Agência Carta Maior
Robert Brenner é professor na Universidade da Califórnia
10/07/2008
Tendências Globais
Desde 2000, temos assistido, nos EUA e no mundo capitalista desenvolvido, ao mais lento crescimento econômico real desde a Segunda Guerra Mundial e à maior expansão da esfera financeira da economia da história dos EUA. Não é preciso ser marxista para argumentar que esta realidade não é sustentável.
A análise é do historiador Robert Brenner, professor da Universidade da Califórnia e um dos maiores estudiosos da economia global e suas bolhas.
Robert Brenner
A atual crise pode tonar-se a mais devastadora desde a Grande Depressão dos anos trinta. Ela exprime os profundos e não resolvidos problemas da economia real, escondidos pelo recurso à dívida das últimas décadas, bem como um racionamento do crédito de curto prazo cuja gravidade é inédita desde a Segunda Guerra Mundial. A combinação da fragilidade da acumulação de capital com a crise do sistema bancário transformou o presente declínio econômico numa crise de difícil resolução pelo poder político e que potencialmente se pode tornar num desastre. A praga das falências domésticas e das casas agora abandonadas – muitas vezes pilhadas de tudo o que nelas tem valor, como a cablagem de cobre – atinge com particular intensidade Detroit e outras cidades do Midwest norte americano.
O desastre humano que a crise representa para centenas de milhares de famílias e para as suas comunidades pode, no entanto, ser só um primeiro sinal do impacto da atual crise. O crescimento histórico dos mercados financeiros nos anos 80, 90 e 2000 – com a contínua transferência de rendimento para os 1% mais ricos da população– desviou as atenções das fragilidades de longo prazo das principais economias capitalistas. O desempenho econômico nos EUA, Europa Ocidental e Japão, deteriorou-se em todos os indicadores relevantes (crescimento econômico, investimento, salários) década após década, ciclo econômico após ciclo econômico, desde 1973.
Os anos correspondentes ao presente ciclo econômico, cujo início recua a 2001, foram os piores. O crescimento do PIB (Produto Interior Bruto) nos EUA foi o mais lento, em comparação com qualquer outro intervalo temporal desde o fim dos anos 40, com o crescimento do investimento físico (fábricas e equipamento) e a criação de emprego a corresponderem a um e dois terços, respectivamente, da média do pós guerra. Os salários reais horários dos trabalhadores industriais e do pessoal que não exerce tarefas de supervisão, 80% da força de trabalho, permaneceram estagnados em torno dos níveis alcançados em 1979.
A expansão econômica também não foi particularmente mais robusta na Europa Ocidental e no Japão. O declínio do dinamismo do mundo capitalista desenvolvido está enraizado numa forte queda das taxas de lucro, causada sobretudo pela crônica tendência para a a criação de sobrecapacidade no setor industrial mundial que recua ao período do final dos anos 60 e início dos anos 70. Em 2000, nos EUA, Japão e Alemanha, as taxas de lucro na economia privada ainda não tinham recuperado os níveis anteriores. O seu crescimento no ciclo econômico dos anos 90 não chegou a ultrapassar os níveis dos anos 70.
Com sofríveis taxas de lucro, as empresas passaram a dispor de menos recursos que pudessem investir nas suas fábricas e equipamento e menores incentivos para se expandirem. A perpetuação de baixas taxas de lucro desde os anos 70 conduziu não só a uma constante queda do investimento, medido enquanto percentagem do PIB, nas principais economias capitalistas, como também a uma progressiva redução do crescimento econômico, dos meios de produção e do emprego.
A longa desaceleração da acumulação de capital, somada à repressão salarial por parte das empresas e aos cortes nas despesas sociais por parte dos governos (na tentativa de restaurarem as taxas de lucro) resultou numa quebra do crescimento do investimento, da procura dos consumidores e da despesa pública, e assim num decréscimo da procura como um todo. A fragilidade da procura agregada, em última análise, causa da redução das taxas de lucro, é o principal entrave ao crescimento das principais economias capitalistas.
De forma a contrabalançar a persistente fragilidade da procura agregada, os governos viram se forçados a endividarem se de forma crescente, através de canais cada vez mais variados e complexos, para assim conseguirem manter o dinamismo económico. Inicialmente, durante os anos 70 e 80, os Estados foram forçados a incorrer em crescentes déficits orçamentários de forma a sustentar o crescimento econômico. Mas, ao manterem a economia razoavelmente estável, estes déficits tornaram-na cada vez mais estagnada: os governos estavam progressivamente a conseguir menos efeitos na economia por cada dólar gasto, menos crescimento do PIB para um dado aumento da dívida.
Da luta contra os déficits à economia especulativa No início dos anos 90, nos EUA e na Europa, liderados por Bill Clinton, Robert Rubin e Alan Greenspan, os governos, guiados pelo pensamento neoliberal (privatização e e cortes nos programas sociais), procuram ultrapassar a estagnação econômica através de políticas orçamentais restritivas. Mas, embora este fato não seja realçado nas análises deste período, esta dramática mudança de política foi altamente contraproducente. Dado que as taxas de lucro ainda não tinham recuperado os seus anteriores valores, as reduções dos déficits públicos impostas pelas políticas de equilíbrio orçamentário tiveram um forte impacto na procura agregada. Os EUA e o Japão sofreram profundas recessões, as piores do período do pós guerra, com os EUA a viver uma subseqüente recuperação econômica sem criação de emprego.
Desde meados dos anos 90, os EUA foram assim forçados a recorrer a mais poderosas e arriscadas formas de estímulo econômico para contrariar a tendência para a estagnação econômica. Os tradicionais déficits públicos keynesianos foram substituídos pelo endividamento privado e por uma inflação do preço de ativos ou o que podemos intitular de “keynesianismo pelo preço de ativos”, ou, simplesmente, “bubblenomics”.
Na grande corrida aos mercados bolsistas dos anos 90, as empresas e famílias abastadas assistiram a uma forte expansão da sua riqueza nominal. Foram, por isso, incentivadas a embarcar em empréstimos de montantes nunca antes vistos, que sustentaram uma poderosa expansão do investimento e do consumo. A chamada “nova economia” foi a expressão direta da histórica bolha dos preços das ações dos anos 1995 2000. No entanto, visto que os preços das ações cresceram paralelamente a uma quebra das taxas de lucro e que os novos investimentos exacerbavam o problema de sobrecapacidade industrial, o “crash” bolsista foi a consequência natural, com a correspondente recessão em 2001, reduzindo os lucros dos sector não financeiro para os níveis mais baixos desde 1980.
No entanto, o Federal Reserve norte-americano, ajudado por outros grandes bancos centrais, contrariou o novo declínio econômico com mais uma promoção da inflação de outros ativos que, entretanto, nos conduziram à situação presente. Através de reduções das taxas de juro de curto prazo até o 0% durante três anos, estas instituições facilitaram uma explosão, sem precedentes históricos, dos empréstimos às famílias, o que contribuiu e alimentou o aumento dos preços da habitação e o correspondente incremento da riqueza familiar.
De acordo com a The Economist, a bolha imobiliária mundial entre 2000 e 2005 foi a maior da história, ultrapassando mesmo a de 1929. Ela tornou possível um crescimento constante das despesas de consumo e do investimento residencial, os dois grandes motores da expansão econômica. Entre 90 a 100% do crescimento econômico nos EUA durante os cinco primeiros anos deste ciclo econômico, foi contabilizado como devendo-se ao consumo doméstico e à construção residencial. Durante o mesmo período, o setor imobiliário, segundo a Moody’s Economy.com, foi responsável por uma subida do crescimento econômico 50% acima do que seria sem a sua contribuição – 2,3% em vez de 1,6%.
Assim, acompanhando os déficits orçamentários de George W. Bush, o endividamento recorde das famílias conseguiu esconder as reais fragilidades da recuperação econômica. O crescimento da procura com origem no consumo apoiada no endividamento e, mais genericamente, no crédito de fácil acesso, não só revitalizou a economia norte americana como, através de um aumento nas importações e de um aumento recordista do déficit das balanças comercial e de pagamentos, promoveu o que pareceu ser uma expansão econômica mundial notável.
Se os consumidores fizeram a sua parte, o mesmo não pode ser dito do setor empresarial privado, conquanto este tenha se beneficiado de um estímulo econômico sem precedentes. Greenspan e o Federal Reserve insuflaram a bolha do setor imobiliário de forma a dar tempo às empresas para lidarem com o seu excesso de capital e retomarem o investimento. No entanto, em alternativa, as empresas organizaram uma ofensiva brutal contra os trabalhadores para assim restaurarem suas taxas de lucro. As empresas aumentaram o crescimento da produtividade, não tanto através de mais investimento em tecnologia e equipamento, mas sobretudo cortando radicalmente o emprego e obrigando os trabalhadores que permaneceram a redobrarem os seus esforços nas tarefas agora libertadas. Ao reprimirem os salários, ao mesmo tempo que aumentavam a intensidade do trabalho, as empresas apropriaram-se de uma proporção, sem precedentes históricos, do crescimento do produto no setor não financeiro.
As empresas não financeiras, durante esta expansão, aumentaram significativamente as suas taxas de lucro, mas não o suficiente para recuperar os níveis, já por si reduzidos, dos anos 90. Assim, tendo em conta a forma como o crescimento dos lucros se deveu simplesmente a um aumento da taxa de exploração (obrigar os trabalhadores a trabalhar mais, pagando-lhes menos por hora), havia poucas dúvidas de que esta expansão não iria durar muito. Mas, acima de tudo, ao melhorarem as suas taxas de lucro através da repressão do emprego, investimento e salários, as empresas norte-americanas reduziram o crescimento da procura agregada, minando assim os seus próprios incentivos para a expansão.
Simultaneamente, em vez de aumentarem o investimento, a produtividade e o emprego para aumentar os seus lucros, as empresas tentaram explorar os baixíssimos custos do crédito para melhorar a sua posição e a dos seus acionistas através da manipulação financeira – saldando as dívidas, pagando dividendos e comprando as suas próprias acções de forma a que estas se valorizassem, sobretudo através de uma enorme onda de fusões e aquisições. Nos EUA, durante os últimos 4/5 anos, a proporção do valor do rendimento retido pelas empresas em dividendos e compras de ações próprias explodiu para os maiores níveis do pós guerra. O mesmo tipo de fenômeno aconteceu no resto da economia mundial (Europa, Japão e Coréia).
Arrebentando bolhas A ideia central é a de que, desde 2000, temos assistido, nos EUA e no mundo capitalista desenvolvido, ao mais lento crescimento econômico real desde a Segunda Guerra Mundial e à maior expansão da esfera financeira da economia da história dos EUA. Não é preciso ser marxista para argumentar que esta realidade não é sustentável.
Claro está que, tal como o bolha especulativa nos mercados accionistas dos anos 90 terminou, também a bolha no setor imobiliário acabou por arrebentar. Como conseqüência, o filme da expansão econômica baseada no setor imobiliário, a que assistimos durante a fase ascendente do ciclo econômico, está agora sendo exibido ao contrário. Hoje os preços da habitação já caíram por volta de 5% em relação ao pico de 2005, mas este fenômeno só agora começou. A Moody’s estima, que quando a bolha estiver totalmente deflacionada, previsto para o início de 2009, os preços terão caído 20% em termos nominais (ainda mais em termos reais), de longe a maior queda na história norte americana do pós-guerra.
Tal como o efeito de riqueza positivo, que conduziu a economia na sua expansão graças à bolha especulativa imobiliária, também o correspondente efeito negativo está a atrofiando o crescimento. Com o valor das suas habitações caindo, as familias já não podem tratar as suas casas como caixas eletrônicos. Os empréstimos domésticos estão colapsando, obrigando-as a consumir menos.
O perigo iminente está no fato de, ao não poderem “poupar” através do aumento do valor dos seus imóveis, as famílias norte americanas estarem obrigadas a subitamente começar a poupar realmente, conduzindo a um crescimento das taxas de poupança e ao correspondente decréscimo do consumo. Ao anteciparem as implicações do fim da bolha especulativa no comportamento dos consumidores, as empresas começam a contratar menos, o que já resultou numa queda significativa do crescimento do emprego desde o início de 2007.
Graças à emergente crise do setor imobiliário e à desaceleração do emprego já no segundo trimestre de 2007, os fluxos totais reais de rendimento das famílias, que tinham crescido a uma taxa à volta de 4,4% em 2005 e 2006 quase caíram para zero. Ou seja, se somarmos o rendimento real disponível das famílias à queda dos valor das suas casas, aos seus empréstimos ao consumo e aos seus ganhos de capital, chegaremos a um resultado onde o dinheiro que as famílias realmente dispõem para gastar parou de crescer. A expansão econômica já estava no seu último fôlego ainda antes da crise financeira do último Verão.
A crise do subprime, resultado da extensão da bolha imobiliária, está obviamente complicando e tornando particularmente perigoso a presente fase descendente do ciclo econômico. Os mecanismos que ligam os empréstimos sem escrúpulos neste setor às falências domésticas maciças, ao colapso dos mercados de títulos suportados por hipotecas subprime, e à crise dos grandes bancos que lidaram com gigantescas quantidades destes títulos, necessitam de uma discussão à parte.
Podemos simplesmente argumentar, a título de conclusão, que graças às enormes perdas do setor bancário, cujo tamanho deve continuar a crescer ao longo da atual crise, a economia enfrenta o cenário, sem precedentes no pós guerra, do congelamento do crédito no exato momento em que entra num período recessivo. Os governos pouco ou nada podem fazer para prevenir este resultado.
(1) Artigo publicado na revista "Vírus", do portal Esquerda.net (Portugal)
(2) O texto foi originalmente publicado na revista Against The Current (Janeiro/Fevereiro 2008).
(3) Robert Brenner é professor na Universidade da Califórnia, historiador econômico marxista, autor de “The Economics of Global Turbulence” e “The Boom and Bubble” ("O Boom e a Bolha. Os Estados Unidos na Economia Mundial", publicado no Brasil pela Record)
Fonte - FGV
segunda-feira, 14 de julho de 2008
sexta-feira, 11 de julho de 2008
Erosão da terra pode levar 1,5 bi de pessoas à fome
ROMA - A crescente degradação da terra reduz a produção das lavouras e pode ameaçar a segurança alimentar de cerca de um quarto da população do planeta, afirmou nesta quarta-feira a FAO, a agência da Organização das Nações Unidas (ONU) para alimentação e agricultura, com sede em Roma.
A segurança alimentar ganhou destaque nos últimos meses porque o aumento do preço dos produtos, como resultado de colheitas fracas, baixos estoques, preço elevado dos combustíveis e crescente demanda podem levar milhões de pessoas a passar fome nos países em desenvolvimento.
- Um número estimado em 1,5 bilhão de pessoas, ou seja, um quarto da população do mundo, depende diretamente de terra que está sofrendo degradação - disse a FAO em um comunicado de apresentação de um estudo com base em dados coletados em um período de 20 anos.
A degradação da terra por um longo período vem crescendo e afeta mais de 20 por cento de todas as áreas cultivadas, 30 por cento das florestas e 10 por cento dos pastos, afirmou a FAO.
A erosão da terra leva à redução da produtividade, migração, insegurança alimentar, danos a recursos básicos e ao ecossistema e perda de biodiversidade, além de contribuir para a crescente emissão de gases que aquecem o planeta, segundo a agência da ONU.
- A perda de biomassa e de material orgânico no solo libera carbono para a atmosfera e afeta a qualidade do solo e sua habilidade de reter água e nutrientes - disse o diretor da Divisão de Água e Terra da FAO, Parviz Koohafkan.
De acordo com o estudo, o principal fator para a degradação da terra é o mau uso dela.
Fonte - JBOnline
A segurança alimentar ganhou destaque nos últimos meses porque o aumento do preço dos produtos, como resultado de colheitas fracas, baixos estoques, preço elevado dos combustíveis e crescente demanda podem levar milhões de pessoas a passar fome nos países em desenvolvimento.
- Um número estimado em 1,5 bilhão de pessoas, ou seja, um quarto da população do mundo, depende diretamente de terra que está sofrendo degradação - disse a FAO em um comunicado de apresentação de um estudo com base em dados coletados em um período de 20 anos.
A degradação da terra por um longo período vem crescendo e afeta mais de 20 por cento de todas as áreas cultivadas, 30 por cento das florestas e 10 por cento dos pastos, afirmou a FAO.
A erosão da terra leva à redução da produtividade, migração, insegurança alimentar, danos a recursos básicos e ao ecossistema e perda de biodiversidade, além de contribuir para a crescente emissão de gases que aquecem o planeta, segundo a agência da ONU.
- A perda de biomassa e de material orgânico no solo libera carbono para a atmosfera e afeta a qualidade do solo e sua habilidade de reter água e nutrientes - disse o diretor da Divisão de Água e Terra da FAO, Parviz Koohafkan.
De acordo com o estudo, o principal fator para a degradação da terra é o mau uso dela.
Fonte - JBOnline
O que estariam os EUA discutindo a portas fechadas?

Após vinte e cinco anos, ocorreu uma nova reunião a portas fechadas no alto escalão americano, aparentemente relacionada com a candente contestação da recente lei de escutas promulgada nos EUA.
As teorias da conspiração têm corrido o mundo em blogs e emails sobre as reais intenções de seus dirigentes, uma vez que os que são "mantidos no escuro" querem saber e, na ausência de conhecimento, procuram respostas.
Muitos sugerem que a reunião a portas fechadas teria discutido muito mais que as recentes questões de privacidade. A sessão foi apenas a quarta vez em 176 anos que o Congresso fechou as portas para o público.
Os teóricos escreveram que além das questões de vigilância dos particulares, a reunião teria servido para considerar o iminente colapso da economia americana em setembro de 2008, do financiamento público em fevereiro de 2009 e a possibilidade de uma guerra civil nos EUA.
Foi levantada também pelos teóricos a questão dos vários campos construídos por todos os EUA e a possibilidade de retaliação aos governantes e a forma de protegê-los, bem como suas famílias, durante este eventual período de turbulência.
Ainda no campo do "armagedom econômico", teria sido discutida a união dos EUA com Canadá e México e a criação do "AMERO" para as três nações, como solução para este quadro.
Os membros do congresso foram proibidos de revelar o que foi discutido e a ABC News sustentou que os congressistas realmente foram proibidos de falar sobre isso. O problema de se guardar segredo e não conceder as devidas explicações é exatamente este, a imaginação corre solta...
Fonte - Australia.to
As teorias da conspiração têm corrido o mundo em blogs e emails sobre as reais intenções de seus dirigentes, uma vez que os que são "mantidos no escuro" querem saber e, na ausência de conhecimento, procuram respostas.
Muitos sugerem que a reunião a portas fechadas teria discutido muito mais que as recentes questões de privacidade. A sessão foi apenas a quarta vez em 176 anos que o Congresso fechou as portas para o público.
Os teóricos escreveram que além das questões de vigilância dos particulares, a reunião teria servido para considerar o iminente colapso da economia americana em setembro de 2008, do financiamento público em fevereiro de 2009 e a possibilidade de uma guerra civil nos EUA.
Foi levantada também pelos teóricos a questão dos vários campos construídos por todos os EUA e a possibilidade de retaliação aos governantes e a forma de protegê-los, bem como suas famílias, durante este eventual período de turbulência.
Ainda no campo do "armagedom econômico", teria sido discutida a união dos EUA com Canadá e México e a criação do "AMERO" para as três nações, como solução para este quadro.
Os membros do congresso foram proibidos de revelar o que foi discutido e a ABC News sustentou que os congressistas realmente foram proibidos de falar sobre isso. O problema de se guardar segredo e não conceder as devidas explicações é exatamente este, a imaginação corre solta...
Fonte - Australia.to
Senado americano aprova lei que autoriza escutas telefônicas
Medida autoriza a implantação de grampos para combate ao terrorismo; Bush deve assinar lei nos próximos dias
WASHINGTON - O Senado dos Estados Unidos aprovou nesta quarta-feira, 9, uma lei que moderniza uma norma de espionagem e concede imunidade às empresas de telecomunicações que colaboram com o governo na tentativa de identificar suspeitos de terrorismo através de escutas telefônicas. A medida, aprovada com 69 votos a favor e 28 contra, passa agora ao Salão Oval e o presidente americano, George W. Bush, deve promulgá-la nos próximos dias.
Em entrevista no Jardim da Casa Branca, o presidente americano afirmou que, com a aprovação da medida, "agora é mais fácil proteger os cidadãos americanos". "Assinarei em breve a lei", antecipou Bush, que acabou de voltar da cúpula do G8 (sete nações mais ricas do mundo e a Rússia) no Japão.
Ele ressaltou que, com esta lei, "é possível saber o que dizem (os terroristas) e o que estão planejando". Entre outros elementos, a iniciativa autoriza escutas sem a permissão judicial usadas pelas redes dos EUA, sejam de americanos ou de estrangeiros.
Com a votação, o Senado moderniza a chamada Lei de Supervisão de Dados de Inteligência sobre Estrangeiros (Fisa), de 1978, mas que não incluía novas tecnologias de comunicações como celulares, internet e e-mail.
A medida aprovada hoje protege as empresas de telecomunicações de processos milionários de pessoas que alegam que as escutas violam as leis sobre privacidade nos EUA.
