segunda-feira, 26 de maio de 2014

Os adventistas que resumem criminosamente a graça

O mais destacado entre seus pares. Desde 2006, tive contato com a obra de um aclamado escritor evangélico. Sua tônica: falar poética e contundentemente sobre a graça divina. A decepção maior veio ao ler sobre a vida do autor em sua autobiografia: um alcoólatra, que definha por reincidência no vício, o mesmo que lhe causou o divórcio. Por mais que ele enfatize a graça em seus best sellers, sua vida pessoal é um eloquente testemunho de desgraça.

Gostaria que isso constituísse exceção entre os evangélicos pensantes, ou mesmo entre os adventistas. Não é. Definir a graça como eterno perdão leva a abonar o pecado na maioria dos casos. A graça que salva do pecado não apenas limpa o passado (justificação), como também propicia condições para uma vida vitoriosa (santificação). Sem essa segunda atuação da graça, é impossível a experiência futura da vitória definitiva (glorificação). 
 
A teologia evangélica, reducionista, dissocia graça de estilo de vida. Faz parecer que, não importa o que faça ou diga, a graça me salva sem implicar em uma transformação do caráter, a não ser em termos bem gerais, como honestidade, por exemplo. Assim, assuntos como vestuário, reforma de saúde, estilo de adoração, separação de práticas mundanas recebe um chute de Tostão e fica simplesmente fora do âmbito da discussão.

Estou bem consciente de que serei mal interpretado. Afinal, o analfabetismo funcional é o menor dos meus problemas, quando já há um quadro de analfabetismo bíblico muito mais agravante… Porém, em respeito aos leitores inteligentes e com a mente analítica, deixe-me tentar desenvolver o que disse.

Sempre seremos essencialmente pecadores ao viver nesse planeta. Mas podemos ser pecadores regenerados, experimentando a transformação diária, renovando a mente pela palavra de Deus. A espiritualidade adventista não compartilha da mesma base da visão evangélica. Entendemos o evangelho como uma mensagem equilibrada, centrada em Jesus, Aquele que encarnou, morreu, ressuscitou e ascendeu ao céu, de onde intercede por nós em Seu santuário. Salvação é obra que depende de um Salvador Todo Suficiente.

Se eu tivesse um saco de cimento com 50 kg para carregar e o campeão mundial de levantamento de pesos estivesse por perto, a atitude mais inteligente seria me afastar para ele fazer o que sabe. Minha melhor ajuda seria não atrapalhar! Cooperar com o plano de salvação se traduz por colocar a vontade nas mãos de Deus, não usar meu esforço pessoal para realizar sozinho o que Deus pede. A luta com a vontade pecaminosa só poderá ser vencida pela atuação de Deus em mim por meio do Espírito e mediante o poder que há nas Escrituras.

Como entender a graça no contexto da visão adventista de salvação? A graça se relaciona ao plano de Deus em reproduzir Seu caráter em nós. Não se resume ao modo como Ele lida com os pecados que cometemos, mas inclui também o modo como Deus me leva a tomar decisões práticas, a ser obediente em todas as áreas. Quem confunde obediência com legalismo deveria, no mínimo, repensar seu adventismo e se perguntar se as distorções evangélicas não têm afetado sua compreensão da própria salvação. Temo que muitos se choquem tanto ao ler sobre isso porque sempre pensaram como evangélicos, sem terem sido ensinados a pensarem como adventistas. Trágico assim.

Espero que o Espírito de Deus abra o entendimento daqueles que estudam as Escrituras para permitirem que a graça realize uma obra completa em sua vida.

Papa lança desafio para ‘trabalharem juntos’ pela paz

O papa Francisco desafiou hoje cristãos, judeus e muçulmanos a “trabalharem juntos” pela paz e pela justiça durante uma visita à Esplanada das Mesquitas, na Cidade Velha de Jerusalém, o terceiro lugar mais sagrado para o Islão.

“Podemos trabalhar juntos pela justiça e pela paz“, afirmou durante a sua visita ao complexo onde está situada a mesquita Al-Aqsa, pedindo para que ninguém utilize o nome de Deus para justificar a violência.

“A minha peregrinação não ficaria completa se não incluísse também o encontro com as pessoas e comunidades que vivem nesta terra e, por isso, estou contente por poder estar convosco, amigos muçulmanos“, afirmou, diante do grã-mufti de Jerusalém, Mohammed Hussein, e de outras autoridades islâmicas.

A Esplanada das Mesquitas, a que os muçulmanos chamam Nobre Santuário e os judeus Monte do Templo, é um local sagrado para as duas religiões e uma fonte de tensão entre as duas comunidades.

O principal representante do islamismo sunita agradeceu ao Papa a sua visita e aproveitou para pedir o fim da ocupação israelita, que considerou o principal obstáculo à conversão de Jerusalém na “verdadeira cidade da paz do mundo“.

Hussein recordou a figura do califa Omar ibn al Jatab, um dos quatro califas Rashidum (reconhecidos por todos os muçulmanos), “que permitiu aos cristãos manterem as suas igrejas na cidade santa“.

“Jerusalém deve ser [de novo] uma cidade aberta tanto a cristãos como a muçulmanos em que todos possam conviver em paz“, disse o líder religioso.

O papa, por seu lado, pediu a judeus, cristãos e muçulmanos para abrirem os seus corações e mente a fim de entenderem o outro, já que o conhecimento mútuo supera as barreiras e os conflitos.

Francisco, que concluiu o seu discurso na disputada esplanada com a palavra paz em árabe, seguiu depois para o Muro das Lamentações, onde foi recebido por um dos mais importantes rabinos da cidade.

O papa seguiu os passos dos seus antecessores — João Paulo II e Bento XVI — deixando uma mensagem no lugar mais sagrado do judaísmo.

Pouco antes, o rabino entoou uma oração em hebraico, na qual pediu pela paz em Jerusalém, pela unidade e pela luta contra o ódio aos judeus. (…)”

Israel e Palestina aceitam convite do Papa e vão ao Vaticano

O presidente israelita, Shimon Peres, e o presidente palestiniano, Mahmud Abbas, aceitaram, este domingo, o convite do Papa Francisco para rezarem no Vaticano.

O presidente israelita saudou a iniciativa do Papa Francisco de oferecer “a sua casa” a israelitas e palestinianos para rezarem pela paz, afirmando que “desde sempre apoiou qualquer iniciativa” deste tipo.

O presidente aceita o convite do Papa Francisco, sempre apoiou e vai continuar a apoiar qualquer iniciativa para promover a causa da paz“, afirmou à agência Efe uma fonte próxima do gabinete de Shimon Peres.

Também o presidente palestiniano, Mahmud Abbas, aceitou o convite do Papa Francisco para rezar pela paz com o presidente de Israel, no dia 6 de junho no Vaticano, afirmou à AFP o chefe das negociações da Palestina.

O Papa convidou os presidentes da Autoridade Nacional Palestiniana e de Israel a unirem-se num momento de oração no Vaticano. “Muitos constroem a paz dia-a-dia com pequenos gestos, pequenas coisas, muitos deles com sofrimento mesmo sem terem consciência disso. Aqueles que fazem parte da Igreja têm a obrigação de se tornarem ferramentas para a paz, especialmente através das nossas orações“, afirmou o Papa Francisco.

Antes de iniciar a missa na praça da Manjedoura, em Belém, o Papa, que começou no sábado uma viagem pela Terra Santa, admitiu que construir a paz “pode ser difícil“, mas disse que “viver sem paz é um sofrimento“.

Fonte: Jornal de Notícias (Via O Tempo Final)

Papa visita Muro das Lamentações e defende diálogo

O papa Francisco pediu nesta segunda-feira em Jerusalém um diálogo entre judeus, cristãos e muçulmanos, após uma visita a um dos locais mais emblemáticos para as três religiões monoteístas.

Em um dia intenso e com grande carga simbólica, o pontífice visitou a Esplanada das Mesquitas, terceiro local sagrado do islamismo, e o Muro das Lamentações, um dos mais sagrados do judaísmo.

Diante do grande grande mufti de Jerusalém, que o recebeu na mesquita, Francisco convidou cristãos, muçulmanos e judeus a serem "agentes da paz e da justiça".

O papa se dirigiu às pessoas e comunidades "que se reconhecem em Abraão", ou seja, as três religiões monoteístas.

"Minha peregrinação não seria completa se não incluísse também o encontro com as pessoas e as comunidades que vivem nesta terra e por isto fico feliz de poder estar com vocês, amigos muçulmanos", disse o papa ao líder religioso islâmico, Mohamed Hussein.

"Respeitemos e amemos uns aos outros como irmãos e irmãs", concluiu o papa no terceiro e último dia de sua visita a Terra Santa.

Depois ele caminhou por um quilômetro e rezou em silêncio por vários minutos diante do Muro das Lamentações, um dos locais sagrados para a religião judaica.

O papa colocou as mãos sobre o Muro e deixou uma mensagem entre as pedras, como é tradição entre os judeus. Como os antecessores, João Paulo 2º (2000) e Bento 16 (2009), Francisco colocou um envelope entre as pedras do Muro, vestígio do Segundo Templo de Jerusalém.

O envelope continha o Pai Nosso em espanhol, revelou o porta-voz do Vaticano, Federico Lombardi. A agenda de Francisco incluiu uma visita ao cemitério nacional de Israel, onde depositou uma coroa de flores no túmulo do fundador do sionismo, Theodor Herzl, uma homenagem que nenhum papa havia feito até agora.

