segunda-feira, 10 de março de 2008

A música no contexto do fim - Final

Conclusões
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Uma das últimas batalhas que o povo de Deus terá que enfrentar, é a de decidir a quem adorar e como adorar. A adoração será o ponto de conflito entre o bem e o mal, e todos os cristãos, sinceros e falsos, estarão envolvidos neste conflito. Mas será preciso estar atento, pois o inimigo nunca vem de forma clara, aberta, e já declarando suas intenções. Sempre virá de forma velada, escondida, sem revelar a sua real intenção.
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Querendo proteger a Igreja, Deus deixou uma profecia alertando sobre os problemas que enfrentaria bem perto da volta de Jesus. A profecia diz que nos cultos apareceriam "gritos com tambores, música e dança".
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A profecia vai ser cumprida, mas ai de quem a cumprir. Jesus disse que os escândalos viriam, mas "ai" daqueles por quem vierem (Lc 17:1). Esta forma errada de adoração seria introduzida nos cultos, mas ai daqueles que a introduzissem. Este "ai", foi pronunciado pelo dono da Igreja, Jesus Cristo.
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O que choca é que muitos hoje, não estão querendo enxergar o que de fato estão vendo, e outros, simplesmente não estão percebendo nada, ou melhor, não vêem mal nenhum neste tipo de música. Alguns chegam a dizer que os tempos mudaram, e que os jovens precisam de algo mais alegre. É verdade os tempos mudaram, mas estas mudanças não são, infelizmente, produzidas por Deus (Rom. 12:2). Não se está combatendo a música e o uso devido dos instrumentos na adoração, mas a alertar acerca de um problema que aparece cada vez mais em nosso meio. É profundamente triste se ver que em muitas de nossas reuniões esta profecia já está se cumprindo.
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Até quando haverá silêncio diante do que está acontecendo em nosso meio? Quem vai se levantar e, com amor, ensinar a estes bons irmãos sobre qual é a vontade da Deus acerca deste assunto? Até quando será o povo do Senhor alimentado com músicas que não os aproximam de Deus, mas os ferem?
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Resta suplicar a Deus para que olhos sejam abertos, para que seja visto o perigo que está rondando e o engano que Satanás está tentando introduzir em nosso meio, de forma sutil, lenta e gradual, muitas vezes. A profecia diz que haveriam muitos gritos, música e dança, mas a pergunta que cada filho de Deus precisa fazer é: serei eu o cumpridor desta profecia? Note o alerta feito por Deus: "Essas coisas que aconteceram no passado hão de ocorrer no futuro. Satanás fará da música um laço pela maneira por que é dirigida". Mensagens Escolhidas, Vol. 2, pág.38. (Grifo nosso). A profecia, feita a mais de cem anos, é mais um indício de que estamos vivendo no fim da história deste mundo. A profecia esta aí, mas quem a cumprirá?
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(Fonte – “Quem cumprirá a profecia?” - Pr. Élbio Menezes)
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“Adequação de métodos, não contextualização de mensagem! O mundo evangélico está infestado desta praga que já assola o arraial adventista. Temos bebido em cisternas rotas e vazias e, de lá trazido águas sujas e a maldição da contextualização da verdade com adequação aos gostos e preferências do homem pós moderno. É uma maldição na história do povo Deus.”
(Pr. Jorge Mário de Oliveira – Aos formandos do Curso de Teologia – 10/12/05)


A música no contexto do fim - 4

O Espírito de Profecia


"a conformidade aos costumes mundanos converte a igreja ao mundo; jamais converte o mundo a Cristo" (O Grande Conflito, pág. 512)
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Admoestações sobre os caminhos que a música tomará no tempo do fim:
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"As coisas que descrevestes como tendo lugar em Indiana, o Senhor revelou-me que haviam de ter lugar imediatamente antes da terminação da graça. Demonstrar-se-á tudo quanto é estranho. Haverá gritos com tambores, música e dança. Os sentidos dos seres racionais ficarão tão confundidos que não se pode confiar neles quanto a decisões retas. E isto será chamado operação do Espírito Santo." (Publicada em Mensagens Escolhidas, vol. 2 p. 36).
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"Essas coisas que aconteceram no passado hão de ocorrer no futuro. Satanás fará da música um laço pela maneira por que é dirigida. Deus convida Seu povo, que tem a luz diante de si na Palavra e nos Testemunhos, a ler e considerar, e dar ouvidos. Instruções claras e definidas têm sido dadas a fim de todos entenderem. Mas a comichão do desejo de dar origem a algo de novo dá em resultado doutrinas estranhas, e destrói largamente a influência dos que seriam uma força para o bem, caso mantivessem firme o princípio de sua confiança na verdade que o Senhor lhes dera." - Carta 132, 1900 a S. N. Haskell. (Publicada em Mensagens Escolhidas, vol. 2, p 38) (grifos acrescentados)
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Há de ser considerado em primeiro plano que a Sra. White não conhecia o termo “bateria”, nos moldes que hoje conhecemos, em segundo plano, que para o cumprimento específico destas profecias, nós certamente teremos de passar pela aceitação dos instrumentos de percussão em nosso meio, o que ora se discute.
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Admoestações sobre a a verdadeira adoração:
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"Vi que todos devem cantar com o Espírito e com o entendimento também. Deus não se agrada de algaravia e desarmonia. O certo é-Lhe sempre mais aprazível que o errado. E quanto mais perto puder chegar o povo de Deus do canto correto, harmonioso, tanto mais será Ele glorificado, a igreja beneficiada e os incrédulos impressionados favoravelmente".
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"Foi-me mostrada a ordem, a perfeita ordem do Céu, e senti-me arrebatada ao escutar a música perfeita que ali há. Depois de sair da visão, o canto aqui me soou muito áspero e dissonante. Vi grupos de anjos que se achavam dispostos em quadrado, tendo cada um uma harpa de ouro. Na extremidade inferior dela havia um dispositivo para virar, afinar e fixar a harpa, ou mudar os tons. Seus dedos não corriam pelas cordas descuidosamente, mas faziam vibrar diferentes cordas para produzir diferentes acordes. Há um anjo que dirige sempre, o qual toca primeiro a harpa a fim de dar o tom, depois todos se juntam na majestosa e perfeita música do Céu. Ela é indescritível. É melodia celestial, enquanto cada semblante reflete a imagem de Jesus, irradiando glória indizível." (Testemunhos Seletos, vol. 1, pág. 45)
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"Disse o anjo: 'Escutai!' Logo ouvi uma voz que soou como se fossem muitos instrumentos musicais, todos em perfeita afinação, doce e harmoniosa. Esta sobrepujou qualquer música que eu tinha ouvido. Pareceu ser tão cheia de misericórdia, compaixão, elevação e alegria santa, que fez estremecer todo o meu ser." (Testimonies, vol. 1, pág. 181) (grifos acrescentados)
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Não há muito que se falar, ela é absolutamente clara em dizer que após ouvir a música do céu, onde UMA VOZ lhe soou como se fossem muitos instrumentos musicais, afinados, doces, harmoniosos e, nosso CANTO a partir disso, áspero e dissonante. Imagine-se o efeito de um instrumento de percussão!
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“Não havendo profecia o povo se corrompe.” (Prov. 29:18)

A música no contexto do fim - 3

A Bíblia

Após a passagem pelo mar Vermelho, Miriam e as mulheres de Israel dançaram ao som de tamboris (Êxodo 15:20). Outras mulheres dançaram com tamboris após vitórias de Saul e Davi (1Samuel 18:6). O Salmo 149 (verso 3) incentiva a louvar ao Senhor com harpa e adufe.

