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sábado, 16 de abril de 2022

"ECOmenismo: 15 anos depois | o ambientalismo e o decreto dominical"

 


O tema de fundo deste conceito de ECOmenismo - durante algum tempo - se repetiu de forma recorrente neste espaço, o que se iniciou no final de 2006 com o post "A conta do aquecimento do planeta", seguido de "Ano de 2007 será o mais quente já registrado, dizem especialistas" e "Davos: participantes elogiam preocupação de Bush com o clima".

Mas era apenas um devaneio do moderador deste espaço.

A sistematização da ideia e o apoio lógico/fático e teológico, veio com a composição formalizada pelo Pr. Sérgio Santelli no blog "Minuto Profético" que elaborou, recentemente, a conexão temporal com a articulação originária, agora sedimentada no tempo, demonstrando a viabilidade cada vez mais óbvia da materialização no plano da realidade dos eventos a tanto tempo teorizados.

Os posts originais podem ser acessados diretamente a partir de "ECOmenismo: uma verdade inconveniente – Parte 1".

E o vídeo acima explora o arco histórico dos estudos do Pr. Santelli, projetando-os em nossos dias (nossa citação a partir do minuto 24).

Bons estudos!

O Diário da Profecia

sexta-feira, 11 de dezembro de 2015

Papa pede compromisso global com pacto climático firmado em Paris

#ECOmenismo #Vaticano

Posted by Diário da Profecia on Domingo, 13 de dezembro de 2015

quarta-feira, 2 de setembro de 2015

Obama e a proteção do ecossistema


As duas bestas se engajaram definitivamente na causa do aquecimento global. Aguardemos as decisões conjuntas que em breve devem encampar. #EUA #ECOmenismo
Posted by Diário da Profecia on Quarta, 2 de setembro de 2015

terça-feira, 25 de agosto de 2015

Fé no clima: o ECOmenismo ganha força

Todos pela Terra

À primeira vista, a diversidade de participantes faz até a gente pensar naquelas piadas clássicas (“um padre, um rabino e um pastor evangélico entram num boteco e...”), mas a conversa é séria. Nesta terça, dia 25 de agosto, um grupo variado e bastante representativo de lideranças religiosas do Brasil e do exterior vai se reunir no Rio de Janeiro para manifestar o apoio de suas denominações à luta contra as mudanças climáticas causadas pela ação humana. Estou falando do Encontro Internacional Fé no Clima, organizado pelo Iser (Instituto de Estudos da Religião), em parceria com o GIP (Gestão de Interesse Público). Como os leitores mais assíduos deste blog devem imaginar, a ação conjunta inter-religiosa se inspira no exemplo da encíclica Laudato Si, uma espécie de chamado às armas do papa Francisco para evitar os piores efeitos da mudança climática, e tem a intenção de influenciar os debates da Conferência do Clima da ONU em Paris, que acontece no fim deste ano.

Os 12 participantes devem falar tanto da visão que suas tradições religiosas possuem sobre a necessidade de respeitar o ambiente quanto das ações concretas que suas comunidades estão tomando em relação aos problemas ambientais. No fim das contas, deverão assinar um documento de consenso, a Declaração Fé no Clima, que será encaminhada ao governo federal.

Confira a lista de participantes: André Trigueiro (espírita e jornalista), Ariovaldo Ramos (pastor evangélico), Mãe Beata de Yemanjá (Iyalorixá do Ilê Omi Ojuarô), Dolores (Inkaruna) Ayay Chilón, professor de Quechua, da tradição Andina, Mãe Flávia Pinto (umbandista), Rv. Fletcher Harper (pastor episcopal norte americano), Pe. Josafá Carlos de Siqueira S.J (Igreja Católica), Kola Abimbola (Babalorixá Yorubá e acadêmico nigeriano), Léo Yawabane (tradição indígena Huni Kuin, do Acre), Lama Padma Samten (monje budista), Rabino Nilton Bonder (tradição judaica) e Timóteo Carriker (pastor presbiteriano).

Espero voltar a esse assunto em breve, até porque algumas das visões expressas pelo papa Francisco em sua encíclica ambiental chegam perto de ser revolucionárias. De qualquer modo, conseguir juntar tantas crenças juntas em favor de um objetivo no qual a ética e o conhecimento científico caminham lado a lado já merece comemoração.

(Reinaldo José Lopes, Folha de S. Paulo)

Nota Criacionismo: Você ainda duvida do poder de coesão que a bandeira ecológica tem e da crescente influência do papa como líder incontestável desse movimento que transpõe os limites religiosos e arranca suspiros de admiração até dos jornalistas? Cinco anos atrás, concedi entrevista ao jornalista Reinaldo (autor do texto acima), na qual expus minha opinião sobre o ECOmenismo (confira aqui).

segunda-feira, 24 de agosto de 2015

El Niño recorde

El Niño recorde. #ECOmenismo #SinaisFim

Posted by Diário da Profecia on Segunda, 24 de agosto de 2015

terça-feira, 21 de julho de 2015

Papa manda recado à ONU e recebe prefeitos

Prefeitos cumprimentam o papa

O papa Francisco exortou a ONU (Organização das Nações Unidas) nesta terça-feira (21) a adotar uma “postura muito firme” contra a mudança climática na cúpula sobre o aquecimento global marcada para dezembro em Paris. O pontífice falou durante uma conferência organizada pelo Vaticano com prefeitos e governadores de grandes cidades que assinaram uma declaração que pede que os líderes globais tomem atitudes firmes na cúpula da ONU, dizendo que pode ser a última chance para lidar com o aquecimento global induzido pela atividade humana. “Tenho grandes esperanças na cúpula de Paris”, declarou o papa. “Tenho grandes esperanças de que um acordo fundamental seja alcançado. A Organização das Nações Unidas precisa adotar uma postura muito firme nisso.”

No mês passado, Francisco emitiu uma encíclica sobre a mudança climática, a primeira dedicada ao meio ambiente. A exortação para 1,2 bilhão de membros da Igreja pode levar os católicos de todo o mundo a fazer lobby com formuladores de políticas a respeito de temas ecológicos e da mudança climática.

Diversos prefeitos brasileiros, entre eles o de São Paulo, Fernando Haddad (PT), participavam de uma audiência sobre o desenvolvimento sustentável das cidades no Vaticano. [...] Além [de Haddad], também foram ao Vaticano o presidente da Frente Nacional dos Prefeitos (FNP), Marcio Lacerda, de Belo Horizonte, e ACM Neto, de Salvador, entre outros. Prefeitos de outras cidades do mundo também estavam presentes, como o de Nova York, Bill de Blasio. [...]

