segunda-feira, 29 de setembro de 2008

Estudo revela que UE deve se preparar para efeitos do aquecimento global

(Embargada até as 22h) Bruxelas, 28 set (EFE).- A União Européia (UE) deve continuar seus esforços para reduzir as emissões de gases causadores do efeito estufa, mas, ao mesmo tempo, tem que se preparar para as conseqüências inevitáveis do aquecimento global.

Essa é a principal conclusão de um relatório elaborado pela Agência Européia do Ambiente, pela Organização Mundial da Saúde (OMS) e pelo Centro Comum de Pesquisa (JRC, em inglês) da UE, divulgado pela agência "Belga".

O estudo lembra que, devido ao aumento das emissões poluentes, a temperatura média da Terra aumentou em 0,8°C em comparação a antes da Revolução Industrial, uma alta sentida especialmente na Europa.

Esse aumento da temperatura já provocou o derretimento de geleiras, a redução em cerca de 20% do volume de chuva em algumas regiões mediterrâneas nos últimos 100 anos, migrações animais rumo ao norte, inundações e erosão do solo, entre outras mudanças.

O relatório adverte que, se esses efeitos se agravarem, trarão sérias conseqüências tanto para a saúde humana quanto em diferentes setores econômicos, como o energético, de transportes, agricultura e turismo.

Segundo o documento, os países da UE deveriam começar a se preparar para enfrentar esse novo cenário, pois, até o momento, os esforços se concentraram na gestão do risco de inundações.

As regiões européias mais afetadas pelo aquecimento serão, segundo este estudo, as regiões montanhosas, as áreas litorâneas, a bacia mediterrânea e o Ártico, onde a superfície da calota polar foi reduzida à metade entre 1950 e 2007.

Entre as principais conseqüências para a saúde humana, o relatório afirma que o aquecimento reduzirá a qualidade do ar e favorecerá a chegada à Europa de insetos transmissores de doenças atualmente limitadas aos trópicos.

Fonte - Último Segundo

Reino Unido lança identidade com chip para imigrantes


LONDRES - O governo britânico apresentou nesta quinta-feira um novo documento de identidade para estrangeiros de fora da União Européia (UE) que vai aumentar o controle sobre os imigrantes. Semelhantes a um cartão de crédito, a nova identificação inclui um chip com informações pessoais, foto e impressões digitais dos imigrantes. Além disso, o novo documento carregará detalhes sobre a situação do estrangeiro, se é estudante, se pode trabalhar e há quanto tempo está na Inglaterra.
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Fonte - O Globo

Empréstimos de bancos atingem recorde nos EUA

O valor dos empréstimos tomados por instituições financeiras dos Estados Unidos atingiu um recorde de US$ 187,75 bilhões ao dia, em média, na última semana, em meio ao aprofundamento da crise financeira em Wall Street, informou o Federal Reserve nesta quinta-feira.
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Fonte - Invertia

sexta-feira, 26 de setembro de 2008

Papel ecumênico de Maria

LOURDES, quinta-feira, 25 de setembro de 2008 (ZENIT.org).- A devoção à Virgem Maria tem um papel fundamental no diálogo ecumênico, no caminho rumo à unidade plena e visível entre os cristãos, afirmou o cardeal Walter Kasper, presidente do Conselho Pontifício para a Unidade dos Cristãos.
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De fato, admitiu o cardeal Kasper, «Lourdes é conhecida por seus milagres. Quem poderia imaginar, há 20 ou 30 anos, que católicos e anglicanos peregrinariam e rezariam juntos?».

«Para quem conhece os debates e as polêmicas do passado sobre Maria entre os católicos e os cristãos das igrejas não-católicas, para todos que conhecem as reservas do mundo não-católico com relação aos lugares marianos de peregrinação, para todas essas pessoas, o acontecimento de hoje, sem precedentes, é um milagre», sublinhou.

Segundo o cardeal Kasper, Maria é uma peça fundamental do movimento ecumênico, ainda que este tema «não é nem comum nem óbvio entre os ecumenistas».

A devoção a Maria é, recordou o purpurado, uma questão plenamente compartilhada com os ortodoxos, «mas também existia devoção mariana no tempo da Reforma».

«Lutero venerou Maria com fervor durante toda sua vida e a professava, com os Credos antigos e os concílios da Igreja do primeiro milênio, como Virgem e Mãe de Deus. Era crítico só com relação a algumas práticas, que considerava abusos e exageros – acrescentou. O mesmo aconteceu com os reformistas ingleses.»

A rejeição da doutrina sobre a Virgem Maria se produziu durante o Iluminismo, «em um espírito conhecido como ‘minimalismo mariológico’», explicou o cardeal Kasper.

Contudo, graças a «uma leitura e uma meditação renovada da Sagrada Escritura, observamos uma mudança lenta, mas decisiva», declarou, e citou várias declarações conjuntas entre católicos e luteranos, que tratam deste assunto.

«Maria não está ausente, mas presente no diálogo ecumênico. As Igrejas progrediram na aproximação sobre a doutrina de Nossa Senhora. Nossa Senhora já não nos divide, mas nos reconcilia e nos une em Cristo, seu Filho», acrescentou.
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Fonte - Zenit

Nota DDP: Como já afirmado aqui, o Prof. Azenilto Brito possui interessantes estudos sobre esta "ponte", uma de tantas, que a igreja romana tem estabelecido entre os mais diversos grupos. Chama a atenção apenas, que após o Papa BXVI ter afirmado que a ICAR é a única igreja verdadeira, ter afirmado que para união é necessário o reconhecimento do primado de Pedro e, nenhuma oposição visível tenha sido tomada, tudo leva a acreditar que também neste caso observaremos a mesma postura. E de tema em tema, apesar de não participar oficialmente de nenhum grupo ecumênico, embora todos incentive, o processo de retorno às origens continua.

Rabino vai falar em Sínodo

O papa Bento XVI convidou o rabino Shear-Yashuv Cohen, membro da Comissão mista Israel-Vaticano, para fazer um pronunciamento durante os trabalhos do Sínodo, que se inicia no próximo dia 5 de outubro. O rabino aceitou. . «Tal convite, disse ele, representa uma mensagem de amor, coexistência e paz para as gerações futuras; é uma espécie de declaração que revela a intenção da Igreja em prosseguir as doutrinas de João XXIII e João Paulo II». Numa entrevista em Jerusalém, o rabino Cohen declarou que alguns rabinos radicais «pensam que o diálogo inter-religioso seja simplesmente uma maneira de convencer os judeus a tornarem-se cristãos. Eis porque se opuseram à minha intervenção no Sínodo». Entretanto, falar no Sínodo, acrescentou o rabino, será uma ocasião para aproximar o dia em que «todos os povos se reunirão todos juntos para dar graças a Deus».

Este convite está sendo visto como um encontro entre a ICAR e seu irmão mais velho, o judaísmo. É uma aproximação no sentido da formação de uma adoração única no planeta. Adoração à besta. Os judeus se aliando com os católicos, coloca os adventistas em situação mais complicadas, pois ambos são guardadores do sábado. Os judeus, pelo menos, por enquanto.

Radio Vaticana
2008-09-25

Fonte - Cristo Voltará

Agravamento da crise financeira

PARIS, 26 Set 2008 (AFP) - A crise financeira apresentou novos sinais de agravamento nesta sexta-feira, com o fechamento durante a madrugada, do banco americano Washington Mutual (WaMu), enquanto as preocupações aumentam nos mercados pelo impasse sobre o plano de resgate americano discutido pelos parlamentares democratas e republicanos.

Aumentando o clima de tensão, vários grandes bancos centrais anunciaram simultaneamente na manhã desta sexta-feira novas medidas para trocar liquidez entre eles com mais facilidade e alimentar assim seus sistemas bancários respectivos.

O Washington Mutual, que já estava em dificuldades, foi fechado na madrugada de quinta para sexta-feira pelas autoridades americanas, que decidiram fazer o JP Morgan Chase recomprar uma parte de suas atividades.
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Fonte - UOL

Nota Cristo Voltará:
A crise financeira não tem precedentes. É o que diz o FMI. É possível que mais bancos fechem. "Estamos diante de uma crise financeira inédita, porque ela nasceu no coração do sistema, os Estados Unidos, e não de sua periferia, e afetou simultaneamente o mundo inteiro", disse Strauss-Kahn no Cairo. A economia mundial vai desacelerar. "O chefe do Fundo se mostrou convencido de que "os atores do mercado desaparecerão, em particular nos Estados Unidos, com a possível extinção progressiva" de bancos de investimentos independentes, como Lehman Brothers ou Merrill Lynch.”

Ao lado disso, há as incertezas. E a economia está globalizada, tudo afeta tudo. Está tudo amarrado. Criamos um monstro de ganhar dinheiro, mas também é um monstro para quebrar financeiramente o planeta todo. Em poucas horas. Onde os investidores irão colocar o seu dinheiro? Em cisternas rotas, onde de um momento para outro, deixa de existir.

É hora de investir na vida eterna, onde a traça e a ferrugem não consomem. Isso é um sinal de que nos aproximamos do maior de todos os eventos da história da humanidade. Da primeira vez, JESUS veio quieto. Dessa vez, vira com todo o Seu exército, em alto clamor. Antes disso, os seus servos na Terra o anunciarão, também em alto clamor.

A Bíblia dia e noite

Personalidades do mundo todo, entre elas o jogador brasileiro Kaká, o Papa Bento XVI e o ator e diretor italiano Roberto Benigni lerão, a partir de 5 de outubro, a Bíblia de forma integral e durante sete dias consecutivos em um programa da televisão pública italiana.

A leitura será transmitida ao vivo pelos canais Rai Uno e Rai Educational. Mais de 1.500 pessoas participarão nessa maratona de 139 horas batizada de "A Bíblia de dia e de noite". Além do Papa, foram convidados o bispo ortodoxo Hilarion Aleyev, representante da Igreja russa na Europa, e Maria Bonafede, da Igreja valdense.

O início da leitura coincide com a abertura do Sínodo dos Bispos, que será realizado no Vaticano. (AFP)

Nota Minuto Profético: Espantoso mesmo é o fato desse evento ser patrocinado por um canal de Tv estatal, violando aberta e perigosamente o conceito moderno de Estado Laico. É tudo que a Igreja Católica sempre buscou. Quanto mais passa o tempo mais as nações estão se deixando levar pelos sofismas da Igreja Romana que só almeja reconquistar a supremacia política e religiosa mundial. E um dos caminhos mais seguros para isso tem sido o ecumenismo. Ao unir sua imagem com a de celebridades como Kaká (cristão conservador) o bispo de Roma deseja demonstrar que é reconhecidamente o líder maior da cristandade mundial. Talvez o mundo acorde tarde demais do pesadelo em que está se metendo...

quinta-feira, 25 de setembro de 2008

Bush: EUA estão no meio de uma séria crise financeira


WASHINGTON (Reuters) - O presidente dos EUA, George W. Bush, disse nesta quarta-feira que os Estados Unidos atravessam uma séria crise financeira, enquanto tenta convencer a população a apoiar um plano de socorro financeiro de 700 bilhões de dólares.

