sexta-feira, 4 de abril de 2008

Os jesuitas e o aquecimento global


Ecología: Ha llegado el momento
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Pienso que a los jesuitas el tema siempre nos ha interesado, pero ahora pensamos que ha llegado el momento de un movimiento más explícito que considere el medio ambiente como algo que compartimos y que por consiguiente debemos proteger, juntos.”

Al preguntarle sobre los diversos enfoques relativos al tema del medio ambiente en el norte y en el sur, el padre Magadia reflexiona: “Quizás hay diferencias, pero pienso que el espíritu es el mismo y tiene que ver con buscar caminos e medios para preservar la Madre Tierra, respetarla, encontrar caminos y medios para responder de manera que el futuro sea mejor salvaguardado.”
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Un ejemplo de cómo abordar los problemas medio-ambientales a nivel global es la defensa y el apoyo legal.
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Fonte - Congregação Geral

[Colaboração - Hiscael Moreno]

Pensata

Pesquisando sobre algum fato relevante em relação ao primeiro aniversário de morte do Papa JPII, uma vez que à época este espaço não existia, deparei-me com a seguinte questão:

Uma vida "orientada completamente a Cristo por meio de Maria", acrescentou, após lembrar o lema do Pontificado de João Paulo II, "Totus Tuus" ("Todo Teu"), com o qual quis mostrar seu amor pela Virgem.

Fonte - UOL

O Papa assinalou que as palavras do Evangelho da missa de hoje "Não tenham medo", que dirige o anjo da ressurreição às mulheres no sepulcro vazio, "converteram-se em uma espécie de lema nos lábios do Papa João Paulo II do início solene de seu ministério petrino".

Fonte - ACI

Afinal, qual seria o lema de JPII? Se houve uma mudança, qual o motivo?

A Bíblia, 365 vezes, contém a expressão “Não temais”, uma para cada dia do ano, precisamente para que os salvos não tenham medo, não se deixem abalar, mas desfrutem da paz de Deus.

Fonte - EBD

A visita do Papa BVXI nos EUA

A embaixatriz americana no Vaticano, o qual já consideramos aqui por ocasião de seu recente empossamento no cargo, voltou a se manifestar sobre o Papa BXVI, agora considerando a visita que o mesmo fará este mês nos EUA. A notícia é de 14 de Março de 2.008.

Ela começa afirmando que espera que o evento seja provocante do ponto de vista intelectual para para católicos, não-católicos e representantes internacionais. Diz que os americanos que se dispuserem a ouvir o que o Papa tem a dizer perceberão nele "um intelectual de classe internacional que pode falar em termos simples, claros e acessíveis".

É esperado que o Papa fale de questões sociais, mas especialmente sobre a consciência e os valores que sustentam a igreja e a vida em sociedade, de aspectos morais portanto. A própria embaixatriz está coordenando quatro eventos onde o Papa falará sobre direitos humanos.

Glendon disse ainda que o Papa está indo para os Estados Unidos, principalmente como um pastor que "quer falar com profunda preocupação ao seu rebanho". Ela observou que os Estados Unidos têm uma das maiores populações católicas do mundo - um fato que é muitas vezes esquecido.

Prossegue afirmando que o Papa sempre atingiu pessoas de outras religiões e outras sem qualquer fé, de modo que a visita, sem dúvida têm uma ressonância que vai além da Igreja Católica. "Deixe-me ser bem clara. Penso que o tipo de coisas que ele diz exigem uma atenção especial", disse.

Por fim, em relação ao encontro Bush/BXVI, descreveu-o como uma conversa sem interrupção entre dois líderes mundiais que compartilham uma "estreita correspondência de interesses".

Fonte - Catolic News Service

Enfim somado às outras afirmativas aqui também já consideradas, "Os EUA estão 'ansiosos para trabalhar em parceria com a Santa Sé para melhorar a vida de todas as pessoas do mundo'..." e "A nova Embaixadora insistiu em que as relações entre a Santa Sé e os EUA são fundamentais 'na busca da liberdade, da justiça, da paz e da dignidade humana em todo o mundo'", temos que nos próximos dias não faltará assunto de interesse profético.

Aliás, é notório que o Papa BXVI comemorará seu aniversário de 81 anos em solo americano, mas tem outro pormenor neste contexto. Ele também o fará em relação ao seu pontificado, que completará três anos neste período.

Ted Turner: Somos muitos, é por isso que temos o "aquecimento global"


O bilionário fundador da CNN e extremista ambiental Ted Turner revelou em longa entrevista à PBS qual é o real objetivo do alarde em torno do aquecimento global: Controle Populacional.

Ted deixou claro que nas grandes preocupações mundiais, ao lado do desarmamento nuclear está a questão da mudança climática, segundo o qual, ele entende seja potencializada pelo aumento da população mundial, o que o motiva pregar pela "estabilização" da mesma.

O modelo de controle populacional chinês é alvo de elogios de Turner, sendo que no último ano a China apresentou dados indicativos de que a política de apenas um filho (criticada por embarcar o aborto e a esterelização forçada) apontou para a diminuição na emissão de gases do efeito estufa. O próprio protocolo de Kioto já mantinha em seus termos princípios ligados ao despovoamento [Não é de se admirar que no mundo todo estejam sendo forçadas legislações pró-aborto].

Turner e seus parceiros extremistas tem pregado o "ambientalismo religioso" calcado nos efeitos catastróficos do que pode ocorrer se não se controlar o crescimento populacional. Profetizou o fim da civilização, inclusive recorrendo à figura do canibalismo como alternativa de alimentação caso não se dê atenção às questões ambientais.