A questão a ser respondida é: a menção de um costume mantido ou praticado pelos servos de Deus no passado é suficiente para autorizar o mesmo costume para todos os tempos e lugares? A resposta clara é "não". Pois, os servos de Deus no passado, sob a influência da cultura prevalecente, usaram bebida forte, tiveram mais de uma mulher e mantiveram escravos, entre outras coisas. Da mesma forma que a revelação posterior, corroborada por estudo e reflexão, iluminou esses fatos que aos poucos foram sendo eliminados, a questão da música também deve ser objeto de estudo para compreensão e juízo acertados.

Tanto a presença do tambor (ou da percussão) quanto a sua ausência em circunstâncias bíblicas específicas ajudam a indicar possíveis caminhos para a compreensão do assunto.

Tambores e danças foram usados em ocasiões festivas, celebradas com danças e muita alegria, segundo o costume da época (ver os textos citados acima). Na condução da arca de Quiriate-Jearim até a casa de Obede-Edom, houve música com tamboris e Davi dançou e se alegrou, ao ritmo da banda (1Crônicas 13:8 e 2Samuel 6:5). Nessa viagem, tudo deu errado. Os bois tropeçaram, a arca quase caiu e Uzá morreu ferido pelo Senhor (1Crônicas 13:8 e 2Samuel 6:5). Davi ficou triste e se perguntou: "Como trarei a mim a arca do Senhor?" (1Crônicas 13:12). Três meses depois, Davi juntou o povo para buscar a arca da casa de Obede-Edom. Desta vez, ele orientou que ninguém conduziria a arca, senão os levitas (1Samuel 15:2). Houve alegria, mas ao contrário da primeira tentativa, desta vez a orquestra não teve tambor, mas harpas, alaúdes e címbalos (1Crônicas 15:16). O transporte deu certo.

Davi quis fazer uma casa para Deus, mas não foi permitido. O rei era músico e Deus deu orientações a ele para que tomasse todas as providências para o templo, que Salomão edificaria. Entre essas orientações, Deus determinou os instrumentos (címbalos, alaúdes e harpas) que deveriam fazer parte da música do templo (2Crônicas 7:6 e 29:25). Davi fez instrumentos para serem usados pelos levitas. É significativo o texto de 2Crônicas 7:6, que diz: "...os levitas com os instrumentos músicos do Senhor, que o rei Davi tinha feito, para louvarem ao Senhor...". O artigo plural definido "os" indica um grupo específico de instrumentos, que ainda são qualificados como "do Senhor". Estes são os que Davi fez por ordem de Deus: címbalos, alaúdes e harpas. A lista desses instrumentos aparece em diversas ocasiões, sempre sem inclusão do tambor ou adufe (ver 1Crônicas 25:1 e 6, 16:5, 2Crônicas 5:12 e 13). Os únicos instrumentos que aparecem nas listas dos usados no templo, além dos que foram confeccionados por Davi, são as trombetas (2Crônicas 5:12 e 13 e 29:27).

A música que se fez no transporte da arca até Jerusalém, sem uso de tambores, foi chamada de "música de Deus" (1Crônicas 16:41 e 42), enquanto que a banda que deu o ritmo da dança, quando Uzá morreu, não recebeu essa adjetivação (ver 1Crônicas 13:8). No livro de Isaías, há juízos pronunciados contra pessoas que celebravam festas com embriaguez e música com tambores (ver Isaías 5:12 e 24:8 e 9).

O estudo dos textos bíblicos que citam os instrumentos musicais esclarece que o tambor não fazia parte da música do templo, por orientação do próprio Deus a Davi. Sugere também que Deus não proibiu as cerimônias ou celebrações em que as pessoas tocavam tambor e dançavam. Embora não tenha sido reprovada por Deus, os fatos relacionados com o santuário indicam que aquela não era a música ideal para a adoração.

A exclusão do tambor no templo pode indicar também que esse instrumento, por sua relação direta com o misticismo pagão e por sua influência no sentido de embotar a consciência e o juízo, deveria estar fora do culto que requer a lucidez da mente para o conhecimento de Deus e compreensão de Sua vontade revelada.

Uma vez que o templo de Israel era uma representação do santuário celestial e do trono de Deus, a música na igreja hoje deve ter sua referência maior na música usada nesse templo. Não só a música do templo, mas tudo a que se fazia ali reproduzia a ordem, a beleza e a perfeição do templo de Deus no Céu. O santuário terrestre representava o templo celestial feito pelo próprio Deus. Portanto, a música a ser executada ali perante o Senhor deveria ser diferente daquela usada nas festas comuns.

(Fonte - “A Bateria à Luz da Antropologia e da Bíblia” – Pr. Vanderlei Dorneles)

Vi como que um mar de vidro, mesclado de fogo, e os vencedores da besta, da sua imagem e do número do seu nome, que se achavam em pé no mar de vidro, tendo harpas de Deus; e entoavam o cântico de Moisés, servo de Deus, e o cântico do Cordeiro, dizendo: Grandes e admiráveis são as tuas obras, Senhor Deus, Todo-Poderoso! Justos e verdadeiros são os teus caminhos, ó Rei das nações! (Ap 15:2-3)

A música no contexto do fim - 2

Introdução

Este pequeno trabalho de pesquisa estabelece-se em um contexto global, analisando a discussão da temática em foco nos próprios meios adventistas, de forma ABSOLUTAMENTE abstrata, no entanto, abrangente o bastante para, mesmo não se enquadrando de forma específica em igrejas em particular, estabelecer marcos teóricos necessários ao enfrentamento da questão, como de fato fazem os teólogos infra citados.

Breve contexto histórico

Será que os motivos da polêmica quanto ao uso da bateria são os mesmos dos demais instrumentos? Todos os instrumentos são iguais quanto ao seu potencial no louvor e na influência que exercem sobre a mente?

Um estudo dos cultos de mistérios, das cerimônias nativas e dos rituais da África esclarecem que a música ritual é basicamente o som do tambor, essa música é acompanhada de dança e o transe é o objetivo pretendido e alcançado com o ritual primitivo.

Aguiar Bastos diz que "o tambor não é um simples instrumento de ritmo quanto à sua mais antiga tradição ligada às danças sagradas. Ele é, por sua vez, um instrumento de correspondência, isto é, de comunicação entre o homem e os seres misteriosos que governam a natureza" (Aguiar Bastos, Os Cultos Mágico-Religiosos no Brasil [São Paulo: Hucitec, 1979], pág. 99).

Muitas pessoas ignoram esse lado místico do tambor, apesar da clara relação entre o instrumento e o transe místico ou fenômeno de possessão ou ainda perda da consciência.

Quanto à função e ao uso difundido do tambor ou qualquer outro instrumento percussivo nas religiões primitivas ou pagãs, não parecem restar dúvidas. Sua função mística e a maneira como favorece a busca do transe ficam bastante claras mediante os textos citados. Possivelmente o que mais dificulta a compreensão do assunto por parte dos cristãos seja a menção do uso do tambor e de danças entre o povo de Israel.

