segunda-feira, 23 de novembro de 2009

Poder dos EUA no mundo diminuirá (?)

A visita do presidente Barack Obama à China esta semana suscita a inevitável comparação entre as duas potências mundiais. O que se diz por aí é: a Grã-Bretanha dominou o século XIX, os Estados Unidos dominaram o século XX e é quase certo que a China domine o século XXI. Talvez, mais é muito cedo para entregar o século à China.

Por quê? Talvez pelo fato de que o mundo de hoje é altamente integrado e nele todos os aspectos da produção - matérias-primas, design, fabricação, distribuição, entrega, financiamento e marcas - tornaram-se commodities que podem ser acessadas por qualquer pessoa em qualquer lugar. Mas ainda restam duas coisas que não podem virar commodity. Felizmente, uma delas é abundante nos Estados Unidos: a criatividade.

O que nossos cidadãos imaginarem agora tem mais importância do que nunca, porque hoje essas ideias podem ser colocadas em prática de forma mais aprofundada, rápida e barata. Em um mundo tecnologicamente evoluído como o nosso, as sociedades que apoiarem as pessoas visionárias, com capacidade de criar novas ideias e inovação, terão mais chances de se desenvolver. O iPod, da Apple, pode ser fabricado na China, mas foi criado e desenvolvido nos Estados Unidos e é pra lá que vão os lucros. Os Estados Unidos, com sua sociedade aberta, ilimitada e que recebe bem os imigrantes, ainda é a maior máquina de fazer sonhos do mundo.

Quem daria, então, um século em que a criatividade terá um valor tão alto a uma sociedade autoritária que controla o acesso à internet e coloca presos políticos na cadeia? Lembre-se do que a vovó costumava dizer: Nunca dê um século a um país que censura o Google.

Mas mesmo que a nossa cultura criativa esteja em pleno vigor, existe outro fator que não pode ser convertido em commodity e que diferencia os países de hoje: bons governos que incentivem a criatividade. E é isso que corremos o risco de perder. É a capacidade da liderança de um país para pensar em longo prazo, abordar seus problemas com uma legislação estratégica e contratar talentos para colaborar com o governo. O que me aflige é que os Estados Unidos só têm conseguido aprovar medidas meramente ordinárias para seus maiores problemas: educação, dívidas, regulamentação financeira, saúde pública, energia e meio ambiente.
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Fonte - Terra Magazine

Nota DDP: Dois aspectos interessantes do arrazoado do ponto de vista que interessa a este espaço: Primeiramente a questão da passagem do domínio americano e, em segundo lugar, a possível duplicação da "fórmula de sucesso" totalitária.

No que se refere ao primeiro aspecto, ainda que se possa trabalhar com a idéia de um retorno posterior dos EUA ao seu estado de supremacia política no mundo para efeito de cumprimento da profecia, é muito mais razoável, dadas as demais nuances que caracterizam o tempo em que estamos vivendo, pensar ou que a China não chegará ao patamar que para ela se projeta, ou que a nação americana cumpra com seu papel profético antes da consumação desta possibilidade, o que apontaria, mais uma vez, para a proximidade latente dos últimos eventos.

No que se refere ao segundo aspecto, surge a possibilidade de que a "mão de ferro" do estilo chinês de governar possa fazer escola em outras paragens, inclusive nos EUA, que vem flertando abertamente com o estilo comunista, como já considerado inclusive em outros posts deste espaço.

Seja por uma vertente, seja pela outra, é de se notar que as possibilidades subsidiam o cumprimento da profecia bíblica em nossos dias.


Questões que "unem" os segmentos religiosos nos EUA (e no mundo)

Mencionado o apelo do reverendo Martin Luther King à desobediência civil, 145 líderes evangélicos, católicos e ortodoxos dos Estados Unidos assinaram uma declaração na qual afirmam que não vão cooperar com leis que alegam poderiam ser usadas para compelir suas instituições a participar de abortos, e que não abençoarão ou reconhecerão de qualquer outra maneira uniões entre casais homossexuais.

"Prometemos, uns aos outros e a todos os nossos irmãos de fé, que não haverá potência neste mundo, seja cultural ou política, capaz de nos intimidar e de nos impor o silêncio e a aquiescência", afirma a declaração.

O manifesto, que será lançado hoje em um evento no National Press Club de Washington, representa um esforço para tentar renovar a aliança política entre os católicos conservadores e os evangélicos que dominou os debates religiosos nos Estados Unidos durante o governo do presidente George W. Bush. Entre os signatários da declaração estão nove arcebispos da Igreja Católica americana e o primaz da Igreja Ortodoxa dos Estados Unidos.

Os líderes religiosos desejam sinalizar ao governo Obama e ao Congresso que continuam a representar uma força formidável e que não aceitarão compromissos quanto ao aborto, quanto à pesquisa científica com células-tronco ou quanto ao casamento homossexual. A esperança do grupo é influenciar o debate em curso sobre o pacote de reforma da saúde, sobre um projeto de lei quanto a uniões homossexuais em Washington, e sobre um projeto de lei contra a discriminação no emprego, que proibiria a discriminação no trabalho por motivos de orientação sexual.