"Nós estamos no meio de uma séria crise financeira, e o governo federal está respondendo com uma ação decisiva", disse Bush em um pronunciamento pela TV.

Ele alertou que "o mercado não está funcionando adequadamente", que há uma perda generalizada de confiança, que importantes setores estão em crise, que mais bancos podem falir e que isso ameaça levar a economia dos EUA a uma recessão.

"Nós não podemos permitir que isso aconteça", afirmou.

Fonte - MSN

Nota DDP: Gostaria apenas de dizer que há bem pouco tempo Bush havia afirmado que a crise não era tudo isso. Sua mudança de posicionamento e a análise de sua postura inicial minimalista, permitem inferir que o "rombo", neste momento, já é muito mais embaixo do que ora ele ousa admitir.

Nota Gilberto Theiss: É este o tipo de crise que poderá mudar para sempre o rumo da humanidade. Os Adventistas do Sétimo dia sabem muito bem que serão crises assim que fortalecerão o desejo da imposição dominical como solução aos EUA. Vários líderes, tanto religiosos quanto políticos republicanos, tem expressado que a nação americana está mergulhada em várias crises e recessões porque tem deixado para trás os princípios morais de sua fé e que a observância real do domingo melhoraria essa condição e consequêntemente os favores de Deus seriam mantidos à nação.

Falando sobre isto, Ellen White escreveu: "Esta classe apresenta a alegação de que a corrupção que rapidamente se alastra é atribuível em grande parte à profanação do descanso dominical, e que a imposição da observância do domingo melhoraria grandemente a moral da sociedade. Insiste-se nisto especialmente na América do Norte, onde a doutrina do verdadeiro sábado tem sido mais amplamente pregada". Grande Conflito, 587.

De fato desconhecem eles que a pior ruína ainda está por vir. Quando essa lei de imposição dominical surgir para ser uma solução à nação, na verdade mergulharão em uma ruina maior, ainda, veja:

"Quando nossa nação [americana], em suas assembléias legislativas, promulgar leis que restrinjam a consciência das pessoas quanto ao seus privilégios religiosos, impondo a observância do domingo e exercendo poder opressor contra os que guardam o sábado do sétimo dia, a lei de Deus será, para todos os efeitos, invalidada em nosso país, e a apostasia nacional será seguida de ruína nacional". Eventos Finais, 117.

A insistência à imposição dominical ultrapassará as fronteiras da américa do norte. Os outros países seguirão o exemplo. Os habitantes das outras nações serão induzidos aos mesmos princípios do papado como solução para o mundo.

"Quando a américa, o país da liberdade religiosa, se aliar com o papado, a fim de dominar as consciências e impelir os homens a reverenciar o falso sábado, os povos de todos os demais países do mundo hão de ser induzidos a imitar-lhe o exemplo." Testemunhos Seletos, 2, 373.

A legislação dominical não trará melhoras ao mundo como pensam alguns, na verdade quando essa imposição ocorrer, a taça da misericórdia de Deus se transbordará e Ele se revelará com seus juízos sobre a terra:

"Quando essa substituição se tornar universal, Deus Se revelará. Ele se erguerá em Sua magestade para sacudir terrivelmente a terra." Testemunhos Seletos, 3, 142 e 143.

Nesta obra de engano, o poder religioso católico/protestante se unirão na perseguição aos grupos minoritários que não aderirem:

"As organizações religiosas que recusam ouvir as mensagens de advertência da parte de Deus estarão sob forte engano, e se unirão com o poder civil para perseguir os santos. As igrejas protestantes se unirão com o poder papal para perseguir o povo de Deus que guarda os mandamentos." Eventos Finais, 126.

"A igreja apelará para o braço forte do poder civil, e nesta obra unir-se-ão romanistas e protestantes." Grande Conflito, 607.

A anarquia, os problemas morais, corrupção, distúrbios na natureza e a criminalidade serão argumentos levantados contra os que não honram o domingo:

"Os que honram o sábado bíblico serão denunciados como inimigos da lei e da ordem, como que a derribar as restrições morais da sociedade, causando anarquia e corrupção, e atraindo os juízos de Deus sobre a terra. Declarar-se-á que seus conscienciosos escrúpulos são teimosia, obstinação e desdém à autoridade. serão acusados de deslealdade para com o governo." Grande Conflito, 592.

O anjo caído fará de tudo para que os fiéis que guardam o verdadeiro sábado bíblico não suportem a pressão e venham a abandonar a obediência ao Deus verdadeiro. Farão de tudo para que na falta de alimento e vestuário percam a fé e se unam aos transgressores:

"Na última grande batalha do conflito com satanás, os que são leais a Deus hão de ser privados de todo apoio terreno. Por se recusarem a violar-lhe a lei em obediência a poderes terrestres, ser-lhe-á proibido comprar ou vender." Desejado de Todas as Nações, 121 e 122, e Apoc. 13:15-17.

"Satanás diz: ... Pelo temor de que lhes venha a faltar alimento e vestuário, eles se unirão com o mundo na transgressão da lei de Deus. A terra estará inteiramente sobre meu domínio." Profetas e Reis, 183.

Mas com certeza Deus cuidará de seu povo fiél, "o pão lhe será dado e a água será certa". Isaias 33:16.

Religiões devem trabalhar juntas pela paz

Dakar, 25 set (RV) - Os líderes religiosos devem trabalhar juntos na África Ocidental para contribuir pela busca da paz no território. A afirmação foi feita pelo arcebispo da capital senegalesa, Dakar, dom Theodore Adrien Sarr, em entrevista à agência de notícias africana Panapress.

“É um tema que me esforço para promover pessoalmente”, explicou o cardeal, lembrando que cristãos, islâmicos e membros de outras religiões devem assumir o compromisso e se sensibilizar em busca da paz.

Para Dom Theodore, no entanto, é fundamental prosseguir com o diálogo interreligioso e trabalhar para estreitar essas relações. O cardeal destacou também que o cristianismo, o islamismo e as religiões tradicionais têm valores em comum como a solidariedade, o respeito ao próximo, o amor pela vida e o senso de humanidade.

“Juntas”, acrescentou Dom Theodore, “as nossas religiões podem se voltar para os políticos e interpelá-los sobre alguns valores”. O cardeal ressaltou, ainda, que é preciso contribuir para prevenir os conflitos e pôr fim à violência que assola a África Ocidental.

Fonte - Radio Vaticano

Nota DDP: Como se vê, a intenção final do ecumenismo é ladeada de contornos políticos.

A terra no vermelho


A partir de hoje viajaremos com as contas no vermelho e consumiremos mais recursos do que aqueles que a natureza fornece de modo renovável. Estamos comendo o capital biológico acumulado em mais de três bilhões de anos de evolução da vida: nem mesmo uma superintervenção como a do governo dos Estados Unidos para tapar os buracos dos bancos americanos bastaria para reequilibrar nossa relação com o planeta. Dia 23 de setembro é o Earth Overshoot Day [dia da ultrapassagem dos limites da Terra]: a hora da bancarrota ecológica.

A reportagem é de Antonio Cianciullo e publicada pelo jornal La Repubblica, 22-09-2008.

Dia 23 de setembro é o Earth Overshoot Day, que em 1955 se desencadeou quase dois meses mais tarde. As projeções das Nações Unidas: sem adoção de medidas, em 2050 encerraremos no dia primeiro de julho.

É o dia em que a renda anual à nossa disposição acaba e os seres humanos vivos continuam a sobreviver pedindo um empréstimo ao futuro, ou seja, retirando riqueza aos filhos e aos netos. A data foi calculada pelo Global Footprint Network, a associação que mensura a pegada ecológica, ou seja, o sinal que cada um de nós deixa sobre o planeta retirando aquilo de que necessita para viver e eliminando o que não lhe serve mais, os rejeitos.

O dia 23 de setembro não é uma data fixa. Por milênios o impacto da humanidade, em nível global, foi transcurável: era um número irrelevante no que se refere à ação produzida pelos eventos naturais que modelaram o planeta. Com o crescimento da população (o século vinte começou com 1,6 bilhões de seres humanos e concluiu com 6 bilhões de seres humanos) e com o crescimento do consumo (o energético aumentou 16 vezes durante o século passado) o quadro mudou em períodos que, do ponto de vista da história geológica, representam uma fração de segundo.

Em 1961 metade da Terra era suficiente para satisfazer as nossas necessidades. O primeiro ano em que a humanidade utilizou mais recursos do que os oferecidos pela biocapacidade do planeta foi 1986, mas, daquela vez o cartãozinho vermelho se ergueu no dia 31 de dezembro: o dano ainda era moderado. Em 1995 a fase do superconsumo já devorara mais de um mês de calendário: a partir de 21 de novembro a quantidade de madeira, fibras, animais e verduras devoradas ia além da capacidade dos ecossistemas de se regenerarem; a retirada começava a devorar o capital à disposição, num círculo vicioso que reduz os úteis à disposição e constringe a antecipar sempre mais o momento do débito.

Em 2005, o Earth Overshoot Day caiu no dia 2 de outubro. Neste ano já o adiantamos para o dia 23 de setembro: já consumimos quase 40 por cento a mais do que aquilo que a natureza pode oferecer sem se empobrecer. Segundo as projeções das Nações Unidas, o ano no qual – se não se tomarem providências – o vermelho vai disparar no dia primeiro de julho será 2050. Isto significa que na metade do século precisaremos de um segundo planeta à disposição. E, visto que é difícil levantar para aquela época a hipótese de uma transferência planetária, será preciso bloquear o superconsumo agindo numa dupla frente: tecnologias e estilos de vida.

O esforço inovador da indústria de ponta produziu um primeiro salto tecnológico relevante: no campo dos eletrodomésticos, da iluminação, da calefação das casas, da fabricação de algumas mercadorias o consumo se reduziu notavelmente. Mas, também os estilos de vida desempenham um papel relevante. Para nos convencermos disso basta confrontar o débito ecológico de países nos quais os níveis de bem-estar são semelhantes. Se o modelo dos Estados Unidos fosse estendido a todo o planeta, precisaríamos de 5,4 Terras. Com o estilo do Reino Unido se desce a 3,1 Terras. Com a Alemanha a 2,5. Com a Itália a 2,2.

“Temos um débito ecológico igual a menos do que a metade daquele dos States, mesmo para nossa adesão às raízes da produção tradicional e para a liderança no campo da agricultura biológica, a de menor impacto ambiental”, explica Roberto Brambilla, da rede Lilliput que, junto com a WWF, cuida da difusão dos cálculos do rastro ecológico. “Mas, também para nós a caminhada para o objetivo da sustentabilidade é longa: servem-nos menos obras prejudiciais como a Ponte sobre o Estreito e mais reflorestamento para reduzir a emissão de gás serra e os desmoronamentos”.

Fonte - Envolverde

O Vaticano e o Sábado

A notícia é antiga (Dez/05), anterior à criação deste blog, mas como já considerei em outras oportunidades, importante para que visualizemos com clareza com quem estamos tratando e, principalmente, o tempo em que estamos vivendo.

CIDADE DO VATICANO, 29 dez (AFP) - O papa Bento XVI chamou à ordem o Caminho neo-catecumenal, movimento da igreja católica fundado pelo espanhol Kiko Argüello, e pediu que abandone suas práticas "inovadoras".