(Fonte - “A Bateria à Luz da Antropologia e da Bíblia” – Pr. Vanderlei Dorneles)

"Que gostoso é o candomblé! Mesmo se você não tem nada a ver com a religião, quando escuta os tambores não tem jeito: começa a balançar os ombros."
Filha-de-santo do terreiro de Gantois, Salvador, Bahia

A música no contexto do fim - 1

Tendo em vista o aspecto recorrente e controverso deste assunto no seio adventista atualmente e, referindo-se principalmente à utilização ou não de instrumentos de percussão para o louvor em atividades de adoração, levando-se em conta ainda o referencial histórico deste tipo de instrumento, os exemplos e lições que a Bíblia nos traz acerca da utilização dos mesmos e as orientações de Ellen G. White que, inspirada por Deus, deixou-nos instruções valiosas neste particular, serve a presente sequência de estudos compilados da internet para traçar algumas linhas no tema, inclusive, por honestidade intelectual, para a necessária reavaliação do uso de “play-backs”, nos limites e argumentos aqui declinados.

Pensamos que a profunda reflexão sobre o tema reflete-se em muito mais que uma simples decisão sobre um tema emergente e palpitante nos arraiais adventistas - quase sempre adstrita a gostos e preferências pessoais - mas acima de tudo versa sobre os caminhos dos Filhos de Deus nesta terra até que Ele volte, especialmente diante das admoestações específicas da Serva do Senhor neste particular, asseverando de forma absolutamente clara e inequívoca que a música será uma das pedras de tropeço utilizadas pelo inimigo nos últimos dias, o que pensamos, deveria nos deixar em estado de mais absoluto alerta sobre os caminhos a serem trilhados nesta área sensível e a responsabilidade que temos face ao que nos foi revelado.

Além disso, os problemas aqui levantados não nos deveria constituir novidade, dados os exemplos que temos em outros segmentos evangélicos que, de contextualização em contextualização, neste e em outros temas, infelizmente, já nos têm demonstrado os resultados perigosos da adoção de certas práticas que, de forma lenta, paulatina, mas constante, se alastra também para o nosso meio.

Cabe salientar que considerar o tema visa não apenas prestar um louvor aceitável ao nosso Deus, conforme orientações que Ele mesmo nos deixou, como também sanar um estado de desconforto que este tema tem trazido, por dividir opiniões até mesmo entre os jovens de nossa igreja.

Roguemos a Deus seja concedida à liderança geral e local de nossas Igrejas a iluminação necessária à tomada de atitudes alinhadas ao propósito da obra de Jesus Cristo nesta terra, por ser de extrema importância, para nossos jovens, juvenis, primários e até mesmo participantes do rol do berço, que um dia, por decisões de nosso passado recente e destas que ora se impõem, talvez não tenham dois caminhos a considerar, como nós, pela graça de Deus, hoje ainda temos.

“Prudência e entendimento. Perceberam que eu não usei a palavra equilíbrio? Ela é perigosa. Ela é usada de maneira errônea,
para justificar uma série de coisas ruins.”
(Pr. Jorge Mário de Oliveira – Aos formandos do Curso de Teologia – 10/12/05)

Novos instrumentos de vigilância e controle social


Tecnologias que têm como alvo o funcionamento neurológico do cérebro.

Increasingly there are indications that the uses of wireless technologies have been developed to target an individual’s biological body, with specific focus upon the neuronal functioning of the brain. In this paper I examine how some of these uses have had detrimental effects, and what this implies for both present and upcoming developments for particular wireless/sensor technologies. I consider whether this is not shifting dangerously towards a psycho–civilised society, where greater emphasis is placed upon social control and pre–emptive strategies.
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Given these speculations, and what has been discussed in this paper, it is likely that the major technology for the future is neurotechnology. The information age that emerged out of post–war technologies, and which has guided most of the technologies of the early twenty–first century, has made it possible to collect, utilize, and transfer information/data at unparalleled speeds. Communication, information, and data have been flowing at exponential rates. However, they are yet to merge into a systemic environment.

Neurotechnologies are set to change this with the rise of ‘nanobiochips’ and brain imaging and scanning technologies that will eventually lower the cost of neurological techniques and analysis as well as making the procedures efficient and profitable. Neurotechnologies, combined with wireless sensors, may possibly usher in a communications revolution greater than that caused by the arrival of the transistor and the microchip. Zack Lynch, executive director of the Neurotechnology Industry Organization (NIO), writes that ‘When data from advanced biochips and brain imaging are combined they will accelerate the development of neurotechnology, the set of tools that can influence the human central nervous system, especially the brain’ (Lynch, 2004). Although neurotechnologies are likely to be put to therapeutic and medical uses, such as for improving emotional stability and mental clarity, they also open opportunities for intrusive strategies of control and manipulation.

Part of this paper has been focused on the dangers of an increasingly wireless world. These dangers may include the potential for invasive technologies, based upon transmitted/received signals and wavelengths, to shift social order towards a psycho–civilized society. By psycho–civilised I mean a society that manages and controls social behaviour predominantly through non–obvious methods of psychological manipulations, yet at a level far beyond that of the ‘normalised’ social manipulations of propaganda and social institutions. What I refer to are the technologised methods of psychological interference and privacy intrusions in the manner of creating a docile and constrained society. And here this brings us back to the problematics involved in opening a Pandora’s box.

In this paper I have asked whether innovations in wireless and neuro–technologies are not in danger of shifting human behaviour towards a psycho–civilised society, where greater emphasis is placed upon forms of social control and pre–emptive strategies. What are the moral and ethical implications of using wireless scanning surveillance technologies for evaluating pre–emptive behaviour based on thoughts and intentions alone? Is this not a dangerous path towards psycho–terrorising the social public? As Thomas (1998) reminds us, the mind has no firewall, and is thus vulnerable to viruses, Trojan horses, and spam. It is also vulnerable to hackers, cyber–terrorists, and state surveillance. Whilst this may sound a little too far out, they are reasonable questions to ask if technologies are racing ahead of us in order to better get into our heads.

Becoming wireless also means becoming increasingly immersed within an information–saturated environment. From the evidence of present trends and developments it seems likely that a greater systemic interconnectedness and interdependence is being formed between human–object–environment facilitated through and by information flows. This may herald the coming of a ‘wonderful wireless world’, yet it may also signal unforeseen dangers in protection, privacy, and security of the human biological body within these new relationships. It is the suggestion of this paper that such issues and concerns need to become more public, visible, and open; the very opposite of these technologies.

Fonte - Intelligence Daily

Nova pesquisa confirma temores de degelo antártico

Nova pesquisa confirma que os bancos de gelo no Oeste da Antártida estão ficando mais finos em uma taxa bem mais rápida do que no último milênio. Apesar dos cientistas estarem divididos em relação à causa do derretimento, muitos sentem que ele está diretamente relacionado à mudança climática

O estrondo deve ter sido ensurdecedor no final do ano passado, quando um pedaço gigantesco de gelo finalmente se desprendeu da Geleira Pine Island na Antártida. Por quase um ano, os rangidos e estalos do rio de gelo pressagiavam o nascimento de um novo e grande iceberg. E finalmente lá estava ele -34 quilômetros de extensão e 20 quilômetros de largura, uma área quase tão grande quanto a da cidade de Nova York.