Fora do programa, o pontífice também visito o monumento em homenagem às vítimas civis de atentados em Israel.

Um gesto realizado a pedido do primeiro-ministro israelense, Benjamin Netanyahu, e que equilibra outro gesto que surpreendeu no domingo: tocar com as mãos o 'muro da vergonha', que separa Israel dos territórios palestinos.

Em todos os rituais, Francisco teve a companhia de dois amigos e compatriotas argentinos, o rabino Abraham Skorka e o professor muçulmano Omar Abboud.

A visita papal terminará com uma missa no Cenáculo, onde segundo a tradição cristã aconteceu a Última Ceia de Jesus com os apóstolos, lugar que abriga também o túmulo do rei David, considerado sagrado pelos judeus.

Fonte - Yahoo

domingo, 25 de maio de 2014

Declaração conjunta do Papa Francisco e do Patriarca Bartolomeu I: O Espírito Santo nos conduz à unidade

JERUSALÉM, 25 Mai. 14 / 04:15 pm (ACI).- Ao celebrar os 50 anos do histórico encontro de Paulo VI e o Patriarca ortodoxo Bartolomeu I em Jerusalém, nesta tarde (hora local) o Papa Francisco e o Patriarca Bartolomeu I tiveram um encontro privado no qual assinaram uma declaração conjunta. A seguir apresentamos a íntegra da mesma:

1. Como os nossos venerados predecessores Papa Paulo VI e Patriarca Ecuménico Atenágoras, que se encontraram aqui em Jerusalém há cinquenta anos, também nós – Papa Francisco e Patriarca Ecuménico Bartolomeu – decidimos encontrar-nos na Terra Santa, «onde o nosso Redentor comum, Cristo nosso Senhor, viveu, ensinou, morreu, ressuscitou e subiu aos céus, donde enviou o Espírito Santo sobre a Igreja nascente» (Comunicado comum de Papa Paulo VI e Patriarca Atenágoras, publicado depois do seu encontro de 6 de Janeiro de 1964). O nosso encontro – um novo encontro dos Bispos das Igrejas de Roma e Constantinopla fundadas respectivamente por dois Irmãos, os Apóstolos Pedro e André – é fonte de profunda alegria espiritual para nós. O mesmo proporciona uma ocasião providencial para reflectir sobre a profundidade e a autenticidade dos vínculos existentes entre nós, vínculos esses fruto de um caminho cheio de graça pelo qual o Senhor nos guiou desde aquele abençoado dia de cinquenta anos atrás.

2. O nosso encontro fraterno de hoje é um passo novo e necessário no caminho para a unidade, à qual só o Espírito Santo nos pode levar: a unidade da comunhão na legítima diversidade. Com profunda gratidão, relembramos os passos que o Senhor já nos permitiu realizar. O abraço trocado entre o Papa Paulo VI e o Patriarca Atenágoras aqui em Jerusalém, depois de muitos séculos de silêncio, abriu a estrada para um gesto epocal: a remoção da memória e do meio da Igreja dos actos de recíproca excomunhão de 1054. Isso foi seguido por uma troca de visitas entre as respectivas Sés de Roma e de Constantinopla, por uma correspondência regular e, mais tarde, pela decisão anunciada pelo Papa João Paulo II e o Patriarca Dimitrios, ambos de abençoada memória, de se iniciar um diálogo teológico na verdade entre católicos e ortodoxos. Ao longo destes anos, Deus, fonte de toda a paz e amor, ensinou-nos a olhar uns para os outros como membros da mesma família cristã, sob o mesmo Senhor e Salvador Jesus Cristo, e a amar-nos de tal modo uns aos outros que podemos confessar a nossa fé no mesmo Evangelho de Cristo, tal como foi recebida pelos Apóstolos e nos foi expressa e transmitida a nós pelos Concílios Ecuménicos e pelos Padres da Igreja. Embora plenamente conscientes de ainda não ter atingido a meta da plena comunhão, hoje reafirmamos o nosso compromisso de continuar a caminhar juntos rumo à unidade pela qual Cristo nosso Senhor rezou ao Pai pedindo que «todos sejam um só» (Jo 17, 21).

3. Bem cientes de que a unidade se manifesta no amor de Deus e no amor do próximo, olhamos com ansiedade para o dia em que poderemos finalmente participar juntos no banquete eucarístico. Como cristãos, somos chamados a preparar-nos para receber este dom da comunhão eucarística, segundo o ensinamento de Santo Ireneu de Lião (Contra as Heresias, IV, 18, 5: PG 7, 1028), através da confissão de uma só fé, a oração perseverante, a conversão interior, a renovação da vida e o diálogo fraterno. Ao alcançar esta meta esperada, manifestaremos ao mundo o amor de Deus, pelo qual somos reconhecidos como verdadeiros discípulos de Jesus Cristo (cf. Jo 13, 35).

4. Para tal objectivo, o diálogo teológico realizado pela Comissão Mista Internacional oferece uma contribuição fundamental na busca da plena comunhão entre católicos e ortodoxos. Ao longo dos sucessivos tempos vividos sob os Papas João Paulo II e Bento XVI e o Patriarca Dimitrios, foi substancial o progresso dos nossos encontros teológicos. Hoje exprimimos vivo apreço pelos resultados obtidos até agora, bem como pelos esforços actuais. Não se trata de mero exercício teórico, mas de uma exercitação na verdade e no amor, que exige um conhecimento ainda mais profundo das tradições de cada um para as compreender e aprender com elas. Assim, afirmamos mais uma vez que o diálogo teológico não procura o mínimo denominador comum teológico sobre o qual se possa chegar a um compromisso, mas busca aprofundar o próprio conhecimento da verdade total que Cristo deu à sua Igreja, uma verdade cuja compreensão nunca cessará de crescer se seguirmos as inspirações do Espírito Santo. Por isso, afirmamos conjuntamente que a nossa fidelidade ao Senhor exige um encontro fraterno e um verdadeiro diálogo. Tal busca comum não nos leva para longe da verdade; antes, através de um intercâmbio de dons e sob a guia do Espírito Santo, levar-nos-á para a verdade total (cf. Jo 16, 13).

5. Todavia, apesar de estarmos ainda a caminho para a plena comunhão, já temos o dever de oferecer um testemunho comum do amor de Deus por todas as pessoas, trabalhando em conjunto ao serviço da humanidade, especialmente na defesa da dignidade da pessoa humana em todas as fases da vida e da santidade da família assente no matrimónio, na promoção da paz e do bem comum e dando resposta ao sofrimento que continua a afligir o nosso mundo. Reconhecemos que a fome, a pobreza, o analfabetismo, a distribuição desigual de recursos devem ser constantemente enfrentados. É nosso dever procurar construir juntos uma sociedade justa e humana, onde ninguém se sinta excluído ou marginalizado.

6. É nossa profunda convicção que o futuro da família humana depende também do modo como protegermos – de forma simultaneamente prudente e compassiva, com justiça e equidade – o dom da criação que o nosso Criador nos confiou. Por isso, arrependidos, reconhecemos os injustos maus-tratos ao nosso planeta, o que aos olhos de Deus equivale a um pecado. Reafirmamos a nossa responsabilidade e obrigação de fomentar um sentimento de humildade e moderação, para que todos possam sentir a necessidade de respeitar a criação e protegê-la cuidadosamente. Juntos, prometemos empenhar-nos na sensibilização sobre a salvaguarda da criação; apelamos a todas as pessoas de boa vontade para tomarem em consideração formas de viver menos dispendiosas e mais frugais, manifestando menos ganância e mais generosidade na protecção do mundo de Deus e para benefício do seu povo.

7. Há também urgente necessidade de uma cooperação efectiva e empenhada dos cristãos para salvaguardar, por todo o lado, o direito de exprimir publicamente a própria fé e de ser tratados equitativamente quando promovem aquilo que o cristianismo continua a oferecer à sociedade e à cultura contemporânea. A este propósito, convidamos todos os cristãos a promoverem um diálogo autêntico com o judaísmo, o islamismo e outras tradições religiosas. A indiferença e a ignorância mútua só podem levar à desconfiança e mesmo, infelizmente, ao conflito.

8. Desta cidade santa de Jerusalém, exprimimos a nossa comum e profunda preocupação pela situação dos cristãos no Médio Oriente e o seu direito de permanecerem plenamente cidadãos dos seus países de origem. Confiadamente voltamo-nos para Deus omnipotente e misericordioso, elevando uma oração pela paz na Terra Santa e no Médio Oriente em geral. Rezamos especialmente pelas Igrejas no Egipto, Síria e Iraque, que têm sofrido mais pesadamente por causa dos eventos recentes. Encorajamos todas as Partes, independentemente das próprias convicções religiosas, a continuarem a trabalhar pela reconciliação e o justo reconhecimento dos direitos dos povos. Estamos convencidos de que não são as armas, mas o diálogo, o perdão e a reconciliação, os únicos meios possíveis para alcançar a paz.

9. Num contexto histórico marcado pela violência, a indiferença e o egoísmo, muitos homens e mulheres de hoje sentem que perderam as suas referências. É precisamente através do nosso testemunho comum à boa notícia do Evangelho que seremos capazes de ajudar as pessoas do nosso tempo a redescobrirem o caminho que conduz à verdade, à justiça e à paz. Unidos nos nossos intentos e recordando o exemplo dado há cinquenta anos aqui em Jerusalém pelo Papa Paulo VI e o Patriarca Atenágoras, apelamos a todos os cristãos, juntamente com os crentes das diferentes tradições religiosas e todas as pessoas de boa vontade, que reconheçam a urgência deste tempo que nos obriga a buscar a reconciliação e a unidade da família humana, no pleno respeito das legítimas diferenças, para bem de toda a humanidade actual e das gerações futuras.

