quarta-feira, 23 de novembro de 2011

"É hora de deixar o planeta"

Stephen Hawking acredita que a colonização do espaço é a chave para a sobrevivência da humanidade. Se isso não acontecer, diz ele, será difícil para os habitantes do planeta “evitarem um desastre nos próximos cem anos”.

O renomado astrofísico explora alguns dos avanços mais notáveis ​​da tecnologia na sua nova série de TV britânica-canadense “Admirável Mundo Novo Com Stephen Hawking”, que estreia no próximo sábado, 26, no Discovery HD Mundial. Antes da estreia do programa, Hawking falou sobre suas preocupações mais prementes em uma entrevista com o The Canadian Press, de Cambridge, na Inglaterra, em que declarou que a exploração do espaço é a missão mais urgente para a humanidade.

“Estamos entrando em um período cada vez mais perigoso da nossa história”, disse Hawking, portador da doença de Lou Gehrig, que o deixou quase completamente paralisado e incapaz de falar. “Nossa população e nosso uso dos recursos finitos do planeta Terra estão crescendo exponencialmente, junto com nossa capacidade técnica para mudar o meio-ambiente para o bem ou para o mal. Mas o nosso código genético ainda carrega os instintos egoístas e agressivos que eram vantajosos para a sobrevivência da espécie no passado. Vai ser difícil evitar um desastre nos próximos cem anos. Nossa única chance de sobrevivência a longo prazo não é permanecer à espreita no planeta, mas nos espalhar pelo espaço”.

Hawking disse que é por isso que favorece missões tripuladas ao espaço e incentiva ainda mais estudos sobre como tornar a colonização espacial algo possível.

(...)

Fonte - Opinião e Notícia

Nota DDP: As pedras clamam. Mais ainda há Esperança.

domingo, 20 de novembro de 2011

ONU quer nova moeda global para substituir o dólar

Em um relatório radical, a Conferência das Nações Unidas sobre Comércio e Desenvolvimento (UNCTAD) disse que o sistema monetário e as regras do capital que ligam a economia mundial não estão funcionando corretamente, e foram os grandes responsáveis pela crise econômica. E acrescenta que o sistema atual, em que o dólar funciona como moeda de reserva mundial, deveria ser sujeito a uma reconsideração por atacado.

Embora países como China e Rússia têm sugerido substituir o dólar como moeda de reserva mundial, com o relatório da UNCTAD é a primeira vez que uma grande instituição multinacional tem manifestado tal posição [...]

"Substituir o dólar por uma moeda artificial resolveria alguns dos problemas relacionados ao potencial de grandes déficits dos países, e ajudaria a estabilidade", disse Detlef Kotte, um dos autores do relatório.

"Mas você também vai precisar de um sistema de taxas de câmbio administradas. Os países deveriam manter taxas de câmbios reais (ajustadas pela inflação) estáveis. Os Bancos Centrais teriam de intervir, ou senão, uma instituição multilateral como o FMI lhes diria o que fazer" [...]

The Telegraph

NOTA Minuto Profético: Essa recomendação reduziria a identidade nacional (até mesmo a soberania) dos países e aumentaria a centralização do poder econômico nas mãos da elite ocultista mundial (e por tabela, do Vaticano). Traduzindo: CONTROLE, CONTROLE, CONTROLE... Por que será que as chamadas "instituições multilaterais" ou o próprio Vaticano nunca mencionam a real causa do problema econômico? Só não vê quem não quer...

Espanha e Itália estão muito perto do incumprimento

Economista-chefe do Citigroup diz que se a UE e o BCE não agirem Espanha e Itália podem estar muito perto do incumprimento.

A Europa tem semanas ou dias para evitar um 'default' de Espanha ou de Itália se o BCE não intervir e comprar dívida no mercado secundário, afirmou hoje Willem Buiter, economista chefe do Citigroup.

"O tempo esgota-se rapidamente", assegurou Buiter em declarações à Bloomberg Television. "Penso que temos uns meses - ou mesmo semanas ou dias - antes que tenhamos um risco importante de 'default' desnecessário em países com Espanha ou Itália", afirmou.

"Isso seria uma catástrofe financeira que arrastaria o sistema financeiro europeu e norte-americano com ele. Por isso têm que agir agora" insistiu.

Para Buiter, se não se aumentar o tamanho do Fundo Europeu de Estabilidade Financeira (FEEF), o BCE é o único canal para ajudar na zona euro.

"Podem ter que tapar o nariz enquanto o fazem, mas se não o fizerem é o fim da zona euro", disse, recordando que o BCE não pode emprestar dinheiro directamente aos governos ou comprar no mercado primário, explicou que "não há qualquer restrição em comprar qualquer quantidade de dívida soberana em qualquer momento no mercado secundário".

Fonte - Económico.pt

quinta-feira, 17 de novembro de 2011

Os movimentos de Roma

A cada dia que passa cresce a convicção de que a crise que atualmente atinge o mundo, em particular a Europa, não é apenas um momento isolado que logo passará como simplesmente mais um capítulo da História. Não devo ser o único que começa a discernir que podemos estar no limiar de algo grande, no âmbito do desfecho final deste mundo.

