terça-feira, 15 de dezembro de 2009

A aliança entre o homem e a terra ou entre as nações e a igreja?

Os olhos do mundo se voltam para Copenhagen, com seus chefes-de-estado e ambientalistas em movimento. Não parece, até o momento que alguma decisão ou acordo climático sairá dali. Não que isso seja decisivo – diversos setores da mídia questionam até mesmo a existência de um aquecimento global, ou, pelo menos, a responsabilidade humana no processo. Em todo caso, cobranças sobre os estadistas permanecem. Uma delas parte justamente do mais influente líder religioso – o papa Bento XVI.

Segundo o Portal Terra, o sumo-pontífice aponta suas intenções para países industrializados e emergentes. A humanidade teria de experimentar "uma profunda renovação cultural, redescobrir os valores que constituem as bases para construir um mundo melhor" para superar a crise ambiental.

Claro que o Vaticano vê uma oportunidade com este diálogo internacional: influenciar os governos do mundo e assumir a liderança não apenas em questões ambientais. Que seja essa a motivação entende-se da seguinte declaração do papa: “A crise ecológica é uma oportunidade histórica para mudar o modelo de desenvolvimento global seguindo uma direção mais respeitosa com a criação e de um desenvolvimento humano integral, inspirado nos valores próprios da caridade na verdade.”

A caridade na verdade é a base da revolução social pretendida pelo papa na encíclica Caritas in Veritate. Os últimos discursos de Bento XVI aludem direta ou indiretamente ao documento, como se tratasse de uma campanha de marketing religioso. Neste contexto, quando Ratzinger propõe uma “aliança entre o ser humano e o meio ambiente” está jogando a isca para a transformação da sociedade dentro de um novo perfil de desenvolvimento global, apoiado no modelo de sua própria encíclica!

[Colaboração - Blog Questão de Confiança]

Nota DDP: Veja também "Bento XVI alerta para crise ecológica" e "Papa adverte que abuso do meio ambiente é igual ao terrorismo".


Economia do Japão está em "situação muito severa"

O premiê do Japão, Yukio Hatoyama, afirmou nesta terça-feira que a economia do país ainda se encontra uma posição difícil, no dia em que seu gabinete aprovou formalmente um novo pacote de gastos para estimular o crescimento.

"A economia do Japão está em uma situação muito severa. Alguns dizem que chegou ao fundo, mas não podemos ser otimistas de jeito nenhum", disse Hatoyama durante uma reunião do gabinete para estudar as maneiras de estimular o crescimento econômico.

A economia do país voltou a registrar crescimento positivo no segundo trimestre do ano, superando mais de um ano de recessão.

Mas o governo informou na semana passada que o país cresceu a um ritmo mais lento do que era previsto no terceiro trimestre. Além disso, existem os temores da volta da deflação e de que um iene forte possa prejudicar a recuperação.

O gabinete japonês aprovou hoje um orçamento extra --que inclui US$ 80 bilhões para novos gastos-- para evitar uma potencial segunda onda de recessão.
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Fonte - Folha


Aquecimento global: ciência ou religião?

Afirmei que Copenhague reza a última missa do aquecimento global, e muita gente ficou brava. Alguns ficaram verdadeiramente furiosos: “Se você mesmo disse que não é especialista na área, por que fala besteira?” Quem escreve também não é. Ele considera que falo besteira porque não concordo com ele. Entenderam o espírito da coisa? Já escrevi e reitero: desde sempre, o meu ponto é outro. Por que a imprensa esconde a argumentação dos que contestam os apocalípticos? Por que estudiosos não menos respeitados e respeitáveis que negam as conclusões do IPCC são tratados como párias? Estamos num terreno semelhante ao da ideologia. Mais: o espírito que passou a conduzir este debate passou a ser religioso.

Estamos vivendo num cenário tão surrealista que as pessoas parecem não se dar mais conta do que pensam ou escrevem — ou talvez se dêem, sei lá, e estão apenas garantindo posições que foram assumindo no establishment. Prefiro não especular sobre motivações e me fixar nos absurdos que leio.

No dia 8, numa coluna no New York Times, Paul Krugman — pode não ser o meu predileto, mas, de hábito, não é um imbecil — disse algumas notáveis imbecilidades. Sei lá que diabo de e-mails ele anda recebendo, mas, segundo diz, as pessoas que contestam as teses do aquecimento global se mostram furiosas com quem sugere que “talvez, apenas talvez, a esmagadora maioria dos cientistas esteja certa” (sobre o aquecimento).

Os leitores de Krugman são realmente diferentes. Mundo afora, o que desperta fúria e censura é justamente duvidar desse consenso. Mais: Krugman não se dá conta do que escreveu: ele diz de uma esmagadora maioria que “talvez, apenas talvez”, esteja certa. Em suma: ele fala de uma maioria que acredita numa possibilidade — como numa religião qualquer. Ocorre que essa crença pode ter conseqüências. Mais: em ciência, duvidar do “talvez” e, sobretudo, da “convicção da maioria” é mister e virtude, não defeito.

Krugman diz ainda que os que contestam o aquecimento global se alinhariam àquele antiintelectualismo que cantava as glórias de George W. Bush porque ele não era alguém que pensasse muito. Entenderam? Não endossar as teses escatológicas nas quais Krugman acredita é uma manifestação de estupidez, de burrice. Mais: ele atribui a “loucura antiambientalista” ao fato de que muitos não suportam viver em mundo em que tenham de controlar seus apetites. Ah, bom!

Ninguém vai perguntar o que entende Krugman das geleiras ou da temperatura do mar. Mas respondo: “Nada”! Como eu e a maioria de vocês. A fama e o respeito de que desfruta se baseiam em outra especialidade. Tem tanta autoridade para falar sobre o assunto quanto eu e Angelina Jolie — só a beleza nos diferencia. Mas ele não será questionado porque, vê-se, aderiu à religião. Krugman não precisa nem mesmo dizer por que seus opositores estão errados. Basta que os classifique de antiintelectualistas — e, vejam lá, “conservadores”. Um conservador pode até saber por que apanha. Mas um “progressista” não precisa saber por que bate… O analista da alma dos antiambientalistas conclui o seu texto não com ciência ou evidência, mas com um norte moral: “Precisamos controlar nossos apetites”. É o que diz o nosso padre, o nosso rabino, o nosso monge, o nosso pastor. Krugman, definitivamente, tornou-se um crente.
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Mas Krugman acha que precisamos aprender a ter limites. Começaram nesse negócio como cientistas e já falam como se fossem nossos padres, nossos rabinos, nossos pastores, nossos monges. O nome disso é religião.

Copenhague já deu com os burros n´água. E, por isso, a economia criada pelo terror do aquecimento global, para sobreviver, vai ter de recuar um pouco. E vai até esfriar um pouco o planeta para justificar seu arrefecimento. Querem apostar?

Fonte - Blog Reinaldo Azevedo

Nota DDP: A citada frase de Krugman é apenas um reflexo do mesmo contexto debatido por outro importante líder global acerca do consumismo, para se ver como a linguagem de um economista e um líder eclesiático pode se alinhar rapidamente. Ver também "Fome de ar, água e comida". Destaque: "Os donos do mundo e seus sábios reunidos em Copenhague ainda não se entenderam sobre como salvar o planeta. A COP15 já funcionou, porém, como uma martelada na cabeça dos líderes, alertando-os para a superlotação da Terra e a dramática escassez de recursos naturais". Também "Gelo polar pode desaparecer em cinco anos".


domingo, 13 de dezembro de 2009

Entra em vigor acordo entre Brasil e Santa Sé

CIDADE DO VATICANO, quinta-feira, 10 de dezembro de 2009 (ZENIT.org).- O Palácio Apostólico Vaticano acolheu esta manhã a cerimônia de intercâmbio de instrumentos de ratificação do Acordo entre a Santa Sé e a República Federativa do Brasil, o que significa sua entrada em vigor.

O Acordo, firmado a 13 de novembro de 2008, “consolida ulteriormente os tradicionais vínculos de amizade e de colaboração existentes entre as duas partes”, indica um comunicado da Santa Sé.

“Compõe-se de um Preâmbulo e de vinte artigos, que regulam vários âmbitos, entre os quais: o status jurídico da Igreja Católica no Brasil, o reconhecimento dos títulos de estudo, o ensino religioso nas escolas públicas, o matrimônio canônico e o regime fiscal”, acrescenta o comunicado.

Realizaram o intercâmbio o secretário para as Relações com os Estados, Dom Dominique Mamberti, em representação da Santa Sé, e o embaixador Luiz Felipe de Seixas Corrêa, em representação do Brasil.

Assistiram ao ato, por parte da Santa Sé, o chefe de Protocolo, Dom Fortunatus Nwachukwu, e os monsenhores Antoine Camilleri e Angelo Accattino.

Por parte da República do Brasil, os conselheiros da embaixada perante a Santa Sé Silvana Polich, Orlando Timponi e Alexandre Campello de Siqueira.

Também presenciou o ato o prefeito da Congregação para o Clero, cardeal Claudio Hummes.

O Acordo prevê o ensino religioso nas escolas públicas e a inserção de espaços dedicados ao culto nos ordenamentos urbanos, exime do pagamento de impostos instituições religiosas e reconhece as sentenças eclesiásticas em matéria matrimonial e os títulos acadêmicos eclesiásticos.

O episcopado brasileiro sugeriu em 1991 a oportunidade de estipular um Acordo internacional entre Igreja e Estado. As negociações entre Governo e Santa Sé começaram oficialmente em 2006.

Em novembro do ano passado, o Acordo foi firmado durante uma visita do presidente do Brasil, Lula da Silva, ao Vaticano, e esta quinta-feira entrou em vigor.