Mas por mais dramático que tenha sido o nascimento do iceberg, ele se tornou um espetáculo comum nos últimos anos. O banco de gelo gigante que se estende oceano adentro no Oeste da Antártida está se desfazendo -e as geleiras no continente, atrás do banco de gelo, estão fluindo com velocidade cada vez maior na direção do mar. A preocupação entre os cientistas está aumentando de forma igualmente rápida. Caso a taxa de degelo continue, ou acelere, muitos especialistas temem que a elevação resultante no nível do oceano poderia ser catastrófica.
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Fonte - Deputado Aleluia

Profecias que não se calam

Todos os anos, as pessoas buscam conselho dos especialistas sobre como vão se comportar as ações na Bolsa. Mas, no fim, os peritos podem dizer tudo sobre as ações, a não ser uma coisa que todos desejam saber: como vão se comportar no futuro.

No entanto, Deus conhece o futuro. Ele nos provou isso, por meio de algumas das incríveis profecias da Bíblia. Muitas dessas profecias foram escritas com muita antecedência sobre os eventos preditos. E, seguramente, vez após outra, os eventos se deram da forma predita pelo Senhor. Sabemos isso porque hoje, olhando para trás na História, vemos a predição na Bíblia, e então, podemos ver que a predição se cumpriu. "Certamente, o Senhor Deus não fará coisa alguma, sem primeiro revelar o Seu segredo aos Seus servos, os profetas" (Am 3:7).

Veja algumas das principais predições dadas por Deus do que seria nosso mundo antes do retorno de Jesus:

1º - Guerras e rumores de guerras - Mateus 24:6

Recentemente presenciamos a guerra do Iraque e EUA, e atualmente presenciamos os rumores de guerras entre EUA, Irã, Venezuela, Rússia, Inglaterra, e outros países agitados. Até a América do sul que é encarado como uma área livre de conflitos, tem se tornado uma área conflitante. Alguns analistas acreditam que pelo fato de a Venezuela estar se armando até os dentes, poderá fazer com que toda a América latina comece também a investir mais em armamentos de guerra. Recentemente o Brasil anunciou que fará investimentos maciços em submarinos nucleares em resposta ao anúncio da Venezuela de aquisição de submarinos russos. O mundo, novamente começa a virar um pavio que pode acender a qualquer momento.

2º - Falsos Cristos e falsos profetas - Mateus 24:24

Recentemente presenciamos o famoso INRI Cristo. Com muitos adeptos, andando por todo Brasil e alguns países alegando ser realmente o verdadeiro Cristo. Este homem aparentemente prova ser o Cristo não só por suas palavras, mas também por equipamentos sofisticados. Nem mesmo o detector de mentiras foi capaz de desmascará-lo. Até os dias de hoje ainda consegue granjear discípulos para o seu reinado temporário.

O texto ainda fala de falsos profetas. Com tanta igreja, pastores, religiosos e simpatizantes pregando pelo mundo mensagens diferentes umas das outras, fica até difícil acreditar no próprio cristianismo atual. Muitos até deixam de ser cristãos, porque quando olham para o passado enxergam uma religião autoritária que perseguia e matava pessoas dentro da própria esfera do cristianismo como foi o período da igreja católica apostólica romana com suas cruzadas e santa inquisição.

Quando olham para o presente, enxergam religiões, pastores e religiosos se alfinetando alegando legitimidade cristã. Mas para que o leitor não se sinta perdido, aconselho a ler a bíblia e seguir suas orientações sem sair do que realmente "ESTÁ ESCRITO". Muitos falsos profetas existem em nossos dias. Esses falsos profetas são falsos porque usam a bíblia com contextos distorcidos e isolados para apoiarem suas idéias preconcebidas. O único meio de compreender a vontade de Deus sem cometer erros é sem dúvida alguma aceitar três sugestões que ela mesma dá aos que querem conhecer a verdade:

A - Não ir além do que está escrito: I Coríntios 4:6

B - Aceitar a interpretação que a Bíblia mesma dá, pois a bíblia responde a si mesma: II Pedro 1:20,21.

C - Quando tiver dificuldades para entender o texto, busque o máximo de contexto possível: Isaias 28: 10,11

Perceba que não estou dando 3 sugestões particulares, não estou dando sugestão humana, mas a sugestão de Deus. Em breve escreverei um tópico inteiro somente sobre essas três orientações bíblicas de como compreender a verdade.

3º - Como nos dias de Noé - Mateus 24:36-39

Nos textos apresentados, Jesus descreve que as condições do homem antes de seu retorno a este mundo seriam semelhantes aos dias de Noé. A pergunta que surge é, Como era nos dias de Noé?

Gêneses 6:13 - "Então disse Deus a Noé: o fim de toda carne é vindo perante a minha face, porque a terra está cheia de violência..."

Foi exatamente isso que Jesus ensinou-nos. A mensagem profética foi claríssima. Antes de seu retorno a este mundo, a maldade e violência humana seriam semelhantes aos dias de Noé. Nem preciso descrever o nível alarmante de violência existente nos quatro cantos do mundo. Violência que atinge todas as classes de pessoas. Não há mais segurança para mais nada nesta vida. Quem garante que hoje, ir a uma sorveteria com a família em horários que aparentemente seriam seguros, poderemos voltar vivos ou no mínimo sem ser assaltados?

Eu tive uma experiência semelhante de violência. Um dia em que estava indo a pé para a igreja fui abordado por uns 10 rapazes que não queriam dinheiro, não queriam meus sapatos, não queriam nada, somente queriam dar uma surra em mim por diversão. Naquele dia levei apenas um soco próximo do ombro, foi somente um soco porque Deus me livrou milagrosamente.

Não poderia deixar de mencionar ainda a violência aos animais. Foi exatamente nos tempos de Noé que os ímpios começaram a judiar e matar os animais para comer e para se divertir. Como Jesus disse: "...Como nos dias de Noé..." Com certeza Jesus também se referia aos sofrimentos impostos aos animais. Hoje o que vemos? Os animais se tornando pratos principais nas mesas de seres humanos e animais sendo iscas para homens que se divertem caçando-os com toda crueldade. Fiquei extremamente alarmado com algumas cenas que vi esses dias. Algumas técnicas para fazer com que a carne dos animais fique mais macia e apetitosa.

Algumas dessas técnicas, acreditem se quiser, primeiro, antes do animal ser abatido, é necessário que eles passem por um processo de sofrimento e agonia intenso para que a adrenalina e outras substâncias sejam liberadas para o sangue e músculos do animal. Acreditam que essas substâncias tornam a carne mais macia. Eu ainda não entendi direito essa idéia, mas assim que me inteirar melhor, com certeza escreverei algo a respeito para que todos fiquem bem informados. Tudo isso me faz lembrar do que o sábio Salomão escreveu: "O justo preserva a vida dos animais, quanto que os ímpios lhes trazem sofrimento", Provérbios 12:10.

Talvez se todos os animais entrassem em extinção, acredito que os humanos começariam a pelo menos sofrer a tentação de matar outros seres humanos para comer.