Não, não irei raciocinar no sentido de vincular rigorosamente os devaneios económico-financeiros que desde há alguns anos nos afligem a um qualquer cenário profético específico; mas, creio que podemos encontrar enorme cabimento para que esta peça seencaixe no contexto global desse processo que conduzirá, em última instância, às cenas finais da Terra.

Ainda no final da semana passada, o presidente do Conselho Europeu, Herman van Rompuy foi recebido num audiência oficial pelo Papa Bento XVI. Nada de anormal, tendo em vista que, formalmente, o líder católico também é um chefe de estado. Contudo, é de salientar quesem receio de qualquer eventual acusação de intromissão em assuntos de estados soberanos, a Igreja romana está cada vez mais ativa no apresentar de uma proposta de solução para a dita crise, e é vista com bons olhos pelos mais destacados líderes.

Por isso, o discurso que se tem intensificado desde Roma aponta quase sempre aquestões de ordem política, económica, financeira e social, e não tanto religiosa.

Tranquilamente, e sem deixar marcas indesejáveis, o Vaticano tem vindo a forçar a sua influência junto das mais altas esferas de governação, quer no âmbito nacional e europeu. Está gradualmente a revestir-se de um prestígio que, inquestionavelmente, escapa cada vez mais aos "tradicionais" governantes, tão céleres nos discursos mas ainda maisinconsequentes nas respostas eficazes aos problemas das pessoas.

Aquilo que não tenho dúvida alguma em afirmar é o seguinte: à medida que os problemas se agravam (veja-se os casos da Grécia e da Espanha), as populações irão voltar os seus olhospara quem, desde há muito, profere uma proposta no sentido da justiça social, da igualdade de oportunidades, de melhores condições de vida, especialmente para os mais carenciados, etc. - proposta esta, diga-se, com a qual todos poderemos estar de acordo.

Contudo, e à semelhança de qualquer iniciativa proveniente de um campo político, falta estabelecer-se, pelo menos de forma concreta, quais as contrapartidas exigidas, o que Roma requirirá em troca, ou, no mínimo, aquilo que será apresentado como o método ou mecanismo necessários que garantam a concretização do objetivo pretendido.

Para os mais atentos, basta perceber o que esconde o proclamado propósito ético e moralque Roma tem invocado como fundamental: o retorno a uma prática cristã católica romana, com o devido respeito por toda uma série de normas e princípios que não necessariamente se identifiquem como cristãos, mas que, sem dúvida, encontrarão total acolhimento debaixo da designação católico romanos.

Perceba o que, realmente, se passa nos bastidores do que, de forma visível, está perante os nosso olhos:
"Mas o catolicismo, como sistema não se acha hoje em harmonia com o evangelho de Cristo mais do que em qualquer época passada de sua história. As igrejas protestantes estão em grandes trevas, pois do contrário discerniriam os sinais dos tempos. São de grande alcance os planos e modos de operar da Igreja de Roma. Emprega todo expediente para estender a influência e aumentar o poderio, preparando-se para um conflito feroz e decidido a fim de readquirir o domínio do mundo, restabelecer a perseguição e desfazer tudo que o protestantismo fez. O catolicismo está a ganhar terreno de todos os lados." (Ellen White, O Grande Conflito, p. 566)

"A influência de Roma nos países que uma vez já lhe reconheceram o domínio, está ainda longe de ser destruída. E a profecia prevê uma restauração de seu poder. "Vi uma de suas cabeças como ferida de morte, e a sua chaga mortal foi curada; e toda a Terra se maravilhou após a besta." Apoc. 13:3. A aplicação da chaga mortal indica a queda do papado em 1798. Depois disto, diz o profeta: "A sua chaga mortal foi curada; e toda a Terra se maravilhou após a besta."" (idem, p. 579)
Assim, é fácil percebermos o objetivo final de todos os movimentos oriundos do Vaticano. E, é certo, isso será cada vez mais frequente e evidente.

Fonte - O Tempo Final

Ministério da Fazenda espanhol quer reduzir o pagamento em dinheiro vivo

Os Técnicos do Ministério da Fazenda [Espanha] (GESTHA) estimam que a medida proposta pelo candidato socialista, Alfredo Pérez Rubalcaba, de proibir o pagamento em dinheiro vivo de faturas de mais de 3.000 euros para lutar contra a fraude, permitiria diminuir a taxa da economia informal em 5,1 pontos, de 23,3% atual (uma redução em termos percentuais de 21,9%), o que implica uma arrecadação adicional de uns 19,66 milhões de euros anuais [...]

Os Técnicos recordam que os governos da Grécia e da Itália aprovaram recentemente medidas semelhantes para reduzir a elevada economia informal em seus países. Assim, a Grécia proibiu as transações em dinheiro vivo superiores aos 1.500 euros a partir de janeiro de 2011. A Itália, por sua vez, anunciou que vai conter a evasão de impostos generalizada declarando ilegais as transações em dinheiro vivo de mais de 5.000 euros, reduzindo o limite atual de 12.500 euros - as grandes fortunas pediam que o limite fosse de apenas 300 euros. Igualmente, a Assembléia Nacional da França defende a proibição de pagamentos em dinheiro vivo acima de 3.000 euros para as pessoas e acima de 1.100 euros para os comerciantes [...]