O Papa considera que estas práticas, como celebrar missa no sábado, comungar à mesa e permitir a pregação por leigos não estão de acordo com as regras litúrgias da Igreja, e que este movimento deve cumpri-las se quiser ser plenamente reconhecido pelo Vaticano.
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O Papa lembra que "o dia do Senhor é o domingo", e não o sábado, e que "pelo menos um domingo por mês" eles devem participar da missa de sua paróquia junto com os demais fiéis.
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Fonte - UOL

Nota DDP: Chegará o tempo que, para ser plenamente reonhecido pelo Vaticano, os joelhos deverão ser dobrados a Baal e reconhecer-se que "o dia do Senhor é o domingo".

Inundações no leste da Índia atingem 4 milhões de pessoas


BHUBANESWAR, Índia (AFP) - As inundações no leste da Índia, que já deixaram 46 mortos e afetaram ao todo quatro milhões de pessoas - das quais 370.000 precisaram ser evacuadas -, já são consideradas as piores dos últimos anos, confirmaram nesta quarta-feira fontes oficiais.

Desde o final de semana, as águas já fizeram 20 novas vítimas fatais. A Marinha indiana atua com embarcações e homens na região de Orissa, a mais afetada pelos temporais.

O secretário de impostos da região, G.V.V. Sharma, que acompanha as operações de resgate, disse que a situação no estado é desalentadora.

"As águas que transbordaram do rio Mahanadi inundaram 5.772 aldeias em 30 distritos de Orissa", indicou Sharma na capital do estado, Bhubaneswar.

"Até agora, as inundações danificaram 127.000 casas", acrescentou.

O governo local informou por carta às autoridades federais que cerca de quatro milhões de pessoas foram afetadas e mais de um milhão de aldeias estão completamente alagadas.
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Fonte - Yahoo

quarta-feira, 24 de setembro de 2008

Execução de assassino nos EUA é adiada após pedido de clemência do papa

Washington, 23 set (EFE).- A Suprema Corte americana adiou hoje a execução de um condenado à morte no estado da Geórgia, após os pedidos de clemência apresentados pelo papa Bento XVI e pelo ex-presidente Jimmy Carter.

Fontes judiciais disseram que a ordem de adiamento foi recebida três horas antes da execução de Troy Davis, de 39 anos, que iria receber uma injeção letal pelo assassinato de um policial em 1989.

Outros que pediram clemência ao condenado foram o Prêmio Nobel da Paz Desmond Tutu, um ex-diretor do FBI (a polícia federal americana) e a freira Helen Prejean, que faz campanha contra a aplicação da pena de morte nos Estados Unidos e é autora do livro "Dean Man Walking", levado ao cinema por Susan Sarandon e Sean Penn (em "Os Últimos Passos de um Homem").

Segundo informações, os pedidos para que Davis tivesse sua vida poupada se baseavam em dúvidas sobre a culpa do condenado e nos argumentos de que o julgamento foi resultado de um caso de identificação equivocada.

Documentos mostram que sete das nove pessoas que foram ao tribunal testemunhar contra Davis retiraram suas declarações e disseram que haviam sido pressionadas pela Polícia.

Além disso, quatro dessas mesmas testemunhas afirmaram depois que outro homem, identificado como Sylvester Coles, era o assassino do caso.

Fontes judiciais disseram que o Supremo adiou a execução para considerar uma apelação dos advogados de Davis na próxima semana.

Fonte - G1

Nota DDP:
De se notar que cinco dos nove juízes da Suprema Corte americana são católicos. Chega a ser fascinante que o órgão máximo de uma nação fundamentalista protestante, embora o negue sob a alcunha do 'laicismo', se dobrem (ainda que por um motivo correto) ao "sucessor" daquele que um dia os motivou a fundar uma nação livre, por força da perseguição a que estavam afetos.

Tremor de terra assusta moradores de São Francisco do Sul/SC

Um tremor de terra movimentou equipes de resgate do Corpo de Bombeiro Voluntário de São Francisco do Sul (SC), na manhã desta segunda-feira (22). Alguns moradores da região litorânea perceberam um leve tremor de terra por volta das 9h.

"Estava na sala com meu marido, vendo televisão, quando senti o chão e o sofá tremerem. Foi um susto danado, porque nunca aconteceu isso por aqui. Só peguei as crianças e corri para a rua", disse a moradora Davinelva Machado de Oliveira.

De acordo com Jorge Sand França, chefe do Observatório Sismológico da Universidade de Brasília (UnB), não houve registros significativos de abalo na região.

Segundo Cesar Augusto Vieira, bombeiro voluntário da região, uma equipe esteve no local, mas não registrou danos nos imóveis. A Defesa Civil do Estado foi acionada para avaliar o ocorrido. (Fonte: G1)

Fonte - Ambiente Brasil

Quase 2 bilhões de pessoas podem sofrer de dengue

Manila - Quase 2 bilhões de pessoas enfrentam o risco de sofrer de dengue na região da Ásia-Pacífico se os governos não se esforçam mais para combater a doença, advertiu hoje a Organização Mundial da Saúde (OMS).

Um relatório divulgado pelo escritório regional da OMS em Manila pediu aos 37 países e territórios da região, que já sofreu uma pandemia de dengue entre 2001 e 2004, que apóiem sua estratégia comum para lutar contra o vírus.

A OMS explicou que os efeitos da mudança climática, das migrações, das mudanças demográficas e do crescimento das cidades causaram uma ampla expansão das regiões de águas paradas, onde vive o mosquito que transmite o dengue.
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Fonte - Último Segundo

O pânico nosso

Segunda, pânico, terça, calma, quarta, pânico. Quinta, milhares de americanos tiraram US$ 150 bilhões das suas contras e assombraram a Casa Branca. À noite, saiu o anúncio do pacote salvador. Sexta, delirante, mas a cabeça esfriou no fim de semana. Segunda, voltou o pânico e novo mergulho no mercado de ações.

Você lê, conversa com analistas, liga a televisão e há um batalhão de economistas à favor do pacote, mas contra o conteúdo. A maioria dos americanos vê o abismo, mas o entusiasmo pelo documento de três páginas e US$ 700 bilhões encolhe de minuto a minuto. O remédio pode ser pior do que a doença. 700 bilhões - o número mais usado já é um trilhão - a critério de Henry Paulson, um homem que veio da Wall Street. O secretário do Tesouro não fuma, não bebe, usa relógio barato, tem paixão pela preservação da natureza e não freqüenta o círculo social de Washington, mas estas virtudes não abafam suas origens de homem da Wall Street.

Quando você filtra as forças contrárias ao pacote há pelo menos cinco obstáculos: quem vai controlar o trilhão? Só o Paulsen? Quem vai sair ganhando? Os presidentes e executivos dos bancos de investimentos, da seguradora AIG, das casas hipotecárias Fanny Mae e Freddie Mac, entre outros - que afundaram suas empresas vão receber compensações milionárias pagas pelo contribuinte? Presidente de empresa salvo pelo Estado não merece ganhar mais do que o maior sálario público, US$ 400 mil, do presidente. Imagine que a média destes masters of the universe é de US$ 11 milhões por ano.

E o americano da main street, aquele que vive de salário na pequena cidade, mal empregado ou desempragado, ameaçado de perder a casa, vai receber quanto? Estamos ainda no terceiro obstáculo.

Dinheiro do contribuinte para salvar bancos estrangeiros? Foi uma das piadas do dia. O quinto obstáculo vem dos conservadores republicanos. Dane-se a Wall Street. Os gananciosos vão para o abismo? Boa viagem. E não são opinões de malucos ou marginais da extrema direita.
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Fonte - BOL

Nota DDP:
Alguém me escreveu para dizer que esta não é a pior crise na história dos EUA, que eles superaram outras e vão superar esta também. Pois eu não consigo entender então porque a mídia que tem até mantido um certo tom conservador neste aspecto, talvez para não gerar um pânico generalizado, no que estão certos, vem dizendo vez após outra que a questão é séria e completamente imprevisível em seus desdobramentos.

Se fosse só para os EUA que deveríamos estar olhando, realmente pudesse ser até que ela não fosse relevante, mas e os outros componentes deste quadro chamado "Grande Conflito"? Tenho ficado realmente surpreso como sinais estão deixando de ter impacto em nosso meio, como o assunto até incomoda, principalmente quando se toca na vertente da preparação.

Enfim, este é mais um indício de que realmente estamos na "ponta da prancha". Cristo pode demorar mais cem anos para voltar, está na soberania de Deus, óbvio, mas que até o remanescente está pronto para cumprir a profecia, não há nenhuma dúvida.

terça-feira, 23 de setembro de 2008

É o fim do capitalismo nos Estados Unidos?


O pacote de resgate que o governo dos Estados Unidos está preparando, o qual deve disponibilizar entre US$ 750 bilhões e US$ 1 trilhão, já gera dúvidas quanto ao curto prazo, bem como inquietações de cunho mais filosófico. O dinheiro que será injetado no mercado pelo Tesouro americano estará comprometido não apenas com a salvação de entidades financeiras, mas também com a compra de pequenos créditos hipotecários não pagos ou de alto risco - os ditos "papéis podres".

Uma das primeiras e mais importantes teses sobre esta crise foi formulada na semana passada pelo prêmio Nobel de Economia Joseph Stiglitz ao assinalar que a intervenção do estado em semelhante escala viola todas as regras do capitalismo.

Segundo explica o professor da Universidade de Columbia, Wall Street, entre a euforia e o otimismo, entrou desde quinta-feira passada num estado de tremenda confusão. Para o intelectual, a "nacionalização" da seguradora AIG - por US$ 85 bilhões - não apenas desrespeita todos os princípios da economia de livre mercado, como altera as mais básicas regras do jogo de Wall Street. Além disso, a intervenção começou a enviar sinais confusos a um mercado em crise, pois o dinheiro do Tesouro foi parar justamente nas mãos daqueles que tomaram as piores decisões econômicas. Basta pensar, por exemplo, numa corrida em que os premiados não são os que primeiros que cruzam a linha de chegada, mas aqueles que ficaram pelo caminho.
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A pergunta é: quão distante do capitalismo ortodoxo nos deixará o novo pacote econômico? Ou, imaginando as palavras de um investidor aterrorizado: terminou para sempre a era do capitalismo selvagem dos Estados Unidos?

Fonte - Terra Magazine

Nota DDP:
Em alinhamento às considerações alinhavadas no post anterior neste tema, estamos diante da virada de uma enorme página da história. Muito provavelmente, a última.

É ao tempo da apostasia nacional, quando, agindo segundo os métodos de Satanás, os governantes da Terra se enfileirarem ao lado do homem do pecado - é então que a medida da culpa se encherá; a apostasia nacional é o sinal para a ruína da nação. Mensagens Escolhidas, vol. 2, pág. 373. (Eventos Finais - Pág. 134)

Antes de cairem definitivamente, os EUA se alinharão com preceitos que contradizem as premissas estabelecidas por seus fundadores, esta apostasia nacional é que deverá ser a pá de cal para a ruína profetisada. Ao que tudo indica, estamos caminhando a passos largos para esta realidade.

