domingo, 24 de abril de 2011

iPhone registra os lugares que você frequentou

Pesquisadores descobriram que o iPhone rastreia todos os lugares que você visitou e mantém um registro detalhado destes dados em seu celular. As informações são memorizadas no dispositivo e sincronizadas quando você o conecta ao computador.

O arquivo contém as coordenadas do celular com latitude e longitude, e as informações de data e horário. Isso significa que qualquer pessoa que tenha acesso ao seu celular ou ao seu computador é capaz de descobrir sua rotina e seu trajeto.

Esta não é a primeira vez que um dispositivo tecnológico gera esse tipo de informação. Determinados programas já permitiam usuários de serem localizados por meio do celular — o próprio “Google Latitude” fornece esse tipo de serviço mediante assinatura.

Algumas redes de celulares já gravavam as localizações dos dispositivos, mas disponibilizava essas informações apenas para polícia e outras organizações desde que apresentassem ordem da corte judicial.

A diferença do iPhone é de que o celular gera essas informações sem o usuário saber. E, até onde os pesquisadores sabem, também é o único celular a fazê-lo. Os celulares mais antigos não gravam esses dados.

“A Apple tornou possível para quase qualquer pessoa — uma esposa ciumenta ou um detetive particular — que tenha acesso ao seu telefone ou computador ter informações detalhadas sobre onde você tem estado”, explica Pete Warden, um dos pesquisadores.
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Fonte - Opinião e Notícia

Nota DDP: Vonluntária ou involuntariamente, as pessoas estão se colocando debaixo do controle de dados, inclusive de localização instantânea, sem qualquer tipo de oposição. Como isso será utilizado, certamente o será, o futuro dirá.

sábado, 23 de abril de 2011

A Eucaristia é a união visível entre todos, diz Papa

ROMA, quinta-feira, 21 de abril de 2011 (ZENIT.org) - O Papa advogou nesta Quinta-feira Santa por uma unidade dos cristãos “tão visível que constitua para o mundo a prova do envio de Jesus pelo Pai”.

Bento XVI celebrou a Missa da Ceia do Senhor no fim de tarde de hoje em Roma, na Basílica de São João de Latrão.

Em um momento de sua homilia, o Papa enfocou uma súplica da última ceia, “que, segundo João, Jesus repetiu quatro vezes na sua Oração Sacerdotal. Como O deve ter angustiado no seu íntimo! Tal súplica continua sem cessar sendo a sua oração ao Pai por nós: trata-se da oração pela unidade”, disse Bento XVI.

Jesus “pede que todos se tornem um só, ‘como Tu, ó Pai, estás em Mim, e Eu em Ti, que eles também estejam em nós, para que o mundo acredite’ (Jo 17, 21)”.

“Só pode haver a unidade dos cristãos se estes estiverem intimamente unidos com Ele, com Jesus. Fé e amor por Jesus: fé no seu ser um só com o Pai e abertura à unidade com Ele são essenciais.”

Portanto – afirmou Bento XVI –, “esta unidade não é algo somente interior, místico. Deve tornar-se visível; tão visível que constitua para o mundo a prova do envio de Jesus pelo Pai”.

“Por isso, tal súplica tem escondido um sentido eucarístico que Paulo pôs claramente em evidência na Primeira Carta aos Coríntios: ‘Não é o pão que nós partimos uma comunhão com o Corpo de Cristo? Uma vez que existe um só pão, nós, que somos muitos, formamos um só corpo, visto participarmos todos desse único pão’ (1 Cor 10, 16-17).”

Com a Eucaristia – disse o pontífice –, nasce a Igreja. “Todos nós comemos o mesmo pão, recebemos o mesmo corpo do Senhor, e isto significa: Ele abre cada um de nós para além de si mesmo. Torna-nos todos um só”.

“A Eucaristia é o mistério da proximidade e comunhão íntima de cada indivíduo com o Senhor. E, ao mesmo tempo, é a união visível entre todos. A Eucaristia é sacramento da unidade. Ela chega até ao mistério trinitário, e assim cria, ao mesmo tempo, a unidade visível.”

“Digamo-lo uma vez mais: a Eucaristia é o encontro pessoalíssimo com o Senhor, e no entanto não é jamais apenas um ato de devoção individual; celebramo-la necessariamente juntos. Em cada comunidade, o Senhor está presente de modo total; mas Ele é um só em todas as comunidades.”

“Por isso, fazem necessariamente parte da Oração Eucarística da Igreja as palavras: ‘una cum Papa nostro et cum Episcopo nostro’. Isto não é um mero acréscimo exterior àquilo que acontece interiormente, mas expressão necessária da própria realidade eucarística”, afirmou o Papa.

“E mencionamos o Papa e o Bispo pelo nome: a unidade é totalmente concreta, tem nome. Assim, a unidade torna-se visível, torna-se sinal para o mundo, e estabelece para nós mesmos um critério concreto.”