Já que a lei poderá ser aplicada de forma retroativa, as companhias que, a pedido do governo, interceptaram as ligações telefônicas e e-mails das pessoas depois dos atentados de 11 de setembro de 2001, se livrarão de cerca de 40 processos desse tipo.
Críticas
A medida gerou duras críticas de defensores das liberdades civis. A União Americana de Liberdades Civis (ACLU) qualificou a lei de "inconstitucional" e de "assalto às liberdades civis e ao direito à privacidade."
O candidato presidencial democrata, Barack Obama, votou a favor da medida, enquanto seu adversário, o republicano John McCain não esteve presente na votação, porque se encontrava em um ato de campanha em Portsmouth (Ohio), segundo fontes legislativas.
Fonte - Estado
Nota DDP:
E as garantias constitucionais americanas continuam caindo...
WASHINGTON - O Senado dos Estados Unidos aprovou nesta quarta-feira, 9, uma lei que moderniza uma norma de espionagem e concede imunidade às empresas de telecomunicações que colaboram com o governo na tentativa de identificar suspeitos de terrorismo através de escutas telefônicas. A medida, aprovada com 69 votos a favor e 28 contra, passa agora ao Salão Oval e o presidente americano, George W. Bush, deve promulgá-la nos próximos dias.
Em entrevista no Jardim da Casa Branca, o presidente americano afirmou que, com a aprovação da medida, "agora é mais fácil proteger os cidadãos americanos". "Assinarei em breve a lei", antecipou Bush, que acabou de voltar da cúpula do G8 (sete nações mais ricas do mundo e a Rússia) no Japão.
Ele ressaltou que, com esta lei, "é possível saber o que dizem (os terroristas) e o que estão planejando". Entre outros elementos, a iniciativa autoriza escutas sem a permissão judicial usadas pelas redes dos EUA, sejam de americanos ou de estrangeiros.
Com a votação, o Senado moderniza a chamada Lei de Supervisão de Dados de Inteligência sobre Estrangeiros (Fisa), de 1978, mas que não incluía novas tecnologias de comunicações como celulares, internet e e-mail.
A medida aprovada hoje protege as empresas de telecomunicações de processos milionários de pessoas que alegam que as escutas violam as leis sobre privacidade nos EUA.
Já que a lei poderá ser aplicada de forma retroativa, as companhias que, a pedido do governo, interceptaram as ligações telefônicas e e-mails das pessoas depois dos atentados de 11 de setembro de 2001, se livrarão de cerca de 40 processos desse tipo.
Críticas
A medida gerou duras críticas de defensores das liberdades civis. A União Americana de Liberdades Civis (ACLU) qualificou a lei de "inconstitucional" e de "assalto às liberdades civis e ao direito à privacidade."
O candidato presidencial democrata, Barack Obama, votou a favor da medida, enquanto seu adversário, o republicano John McCain não esteve presente na votação, porque se encontrava em um ato de campanha em Portsmouth (Ohio), segundo fontes legislativas.
Fonte - Estado
Nota DDP:
E as garantias constitucionais americanas continuam caindo...
Corais ameaçados pelas mudanças climáticas e poluição
De acordo com um estudo publicado na revista científica Science, um terço dos corais do mundo está ameaçado de extinção.
Os principais fatores que ameaçam a sobrevivência dos corais são a alteração do clima, a pesca destrutiva, mudanças que acontecem no habitat com o desenvolvimento da costa e a qualidade da água, afetada pela poluição.
O fenômeno El Niño em 1997 e 1998, que causou o amumento das temperaturas dos oceanos, contribuiu para a extinção de 16% das espécies.
Fonte - Opinião e Notícia
Os principais fatores que ameaçam a sobrevivência dos corais são a alteração do clima, a pesca destrutiva, mudanças que acontecem no habitat com o desenvolvimento da costa e a qualidade da água, afetada pela poluição.
O fenômeno El Niño em 1997 e 1998, que causou o amumento das temperaturas dos oceanos, contribuiu para a extinção de 16% das espécies.
Fonte - Opinião e Notícia
quinta-feira, 10 de julho de 2008
G8: Vaticano aprova medidas para travar aquecimento global
O jornal L'Osservatore Romano manifestou a satisfação do Vaticano com as decisões do G8 destinadas a travar o aquecimento global do planeta reduzindo as emissões de gases com efeito de estufa em 50% até 2050.
Sobre o encontro, que se concluiu hoje no Japão, o jornal do Vaticano destaca um "inédito compromisso em favor do meio ambiente".
Já a confederação internacional da Caritas considera a medida importante, mas não suficiente.
O representante da Caritas Internationalis no G8, Joseph Cornelius Donnelly, afirma em comunicado que a instituição acolhe as medidas tomadas para reforçar os compromissos assumidos, mas frisa que para que o aquecimento global permaneça abaixo de 2 graus centígrados, as emissões de gases devem ser reduzidas em 80% e não 50%.
A Caritas recorda que são os pobres e os marginalizados os mais vulneráveis aos desastres naturais causados ou agravados pelas mudanças climáticas.
"No coração da reunião esteve o triplo choque na economia mundial: os crescentes preços do petróleo, os crescentes preços dos alimentos e a contração do crédito" financeiro, resumiu o primeiro-ministro britânico, Gordon Brown.
Fonte - Ecclesia
Nota DDP:
Outra questão de suma imprtância ao Vaticano. Outra "oportunidade", como considerado no post anterior. Algumas pessoas ainda não entenderam que de fato o clima está alterado, no entanto, o que se contesta é o alarde e a dureza das eventuais medidas que podem se descortinar no horizonte da humanidade, quando não se tem nenhuma certeza da participação humana no quadro em questão, principalmente a ponto de cercear-se direitos individuais a favor do coletivo.
Sobre o encontro, que se concluiu hoje no Japão, o jornal do Vaticano destaca um "inédito compromisso em favor do meio ambiente".
Já a confederação internacional da Caritas considera a medida importante, mas não suficiente.
O representante da Caritas Internationalis no G8, Joseph Cornelius Donnelly, afirma em comunicado que a instituição acolhe as medidas tomadas para reforçar os compromissos assumidos, mas frisa que para que o aquecimento global permaneça abaixo de 2 graus centígrados, as emissões de gases devem ser reduzidas em 80% e não 50%.
A Caritas recorda que são os pobres e os marginalizados os mais vulneráveis aos desastres naturais causados ou agravados pelas mudanças climáticas.
"No coração da reunião esteve o triplo choque na economia mundial: os crescentes preços do petróleo, os crescentes preços dos alimentos e a contração do crédito" financeiro, resumiu o primeiro-ministro britânico, Gordon Brown.
Fonte - Ecclesia
Nota DDP:
Outra questão de suma imprtância ao Vaticano. Outra "oportunidade", como considerado no post anterior. Algumas pessoas ainda não entenderam que de fato o clima está alterado, no entanto, o que se contesta é o alarde e a dureza das eventuais medidas que podem se descortinar no horizonte da humanidade, quando não se tem nenhuma certeza da participação humana no quadro em questão, principalmente a ponto de cercear-se direitos individuais a favor do coletivo.
Santa Sé pede respostas para crise global
O Vaticano pediu uma acção "imediata e eficaz para combater as causas da fome no mundo". Entre outras acções, "devem acelerar-se as reformas agrárias nos países em vias de desenvolvimento".
A posição foi tomada pelo Observador do Vaticano na ONU, Arcebispo Celestino Migliore, num discurso pronunciado em Nova Iorque, a 2 de Julho passado, e difundido ontem pela sala de imprensa da Santa Sé.
“Economias míopes, políticas agrícolas e energéticas erradas são as principais causas da crise", disse o representante do Papa nas Nações Unidas.
O Arcebispo italiano também citou o aumento da especulação financeira sobre as matérias-primas e a alta incontrolável do preço do petróleo, além das adversas condições climáticas.
“Temos de trabalhar agora para assegurar que toda a discussão seja acompanhada por uma acção imediata e eficaz. Sem tudo isso, os encontros não seriam mais que um mero exercício de retórica e um modo de postergar nossas responsabilidades", alertou.
“É difícil pensar que, num mundo no qual se gasta mais de 1,3 biliões de dólares por ano em armamentos, não se disponha dos fundos necessários para cobrir as necessidades imediatas das pessoas”, lamentou D. Migliore, para quem “não há razões para não actuar”.
A médio e longo prazo, disse, “a ajuda económica de emergência inicial deve ser acompanhada de um esforço conjunto para investir num programa agrícola sustentável de âmbito local e internacional”.
Para este responsável, a actual crise representa “uma oportunidade para que a comunidade global esteja unida e assuma as próprias responsabilidades diante dos seus semelhantes”.
Fonte - Ecclesia
Nota DDP:
Variante das considerações traçadas no post anterior. De fato, a crise é uma "oportunidade" para que a comunidade global esteja "unida" e, olhando para o arco da história, percebe-se com clareza o que acontece nestes momentos de "união"...
A posição foi tomada pelo Observador do Vaticano na ONU, Arcebispo Celestino Migliore, num discurso pronunciado em Nova Iorque, a 2 de Julho passado, e difundido ontem pela sala de imprensa da Santa Sé.
“Economias míopes, políticas agrícolas e energéticas erradas são as principais causas da crise", disse o representante do Papa nas Nações Unidas.
O Arcebispo italiano também citou o aumento da especulação financeira sobre as matérias-primas e a alta incontrolável do preço do petróleo, além das adversas condições climáticas.
“Temos de trabalhar agora para assegurar que toda a discussão seja acompanhada por uma acção imediata e eficaz. Sem tudo isso, os encontros não seriam mais que um mero exercício de retórica e um modo de postergar nossas responsabilidades", alertou.
“É difícil pensar que, num mundo no qual se gasta mais de 1,3 biliões de dólares por ano em armamentos, não se disponha dos fundos necessários para cobrir as necessidades imediatas das pessoas”, lamentou D. Migliore, para quem “não há razões para não actuar”.
A médio e longo prazo, disse, “a ajuda económica de emergência inicial deve ser acompanhada de um esforço conjunto para investir num programa agrícola sustentável de âmbito local e internacional”.
Para este responsável, a actual crise representa “uma oportunidade para que a comunidade global esteja unida e assuma as próprias responsabilidades diante dos seus semelhantes”.
Fonte - Ecclesia
Nota DDP:
Variante das considerações traçadas no post anterior. De fato, a crise é uma "oportunidade" para que a comunidade global esteja "unida" e, olhando para o arco da história, percebe-se com clareza o que acontece nestes momentos de "união"...
Santa Sé e Grã-Bretanha pedem «coalizão mundial» contra pobreza
CIDADE DO VATICANO, terça-feira, 8 de julho de 2008 (ZENIT.org).- A Grã-Bretanha e a Santa Sé reafirmaram a necessidade de que a comunidade internacional não abandone o empenho em diminuir radicalmente a pobreza no mundo antes de 2015, um dos Objetivos do Milênio estabelecido pelas Nações Unidas em 2000.
Uma troca de cartas por parte do primeiro-ministro Britânico, Gordon Brown, e o secretário de Estado vaticano, cardeal Tarcisio Bertone, publicada ontem pelo L’Osservatore Romano, manifesta a preocupação de ambos países pela dificuldade de que este objetivo seja alcançado no prazo previsto.
Em 23 de maio passado, Gordon Brown enviou ao Papa Bento XVI uma carta na qual, diante da reunião do G8 que começou ontem no Japão, reconheceu que «no estado atual não estamos no caminho correto para alcançar os Objetivos de Desenvolvimento do Milênio até 2015».
«Não estamos honrando os compromissos adotados no ano 2000», acrescenta.
Diante dessa situação, Brown propõe ao Papa que dedique uma maior atenção aos encontros que acontecerão no segundo semestre deste ano, em particular à próxima Reunião das Nações Unidas, prevista para o próximo dia 25 de setembro, «para estimular a comunidade internacional a acelerar o passo para o cumprimento dos Objetivos».
«Creio que sem uma ação concertada este ano, os Objetivos do Milênio cairão da agenda política, e se perderá, para outra geração, a oportunidade de manter as promessas que fizemos ao mundo em vias de desenvolvimento», adverte Brown.
«Estamos determinados a evitar que isso aconteça, e estamos criando uma coalizão global para estar à altura dos compromissos adquiridos em 2000.»
O primeiro-ministro inglês pede ao Papa que, «nas próximas semanas e meses, eleve sua voz a favor desses esforços», e anuncia uma visita ao Vaticano para «prosseguir com nossa estreita colaboração relativa ao desenvolvimento internacional».
O cardeal Bertone respondeu a esta carta em nome do Papa Bento XVI, e nela ele se refere ao discurso papal dirigido à Conferência de Alto Nível sobre a Segurança Alimentar Mundial (3 de junho passado), na qual o pontífice pedia um «esforço valente» para «globalizar as esperanças de solidariedade».
«É de desejar que se preste a devida atenção ao respeito da dignidade humana em todas as negociações, em todas as decisões e em suas formas de realização, de maneira que os frutos da criação sejam acessíveis a todos e a todas as gerações.»
«Só um senso responsável e profundo de generosidade garantirá o cumprimento dos Objetivos do Milênio na data prevista», assegura o cardeal Bertone.
Desta forma, o purpurado assegura que o Papa «reza para que os encontros internacionais da segunda metade do ano possam oferecer uma resposta eficaz à crise econômica que aflige diversas regiões do planeta e tornem operativo um plano internacional de ação programado e dirigido a libertar o mundo da pobreza extrema, da praga da fome e da falta de assistência médica geral».
A contribuição da Igreja
O primeiro-ministro britânico recorda em sua carta as numerosas intervenções do Papa, neste sentido, na FAO (Roma, 3 de junho, na Assembléia Geral das Nações Unidas; Nova York, 18 de abril), assim como sua exortação ao mundo industrializado a trabalhar pelos Objetivos do Milênio (6 de junho de 2007).
Em tais intervenções, afirma o primeiro-ministro, «o senhor falou incisivamente dos desafios que nosso mundo deve enfrentar e da responsabilidade, própria dos que ocupamos posições dirigentes, de cooperar na promoção da solidariedade nas regiões mais vulneráveis do mundo».
Recorda também o apoio mostrado pela delegação da Santa Sé à sua intervenção em favor do cumprimento dos Objetivos em 31 de julho de 2007 ante as Nações Unidas.
Brown fez referência à colaboração mantida por ambos Estados em matéria de ajuda ao desenvolvimento nos últimos anos, e teve uma particular lembrança do apoio que o Papa João Paulo II ofereceu ao Mecanismo Financeiro Internacional, que recolheu até hoje 4 bilhões de dólares para vacinar cerca de 500 milhões de crianças do Terceiro Mundo.
Alude em outro momento à saudação, em 9 de fevereiro de 2007, por parte do Papa, aos mantenedores do projeto Advanced Market Commitment para a pesquisa de vacinas para curar doenças nos países em vias de desenvolvimento, entre os quais se encontra o próprio Brown.
«As comunidades de fé são essenciais para alcançar os Objetivos do Milênio – assinala Brown –, porque em muitas partes do mundo são elas as que oferecem muitos serviços essenciais, particularmente no campo da saúde e da educação.»
«Sem sua contribuição, e em particular a dos organismos da Igreja Católica, não poderíamos nunca alcançar os Objetivos», acrescenta.
Fonte - Zenit
Nota DDP:
Reitero o comentário que fiz ontem no post "O evangelismo papal":
Ouvindo hoje pela manhã os comentários do Pr. Bullon sobre o estudo da lição desta semana, chamou-me a atenção suas considerações acerca dos desafios da evangelização na janela 10/40, onde é muito difícil a penetração do Evangelho. Solução? Ações humanitárias. O papa quer se fazer ouvido pela mesma via, seja em lugares onde o Evangelho não possui penetração, seja naqueles onde já entrou. Como? Escorado nos esforços de organismos internacionais, que embora em sua maioria se definam como laicos, na verdade estão promovendo o cristianismo romano.
Não como se negar que o poder romano pesa cada vez mais no cenário internacional...
Uma troca de cartas por parte do primeiro-ministro Britânico, Gordon Brown, e o secretário de Estado vaticano, cardeal Tarcisio Bertone, publicada ontem pelo L’Osservatore Romano, manifesta a preocupação de ambos países pela dificuldade de que este objetivo seja alcançado no prazo previsto.
Em 23 de maio passado, Gordon Brown enviou ao Papa Bento XVI uma carta na qual, diante da reunião do G8 que começou ontem no Japão, reconheceu que «no estado atual não estamos no caminho correto para alcançar os Objetivos de Desenvolvimento do Milênio até 2015».
«Não estamos honrando os compromissos adotados no ano 2000», acrescenta.
Diante dessa situação, Brown propõe ao Papa que dedique uma maior atenção aos encontros que acontecerão no segundo semestre deste ano, em particular à próxima Reunião das Nações Unidas, prevista para o próximo dia 25 de setembro, «para estimular a comunidade internacional a acelerar o passo para o cumprimento dos Objetivos».
«Creio que sem uma ação concertada este ano, os Objetivos do Milênio cairão da agenda política, e se perderá, para outra geração, a oportunidade de manter as promessas que fizemos ao mundo em vias de desenvolvimento», adverte Brown.
«Estamos determinados a evitar que isso aconteça, e estamos criando uma coalizão global para estar à altura dos compromissos adquiridos em 2000.»
O primeiro-ministro inglês pede ao Papa que, «nas próximas semanas e meses, eleve sua voz a favor desses esforços», e anuncia uma visita ao Vaticano para «prosseguir com nossa estreita colaboração relativa ao desenvolvimento internacional».
O cardeal Bertone respondeu a esta carta em nome do Papa Bento XVI, e nela ele se refere ao discurso papal dirigido à Conferência de Alto Nível sobre a Segurança Alimentar Mundial (3 de junho passado), na qual o pontífice pedia um «esforço valente» para «globalizar as esperanças de solidariedade».
«É de desejar que se preste a devida atenção ao respeito da dignidade humana em todas as negociações, em todas as decisões e em suas formas de realização, de maneira que os frutos da criação sejam acessíveis a todos e a todas as gerações.»
«Só um senso responsável e profundo de generosidade garantirá o cumprimento dos Objetivos do Milênio na data prevista», assegura o cardeal Bertone.
Desta forma, o purpurado assegura que o Papa «reza para que os encontros internacionais da segunda metade do ano possam oferecer uma resposta eficaz à crise econômica que aflige diversas regiões do planeta e tornem operativo um plano internacional de ação programado e dirigido a libertar o mundo da pobreza extrema, da praga da fome e da falta de assistência médica geral».
A contribuição da Igreja
O primeiro-ministro britânico recorda em sua carta as numerosas intervenções do Papa, neste sentido, na FAO (Roma, 3 de junho, na Assembléia Geral das Nações Unidas; Nova York, 18 de abril), assim como sua exortação ao mundo industrializado a trabalhar pelos Objetivos do Milênio (6 de junho de 2007).
Em tais intervenções, afirma o primeiro-ministro, «o senhor falou incisivamente dos desafios que nosso mundo deve enfrentar e da responsabilidade, própria dos que ocupamos posições dirigentes, de cooperar na promoção da solidariedade nas regiões mais vulneráveis do mundo».
Recorda também o apoio mostrado pela delegação da Santa Sé à sua intervenção em favor do cumprimento dos Objetivos em 31 de julho de 2007 ante as Nações Unidas.
Brown fez referência à colaboração mantida por ambos Estados em matéria de ajuda ao desenvolvimento nos últimos anos, e teve uma particular lembrança do apoio que o Papa João Paulo II ofereceu ao Mecanismo Financeiro Internacional, que recolheu até hoje 4 bilhões de dólares para vacinar cerca de 500 milhões de crianças do Terceiro Mundo.
Alude em outro momento à saudação, em 9 de fevereiro de 2007, por parte do Papa, aos mantenedores do projeto Advanced Market Commitment para a pesquisa de vacinas para curar doenças nos países em vias de desenvolvimento, entre os quais se encontra o próprio Brown.
«As comunidades de fé são essenciais para alcançar os Objetivos do Milênio – assinala Brown –, porque em muitas partes do mundo são elas as que oferecem muitos serviços essenciais, particularmente no campo da saúde e da educação.»
«Sem sua contribuição, e em particular a dos organismos da Igreja Católica, não poderíamos nunca alcançar os Objetivos», acrescenta.
Fonte - Zenit
Nota DDP:
Reitero o comentário que fiz ontem no post "O evangelismo papal":
Ouvindo hoje pela manhã os comentários do Pr. Bullon sobre o estudo da lição desta semana, chamou-me a atenção suas considerações acerca dos desafios da evangelização na janela 10/40, onde é muito difícil a penetração do Evangelho. Solução? Ações humanitárias. O papa quer se fazer ouvido pela mesma via, seja em lugares onde o Evangelho não possui penetração, seja naqueles onde já entrou. Como? Escorado nos esforços de organismos internacionais, que embora em sua maioria se definam como laicos, na verdade estão promovendo o cristianismo romano.
Não como se negar que o poder romano pesa cada vez mais no cenário internacional...