10. Ao empreendermos esta peregrinação comum até ao lugar onde o nosso e único Senhor Jesus Cristo foi crucificado, sepultado e ressuscitou, humildemente confiamos à intercessão da Santíssima e Sempre Virgem Mariaos nossos futuros passos no caminho rumo à plenitude da unidade e entregamos ao amor infinito de Deus toda a família humana.

«O Senhor faça brilhar sobre ti a sua face e te favoreça! O Senhor volte para ti a sua face e te dê a paz!» (Nm 6, 25-26).

Jerusalém, 25 de Maio de 2014.

Fonte - ACI Digital

Papa quebra protocolo e ora diante de polêmico muro em Belém

Conhecido pela quebra de protocolos, o papa Francisco surpreendeu sua comitiva e o pessoal responsável pela sua segurança na Cisjordânia ao descer do papamóvel e orar próximo a um muro de segurança israelense em Belém.

O Pontífice chamou o impasse envolvendo Israel e Palestina de “inaceitável” e encorajou os povos a “empreender este feliz êxodo rumo à paz com a coragem e a firmeza necessária para todo êxodo".

Cercado por muitos fiéis, o Papa fez ordenou uma parada inesperada, desceu do veículo e tocou o polêmico muro, que Israel diz ser necessário para garantir sua segurança - os palestinos afirmam que a edificação atrapalha o deslocamento pela região. Com o muro, Israel controla todas as entradas e saídas da cidade.

Por um breve momento, Francisco abaixou a cabeça e fez uma oração no local, antes de seguir com o roteiro oficial da viagem. Ao lado de Mahmoud Abbas, presidente da Autoridade Palestina, o Papa afirmou que chegou a hora de "colocar um fim a essa situação, que se tornou inaceitável". Segundo o Pontífice, os dois lados precisam fazer sacrifícios para a criação de dois Estados, com fronteiras internacionalmente reconhecidas, baseadas nos direitos e segurança mútuos.

Papa convida presidentes palestino e israelense a rezar no Vaticano pela paz

Convite inesperado foi feito após missa em Belém, na Cisjordânia.
Francisco faz visita de três dias à Terra Santa.


O Papa Francisco convidou neste domingo (25), em Belém, o presidente de Israel, Shimon Peres, e o presidente palestino, Mahmud Abbas, a orar pela paz no Vaticano.

"Quero convidar o presidente Abbas e o presidente Peres para que, junto comigo, elevemos a Deus uma oração pela paz. Ofereço minha casa, o Vaticano, para esse encontro de oração", disse, de maneira inesperada, ao fim da missa que rezou.

Questionado sobre o convite, uma porta-voz do presidente Peres disse em Jerusalém que ele "sempre aceita qualquer tipo de iniciativa para promover a paz".

Mais cedo, o Papa Francisco exortou palestinos e israelenses a iniciar um "êxodo" rumo à paz para pôr fim ao sofrimento que castiga a região há décadas.

"Encorajo os povos palestino e israelense, assim como suas respectivas autoridades, a empreender este feliz êxodo rumo à paz com a coragem e a firmeza necessária para todo êxodo", disse o pontífice em seu primeiro discurso na Palestina, que fez junto ao presidente Mahmoud Abbas.

O Papa Francisco aterrissou na cidade de Belém, na Cisjordânia, segunda etapa de sua peregrinação de três dias à Terra Santa, por volta das 9h30 (local).

Diante de Francisco, Abbas acusou Israel de tentar "mudar a identidade e o caráter de Jerusalém Oriental e de asfixiar sua população palestina, cristã e muçulmana, com o objetivo de expulsá-la" da cidade.

Ele também falou ao pontífice do "terrível muro que Israel construiu pela força brutal".

O chefe da Igreja Católica pediu "o reconhecimento por parte de todos do direito de dois Estados existirem e desfrutarem da paz e da segurança em fronteiras internacionalmente reconhecidas".

A caminho da Praça da Manjedoura para celebrar uma missa sob a proteção de cerca de 3.000 integrantes das forças de segurança palestinas, o Papa parou seu carro sem capota para ir a pé ao muro de concreto, onde fica uma torre de vigia.

Ele encostou as mãos no muro, em parte coberto de pichações recentes, incluindo uma em inglês destinada diretamente a ele: "Papa, precisamos de alguém que fale de justiça".

O assessor político de Abbas, Nimr Hammad, saudou uma mensagem significativa de que "não se pode alcançar a paz, enquanto Israel continuar a construir muros de separação racistas entre os povos palestino e israelense".

De acordo com um porta-voz do comitê organizador palestino, Achraf al-Ajrami, "ao parar diante do muro e ao tocá-lo, o Papa tocou a dor diária vivida pelo povo palestino".

Farid Abu Mohor, morador da cidade de Beit Jala, onde o traçado da barreira ameaça o acesso as suas terras agrícolas, disse "esperar que atos como esse impeçam que o muro seja concluído".

Em seguida, Francisco teve a calorosa recepção de cerca de 10.000 fiéis na Praça da Manjedoura, enfeitada com bandeiras do Vaticano e palestinas, além de um quadro gigante do nascimento de Jesus, que na pintura aparecia envolto em um keffieh, símbolo nacional palestino.

O sumo pontífice foi de helicóptero durante a tarde para o aeroporto Ben Gurion de Tel Aviv.

sábado, 24 de maio de 2014

Francisco pede solução urgente para conflito na Síria

Amã, 24 mai (EFE).- O papa Francisco afirmou neste sábado, 24, na Jordânia que é urgente acabar com o conflito na Síria a pediu uma solução justa para o conflito entre palestinos e israelenses.

Em um discurso realizado ao lado do rei Abdullah II, da Jordânia, o pontífice disse "constatar com dor" a tensão que se vive no Oriente Médio, "um conflito muito longo".

Francisco lamentou ainda a situação triste que vivem os refugiados sírios, palestinos e iraquianos e renovou o compromisso de ajuda da Igreja Católica.

Fonte - Yahoo

sexta-feira, 23 de maio de 2014

Painel da ONU condena Vaticano por abusos sexuais

O comitê das Nações Unidas contra a tortura tem dito repetidamente que a violência sexual e o estupro podem ser considerados tortura, que a maior parte do mundo não prescreve.

O painel de dez peritos independentes nesta sexta-feira disse que a Santa Sé deve garantir que os sacerdotes não violem o tratado "em uma situação onde a Igreja exerce jurisdição ou controle efetivo".

Os peritos acrescentaram que os funcionários do Vaticano não denunciaram adequadamente as acusações de abusos sexuais, transferiram sacerdotes em vez de puni-los e não pagaram uma compensação adequada às vítimas.

Um comitê das Nações Unidas disse que o Vaticano tem um controle efetivo em todo o mundo sobre bispos e sacerdotes, que deverão cumprir um acordo contra a tortura assinado com a ONU, o que poderia expor a Igreja Católica a ações cíveis de vítimas de abuso sexual por parte de alguns membros do clero.

Fonte - Estadão

Após problema com injeção letal, Tennessee retoma cadeira elétrica

Estado é o primeiro a decidir eletrocutar os condenados sem permitir escolha do procedimento

WASHINGTON - O Tennessee restabeleceu o uso da cadeira elétrica na pena de morte, em reação às dificuldades crescentes para a aplicação da injeção letal, registradas desde que produtores europeus passaram a se recusar a fornecer substâncias usadas por este método. O Estado é o primeiro a decidir eletrocutar os condenados sem dar-lhes a alternativa de escolher o procedimento.

Pelo menos duas execuções realizadas neste ano com injeção letal foram mal sucedidas, o que levantou dúvidas se elas foram realizadas de acordo com a Constituição, que proíbe punições cruéis. O caso mais recente ocorreu em Oklahoma no dia 29 de abril, quando o Estado usou pela primeira vez um coquetel de três drogas para executor o assassino e estuprador Clayton Lockett. Depois de receber as substâncias, ele demorou 43 minutos para morrer. Nesse período, ele se debateu, falou e teve convulsões.

Na última quarta-feira, a Suprema Corte suspendeu a execução de Russell Bucklew no Missouri, depois de seus advogados argumentarem que um problema congênito nas veias do condenado dificultaria a aplicação da injeção letal. A decisão representou uma mudança da posição tradicional do tribunal, que normalmente nega apelos de última hora contra a pena de morte -a execução de Bucklew estava marcada para quarta-feira.

A injeção letal foi usada em 1.204 das 1.369 execuções realizadas nos Estados Unidos desde 1976, segundo levantamento do Death Penalty Information Center. Mas sua aplicação se tornou problemática depois que laboratórios europeus que fabricam as drogas que eram utilizadas no método passaram a se recusar a fornecê-las para execuções. A União Europeia condena a tortura e a pena de morte e proíbe a venda de substâncias para esses fins.

As drogas mais utilizadas nos EUA eram o sodium thiopental e o pentobarbital, que deixaram de ser exportadas pela Europa em 2010 e 2011, respectivamente. Quando seus estoques dos produtos acabaram, os Estados passaram a experimentar novas combinações de drogas, que nem sempre funcionam de maneira eficaz. Em muitos casos, os advogados dos condenados não têm informações sobre as substâncias que serão usadas na execução.