Segundo Bento XVI, “todos nós devemos aprender sempre de novo a aceitar Deus e Jesus Cristo como Ele é, e não como queríamos que fosse. A nós também nos custa aceitar que Ele esteja à mercê dos limites da sua Igreja e dos seus ministros”.

“Também não queremos aceitar que Ele esteja sem poder neste mundo. Também nos escondemos por detrás de pretextos, quando a pertença a Ele se nos torna demasiado custosa e perigosa.”

“Todos nós temos necessidade da conversão que acolhe Jesus no seu ser Deus e ser Homem. Temos necessidade da humildade do discípulo que segue a vontade do Mestre.”

“Nesta hora, queremos pedir-Lhe que nos fixe como fixou Pedro, no momento oportuno, com os seus olhos benévolos, e nos converta”, disse o Papa.

Fonte - Zenit


Nota DDP: Sempre interessante se considerar que não se trata apenas de contornos do ecumenismo, ou a simples promoção da eucaristia como fator de união entre as religiões, mas o pano de fundo está em reunir as confissões em torno da celebração eucarística dominical, o sonhado dia de adoração comum buscado pelo papa.

sexta-feira, 22 de abril de 2011

"Foi por você..."

Ditadura: solução para o aquecimento global?

Um socialista propondo o fascismo? Onde é que já vimos algo parecido? Hmmm... Talvez no início dos anos 1930, na Alemanha. Via Real Science: "Suponhamos que se descubra amanhã que o efeito estufa foi subestimado, e que os efeitos catastróficos vão ocorrer dentro de dez anos e não daqui a cem anos. Bem, dado o estado dos movimentos populares atuais, provavelmente teríamos uma usurpação do poder por parte dos fascistas, e provavelmente todo mundo iria concordar com isso uma vez que esse seria o único meio para a sobrevivência de todos nós. Eu haveria de concordar com isso uma vez que, por agora, não há alternativas."

Ficamos sabendo, portanto, que o alarmismo em torno do não-existente aquecimento global antropogênico é bastante útil para pessoas [e instituições/religiões] com planos totalitários. Isso talvez explique o porquê de as Nações Unidas pedirem ajuda a Hollywood para propagar a mensagem do aquecimento global. É preciso não esquecer uma coisa importante acerca do marxismo cultural: eles não se importam com os homossexuais, com as mulheres ou com o meio ambiente. A única coisa que os preocupa é o poder.

Eles querem ter uma forma de controlar os recursos mundiais sem que a humanidade sinta que está sendo controlada por ditadores. Como tal, e como é normal entre os totalitários, eles inventam um falso inimigo e colocam-se como os "escolhidos" para lutar contra o "inimigo" que eles criaram.

As palavras de esquerdistas como Noam Chomsky são um lembrete muito forte do que está realmente por trás do movimento ambientalista.

(Marxismo Cultural)

Nota Michelson Borges: Na verdade, há ainda mais por trás do movimento ambientalista conhecido como ECOmenismo e não são apenas os "marxistas culturais" que têm interesse nessa bandeira conveniente. Clique aqui para ler mais sobre esse assunto.[MB]

Elevação do nível do mar causa desastres na China

A elevação gradual do nível dos mares, causada pelo aquecimento global nos últimos 30 anos, contribuiu para um número crescente de desastres ao longo da costa chinesa, disse a agência de notícias estatal Xinhua nesta quarta-feira (20).

O nível dos mares no litoral da China subiu 2,6 mm por ano nas últimas três décadas, afirmou a Xinhua, citando documentos da Administração Oceânica do Estado.

As temperaturas médias do ar e do mar em áreas costeiras aumentaram 0,4 e 0,2 graus Celsius respectivamente nos últimos 10 anos, acrescentou a agência.

Como desastre marinho "gradual", o efeito cumulativo da elevação do nível dos mares pode "agravar tempestades, erosão na costa, invasão do mar e outros desastres", teria declarado a administração oceânica segundo a Xinhua.

Um especialista do organismo, Liu Kexiu, disse que a elevação do nível dos mares é resultado do aquecimento global.

"Outros fatores-chave são o rebaixamento do solo causado por atividades humanas, incluindo a excessiva exploração de água subterrânea, e a construção intensa de altos edifícios em áreas litorâneas", disse Liu.

A alta e crescente emissão de dióxido de carbono da China, principal causador do efeito estufa originado pela queima de carvão, óleo e gás, colocou o tema no centro das negociações de um novo pacto mundial para reduzir as emissões responsáveis pelo aquecimento global.

O governo prometeu cortar o montante de dióxido de carbono emitido por combustíveis fósseis por unidade de crescimento do PIB para 17% nos próximos cinco anos.