Os Técnicos da Fazenda lembram também que na Espanha as notas de 500, o instrumento preferido pelos fraudadores para realizar negócios à margem do Fisco, representam 73,15% do dinheiro total em circulação, mais que o dobro da média da Eurozona (33,54%), e junto com as notas de 200, as notas grandes equivalem a 78,05% do dinheiro total em circulação na Espanha [...]

Fonte: Libre Mercado

NOTA Minuto Profético: Já era esperado que no meio da crise financeira (das outras crises também) surgissem medidas prometendo mais segurança e salvação para o sistema, mas que no fundo contribuíssem para trazer MAIS CONTROLE SOBRE A POPULAÇÃO. As mudanças estão acontecendo rapidamente diante de nossos olhos e o poder opressor da Babilônia logo será sentido, proibindo aqueles que não concordarem com a adoração do sol (guarda do SUN-DAY) de comprar e vender (Ap 13:16 e 17). Quem viver verá...

quarta-feira, 16 de novembro de 2011

Três crises e a supremacia da Babilônia

A Babilônia moderna - o movimento religioso inspirado na antiga religião de mistério da Babilônia - está preparando o mundo para a chegada do anticristo. Em especial, três "crises" estão contribuindo para acelerar esse processo e  para provocar o caos e a desestabilização social da atual ordem mundial e, consequentemente, a implantação de uma "Nova Ordem". Com uma paternidade comum, essas três "crises" foram geradas (ou forjadas) e cresceram lentamente alcançando no estágio atual a sua maioridade - graças também à cumplicidade da mídia. A necessidade de "criar" um inimigo comum é sociologicamente fácil de se entender: O status quo é mantido pela submissão a uma sociedade e a seus valores. A submissão requer uma causa; e uma causa requer um inimigo. E melhor ainda se forem três:

1) Guerra contra o terrorismo: atingiu seu clímax com o 11 de setembro. Segundo o historiador Michael Scheuer que trabalhou para a CIA por vinte anos, "o maior inimigo dos EUA - o islã radical - nunca existiu, nem quando Bin Laden estava vivo nem agora". Os EUA tornaram-se mais tarde alvo de extremistas devido sua política externa expansionista e exploradora.

2) Crise ambiental: batizada de mudanças climáticas ou aquecimento global, atingiu seu clímax em 2007 com a divulgação do relatório da ONU (IPCC). Centenas de cientistas têm questionado a premissa básica desta "crise": que o homem é o culpado pelo aquecimento global.

3) Crise financeira: atingiu seu clímax atualmente com a crise na Europa, depois de ter feito vítimas também nos EUA (2008). Devido a intensidade com que está atingindo alguns países da União Européia, especialistas afirmam que pode provocar um "apocalipse econômico". Da mesma forma que as outras "crises", esta também é manipulada pela elite ocultista mundial (a serviço do Vaticano) - os donos dos grandes bancos centrais do mundo e detentores do poder especulativo do mercado. Note que no Apocalipse eles são chamados de "mercadores da terra" (18:3, 11, 15 e 23).

Essas três crises estão levando o mundo à máxima centralização do poder político-econômico-religioso, exatamente como na Babilônia antiga. Prova disso e também do envolvimento do Vaticano neste objetivo foi a recente defesa do próprio Vaticano de uma "autoridade política global" e um "Banco Central Mundial" para resolver o problema da crise financeira. "Solução" idêntica àquela defendida pela mídia secular (controlada pela elite ocultista). Por que será?

Fonte - Minuto Profético

"Um dia sem compras"

Esta seria uma proposta indigesta pela fome de consumo das pessoas, e não simpática pelo lado da produção, muito menos ainda pelo comércio. Passar um dia inteiro sem fazer nenhuma compra não é uma tarefa impossível. Mas para quem está “duro” é até uma atitude comum.

A proposta não tem nada a ver com o discurso de economia, mas é uma reflexão sobre os hábitos de pessoas que compram sem qualquer sentido racional. Até na alimentação, para reduzir alguns gramas indesejáveis em nosso organismo, será bom para a saúde. A própria orientação cristã, em conceitos teológicos, promove o jejum como um exercício necessário de fé.

Este será um dia particular para refletir sobre nossos hábitos de consumo. É neste momento que se verá quanta besteira se faz ao comprar coisas que só atendem a um momento, um impulso pessoal e emocional, sem qualquer sentido prático para a vida. Em muitos casos é mais um entulho a ser guardado em casa, que apenas causou uma satisfação no ato da compra. Acreditamos que todos em algum momento tiveram a necessidade de mudança de endereço. É aquela correria, de empacotar coisas e mais coisas. Neste momento se verá quanto entulho ficou guardado anos e anos, sem qualquer uso e, pior, sem serventia por estar quebrado, aguardando tão só momento oportuno para consertar, "quando tiver tempo”. Se não consertou, certamente daquele bem você não mais tinha necessidade. Não fez falta.

Para aqueles que têm dificuldade de enfrentar este teste de ficar sem compra por um dia, comecem a tomar a postura de adiar por um dia a decisão de uma compra. Sem oferecer qualquer base científica e sim pela experiência, provavelmente mais de 80% esquecerão no dia seguinte, pelo fato de as compras serem na sua grande maioria um impulso sem alguma necessidade imperiosa. Temos a convicção de que haverá uma catarse emocional por este ganho subjetivo.