(BOL Notícias e G1 Notícias)

Nota Criacionismo: Quando autoridades políticas do mundo vão até o papa em busca de conselho e apoio, isso deixa mais do que claro que a influência do líder católico se amplia cada vez mais. Quando o papa discursar na ONU e no Senado norte-americano, em setembro, as cabeças já estarão feitas para aceitar suas propostas, que, admita-se, são muito simpáticas, porém, um tanto perigosas, pelo menos em um aspecto – conhecido daqueles que têm estudado o tema ECOmenismo, neste blog.

quinta-feira, 18 de junho de 2015

Laudato Si e o erro do papa Francisco

Apoio e admiração totais 

Hoje pela manhã, o papa Francisco saudou seus mais de seis milhões de seguidores no Twitter com a seguinte conclamação: “Convido a todos para fazer uma pausa para pensar sobre os desafios que enfrentamos em relação aos cuidados com a nossa casa comum.” Pouco mais de uma hora depois, outro tweet foi divulgado: “A cultura do descartável de hoje apela a um novo estilo de vida.” Sempre com a hashtag #LaudatoSi, que, na verdade, é o título da encíclica que o Vaticano divulgará oficialmente hoje. Conforme destacaram Bruno Calixto e Marina Ribeiro, em artigo publicado ontem no site da revista Época, hoje um bispo católico, um ortodoxo e um cientista ateu sentarão juntos na Sala do Sínodo, no Vaticano, e apresentarão aos jornalistas a primeira encíclica escrita exclusivamente pelo papa Francisco. “A escolha das pessoas que apresentarão o documento não é aleatória. O papa quer que sua encíclica – uma carta de ensinamento aos católicos – ultrapasse as fronteiras do catolicismo, chegue às ‘pessoas de boa vontade’ e influencie as decisões internacionais sobre o meio ambiente e o clima. A encíclica de Francisco, que empresta do Cântico das Criaturas de São Francisco de Assis seu título Laudato Si (‘Louvado sejas’, em português), fala especificamente sobre o impacto do homem no meio ambiente – ou na ‘Criação’ – e mostra como os homens podem viver em harmonia com a natureza, de acordo com a moral e a ética da Igreja.”

Obviamente que é louvável a iniciativa de um líder religioso como o papa de encabeçar um movimento ecológico com o objetivo de proteger a Terra da degradação que ela vem sofrendo ao longo dos anos. É evidente que os religiosos podem e devem dar sua parcela de contribuição para criar uma mentalidade de cuidado com a criação de Deus. O problema são as motivações, os argumentos, os objetivos e os erros por trás de todo esse discurso ecológico.

Não quero aqui me deter na ideia de que o ser humano seja o verdadeiro culpado pelo aquecimento global. Há cientistas que, embora não neguem esse aquecimento, não creem que a causa dele seja antropogênica. Poderíamos estar atravessando um novo ciclo de calor; a causa poderia ser outra, como a atividade solar; ou mesmo, como escreveu Ellen White, no livro O Grande Conflito, páginas 589 e 590: “[Satanás] estudou os segredos dos laboratórios da natureza, e emprega todo o seu poder para dirigir os elementos tanto quanto o permite Deus. [...] Nos acidentes e calamidades no mar e em terra, nos grandes incêndios, nos violentos furacões e terríveis saraivadas, nas tempestades, inundações, ciclones, ressacas e terremotos, em toda parte e sob milhares de formas, Satanás está exercendo o seu poder. [...] Essas visitações devem se tornar mais e mais frequentes e desastrosas. [...] E então o grande enganador persuadirá as pessoas de que os que servem a Deus estão motivando esses males. [...] Será declarado que os homens estão ofendendo a Deus pela violação do descanso dominical; que esse pecado acarretou calamidades que não cessarão antes que a observância do domingo seja estritamente imposta.”

E é exatamente sobre isso que eu quero falar aqui. Quero me deter num erro típico do romanismo, presente na encíclica Laudato Si: o erro de confundir deliberadamente o sábado com o domingo.

No capítulo II, seção 71 (a encíclica está disponível aqui), referindo-se à destruição do mundo por um dilúvio no tempo de Noé e sua posterior restauração, Francisco escreveu: “A tradição bíblica estabelece claramente que esta reabilitação implica a redescoberta e o respeito dos ritmos inscritos na natureza pela mão do Criador. Isto está patente, por exemplo, na lei do Shabbath. No sétimo dia, Deus descansou de todas as suas obras. Deus ordenou a Israel que cada sétimo dia devia ser celebrado como um dia de descanso, um Shabbath (cf. Gn 2, 2-3; Ex 16, 23; 20, 10).”

É bom deixar claro logo de início que, ao contrário do que afirma o papa, o sábado não foi dado a Israel apenas. Na verdade, o sábado foi dado à humanidade, no Éden, quando havia apenas um casal sobre a Terra (Gn 2:2, 3), e Jesus confirma isso ao dizer que o “sábado foi feito por causa do homem” (Mc 2:27), não do judeu ou de qualquer outro povo.

Embora cite o mandamento do sábado conforme está na Bíblia, no capítulo VI, seção 237 da encíclica, Francisco se permite reinterpretar o mandamento:

“A participação na Eucaristia é especialmente importante ao domingo. Este dia, à semelhança do sábado judaico, é-nos oferecido como dia de cura das relações do ser humano com Deus, consigo mesmo, com os outros e com o mundo. O domingo é o dia da Ressurreição, o ‘primeiro dia’ da nova criação, que tem as suas primícias na humanidade ressuscitada do Senhor, garantia da transfiguração final de toda a realidade criada. Além disso, este dia anuncia ‘o descanso eterno do homem, em Deus’. Assim, a espiritualidade cristã integra o valor do repouso e da festa. [...] A lei do repouso semanal impunha abster-se do trabalho no sétimo dia, ‘para que descansem o teu boi e o teu jumento e tomem fôlego o filho da tua serva e o estrangeiro residente’ (Ex 23, 12). O repouso é uma ampliação do olhar, que permite voltar a reconhecer os direitos dos outros. Assim o dia de descanso, cujo centro é a Eucaristia, difunde a sua luz sobre a semana inteira e encoraja-nos a assumir o cuidado da natureza e dos pobres.”

Conforme observou Filipe Reis, de Portugal, “não precisamos de muito esforço para perceber que o papa confunde o Shabbat bíblico do sétimo dia com o domingo, primeiro dia da semana, atribuindo a este a importância e solenidade que, biblicamente, apenas o sábado do sétimo dia possui. Ou seja, a validade do sábado do sétimo dia parece ter sido mudada para o domingo, primeiro dia da semana”.

Curiosa e e contraditoriamente, na secção 68 do capítulo II, Francisco escreve, citando os Salmos:

“‘Ele [ndr: Deus] deu uma ordem e tudo foi criado; Ele fixou tudo pelos séculos sem fim e estabeleceu leis a que não se pode fugir!’ (Sl 148, 5b-6).” O papa está correto aqui. Não podemos fugir das leis de Deus, muito menos alterá-las. O sábado faz parte dessa lei e é tão eterno que continuará sendo observado na Nova Terra (Is 66:23). Daniel 7:25, escrito cerca de 500 anos antes de Cristo, previu que no futuro haveria um poder religioso que se atreveria a mudar os tempos e a lei de Deus. A profecia, pra variar, estava corretíssima...

Em seu artigo na revista Época, Bruno Calixto e Marina Ribeiro captaram com precisão a intenção do papa com essa encíclica: “Francisco escolheu com cuidado o momento da publicação e de seu ativismo ambiental. Em setembro, a Assembleia Geral da ONU se reunirá para aprovar os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável. Ele pessoalmente discursará em Nova York. Depois, em novembro, haverá a Conferência do Clima em Paris, onde se espera que governos assinem um acordo global contra as mudanças climáticas. Segundo o secretário-geral do WWF-Brasil, Carlos Nomoto, o papa poderá desempenhar um papel importante nessas reuniões internacionais, aumentando a pressão para que governos enfim assumam compromissos nas negociações climáticas.”

Para Eduardo Felipe Matias, autor de A Humanidade Contra as Cordas: A luta da sociedade global pela sustentabilidade, as questões ambientais exigem a mobilização de todos os atores da sociedade, não apenas governos (num programa da rádio CBN, dois jornalistas também falam sobre isso). “Os efeitos que a encíclica papal pode ter sobre a comunidade internacional e sobre os católicos seriam ampliados se outras instituições religiosas se somassem a esse esforço. Não iremos alcançar um mundo mais sustentável sem mudar radicalmente a mentalidade das pessoas, e as diferentes religiões podem contribuir para essa mudança”, diz.