Fonte - Zenit


quinta-feira, 10 de dezembro de 2009

"Imoralidade na fronteira"


Nota DDP: Comentário da lição da Escola Sabatina que estabelece interessantes considerações e paralelos entre o povo hebreu às margens da Terra Prometida face à nossa semelhante condição. (Dublado em espanhol)


Pregar a mensagem Adventista

Sou Adventista do Sétimo Dia de berço. Isso quer dizer que conheço a Igreja há 34 anos, certamente melhor a partir da minha adolescência. Ao longo deste tempo (pouco, considerando os quase 150 anos da nossa história mundial), aprendi o que é a Igreja Adventista do Sétimo Dia: porque surgimos, o que defendemos, o que nos motiva, enfim, aquilo que somos.

Julgo que um elemento fundamental se pode aferir da nossa própria cultura (aquilo que, enraizado na nossa vida, faz de nós aquilo que somos e determina o nosso proceder): as nossas diferenças.

Desde sempre fomos diferentes. Não o fomos em tudo desde o princípio; mas quando surgia motivo para nos demarcarmos de hábitos e comportamentos habituais da sociedade, nunca hesitamos em fazê-lo. Exemplos são a alimentação, o vestuário, os lugares que (não) frequentamos e o estilo de vida, além, evidentemente, das doutrinas.

E, ainda mais longe do que simplesmente ser diferentes, nunca tivemos qualquer tipo de problema, nem tampouco nos questionamos, sempre que tivemos de, pelo conteúdo da nossa pregação, confrontar ideias e conceitos há muito criados e estabelecidos na mente da esmagadora maioria das pessoas, que, confessemos, resultam por vezes em algum conflito.

Ultimamente tenho-me questionado se algo está a mudar neste aspeto...

Veja este exemplo, talvez para entender melhor o raciocínio.

Não será confortável, devemos admitir, pregar sobre Apocalipse 13, principalmente quando esmiuçamos a besta que sobe do mar e a identificamos com a Igreja Católica Apostólica Romana. No entanto, nunca na nossa história hesitamos em expor o assunto, pelo menos nas pregações nas nossas igrejas, colocando os nomes nos símbolos e provando-o pela Bíblia.

Não raras vezes, testemunhei-o eu, alguns dos ouvintes, de tão profundamente educados numa cultura católica que durante séculos foi a essência da sociedade europeia (o mundo de então era pouco mais do que isso), sentiram-se atacados e escandalizados com o que apresentamos pela Bíblia, desviando voluntariamente os ouvidos da verdade, preferindo o que desde sempre lhes foi agradável ao saber. E foi por isso que deixamos de o pregar? Não, não foi. Essa nunca foi uma opção entre nós!

Ou seja, nunca houve na Igreja Adventista um espírito de adaptação da mensagem em função da eventual reação do ouvinte! O que desde sempre houve, incluindo na igreja primitiva do Novo Testamento, foi uma adaptação de métodos e estratégias; não de princípios ou conteúdos da mensagem!

Nos últimos anos, tenho observado uma certa reserva, nunca antes observada, em fazer a pregação, por vezes incómoda, que está intrinsecamente ligada à nossa própria existência!

Subitamente ficamos com medo? Estamos tão receosos em insistir na nossa pregação (em toda ela, além do mencionado exemplo de Apocalipse 13) que estamos a errar, adequando a nossa mensagem aos interesses do mundo quando deveria ser exatamente o contrário? Estamos a perder o foco central da nossa missão porque o mundo não gosta de a ouvir? Estamos a erguer a voz apenas para anunciar o que é confortável e agradável e esquecemos as dramáticas e decisivas verdades para este tempo?

Pior é se estamos a chegar à conclusão que não podemos ser assim tão diferentes! Caro leitor, não só podemos como devemos agir sempre de maneira diferente - desde que de maneira fundamentada na Escritura, algo que nos auto-elogiamos em fazer!

Nunca se viu tal coisa como conformidade e adequação! Paulo chegou a Éfeso e não se demitiu de pregar Jesus, mesmo sabendo que haviam interesses económicos que seriam colocados em causa. Então, porque razão a Igreja Adventista de hoje parece menos empenhada em levantar a voz em favor da solene mensagem que, DESDE SEMPRE, foi a nossa pregação distinta? Porque razão algo está a mudar?

Mais ainda, sugiro que estamos a desperdiçar energias em pregações demasiados moles, meigas e suaves para provocarem a desejada mudança de coração no ouvinte.

Por favor, não pense que defendo uma pregação de confronto, conflito e luta contra o nosso próximo ou as suas crenças. Somente entendo que estamos a amolecer a mensagem para dessa forma, pensamos nós, ser mais fácil alcançar a simpatia dos que nos ouvem. Mas a verdade, dura e difícil como possa ser, é que provoca decisão de mudança; nunca a simpatia...

Caro leitor, mantendo um espírito de amor e honesto interesse pela salvação do próximo, amoleça estratégias e métodos; nunca a mensagem!

O ano passado ouvi um grande evangelista mundial a dizer: 'Deus chamou-me para dizer a verdade; não me chamou para agradar às pessoas'.

Façamos uma análise sincera e vejamos se estamos a agradar muito, mas a pregar pouco a verdade...

Fonte - O Tempo Final


Apelo da cáritas portuguesa

A cimeira sobre o clima, que reúne em Copenhaga líderes de 192 governos é de tal importância que a Cáritas Portuguesa sente a necessidade de apelar aos participantes que examinem, com recta consciência, todas as posições até agora tomadas e que têm contribuído para as gravosas alterações climáticas que estão a comprometer o futuro da humanidade; se disponibilizem para assumir compromissos sérios que permitam recuperar o que for possível, proíbam todo o tipo de actos que continuem a agredir a natureza e penalizem os que desrespeitarem as decisões que vierem a ser consensualizadas. Aos representantes de Portugal, a Cáritas quer pedir que se coloquem do lado dos que pugnam, com firme determinação, pela defesa do futuro da própria humanidade.
...
Para dar maior ênfase a esta mudança que é urgente e incontornável, a Cáritas Portuguesa, associando-se a nível internacional a outras entidades, apela a que, no próximo dia 13 de Dezembro, Domingo, para que, às 14 horas (15 horas em Copenhaga) os sinos das igrejas em todo o mundo repiquem 350 vezes, em alusão às 350 partes de CO2 por milhão na nossa atmosfera, valor considerado pelos cientistas como o limite seguro para o planeta e para os seres humanos. Convida ainda a todos os portugueses e portuguesas a juntarem-se a este gesto com os seus próprios sinos, tambores, apitos e outros instrumentos, como toque de alarme das consciências da própria humanidade.

Fonte - Ecclesia

[Pesquisa = Blog Resta uma Esperança]


A liberdade religiosa e a "difamação das religiões"

Especialistas em liberdade religiosa avisam que a chamada resolução de "difamação de religiões" que deve ser posta à consideração pela Assembleia Geral das Nações Unidas este mês sugerirá restrição do discurso religioso no mundo inteiro.

Tendo em vista punir aqueles cujo discurso possa ofender a sensibilidade religiosa de ouvintes, a aprovação da resolução criaria um precedente que restringiria a liberdade de expressão religiosa, disse James D. Standish, diretor de relações com a ONU da Igreja Adventista do Sétimo Dia a nível mundial.

"A própria resolução não tem força legal, mas realmente cria um clima para empenho em promover uma nova norma legal internacional que restringe a liberdade do discurso religioso", explica Standish. Se aprovada, a resolução não só estabeleceria um precedente legal para outras nações seguirem, mas também legitimaria efetivamente a política em algumas nações que já procuram controlar o discurso religioso, ele acrescentou.

"Não podemos permitir que se confie neste modelo nacional fracassado como base para a criação de novos padrões legais internacionais", comentou Standish.

Anteriormente neste ano, os membros da diretoria da Associação Internacional de Liberdade Religiosa (IRLA) esboçaram uma declaração advertindo que leis que procurem controlar o discurso religioso poderiam ser impostas arbitrária e desigualmente, resultando em desrespeito a liberdades individuais de expressão, que disseram incluir o direito de comparar-se e críticar crenças e práticas religiosas.

O grupo concluiu que as lei de direitos humanos internacionais existentes já protegem suficientemente grupos confessionais de atos de discriminação ou violência e recomendou a líderes nacionais e especialistas em liberdade religiosa que rejeitem quaisquer leis futuras sobre difamação de religiões. No período antecedente à votação, marcada para meados de dezembro, Standish encontrou-se com representantes de vários Estados-membro da ONU, procurando criar a conscientização das implicações da resolução e discutir alternativas para fortalecer as proteções à liberdade religiosa existentes.

Entre 2006 e 2009, a resolução de difamação de religiões teve 27 por cento em declínio em seu apoio geral, em grande medida dado o trabalho de advogados de liberdade religiosa, informou um recente boletim de notícias da IRLA.

"É bom a ONU avançar na direção certa nesta questão ... mas esta luta está longe de terminar", disse John Graz, secretário-geral de IRLA e diretor do Departamento de Liberdade Religiosa e Relações Públicas da Igreja Adventista. "A liberdade religiosa é um direito frágil que não podemos ter como garantido", completou.

Fonte - ANN

Nota DDP: A livre pregação do Evangelho está com os dias contados.


terça-feira, 8 de dezembro de 2009

Catolicismo: uma cosmovisão atuante na política

Não há dúvida de que a igreja de Cristo precisa ser atuante no mundo. O papel da igreja não se restringe a promover mero consolo espiritual; ela deve levar a verdade de Cristo em todas as áreas da vida. Nesse sentido, o pensamento reformado (especialmente Calvino e Kuyper) promove a atuação de cristãos na sociedade – fundamentalmente no contexto de vocações usadas para glorificar o Mestre. Os cristãos seriam responsáveis pela redenção da cultura, criando contrapontos culturais a partir de uma perspectiva fundamentada em pressupostos bíblico.[1] É claro que essa atuação de cristãos conscientes será insuficiente para levar a uma redenção cabal; crer o contrário aboliria a escatologia ou, pelo menos, fundaria uma escatologia humana, que, na prática, diferiria muito pouco do humanismo secular.[2] Nenhuma iniciativa humana pode substituir a intervenção divina, necessária para resolver o problema do mal existente no mundo.[3]

Por isso, embora a defesa e promoção da cosmovisão cristã sejam necessárias para garantir a relevância do Cristianismo, não podem ser exageradas a fim de constituir uma teocracia democrática, visando o poder político.[4] Justamente no aspecto da interferência política é que a igreja Católica vem se inserindo.