O que está em risco não é o clima, mas a liberdade
Vivemos tempos estranhos. Um inverno excepcionalmente quente é suficiente – desconsiderando o fato de que no decorrer do século XX a temperatura global cresceu apenas 0,6 por cento – para que os ambientalistas e seus seguidores sugiram medidas radicais para fazer algo – e fazê-lo já – quanto ao clima. No ano passado, o dito “documentário” de Al-Gore foi exibido em cinemas no mundo todo, o relatório britânico Stern – mais ou menos de Tony Blair – foi publicado, o quarto relatório do Painel Intergovernamental das Nações Unidas sobre Mudanças Climáticas foi concretizado e a conferência do Grupo dos Oito anunciou a vontade de se fazer algo em relação ao clima. As pessoas racionais e defensoras da liberdade devem se pronunciar. Os ditames do politicamente correto são rígidos e apenas uma verdade autorizada, não pela primeira vez na história, nos é imposta. Todo o resto é denunciado.
O escritor Michael Crichton declarou de forma clara: “O maior desafio que enfrenta a humanidade é distinguir a realidade da fantasia, a verdade da popaganda”. Eu entendo da mesma maneira, porque a histeria do aquecimento global tornou-se o maior exemplo do problema da verdade versus a propaganda. Requer-se coragem para opor-se à verdade “estabelecida”, embora muitas pessoas – incluindo cientistas renomados – vejam a questão das mudanças climáticas de forma totalmente diversa. Eles protestam contra a arrogância daqueles que defendem a hipótese do aquecimento global estar relacionado às atividades humanas.
Como alguém que viveu sob o comunismo a maior parte da sua vida, sinto-me obrigado a dizer que vejo no ambicioso ambientalismo, e não no comunismo, a maior ameaça à liberdade, à democracia, à economia de mercado e à prosperidade, hoje. Esta ideologia quer substituir a evolução livre e espontânea da humanidade por algum tipo de planejamento central (agora global).
Os ambientalistas pedem por ação política imediata porque eles não acreditam no impacto positivo do crescimento econômico a longo prazo, e ignoram tanto o progresso tecnológico de que as futuras gerações sem dúvida usufruirão como o fato comprovado de que, quanto maior a riqueza da sociedade, maior é a qualidade do meio ambiente. Eles são malthusianos pessimistas.
...
A questão do aquecimento global tem mais a ver com ciências sociais do que naturais, e mais a ver com o homem e a sua liberdade do que com a variação de décimos de um grau Celsius na temperatura média global.
...
Fonte Mídia Sem Máscara
Nota Resta uma Esperança: Este texto é de autoria do Presidente da República Tcheca, Václav Klaus, foi publicado na Financial Times UK, você pode ler o texto original em Inglês clicando aqui. E realmente ele têm toda razão. Na verdade parece que os países mais ricos do mundo desejam que exista mais pressões da mídia, dos ecologistas e principalmente das religiões para que, desta forma, seja tirada a liberdade das pessoas sem que haja reclamações. Eles adiando as decisões certamente as catástrofes se tornarão mais intensas e mais devastadoras, sendo solicitado pela própria população mundial que tirem deles a liberdade e a Igreja dará total apoio para o bem do Planeta. Precisamos orar muito aos pés de Cristo para que possa ser dado ao povo fiel oportunidade de arrependimento e escape, pois as coisas ficarão muito piores.
O escritor Michael Crichton declarou de forma clara: “O maior desafio que enfrenta a humanidade é distinguir a realidade da fantasia, a verdade da popaganda”. Eu entendo da mesma maneira, porque a histeria do aquecimento global tornou-se o maior exemplo do problema da verdade versus a propaganda. Requer-se coragem para opor-se à verdade “estabelecida”, embora muitas pessoas – incluindo cientistas renomados – vejam a questão das mudanças climáticas de forma totalmente diversa. Eles protestam contra a arrogância daqueles que defendem a hipótese do aquecimento global estar relacionado às atividades humanas.
Como alguém que viveu sob o comunismo a maior parte da sua vida, sinto-me obrigado a dizer que vejo no ambicioso ambientalismo, e não no comunismo, a maior ameaça à liberdade, à democracia, à economia de mercado e à prosperidade, hoje. Esta ideologia quer substituir a evolução livre e espontânea da humanidade por algum tipo de planejamento central (agora global).
Os ambientalistas pedem por ação política imediata porque eles não acreditam no impacto positivo do crescimento econômico a longo prazo, e ignoram tanto o progresso tecnológico de que as futuras gerações sem dúvida usufruirão como o fato comprovado de que, quanto maior a riqueza da sociedade, maior é a qualidade do meio ambiente. Eles são malthusianos pessimistas.
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A questão do aquecimento global tem mais a ver com ciências sociais do que naturais, e mais a ver com o homem e a sua liberdade do que com a variação de décimos de um grau Celsius na temperatura média global.
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Fonte Mídia Sem Máscara
Nota Resta uma Esperança: Este texto é de autoria do Presidente da República Tcheca, Václav Klaus, foi publicado na Financial Times UK, você pode ler o texto original em Inglês clicando aqui. E realmente ele têm toda razão. Na verdade parece que os países mais ricos do mundo desejam que exista mais pressões da mídia, dos ecologistas e principalmente das religiões para que, desta forma, seja tirada a liberdade das pessoas sem que haja reclamações. Eles adiando as decisões certamente as catástrofes se tornarão mais intensas e mais devastadoras, sendo solicitado pela própria população mundial que tirem deles a liberdade e a Igreja dará total apoio para o bem do Planeta. Precisamos orar muito aos pés de Cristo para que possa ser dado ao povo fiel oportunidade de arrependimento e escape, pois as coisas ficarão muito piores.
Riscos de recessão ameaçam o país
A Câmara Britânica de Comércio (BCC, na sigla em inglês) alertou que a Inglaterra sofre um sério risco de entrar em recessão. Uma série de novos indícios sugere que a economia inglesa está desacelerando de forma muito mais acentuada do que o esperado.
A BCC ressaltou que o setor de serviços inglês está em forte declínio. Mais empresas apresentaram uma queda do que um aumento das vendas durante o segundo trimestre deste ano. É primeira vez que este índice fica negativo desde 1990.
O assessor econômico da BCC, David Kern, disse que as perspectivas são sombrias, e que a Câmara Britânica de Comércio acredita que o período de correção pode ser mais longo e mais grave do que se acreditava.
Fonte - Opinião e Notícia
Nota DDP:
Mais sobre o tema em "Crise atinge economia britânica" e "Mais uma vez a economia e a profecia".
A BCC ressaltou que o setor de serviços inglês está em forte declínio. Mais empresas apresentaram uma queda do que um aumento das vendas durante o segundo trimestre deste ano. É primeira vez que este índice fica negativo desde 1990.
O assessor econômico da BCC, David Kern, disse que as perspectivas são sombrias, e que a Câmara Britânica de Comércio acredita que o período de correção pode ser mais longo e mais grave do que se acreditava.
Fonte - Opinião e Notícia
Nota DDP:
Mais sobre o tema em "Crise atinge economia britânica" e "Mais uma vez a economia e a profecia".
Terceira reunião inter-religiosa antes do G8
Já é a terceira reunião dos representantes das principais religiões mundiais que antecede a reunião anual do G8, o grupo dos oito países mais industrializados do mundo, que ocorreu nos dias 7 e 8 de julho. Nessa, como nas reuniões anteriores, os religiosos elaboram um documento (que não está sendo divulgado) para entregar aos líderes políticos desses países. A reunião do G8 este ano é no Japão, assim como a dos religiosos. Os temas sobre os quais os religiosos debateram foi: pobreza, mudança climática e a violência. Na verdade está havendo a formação de condições para ações conjuntas entre os religiosos e os políticos, para redirecionar o planeta para a “paz e segurança”. O objetivo imediato é criar condições para a Globalização, ou seja, a realização de negócios internacionais pelos grandes empresários. Porém, o que eles não sabem é que estão contribuindo para ressuscitar o poder que deseja levar o mundo a adoração a satanás, e combater o povo de DEUS, eliminando-o.
Estiveram na reunião representantes das tradições anglicana, luterana, reformada e católica, assim como representantes do islamismo, judaísmo, budismo, hinduísmo, xintoísmo e religiões autóctones. Um documento, que está previsto que seja adotado durante a reunião religiosa de Sapporo, será apresentado ao governo japonês e aos dirigentes dos países do G8.
Fonte: ZENIT
2008-07-08
Fonte - Cristo Voltará
Estiveram na reunião representantes das tradições anglicana, luterana, reformada e católica, assim como representantes do islamismo, judaísmo, budismo, hinduísmo, xintoísmo e religiões autóctones. Um documento, que está previsto que seja adotado durante a reunião religiosa de Sapporo, será apresentado ao governo japonês e aos dirigentes dos países do G8.
Fonte: ZENIT
2008-07-08
Fonte - Cristo Voltará
Lei proíbe manifestação contra o poder papal
Uma nova lei vai permitir que as autoridades australianas proíbam, e eventualmente prendam, pessoas que provocarem os fiéis e peregrinos que estiverem em Sydney durante a visita do Papa no fim de julho, informa nesta quarta, a agência AP.
A nova regulamentação prevê multa de até US$ 5,3 mil (R$ 8,5 mil). A reação popular foi imediata e a cidade recebeu um pequeno protesto de um grupo que fez pouco caso da nova lei. Na manifestação cartazes e camisetas questionavam a existência de Deus.
O papa Bento XVI desembarca em Sydney no dia 15 de julho para participar do Dia Mundial da Juventude que acontece na cidade até o dia 20. O evento espera atrair pelo menos 125 estrangeiros.
Fonte: Terra
NOTA: É muito importante manter a lei e a ordem dentro das sociedades. Todavia, proibir a livre manifestação do pensamento é um ato arbitrário e remonta à Idade Média (ainda mais preocupante é o fato desta lei ter sido aprovada em benefício do poder papal).
Fonte - Minuto Profético
A nova regulamentação prevê multa de até US$ 5,3 mil (R$ 8,5 mil). A reação popular foi imediata e a cidade recebeu um pequeno protesto de um grupo que fez pouco caso da nova lei. Na manifestação cartazes e camisetas questionavam a existência de Deus.
O papa Bento XVI desembarca em Sydney no dia 15 de julho para participar do Dia Mundial da Juventude que acontece na cidade até o dia 20. O evento espera atrair pelo menos 125 estrangeiros.
Fonte: Terra
NOTA: É muito importante manter a lei e a ordem dentro das sociedades. Todavia, proibir a livre manifestação do pensamento é um ato arbitrário e remonta à Idade Média (ainda mais preocupante é o fato desta lei ter sido aprovada em benefício do poder papal).
Fonte - Minuto Profético
terça-feira, 8 de julho de 2008
ONU pede aos EUA que lidere luta contra aquecimento global
SAPPORO, Japão (AFP) — O secretário-geral da ONU, Ban Ki-moon, pediu nesta segunda-feira aos Estados Unidos que assumam um papel de liderança na luta contra o aquecimento global, em entrevista à AFP no avião a caminho da reunião de cúpula do G8 no Japão.
"Isso é o que toda a comunidade internacional espera dos Estados Unidos", insistiu Ban.
...
Fonte AFP
Nota Resta uma Esperança: Não podia ser diferente. As coisas estão caminhando para o desfecho final da história deste Planeta. A Igreja Romana (Primeira Besta) tem curado sua ferida mortal e agora mais do que nunca tem mostrado que está curada totalmente. Os EUA (Segunda Besta) tem dado fôlego de vida para a primeira. Bento XVI e Bush estão de braços dados, é só acompanhar as notícias (Leia esta - Casa Branca diz que encontro Papa-Bush foi 'maravilhoso'). Não é segredo que o Papa prega o domingo como uma das soluções para o Aquecimento Global (Leia - Sentido Ecológico do Domingo). Agora os EUA (Bush seu presidente) é convocado para assumir uma posição contra o Aquecimento Global. Qual será as soluções tomadas por Bush que é aliado de Bento XVI contra o Aquecimento Global? A Segunda Besta irá fazer uma imagem à Primeira Besta que fora ferida de morte e recuperou a vida. (Apocalipse 13 - Leia todo o capítulo) O sinal da Besta será imposto brevemente. A Hora de colocar a vida aos pés de Cristo chegou. Busquemos arduamente o perdão de nossos pecados e abandonemo-os para sempre.
"Isso é o que toda a comunidade internacional espera dos Estados Unidos", insistiu Ban.
...
Fonte AFP
Nota Resta uma Esperança: Não podia ser diferente. As coisas estão caminhando para o desfecho final da história deste Planeta. A Igreja Romana (Primeira Besta) tem curado sua ferida mortal e agora mais do que nunca tem mostrado que está curada totalmente. Os EUA (Segunda Besta) tem dado fôlego de vida para a primeira. Bento XVI e Bush estão de braços dados, é só acompanhar as notícias (Leia esta - Casa Branca diz que encontro Papa-Bush foi 'maravilhoso'). Não é segredo que o Papa prega o domingo como uma das soluções para o Aquecimento Global (Leia - Sentido Ecológico do Domingo). Agora os EUA (Bush seu presidente) é convocado para assumir uma posição contra o Aquecimento Global. Qual será as soluções tomadas por Bush que é aliado de Bento XVI contra o Aquecimento Global? A Segunda Besta irá fazer uma imagem à Primeira Besta que fora ferida de morte e recuperou a vida. (Apocalipse 13 - Leia todo o capítulo) O sinal da Besta será imposto brevemente. A Hora de colocar a vida aos pés de Cristo chegou. Busquemos arduamente o perdão de nossos pecados e abandonemo-os para sempre.
Desafios às religiões num mundo pluralista e desigual
Tolerância é a capacidade de aceitar o diferente. Não confundir com o divergente. Intolerância é não suportar a pluralidade de opiniões e posições, crenças e idéias, como se a verdade fizesse morada em mim e todos devessem buscar a luz sob o meu teto.
Conta a parábola que um pregador reuniu milhares de chineses para pregar-lhes a verdade. Ao final do sermão, em vez de aplausos houve um grande silêncio. Até que uma voz se levantou ao fundo: "O que o senhor disse não é a verdade". O pregador indignou-se: "Como não é verdade? Eu anunciei o que foi revelado pelos céus!" O objetante retrucou: "Existem três verdades. A do senhor, a minha e a verdade verdadeira. Nós dois, juntos, devemos buscar a verdade verdadeira". Só os intolerantes se julgam donos da verdade. Todo intolerante é um inseguro. Por isso, aferra-se a seus caprichos como um náufrago à tábua que o mantém à tona. Não é capaz de ver o outro como outro. A seus olhos, o outro é um concorrente, um inimigo. Ou um potencial discípulo que deve acatar docilmente suas opiniões.
Tolerância não é sinônimo de tolice. O tolerante não desata tempestade em copo d’água, e jamais cede quando se trata de defender a justiça, a dignidade e a honra, bem como o direito de cada um ter seus princípios e agir conforme sua consciência, desde que isso não resulte em opressão ou exclusão, humilhação ou morte. Das intolerâncias, a mais repugnante é a religiosa, pois divide o que Deus uniu, incentiva disputas e guerras, dissemina ódio em vez do amor. Só o amor torna um coração verdadeiramente tolerante. Porque quem ama não contabiliza ações e reações do ser amado e faz da sua vida um gesto de doação.
Frei dominicano. Escritor.
Fonte SRZD
Nota Resta uma Esperança: Este é um pequeno recado para os intolerantes religiosos que acreditam que possuem a Verdade Absoluta. O caldo está engrossando. A fogueira está prestes a acender novamente.
Conta a parábola que um pregador reuniu milhares de chineses para pregar-lhes a verdade. Ao final do sermão, em vez de aplausos houve um grande silêncio. Até que uma voz se levantou ao fundo: "O que o senhor disse não é a verdade". O pregador indignou-se: "Como não é verdade? Eu anunciei o que foi revelado pelos céus!" O objetante retrucou: "Existem três verdades. A do senhor, a minha e a verdade verdadeira. Nós dois, juntos, devemos buscar a verdade verdadeira". Só os intolerantes se julgam donos da verdade. Todo intolerante é um inseguro. Por isso, aferra-se a seus caprichos como um náufrago à tábua que o mantém à tona. Não é capaz de ver o outro como outro. A seus olhos, o outro é um concorrente, um inimigo. Ou um potencial discípulo que deve acatar docilmente suas opiniões.
Tolerância não é sinônimo de tolice. O tolerante não desata tempestade em copo d’água, e jamais cede quando se trata de defender a justiça, a dignidade e a honra, bem como o direito de cada um ter seus princípios e agir conforme sua consciência, desde que isso não resulte em opressão ou exclusão, humilhação ou morte. Das intolerâncias, a mais repugnante é a religiosa, pois divide o que Deus uniu, incentiva disputas e guerras, dissemina ódio em vez do amor. Só o amor torna um coração verdadeiramente tolerante. Porque quem ama não contabiliza ações e reações do ser amado e faz da sua vida um gesto de doação.
Frei dominicano. Escritor.
Fonte SRZD
Nota Resta uma Esperança: Este é um pequeno recado para os intolerantes religiosos que acreditam que possuem a Verdade Absoluta. O caldo está engrossando. A fogueira está prestes a acender novamente.
O evangelismo papal
"Globalização da solidariedade": O pedido da Santa Sé ao premiê britânico
Cidade do Vaticano, 08 jul (RV) - Por ocasião do G8, em andamento no Japão, Santa Sé e Grã-Bretanha se corresponderam sobre temas de interesse mundial.
O primeiro a escrever foi o primeiro-ministro britânico, Gordon Brown, que enviou em 23 de maio uma carta a Bento XVI. Nela, pede o apoio do pontífice para a criação de uma ampla coalizão internacional que garanta a realização dos Objetivos do Milênio.
...
Fonte - Radio Vaticano
Papa pede maior empenho contra pobreza
CASTEL GANDOLFO, domingo, 6 de julho de 2008 (ZENIT.org).- O Papa Bento XVI uniu-se neste domingo ao «chamado à solidariedade» feito pelos bispos antes da reunião dos Chefes de Estado e de Governo dos países membros do G8, que se encontram a partir de amanhã no Japão.
...
Fonte - Zenit
Nota DDP:
Ouvindo hoje pela manhã os comentários do Pr. Bullon sobre o estudo da lição desta semana, chamou-me a atenção suas considerações acerca dos desafios da evangelização na janela 10/40, onde é muito difícil a penetração do Evangelho. Solução? Ações humanitárias. O papa quer se fazer ouvido pela mesma via, seja em lugares onde o Evangelho não possui penetração, seja naqueles onde já entrou. Como? Escorado nos esforços de organismos internacionais, que embora em sua maioria se definam como laicos, na verdade estão promovendo o cristianismo romano.
Cidade do Vaticano, 08 jul (RV) - Por ocasião do G8, em andamento no Japão, Santa Sé e Grã-Bretanha se corresponderam sobre temas de interesse mundial.
O primeiro a escrever foi o primeiro-ministro britânico, Gordon Brown, que enviou em 23 de maio uma carta a Bento XVI. Nela, pede o apoio do pontífice para a criação de uma ampla coalizão internacional que garanta a realização dos Objetivos do Milênio.
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Fonte - Radio Vaticano
Papa pede maior empenho contra pobreza
CASTEL GANDOLFO, domingo, 6 de julho de 2008 (ZENIT.org).- O Papa Bento XVI uniu-se neste domingo ao «chamado à solidariedade» feito pelos bispos antes da reunião dos Chefes de Estado e de Governo dos países membros do G8, que se encontram a partir de amanhã no Japão.
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Fonte - Zenit
Nota DDP:
Ouvindo hoje pela manhã os comentários do Pr. Bullon sobre o estudo da lição desta semana, chamou-me a atenção suas considerações acerca dos desafios da evangelização na janela 10/40, onde é muito difícil a penetração do Evangelho. Solução? Ações humanitárias. O papa quer se fazer ouvido pela mesma via, seja em lugares onde o Evangelho não possui penetração, seja naqueles onde já entrou. Como? Escorado nos esforços de organismos internacionais, que embora em sua maioria se definam como laicos, na verdade estão promovendo o cristianismo romano.
Calor derrete geleira argentina gigante
O aquecimento global é o provável culpado de um espetáculo fora de época na Argentina, onde a geleira Perito Moreno, próxima ao lago Argentino, na região da Patagônia, começou a se romper pela primeira vez durante o inverno.
O fenômeno normalmente é observado de novembro a abril, quando a região tem temperaturas mais altas e atrai milhares de turistas à região. A última ruptura havia ocorrido em março de 2006. Ontem, caíram grandes pedaços de gelo e o rompimento do bloco era esperado para a noite de ontem ou durante o dia de hoje.
"Esta é a primeira vez que a geleira se rompe no inverno", afirmou Carlos Corvalán, diretor do Parque Nacional Los Glaciares, onde fica a geleira, 2.800 km a sudoeste da capital Buenos Aires.
"Deve estar relacionado com o aquecimento global, pois o aumento de temperatura afeta a resistência do gelo. O gelo não deve ter mais a mesma dureza que de costume, já que sempre se rompe no verão, quando está mais fraco", disse Corvalán à imprensa local.
Com uma superfície de 275 km2 e 60 metros de altura, a Perito Moreno é a mais conhecida entre as 356 geleiras do parque nacional e forma parte do sistema chamado de Gelos Continentais. Em períodos que variam de quatro a seis anos, o bloco de gelo avança sobre o lago Argentino, se prende ao continente, e rompe depois com a pressão da água, normalmente no verão.