Felipe resume bem um assunto sobre o qual tenho falado em meu blog há quase dez anos: o ECOmenismo. Trata-se de um movimento de união de esforços que extrapola os limites das religiões e tem o potencial de coligar religiosos, místicos, cientistas, ativistas, ateus e outros grupos.

Estamos vivendo dias solenes. Deus nos ajude a estar firmados na verdade bíblica, cumprindo nosso papel, assim como o papa e outros estão cumprindo o deles.

Fonte - Michelson Borges

sexta-feira, 5 de junho de 2015

Movimento Católico Climático Global

Papa intenta liderar movimento global pela preservação do meio ambiente.


#ECOmenismo #Vaticano

Posted by Diário da Profecia on Sexta, 5 de junho de 2015

quinta-feira, 7 de maio de 2015

2015: ECOmenismo, o papa e Ben Carson


segunda-feira, 4 de maio de 2015

2015 é o ano do ECOmenismo

Influência crescente

Quando os delegados se reunirem em dezembro em Paris para negociar um acordo internacional de combate a mudanças climáticas, Ban Ki-Moon, secretário-geral das Nações Unidas, espera contar com um poderoso aliado: o papa. Ban Ki-Moon estava entre políticos, cientistas e líderes de várias religiões que se reuniram em 28 de abril em uma casa do século 16, no Vaticano, para discutir os aspectos morais do aquecimento global e desenvolvimento sustentável. O encontro inédito ocorreu enquanto o papa Francisco prepara uma carta encíclica aos bispos sobre as alterações climáticas, a ser lançada neste verão boreal. A encíclica “terá um profundo impacto sobre as negociações relacionadas a mudanças climáticas”, declarou Ban Ki-Moon a jornalistas após breve audiência com o papa, destacando que o papa Francisco abordará também a Assembleia Geral da ONU, em 25 de setembro. As mudanças climáticas já estão ocorrendo, alertou Ban Ki-Moon, e o mundo está correndo contra o tempo para afastar impactos graves e irreversíveis do aquecimento - opinião compartilhada pelos cientistas que participaram do encontro.

Muitos pesquisadores na reunião ansiavam considerar as mudanças climáticas sob uma perspectiva diferente: a de líderes religiosos que falam sobre o aquecimento global e seus efeitos com autoridade moral. Esses líderes podem atingir um público enorme, avalia Partha Dasgupta, economista da Universidade de Cambridge, Reino Unido, e um dos organizadores da reunião. “Como acadêmicos, podemos ter alunos de pós-graduação, mas não temos um rebanho”, pondera ele. “Os líderes religiosos têm um rebanho.”

Os participantes da reunião foram convidados a assinar uma declaração elaborada por um pequeno grupo de cientistas e pelo bispo Marcelo Sánchez Sorondo, chanceler da Pontifícia Academia das Ciências, assessor do papa Francisco sobre assuntos científicos e co-patrocinador da reunião. A declaração diz que a mudança climática induzida pelo homem é “uma realidade científica”, e que a humanidade tem “o imperativo moral e religioso” de mitigá-la. Ele também argumenta que os políticos têm uma responsabilidade especial para garantir o sucesso das negociações de Paris sobre o clima e proteger os pobres e vulneráveis.

“Proteger a humanidade é proteger a criação, e para proteger a criação deve-se proteger a humanidade”, disse Metropolitan Emmanuel, bispo da igreja ortodoxa grega francesa, na reunião. Din Syamsuddin, líder espiritual muçulmano da Indonésia, afirma considerar necessário que sua religião se desloque de uma perspectiva teológica conservadora sobre o meio ambiente para uma posição mais progressiva. Segundo ele, a primeira vê a natureza como um objeto, [visão] que pode levar à sua espoliação.

O encontro também suscitou controvérsia. O Instituto Heartland, think tank liberal em Chicago, Illinois, organizou uma reunião rival em hotel fora dos muros do Vaticano. O grupo quer dissuadir Francisco “de emprestar a sua autoridade moral para a agenda politizada e não científica das Nações Unidas sobre o clima”, de acordo com o material de divulgação do encontro.

(Scientific American Brasil, via Nature, 30 de abril de 2015)

Nota Michelson Borges: Para reforçar a campanha em favor do meio ambiente, ganha repercussão o argumento de que combater o aquecimento global é, também, uma questão moral e religiosa. Alguém ainda duvida de que a bandeira ecológica tem enorme poder de “cola” capaz de unir religiosos, políticos e cientistas – um verdadeiro ECOmenismo? Assista ao vídeo abaixo para entender as possíveis implicações proféticas desse cenário.

terça-feira, 10 de fevereiro de 2015

Aquecimento global: um escândalo científico

Garoto-propaganda do ECOmenismo

Novos dados sugerem que o “desaparecimento” do gelo polar não seja resultado de aquecimento global galopante

Quando as gerações futuras olharem para trás, para o alarme do aquecimento global nos últimos 30 anos, nada vai chocá-las mais do que a constatação de que os registos oficiais de temperatura – nos quais todo o pânico se apoiava em última instância – foram sistematicamente “ajustados” para mostrar a Terra como tendo aquecido muito mais do que os dados reais comprovavam. Há duas semanas, sob o título “Como estamos sendo enganados com dados errados sobre o aquecimento global”, escrevi sobre Paul Homewood que, em seu blog “Not a lot of people know that”, tinha contrastado os gráficos de temperatura publicados por três estações meteorológicas no Paraguai com as temperaturas que haviam sido originalmente registradas. Em cada exemplo, a tendência atual de 60 anos de dados tinha sido dramaticamente invertida, de modo que uma tendência de arrefecimento foi alterada para uma que apresentou um aquecimento significativo.

Esse foi apenas o último de muitos exemplos de uma prática há muito reconhecida por especialistas observadores ao redor do mundo – o que levanta um ponto de interrogação cada vez maior sobre todo o registro oficial de temperatura de superfície.

Após o meu último artigo, Homewood verificou o resgistro de outras estações meteorológicas da América do Sul em torno das três originais. Em cada caso, ele encontrou as mesmas suspeitas de “ajuste” em sentido único. Primeiro esses foram feitos pela Global Historical Climate Network (GHCN) do governo dos EUA. Foram depois amplificados por dois dos principais registros oficiais de superfície, do Instituto Goddard de Estudos Espaciais (GISS) e do Centro Nacional de Dados Climáticos (NCDC), que usam as tendências de aquecimento para estimar as temperaturas ao longo das vastas regiões da terra onde não há medições. Contudo, estes são os registros de que cientistas e políticos dependem para a sua crença no “aquecimento global”.

Homewood voltou agora sua atenção para as estações meteorológicas em grande parte do Ártico, entre o Canadá (51 graus Oeste) e o coração da Sibéria (87 graus Este). Mais uma vez, em quase todos os casos, os mesmos ajustes de sentido único foram feitos, para mostrar aquecimentos de 1 grau Celsius ou mais elevado do que foi indicado pelos dados que foram registrados. Isso surpreendeu nada menos do que Traust Jonsson, que esteve muito tempo como responsável de pesquisa do clima no gabinete de meteorologia da Islândia (e com quem Homewood tem estado em contacto). Jonsson ficou espantado ao ver como a nova versão “faz desaparecer” completamente os “anos de gelo do mar” da Islândia, por volta de 1970, quando um período de arrefecimento extremo quase devastou a economia de seu país.

