segunda-feira, 11 de maio de 2015

Reflexo de Cristo

Conheça a personalidade e a trajetória espiritual do autor do Apocalipse

O maior livro profético da Bíblia, o Apocalipse, é declarado ser uma “revelação de Jesus Cristo” dada por Deus para benefício da igreja (Ap 1:1). Essas palavras comportam dois sentidos fundamentais: um subjetivo, que aponta Jesus como o autor da revelação, e outro objetivo, que faz dele o tema da revelação. Isso significa que a revelação é feita por Jesus e é acerca dele. O mesmo texto faz referência ao instrumento humano usado por Jesus para que a revelação se efetivasse: “seu servo João”. Quem foi ele?

Bem, o Novo Testamento se refere a pelo menos quatro pessoas que tiveram esse nome: (1) João Batista, que morreu antes da crucifixão de Jesus; (2) um parente do sumo sacerdote Anás e inimigo do evangelho (At 4:6); (3) João Marcos (At 12:12), autor do segundo evangelho; e (4) o apóstolo João, o discípulo amado e autor do quarto evangelho. As evidências apontam para o apóstolo João como o escritor do Apocalipse. A tradição primitiva assim o reconhece, e todos os escritores cristãos até o 3º século confirmam esse fato. Também acredita-se que João tenha passado seus últimos anos em Éfeso.

Entretanto, há os que alegam a existência de outro influente João na igreja na Ásia, ao fim do 1º século, que teria escrito o Apocalipse. Eles têm por base o seguinte testemunho de Papias, bispo de Hierápolis, registrado por Eusébio de Cesareia: “Eu inquiria acerca das palavras dos presbíteros o que André, ou Pedro, ou Filipe, ou Tomé, ou Tiago, ou João, ou Mateus, ou qualquer outro dos discípulos do Senhor, disseram, e o que Aristion e o presbítero João, os discípulos do Senhor, dizem” (História Eclesiástica, III, 39.3, 4). Aparentemente, dois cristãos de destaque chamados João são referidos no texto: o apóstolo e um presbítero. Supõe-se que o primeiro teria escrito o evangelho, e o segundo, o Apocalipse.

Todavia, uma das formas de entender a declaração de Papias é ver nela a presença de dois grupos de pessoas com o nome João em cada grupo, mas com a instância de haver apenas uma pessoa com esse nome, mencionada duas vezes. Os líderes de ambos os grupos são chamados de discípulos do Senhor. Os do primeiro grupo disseram, isto é, tinham vivido antes de Papias e anunciado as palavras de Jesus; os do segundo grupo dizem, isto é, viviam no tempo de Papias. Se, como se acredita, o apóstolo João alcançou o fim do 1º século, então Papias, que nasceu por volta de 70, foi seu contemporâneo e pode tê-lo ouvido de viva voz. Nesse caso, o apóstolo é tanto o primeiro João citado como o segundo, com a diferença de que, do corpo apostólico, ele era o único sobrevivente.

Outros pensam que João não poderia ter escrito o livro do Apocalipse no fim do 1º século por ter sido morto muito antes pelos judeus, a exemplo do que aconteceu com seu irmão Tiago (At 12:1, 2), o que teria cumprido a previsão de Jesus a respeito deles (Mc 10:38, 39). Mas tal previsão não significa que João tivesse morrido ao mesmo tempo que seu irmão. Vários anos depois do martírio de Tiago, ele é mencionado por Paulo como sendo um dos baluartes da igreja (Gl 2:9). Se ele também tivesse enfrentado o martírio, o que é improvável, teria sido bem mais tarde, pois o próprio Apocalipse dá a entender que, ao ser escrito, os judeus ainda perseguiam os cristãos.

A verdade é que não foi requerido que João fosse martirizado para que as palavras de Jesus se cumprissem. O Salvador poderia perfeitamente estar se referindo à senda de sofrimento que os dois teriam pela frente, em contraposição ao pedido por grandeza feito por eles. Há ainda a se considerar as palavras de Jesus em João 21:22: “quero que ele permaneça até que eu venha”. Elas podem, em contraste com o tipo de morte que Pedro enfrentaria (v. 19), significar que João não enfrentaria o martírio.

Dionísio, bispo de Alexandria falecido em 265, também afirmou que o autor do Apocalipse não poderia ter sido o apóstolo João, escritor do quarto evangelho, em vista da diferença de linguagem entre uma obra e outra. Muitas palavras empregadas com frequência por João no evangelho são raras ou mesmo omitidas no Apocalipse. O uso de sinônimos igualmente reforça essa posição.

No entanto, devemos lembrar que a natureza do assunto pode ter levado o escritor a empregar termos diferentes no Apocalipse diante da necessidade de repetir ou combinar as afirmações dos antigos profetas, considerando que os quadros do Antigo Testamento são predominantes no livro. As condições adversas sob as quais o Apocalipse foi produzido devem ser igualmente levadas em conta. O escritor era prisioneiro na colônia penal da ilha de Patmos, palco das visões que proveram o conteúdo do livro. Além disso, segundo a tradição, para a composição do evangelho, João teria contado com a assistência de um secretário.

MUDANÇA

Assim, a hipótese mais plausível aponta para o apóstolo João como o autor do Apocalipse. E quem foi ele? Um ardoroso seguidor de Jesus desde a juventude. Alguém cujo exemplo demonstra como a graça de Deus pode transformar a vida daquele que a ela se submete. Ele passou para a história do cristianismo como o “apóstolo do amor”.

A exemplo de outras personalidades da igreja primitiva, os dados biográficos de João aparecem esparsamente no Novo Testamento. Mateus o menciona apenas quatro vezes, Marcos dez e Lucas sete. O quarto evangelho, de autoria dele, menciona-o como o discípulo amado e como um dos filhos de Zebedeu.

João era o mais jovem dos discípulos de Jesus. Talvez não fosse muito estimado pelos demais, em vista de seu ambicioso desejo de ocupar o primeiro lugar no reino. De fato, a cobiça, o amor à posição e à supremacia e a avidez por promoção pessoal (Mt 10:35-37, 41) eram graves defeitos no caráter dele, e não eram os únicos. Jesus denominou João e seu irmão Tiago de “filhos do trovão”. Eram geniosos, impetuosos, cheios de ressentimento e propensos à vingança (Lc 9:49-54).

Por trás desses graves defeitos, porém, Jesus discerniu em João um ardente, sincero e amante coração. Embora muitas vezes repreendido pelo Mestre, ele se apegava mais firmemente a Jesus, até que sua alma se amalgamou à dele. Era o “discípulo que Jesus amava”, não porque Jesus não amasse os demais, mas porque João se deixou dominar por esse amor, a ponto de ter a vida totalmente transformada. Em seu coração a chama da lealdade e devoção ardente o tornou um dos mais destacados apóstolos na igreja cristã. Entre Jesus e ele desenvolveu-se uma profunda amizade, mais intensa que em relação aos demais discípulos.

João bebeu tanto da Fonte que alguns estudiosos e comentaristas de seu evangelho creem que sua linguagem e estilo correspondem à linguagem e ao estilo de Jesus. Embora isso não seja provável, é indiscutível que João nos apresenta um quadro profundamente original e distintamente autêntico de Jesus. Ele percebeu que Cristo se encarnou para ser a perfeita revelação de Deus, em vista do íntimo e pleno conhecimento que tinha do Pai.

Esse fato despertou no apóstolo o anseio de obter um conhecimento tão íntimo quanto possível do Salvador e de se tornar uma autêntica testemunha dele. João conseguiu alcançar esse ideal por meio de sua vida apostolar e de seus escritos. Então, no último livro da Bíblia, ele nos oferece uma revelação final e surpreendente de Jesus. De fato, ninguém foi capacitado a exaltar melhor a Cristo do que o apóstolo João.

A exemplo de Pedro e Tiago, cedo João se tornou íntimo discípulo de Jesus. Ele testemunhou a transfiguração (Mt 17:1) e, mais de perto, a agonia do Getsêmani (Mt 26:37). Esteve “aconchegado” a Jesus na ceia e reclinou a cabeça em seu peito (Jo 13:23-25). Do Getsêmani, seguiu o Mestre à sala do sumo sacerdote, de quem era conhecido, e então ao Calvário. Os episódios ali descritos (19:18-35) são tão reais que só uma testemunha ocular poderia assim narrá-los.

Na manhã da ressurreição, João correu na companhia de Pedro para ver o sepulcro vazio (20:3-8). Em companhia dos demais, viu o Salvador ressurreto, inclusive logo após voltarem à pescaria (21:7, 8). Nessa ocasião, depois do diálogo de Jesus com Pedro, concluído com a pergunta deste quanto ao destino de João, Jesus fez uma declaração que levou os discípulos a imaginar que João permaneceria vivo até a segunda vinda (v. 23).

João foi, entre os apóstolos, aquele que mais viveu, tendo chegado à idade avançada. Nessa época, por instigação dos judeus, foi aprisionado por Domiciano, que ordenou que ele fosse atirado a um caldeirão de azeite fervente (Atos dos Apóstolos, p. 570). Milagrosamente preservado por Deus, foi deportado pelo imperador para a ilha de Patmos, onde recebeu as visões do Apocalipse. Domiciano reinou entre 81 e 96. Segundo a tradição, Nerva, sucessor de Domiciano, libertou João, que voltou para Éfeso, onde terminou seu ministério e seus dias.

Como um dos lances finais de seu trabalho, João combateu as tendências gnósticas que pressionavam a igreja na Ásia Menor, sob a influência dos ensinos de um herege chamado Cerinto. De fato, uma clara resistência a esses ensinos pode ser sentida em seu evangelho e nas epístolas. O Apocalipse se opõe a eles indiretamente.

João é um vívido exemplo do que a graça de Deus pode fazer por alguém que, apesar de possuidor de graves defeitos de caráter, a ela se entrega sem reservas. “Ele submeteu seu temperamento ambicioso e vingativo ao modelador poder de Cristo, e o divino amor operou nele a transformação do caráter” (Atos dos Apóstolos, p. 557). Ele se tornou semelhante a Cristo. Poderia haver experiência mais preciosa do que essa?

JOSÉ CARLOS RAMOS, doutor em Ministério, foi durante muitos anos professor de Teologia no Unasp, campus Engenheiro Coelho (SP)

Fonte - Revista Adventista

domingo, 10 de maio de 2015

Papa Francisco recebe no Vaticano líder cubano Raúl Castro

Encontro aconteceu no estúdio e salões adjacentes à Sala Paulo VI.
Castro deve se reunir com premiê da Itália, Matteo Renzi


A reunião entre o Papa Francisco e o presidente de Cuba, Raúl Castro, neste domingo (10) às 9h30 (horário local, 4h30 em Brasília), após a chegada do líder cubano à Cidade do Vaticano, durou 55 minutos.