O rompimento das geleiras ocorre por conta de seu próprio peso, quando há perda de gelo na parte inferior. Infiltrações de água penetram os blocos de gelo até que eles se desprendem das geleiras. Ontem, caíram grandes pedaços da "ponte" de gelo arqueada que resta ao fim do fenômeno.
Além do fenômeno fora de época, as mudanças no clima também vêm reduzindo a área ocupada pelas geleiras. Nos últimos anos, as geleiras da Patagônia tiveram sua área reduzida entre 10% e 20%, segundo o Instituto Argentino de Neves, Geleiras e Ciências Ambientais de Mendoza. Cerca de cem geleiras passam por uma redução de suas áreas não apenas na Argentina, mas também em países como Chile, Áustria, Itália, Espanha e Suíça.
Segundo Norberto Ovando, especialista da Comissão Mundial de Áreas Protegidas, o rompimento da geleira no inverno é provavelmente um sinal das mudanças climáticas. Ainda assim analistas são cautelosos em afirmar que essas mudanças são cíclicas e é difícil atribuir um evento específico diretamente à interferência humana sobre o clima.
Fonte - Folha
O fenômeno normalmente é observado de novembro a abril, quando a região tem temperaturas mais altas e atrai milhares de turistas à região. A última ruptura havia ocorrido em março de 2006. Ontem, caíram grandes pedaços de gelo e o rompimento do bloco era esperado para a noite de ontem ou durante o dia de hoje.
"Esta é a primeira vez que a geleira se rompe no inverno", afirmou Carlos Corvalán, diretor do Parque Nacional Los Glaciares, onde fica a geleira, 2.800 km a sudoeste da capital Buenos Aires.
"Deve estar relacionado com o aquecimento global, pois o aumento de temperatura afeta a resistência do gelo. O gelo não deve ter mais a mesma dureza que de costume, já que sempre se rompe no verão, quando está mais fraco", disse Corvalán à imprensa local.
Com uma superfície de 275 km2 e 60 metros de altura, a Perito Moreno é a mais conhecida entre as 356 geleiras do parque nacional e forma parte do sistema chamado de Gelos Continentais. Em períodos que variam de quatro a seis anos, o bloco de gelo avança sobre o lago Argentino, se prende ao continente, e rompe depois com a pressão da água, normalmente no verão.
O rompimento das geleiras ocorre por conta de seu próprio peso, quando há perda de gelo na parte inferior. Infiltrações de água penetram os blocos de gelo até que eles se desprendem das geleiras. Ontem, caíram grandes pedaços da "ponte" de gelo arqueada que resta ao fim do fenômeno.
Além do fenômeno fora de época, as mudanças no clima também vêm reduzindo a área ocupada pelas geleiras. Nos últimos anos, as geleiras da Patagônia tiveram sua área reduzida entre 10% e 20%, segundo o Instituto Argentino de Neves, Geleiras e Ciências Ambientais de Mendoza. Cerca de cem geleiras passam por uma redução de suas áreas não apenas na Argentina, mas também em países como Chile, Áustria, Itália, Espanha e Suíça.
Segundo Norberto Ovando, especialista da Comissão Mundial de Áreas Protegidas, o rompimento da geleira no inverno é provavelmente um sinal das mudanças climáticas. Ainda assim analistas são cautelosos em afirmar que essas mudanças são cíclicas e é difícil atribuir um evento específico diretamente à interferência humana sobre o clima.
Fonte - Folha
Gelo marinho derrete mais cedo no Ártico
O gelo marinho está derretendo antes do normal no Ártico neste ano, segundo dados do Centro Nacional de Dados de Gelo e Neve dos EUA, e há 50% de chance de o pólo Norte ficar sem gelo no verão.
A extensão do gelo marinho no Ártico atingiu 11,4 milhões de km2 em junho --ou 0,72 milhões de km2 a menos do que a média entre 1979 e 2000 para este mês. É a terceira mais baixa já registrada. Neste ano, o gelo derreteu nos mares de Chukchi e do Leste Siberiano seis dias mais cedo que a média e 14 dias antes que em 2007.
Parte do gelo marinho derrete todo meio de ano para recongelar depois. No entanto, sob a influência do aquecimento global, a porção que derrete é cada vez maior, e a que recongela, cada vez menor.
"É muito provável que não haja cobertura no pólo Norte no final deste verão, já que o pólo está coberto apenas por uma fina camada de gelo", explicou o cientista Mark Serreze.
Segundo ele, há 50% de chance de isso ocorrer, tornando "concebível que em meados de setembro veleiros possam navegar do Alasca ao pólo Norte".
Fonte - Folha
A extensão do gelo marinho no Ártico atingiu 11,4 milhões de km2 em junho --ou 0,72 milhões de km2 a menos do que a média entre 1979 e 2000 para este mês. É a terceira mais baixa já registrada. Neste ano, o gelo derreteu nos mares de Chukchi e do Leste Siberiano seis dias mais cedo que a média e 14 dias antes que em 2007.
Parte do gelo marinho derrete todo meio de ano para recongelar depois. No entanto, sob a influência do aquecimento global, a porção que derrete é cada vez maior, e a que recongela, cada vez menor.
"É muito provável que não haja cobertura no pólo Norte no final deste verão, já que o pólo está coberto apenas por uma fina camada de gelo", explicou o cientista Mark Serreze.
Segundo ele, há 50% de chance de isso ocorrer, tornando "concebível que em meados de setembro veleiros possam navegar do Alasca ao pólo Norte".
Fonte - Folha
segunda-feira, 7 de julho de 2008
Brasileiros terão carteira de identidade nova em janeiro
Brasília – A partir de janeiro de 2009, os brasileiros terão uma nova carteira de identidade. A novidade é que nela estarão incluídos os dados de todos os documentos pessoais do cidadão, além de informações sobre sua biometria, como altura e cor dos olhos. A lei que prevê esse documento existe há mais de uma década, mas só agora será regulamentada pelo governo, que deve editar nos próximos dias um decreto estabelecendo as novas regras. Com a mudança, o cidadão terá um único número em seus documentos atuais. Isso evitará, por exemplo, que o Instituto Nacional de Seguro Social (INSS) pague benefícios duplicados para cerca de 15 milhões de pessoas.
Em abril de 1997, o governo criou o Registro Único de Identidade Civil (RIC), cuja regulamentação deveria ocorrer seis meses depois. Além disso, a legislação previa que todos os documentos perderiam a validade em um prazo máximo de cinco anos, a partir da promulgação da lei. Em 2004, o Palácio do Planalto criou uma comissão interministerial para tentar implantar o sistema, mas não deu certo. A conclusão foi de que, se todas as carteiras de identidade fossem mudadas na época, o custo seria muito alto. Além disso, apenas uma empresa alemã estava habilitada em todo o mundo a fazer este tipo de trabalho.
Com a implantação do Afis (sigla em inglês do Sistema Automático de Identificação de Impressões Digitais) no Instituto Nacional de Identificação (INI) da Polícia Federal, a intenção é gerar um número nacional para todos os brasileiros. Hoje, cada órgão que cuida do assunto nos estados produz um número diferente de carteira de identidade, o que possibilita a uma pessoa emitir o documento em diferentes regiões. Agora, as impressões digitais serão encaminhadas para o INI, que fará um único banco de dados.
"Hoje, alguns estados não fazem o exame de digital, possibilitando a emissão (de documento) por mais de uma vez. Agora, as digitais serão enviadas ao INI, que checará se não há outro indivíduo com a mesma biometria, mas usando outro nome. Isso acabará com as fraudes", explica o diretor do INI, Marcos Elias Cláudio de Araújo. A partir disso, o instituto da Polícia Federal enviará as informações para outros órgãos públicos, como INSS, tribunais eleitorais, Receita Federal, entre outros. O cidadão passa a ter, além do número original de seus documentos, um novo número, que será único para todas as instituições.
Fonte - UAI
Nota DDP:
Se alguém esperava resistir ao processo para ser "chipado", ele já se encontra diante de nós, como reflexo inclusive de um movimento mundial neste sentido, uma vez que é voz corrente que todos os passaportes dentro em breve contarão com tal tipo de recurso.
[Coloboração - Priscila]
Bush promete posição construtiva sobre clima na cúpula do G8
TOYAKO (Reuters) - O presidente dos EUA, George W. Bush, prometeu no domingo adotar uma posição construtiva nas conversações sobre o aquecimento global, mas disse que um acordo será impossível se a China e a Índia não concordarem em limitar suas emissões de gases estufa.
As mudanças climáticas são prioritárias na pauta da cúpula anual do G8 (grupo dos países mais ricos do mundo mais a Rússia) que começa nesta segunda-feira num hotel de luxo na ilha japonesa de Hokkaido.
"Serei construtivo", disse Bush em coletiva de imprensa após se reunir com o primeiro-ministro japonês Yasuo Fukuda, anfitrião da cúpula de três dias. "Sempre defendi que é preciso um entendimento comum, e isso começa com uma meta."
"Também sou suficientemente realista para lhes dizer que, se China e Índia não compartilharem a mesma aspiração, não conseguiremos resolver o problema", disse Bush, que completou 62 anos no domingo.
China, Índia e 12 outros países vão juntar-se aos integrantes regulares do G8 -EUA, Japão, França, Grã-Bretanha, Alemanha, Canadá, Itália e Rússia- em algumas partes da cúpula.
...
Fonte - O Globo
Nota DDP:
Não se esquecer que estas discussões políticas já encontram em seu âmago viés de cunho religioso. Para entender essa situação, sugiro a leitura do post "Japão: reunião inter-religiosa por ocasião do G8" no Blog Resta uma Esperança.
As mudanças climáticas são prioritárias na pauta da cúpula anual do G8 (grupo dos países mais ricos do mundo mais a Rússia) que começa nesta segunda-feira num hotel de luxo na ilha japonesa de Hokkaido.
"Serei construtivo", disse Bush em coletiva de imprensa após se reunir com o primeiro-ministro japonês Yasuo Fukuda, anfitrião da cúpula de três dias. "Sempre defendi que é preciso um entendimento comum, e isso começa com uma meta."
"Também sou suficientemente realista para lhes dizer que, se China e Índia não compartilharem a mesma aspiração, não conseguiremos resolver o problema", disse Bush, que completou 62 anos no domingo.
China, Índia e 12 outros países vão juntar-se aos integrantes regulares do G8 -EUA, Japão, França, Grã-Bretanha, Alemanha, Canadá, Itália e Rússia- em algumas partes da cúpula.
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Fonte - O Globo
Nota DDP:
Não se esquecer que estas discussões políticas já encontram em seu âmago viés de cunho religioso. Para entender essa situação, sugiro a leitura do post "Japão: reunião inter-religiosa por ocasião do G8" no Blog Resta uma Esperança.
Humanidade tem 7 anos para estabilizar emissões, diz IPCC
O presidente do IPCC (Painel Intergovernamental de Mudanças Climáticas) da Organização das Nações Unidas, Rajendra Pachauri, afirmou que a humanidade tem apenas sete anos para estabilizar as emissões de gases que causam o efeito estufa.
"Temos uma janela de oportunidade de apenas sete anos, pois as emissões terão que chegar ao máximo até 2015 e diminuir depois disso. Não podemos permitir um atraso maior", afirmou.
Pachauri disse a ministros da União Européia, que participam de uma reunião de dois dias em Paris, que as tentativas de enfrentar o problema vão fracassar se o bloco não assumir a liderança nas negociações mundiais.
"Se a União Européia não liderar, temo que qualquer tentativa de fazer mudanças e de gerenciar o problema da mudança climática vá desmoronar", disse. "Vocês não conseguirão trazer os Estados Unidos, a América do Norte (para as negociações). Vocês não conseguirão trazer outros países do mundo também."
Limite
A União Européia quer limitar o aquecimento total desde a época pré-industrial a dois graus, objetivo também estabelecido por muitos cientistas.
Pachauri também alertou para esta meta, pois, segundo ele, estão surgindo provas de que a mudança climática está se acelerando mais do que o previsto. Ondas de calor e enchentes estão aumentando e as temperaturas subindo, o que causa o derretimento das geleiras.
Atualmente estão ocorrendo negociações para um novo acordo global que possa substituir o Protocolo de Kyoto, quando seu prazo de vigência for encerrado em 2012.
Em 2007 o IPCC e o ex-vice-presidente dos Estados Unidos Al Gore dividiram o Prêmio Nobel da Paz, pelo trabalho de pesquisa e alerta a respeito do aquecimento global.
Fonte - Folha
"Temos uma janela de oportunidade de apenas sete anos, pois as emissões terão que chegar ao máximo até 2015 e diminuir depois disso. Não podemos permitir um atraso maior", afirmou.
Pachauri disse a ministros da União Européia, que participam de uma reunião de dois dias em Paris, que as tentativas de enfrentar o problema vão fracassar se o bloco não assumir a liderança nas negociações mundiais.
"Se a União Européia não liderar, temo que qualquer tentativa de fazer mudanças e de gerenciar o problema da mudança climática vá desmoronar", disse. "Vocês não conseguirão trazer os Estados Unidos, a América do Norte (para as negociações). Vocês não conseguirão trazer outros países do mundo também."
Limite
A União Européia quer limitar o aquecimento total desde a época pré-industrial a dois graus, objetivo também estabelecido por muitos cientistas.
Pachauri também alertou para esta meta, pois, segundo ele, estão surgindo provas de que a mudança climática está se acelerando mais do que o previsto. Ondas de calor e enchentes estão aumentando e as temperaturas subindo, o que causa o derretimento das geleiras.
Atualmente estão ocorrendo negociações para um novo acordo global que possa substituir o Protocolo de Kyoto, quando seu prazo de vigência for encerrado em 2012.
Em 2007 o IPCC e o ex-vice-presidente dos Estados Unidos Al Gore dividiram o Prêmio Nobel da Paz, pelo trabalho de pesquisa e alerta a respeito do aquecimento global.
Fonte - Folha
Arma de microondas sonoras pode controlar multidões
A empresa americana Sierra Nevada Corportation anunciou estar pronta para manufaturar sua arma de microondas sonoras capaz de controlar multidões através de choques.
De acordo com o NewScientist a arma será chamada de MEDUSA (Mob Excess Deterrent Using Silent Audio), mas em vez de transformar seus alvos em pedra através do olhar provocará sensações de choque no esqueleto através de pulsos sonoros.
Apesar de em seu nome afirmar usar um "áudio silencioso", o efeito da arma não pode ser bloqueado e é forte o suficiente para provocar desconforto. Com a ajuda de uma antena, o raio de ação pode ser restringido ou ampliado, ou ainda direcionado a múltiplos alvos simultaneamente.
Para o cientista James Lin, que pesquisou o uso de áudio microondas e chegou até mesmo a ser contatado pela indústria da música para usar seus estudos para melhorar aparelhos de som, deve existir a preocupação a respeito dos efeitos da tecnologia. "Eu me preocuparia com que outros efeitos à saúde estão ocorrendo. Você pode ter problemas neurológicos", alertou. Algumas organizações de direitos humanos argumentam que a arma poderá ser usada indevidamente por governos autoritários para impedir manifestações públicas legítimas.
A arma, destinada primariamente ao uso militar ou para controle de multidões, pode até chegar a ser destinada a outros usos como, por exemplo, afastar passaredos, já que pássaros também são sensíveis ao efeito.
Vale lembrar, contudo, que esta não é a primeira arma baseada em microondas. Pesquisadores já trabalham há tempos em armas que provoquem sensações de desconforto em seus alvos através da tecnologia. Em outubro de 2001, por exemplo, surgiram relatos de testes com uma controversa arma geradora de calor por microondas de rádio para dispersar multidões, um projeto do Laboratório de Pesquisa de Força Aérea dos EUA que pretendia utilizar a tecnologia para dispersar motins a longa distância e também a partir de aviões em vôos baixos.
A Active Denial System (ADS) foi testada em 2007 em um voluntário que descreveu seu doloroso ataque como algo semelhante a uma rajada de vento tão quente e dolorosa que era impossível não tentar correr para se proteger, conforme pode ser lido na Wikipédia.
Outro exemplo de arma não letal é a Incapacitator, uma arma-lanterna que causa cegueira temporária, tontura e náusea, em desenvolvimento desde 2007 pela Intelligent Optical Systems a pedido do Ministério de Segurança Interior dos Estados Unidos para equipar policiais.
Uma versão de demonstração da MEDUSA deve ser preparada em cerca de um ano, e agora a Sierra Nevada procura investimento do Departamento de Defesa dos EUA.
Fonte - Yahoo
De acordo com o NewScientist a arma será chamada de MEDUSA (Mob Excess Deterrent Using Silent Audio), mas em vez de transformar seus alvos em pedra através do olhar provocará sensações de choque no esqueleto através de pulsos sonoros.
Apesar de em seu nome afirmar usar um "áudio silencioso", o efeito da arma não pode ser bloqueado e é forte o suficiente para provocar desconforto. Com a ajuda de uma antena, o raio de ação pode ser restringido ou ampliado, ou ainda direcionado a múltiplos alvos simultaneamente.
Para o cientista James Lin, que pesquisou o uso de áudio microondas e chegou até mesmo a ser contatado pela indústria da música para usar seus estudos para melhorar aparelhos de som, deve existir a preocupação a respeito dos efeitos da tecnologia. "Eu me preocuparia com que outros efeitos à saúde estão ocorrendo. Você pode ter problemas neurológicos", alertou. Algumas organizações de direitos humanos argumentam que a arma poderá ser usada indevidamente por governos autoritários para impedir manifestações públicas legítimas.
A arma, destinada primariamente ao uso militar ou para controle de multidões, pode até chegar a ser destinada a outros usos como, por exemplo, afastar passaredos, já que pássaros também são sensíveis ao efeito.
Vale lembrar, contudo, que esta não é a primeira arma baseada em microondas. Pesquisadores já trabalham há tempos em armas que provoquem sensações de desconforto em seus alvos através da tecnologia. Em outubro de 2001, por exemplo, surgiram relatos de testes com uma controversa arma geradora de calor por microondas de rádio para dispersar multidões, um projeto do Laboratório de Pesquisa de Força Aérea dos EUA que pretendia utilizar a tecnologia para dispersar motins a longa distância e também a partir de aviões em vôos baixos.
A Active Denial System (ADS) foi testada em 2007 em um voluntário que descreveu seu doloroso ataque como algo semelhante a uma rajada de vento tão quente e dolorosa que era impossível não tentar correr para se proteger, conforme pode ser lido na Wikipédia.
Outro exemplo de arma não letal é a Incapacitator, uma arma-lanterna que causa cegueira temporária, tontura e náusea, em desenvolvimento desde 2007 pela Intelligent Optical Systems a pedido do Ministério de Segurança Interior dos Estados Unidos para equipar policiais.
Uma versão de demonstração da MEDUSA deve ser preparada em cerca de um ano, e agora a Sierra Nevada procura investimento do Departamento de Defesa dos EUA.
Fonte - Yahoo
Número de famintos aumentou em 50 milhões em 2007
Roma e Bruxelas - O número de vítimas da fome no mundo aumentou em 50 milhões de pessoas em 2007, devido à alta do preço dos alimentos, declarou nesta quinta-feira o diretor-geral da Organização das Nações Unidas para a Alimentação e Agricultura (FAO), Jacques Diouf, em um discurso diante do Parlamento Europeu, em Bruxelas.
"Os países pobres sofreram o forte impacto da alta dos preços dos alimentos e da energia", disse o diretor da FAO.
"Precisamos com urgência novas e mais sólidas alianças para enfrentar os crescentes problemas de segurança alimentar nos países pobres. Nenhuma instituição ou país será capaz de resolver sozinho a crise. Os países doadores, organizações internacionais, os governos dos países em desenvolvimento, a sociedade civil e o setor privado têm um papel importante para desempenhar na luta mundial contra a fome", destacou Diouf.
O diretor da FAO acrescentou que a crise atual "obedece a uma combinação do aumento da demanda de produtos agrícolas, o desenvolvimento econômico nos países emergentes, já que a produção se viu afetada pela mudança climática, em particular a seca e as inundações, em momentos em que as reservas de cereais - nove milhões de toneladas - estão no nível mais baixo em 30 anos".
Fonte - Jornal da Mídia
"Os países pobres sofreram o forte impacto da alta dos preços dos alimentos e da energia", disse o diretor da FAO.
"Precisamos com urgência novas e mais sólidas alianças para enfrentar os crescentes problemas de segurança alimentar nos países pobres. Nenhuma instituição ou país será capaz de resolver sozinho a crise. Os países doadores, organizações internacionais, os governos dos países em desenvolvimento, a sociedade civil e o setor privado têm um papel importante para desempenhar na luta mundial contra a fome", destacou Diouf.
O diretor da FAO acrescentou que a crise atual "obedece a uma combinação do aumento da demanda de produtos agrícolas, o desenvolvimento econômico nos países emergentes, já que a produção se viu afetada pela mudança climática, em particular a seca e as inundações, em momentos em que as reservas de cereais - nove milhões de toneladas - estão no nível mais baixo em 30 anos".
Fonte - Jornal da Mídia
sexta-feira, 4 de julho de 2008
As raízes marxistas da paranóia do aquecimento global
Resumo: Simplesmente delete a palavra “soviéticos” e substitua-a por “ambientalistas marxistas”, e você terá uma idéia bastante clara sobre o que hoje nos ameaça.