Um dos primeiros exemplos desses “ajustes” foi exposto em 2007 pelo estatístico Steve McIntyre, quando descobriu um artigo publicado em 1987 por James Hansen, o cientista (mais tarde virou fanático ativista do clima) que por muitos anos liderou o GISS. O gráfico original de Hansen mostrou as temperaturas no Ártico como tendo sido bem mais altas por volta de 1940 do que em qualquer momento desde então. Mas, como Homewood revela em seu post “Ajustes de temperatura transformam a história do Ártico”, o GISS virou isso ao contrário. As temperaturas do Ártico a partir desse momento foram tão abaixadas que já estão diminuídas pelas dos últimos 20 anos.

O interesse de Homewood no Ártico acontece, em parte, porque o “desaparecimento” de seu gelo polar (e dos ursos polares) tornou-se como um “garoto-propaganda” para aqueles que tentam nos convencer de que somos ameaçados pelo aquecimento galopante. Mas ele escolheu esse trecho específico do Ártico porque é onde o gelo é afetado por água mais quente trazida por mudanças cíclicas numa grande corrente atlântica - esta última atingiu o pico há 75 anos, quando o gelo ártico recuou ainda mais do que tem feito recentemente. O derretimento do gelo não é de todo causado pelo aumento das temperaturas globais.

De muito mais sério significado, porém, é a maneira como essa manipulação geral do registro oficial de temperatura - por razões que o GHCN e o GISS nunca explicaram plausivelmente - se tornou o verdadeiro elefante na sala do maior e mais caro alarme que o mundo conheceu. Isso realmente começa a parecer como um dos maiores escândalos científicos de todos os tempos.

(The Telegraph; tradução de Filipe Reis)

Nota Criacionismo: Quero repetir aqui algo que nunca é demais deixar claro: não nego que possa estar havendo algum tipo de aquecimento global. O que questiono (e não sou o único) é se o ser humano seria o fator primordial (o principal culpado) nesse processo. Se a culpa for nossa, devemos aceitar qualquer imposição que nos for feita para amenizar as consequências do estrago que estamos fazendo. É verdade que muitas das propostas para reduzir ou frear o aquecimento (independentemente de sermos ou não capazes de fazer isso) são boas, como é o caso da redução da emissão de gases poluentes. Mas há, também, outros interesses (os quais têm sido chamados de ECOmenismo) que poderão tolher a liberdade de pessoas que nada têm que ver com essa história toda. Se tiver interesse em conhecer um ponto de vista sobre esse assunto, assista ao vídeo abaixo.

quarta-feira, 31 de dezembro de 2014

2015: papa intensificará ações contra aquecimento global

Liderando o mundo

No final de 2015, as nações do mundo vão se reunir em Paris e tentar chegar a um acordo global para reduzir as emissões de gases de efeito estufa. E o papa Francisco espera que os católicos do mundo, assim como outras grandes religiões, tenham uma grande parte a desempenhar na ação séria em relação ao clima. Isso inclui uma série de passos no próximo ano. Espera-se que Francisco diga a 1,2 bilhão de católicos do planeta por que agir sobre a mudança climática é essencial para a fé, e ele usará para isso um influente documento da Igreja chamado Encíclica. Isso tem sido muito comentado, mas o documento será liberado para 5.000 bispos e 400 mil sacerdotes depois de uma visita papal à cidade danificada pelo furacão de Tacloban, nas Filipinas. Em setembro, o papa vai levar sua mensagem para a Assembleia Geral da ONU, em Nova York, de acordo com John Vidal, do Guardian, que citou fontes do Vaticano. Ele irá pessoalmente pressionar os líderes políticos e religiosos com o objetivo de levá-los à ação real antes das reuniões de Paris, em dezembro do próximo ano.

Enquanto não se tem certeza do que exatamente ele vai dizer a esses líderes, provavelmente será semelhante ao que vem dizendo a católicos em todos os lugares, desde o início de seu pontificado. No início deste ano, Francisco disse a uma multidão enorme, em Roma: “Se destruirmos a criação, a criação vai nos destruir!” Ele chamou de “pecado” a destruição das florestas, e sob sua liderança a Igreja realizou uma reunião de cúpula de cinco dias com cientistas, economistas, filósofos, astrônomos e outros especialistas, para explorar formas de a Igreja Católica abordar os temas do clima e da sustentabilidade.

No início deste mês, durante as negociações sobre o clima em Lima, os bispos católicos de todos os continentes pediram “o fim da era do combustível fóssil”. Isso segue, segundo eles, a necessidade de priorizar “as necessidades imediatas das comunidades mais vulneráveis”. [...]

Amigo próximo de Francisco, o bispo argentino Marcelo Sánchez Sorondo é o chanceler da Pontifícia Academia de Ciências e Ciências Sociais. Ele disse em uma conferência anual para o grupo britânico Católica Cafod, no mês passado: “Hoje há evidência científica sólida de que o clima global está mudando e que a atividade humana com base na utilização de materiais fósseis contribui de forma decisiva para essa tendência.”

Soronado citou Francisco, que tem um “papel único como líder religioso”, e a necessidade de orientação moral para garantir que o mundo se desenvolva de forma sustentável e socialmente inclusiva. “O problema da mudança climática se tornou um grande problema social e moral, e as mentalidades só podem ser alteradas por razões morais e religiosas”, disse ele.

Portanto, os acadêmicos apoiam a iniciativa do papa de publicar uma Encíclica ou outro documento importante sobre o clima e a inclusão social, a fim de influenciar decisões cruciais no próximo ano. Na verdade, a ideia é convocar uma reunião com os líderes religiosos das principais religiões para tornar todas as pessoas cientes do estado do nosso clima e da tragédia da exclusão social, a partir da mensagem bíblica de que o homem é o mordomo da natureza, e o desenvolvimento humano de acordo com o seu potencial não é contra ela, como Paulo IV havia dito.

Os detalhes que cercam essa reunião do clima com os líderes religiosos do mundo são ainda pouco claros, mas Francisco provavelmente vai encontrar algumas partes de seu público dispostas e propícias a uma forte ação climática. No início deste ano, um grupo de cristãos evangélicos pediu ao presidente Obama para discutir as mudanças climáticas com o papa no Vaticano, enquanto o governador da Flórida, Rick Scott, disse que a mudança climática era uma questão “pró-vida”. Líderes de várias religiões diferentes, em audiências públicas da agência em julho, incentivaram a EPA a regular o dióxido de carbono das usinas dizendo que a poluição pelo carbono é “uma afronta a Deus”.

Por outro lado, a grande maioria dos evangélicos brancos nos EUA acredita que o agravamento das catástrofes naturais é um sinal do Apocalipse, e outras seitas evangélicas conservadoras provavelmente vão se opor aos esforços de Francisco. [...]