O Presidente checo Vaclav Klaus em reação a este tipo de posicionamento, disse que "o ambientalismo é um caminho para introduzir novas formas de estatismo, novas formas de controle do pensamento humano por imposição".

Fonte - LifeSiteNews

Enfim, como se vê, a questão do aquecimento global é tudo menos uma preocupação lídima com as pessoas, mas uma ferramenta útil para controlá-las, impor condutas e manter as regalias das castas priviligiadas da população mundial, esta última cada vez mais tratada como uma acéfala aldeia global.

"Meu povo perece por falta de conhecimento" Os 4:6

Rússia teria sistema para escuta de satélites

É o que sugere a identificação de instalações com grandes antenas e aparato militar no único ponto em território russo (além do exclave de Kaliningrado) que alcança o sinal de um dos mais importantes satélites do sistema Inmarsat.

Trata-se do Inmarsat 4-F2, que cobre a área conhecida como Atlantic Ocean Region West. Este satélite transporta um grande volume de dados, tanto públicos quanto privados, e alguns deles secretos.

A Economist ressalta que estas instalações não estão registradas em nenhuma seção comercial russa. A revista ressalta ainda que tudo foi construído recentemente, pois um colunista da revista visitou a área em 2002, e não havia nada por lá.

Fonte - Opinião e Notícia

quinta-feira, 3 de abril de 2008

O terceiro aniversário da morte do Papa JPII


As realidades que envolvem o pós morte do Papa JPII se revelam, no mínimo, interessantes.

Começa pelo fato de, "atendendo" aos apelos do "santo subito" entoado pelos fiéis à época de sua morte, a ICAR ter passado por cima de seus próprios procedimentos e, revertendo a tendência de esperar-se cinco anos da morte para iniciar-se o processo de beatificação, já encontrar-se no final do terceiro ano do ocorrido com o processo em vias de finalização.

No segundo ano de aniversário de sua morte, tivemos a "Foto mostra silhueta de João Paulo II em fogueira", onde segundo se noticiou à época, fiéis que faziam um vigília em memória do Papa falecido, próximo à sua cidade natal, viram sua silhueta em uma fogueira em posição de benção, o que motivou a afirmativa por parte do Cardeal Stanislaw Dziwisz, que o Papa "fez muitas peregrinações durante a vida e também as está realizando durante a morte". Um flerte absolutamente aberto com o espiritismo.

Aproximando-se a data do terceiro aniversário, o mais movimentado até agora, apareceu-se com a notícia, aparentemente desconexa, "Desmentido projeto de trasladar túmulo de João Paulo II". Uma negativa estranha, porque em realidade ao final acaba dizendo que não se tratará do assunto antes da beatificação de JPII, o que nos induz a concluir que, após a beatificação, o traslado seja uma idéia já semeada. Quais as surpresas que reservam esta empreitada?

Na data do aniversário manifestações absolutamente estranhas do Papa BXVI sobre o seu antecessor.

Primeiramente promoveu um exercício retórico acerca da magnitude do evento que catalizou ao máximo seu falecimento, "a Basílica do Vaticano e esta Praça foram, verdadeiramente, o coração do mundo", o fez também em relação a virtude e aceitação do mesmo em âmbito global, "supremo testemunho da estima e do afecto que ele [JPII] conquistara no espírito de tantos crentes e de pessoas de todas as partes da terra".

Não satisfeito, saiu-se com duas afirmativas, no mínimo, interpretativas, para não dizer dúbias:

- “Entre as muitas qualidades humanas e sobrenaturais, (João Paulo II) tinha, de facto, também uma excepcional sensibilidade espiritual e mística. "
- “o seu pontificado, no seu conjunto e em muitos momentos específicos, surge-nos de facto como um sinal e um testemunho da Ressurreição de Cristo

Este espaço se reservou o direito de não especular sobre estas afirmativas, mas analisando o contexto em que o Papa BXVI abordou tais questões, como tratado pelo Minuto Profético, tudo ficou muito claro:

- "Para ele, a Santa Missa era o centro do seu dia e de toda a sua existência". A realidade "viva e santa" da Eucaristia lhe dava a energia espiritual para guiar o Povo de Deus no caminho da santidade.
- "JPII faleceu na vigília do II Domingo da Páscoa, na conclusão do 'dia que o Senhor fez'. Sua agonia se deu naquele dia, naquele espaço de tempo novo, no oitavo dia, desejado pela Santíssima Trindade, mediante a obra do Verbo Encarnado, morto e ressuscitado."

Permito-me transcrever as conclusões do Pr. Santeli, extremamente apropriadas para esta questão, "Bento XVI claramente fez a ligação entre o papado de JPII, a ressurreição de Cristo e o descanso dominical."

Mas isso tudo não acaba aqui. Sim, porque as invocações de termos como "sobrenaturais" e "místicos" invocados pelo Papa em sua homilia, deitando o pontificado de JPII ao lado da ressurreição de Cristo não nos parece uma afirmação sem qualquer anelo subjacente. Mais uma vez abro espaço para as palavras do Pr. Santeli: "Não ficaria surpreso caso JPII venha "aparecer" na crise final afirmando perigosas heresias como, por exemplo, a mudança do sábado para o domingo."