Os líderes afirmam que também desejam dialogar com os cristãos mais jovens que se tenham envolvido com questões como a mudança do clima e o combate à pobreza mundial, e que em geral costumam aceitar a homossexualidade de maneira mais tranquila que seus correligionários de idade mais avançada. Os líderes afirmam que desejam lembrar aos jovens cristãos que aborto, homossexualidade e liberdade religiosa continuam a ser questões primordiais.
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Os líderes se encontraram em uma conferência religiosa em Manhattan, em setembro, para debater o rascunho da declaração e obter sugestões dos demais presentes. O documento, de 4,7 mil palavras, é conhecido como "Declaração de Manhattan: Um Apelo à Consciência Cristã". O New York Times obteve uma cópia antes do lançamento formal.
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Fonte - Terra


Bispos da COMECE saúdam novos altos cargos da UE

Os bispos da COMECE – Comissão dos Episcopados da Comunidade Europeia saudaram a escolha de Herman Van Rompuy para primeiro Presidente do Conselho da Europa, assim como a escolha de Catherine Ashton como alta representante para a política externa da União Europeia. Os dois novos representantes da UE foram escolhidos esta Quinta-feira, em Bruxelas, num encontro de líderes europeus.
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Mais do que nunca, a COMECE tenciona acompanhar a UE nesta tarefa baseada no diálogo aberto, transparente e regular que as instituições da UE terão de desenvolver com as Igrejas, baseada no artigo 17 do Tratado de Lisboa”.

D. Adrianus van Luyn, Presidente da COMECE, saudou a entrada em vigor do Tratado de Lisboa. Através do artigo 17, “a UE reconhece a identidade e o contributo específico das Igrejas e irá dar continuidade ao diálogo”.

Os bispos da União enalteceram os frutos da já existente prática de diálogo com as instituições da UE, “que a partir de agora pode ser intensificado”.
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Fonte - Ecclesia

Nota DDP: Ver ainda "Diálogo aberto, transparente e regular das Igrejas com União Europeia" e "Obama quer plano economicamente abrangente para clima".


Estudo revela que o degelo começa a atingir Antártida Oriental

O aquecimento global começou a atingir a Antártida Oriental, uma vasta região do Continente Branco que conservava até agora um particular "status quo" que a mantinha resguardada do degelo polar.

A poucos dias da conferência em Copenhague sobre mudança climática, esta descoberta publicada neste domingo pela revista "Nature" aumenta a pressão sobre os líderes de todo o mundo para que ponham um freio ao aquecimento global, que parece avançar mais rápido do que se pensava.

Um grupo de trabalho da Universidade do Texas (EUA) dirigido pelo professor Jianli Chen observou que a camada de gelo da plataforma antártica oriental, na qual se encontra a maioria das geleiras do planeta, começou a perder espessura em 2006, seguindo a esteira da zona ocidental do continente.
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Fonte - G1

Nota DDP: Ver ainda "Desgelo gerará 28 bilhões de dólares em danos nas cidades litorâneas". Destaque:

"...os países industrializados deverão reduzir suas emissões de dióxido de carbono (CO2) em 40% até 2020, estima a organização, que exorta os governos que participarão da cúpula sobre o clima da ONU, que será realizada no próximo mês em Copenhague, a adotar "um acordo ambicioso e vinculante" para substituir o Protocolo de Quioto, que expira em 2012."


Vaticano e Igreja anglicana reiteram vontade de consolidar relações

Cidade do Vaticano, 21 Nov (Lusa) - O Papa Bento XVI e o arcebispo de Canterbury, Rowan Williams, reiteraram hoje a vontade comum das Igrejas católica e anglicana de consolidar as relações ecuménicas entre ambas.

A Santa Sé informou em comunicado que Bento XVI recebeu em audiência privada o arcebispo de Canterbury, num primeiro encontro entre ambos desde que o Vaticano manifestou intenção de abrir as portas da Igreja católica aos anglicanos.

A reunião entre o Papa Ratzinger e o arcebispo de Canterbury estava programada desde antes de 20 de Outubro, quando a Santa Sé anunciou a aprovação de uma Constituição Apostólica (de alta instância) para permitir a entrada de anglicanos, que prevê a ordenação como padres católicos de eclesiásticos anglicanos já casados.

Fonte - Expresso

Nota DDP: Veja também "Autoridade vaticana explica que a passagem dos anglicanos é fruto de autêntico ecumenismo". Destaque:

O Cardeal Kasper manifestou que o ecumenismo não é uma "opção" que a Igreja pode aceitar ou rechaçar mas que "é nosso sagrado dever".
"O ecumenismo não é um apêndice de nossas obrigações pastorais ou um artigo de luxo. Os princípios do decreto do Concílio Vaticano II 'Unitatis redintegratio', quer dizer o ecumenismo na verdade e amor são validos também para o futuro. Este decreto é a Carta Magna de nossa viagem ecumênica para o futuro", explicou.