(Climate Progress)

Nota Michelson Borges: Se ainda havia quem duvidasse do grande poder de coalizão ecumênica que a bandeira ecológica representa, talvez 2015 ajude a mudar essa ideia. O ECOmenismoavança a passos largos. Religião e política se misturam cada vez mais nesse cenário catastrófico, e Francisco desponta como líder capaz de encabeçar essa coalizão para “salvar a Terra” – a ponto de ser sugerido até que o próprio presidente dos EUA vá ao Vaticano conversar com o papa. Lembre-se de que uma das propostas do Vaticano para reduzir as emissões de dióxido de carbono é a cessação do trabalho e do consumismo aos domingos, no que recebe já o apoio do Parlamento Europeu e de significativa parcela da população em geral. Quem vai se opor a uma proposta tão simpática e aparentemente tão necessária? Bem, conforme o próprio texto acima antevê, algumas “seitas evangélicas conservadoras” (os “fundamentalistas”?) irão se opor, não porque não queiram lutar pelo bem de todos e do meio ambiente, mas porque (pelo menos no caso de um desses grupos injustamente chamado “seita”) não poderão aceitar que o domingo e não o sábado seja considerado dia sagrado, em oposição ao que ensina a Bíblia Sagrada. Pelo visto, o ano que vem nos reserva eventos interessantes...

domingo, 21 de setembro de 2014

Cientistas escolhem o papa como mobilizador de massas

Ele está preocupado com a natureza

Tentar conter o efeito da destruição de habitats e das alterações climáticas que tenham origem em atividades humanas depende de todos, por isso os cientistas escolheram um forte mobilizador de massas: o papa. Os cientistas perderam a fé nos políticos e estão contando que os líderes religiosos possam ajudá-los a mobilizar as pessoas a mudar o estilo de vida para que possam ser prevenidas catástrofes (com informações do lê-se Telegraph). A religião e a ciência têm tido vários conflitos ao longo da história, mas quando o futuro do planeta está em jogo é preciso unir esforços – e a Igreja Católica tem 1,2 bilhão de fiéis. Os líderes religiosos têm um papel moral e de proteção dos crentes – ajudá-los a encontrar fontes de combustível menos poluentes pode servir tanto à vida das populações quanto ao ambiente.

“Os cientistas naturais e sociais já fizeram a parte deles em documentar os danos ambientais irreversíveis (embora com grandes incertezas), e já propuseram medidas de mitigação específicas. O passo de transformação pode muito bem ser a mobilização em massa da opinião pública pelo Vaticano e por outras religiões, com uma ação coletiva pela salvaguarda do bem-estar da humanidade e do ambiente”, afirmam os dois autores do ensaio “Em busca de um bem comum”, publicado pela Science, Veerabhadran Ramanathan, climatólogo da Universidade da Califórnia, em San Diego, nos Estados Unidos, e Partha Dasgupta, economista no St. Jonh’s College, em Cambridge, no Reino Unido.

Não foi uma escolha inocente, visto que o papa Francisco já demonstrou estar preocupado com o ambiente. “Os problemas que motivam o Vaticano não são diferentes daqueles que dizem respeito à comunidade científica: esgotamento dos recursos não renováveis​​, perda de serviços do ecossistema e risco de alterações climáticas. Mas aquilo em que o Vaticano pode contribuir é fornecendo a base racional para agirmos: porque é da nossa responsabilidade moral deixar um planeta habitável para as gerações futuras”, diz Marcia McNutt, diretora editorial da Science Magazine.

O ensaio surge depois de Veerabhadran Ramanathan e Partha Dasgupta terem organizado um workshop – “Humanidade sustentável, natureza sustentável, a nossa responsabilidade” – para membros da Pontifica Academia das Ciências e da Pontífica Academia das Ciências Sociais, de 2 a 6 de maio deste ano. Desde então, o papa Francisco têm-se mostrado muito empenhado nessas questões. “É um milagre que oito décadas de investigação entre o Dr. Dasgupta e eu sobre os aspetos naturais e sociais das mudanças ambientais nos tenha levado até aos líderes morais das religiões para salvar a humanidade das alterações climáticas”, disse Ramanathan.

(Observador)

Nota Criacionismo: Há alguns anos venho publicando aqui no blog notícias a respeito do que passou a ser conhecido como ECOmenismo (confira aqui). Outro blog que acompanha o tema é o Minuto Profético, do pastor Sérgio Santeli, um dos primeiros no Brasil a chamar atenção para o assunto. De lá para cá, a convergência de interesses dos aquecimentistas tem ficado cada vez mais evidente, a ponto de cientistas apelarem agora ao próprio papa para que ajude a “salvar o planeta”. Como já destaquei aqui, uma das propostas do Vaticano para ajudar a conter o aquecimento global é o resgate do domingo como dia de repouso. Quem duvida de que todas as classes – inclusive os cientistas que agora pedem ajuda – aceitarão essa proposta de descanso dominical? Quando o medo é grande e existe um líder com carisma e autoridade suficientes, as massas são facilmente conduzidas e aceitam propostas que visam a salvar a vida delas. E ai daqueles que discordarem disso! Evidentemente que ninguém vai discordar do fato de que o consumismo deve ser reduzido, que as emissões de carbono devem ser contidas, que a família e os trabalhadores precisam de mais tempo para o descanso e o lazer. O problema é o dia escolhido para tudo isso. O verdadeiro dia de descanso, da natureza, da família já existe há mais de seis mil anos, e foi estabelecido pelo Criador (confira Gênesis 2:1-3 e Êxodo 20:8-11). Os adventistas creem que a controvérsia sábado (memorial da criação e quarto mandamento da lei de Deus) versus domingo (mandamento do catecismo e sinal da pretensa autoridade romana) se tornará mais intensa à medida que o fim se aproxima, culminando na imposição de uma lei que obrigará todos a reservar o domingo como dia de repouso. E, pelo andar da carruagem, parece que a grande maioria das pessoas se submeterá tranquilamente a essa lei. [MB]

Leia também: “Folha vê relação entre criacionismo e aquecimento” e “Domingo: ‘solução simples’ para o aquecimento”


sexta-feira, 22 de novembro de 2013

Papa Francisco prepara encíclica sobre meio ambiente

Mais "gás" para o ECOmenismo

O papa Francisco dedicará parte da próxima encíclica ao meio ambiente, num esforço para modernizar a mensagem da Igreja. A atitude entusiasma ativistas que acreditam que a influência de Francisco sobre o tema pode ter um impacto não apenas no comportamento de cristãos, mas, principalmente, de líderes internacionais. O desejo dele é claro: desenvolver e promover uma mensagem ecologista do Vaticano. Essa será a segunda encíclica de Francisco. A primeira, o atual papa reconheceu, foi praticamente de autoria do papa emérito Bento XVI. (MSN Notícias)

Nota Criacionismo: Imaginei mesmo que não demoraria muito tempo para Francisco bater nessa tecla, como fez seu predecessor. A diferença é que este papa tem mais carisma e será capaz de levar essa agenda bem além do que fez Bento 16. Não nos esqueçamos de que uma das propostas do Vaticano para amenizar os efeitos do aquecimento global é reservar um dia para o descanso da Terra; um dia com baixa emissão de carbono; um dia para a família. E esse dia, evidentemente, é o domingo, não o sábado. [MB]

sexta-feira, 11 de outubro de 2013

O ECOmenismo mais vivo do que nunca

O Painel Intergovernamental de Mudança Climática (IPCC) divulgou nesta sexta-feira (27/09) um relatório ainda mais pessimista que seu último, de 2007. Nele, o grupo de especialistas apontados pela ONU não só reforçou as conclusões de que o aquecimento global é uma realidade causada primariamente – senão exclusivamente – pelo ser humano, como deixou claro que a situação pode piorar significativamente se não forem feitos esforços para controlar as emissões.

De acordo com o IPCC, o homem tem 95% de responsabilidade sobre as mudanças climáticas – o relatório de 2007 falava em 90%. A razão dos números é a produção de CO2 em larga escala, que provocam o efeito estufa. As emissões têm crescido continuadamente e chegaram a um novo pico, como apontou em março deste ano a agência do governo americano para o assunto (NOAA).