Mas a China têm dito repetidamente que não aceitará um limite mais rigoroso para o total de emissões, classificando-o como um fardo injusto sobre as nações em desenvolvimento que têm emissões muito mais baixas por pessoa do que as economias ricas.

Fonte - G1

sexta-feira, 15 de abril de 2011

Mais de mil terremotos atingiram o Japão no último mês

Quase metade dos tremores tiveram magnitude igual ou superior a cinco graus

Mais de 1 mil terremotos superiores a 4,5 graus na escala Richter já atingiram o Japão desde o grande terremoto que em 11 de março sacudiu o nordeste do país e provocou um devastador tsunami.

Segundo dados do Instituto Geológico dos Estados Unidos, até as 17h desta quinta-feira (5h de Brasília) foram registrados no Japão pelo menos 1.001 tremores de mais de 4,5 graus.

Um porta-voz da Agência Meteorológica japonesa detalhou que 408 sismos tiveram magnitude de pelo menos 5 graus na escala Richter, sendo que o número poderia ser multiplicado por dez se fossem levados em conta os tremores com pelo menos 4 graus.

Dos tremores registrados desde 11 de março, 68 tiveram intensidade igual ou maior que 6 graus, e outros cinco registraram pelo menos 7 graus, nível igual ao do terremoto que deixou cerca de 300 mil mortos no Haiti em janeiro de 2010.

O terremoto de 9 graus que há pouco mais de um mês sacudiu o nordeste japonês foi o mais forte no país desde o início das medições, há 140 anos, e gerou um grande tsunami com ondas de até 15 metros.

Mais de um mês após a catástrofe, o número de mortos é de 13.456, enquanto 14.851 pessoas seguem desaparecidas, segundo o último boletim policial.

A tragédia causou ainda uma grave crise nuclear na usina nuclear de Fukushima, onde os operários continuam trabalhando dia e noite para tentar resfriar os reatores da central e conter a radioatividade.

Fonte - Veja

quinta-feira, 14 de abril de 2011

Cientistas dizem que mudança climática pode potencializar terremotos

SYDNEY - A mudança climática pode ser responsável por, a longo prazo, potencializar o movimento das placas tectônicas, segundo um estudo geológico divulgado nesta quarta-feira, 13, na Austrália.

Um grupo de cientistas australianos, alemães e franceses estudou esse fenômeno na Índia, onde chegaram à conclusão que as monções se intensificaram durante os últimos dez milhões de anos. Os pesquisadores descobriram que nesse período as chuvas aceleraram o movimento das placas da litosfera na região em um centímetro por ano.

O geólogo australiano Giampiero Iaffaldano disse à rádio ABC que graças a este relatório "se reconhece pela primeira vez que a mudança climática pode, a longo prazo, atuar potencialmente como uma força e ter influência no movimento das placas tectônicas".

Iaffaldano assinalou que certos eventos geológicos causados pelo movimento das placas - como a criação dos continentes, o fechamento das conchas oceânicas e a formação dos cinturões montanhosos - podem ter influência no clima durante milhões de anos e com efeito retroativo.

Os cientistas consideram que o estudo pode contribuir para estudar os efeitos do movimento das placas tectônicas e determinar as regiões mais propensas a ser atingidas por devastadores tremores como o ocorrido recentemente no Japão. "Para isso, deve-se levar em conta a história da mudança climática nos últimos milhões de anos", afirmou Iaffaldano.

Fonte - Estadão


Nota DDP: A pressão em torno de medidas de contenção do aquecimento global antropológico está cada vez mais arragaida no inconsciente coletivo. É questão de tempo, ou de grandes catástrofes, para que o discurso possa se afinar no sentido do consenso sobre que a mídia tem pregado a cada dia.

terça-feira, 12 de abril de 2011

segunda-feira, 11 de abril de 2011

Novo estudo prevê fim das geleiras de verão no Ártico em 2016

Cientistas que haviam previsto que geleiras se derreteriam durante os verões no Ártico em 2013 agora projetam que isso talvez demore mais alguns anos, mas ainda deve ocorrer nesta década - provavelmente em 2016.

A previsão original, feita em estudo de 2007, rendeu uma onda de críticas ao autor, o cientista Wieslaw Maslowski.

Agora, Maslowski e sua equipe trabalham com um novo modelo de computador - feito parcialmente por causa da onda de críticas - que identificou a data "estimada" como sendo 2016.

Seu estudo foi apresentado no encontro anual da União Europeia de Geociências (EGU, na sigla em inglês).

O novo modelo foi projetado para reproduzir interações do mundo real, ou "cruzamentos", entre o oceano Ártico, a atmosfera, o gelo e os rios que deságuam no mar.

"No passado (...), estávamos projetando o futuro presumindo que tendências poderiam persistir, como foi observado em tempos recentes", disse Maslowski, que trabalha na Escola de Pós-Graduação Naval, em Monterey, na Califórnia.