Papa insiste na centralidade da Eucaristia para vida da Igreja

ALBANO, segunda-feira, 22 de setembro de 2008 (ZENIT.org).- Bento XVI insistiu neste domingo na centralidade da Eucaristia para a vida cristã, durante a consagração do altar da catedral de Albano, diocese suburbicária de Roma.

Durante a homilia, o Papa explicou que durante a celebração da Missa, o altar «se converte, de certa forma, em ponto de encontro entre o céu e a terra; o centro, poderíamos dizer, da única Igreja, que é celeste e ao mesmo tempo peregrina na terra».

«Mais ainda, cada celebração antecipa o triunfo de Cristo sobre o pecado e sobre o mundo, e mostra no mistério o fulgor da Igreja», acrescentou.

A presença real de Cristo na Eucaristia, acrescentou o Papa, «é uma presença dinâmica, que nos segura para tornar-nos seus, para nos assemelharmos a Ele, que nos atrai com a força de seu amor, fazendo-nos sair de nós mesmos para unir-nos a Ele, fazendo de nós uma só coisa com Ele».

Neste sentido, o Papa insistiu na necessidade da reconciliação entre os cristãos que participam do sacramento.

«É possível estar em comunhão com o Senhor se não estivermos em comunhão conosco? Como podemos apresentar-nos diante do altar de Deus divididos, distantes uns dos outros?», acrescentou.
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Fonte - Zenit

Nota DDP: Eucaristia (domingo) e ecumenismo. Não se esqueça, prioridades deste pontífice.

Bolsas na Ásia e na Europa caem


As principais bolsas da Ásia fecharam em queda nesta terça-feira em meio a incertezas sobre a aprovação do plano do governo americano para socorrer o mercado financeiro.
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Agora os mercados aguardam com ansiedade pelos desdobramentos políticos do plano de socorro ao sistema financeiro anunciado pelo secretário do Tesouro, Henry Paulson, e os líderes do Congresso americano na semana passada.
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Vozes mais alarmistas sugerem que um fracasso em auxiliar o mercado americano resultará no colapso de todo o sistema financeiro mundial.
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Fonte - BBC

Nota DDP: Continuo chamando a atenção para o acompanhamento deste vetor da nossa realidade em paralelo com o quadro profético em movimento. Mais uma vez sugiro a leitura do interessante estudo do irmão Carlos Santana, que pode ser baixado aqui.

A poeira ainda não baixou

Há uma contradição imensa nas bancas na segunda-feira (22/9). Nas pilhas de revistas, Veja apresenta a figura do Tio Sam com um punhado de dólares na mão e apontando o dedo indicador, como nos cartazes de convocação para o serviço militar americano. "Eu salvei você", diz o ícone do governo de Washington. No interior da revista, os textos e gráficos tentam convencer o leitor de que o sistema financeiro foi salvo pela mão firme do governo americano. O presidente George Bush e seu secretário do Tesouro, Henry Paulson, são apresentados como os comandantes da cavalaria que vem salvar o dia.

Nos jornais de segunda-feira, o governo americano aparece numa condição muito mais humilde, apelando aos bancos centrais de outros países, principalmente da Europa, tentando convencê-los a adotar pacotes de emergência para socorrer os bancos privados.

Na Veja, a cavalaria de Bush salvou o capitalismo. Em seu estilo recheado de frases de efeito, a revista afirma que "a promessa de mais dinheiro, o soar do clarim e o tremular da bandeira transformaram o pânico em euforia, e a semana terminou com as bolsas em altas histéricas em todo o mundo".

Nos jornais, o noticiário é muito mais cauteloso. Até mesmo a insuspeita Gazeta Mercantil indica que nem o pacote prometido pelo presidente Bush é uma certeza. O tradicional jornal de negócios noticia em manchete que o Congresso dos Estados Unidos quer auditar a prometida ajuda ao setor financeiro, impondo limites para a remuneração dos executivos corporativos cujas empresas venham a se beneficiar do programa.

Vícios da imprensa

O Estado de S.Paulo e a Folha, da mesma forma, informam que a cavalaria americana ainda não salvou coisa alguma e que, na verdade, o sucesso do plano de socorro depende muito da adesão de outros países.

A globalização tem dessas coisas: assim como os lucros vazam pelas fronteiras, também o custo se torna transnacional. O problema é que nem toda a imprensa parece disposta a manter o leitor atento a todos os detalhes da crise.

A edição de Veja induz à conclusão de que o pior da crise já passou. Os jornais avisam o leitor para tomar mais cuidado com seu dinheiro.

A presente crise financeira internacional revela não apenas as fragilidades do sistema econômico global, mas também certos vícios da imprensa.

Fonte - Observatório da Imprensa

A perturbadora condição do Sol


Entre os anos de 1645 e 1745, a Terra experimentou período de extremo frio associado a uma dramática diminuição da atividade solar que foi praticamente nula durante décadas. Esse período foi chamado de Mínimo de Maunder. Situação parecida ocorreu entre 1420 e 1570 no Mínimo de Sporer. Entre 1790 e 1830, a Terra voltou a viver dramático resfriamento com a diminuição incomum da atividade solar no Mínimo de Dalton. Nos últimos anos, quando a Terra aqueceu e surgiu o chamado aquecimento global, o Sol esteve ativo com o denominado Máximo Moderno. Muitos cientistas defendem a tese, à qual me filio, que a temperatura planetária tem direta relação com a atividade solar e que a influência humana é menor. Há anos comento sobre pesquisas advertindo para uma iminente redução da atividade solar, mas ainda vejo com cautela alertas sobre uma repetição dos Mínimos de Maunder ou Dalton, o que, na prática, significaria uma nova Pequena Idade do Gelo. Agora, certo é que o ciclo solar atual, que deveria durar 11 anos, já está no seu 13º ano e a atividade segue reduzidíssima. A temperatura do planeta está em queda e o Sol ainda não esboça o começo definitivo do ciclo 24 que deveria ter iniciado faz tempo. Se as previsões de baixa atividade se confirmarem, a emergência climática, termo usado por Gore quanto ao aquecimento, passará a ser resfriamento global. Nesse contexto, já causa furor na comunidade científica inesperado comunicado ontem da NASA que na terça realizará teleconferência para anunciar que "o vento solar é o mais fraco em 50 anos" e que "a situação atual do Sol pode mudar as condições do Sistema Solar". Algo importante está acontecendo, mas muitos, muitos mesmo, ainda preferem ignorar. Até quando?

(Correio do Povo, p. 36, 20 de setembro de 2008)

Fonte - Criacionismo

segunda-feira, 22 de setembro de 2008

Cristãos do mundo inteiro rezarão pela paz no domingo

NOVA YORK, sexta-feira, 19 de setembro de 2008 (ZENIT.org).- No próximo domingo, 21 de setembro, grupos cristãos de todo o mundo celebrarão encontros de oração por ocasião da Jornada Internacional de Oração pela Paz, instituída pelas Nações Unidas em 1981 através da resolução 36/67.

A resolução convidava todos os estados membros, instituições, ONGs e cidadãos a «comemorarem este dia de forma apropriada». Numerosas congregações foram convidadas a reunir o máximo de pessoas possível para rezar e dialogar juntos sobre a paz e a rejeição da violência, da guerra e da desigualdade.

A iniciativa parte dos Estados Unidos, onde cerca de 140 congregações de diversas confissões cristãs organizaram reuniões públicas de oração. Cristãos de outros 9 países se unirão em uma rede de oração de 24 horas ininterruptas, no Canadá, Samoa, Ilhas Fiji, Indonésia, Nova Zelândia, Noruega, Tuvalu e Estados Unidos.

O Conselho Ecumênico das Igrejas (KEK) aderiu também a esta Jornada, que há 4 anos acontece no dia 21 de setembro. O KEK pede a seus mais de 350 membros que tomem parte ativa nas celebrações.

Fonte - Zenit

Nota DDP:
Esta prática pode se tornar comum muito em breve.

O buraco na maior economia do mundo


"O ano de 2002 será sempre lembrado pela onda de escândalos que abalaram a confiança nas corporações americanas." Assim o repórter de economia da BBC Briony Hale começava seu texto sobre 2002, publicado em 20 de dezembro daquele ano aqui na BBC Brasil. Briony referia-se logicamente aos casos de fraudes empresariais nas gigantes Enron e WorldCom, que afetaram a imagem de solidez do capitalismo na terra do Tio Sam. Muitos tentaram ver os escândalos de seis anos atrás como casos isolados, frutos da irresponsabiliade de alguns executivos, severamente punidos pela Justiça anos mais tarde. Mas houve quem entendesse que, por trás dos acontecimentos do início da década, escondia-se um pesadelo muito maior: o de que a economia americana era muito mais frágil, vulnerável e pobre do que as aparências mostravam.

Não sou especialista em economia, entendo do assunto menos do que boa parte dos nossos leitores. Mas tendências históricas me fascinam. Por isso fiquei impressionado, quatro anos atrás, quando li pela primeira vez a avaliação do historiador francês Emmanuel Todd sobre o futuro dos Estados Unidos como potência global, no livro After the Empire - The Breakdown of the American Order (Depois do Império - O Desmoronamento da Ordem Americana). Acho que inclusive já citei esse livro aqui neste blog. Todd analisa aspectos políticos, militares, diplomáticos e econômicos dos Estados Unidos para mostrar que o país chegou ao seu auge na segunda metade do século 20 e agora segue ladeira abaixo. Em algumas décadas, segundo ele, os americanos serão uma potência de importância relativa, demais ocupada com seus problemas internos para poder resolver questões em outras partes do mundo.

Na polêmica avaliação do historiador francês, os Estados Unidos eram realmente fortes quando tinham uma economia baseada em um capitalismo industrial, quando produziam coisas que se pode pegar, usar, quando sua economia era tão robusta quanto fábricas de veículos, estaleiros, computadores ou naves espaciais. Para ele, os escândalos da Enron e WorldCom mostraram que não era mais possível confiar no valor de face da economia americana. Maior PIB do mundo? Nominalmente, sim. Mas ver que a única superpotência mundial depende há anos de dinheiro japonês e chinês para financiar seu déficit e de um frenético consumo interno para manter a bicicleta de Wall Street em pé não é algo exatamente alentador.

Como eu já disse, não entendo muito de economia. Mas o cidadão comum sabe muito bem o que se passa perto dele. Em minha última visita aos Estados Unidos, em 2004, tive a impressão de que em torno do Lago Michigan havia mais iates do que contribuintes. Ao comentar com um morador local como aquela riqueza me impressionava, ele disse: "Mas os barcos não são deles. São dos bancos. Isso tudo é crédito. Ninguém tem dinheiro de verdade aqui, as pessoas têm crédito". Assim como as grandes empresas americanas. Num dia elas têm dinheiro, ou promessa de dinheiro, papéis que dizem que elas têm dinheiro. No dia seguinte, o dinheiro se foi. Onde estava esse dinheiro, ninguém sabia ao certo, porque um emprestou para o outro, que emprestou para um terceiro, que ofereceu para um quarto, que prometeu pagar quando recebesse de alguém cujo patrimônio ninguém checou.