O nível dos oceanos, segundo o estudo, vai continuar a subir e mais rápido do que se imaginava. Serão provavelmente 26 centímetros e, na pior das hipóteses, 82 centímetros. Em 2007, o discurso era de um crescimento de entre 18 e 59 centímetros.

"As causas do aumento do nível do mar são mais bem compreendidas agora do que eram há seis anos", esclarece o pesquisador Stephan Ramstorf, do Instituto de Pesquisas Climáticas de Potsdam. "Medições mostram que as duas grandes massas continentais congeladas, Groelândia e Antártida, estão perdendo gelo."
[...]

Fonte: Deutsche Welle

NOTA Minuto Profético: A crise final deste mundo cujo tema principal será a adoração está sendo preparada por três outras crises forjadas pela elite ocultista mundial: a crise moral, a econômica e a ambiental. Quando estas crises atingirem o ápice simultaneamente, a profecia de Ap 13:15-17 se cumprirá...

quinta-feira, 3 de outubro de 2013

Mais munição para o ECOmenismo

A versão mais pessimista entre os quatro cenários considerados possíveis para o aquecimento global com mudanças climáticas, preparados pelo Painel Intergovernamental sobre Mudanças Climáticas (IPPC), órgão das Nações Unidas (ONU), prevê que a temperatura média da Terra pode elevar-se em quase 5º C (4,8º C) até 2100. É uma situação catastrófica e inédita na história da civilização, ainda que a maior parte das pessoas possa não se dar conta disso levando em conta a variação térmica de um único dia, que pode iniciar-se, digamos, com 16º C e atingir 36º C ou mais, antes de voltar a cair. A diferença, aqui, está na expressão “temperatura média”, o que significa dizer que as temperaturas diárias globais serão significativamente elevadas e nos levam, a cada dia, para uma situação de completa insustentabilidade em escala planetária.

De um ponto de vista local, o pior cenário sugere que poderá haver tanto aquecimento insuportável quanto frio intenso, resultados de alterações no regime de ventos e correntes marinhas e, em muitos casos, custará a vida de pessoas e animais, sem incluir impactos agrícolas, com o comprometimento de safras. [...]

Em julho deste ano, Kerry Emmanuel, do Massachusetts Institute of Technology (referências da edição de novembro da Scientific American Brasil, neste momento em fase de edição), atualizou modelos computacionais utilizados pelo IPCC com dados mais precisos sobre ciclones. Com isso demonstra que, ainda durante a vigência do relatório que começou a ser divulgado, tempestades poderosas, e por isso mesmo destruidoras, devem aumentar não apenas em intensidade, mas também em frequência em todo o mundo.

O que, em síntese, um quadro como este sugere? Que o IPCC deve alterar imediatamente sua forma de produzir e liberar dados, de forma que a opinião pública internacional, melhor e mais rapidamente informada, pressione seus governos a adotar políticas restritivas às emissões de gases de efeito estufa. De imediato, essa é a única alternativa ao alcance das mãos da sociedade humana. E o resultado desse esforço deve convergir para a próxima conferência das partes, que reúne 195 países, marcada para 2015, em Paris, numa tentativa de limitar o aquecimento a 2º C.

A mídia deve sensibilizar para cumprir o papel que lhe é devido, avaliando com um mínimo de lucidez conteúdos relevantes e separando-os do que simplesmente é destituído de importância, num processo amplo de equipar comunidades nacionais para uma tarefa que até recentemente parecia impensável, por semelhar cenário da pura ficção: inibir o descontrole climático da Terra, nossa morada cósmica.

As vozes cínicas de sempre, comprometidas com a memória e não com a inteligência, pautadas pelo ego e não pela ética (e estética), certamente esboçarão sorrisos irônicos típicos de comportamento acovardado. Dirão que não está devidamente demonstrado que o aquecimento global com mudanças climáticas é devido a ações antrópicas (deflagrado por humanos).

Argumentarão, como têm feito nos últimos tempos, que mudanças naturais, entre elas devido à variação da radiação solar, alterações orbitais de longos períodos da Terra e mesmo a travessia de nuvens galácticas mais densas, de gás e poeira, no deslocamento do Sistema Solar em direção à constelação do Hércules (ápex solar), justificam essas alterações.

O clima, de fato, é extremamente dinâmico e temperaturas globais médias mais elevadas foram registradas, por exemplo, durante o longo reinado dos dinossauros, algo entre [supostos] 200 milhões e 65 milhões de anos atrás [e aqui o aquecimentismo e o evolucionismo dão-se as mãos]. Ocorre que essas mudanças foram lentas, com tempo para que as espécies se adaptassem (ainda que a extinção seja igualmente dinâmica), o que não ocorre neste momento.

E, de certa forma, o mais importante. Esse passado remoto não incluiu uma civilização como a atual. Os humanos sabem das ocorrências passadas por marcas deixadas por esses processos naturais em rochas e gelos polares, mas não estavam lá para presenciar essas cenas. Agora, passamos de sete bilhões de pessoas na Terra, o que significa dizer que temos, de um ponto de vista de ciência e ética, um compromisso que não havia no passado remoto.

O relatório do IPCC fala em 95% (contra 90% anteriormente) de certeza de o aquecimento global atual – disparado após a deflagração da Revolução Industrial, que lançou mão da energia contida em combustíveis fósseis em vez de músculos humanos e animais para produzir trabalho e, portanto, riqueza – ser de origem antrópica. Os 5% restantes para completar 100%, na verdade, são uma margem de manobra para evitar críticas metodológicas de um pensamento predominantemente conservador quanto à interpretação da natureza antrópica do aquecimento.

Mas, e se essa pequena margem, os 5%, ainda puderem ser a interpretação correta do fenômeno (aquecimento natural)? As iniciativas preservacionistas, sugeridas pela versão antrópica, seriam, comparativamente falando, negativas em que? Em praticamente nada. Daí a conveniência de serem adotadas o mais breve possível. [Ou seja, causado ou não pelo ser humano, o aquecimento deve ser “freado” a todo custo. Mudança sutil de argumento...]

Individualmente, é mais inteligente nos prepararmos para riscos maiores e, se eles não se revelarem tão desastrosos, tanto melhor. E isso também é válido para o coletivo, neste caso o conjunto da sociedade humana. Assim, estaremos, como se pode dizer coloquialmente, “no lucro” e não no prejuízo, como sugerem recomendações que vão das fábulas de Esopo a uma diversidade de mitologias de todos os povos. [...]

Em relação ao conteúdo divulgado pelo IPCC, agora, e o que deve ocorrer até outubro de 2014, é necessária uma reação nova e inédita da comunidade internacional via governos nacionais – o que não é nada trivial, deve-se reconhecer. [...] Na essência, questões como aquecimento global com mudanças climáticas por liberação de gases de efeito estufa dizem respeito a uma transformação paradigmática nos padrões de energia utilizados por uma civilização como a nossa, que se prepara para espalhar-se por seu sistema solar de origem, supondo que não sejamos os únicos no Universo. [...]

Mudanças climáticas vão ameaçar desde o voo de aviões, com aumento de turbulência, à produtividade agropecuária nos campos, passando pela queda na oferta de alimentos dos mares, acidificados e com a vida comprometida. Além, como parece já ficar evidente, do aumento de desastres naturais. Os preciosos estoques de águas deverão sofrer desvios ou se tornarão ainda mais escassos em determinadas regiões, com perturbação do ciclo hidrológico, a maneira como a água circula na Terra, acumulando-se em nuvens e precipitando como chuva ou neve, para abastecer fontes de lagos e rios que correm para o mar.