A não compra por um dia, para os economistas, será a redução do PIB. Para os empresários, uma redução de seus lucros. Para os filósofos, uma bela oportunidade para uma reflexão sobre a vida. Para a mãe Terra será seu dia de férias. Mesmo que a sociedade inteira assumisse esse compromisso, por hipótese, seria a redução de apenas 1/365 no sistema econômico. Isto nada significaria em termos relevantes para a economia. Mas para quem a pratica será inclusive uma poupança para o futuro.

Há 19 anos foi instituído por uma organização canadense (AdbustersMedia) o chamado dia sem compras (Buy nothing day), a ser praticado todo ano no dia 27 de novembro, perto da época de fim de ano, para que todas as pessoas pensem melhor antes de comprarem qualquer coisa por aí, refletindo principalmente sobre o impacto benéfico ao meio ambiente por esta escolha. Estamos chegando.

Esta é uma bela oportunidade para dar um basta ao bombardeio das mensagens de consumo desenfreado, promoções mágicas e prestações a perder de vista, tornando-se um escravo financeiro.

Este será um dia para ser lembrado, que não se precisa ter de tudo o que se vê por ai. Vivemos um modelo econômico do tipo bicicleta, impulsionado para o ato de comprar, se parar cai. Afundamos em dívidas e prestações para toda a eternidade, que nem sempre trarão beneficio para o nosso bem-estar, a própria saúde e a saúde do meio ambiente.

O essencial é estar bem consigo mesmo, em harmonia com o mundo ao redor. Vamos “comprar” esta ideia?

Fonte - Jornal do Brasil

Nota DDP: O viés mais óbvio da notícia é o condicionamento. A idéia de se parar e, parar em um domingo. A progressão do raciocínio aponta para a conclusão de que tal posicionamento apenas uma vez por ano não é suficiente. Uma vez por semana é bem mais factível...

segunda-feira, 14 de novembro de 2011

"O Clamor da Meia-Noite"


www.oclamor.org.br


Prévia:

01 - O Clamor da Meia Noite (Parte 1)
02 - O Clamor da Meia Noite (Parte 2)
03 - O Clamor da Meia Noite (Parte 3)
04 - O Clamor da Meia Noite (Parte 4)
05 - O Clamor da Meia Noite (Parte 5)



Programação:

O Clamor da Meia Noite – Sermão 01 - AUDIO - PDF - VIDEO
O Clamor da Meia Noite – Sermão 02 - AUDIO - PDF - VIDEO
O Clamor da Meia Noite – Sermão 03 - AUDIO - PDF - VIDEO
O Clamor da Meia Noite – Sermão 04 - AUDIO - PDF - VIDEO
O Clamor da Meia Noite – Sermão 05 - AUDIO - PDF - VIDEO
O Clamor da Meia Noite – Sermão 06 - AUDIO - PDF - VIDEO
O Clamor da Meia Noite – Sermão 07 - AUDIO - PDF - VIDEO
O Clamor da Meia Noite – Sermão 08 - AUDIO - PDF - VIDEO
O Clamor da Meia Noite – Sermão 09 - AUDIO - PDF - VIDEO
O Clamor da Meia Noite – Sermão 10 - AUDIO - PDF - VIDEO
O Clamor da Meia Noite – Sermão 11 - AUDIO - PDF - VIDEO
O Clamor da Meia Noite – Sermão 12 - AUDIO - PDF - VIDEO


Em breve a segunda temporada: O Clamor da Meia-Noite 2

Espero que seja útil aos irmãos. Não se esqueçam de duplicar (tanto os áudios, como a programação), "como folhas de outono", atendendo o "ide" do Mestre. E descansem no Senhor. Feliz Sábado.

Soli Deo Gloria

"Disseminai-os como as folhas no outono. Esse trabalho deverá continuar sem estorvo de pessoa alguma. Almas perecem sem Cristo. Sejam elas advertidas de Seu breve aparecimento nas nuvens do céu." (Testemunhos Seletos V3 - Pág. 235)









Europa vive o pior momento desde 1945

LEIPZIG, Alemanha, 14 Nov 2011 (AFP) -"A Europa vive um dos piores momentos desde Segunda Guerra Mundial, talvez o pior momento", afirmou a chanceler alemã, Angela Merkel, em um discurso nesta segunda-feira em Leipzig para quase mil militantes no congresso de seu partido, a União Democrata-Cristã (CDU).

"Cada geração tem seu desafio político", completou a chefe de Governo, que lembrou que a geração do chanceler do pós-guerra Konrad Adenauer (1949-63) construiu a Europa; e que a de Helmut Kohl (1982-98), a unidade alemã e europeia.

"A atual geração enfrenta um teste histórico com esta crise financeira", acrescentou Merkel em um discurso dedicado em boa parte à Europa.

Merkel, que tem um papel-chave na gestão da crise na Eurozona, insistiu no fato de que "chegou o momento de um novo passo para uma nova Europa".

"Se o euro fracassar, a Europa vai fracassar", advertiu a chanceler.

"A Eurozona é muito mais do que uma moeda, é um símbolo de meio século de paz, liberdade e bem-estar social", destacou a líder da CDU há 11 anos e chefe de Governo desde 2005, antes de recordar que "se a Europa vai mal, a Alemanha vai mal".