Segundo a agência de notícias EFE, Raúl elogiou o Papa por sua "sabedoría e modestia", disse que lê "todos os seus discursos" e que, se continuar assim, ele mesmo "voltará à Igreja Católica". "Voltarei a rezar e regresso à Igreja, e não estou brincando"", comentou o presidente cubano em um encontro com a imprensa.

A reunião aconteceu no estúdio e salões adjacentes à Sala Paulo VI, o grande auditório onde são realizados os atos vaticanos.

Esse local é o escolhido pelo papa e pelo protocolo vaticano para realizar as reuniões mais familiares ou de caráter menos oficial.

A delegação que viajou com Castro a Roma é composta pelo vice-presidente do Conselho de Ministros, Ricardo Cabrisas Ruiz; pelo chanceler, Bruno Rodríguez Parrilla; e pelo ministro das Forças Armadas Revolucionárias, Leopoldo Cintra Frias.

Também se somam à audiência papal os embaixadores na Itália, Alba Soto Pimentel, e no Vaticano, Rodney López.

Depois da visita ao Vaticano, Castro deve se reunir em Roma com o primeiro-ministro da Itália, Matteo Renzi.

Fonte - G1

sexta-feira, 8 de maio de 2015

Apocalipse 17 com Pr. Vanderson Domingues

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Apocalipse 17- Pr. Vanderson DominguesPróxima quarta (13/05) - 20hsIASD Juveve - www.tvjuveve.com.br
Posted by Diário da Profecia on Quinta, 7 de maio de 2015

O encontro do Papa com pastores pentecostais

Cidade do Vaticano (RV) – Na tarde de ontem, quinta-feira (07/05), o Santo Padre recebeu em audiência privada um grupo de cerca de cem pastores evangélicos pentecostais provenientes de diversas partes do mundo. O grupo era guiado pelo Pastor Giovanni Traettino, cuja comunidade “Igreja Pentecostal da Reconciliação, em Caserta, foi visitada pelo Papa Francisco em 28 de julho de 2014.

O encontro - realizado numa das salas do complexo projetado por Pierluigi Nervi para as audiências papais - foi caracterizado por uma viva cordialidade e espírito de oração pela unidade. Foram os próprios pastores que manifestaram o desejo de encontrar Francisco. O Papa estava acompanhado pelo Presidente do Pontifício Conselho para a Unidade dos Cristãos, Cardeal Kurt Koch.

A visita do Papa Francisco ao Pastor em 2014 foi considerada histórica, por ser a primeira vez que um Papa viaja do Vaticano para se encontrar com um pastor protestante.

“Entre as pessoas que perseguiram os pentecostais também houve católicos, disse Bergoglio na ocasião. Eu sou o pastor dos católicos e peço perdão por aqueles irmãos e irmãs católicos que não compreenderam e foram tentados pelo diabo”.

Francisco se reuniu com a comunidade de pentecostais da cidade ao norte de Nápoles e com 350 protestantes vindos de diversas as partes do mundo. Ele pediu que os cristãos se unirem na diversidade:

“O Espírito Santo cria diversidade na Igreja. A diversidade é bela, mas o próprio Espírito Santo também cria unidade, para que a Igreja esteja unida na diversidade: para usar uma palavra bonita, uma diversidade reconciliadora”, observou.

Fonte - Radio Vaticana

Aquecimento global vai acelerar extinção de espécies em até três vezes

As mudanças climáticas podem acabar com até uma em cada seis espécies de animais e plantas do planeta, de acordo com uma nova pesquisa.

Em um estudo publicado no jornal Science, Mark Urban, ecologista da Universidade de Connecticut, também descobriu que, à medida que o planeta esquenta, no futuro, as espécies vão desaparecer em um ritmo mais acelerado.

"Temos a opção. O mundo pode decidir em que lugar dessa curva queremos que a Terra esteja no futuro", avisou ele em uma entrevista.

Apesar das conclusões aterrorizantes de Urban, outros especialistas dizem que a verdade é capaz de ser ainda pior. O número de extinções "pode ser duas a três vezes maior", avisa John J. Wiens, biólogo evolucionário da Universidade do Arizona.

O aquecimento global aumentou a temperatura média da superfície do planeta em 0,8 graus Celcius desde a Revolução Industrial. As espécies respondem a isso mudando o alcance de seu ambiente.

Em 2003, Camille Parmesan, da Universidade do Texas, e Gary Yohe, da Universidade Wesleyan, analisaram estudos de mais de 1.700 espécies de plantas e animais. Eles descobriram que, em média, seus ambientes se deslocaram seis quilômetros por década na direção dos polos do planeta.

Se as emissões do dióxido de carbono e de outros gases do efeito estufa continuarem a crescer, os pesquisadores do clima projetam que o mundo pode ficar até 4,4 graus Celcius mais quente. À medida que o clima continuar a mudar, os cientistas temem que algumas espécies não sejam capazes de encontrar habitats adequados.

Por exemplo, a pika-americana, um mamífero parecido com um ramster que vive nas montanhas do Oeste, vem fugindo para elevações mais altas nas últimas décadas. Desde os anos 90, algumas das populações de pika que viviam mais ao sul desapareceram.

Centenas de estudos publicados nas duas últimas décadas produziram uma grande quantidade de previsões quanto ao número de extinções que serão causadas pelo aquecimento global. Alguns falam em poucas e outros dizem que 50 por cento das espécies podem desaparecer.

Existem muitas razões para a grande variação. Alguns cientistas estudam as plantas da Amazônia enquanto outros focam nas borboletas do Canadá. Em alguns casos, os pesquisadores assumem apenas alguns graus de aquecimento, em outros um cenário muito mais quente. Como os cientistas raramente conseguem dizem com que rapidez uma espécie vai mudar de ambiente, eles algumas vezes fazem estimativas.

Para conseguir uma imagem mais clara, Urban decidiu revisitar todos os modelos de extinção por causa do clima já publicados. Ele deixou de fora os estudos que examinaram apenas uma espécie, como o sobre as pikas-americanas, porque poderiam inflar artificialmente o resultado de sua meta-análise. (Os cientistas muitas vezes estudam uma determinada espécie porque já suspeitam que seja vulnerável à mudança climática.)

Urban selecionou 131 estudos que examinam plantas, anfíbios, peixes, mamíferos, répteis e invertebrados em todo o planeta. Ele analisou novamente todas as informações.

No geral, descobriu que 7,9 por cento das espécies têm previsão de serem extintas por causa das mudanças climáticas. Estimativas baseadas em baixo aquecimento previram muito menos extinções do que os cenários mais quentes.

Por esse cálculo, com um aumento de dois graus Celcius na temperatura da superfície da terra, 5,2 por cento das espécies seria extinta. Com 4,2 graus Celcius, 16 por cento.

Urban descobriu que a taxa de extinção não deve crescer de maneira regular, mas poderá acelerar se as temperaturas aumentarem.

Richard Pearson, biogeógrafo da University College London, disse que a nova meta-análise é "um marco que nos avisa que sabemos o suficiente para ver que as mudanças climáticas são uma ameaça importante à biodiversidade e aos ecossistemas".

Mas afirmou que Urban está possivelmente subestimando a escala das extinções. A última geração dos modelos de extinção por causa do clima é mais precisa, afirma Pearson: infelizmente, eles também trazem estimativas mais terríveis.

Wiens também percebeu que os trópicos não foram bem representados nos estudos das extinções causadas pelo clima. Na meta-análise de Urban, 78 pesquisas tinham como foco a América do Norte e a Europa e apenas sete vinham da América do Sul. Porém, quando Urban contabilizou as informações dos estudos da América do Sul, descobriu que 23 por cento das espécies correm risco de extinção. Na América do Norte, entretanto, são apenas 5 por cento.

O que torna esse desequilíbrio mais flagrante, afirma Wiens, é o fato de que a maior parte das espécies do planeta viver em florestas tropicais, como a Amazônia. Se as pesquisas sobre as extinções causadas pelo clima levassem a diversidade dos trópicos em conta, os riscos do planeta em geral seriam muito maiores.

Urban admitiu que sua meta-análise está longe de ser definitiva. "É um resumo das melhores informações que temos por enquanto", explica ele. À medida que as previsões se tornem mais consistentes, diz Urban, permitirão que os biólogos conservacionistas descubram as espécies que mais correm risco de extinção e ajudem a planejar estratégias para salvá-las.

Os cientistas que estão construindo esses novos modelos podem recolher informações não apenas das espécies vivas, mas também das que já foram extintas.

Na edição da semana passada de Science, um time internacional de pesquisadores relatou uma nova informação sobre as extinções nos oceanos dos últimos 23 milhões de anos.

Eles descobriram que alguns grupos, como os mamíferos marinhos, tinham mais chances de ser extintos do que outros, como os moluscos. A biologia pode colocar algumas espécies mais em risco ainda: elas se reproduzem pouco, por exemplo, ou vivem em um ambiente limitado.

Pearson diz que os modelos de extinção por causa do clima precisarão levar novos fatores em conta. "O que acontece com outras espécies em um ecossistema quando uma espécie é extinta?", pergunta ele. Seus parceiros naquele habitat podem correr o risco de extinção também.

Urban descobriu várias maneiras de melhorar os modelos de extinção causada pelo clima. Por exemplo, eles podem levar em conta as cidades, fazendas e outras barreiras que os humanos constroem no caminho das espécies que estão procurando novos habitats.

Dados os resultados consumados das pesquisas até agora, diz Urban, esses novos modelos de previsão não chegarão tão cedo. "Precisamos melhorar esse jogo", afirma ele.

Fonte - UOL

quinta-feira, 7 de maio de 2015

Uma América cristã é aceitável para maioria dos republicanos


Um adventista do sétimo dia candidato à presidência dos Estados Unidos da América

Impensável talvez para todos algum tempo atrás, previsto por aqueles que nos últimos meses tinham vindo a acompanhar o protagonista, chocante para quem foi apanhado de surpresa: temos um membro da Igreja Adventista do Sétimo Dia candidato à presidência dos Estados Unidos da América.

O irmão Ben Carson não é um ilustre desconhecido, quer para a igreja ou a sociedade civil. Com uma história de vida que encaixa que nem uma luva no ideal do “sonho americano”, tornou-se um dos mais destacados neurocirurgiões do mundo, famoso por chefiar, em 1987, a primeira separação de gémeos siameses unidos pela cabeça.