Oito Estados incluem a cadeira elétrica como forma de execução, mas ela só pode ser utilizada com o consentimento do preso. Em todos eles, a injeção letal é o método preferencial. Com a lei sancionada ontem pelo governador Bill Haslam, o Tennessee será o primeiro Estado a usar a cadeira elétrica quando drogas para a injeção legal não estiverem disponíveis, mesmo que isso contrarie a escolha do condenado.

Fonte - Estadão

quinta-feira, 22 de maio de 2014

Uma guerra mundial se aproxima

Com os postos avançados da OTAN localizados no Leste Europeu e nos Bálcãs, o último amortecedor que faz fronteira com a Rússia está sendo dividido.

Porque toleramos a ameaça de uma nova Guerra Mundial? Porque permitimos mentiras que justificam esse risco? A escala da nossa doutrinação, escreveu Harold Pinter, é um “brilhante, até espirituoso e altamente bem sucedido ato de hipnose,” como se a verdade “nunca tivesse acontecido mesmo quando está acontecendo.”

Todo ano o historiador americano William Blum publica seu “sumário atualizado do relatório da polícia externa dos EUA” o qual mostra que, desde 1945, os EUA tentaram derrubar mais de 50 governos, muitos democraticamente eleitos; interferiu grossamente nas eleições de 30 países; bombardeou a civilização de 30 países; usou armas químicas e biológicas; e tentou assassinar líderes internacionais.

Em vários casos a Inglaterra colaborou. O nível do sofrimento humano, não só criminalmente falando, não é muito conhecido no Oeste, mesmo com a presença da comunicação mais avançada do mundo e do jornalismo mais ‘livre.’ Que as maiores vítimas do terrorismo – nosso terrorismo – são muçulmanos, é um fato.

Que o jihadismo extremo, que levou ao 11/9, foi nutrido como uma arma da polícia Anglo-Americana (Operação Ciclone no Afeganistão) é suprimido. Em abril o departamento de Estado dos EUA notou que, seguindo a campanha da OTAN em 2011, “Líbia se tornou um refúgio para os terroristas.”

O nome do “nosso” inimigo mudou com o passar dos anos, de comunismo para Islamismo, mas geralmente é qualquer sociedade independente do poder ocidental e que ocupa estrategicamente território útil ou rico em recursos. Os líderes dessas nações obstrutivas são violentamente postos de lado, como os democratas Muhammad Mossedeq no Irã e Salvador Allende no Chile, ou são mortos como Patrice Lumumba no Congo. Todos estão sujeitos a uma campanha midiática ocidental que os denigre e os caricatura – como Fidel Castro, Hugo Chávez, agora Vladimir Putin.

O papel de Washington na Ucrânia é diferente somente nas suas consequências para o resto de nós. Pela primeira vez desde os anos de Reagan, os EUA estão ameaçando iniciar uma guerra. Com os postos avançados da OTAN no Leste Europeu e nos Bálcãs, o último “amortecedor” que faz fronteira com a Rússia está sendo dividido. Nós do Ocidente estamos apoiando os neonazistas em um país onde os nazistas ucranianos apoiaram Hitler.

Tendo arquitetado o golpe em Fevereiro contra o governo eleito democraticamente em Kiev, o confisco da histórica e legítima base naval de águas mornas Russa na Criméia, falhou. Os Russos se defenderam como fizeram contra qualquer ameaça e invasão vindos do oeste por quase um século.

Mas o cerco militar da OTAN acelerou, junto com os ataques americanos orquestrados aos russos étnicos na Ucrânia. Se Putin pode ser provocado até pedir auxílio, seu papel pré-ordenado de ‘alheio’ vai justificar uma guerrilha coordenada pela OTAN que, provavelmente, vai cair em próprio território russo.

Ao invés, Putin frustrou o partido da guerra quando estava procurando acomodação com Washington e a União Européia, retirando tropas da fronteira ucraniana e insistindo para que os russos étnicos ao Leste da Ucrânia abandonassem o referendo da semana. Essas pessoas que falam russo e os bilíngues – um terço da população ucraniana – tem solicitado há um tempo uma federação democrática que reflita as diversidades étnicas do país e que seja autônoma e independente de Moscou. A maioria não é nem separatista e nem rebelde, somente cidadãos que querem viver seguros em sua pátria.

Como as ruínas do Iraque e do Afeganistão, a Ucrânia se tornou um parque temático da CIA – dirigido pelo diretor da CIA, John Brennan, em Kiev, com ‘unidades especiais’ da CIA e do FBI criando uma ‘estrutura de segurança’ que fiscaliza possíveis ataques aos que se opuseram ao golpe em Fevereiro. Veja os vídeos, leia os relatórios das testemunhas do massacre em Odessa. Bandidos fascistas queimaram a sede do sindicato, matando 41 pessoas que estavam presas dentro. Assista a polícia ficar parada. Um médico disse tentar resgatar as pessoas, “mas fui impedido por pró-Ucrânia Nazistas radicais. Um deles me empurrou e disse que logo todos os judeus em Odessa teriam o mesmo destino. Me pergunto porque o mundo está em silêncio.

Ucranianos que falam Russo estão lutando para sobreviver. Quando Putin anunciou a retirada das tropas russas da fronteira, a secretária de defesa de Kiev – uma das fundadoras do partido fascista Svoboda – alertou que os ataques aos ‘insurgentes’ iriam continuar. De um jeito Orweliano, a propaganda no ocidente inverteu isso para Moscou “tentando orquestrar conflito e provocação,” de acordo com William Hague. Seu cinismo combina com o ‘parabéns’ nojento de Obama à junta do golpe pela sua ‘memorável repressão’ seguindo o massacre em Odessa. Ilegal e fascista, a junta é descrita por Obama como ‘devidamente eleita.’ O que importa não é a verdade, disse Henry Kissinger uma vez, mas sim o que se percebe como verdade.

Na mídia Americana, a atrocidade de Odessa tem sido chamada de ‘sombria’ e ‘tragédia’ na qual ‘nacionalidades’ (neonazistas) atacaram ‘separatistas’ (pessoas que coletavam assinaturas para o referendo na federação Ucraniana). O Wall Street Journal de Rupert Murdoch condenou as vítimas – “incêndio mortal na Ucrânia foi iniciado por rebeldes, diz Governo.’ As propagando na Alemanha vem sendo como na Guerra Fria, com o Frankfurter Allgemeine ¬Zeitung alertando seus leitores da guerra “não declarada” da Rússia. Para os alemães, é uma ironia Putin ser o único líder a condenar a ascensão do fascismo na Europa do século 21.

Um truísmo popular é que “o mundo mudou depois do 11/9”. Mas o que mudou? De acordo com Daniel Ellsberg, um golpe silencioso aconteceu em Washington e quem comanda agora é o militarismo excessivo. O Pentágono atualmente coordena as ‘operações especiais’ – guerras secretas – em 124 países. Em casa, elevando a pobreza estão os corolários históricos de um estado em guerra perpétua. Adicione o risco de uma guerra nuclear, e a pergunta é: por que toleramos isso?

Pastor Mark Driscoll cria polêmica ao dizer que mesmo sem pecados, Jesus cometeu erros

O pastor Mark Driscoll coleciona declarações polêmicas em sua trajetória ministerial, sempre atraindo holofotes e críticas por conta de sua postura. A mais recente afirmação questionável do líder da Mars Hill Church foi que “Jesus cometeu erros”.

Num sermão intitulado “Capacitado pelo Espírito para falhar”, o pastor diferenciava os erros que são cometidos por engano dos erros que são pecados, e usou Jesus como ilustração para esclarecer o que ele pretendia dizer.

“O que eu vou dizer a vocês agora pode ser uma heresia. Não tenho certeza. Vamos ver… Jesus nunca pecou, verdade? Bom, vocês foram bem ensinados, eu acho. Ok, Ele nunca violou qualquer mandamento da Bíblia, mas a questão é… estão prontos? É possível que [Jesus] tenha cometido erros”, afirmou o pastor.

Ciente de que sua fala poderia ser encarada como um ensinamento herege, o pastor explicou seu raciocínio parafraseando a Bíblia ao dizer que Jesus “crescia em sabedoria, estatura e graça diante de homens e de Deus”, logo – na interpretação de Driscoll – Jesus estaria passando por um aperfeiçoamento, o que incluiria erros a serem corrigidos, de acordo com informações do The Blaze.

A declaração polêmica do pastor repercutiu muito mal no meio cristão norte-americano, e o trecho de seis minutos que Driscoll falava sobre os erros de Jesus foi apagado do site da Mars Hill Church.

O blogueiro Warren Throckmorton conseguiu encontrar o trecho da pregação de Driscoll e publicou no YouTube, como forma de trazer à tona a discussão sobre as declarações polêmicas do pastor.

“Se Driscoll não tinha certeza e até mesmo considerou a possibilidade de estar ensinando heresia por que foi em frente? Se considerava seu argumento correto, por que apagou posteriormente este trecho?”, questionou o blogueiro.

Fonte - Gospel Mais

quarta-feira, 21 de maio de 2014

Ataque com foguetes deixa mortos na Líbia

Pelo menos dois trabalhadores morreram após explosões.
Ataques aconteceram em distrito de Trípoli.


Um ataque com foguetes deixou pelo menos dois mortos em um distrito no sudoeste de Trípoli, capital da Líbia, na noite desta terça-feira (20), informaram testemunhas à Reuters.

Moradores locais reportaram diversas explosões perto no distrito de Salaheddin. Os disparos atingiram uma fábrica de carpetes, que pegou fogo. O incêndio ainda era combatido pelos bombeiros nesta quarta-feira (21).