"Precisamos da Europa para que a Alemanha fique bem", disse, referindo-se à importância da União Europeia para o comércio exterior do país, já que 60% das exportações alemãs ficam nos 27 países membros da UE.

"Nove milhões de empregos dependem diretamente destas exportações", disse.

Ao exigir reformas na Europa, como já fez aos sócios europeus, lembrou que as reformas devem ser traduzidas em mais Europa, e não o contrário.

"Fazemos parte de uma política interna europeia. Se a Alemanha está disposta a ajudar os países em dificuldade, também espera que façam seus deveres, saneando as finanças públicas", concluiu.

Fonte - UOL

Nota DDP: Veja também "Está difícil saber que país vai sobreviver ao euro".

Além do sempre óbvio cumprimento da profecia de Daniel 2, uma vez que o projeto europeu de reunificação, seja pelo prisma que for, não vinga, ainda as possibilidades em torno dos desdobramentos de uma crise que parece séria o suficiente para modificar os centros de poder do velho continente.

quarta-feira, 9 de novembro de 2011

Presidente do Conselho Europeu visitará BXVI

CIDADE DO VATICANO, 9 NOV (ANSA) - O papa Bento XVI receberá, no próximo sábado, o presidente do Conselho Europeu, Herman Van Rumpuy, segundo a assessoria de imprensa do Vaticano.

O encontro ocorre no fim da semana em que dois chefes de Governo europeus, o grego Giorgios Papandreou e o italiano Silvio Berlusconi, anunciaram que renunciarão ao cargo, em meio a uma intensificação no risco de que a crise das dívidas públicas saia do controle.

Hoje, um grupo de especialistas da União Europeia (UE), junto com inspetores do Banco Central Europeu (BCE), iniciaram a supervisão da instalação das reformas econômicas na Itália, prometidas pelo premier em 26 de outubro.

O monitoramento foi uma solicitação do próprio Berlusconi na última Cúpula do G20, que teve como discussão central a possibilidade da Grécia não aceitar o pacote de ajuda da UE, que incluía um perdão de 50% de sua dívida pública.

Essa é a segunda reunião que o Papa tem com uma liderança europeia para tratar da crise econômica no continente. Em setembro, Joseph Ratzinger teve um encontro com a chanceler alemã, Angela Merkel, quando visitou a Alemanha.

Em agosto, o líder máximo da Igreja Católica também se reuniu com o presidente do governo da Espanha, José Luis Rodríguez Zapatero, com quem debateu a crise e os conflitos sociais no mundo.

Fonte - ANSA

Nota DDP: Apenas duas possibilidades óbvias podem ser abstraídas desta modalidade de encontro: troca de favores ou submissão espiritual, talvez as duas ao mesmo tempo.

Em um período em que a igreja romana tem se manifestado tanto sobre o assunto economia, não é impossível se subentender que as lideranças políticas que a procuram estejam propensas a aceitar as sugestões de eleição de um líder único, com peso moral para lidar com a situação.

As peças se encaixariam perfeitamente.

segunda-feira, 7 de novembro de 2011

FMI alerta para colapso na demanda mundial

A economia mundial está entrando em uma fase perigosa que poderá ver um colapso na demanda mundial, afirmou a diretora-gerente da Fundo Monetário Internacional (FMI), Christine Lagarde, dias depois de uma reunião dos líderes mundiais não conseguir produzir uma solução para resolver a crise da dívida da Europa.

"Nuvens negras estão claramente no horizonte, no oeste da Rússia", disse Lagarde. "Se nós não trabalharmos juntos, nós poderemos enfrentar uma espiral descendente de incerteza, instabilidade financeira e colapso de demanda mundial".

Falando em Moscou durante sua primeira visita ao país no comando do FMI, Lagarde pediu que os líderes mundiais ajam decisivamente e previnam uma "volta negativa, onde um anêmico e letárgico crescimento colabora para o enfraquecimento financeiro".

Na última cúpula do G-20 na França, os líderes europeus não conseguiram avançar com seu plano para combater a bola de neve em que se transformou a crise da dívida. Eles também não conseguirem encontrar compradores de potências emergentes para expandir o fundo de resgate da região de € 440 bilhões para 1 trilhão de euros.

Lagarde alertou que, se a crise se aprofundar, os mercados emergentes da Europa Oriental poderão ser "severamente atingidos" pelas exportações menores e aumento das tensões financeiras. Os bancos da região poderão enfrentar aperto de liquidez, se os credores problemáticos ocidentais retirarem de repente sua exposição devido a problemas domésticos, acrescentou.

"Desta vez, os bancos do Ocidente controladores, que têm sido fundamentais para manter as economias à tona, não estarão mais aqui, necessariamente, para sustentar o crescimento e a saúde desses países", disse ela.

Ela se reuniu com o presidente russo, Dmitry Medvedev, e funcionários do Ministério das Finanças mais cedo. A Rússia afirmou que considera fornecer assistência, além de seu compromisso de US$ 10 bilhões, para o FMI, em troca de uma participação de voto maior no Fundo. As informações são da Dow Jones.

Fonte - Gazeta do Povo

domingo, 6 de novembro de 2011

"O papa e a política mundial"


Fonte - Questão de Confiança

Terremoto de intensidade 5,6 sacode o Estado de Oklahoma, nos EUA

Um terremoto de intensidade 5,6 atingiu no início da madrugada deste domingo (6) o Estado de Oklahoma, no centro dos Estados Unidos. De acordo com o Instituto Geológico dos EUA, é o segundo tremor seguido que atinge a localidade.