Em 2008, Ben foi premiado com a Medalha Presidencial da Liberdade, a maior distinção civil americana, pelo então presidente George W.Bush. No ano seguinte, foi produzido um filme sobre a sua vida, tendo por base o livro “Mãos Dotadas”, um título disponível nas livrarias adventistas. Assim, na igreja, habituamo-nos a apreciar a história e o exemplo deste irmão.

Ben aposentou-se da prática médica em 2013, uma fase da vida em que, supostamente, as pessoas abrandam o ritmo e vivem a sua vida mais tranquila e discretamente – mas não foi esse o caso de Ben…

Isto porque, em fevereiro desse mesmo ano, ele teve oportunidade de discursar a escassos metros de distância do presidente Barack Obama durante o “Pequeno-almoço de Oração” (tradução literal), um evento anual que serve como um fórum para as elites políticas, sociais e económicas se reunirem e estabelecerem contactos. Nessa ocasião, e segundo vários comentadores, Ben arrasou várias das políticas de Obama, levantando uma voz crítica e direta que foi muito bem recebida pela ala conservadora.

A partir daí, todas as pesquisas e sondagens de opinião acerca dos possíveis candidatos republicanos às presidenciais americanas de 2016 passaram a incluir o nome de Ben Carson, que apareceu sempre muito bem referenciado.

Desde então, com especial destaque para os últimos meses, acompanhei de perto a evolução das futuras perspetivas políticas de Ben Carson – o estabelecimento de um comité preparatório, a montagem de uma equipa e de uma estratégia de terreno (que embora não disfarçando alguma falta de profissionalização, principalmente se compararmos com as habituais máquinas dos grandes partidos, é de admirar para um independente sem estrutura anterior), foram apenas os primeiros passos que conduziram ao anúncio de ontem: Ben é concorrente à presidência americana, procurando agora a nomeação como candidato conservador, do partido republicano.

Feito este breve contexto pessoal e histórico, cabe agora perceber a questão sob o ponto de vista que mais nos atrairá a atenção: Ben Carson é membro da Igreja Adventista do Sétimo Dia. Como tal, há imensas questões que se levantam e que nos podem atingir a todos, ainda que indiretamente. (Vou ignorar, para já, as recomendações que temos para nos afastarmos de questões de âmbito político. Talvez possamos refletir nisso mais à frente.)

Vejamos: não é novidade para ninguém que numa luta política destas, cada candidato procura, além de apresentar os seus méritos, mostrar os deméritos, as falhas do outro, tentando capitalizar para si as preferências dos votantes. Assim, não nos deve parecer descabido que qualquer opositor de Ben Carson rebusque tudo quanto lhe diz respeito, incluindo a sua fé religiosa. E aí, irá encontrar que a Igreja Adventista do Sétimo Dia tem posições oficiais, incluindo nas suas publicações, que identificam profeticamente os Estados Unidos como sendo uma das bestas de Apocalipse, um dos futuros poderes perseguidores da liberdade de consciência, um ator fundamental na finalização da história da Terra em sentido rigorosamente oposto àquilo que 95% dos cristãos americanos entendem (refiro-me ao dispensacionalismo), apelidando-os de apóstatas. Mais: irá encontrar que os Adventistas do Sétimo Dia acreditam que são um grupo que será perseguido (não só mas também) pela mão política, civil e militar... dos Estados Unidos!

Como será que Ben irá responder a este tipo de questões (e outras paralelas que se levantarão)? O que dirá ele quanto for colocado diante deste aparente paradoxo? Será que irá firmar-se naquilo que sempre entendemos no âmbito da nossa fé e mensagem, ou será que irá comprometer-se de alguma forma, como já o terá feito quando confrontado com a questão da homossexualidade?

Depois há outras questões que podem ser menores, mas não são menos potenciadoras de discussão: se na Igreja Adventista prezamos a vida de todas as pessoas sem discriminação, como entenderemos o facto de Ben ser a favor do porte de arma? Por curiosidade, saiba que a posição dele sobre os impostos aos cidadãos tem por base o conceito do dízimo bíblico; até que ponto não será acusado de misturar estado e igreja?

Contudo, a verdade é que isto poderá abrir uma gigantesca oportunidade para a Igreja Adventista: já pensamos quanto tempo de exposição isto nos pode dar? Quantas atenções não se poderão voltar para as nossas crenças, doutrinas e mensagem? Quantas vezes poderemos, eventualmente, ter a oportunidade de testemunhar de viva voz acerca das razões da nossa fé, não apenas em privado mas também através dos meios de comunicação social? Quantos jornalistas não irão, porventura, ocorrer às nossas igrejas para nos apresentar e divulgar diante da sociedade? Se isso acontecer, podemos estar diante de uma oportunidade rara, assim saibamos aproveitá-la.

Curiosamente, o segundo nome de Ben é Solomon (Salomão); saberá ele lidar com esta exposição com a sabedoria do antigo rei de Israel? Saberemos nós também fazê-lo? Os próximos tempos darão a resposta. Pelo menos, é isso que esperamos; para já, só temos perguntas...

[P.S.: a irmã Sonya Carson, mãe de Ben, para muitos a verdadeira heroína da história do filho, está atualmente nos últimos momentos da sua vida. O seu estado de saúde agravou-se nas últimas semanas e é possível que em breve o Senhor a faça descansar. Oremos para Deus lhe conceda momentos de tranquilidade.] (Via O Tempo Final)

Ben Carson e a mídia sobre o adventismo

Papa alerta para leis que interpretam mal a tolerância na UE

Cidade do Vaticano (RV) – O Papa recebeu nesta manhã de quinta-feira (07/05), membros do Comitê Conjunto da Conferência das Igrejas Europeias (CEC) e do Conselho das Conferências Episcopais da Europa, (CCEE). No início de seu discurso, Francisco agradeceu as palavras a ele dirigidas pelo Cardeal Péter Erdö e pelo Reverendo Christopher Hill. Francisco afirmou que hoje as Igrejas e as Comunidades eclesiais na Europa enfrentam novos e decisivos desafios, aos quais podem responder de modo eficaz somente falando a uma só voz.

Tolerância

“Penso, por exemplo, no desafio apresentado pelas legislações que, em nome de um princípio de tolerância mal interpretado, acabam por impedir aos cidadãos de exprimir livremente e praticar de modo pacífico e legítimo a suas convicções religiosas”.

Além do mais, diante do comportamento com o qual a Europa parece enfrentar a dramática e frequentemente trágica migração de milhares de pessoas em fuga de guerras, perseguições e miséria, as Igrejas e as Comunidades eclesiais da Europa têm o dever de colaborar na promoção da solidariedade e da acolhida. Os cristãos – finalizou Francisco – são chamados a interceder com a oração e a atuar ativamente para levar o diálogo e paz aos conflitos em andamento.

Atividades do Comitê

O Comitê tem como finalidade acompanhar o caminho ecumênico na Europa, onde muitas das divisões que ainda hoje existem entre cristãos tiveram início. Por muito tempo os cristãos deste continente – recordou o Papa – combateram entre si. Hoje, graças a Deus, a situação é muito diferente. O movimento ecumênico permitiu às Igrejas e Comunidades eclesiais na Europa dar grandes passos no caminho da reconciliação e da paz.

O Pontífice citou as recentes Assembleias Ecumênicas e a Charta Oecumenica, redigida em Estrasburgo em 2001, que são fatores de fecunda colaboração entre a Conferência das Igrejas Europeias e o Conselho das Conferências Episcopais Europeias. E afirmou:

Unidade

“Estas iniciativas são motivo de grande esperança para a superação das divisões, mesmo conscientes de quanto seja ainda longa a estrada em direção à plena e visível comunhão entre todos aqueles que creem em Cristo”. Na realidade, porém – acrescentou o Papa – o caminho, com todas as suas fadigas, é já parte integrante do processo de reconciliação e de comunhão que o Senhor nos pede e nos faz realizar, desde que seja vivido na caridade e na verdade.

O Papa Francisco recordou o Decreto conciliar sobre o ecumenismo Unitatis redintegratio o qual afirma que a divisão entre os cristãos “prejudica a santíssima causa da pregação do Evangelho a todas as criaturas”. Isso fica evidente, por exemplo, quando as Igrejas e as Comunidades eclesiais na Europa apresentam visões diferentes sobre importantes questões antropológicas ou éticas. O Santo Padre fez votos então de “que não faltem e sejam frutuosas as ocasiões de reflexão comum, à luz da Sagrada Escritura e da partilhada tradição”.

Fonte - Radio Vaticana

2015: ECOmenismo, o papa e Ben Carson


quarta-feira, 6 de maio de 2015

Francisco cada vez mais amado nos Estados Unidos

Cidade do Vaticano (RV) - Dois anos depois de eleito, o Papa Francisco continua subindo em popularidade nos Estados Unidos. É o que aponta uma pesquisa recém-publicada, realizada pelo Pew Reasearch Center – instituto especializado em pesquisas relacionadas à religião.

Mais de nove em cada dez estadunidenses têm uma opinião positiva do Papa e destes, 60% têm parecer ‘muito positivo’.

O elemento mais curioso, e relativamente novo, é a receptividade do atual Pontífice entre os não católicos. 70% da amostra de população adulta global entrevistada gosta do Papa e esta empatia tem crescido, já que subiu 13% desde a sua eleição, em março de 2013.

A pesquisa foi feita entre 18 e 22 de fevereiro deste ano, por telefone, junto a 1504 adultos. Segundo o Centro Pew, “a popularidade de Francisco tem uma base ampla”: entre os católicos ele é muito admirado; entre os protestantes, por 60%, e também entre agnósticos e ateus, 2 terços dos quais o veem favoravelmente.

No mundo católico, as diferenças relativas a gênero, idade e orientação política são poucas e Francisco se revela estimado igualmente por homens, mulheres, brancos, negros, hispânicos, republicanos e democratas.

Os autores da sondagem lembram que as entrevistas foram efetuadas em inglês e espanhol; e o sistema utilizado, com celulares e telefones fixos, é uma técnica interativa que combina idade, gênero, raça, origem e local de nascimento, segundo os parâmetros empregados no Relatório 2013 sobre a comunidade estadunidense.

Como anunciado, o Papa Francisco visitará Filadelfia, Nova York e Washington em setembro próximo.