Testemunhas disseram que dois trabalhadores africanos morreram e outros dois ficaram feridos.

Na segunda-feira (19), o governo da Líbia propôs um recesso do Congresso Geral Nacional (CGN) para tirar o país da crise. A medida foi anunciada em meio ao descontentamento de várias forças políticas e militares com a mais alta autoridade política do país.

Na última sexta, a cidade de Benghazi foi palco de confrontos entre forças militares irregulares e militantes islâmicos, que deixaram 43 mortos e mais de 100 pessoas feridas, segundo anunciou um representante do Ministério da Saúde.

Fonte - O Globo

Fim do celibato pode ser o próximo tema abordado pelo papa

Após uma conversa com um bispo do Brasil, papa Francisco se mostra disposto a discutir a questão do fim do celibato e o casamento de padres

Desde o início de seu pontificado, o papa Francisco vem demonstrando que prefere o debate à doutrina, mesmo em temas espinhosos para a Igreja, como o homossexualismo.

Agora, após uma recente conversa com um bispo do Brasil sobre a escassez de padres na região da Amazônia, Francisco parece prestes a incluir outro tema controverso em sua agenda: o casamento de padres.

No mês passado, durante um encontro com o papa, o bispo austríaco Erwin Krautler, líder de uma diocese no Pará, falou sobre como a falta de padres afeta a Igreja Católica, especialmente no Hemisfério Sul. A diocese de Krautler, por exemplo, é a maior do Brasil, mas tem apenas 27 padres para cerca de 700 comunidades católicas.

Krautler também falou ao papa sobre igrejas no México que tinham diáconos, mas nenhum padre. Quando o papa questionou como as coisas chegaram a esse ponto, Krautler levantou a questão do casamento de padres.

No dia seguinte, em entrevistas a um jornal austríaco, Krautler revelou a resposta do papa. “O papa disse que os padres locais, que estão familiarizados com as suas necessidades, têm de ser corajosos e fazer sugestões concretas”, disse o bispo.

Krautle disse ainda que o papa pediu que os bispos locais façam conferências, discutam as reformas que buscam, entrem em consenso e levem as sugestões para Roma.

Não demorou muito para que outros padres abordassem o tema. Na Grã Bretanha, três prelados disseram que vão discutir a questão em uma reunião de eclesiásticos britânicos e do País de Gales a ser realizada ainda este mês.

O fato do papa Francisco estar aberto à mudança não é nenhuma surpresa. Quando ainda era o cardeal Jorge Mario Bergoglio, na Argentina, ele declarou que “o celibato pode acabar, pois é uma questão de disciplina, não de fé”.

Fonte - Opinião e Notícia

terça-feira, 20 de maio de 2014

EUA vão revelar justificativa legal para uso de drones em cidadãos americanos

Documento secreto dá legitimidade a execuções extrajudiciais de suspeitos de envolvimento com terrorismo

O governo dos Estados Unidos pretende tornar público o documento jurídico que serve de justificativa para o uso de drones em cidadãos norte-americanos suspeitos de envolvimento com terrorismo. Formulado por um jurista de Harvard, o memorando fornece os argumentos legais para sustentar os bombardeios e execuções extrajudiciais empreendidas no âmbito da "Guerra ao Terror".

Em setembro de 2011, as Forças Armadas dos EUA realizaram um bombardeio no Iêmen para matar Anwar al Awlaki, importante liderança da Al Qaeda e nascido em território norte-americano. O assassinato extrajudicial foi duramente criticado por instituições defensoras dos direitos civis, as quais consideram que o governo não tem legitimidade para executar cidadãos norte-americanos longe do campo de batalha sem a realização de um julgamento.

Dois altos oficiais dentro da administração Obama disseram, sob anonimato, à agência AP nesta terça-feira (20/05) que o Departamento de Justiça desistiu de apelar contra uma decisão judicial que determina a revelação do memorando. O pedido foi feito por dois repórteres do jornal The New York Times e pela entidade American Civil Liberties Union nos parâmetros da FOIA (Freedom of Information Act, espécie de Lei de Acesso à Informação norte-americana).

A pressão pública pela revelação do documento vinha crescendo nos EUA. Amanhã, o Senado votaria a nomeação de David Barron, professor de Harvard e autor do documento, para um cargo jurídico no país. Senadores republicanos e democratas exigiam a liberação do memorando antes da votação.

Até o momento, como relata a AP, o governo Obama empreendia uma luta ferrenha nos tribunais do país para manter o documento sob sigilo. A publicação do memorando, no entanto, pode ainda demorar algum tempo, já que a edição do texto deve ser submetida à aprovação judicial. Eventuais especificidades do documento podem ser obstruídas, mas não o argumento jurídico utilizado para dar base aos bombardeios, afirmam os oficiais ouvidos pela AP.

Fonte - Opera Mundi

Líderes religiosos realizam encontro ecumênico no Maracanã para pedir paz e igualdade na Copa do Mundo

A Copa do Mundo pode ser uma oportunidade de promover a paz e igualdade na sociedade, e a Pastoral do Esporte da Arquidiocese do Rio de Janeiro realizou um encontro ecumênico no estádio do Maracanã com o lema “Por um mundo sem armas, drogas, violência e racismo”.

Estiveram presentes ao encontro a pastora Lusmarina Campos Garcia, o bispo católico dom Roque Costa Souza, o padre Leandro Lenin; a muçulmana Sami Amed Isbelle; o representante do candomblé Carlos Alberto Ivanir dos Santos; a representante da umbanda Maria de Fátima da Rocha Damas; o budista Gyoushu Tadokoro; Matthias Tolsdorf da Igreja Luterana; e dom Filadelfo Oliveira, bispo da Igreja Episcopal Anglicana do Brasil, entre outros.

Em meio aos discursos que enfatizavam a paz e o compromisso com o fim da violência e intolerância, foi apresentada a música “Fé na Copa e Ninguém pra Escanteio”, que destaca a importância da preservação da vida.

“É preciso pararmos com a propagação da raiva”, disse a pastora Lusmarina Campos Garcia, de acordo com informações do G1. “Quando temos amor no coração e respeito pelo nosso irmão, temos a paz presente”, acrescentou a umbandista Maria de Fátima.

Ao final, um grupo de crianças soltou balões brancos do gramado do estádio e o padre Leandro Lenin concluiu que o encontro era apenas um gesto na busca por uma sociedade melhor: “Hoje, com esse cenário que é o Maracanã, nós temos a oportunidade de a sociedade civil e sua representação através dessas religiões, da um pontapé mais marcante para aquilo que já vem sendo esforço de muita gente, que é a luta pela paz”.

Fonte - Gospel Mais

segunda-feira, 19 de maio de 2014

Conflito na Síria deixou 162 mil mortos, segundo organização

Beirute, 19 mai (EFE).- Pelo menos 162.402 pessoas morreram, entre elas 53.978 civis, desde o início do conflito na Síria, há pouco mais de três anos, informou nesta segunda-feira o Observatório Sírio de Direitos Humanos.

Entre os civis, há pelo menos 8.607 menores de idade e 5.586 mulheres que morreram no período. A contabilidade da ONG vai de 18 de março de 2011 até 17 de maio deste ano.

O número de combatentes da oposição mortos chega a 42.701, e em suas fileiras há militantes do radical Estado Islâmico do Iraque e do Levante e da Frente al Nusra, braço da Al Qaeda na Síria.

Em relação às baixas do regime, pelo menos 37.685 membros das forças regulares morreram, assim como 25.147 milicianos pró-governo, alguns deles xiitas estrangeiros de organizações como a libanesa Hezbollah (438 vítimas fatais).

Além destas vítimas, há pelo menos 2.891 pessoas de identidade desconhecida que morreram no território sírio durante este período.

O Observatório advertiu que na contagem não incluiu as mais de 18 mil pessoas que têm paradeiro desconhecido após serem detidas pelo regime, assim como os oito mil soldados governamentais prisioneiros dos rebeldes e os milhares de sequestrados pelos islamitas.

A ONG não descartou, além disso, que o número de mortos seja maior, já que, segundo seus cálculos, mais de 70 mil combatentes islamitas poderiam ter falecido em choques entre as facções rebeldes no norte da Síria, número que não pôde se verificado devido ao secretismo destes grupos.

Fonte - Yahoo

Granizo pode demorar até 4 dias para derreter em SP

O gelo acumulado em São Paulo por causa da chuva de granizo de domingo (18) pode demorar até quatro dias para derreter. A estimativa é do meteorologista Thomaz Garcia, do CGE (Centro de Gerenciamento de Emergências) da prefeitura. "Esse gelo foi gerado em uma atmosfera muito fria. Ele não derrete fácil", diz Garcia.

Segundo Helena Turon Balbino, meteorologista do Inmet (Instituto Nacional de Meteorologia), o gelo se formou em nuvens muito altas e com temperaturas baixas, de até -55ºC.

A demora no derretimento, dizem os meteorologistas, também se deve ao clima frio destes dias na cidade. Sem sol, calor e chuva, o granizo leva mais tempo para desfazer. Nesta segunda, a prefeitura começou a remover o gelo das ruas de bairros como a Aclimação, na zona sul.

De acordo com o Inmet, a chuva de ontem teve 7,8 ml, volume considerado baixo. Mas a quantidade de granizo foi grande. Tão grande, afirma Helena Balbino, que fez a temperatura na cidade despencar sete graus em apenas uma hora.