Tendo o cuidado necessário para não tornar essa eventual possibilidade maior do que ela realmente possa ser, mais uma vez reitero que todos estes fatos me trazem à cabeça aquela tão controversa "Teoria dos Sete Reis", há pouco tratada neste espaço em Vaticano diz que "não se perderá tempo" para beatificar João Paulo II e também naquele post da "silhueta na fogueira".

Para finalizar, o mesmo Cardeal Stanislaw Dziwisz, por ocasião de mais uma vigília realizado na mesma hora da morte do Papa polaco, saiu-se mais uma vez com declarações singulares: “Depois de três anos, tu ainda não nos deixaste”.
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Enfim, aparentemente, só falta um sinal, e ele parece estar a caminho.

E vi uma das suas cabeças como ferida de morte, e a sua chaga mortal foi curada; e toda a terra se maravilhou após a besta. Apocalipse 13:3
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"Satanás é um astuto inimigo. E não é difícil para os anjos maus representar tanto os santos como os pecadores que morreram, e tornar essas representações visíveis aos olhos humanos. Essas manifestações serão mais freqüentes e aparecerão desenvolvimentos de caráter mais sensacional à medida que nos aproximarmos do fim do tempo. Review and Herald, 1º de abril de 1875. (Evangelismo - Ellen G. White - Pág. 604)

O papa andarilho

Hoje [2], dia em que se recorda o terceiro aniversário da morte de JPII, o papa Bento XVI celebrou uma missa no patamar da Basílica de São Pedro, para cerca de 50 mil fiéis. Em sua homilia, o Santo Padre recordou aquela memorável noite, que ficou impressa na memória da Igreja e do mundo...

"Para ele, a Santa Missa era o centro do seu dia e de toda a sua existência", lembrou Bento XVI. A realidade "viva e santa" da Eucaristia lhe dava a energia espiritual para guiar o Povo de Deus no caminho da santidade. O Bispo de Roma acrescentou: "JPII faleceu na vigília do II Domingo da Páscoa, na conclusão do 'dia que o Senhor fez'. Sua agonia se deu naquele dia, naquele espaço de tempo novo, no oitavo dia, desejado pela Santíssima Trindade, mediante a obra do Verbo Encarnado, morto e ressuscitado. JPII deu várias vezes prova de estar, de certa forma, imerso nesta dimensão espiritual, sobretudo no cumprimento de sua missão terrena". Bento XVI continuou a homilia afirmando que o pontificado de papa Wojtyla, em seu conjunto e em certos momentos específicos, parece um sinal e um testemunho da Ressurreição de Cristo...

Fonte: Rádio Vaticano

NOTA: Bento XVI claramente fez a ligação entre o papado de JPII, a ressurreição de Cristo e o descanso dominical. Não ficaria surpreso caso JPII venha "aparecer" na crise final afirmando perigosas heresias como, por exemplo, a mudança do sábado para o domingo: "Muitos serão defrontados por espíritos de demônios personificando parentes ou amigos queridos, e declarando as mais perigosas heresias". O Grande Conflito, p. 560. Não há nenhum texto bíblico que faça a ligação teológica entre a ressurreição de Cristo e o descanso dominical. Pelo contrário, há menção explícita de que o memorial da ressurreição de Cristo é o batismo por imersão (Rm 6:4, 5) - doutrina que a Igreja Católica não ensina, muito menos pratica.

Sem dúvida, JPII foi o papa que acelerou o processo de influência política de Roma sobre as demais nações do planeta, inclusive sobre os EUA. Utilizando-se também de seu preparo como ator, soube vender muito bem a idéia de uma Igreja Católica inofensiva e arrependida de erros passados. Porém, não se deixe enganar, "Roma jacta-se de que nunca muda". Ibidem, p. 581.

"Faz parte de sua política assumir o caráter que melhor cumpra o seu propósito; mas sob a aparência variável do camaleão, oculta o invariável veneno da serpente". Ibidem, p. 571. Outro fator que certamente contribuiu para a ascensão de Roma no cenário político mundial foi as inúmeras viagens internacionais de JPII. As imagens da revista Manchete de 04 de outubro de 1997 falam por si:



"E toda a terra se maravilhou, seguindo a besta" (Ap 13:3).


Fonte - Minuto Profético

A Revelação da Marca da Besta - Final

O estudo aqui trazido, é desafiador. Gosto muito da idéia de um grande amigo que em suas pregações incita os ouvintes com a seguinte afirmativa: "Não tenha preguiça mental!"
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O próprio articulista nos impulsiona a sermos como os bereanos: "que eu sempre costumo mencionar, pois incentivamos muito que tudo o que digamos seja checado à luz das Escrituras."
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Muito mais do que trazer respostas, o estudo traz questionamentos, questionamentos pertinentes e embasados em um estudo aprofundado das Escrituras. Gostaria que o leitor que eventualmente se propuser a aceitar este desafio e jordanear pelas idéias do artigo ora transcrito, o faça em paralelo com as afirmativas constantes de outros estudos já tantas vezes citados neste espaço:
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Compare as conclusões, as características. Os embasamentos bíblicos e históricos que norteiam ambos os estudos. Pessoalmente me parece que partem de diferentes premissas para chegarem na mesmíssima conclusão.