Ainda "Superar separação entre fé e cultura para evangelizar melhor".


domingo, 22 de novembro de 2009

Hackers divulgam correspondência de cientistas do blogue RealClimate

Muitos dos cientistas cujos e-mails foram roubados escrevem também no blogue RealClimate.org, e por isso foi lá colocado um "post" que confirma o roubo de informação e comenta a forma como está a ser usada a informação. “Tomámos conhecimento da existência deste arquivo na terça-feira, quando os hackers tentaram colocá-lo no RealClimate”, explicam.

Os e-mails roubados são comunicações trocadas entre vários cientistas entre 1996 e 12 de Novembro deste ano, em linguagem solta como costuma acontecer quando as pessoas trocam ideias por correio electrónico. Apareceram pela primeira vez num “server russo e depois num blogue de cépticos das alterações climáticas, chamado The Air Vent, mas espalharam-se rapidamente pela Internet.

Os mails estavam acompanhados de uma declaração: “Sentimos que a ciência do clima é, na actual situação, demasiado importante para permanecer escondida. Por isso divulgamos uma quantidade de correspondência e documentos recolhidos ao acaso. Esperamos que possa dar algumas pistas sobre a ciência e as pessoas por trás dela”.

Algumas das mensagens tem passagens de aparência comprometedora. Como aquela em que um cientista diz que acabou de fazer “o truque” com os dados que outro tinha usado num gráfico publicado na revista “Nature”. Mas isso não quer dizer que esteja propriamente a massajar os dados: “Os cientistas usam muitas vezes o termo ‘truque’ para se referir a ‘uma boa maneira de lidar com um problema’, em vez de algo que é ‘secreto’. Por isso, não há nada de errado nesta passagem”, diz o “post” no RealClimate.

“Normalmente, os e-mails são privados, por isso as pessoas que os escrevem exprimem-se de uma forma mais livre do que numa declaração pública”, diz ainda o blogue dos cientistas climáticos. Estes e-mails “permitem espreitar para a forma como os cientistas de facto interagem e os conflitos que revelam mostram que a comunidade [científica] é bem diferente do monólito que muitas vezes se imagina.”

“O momento escolhido para este episódio [quando se aproxima a conferência climática em Copenhaga] provavelmente não é uma coincidência. Mas se escolher algumas frases fora de contexto de correspondência roubada é a única resposta que conseguem dar ao peso das provas científicas da influência humana nas alterações climáticas, então provavelmente não têm mesmo muito que dizer”, lê-se no blogue RealClimate.

“Há claramente lições a tirar daqui. Claramente, ninguém se teria dado a tanto trabalho se o objecto académico de estudo deste grupo fossem os hábitos de acasalamento das borboletas europeias”, conclui.

Fonte - Publico

Nota DDP: Ver também "Climategate: o último prego no caixão 'aquecimento global antropogênico'".


sábado, 21 de novembro de 2009

Punição aos antiECOmênicos

Deu na Veja desta semana: "O argentino Adolfo Pérez Esquivel, 78 anos, ganhador do Prêmio Nobel da Paz em 1980 por sua luta pelos direitos humanos na América Latina, tornou-se o maior defensor de um projeto audacioso e potencialmente perigoso para combater os crimes ambientais. Ele propõe que seus responsáveis sejam julgados pelo Tribunal Penal Internacional de Haia, que se ocupa dos crimes de guerra e contra a humanidade. Sua justificativa é que a destruição da natureza constitui um delito tão grave quanto os genocídios ou os assassinatos cometidos pelas ditaduras. Esquivel esteve em São Paulo na semana passada para fazer uma palestra a convite da ONG Serviço Paz e Justiça, na segunda escala do périplo que empreende pelo mundo para divulgar sua ideia a integrantes dos governos e das sociedades." Leia aqui alguns trechos da entrevista:

"Qual a diferença entre o assassinato de milhares de civis em um ataque no Afeganistão e a matança de milhares de pessoas por contaminação da água? Ou entre a fome causada pelos conflitos tribais na África e a fome causada pela destruição do solo e uso indevido da terra? Morte é morte em qualquer lugar, assim como a fome é terrível e devastadora em qualquer parte do mundo. No entanto, poucos param para pensar no estrago que as catástrofes ambientais causam diariamente ao planeta e às pessoas que o habitam. A contaminação da água e do solo e a destruição da biodiversidade acarretam doenças, pobreza e falta de comida. O que proponho é acabar com a impunidade para esses crimes. (...)

"Nossa ideia é introduzir o crime ambiental na Corte Penal de Haia por meio da criação de uma câmara especial para esse tipo de delito, ou instituir uma corte própria para os crimes ambientais. Para isso, é preciso modificar o Estatuto de Roma, que legitima a corte penal. Para caracterizar os grandes crimes ambientais, precisamos primeiro da aprovação de dois terços dos países signatários do estatuto. Assim, conseguiremos julgar as catástrofes ambientais provocadas pelo homem e os atentados contra o planeta da mesma forma que julgamos os crimes contra a humanidade. Eles passam a pertencer à mesma categoria. (...)