O epicentro do tremor ocorreu às 22h53 no horário local (1h53 de hoje, no horário de Brasília), cerca de seis quilômetros a leste da cidade de Sparks, a uma profundidade de cinco quilômetros.
Não há informações de danos ou vítimas até o momento.

O primeiro tremor, com intensidade 4,7, atingiu a região às 2h12 de ontem (5h12 no horário de Brasília).

De acordo com o instituto, não é comum a ocorrência de terremotos no Estado norte-americano de Oklahoma.

Fonte - UOL

sexta-feira, 4 de novembro de 2011

"A Grande Esperança"

 


1. A Grande Esperança – Aos que lêem, ouvem e guardam. 
Apocalipse 1:3
Ver e baixar vídeo | Baixar o texto

2. A Grande Esperança – Aos que morrem no senhor. 
Apocalipse 14:13
Ver e baixar vídeo | Baixar o texto

3. A Grande Esperança – Aos que vigiam e guardam suas vestes. 
Apocalipse 16:15
Ver e baixar vídeo | Baixar o texto

4. A Grande Esperança – Aos que são chamados à ceia das bodas cordeiro. 
Apocalipse 19:9
Ver e baixar vídeo | Baixar o texto

5. A Grande Esperança – Aos que tem parte na primeira ressurreição. 
Apocalipse 20:6
Ver e baixar vídeo | Baixar o texto

6. A Grande Esperança – Aos que guardam as palavras da profecia. 
Apocalipse 22:7
Ver e baixar vídeo | Baixar o texto

7. A Grande Esperança – Aos que lavam sua vestiduras no sangue do cordeiro. 
Apocalipse 22:14
Ver e baixar vídeo | Baixar o texto

8. A Grande Esperança – A todo aquele que crê. 
Apocalipse 14:14-16
Ver e baixar vídeo | Baixar o texto


Clique na figura e faça o download gratuito do livro respectivo. Mais do que isso, distribua o arquivo digital para o maior número possível de pessoas.

CIA admite que monitora redes sociais e chats no mundo todo

Agência de Inteligência dos EUA emprega centenas de analistas atrás de pistas sobre o 'humor' da população local e reações ao país.

A CIA – a agência de inteligência dos EUA – monitora as redes sociais no mundo todo em busca de ameaças à segurança do país ou mesmo sobre o 'humor' da opinião local, revela reportagem da agência AP nesta sexta (4).

Instalada em um galpão industrial em local secreto, a equipe da agência, apelidada de "bibliotecários vingativos", acompanha 5 milhões de tuítes por dia, além de Facebook, jornais, canais de notícias de TV, estações de rádio no mundo todo, salas de chat na internet etc.

De acordo com a reportagem, do árabe ao mandarim, a partir de um tweet irado a um blog reflexivo, os analistas colhem informações e as cruzam com jornais locais ou até conversas telefônicas interceptadas clandestinamente. A partir daí, desenham um cenário sobre a quantas anda a percepção sobre os EUA naquele país ou mesmo o grau de satisfação da população.

A equipe previu, por exemplo, a chamada "Primavera Árabe" no Egito. "Vimos que as redes sociais em lugares como o Egito poderiam tornar-se uma ameaça ao regime", disse Doug Naqim, diretor do chamado Centro Open Source da CIA.

O trabalho começou por recomendação do Congresso americano, após os ataques de 11/09. Hoje, reúne centenas de analistas (o número exato é segredo), que estudam do acesso à web na China ao humor nas ruas do Paquistão.

De acordo com a reportagem, embora a maioria dos analistas esteja na Virgínia, há "fuçadores virtuais" em embaixadas americanas no mundo todo.

O centro começou a focar-se em mídias sociais, depois de ver a reação dos usuários do Twitter contra o regime iraniano após o contestado resultado das eleições de 2009 naquele país, com a reeleição Mahmoud Ahmadinejad.

Depois que Bin Laden foi morto no Paquistão em maio, a CIA seguiu o Twitter para dar à Casa Branca um instantâneo da opinião pública mundial. O presidente Barack Obama recebe relatórios do grupo quase que diariamente, diz o texto.

A maioria dos tweets em urdu, a língua do Paquistão, e em chinês, foram negativos aos EUA à época. Autoridades paquistanesas protestaram contra o ataque como uma afronta à soberania do país, um ponto que continua a complicar as relações entre os países.

O centro também está comparando os resultados de suas observações em mídia social com as pesquisas de opinião, para gerar resultados mais precisos, disse Naquin à AP.

Sites como Facebook e Twitter também se tornaram um recurso fundamental para seguir uma crise, como os motins que se alastraram em Bangkok (Tailândia) em abril e maio do ano passado.

Fonte - IDGNow

quinta-feira, 3 de novembro de 2011

Princípio dia/ano

Amazônia por um fio: em 5 anos, cenário pode ser irreversível

A Amazônia está em seu limite. O alerta foi feito pelo biólogo Thomas Lovejoy, professor da George Mason University, de Virgínia, Estados Unidos. Segundo ele, a floresta "está muito próxima de um ponto de não retorno para sua sobrevivência, devido a uma combinação de fatores que incluem aquecimento global, desflorestamento e queimadas que minam o sistema hidrogeológico". De acordo com o pesquisador, restam apenas cinco anos para se inverter as tendências em tempo de se evitar consequências climáticas globais graves, como a desertificação de algumas regiões.