A Revelação da Marca da Besta - 7

V - Conclusão
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Com base nessas mais de 50 referências do Tanach (Primeiro Testamento), se de fato o número 666 for usado como base de valor de guematria para pesquisarmos acerca do anti-mashiach, o seguinte pode ser concluído sobre ele:
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• Levaria pessoas a adorarem sol, lua e astros
• Impediria as pessoas de se achegarem à Torá e a Yeshua
• Prometeria prosperidade
• Levaria pessoas a se unirem à grande meretriz (Roma)
• Perseguiria (e tentaria matar) os israelitas
• Tentaria derrubar o Tabernáculo de YHWH e dispersar os israelitas com falsos pastores
• Tentaria usurpar o trono de YHWH
• Faria mercantilismo da fé
• Será exposto pelos israelitas da tribo de Gad
• Um ser oculto que se declararia igual a Elohim
• Desvia as pessoas da Torá
• Apresenta-se sob a forma de três
• Enfraquece as pessoas na Palavra de YHWH
• Está associado aos cavaleiros de Guilyana (Apocalipse)
• Os que o seguirem verão a mal que sucede aos que se opõem à Torá
• É o homem do pecado (transgressão à Torá)
• Apresenta-se como filho/descendente de David
• É o espírito de Azaz'el
• Sua descendência é a descendência de Essav (Roma)
• É o rei de Bavel
• Será humilhado por YHWH
• Distorce as Escrituras
• Procura ocultar de seus seguidores o seu adultério (transgressão às mitsvot de YHWH)
• É hipócrita, posando de líder libertador
• É uma criatura das trevas (e não apenas um homem comum)
• É soberbo e seus seguidores são soberbos
• Se opõe à Palavra de YHWH
• Vende o seu sacerdócio por lucro
• Usa o sol como instrumento de adoração e sincretismo religioso
• Seus seguidores se auto-denominam 'sacerdócio levítico' com finalidade de lucro
• Leva o povo a adorar imagens de ídolos
• Blasfema contra YHWH
• Leva o povo cativo a Bavel
• A crença nele se alastrará por toda a terra
• Seu nome será maldito entre os eleitos de YHWH
• Se faz passar pelo Criador da terra
• Espalha o povo, promovendo abominações
• É o devastador
• Diz ser semelhante a YHWH
• Será revelado no fim dos dias
• As pessoas crerão no seu retorno, que será o dia das trevas
• Promete ser fonte de água viva (imitando ao Mashiach)
• O povo o confundiria com o Protetor de Yisra'el
• O povo o confundiria com o Esposo de Yisra'el
• É o centro da adoração de seus seguidores
• É o espírito do keruv (querubim) caído
• Alega ser o sacrifício expiatório (imitando ao Mashiach)
• Faria modificações ao sistema de adoração a YHWH
• O centro de adoração (e principal templo) de seu reino está em Bavel (Roma)
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Continua . . . (Não deixe de ler o Prefácio)

A Revelação da Marca da Besta - 6

É interessante analisarmos cada item para vermos se podemos aprender algo sobre o anti-mashiach:
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A Cortina
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Rashi, em seu comentário da Torá, diz que o termo usado para a cortina simboliza proteção. Cita, inclusive Iyov (Jó) 1:10, que diz:
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“Porventura tu não cercaste de sebe, a ele, e a sua casa, e a tudo quanto tem? A obra de suas mãos abençoaste e o seu gado se tem aumentado na terra.”
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Será que Yochanan estava tentando nos dizer que alguns em Israel confundiriam o anti-mashiach com o protetor de Yisra’el?
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A Entrada do Heichal
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Quando procurava acerca de algum texto que falasse da entrada do Heichal, a primeira referência que encontrei, em uma nota de rodapé, foi de Melachim Beit (2 Reis) 23:11:
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“Também tirou os cavalos que os reis de Yehudá tinham dedicado ao sol, à entrada da casa de YHWH, perto da câmara de Natan-Melech, o camareiro, que estava no recinto; e os carros do sol queimou a fogo.”
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Ora, a entrada do Heichal foi onde houve adoração ao deus-sol, tendo os reis de Yehudá inclusive dedicado a eles uma série de presentes, e até mesmo objetos do Templo. Assim sendo, será que Yochanan nos quer indicar que o anti-mashiach levaria o povo a um sincretismo com a adoração ao deus-sol?
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As Tábuas de Cedro
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O cedro era uma árvore nobre e forte, típica da região. Curiosamente, em Shir HaShirim (Cantares) 5:15, a amada, descrevendo o seu amado, diz acerca de sua aparência: “o seu aspecto como o Líbano, excelente como os cedros.” Como sabemos, Shir HaShirim, entre outras coisas, figura a relação entre Yisra’el e YHWH Yeshua.
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Será que Yochanan estava tentando nos alertar que alguns confundiriam o antimashiach com o amado de Yisra’el, cuja aparência é como o cedro?
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O Kodesh Kodashim
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O Kodesh Kodashim (Santo dos Santos), é considerada a morada de YHWH. Como sua medida é 20x20x20 cúbitos, a expressão nesses pontos aparece 3 vezes. Mais uma vez, vemos que o anti-mashiach se apresentaria como três. Da mesma maneira, será que Yochanan está dizendo que o anti-mashiach se assentaria no Kodesh Kodashim (Santo dos Santos)? Isso poderia ser entendido de forma literal, ou talvez de forma figurada – como o anti-mashiach se tornando o centro da adoração de seus seguidores. Provavelmente, ambas as situações ocorrerão.
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O Heichal
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O Heichal era o Santuário de YHWH, respondendo pela maior parte da área construída do Templo, visto que o átrio era descoberto. O Heichal era o centro da adoração propriamente dita. Nele estavam a menorá, a mesa dos pães, e o incensário de ouro. Será que Yochanan estaria nos dizendo que o anti-mashiach se colocará como centro da adoração de seus seguidores?
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As Asas dos K’ruvim
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É interessante a associação do número 666 à distância das asas dos k’ruvim (querubins), visto que um dos textos normalmente associados com haSatan é Yehezkel (Ezequiel) 28:14-15:
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“Tu eras o querubim [hebr: keruv], ungido para cobrir, e te estabeleci; no monte santo de Elohim estavas, no meio das pedras afogueadas andavas. Perfeito eras nos teus caminhos, desde o dia em que foste criado, até que se achou iniqüidade em ti.”
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Será que Yochanan estaria nos dizendo que o anti-mashiach seria, na realidade, o espírito de haSatan, um dos k’ruvim de YHWH, que caiu por causa da iniqüidade?
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O Altar de Bronze
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A partir da associação do número 666 com o altar de bronze, será que Yochanan tentava nos dizer que o anti-mashiach também, a exemplo de como fora com o próprio Mashiach, alegaria ser o sacrifício expiatório?
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As Câmaras Laterais
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O Templo de Yehezkel (Ezequiel) possui algumas diferenças, em sua arquitetura, do 1º. e 2º. Templos. Rashi aponta para essas câmaras laterais justamente como sendo algo que não existia nos outros dois. Será que Yochanan estaria nos dizendo que o anti-mashiach faria modificações ao sistema de adoração a YHWH?
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Zecharyah (Zacarias) 5:2
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“E disse-me o anjo: Que vês? E eu disse: Vejo um pergaminho voando, que tem vinte cúbitos de comprido e dez cúbitos de largo.”
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Esse texto é impressionante! Novamente, a associação com o número 666 vem a partir dos 20 cúbitos. O conteúdo do pergaminho é uma maldição aos que praticam a iniqüidade.
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O mais impressionate é o que dele sai. Colocamos aqui o texto na íntegra:
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“E eis que foi levantado um talento de chumbo, e uma mulher estava assentada no meio do efa. E ele disse: Esta é a Iniqüidade. E a lançou dentro do efa; e lançou sobre a boca deste o peso de chumbo. E levantei os meus olhos, e vi, e eis que saíram duas mulheres; e traziam vento nas suas asas, pois tinham asas como as da cegonha; e levantaram o efa entre a terra e o céu. Então eu disse ao anjo que falava comigo: Para onde levam elas o efa? E ele me disse: Para lhe edificarem uma casa na terra de Shinar; e, estando ela acabada, ele será posto ali na sua base.”
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Desse pergaminho de vinte cúbitos (666), sai uma mulher cujo nome é Iniqüidade (transgressão à Torá), e a ela é edificada uma casa (templo) na terra de Shinar, que é exatamente Bavel (Babilônia)!
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Estaria Yochanan nos dizendo que o anti-mashiach levaria as pessoas à mulher cujo nome é iniqüidade (a grande meretriz), cujo centro de adoração estaria em Bavel (Roma)?
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Continua . . . (Não deixe de ler o Prefácio)