4º - Como nos dias de Ló – Lucas 17:28-30

A pergunta que surge é, como era os dias de ló? Dois acontecimentos são nitidamente claros em Genesis 19:34,35 - No verso de Genesis, Ló é abusado sexualmente pelas próprias filhas. Isso demonstra que a promiscuidade sexual em Sodoma principalmente antes do casamento era tão comum, que as próprias filhas de Ló foram influenciadas por tal promiscuidade. Sexo totalmente livre e tão comum, que nos leva a crer que se tornou comum até mesmo entre pais e filhos, filhos e pais de Sodoma. Possivelmente as filhas de Ló perderam a noção e a consciência pela influência dos costumes imorais de Sodoma e abusaram sexualmente de seu pai sem nenhum peso de consciência.

Ainda no verso 5 nos ensina outro tipo de sexo livre. O de homens com homens e mulheres com mulheres. No verso 5 os homens de Sodoma ao verem dois varões, que neste caso eram os anjos, entrarem na casa de Ló, os seguem, e na casa de Ló exigem que os dois varões sejam-lhes entregues para serem conhecidos. O termo "...para que os conheçamos..." significa "...para que tenhamos relações sexuais com eles..." A promiscuidade sexual entre pessoas do mesmo sexo eram as marcas de Sodoma e Gomorra.

Embora os nosso dias estejam muito difíceis, e com uma promiscuidade sexual muito grande, ainda creio que os dias de Ló eram muito piores. E se eu estiver certo disso, muita coisa ainda vai piorar dentro deste contexto. Mas não vai demorar, porque esses dias mesmo conheci dois casos de irmãos de sangue que vivem juntos amigados como marido e mulher. Em um dos casos já vivem juntos a 10 anos.

O que vemos hoje? Essas práticas são muito comuns, tão comuns que algumas já são até protegidas por leis humanas.

Jesus deixou claro que tais práticas seriam comuns em nossos dias. "...como nos dias de ló..."
Essas são as 4 evidências bíblicas proféticas de acontecimentos que se tornariam mais evidentes em pleno tempo do fim.

Fonte - Gilberto Theiss

domingo, 9 de março de 2008

Papa participará em reunião inter-religiosa nos Estados Unidos centrada na paz

WASHINGTON, sexta-feira, 7 de março de 2008 (ZENIT.org).- A reunião de Bento XVI com líderes inter-religiosos, prevista durante a visita do Papa aos Estados Unidos no próximo mês, será centrada no que está no coração de todas as religiões, revelou dom Richard Sklba.

O bispo auxiliar de Milwaukee, d. Richard Sklba, presidente da Comissão Episcopal de Assuntos Ecumênicos e Inter-religiosos revelou detalhes sobre o encontro do Santo Pade de 17 de abril com duzentos líderes religiosos, durante sua visita de 15 a 20 de abril aos Estados Unidos.

Seguindo o tema «trabalho das Religiões pela Paz», o Santo Padre se encontrará e falará a membros das comunidades judaica, islâmica, jainista e hindu no Centro Cultural Papa João Paulo II, em Washington.

«O grito pela paz em nosso mundo chama os organismos religiosos a unirem-se – explicou o bispo de Sklba –. Esta reunião denota a fé do Santo Padre na necessidade dos organismos religiosos de reforçarem o objetivo da paz, que reside no coração de todas as religiões».

A reunião, acrescentou o bispo Sklba, «exemplifica o que deve suceder ao longo de todo o mundo».
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Fonte - Zenit

Nota DDP:
De se notar o local do evento, o número de líderes envolvidos, o pano de fundo sempre levantado, a paz, em paralelo aos objetivos do Vaticano, que não participa oficialmente de nenhum órgão ecumênico, embora os incentive, além de suas diretrizes para a busca da paz, que pode ser facilmente percebido em toda sua extensão no post "Deve-se legislar sobre a Família".

Como se vem demonstrando aqui há algum tempo, a solução para todos os problemas mundiais, segundo o Vaticano, é o domingo. E o recado final resume no que se reflete o encontro: «exemplificar o que deve suceder ao longo de todo o mundo».

Tony Blair dará curso de fé e globalização em Yale

O ex-premier britânico Tony Blair dará aulas sobre fé e globalização na Universidade de Yale, nos Estados Unidos, durante o próximo semestre acadêmico. O anúncio foi dado pelo próprio centro de estudos de New Haven, que lhe abrirá uma cátedra já oferecida à estadista Indira Gandhi, ao jornalista britânico Sir Alistair Cooke e ao compositor Ralph Vaughan Williams.

"A indicação de Blair oferece uma enorme oportunidade para nossos estudantes e nossa comunidade. Enquanto o mundo continua a se tornar cada vez mais interdependente, é essencial que vejamos como os valores religiosos podem ser voltados à reconciliação, em vez de voltados à polarização", disse o presidente da Yale, Richard Levin.

Blair ensinará dentro da "Howland Distinguished Fellow" e seguirá um programa que entra no âmbito da "Faith Foundation", uma fundação dedicada ao tema do diálogo entre as maiores fés religiosas e que Blair, recém-convertido ao catolicismo, lançará em 2008. Diversos eventos públicos foram preparados pela instituição norte-americana, em razão das aulas de Blair.

Fonte: O Estado de São Paulo Online

NOTA: Blair virou garoto-propaganda do ecumenismo... Qual será sua formação acadêmica que o qualificou para dar aulas sobre fé? Será mera coincidência ser recebido justo pela Universidade Yale (aquela que abriga a sociedade secreta Caveira e Ossos do presidente Bush)?

Fonte - Minuto Profético

Nota DDP:
Para ampliar o entendimento desta questão acerca da mediação de Tony Blair em questões ecumênicas, interessante se ler O "neo conservadorismo" europeu, onde temos uma visão melhor desta liderança e, até mesmo dos interesses que se escondem neste contexto.

Palavra de Deus é caminho de santificação

CIDADE DO VATICANO, sexta-feira, 7 de março de 2008 (ZENIT.org).- Caminho para santificar-nos: é o efeito da Palavra de Deus, que por sua vez requer um itinerário até deixar-nos assimilar por ela, sublinhou nesta sexta-feira, diante do Papa, o Pe. Raniero Cantalamessa O.F.M. Cap.

No percurso da lectio divina que, pelas mãos do apóstolo São Tiago (Tg 1, 18-25), o pregador da Casa Pontifícia propôs em sua terceira meditação da Quaresma, um tempo no qual está aprofundando na constatação paulina: «Viva e eficaz é a Palavra de Deus» (Hebreus 4, 12), também como preparação ao Sínodo dos Bispos (de 5 a 26 de outubro) sobre a Palavra.

Três fases sucessivas configuram a lectio divina: «acolher a palavra, meditar a palavra, pôr em obra a palavra», sintetizou o Pe. Cantalamessa.

A primeira «abraça todas as formas e modos com que o cristão entra em contato com a Palavra de Deus».

A advertência do pregador da Casa Pontifícia, com respeito a esta fase, se dirige ao perigo de fazer da «leitura pessoal da Palavra de Deus» «uma leitura “impessoal”», caindo na «inflação hermenêutica», «olhando» a Palavra como um espelho sem chegar a «olhar-se» propriamente nele.

«O outro perigo é o fundamentalismo: tomar tudo o que se lê na Bíblia ao pé da letra, sem mediação hermenêutica alguma», aponta.

Em contato com a Palavra, deve-se contemplá-la, meditá-la. O outro passo é não escrutar a Palavra, mas deixar-se escrutar por ela. Entre os efeitos desta segunda etapa, seguindo alguns que o Pe. Cantalamessa mencionou, está o conhecimento que se adquire de si mesmo -- porque se descobre a própria deformidade com «respeito à imagem de Deus e de Cristo» -- e o conhecimento do rosto de Deus.