Os vilões são os métodos empregados em larga escala pelo setor extrativista predatório (madeireiros) e pela agricultura extensiva (pecuária) para ocupar áreas na Amazônia: motosserra, correntão e fogo. Para o doutor em Ciências da Terra e especialista em Amazônia Antônio Donato Nobre, se os legisladores do Brasil enxergassem o que a comunidade científica já vê, as ações do governo poderiam ser mais eficazes para a recuperação de biomas via mecanismos de valorização econômica para um uso sustentável da floresta.

"No entanto, o que vemos é uma busca frenética por alterar a lei das florestas (como ocorreu com o código florestal) na direção contrária ao que seria urgente: anistia para os desmatadores e estímulo continuado para o processo de desmatamento. A sociedade brasileira tem demonstrado preocupação com a floresta e com o clima de forma massiva e inequívoca, fato, entretanto, que não parece sensibilizar a maioria daqueles que fazem as leis", destaca Nobre.

Segundo o pesquisador brasileiro, há consenso na comunidade científica de que a floresta em pé, intacta, tenha alguma capacidade de resistir a mudanças climáticas externas. "Desde os anos 1970 estamos construindo o conhecimento de como a floresta influencia e é influenciada pelo clima. Ela transpira extraordinários volumes de água (aproximadamente 20 bilhões de toneladas evaporam por dia) e condiciona engenhosamente a própria chuva. Além de chuvas, ventos que succionam a umidade atmosférica do Atlântico para dentro da América do Sul. Esse sistema virtuoso parece ter resistido ao longo de eras geológicas, mas sempre contando com extensiva cobertura florestal nativa", explica.

Contudo, a alteração da cobertura florestal perturba o mecanismo da floresta amazônica e compromete sua capacidade de auto-regeneração. "A teoria da bomba biótica explica o motivo: sem floresta ocorre redução brusca do bombeamento de água via árvores do solo para a atmosfera; menos vapor é emitido pela superfície desmatada, menos condensação nas nuvens, menos ventos nos rios voadores, menor entrada de umidade na região". Os estudos observacionais de modelagem climática e análise teórica convergem na indicação de que limites importantes de desmatamento e degradação florestal estão se aproximando, reforça o pesquisador.

De acordo com Lovejoy, restam apenas cinco anos para se inverter as tendências em tempo de se evitar problemas de maior gravidade. Além disso, o biólogo crê que 20% de desflorestamento em relação ao tamanho original da Amazônia é o máximo que ela consegue suportar e o atual índice já é de 17% (em 1965, a taxa era de 3%). Ou seja, a floresta como conhecemos estaria prestes a acabar.

Para Antônio Donato Nobre, nos melhores cenários teríamos um clima muito mais seco, parecido com aquele que produz savanas. Isso levaria a ocorrência de fogo, o que dificultaria o retorno da floresta. Já nos piores cenários imaginados, com o sumiço do "oceano verde" os ventos alísios enfraqueceriam até o ponto de não mais entrarem na América do Sul, o que poderia causar uma desertificação em determinadas áreas. "Em qualquer caso, é de se imaginar que uma alteração tão grande nas cabeceiras dos rios voadores deva afetar o transporte de umidade para o Centro Oeste, Sudeste e Sul, o que implicaria em esperar uma acidificação importante ou desertificante para a porção meridional da América do Sul (a região compreendida entre Cuiabá e Buenos Aires, e entre São Paulo e os Andes)", analisa.

Há estudos que sugerem ainda que um desaparecimento da Amazônia teria repercussões diretas nos dois grandes oceanos do mundo, Pacifico e Atlântico, com consequências climáticas globais.

Fonte - Terra

quarta-feira, 2 de novembro de 2011

Congresso dos EUA reafirma o lema "In God we trust"

A Câmara de Representantes dos Estados Unidos se pronunciou nesta terça a favor de uma proposta republicana de reafirmar o lema nacional "In God we Trust" (Em Deus confiamos) que aparece em todos bancos nacionais.

A resolução simbólica, proposta pela congressista republicana Randy Forbes, tomada por 396 votos a favor e 9 contra, reafirma a manutenção do lema nos bancos e "anima a colocação de notas" com essa mensagem nas escolas e edifícios públicos.

A proposta dessa votação pelos republicanos se dispôs a satisfazer a base religiosa do partido na perspectiva da eleição presidencial de novembro de 2012.

Os democratas do presidente Barack Obama desqualificaram duramente esta iniciativa, que consideram inútil.

"Segundo as últimas informações de que dispomos, 'In God we Trust' é o lema nacional adotado pelos Estados Unidos desde 1956", ironizou Nadeam Elshami, portavoz de Nacy Pelosi, a líder democrata na Câmara.

Fonte - Terra

Nota DDP: Sinal de como o debate religioso ainda permanece relevante no cenário político americano. Também em relação ao atual ambiente político americano atual, de se observar a afirmação do NYTimes, no sentido de que o país encontra-se em um "momento pré-revolucionário" na perspectiva do surgimento de um terceiro partido como alternativa aos democratas e republicanos, em muito motivada pelas manifestações sociais de insatisfação com o sistema. Grandes mudanças se demonstram cada vez mais viáveis.