Num artigo divulgado neste domingo (6/12/09), em sua página em português, o site Zenit divulgou a intenção católica de atuar como referencial para decisões políticas. Carl Anderson, que assina o artigo, cita Ratzinger (que na época não assumira ainda a cadeira de Pedro): “"o Magistério da Igreja não pretende exercer um poder político nem eliminar a liberdade de opinião dos católicos sobre questões contingentes […] Busca, no entanto – em cumprimento de seu dever – instruir e iluminar as consciências dos fiéis, especialmente aqueles envolvidos na vida política, de modo que suas ações possam sempre servir à promoção integral da pessoa e do bem comum”.[5]

O plano parece bem alinhavado com a encíclica Caritas in Veritate [6], a qual já ganhou a simpatia de grupos protestantes americanos [7], além de movimentar associações de católicos leigos a promover as ideias da encíclica.[8] Valendo-se da forte ênfase de grupos calvinistas sobre cosmovisão cristã, o Catolicismo parte para uma proposta de mobilização social e política, atraindo a simpatia de cristãos que buscam ser atuantes na sociedade.

Anderson parece notar a força desse apelo, quando afirma:

“A visita de Bento XVI aos Estados Unidos pode ser outro excelente exemplo de apelo à consciência. Depois de um ano de sua visita, de acordo com nossa pesquisa, cerca de 1 a cada 2 americanos queriam escutar o que ele tinha a dizer sobre aborto.

“Junte isso às suas declarações do ano passado nos Estados Unidos e à herança norte-americana dos direitos concedidos pelo Criador, e adicione o forte desejo de possuir uma guia moral adequada e, de repente, vemos que os americanos querem uma sólida liderança moral.”[9]

A influência católica só tende a crescer e a atingir outras áreas. O risco de se tornar uma cosmovisão impositiva é muito grande, sem falar na possibilidade real de Roma, que conta com o apoio de setores do evangelicalismo, dar as costas aos valores propriamente cristãos e sustentar apenas suas peculiaridades. Isso equivale a dizer que a Idade Média deixaria de ser apenas um capítulo dos livros de história para assumir um papel definitivo no século XXI. Por enquanto, cumpre-nos acompanhar o movimento das coisas e vigiar, pois “os tempos estão próximos”, como bem sabe aquele que estuda as profecias.

Fonte - Questão de Confiança

[1] Confira, por exemplo: (a) Douglas Reis, O pastor como alguém que desperta vocações: o exemplo de Lutero, disponível em http://questaodeconfianca.blogspot.com/2008/05/o-pastor-como-algum-que-desperta-vocaes.html; (b) Cláudio Antônio Cardoso Leite e Fernando Antônio Cardoso Leite, Evangélico ou Evangelico? A igreja Brasileira entre os exemplos do passado e o dilema do presente, em Cláudio Antônio Cardoso Leite, et al (org), Cosmovisão cristã e transformação: espiritualidade, razão e ordem social (Viçosa, MG: Ultimato, 2006), pp. 31-32.
[2] Sobre o humanismo secular, ver Douglas Reis, Mais filosofia, menos religião – o humanismo de Luc Ferry tem todas as respostas, disponível em http://questaodeconfianca.blogspot.com/2008/10/mais-filosofia-menos-religio-o.html.
[3] Douglas Reis, Placebos, genéricos e o remédio, parte 3, disponível em http://www.outraleitura.com.br/web/artigo.php?artigo=138:Placebos_genericos_e_o_remedio_(parte_3). Temos que entender a redenção no sentido de um milagre (algo que apenas o poder de Deus seria capaz de realizar), não uma mera consecução humana. “[…] O pecado não é somente a verdade bíblica e verificável, mas o precursor urgente para a necessidade e milagre da redenção.” Os Guinness, Sete pecados capitais: navegando através do caos em uma época de confusão moral (São Paulo, SP: Shedd Publicações, 2006), pp. 19-20.
[4] Sobre o flerte dos evangélicos com a política, ver Douglas Reis, Marcha para Jesus ou para a conquista do eleitorado, disponível em http://questaodeconfianca.blogspot.com/2009/09/marcha-para-jesus-ou-para-conquista-do.html.
[5] Carl Anderson, Levar a moral ao público, disponível em http://zenit.org/article-23489?l=portuguese.
[6] Para uma crítica,Verdade em Caridade: a doutrina social do Papa Bento XVI para o mundo globalizado, disponível em http://questaodeconfianca.blogspot.com/2009/07/verdade-em-caridade-doutrina-social-do_14.html (parte 1) e http://questaodeconfianca.blogspot.com/2009/07/verdade-em-caridade-doutrina-social-do.html (parte 2). Uma versão mais resumida do mesmo artigo foi recentemente publicada na revista o Ministério Adventista; além da versão impressa, o artigo pode ser acessado em http://www.cpb.com.br/htdocs/revistas/ministerio/2009/minist_nov_dez9.pdf.
[7] Douglas Reis, Eles merecem nossa caridade, disponível em http://questaodeconfianca.blogspot.com/2009/08/eles-merecem-nossa-caridade.html.
[8] Douglas Reis, Desenvolvimento humano integral: a proposta de Roma, disponível em http://questaodeconfianca.blogspot.com/2009/07/desenvolvimento-humano-integral.html.
[9] Carl Anderson, opus citado, grifos meus.


Desafios da vida



Nota DDP: diarioprofecia@terra.com.br


"Seria errado ter uma árvore de natal na Igreja?"

Exposição de motivos: Acompanhando alguns debates entre adventistas do sétimo dia (o que julgo útil para entender melhor o tempo em que vivemos), tenho observado com certa curiosidade um em particular: sobre a questão do natal.

Longe de querer entrar no mérito da questão - que parece ser de fácil entendimento: devemos nos afastar do sentido egoísta que foi criado em torno da data, sem nos isolarmos e perdermos uma ótima oportunidade de testemunhar de Cristo - deparei-me com uma manifestação que me permito transcrever e convidar os leitores deste espaço à meditação:

Muitas vezes, o silêncio é melhor do que as palavras.

E antes de eu me calar, vou fazer considerações finais. E nem me importo quem vai ler ou deixar de ler, se ligam ou não. Certas coisas precisam ser ditas.

Na noite de natal, as pessoas deveriam ir para as ruas em busca daquelas pessoas que não possuem nada. Ir em abrigos, asilos, hospitais e creches e passar essa noite com essas pessoas... levar sua família inteira para que suas crianças vissem e aprendessem... para que quem quer pregar sobre o Cristo, que o faça em uma noite dita especial... Duvido que todos aqui façam isso.

Fazer coisinhas na igreja é para quem já tem o ano todo contato com a doutrina. Fazer coisinhas em casa é a mesma coisa.

Eu concordo com tudo o que o "A"
[um dos envolvidos no debate, que sustenta a origem pagã da comemoração] disse. E penso que muitas pessoas dentro da igreja também. Um alívio saber disso... Me lembro dos velhos tempos.. [ela era adventista do sétimo dia] Mas não me importo mais nem com essa época que passou nem com essa nova igreja aí que vejo.

Comprem as árvores de Natal coca-cola, enfeitem suas casas com guirlandas, gastem todo o salário em presentes fúteis e comam até passar mal ... depois cantem o mais alto que puderem e orem bastante.

A única coisa que consigo pensar agora é a frase de um carinha bem odiado por ai.
[o satanista Alisteir Crowley] Mas que é pura verdade se parar para analizar...

"Faze o que tu queres que há de ser a lei"...


Só para constar, a debatedora se diz atéia, mas no meu singelo pensar, se demonstrou mais cristã e, muito mais adventista do sétimo dia, do que talvez ela mesma admitisse ser.

Que sirva de inspiração para todos nós, afim de que não prevaleça a lei citada no final das considerações supra, que são regras desse mundo caído em que vivemos e para as quais muitos têm se curvado, inclusive cristãos adventistas, infelizmente, mas que seja elevada a Lei do Amor, o próprio JESUS.


Pesquisa diz que 80% dos cidadãos de países ricos querem mudar hábitos pelo clima

Uma pesquisa indica que mais de 80% dos franceses, dos norte-americanos e dos japoneses estão dispostos a mudar seus hábitos de consumo diante do aquecimento climático, segundo pesquisa realizada nestes três países, assim como na Polônia e na Itália, e publicada nesta segunda-feira (7), na abertura da Cúpula de Copenhague.

Informados sobre os desafios da conferência, 88% dos franceses, 87% dos poloneses, 85% dos italianos, 81% dos japoneses e 80% dos norte-americanos entrevistados se disseram dispostos a ajudar seu modo de vida e a limitar seu consumo em favor do meio ambiente, segundo o trabalho conduzido pelo instituto Ifop publicado pelo jornal "Le Monde".

Fonte - Folha

Nota DDP: Coinidência? “A salvaguarda da criação postula a adopção de estilos de vida sóbrios e responsáveis, sobretudo em relação aos pobres e às geração futuras” (BXVI)


segunda-feira, 7 de dezembro de 2009

Responsabilidade perante Deus é decisiva para reto desempenho político

VATICANO, 05 Dez. 09 / 10:13 am (ACI).- Em suas palavras depois do concerto realizado na Capela Sixtina ao celebrar o 20º aniversário da queda do Muro do Berlim e os 60 anos de fundação da República Federal Alemã, o Papa Bento XVI ressaltou que "a história da Europa do século XX demonstra que a responsabilidade ante Deus é decisiva para o reto desempenho político".