À frente dessa economia não mais baseada na indústria, mas muito mais na ciranda financeira, na especulação sobre o futuro, na promessa de retorno, está o Federal Reserve. Mas pouco mais de um ano atrás, seu presidente, Ben Bernanke (foto acima), dizia que a crise imobiliária não era uma ameaça grave. Semanas depois teve de admitir que "as perdas financeiras globais excederam até as expectativas mais pessimistas". E o pesadelo mal havia começado.

Em agosto de 2007, no início da crise, o Fed lançou US$ 24 bilhões no mercado para conter a queda das bolsas. Nesta quinta-feira, 18 de setembro, foi obrigado a injetar US$ 180 bilhões. Isso depois de desembolsar US$ 85 bilhões para salvar a AIG. E o incêndio continua. Parece que aqueles que viram nos escândalos da Enron e da WorldCom algo mais do que práticas criminosas tinham razão em temer pelo futuro da maior economia do mundo. O buraco parece ser muito mais embaixo.

Fonte - BBC
Nota DDP:
A frase que me impressiona está sublinhada. Tudo leva a crer que o poder de intervenção dos EUA está acabando. Como eles lidarão com esta realidade e como isso refleto no quadro profético é o que nos interessa.

Gripe aviaria abre un nuevo frente


Por todo el mundo se han oído noticias sobre el famoso virus H5N1, el virus de "la gripe aviaria" (mal llamada por muchos "la gripe aviar"). Sabemos que este virus ha causado muchos casos de contagio entre animales y humanos, con resultado de muerte. El grave peligro sería una mutación que hiciese que el contagio entre humanos provocase una pandemia.

Pero paralelamente a esta historia de terror en los últimos años, se ha desarrollado otra similar entre las sombras, la del virus H9N2, que ha pasado muy desapercibido a la mayoría de artículos y medios. Este otro virus es igual de peligroso, o más, que el H5N1, dado que se puede contagiar po aerosoles. Así se anunció en Inicia.es:

"El potencial pandémico de la variante de gripe aviaria H9N2, aparecida en aves de corral en 1988, preocupa a los virólogos, después de los temores de pandemia suscitados estos últimos años por el riesgo de mutación del virus H5N1, según un estudio publicado el miércoles.

Este patógeno también provoca múltiples infecciones humanas y se volvió endémico en los criaderos de aves en Europa y Asia, explican estos expertos estadounidenses en un comunicado publicado en la revista PLoS del 13 de agosto.

Esta variante del virus de la gripe aviaria está evolucionando y adquirió características que, temen los virólogos, podría volverlo más transmisible entre los humanos.

Los mecanismos que llevan a una infección y a una transmisión entre los humanos de los virus de la gripe aviaria no son entendidos correctamente, subraya Daniel Pérez, de la Universidad de Maryland (este), principal autor de esta investigación realizada con el virus H9N2 sobre los hurones.

El estudio con estos animales no puso en evidencia la transmisión del H9N2 mediante aerosoles, característica clave de una potencial pandemia. Pero los investigadores mostraron que un simple residuo del aminoácido llamado Leu226 sobre la hemaglutinina, proteína en la superficie del virus, tiene un rol muy importante en cuanto a la capacidad del H9N2 de transmitirse. También constataron en estos hurones un crecimiento de la virulencia de la patología y de la réplica del virus H9N2 que infectó a los humanos.

Estas observaciones permiten pensar que la propagación y la prevalencia del virus H9N2 en las aves de corral podría representar una seria amenaza para el hombre, según los virólogos."

Sin más comentarios.

Fonte - Cuenta Atras

Escassez de água, e não de alimentos


À medida em que a população mundial cresce e o poder aquisitivo aumenta, os agricultores precisam de muito mais água para alimentar o mundo inteiro, e a agricultura já é responsável por cerca de 70% do seu consumo.

De acordo com o Instituto Internacional de Gerenciamento de Água (IWMI, na sigla em inglês), a partir de 2030 será preciso mais 2 mil quilômetros cúbicos de água por ano para alimentar a população mundial, mais de 25% além do que é utilizado atualmente.

Apesar disto, em muitas regiões agrícolas do mundo, a água é escassa e pode se tornar ainda mais à medida em que o aquecimento global se agrava. O diretor geral do IWMI disse que a crise alimentar global não é tão grave quanto a crise de água. Segundo Colin Chartres, a solução é o uso mais eficiente do recurso.

Fonte - Opinião e Notícia

EFF processa Bush e agência por monitoramento de residentes

Washington - Programa de vigilância eletrônica continua espionando ilegalmente e-mails e ligações de residentes norte-americanos, diz ONG.

A Electronic Frontier Foundation (EFF) abriu um processo contra a Agência de Segurança Nacional (ANS) dos Estados Unidos, contra o presidente George Bush, o vice-presidente Dick Cheney e outros funcionários do governo, alegando que o programa de vigilância eletrônica da agência continua espionando ilegalmente residentes norte-americanos.

A ação, aberta quinta-feira (18/09), alega que a ANS está realizando vigilância em massa sobre os residentes dos Estados Unidos, mesmo que Bush diga que o programa só monitora residentes quando eles se comunicam com supostos terroristas no exterior.

O processo é uma ação judicial de classe, em nome de todos os clientes residenciais da empresa de telefonia e serviços de internet AT&T.

Segundo o processo, a ANS teria instalado equipamentos de monitoramento em massa nas instalações da AT&T nas cidades de São Francisco, Atlanta, Seattle, Los Angeles, San Diego, San Jose e Bridgeton.

A Casa Branca e a ANS não responderam imediatamente aos pedidos de comentários sobre a ação judicial. Funcionários da administração Bush durante muito tempo defenderam o programa como sendo essencial para a luta contra o terrorismo.

O programa de vigilância funcionava desde 2001, sem supervisão judicial até julho, quando o Congresso aprovou uma lei que dá poderes limitados ao Tribunal Externo de Inteligência e Vigilância.

A ação busca uma ordem judicial obrigando a ANS a encerrar o programa e destruir quaisquer cópias de e-mails e telefonemas de residentes que existam. A ação pede ainda indenização monetária não especificada.

Fonte - IDG Now

sexta-feira, 19 de setembro de 2008

Assembléia aprova fim do comércio aos domingos

Lojas de departamentos, supermercados e hipermercados que fazem parte de redes não poderão mais abrir suas portas aos domingos e feriados. É o que prevê um projeto de lei aprovado [dia 9] por unanimidade na Assembléia Legislativa [do Espírito Santo]. Para o estabelecimento que não cumprir as regras, o projeto prevê multa de R$ 18.113,00 para o comerciante e, para casos de reincidência, fechamento administrativo por 30 dias. A deputada Janete de Sá (PMN), autora do projeto, estabeleceu ainda que o horário de funcionamento desses comércios, inclusive os supermercados, deverá ser de segunda-feira a sábado, das 8 às 22 horas.

Segundo o projeto, para aplicação da lei entende-se por "redes" as empresas que possuem mais de duas filiais no Brasil ou no exterior. "O projeto vai ao encontro dos anseios mais profundos da classe comerciária e dos pequenos, micro e médio comerciantes de bairro e de rua", diz Janete. Ela acredita que a matéria beneficia os empregados. "O trabalhador que é obrigado a comparecer ao serviço fica privado do convívio familiar, não efetua vendas e não recebe pelo dia trabalhado", avalia a deputada.

Janete defende que sua proposta é constitucional, mesmo tendo ouvido argumentos contrários por parte dos empresários. "Nem tudo no Brasil, na ótica constitucional, é rígido. A propriedade, o mais absoluto dos direitos, desde o Império Romano, hoje deve ser exercida conforme sua função social", rebate a parlamentar.

A Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) deu parecer pela constitucionalidade e a de Finanças pela rejeição da proposta. Para entrar em vigor, o projeto precisa ser sancionado pelo governador Paulo Hartung (PMDB), mas antes será analisado pela Procuradoria Geral do Estado. ...

(Força Sindical)

Nota Michelson Borges: Interessante que o argumento da deputada Janete é o mesmo do papa: o domingo é o "dia da família". Esse é apenas um ensaio localizado do que virá em âmbito global...

A queda do muro de Nova York

Os jornais brasileiros dão grande destaque ao movimento conservador dos investidores internacionais, que retiraram ativos das bolsas de valores e, no dizer de um colunista da Folha de S.Paulo, voltam a colocar o dinheiro embaixo do colchão.

O Globo anuncia em manchete que Brasil e Rússia perdem mais com a fuga dos investidores, que buscam lugares mais seguros para seu dinheiro.

Mas nenhum deles descreve o que pôde ser testemunhado por quem estava nas ruas do distrito financeiro da Nova York na segunda-feira, 12 de setembro de 2008.

Para quem andava por Wall Street na segunda-feira, o clima era de fim de mundo, com multidões aglomeradas diante dos painéis eletrônicos da Bolsa de Nova York e das corretoras, e disputando impressos produzidos às pressas e distribuídos de mão em mão.

A impressão que se tem é que os jornais relatam apenas o que aparece nas telas dos sites de análise financeira, e se esquecem de observar o mundo real.

O prêmio Nobel de Economia Josef Stiglitz, entrevistado na edição de quinta-feira (18/9) pelo Estado de S.Paulo, afirma que a queda de Wall Street significa para o fundamentalismo de mercado o que representou a queda do muro de Berlim para as economias socialistas do Leste Europeu, em 9 de novembro de 1989.

Para os distraídos, interessante lembrar que "wall street" quer dizer a "rua do muro".

Mas a imprensa ainda se nega a admitir que a atual crise financeira pode significar muito mais do que uma turbulência passageira.
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Fonte - Observatório da Imprensa

925 milhões de pessoas sofrem fome no mundo

ROMA, 17 Set 2008 (AFP) - O número de pessoas com fome no mundo passou de 850 para 925 milhões em 2007, devido à disparada dos preços dos alimentos, anunciou nesta quarta-feira em Roma o diretor da Organização das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura (FAO), Jacques Diuf.

"O número de pessoas subnutridas antes da alta dos preços de 2007-2008 era de 850 milhões. Este número aumentou durante o ano 2007 em 75 milhões, alcançando os 925 milhões", declarou Diuf em audiência nas Comissões das Relações Exteriores e de Agricultura do Parlamento italiano.

O índice FAO dos preços dos alimentos teve aumento de 12% em 2006 com relação ao ano anterior, de 24% em 2007 e de 50% durante os sete primeiros meses deste ano, acrescentou Diuf.

"É preciso investir 30 bilhões de dólares por ano para duplicar a produção de alimentos e acabar com a fome", acrescentou.
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Fonte - BOL

Nota DDP: Fico pensando que ontem os bancos centrais de diversos países injetaram mais de U$ 200 bilhões para "salvar" o mercado financeiro...

quarta-feira, 17 de setembro de 2008

O Mandamento Esquecido

ONU avalia que crise financeira é a pior em 70 anos

A Organização das Nações Unidas (ONU) avalia que a atual crise pode ser a pior dos últimos 70 anos no setor financeiro e o impacto sobre os países emergentes deverá ser maior do que se esperava. "Podemos estar vivendo a pior crise em décadas, segundo as projeções que estamos fazendo internamente. Não sabemos de nada parecido desde 1929. E o pior é que temos de reconhecer que não estamos ainda no fim dela. Há quem diga que não chegamos ainda no fim do poço", afirma Supachai Panichpakdi, secretário-geral da Conferência da ONU para o Desenvolvimento e Comércio.