[Pesquisa - Hiscael Moreno]

terça-feira, 1 de novembro de 2011

Desastres climáticos fora do comum vão aumentar de frequência

"Desastres climáticos fora do comum - como a tempestade de neve no nordeste dos Estados Unidos e as inundações na Tailândia - vão ser cada vez mais frequentes, diz um relatórioPainel Intergovernamental sobre Mudanças Climáticas das Nações Unidas. Para além da frequência dos desastres incomuns, é possível que o aquecimento global provoque cada mais fenómenos climáticos adversos, segundo revela um relatório internacional sobre o clima, a que a Associated Press teve acesso.

A versão final do relatório elaborado por um painel de cientistas mundiais para as questões climáticas pinta um futuro dramático para um mundo já muito atingido por catástrofes climáticas, que acarretam custos de biliões de euros. O relatório sustenta ainda que os custos dos fenómenos climáticos vão aumentar, assim como o número de locais marginais para viver. (...)

"Os extremos são um aspecto realmente perceptível da mudança climática", disse Jerry Meehl, cientista sénior do Centro Nacional de Pesquisa Atmosférica. O estudo aponta ainda para oaumento de incidência de monções assim como para um aumento das chuvas torrenciaisaté ao final do século.

Vulcões e tempestades tropicais irão também aumentar ao nível da velocidade do vento mas poderão diminuir de intensidade e de frequência."

Fonte: Jornal de Notícias (negritos meus para destaque)

Nota O Tempo Final: Não precisamos de muito esforço para perceber não apenas o cumprimento profético, mastambém o propósito:
"Antes que o Filho do homem apareça nas nuvens do céu, tudo na natureza estará em convulsão. Raios do céu unindo-se ao fogo na Terra farão com que as montanhas queimem como uma fornalha e lancem suas torrentes de lava sobre aldeias e cidades. Massas derretidas de rochas lançadas na água pela sublevação das coisas ocultas na Terra farão ferver a água e arremessarão pedras e terra. Haverá fortes terremotos e grande destruição de vidas humanas." (Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, v. 7, p. 946)

"Quão frequentemente ouvimos de terremotos e furacões, de destruição pelo fogo e inundações, com grandes perdas de vidas e propriedades! Aparentemente essas calamidades são caprichosos desencadeamentos de forças da natureza, desorganizadas e desgovernadas, inteiramente fora do controle do homem; mas em todas elas pode ler-se o propósito de Deus. Elas estão entre os instrumentos pelos quais Ele busca despertar a homens e mulheres para que sintam o perigo." (Ellen White, Profetas e Reis, pág. 277)
Até a natureza parece gritar, avisando acerca dos sérios tempos em que estamos...

ONU adverte líderes mundiais sobre protestos de 7 bilhões

O secretário-geral da ONU, Ban Ki-moon, advertiu nesta segunda-feira os líderes mundiais de que poderão enfrentar protestos de um mundo formado por 7 bilhões de pessoas, a menos que resolvam o problema da desigualdade. Fome no leste da África, conflitos na Síria e protestos em Wall Street: segundo Ban Ki-moon, há um "descontentamento crescente" e uma "perda de confiança em que os governos e instituições públicas farão a coisa certa".

"Nosso mundo tem contradições terríveis", disse Ban Ki-moon numa entrevista coletiva sobre o anúncio da ONU de que a população mundial chegou a 7 bilhões. "Há muita comida, mas 1 bilhão de pessoas passam fome. Esbanjamento para poucos e pobreza para muitos outros." O secretário-geral da ONU disse que levará seu alerta para a reunião do G-20 nesta semana, em Cannes. "Em que tipo de mundo nasceu o bebê de número 7 bilhões? Que tipo de mundo queremos para nossas crianças?"

Ban Ki-moon dirá aos líderes das 20 maiores economias do mundo que, apesar da crise internacional, "não podemos abandonar aqueles que são os mais atingidos (...) Temos que dar poderes às mulheres e aos jovens. Em todo o mundo, eles foram às ruas exigindo seus direitos, novas oportunidades, e voz em seu futuro." Segundo o secretário-geral da ONU, a reunião do G-20 em Cannes deve lidar com esses problemas "de modo direto". "A população mundial quer respostas de seus líderes. Ela espera soluções, e não meias medidas ou desculpas."

Ban Ki-moon e outros líderes fugiram das perguntas sobre onde o bebê de número 7 bilhões teria nascido, alegando que aquela era uma "declaração simbólica", com o objetivo de chamar atenção para os desafios da explosão demográfica.

Fonte - UOL

Nota DDP:
Veja também "O Vaticano e os manifestantes do Ocupe Wall Street". Cresce a preocupação no sentido de que primeiramente sejam reconhecidos em sua amplitude os movimentos sociais em todo mundo, que realmente tendem ao incontrolável. Em segundo plano, como toda ação enseja uma reação, é de se esperar que aqueles que mantém o poder, e logicamente não pretendem vê-lo deslocado para outras possibilidades, deverão se posicionar para a manutenção do "status quo". Vivemos dias de grandes mudanças.
Related Posts with Thumbnails