Em seu discurso ontem pela tarde, Bento XVI rememorou duas datas chave para a Alemanha: em 23 de maio de 1949, quando se fundou a República Federal da Alemanha; e o 9 de novembro de 1989, quando caiu o Muro do Berlim; "que por tantos anos dividiu o país separando à força homens, famílias, vizinhos e amigos".

Na nota dada a conhecer pela Rádio Vaticano, o Pontífice assinala que muitos advertiram que os sucessos de 9 de novembro de 1989 eram os começos inesperados da liberdade, logo depois de uma longa e sofrida noite de violência e opressão por parte de um sistema totalitário que, ao final, conduzia ao niilismo, ao vazio das almas.

"Na ditadura comunista –disse o Papa– não havia ação alguma que fosse considerada má em si mesmo. O que servia aos objetivos do partido era bom, por mais desumano que pudesse ser".

Depois, prosseguiu, graças à lei fundamental a Alemanha pôde passar a página.

"Tal Constituição contribuiu essencialmente ao desenvolvimento pacífico do país no transcurso de seis décadas, porque exorta os homens a darem prioridade, em responsabilidade diante de Deus Criador, à dignidade humana, a respeitar o matrimônio e a família como fundamento de toda sociedade, assim como a respeitar o que é sagrado para os outros".

Então, ressaltou o Papa Bento, "é necessário agradecer a Deus porque o desenvolvimento da Alemanha não é apenas mérito do homem, mas que foi possível graças a homens que atuaram perante Deus".

O Santo Padre assinalou que isto se explica pelo fato de que "Deus reúne os homens em uma verdadeira comunhão. E todos os homens, na comunhão com Jesus Cristo, podem ser mediadores para Deus, capazes de suscitar um novo modo de pensar e de gerar novas energias ao serviço de um humanismo integral".

O concerto foi apresentado pelo Coro das vozes brancas da Catedral de Augusta e da Orquestra de Câmara da Residência de Mônaco da Baviera, dirigidas por Reinhard Kammler, quem interpretou o Oratório de Natal BWV 248 de Johannes Sebastian Bach. Entre os presentes se encontrava o Presidente federal alemão Horst Köhler, quem ofereceu o concerto ao Papa Bento XVI.

Fonte - ACI Digital

Nota DDP: Interessante ler em conexão com as afirmações supra, sobre a importância da lei fundamental alemã, o post "Tribunal constitucional alemão da razão à igreja e proibe abertura do comércio aos domingos". Penso que isso dá sentido ampliado às palavras de elogio proferidas, já que a constituição alemã defende do domingo como dia de descanso. Veja ainda "Levar a moral ao público". Destaque:

A visita de Bento XVI aos Estados Unidos pode ser outro excelente exemplo de apelo à consciência. Depois de um ano de sua visita, de acordo com nossa pesquisa, cerca de 1 a cada 2 americanos queriam escutar o que ele tinha a dizer sobre aborto.

Junte isso às suas declarações do ano passado nos Estados Unidos e à herança norte-americana dos direitos concedidos pelo Criador, e adicione o forte desejo de possuir uma guia moral adequada e, de repente, vemos que os americanos querem uma sólida liderança moral.



Sinos do mundo inteiro tocarão para pedir justiça climática

ROMA, sexta-feira, 4 de dezembro de 2009 (ZENIT.org).- Por ocasião da cúpula de Copenhague (Dinamarca) sobre a mudança climática, a Cáritas Internacional e o Conselho Mundial das Igrejas fizeram um convite a tocar os sinos do mundo inteiro no próximo dia 13 de dezembro, quando as negociações chegarem ao seu ponto crucial.

Às 15hs desse mesmo dia, após uma celebração ecumênica na catedral luterana de Copenhague, em todas as igrejas da Dinamarca os sinos serão tocados, com o fim de enviar uma mensagem única a todos os líderes do mundo, exortando-os para que adotem medidas urgentes diante da mudança climática.

Convidam-se os cristãos do mundo inteiro a participarem, tocando os seus próprios sinos, tambores, gongos, berrantes etc., 350 vezes.

Por que 350 vezes? Porque este número se refere a 350 partes por milhão (ppm): este é o limite máximo seguro de CO2 na atmosfera, segundo muitos cientistas, especialistas no clima e governos.

Durante toda a história da humanidade, até 200 anos atrás, a atmosfera continha 275ppm de CO2, mas agora a concentração se eleva a 390ppm. A menos que reduzamos de novo rapidamente os níveis de CO2, corre-se o perigo de alcançar pontos de inflexão e de provocar efeitos irreversíveis, como o derretimento da capa de gelo da Groenlândia e a existência de importantes emanações de metano, devido ao desgelo do permafrost, afirmam os organizadores.

A secretária-geral da Cáritas Internacional, Lesley-Anne Knight, fará os sinos de Copenhague ressoar, com os membros da delegação da Cáritas-CIDSE que assistem à cúpula e com destacados líderes da Igreja Católica.

Os sinos das igrejas ressoarão às 15h (horário local), em todos os fusos horários do mundo, começando pelas Fiyi, no Pacífico Sul, onde sai o sol, e continuarão ressoando ao redor do globo, até as 15h de Copenhague e de toda a Europa.

Diversas dioceses do mundo se unirão ao ato para pedir justiça climática.

Os bispos do Uruguai se uniram à iniciativa com uma mensagem na qual exortam a tocar os sinos das igrejas do país e pedem a todas as dioceses que adiram a esta manifestação universal.

“A Cáritas Internacional, por intermédio da Cáritas Uruguaia – afirmam os bispos uruguaios –, convida a que todas as paróquias do nosso país unam seus corações e vozes tocando seus sinos para ajudar a salvar o planeta da mudança climática.”

Fonte - Zenit


Copenhagen e a igreja romana

Papa apela a estilos de vida responsáveis

"Nesta perspectiva, para garantir pleno sucesso à conferência, convido todas as pessoas de boa vontade a respeitarem as leis de Deus sobre a Natureza e a redescobrirem a dimensão moral da vida humana" (Renascença)

Papa fala para líderes mundiais em Copenhagen

VATICANO - O Papa Bento XVI falou aos líderes mundiais reunidos para a reunião de Copenhagen (que discutirá as mudanças climáticas) que cuidar da criação de Deus requer a adoção de um estilo de vida sóbrio e responsável. (Estadão)

Papa pede acordo entre os países durante reunião do clima

O papa também pediu o respeito às leis da natureza para garantir o êxito da reunião sobre mudança climática que começa nesta segunda (7), em Copenhague. (Globo)

Papa deixa apelos para a Cimeira de Copenhaga

Segundo Bento XVI, para garantir o pleno sucesso da Conferência, “todas as pessoas de boa vontade” devem “respeitar as leis colocadas por Deus na natureza e a redescobrir a dimensão moral da vida humana”.(Ecclesia)

Papa faz apelo a paíse que irão a Copenhagen

Desde que assumiu o pontificado, em 2005, Bento XVI fez da preservação ao meio ambiente uma de suas principais bandeiras. (ANSA)


"Spots" de Copenhague

Brown quer que acordo de Copenhague seja vinculativo em seis meses

Londres - O primeiro-ministro do Reino Unido, Gordon Brown, pediu hoje aos Governos de todo o mundo para aprovar em Copenhague um acordo sobre a mudança climática que "em seis meses no máximo se transforme em um tratado legalmente vinculativo". (Último Segundo)

Copenhague marca ‘virada na reação’ à mudança climática

“Agora, os negociadores têm os sinais mais claros já dados pelos líderes mundiais para elaborar propostas sólidas para implementar ação rápida”, disse o secretário-executivo. (BBC)

Mundo reunido na Dinamarca para decidir o futuro do planeta

Movimentos ambientalistas como o Greenpeace esperam que durante a discussão seja possível alcançar consensos. Foram milhares os activistas do ambiente que rumaram à capital da Dinamarca para sensibilizar os delegados. (RTP)

Chegou a hora de decidir quem paga a conta do clima

Ainda não há acordo sobre a origem dos recursos necessários para a adaptação e mitigação às mudanças climáticas e esta dúvida pode ser o principal fator de um possível fracasso da Conferência da ONU em Copenhague (Portal do Meio Ambiente)

Barack Obama confirma presença na fase decisiva da Cimeira de Copenhaga

A presença do presidente norte-americano reforça o optimismo que se criou em torno da cimeira após a China e os Estados Unidos terem definido, pela primeira vez, limites às emissões de gases poluentes e vem aumentar as possibilidades um acordo político forte. (Negócios Online)

Conferência climática da ONU aproxima-se de acordo

"Aqueles que dizem que um acordo em Copenhague é impossível estão simplesmente errados", disse Achim Steiner, chefe do programa do meio-ambiente da ONU (Unep), enquanto delegados de 190 países chegavam à capital dinamarquesa para as discussões sobre o clima que acontecem de 7 a 18 de dezembro para substituir o Protocolo de Kyoto. (AFP)

Representante da ONU espera que COP 15 seja ‘ponto de virada’

“Nunca em 17 anos de negociações climáticas tantas nações assumiram compromissos firmes juntos. É sem precedentes”, disse. (G1)

Al Gore diz que líderes que negam aquecimento global enfraquecem a democracia

Roma, 6 dez (EFE).- O ex-vice-presidente americano e ativista na luta contra a mudança climática, Al Gore, acredita que "os líderes que negam o aquecimento global enfraquecem a democracia".