«Vemos o coração de Deus», porque «Deus nos falou, na Eucaristia, do que transborda seu coração»: «o amor», refletiu.

Estes dois conhecimentos -- como dizia Santo Agostinho, «que me conheça para humilhar-me e que e conheça para amar-te» -- permitem «avançar pelo caminho da verdadeira sabedoria», prosseguiu o pregador do Papa.

Também a Palavra de Deus «assegura a toda alma que deseja uma direção espiritual fundamental e em si infalível» com sua meditação, «acompanhada da unção interior do Espírito que traduz a Palavra em boa “inspiração”», recordou o Pe. Cantalamessa.

Com esta contemplação, a Palavra se faz «a substância de nossa alma», «informa os pensamentos, manifesta a linguagem, determina as ações, cria o homem “espiritual”», é Palavra «assimilada» pelo homem, «ainda que se trata de uma assimilação passiva (como no caso da Eucaristia) -- precisou --, isto é , “ser assimilado” pela Palavra, subjugado e vencido por ela, que é o princípio vital mais forte».

Chegados a este ponto, tudo foi inútil se não se põe «em obra a Palavra»; isto é, deve-se apresentar-lhe obediência, advertiu o pregador apostólico ante Bento XVI e seus colaboradores da Cúria, chegando à terceira etapa da lectio divina.

A obediência de Jesus se exerce «de modo particular nas palavras que estão escritas sobre Ele e para Ele “na lei, nos profetas e nos salmos”», assinalou.

«As palavras de Deus, sob a ação atual do Espírito, convertem-se em expressão da vontade de Deus para mim, em um momento dado». É a obediência que todos -- leigos, clérigos, religiosos -- «podemos realizar sempre», concluiu.

Fonte - Zenit

Nota DDP:
Interessante que os que seguem a Bíblia "ao pé da letra", são fundamentalistas e, que a obediência real à Palavra de Deus dependa de "mediação hermenêutica", sendo esta, claro, a que faz a própria igreja. Por outro lado, de se considerar ainda, por mais uma vez, o exemplo da Eucaristia, que sabemos, no contexto católico se refere ao Domingo, sendo esta a obediência que se pede a "leigos, clérigos e religiosos".

sexta-feira, 7 de março de 2008

Mais uma vez a questão do aquecimento global

Tem se transformado em piada o cancelamento de alguma conferência sobre o “aquecimento global” por causa de uma nevasca ou coisa parecida.

Mas a histeria não é piada – e criar histeria é a mais importante atividade daqueles que se aproveitam da “crise” do aquecimento global.
...
Ninguém nega que há uma coisa chamada efeito estufa. Se não houvesse, o lado do planeta que não estivesse voltado para o sol congelaria toda noite.

Não há também muita controvérsia sobre as medições de temperatura. O que está fundamentalmente em questão são as explicações, implicações e extrapolações dessas medições de temperatura.
...
O maior problema é que tudo isso se transformou numa cruzada em vez de se constituir um esforço lógico baseado em evidência. As pessoas têm interesses específicos muito grandes para arriscarem a jogar os dados, o que é, em última análise, equivalente a recorrer às evidências.

Fonte - Mídia sem Máscara

Sabe-se que:

- Que os cientistas dissidentes foram chamados de "céticos" e grandemente ignorados pela mídia, censurados por governos e demonizados por ambientalistas. A verdade é que o falso "consenso" de cientistas foi alardeado por cientistas chapa-branca e aliados políticos com motivos manipuladores;

- Que as pesquisas e revisões atuais da literatura científica revelam que os céticos são a maioria dentro da comunidade da ciência do clima; que suas vozes foram suprimidas devido à enorme publicidade que se deu ao Painel Intergovernamental de Mudança Climática das Nações Unidas, entidade cuja agenda tem como plataforma de apoio a teoria de que a catástrofe do aquecimento global se deve à ação humana.

Fonte - Mídia sem Máscara

Nota DDP:
Acompanhando a idéia do Minuto Profético que de forma precisa cunhou um termo insuperável neste particular e discorreu em seis artigos interessantíssimos e muito bem fundamentados acerca do ECOmenismo, o que resta bem ratificado nas considerações supra expostas, reproduzo aqui um antigo comentário veiculado neste espaço, quando das primeiras tendências de envolvimento do EUA, até então irredutível em conversar sobre aquecimento global, nos debates sobre esta questão:

"Demorou para que os EUA viessem a compor o quadro que possibilite a discussão de medidas globais para contenção da ameaça climática para a vida na terra. Esperemos pelas propostas que serão colocadas na mesa. Não sai da minha cabeça que será necessário parar um dia em sete para diminuir estes riscos... Sete lembra alguma coisa?"

Neste dia (24/Jan/07), descobri uma gema, das incontáveis do Espírito de Profecia:

"É acerca da lei de Deus que virá o último e grande conflito entre Cristo e Seus anjos e Satanás e os seus, e será decisivo para todo o mundo. ... Homens em posições de responsabilidade não só desatenderão e desprezarão o sábado eles mesmos, mas da tribuna sagrada instarão com o povo para que guardem o primeiro dia da semana, alegando a tradição e o costume em favor dessa instituição de feitura humana. Apontarão para as calamidades em terra e mar - as tempestades, as inundações, os terremotos, a destruição pelo fogo - como juízos indicadores do desprazer de Deus por não ser santificado o domingo. Essas calamidades aumentarão mais e mais, uma catástrofe seguirá de perto a outra; e os que quebrantam a lei de Deus apontarão para os poucos que observam o sábado do quarto mandamento como aqueles que trazem sobre o mundo a ira. Esta falsidade é estratégia de Satanás para apanhar os incautos. Southern Watchman, 28 de junho de 1904." (Serviço Cristão - Ellen G. White - Pág. 155)

A lamentar deste texto, que a Sra. White diz "os poucos que observam o sábado", mas a se ressaltar que as alterações climáticas têm lugar nos eventos finais, como temos visto nas inúmeras notícias e comentários sobre o tema.

Páscoa será marcada pelo ecumenismo na França

As Igrejas Católica, Protestante e Ortodoxa da França devem celebrar juntas a Páscoa. O convite foi feito através de uma mensagem escrita pelo Conselho das Igrejas Cristãs, pela Conferência Episcopal, pela Federação Protestante e uma representação greco-ortodoxa. As três Igrejas acreditam que é necessário unir-se em oração para mostrar a solidariedade de Cristo nas adversidades. A mensagem faz referência à minoria cristã do mundo, como a do Oriente Médio e da África, que é ameaçada, perseguida e ainda sujeita ao exílio em condições desumanas.

A celebração conjunta na França pretende usar a oração como instrumento para a libertação da consciência, projetando o respeito pelo culto em todos os países. A iniciativa foi idealizada apesar de a Páscoa se realizar em datas diferentes para as confissões: dia 23 de março para católicos e protestantes e 27 para os ortodoxos.

Fonte: Rádio Vaticano

(Colaboração: Maynart)

NOTA: A celebração comum da Páscoa é um requisito importante para a consumação do ecumenismo e a futura união em torno do descanso dominical...