"Agora, estamos tentando ser mais sistemáticos e desenvolvemos um modelo regional do clima do Ártico que é muito parecido com os modelos de mudança climática do Painel Intergovernamental para Mudanças Climáticas (IPCC)", disse à BBC News.

"Podemos fazer um modelo completo de cruzamentos para o passado e o presente e ver o que o modelo vai prever para o futuro quanto ao gelo do mar e o clima ártico." E uma das projeções identificou que o derretimento de verão pode deixar os mares do Ártico sem a presença de gelo por volta de 2016, "com margem de erro de três anos a mais ou a menos".

Provas Um dos ingredientes mais importantes do novo modelo é a informação relativa à grossura do gelo que flutua no mar.

Satélites são cada vez mais capazes de detectar essa grossura, geralmente a partir da medição de quão acima da superfície marítima está a geleira. A medição também indica a profundidade desse gelo.

A inclusão dessa estimativa no modelo de Maslowski foi um dos fatores que o forçou a rever a projeção de 2013, que levantou suspeitas e críticas quando foi anunciada em uma reunião ocorrida quatro anos atrás.

Desde um derretimento particularmente expressivo ocorrido em 2007, uma grande proporção do Ártico tem sido coberta por uma camada de gelo fino, que é formada durante uma única estação e é mais vulnerável a mudanças sutis de temperatura do que o gelo grosso.

Mesmo levando isso em consideração, a data projetada por Maslowski é anterior à prevista por outros cientistas.

Mas um deles - Walt Meier, do Centro de Informações de Neve e Gelo dos EUA, no Colorado - diz que o comportamento do gelo marinho se torna menos previsível à medida que se torna mais fino.

"O modelo (de Maslowski) é bastante bom, tem bastante precisão e captura detalhes que estão perdidos em modelos climáticos globais", disse. "Mas 2019 é daqui a apenas oito anos. Há modelos mostrando que (as datas prováveis do derretimento são por volta de) 2040 ou 2050, e ainda tendo a acreditar nisso." Ele agrega: "Ficaria muito surpreso (se o derretimento de verão) ocorresse em 2013. Menos surpreso se ocorresse em 2019".

Método O derretimento drástico de 2007 foi o maior já registrado pelos satélites, ainda que nos anos seguintes a perda de gelo foi inferior à média de longo prazo.

Mas alguns pesquisadores acreditam que o derretimento de 2010 foi tão marcante quanto o de 2007, já que as condições climáticas foram no ano passado mais favoráveis à durabilidade do gelo.

Ainda que muitos cientistas do clima e ambientalistas estejam seriamente preocupados com o futuro do gelo ártico, para outras partes da sociedade e dos governos o derretimento traz desafios e oportunidades.

Os governos da Rússia e do Canadá, por exemplo, estão de olho nas oportunidades de mineração que vão despontar no pólo Norte, e o Exército dos EUA expressou preocupação em perder parte de sua defesa na sua fronteira do norte durante uma parte do ano.

"Não estou tentando ser alarmista nem dizer que 'prevemos o futuro porque temos uma bola de cristal'", disse Maslowski. "Estamos tentando fazer os políticos e as pessoas perceberem que o gelo de verão (do Ártico) pode sumir até o fim da década."

Fonte - BOL

Novo tremor atinge o Japão; área de isolamento nuclear é ampliada

Um forte terremoto de 7,1 graus foi registrado nesta segunda-feira no nordeste do Japão, perto da central nuclear de Fukushima, exatamente um mês depois da catástrofe que provocou milhares de mortes. As autoridades emitiram um alerta de tsunami, que pouco depois foi suspenso.

Como precaução, os funcionários da central de Fuskushima foram retirados da usina e a energia elétrica do local foi cortada, anunciou a Tepco (Tokyo Electric Power Co.), proprietária da central.

"A empresa ordenou aos trabalhadores que saíssem e se refugiassem em um edifício resistente a terremotos", afirmou um porta-voz da Tepco. "A injeção de água para resfriar os três reatores foi suspensa quando a energia elétrica foi cortada", completou.

Momentos depois, a Agência de Segurança Nuclear japonesa anunciou que o fornecimento de energia elétrica foi restabelecido.

O tremor aconteceu às 17h16 (5h16 de Brasília) e o epicentro foi localizado a 10 km de profundidade, informou o Centro de Geofísica dos Estados Unidos (USGS).

O terremoto ocorreu ao sul do município de Fukushima, afetado há exatamente um mês por tremor de 9,0 graus, seguido de um devastador tsunami. Apesar das precauções, a agência de notícias Kyodo informou que não foi registrado nenhum dano na central.

O terremoto foi sentido em Tóquio, a 170 km do epicentro.

Fonte - Folha
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