"Esta é a maior ameaça a nossa civilização" (G1)


O derretimento das geleiras do 'Himalaia ameaça 1,3 bilhão de pessoas na Ásia

Mais de um bilhão de pessoas na Ásia dependem das geleiras do Himalaia para o abastecimento d'água, mas os especialistas estimam que a rapidez alarmante com a qual elas derretem pode provocar graves fenômenos de seca em toda a região.
O degelo no Himalaia, uma cadeia de 2.400 km de circunferência, causado pelo aquecimento global, atingirá profundamente Paquistão, Índia, China, Nepal e Butão, destruindo os nove maiores rios da Ásia, aos quais alimenta - entre eles o Yang Tsé, o Ganges e o Mekong, em cujos deltas fica o chamado "celeiro da Ásia do Sul".

As temperaturas na região vêm aumentando de 0,15 a 0,6 grau a cada período de dez anos mas nos últimos 30 anos, aceleram num ritmo alarmante o derretimento das geleiras.

No momento em que os líderes do planeta se reúnem em Copenhague para uma conferência mundial sobre o clima, as associações ambientais acionam o sinal de alarme: segundo elas, algumas geleiras da região poderão desaparecer em mais algumas décadas.

"Os cientistas predizem o desaparecimento da maior parte das geleiras em 40 anos", preocupa-se Prashant Singh, responsável pela campanha "O clima pela vida" da organização ambiental WWF.

"As negociações de Copenhague terão enormes repercussões na vida de centenas de milhões de pessoias que habitam a foz de rios nascidos no Himalaia e que já vivem uma situação de grande pobreza", estima.

O Painel Intergovernamental das Nações Unidas sobre Mudança Climática (IPPC) preveniu que as geleiras poderão "todas desaparecer até 2035" enquanto outros especialistas destacam que os efeitos do aquecimento do planeta já são visíveis a olho nu na região.

No Nepal e no Butão, esse derretimento provocou a formação de lagos imensos que ameaçam ceder e destruir cidades inteiras.

Na China, estudos demostram que esse degelo rápido ameaça aumentar os fenômenos de inundação, afetando, em particular, o oeste do país.

Especialistas consideram que a falta d'água poderia ter um impacto sobre o desenvolvimento econômico da Índia e da China, com consequências trágicas para os dois países mais povoados do planeta.

Até 2050, um quarto das geleiras do planalto de Qinghai-Tibete, o mais alto do mundo, terão derretido, o que afetará a vida das pessoas não só na China, mas também no sul asiático -já que essas formações são fundamentais para a economia da região -, prevê Qin Dahe, membro do Painel Intergovernamental sobre Mudanças Climáticas (IPCC).

Ainda segundo o IPCC, até meados deste século, a previsão é a de que a produção de grãos terá aumentado até 20% no Leste e no Sudeste Asiático, mas poderá cair até 30% na Ásia Central e do Sul".

Com isto, especificamente na China, a produção agrícola poderá cair entre 5% e 10% até 2050, afetando os três principais grãos produzidos no país: trigo, arroz e milho.

Fonte - Último Segundo

Nota DDP: Ver também "Os dez sinais de alerta do aquecimento do clima" e "Temperatura da Terra pode subir 4 graus antes de 2100, segundo especialistas".


sexta-feira, 4 de dezembro de 2009

Rússia e Vaticano estabelecem relações diplomáticas 'completas'

A Rússia e o Vaticano decidiram estabelecer relações diplomáticas "completas" e elevar seus representantes ao status de embaixador e núncio apostólico, anunciaram ao fim de uma audiência no Vaticano o papa Bento XVI e o presidente russo, Dimitri Medvedev.

"No decorrer da conversa, as duas partes manifestaram sua satifação com as relações cordiais existentes, e concordou-se em estabelecer relações diplomáticas completas entre a Santa Sé e a Federação Russa", indicou o Vaticano em uma nota.

Por sua vez, o presidente Medvedev confirmou ao pontífice "que havia assinado um decreto permitindo o estabelecimento de relações diplomáticas completas com o Vaticano", declarou à imprensa a porta-voz do presidente russo, Natalia Timakova.

"Por isso, pediu ao ministério de Relações Exteriores que adiante as negociações com o Vaticano para elevar o nível das representações, tanto da nunciatura apostólica como da embaixada", explicou.

Em 1990 os dois países haviam estabelecido relações em nível de representantes.

O novo passo dado às relações diplomáticas acontece num momento em que as relações entre as igrejas católica e ortodoxa da Rússia, tensas nos últimos anos, parecem melhorar, desde a entronização, em fevereiro, do patriarca Kirill, que esteve durante longo tempo na direção da diplomacia da Igreja Ortodoxa.

Durante a audiência, o presidente russo presenteou o Papa com uma caixa, adornada com a imagem da catedral da Rússia - destruída pelos bolcheviques e reconstruída após o colapso da União Soviética -, e com dois volumes da enciclopédia Ortodoxa.

Seu predecessor, Vladimir Putin, doou em 2007 os primeiros volumes da coleção.

"Não posso ler tudo isso", comentou Bento XVI.

"Nós o ajudaremos", respondeu Medvedev.

"Os movimentos feitos por Moscou estão estritamente ligados às relações entre o Vaticano e a Igreja ortodoxa" uma vez que "os governantes russos são muito sensíveis a esta Igreja", revelou o vaticanista Marco Tosatti, ouvido pela AFP.

"O governo russo não quer melindrar o patriarcado de Moscou, não faz nenhum gesto que possa lhe desagradar", acrescentou.

De fato, após anos de tensão, com o ex-patriarca russo Alexis II acusando regularmente os católicos de proselitismo na Rússia, um encontro histórico entre o Papa Bento XVI e o patriarca Kirill não está totalmente excluído.

"Desejamos preparar esse encontro", declarou recentemente o chefe diplomático da igreja Ortodoxa russa, o bispo Ilarion.

O predecessor de Medvedev, Vladimir Putin, havia sido recebido três vezes no Vaticano: por Bento XVI, em março de 2007; e por João Paulo II, em 2000 e 2003.

O ex-presidente soviético Mikhaïl Gorbachev foi recebido em audiência no Vaticano por João Paulo II há 20 anos, no dia 1º de dezembro de 1989.

Fonte - Último Segundo

Nota DDP: Ver também "Vaticano e Rússia estabelecem relações diplomáticas". Destaque:

Bento XVI e Medvedev, que conversaram a sós durante cerca de meia hora, analisaram a situação económica e política internacional, à luz da encíclica papal «Caritas in Veritate», com a qual o líder russo foi presenteado.


Qual caminho será proposto em Copenhagen?

Diminuir emissões é essencial, diz revista

Desde que o tratado de Kyoto foi assinado, muito mudou. O prazo do tratado termina agora em 2012. As emissões de CO2 aumentaram em 30% desde sua assinatura. Se a conferência de Copenhague não seja bem sucedida, o tratado de Kyoto pode ser anulado em dois anos, dificultando ações contra a mudança climática.

Caso a concentração de carbono continue a aumentar no ritmo atual, estima-se que a temperatura do planeta Terra tem 50% de chance de aumentar em até 5°C. Alguns cientistas acreditam que o problema se resolverá sozinho, outros, que o aquecimento é irreversível. Os dois lados podem estar certos, mas de acordo com a Economist, é necessário agir para reduzir as emissões, como forma de garantia.

A revista considera que o aquecimento global é um problema político, o maior já enfrentado. Para mudar as economias de padrões de alta emissão de carbono, será necessária uma mudança nos padrões de investimento. Em Copenhague a discussão será entre dois lados: dinheiro e emissões. (Opinião e Notícia)

Cientista da Nasa quer fracasso de Copenhague

James Hansen, cientista da Nasa, afirmou que seria melhor para o mundo se a reunião sobre mudanças climáticas da ONU fracassasse. Ele avalia que possíveis acordos serão tão falhos que, para outras gerações, as discussões teriam de ser retomadas do início.

O cientista aponta ser melhor reavaliar a situação, já que toda a abordagem é um equívoco. “Se for uma coisa como Kyoto, aí serão gastos anos tentando determinar exatamente o que significa.”

Para Hansen, o possível acordo não deve abrir margem a concessões. “Não temos um líder que seja capaz de captar isso e dizer o que é realmente necessário.” (Opinião e Notícia)

Nota DDP: Veja também "A mãe de todas as fraudes". O tempo dirá o que é, o que não é, e o que isso eventualmente significará.


quinta-feira, 3 de dezembro de 2009

Delegação vaticana em Copenhagen

CIDADE DO VATICANO, 3 DEZ (ANSA) - A Cidade do Vaticano participará da Conferência das Nações Unidas sobre Mudança Climática (COP 15), que ocorrerá entre os próximos dias 7 e 18, na cidade dinamarquesa de Copenhague.

Segundo anunciou hoje a Santa Sé, a delegação será liderada pelo observador vaticano permanente na Organização das Nações Unidas (ONU), arcebispo Celestino Migliore.

Farão parte do grupo Hugo Cabrera Aramayo, Paolo Conversi, Luke Swanepoe, Markus Wandinger e Mariano Cardiello.

Esta mesma delegação acompanhará a 5ª Reunião das Partes do Protocolo de Kyoto (COP- MOP 5), que será realizada paralelamente à COP 15.

O principal objetivo da COP 15 é fazer com que a comunidade internacional chegue a um consenso sobre medidas concretas de combate ao aquecimento global.

O primeiro-ministro da Itália, Silvio Berlusconi, confirmou na última terça-feira sua participação no evento.

Fonte - ANSA


quarta-feira, 2 de dezembro de 2009

A resposta da Igreja às mudanças climáticas

A Conferência de Copenhaga sobre as mudanças climáticas irá tomar decisões importantes que vão influenciar muitos aspectos da nossa vida presente e futura. O Conselho das Conferências Episcopais da Europa (CCEE) e a KEK (Conferência das Igrejas Europeias), juntamente com várias outras comunidades, a título individual, escreveram uma carta conjunta, na qual assinalam que os desafios de Copenhaga “não têm apenas a ver com as vertentes técnicas das mudanças climáticas: ética, cultura, fé e religião são elementos substantivos”.