© 2008 MidiaSemMascara.org
Natalie Grant Wraga, hoje falecida, escreveu: “A proteção do meio ambiente tornou-se a principal ferramenta de ataque contra o Ocidente e tudo o que ele representa. Pode ser utilizada como pretexto para adotar uma série de medidas destinadas a solapar a base industrial das nações desenvolvidas. Pode também servir para introduzir o mal-estar por meio da redução dos padrões de vida e, conseqüentemente, da implantação de valores comunistas”.
...
O que nos leva aonde?
Em muitos de seus textos, ela abandonou o seu sobrenome e assinou com a alcunha Natalie Grant. Isto nos retoma à edição de The Register da primavera de 1998. Lá, Grant identifica a Cruz Verde Internacional (GCI em inglês) como uma Organização Não-Governamental (ONG) fundada por Mikhail Gorbachov, o último ditador comunista da União Soviética. O objetivo da GCI era a aplicação global de uma rígida agenda ambiental.
Ao mesmo tempo em que avançava a GCI, ocorria o nascimento de outra ONG chamada Earth Council (Conselho da Terra), presidida por Maurice Strong, um dos principais ecoativistas e agitadores nas Nações Unidas. De acordo com a Wikipedia, Strong - um canadense - descreve-se a si mesmo como “um socialista na ideologia e um capitalista na metodologia”. A biografia também cita que “alguns consideram Strong um temível faminto por poder”. E mais: “Ele compartilha a visão do mais radical ambientalista que protesta nas ruas, mas ao invés de gritar até ficar rouco na barreira policial duma conferência global, ele é o secretário-geral nos bastidores, mexendo os pauzinhos”.
Enquanto isso, uma dezena de pessoas participava na reunião preparatória da GCI de Gorbachov, incluindo o então Deputado norte-americano James Scheuer (Democratas, Nova York). O congressista tinha publicamente declarado de que, independentemente da alegação de que o “aquecimento global” provocado pelo homem ser real ou exagerada, os EUA deveriam seguir em frente e tomar as atitudes necessárias para enfrentá-lo, pois tais atitudes supostamente beneficiariam o planeta. Como foi explicado na coluna da semana passada, a legislação cap-and-trade (limitar-e-negociar) - taxar e roubar - tinha como objetivo levar a agenda ambiental radical a um custo tão exorbitante para os consumidores e contribuintes americanos que caísse como uma bomba no Senado, levando-os a temer que o povão se revoltasse e desse uma resposta indesejada nas urnas. Ela voltará em 2009. Ligar estes pontos é relevante. Mas isto eu deixo de lado momentaneamente.
...
Em outras palavras, “o galope deste potro é, portanto, muito mais fácil. Os políticos ambiciosos que tentam planejar o mundo e a vida dos seus cidadãos vêem sonhando há décadas como encontrar uma doutrina tão maravilhosa e imune à realidade. Anos ou décadas de clima gelado não vão desmenti-lo – para meu grande pesar. É quase uma religião. Minha certeza de que esta ideologia se tornará o meio mais efetivo para a destruição do livre mercado foi o maior motivo para escrever o livro”.
...
Ou – novamente – como a falecida Natalie Grant diz, “a proteção do meio ambiente pode ser utilizada como um pretexto para adotar uma série de medidas forjadas para minar a base industrial das nações desenvolvidas. Também pode servir para causar mal-estar reduzindo seus padrões de vida e implantando valores comunistas”.
...
Simplesmente delete a palavra “soviéticos” e substitua-a por “ambientalistas marxistas”, e você terá uma idéia bastante clara sobre o que hoje nos ameaça.
Fonte - Mídia sem Máscara
Nota DDP:
Não se perca de vista que muitas pessoas na história aplicam o Sermão do Monte como uma forma de entrelaçamento entre o cristianismo e o socialismo. Estamos bem próximos destes serem unidos na prática.
© 2008 MidiaSemMascara.org
Natalie Grant Wraga, hoje falecida, escreveu: “A proteção do meio ambiente tornou-se a principal ferramenta de ataque contra o Ocidente e tudo o que ele representa. Pode ser utilizada como pretexto para adotar uma série de medidas destinadas a solapar a base industrial das nações desenvolvidas. Pode também servir para introduzir o mal-estar por meio da redução dos padrões de vida e, conseqüentemente, da implantação de valores comunistas”.
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O que nos leva aonde?
Em muitos de seus textos, ela abandonou o seu sobrenome e assinou com a alcunha Natalie Grant. Isto nos retoma à edição de The Register da primavera de 1998. Lá, Grant identifica a Cruz Verde Internacional (GCI em inglês) como uma Organização Não-Governamental (ONG) fundada por Mikhail Gorbachov, o último ditador comunista da União Soviética. O objetivo da GCI era a aplicação global de uma rígida agenda ambiental.
Ao mesmo tempo em que avançava a GCI, ocorria o nascimento de outra ONG chamada Earth Council (Conselho da Terra), presidida por Maurice Strong, um dos principais ecoativistas e agitadores nas Nações Unidas. De acordo com a Wikipedia, Strong - um canadense - descreve-se a si mesmo como “um socialista na ideologia e um capitalista na metodologia”. A biografia também cita que “alguns consideram Strong um temível faminto por poder”. E mais: “Ele compartilha a visão do mais radical ambientalista que protesta nas ruas, mas ao invés de gritar até ficar rouco na barreira policial duma conferência global, ele é o secretário-geral nos bastidores, mexendo os pauzinhos”.
Enquanto isso, uma dezena de pessoas participava na reunião preparatória da GCI de Gorbachov, incluindo o então Deputado norte-americano James Scheuer (Democratas, Nova York). O congressista tinha publicamente declarado de que, independentemente da alegação de que o “aquecimento global” provocado pelo homem ser real ou exagerada, os EUA deveriam seguir em frente e tomar as atitudes necessárias para enfrentá-lo, pois tais atitudes supostamente beneficiariam o planeta. Como foi explicado na coluna da semana passada, a legislação cap-and-trade (limitar-e-negociar) - taxar e roubar - tinha como objetivo levar a agenda ambiental radical a um custo tão exorbitante para os consumidores e contribuintes americanos que caísse como uma bomba no Senado, levando-os a temer que o povão se revoltasse e desse uma resposta indesejada nas urnas. Ela voltará em 2009. Ligar estes pontos é relevante. Mas isto eu deixo de lado momentaneamente.
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Em outras palavras, “o galope deste potro é, portanto, muito mais fácil. Os políticos ambiciosos que tentam planejar o mundo e a vida dos seus cidadãos vêem sonhando há décadas como encontrar uma doutrina tão maravilhosa e imune à realidade. Anos ou décadas de clima gelado não vão desmenti-lo – para meu grande pesar. É quase uma religião. Minha certeza de que esta ideologia se tornará o meio mais efetivo para a destruição do livre mercado foi o maior motivo para escrever o livro”.
...
Ou – novamente – como a falecida Natalie Grant diz, “a proteção do meio ambiente pode ser utilizada como um pretexto para adotar uma série de medidas forjadas para minar a base industrial das nações desenvolvidas. Também pode servir para causar mal-estar reduzindo seus padrões de vida e implantando valores comunistas”.
...
Simplesmente delete a palavra “soviéticos” e substitua-a por “ambientalistas marxistas”, e você terá uma idéia bastante clara sobre o que hoje nos ameaça.
Fonte - Mídia sem Máscara
Nota DDP:
Não se perca de vista que muitas pessoas na história aplicam o Sermão do Monte como uma forma de entrelaçamento entre o cristianismo e o socialismo. Estamos bem próximos destes serem unidos na prática.
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Quem manda no mundo?

O G8 se reunirá entre os dias 7 e 9 de julho, no Japão, sob a certeza de que não comanda mais a economia e o sistema financeiro globais com a autoridade que tinha na época do G7.
O grupo dos sete países mais ricos do mundo mais a Rússia é o que mais se assemelha a uma direção global em um mundo onde as instituições internacionais que surgiram no pós-guerra têm funcionado bem, mas os países em ascensão e as ameaças crescentes estão desafiando sua supremacia.
Em um esforço para provar que o G8 está em sintonia com os novos tempos, o Japão, como a Alemanha no ano passado, convidou países como Brasil, China, Índia, México e África do Sul para participar de algumas conversas. Esta aproximação se faz sob a dúvida de como deve acontecer a adaptação da velha ordem mundial à nova que está surgindo.
Fonte - Opinião e Notícia
O grupo dos sete países mais ricos do mundo mais a Rússia é o que mais se assemelha a uma direção global em um mundo onde as instituições internacionais que surgiram no pós-guerra têm funcionado bem, mas os países em ascensão e as ameaças crescentes estão desafiando sua supremacia.
Em um esforço para provar que o G8 está em sintonia com os novos tempos, o Japão, como a Alemanha no ano passado, convidou países como Brasil, China, Índia, México e África do Sul para participar de algumas conversas. Esta aproximação se faz sob a dúvida de como deve acontecer a adaptação da velha ordem mundial à nova que está surgindo.
Fonte - Opinião e Notícia
Crise atinge economia britânica
As perspectivas para o mercado imobiliário e para a economia da Grã-Bretanha são cada vez mais sombrias. O número de novos empréstimos aprovados em maio para a compra de casas foi menos da metade do que no ano anterior, e mais baixo até mesmo do que durante a recessão da década de 1990.
Os preços das casas estão em baixa. Em junho deste ano, os preços foram 6,3% menores do que no mesmo período de 2007. Os construtores também estão sentindo estes problemas. Os preços das ações da imobiliária Taylor Wimpey, a maior da Grã-Bretanha, entraram em colapso quando a construtora confirmou que não havia conseguido aumentar seu capital em US$ 1 bilhão.
Os consumidores também foram afetados. Uma pesquisa revelou que, em junho, a confiança do consumidor atingiu seu pior nível desde 1990.
Fonte - Opinião e Notícia
Os preços das casas estão em baixa. Em junho deste ano, os preços foram 6,3% menores do que no mesmo período de 2007. Os construtores também estão sentindo estes problemas. Os preços das ações da imobiliária Taylor Wimpey, a maior da Grã-Bretanha, entraram em colapso quando a construtora confirmou que não havia conseguido aumentar seu capital em US$ 1 bilhão.
Os consumidores também foram afetados. Uma pesquisa revelou que, em junho, a confiança do consumidor atingiu seu pior nível desde 1990.
Fonte - Opinião e Notícia
quarta-feira, 2 de julho de 2008
A mudança climática poderia gerar uma "época de violência nunca vista"

O presidente da Internacional Socialista (IS), Georgos Papandreu, advertiu que o câmbio climático ameaça desatar uma 'época de violência nunca vista' até agora.
Devido a seus efeitos atuais, já 'fazemos frente a tremendas mudanças em nossas vidas', mas haverá que fazê-las 'mais que tudo na vida de nossos filhos', advirtiu.
'Se não encontrarmos vontade de superar os efeitos do câmbio climático, nos veremos tragados a uma época de violência nunca vista', sublinhou em discurso inaugural para 700 participantes de 150 países, a quem pediu por uma solução coordenada.
Aludiu a uma 'violência sem igual' ocasionada pelo câmbio climático como aquela que desencadeará a escassez de água, os movimentos massivos de refugiados climáticos, o ressurgimento do racismo, da xenofobia e a perspectiva de um futuro sem meios para milhões de pessoas.
O Presidente do Chile, presente ao evento, destacou que 'todos teremos que entregar um pouco de nossa soberania e aceitar que haverá um elemento global que nos chamará à ordem'.
Fonte - Terra
Nota DDP:
Outras declarações primeiramente alinhadas com o terrorismo que se tem feito em torno das questões climáticas para através do pânico ter-se facilitada a imposição de medidas restritivas de direitos individuais. Em segundo plano a curiosa manifestação do presidente chileno abrindo mão da soberania nacional com estofo em uma nova ordem, alinhada inclusive com recente manifestação do Papa BXVI na ONU acerca da intervenção internacional em países soberanos.
Líderes cristãos tomam ação para melhorar a situação do aquecimento global
A maior rede evangélica hispana dos EUA está organizando uma resposta ao problema do câmbio climático. A organização se associou com a Iniciativa Climática Evangélica para produzir uma chamado nacional hispano-evangélico para a melhorar a situação do aquecimento global.
Os esforços são para educar a comunidade de fé hispana acerca do câmbio climático e em advogar por legislação que ajude a resolver o problema. A organização está desenvolvendo recursos para que os pastores possam criar consciência acerca deste assunto em suas congregações e possam tomar ações para proteger o meio-ambiente.
Para eles os aquecimento global é um problema real que está afetando o mundo gravemente. Os experts dizem que a contaminação produzida pela queima de combustíveis fósseis está criando um desequilíbrio ecológico, o que proporciona furacões mais fortes, tormentas e inundações que se estão convertendo em algo muito comum a cada dia.
"Este é o momento de atuar. Como cristãos, somos chamados a cuida da criação de Deus e a boa notícia é que existem soluções que nos podem ajudar a fazer a diferença pelo bem das futuras gerações". São as palavras do líder da instituição, com ascendência em mais de 12.000 comunidades.
Fonte - Noticias Cristianas
Nota DDP:
Qualquer identidade de discurso acerca da criação com recentes manifestações do Papa BXVI não é mera coincidência.
Os esforços são para educar a comunidade de fé hispana acerca do câmbio climático e em advogar por legislação que ajude a resolver o problema. A organização está desenvolvendo recursos para que os pastores possam criar consciência acerca deste assunto em suas congregações e possam tomar ações para proteger o meio-ambiente.
Para eles os aquecimento global é um problema real que está afetando o mundo gravemente. Os experts dizem que a contaminação produzida pela queima de combustíveis fósseis está criando um desequilíbrio ecológico, o que proporciona furacões mais fortes, tormentas e inundações que se estão convertendo em algo muito comum a cada dia.
"Este é o momento de atuar. Como cristãos, somos chamados a cuida da criação de Deus e a boa notícia é que existem soluções que nos podem ajudar a fazer a diferença pelo bem das futuras gerações". São as palavras do líder da instituição, com ascendência em mais de 12.000 comunidades.
Fonte - Noticias Cristianas
Nota DDP:
Qualquer identidade de discurso acerca da criação com recentes manifestações do Papa BXVI não é mera coincidência.
Japão: reunião inter-religiosa por ocasião do G8
ROMA, terça-feira, 1º de julho de 2008 (ZENIT.org).- Representantes das principais religiões mundiais se reunirão no Japão para dialogar sobre temas como a pobreza, a mudança climática e a violência, antes da reunião, de 7 a 9 de julho, dos dirigentes do grupo dos 7 países mais industrializados do mundo e a Rússia (G8), em Sapporo, no norte do Japão.
«A mundialização dos mercados exige uma mundialização da responsabilidade», declarou o principal bispo protestante da Alemanha, Wolfgang Huber, em um comunicado citado por Ecumenical News International. O bispo Huber acolheu uma reunião similar em Colônia, em 2007, antes da reunião do G8, organizada nesse ano no norte da Alemanha.
A Igreja Evangélica na Alemanha (EKD) anunciou que foram convidados à reunião inter-religiosa, de 2 a 3 de julho, 50 representantes das tradições anglicana, luterana, reformada e católica, assim como representantes do islamismo, judaísmo, budismo, hinduísmo, xintoísmo e religiões autóctones.
Estes responsáveis religiosos procedem dos países do G8 – Alemanha, Canadá, Estados Unidos, França, Itália, Japão, Reino Unido e Rússia –, assim como do Oriente Médio, África e Ásia.
Com antecipação, os bispos católicos dos países do G8 lançaram um chamado aos dirigentes desses países para que reafirmem os compromissos feitos para os países em via de desenvolvimento (ver: http://www.zenit.org/article-18830?l=portuguese).
Um documento, que está previsto que seja adotado durante a reunião religiosa de Sapporo, será apresentado ao governo japonês e aos dirigentes dos países do G8.
Fonte - Zenit
Nota DDP:
Aumentam os contornos religiosos em paralelo às decisões de cunho político no aspecto ambiental. É absolutamente claro que serão levados em consideração os posicionamentos destes grupos na tomada de medidas universais.
«A mundialização dos mercados exige uma mundialização da responsabilidade», declarou o principal bispo protestante da Alemanha, Wolfgang Huber, em um comunicado citado por Ecumenical News International. O bispo Huber acolheu uma reunião similar em Colônia, em 2007, antes da reunião do G8, organizada nesse ano no norte da Alemanha.
A Igreja Evangélica na Alemanha (EKD) anunciou que foram convidados à reunião inter-religiosa, de 2 a 3 de julho, 50 representantes das tradições anglicana, luterana, reformada e católica, assim como representantes do islamismo, judaísmo, budismo, hinduísmo, xintoísmo e religiões autóctones.
Estes responsáveis religiosos procedem dos países do G8 – Alemanha, Canadá, Estados Unidos, França, Itália, Japão, Reino Unido e Rússia –, assim como do Oriente Médio, África e Ásia.
Com antecipação, os bispos católicos dos países do G8 lançaram um chamado aos dirigentes desses países para que reafirmem os compromissos feitos para os países em via de desenvolvimento (ver: http://www.zenit.org/article-18830?l=portuguese).
Um documento, que está previsto que seja adotado durante a reunião religiosa de Sapporo, será apresentado ao governo japonês e aos dirigentes dos países do G8.
Fonte - Zenit
Nota DDP:
Aumentam os contornos religiosos em paralelo às decisões de cunho político no aspecto ambiental. É absolutamente claro que serão levados em consideração os posicionamentos destes grupos na tomada de medidas universais.
Tempo é limitado no combate às alterações climáticas, diz presidente chinês
O presidente da China, Hu Jintao, pediu neste sábado a renovação dos esforços para combater o aquecimento global, advertindo que "o tempo é limitado" para encontrar soluções eficazes para o problema, segundo a mídia local.
"A forma como respondemos às alterações climáticas está ligada ao desenvolvimento econômico do país e os benefícios práticos para a população. Está em consonância com os interesses básicos do país", disse Hu segundo a agência estatal Nova China.
"A nossa tarefa é difícil e nosso tempo é limitado. Os partidos e os governos devem dar prioridade à redução das emissões de gases e introduzir esta idéia no coração do povo", acrescentou o chefe de Estado chinês.
Entre as formas em que a China pode contribuir, Hu Jintao citou uma utilização mais eficiente da energia e o aumento das zonas florestais.
A China mantém a posição de que os países desenvolvidos são os principais responsáveis pela mudança climática.
No entanto, as emissões chinesas de gases do efeito estufa aumentaram nos últimos anos, devido à escalada da economia do país, cujas fábricas são alimentadas por enormes quantidades de carvão.
Atualmente, a China (1,3 bilhão de habitantes) e os Estados Unidos (300 milhões) são os países que mais emitem gases do efeito estufa.
Fonte - Folha
Nota DDP:
O coro por medidas conjuntas vai engrossando...
"A forma como respondemos às alterações climáticas está ligada ao desenvolvimento econômico do país e os benefícios práticos para a população. Está em consonância com os interesses básicos do país", disse Hu segundo a agência estatal Nova China.
"A nossa tarefa é difícil e nosso tempo é limitado. Os partidos e os governos devem dar prioridade à redução das emissões de gases e introduzir esta idéia no coração do povo", acrescentou o chefe de Estado chinês.
Entre as formas em que a China pode contribuir, Hu Jintao citou uma utilização mais eficiente da energia e o aumento das zonas florestais.
A China mantém a posição de que os países desenvolvidos são os principais responsáveis pela mudança climática.
No entanto, as emissões chinesas de gases do efeito estufa aumentaram nos últimos anos, devido à escalada da economia do país, cujas fábricas são alimentadas por enormes quantidades de carvão.
Atualmente, a China (1,3 bilhão de habitantes) e os Estados Unidos (300 milhões) são os países que mais emitem gases do efeito estufa.
Fonte - Folha
Nota DDP:
O coro por medidas conjuntas vai engrossando...
terça-feira, 1 de julho de 2008
O papa é o "doce cristo" na terra
Esta é a afirmação de um bispo espanhol por ocasião da abertura do ano paulino pelo Vaticano, daí porque coloquei cristo com letra minúscula. Explicarei ao final.
Neste contexto, continua o bispo, que o Papa é o responsável máximo pela igreja e o único capaz de interpretar autenticamente a lei divina, como cabeça dos apóstolos. Em conexão com o post anterior, se depreende claramente que se quer estabelecer a primazia do Papa sobre os demais líderes cristãos, que estariam a representar Paulo no processo de unificação.
Afirma ainda que o Papa faz as vezes de Cristo e que os que o ouvem tem que amá-lo e escutá-lo, porque em sua voz estariam a ouvir o próprio Cristo. Daí porque afirma ser o Papa o "doce cristo na terra". A partir daí continua em desvelo ao primaz da ICAR que pode ser lido em Zenit.
A mim apenas as palavras do Cristo verdadeiro, da terra e dos céus, o Alfa e o Ômega, o que foi, que é e que sempre será:
Mateus 24:4-5
“Respondeu-lhes Jesus: Acautelai-vos, que ninguém vos engane. Porque muitos virão em meu nome, dizendo: Eu sou o Cristo; a muitos enganarão.”