Às 17h de ontem, quando a chuva começava, os termômetros marcavam 24,4ºC no Mirante de Santana, na zona norte da cidade. Uma hora depois, ainda durante a chuva, a temperatura já estava em 17,1ºC.

As chuvas com granizo são muito raras nesta época do ano. Elas costumam acontecer na primavera e no verão, quando o tempo é mais quente e úmido, condição fundamental para provocar esse tipo de precipitação.

"Era difícil prever [a chuva com granizo] porque a atmosfera estava quente e seca [horas antes]", afirma Helena Balbino. Mas o clima foi ficando úmido, explica a meteorologista do Inmet, por causa da passagem de uma frente fria e da convergência de ventos vindos do noroeste -- corrente quente e úmida oriunda da Amazônia -- e do sudeste -- corrente fria vinda do oceano.

Esses fatores resultaram na formação de nuvens altas e frias. Correntes de vento também muito fortes dentro das nuvens provocaram a precipitação do gelo, diz a meteorologista.

De acordo com o CGE, a última chuva de granizo em São Paulo havia acontecido em 21 de setembro de 2010. Na ocasião, as áreas mais atingidas foram a zona norte de capital e o município de Guarulhos, na região metropolitana.

Fonte - UOL

Pelo menos 82 morrem nos Balcãs na pior enchente dos últimos 120 anos

Três meses de chuva caíram na região dos Balcãs nos últimos três dias, deixando pelo menos 82 mortos e milhares de desabrigados

Uma enchente sem precedentes nos Balcãs, Europa Central, matou pelo menos 82 pessoas e deixou dezenas de milhares desabrigadas.

De acordo com especialistas, três meses de chuva caíram nos Balcãs nos últimos três dias, causando a pior enchente dos últimos 120 anos, quando foram iniciados os registros de quantidade de chuva na região. “A situação é catastrófica”, disse Adil Osmanovic, do Ministério dos Refugiados da Bósnia.

Nó último fim de semana, 58 pessoas, incluindo turistas, morreram nas proximidades do Mar Negro. Praga, capital da República Tcheca, é a cidade mais afetada pela inundação. Mais de 50 mil pessoas foram evacuadas de suas casas desde o último fim de semana.

Na Sérvia, onde pequenas cidades foram devastadas, a enchente ameaça atingir a usina de energia Nikola Tesla, a maior do país. O excesso de chuvas também afetou a Croácia, onde o Rio Sava inundou a região leste do país, obrigando o governo a evacuar três cidades.

As chuvas já causaram mais de 3 mil deslizamentos na região dos Balcãs, trazendo para a superfície minas terrestres deixadas durante as guerras ocorridas na década de 1990.

Fonte - Opinião e Notícia

Ex-executiva do Banco Mundial afirma que 'ETs comandam a economia mundial'

Depois do ex-ministro da Defesa do Canadá, Paul Hellyer, se manifestar sobre o assunto no ano passado, foi a vez de Karen Hudes, ex-executiva do Banco Mundial, afirmar que extraterrestres comandam a economia mundial e o Vaticano. Segundo ela, seres com cabeça alongada e inteligência excepcional são os responsáveis pelo controle.

“Criaturas não humanas, de cabeça alongada e com QI 150, controlam o Vaticano e os bancos do de todo o mundo. Não são da raça humana. Eles se chamam Homo Capensis. Estiveram na Terra, ao lado da humanidade, antes da Idade do Gelo", afirmou ela em entrevista que pode ser vista no YouTube (assista abaixo, com áudio em inglês).

Para dar base à sua ideia, a ex-executiva cita o caso de objetos encontrados com faraós egípcios, que cobriam suas cabeças com objetos longos, e crânio encontrados no Peru. Com currículo extenso e bem conceituado, Hudes era assessora do alto escalão do Banco Mundial.

sábado, 10 de maio de 2014

"Cura emocional" - Leandro Quadros

Leandro Quadros ao vivo na IASD Juvevê/Curitiba.
http://www.tvjuveve.com.br

quinta-feira, 8 de maio de 2014

Vídeo mostra tremores no planeta nos primeiros meses de 2014


Um vídeo divulgado pelo Centro de Alerta de Tsunami do Pacífico (PTWC, na sigla em inglês) mostra todos os terremotos que foram registrados no mundo de 1º de janeiro até 30 de abril. Em abril, foram 13 grandes terremotos, algo incomum, sendo que cinco tinham magnitude superior a 7,8.

De acordo com o PTWC, que também controla tsunamis, cinco alertas para ondas gigantes foram emitidos apenas no último mês. O centro não indicou o que poderia estar por trás dessas mudanças nas atividades sísmicas.

A animação, elaborada com dados do Serviço Geológico dos Estados Unidos (USGS) e a Administração Nacional Oceânica e Atmosférica (NOAA, na sigla em inglês), mostra uma grande quantidade de tremores.

Para indicar a magnitude e a profundida marinha dos fenômenos, os círculos possuem tamanhos e cores diferentes, respectivamente.

A maior movimentação foi registrada no dia 1º de abril, quando um tremor de 8,2 afetou o Chile e provocou a morte de seis pessoas, cerca de 60 réplicas e um alerta de tsunami.

O país também teve outro terremoto, dois dias depois, de magnitude 7,8. Mas, segundo o centro, outros fenômenos intensos também foram registrados na Nicarágua, no México, no Canadá e no sul do oceano Atlântico.

A animação termina com um mapa recapitulando todos os terremotos destes quatro meses.

"Não fuja da verdade" - Leandro Quadros





Não Fuja da Verdade com Leandro Quadro
Para você jovem e para toda sua família. 
Será nos dias 09 de Maio às 20h00 e 10 de Maio às 10h15 e 18h00. 
IASD Juvevê em Curitiba/PR
Rua Arthur Loyola, 70 

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http://www.tvjuveve.com.br

quarta-feira, 7 de maio de 2014

Papa Francisco, o estadista contemporâneo

Lamenta-se a falta de estadistas referenciais no mundo. De minha parte, tenho meu candidato a estadista do momento.

O fracasso do neoliberalismo trouxe de volta um fenômeno paradoxal no Brasil, mas especialmente na Europa. Morreu o velho antes do novo ter nascido.

Discussões sobre ser de esquerda ou direita - que se julgavam mortas desde a queda do muro de Berlim -, voltaram a se tornar recorrentes.

Historicamente, dizia-se que políticas sociais inclusivas pertenciam ao terreno das esquerdas; a busca da eficiência do capital seriam atributos da direita; a defesa dos direitos civis, da esquerda; dos direitos individuais, da direita.

Um século de conflitos, de embates, de experiências trágicas algumas, relativamente bem sucedidas outras, embaralharam o meio de campo.

O que é ser de direita ou esquerda?

***

No início de toda religião, de ideologias, de estratégias de poder, de construção de partidos políticos, há a busca de princípios legitimadores.

Poderão ser valores humanistas (como os dos fundadores da Revolução Francesa, norte-americana e das grandes religiões), poderá ser um nacionalismo exacerbado da Europa dos anos 30.

***

A partir dos princípios desenham-se os objetivos. E os objetivos exigem organizações e fórmulas para serem atingidos. Nas democracias, o instrumento de transformação são os partidos políticos.

Um princípio básico das democracias é o da melhoria da vida da população (especialmente dos eleitores).

O populista propõe políticas que tragam benefícios diretos à população. O neoliberal promete uma suposta busca da eficiência do capital que, por tabela, trará o bem estar social.

É quando os princípios tornam-se ideologias, que são apropriadas por organizações religiosas, políticas, por meios de comunicação de massa ou organizações sociais.

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Com o tempo, mesmo imbuídas dos melhores princípios, as organizações ganham vida própria, montam suas burocracias, alianças e desenvolvem interesses próprios que vão gradativamente se sobrepondo aos princípios fundadores.

Na origem da humanidade, as religiões significaram um salto civilizatório, trazendo os princípios do respeito à vida, à coexistência pacífica, aos valores espirituais. Com o tempo criaram burocracias responsáveis por alguns dos maiores crimes da humanidade.

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Como elas, partidos envelhecem e voltam-se para dentro de seus próprios interesses, diluindo os princípios fundadores.

É por isso que a democracia tornou-se o regime mais representativo do século, por permitir a alternância do poder.

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Globalmente, no entanto, há uma crise de representatividade dos partidos políticos, dos sistemas de governo, das ideologias. Nem situação nem oposição conseguem representar o novo.

Daí a importância das figuras referenciais, aquelas que se movem por princípios.

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Lamenta-se a falta de estadistas referenciais no mundo.

De minha parte, tenho meu candidato a estadista do momento: é o Papa Francisco.


Ao recuperar princípios esquecidos não apenas pela Igreja como pelos grandes governantes mundiais, o Papa poderá ter um papel transformador tão relevante quanto o de João 23.

Ontem, quando a Comissão de Justiça e Paz da Arquidiocese de São Paulo emitiu uma nota de apoio à Parada Gay – superando o obscurantismo de dom Odilo Scherer – deu para acreditar que princípios são forças capazes de mover montanhas e arejar o mofo de organizações seculares.

Fonte - Carta Capital

segunda-feira, 5 de maio de 2014

Terremoto de magnitude 6 sacode o norte da Tailândia

São Paulo - Um terremoto forte e superficial sacudiu o norte da Tailândia na tarde desta segunda-feira (hora local), balançando prédios altos em Bangcoc, centenas de quilômetros ao sul, mas não há informações de vítimas.