A mudança de estilos de vida, apontam, deve ser tida em conta se a questão das mudanças climáticas quiser ser efectivamente abordada, assegurando um desenvolvimento humano integral.

“Sabemos que apenas com uma ecologia humana real - que tome em conta os direitos e também as responsabilidades que temos uns com os outros e com as gerações futuras – se poderá prever um melhor cuidado do ambiente”, indicam os secretários do CCEE e da KEK.

As Igrejas cristãs da Europa acreditam que a UE tem de aumentar esforços para reconhecer a responsabilidade mútua dos Estados-membros no combate a estas alterações.

A esta luz, a carta deixa as seguintes indicações:

Encorajamos as Igrejas e os cristãos na Europa a tomar acções apropriadas para abordar o desafio das mudanças climáticas, nas próximas semanas. Encorajamo-los a abordar os seus respectivos governos, convidando-os, com corajosa generosidade, a tomar acções fortes para mitigar os efeitos das mudanças climáticas. O impacto da crise económica não deve ser uma desculpa para evitar acção efectiva na protecção do ambiente.
...
Fonte - Ecclesia

Nota DDP: A pressão deve aumentar nos próximos dias e logicamente haverá de indicar desdobramentos nos próximos meses. Copenhagen ao que indica pode ser o começo de mudanças significativas neste contexto. A igreja tem tomado a frente da mobilização das lideranças religiosas:

"Os ensinamentos do Papa surgem em lugar de destaque..." (BXVI e o sentido ecológico do domingo)

Quanto tempo até que estes "ensinamentos" sejam aceitos pela coletividade religiosa e política?

[Colaboração - Blog Resta uma Esperança]


Cientistas manipulam dados para provar aquecimento

Documentos vazados revelaram fraudes no cálculo do aquecimento global. Já conhecido no mundo como “Climategate”, em referência ao caso Watergate, o vazamento mostra que cientistas diretamente ligados à Organização das Nações Unidas (ONU) estavam manipulando índices para provar que o planeta passa por um processo de aquecimento sem precedentes.

O cientista Philip Jones, um dos apontados durante o Climategate, é responsável por criar o mais importante de quatro índices que orientam políticas climáticas de nações e da ONU. Os emails vazados mostram como os cientistas que trabalham com Jones não liberavam dados importantes de suas pesquisas e fabricavam motivos para mantê-los em segredo.

Os cientistas ligados a Jones também tentavam abalar a credibilidade de qualquer pesquisador que fosse contra os resultados apresentados. Entre os pesquisadores envolvidos no Climategate, estão responsáveis por outros índices que orientam a ONU e o braço-direito do ex-vice-presidente norte-americano Al Gore. (Original em The Telegraph - "Mudança climática: este é o pior escândalo científico da nossa geração")

Fonte - Opinião e Notícia

Nota DDP: Obviamente nenhum destes termos têm sido divulgados, mormente diante da cimeira de Copenhagen que se aproxima, mas as notícias em sentido contrário, continuam se repetindo: "Fome, doenças e seca: consequências temíveis do aquecimento global"

Quem estará com a razão e onde esse estado de coisas está a nos levar?

[Colaboração - Blog Resta uma Esperança]


Católicos vão a Roma por justiça climática

ROMA, terça-feira, 1º de dezembro de 2009 (ZENIT.org).- Líderes da Igreja, agências humanitárias e instituições assistenciais estão unindo esforços para exortar os líderes mundiais a tratar da questão da “justiça climática”, às vésperas da reunião da cúpula para mudanças climáticas, prevista para 10 de dezembro em Copenhague, Dinamarca. A Cáritas e o Catholic Group International Cooperation for Development and Solidarity (CIDSE) representam 180 agências católicas que lutam por um novo acordo sobre mudanças climáticas que priorize as necessidades dos mais pobres.

O objetivo, segundo um comunicado da Cáritas, é levar representantes e bispos de 25 países a Copenhague para exercer pressão sobre os governos, “para que deixem uma herança verde para as gerações futuras”. Entre os países interessados estão México, Zâmbia, África do Sul, Moçambique e Quênia, assim como estados americanos e europeus.

O secretário-geral da Cáritas Internacional, Lesley-Anne Knight, que estará na reunião, afirmou que “os líderes mundiais devem chegar a acordos legalmente vinculantes para redução de emissões” –os países mais poluidores devem assumir o ônus pelos prejuízos causados pelas mudanças climáticas às comunidades mais pobres.
...
Fonte - Zenit


Bispos da UE saúdam entrada em vigor do Tratado de Lisboa

Religiões são parceiras oficiais do diálogo entre instituições

O dia 1 de Dezembro marca a entrada em vigor do Tratado de Lisboa. Para além da reforma das Instituições da União Europeia o Tratado introduz no direito fundamental da União um artigo de importância considerável para as Igrejas, reconhecidas agora no seu contributo específico.

No seu número 17, o Tratado determina que a UE mantém um “diálogo aberto, transparente e regular com as Igrejas”, associações ou comunidades religiosas.

Em virtude deste artigo, refere um comunicado da Comissão dos Episcopados Católicos da Comunidade Europeia (COMECE), as Igrejas “vão poder reforçar o seu diálogo com a Comissão, o Conselho e o Parlamento europeias e contribuir mais eficazmente para a reflexão política europeia”.

Inspirados pela Doutrina Social da Igreja e fortalecidas pela sua experiência de terreno, as Igrejas poderão conduzir um diálogo crítico e construtivo com os decisores europeus sobre as políticas elaboradas pela UE", indica o comunicado.

Para a COMECE, hoje, à beira de uma nova década, são os mesmos problemas urgentes que preocupam a União Europeia e as Igrejas: a solidariedade com os mais fracos no seio das sociedades; a economia ao serviço do ser humano; a solidariedade intergeracional e com os países em vias de desenvolvimento; as mudanças climáticas e a preservação da criação; o acolhimento dos migrantes e o diálogo intercultural.

As Igrejas na Europa acolhem de boa vontade o diálogo com a UE como instrumento que “lhes permitirá acompanhar mais eficazmente a União, a fim de que esta se torne uma comunidade de povos e de valores, consciente da sua responsabilidade, unida e acolhedora”.

Nos últimos anos, este diálogo foi levado a cabo entre as Instituições europeias, a COMECE e os seus parceiros ecuménicos. Este “diálogo de facto” permitiu que a confiança entre ambas as partes fosse crescendo.

Os Bispos católicos da UE desejam, por isso, que este intercâmbio se possa intensificar, com base no artigo 17 do Tratado de Lisboa, e apelam aos cristãos de toda a Europa a aproveitar esta oportunidade de diálogo “para contribuir com saber e humanidade para o projecto europeu”.

Proximamente, a COMECE e a KEK (Conferência das Igrejas Europeias) irão formular “propostas concretas” à Comissão, o Conselho e o Parlamento europeus, para “ancorar” este diálogo numa prática institucional regular.

Fonte - Ecclesia

Nota DDP: Com base neste insistente traço de intercomunicação, diálogo e influência, sugiro a leitura do post "Tribunal constitucional alemão da razão à igreja e proibe abertura do comércio aos domingos".


Mais norte-americanos correm risco de passar fome

NEW HAVEN, terça-feira, 1 de dezembro de 2009 (ZENIT.org).- Os Cavaleiros de Colombo decidiram destinar 1 milhão de dólares e muitas horas de voluntariado com o objetivo de alimentar os famintos nos Estados Unidos.

A organização assinala em nota que esta iniciativa propõe responder ao “muito maior que o normal” número de norte-americanos e canadenses “em risco de passar fome”.

A nota informa que cerca de 50 milhões de norte-americanos sofreram situações de “insegurança alimentar” no último ano e cerca de 18% mais de canadenses foram a bancos alimentares pedir ajuda.
...
Fonte - Zenit

Nota DDP: A propósito deste post, ver ainda "O maior recall de carne da história americana" e "Comer menos carne ajuda o planeta e o coração". Recomendo também assistir o documentário "Comida S.A.".

Deus nos avisou, continua avisando e a compreensão destes fatos nos levam a perceber, também por este prisma, que o fim se aproxima, além é claro da necessidade de louvar o Seu nome pela preciosidade que nos foi confiada através do Espírito de Profecia.


terça-feira, 1 de dezembro de 2009

Tribunal constitucional alemão da razão à igreja e proibe abertura do comércio aos domingos

O tribunal derruba parte da primeira normativa vigente em Berlim desde 2006 porque não respeita a jornada de "recolhimento espiritual"

O Tribunal Constitucional alemão declarou parcialmente anticonstitucional a legislação sobre a abertura dos comércios no domingo que vige em Berlim. Os magistrados do TC dão assim razão às principais confissões alemãs, a Igreja Católica e a Igreja Evangélica, que haviam denunciado a prática de abrir os comércios aos domingos na capital alemã.

A sentença considera que a abertura do comércio nos quatro domingos do Advento, prévios ao Natal, atentam contra a proteção do domingo como jornada de descanso que figura na Constituição alemã. Os juízes de Karlsruhe optaram por adiar a execução da decisão e permitir que as empresas berlineses abram suas portas aos domingos que faltam até finalizar o presente ano.

A Constituição alemã inclui em seu texto o chamado artigo eclesiástico 139, redigido durante a República de Weimar, no qual se estabelece que os domingos são fundamentalmente jornadas de descanso e de "recolhimento espiritual". Os juízes exortam as autoridades de Berlim a que reformem sua lei de abertura comercial para adaptá-la à normativa constitucional.