"A definição de transgressão aos direitos humanos não se limita mais ao que fizeram as ditaduras – sequestro, desaparecimento e torturas. Hoje, os direitos humanos incluem direitos econômicos, sociais e ambientais. É preciso pensar no assunto em todas as suas dimensões, e não mais de forma cartesiana e fragmentada, como vínhamos fazendo. (...) Quando os primeiros tribunais para julgar crimes contra a humanidade foram estabelecidos, a destruição da natureza não havia chegado ao ponto em que está hoje. Estamos à beira de um colapso ambiental. Estabelecer o equilíbrio entre a natureza e o ser humano é fundamental. (...)

"Há muitas promessas e boas intenções nos protocolos e nas metas de redução nas emissões de carbono dos países, mas não há sanções para o descumprimento do que foi estabelecido. Uma das únicas formas efetivas de combater o aquecimento global é ter um marco jurídico para ajudar a controlar a poluição. (...)

Nota Michelson Borges: Apesar de justas, específicas e bem-intencionadas, as propostas do ativista argentino podem criar um precedente perigoso e ser empregadas contra os que violarem o decreto ecológico que institua o domingo como "dia de descanso do planeta". Seria mais uma conquista para o movimento ECOmênico que avança sob a bandeira simpática da preservação da vida na Terra.


sexta-feira, 20 de novembro de 2009

O grande desperdício

Paul Krugman
Do The New York Times

No começo desta semana, o inspetor-geral para o Troubled Asset Relief Program (Programa para Alívio de Ativos Problemáticos), também conhecido como o fundo de socorro financeiro aos bancos, lançou o seu relatório sobre o resgate de 2008 do American International Group, a companhia de seguros. A essência do relatório é que os representantes do governo não fizeram nenhuma tentativa séria de extrair concessões dos banqueiros, embora estes banqueiros tenham recebido benefícios enormes do resgate. E perdeu-se mais do que dinheiro. Ao fazer o que era, de fato, um presente multibilionário para Wall Street, as autoridades questionaram sua própria credibilidade - e colocaram a economia, em um sentido mais amplo, em risco.

O resgate da AIG foi parte de um padrão: ao longo da crise financeira, os principais diretores - especialmente Timothy Geithner, que foi presidente do New York Fed em 2008 e agora é secretário do Tesouro - esquivou-se de fazer qualquer coisa que pudesse amedrontar Wall Street. O paradoxo amargo é que esta abordagem de não se arriscar acabou por minar as esperanças para a recuperação econômica.

O trabalho de consertar a economia falida está longe de terminar - apesar disso, concluir o trabalho tornou-se quase impossível, agora que o público perdeu a fé nos esforços do governo, vendo-os como pouco mais do que esmolas para as pessoas que nos colocaram nesta bagunça.
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Pois a economia ainda está em grandes apuros e precisa muito mais da ajuda do governo. O desemprego está na casa dos dois dígitos; precisamos desesperadamente de mais investimentos federais na criação de empregos. Os bancos ainda estão fracos e o crédito ainda está escasso; precisamos desesperadamente de mais ajuda do governo para o setor financeiro. Mas tente falar para um eleitor comum sobre isto, e a resposta que você provavelmente vai receber é: "Sem essa. Tudo que eles farão é dar mais dinheiro para Wall Street".

Então aqui está a verdadeira tragédia do socorro financeiro mal feito: os representantes do governo, talvez influenciados por passarem muito tempo com os banqueiros, esqueceram que se você quer governar efetivamente, você precisa manter a confiança das pessoas. E, ao tratar o setor financeiro - que, pra começo de conversa, nos colocou nesta bagunça - pisando em ovos, eles desperdiçaram esta confiança.

Fonte - Terra Magazine

Nota DDP: Veja também "Obama: dívida alta pode levar EUA a nova recessão". As realidades que se desenham diante de um quadro de caos econômico na maior nação do planeta, que certamente afetará o restante do globo, como se vislumbrou de forma aparentemente leve no ano passado, com o alinhamento de outros vetores de cumprimento profético como se tem percebido nos demais posts trazidos neste espaço, podem desencadear os últimos eventos:

“Sob a liderança de Satanás, há homens hoje em dia que estão fazendo tudo o que podem para mergulhar o mundo num conflito comercial. Assim, Satanás está procurando suscitar um estado de coisas que fará com que o mundo se torne incivilizado. Ele deseja ver a realização de coisas estranhas que Deus, O qual é demasiado sábio para errar, não ordenou.” (Este Dia Com Deus, pág. 307)

Este estado de coisas pode rapidamente levar a consumação de outras nuances proféticas, como retro considerado, que já se encontram em estado bem avançado. Dentre elas:

“Quando o protestantismo estender os braços através do abismo, a fim de dar uma das mãos ao poder romano e a outra ao espiritualismo, quando por influência dessa tríplice aliança os Estados Unidos forem induzidos a repudiar todos os princípios de sua Constituição, que fizeram deles um governo protestante e republicano, e adotarem medidas para a propagação dos erros e falsidades do papado, podemos saber que é chegado o tempo das atuações maravilhosas de Satanás e que o fim está próximo” (Testemunhos para a Igreja, vol. 5, p. 451).