Ex-ministro das Finanças da Tailândia, ele diz que a atual crise é "muito maior que tudo o que se viu nos anos 90, inclusive a crise asiática". Supachai viveu na pele as turbulências na Ásia em 1997. "Naquele momento, mantivemos nossos mercados abertos e isso ajudou. O que vemos agora é um abalo bem maior", ressalta. "Não se trata apenas de uma crise no mercado de créditos. Essa é uma crise financeira que terá impacto em vários setores, inclusive no comércio, que deverá decrescer de forma importante. Já não há mais dúvida de que a recessão de fato chegará para muitos países. Alguns hesitam em admitir, mas já estão tecnicamente em recessão."

Já a Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE), que reúne os 30 países que produzem mais da metade de toda a riqueza do mundo - o Brasil não faz parte da organização, prefere manter intocadas suas previsões de crescimento. Segundo o secretário-geral da entidade, Angel Gurria, o sistema financeiro internacional pode se recuperar a partir do segundo semestre de 2009 e, para 2010, é possível até prever um crescimento de 3% para os países ricos. "Precisamos de regulação do mercado. Já está provado que algo precisa ser feito."

Uma das preocupações é que a crise comece a atingir o crescimento dos países emergentes, até agora relativamente isolados da turbulência surgida nos países ricos. A Comissão Econômica para América Latina e Caribe (Cepal), em números apresentados ontem à ONU, confirma uma desaceleração no crescimento latino-americano. Mas ainda indica que a taxa será mais elevada do que a média do crescimento histórico da região nos anos 80 e 90. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

Fonte - G1

Nota DDP: Por coincidência histórica, foi em 1929 que o Vaticano, após os entraves do final do século anterior, recebeu considerável aumento de poder diretamente das mãos do ditador Mussolini, em troca de apoio político junto aos católicos. Pode se repetir a história em relação aos EUA?

A ONU em um “beco sem saída”

A agência nuclear da ONU disse que chegou a um impasse com o Irã diante da recusa do país em dar informações sobre pesquisas que os EUA dizem terem sido parte de um programa secreto de construção de bombas atômicas.

Um relatório da Agência Internacional de Energia Atômica (AIEA) aponta que o Irã fez avanços em sua capacidade de enriquecimento de urânio, o que indica um endurecimento da posição de Teerã de levar adiante seu projeto nuclear à revelia das sanções internacionais.

Em Washington, cinco ex-secretários de Estado -- Colin L. Powell, Madeleine Albright, Warren Christopher, James Baker III and Henry Kissinger -- fizeram um apelo para que o vencedor das eleições norte-americanas se empenha em interromper o programa nuclear iraniano.

Fonte - Opinião e Notícia

Nota DDP: Trocando em miúdos: Mais conflitos no horizonte.

O sistema financeiro dos EUA está em sérias perturbações

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Após anos de irresponsável desregulamentação pública e de malversão privada e irresponsável, agravando o risco assumido, o sistema financeiro americano está agora em séria perturbação, e ele pode puxar a economia dos EUA ainda mais para baixo nos próximos meses e anos.

Nas próximas semanas, contudo, quando outras instituições financeiras cambaleiam à beira da bancarrota, o governo dos EUA terá de considerar a criação de um Bank Resolution Trust de acordo com o modelo da Resolution Trust Corp. de 1989 a qual tomou as poupanças e empréstimos de bancos que estavam então em dificuldades financeiras. Exemplo: ainda recentemente, em 16 de Fevereiro deste ano, o governo britânico não hesitou em nacionalizar o Northern Rock e salvou este grande banco britânico com cerca de £55 mil milhões (US$107 mil milhões) em empréstimos públicos e garantias. Mais cedo ou mais tarde, o governo americano terá de fazer o mesmo, a fim de estabilizar o sistema financeiro, porque os problemas financeiros nos EUA são sistémicos e muito mais sérios do que em outros lugares.
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O que estamos a testemunhar nestes dias nos EUA é uma transferência maciça de riqueza dos contribuintes, poupadores e aposentados para os bancos, seus credores e seus administradores. Por um lado, o Fed enterrou profundamente as taxas de juro reais no território negativo a fim de ajudar bancos perturbados e, por outro, os contribuintes americanos tem financiado a salvação de instituições financeiras muito grandes.
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Fonte - Resistir

Crise chega com força à Grã-Bretanha

As ações do maior banco hipotecário da Grã-Bretanha, o Halifax Bank of Scotland (HBOS), caíram 40% na Bolsa de Londres nestes dois dias de turbulência dos mercados financeiros na seqüência da quebra do Lehman Brothers.

Após o segundo dia de quedas acentuadas das ações do HBOS, o governo britânico se mostrou pronto para acionar seus planos de contingência direcionados a assegurar a estabilidade financeira.

O Banco da Inglaterra, o Tesouro britânico e a Autoridade para os Serviços Financeiros passaram esta terça-feira analisando a saúde dos bancos da Grã-Bretanha, em mais um dia tenso no qual os bancos centrais injetaram mais de US$ 200 bilhões nos mercados globais.

Fonte - Opinião e Notícia

Guerra do clima


O ex-homem-do-tempo da rede NBC de televisão, Scott Stevens, revelou em 2004 que conseguia alcançar tremenda exatidão em suas previsões por que tinha aprendido que os cientistas que trabalhavam para os russos estavam controlando o clima em todo o mundo por meio das ondas eletromagnéticas escalares e que ele tinha aprendido a "ler" os padrões indicadores nas nuvens!

"Eu ainda recebo mensagens de correio eletrônico de pessoas que me perguntam se certos eventos e desastres climáticos são manipulados. Permitam que eu seja bem claro sobre isto... É minha opinião, a partir de minhas observações desses muitos eventos climáticos em todo o mundo, que cerca de 92-96% do clima na América do Norte, Europa e Austrália estão sendo persistentemente manipulados. Isto é, atualmente, a vasta maioria de todo o clima está sendo afetada por essas tecnologias. Quanto maior o evento climático, maior a intenção que é colocada em ação para torná-lo um grande evento! Os furacões não são mais o resultado derivado de um processo natural.

"Isso significa que TODOS esses grandes desastres climáticos são criados e são permitidos, se não incentivados, para que aconteçam. Este será o caso até que 'as bocas inúteis', como Henry Kissinger nos chamou, acordem e comecem a exercer uma influência real nas questões do mundo". Scott Stevens.

Fonte - Minuto Profético

Os custos da ação e da inércia

Um argumento muito repetido por políticos em todo mundo é que o custo da inércia diante do aquecimento global pode ser maior do que os montantes que precisam ser gastos em ações contra o fenômeno.

No início deste ano, por exemplo, o presidente da Comissão Européia utilizou este argumento quando anunciou a promessa da União Européia de reduzir suas emissões de carbono em 20% até 2020 a um custo estimado de 0,5% do PIB, ou cerca de US$ 85 bilhões. Durão Barroso ressaltou que o custo era baixo comparado ao alto preço de não se fazer nada. Segundo ele, a "inércia" poderia custar à UE 20% do seu PIB.

Mas esta porcentagem é provavelmente superestimada. Além disto, o gasto de 0,5% do PIB reduzirá as emissões de forma muito lenta, e o ambicioso programa da UE não vai ter qualquer impacto significativo sobre o aquecimento global.

Fonte - Opinião e Notícia

Nota DDP: Quanto mais passa o tempo, mais incisivas serão as "soluções".

Gelo do Ártico encolhe ao 2o menor nível da história


WASHINGTON (Reuters) - O gelo do Ártico chegou neste verão (no hemisfério norte) à sua segunda menor extensão, superando ligeiramente o tamanho de 2007, mas ainda apontando para uma tendência de queda associada ao aquecimento global, disseram cientistas dos Estados Unidos na terça-feira.

A menor extensão do ano foi registrada em 12 de setembro -- 4,52 milhões de quilômetros quadrados, segundo o Centro Nacional de Dados da Neve e do Gelo. Desde aquele dia, recomeçou o ciclo de resfriamento da região.

A cifra deste ano é 33 por cento inferior à cobertura média de gelo no verão do Ártico desde o início das medições por satélite, em 1979, e menos de 10 por cento acima do recorde do ano passado, disse Walt Meier, cientista ligado ao instituto.
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Fonte - Yahoo

Foto - UOL

Furacões 'causaram maior estrago da história de Cuba'


O governo de Cuba afirma que o prejuízo causado por dois furacões que passaram pelo país nas últimas semanas, o Ike e o Gustav, foi o maior causado por esse tipo de fenômeno na história da ilha.

Em um relatório preliminar sobre os estragos, divulgado pela televisão estatal, o governo diz que as tempestades causaram cerca de US$ 5 bilhões em perdas, afetando aproximadamente 450 mil lares.

Pelo menos 200 mil pessoas perderam suas casas e quase metade da produção anual de açúcar da ilha foi perdida.

Além disso, a infra-estrutura de Cuba – incluindo linhas de transmissão de energia, estradas, escolas e hospitais – também foi afetada.

O relatório diz que "a construção e a recuperação" das estruturas danificadas pelas tempestades "vão representar investimentos e recursos verdadeiramente multimilionários e exigir anos de trabalho".
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Fonte- BBC

terça-feira, 16 de setembro de 2008

Os temores dos miniburacos negros do LHC

Eu recebi e-mail de um amigo preocupado com as experiências do LHC criando miniburacos negros, e quais seriam as implicações disso para o universo. Ele, leigo, não está sozinho com tais preocupações.

Cientistas, como o astrofísico alemão Dr. Rainer Plaga, já expressaram suas preocupações em artigos científicos. Clique aqui. [PDF gratuito].

Fonte - Desafiando a Nomenklatura Científica

Papa vê tempo propício para voltar para Deus

LOURDES, segunda-feira, 15 de setembro de 2008 (ZENIT.org).- Bento XVI se despediu nesta segunda-feira, pouco depois do meio-dia da França, reconhecendo, após estes 4 dias de peregrinação apostólica, que «os tempos são propícios para um retorno a Deus».
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Fonte - Zenit

Nota DDP: No meio desta confusão generalizada, quem vai ecoar a mensagem?

O pior está para vir

A quebra do quarto maior banco de investimentos dos Estados Unidos, o Lehman Brothers, atolado em dívidas de US$ 613 bilhões, é o prenúncio de maiores dificuldades para a economia mundial e do teste mais duro para a economia brasileira desde a crise cambial de janeiro de 1999. A instabilidade financeira iniciada há pouco mais de um ano, em agosto de 2007, já ultrapassou o setor imobiliário e começou a afetar o consumo, o investimento e a produção nas demais áreas de atividades nos Estados Unidos e, principalmente, na Europa e no Japão. Mas seus piores efeitos ainda vão ocorrer, segundo avaliavam economistas de vários países, nessa segunda-feira, depois de um fim de semana conturbado em Wall Street.