Fonte - Radio Vaticano

Número recorde de 38 milhões de deslocados internos no mundo

A violência e as guerras forçaram 38 milhões de pessoas a um deslocamento dentro de seus próprios países - seis milhões delas na Colômbia -, o que equivale às populações de Nova York, Londres e Pequim reunidas, segundo o relatório de uma ONG.

Apenas no ano de 2014 foram registrados 11 milhões de deslocados, o que significa 30.000 pessoas por dia, segundo o relatório do Centro de Vigilância de Deslocados Internos (IDMC), uma ONG norueguesa.

"Estes são os piores números de deslocamentos forçados em uma geração, o que evidencia nosso fracasso absoluto para proteger civis inocentes” disse Jan Egeland, secretário-geral do Conselho Norueguês para Refugiados (NRC).

"Há duas grandes áreas no mundo que estão particularmente afetadas pelas pessoas deslocadas: Oriente Médio e norte da África, de um lado, e a região subsaariana, do outro", acrescentou. No total, o IDMC analisou a situação em 60 países.

"Uma das principais razões que explicam o forte aumento no número de pessoas deslocadas", chamadas no jargão internacional de "IDP" ("Internally displaced people") é o fechamento das fronteiras, explicou Egeland à AFP, acrescentando que a comunidade internacional "não quer ou não pode fazer o que prometeu: proteger os mais vulneráveis e os inocentes".

Além disso, pela primeira vez em dez anos a Europa também foi "palco de deslocamentos forçados em massa, provocados pela guerra da Ucrânia, que levou 646.5000 pessoas a fugir de seus lares em 2014". Este número quase duplicou desde o início de 2015, alcançando 1,2 milhão de pessoas, acrescentou Egeland.

No dia 31 de dezembro de 2014, os países que contavam com o maior número de pessoas deslocadas eram Síria (7,6 milhões), Colômbia (6 milhões), Iraque (3,3 milhões), Sudão (3,1 milhões) e a República Democrática do Congo (2,56 milhões).

Os deslocados internos são pessoas que permanecem em seus países, ao contrário dos refugiados, obrigados a fugir para outros países. De acordo com estatísticas da ONU, o mundo tinha 16,7 milhões de refugiados no fim de 2013.

"Este relatório deveria servir com um grande sinal de alarme. Devemos romper esta tendência na qual homens, mulheres e crianças se encontram presos em áreas de conflito em todo o mundo", completou Egeland, citado em um comunicado do IDMC.

Cerca de 60% dos deslocados internos de 2014 estavam em apenas cinco países, os já mencionados Iraque, Sudão do Sul, Síria e República Democrática do Congo, além da Nigéria.

Pelo menos 40% da população da Síria foi obrigada a recorrer ao deslocamento, o maior índice do planeta. O país enfrenta uma violenta guerra civil desde 2011.

Deslocados internos na Colômbia

No final de 2014, havia ao menos 7 milhões de deslocados internos em todas as Américas (do Norte, Central e do Sul), em alta de 12% em relação a 2013. A Colômbia tem o recorde dos deslocados internos, com 6,04 milhões de pessoas no fim de 2014, cerca de 12% de sua população total.

El Salvador, Guatemala, Honduras, México e Peru também registram deslocados internos, segundo o documento.

Na Colômbia foram registrados 137.200 novos deslocados em 2014, menos do que em 2013, a grande maioria em consequência do conflito com a guerrilha das Farc, atualmente em um processo de paz.

Mas o país também tem casos de deslocados provocados pela violência criminal, a maioria deles nos departamentos de Pacífico del Chocó, Valle del Cauca, Cauca e Nariño.

O México tem 281.400 deslocados internos, e a Guatemala pelo menos 248.500. El Salvador registra 288.900 e Honduras um total de 29.400, segundo o relatório.

"A maior causa de deslocamento em México, Guatemala, El Salvador e Honduras é a violência criminal vinculada ao tráfico de drogas e às atividades de gangues urbanas", destaca o relatório do IDMC.

Estes quatro países e a Colômbia "têm 19 das 50 cidades com o maior índice de criminalidade do mundo", segundo o documento. No México a violência criminal provocou o deslocamento de ao menos 9.000 pessoas em 2014, em 10 estados do país.

"Os traficantes de drogas e outros grupos criminosos no México são responsáveis por milhares de mortes e sequestros de civis, aterrorizando as populações locais (...)", acrescenta.

O documento afirma que o México "não reconhece oficialmente o deslocamento interno, e as respostas dadas são fragmentadas e insuficientes".

No Peru ao menos 150.000 pessoas foram obrigadas a deixar seus lares desde o sangrento conflito que atingiu o país nos anos 80 e 90, com a emergência da guerrilha Sendero Luminoso. Estes deslocados "não puderam reintegrar suas comunidades de origem devido a problemas de subsistência, de educação ou por barreiras linguísticas", indica o estudo.

Fonte - Yahoo

Painel - Música Sacra e Adoração - Parte 1


segunda-feira, 4 de maio de 2015

Êxitos do diálogo ecumênico devem ser divulgados

Cidade do Vaticano (RV) – O Pontífice recebeu a senhora Antje Jackelén, Arcebispo da Igreja Luterana na Suécia, na manhã desta segunda-feira (04/05), no Vaticano.

Francisco recordou os 50 anos do Decreto sobre o Ecumenismo do Concílio Vaticano II que, de acordo com o Papa, representa ainda hoje o ponto de referência fundamental para o compromisso ecumênico da Igreja Católica. “Com este documento evidencia-se que já não se pode prescindir do ecumenismo”, afirmou Francisco.

Ao afirmar que o Decreto expressa um profundo respeito pelos irmãos e irmãs separados aos quais, na coexistência cotidiana, às vezes arrisca-se de dar-lhes escarça consideração, o Papa fez uma convocação à união:

Católicos e Luteranos são convidados a procurar e promover a unidade nas dioceses, nas paróquias, nas comunidades no mundo inteiro”, disse Francisco, ao acrescentar: “no caminho para a plena e visível unidade na fé, na vida sacramental e no ministério eclesial ainda há muito trabalho a ser feito; mas podemos ter a certeza de que o Espírito Paráclito será sempre luz e força par ao ecumenismo espiritual e para o diálogo teológico”.

Conquistas

Francisco evidenciou que as conquistas de um consenso da comunhão fraterna alcançadas até agora não podem deixar de ser nominadas, especialmente no que diz respeito à família, matrimônio e sexualidade.

Estes êxitos “não podem ser calados ou ignorados por temor de colocar em dificuldades o consenso ecumênico já obtido. Seria uma lástima se nestas importantes questões se consolidassem novas diferenças confessionais”, advertiu o Papa.

Por fim, o Papa agradeceu à Igreja Luterana da Suécia por acolher tantos imigrantes sul-americanos nos tempos das ditaduras na América do Sul. Francisco também agradeceu a delicadeza da chefe da delegação em citar o pastor Anders Root. “Com ele dividi a cátedra de teologia espiritual e ele me ajudou muito na minha vida espiritual”, concluiu Francisco.

Fonte - Radio Vaticano

Brasil vive epidemia de dengue, afirma ministro da Saúde

O ministro da Saúde, Arthur Chioro, confirmou nesta segunda-feira (4), na capital paulista, que o país enfrenta uma epidemia de dengue. “Nós temos 745.957 casos até 18 de abril. Sabemos que esse número aumentará. O Brasil vive situação de epidemia concentrada em nove estados, que são os que têm mais de 300 casos por 100 mil habitantes”, declarou, após participar de encontro na Federação das Indústrias de São Paulo (Fiesp) com empresas de biotecnologia. Ele destacou que apenas três estados tiveram redução dos casos de dengue neste ano em relação a 2014: Espírito Santo, Distrito Federal e Amazonas.

Chioro destacou que houve elevação em praticamente todo o país, na comparação com 2014, sobretudo, porque ele foi um ano “excepcionalmente bom” em relação à dengue. “Tivemos redução do número de casos, de ocorrências graves, dos óbitos. De certa forma, em algumas localidades, o bom ano passado fez com que se desarmasse a mobilização da sociedade e de algumas ações”, avaliou. Em relação ao mesmo período de 2014, houve aumento de 234,5%. O ministro comparou a situação deste ano também com 2013, quando no mesmo período haviam sido registradas 1,4 milhão de casos da doença. “Nós ainda temos uma redução de 48% [sobre 2013]”, disse.

São Paulo tem mais da metade dos casos do país. Dos 745,9 mil casos, 401 mil ocorreram no estado paulista, assim como as mortes (169 das 229 registradas no país). Em termos proporcionais, a pior situação é do Acre, com 1.064 casos por 100 mil habitantes, seguido por Goiás (968 por 100 mil/hab), São Paulo (911 por 100 mil/hab), Mato Grosso do Sul (462 por 100 mil/hab) e Tocantins (439 por 100 mil/hab). O ministro apontou que é fundamental olhar os estados, pois isso define o plano de contingência. “O fato de termos uma situação epidêmica nacionalmente, não muda em absolutamente nada o plano de contingência, a estratégia de controle, a gravidade”, reforçou.

O ministro explicou que a tendência é de diminuição da dengue, com a chegada do inverno. “Em alguns estados, isso já se observa. As temperaturas começam a cair e as medidas de controle estão funcionando”, apontou. Embora o frio ajude a diminuir o impacto da doença, as estatísticas ainda devem indicar crescimento. Isso ocorre porque as próximas divulgações incluirão o restante de abril e maio. Ele destaca que é preciso manter as ações de prevenção, mesmo com a diminuição dos casos. “É possível que em muitos estados se interrompa em definitivo, até o início do verão. Isso não significa que a dengue deixou de ser uma preocupação”, destacou.

Entre os fatores que explicam a situação epidêmica neste ano, além do desarme pelos bons resultados do ano passado, Chioro disse que os eventos climáticos anteciparam o início da doença. “Tivemos um adiantamento que nós não sabemos se vai ter encerramento mais rápido do que nos anos anteriores. Vamos ter que esperar as próximas semanas”, apontou. Ele destacou ainda a crise hídrica, que favoreceu a armazenagem de água, sem a devida proteção. “No Nordeste, que tem intermitência no abastecimento, conseguíamos identificar maiores criadouros nos lugares onde as pessoas armazenavam água. No Sudeste, é um fenômeno novo. A gente percebeu aumento”, disse.