O tremor de magnitude 6, com profundidade de apenas 7,4 km, foi registado logo após as 18h00 (08h00 de Brasília), indicou o Serviço Geológico americano.

O epicentro foi detectado a cerca de 27 km da cidade montanhosa de Chiang Rai.

Moradores relataram fachadas de prédios rachadas, vitrines de lojas quebradas e danos em rodovias. Uma fonte oficial informou que a eletricidade foi cortada no distrito de Phan, onde o epicentro foi registrado.

"Até agora não há informações de mortos ou ferido", disse Manat Khamtai, diretor do Departamento de Mitigação de Desastres da província Chiang Rai.

"Em Phan, temos informações de que o prédio de uma escola rachou e que ainda falta luz em todo o distrito", contou.

No início da noite, uma outra fonte oficial alertou moradores da província que se preparassem para as réplicas.

"Este foi o terremoto mais potente a afetar o país recentemente", afirmou à AFP Burin Wechbunthung, um sismólogo do Departamento de Meteorologia, acrescentando que haviam sido detectados cinco réplicas em um raio de 150 quilômetros do epicentro.

Um morador de Chiang Rai disse ter sentido um forte tremor durante dez segundo, seguido de várias réplicas.

"Foi um terremoto muito grande, mas esperamos que os danos não sejam muito ruins", disse por telefone à AFP Tuenjai Deetes.

"Ouvi dizer que a cabeça da estátua de Buda em um templo do distrito de Phan caiu durante o tremor e que partes do teto do aeroporto de Chiang Rai desmoronaram", acrescentou.

A área é um refúgio montanhoso remoto, perto da fronteira com Mianmar e Laos, popular entre turistas estrangeiros.

Outra fonte do Departamento de Meteorologia informou que o terremoto teve magnitude 6.1.

O sismo foi sentido na cidade de Chiang Mai, 160 km a sudoeste de Chiang Rai, e também em Bangcoc, 800 km ao sul, onde prédios altos foram sacudidos durante alguns segundos.

Segundo um jornalista da AFP, o tremor também foi sentido no centro comercial de Yangun, capital birmanesa.

Grandes terremotos são raros na Tailândia, embora tremores costumem atingir o norte do país.

Fonte - Exame

OMS declara emergência sanitária mundial de poliomielite

A Organização Mundial da Saúde (OMS) decretou nesta segunda-feira (5) emergência sanitária mundial diante do aumento dos casos de poliomielite nos últimos seis meses. A decisão foi tomada pela diretora-geral da OMS, Margaret Chan, após uma semana de discussões do Comitê de Emergência da OMS, formado por 14 analistas na doença.

Essa é apenas a segunda vez na história que a entidade declara uma emergência global por conta de uma doença. A primeira vez foi em 2009, com a gripe A. A pólio, disseminado por fezes, ataca o sistema nervoso e pode causar paralisia em apenas algumas horas. 10% dos afetados morrerem e não existe cura.

Segundo a OMS, a emergência foi decretada porque a pólio foi detectada, nos últimos seis meses, em dez países: Afeganistão, Camarões, Etiópia, Guiné Equatorial, Iraque, Israel, Nigéria, Paquistão, Somália e Síria. Três países - Camarões, Paquistão e Síria - estão "exportando" o vírus e portanto infectando outras localidades.

"Como se comprovou a efetiva exportação e importação do vírus, consideramos que isto constitui uma ameaça para o restante dos países e se justifica decretar uma emergência sanitária", disse Bruce Aylward, diretor-geral adjunto da OMS. Um dos argumentos que mais pesou na decisão é o fato da transmissão ter ocorrido na baixa estação, de janeiro a abril, meses nos quais o vírus da pólio "normalmente" não se espalha tanto. Há o temor de que nos meses de "alta transmissão", que começa em maio, o contágio possa se multiplicar e pôr em perigo a estratégia de erradicação da doença.

O vírus estava prestes a ser declarado como extinto há três anos. Mas conflitos armados em algumas regiões e a falta de investimentos em outras abriram as portas para a volta da doença. O risco, desta vez, é que com a facilidade de contatos e de viagens, o vírus teria maiores chances de chegar a novas regiões.

Apesar da emergência, Aylward disse acreditar que o mundo possa acabar com a doença até 2018. No Brasil, a pólio está erradicada desde 1994.

Violento terremoto abala Tóquio e deixa ao menos 17 pessoas feridas

Tóquio - Um forte terremoto de 6 graus foi registrado nesta segunda-feira (5/5) no centro de Tóquio e deixou 17 feridos leves, mas sem provocar o risco de tsunami. O terremoto aconteceu às 5h18 (17h18 de domingo em Brasília), com epicentro na ilha Izu Oshima, ao sul da capital, e a 155 km de profundidade. Os movimentos mais fortes foram registrados no centro da capital, segundo o Centro Geológico dos Estados Unidos (USGS).

As autoridades registraram vibrações leves que depois se transformaram em abalos violentos. Segundo a imprensa local, 17 pessoas ficaram levemente feridas. Os movimentos mais intensos foram no centro de Tóquio, onde ficam os ministérios e prédios públicos do país. Nesta segunda-feira, feriado no Japão, muitos moradores da capital acordaram com o tremor.

O canal público NHK interrompeu a programação para divulgar as primeiras informações. Várias linhas de trem suspenderam temporariamente os serviços para controlar as vias. O tráfego era normal no aeroporto de Tóquio-Haneda. A companhia de energia elétrica Tokyo Electric Power (Tepco) anunciou que não foi registrada qualquer anomalia na central nuclear de Fukushima, 200 km ao nordeste de Tóquio.

O que é a MERS, a nova doença que preocupa o mundo?

Com caso confirmado nos Estados Unidos na última sexta, a MERS (Síndrome Respiratória do Oriente Médio) intriga pesquisadores e já causou 10 mortes em 2014

São Paulo - Com o primeiro caso confirmado nos Estados Unidos na última sexta, a MERS (Síndrome Respiratória do Oriente Médio) começa a preocupar o mundo.

Em seu site, Centro de Controle e Prevenção de Doenças (CDC) já instrui cidadãos americanos com sintomas da doença que tenham viajado pela região da Península Arábica recentemente a procuraremajuda médica.

Descoberta em abril de 2012 na Arábia Saudita, a MERS é causada por um tipo de coronavírus que gera problemas respiratórios severos, tosse e febre - segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS).

Até o momento, 12 países já registraram casos da doença - de acordo com levantamento do CDC.

Contágio

De acordo com Tony Mounts, membro do grupo de pesquisa da MERS da OMS, ainda não há confirmação sobre como a doença é transmitida.

Suspeita-se que a MERS tenha origem animal (provavelmente camelos) e que seu contágio entre humanos se dê por meio de secreções respiratórias.

Em novembro de 2013, cerca de 150 pessoas estavam infectadas com o vírus em todo o mundo.

De acordo com a OMS, de janeiro até o fim de março, 28 casos foram confirmados e 10 mortes causadas pela doença foram registradas.

Sars

Muitos têm apontado semelhanças entre a MERS e SARS (Síndrome Respiratória Aguda Grave), que surgiu na China em 2002 e vitimou cerca de 800 pessoas.

Porém, Mounts destaca que a última doença se espalhou mais rapidamente.

"SARS e MERS causam sintomas parecidos mas a SARS era muito mais facilmente transmitida. A SARS registrou mais de 8 mil casos em 3 meses", afirmou ele no Twitter.

Com taxa de mortalidade em cerca de 40% dos casos, a MERS ainda não tem um tratamento específico.

No Egito, autoridades estão investigando se a morte de uma mulher de 60 anos foi causada pela doença.

Fonte - Exame

sábado, 3 de maio de 2014

Rabino e professor muçulmano acompanharão o Papa na Terra Santa

Pela primeira vez, delegação incluirá representantes de outras religiões. Diálogo inter-religioso será grande temática da visita.

Um rabino e um professor muçulmano, ambos argentinos, acompanharão o papa em sua viagem a Amã, Belém e Jerusalém, de 24 a 26 de maio, anunciou o Vaticano neste sábado (3).

O rabino de Buenos Aires, Abraham Skorka, velho amigo do papa Jorge Mario Bergoglio, e Omar Abbud, presidente do Instituto do Diálogo Inter-Religioso da capital argentina, acompanharão o pontífice em sua primeira viagem à Terra Santa.

Será a primeira vez na história das viagens papais que a delegação incluirá dignitários e outras religiões, e espera-se que a mesma gere reações de interesse nos mundos muçulmano e judeu.

Se o aspecto ecumênico da aproximação entre igrejas cristãs e, frequentemente, rivais instaladas na Terra Santa dominará a viagem, o diálogo inter-religioso será outra grande temática, numa região em que os cristãos se tornaram uma pequena minoria.

A viagem de três dias do Papa argentino tem 15 discursos e visitas agendados, e provoca expectativa.

sexta-feira, 2 de maio de 2014

"A Batalha Sonora"- Pr. Ivor Myers

Papa Francisco encoraja cristãos e mulçumanos ao diálogo

Annaba (RV) - O Cardeal Jean-Louis Tauran, Presidente do Pontifício Conselho para o diálogo inter-religioso, está nestes dias na Argélia como enviado especial do Papa para a celebração de 100 anos da Basílica de Santo Agostinho ad Annaba. O cardeal explica à RV como neste centenário a Argélia continua a redescobrir a Igreja católica em sua história:

“É um sinal – penso - de grande maturidade, porque é um povo que assume a sua história. Obviamente, os cristãos estavam ali antes dos islâmicos e conheceram esta página de sua história e, sobretudo, reconheceram que Agostinho é um argelino... e que argelino”!
Como a figura de Santo Agostinho está ainda hoje contribuindo para o desenvolvimento do diálogo inter-religioso?