Mateus 24:23-26
“Se, pois, alguém vos disser: Eis aqui o Cristo! ou: Ei-lo aí! não acrediteis; porque hão de surgir falsos cristos e falsos profetas, e farão grandes sinais e prodígios; de modo que, se possível fora, enganariam até os escolhidos. Eis que de antemão vo-lo tenho dito. Portanto, se vos disserem: Eis que ele está no deserto; não saiais; ou: Eis que ele está no interior da casa; não acrediteis.”
Paulo, inspirado, também advertiu:
2 Coríntios 11:13-15
“Pois os tais são falsos apóstolos, obreiros fraudulentos, disfarçando-se em apóstolos de Cristo. E não é de admirar, porquanto o próprio Satanás se disfarça em anjo de luz. Não é muito, pois, que também os seus ministros se disfarcem em ministros da justiça; o fim dos quais será conforme as suas obras.”
2 Tessalonicenses 2:3-4
“Ninguém de modo algum vos engane; porque isto não sucederá sem que venha primeiro a apostasia e seja revelado o homem do pecado, o filho da perdição, aquele que se opõe e se levanta contra tudo o que se chama Deus ou é objeto de adoração, de sorte que se assenta no santuário de Deus, apresentando-se como Deus.”
O tempo é próximo. Maranata.
Neste contexto, continua o bispo, que o Papa é o responsável máximo pela igreja e o único capaz de interpretar autenticamente a lei divina, como cabeça dos apóstolos. Em conexão com o post anterior, se depreende claramente que se quer estabelecer a primazia do Papa sobre os demais líderes cristãos, que estariam a representar Paulo no processo de unificação.
Afirma ainda que o Papa faz as vezes de Cristo e que os que o ouvem tem que amá-lo e escutá-lo, porque em sua voz estariam a ouvir o próprio Cristo. Daí porque afirma ser o Papa o "doce cristo na terra". A partir daí continua em desvelo ao primaz da ICAR que pode ser lido em Zenit.
A mim apenas as palavras do Cristo verdadeiro, da terra e dos céus, o Alfa e o Ômega, o que foi, que é e que sempre será:
Mateus 24:4-5
“Respondeu-lhes Jesus: Acautelai-vos, que ninguém vos engane. Porque muitos virão em meu nome, dizendo: Eu sou o Cristo; a muitos enganarão.”
Mateus 24:23-26
“Se, pois, alguém vos disser: Eis aqui o Cristo! ou: Ei-lo aí! não acrediteis; porque hão de surgir falsos cristos e falsos profetas, e farão grandes sinais e prodígios; de modo que, se possível fora, enganariam até os escolhidos. Eis que de antemão vo-lo tenho dito. Portanto, se vos disserem: Eis que ele está no deserto; não saiais; ou: Eis que ele está no interior da casa; não acrediteis.”
Paulo, inspirado, também advertiu:
2 Coríntios 11:13-15
“Pois os tais são falsos apóstolos, obreiros fraudulentos, disfarçando-se em apóstolos de Cristo. E não é de admirar, porquanto o próprio Satanás se disfarça em anjo de luz. Não é muito, pois, que também os seus ministros se disfarcem em ministros da justiça; o fim dos quais será conforme as suas obras.”
2 Tessalonicenses 2:3-4
“Ninguém de modo algum vos engane; porque isto não sucederá sem que venha primeiro a apostasia e seja revelado o homem do pecado, o filho da perdição, aquele que se opõe e se levanta contra tudo o que se chama Deus ou é objeto de adoração, de sorte que se assenta no santuário de Deus, apresentando-se como Deus.”
O tempo é próximo. Maranata.
Cristãos devem dar testemunho de Cristo unidos
CIDADE DO VATICANO, segunda-feira, 30 de junho de 2008 (ZENIT.org).- O Papa Bento XVI voltou a convidar ontem todos os cristãos a participarem das celebrações do Ano Paulino, durante a alocução pronunciada durante a oração do Angelus na Praça de São Pedro.
Este Ano Paulino, inaugurado no sábado passado à noite na Basílica de São Paulo Fora dos Muros, «tem como baricentro Roma», em particular esta basílica e o lugar do martírio do Santo, em Tre Fontane, «mas envolverá a Igreja inteira, a partir de Tarso, cidade natal de Paulo, e dos demais lugares paulinos, meta de peregrinação na atual Turquia, como também na Terra Santa, e na ilha de Malta, onde o Apóstolo esteve após um naufrágio e onde deixou a semente fecunda do Evangelho».
«Na realidade, o horizonte do Ano Paulino não pode deixar de ser universal, porque São Paulo foi por excelência o apóstolo daqueles que com relação aos Hebreus eram 'os afastados', e que 'graças ao sangue de Cristo se converteram em 'próximos'».
Neste sentido, o Papa afirmou que «também hoje, em um mundo cada vez 'menor', mas onde muitíssimos ainda não encontraram o Senhor Jesus, o jubileu de São Paulo convida todos os cristãos a serem missionários do Evangelho».
Contudo, esta missão evangelizadora não se pode dar sem a unidade entre os cristãos, representada por Pedro, acrescentou.
Desta maneira, «os carismas dos dois grandes apóstolos são complementares para a edificação do único Povo de Deus e os cristãos não podem dar testemunho válido de Cristo se não estão unidos entre eles».
Neste sentido, explicou que a imposição do pálio aos arcebispos metropolitanos, celebrada momentos antes na Basílica de São Pedro, «põe de destaque o tema da unidade». Também, mostrou sua alegria pela presença do Patriarca Ecumênico de Constantinopla, Batolomeu I, presente nestes dias em Roma para a abertura do Ano Paulino.
Fonte - Zenit
Nota DDP:
Obviamente, o Papa representa Pedro e Paulo é representando por todos os demais cristãos dispersos. Interessante estratégia...
Este Ano Paulino, inaugurado no sábado passado à noite na Basílica de São Paulo Fora dos Muros, «tem como baricentro Roma», em particular esta basílica e o lugar do martírio do Santo, em Tre Fontane, «mas envolverá a Igreja inteira, a partir de Tarso, cidade natal de Paulo, e dos demais lugares paulinos, meta de peregrinação na atual Turquia, como também na Terra Santa, e na ilha de Malta, onde o Apóstolo esteve após um naufrágio e onde deixou a semente fecunda do Evangelho».
«Na realidade, o horizonte do Ano Paulino não pode deixar de ser universal, porque São Paulo foi por excelência o apóstolo daqueles que com relação aos Hebreus eram 'os afastados', e que 'graças ao sangue de Cristo se converteram em 'próximos'».
Neste sentido, o Papa afirmou que «também hoje, em um mundo cada vez 'menor', mas onde muitíssimos ainda não encontraram o Senhor Jesus, o jubileu de São Paulo convida todos os cristãos a serem missionários do Evangelho».
Contudo, esta missão evangelizadora não se pode dar sem a unidade entre os cristãos, representada por Pedro, acrescentou.
Desta maneira, «os carismas dos dois grandes apóstolos são complementares para a edificação do único Povo de Deus e os cristãos não podem dar testemunho válido de Cristo se não estão unidos entre eles».
Neste sentido, explicou que a imposição do pálio aos arcebispos metropolitanos, celebrada momentos antes na Basílica de São Pedro, «põe de destaque o tema da unidade». Também, mostrou sua alegria pela presença do Patriarca Ecumênico de Constantinopla, Batolomeu I, presente nestes dias em Roma para a abertura do Ano Paulino.
Fonte - Zenit
Nota DDP:
Obviamente, o Papa representa Pedro e Paulo é representando por todos os demais cristãos dispersos. Interessante estratégia...
Quem nos governa, afinal?
O plano de transição para o governo mundial, que Arnold Toynbee expôs mais de meio século atrás e que mencionei brevemente nesta coluna, já está em avançadíssima fase de implantação, ao ponto de que não há nenhum exagero em dizer que a Nova Ordem globalista-socialista é um fato consumado, irreversível. Que a maioria dos seres humanos ignore isso por completo e ainda tenha a ilusão de poder interferir de algum modo no curso das coisas por meio do "voto", eis aí a prova de que Toynbee tinha toda a razão ao dizer que a nova estrutura de poder não seria democrática, nem democrática a transição para ela. Não há estado de sujeição mais completo do que ignorar a estrutura de poder sob a qual se vive.
É verdade que a mera complexidade crescente da administração estatal moderna já era, por si, conflitiva com as pretensões democráticas de transparência, informação acessível, "voto consciente", enfim, com as presunções da "cidadania". Mas o que vem acontecendo no último meio século é o aproveitamento deliberado e sistemático da complexidade burocrática para criar, acima do governo representativo, uma nova estrutura de poder que o domina, o estrangula e acaba por eliminá-lo. A maior parte das nações já vive sob o controle dessa nova estrutura global sem ter disso a menor consciência e acreditando que continua a desfrutar das garantias e meios de ação assegurados ao eleitor pelo antigo sistema de governo representativo, hoje reduzido a um véu de aparências tecido em torno do poder mais centralizado, abrangente e incontrolável que já existiu ao longo de toda a história humana.
Não só essa transição já aconteceu, mas ela foi realizada sob a proteção de um conjunto de pretextos retóricos altamente enganosos, criados para dar à população a idéia de que a mudança ia no sentido da maior liberdade para os cidadãos, da maior participação de todos no governo e de mais sólidas garantias para a empresa privada. Todos os termos-chave dessa retórica – "governo reinventado", "parcerias público-privadas", "terceira via", "descentralização" – significam precisamente o contrário do que parecem indicar à primeira vista.
Os dois diagramas que acompanham este artigo tornarão isso bastante claro. As flechas aí indicam a origem do poder e o objeto sobre o qual se exerce. No antigo sistema representativo, o eleitorado escolhia o governo segundo os programas que lhe pareciam os mais convenientes, e o governo eleito – executivo e parlamento – repassava esses planos aos órgãos da administração pública, para que os executassem. No novo sistema de "parcerias público-privadas", a administração pública é só uma parcela do órgão executor. A outra parcela é escolhida por entidades sobre as quais o eleitorado não tem o menor controle e das quais não chega às vezes a ter sequer conhecimento. Tal como apresentado na sua formulação publicitária, o novo sistema é mais democrático, porque reparte a autoridade do governo com "a sociedade". Mas "a sociedade" aí não corresponde ao eleitorado e sim a ONG's criadas sob a orientação de organismos internacionais não-eletivos – ONU, UE, OMS, OMC, etc – e subsidiadas por bilionárias corporações multinacionais cuja diretoria não é mesmo conhecida do público em geral.
A orientação geral dessas ONG's reflete um conjunto de novas concepções socioculturais e políticas que jamais foram postas sequer em discussão, e que por meio delas são implantadas do dia para a noite, sem que o eleitorado chegue a saber nem mesmo de onde vieram. A própria velocidade das transformações é tamanha, que serve para reduzir as populações ao estado de passividade atônita necessário para tornar inviável não só qualquer reação organizada, mas até uma clara tomada de consciência quanto ao que está acontecendo. Paralelamente, muito do poder de decisão do parlamento é transferido aos órgãos burocráticos, que, agindo já não como braços do eleitorado, mas como agentes a serviço de parcerias controladas pelo triunvirato de ONG's, corporações e organismos internacionais, passa então a introduzir na sociedade mutações radicais que, no sistema de governo representativo, jamais seriam aprovadas nem pela população, nem pelo parlamento.
Ao desfazer-se de uma parte das suas prerrogativas, sob as desculpas de "privatização", "democratização", "descentralização", "desburocratização" etc., o governo não as transfere ao povo, mas a um esquema de poder global que escapa infinitamente à possibilidade de qualquer controle pelo eleitorado. As ambigüidades decorrentes, que desorientam o público, são então aproveitadas como instrumentos para gerar artificialmente novas "pressões populares", que não são populares de maneira alguma, mas que refletem apenas a vontade da chamada "sociedade civil organizada", isto é, da rede de ONGs criadas pelo próprio esquema de poder global.
Subsidiadas pelas grandes corporações e fundações, essas ONGs, prevalecendo-se da "parceria" que têm com órgãos do governo, passam então à parasitagem voraz de verbas públicas, somando aos recursos que as alimentam desde fora o sangue extraído do próprio eleitorado que as ignora e que elas falsamente representam. Essa nova estrutura de poder não é um plano, não é um objetivo a ser alcançado: ela já é o sistema de poder sob o qual vivemos, construído sobre os escombros do antigo governo representativo, que hoje em dia só subsiste como aparência legitimadora da transformação que o matou.
Uma ambigüidade especialmente irônica e por isto mesmo proveitosa da situação é que um dos instrumentos principais para a implantação do novo esquema reside na rede mundial de ONG's e movimentos esquerdistas, desde os mais radicais até os mais brandos e inofensivos em aparência. Ao mesmo tempo, como a violência e rapidez das mutações gera toda sorte de desequilíbrios, temores e insatisfações, essa rede de organizações esquerdistas é usada por outro lado como megafone para lançar a culpa de todos esses males no velho capitalismo liberal, apontado como beneficiário maior das mesmas transmutações que o esmagam. Os sintomas colaterais mórbidos da transformação servem eles próprios como pretextos para acelerá-la e aprofundá-la, canalizando em favor dela as dores que ela gerou.
Numa obra memorável, "Du Pouvoir. Histoire Naturelle de Sa Croissance", Bertrand de Jouvenel mostrou que a história da modernidade não é a história da liberdade crescente, como pretendia Benedetto Croce, mas a história do poder crescente do Estado avassalador.
Esse livro é de 1945. Desde então, o curso da História tomou um rumo que o confirma na medida mesma em que aparenta desmenti-lo. A "descentralização" dos governos nacionais, simulando em escala local uma vitória do liberal-capitalismo sobre as tendências centralizadoras e socialistas, foi posta a serviço da construção do Leviatã supranacional que, inacessível e quase invisível, controla dezenas de Estados reduzidos à condição de entrepostos da administração global. Não só o eleitorado foi submetido a essa gigantesca mutação sem a menor possibilidade de interferir nela ou de compreendê-la, porém até mesmo alguns dos mais intelectualizados porta-vozes do liberal-capitalismo, enxergando apenas o fator econômico e recusando-se a investigar a nova estrutura de poder político por trás da globalização comercial, colaboraram ativamente para que o processo de centralização mundial se implantasse pacificamente, sob a bandeira paradoxal da liberdade de mercado.
O camponês antigo, o servo da gleba e até mesmo o escravo romano gemiam sob o tacão de um poder incontrastável, mas pelo menos tinham uma idéia clara de quem mandava neles e compreendiam perfeitamente o funcionamento do sistema que os governava. O cidadão da "democracia de massas" está cada vez mais submetido a decisões que não sabe de onde vieram, implantadas por um sistema de governo que ele nem conhece nem compreende. O globalismo é a apoteose do processo de centralização do poder, centralizando até o direito de conhecer o processo.
Fonte - Olavo de Carvalho
É verdade que a mera complexidade crescente da administração estatal moderna já era, por si, conflitiva com as pretensões democráticas de transparência, informação acessível, "voto consciente", enfim, com as presunções da "cidadania". Mas o que vem acontecendo no último meio século é o aproveitamento deliberado e sistemático da complexidade burocrática para criar, acima do governo representativo, uma nova estrutura de poder que o domina, o estrangula e acaba por eliminá-lo. A maior parte das nações já vive sob o controle dessa nova estrutura global sem ter disso a menor consciência e acreditando que continua a desfrutar das garantias e meios de ação assegurados ao eleitor pelo antigo sistema de governo representativo, hoje reduzido a um véu de aparências tecido em torno do poder mais centralizado, abrangente e incontrolável que já existiu ao longo de toda a história humana.
Não só essa transição já aconteceu, mas ela foi realizada sob a proteção de um conjunto de pretextos retóricos altamente enganosos, criados para dar à população a idéia de que a mudança ia no sentido da maior liberdade para os cidadãos, da maior participação de todos no governo e de mais sólidas garantias para a empresa privada. Todos os termos-chave dessa retórica – "governo reinventado", "parcerias público-privadas", "terceira via", "descentralização" – significam precisamente o contrário do que parecem indicar à primeira vista.
Os dois diagramas que acompanham este artigo tornarão isso bastante claro. As flechas aí indicam a origem do poder e o objeto sobre o qual se exerce. No antigo sistema representativo, o eleitorado escolhia o governo segundo os programas que lhe pareciam os mais convenientes, e o governo eleito – executivo e parlamento – repassava esses planos aos órgãos da administração pública, para que os executassem. No novo sistema de "parcerias público-privadas", a administração pública é só uma parcela do órgão executor. A outra parcela é escolhida por entidades sobre as quais o eleitorado não tem o menor controle e das quais não chega às vezes a ter sequer conhecimento. Tal como apresentado na sua formulação publicitária, o novo sistema é mais democrático, porque reparte a autoridade do governo com "a sociedade". Mas "a sociedade" aí não corresponde ao eleitorado e sim a ONG's criadas sob a orientação de organismos internacionais não-eletivos – ONU, UE, OMS, OMC, etc – e subsidiadas por bilionárias corporações multinacionais cuja diretoria não é mesmo conhecida do público em geral.
A orientação geral dessas ONG's reflete um conjunto de novas concepções socioculturais e políticas que jamais foram postas sequer em discussão, e que por meio delas são implantadas do dia para a noite, sem que o eleitorado chegue a saber nem mesmo de onde vieram. A própria velocidade das transformações é tamanha, que serve para reduzir as populações ao estado de passividade atônita necessário para tornar inviável não só qualquer reação organizada, mas até uma clara tomada de consciência quanto ao que está acontecendo. Paralelamente, muito do poder de decisão do parlamento é transferido aos órgãos burocráticos, que, agindo já não como braços do eleitorado, mas como agentes a serviço de parcerias controladas pelo triunvirato de ONG's, corporações e organismos internacionais, passa então a introduzir na sociedade mutações radicais que, no sistema de governo representativo, jamais seriam aprovadas nem pela população, nem pelo parlamento.
Ao desfazer-se de uma parte das suas prerrogativas, sob as desculpas de "privatização", "democratização", "descentralização", "desburocratização" etc., o governo não as transfere ao povo, mas a um esquema de poder global que escapa infinitamente à possibilidade de qualquer controle pelo eleitorado. As ambigüidades decorrentes, que desorientam o público, são então aproveitadas como instrumentos para gerar artificialmente novas "pressões populares", que não são populares de maneira alguma, mas que refletem apenas a vontade da chamada "sociedade civil organizada", isto é, da rede de ONGs criadas pelo próprio esquema de poder global.
Subsidiadas pelas grandes corporações e fundações, essas ONGs, prevalecendo-se da "parceria" que têm com órgãos do governo, passam então à parasitagem voraz de verbas públicas, somando aos recursos que as alimentam desde fora o sangue extraído do próprio eleitorado que as ignora e que elas falsamente representam. Essa nova estrutura de poder não é um plano, não é um objetivo a ser alcançado: ela já é o sistema de poder sob o qual vivemos, construído sobre os escombros do antigo governo representativo, que hoje em dia só subsiste como aparência legitimadora da transformação que o matou.
Uma ambigüidade especialmente irônica e por isto mesmo proveitosa da situação é que um dos instrumentos principais para a implantação do novo esquema reside na rede mundial de ONG's e movimentos esquerdistas, desde os mais radicais até os mais brandos e inofensivos em aparência. Ao mesmo tempo, como a violência e rapidez das mutações gera toda sorte de desequilíbrios, temores e insatisfações, essa rede de organizações esquerdistas é usada por outro lado como megafone para lançar a culpa de todos esses males no velho capitalismo liberal, apontado como beneficiário maior das mesmas transmutações que o esmagam. Os sintomas colaterais mórbidos da transformação servem eles próprios como pretextos para acelerá-la e aprofundá-la, canalizando em favor dela as dores que ela gerou.
Numa obra memorável, "Du Pouvoir. Histoire Naturelle de Sa Croissance", Bertrand de Jouvenel mostrou que a história da modernidade não é a história da liberdade crescente, como pretendia Benedetto Croce, mas a história do poder crescente do Estado avassalador.
Esse livro é de 1945. Desde então, o curso da História tomou um rumo que o confirma na medida mesma em que aparenta desmenti-lo. A "descentralização" dos governos nacionais, simulando em escala local uma vitória do liberal-capitalismo sobre as tendências centralizadoras e socialistas, foi posta a serviço da construção do Leviatã supranacional que, inacessível e quase invisível, controla dezenas de Estados reduzidos à condição de entrepostos da administração global. Não só o eleitorado foi submetido a essa gigantesca mutação sem a menor possibilidade de interferir nela ou de compreendê-la, porém até mesmo alguns dos mais intelectualizados porta-vozes do liberal-capitalismo, enxergando apenas o fator econômico e recusando-se a investigar a nova estrutura de poder político por trás da globalização comercial, colaboraram ativamente para que o processo de centralização mundial se implantasse pacificamente, sob a bandeira paradoxal da liberdade de mercado.
O camponês antigo, o servo da gleba e até mesmo o escravo romano gemiam sob o tacão de um poder incontrastável, mas pelo menos tinham uma idéia clara de quem mandava neles e compreendiam perfeitamente o funcionamento do sistema que os governava. O cidadão da "democracia de massas" está cada vez mais submetido a decisões que não sabe de onde vieram, implantadas por um sistema de governo que ele nem conhece nem compreende. O globalismo é a apoteose do processo de centralização do poder, centralizando até o direito de conhecer o processo.