O ministro disse ainda que pediu prioridade à Agência Nacional de Vigilância Sanitária nos encaminhamentos relacionados à vacina contra a dengue. “Seria grande ganho para o Brasil e para mundo se chegássemos a uma vacina eficaz e segura. É a intenção do ministério, tanto que temos investimentos no Instituto Butantan, na Fiocruz [Fundação Oswaldo Cruz], no sentido de estabelecer parcerias para produção desta vacina, mas não podemos queimar etapas”, ponderou. Apesar de apostar na vacina como medida de prevenção, ele disse que considera um equívoco alimentar esperanças na população de que se terá uma vacina já nos próximos meses.

Fonte - Terra

Terremoto atinge Papua-Nova Guiné e pode gerar tsunami

Um forte terremoto atingiu a ilha de Papua-Nova Guiné na manhã da terça-feira, levando autoridades locais a alertarem para um possível tsunami.

Segundo o Instituto de Geofísica dos Estados Unidos (USGS, na sigla em inglês), o tremor teve magnitude de 7,4, e seu epicentro foi a 130 quilômetros de distância da cidade de Kokopo, no nordeste do país, a uma profundidade de 63 quilômetros.

Já o Centro de Alerta para Tsunamis no Pacífico afirmou que é possível a ocorrência de ondas perigosas a uma distância de até 300 quilômetros do epicentro do tremor.

Não há relatos imediatos de tsunamis sendo vistos, ou qualquer tipo de destruição, disse Chris McKee, vice-diretor do observatório geofísico da capital do país, Port Moresby.

"O terremoto foi no mar e as ilhas próximas são pouco habitadas", disse.O terremoto de hoje acontece na mesma área onde dois outros tremores aconteceram na semana passada. Ambos eram mais fracos, e nenhum causou danos ou gerou tsunamis.

Fonte - Yahoo

2015 é o ano do ECOmenismo

Influência crescente

Quando os delegados se reunirem em dezembro em Paris para negociar um acordo internacional de combate a mudanças climáticas, Ban Ki-Moon, secretário-geral das Nações Unidas, espera contar com um poderoso aliado: o papa. Ban Ki-Moon estava entre políticos, cientistas e líderes de várias religiões que se reuniram em 28 de abril em uma casa do século 16, no Vaticano, para discutir os aspectos morais do aquecimento global e desenvolvimento sustentável. O encontro inédito ocorreu enquanto o papa Francisco prepara uma carta encíclica aos bispos sobre as alterações climáticas, a ser lançada neste verão boreal. A encíclica “terá um profundo impacto sobre as negociações relacionadas a mudanças climáticas”, declarou Ban Ki-Moon a jornalistas após breve audiência com o papa, destacando que o papa Francisco abordará também a Assembleia Geral da ONU, em 25 de setembro. As mudanças climáticas já estão ocorrendo, alertou Ban Ki-Moon, e o mundo está correndo contra o tempo para afastar impactos graves e irreversíveis do aquecimento - opinião compartilhada pelos cientistas que participaram do encontro.

Muitos pesquisadores na reunião ansiavam considerar as mudanças climáticas sob uma perspectiva diferente: a de líderes religiosos que falam sobre o aquecimento global e seus efeitos com autoridade moral. Esses líderes podem atingir um público enorme, avalia Partha Dasgupta, economista da Universidade de Cambridge, Reino Unido, e um dos organizadores da reunião. “Como acadêmicos, podemos ter alunos de pós-graduação, mas não temos um rebanho”, pondera ele. “Os líderes religiosos têm um rebanho.”

Os participantes da reunião foram convidados a assinar uma declaração elaborada por um pequeno grupo de cientistas e pelo bispo Marcelo Sánchez Sorondo, chanceler da Pontifícia Academia das Ciências, assessor do papa Francisco sobre assuntos científicos e co-patrocinador da reunião. A declaração diz que a mudança climática induzida pelo homem é “uma realidade científica”, e que a humanidade tem “o imperativo moral e religioso” de mitigá-la. Ele também argumenta que os políticos têm uma responsabilidade especial para garantir o sucesso das negociações de Paris sobre o clima e proteger os pobres e vulneráveis.

“Proteger a humanidade é proteger a criação, e para proteger a criação deve-se proteger a humanidade”, disse Metropolitan Emmanuel, bispo da igreja ortodoxa grega francesa, na reunião. Din Syamsuddin, líder espiritual muçulmano da Indonésia, afirma considerar necessário que sua religião se desloque de uma perspectiva teológica conservadora sobre o meio ambiente para uma posição mais progressiva. Segundo ele, a primeira vê a natureza como um objeto, [visão] que pode levar à sua espoliação.

O encontro também suscitou controvérsia. O Instituto Heartland, think tank liberal em Chicago, Illinois, organizou uma reunião rival em hotel fora dos muros do Vaticano. O grupo quer dissuadir Francisco “de emprestar a sua autoridade moral para a agenda politizada e não científica das Nações Unidas sobre o clima”, de acordo com o material de divulgação do encontro.

(Scientific American Brasil, via Nature, 30 de abril de 2015)

Nota Michelson Borges: Para reforçar a campanha em favor do meio ambiente, ganha repercussão o argumento de que combater o aquecimento global é, também, uma questão moral e religiosa. Alguém ainda duvida de que a bandeira ecológica tem enorme poder de “cola” capaz de unir religiosos, políticos e cientistas – um verdadeiro ECOmenismo? Assista ao vídeo abaixo para entender as possíveis implicações proféticas desse cenário.

domingo, 3 de maio de 2015

Terremotos em série intrigam público e cientistas

RIO - O forte terremoto que atingiu o Nepal no último fim de semana pode ser apenas o mais recente de uma série de grandes tremores que aflige o mundo desde dezembro de 2004 e intriga os cientistas e o público em geral. Naquele ano, um abalo de magnitude 9,1 na região das Ilhas Andaman, na costa Oeste de Sumatra, Indonésia, provocou um tsunami que deixou mais de 220 mil mortos em países em torno do Oceano Índico. Este sismo marcaria o início de uma sequência de eventos devastadores que sacudiram do Chile ao Japão, passando por China, Haiti e Itália, com um total de vítimas fatais que chegaria a mais de 600 mil, numa sucessão de tragédias que levanta suspeitas de que estes terremotos poderiam estar interligados.

Até 2004, o último terremoto com magnitude acima de 9 tinha sido registrado no Alasca cerca de 40 anos antes, ele mesmo parte de uma estranha sequência de tremores poderosos iniciada em 1950, quando um sismo de magnitude 8,6 sacudiu o Tibete. Como agora, esta série de fortes abalos no início da segunda metade do século XX pareceu estar concentrada em um período relativamente curto de tempo, de não mais de 15 anos. Segundo os cientistas, esta aparente aglomeração (clustering, no termo em inglês) de grandes terremotos globais pode não passar de uma simples coincidência — mas também pode ser indício da existência de mecanismos que fazem com que um deles precipite a ocorrência de outro mesmo a enormes distância. Mecanismos que desafiam os atuais conhecimentos sobre o funcionamento e o comportamento das placas tectônicas que formam a crosta terrestre.

— O histórico destes aparentes ciclos é suspeito, mas até agora não temos evidências de que tais mecanismos de fato existam além desta observação — diz Tom Larsen, líder de arquitetura de produtos de modelagem e previsão de catástrofes da CoreLogic EQECAT, empresa de análise de dados que presta consultoria a companhias seguradoras e de resseguros, entre outras. — Sabemos e entendemos muito bem como grandes terremotos podem ser precedidos por abalos menores e sucedidos por uma miríade de abalos secundários, os chamados aftershocks, em nível local e regional, mas em nível global ainda não temos conhecimento suficiente nem para provar nem para derrubar esta hipótese.

MOVIMENTO MACIÇO DA CROSTA

Segundo Larsen, a ideia geral desta hipótese é que, num tremor em grande escala, o movimento maciço da crosta terrestre pode transmitir energia a grandes distâncias, o suficiente para que uma falha em uma região afastada do planeta atinja seu limite e se rompa, deflagrando outro forte terremoto.

— O conceito básico por trás disso é que a liberação da energia em uma área aumenta a pressão em outra, mesmo que muito distante, mas isso teria que se dar de uma maneira que não sabemos ou vai de encontro ao que conhecemos sobre o comportamento da Terra — conta. — Assim, a observação destes aparentes ciclos de grandes terremotos não é ilógica ou irracional, mas o fato é que precisamos de mais informação e estudos para fazer qualquer ligação direta entre eles.

Já Robert Yeats, professor da Universidade do Estado de Oregon, nos EUA, e especialista em geologia de terremotos e placas tectônicas, é mais cético. Segundo ele, os atuais modelos sobre o comportamento da Terra e previsão da probabilidade da ocorrência de terremotos em nível regional não contemplam qualquer tipo de influência de grandes abalos a grandes distâncias.

— Temos evidências da ocorrência de aglomerações de terremotos em nível regional, mas nada global — afirma.

Ainda assim, Yeats reconhece que os atuais modelos para previsão de terremotos estão longe de serem precisos e admite a possibilidade, mesmo que remota, de grandes sismos deflagrarem outros em regiões distantes do planeta.

— Obviamente, ao olhar para trás e vermos que há 40 anos não tínhamos uma sucessão de terremotos fortes como essa, isso se destaca — considera o cientista. — A Terra é um sistema extremamente complexo e nosso conhecimento sobre o que acontece com ela é muito incompleto. Não sabemos se a sequência de grandes terremotos que estamos vendo é uma coincidência ou se há algum real mecanismo por trás disso. A verdade é que tudo é uma grande especulação e não podemos dizer ou prever, com base nisso, a possibilidade de termos outro grande terremoto num prazo relativamente curto, nem quando nem onde.

Apesar disso, Yeats conta que a mais recente série chamou a atenção das autoridades do Oregon, que o convocaram (e outros especialistas) para discutir a necessidade de medidas de prevenção de uma possível catástrofe provocada por eventual forte abalo na região tectonicamente ativa de Cascadia, no Noroeste dos EUA.

Fonte - O Globo

sábado, 2 de maio de 2015

Chip na mão, boatos e a Bíblia

Boato é algo muito antigo, só que com a vida plena online o alcance e a dimensão dos boatos aumentaram de maneira impressionante. Nem toda a informação que se propaga, inclusive sobre assuntos religiosos, é real. Tudo é passível de checagem.

E um alerta: cristãos que se dizem conhecedores da Bíblia precisam aprender a diferenciar boatos de fatos. Devem desenvolver o hábito de investigar mais, pesquisar detalhes de certos assuntos antes de compartilhar determinados conteúdos ou mesmo fazer comentários. Um princípio básico do conhecimento é checar se determinados dados são verdadeiros ou não.