A nação americana tem a cada dia se afastado dos princípios que nortearam sua fundação e a proteção Divina sobre esta não restará indefinidamente, não porque Deus assim o queira, mas pelas próprias opções que esta vem fazendo. E "estender os braços sobre o abismo", algo outrora impensável, parece a cada dia mais factível.

Maranata.

Para saber mais sobre o papel dos EUA na profecia, comece aqui.


quinta-feira, 19 de novembro de 2009

"Muitos céus, uma Terra"


Os judeus foram "verdes" durante milênios sem sabê-lo?

Uma delegação judaica marcou presença esta semana [2-4 de novembro] numa conferência sobre mudanças climáticas no Reino Unido, para discutir medidas eco-amigáveis baseadas nos princípios judaicos do Shabat, cashrut e Shmita, a ordem para deixar a terra descansar a cada sétimo ano.

Intitulado "Muitos céus, uma Terra", a conferência no Palácio de Windsor na Inglaterra convidou representantes de nove religiões de todo o mundo a fim de oferecer suas perspectivas sobre as mudanças climáticas e o meio ambiente.

A proposta da delegação judaica, composta por membros de Israel, América do Norte e Europa, destacou os benefícios ambientais do Shabat, argumentando que as comunidades judaicas podem adotar o princípio de um dia de descanso para ajudar a reduzir a poluição.

"Para a comunidade global, o modelo do Shabat é útil ao demonstrar como viver, mesmo que apenas um dia por semana, sem consumir", afirmou a proposta. "Se todos os moradores em uma grande cidade escolherem um dia da semana para deixar de conduzir veículos, haveria melhora imediata no congestionamento da cidade, na qualidade do ar e nas emissões de carbono".

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A conferência, organizada pelo princípe Philip, aconteceu um mês antes da Conferência sobre Mudanças Climáticas da ONU em Copenhague e teve como objetivo aumentar a pressão sobre os líderes mundiais para alcançar um acordo sobre as emissões de gases de efeito estufa quando se reunirem na capital dinamarquesa.

[...]

Fonte: Jewish Telegraphic Agency

NOTA Minuto Profético: Que o sábado é uma benção não só para o homem como para o meio ambiente não resta dúvidas... Essa conferência, patrocinada pela Alliance of Religions and Conservation (ARC), a qual foi fundada pelo príncipe Philip (famoso ocultista defensor da Nova Ordem Mundial), e recebendo a presença do secretário geral da ONU, Ban Ki-moon, encarregou-se de unir ainda mais as maiores religiões do mundo em torno do ECOmenismo, e também de dar destaque à idéia de um dia de descanso para salvar o planeta. Os acontecimentos estão convergindo rapidamente para a crise final deste mundo com o estabelecimento da futura lei dominical... Quem viver verá...

Nota DDP: Veja mais em "Secretário geral da ONU conclama líderes religiosos a se unirem".


Um euro semanal contra a fome

O Papa Bento XVI lançou Segunda-feira, mais um apelo em favor do acesso “regular e adequado” à alimentação e à água de todas as pessoas do mundo, condenando a “especulação” que chegou ao mercado dos cereais.

Perante mais de 60 chefes de Estado e de Governo para debater a fome do mundo, o Papa contestou o egoísmo que faz especulação no mercado dos cereais e afirmou 'uma consciência solidária que considere o direito à alimentação e o acesso à água como direitos universais de todos os seres humanos, sem distinções ou discriminações.

Para isso é urgente mudar os estilos de vida, pessoais e comunitários, pois não é possível a “opulência” quando o drama da fome se torna “cada vez maior” de pode ultrapassar este ano a marca de um bilião de pessoas, mais dez vezes a população portuguesa que há um ano.
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O Programa Alimentar Mundial das Nações Unidas lançou um apelo inédito pela Internet, no qual pede, a mil milhões de cidadãos dos países ricos, um euro por semana para o combate à fome, o que basta para alimentar outros mil milhões de pessoas nos países mais pobres.
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Fonte - Correio do Minho

Nota DDP: Nada contra a necessidade de que seja atendida a questão de fundo, mas não se pode negar o "condicionamento" que estes apelos de caráter cíclico encerram.


Arena do futuro



Começou no último dia 02 de novembro, segunda feira as 22 horas (horário de Brasília) o novo programa da TV Novo Tempo.

Arena do Futuro é o nome do novo programa da Novo Tempo, vai ao ar todas as segundas a partir das 22 horas. É um programa que fala de profecias e pretende mostrar o caminho da salvação a todas as pessoas.

O primeiro programa foi uma bênção, graças a Deus. Contamos com você não apenas como telespectador, mas também como parceiro na divulgação do mesmo. Vamos juntos levar a palavra de Deus a todos para que mais gente se prepare para a volta de Jesus.

Nosso futuro pode ser de esperança ou de tristeza, depende da decisão que fazemos agora, nosso programa apresenta uma mensagem de esperança dentro do contexto profético. Os livros de Daniel e apocalipse são a base para o programa Arena do Futuro.