A Revelação da Marca da Besta - 5

Yeshayahu (Isaías) 65:13-5
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“Portanto assim diz Adonai YHWH: Eis que os meus servos comerão, mas vós padecereis fome; eis que os meus servos beberão, porém vós tereis sede; eis que os meus servos se alegrarão, mas vós vos envergonhareis; Eis que os meus servos exultarão pela alegria de coração, mas vós pranteareis pela tristeza de coração; e uivareis pelo quebrantamento de espírito. E deixareis o vosso nome aos meus eleitos por maldição; e Adonai YHWH vos matará; e a seus servos chamará por outro nome."
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A expressão “pranteareis”, no original é “titsaku” (666). Repare no contexto. Estaria Yochanan dizendo que os servos do anti-mashiach serão derrotados e humilhados, e que o nome do anti-mashiach se tornaria maldição entre os eleitos?
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Yirmiyahu (Jeremias) 10:12
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“Ele fez a terra com o seu poder; ele estabeleceu o mundo com a sua sabedoria, e com a sua inteligência estendeu os céus.”
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A expressão “ele fez a terra”, no original, é “osse erets” (666.) Estaria Yochanan nos alertando que o anti-mashiach se faria passar pelo próprio Criador da terra?
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Yirmiyahu (Jeremias) 51:36
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“E Bavel se tornará em montões, morada de dragões, espanto e assobio, sem que haja quem nela habite.”
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Novamente temos um texto muito relevante, pois se refere a Bavel (Babilônia). Além disso, a expressão aqui com valor numérico 666 é justamente a expressão “morada de dragões”, que no original é “meon tanim.” Dragões (tanim) aparecem em Guilyana, como símbolo dos demônios. Assim sendo, estaria Yochanan revelando que o lugar de habitação do anti-mashiach (talvez, suas igrejas?) seja morada de dêmonios?
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Yehezkel (Ezequiel) 11:17-18
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“Portanto, dize: Assim diz Adonai YHWH: Hei de ajuntar-vos do meio dos povos, e vos recolherei das terras para onde fostes lançados, e vos darei a terra de Yisra’el. E virão ali, e tirarão dela todas as suas coisas detestáveis e todas as suas abominações.”
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A expressão “lançados” (ou espalhados) é, neste ponto, “nefotsotem” (666.). Ora, se YHWH é quem ajunta, e remove as coisas detestáveis e abomináveis, então estaria Yochanan indicando que quem espalha o povo (ie. o afasta de seu lar, Yisra’el) e promove coisas detestáveis e abominações é o espírito do anti-mashiach?
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Yehezkel (Ezequiel) 30:7
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“E serão desolados no meio das terras assoladas; e as suas cidades estarão no meio das cidades devastadas.”
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A expressão “devastadas” é, neste ponto, “nacharavot” (666.) Seria o anti-mashiach o devastador?
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Yehezkel (Ezequiel) 32:5
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“E porei as tuas carnes sobre os montes, e encherei os vales da tua altura.”
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A expressão “tua altura” é, neste ponto, “ramutecha” (666), e faz alusão à arrogância de Faraó. Vale lembrar que faraó, no Egito, era considerado “um deus.” O contexto fala que por tal arrogância, faraó seria destruído. Estaria Yochanan nos indicando que o anti-mashiach, em sua arrogância de se declarar semelhante a YHWH, seria destruído?
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Dani’el (Daniel) 1:18
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“E ao fim dos dias, em que o rei tinha falado que os trouxessem, o chefe dos eunucos os trouxe diante de Nabucodonosor.”
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A expressão “e ao fim” é, neste ponto, “ulemiktsat” (666), e podemos vê-la sendo aplicada aqui ao fim dos dias. Estaria Yochanan nos dizendo que o anti-mashiach seria revelado no fim dos dias?
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Amos 5:18
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“Ai daqueles que desejam o dia de YHWH! Para que quereis vós este dia de YHWH? Será de trevas e não de luz.”
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A expressão “o dia de YHWH será de trevas e não de luz” é, no original, “yom YHWH hu-choshech velo or” (666). Estaria Yochanan nos mostrando que o anti-mashiach tentaria fazer as pessoas crerem na sua volta, a qual na realidade seria trevas? Seria, por exemplo, uma alusão à falsa doutrina do arrebatamento?
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Nachum (Naum) 1:4
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“Ele repreende ao mar, e o faz secar, e esgota todos os rios; desfalecem Bashan e o Carmelo, e a flor do Líbano murcha.”
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A expressão “os rios” é, neste ponto, “haneharot” (666). Há duas idéias que podem ser extraídas disso. O primeiro está no fato de que, pela mística judaica, o rio é algo que dá uma idéia de paz. Talvez Yochanan esteja nos dizendo que o anti-mashiach traria uma falsa promessa de paz. Ou talvez, seja mais uma tentativa do anti-mashiach de imitar o verdadeiro, que é a fonte dos rios de águas vidas. Talvez o anti-mashiach também prometa ser tal fonte.
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20 Cúbitos
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A expressão no hebraico “20 cúbitos” é “essarim amá” (666). Essa expressão aparece em várias passagens – todas elas (à exceção de uma, que comentaremos à parte) referem-se às medidas do Mishkan (Tabernáculo) ou do Beit HaMikdash (Templo.)
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Para fins de tornar este estudo mais objetivo, cito aqui as passagens em que ela aparece: Ex 27:16, 38:18; 1 Re 6:3, 6:16, 6:20; 2 Cr 3:3, 3:4, 3:8, 3:11, 3:13, 4:1; Ez 40:49, 41:2, 41:4, 41:10.
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Certamente que a abundância de p’ssukim (versículos) torna difícil crermos em uma coincidência aqui. Separemos elas por ítens, para podermos analisar o que podemos aprender com cada uma delas.
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A Cortina do Portão do Átrio: Ex 27:16, 38:18
A Entrada do Heichal (Santuário): 1 Re 6:3; 2 Cr 3:4; Ez 40:49, 41:2,
As tábuas de cedro laterais do Heichal: 1 Re 6:16;
O Kodesh Kodashim (Santo dos Santos): 1 Re 6:20; 2 Cr 3:8; Ez 41:4;
O Heichal: 2 Cr 3:3;
As asas abertas dos k’ruvim (querubins): 2 Cr 3:13;
O altar de bronze: 2 Cr 4:1;
As câmaras laterais; Ez 41:10;
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Continua . . . (Não deixe de ler o Prefácio)