Mas por que digo isso? Porque, entre tantas informações desencontradas que circulam nos meios virtuais, há uma que fala a respeito de uma lei, no Brasil, que obrigaria as pessoas a implantar chips sob a pele e que ali estarão todos os dados de registro dos cidadãos. Já surgiu esse boato referente à implantação em outros países. Mas a informação, até o presente momento, não é confirmada por nenhum site, portal ou blog conceituado e de credibilidade que se conhece, portanto é boato (mentira).

O que existe no Brasil, de fato, é um projeto sem conclusão prevista para implementação de um Registro de Identidade Civil (RIC) que supostamente reunirá todas as informações de um cidadão (número de RG, CPF, CNH, etc) de forma eletrônica. E isso poderia ser por meio de um chip colocado em um documento. Tal Registro poderia ser emitido pela Justiça Eleitoral, mas não há nada concretizado ainda. E estou falando do que a própria presidente da República, Dilma Rousseff, afirmou em entrevista concedida em março deste ano acerca do assunto. Nada aponta para um chip colocado sob a pele! Pelo menos não em relação ao Registro.

Marca da besta?

Muitos cristãos têm se perguntado, nos meios virtuais, se esse suposto chip e o projeto de integração do registro civil seria a tal marca da besta mencionada no Apocalipse.

O assunto requer mais tempo de leitura e estudo comparativo inclusive com o livro de Daniel, mas de maneira rápida – para se entender a marca da besta – é fundamental se compreender quem é a besta e que tipo de marca se faz alusão no livro da revelação divina.

Há, no Apocalipse, a indicação de duas bestas. A besta que sobe do mar é, fundamentalmente, um poder político-religioso que atua para desqualificar os ensinos bíblicos por meio de contrafação e não para confirmá-los. Segundo explica o pastor Arilton de Oliveira, apresentador do programa Bíblia Fácil da TV Novo Tempo, essa besta “representa Roma em suas duas fases, imperial e papal”. Mas há a besta que sobe da terra (identificada como os Estados Unidos por conta das características ali descritas) e que tem total relação com a primeira besta, ou poder, conforme o capítulo 13 do Apocalipse.

Em uma análise dos versículos desse capítulo, Arilton comenta o papel de cada um dos poderes no panorama profético ainda não concretizado ou cumprido. Em um vídeo resumido produzido para a web, ele esclarece que a imagem que a segunda besta (EUA) fará da primeira (Roma papal ou Vaticano) “sem dúvida será para honrar alguma criação da primeira besta”. E detalha mais o que significa essa imagem. “Quando olhamos para a história nós percebemos que o sistema papal trocou a santidade do quarto mandamento, do sábado, para o primeiro dia da semana. O que os Estados Unidos farão justamente será levar os habitantes da terra a passar a santificar o primeiro dia da semana. A isso chamamos na profecia de o decreto dominical”. Resumindo: a questão aqui colocada é a de poderes tentando impor a observância de um dia de descanso e adoração não bíblico (é a tal imagem). Isso ocorre em oposição a um grupo (que deduz-se ser bem menor) que defende a guarda do sábado tal como a ensinada e contextualizada desde o livro de Gênesis até o Apocalipse, passando pelos profetas maiores, menores, evangelhos e cartas de Paulo.

Evidência de lealdade

E a marca, o que tem a ver com imagem e bestas? Segundo o Comentário Bíblico Adventista, produzido a partir de muito estudo teológico e análise histórica e de contexto, “os eruditos adventistas entendem que esta não é uma marca literal; em vez disso, consiste em um sinal de aliança que identifica o portador como alguém leal ao poder representado pela besta. A controvérsia nessa época girará em torno a lei de Deus, sobretudo, do quarto mandamento. Logo, a observância do domingo será o sinal, mas isso só ocorrerá quando o poder da besta for reavivado e a observância do domingo no lugar do sábado se tornar lei…quando tudo estiver claro diante das pessoas e, mesmo assim, escolherem seguir a instituição da besta, observando-a e desobedecendo ao sábado de Deus, elas mostrarão sua fidelidade ao poder da besta e receberão sua marca”.

O tema, como eu já frisei, exige estudo mais prolongado e consistente. Mas duas coisas podem ficar bem claras: necessidade de profundo apego à Bíblia e à oração como instrumentos seguros para compreensão equilibrada das profecias e grande atenção a boatos que não fortalecem a fé, e sim, criam alarmismos, falsa sensação de espiritualidade e catastrofismo barato.

Precisamos realmente ter a Bíblia como alicerce firme para nossa crença cristã e não só como mera fonte de informação.

Fonte - Adventistas.org

Bactéria resistente já é ameaça global, diz OMS

Genebra - A resistência a antibióticos se transformou em uma "ameaça global" e doenças que eram curadas com relativa facilidade até há pouco tempo podem voltar a matar cerca de 10 milhões de pessoas até 2050.

O alerta faz parte de um plano que será apresentado pela Organização Mundial da Saúde (OMS) neste mês, na esperança de combater a resistência.

Os dados apontam para um cenário alarmante: pelo menos sete bactérias diferentes responsáveis por doenças como pneumonia, diarreia ou infecções sanguíneas começam a ganhar resistência.

Pelo menos dois produtos usados até hoje já não funcionam em metade da população, entre eles o antibiótico contra infecções urinárias causadas pela bactéria E. Coli.

Em 2013, a OMS calcula que 480 mil novos casos de tuberculose foram detectados por conta da resistência aos remédios, em mais de cem países. No caso da malária, a entidade considera a resistência como uma "preocupação urgente de saúde pública", diante do impacto em regiões inteiras.

Para a OMS, antibióticos se transformaram no pilar do desenvolvimento da medicina no século 20. Mas chegou o momento de agir para não perder o que o mundo atingiu. Numa era "pós-antibiótico", a realidade é que muitos morreriam de doenças que já foram controladas.

Para a indústria farmacêutica mundial, o crescimento da resistência microbiana pode ter repercussões até no PIB mundial, com uma queda entre 2% a 3,5%.

Na Federação Internacional das Indústrias Farmacêuticas, que reúne as maiores multinacionais do setor, as doenças causadas por bactérias, cada vez mais resistentes aos antibióticos disponíveis no mercado, aparecem como prioridade. Mas o grupo insiste para a necessidade de novos investimentos em medicamentos.

A OMS, em seu relatório publicado nesta semana sobre o mesmo assunto, também alerta para a falta de novos medicamentos. Segundo ela, nenhuma nova classe principal de antibióticos foi desenvolvida desde 1987. E não há resposta imediata.

Além da demora para desenvolver um novo medicamento - cerca de 10 a 20 anos-, a indústria farmacêutica vê seu retorno financeiro restrito a um prazo considerado extremamente longo, o que desestimula o investimento.

Planos nacionais

Por isso, a OMS insiste que apenas desenvolver novos remédios não será suficiente. A entidade vai recomendar que planos nacionais sejam desenvolvidos sobretudo em países emergentes. Mas a Federação das Indústrias Farmacêuticas diz que não há tecnologia nesses países.

Já para Fernando Bellisimo, professor da Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto, o problema é mais uma questão de hábitos.

"No Brasil, existe o costume de acreditar que o médico mais eficiente é aquele que prescreve remédios. Infelizmente, pessoas continuam acreditando que antibióticos combatem doenças virais (o que não é verdade)", disse.

Bellissimo defende foco na prevenção e no combate à proliferação das bactérias resistentes. "É preciso maior atenção à higiene dentro dos hospitais."

Fonte - Exame

sexta-feira, 1 de maio de 2015

Papa: ecumenismo não é opcional, o sangue dos mártires une-nos

Nesta quinta-feira, dia 30 de abril o Papa Francisco recebeu a Comissão internacional anglicano-católica reunida em Roma para uma sessão de trabalho. O Santo Padre sublinhou que o ecumenismo não é um empenho opcional na vida das Igrejas e as divergências não são inevitáveis. O Papa reconhece que depois de cinquenta anos existe quem quereria ter avançado mais na unidade. A solução é confiar no Espírito Santo – observou o Santo Padre.

Na sua alocução o Papa Francisco afirmou ainda o testemunho dos novos mártires, cristãos perseguidos e pertencentes a diferentes tradições cristãs, é mais forte do que qualquer divisão. “O sangue destes mártires nutrirá uma nova era de empenho ecuménico, uma nova apaixonada vontade de cumprir o testamento do Senhor: que todos sejam uma coisa só” – afirmou o Papa que concluiu o seu discurso invocando o Espírito Santo para que sejamos capazes de responder aos sinais dos tempos que chamam os cristãos à unidade e testemunho comum.

Fonte - Radio Vaticano

Contenções de Ellen. G. White às incursões carismáticas no adventismo


 

quinta-feira, 30 de abril de 2015

Terremoto de 6,8 graus sacode Papua-Nova Guiné

Por enquanto não há informações sobre vítimas ou ocorrência de tsunami

Um terremoto de magnitude 6,8 graus, segundo dados preliminares, sacudiu nesta quinta-feira a ilha de Nova Bretanha Oriental, no nordeste de Papua-Nova Guiné, sem que se tenha declarado alerta de tsunami ou informações sobre vítimas.

O serviço geológico dos Estados Unidos, que registra a atividade sísmica no mundo todo, localizou o epicentro a 60 quilômetros de profundidade e a 131 quilômetros de Kokopo, capital de Nova Bretanha Oriental. A ilha de Nova Guiné, cuja metade ocidental pertence à Indonésia, fica sobre o Anel de Fogo do Pacífico, uma região de grande atividade sísmica e vulcânica que é sacudida ao ano por cerca de 7.000 tremores, a maioria moderados.

Um tremor de 7 graus aconteceu em 1998 no mar de Bismarck, no leste de Papua-Nova Guiné, e originou uma onda gigante que arrasou dezenas de aldeias e matou mais de 2,2 mil pessoas.

Fonte - Terra

Trabalhadores de shoppings querem lojas fechadas aos domingos

Trabalhadores querem que as lojas dos shoppings em todo Espírito Santo fechem as portas aos domingos a partir de novembro deste ano, da mesma forma como feito no caso dos supermercados.

O Sindicato dos Empregados no Comércio (Sindicomerciários) vai negociar com os empresários do setor para viabilizar a proposta. Se a proibição for incluída, no acordo trabalhista deste ano, somente os cinemas e a praças de alimentação vão funcionar aos domingos.

De acordo com o presidente do Sindicomerciários, Jackson Andrade Silva, esta é uma reivindicação dos trabalhadores e de alguns empresários. O interesse dos patrões seria em evitar prejuízos, já que as vendas nos estabelecimentos estão abaixo do esperado, afirma o sindicalista.