Outras quebras podem ser evitadas com a compra do Merril Lynch pelo Bank of America e a abertura de novos financiamentos ao mercado pelos bancos centrais dos Estados Unidos, da Inglaterra, da Suíça e dos países da zona do euro. Em Nova York, representantes do Tesouro e da área de regulação bancária estiveram reunidos por muitas horas com dirigentes da gigante seguradora AIG em busca de uma solução para seus problemas de caixa. Todas essas providências, no entanto, são insuficientes para eliminar os temores de novas concordatas ou falências: depois do episódio do Lehman Brothers, ninguém sabe quem é grande demais para não quebrar.

Na melhor hipótese, o empenho das autoridades e do próprio setor financeiro conseguirá limitar um efeito dominó produzido pelos problemas dos grandes bancos. Mas isso pouco servirá para proteger o chamado setor real da economia, formado por empresas produtoras de bens e serviços, trabalhadores e consumidores.
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Hoje as certezas são poucas e nenhuma delas é tranqüilizadora: a crise financeira não acabou, pode agravar-se e seus piores efeitos ainda vão ocorrer. O Brasil jamais esteve mais bem preparado que hoje para enfrentar um choque externo. A inflação recua, o País dispõe de cerca de US$ 200 bilhões de reservas cambiais, as exportações cresceram como proporção do Produto Interno Bruto e a dívida externa pesa muito menos do que há alguns anos. Ontem, durante uma palestra na Fundação Getúlio Vargas, o professor Yoshiaki Nakano falou sobre a melhora da maior parte dos indicadores, desde a crise de 1998-99. Mas invulnerabilidade não existe e, além disso, a dimensão da crise é desconhecida. Não é hora de bravatas, mas de manter o País preparado para choques possivelmente muito fortes. Prudência fiscal deve ser parte fundamental dessa preparação.

Fonte - Estadão

Ike deixa milhões de casas sem água e energia nos EUA


Milhões de americanos estavam sem energia elétrica, nem água, nesta segunda-feira após a passagem do furacão Ike, que deixou mais de 30 mortos em nove estados.

Operações de busca e de socorro em massa eram realizadas no Estado do Texas, onde 4.000 pessoas tiveram de ser resgatadas após o impacto do Ike, no sábado, com um paredão de água e ventos de 200 km/h.

O governador do Texas, Rick Perry, avisou que pode demorar semanas até que os habitantes da ilha de Galveston, devastada pelo furacão, sejam autorizados a retornar para suas casas. O número de mortos pode continuar aumentando durante as tarefas de limpeza, advertiram funcionários do governo.

Estima-se que cerca de 20 mil moradores do litoral texano tenham ignorado as ordens de evacuação e permanecido em suas residências.

Somente nos estados de Texas e Louisiana, cerca de 2,6 milhões de edifícios estão sem eletricidade, informou o Departamento de Energia americano.

Coberta de escombros, Houston, impôs um toque de recolher durante toda a semana devido às inundações e ao perigo dos cabos de alta tensão arrancados pela tempestade.

"Galveston foi arrasada. Estamos sem eletricidade, sem gás e sem telefone. Não sabemos ao certo quando esses serviços básicos serão restabelecidos", declarou a prefeita do balneário, Lyda Ann Thomas. "Não voltem para Galveston", pediu a prefeita aos moradores, insistindo em que "nesse momento, não é possível viver aqui".

Pelo menos 11 pessoas foram resgatadas hoje do Flagship, um grande hotel construído sobre o mar em Galveston. Sacudidas pelo vento e pelas ondas, as paredes laterais do hotel caíram, deixando os quartos à mostra. Outros imóveis também erguidos sobre o mar foram totalmente arrasados.Ao todo, 150 edifícios foram destruídos, e 11 ladrões presos, durante o toque de recolher na cidade.

Três companhias norte-americanas de avaliação de riscos estimaram em até US$ 18 bilhões os danos provocados pelo furacão Ike.

Pelo menos dez plataformas petroleiras foram danificadas pelo furacão, enquanto as refinarias da área de Houston, que produzem 20% da gasolina do país, continuavam fechadas.

No fim de semana, o presidente dos EUA, George W. Bush, anunciou que viajará terça-feira para o Texas para ver de perto a devastação. Hoje, Bush alertou para possível aumento do preço dos combustíveis.

"Estou certo de que haverá pessoas muito frustradas, porque suas vidas foram seriamente afetadas por essa tempestade", disse Bush. "E minha mensagem será: 'vamos ouvi-los e trabalharemos o mais rapidamente possível para que nossas vidas voltem ao normal'".

Fonte - Folha

A crise financeira em manchete

Bolsas asiáticas despencam e mercados europeus têm queda

A quebra do banco americano de investimento Lehman Brothers continua minando a confiança de investidores na economia e castigando os mercados nesta terça-feira. Na Ásia, as praças financeiras da China, Japão, Hong Kong e Coréia do Sul, que não abriram na segunda-feira por conta de feriado, sentiram pela primeira vez os efeitos das notícias que fizeram a Bolsa de Nova York ter o pior dia desde o 11 de setembro de 2001.
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Fonte - Invertia

Alemanha pede que crise bancária americana não seja "dramatizada"
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Apesar de se tratar da maior crise financeira internacional em décadas, Steinbrück afirmou que a Europa não pode produzir o temido efeito dominó nem possibilitar um "fechamento em cadeia" de institutos bancários.
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Fonte - Último Segundo

Investidor teme efeito dominó e foge do mercado acionário

O Índice Dow Jones, o mais importante da Bolsa de Nova York, registrou ontem a maior queda em termos de pontuação desde o atentado terrorista ao World Trade Center (WTC). A perda de 504 pontos representou uma desvalorização de 4,42%. A Nasdaq recuou 3,60% e o Índice S&P 500, que reúne as principais indústrias dos EUA, caiu 4,71%, a maior baixa porcentual desde 11 de setembro de 2001. O mercado asiático, que não funcionou ontem por causa de um feriado, abriu nesta madrugada com pesadas baixas. A Bolsa de Tóquio caía 4,5% logo no início do pregão
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Fonte - Estadão

O tempo presente é de dominante interesse para todo o vivente. Governadores e estadistas, homens que ocupam posições de confiança e autoridade, homens e mulheres pensantes de todas as classes, têm sua atenção posta nos acontecimentos que tomam lugar ao nosso redor. Estão observando as relações que existem entre as nações. Eles examinam a intensidade que está tomando posse de cada elemento terreno, e reconhecem que algo grande e decisivo está para acontecer – que o mundo está no limiar de uma crise estupenda. PR, 537

segunda-feira, 15 de setembro de 2008

EUA: "rombo é grande"

A quebra do banco de investimentos norte-americano Lehman Brothers começa a semana deste 15 de setembro levando tensão ao mercado financeiro global. Nitidamente estarrecido com a crise que se espalha pelo mundo, o ex-diretor do Banco Central do Brasil Alberto Furuguem diz a Terra Magazine que a situação é preocupante:

- Há quem diga que o governo americano está fazendo o que é necessário etc. Mas quem é que imaginava algum tempo atrás que o Lehman Brothers teria quebrado?

Para Furuguem, o acontecimento é sinal de um "rombo muito grande" na economia dos Estados Unidos e que trará, inevitavelmente, conseqüências para o Brasil - assim como para o resto do mundo. Ele imagina um crescimento menor da economia brasileira já para 2009:

- O que se pensa é quanto vai crescer o PIB? Vai crescer 4%, 3,5%? Se a recessão da economia mundial se confirmar, a média pode ser até de 2% para a economia brasileira.

Leia os principais trechos da conversa com o economista:

Terra Magazine - Essa tensão com que o mercado abriu essa segunda-feira deve durar a semana toda, com o anúncio da quebra do Lehman Brothers?
Alberto Furuguem - Olha, o que acontece em geral é que quem faz prognóstico futuro não gostam de traçar cenários muito sombrios, mesmo aquelas que têm medo de recessão mundial já há muito tempo. Há quem diga que o governo americano está fazendo o que é necessário etc. Mas quem é que imaginava algum tempo atrás que o Lehman Brothers teria quebrado? Se agora você disser que a Ásia, China, estão aquecendo... é verdade. O próprio Brasil. Mas dizer que essas áreas vão ficar livres de uma crise mais séria é realmente previsão. Mas que está se pagando algum preço por isso, e a gente vê na balança comercial e a própria questão do dólar, isso reflete. E reflete também numa desaceleração do crescimento aqui no Brasil. Isso já está acontecendo na Europa, no Japão. E acho que vai acabar acontecendo aqui. Então a pergunta que eu colocaria hoje é essa: vamos ter alguma coisa mais séria na situação de recessão mundial? Eu cheguei a imaginar um tempo atrás que o pior já tinha passado em termos de crise no mercado financeiro norte-americano.

Aqui no Brasil, o reflexo então seria mais de médio a longo prazo com a desaceleração da economia?
Não, eu acho que para o próximo ano, a desaceleração da economia terá um reflexo inevitável. Já está acontecendo, com queda de preço de commodities, o Banco Central com essa política de juros, enfim... não há como pensar em outro cenário. O que se pensa é quanto vai crescer o PIB (em 2009)? Vai crescer 4%, 3,5%? Se a recessão da economia mundial se confirmar, a média pode ser até de 2% para a economia brasileira. É um quadro realmente preocupante. É claro que o mundo não vai acabar, mas é preocupante. O próprio Alan Greenspan (ex-presidente do Banco Central americano), que é uma pessoa muito serena, tem dito que não viu uma crise tão grande nos últimos 50 anos. Há algum tempo ele vem sinalizando que vem uma situação preocupante.

A postura do governo dos EUA tem sido adequada?

Eu acho que sim. Agora, fica essa pergunta: como é que um banco desse porte, com mais de 100 anos, pode ter chegado a uma situação dessas? Isso leva a crer que o rombo é muito grande. A quebra de um banco como o Lehman Brothers é impressionante.

Fonte - Terra Magazine

Nota DDP: Mais uma vez sugiro a leitura de um artigo muito bom que nos foi enviado, neste contexto, sendo que o mesmo encontra-se armazenado em formado pdf e pode ser baixado através do link "A crise financeira mundial".

Outras nuances do cumprimento profético neste tema na tag "Crise Econômica".

Reflexões sobre a visita papal à França

Estamos nos aproximando de um momento perigoso na história das nações, quando a Santa Sé, que nunca abondonou suas pretensões de supremacia mundial, está sendo bajulada por democracias ocidentais teoricamente seculares (onde há separação entre Igreja e Estado), e onde os EUA, país modelo da separação moderna entre Igreja e Estado, estão flertando com a Santa Sé, e ameaçando adotar um modelo de governo semelhante ao católico romano (política e religião juntas). Não há maior inimigo da liberdade civil e religiosa no mundo do que o Vaticano. Parece que ninguém mesmo aprendeu com a história... Graças ao Tratado de Latrão, a Itália concedeu um pedaço de terra em Roma para o Vaticano, e os dois estados trabalham em comum acordo em muitos aspectos do cotidiano da sociedade italiana. Recentemente, estabeleceu uma polêmica naquele país porque uma humorista "ofendeu" o papa. Mesmo sendo contra qualquer tipo de ofensa a terceiros, acho perigoso esta postura que blinda a figura religiosa do bispo de Roma contra pessoas que discordam de suas opiniões. Outro precedente que demonstra os tempos em que vivemos...