A Revelação da Marca da Besta - 4

Iyov (Jó) 9:6-7
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“O que sacode a terra do seu lugar, e as suas colunas estremecem."
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A expressão “estremecem”, aqui usada, é “yitfalatsun” (666). O termo “amud”, usado para “colunas”, é muito comumente aplicado às colunas dos textos sagrados – especialmente da Torá. Será que Yochanan tenta nos ensinar que o anti-mashiach distorce o texto das Escrituras?
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Iyov (Jó) 24:15
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“Assim como o olho do adúltero aguarda o crepúsculo, dizendo: Não ame verá olho nenhum; e oculta o rosto”
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A expressão “e oculta”, neste ponto é “vesseter” (666). Reparem aqui que o adúltero cobre o rosto para que não vejam o seu adultério. Sabemos que, pelas Escrituras, freqüentemente a expressão “adultério” é uma figura de linguagem para a transgressão à Torá. Estaria Yochanan nos alertando que o anti-mashiach pratica o adultério ocultando seu rosto? Isto é, será que o mundo olharia para o anti-mashiach sem se dar conta de que ele é, na realidade, um transgressor da Torá?
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Iyov (Jó) 34:27-30
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“Porquanto se desviaram dele, e não compreenderam nenhum de seus caminhos, de sorte que o clamor do pobre subisse até ele, e que ouvisse o clamor dos aflitos. Se ele aquietar, quem então inquietará? Se encobrir o rosto, quem então o poderá contemplar? Seja isto para com um povo, seja para com um homem só, Para que o homem hipócrita nunca mais reine, e não haja laços no povo.”
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A expressão “e o clamor” (dos aflitos), neste ponto, é “tsa’akat” (666). Novamente, olhemos o contexto: Um líder hipócrita, que não segue os caminhos de YHWH – essa é a razão do pranto do povo. Será que Yochanan está nos ensinando que o povo pranteará por ter seguido a um líder hipócrita, que posa de libertador (cumpridor dos caminhos de YHWH) mas que na realidade é um iníquo?
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Tehilim (Salmos) 18:1
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“Fez das trevas o seu lugar oculto; o pavilhão que o cercava era a escuridão das águas e as nuvens dos céus.”
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A expressão aqui trazida como “lugar oculto” é “sitro” (666). Pelo contexto, vemos que o anti-mashiach é, na realidade, uma criatura das trevas. Esse texto da a entender que se trata de um ser espiritual, e não apenas um homem comum.
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Tehilim (Salmos) 65:12
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“Destilam sobre os pastos do deserto, e as colinas os cingem de alegria.”
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A expressão “cingem”, neste ponto, é “tachgorna” (666). O curioso aqui é o uso do termo “gevaot”, plural de “geva”, que é um pequeno monte, ou colina. A concordância Strong define o termo como podendo significar “lugar de adoração ilícita”, provavelmente por ser onde ficavam os postes-ídolos. Ora, se esses locais estariam alegres, será que Yochanan está querendo dizer que o anti-mashiach verteria o povo em idolatria e paganismo?
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Tehilim (Salmos) 73:6
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“Por isso a soberba os cerca como um colar; vestem-se de violência como de adorno.”
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A expressão “os cerca como um colar”, neste ponto, é “anaktmo” (666), e se refere a um adorno. Mas, que adorno seria esse? A soberba. Seria essa uma alusão de Yochanan ao fato de que o anti-mashiach achará que é sobre todos, ou seria uma referência à soberba de seus seguidores? Pelo termo ser plural, é possível que a segunda alternativa seja a mais apropriada.
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Mishlei (Provérbios) 3:8
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“Isto será saúde para o teu âmago, e medula para os teus ossos.”
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A expressão “para os teus ossos”, neste ponto, é “leatsmoteicha” (666.) Nas Escrituras, os ossos são freqüentemente usados como símbolos da ausência de vida. Podemos nos lembrar do vale de ossos secos, só para citar um exemplo. Uma característica do anti-mashiach seria o fato de que ele seria totalmente sem vida. Ora, se a Palavra de YHWH é a vida, então seria contrário à Palavra.
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Mishlei (Provérbios) 11:22
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“Como jóia de ouro no focinho de uma porca, assim é a mulher formosa que não tem discrição.”
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A expressão “que não tem discrição” é, no original, “vessarat ta’am”, que é literalmente “desviada em seus juízos.” A expressão vessarat (666) significa desviado.
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Assim, temos mais um texto que nos indicaria que o anti-mashiach desvia as pessoas do caminho de YHWH.