Num cenário assim, as previsões do IPCC, embora pareçam pura ficção, na realidade advertem de forma dramática que nossos netos não herdarão a Terra.

(Ulisses Capozzoli, Observatório da Imprensa)

Nota Criacionismo: Em seu texto (releia os trechos grifados), Capozzoli, que é editor da revista Scientific American Brasil, dá o tom alarmista de que os ECOmenistas tanto precisam (clique aqui para ler mais sobre o ECOmenismo). As novas previsões do IPCC, sem dúvida, vão dar novo “gás” à campanha de “salvamento da Terra”, caso contrário, “nossos netos não herdarão a Terra”. Não se trata aqui de ser “negacionista”, como acusam alguns. Não tenho por que, necessariamente, duvidar de que esteja havendo um aquecimento global. Ele até pode ser a mola propulsora dos desastres previstos na Bíblia e que antecederiam a volta de Jesus. Já que os aquecimentistas fizeram algumas concessões (ou seja, mesmo que o aquecimento não seja causado pelo homem, vale a pena implementar medidas para a redução dos gases), faço também a minha: mesmo que o aquecimento global seja em grande medida causado pelo ser humano, o que mais me preocupa é o clima de medo que se quer alimentar e as decisões drásticas que podem ser tomadas num clima assim. O 11 de Setembro serviu de exemplo: em ambientes de terror, as pessoas desistem até de suas liberdades. Não podemos nos esquecer de que uma das medidas para ajudar nesse esforço de “salvar a Terra” foi sugerida pela Igreja Católica e apoiada por governos e até mesmo por ateus: reservar o domingo para ser um dia de baixa emissão de carbono (existe até um projeto para isso apoiado pelo The Guardian). Mesmo que os guardadores do sábado tenham suas motivações ecológicas e se unam aos esforços pela preservação do meio ambiente (na verdade, eles até têm mais motivos para isso, pois se veem como administradores da criação de Deus), a recusa em trabalhar aos sábados (já que o domingo será o dia escolhido para o descanso) poderá ser vista com maus olhos por um mundo que estará lutando pela sobrevivência de todos.

quarta-feira, 18 de setembro de 2013

Líderes religiosos devem promover o ECOmenismo

Os líderes religiosos espalhados pelo planeta podem ajudar muito na preservação da natureza. Pesquisadores da Universidade Sueca de Ciências Agrícolas (SLU), na Suécia, defendem que líderes religiosos podem ter um papel determinante se influenciarem seus seguidores a cuidarem do meio ambiente. Um novo estudo mostra que sempre que os líderes religiosos desejavam alguma mudança ao longo da história, eles estavam em uma posição ideal para influenciar as pessoas – e podem fazer o mesmo em relação à preservação do meio ambiente. Os pesquisadores analisaram quais são as áreas com maior biodiversidade no mundo e quais são as religiões mais seguidas em cada uma dessas regiões. “Nossa análise indica que a maioria das áreas mais importantes se encontra em países dominados pelo cristianismo, especialmente pelo catolicismo romano”, conta Grzegorz Mikusinski, pesquisador da SLU que coordena o estudo.

Além da religião católica romana, que influencia amplamente países latino-americanos, outras religiões de grande influência em locais importantes para a biodiversidade são o budismo (sudoeste asiático), hinduísmo (Índia) e islamismo (Ásia menor, nordeste e centro da África).

Os pesquisadores acreditam que membros de grupos religiosos podem começar a se preocupar mais em conservar a natureza se forem guiados por discursos morais de preservação dos recursos naturais para as próximas gerações.

A maioria das religiões sempre pregou atitudes moralmente boas, e durante séculos mostram para as pessoas o que seria certo e errado de acordo com valores morais. Mikusinski acredita que os líderes religiosos têm o potencial de fazer “milagres” nos locais de grande biodiversidade a partir de seus discursos.

Os resultados do estudo mostram que os católicos romanos são os que têm o maior potencial de preservar a diversidade biológica onde vivem. A Igreja Católica acaba de eleger o papa Franscico, que tem um nome associado ao “santo verde” do catolicismo, Francisco de Assis – o santo padroeiro da ecologia. Os pesquisadores esperam que o papa e outros líderes religiosos se envolvam ativamente no debate sobre a conservação da natureza. Embora a ciência e a religião vivam em conflitos, a união entre as duas áreas pode ser muito importante para o futuro do planeta.

(Hypescience)

Nota Michelson Borges: Texto bastante revelador esse aí. Quando o assunto é preservação da Terra, a ciência naturalista e a religião podem e devem dar-se as mãos. Note que o apelo dos pesquisadores é para que os líderes religiosos usem seu poder de influência para convencer seus seguidores a se engajar na luta pela preservação do meio ambiente, e para que façam isso mostrando que essa luta tem que ver com valores morais. Então citam o papa Francisco como peça-chave nessa campanha, até porque ele adotou o nome do “santo verde”. Não nos esqueçamos de que uma das propostas ECOmênicas da Igreja Católica consiste na observância do domingo como dia santo e de descanso (para as pessoas, as famílias e a natureza). Portanto, o domingo se reveste de um valor moral para as pessoas que o consideram sagrado. Aqui os interesses convergem, pois mesmo quem não atribui caráter moral/sagrado ao primeiro dia da semana aceita a proposta de que ele seja dedicado à família e ao baixo consumo de carbono. E qualquer um que discordar disso (da observância do domingo como dia “santo”), ainda que seja plenamente a favor da preservação do meio ambiente, será visto como inimigo do bem.

sábado, 3 de novembro de 2012

“É o aquecimento global, estúpido!”

A capa da revista americana Bloomberg Business Week apenas diz “É o aquecimento global, estúpido!” sobre uma foto de Nova York inundada pela passagem do furacão Sandy. A reportagem mostra como alguns cientistas relacionam a força do furacão às mudanças climáticas provocadas pela humanidade – em especial pelos próprios americanos. A frase é uma alusão ao slogan da campanha de Bill Clinton contra George Bush (pai). Na ocasião, a campanha de Clinton repetia: “É a economia, estúpido!”, para justificar a ênfase nas questões econômicas. A frase virou um bordão da política. Agora, às vésperas da eleição presidencial nos EUA, o furacão pode balançar as convicções dos eleitores. Em um ano marcado por um recorde de calor, por secas sem igual e agora pelo furacão, os americanos começam a aceitar a realidade das mudanças climáticas. Resta ver como isso se reflete nas urnas.

(Época)

Nota Michelson Borges: Mais ainda: resta saber como isso se reflete na aceitação de medidas extremas para “salvar o planeta”. Clique aqui para saber mais a respeito do ECOmenismo.

quarta-feira, 20 de junho de 2012

A conspiração dos verdes

A revista Veja desta semana (20/6/2012) traz uma entrevista interessante com o jornalista inglês James Delingpole, um dos maiores divulgadores do ceticismo científico em relação ao aquecimento global provocado pelo homem. Delingpole diz que a tese dos ambientalistas se tornou uma enorme indústria e que sob ela se oculta um programa político global contrário à democracia.

“Em 2009, quando vazaram e-mails nos quais pesquisadores do Painel Intergovernamental sobre Mudanças Climáticas (IPCC) combinavam manipulações de dados, Delingpole popularizou, em seu blog no jornal The Telegraph, a expressão ‘climagate’, referência a Watergate, como é conhecido o escândalo que derrubou o presidente americano Richard Nixon”, diz Veja, no texto de abertura da entrevista.