Expoente muçulmano: «Vaticano leva Islã a sério»

ROMA, quarta-feira, 5 de março de 2008 (ZENIT.org).- «O Vaticano leva o Islã a sério e nós também o levamos a sério, por isso estamos aqui.» Assim se manifestou o professor Aref Ali Nayed, diretor do Royal Islamic Strategic Studies Center em Amã, Jordânia, na coletiva de imprensa final depois de dois dias de encontros de alto nível na Santa Sé para preparar um encontro católico-muçulmano em Roma no próximo mês de novembro.

«Estamos em um processo de cura», disse na concorrida coletiva de imprensa celebrada em um hotel perto do Vaticano na tarde desta quarta-feira. Nayed é um dos cinco participantes por parte muçulmana ao encontro técnico preparatório de novembro.
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O professor Nayed citou o valor que têm as encíclicas dos Papas, nos quais se valoriza a pessoa humana e sua dignidade, mais além de sua religião. Concretamente, disse que Bento XVI está nesta linha em suas duas encíclicas: «O Papa está preocupado pela dignidade do ser humano».
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O doutor Ibrahim Kalin, da Fundação SETA de Ancara, na Turquia, explicou que o protocolo da visita do mês de novembro dos muçulmanos ao Vaticano se concretizará «nas próximas semanas», pois agora se está trabalhando para conseguir a «paridade e a simetria» entre os membros de ambas religiões e ver como este encontro poderá ser um «sinal para demonstrar ao mundo a igualdade diante de Deus».

Fonte - Zenit

Nota DDP:
Não me canso de dizer que é surpreendente a capacidade deste Papa em causar desconforto com outros segmentos religiosos para logo em seguida estreitar relações com estes. É um paradoxo, mas denota uma realidade: A de que a ferida de morte ocorrida em 1798 vai se fechando com velocidade, porque não há como se negar que a cada retorno dos "ofendidos" ao diálogo com o Vaticano, implicitamente reconhecem a importância do Papado.

Da notícia em si três destaques, como supra sublinhado:

1) A consideração do processo de cura, que obviamente se refere ao relacionamento entre os dois segmentos, mas que endossa o posicionamento bíblico de que a ferida de morte, em seus mais amplos aspectos, haveria de ser curada;
2) O reconhecimento do valor das encíclicas papais, o que demonstra, como já há muito debatido neste espaço, que estas serviram, servem e servirão de parâmetro não só para o mundo católico e, o que se torna ainda mais relevante diante de uma iminente encíclica social e de uma eventual encíclica sobre lei natural.
3) A repetição do discurso papal de que a união, ele comumentemente fala dos cristãos, deva ser entendido como um "sinal" para o mundo.

Papa reforça aproximação aos Ortodoxos


Bento XVI recebeu esta Quinta-feira, no Vaticano, o Patriarca Ecuménico de Constantinopla (Ortodoxo), Bartolomeu I.

O encontro entre os dois líderes religiosos é classificado pela Santa Sé como mais um sinal das boas relações entre as Igrejas Católica e Ortodoxa.

Bento XVI e Bartolomeu I reuniram-se numa audiência privada, de onde seguiram para um momento de oração, na capela de Urbano VII, do Palácio Apostólico do Vaticano. O Patriarca está em Roma para participar nas celebrações do 90.º aniversário de fundação do Instituto Pontifício Oriental, onde ele próprio se doutorou.

Segundo a Rádio Vaticano, o “encontro fraterno” teve em vista a superação dos “obstáculos para o restabelecimento da plena unidade” entre os cristãos.

Vários contactos têm sido mantidos entre os dois líderes cristãos ao longo dos últimos tempos. Ambos encontraram-se na Turquia, em Novembro de 2006, e em Nápoles, em Outubro de 2007.

Bartolomeu I tem assumido um papel de relevo no diálogo católico-ortodoxo, sendo o principal impulsionador da aproximação verificada nos últimos anos, que culminou com o regresso aos trabalhos da comissão mista internacional para o diálogo teológico, cuja última reunião teve lugar na localidade italiana de Ravenna, em Outubro do ano passado.

O “primus inter pares” e líder espiritual dos cerca de 200 milhões de ortodoxos do mundo inteiro sofre a contestação interna do Patriarcado de Moscovo – que se distanciou desta visita do Papa -, mas conta com grande influência nos restantes Patriarcados históricos (Alexandria, Antioquia, Jerusalém) e nas Igrejas de tradição grega, do Médio Oriente e do Leste da Europa, numa comunhão de 16 Igrejas Ortodoxas.

Bartolomeu I foi sempre um parceiro de diálogo privilegiado de João Paulo II, bem ao contrário do Patriarca Ortodoxo de Moscovo, Alexis II. João Paulo II apresentou ao Patriarcado de Constantinopla, durante o seu pontificado, um pedido público de desculpas pelo ataque dos cruzados em 1204 e devolveu as relíquias de São João Crisóstomo e de São Gregório de Nazianzo, Doutores da Igreja, em 2004.

Bento XVI segue, agora, no mesmo caminho de amizade e diálogo fraterno, como foi agora assumido mais uma vez, mas a “plena unidade” ainda poderá demorar décadas, se não mesmo séculos.

Fonte - Ecclesia

Nota DDP:
As reuniões com objetivos ecumênicos são tão constantes que não mais me surpreendem, no entanto, esta notícia lembrou-me de um post do Minuto Profético acerca da posição de submissão denotada pela indumentária utilizada nos encontros do Papa, como por ser lido em Encontro inédito:
"2- A maioria daqueles que visitam o bispo de Roma vestem-se de preto, enquanto o papa sempre aparece de branco. Acontece que o preto-e-branco tem um significado peculiar dentro do ocultismo. O simbolismo do preto-e-branco serve para apontar a superioridade espiritual no ocultismo. Em outras palavras: o sacerdote sempre se veste de branco enquanto os demais, para demonstrar submissão espiritual vestem-se de preto. Observe que, no encontro de sábado, não só o presidente Bush como também sua mulher estavam de preto."

Al Qaeda planeja grande ataque aos EUA, diz general

WASHINGTON - A Al Qaeda pode estar estudando atacar urgentemente os Estados Unidos para que sua liderança possa mostrar resultados efetivos após sucessivas ameaças, disse um general norte-americano nesta quinta-feira. O general Gene Renuart, chefe do comando militar dos EUA, responsável pela defesa do território nacional, disse que mensagens gravadas de líderes da Al Qaeda como Osama Bin Laden e Ayman al-Zawahri mostram que o grupo responsável pelos ataques de 11 de setembro está "procurando um jeito de causar um grande impacto novamente".

"Se uma organização como esta quer manter a credibilidade e continuar a aumentar o número de extremistas, ela deve mostrar resultados efetivos", afirmou Renuart. "Por isso acho que pode haver uma certa urgência dentro da organização para causar um efeito."

"Eu acho que eles estão trabalhando nisso, talvez mais do que nunca", disse ele a jornalistas no Pentágono.

Renuart afirmou que acredita que grupos simpáticos à Al Qaeda estariam operando dentro dos EUA.

Mas o general também disse que o serviço militar norte-americano, a inteligência e as autoridades estão fazendo um bom trabalho em detectar e impedir as atividades destes grupos.

Renuart disse que não vê nenhuma tentativa direta de influenciar as eleições presidenciais dos Estados Unidos em novembro.

"Neste momento, eu não vejo nenhuma ameaça direta a qualquer atividade do tipo", disse.