“Os trabalhadores pedem isso cotidianamente. Não compensa, é cansativo e há excesso de jornada de trabalho. Lojistas de pequeno e médio porte também querem, porque eles não suportam as escalas e o custo não vale a pena por a venda ser menor”, afirmou à Rádio CBN Vitória.

Datas especiais

O presidente do Sindicomerciários acrescentou que se a proibição for aprovada, haverá algumas exceções, como por exemplo, na semana que antecede o Natal. Para o vigilante Nakle Kallas Júnior as lojas dos shoppings deveriam permanecer abertas aos domingos.

Nakle conta que para evitar o excesso de trabalho, os lojistas deveriam criar uma escala que contemplasse folgas aos domingos para os funcionários. Como vigilante, ele diz que também trabalha aos domingos durante o mês.

“Isso é um absurdo. Esse Estado é muito atrasado, fecha tudo no domingo e não podemos sair para passear com a família. Se for assim que feche tudo então, geral”, reclamou.

O presidente do Sindicomerciários destacou que se a proibição for incluída no acordo coletivo dos trabalhadores, o Espírito Santo será o único estado do Brasil onde os empregados do comércio não poderão trabalhar aos domingos.

Fonte - Gazeta Online

Ciência, igreja e Estado se unem para salvar a Terra

Todos unidos pela paz 

As preocupações e orações dos líderes religiosos em todo o mundo estão em sintonia com os alertas dos cientistas: a mudança climática global é real e pode comprometer a justiça social e a paz. Esses dois magistérios, que geralmente não se bicam, afirmaram nesta terça-feira, durante um seminário no Vaticano, que a conferência do clima de Paris é provavelmente a última oportunidade de frear o aumento de temperatura da Terra. O evento, aberto pelo secretário-geral da ONU, Ban Ki-moon, foi organizado por um conjunto de instituições religiosas, como a Pontifícia Academia de Ciências e a Pontifícia Academia das Ciências Sociais, teve participação de acadêmicos, políticos e líderes religiosos.

A “Declaração de Líderes Religiosos, líderes políticos, líderes empresariais, cientistas e profissionais de desenvolvimento” mostrou especial preocupação com comunidades mais pobres e mais vulneráveis ao aumento da frequência de secas, tempestades extremas, ondas de calor e elevação do nível do mar. O documento reforça a necessidade de um acordo ambicioso em Paris.

“O mundo tem ao seu alcance tecnologia, meios financeiros e know-how para mitigar a mudança climática e ao mesmo tempo acabar com a pobreza extrema, por meio da aplicação de soluções de desenvolvimento sustentável, incluindo a adoção de sistemas de energia de baixo carbono apoiados pelas tecnologias da informação e da comunicação”, diz um trecho da declaração.

Os signatários pedem, ainda, que os países desenvolvidos auxiliem e financiem os países pobres e mais vulneráveis e sugerem “a mudança do financiamento público de gastos militares para investimentos urgentes para desenvolvimento sustentável”.

Em seu discurso, Ban pediu aos líderes religiosos que ajudem a aumentar a consciência sobre o clima. “Ciência e religião não estão em desacordo sobre mudanças climáticas. Na verdade, estão totalmente alinhados”, afirmou. “A erradicação da pobreza extrema e a proteção do meio ambiente são valores que estão em plena consonância com os ensinamentos das grandes religiões [...]. Somos a primeira geração que pode acabar com a pobreza em nosso tempo de vida, e a última geração para combater a mudança climática antes que seja tarde demais.”

O secretário-geral da ONU reuniu-se durante cerca de meia hora com o papa Francisco, que afirmou que sua encíclica sobre mudança climática já está em tradução e deve ser publicada em junho. “Ela irá transmitir ao mundo que proteger o nosso ambiente é um imperativo moral urgente e um dever sagrado para todas as pessoas de fé e as pessoas de consciência”, disse Ban.

A teóloga Teresa Berger, da Universidade Yale, nos EUA, disse ao jornal The Guardian que a encíclica papal deverá trazer uma visão teológica que considera a exploração sem limites da Terra “um pecado”.

(Observatório do Clima)

Leia também: "Vaticano e ONU querem governo mundial"

Arautos do Rei voltam às origens

Mensagens e imagens inspiradoras

Fazia tempo que eu não me assentava com calma para assistir a uma produção musical em vídeo (e conseguia ver tudo, até o fim). Há duas semanas, depois do culto do pôr do sol de sexta-feira, reuni a família para assistirmos juntos ao novo DVD dos Arautos do Rei, “O Tempo de Deus”. Foi emoção e inspiração do começo ao fim! Ainda mais porque há menos de um ano tive o privilégio de passar por aqueles lugares históricos exibidos na produção (veja no vídeo abaixo). As músicas têm conteúdo sólido – tanto do ponto de vista doutrinário quanto histórico –, que alimenta o coração e a mente. As melodias são suaves, solenes e belas. E as mensagens apresentadas pelo pastor Ivan Saraiva casam perfeitamente com as letras e as músicas, e contribuem no impacto positivo que o material tem sobre os que o assistem. Pregação, músicas e imagens num casamento perfeito. Um DVD imperdível que resgata as origens do adventismo, reafirmam a convicção de que esse é um movimento profético e reforçam a crença na santa lei de Deus e no sábado do quarto mandamento. Deus seja louvado por essa produção e parabéns ao quarteto e à Gravadora Novo Tempo!

Fonte - Criacionismo

quarta-feira, 29 de abril de 2015

“Autoridade moral do Papa é imensa"

Cidade do Vaticano (RV) – Após ser recebido pelo Papa nesta terça-feira (28/04), o presidente do Equador, Rafael Correa, afirmou que “a autoridade moral do Papa, sua liderança, é imensa”. A declaração de Correa tem base no papel de mediador que Francisco tem mantido para solucionar conflitos internacionais, com destaque para a questão diplomática entre Cuba e Estados Unidos.

“Acredito que pode haver muito espaço para estas mediações. Em todo caso, aquilo que alcançou entre Cuba e Estado Unidos, já é histórico”, disse. A aproximação entre Cuba e Estados Unidos impulsionada pela Santa Sé “é uma das melhores notícias das últimas décadas na América Latina”, afirmou ainda Correa, que concluiu: “Esta é uma mostra de tudo o que pode ser alcançado com sua liderança, com a sua solvência moral como líder da Igreja”.

Fonte - Radio Vaticana

Bispos uruguaios: tutelar os direitos dos trabalhadores

Montevidéu (RV) - Tutelar os direitos dos trabalhadores, homens e mulheres: este é o apelo feito pela Conferência Episcopal do Uruguai, numa nota, em vista do Dia Mundial do Trabalho, 1° de maio, em que a Igreja recorda São José Operário.

“Agradecemos a Deus pelos homens e mulheres que na cidade e no campo, com seu esforço, ganham o pão de cada dia, dão dignidade à sua vida, contribuem para o bem comum e constroem a pátria, continuando assim a obra do Criador”, destacam os bispos no documento.

Distribuir melhor as riquezas, privilegiando os mais necessitados

“Apreciamos os esforços que são feitos em nossa sociedade para que a riqueza produzida seja distribuída cada vez melhor e os pobres sejam privilegiados”, afirma a Conferência Episcopal do Uruguai.

Os bispos estão próximos a muitas realidades de sofrimento e injustiça, como as situações de desemprego ou subemprego ou o drama de quem sofreu um acidente no trabalho ou perdeu uma pessoa querida no local de trabalho.

Domingo, dia de descanso a ser dedicado a Deus e à família

“Nesse tempo acelerado e agitado, que muitas vezes tira espaço para o encontro e deteriora a qualidade de nossas relações com os outros, conosco, com a Criação e com Deus, sublinhamos a importância do descanso dominical como tempo de louvor ao Criador, tempo da família, de encontro e de sossego”, frisam os prelados na nota.

A nota se encerra com uma oração dos bispos a São José Operário, Padroeiro dos trabalhadores.

Fonte - News.VA

Vereador quer proibir chip em humanos

Ele quer impedir o "Apocalipse"
E o diabo deve achar a maior graça


Um vereador de Santa Bárbara d’Oeste (SP) criou um projeto de lei que proíbe a implantação de chips em moradores do município. A proposta, elaborada por Carlos Fontes (PSD), tem uma justificativa inusitada. Ela prevê o fim do mundo e tem a intenção de impedir uma ordem satânica mundial, representada pela “marca da besta”, onde todas as pessoas serão marcadas na pele com dispositivos rastreadores. Fontes, que é evangélico, é categórico ao afirmar no texto do projeto que o Apocalipse está próximo: “Tendo em conta que o fim dos tempos se aproxima, é preciso que as leis se antecipem aos futuros acontecimentos. Sendo assim, urge que se proíba a implantação em seres humanos de chips ou quaisquer outros dispositivos móveis que permitam o rastreamento dos cidadãos.”

O parlamentar afirmou que a ideia de implantar chips em humanos tem sido trabalhada pela Organização das Nações Unidas (ONU) para que o dispositivo seja responsável por todas as atividades das pessoas, como viagens e compras.

Para o vereador, no entanto, essa estratégia está relacionada a uma profecia do fim do mundo, onde quem “não tiver a marca da besta” não vai conseguir ser inserido na sociedade. Segundo a Câmara, o projeto foi protocolado no Legislativo de Santa Bárbara na segunda-feira (27) e será analisado pelas comissões permanentes da Câmara, que vão decidir se ele entrará em votação.

Apesar de pedir a proibição dos chips, o vereador afirmou que é a favor de as pessoas terem o “livre arbítrio” de escolher o que querem. O parlamentar ainda citou um capítulo do livro Apocalipse, da Bíblia, para justificar a tese de que os chips representarão uma nova ordem mundial satânica: “A Bíblia Sagrada, no livro de Apocalipse, diz que todas as pessoas deverão ter marcas na mão ou na testa para se inserir na sociedade, seria a marca da besta. Eu não quero ir contra a Palavra de Deus, mas quero alertar a população sobre essa imposição. O projeto pede a proibição, mas as pessoas têm direito de escolha”, afirmou o vereador ao G1.

(G1 Notícias)

Nota Michelson Borges: Sem saber (creio), o vereador já está indo contra a Palavra de Deus e certamente despertando escárnio. Assista aos dois vídeos abaixo para saber o que realmente é a marca da besta mencionada no Apocalipse. [MB]



terça-feira, 28 de abril de 2015

Papa Francisco é líder mundial mais influente do Twitter

São Paulo – O papa Francisco é o líder mundial mais influente do Twitter. A informação foi divulgada com a pesquisa Twiplomacy, que analisa o uso da rede social entre líderes do mundo todo.