Fonte - Profecias

Nota DDP: Os vídeos desta nova programação já estão disponíveis online: Arena do Futuro, com o Pr. Luís Gonçalves.


Líderes da ONU, França e Dinamarca apoiarão tratado de mudança climática

O presidente da França, Nicholas Sarkozy, o primeiro-ministro da Dinamarca, Lars Lokke Rasmussen, e o secretário-geral da ONU, Ban Ki-moon, apoiarão um novo tratado sobre a mudança climática na Cúpula da Comunidade das Nações em Trinidad e Tobago na próxima semana.

O primeiro-ministro de Trinidad e Tobago, Patrick Manning, informou nesta quarta-feira (18) que Sarkozy, Rasmussen e Ban Ki-moon participarão das discussões sobre a mudança climática na cúpula que será realizada em 27 ao 29 de novembro nesta ilha caribenha.

Os chefes de Estado e de governo do mundo se reunirão em Copenhague em dezembro na conferência sobre mudança climática e discutirão um novo acordo que substitua ao Protocolo de Kioto, que expira em 2011.

O tema faz parte da agenda da Conferência de Chefes de Estados-membros da Comunidade das Nações à qual confirmaram sua assistência 40 dos 51 integrantes.

A Comunidade das Nações é uma associação voluntária de mais de 50 estados soberanos que, com a exceção de Moçambique, compartilham laços históricos com o Reino Unido, a antiga metrópole colonial.

É uma organização através da qual países com diversos antecedentes sociais, políticos e econômicos cooperam em um marco de valores e objetivos comuns da Declaração de Princípios da Comunidade das Nações assinada em Cingapura o 22 de janeiro de 1971 e ratificada pela Declaração de Harare de 1991.

Fonte - Folha

Nota DDP: Assunto com maior capacidade de polarizar atenções, impossível. O número de reuniões neste tema só deve se rivalizar com as de tendência ecumênica na religião, não por acaso, lógico. Neste sentido, veja também "Clima é mais urgente que solução política no Tibete, diz Dalai Lama". Destaque:

"Mas danos à ecologia, ano a ano, continuam acontecendo, então realmente precisamos de estudos sérios e precisamos ter um plano de proteção ambiental. Isso é muito, muito importante".


União Europeia escolhe hoje primeiro presidente do bloco

Os líderes dos 27 países-membros da União Europeia se reúnem nesta quinta-feira (19) em Bruxelas para decidir quem será o primeiro presidente fixo do bloco. O cargo passará a existir somente em 1º de dezembro, quando entram em vigor as mudanças propostas pelo Tratado de Lisboa.

Os nomes mais fortes que competem pelo posto são o primeiro-ministro de Luxemburgo, Jean-Claude Juncker; Jan-Peter Balkenende, premiê da Holanda; Tony Blair, ex-primeiro ministro britânico; Herman Van Rompuy, premiê belga e considerado o favorito na disputa; e Vaira Vike-Freiberga, ex-presidente da Letônia e única mulher entre os candidatos mais fortes ao cargo.

O eleito será escolhido por consenso durante a reunião, de caráter informal.
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Fonte - UOL

Nota DDP: Veja também "Tratado de Lisboa entrará em vigor".


ONU: Controle demográfico pode ajudar em combate ao aquecimento

O controle do crescimento da população mundial pode ajudar no combate ao aquecimento global, afirma um relatório publicado nesta quarta-feira pelo Fundo da População das Nações Unidas (UNFPA).

O documento O Estado da População 2009, de 104 páginas, ainda destaca a importância da criação de políticas para apoiar as mulheres que, segundo a ONU, estão entre as maiores vítimas dos efeitos do aquecimento global.

“As mulheres têm mais chances do que os homens de morrer em desastres naturais. E este fato é ainda mais gritante em regiões onde as rendas são menores e as diferenças entre os sexos são maiores”, diz o relatório.

Até recentemente a ONU vinha resistindo em mencionar a relação entre população e mudanças climáticas.


“De fato, o medo de parecer estar apoiando o controle a população vinha, até bem pouco tempo, prevenindo a menção do termo 'população' no debate sobre o clima”, diz o relatório.

“No entanto, alguns participantes deste debate agora estão tentados a incluir o impacto do crescimento da população.”

Segundo o relatório, a problemática deve ser levada à mesa de negociações na cúpula da ONU sobre o clima em Copenhague, no mês que vem.
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Fonte - BBC

Nota DDP: Os fatos indicam que os dias de liberdade estão contados. Veja também "Composição familiar influencia mudança climática". Destaque:

Haug defendeu a necessidade de incorporar de maneira mais explícita esses elementos no debate internacional sobre a mudança climática, que - segundo ele - está, por enquanto, limitado demais em desenvolver tecnologia e conseguir o financiamento para diminuir as emissões de gases do efeito estufa.

Interessante que o foco do debate se desloque das "questões técnicas e econômicas", para as de cunho familiar por exemplo, como um outro poder mundial tem se esforçado em direcionar. Quanto tempo até que os discursos se harmonizem?