“Antes de tudo, Santo Agostinho une as duas margens do Mediterrâneo; é um pensador, um gênio: poucas pessoas têm a dimensão daquele homem! Uma coisa que sempre me impressionou é pensar que ele escreveu as mais belas páginas de teologia enquanto a cidade de Ippona era invadida: entre se dedicava aos refugiados, ao mesmo tempo; era um pastor que seguia a vida cotidiana dos seus fiéis. Diria que a grande contribuição de Santo Agostinho é esta: que não existe oposição entre a fé e a razão”.
Qual a mensagem que Papa Francisco enviou à Argélia?

“A carta do Papa Francisco fala do diálogo inter-religioso e da gratidão da Igreja católica pela compreensão e generosidade dos mulçumanos, pois as autoridades colaboraram também economicamente para a restauração desta belíssima igreja”.

Que sinal quer ser a Basílica de Santo Agostinho em um País predominantemente mulçumano?

“Eu penso que recorda a todos que somos feitos para ver Deus: e isto é um sinal muito poderoso, sobretudo em um País mulçumano onde a oração desempenha um papel importante. Os mulçumanos rezam várias vezes por dia, em privado, mas também em público e por isso é bom que os cristãos, com a grandeza desta igreja, lembrem que também nós louvamos o Senhor, único Deus, e que somos fiéis aos nossos deveres”.
Como o Pontifício Conselho para o diálogo inter-religioso, do qual o senhor é Presidente, pode contribuir no crescimento do diálogo entre cristãos e mulçumanos na Argélia?

“O Pontifício Conselho tem como finalidade promover e coordenar iniciativas, portanto nós temos, sobretudo, contatos com a Conferência Episcopal, com os bispos locais para que o diálogo se realize no território, nas paróquias. Este diálogo da vida é muito importante: a convivência, o confronto com os mesmos problemas, com as mesmas dificuldades como crentes... Eu penso que esta espontaneidade nos relacionamentos seja a base de cada diálogo e o diálogo inter-religioso se baseia sempre na amizade: é preciso se conhecer e se amar uns aos outros e fazer um trecho da nossa caminhada juntos”.

Fonte - News.Va

EUA confirmam primeiro caso da síndrome Mers


Governo americano confirmou primeiro caso de Mers (Síndrome Respiratória do Oriente Médio) nos Estados Unidos

Um funcionário da saúde que viajou à Arábia Saudita se tornou nesta sexta-feira o primeiro caso confirmado nos Estados Unidos da Síndrome Respiratória do Oriente Médio (Mers, na sigla em inglês), uma doença muitas vezes fatal, disseram funcionários dos Centros para o Controle e Prevenção de Doenças (CDC).

O paciente viajou em um voo da British Airways em 24 de abril de Riad a Londres, onde fez uma escala no aeroporto de Heathrow a caminho dos Estados Unidos. Ao chegar aChicago, ele tomou um ônibus para uma cidade cujo nome não foi revelado, no Estado de Indiana.

Em 27 de abril, ele passou a apresentar problemas respiratórios, além de febre, tosse e falta de ar. De acordo com o Departamento de Saúde de Indiana, o homem visitou a unidade de emergências do Community Hospital, em Munster, em 28 de abril, e foi internado no mesmo dia.

Como ele havia viajado para o exterior, os funcionários da área de saúde fizeram exames relacionados à síndrome e enviaram as amostras aos CDCs, que confirmou a presença do vírus nesta sexta-feira.

A Mers é semelhante à Síndrome Respiratória Aguda Severa (Sars) que apareceu na Chinaem 2002-2003 e causou a morte de cerca de 800 pessoas. O vírus foi detectado pela primeira vez na Arábia Saudita em 2002.

A doutora Anne Schuchat, diretora do Centro Nacional para Imunização e Enfermidades Respiratórias dos CDCs, disse em uma conferência telefônica que o primeiro caso da Mers nos EUA era de "grande preocupação devido à sua virulência", já que é fatal em cerca de um terço das infecções.

Ela acrescentou que o caso representa "um risco muito baixo para o público em geral", mas que a Mers costuma se espalhar entre profissionais da saúde e não há tratamentos conhecidos contra o vírus.

Fonte - Exame

Americano pode ser preso sem processo por tempo indefinido

Os militares dos Estados Unidos, sob a autoridade presidencial, podem prender, sequestrar e deter por tempo indefinido, sem acusação formal — ou sem o devido processo — qualquer cidadão americano que represente uma ameaça à segurança nacional”. Esse entendimento, exposto em uma decisão de um tribunal federal de recursos dos EUA recentemente, foi confirmado pela Suprema Corte do país, de uma forma indireta. Na segunda-feira (28/4), a Suprema Corte se recusou a julgar um recurso contra a decisão do tribunal inferior, o que equivale a mantê-la, noticiam o site WND, a agência Reuters e outras publicações.

Há anos, o fato de a CIA e os militares americanos prenderem suspeitos que representam qualquer tipo de ameaça aos EUA em outros países, e de levá-los para Guantánamo Bay ou outras prisões secretas em vários lugares do mundo, nunca incomodou muito a maioria da população americana. Mas, agora, qualquer americano pode amargar o mesmo remédio dentro de casa — culpado ou inocente, como no caso dos estrangeiros.

Com essa decisão da Justiça, as discussões na comunidade jurídica passaram a girar em torno do conceito de “estado policial”, em que os militares e os órgãos de segurança exercem o poder de polícia sobre a população, sem comprometimento com os princípios do “estado de Direito”.

Não se espera que o Judiciário se mantenha alheio à tentativa do Congresso e do presidente de “estabelecer a base jurídica para o estabelecimento do estado policial e a subjugação da cidadania americana, através da ameaça de prisão e detenção por tempo indefinido, sem direito a advogado, sem direito a confrontar os acusadores e sem o direito a julgamento”, escreveu à corte um grupo de advogados.

Na opinião dos advogados que representaram os demandantes, a decisão dos tribunais superiores coloca em risco os direitos fundamentais de qualquer “criador de caso” (como jornalistas) que, segundo as autoridades federais, possam ter qualquer envolvimento com “terroristas”.

Mobilização
O processo em questão foi movido por um grupo de pessoas e diversas organizações, sob a liderança do jornalista Chris Hedges, um ex-repórter do New York Times, que ganhou um Prêmio Politzer em 2002 por seus trabalhos na “cobertura do terrorismo global”, e a jornalista investigativa islandesa Kristinn Hrafnsson, porta-voz da Wikileaks, alegam que as autoridades federais podem prendê-los a qualquer tempo, por exercer seus direitos constitucionais de informar.

Entre os demandantes também estão nomes conhecidos por suas obras e por sua luta em favor das liberdades individuais, como Daniel Ellsberg, Jennifer Bolen, Noam Chomsky, Alex O’Brien, Kai Warg All e Brigitta Jonsottir, além de alguns parlamentares. E há uma grande variedade de organizações que não têm qualquer relação umas com as outras, nem mesmo de posicionamento político.

Todos buscaram a Justiça na esperança de conseguir uma declaração de inconstitucionalidade da Lei de Autorização da Defesa Nacional. Essa lei especifica o orçamento e as despesas do Departamento de Defesa dos Estados Unidos, mas também traz outros dispositivos, como o de conferir autoridade aos militares para exercer determinadas ações relativas à segurança nacional.

Inimigo interno

A lei é reeditada pelo Congresso todos os anos. A edição de 2014 foi aprovada no Senado em um momento em que o país estava distraído com um escândalo, depois de passar, quase sem ser notada, pela Câmara dos Deputados.

A lei não se refere a americanos como “terroristas”. Usa a expressão “extremistas domésticos”, um neologismo que ameniza a terminologia mais dura, para não deixar a impressão que os EUA têm terroristas. Mas condena explicitamente aqueles que se associarem a terroristas ou darem qualquer suporte a organizações terroristas.

Como a lei é vaga, ela é descrita como uma “espada de Dâmocles” sobre a cabeça de qualquer americano que ameace a segurança nacional. Pode ser, por exemplo, um cidadão que divulgue informações ou documentos que coloquem o governo americano em maus lençóis — como o que fez Edward Snowden, o ex-agente de segurança que divulgou milhares de documentos oficiais da Agência Nacional de Segurança (NSA) dos EUA.

“É uma lei claramente inconstitucional”, disse Hedges aos jornais. “É um enorme e grave assalto à democracia. Ela subverte 200 anos da legislação que mantém os militares fora das políticas domésticas do país”.”

“A Suprema Corte não teve coragem de confrontar o Congresso e o governo para proteger os cidadãos americanos contra detenção militar. O governo ganhou e, assim, criou um momento trágico para o povo americano. Algum dia isso será visto como uma vergonha para a Suprema Corte”, disse o presidente do Instituto Rutherford, John Whiteehad.

Há precedentes de detenção em massa. Em 1944, durante a Segunda Guerra Mundial, o governo dos EUA prendeu e colocou em campos de concentração milhares de japoneses-americanos. E fez isso com as bênçãos da Suprema Corte, no caso Korematsu v. United States.

Para os críticos da lei, o governo Obama pode negar que haverá prisões indiscriminada de cidadãos americanos, porque a história mostra que o governo americano não é avesso a fazer isso.

Fonte - Conjur
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