E mais: “Delingpole é um provocador, mas mesmo suas provocações mais extremas são embasadas em fatos. Em Os Melancias, ele faz questão de citar estatísticas segundo as quais a população de ursos-polares – que se tornaram um ícone intocável do alarmismo contra o aquecimento global – permanece estável”. Delingpole, como outros pensadores, mostra que certa dose de ceticismo sempre é bem-vinda e que nem sempre a maioria tem razão em certos assuntos.

Da sua perspectiva de cético, a conferência Rio+20 faz algum sentido? 
 
Não. É uma irrelevância, uma distração dos problemas reais, como a atual crise econômica, que pode ser a maior que o mundo já enfrentou E o que é nojento nessa baboseira do Rio é que o ambientalismo, de certo modo, é uma das causas da crise. A maior parte das pessoas, de todos os quadrantes do espectro político, deseja um mundo limpo, gosta de biodiversidade e não quer ver mais espécies extintas. Mas o ambientalismo tem sido usado para propósitos muito diferentes. Tornou-se um ataque ao sistema capitalista e à liberdade de mercado. Isso ajudou a incrementar taxações e regulamentações que se revelaram um suicídio, e que estão aprofundando a crise.

De que modo o ambientalismo exerce impacto econômico? 
 
A pior coisa que o ambientalismo fez ao mundo foi lançá-lo na busca das chamadas “energias alternativas”. Temos a grande mentira do aquecimento global antropogênico, essa ideia de que o CO2 está aumentando a temperatura global de forma catastrófica. É ciência fajuta, um artigo de fé religiosa que não resiste a um escrutínio científico cuidadoso. Isso levou a ideia de que os combustíveis fósseis são ruins. Essa noção, por sua vez, pressionou governos de todo o mundo a substituir suas fontes tradicionais de energia – petróleo, gás, carvão – por fontes caras e pouco confiáveis, como energia solar e eólica. A energia, por consequência, se tornou mais cara para o consumidor individual e para a indústria. Faltam estudos para quantificar isso, mas diria, tirando um número da cartola, que a energia hoje está 20% ou 25% mais cara do que deveria custar. E isso exerce um impacto negativo sobre o PIB dos países tolos o bastante para adotar novas políticas de energia. É claro que a China ou a Índia não estão fazendo de tudo para se adequar ao Protocolo de Kyoto. São os países da União Europeia e os Estados Unidos de Obama que caíram nesse surto de histeria coletiva.

Passados já três anos do escândalo do climagate, qual a extensão do dano para os que defendem a tese do aquecimento global produzido pelo homem? 
 
Se você acredita nos cientistas pegos na mentira, o climagate foi só um bando de cientistas batendo um bom papo. Mas qualquer um com um grama de integridade que examine os e-mails vazados só pode concluir que está diante de um golpe, de uma fraude lamentável. Os cientistas envolvidos não eram pesquisadores de segunda categoria, mas figuras de enorme relevância no Painel Intergovernamental sobre Mudanças Climáticas (IPCC). O presidente Obama descreveu o IPCC como o “padrão-ouro” da ciência climática. Portanto, esses cientistas têm uma responsabilidade enorme. Se eles erram, o mundo sofre, pois políticas globais são feitas a partir das predições deles. E o que vemos nas mensagens eletrônicas é que, em privado, esses cientistas estão muito menos seguros da ameaça do aquecimento global do que eles professam em seus relatórios públicos. Exageram a ameaça por razões políticas. Comportam-se, assim, mais como ativistas do que como cientistas. Houve vários inquéritos sobre o climagate – e adivinhe só: todos isentaram os culpados. Foi assim porque há muito dinheiro na indústria da mudança climática. Homens públicos como Al Gore construíram a carreira em torno dessa fraude, e instituições financeiras como a Goldman Sachs já lucraram com compensações de carbono. Ninguém quer ver a fraude exposta.

O ambientalista James Lovelock recentemente admitiu que as previsões mais catastróficas sobre aquecimento global estavam erradas. Isso representa um golpe para o movimento ambientalista? 
 
Sim. Para os verdes, Lovelock é um guru, um profeta do Antigo Testamento. Ele, afinal, inventou a Hipótese Gaia, que James Cameron usou em Avatar: tudo se conecta, o planeta todo é um organismo vivo em que tudo se inter-relaciona. É uma ideia persuasiva. O problema é que muitos ambientalistas acreditam que o homem não tem lugar algum nessa biosfera, e que Gaia estaria muito melhor sem ele. Há um componente misantrópico forte no movimento verde. O Clube de Roma (think tank dedicado a temas ambientais fundado em 1968), nos anos 70, já dizia: “A Terra tem um câncer, e o câncer é o homem.”

O senhor consegue imaginar outros expoentes do movimento verde revisando suas posições? 
 
Nos próximos anos, cientistas de caráter vão admitir que os dados não sustentam suas conclusões. Mas duvido que pessoas como Al Gore revisem suas posições. Elas estão muito comprometidas com a causa, e não são cientistas. O debate sobre aquecimento global, aliás, nunca foi científico, mas político. O debate científico está encerrado. A temperatura da Terra segue seus ciclos. As emissões de carbono aumentaram dramaticamente desde os anos 90, mas a temperatura não subiu no mesmo ritmo. Não há correlação óbvia entre as duas coisas, e os que propõem causas humanas para o aquecimento não conseguem explicar essa disparidade de forma satisfatória.

E qual seria a agenda política do movimento verde? 
 
É a exploração da histeria pública para contornar o processo democrático No lugar de representantes eleitos, eles querem que burocratas e tecnocratas sem rosto de órgãos como as Nações Unidas determinem que caminhos o mundo deve seguir [governo totalitário global]. A ideia é que a salvação do planeta é tão importante que não pode ser confiada a indivíduos, nem sequer ao governo de cada país. Seria preciso uma elite iluminada, do alto de uma espécie de governo global. para fazer o que é certo. Seria, claro, um fascismo global. Não acredito em teorias da conspiração, mas essas ideias estão nos textos de referência do movimento ambiental por exemplo, nos livros do Clube de Roma e nos textos de Maurice Strong, idealizador da Eco 92. [...]

Fonte: Criacionismo

NOTA Minuto Profético: As evidências já são tantas desmascarando o ECOmenismo (movimento fascista-religioso com máscara ambientalista) que só nos resta relembrar os interesses por trás desse movimento:
Político: Acabar com a soberania dos países e instituir, na prática, um governo totalitário mundial.
Econômico: Concentrar os recursos e riquezas naturais nas mãos das grandes corporações multinacionais.
Religioso: Impor a religião da Babilônia antiga (adoração do sol/Lúcifer) através da guarda do domingo (SUN-DAY).

quarta-feira, 23 de maio de 2012

Geração perdida e a sombra do futuro

Clique aqui para assistir ao vídeo.

Nota Michelson Borges: Parece haver três tendências de cumprimento profético com relação ao decreto dominical: (1) o ECOmenismo, capaz de oferecer um bom argumento para a imposição de um dia cujo objetivo seria “salvar a Terra”; (2) o aumento da controvérsia entre criacionismo e evolucionismo, que, com a ajuda da mídia e de escritores e professores universitários ultradarwinistas, tem associado cada vez mais o termo pejorativo “fundamentalista” àqueles que creem na literalidade dos primeiros capítulos de Gênesis; e (3) a crise econômica que exige mudanças profundas na sociedade, entre elas, maior dedicação à família, menos consumismo e mais trabalho (inclusive com a suspensão de feriados religiosos em favor de um dia apenas para descanso, o domingo). O cenário profético para o desfecho da história (sem nos esquecermos dos demais sinais, como terremotos, doenças, fome, etc.) está cada vez mais claro.
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