Fonte - Olavo de Carvalho
Lieberman: Os EUA serão atacados em 2009
Caso não se lembre deste ativo senador americanos, pode começar por "EUA: cientistas querem menos emissões de gases causadores do efeito estufa".
Agora ele vem afirmar que os EUA podem ser atacados no primeiro ano de governo do próximo presidente americano. Diz que os inimigos da América testarão o novo presidente cedo, em entrevista à CBS. Tal raciocíonio deriva do primeiro ataque ao WTC no primeiro ano de governo de Clinton, bem como do próprio 11/9, em relação a Bush.
Faz tais afirmações para sustentar a candidatura de McCain, personagem que, para ele, estaria mais apto a lidar com tais condições. É mais uma tentativa de impressionar pelo pânico, algo muito comum no tempo em que vivemos e que tem caracterizado os movimentos da nação mais poderosa do globo ultimamente.
Não se pode perder de vista ainda, embora este movimento de Lieberman em tese estivesse a apontar para McCain, que o citado Senador mantém relações muito próximas a Gore, que endossou a candidatura de Obama, junto com o próprio Clinton.
Tudo parece não passar de mais um blefe em um jogo de cartas marcadas.
Fonte - Global Research
Agora ele vem afirmar que os EUA podem ser atacados no primeiro ano de governo do próximo presidente americano. Diz que os inimigos da América testarão o novo presidente cedo, em entrevista à CBS. Tal raciocíonio deriva do primeiro ataque ao WTC no primeiro ano de governo de Clinton, bem como do próprio 11/9, em relação a Bush.
Faz tais afirmações para sustentar a candidatura de McCain, personagem que, para ele, estaria mais apto a lidar com tais condições. É mais uma tentativa de impressionar pelo pânico, algo muito comum no tempo em que vivemos e que tem caracterizado os movimentos da nação mais poderosa do globo ultimamente.
Não se pode perder de vista ainda, embora este movimento de Lieberman em tese estivesse a apontar para McCain, que o citado Senador mantém relações muito próximas a Gore, que endossou a candidatura de Obama, junto com o próprio Clinton.
Tudo parece não passar de mais um blefe em um jogo de cartas marcadas.
Fonte - Global Research
A histeria do aquecimentismo global
A verdade pode chegar ao mundo por muitas vias, mas ela nunca vem acompanhada pela força. Pensava que fosse uma lição aprendida há muito, a principiar pelos próprios cientistas. Os cientistas reais aprenderam-na de facto. Contudo, emergiu uma nova amálgama, a do cientista-activista, e neste espécime a lição é ignorada.
Na alvorada do Iluminismo, cientistas foram levados a tribunais e inquisições. Galileu é o grande exemplo, o pioneiro empírico que rejeitou o antigo modelo do universo (então conhecido) tendo a Terra como centro, e pelos seus esforços despertou a atenção e a ira inquisitorial.
Fui atraído a estes pensamentos, e ao exemplo da Inquisição, por uma curiosa explosão esta semana de James Hansen, o principal porta-voz da NASA sobre o assunto do aquecimento global, um homem que desempenhou o papel de S. João Batista nos ensinamentos messiânicos de Al Gore sobre o assunto. O dr. Hansen é geralmente considerado o homem que "tocou o alarme" quanto ao aquecimento global provocado pelo homem, e ele tem sido um proponente persistente, altamente publicitado e muito agressivo desta causa desde há duas décadas. O dr. Hansen não trata gentilmente aqueles que contestam os seus cenários apocalípticos. Escolhi esta palavra, apocalíptico, deliberadamente. Segundo o dr. Hansen, a espécie humana pode ter atingido o ponto de viragem com o aquecimento global. Se este for o caso, calamidades e catástrofes em vasta escala são inevitáveis. E se tivéssemos atingido o ponto de crise absoluta, haveria um minúsculo intervalo [de tempo] para as espécies humanas actuarem e prevenirem o pior. Segundo o dr. Hansen, o que ainda resta por ser enfrentado na verdade ainda é horrível.
Nem todo o mundo partilha a visão do dr. Hansen de um iminente Armagedão ecológico. Mentes sérias, sem interesses no assunto, lançam advertências a todo momento. Elas questionam os modelos de especulação climatológica; questionam a peculiar mistura de fontes antropogénicas e outras prováveis fontes na dinâmica do clima; questionam alguns dos dados reunidos e algumas das suas interpretações; e questionam a própria maturidade da altamente complexa, e experimentalmente deficiente, ciência do aquecimento global em si mesmo.
Elas questionam também a receitas maciças de politica que estão a ser exigidas como resposta necessária às determinações científicas do aquecimento global produzido pelo homem. Há muitíssimo espaço para opiniões diferentes e honestas sobre questões tão amplas e complexas, questões na terrivelmente complicada intersecção da ciência, política e economia.
Mas, para a mente agitada do dr. Hansen, aquele que levanta tais questões, os que injectam cepticismo no debate do aquecimento global são "negacionistas". A palavra aqui está a tornar-se lugar comum, mas ela permanece como uma calúnia estranha. Um punhado de crentes no aquecimento global gosta de arremessar todos os que argumentam com eles para a categoria do polémico, sendo polémicos todos os que discordam da opinião ortodoxa sobre o aquecimento global como o equivalente à negação do Holocausto. Trata-se de uma táctica sem vergonha e viciosa, e dificilmente de acordo com a nobreza que se supõe guiar a consciência daqueles que salvam o planeta. O dr. Hansen é excessivamente afeiçoado a analogias especiosas e assustadoras: Eles escreveu sobre "glaciares a desaparecer que funcionam como uma Kristal Nacht " e, embora posteriormente se haja arrependido da metáfora, comparou comboios de carvão a "comboios da morte – tão pavorosos quanto vagões a caminho do crematório, carregados com incontáveis espécies insubstituíveis". Esta semana, o dr. Hansen deu um passo em frente ainda mais nocivo.
Ele clamou por um tribunal, ou como prefiro denominá-lo, por uma Inquisição, a fim de julgar por crimes contra a natureza e a humanidade os presidentes das grandes companhias de petróleo os quais, de acordo com frenética visão das coisas do dr. Hansen, alimentam a "desinformação" pública acerca da crise climática. Mais uma vez, o modelo implícito é Nuremberg, quando as tentativas do homem de se preocupar com um futuro – vamos chamá-lo de probabilidade – no terreno moral e factual emparelham com a inquestionável, histórica e comovedora enormidade do Holocausto Nazi.
Será este o discurso de um cientista? Se for, é mais do que estranho que no século XXI esteja este cientista a clamar pelo equivalente secular de uma Inquisição. Ainda mais directamente ao ponto: são estas as palavras de um homem realmente certo da sua verdade ou de alguém que – com a ansiedade do fanático – está a tentar proteger-se do rigor do cepticismo e da investigação? Seja um caso ou seja o outro, não questiono de todo a afirmação de que isto é a voz de um homem que não é amigo da razão nem da ciência. Isto é a voz do cientista-activista consumado, com a sua própria verdade e temeroso de toda disputa.
A ciência não precisa de tribunais ou julgamentos, não precisa da justiça de Nuremberg, ou analogias com o Holocausto. As palavras de James Hansen esta semana constituíram uma ofensa contra a investigação, contra a ciência e contra a seriedade moral. Foram uma manifestação insolente contra o próprio debate de ideias.
Fonte - Resistir
Na alvorada do Iluminismo, cientistas foram levados a tribunais e inquisições. Galileu é o grande exemplo, o pioneiro empírico que rejeitou o antigo modelo do universo (então conhecido) tendo a Terra como centro, e pelos seus esforços despertou a atenção e a ira inquisitorial.
Fui atraído a estes pensamentos, e ao exemplo da Inquisição, por uma curiosa explosão esta semana de James Hansen, o principal porta-voz da NASA sobre o assunto do aquecimento global, um homem que desempenhou o papel de S. João Batista nos ensinamentos messiânicos de Al Gore sobre o assunto. O dr. Hansen é geralmente considerado o homem que "tocou o alarme" quanto ao aquecimento global provocado pelo homem, e ele tem sido um proponente persistente, altamente publicitado e muito agressivo desta causa desde há duas décadas. O dr. Hansen não trata gentilmente aqueles que contestam os seus cenários apocalípticos. Escolhi esta palavra, apocalíptico, deliberadamente. Segundo o dr. Hansen, a espécie humana pode ter atingido o ponto de viragem com o aquecimento global. Se este for o caso, calamidades e catástrofes em vasta escala são inevitáveis. E se tivéssemos atingido o ponto de crise absoluta, haveria um minúsculo intervalo [de tempo] para as espécies humanas actuarem e prevenirem o pior. Segundo o dr. Hansen, o que ainda resta por ser enfrentado na verdade ainda é horrível.
Nem todo o mundo partilha a visão do dr. Hansen de um iminente Armagedão ecológico. Mentes sérias, sem interesses no assunto, lançam advertências a todo momento. Elas questionam os modelos de especulação climatológica; questionam a peculiar mistura de fontes antropogénicas e outras prováveis fontes na dinâmica do clima; questionam alguns dos dados reunidos e algumas das suas interpretações; e questionam a própria maturidade da altamente complexa, e experimentalmente deficiente, ciência do aquecimento global em si mesmo.
Elas questionam também a receitas maciças de politica que estão a ser exigidas como resposta necessária às determinações científicas do aquecimento global produzido pelo homem. Há muitíssimo espaço para opiniões diferentes e honestas sobre questões tão amplas e complexas, questões na terrivelmente complicada intersecção da ciência, política e economia.
Mas, para a mente agitada do dr. Hansen, aquele que levanta tais questões, os que injectam cepticismo no debate do aquecimento global são "negacionistas". A palavra aqui está a tornar-se lugar comum, mas ela permanece como uma calúnia estranha. Um punhado de crentes no aquecimento global gosta de arremessar todos os que argumentam com eles para a categoria do polémico, sendo polémicos todos os que discordam da opinião ortodoxa sobre o aquecimento global como o equivalente à negação do Holocausto. Trata-se de uma táctica sem vergonha e viciosa, e dificilmente de acordo com a nobreza que se supõe guiar a consciência daqueles que salvam o planeta. O dr. Hansen é excessivamente afeiçoado a analogias especiosas e assustadoras: Eles escreveu sobre "glaciares a desaparecer que funcionam como uma Kristal Nacht " e, embora posteriormente se haja arrependido da metáfora, comparou comboios de carvão a "comboios da morte – tão pavorosos quanto vagões a caminho do crematório, carregados com incontáveis espécies insubstituíveis". Esta semana, o dr. Hansen deu um passo em frente ainda mais nocivo.
Ele clamou por um tribunal, ou como prefiro denominá-lo, por uma Inquisição, a fim de julgar por crimes contra a natureza e a humanidade os presidentes das grandes companhias de petróleo os quais, de acordo com frenética visão das coisas do dr. Hansen, alimentam a "desinformação" pública acerca da crise climática. Mais uma vez, o modelo implícito é Nuremberg, quando as tentativas do homem de se preocupar com um futuro – vamos chamá-lo de probabilidade – no terreno moral e factual emparelham com a inquestionável, histórica e comovedora enormidade do Holocausto Nazi.
Será este o discurso de um cientista? Se for, é mais do que estranho que no século XXI esteja este cientista a clamar pelo equivalente secular de uma Inquisição. Ainda mais directamente ao ponto: são estas as palavras de um homem realmente certo da sua verdade ou de alguém que – com a ansiedade do fanático – está a tentar proteger-se do rigor do cepticismo e da investigação? Seja um caso ou seja o outro, não questiono de todo a afirmação de que isto é a voz de um homem que não é amigo da razão nem da ciência. Isto é a voz do cientista-activista consumado, com a sua própria verdade e temeroso de toda disputa.
A ciência não precisa de tribunais ou julgamentos, não precisa da justiça de Nuremberg, ou analogias com o Holocausto. As palavras de James Hansen esta semana constituíram uma ofensa contra a investigação, contra a ciência e contra a seriedade moral. Foram uma manifestação insolente contra o próprio debate de ideias.
Fonte - Resistir
Software permite espionar pessoas
Novos softwares podem ser instalados sem conhecimento do dono e permitem acompanhar sua vida. O programa passa a mandar para um número escolhido todos os números chamados e a duração das chamadas, e cópia de torpedos recebidos e enviados.
Em aparelhos dotados de GPS, o programa envia permanentemente informação de onde ele está. Esses programas estão sendo vendidos pela Internet. O mais popular é o "Flexispy". Esse programa permite ainda se telefonar para ele e o aparelho, em silêncio, atende a ligação, passando a transmitir todos os sons do ambiente.
Fonte - Opinião e Notícia
Em aparelhos dotados de GPS, o programa envia permanentemente informação de onde ele está. Esses programas estão sendo vendidos pela Internet. O mais popular é o "Flexispy". Esse programa permite ainda se telefonar para ele e o aparelho, em silêncio, atende a ligação, passando a transmitir todos os sons do ambiente.
Fonte - Opinião e Notícia
segunda-feira, 30 de junho de 2008
Circulo Católico de Operários do Porto e a “Batalha” pelo descanso dominical
1. O Círculo Católico de Operários do Porto trouxe ao movimento católico português um cariz propriamente contemporâneo. Na verdade, é com ele que se ultrapassa a fase “paternalista”, que, num quadro ainda muito tradicional e pré-urbano, procurava resolver a questão social mais pela responsabilidade das elites do que pela movimentação autónoma dos trabalhadores: “Um movimento social católico, integrado ‘por operários’, e não só ‘para operários’, vai surgir apenas com o lançamento dos C. C. O. [Círculos Católicos de Operários].
...
2. No seu programa (publicado n’ O Grito do Povo de 17 de Junho de 1899) surgiram 14 itens elucidativos, que podemos resumir assim: 1º) descanso dominical; 2º) ensino religioso; 3º) diminuição dos encargos militares, que pesavam mais sobre os pobres; 4º) reforma do imposto, para que incidisse mais sobre os objectos de luxo do que sobre os géneros de primeira necessidade; 5º) extinção da agiotagem e da usura; 6º) diminuição das despesas de justiça; 7º) representação do trabalho e dos interesses profissionais; 8º) comissões mistas de patrões e operários; 9º) máximo do dia de trabalho, não mais de onze horas; 10º) redução do trabalho nocturno; 11º) proibição do trabalho de menores de 14 anos e cuidados com o trabalho da mulher; 12º) salário mínimo, começando no sector público; 13º) caixas de socorro na doença, acidentes e velhice; 14º) casas para operários.
3. O Círculo Católico de Operários do Porto nunca desistiu até ver realizado o primeiro item do seu programa, o descanso dominical. É aliás a melhor demonstração da incidência social duma convicção tão humanitária como religiosa. Em 1907, o governo de João Franco legislou finalmente nesse sentido, com imediato aplauso do C. C. O. portuense (cf. GONÇALVES, Eduardo C. Cordeiro – O Círculo Católico de Operários do Porto e o Catolicismo Social em Portugal (1898 – 1910). Porto: CCOP, 1998, p. 34- 35).
Interessante a argumentação do Círculo, ligando a prescrição religiosa à consideração antropológica. Como neste trecho de Fernandes da Silva, n’ O Grito do Povo de 12 de Agosto de 1899: “O domingo não é somente o dia do Senhor, mas também do homem. Deus criando o homem dotou-o de corpo e alma, e tão intimamente ligada com aquele, que se o corpo descansa a alma também descansa. Porém Deus para prover a esta necessidade estabeleceu o descanso do domingo, sendo regulado segundo o organismo e forças humanas”.
E, se este ponto foi porventura o mais consequente da doutrina e da projecção do Círculo Católico de Operários do Porto, poderá ser hoje o mais actual da sua herança a recolher. De facto, nas actuais condições sócio-económicas, o descanso dominical, arduamente conseguido há um século, é posto em causa por outros motivos. O modo corrente de viver e descansar, menos comunitário, mais individualizado, faz do “fim-de-semana” o tempo do comércio e dos “centros comerciais” o espaço social mais centrípeto e convidativo. Aliás, os serviços de apoio ao lazer exigem cada vez mais trabalho ao sábado e Domingo.
4. Neste contexto, a actual doutrina social da Igreja tem retomado e aprofundado muita da argumentação de há cem anos. Fundamental neste ponto é a carta apostólica de João Paulo II Dies Domini, sobre a santificação do Domingo, de 1998. Por exemplo, no seu nº 66: “No contexto histórico actual, permanece a obrigação de batalhar para que todos possam conhecer a liberdade, a calma e o descanso necessários à sua dignidade de homens, com as consequentes exigências religiosas, familiares, culturais, interpessoais, que dificilmente podem ser satisfeitas, se não ficar salvaguardado pelo menos um dia semanal para gozarem juntos da possibilidade de repousar e fazer festa”. Sem esquecer de acrescentar: “Obviamente, este direito do trabalhador ao descanso pressupõe o seu direito ao trabalho”.
Está em causa uma visão integrada da pessoa humana, a qual, muito mais do que mero “indivíduo”, é sujeito de relações múltiplas, indispensáveis para a sua realização integral. Isto significa família, sociedade, cultura e religião, tudo realidades conjuntas que precisam de tempos e espaços de encontro, ritmados, de todos para todos. E as reais necessidades de garantir serviços públicos ou particulares não podem iludir tal realidade essencial, mas proporcioná-la, também àqueles que nem sempre possam descansar ao Domingo. Uma sociedade que se perde como convivência integradora desfaz-se na pulverização dos interesses. Deixa mesmo de ser “sociedade”, perde-se como humanidade.
- Há muito a retomar, do que no Círculo Católico de Operários do Porto foi propósito e consequência, há mais de um século!
Fonte - Ecclesia
Nota DDP:
Interessante notar, no contexto desta notícia, uma outra enviada por uma leitora deste espaço [Gessica] acerca da visita do Presidente português ao Vaticano, que dentre outras afirmações de apreço ao Papa e à Igreja Católica, levou a efeito a seguinte afirmação: "Tive ocasião de sublinhar que é importante para o mundo e para os valores que a Igreja e a Europa partilham, uma Europa unida, uma Europa forte [...]". Tal questão veio no contexto da rejeição da Irlanda ao tratado europeu, que contou inclusive com apoio da ICAR.
...
2. No seu programa (publicado n’ O Grito do Povo de 17 de Junho de 1899) surgiram 14 itens elucidativos, que podemos resumir assim: 1º) descanso dominical; 2º) ensino religioso; 3º) diminuição dos encargos militares, que pesavam mais sobre os pobres; 4º) reforma do imposto, para que incidisse mais sobre os objectos de luxo do que sobre os géneros de primeira necessidade; 5º) extinção da agiotagem e da usura; 6º) diminuição das despesas de justiça; 7º) representação do trabalho e dos interesses profissionais; 8º) comissões mistas de patrões e operários; 9º) máximo do dia de trabalho, não mais de onze horas; 10º) redução do trabalho nocturno; 11º) proibição do trabalho de menores de 14 anos e cuidados com o trabalho da mulher; 12º) salário mínimo, começando no sector público; 13º) caixas de socorro na doença, acidentes e velhice; 14º) casas para operários.
3. O Círculo Católico de Operários do Porto nunca desistiu até ver realizado o primeiro item do seu programa, o descanso dominical. É aliás a melhor demonstração da incidência social duma convicção tão humanitária como religiosa. Em 1907, o governo de João Franco legislou finalmente nesse sentido, com imediato aplauso do C. C. O. portuense (cf. GONÇALVES, Eduardo C. Cordeiro – O Círculo Católico de Operários do Porto e o Catolicismo Social em Portugal (1898 – 1910). Porto: CCOP, 1998, p. 34- 35).
Interessante a argumentação do Círculo, ligando a prescrição religiosa à consideração antropológica. Como neste trecho de Fernandes da Silva, n’ O Grito do Povo de 12 de Agosto de 1899: “O domingo não é somente o dia do Senhor, mas também do homem. Deus criando o homem dotou-o de corpo e alma, e tão intimamente ligada com aquele, que se o corpo descansa a alma também descansa. Porém Deus para prover a esta necessidade estabeleceu o descanso do domingo, sendo regulado segundo o organismo e forças humanas”.
E, se este ponto foi porventura o mais consequente da doutrina e da projecção do Círculo Católico de Operários do Porto, poderá ser hoje o mais actual da sua herança a recolher. De facto, nas actuais condições sócio-económicas, o descanso dominical, arduamente conseguido há um século, é posto em causa por outros motivos. O modo corrente de viver e descansar, menos comunitário, mais individualizado, faz do “fim-de-semana” o tempo do comércio e dos “centros comerciais” o espaço social mais centrípeto e convidativo. Aliás, os serviços de apoio ao lazer exigem cada vez mais trabalho ao sábado e Domingo.
4. Neste contexto, a actual doutrina social da Igreja tem retomado e aprofundado muita da argumentação de há cem anos. Fundamental neste ponto é a carta apostólica de João Paulo II Dies Domini, sobre a santificação do Domingo, de 1998. Por exemplo, no seu nº 66: “No contexto histórico actual, permanece a obrigação de batalhar para que todos possam conhecer a liberdade, a calma e o descanso necessários à sua dignidade de homens, com as consequentes exigências religiosas, familiares, culturais, interpessoais, que dificilmente podem ser satisfeitas, se não ficar salvaguardado pelo menos um dia semanal para gozarem juntos da possibilidade de repousar e fazer festa”. Sem esquecer de acrescentar: “Obviamente, este direito do trabalhador ao descanso pressupõe o seu direito ao trabalho”.
