dizem hoje que a nova Lei de Prisão Indefinida pode ser usada para a mesma finalidade.

A Associação Norte-Americana de Direitos Civis (ACLU) entende que qualquer tipo de prisão militar, de cidadãos norte-americanos ou quaisquer outros, é inconstitucional e ilegal nos EUA, mesmo depois de aprovada a Lei de Prisão Indefinida. Além disso, a autoridade que a nova lei dá a militares norte-americanos viola a legislação internacional, porque não se limita a autorizar a prisão de combatentes capturados em contexto de guerra, como exigem as leis internacionais.

Desaponta-nos muito que o presidente Obama tenha assinado essa lei, em momento que seu governo já enfrenta processos em vários pontos do mundo, por prisões ilegais. Felizmente, os EUA são governados por três poderes, e a palavra final sobre a extensão do poder de prender cidadãos caberá à Suprema Corte. Mas o Congresso e o Presidente também têm o dever de desfazer a confusão que criaram, para impedir que todos os cidadãos, nos EUA e em todo o mundo, passem a viver sob o medo de que o atual ou qualquer futuro presidente dos EUA dê mau uso ao poder que a Lei de Detenção Indefinida lhes outorgue.

A Associação Norte-Americana de Direitos Civis (ACLU) combaterá em todo o mundo a Lei de Detenção Indefinida, por todos os meios e em todos os fronts, nos tribunais, no Congresso e internacionalmente.

(American Civil Liberties Union)

Nota do blog Realidade em Foco: A manobra governamental norte-americana no sentido de aprovar uma lei marcial é justificada, como sempre, dentro de um conceito geral de combate ao terrorismo mundial. Ou seja, em nome do direito de o governo combater terroristas, inclusive em seu próprio território, aprova-se lei que efetivamente pode levar a algumas situações bem claras:

(1) Os critérios para definição de quem efetivamente é um suspeito de terrorismo são bastante amplos e questionáveis, portanto, é praticamente certo que excessos e erros serão cometidos nesse processo de julgamento informal.

(2) É instalada uma cultura de oficialização do cerceamento das liberdades individuais na medida em que todo cidadão passa a conviver com o medo de ser fiscalizado, autuado e até responsabilizado criminalmente, caso se enquadre no que o governo entenda que é terrorismo.

(3) Consequentemente, esse tipo de lei abre espaço para que toda e qualquer manifestação futura, ideológica, filosófica ou religiosa, que contrarie os interesses do governo e dos poderes que mandam no planeta, seja combatida dentro dos rigores da lei. Ou seja, expressar-se acerca de conceitos que não sejam exatamente aqueles defendidos pelo governo pode se tornar algo extremamente perigoso e digno de punição.

Em resumo, vejo com péssimos olhos iniciativas como essa, embora entenda que, segundo a Bíblia Sagrada, as liberdades individuais tão propagadas no passado pelos EUA (antigo berço da democracia e do respeito aos direitos humanos, inclusive os religiosos) começam a perder força em nome de um ódio a tudo que está embaixo de um enorme guarda-chuva chamado “terrorismo”.

Assista ao programa "Especial 11 de Setembro" e leia esta análise detalhada do assunto.

quarta-feira, 4 de janeiro de 2012

10 Dias de Oração - Dia 1 - Derramamento do Espírito Santo


Saiba mais em "Reavivamento e Reforma".

Estados Unidos e Irã mantêm rota de confronto

Após EUA determinarem novas sanções, Irã divulga ter produzido pela primeira vez uma barra de combustível nuclear e afirma que concluiu teste com míssil de fabricação própria no Estreito de Ormuz.

O tom entre os Estados Unidos e o Irã voltou a subir a neste domingo (1º/01), marcado por declarações e anúncios de ambos os lados, sinalizando que o clima de tensão entre os dois países deverá continuar nos próximos dias.

Neste domingo, a agência nuclear iraniana anunciou que seus cientistas pela primeira vez produziram um tubo de combustível atômico, um feito do qual o Ocidente duvidada que fossem capazes. O Irã foi obrigado a produzir esses bastões de urânio porque as sanções internacionais impediram a sua compra nos mercados externos, disse a agência.

O anúncio marca mais um passo nos esforços iranianos de dominar o ciclo de produção de combustível nuclear, desde a exploração do urânio até o seu enriquecimento, e ocorre apesar das ameaças de sanções de países europeus e dos Estados Unidos.

Estes querem que o Irã abandone seu programa nuclear, temendo que o objetivo secreto seja a obtenção de armas atômicas. Os iranianos, porém, afirmam que o programa tem fins exclusivamente pacíficos, como a produção de energia e o tratamento de câncer.
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Fonte - DW-World

OMS está 'profundamente preocupada' com mutação da gripe aviária

A Organização Mundial da Saúde (OMS) divulgou um alerta duro nesta sexta-feira a cientistas que conseguiram criar uma forma altamente patogênica do vírus mortal H5N1 da gripe aviária, dizendo que o trabalho deles pode ter riscos significativos e deve ser rigidamente controlado.

A agência de saúde da Organização das Nações Unidas (ONU) disse estar "profundamente preocupada com as consequências negativas potenciais" do trabalho de duas equipes de pesquisa da gripe, que este mês disseram ter encontrado modos de fazer do H5N1 uma forma transmissível capaz de provocar pandemias letais entre os seres humanos.

O trabalho das equipes, uma da Holanda e outra dos Estados Unidos, já provocou um pedido de censura inédito de assessores de segurança norte-americanos, que temem que a publicação de detalhes do estudo possa dar a agressores potenciais o know-how de como fazer uma arma biológica para fins terroristas.

O Conselho Nacional de Ciência para a Biossegurança dos Estados Unidos pediu a dois periódicos que querem publicar o trabalho que disponibilizem o estudo apenas em versões editadas, um pedido contestado pelos editores das revistas e por muitos cientistas.

Em sua primeira declaração sobre a polêmica, a OMS afirmou: "Embora esteja claro que o ato de conduzir pesquisas para obter conhecimento deve continuar, também está claro que certas pesquisas, e principalmente aquelas que podem gerar formas mais perigosas de vírus... têm riscos".

O H5N1 é extremamente mortal em pessoas que estão diretamente expostas ao vírus de aves infectadas. Desde que foi detectado, em 1997, cerca de 600 pessoas o contraíram e mais da metade delas morreram.

Mas até agora o vírus não sofreu uma mutação natural para uma forma que pode passar facilmente de pessoa a pessoa, embora muitos cientistas temam que esse tipo de mutação deva acontecer em algum ponto e será uma grande ameaça à saúde se ocorrer.

Pesquisadores da gripe no mundo trabalham há vários anos para tentar descobrir que mutações dariam ao H5N1 a capacidade de se espalhar mais facilmente de pessoa a pessoa, ao mesmo tempo mantendo suas propriedades fatais.

O Instituto Nacional de Saúde dos EUA financiou os dois estudos sobre como o vírus poderia ficar mais transmissível em humanos com o objetivo de obter conhecimento sobre como reagir se a mutação ocorrer de forma natural.

Mas a OMS disse que tal pesquisa deveria ser feita "apenas depois que tiverem sido identificadas todos os riscos à saúde pública e benefícios importantes" e "houver a certeza que as proteções necessárias para minimizar o potencial para consequências negativas estão em vigor".

Fonte - Estadão
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