Obama: dívida alta pode levar EUA a nova recessão

PEQUIM - O presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, fez nesta quarta-feira seu mais duro alerta sobre a necessidade de conter os déficits do país, dizendo que, se a dívida do governo aumentar demais pode levar a economia de volta à recessão.

Com o desemprego a 10,2%, Obama disse à Fox News que seu governo enfrenta a delicada tarefa de tentar impulsionar a economia e o mercado de trabalho e, ao mesmo tempo, reduzir o déficit.

O governo está considerando formas de acelerar o crescimento, sendo que medidas tributárias estão entre as opções para dar incentivos às empresas para contratarem, acrescentou ele.

"É importante reconhecer que se elevarmos a dívida, mesmo no meio da recuperação, em algum momento as pessoas podem perder a confiança na economia norte-americana, o que pode levar a uma nova recessão", afirmou o presidente americano na entrevista ao canal.

Fonte - O Globo

Nota DDP: Sem a intenção de fixar parâmetros em um assunto que nos é estranho, economia; ressalvando ainda o caráter ideológico da fonte, sugiro a leitura de "Os Estados face às três opções brutais de 2010". Destaque:

Neste GEAB nº 39, nossa equipe tenta, como a cada mês, antecipar as principais evoluções a fim de que cada um, pessoalmente ou nas suas funções, possa preparar-se melhor para o contexto muito difícil do ano 2010: o ano em que as receitas do mundo de ontem mostrarão definitivamente a sua ineficácia para impedir a crise sistémica global.

Atualizando. Outras considerações no tema em "Economia dos EUA está mais fraca do que parece". Destaque:

Assim, embora os EUA possam ter chegado tecnicamente ao fim de uma severa depressão, a maior parte do país continua a enfrentar uma quase depressão. Pouco admira, portanto, que não muitos norte-americanos acreditem que aquilo que caminha como pato e grasna como pato seja na verdade a fênix da recuperação.


quarta-feira, 18 de novembro de 2009

Cardeal defende importância da lei divina na Europa atual

MADRI, 17 Nov. 09 / 11:15 am (ACI).- O Arcebispo de Madrid, Cardeal Antonio María Rouco Varela, defendeu a importância da "lei natural e divina" na história européia contemporânea e assegurou que o direito à vida deve estar protegido na legislação dos países.

Conforme informou o jornal La Razón, o Cardeal presidiu a Missa de clausura do Congresso da União Internacional de Juristas Católicos (UIJC), celebrado entre os dias 13 e 14 de novembro em Madrid sobre o tema "Estado e consciência".

"A lei natural e divina é importante na história da Europa de nossos dias", afirmou o Arcebispo e convidou aos juristas cristãos a colocarem no centro de suas vidas "a Lei de Deus e a Lei Natural", para que seus princípios éticos, morais e jurídicos dirijam as leis que devem reger o Estado.

Além disso, advertiu que "a tentação de dominar os direitos fundamentais é grave" e defendeu que "o direito à vida tem que estar recolhido e protegido na legislação".
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Fonte - ACI Digital

Nota DDP: Ver também "Leis devem proteger valores da vida e a família" e "Europa é realidade espiritual com profundas raízes cristãs".


"Presença de BXVI na FAO é excepcional"

Roma, 17 nov (RV) - "A presença de Sua Santidade esta manhã na FAO é um evento excepcional." Assim, o diretor-geral, Jacques Diouf, agradeceu ontem a Bento XVI por ter aceito o convite para partilhar com líderes mundiais as preocupações e esperanças diante da insegurança alimentar.

Para Diouf, a presença do pontífice conferiu à cúpula uma forte dimensão espiritual, já que o drama da desnutrição e da penúria que matam todos os dias milhares de crianças é, primeiramente, uma questão moral.

Diouf afirmou que as palavras de Bento XVI demonstraram a consonância de visões entre a Igreja Católica e a Fao sobre a questão fundamental da fome. "A Igreja sempre se impôs como tarefa aliviar a miséria dos mais necessitados e o lema da Fao é Fiat panis, que deve ser entendido como pão para todos" – acrescentou.

"Faço votos de que para além das mensagens políticas que serão pronunciadas no decorrer da cúpula, sua presença permita levar a luta contra a fome no mundo a um nível de responsabilidade coletiva e ética que transcenda os interesses nacionais e regionais, para reafirmar com voz clara e forte o direito à alimentação, o primeiro dos direitos do homem" – concluiu.

Fonte - Radio Vaticano

Nota DDP: Veja também "Editorial comenta discurso do papa". Destaque:

“O discurso do papa merece atenção porque é realista e principalmente interpela as autoridades civis e os componentes da comunidade internacional com lucidez. Nota a fragilidade dos atuais mecanismos da segurança alimentar e sugere mudanças. Mas a lucidez e a concretude de Bento serão ouvidas?

O tempo dirá.


Bíblia e música aproximam povos e religiões

“É interessante ver como as páginas da Bíblia são um património comum, um lugar de comunhão e unidade, onde as várias tradições cristãs se encontram”, afirmou o Pe. José Tolentino Mendonça na estreia do disco «Silêncio», que ocorreu em Lisboa.