A lei berlinesa, aprovada em novembro de 2006, é a mais liberal da Alemanha, ao permitir que as lojas abram suas portas até 10 domingos ao ano, entre eles os quatro prévios às festividades natalinas. Os juízes do Constitucional sim aceitam a abertura dos comércios dos domingos festivos ao ano por "motivos excepcionais", como festas empresariais ou populares, também reconhecidas na norma da capital alemã.

Fonte - El País.com

Nota DDP: Vários aspectos a serem considerados:

1) - A união entre católicos e evangélicos para fazer valer o domingo;
2) - Dispositivos de cunho religioso na constitução alemã;
3) - O reconhecimento judicial de um dia de recolhimento espiritual;
4) - Se a lei de Berlim é a mais "liberal", como seriam as mais ortodoxas?

“Serão promulgadas muitas leis para o governo das nações, com vistas a oprimir; e serão ressuscitadas velhas leis que praticamente se tornaram sem efeito.” (Este Dia Com Deus, pág. 248)

[Colaboração - Hiscael Moreno]


Aquecimento global não é ciência, é religião diz documento das Nações Unidas

Gente, eu sempre pensei que o tal de aquecimento global antropogenicamente provocado era ciência ideologizada, mas não a ponto de defini-la como 'religião'. Mas foi justamente isso que um documento das Nações Unidas fez:

"O ambientalismo deveria ser considerado no mesmo patamar que a religião, 'como a única obrigação baseada na narrativa de valores disponíveis para a humanidade', tudo de acordo com o termo escrito dois anos atrás para influenciar a futura estratégia do Programa Ambiental das Nações Unidas (UNEP), que pretende ser o fiscal do "dever-ser" ambiental do mundo. O propósito do termo, colocou juntos, depois de uma seção privada de um dia na Suíça por alguns dos maiores expoentes da burocracia ambiental: para defender um novo e sem precedente esforço para mover as preocupações ambientais para 'o centro das decisões políticas e econômicas' ao redor do mundo — e talvez não coincidentemente, expandir a influência e alcance da UNEP nas mesas de poder do mundo, como um regulador e supervisor potencial da Nova Ordem Ambiental."

Source/Fonte

Do próprio documento:

"UNEP tem uma mensagem crítica, mas está entregando-a na linguagem errada para a audiência erra. Isso nunca a posicionará para fazer o que é necessário até que encontre a linguagem e narrativa corretas. A força dessa mensagem não pode ser sub enfatizada. O sucesso da UNEP depende de conseguir esse direito."

 Source/Fonte

 Read another report/Leia outro relatório

Gente, traduzindo em graúdos: uma 'teocracia secularizada' visando um governo mundial! Onde foi mesmo que eu li isso? Eu acho que já isso em algum lugar...

Fonte - Desafiando a Nomenklatura Científica


Igreja pede justiça ambiental

Roma, 1º dez (RV) - A Igreja Católica está unindo forças para pressionar os líderes políticos em Copenhague, na Dinamarca, para a Cúpula sobre Mudanças Climáticas, que se realizará na próxima semana.

A Caritas Internacional e a Cooperação Internacional para o Desenvolvimento Econômico (CIDSE), representando 180 entidades católicas, querem que os participantes da Cúpula coloquem as necessidades dos mais pobres em primeiro lugar, definindo um novo plano para fazer frente às mudanças climáticas.

As duas organizações vão levar a Copenhague representes e bispos de 25 países dos cinco continentes para pressionar os líderes políticos.

A Caritas Internacional será representada por sua secretária-geral, Lesley-Anne Knight, que pede que haja uma nova visão para compartilhar a responsabilidade sobre a Terra. "Todos nós devemos viver de maneira mais sustentável, freando nosso estilo de vida consumista. Isso é difícil, mas não tão difícil quanto não fazer nada. Copenhague deve ser parte de uma nova ética global, que nos una novamente com a natureza; do contrário, será uma falência" – afirmou.

Estarão presentes na capital dinamarquesa quatro bispos, entre eles Dom João Silota, bispo moçambicano de Chimoio. Da América Latina, haverá representantes de México, Chile, El Salvador, Honduras e Bolívia.

Fonte - Radio Vaticano


O diálogo religioso é uma necessidade

Jacarta, 1º dez (RV) - A Indonésia, nação muçulmana mais populosa do mundo, é um exemplo de sociedade multicultural. Foi o que afirmou o presidente do Pontifício Conselho para o Diálogo Inter-religioso, Card. Jean-Louis Tauran, em visita esses dias ao país.

"Criar uma ponte para o diálogo não é uma opção, mas uma necessidade" – destacou o cardeal, encontrando a ministra do Comércio, Marie Elka Pangestu, e o arcebispo de Jacarta, Card. Julius Riyadi Darmaatmadja.

Na capital, o Cardeal Tauran visitou a mesquita de Istiqlal, que fica diante da Catedral. Quem o recebeu foi o imã da mesquita, Kiai Hajj Syarifuddin Muhammad, que recordou que o templo não é somente a casa dos muçulmanos, mas de todos os fiéis de diversas religiões.

A mesquita, acrescentou, é um símbolo do diálogo inter-religioso, pois quem a construiu foi o arquiteto cristão Frederich Silaban.

O purpurado, por sua vez, agradeceu ao imã pelo acolhimento e manifestou apreço pela atmosfera de amizade: "Parece que não existe uma diferença entre os muçulmanos indonésios e os cidadãos cristãos". Para o Card. Tauran, os cristãos deveriam aprender dos muçulmanos a forte prática de fé e a disciplina.

A visita do purpurado à Indonésia encerra-se amanhã.

Fonte - Radio Vaticano


O Papa serve à unidade na verdade e na caridade

VATICANO, 30 Nov. 09 / 11:51 am (ACI).- Em sua mensagem pela festa de Santo André ao Patriarca Ecumênico de Constantinopla, Bartolomeu I, Bento XVI ressaltou que o Papa, como Sucessor do Apóstolo Pedro, serve "à unidade na verdade e a caridade" e que seu serviço não deve entender-se "em uma perspectiva de poder mas dentro de uma eclesiologia de comunhão".

Na mensagem entregue ao Cardeal Walter Kasper, Presidente do Conselho Pontifício para a Promoção da Unidade dos Cristãos, durante sua visita à Istambul, o Santo Padre recordou o mártir irmão de São Pedro e explicou que "a memória dos Santos mártires move a todos os cristãos a darem testemunho de sua fé ante o mundo. É uma chamada urgente, sobre tudo em nossos dias, quando a Cristandade se enfrenta com provocações cada vez mais complexas".

"Nossas Igrejas se comprometeram sinceramente nas últimas décadas em prosseguir o caminho que leva a restabelecimento da plena comunhão e, apesar de que não tenhamos alcançado ainda esse objetivo, demos muitos passos que têm feito possível aprofundar os laços comuns".

Seguidamente Bento XVI indicou que essa abertura guiou os trabalhos da Comissão Internacional Mista para o Diálogo Inter-religioso que celebrou sua 11° sessão plenária no mês passado no Chipre e cujo tema foi: "O papel do Bispo de Roma na comunhão da Igreja no primeiro milênio".

"Um tema complexo e que requer um estudo exaustivo e um diálogo paciente se aspiramos à integração compartilhada das tradições orientais e ocidentais", destacou o Papa.

"A Igreja Católica entende o ministério petrino como um dom do Senhor para sua Igreja. Este ministério não deve interpretar-se segundo uma perspectiva de poder, mas dentro de uma eclesiologia de comunhão, como serviço à unidade na verdade e a caridade", afirmou.

"O Bispo da Igreja de Roma que preside na caridade é o Servus Servorum Dei (o Servo dos Servos de Deus). Trata-se de procurar juntos, inspirados no modelo do primeiro milênio, as formas em que o ministério do Bispo de Roma possa cumprir um serviço de amor reconhecido por um e por todos", disse logo o Santo Padre.

Finalmente o Papa ressaltou que no caminho à plena comunhão "podemos oferecer já um testemunho comum trabalhando juntos ao serviço da humanidade, sobre tudo defendendo a dignidade da pessoa e afirmando os valores éticos fundamentais, promovendo ao mesmo tempo a justiça e a paz" e que ambas as Igrejas "podem cooperar em sensibilizar as pessoas à respeito da responsabilidade da humanidade na proteção da criação".

Fonte - ACI Digital


Papa e presidente do Peru falam sobre colaboração Igreja-Estado

CIDADE DO VATICANO, segunda-feira, 30 de novembro de 2009 (ZENIT.org).- A colaboração entre Igreja e Estado foi um dos assuntos fundamentais tratados no encontro entre o Papa Bento XVI e o presidente do Peru, Alan García Perez, ocorrido nesta segunda-feira.

O Chefe de Estado foi recebido em audiência no Palácio Apostólico Vaticano e teve com o pontífice “uma troca frutífera de opiniões sobre temas referentes à atual conjuntura internacional, especialmente na região”, segundo nota divulgada pela Sala de Imprensa da Santa Sé.

Foram também extensamente discutidos “os âmbitos da colaboração entre a Igreja e o Estado”, além de aspectos da situação atual do país sul-americano, em particular “o empenho do governo em erradicar a pobreza, promover o estado de direito e na proteção do meio-ambiente.”

Após o encontro com o Papa, o presidente peruano foi recebido pelo cardeal Tarcisio Bertone, secretário de Estado, e por Dom Dominique Mamberti, secretário para as Relações com os Estados.

O Peru tem uma população ligeiramente inferior a 30 milhões de habitantes, dos quais 82% são católicos.

Fonte - Zenit


Entra em vigor tratado que reforma União Européia

A União Europeia celebra nesta terça-feira a entrada em vigor do Tratado de Lisboa, que estabelece uma série de reformas institucionais destinadas a tornar mais democrático o processo de tomada de decisões do bloco e a fortalecer seu papel no cenário global.

Assinado em dezembro de 2007 como alternativa à falida Constituição Europeia, reprovada em referendo por franceses e holandeses dois anos antes, o novo acordo adapta as regras da UE à estrutura de um bloco que duplicou de tamanho durante a última década.