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Mishlei (Provérbios) 31:24
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“Faz vestes de linho fino e vende-os, e entrega cintos ao mercador.”
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A expressão “vende-os”, neste trecho, é “vatimkor” (666.) As “vestes de linho” nos lembram as vestes dos cohanim (sacerdotes) na Torá. Curiosamente, a mesma palavra que é traduzida como “ao mercador” (lakena’ani) pode ser traduzida como “ao cananeu.” Poderia Yochanan estar nos dizendo que o anti-mashiach oferecerá por dinheiro o sacerdócio aos cananeus (ie. ao paganismo)? Poderia ser que o antimashiach se apropriaria do título de “sacerdócio levítico” para fins comerciais?
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Kohelet (Eclesiastes) 1:3
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“Que proveito tem o homem, de todo o seu trabalho, que faz debaixo do sol?”
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A expressão “proveito” (ou “lucro”) é, no original, “yitron” (666.) Será que Yochanan deseja que enxerguemos que as obras dos seguidores do anti-mashiach, “debaixo do sol” (seria o sol um instrumento de adoração ao anti-mashiach?) são realizadas com o objetivo de lucro?
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Yeshayahu (Isaías) 11:11
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“E há de ser que naquele dia YHWH tornará a pôr a sua mão para adquirir outra vez o remanescente do seu povo, que for deixado, de Ashur, e de Mitsrayim, e de Patros, e da Etiópia, e de Eilam, e de Shinar, e de Hamat, e das ilhas do mar.”
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A expressão “e de Shinar”, no original, é “umishinar” (666). Ironicamente, temos a descrição do que é a terra de Shinar em Bereshit (Gênesis) 10:10:
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“E o princípio do seu reino foi Bavel, Erech, Acad e Calné, na terra de Shinar.”
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Shinar era a terra do reinado de Nimrod, isto é, do reino de Bavel. Ou seja, será que Yochanan estava associando o anti-mashiach ao reino de Bavel? Isso parece casar bem com o que ele diz em Guilyana (Apocalipse) 17.
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Yeshayahu (Isaías) 27:9
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“Por isso se expiará a iniqüidade de Jacó, e este será todo o fruto de se haver tirado seu pecado; quando ele fizer a todas as pedras do altar como pedras de cal feitas em pedaços, então os bosques e as imagens não poderão ficar em pé.”
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A expressão “pedaços”, no original, é “nupatsot” (666.) Será que Yochanan estaria querendo nos dizer que o anti-mashiach faria o altar (e por conseqüência, o Templo) em pedaços e levaria o povo a adorar imagens?
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Yeshayahu (Isaías) 37:23
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“A quem afrontaste e blasfemaste? E contra quem alçaste a voz, e ergueste os teus olhos ao alto? Contra o Kadosh Yisra’el.”
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A expressão “alçaste”, no original, é “harimota” (666.) O texto é bastante interessante, e daria a entender que o anti-mashiach ergue sua voz contra YHWH, blasfemando-o.
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Yeshayahu (Isaías) 39:4-5
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“E disse ele: Que foi que viram em tua casa? E disse Hizkiyahu: Viram tudo quanto há em minha casa; coisa nenhuma há nos meus tesouros que eu deixasse de lhes mostrar.Então disse Yeshayahu a Hizkiyahu: Ouve a palavra de YHWH Tseva’ot: Eis que virão dias em que tudo quanto houver em tua casa, e o que entesouraram teus pais até ao dia de hoje, será levado para Bavel; não ficará coisa alguma, disse YHWH.”
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A expressão “viram”, no original, é “hiritim.” Reparem no contexto: Pessoas de Bavel vieram à casa de Hizkiyahu, e o que eles “viram” simboliza o que seria levado cativo para Bavel. Será que Yochanan desejava nos ensinar que os servos do anti-mashiach levariam pessoas cativas a Bavel?
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Yeshayahu (Isaías) 42:5
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“Assim diz o El, YHWH, que criou os céus, e os estendeu, e espraiou a terra, e a tudo quanto produz; que dá a respiração ao povo que nela está, e o espírito aos que andam nela.”
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Duas expressões no texto supracitado têm o valor numérico 666. A primeira expressão “o El, YHWH, que criou os céus”, no hebraico é “haEl YHWH borá shamayim” (666). Estaria Yochanan nos dizendo que o anti-mashiach se faria passar por YHWH, Criador dos céus?
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A segunda expressão com valor 666 é “roka haarets” (que espraiou a terra.) Seria uma referência ao fato de que a crença no anti-mashiach se alastraria por toda a terra?
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A Revelação da Marca da Besta - 3