Em entrevista ao programa ECCLESIA, o poeta e tradutor destacou o contributo que as aproximações ecuménicas à Sagrada Escritura podem oferecer à unidade dos cristãos: “Vale a pena tornar a Bíblia fecunda e presente na criação contemporânea, percebendo como a sua leitura feita pelos grandes compositores é um elemento de aproximação dentro das igrejas cristãs”.

“Penso que cada Igreja tem um contributo a dar, uma leitura e sensibilidade próprias, que são transportadas para a criação musical”, observou o director do Secretariado Nacional da Pastoral da Cultura.

Com o projecto «Silêncio», o Departamento do Património Histórico e Artístico da diocese de Beja procurou estabelecer diálogos e reduzir distâncias no domínio ecuménico e na relação entre a Igreja e a arte contemporânea, recorrendo à Bíblia e à música, referências intemporais no contexto da espiritualidade e da arte.

Para o director daquele Organismo, José António Falcão, “a Bíblia é um livro que temos que redescobrir cada vez mais” e “a música é uma linguagem universal que rompe barreiras, que consegue ultrapassar as limitações e que vence a geografia”.
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Fonte - Ecclesia

Nota DDP: Afastando a questão de fundo, é importante notar como se reconhece plenamente o fator de aproximação gerado pela música, explicitamente em caráter ecumênico. O que não se compreende, é o posicionamento de alguns em negarem a evidência neste aspecto.


Religiões unidas pela compaixão

Representantes de várias confissões religiosas e não-crentes reuniram-se este Domingo em Lisboa para um encontro sobre a temática da Compaixão, no âmbito da iniciativa internacional Charter for Compassion.

Na Mesquita Central de Lisboa estiveram presentes representantes da Comunidade Judaica, Igreja Católica e da Comunidade Islâmica em Portugal, bem como Mário Soares, Presidente da Comissão da Liberdade Religiosa.
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O conceito Charter for Compassion foi lançado, a 27 de Setembro, no Centro Dalai Lama em Vancouver (Canadá), com a presença de Karen Amstrong e do Dalai Lama e ainda de outros sete Prémios Nobel. A 12 de Novembro, realizou-se a primeira leitura do Charter for Compassion em Conferências de Imprensa, simultâneas em sete cidades do Mundo.

Esta iniciativa já realizada em vários países tem como objectivo encorajar cidadãos de todos os países a contribuir objectiva e efectivamente na sensibilização das sociedades para a compaixão, um sentimento que pouco a pouco tem vindo a ser desvirtuado e até mesmo corrompido.

São bem-vindos a esta iniciativa, todos os grupos e indivíduos que, independentemente da sua etnia, cultura e crença, ou não crença, estejam disponíveis para reabilitar os valores da compaixão, levando-a a todos aqueles que estão necessitados de uma mão amiga.

O objectivo desta iniciativa é expandir as mentes e reflectir sobre a situação global, que tende a deteriora-se, com o aumento da violência no mundo.

Fonte - Ecclesia

Nota DDP: Transcrevo comentário do "Cristo Voltará", muito embora este se refira a uma notícia anteriormente aqui veiculada:

Observa-se uma crescente intensificação nesses encontros. Ocorrem vários por mês. O atual papa está cumprindo o que prometeu: prioridade ao ecumenismo. Isso significa dizer: fortalecimento do domingo e combate ao sábado.

Outras informações neste contexto, podem ser observadas no ciclo de "Palestras sobre Profecias", já disponibilizadas neste espaço.


Dinamarca faz apelo por acordo 'concreto' em reunião sobre clima

O primeiro-ministro da Dinamarca, Lars Loekke Rasmussen, pediu nesta terça-feira que líderes mundiais cheguem a um acordo concreto na reunião sobre o clima que ocorrerá em dezembro em Copenhague, capital do país.

A reunião irá discutir um substituto para o Protocolo de Kyoto, na tentativa de combater as mudanças climáticas. Entretanto, no domingo, líderes da Apec (Cooperação Econômica da Ásia-Pacífico, grupo que reúne países da região) - incluindo Estados Unidos e China - decidiram adiar a definição de um acordo mundial sobre o clima para o ano que vem.

Segundo Rasmussen, o acordo a ser alcançado em Copenhague “deve ser concreto e vinculante para os países que têm obrigação de cumprir metas”.

O premiê dinamarquês também disse desejar que delegados internacionais coloquem “números na mesa” no tocante a quanto esperam reduzir em termos de emissões.

"Copenhague não deve ser uma pequena parada (nas discussões), como alguns dizem", afirmou.

Também nesta terça-feira, o presidente americano, Barack Obama, pareceu sugerir que um acordo como o sugerido por Rasmussen seja possível em Copenhague.

"Nosso objetivo não é um acordo parcial ou uma declaração política, mas um acordo que cubra todos os itens das negociações e que tenha efeito operacional imediato", disse ele em Pequim, após encontro com o presidente chinês, Hu Jintao.

Fonte - BBC

Nota DDP: Ver também "Obama quer acordo 'operacional' em Copenhague".


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