Fonte - Estadão

Nota DDP:
Um novo 11/9 vem gradualmente sendo preparado, por terroristas (?), ou pelo próprio governo americano (?). O certo é que a mídia, antecipadamente, tem preparado a opinião pública sobre esta "realidade". Veja mais sobre este assunto na interessante abordagem de um ex-oficial do exército americano em Perspectivas de atentados 2008.

quinta-feira, 6 de março de 2008

A Suprema Corte Americana e o Domingo

Assistindo um vídeo disponível no YouTube sobre Lei Dominical (abaixo), chamou-me a atenção uma imagem destacada pelo Pastor que dirige a palestra, como sendo uma escultura existente na Suprema Corte Americana, onde o mesmo chama a atenção para a posição da perna do homem postado ao lado das Tábuas do Decálogo. É que esta cobre o Quarto Mandamento da Lei de Deus, o Sábado.

Somente isso já havia me convencido o suficiente para estruturar este post, pelo próprio argumento encampado pelo pregador. Resolvi assim procurar uma foto desta escultura para ilustrar as palavras que aqui pretendia escrever. Achei a figura e a recortei para dar maior destaque. Qual não foi minha surpresa ao perceber que além de cobrir o Mandamento Sábatico, as referidas Tábuas têm em seu topo uma representação do sol ("sun" em inglês, componente do "sunday" - domingo - que se pretende seja substituído ao 4º Mandamento como dia de guarda). Isso sem contar a águia americana ao fundo acobertando com sua asa alguém à sua frente que parece, nitidamente, muito mais um César romano que Moisés e que denotaria a aliança que se formará, já está se formando mais claramente, entre estes dois poderes.
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De um tempo para cá, não sei se por força de já estar envolvido com tantas notícias referentes a cumprimento profético, das mais óbvias às mais interpretativas, deixei de acreditar em "coincidências" neste campo. Seria possível o autor da obra ter "inocentemente" acobertado em parte os Mandamentos, especialmente o referente ao Sábado e, ter acrescentado algo completamente estranho às Tábuas da Lei, na figura de um sol?


Stargate Atlantis: Sunday - II


Há alguns dias atrás, por colaboração de um amigo deste blog, Alexandro Barbosa, tomamos conhecimento de uma série televisiva chamada Stargate Atlantis, onde este nos alertava sobre a singularidade de um episódio que tratava de dois temas intimamente relacionados com os eventos finais desta terra, imortalidade da alma e descanso dominical, como pode ser lida na íntegra em Stargate Atlantis 3.17 Episódio: Sunday (Domingo).

Pois vejam que interessantes observações fez o Pr. Santeli em seu blog Minuto Profético no tema:

NOTA: Isso é mais que coincidência. É um golpe telegrafado... Esse episódio da série Stargate Atlantis está disponível no YouTube (inglês). Atlantis é uma referência a um tema relevante dentro do ocultismo, como explica o pesquisador David Bay: "Elizabeth van Buren, escreveu em 1981 no seu livro Secrets of the Illuminati que os espíritos-guia dos Iluministas, nos anos 1700 'ensinavam que o continente norte-americano deveria ser estabelecido como uma Nova Atlântida'. Logicamente, os ocultistas crêem há tempos que um reino ocultista avançado existiu em uma ilha chamada Atlântida, situada no Mediterrâneo, 12.000 anos atrás. Os habitantes desse reino eram altamente avançados em ciências ocultistas, podendo comunicar-se psiquicamente, viajar pelo tempo e pelo espaço e curar-se de todas as doenças utilizando os poderes da mente. Como sinal dessa habilidade ocultista avançada, eles tinham um 'terceiro olho' físico localizado entre os dois olhos normais. No entanto, esse reino 'maravilhoso' foi destruído por um cataclismo e a ilha inteira submergiu nas profundezas do oceano Atlântico, deixando somente uns poucos sobreviventes, chamados arianos, alguns dos quais migraram para a região da atual Alemanha e outros para a região do Tibete. Os ocultistas crêem que a Atlântida foi destruída por causa do uso inadequado da tecnologia avançada. [The New Age Dictionary, Japan Publications, 1990, pg 13]. O objetivo final dos grupos ocultistas nos últimos 2.000 anos é restaurar esse mundo ocultista maravilhoso da Atlântida. No fim dos anos 1700, os espíritos-guia dos principais líderes do Illuminati começaram a lhes dizer que o continente norte-americano, mais tarde chamado de Estados Unidos da América, seria estabelecido como uma nova Atlântida, uma terra de liberdades incomparáveis politicamente, espiritualmente e economicamente. No entanto, esses espíritos-guia advertiram que essa nova Atlântida não seria o reino final; em vez disso, seria o passo intermediário para a Nova Atlântida final e aperfeiçoada. No momento certo na história mundial, essa nova Atlântida, seria destruída para que o sistema final chamado de Nova Ordem Mundial, sob a liderança do Cristo, possa ser estabelecida". (FAQ).

Judeus aceitam convite para dialogar com muçulmanos

Representantes do judaísmo mundial aceitaram a oferta de diálogo feita por um grupo de intelectuais muçulmanos, em carta aberta publicada em 25 de fevereiro. Em comunicado, o Comitê internacional para consultas inter-religiosas (International jewish committee for interreligious consultations) reconhece "a grande urgência do nosso tempo de usar a religião como ponte entre as diversas comunidades, ao invés de uma cova".

Os líderes judeus denunciam também o difuso e perigoso preconceito segundo o qual existe hostilidade entre o judaísmo e o islamismo. "A história demonstra, ao invés, quanto estão entrelaçadas e compartilhadas as relações entre as duas religiões", afirma o comunicado.

No final de fevereiro, o "Centro de Estudos para as Relações entre Muçulmanos e Judeus" (CMJR) de Cambridge divulgou uma carta aberta às comunidades judaicas de todo o mundo, assinada por expoentes da comunidade islâmica da Inglaterra e por estudiosos de todo o mundo.

Na carta, os muçulmanos se dizem convencidos de que não se está diante de um "confronto de civilizações", mas de um "confronto de equívocos", causado pela má informação entre as duas religiões.

Fonte: Rádio Vaticano

NOTA: Só gostaria de saber por que o Vaticano tem tanto interesse em divulgar "encontros" e "diálogos" inter-religiosos... Claro, todo grupo (ou união de grupos) precisa de um líder, não é? Ah, sim, isso é só um detalhe...

Fonte - Minuto Profético

Viagem de BXVI aos EUA

O papa está indo visitar os EUA. Eu não sabia, mas li num local que o papa anterior, JPII, visitou os EUA 7 vezes! Puxa, duvido que houve país mais visitado pelo 'Sumo Pontífice'. . .
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Por que será que há esse interesse todo do Vaticano na terra do Tio Sam, considerado o "baluarte do protestantismo"?
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Acho que dá para saber, principalmente quem ler o livro do ex-sacerdote católico por 25 anos, 50 Years in the "Church" of Rome--The Conversion of a Priest, Charles Chiniquy, que dizia que a ICAR não sossegaria enquanto não dominasse a grande nação americana. Ele viveu no século XIX e era amigo particular de Lincoln, e garante que o assassinato de Lincoln foi tramado pela Igreja Católica e que John Booth, o seu assassino, era ligado a uma organização católica secreta.
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