Fonte - Minuto Profético

O 11/Set e a "Inquisição americana"

A "Guerra global ao terrorismo" é uma forma moderna de inquisição. Ela tem todos os ingredientes essenciais das inquisições francesa e espanhola.

Perseguir "terroristas islâmicos", executar uma guerra antecipativa (preemptive) à escala mundial para "proteger a pátria" são argumentos utilizados para justificar uma agenda militar.

A "Guerra global ao terrorismo" (GGT) é apresentada como um "Choque de civilizações", uma guerra entre valores e religiões em competição, quando na realidade é uma clara guerra de conquista, guiada por objectivos estratégicos e económicos.
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O objectivo da "Guerra global ao terrorismo" lançada em Setembro de 2001 é galvanizar o apoio público para uma campanha mundial contra a heresia. Aos olhos da opinião pública, possuir uma "causa justa" para travar a guerra é crucial. Diz-se que uma guerra é Justa se ela for travada nos terrenos moral, religiosa ou ético.
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A este respeito, a Inquisição Americana como uma construção ideológica é, sob muitos aspectos, semelhante à ordem social inquisitorial predominante em França e na Espanha durante a Era Medieval. A inquisição, que começou em França no século XII, era utilizada como uma justificação para a conquista e a intervenção militar.

Inicialmente ela tomou a forma de uma campanha no Sul da França dirigida contra os cátaros e os waldensianos, os quais desafiavam os ensinamentos da Igreja Católica Romana. O movimento cátaro era uma seita religiosa que era protegida pela ordem feudal regional no Sul da França, contra o domínio da Igreja Católica e da monarquia francesa em Paris. "Os cátaros acreditavam que eram eles os verdadeiros cristãos e que a Igreja Católica era uma igreja falsa, fundada pelo diabo".

No século XIII, "o papa Inocêncio III declarou uma cruzada contra os cátaros", a pedido da família real francesa. A cruzada era de facto uma guerra de conquista sob o disfarce de uma campanha contra a heresia.

A inquisição dirigida contra a heresia pretendia consolidar o controle territorial da monarquia. Ela proporcionava um pretexto para intervir militarmente no Sul e Sudoeste da França, utilizando a autoridade da Igreja Católica como uma fachada.
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Qualquer um que duvide da legitimidade da inquisição americana ("Guerra global ao terrorismo") é um herético teórico da conspiração ou um cúmplice dos terroristas.

A inquisição americana faz parte de um Consenso Bipartidário. Tanto os democratas como os republicanos apoiam a inquisição americana.
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O Patriot Act de hoje, os tribunais militares, o campo de concentração de Guantanamo, os campos de "rendição" da CIA, Abu Ghraib, etc, fazem parte de um sistema inquisitorial avançado. Suspeitos de terrorismo são mantidos incomunicáveis. Eles são torturados, examinados por tribunais militares e sentenciados. Não lhes é dado o direito de abjurar.
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A Nova Ordem Mundial constrói consenso político e dos media (isto é, a GGT) mas ao mesmo tempo cria e molda a sua própria oposição. Ela estabelece os limites da dissenção. Ela "fabrica dissenção".

Os candidatos presidenciais na corrida bipartidária são apoiados por poderosos interesses corporativos que incluem companhias petrolíferas, a Wall Street e empreiteiros da defesa.
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O sistema legal da América de hoje tem todas as características essenciais de uma ordem inquisitorial. A tortura é permitida "sob certas circunstâncias", conforme uma "opinião legal" do Departamento de Justiça emitida em Agosto de 2002.
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O objectivo final é subjugar os cidadãos, despolitizar totalmente a vida social na América, impedir as pessoas de pensarem e conceptualizarem, de analisarem factos e desafiarem a legitimidade da ordem social inquisitorial que vigora na América.

A Grande Mentira torna-se a Verdade. As realidades são invertidas.

A guerra torna-se paz, um empreendimento humanitário meritório.

A dissensão pacífica torna-se heresia.

O objectivo é criar uma atmosfera de medo e insegurança, tendo em vista sustentar a Nova Ordem Mundial.
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Fonte - Resistir

Nota DDP: Faltou apenas unir o que o articulista analisa como uma nova forma de inquisição, à antiga.

Missa do Papa atrai multidão à Esplanada dos Inválidos

PARIS - O Papa celebrou neste sábado uma missa na Esplanada dos Inválidos, em Paris, diante de uma multidão que superou todas as previsões. Cerca de 260 mil pessoas, segundo a Diocese e a Polícia francesas, acompanharam a cerimônia religiosa, rezando e cantando durante duas horas.

O Papa chegou à esplanada em seu papamóvel, provocando uma forte aclamação nos fiéis, que agitavam bandeirinhas amarelas e brancas sem parar, as cores do Vaticano.
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Fonte - O Globo

Nota DDP: Fico pensando que existem pessoas que teimam em dizer que o catolicismo está fadado à irrelevância. Pois aí está, no berço da "cultura do pensamento", onde menos se haveria de esperar manifestações deste tipo, temos uma multidão que superou expectativas e um líder político alinhado aos desígnios romanos.

Possível quebra de banco americano derruba bolsas

As bolsas européias operam em forte em baixa no pregão desta segunda-feira (15), após o Lehman Brothers, quarto maior banco de investimentos dos Estados Unidos, anunciar que vai pedir concordata.

Por volta das 8h50 (horário de Brasília), o FTSE-100, de Londres, na Inglaterra, operava em queda de 4,83%. O índice DAX-30 da Bolsa de Frankfurt, Alemanha, registrava baixa de 3,92%. Em Paris, na França, o CAC 40 recuava 5,30%. Em Madri, Espanha, o cenário é o mesmo: o índice Ibex-35 perdia 4,68%.
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Trata-se da quebra mais importante nos EUA desde 1990, quando o Drexler Burnham Lambert - especialista em "bônus lixo" - apresentou a mesma declaração.

O Lehman Brothers, que operava há 158 anos, se transforma no terceiro banco de investimento que desaparece ou muda de mãos em seis meses nos EUA. Em março, o Bear Stearns obrigou a intervenção do Departamento do Tesouro. Neste domingo (14), o Bank of America comprou o Merrill Lynch.
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Fonte - G1

Nota DDP: Estamos apenas no meio de setembro...

As Duas Repúblicas

The Two Republics é um grande livro para quem gosta de história e profecia. Escrito por Alonzo T. Jones em 1892 mostra o surgimento e a história de dois importantes poderes cujas participações serão decisivas nos eventos finais: a Igreja Romana e os EUA.

Nesse livro é mencionado, entre outras coisas, que em 1863 foi organizada nos EUA a Liga de Reforma Nacional, um movimento de líderes cristãos cujo objetivo seria "lutar pela manutenção das características cristãs existentes no Governo Americano; promover reformas necessárias na ação do Governo no que diz respeito ao sábado [leia-se domingo], à instituição da família, ao elemento religioso na educação, ao juramento e à moralidade pública quando afetada pelo tráfico de bebidas alcoólicas e outros males análogos; e assegurar uma emenda à Constituição dos Estados Unidos tal qual nela se venha a declarar a lealdade da nação a Jesus Cristo, e a sua aceitação das leis, instituições e costumes cristãos de nosso Governo sobre uma inegável base legal inserida na lei fundamental do país" (p. 705).

Em 1877 a Liga de Reforma Nacional uniu-se à Liga de Temperança das Mulheres Cristãs, cujo objetivo foi bem expresso em um discurso da Sra. Francis Willard, então presidente da Liga: "A Liga de Temperança das Mulheres Cristãs local, estadual, nacional e universal se inspira num pensamento vivo e orgânico, num objetivo que faz perder de vista todos os demais, num entusiasmo imorredouro, a saber, que Cristo deve ser o Rei deste mundo. O reino de Cristo tem de ser estabelecido na lei, entrando pela porta da política" (p. 735).

Em 1884, o órgão oficial da Liga de Reforma Nacional, The Christian Statesman, publicou um artigo onde afirmava: "Dê-se a entender a todo o mundo que constituimos uma nação cristã e que, por acreditarmos não poder subsistir sem o cristianismo, nos vemos na contingência de conservar por todos os meios o nosso caráter cristão. Inscreva-se isto no pavilhão de nossa Constituição... Obrigue-se a todos que vierem ter em nosso país a obedecer às leis da moral cristã" (p. 722). No final do mesmo ano, outro artigo declarava: "Se a Igreja Católica estiver disposta a agir de comum acordo conosco nesta luta contra o ateísmo político, do melhor grado a reconheceremos como nossa aliada" (p. 727).

Em fevereiro de 1885, na Convenção da Liga de Reforma Nacional, em New York, o Dr. Jonathan Edwards, vice-presidente, declarou: "Queremos uma união de Igreja e Estado e havemos de tê-la. Até onde os negócios do Estado necessitam de religião, esta deve ser a religião revelada de Cristo. O juramento cristão e a moral cristã devem ter neste país uma base legal iniludível" (p. 723).

Em janeiro de 1887, um dos secretários distritais da Liga de Reforma Nacional, o Rev. M. A. Gault, afirmou: "O nosso remédio contra todas as influências perniciosas está em decretar o Governo a Lei Moral e reconhecer a autoridade de Deus que está por detrás desta, deitando mão a toda a religião que se não conformar com a mesma" (p. 723).

Ainda naquele mesmo ano, outro movimento se uniu à Liga de Reforma Nacional para engrossar as fileiras daqueles que queriam o fim da separação entre Igreja e Estado nos EUA no século XIX: o Partido Proibicionista (p. 741).

No ano seguinte, 1888, a Liga de Reforma Nacional uniu-se a um terceiro movimento: a American Sabbath Union (Liga Americana do Sábado), cujo principal objetivo era promover a observância obrigatória do domingo nos EUA (p. 744).

Numa Convenção em 1889, a Liga de Reforma Nacional, juntamente com o Partido Proibicionista e a Liga de Temperança das Mulheres Cristãs declararam: "Se me derdes uma igreja unida que reconheça que o Senhor Jesus Cristo, e só Ele, é rei; e que pense, fale, pregue, ore, e vote em Seu nome; então virá a vitória, e os reinos deste mundo se tornarão reinos de Deus e de Seu Cristo. E então, quando isso acontecer, virá o milênio" (p. 743).

NOTA: Como pode-se perceber, os protestantes favoráveis à união de Igreja e Estado nos EUA (a maioria, portanto), só não alcançaram seu propósito final já no século XIX porque Deus não permitiu. Isso porque o evangelho, e a pregação do sábado do sétimo dia como verdadeiro sinal entre Deus e o Seu povo, deveriam de ser anunciados ainda nos quatro cantos da Terra. Porém, mais de um século depois o contexto é outro, não faltando quase nada que impeça o desencadeamento da crise final a partir dos EUA (leia-se Lei Dominical). Você está preparado?

Fonte - Minuto Profético
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