Apesar de não ser o mais seguido entre eles, o papa Francisco é aquele com maior número de retuítes. O pontífice conta com 20 milhões de seguidores entre suas nove contas de Twitter – ele tem contas separadas para publicar em idiomas diferentes. Ele já havia sido identificado como líder mundial mais influente do Twitter na mesma pesquisa do ano passado.

O campeão no número de seguidores é o presidente americano Barack Obama. Ele tem 57 milhões de seguidores. Obama é também o líder mundial com conta mais antiga na rede social. Em 5 de março de 2007, quando ainda era somente senador, Obama criou sua conta.

Outro líder com conta desde 2007 na rede é o presidente mexicano Enrique Peña Nieto. Ele também se destaca como líder da América Latina com mais seguidores.

A presidente brasileira Dilma Rousseff está em quarto lugar no ranking latino-americano. Ela perde para o presidente colombiano Juan Manuel Santos e para a presidente argentina Cristina Kirchner.

O estudo foi feito pela consultoria de comunicação Burson-Marsteller. Foram analisadas 669 contas do Twitter em 166 países. “Este estudo mostra que os governos estão cada vez mais profissionais no uso das redes sociais”, disse Ramiro Prudencio, CEO da Burson-Marsteller na América Latina, em um comunicado oficial.

Se para usuários comuns o Twitter parece ter perdido apelo frente ao Facebook, entre os líderes mundiais ele ainda é bem usado. Ao redor do mundo, 86% dos governos têm contas no microblog. Entre os chefes de estado, 70% têm uma conta pessoal.

A maior parte dos países que não tem conta na rede social são localizados naÁfrica e na região da Ásia-Pacífico.

Por outro lado, é da África o presidente que mais interage com seus seguidores. Entre as publicações de Paul Kagame, presidente de Ruanda, 86% são respostas a seus seguidores.

A pesquisa foi concluída no dia 24 de março deste ano. Nesse dia, os líderes mundiais registraram 2,6 milhões de tuítes publicados. Somando a audiência de todas as contas, são mais de 212 milhões de seguidores. A pesquisa pode ser vista em detalhes neste site.

Fonte - Exame

Papa na vanguarda pela preservação do planeta

Cidade do Vaticano (RV) – Desde sua primeira homilia, o Papa Francisco já expressava sua preocupação pela tutela do Meio Ambiente.

Agora, o Pontífice entra na linha de frente na promoção do debate sobre as mudanças climáticas. Em defesa do desenvolvimento sustentável e como essas mudanças atingem os mais pobres, a próxima encíclica do Papa será um documento de vanguarda e deverá inspirar os líderes mundiais a tomarem decisões concretas para interromper esse ciclo autodestrutivo da humanidade e do planeta.

Atendendo ao um pedido direto de Francisco, a Pontifícia Academia para as Ciências promove, a partir desta terça-feira (28/04), no Vaticano, junto com as Nações Unidas e a Religiões para a Paz, um seminário cujo tema é: “Proteger a Terra, Enobrecer a Humanidade: as dimensões morais das mudanças climáticas e da humanidade sustentável”.

Encíclica

Na semana passada, o Papa lançou em sua conta no Twitter uma mensagem na qual convida à reflexão sobre o tema. “É preciso cuidar da Terra para que possa continuar a ser, como Deus a quer, fonte de vida para toda a família humana”.

Uma pequena demonstração do que deverá ser o conteúdo da sua Encíclica. Com a presença do Secretário-Geral das Nações Unidas, o Seminário de hoje no Vaticano é um claro chamado do Papa para que a Comunidade Internacional chegue a um acordo concreto na Convenção do Clima de Paris, em dezembro, para reduzir as emissões de gases nocivos causadores do efeito estufa. E não somente: as reflexões encíclicas do Papa servirão de modelo para que esse acordo leve em consideração aqueles que mais sofrem com as mudanças climáticas: os pobres.

Fonte - Radio Vaticana

Obama: mudanças climáticas não podem ser negadas

Obama quer liderar esforços

O presidente norte-americano, Barack Obama, afirmou [no dia 22] que as mudanças climáticas “não podem mais ser negadas”, durante visita ao parque nacional dos Everglades, na Flórida, em uma tentativa de ressaltar os riscos que o meio ambiente enfrenta. Obama advertiu que o aquecimento global está provocando no planeta “tempestades mais fortes” e “secas mais intensas”, que afetam tanto a economia quanto o ecossistema, em discurso feito no Dia da Terra. “As mudanças climáticas não podem mais ser negadas. Não podem ser deixadas de lado. Não podem ser deixadas de fora da conversa”, afirmou. Ao mesmo tempo em que pediu que os parques nacionais sejam protegidos para as próximas gerações, Obama também disse que preservá-los é economicamente indispensável.

O aumento do nível do mar ameaça o ecossistema dos Everglades, o que por sua vez representa um risco para a indústria do turismo na Flórida (sudeste dos EUA), que gera US$ 82 bilhões, destacou. A oposição republicana costuma usar o custo econômico das medidas para enfrentar as mudanças climáticas como uma razão por trás de seu ceticismo sobre o tema.

No mês passado, surgiu uma polêmica na Flórida quando uma organização de jornalistas do estado denunciou o governo do republicano Rick Scott por proibir seus funcionários de falar em “mudanças climáticas” e “aquecimento global”. O governador negou a existência dessa diretriz. Assim como outros políticos conservadores nos Estados Unidos, o republicano Scott disse no passado não acreditar que as mudanças climáticas sejam provocadas pelo homem.

A agência americana de proteção ambiental (EPA) divulgará em algumas semanas novas regulamentações para limitar as emissões de usinas que geram eletricidade com carvão, o que ameaça gerar uma nova controvérsia política.

Em dezembro deste ano, líderes mundiais se reunirão em Paris para tentar chegar a um acordo para reduzir as emissões de gases de efeito estufa em nível mundial, e Obama quer liderar esse pacto.

(G1 Notícias)

Nota Michelson Borges: É interessante notar como Obama e o papa Francisco estão perfeitamente alinhados nessa questão. Em breve o papa publicará sua encíclica sobre o meio ambiente, e todo mundo já sabe (ou deveria saber) que uma das propostas do Vaticano para a contenção das emissões de gases de efeito estufa é que a humanidade reserve um dia por semana para minimizar essas emissões, deixar a Terra “descansar” e melhorar as relações familiares – diga-se de passagem, uma proposta altamente simpática e perfeitamente exequível. A intolerância será forte contra aqueles que (1) não concordam que o aquecimento global tenha causas majoritariamente antropogênicas e (2) discordam que o dia de descanso e da família deva ser o domingo. Só para lembrar: em setembro, o papa vai discursar na ONU (com a qual já concorda a respeito da ideia de um governo global), no Senado norte-americano e na Casa Branca. Não perca os próximos capítulos proféticos! [MB]

Leia também: “John Kerry: On Earth Day, time running out for climate change” e “Grande tornadodeixa mortos em Santa Catarina” (eventos com tremendo potencial de alimentar o medo do aquecimento global e a aceitação de medidas de combate ao problema)

E LEIA ESPECIALMENTE esta matéria (clique aqui) em que o secretário-geral da ONU diz que combater a mudança climática é “questão moral”.

Governo chinês quer fechar todas as igrejas evangélicas do país

Programa de erradicação do cristianismo deve durar 10 anos

O governo da China está lançando uma campanha de três fases para erradicar todas as igrejas evangélicas do país. Esse foi o teor do comunicado divulgado em abril pela Associação de Ajuda à China, ONG que envia missionários para solo chinês.

A estratégia do governo foi claramente delineada em um documento divulgado em setembro passado, durante uma aula de treinamento gerido pela Administração Estatal para Assuntos Religiosos da China.

De janeiro a junho deste ano, o documento revela que as autoridades locais estão conduzindo uma investigação completa, para listar as igrejas de todo o país que funcionam nas casas chinesas, e fazer dossiês completos sobre cada uma delas.

Na fase dois, nos dois anos seguintes, as autoridades irão encorajar as “igrejas não registradas” para se filiar ao Movimento Patriótico da Tríplice Autonomia, que monitora tudo o que acontece nos templos. A fase três, a ser concluída em até 10 anos, as igrejas que se recusam a seguir as regras seriam fechadas e os líderes condenados.

Os funcionários do governo também devem banir as palavras “igreja nos lares” de todos os relatórios sobre igrejas em sites e outros meios de comunicação. Agora, só podem usar o termo “reuniões em casas”, um termo que remete aos grupos reunidos em sites afiliados ao MPTA.

Em uma pesquisa recente, conduzida em várias províncias chinesas, mais de 95% dos líderes de igrejas caseiras disseram que já sentiram o impacto dessas investigações, enquanto 85% disseram que investigadores já haviam feito um dossiê sobre seu grupo.

“Desde o início de 2012, temos notado um aumento na freqüência da perseguição”, disse a Associação de Ajuda à China em um comunicado de imprensa. “Além da perseguição contínua das igrejas em Pequim, o número de casos semelhantes aumentou 20% em comparação ao ano passado e se espalhou para outras áreas, incluindo ações contra educação, publicação e livrarias cristãs.”

A campanha foi lançada em dezembro de 2010 através de um documento intitulado “Operação Repressão”, emitido pelo Comitê Central do Partido Comunista. Esta diretriz pedia às autoridades de todos os níveis para “levar” os cristãos das igrejas nos lares a freqüentar somente as igrejas registradas e aprovadas pelo governo e acabar com igrejas grandes que se reúnem também em grupos menores.

A Igreja Shouwang, que reúne mil membros, viu a pressão aumentar muito nos últimos meses. “No ano passado … a nossa experiência com o Senhor era diferente a cada semana. Foi Sua graça e paz que nos protegeram e nos sustentaram até agora “, declara um líder da igreja

Essa operação também irá registrar todos os pastore, como uma maneira de continuar controlando o crescimento cristão e o surgimento de novas igrejas. Esse processo deverá estar concluído até o final de 2012, segundo um comunicado oficial.

Segundo o documento divulgado em setembro passado, o governo planeja usar “medidas humanas da lei de execução” para alcançar a erradicação total de igrejas nos lares. Ou seja, pastores que se negarem a cumprir a lei serão mortos por desobedeceram a lei.

Fonte - Gospel Prime

segunda-feira, 27 de abril de 2015

Walter Veith em São Paulo


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