Está em causa uma visão integrada da pessoa humana, a qual, muito mais do que mero “indivíduo”, é sujeito de relações múltiplas, indispensáveis para a sua realização integral. Isto significa família, sociedade, cultura e religião, tudo realidades conjuntas que precisam de tempos e espaços de encontro, ritmados, de todos para todos. E as reais necessidades de garantir serviços públicos ou particulares não podem iludir tal realidade essencial, mas proporcioná-la, também àqueles que nem sempre possam descansar ao Domingo. Uma sociedade que se perde como convivência integradora desfaz-se na pulverização dos interesses. Deixa mesmo de ser “sociedade”, perde-se como humanidade.
- Há muito a retomar, do que no Círculo Católico de Operários do Porto foi propósito e consequência, há mais de um século!
Fonte - Ecclesia
Nota DDP:
Interessante notar, no contexto desta notícia, uma outra enviada por uma leitora deste espaço [Gessica] acerca da visita do Presidente português ao Vaticano, que dentre outras afirmações de apreço ao Papa e à Igreja Católica, levou a efeito a seguinte afirmação: "Tive ocasião de sublinhar que é importante para o mundo e para os valores que a Igreja e a Europa partilham, uma Europa unida, uma Europa forte [...]". Tal questão veio no contexto da rejeição da Irlanda ao tratado europeu, que contou inclusive com apoio da ICAR.
Bento 16 pede unidade de todos os cristãos
O papa Bento 16 pediu neste domingo a unidade de todos os cristãos durante a tradicional oração do Ângelus, à qual assistiu o patriarca ecumênico Bartolomeu 1º, primaz de honra das igrejas ortodoxas.
Ao contrário do costume dominical de rezar o Ângelus na praça São Pedro, o pontífice celebrou a oração hoje no interior da basílica de mesmo nome, após oficiar, no local, a missa solene pela festividade de São Pedro e São Paulo, durante a qual impôs o pálio aos 40 arcebispos nomeados no último ano.
No Ângelus, Bento 16 lembrou que no sábado começou o Ano Paulino, pelo que pediu aos fiéis que rezassem por esse motivo, assim como pela unidade dos cristãos, a evangelização e a comunhão na Igreja.
Tanto na abertura do Ano Paulino quanto na imposição, hoje, do pálio aos arcebispos, o patriarca da Igreja Ortodoxa de Constantinopla Bartolomeu 1º teve uma presença destacada, com o que o papa quis simbolizar a necessidade de união de todos os cristãos.
Fonte - Folha
Ao contrário do costume dominical de rezar o Ângelus na praça São Pedro, o pontífice celebrou a oração hoje no interior da basílica de mesmo nome, após oficiar, no local, a missa solene pela festividade de São Pedro e São Paulo, durante a qual impôs o pálio aos 40 arcebispos nomeados no último ano.
No Ângelus, Bento 16 lembrou que no sábado começou o Ano Paulino, pelo que pediu aos fiéis que rezassem por esse motivo, assim como pela unidade dos cristãos, a evangelização e a comunhão na Igreja.
Tanto na abertura do Ano Paulino quanto na imposição, hoje, do pálio aos arcebispos, o patriarca da Igreja Ortodoxa de Constantinopla Bartolomeu 1º teve uma presença destacada, com o que o papa quis simbolizar a necessidade de união de todos os cristãos.
Fonte - Folha
Pólo Norte pode ficar sem gelo no próximo verão
O pólo Norte pode perder seu gelo neste verão devido ao aquecimento global, que está reduzindo a calota polar há uma década, algo sem precedentes na atualidade, advertiu nesta sexta-feira o cientista americano Mark Serreze.
"É muito provável que não haja calota no pólo Norte no final deste verão, já que o Pólo está coberto apenas por uma fina camada de gelo", explicou Serreze, pesquisador do Centro Nacional da Neve e Gelo dos Estados Unidos, com sede em Boulder (Colorado).
Segundo Serreze, há 50% de chance de ocorrer tal situação, tornando "concebível que em meados de setembro veleiros possam navegar do Alasca ao pólo Norte".
"O que observamos nos últimos dez anos foi uma grande redução no gelo do Ártico, especialmente nos três últimos anos, e esta tendência a longo prazo fará com que não haja mais gelo no verão no oceano Ártico até 2030."
Fonte - Folha
"É muito provável que não haja calota no pólo Norte no final deste verão, já que o Pólo está coberto apenas por uma fina camada de gelo", explicou Serreze, pesquisador do Centro Nacional da Neve e Gelo dos Estados Unidos, com sede em Boulder (Colorado).
Segundo Serreze, há 50% de chance de ocorrer tal situação, tornando "concebível que em meados de setembro veleiros possam navegar do Alasca ao pólo Norte".
"O que observamos nos últimos dez anos foi uma grande redução no gelo do Ártico, especialmente nos três últimos anos, e esta tendência a longo prazo fará com que não haja mais gelo no verão no oceano Ártico até 2030."
Fonte - Folha
sexta-feira, 27 de junho de 2008
Papa acusa seitas de confundir católicos
ROMA (AFP) — Papa Bento XVI acusou as seitas e o secularismo de serem "fonte de confusão" para muitos católicos, especialmente os hondurenhos, após terem recebido nesta quinta-feira, no Vaticano, os bispos deste país centro-americano.
"Como ocorre em outros países, a propagação do secularismo, assim como o proselitismo das seitas, é fonte de confusão para muitos fiéis, e também provoca uma perda do sentimento de pertencimento da Igreja", lamentou o Papa ante os prelados hondurenhos, que celebraram a tradicional visita "ad limina" ao Vaticano, que ocorre de cinco em cinco anos.
...
Fonte - AFP
"Como ocorre em outros países, a propagação do secularismo, assim como o proselitismo das seitas, é fonte de confusão para muitos fiéis, e também provoca uma perda do sentimento de pertencimento da Igreja", lamentou o Papa ante os prelados hondurenhos, que celebraram a tradicional visita "ad limina" ao Vaticano, que ocorre de cinco em cinco anos.
...
Fonte - AFP
Nota DDP:
Não é a primeira vez que BXVI trata da questão das "seitas" e do "proselitismo". Há um movimento internacional do sentido de que não se pregue para pessoas que estão no redil de outro segmento religioso. Isso é bastante interessante para o padrão que se pretende impor de paz e, certamente, desencadeará perseguições, porque pregar o Evangelho não é uma opção, mas uma obrigação para o cristão.
Epidemia de Aids deve ser tratada como 'catástrofe'
A epidemia de Aids no sul da África é tão grave que deveria ser classificada como catástrofe, advertiu a organização assistencial IFRC (Federação Internacional da Cruz Vermelha e da Crescente Vermelha).
A crise se encaixa na definição das Nações Unidas para catástrofe, como um evento que vai além do que uma única sociedade pode enfrentar, afirmou a entidade, que acredita que a epidemia de Aids deveria receber, de governos e organizações, o mesmo tratamento urgente dispensado a catástrofes e desastres naturias.
O Relatório Mundial sobre Desastres da IFRC costuma se dedicar a análise de respostas a desastres naturais como terremotos.
Mas neste ano, a entidade resolveu abandonar a tradição para focar no que ela considera um dos problemas mais complexos e duradouros enfrentados pela humanidade: a epidemia de Aids.
O documento, de cerca de 250 páginas, diz que boa parte do dinheiro gasto com a Aids - bilhões de dólares no total - não está chegando aos necessitados.
...
Fonte - BBC
A crise se encaixa na definição das Nações Unidas para catástrofe, como um evento que vai além do que uma única sociedade pode enfrentar, afirmou a entidade, que acredita que a epidemia de Aids deveria receber, de governos e organizações, o mesmo tratamento urgente dispensado a catástrofes e desastres naturias.
O Relatório Mundial sobre Desastres da IFRC costuma se dedicar a análise de respostas a desastres naturais como terremotos.
Mas neste ano, a entidade resolveu abandonar a tradição para focar no que ela considera um dos problemas mais complexos e duradouros enfrentados pela humanidade: a epidemia de Aids.
O documento, de cerca de 250 páginas, diz que boa parte do dinheiro gasto com a Aids - bilhões de dólares no total - não está chegando aos necessitados.
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Fonte - BBC
quarta-feira, 25 de junho de 2008
Mensagem cifrada?
Um dos principais assessores do provável candidato republicano à Casa Branca John McCain declarou em entrevista que um ataque terrorista aos EUA ajudaria a campanha republicana.
Em entrevista à revista "Fortune" --que será publicada em 7 de julho, o conselheiro sênior de McCain, Charlie Black, afirmou que um atentado deste tipo ao território norte-americano "certamente seria uma grande vantagem" para McCain.
Black, conhecido por seu trabalho como lobista em Washington, também disse à revista que o "infeliz" assassinato da líder paquistanesa Benazir Bhutto "ajudou" os republicanos a conquistar popularidade.
Após discurso em Fresno, na Califórnia, McCain foi à uma entrevista coletiva na qual rebateu os comentários do seu conselheiro. "Eu não posso imaginar ele dizendo isso. Não é verdade. Eu trabalhei sem descanso desde [os ataques terroristas] de 11 de setembro para evitar um novo ataque aos Estados Unidos da América. Meu histórico é muito claro", disse.
...
Fonte - Folha
Nota DDP:
São sabidos os efeitos do 11/9 no arraial americano, como por exemplo a aprovação da recente lei de segurança que viola a pivacidade dos seus cidadãos, em flagante contrariedade à quarta emenda da constituição daquele país. É sabido também que há muito se fala na possibilidade de um evento similar que pudesse colocar em ação todas as leis restritivas de direitos que foram aprovadas após os citados eventos. Enfim, não é de se estranhar, até porque as notícias dão como aumentada a diferença entre Obama e McCain de 5 para 12% no dia de hoje, que os replubicanos realmente quisessem algo deste naipe para se manterem no poder, que claramente está escorrendo por seus dedos...
Em entrevista à revista "Fortune" --que será publicada em 7 de julho, o conselheiro sênior de McCain, Charlie Black, afirmou que um atentado deste tipo ao território norte-americano "certamente seria uma grande vantagem" para McCain.
Black, conhecido por seu trabalho como lobista em Washington, também disse à revista que o "infeliz" assassinato da líder paquistanesa Benazir Bhutto "ajudou" os republicanos a conquistar popularidade.
Após discurso em Fresno, na Califórnia, McCain foi à uma entrevista coletiva na qual rebateu os comentários do seu conselheiro. "Eu não posso imaginar ele dizendo isso. Não é verdade. Eu trabalhei sem descanso desde [os ataques terroristas] de 11 de setembro para evitar um novo ataque aos Estados Unidos da América. Meu histórico é muito claro", disse.
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Fonte - Folha
Nota DDP:
São sabidos os efeitos do 11/9 no arraial americano, como por exemplo a aprovação da recente lei de segurança que viola a pivacidade dos seus cidadãos, em flagante contrariedade à quarta emenda da constituição daquele país. É sabido também que há muito se fala na possibilidade de um evento similar que pudesse colocar em ação todas as leis restritivas de direitos que foram aprovadas após os citados eventos. Enfim, não é de se estranhar, até porque as notícias dão como aumentada a diferença entre Obama e McCain de 5 para 12% no dia de hoje, que os replubicanos realmente quisessem algo deste naipe para se manterem no poder, que claramente está escorrendo por seus dedos...
terça-feira, 24 de junho de 2008
Mais uma vez a eucaristia e o domingo
Missa é o encontro de amor com Jesus
CIDADE DO VATICANO, segunda-feira, 23 de junho de 2008 (ZENIT.org).- A missa é um encontro de amor com Jesus, explicou Bento XVI em uma vídeo-mensagem enviada aos jovens congregados neste fim de semana em Québec, por ocasião do Congresso Eucarístico Internacional.
Na mensagem, o Papa assegura aos jovens que podem encontrar Cristo na Escritura e na Eucaristia e, dessa maneira, «descobrireis que sois amados de uma maneira infinita».
...
Fonte - Zenit
Igreja recomeça a partir da eucaristia
CIDADE DO VATICANO, segunda-feira, 23 de junho de 2008 (ZENIT.org).- A Igreja relança sua missão ao início do século XXI a partir do amor irradiado pela Eucaristia, explica o porta-voz vaticano, sintetizando os frutos do Congresso Eucarístico Internacional de Québec.
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Recordando o tema do Congresso, «A Eucaristia, dom de Deus para a vida do mundo», o sacerdote explica que estes congressos «são mananciais de renovação espiritual, ocasião para fazer conhecer melhor a santíssima Eucaristia, que é o tesouro mais precioso que Jesus nos deixou».
...
«A Eucaristia é verdadeiramente o centro da vida da Igreja», diz o Pe. Lombardi, explicando que o final do pontificado de João Paulo II havia sublinhando com insistência esta realidade: com sua última encíclica, «Ecclesia de Eucharistia», com o ano da Eucaristia e com o Sínodo dedicado ao tema.
...
A Eucaristia também é protagonista deste novo pontificado, que sintetizou na exortação apostólica «Sacramentum caritatis» as conclusões do Sínodo da Eucaristia. Boa parte dos escritos de Bento XVI não são mais que meditações eucarísticas.
«Devemos ser conscientes de que a vida cristã depende vitalmente do manancial da Eucaristia; cada dia e, em particular, cada domingo. Como diziam os antigos mártires: ‘Sem a celebração dominical não podemos viver!’», conclui o Pe. Lombardi.
Fonte - Zenit
Nota DDP:
Qualquer argumentação é "chover no molhado", não?
CIDADE DO VATICANO, segunda-feira, 23 de junho de 2008 (ZENIT.org).- A missa é um encontro de amor com Jesus, explicou Bento XVI em uma vídeo-mensagem enviada aos jovens congregados neste fim de semana em Québec, por ocasião do Congresso Eucarístico Internacional.
Na mensagem, o Papa assegura aos jovens que podem encontrar Cristo na Escritura e na Eucaristia e, dessa maneira, «descobrireis que sois amados de uma maneira infinita».
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Fonte - Zenit
Igreja recomeça a partir da eucaristia
CIDADE DO VATICANO, segunda-feira, 23 de junho de 2008 (ZENIT.org).- A Igreja relança sua missão ao início do século XXI a partir do amor irradiado pela Eucaristia, explica o porta-voz vaticano, sintetizando os frutos do Congresso Eucarístico Internacional de Québec.
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Recordando o tema do Congresso, «A Eucaristia, dom de Deus para a vida do mundo», o sacerdote explica que estes congressos «são mananciais de renovação espiritual, ocasião para fazer conhecer melhor a santíssima Eucaristia, que é o tesouro mais precioso que Jesus nos deixou».
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«A Eucaristia é verdadeiramente o centro da vida da Igreja», diz o Pe. Lombardi, explicando que o final do pontificado de João Paulo II havia sublinhando com insistência esta realidade: com sua última encíclica, «Ecclesia de Eucharistia», com o ano da Eucaristia e com o Sínodo dedicado ao tema.
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A Eucaristia também é protagonista deste novo pontificado, que sintetizou na exortação apostólica «Sacramentum caritatis» as conclusões do Sínodo da Eucaristia. Boa parte dos escritos de Bento XVI não são mais que meditações eucarísticas.
«Devemos ser conscientes de que a vida cristã depende vitalmente do manancial da Eucaristia; cada dia e, em particular, cada domingo. Como diziam os antigos mártires: ‘Sem a celebração dominical não podemos viver!’», conclui o Pe. Lombardi.
Fonte - Zenit
Nota DDP:
Qualquer argumentação é "chover no molhado", não?
Diálogo ou guerra entre civilizações
O diálogo inter-religioso obteve o apoio de mais um nome de peso: Mário Soares. Ex-presidente de Portugal, agora presidente da Comissão de Liberdade Religiosa.
Veja uns trechos de citações de notícia veiculada hoje nos jornais:
“O Mundo está muito complicado. Se as religiões não forem um factor de paz pode acontecer que se entre numa guerra de civilizações e isso seria o pior de tudo que pode acontecer”.
Ele disse que as religiões devem dialogar para obter a paz, e evitar a guerra entre civilizações “Há muitos princípios de natureza ética que são comuns às religiões. E é isso que é preciso desenvolver”.
“As religiões devem discutir umas com as outras. Todas têm a verdade revelada e quem tem a verdade revelada pensa que tem o exclusivo e por isso é difícil conjugar, mas tenho verificado, em encontros económicos, que é possível encontrar pontos comuns e é isso que é preciso desenvolver”.
Ele apela para que os debates sejam animados nesse sentido.
As igrejas estão se unindo, na aparência, para salvar o planeta das perigosas tendências visíveis, como a criminalidade e os maus tratos contra a natureza, mas, no fundo, é para formar uma única adoração, e não ao DEUS Criador.
Fonte - Cristo Voltará
Veja uns trechos de citações de notícia veiculada hoje nos jornais:
“O Mundo está muito complicado. Se as religiões não forem um factor de paz pode acontecer que se entre numa guerra de civilizações e isso seria o pior de tudo que pode acontecer”.
Ele disse que as religiões devem dialogar para obter a paz, e evitar a guerra entre civilizações “Há muitos princípios de natureza ética que são comuns às religiões. E é isso que é preciso desenvolver”.
“As religiões devem discutir umas com as outras. Todas têm a verdade revelada e quem tem a verdade revelada pensa que tem o exclusivo e por isso é difícil conjugar, mas tenho verificado, em encontros económicos, que é possível encontrar pontos comuns e é isso que é preciso desenvolver”.
Ele apela para que os debates sejam animados nesse sentido.
As igrejas estão se unindo, na aparência, para salvar o planeta das perigosas tendências visíveis, como a criminalidade e os maus tratos contra a natureza, mas, no fundo, é para formar uma única adoração, e não ao DEUS Criador.
Fonte - Cristo Voltará
Conflitos deixam mais de 37 milhões de refugiados no mundo
INTERNACIONAL - Mais de 37 milhões de pessoas estão refugiadas em várias regiões do mundo ou deslocadas em seus próprios países por causa de conflitos armados ou perseguições de todo tipo, afirma um relatório apresentado hoje em Londres pelo Alto Comissariado das Nações Unidas para os Refugiados (Acnur).
Em seu estudo, correspondente a 2007, a Acnur destaca que o número de pessoas refugiadas ou deslocadas alcançou números recordes entre 2005 e o ano passado, principalmente por causa das guerras no Afeganistão e no Iraque.
Segundo as estatísticas, no final de 2007 havia 11,4 milhões de refugiados e 26 milhões de deslocados – um total de 37,4 milhões –, mas este número não inclui os 4,6 milhões de palestinos (a cargo de outra agência da ONU) nem as milhões de pessoas afetadas por catástrofes naturais.
Mais da metade de refugiados sob o amparo da ONU é de afegãos (3 milhões, que vivem principalmente no Irã), eles são seguidos pelos iraquianos (mais de 2 milhões, refugiados sobretudo na Jordânia e Síria) e pelos colombianos (552 mil, que estão na Venezuela e Equador).
Quanto aos deslocados internos, a maioria é de colombianos (3 milhões), iraquianos (2,4 milhões), congoleses (1,3 milhão), ugandenses (1,2 milhão) e somalis (aproximadamente 1 milhão).
"Há um conjunto de crise (de refugiados) que está inter-relacionado, como a de Afeganistão, Palestina, Iraque, Sudão, Chade e Somália", declarou o alto comissário da ONU para os Refugiados, António Guterres.
Guterres explicou que, "paralelamente existe uma multiplicação de crise por todas as partes, sobretudo na África, muitas das quais não são conhecidas, como as de Chade, República Centro-Africana, Eritréia, Zimbábue e Congo".
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Fonte - Portas Abertas
Em seu estudo, correspondente a 2007, a Acnur destaca que o número de pessoas refugiadas ou deslocadas alcançou números recordes entre 2005 e o ano passado, principalmente por causa das guerras no Afeganistão e no Iraque.
Segundo as estatísticas, no final de 2007 havia 11,4 milhões de refugiados e 26 milhões de deslocados – um total de 37,4 milhões –, mas este número não inclui os 4,6 milhões de palestinos (a cargo de outra agência da ONU) nem as milhões de pessoas afetadas por catástrofes naturais.
Mais da metade de refugiados sob o amparo da ONU é de afegãos (3 milhões, que vivem principalmente no Irã), eles são seguidos pelos iraquianos (mais de 2 milhões, refugiados sobretudo na Jordânia e Síria) e pelos colombianos (552 mil, que estão na Venezuela e Equador).
Quanto aos deslocados internos, a maioria é de colombianos (3 milhões), iraquianos (2,4 milhões), congoleses (1,3 milhão), ugandenses (1,2 milhão) e somalis (aproximadamente 1 milhão).
"Há um conjunto de crise (de refugiados) que está inter-relacionado, como a de Afeganistão, Palestina, Iraque, Sudão, Chade e Somália", declarou o alto comissário da ONU para os Refugiados, António Guterres.
Guterres explicou que, "paralelamente existe uma multiplicação de crise por todas as partes, sobretudo na África, muitas das quais não são conhecidas, como as de Chade, República Centro-Africana, Eritréia, Zimbábue e Congo".
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Fonte - Portas Abertas
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