Para isso, muitas das decisões do Conselho Europeu, órgão que reúne os governos dos 27 países da UE, deixarão de ser tomadas por unanimidade e passarão a respeitar o critério de dupla maioria qualificada a partir de 2014.
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Fonte - BBC

Nota DDP: Em outras palavras, criaram um dispositivo legal para burlar a falta de unidade dos componentes do bloco. Não se unirão, diz a profecia. Ver também "Tratado de Lisboa entra finalmente em vigor". Destaque:

Os defensores do texto, assinado em Lisboa a 13 de Dezembro de 2007, acreditam que este é um primeiro passo para que a União Europeia assuma um papel de destaque na nova ordem mundial, depois da emergência de novas potências.


Antártica: três graus a mais até o fim do século

O continente antártico, que permaneceu à parte do aquecimento provocado pelo buraco na camada de ozônio durante 30 anos, pode registrar uma aumento da temperatura de três graus até o fim do século, segundo um estudo publicado seis dias antes do início da reunião de cúpula de Copenhague sobre o clima.

"Durante este século, o buraco na camada de ozônio deve ser completado, permitindo que os efeitos do aquecimento sejam sentidos plenamente através da Antártica", afirma o Scientific Committee on Antarctic Research (SCAR), que reúne 450 pessoas de cinco centros de pesquisas.
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"O derretimiento da calota ao oeste da Antártica contribuirá para a elevação geral do nível dos mares, que pode chegar a 1,4 metro em 2100".

Fonte - Último Segundo


segunda-feira, 30 de novembro de 2009

As representações relativas ao aquecimento global lembram a história da humanidade segundo a Bíblia

Por Ricardo Augusto Felício, Daniela de Souza Onça e Marco Aurélio Lessa Villela

SEGUNDO qualquer meio de comunicação de massa consultado -jornais, revistas, rádio, televisão e até mesmo filmes-, como consequência de nossas atividades econômicas, estaríamos desencadeando a maior mudança climática de que se tem conhecimento, que traria consequências tais que é comum que as imagens empregadas remetam ao apocalipse bíblico. Contudo, ainda estaria em tempo de tomar alguma atitude, usando tecnologias "limpas", reduzindo assim o todavia inevitável aquecimento global.
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A atual crise econômica começa a pôr abaixo tais falácias. Não é a primeira vez que se cria um estado de "terror" global em relação ao clima. Durante a década de 1930, sobreveio um período de calor e seca além do habitual. Diante dessa variabilidade natural do clima -assim a compreendemos-, alardeou-se que estaria acontecendo um aquecimento global, causado pela elevação do nível de CO2 atmosférico, oriunda de atividades humanas.
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Curioso foi que, anos depois, entre as décadas de 1950 e 1960, quando a tendência se inverteu, trazendo temperaturas mais amenas, o mundo tremeu ante o anúncio, propagado pelos meios de comunicação de massa, de que a Terra estaria entrando em uma nova era glacial.
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Após essas "ameaças" à humanidade, outras se seguiram: desertificação, buraco na camada de ozônio e, novamente, aquecimento global. É onde nos encontramos hoje.
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Acima dos discursos, é preciso considerar o que tem sido feito na prática em nome da precaução ante a ameaça do "aquecimento global" -praticamente uma entidade sobrenatural, que pouco se compreende, mas se teme-, assim como o que se planeja fazer. Quem ganha com isso? Quem ganhou nos momentos anteriores? Ressalva importante: não somos favoráveis ao "laisser-faire" em relação à degradação ambiental generalizada que se tem observado ao longo dos últimos séculos, potencializada nas últimas décadas.

É justamente por levarmos muito a sério as crescentes agressões e ameaças a todas as formas de vida em nosso planeta que recusamos o uso de um espantalho para amedrontar as pessoas e assim "conscientizá-las". Não é por meio do medo e da mentira que conseguiremos um mundo melhor. Os fins não estão desligados dos meios, e tais meios, reconhecidamente, levam ao mundo que temos hoje.

Fonte - Metodista

Nota DDP: Ver também "UE defende ação contra mudança climática e mais envolvimento da China".

Estamos nos dias que precedem a reunião de Copenhague, que pretende tratar sobre o clima e tomar decisões de redução das emissões de gases poluentes na atmosfera. No entanto, o poder econômico tem graves dificuldades em abrir a mão para salvar o clima. [NE: O articulista se alinha ao aquecimento antropogênico]

Cientistas do INPI declaram que o planeta tem ainda uns 4 anos de clima suportável, depois deverá iniciar o estado de colapso (desequilíbrio no clima). São estudos feitos com base em modelos matemáticos e observações vindas do espaço, dos satélites. Mas esses estudos até hoje falharam. Eles tem dado expectativas muito otimistas, e na verdade a deterioração do clima tem-se mostrado sempre mais veloz que a previsão. Ou seja, a situação parece ser mesmo pior que as previsões científicas, e estas já não são nada boas.

Como a notícia acima, tudo nesse mundo é medido em números, e não qualquer número, preferencialmente em valores monetários. Assim é tratado o clima, assim é tratado o ser humano. E no final, quando o domingo não for aceito por todos os seres humanos como alternativa para salvar o clima do planeta, e resolver outros problemas, pois essa é uma das grandes idéias em debate no mundo hoje, estes sofrerão um boicote econômico, isto é, perderão o direito de comprar e vender que é o motivo central da Globalização.

Mas quando esse decreto vier, na verdade ninguém mais vai comprar e vender, pois, por um lado, o colapso climático não mais o permitirá, e por outro lado, DEUS retirará Seu ESPÍRITO das nações da Terra, e haverá aqui uma crise como jamais se viu. Quando essas coisas acontecerem, é para se saber que o fim estará muito próximo. E isso é obvio, nem poderia ser diferente. Então é que aqueles que forem fiéis a DEUS serão alimentados a pão e água, trazidos pelos anjos do Céu, até que vejam JESUS voltar nas nuvens. Vai valer a pena ser fiel.
(Cristo Voltará)


Líderes muçulmanos recebem cardeal em mesquita

JACARTA, sexta-feira, 27 de novembro de 2009 (ZENIT.org).- O presidente do Conselho Pontifício para o Diálogo Inter-religioso, cardeal Jean-Louis Tauran, realizou uma visita à mesquita nacional Istiqlal, a maior do sudeste asiático, durante sua primeira viagem oficial à Indonésia.

O cardeal Tauran estava acompanhado, nessa quarta-feira, pelo cardeal Julius Darmaatmadja, de Jacarta, o arcebispo coadjutor Ignatius Suharyo Hardjoatmodjo, e o bispo de Bandung, Dom Johannes Maria Trilaksyanta Pujasumarta, informa UCAN.

O imame da mesquita, Kiai Hajj Syarifuddin Muhammad, deu as boas-vindas aos católicos. “Esta mesquita não pertence só aos muçulmanos, mas a todos que professam uma religião. Todos eles são bem-vindos aqui”, disse.

A mesquita nacional da Indonésia, que pode acolher mais de cem mil pessoas, está situada do outro lado da rua da catedral da Assunção, no centro de Jacarta. O principal edifício retangular de oração está coroado por uma cúpula esférica de 45 metros, sustentada por doze colunas.

O cardeal Tauran destacou o clima de proximidade, dizendo: “parece que não há brecha entre muçulmanos e católicos”.
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Fonte - Zenit


sexta-feira, 27 de novembro de 2009

Séries "Como folhas de outono..."


Da sugestão de um amigo deste espaço ocorreu-me a idéia de compartilhar o material que tenho arquivado em áudio com programas dirigidos por vários Pastores em diversas localidades. Tratam-se de semanas de oração ou séries temáticas que enriquecem a vida espiritual daqueles que querem viver mais próximos de Cristo.

01) - Pr. Henry Feyerabend (Espírito Santo)
02) - Pr. Gilson Brito (Meu Salvador, minha vida)
03) - Pr. Edson Nunes Jr. (Identidade)
04) - Pr. Ivan Saraiva (Hábitos dos cristãos altamente eficazes)
05) - Pr. Otimar Gonçalves (Predestinados para o céu)
06) - Pr. Fernando Iglesias
(Toque minhas mãos)
07) - Pr. Ivan Góes
(Respostas de Deus)
08) - Pr. Ranieri Sales (Um troféu nas mãos de Deus)
09) - Pr. Acílio Alves Filho (Retratos do Salvador)
10) - Pr. Paulo Rabello (Preparação para a Crise Final)
11) - Série "Virtudes Cristãs" (Palestrantes Variados)
12) - Série "Nos passos de Jesus" (Palestrantes Variados)
13) - Pr. Ivan Saraiva (Esperança para viver)
14) - Pr. Alejandro Bullon (As revelações do Apocalipse)
15) - Série "Os Dez Mandamentos" (Palestrantes Variados)
16) - Série "O Caminho" (Pr. Fernando Iglesias)
17) - Série "Programa Novo Começo" (Dr. Sang Lee)
18) - Série "A Guerra dos Sentidos" (Daniel Spencer)

Espero que seja útil aos irmãos. Não se esqueçam de duplicar, distribuindo um CD, enviando um email com o endereço deste post, ou mandando os links específico para download das programações, sempre "como folhas de outono", atendendo o "ide" do Mestre. E descansem no Senhor. Feliz Sábado.

Soli Deo Gloria

"Disseminai-os como as folhas no outono. Esse trabalho deverá continuar sem estorvo de pessoa alguma. Almas perecem sem Cristo. Sejam elas advertidas de Seu breve aparecimento nas nuvens do céu." (Testemunhos Seletos V3 - Pág. 235)

FAQ

ET: Veja também a série de estudos bíblicos disponíveis para download "E conhecereis a Verdade", com o Dr. Mauro Braga.


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