Melachim Beit (2 Reis) 8:12

"Então disse Hazael: Por que chora o meu senhor? E ele disse: Porque sei o mal que hás de fazer aos filhos de Israel; porás fogo às suas fortalezas, e os seus jovens matarás à espada, e os seus meninos despedaçarás, e as suas mulheres grávidas fenderás."

A expressão "e os seus jovens", neste ponto, é "uvachureichem" (666). Repare no contexto da expressão. Estaria Yochanan dizendo que o anti-mashiach mataria à espada os jovens de Yisra'el? Compare com os cavaleiros em Guilyana (Apocalipse) 6.

Melachim Beit (2 Reis) 18:24

"Como, pois, farias virar o rosto de um só capitão dos menores servos de meu senhor, quando tu confias no Egito, por causa dos carros e cavaleiros?"

A expressão "e [dos] cavaleiros", neste ponto, é "ulefarashim." Será que Yochanan ensina aqui que os cavaleiros que aparecem em Guilyana (Apocalipse) 6 seriam associados ao anti-messias?

Melachim Beit (2 Reis) 22:20

"Por isso eis que eu te recolherei a teus pais, e tu serás recolhido em paz à tua sepultura, e os teus olhos não verão todo o mal que hei de trazer sobre este lugar. Então tornaram a trazer ao rei a resposta."

A expressão "verão", neste ponto, é "tireina" (666). Pelo contexto, repare que YHWH diz ao rei de Yehudá que os seus olhos NÃO veriam o mal porque ele voltou à Torá.

Vejamos os p'sukim 15-17:

"Sucedeu, pois, que, ouvindo o rei as palavras do livro da lei, rasgou as suas vestes. Então foi o cohen Hilkiyahu, e Achikam, Achbor, Shafan e Assayah à profetiza Hulda, mulher de Shalum Ben Tikva Ben Harchas, o guarda das vestiduras (e ela habitava em Yerushalayim, na segunda parte), e lhe falaram. E ela lhes disse: Assim diz YHWH Elohim de Yisra'el: Dizei ao homem que vos enviou a mim: Assim diz YHWH: Eis que trarei mal sobre este lugar, e sobre os seus moradores, a saber: todas as palavras do livro que leu o rei de Yehudá. Porquanto me deixaram, e queimaram incenso a outros deuses, para me provocarem à ira por todas as obras das suas mãos, o meu furor se acendeu contra este lugar, e não se apagará. Porém ao rei de Yehudá, que vos enviou a consultar YHWH, assim lhe direis: Assim diz YHWH Elohim de Yisra'el, acerca das palavras, que ouviste: Porquanto o teu coração se enterneceu, e te humilhaste perante YHWH, quando ouviste o que falei contra este lugar, e contra os seus moradores, que seria para assolação e para maldição, e que rasgaste as tuas vestes, e choraste perante mim, também eu te ouvi, diz YHWH."

Vejam que YHWH diz ao rei "lo tireina" (não verão.) Ora, se "tireina" tem o valor numérico de 666, será a lição aqui a ser aprendida a mesma do rei de Yehudá? Será que Yochanan está nos ensinando que os olhos que seguirem o anti-mashiach verão (tireina) o mal que assolará aqueles que se opõem à Torá?

Divrei HaYamim Alef (1 Crônicas) 27:19

“Sobre Zevulun, Yishmayahu Ben Ovadiyah; sobre Naftali, Yerimot Ben Azriel;”
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O nome Yerimot, cujo valor numérico também é de 666, significa “ele é o mais exaltado”, o que poderia nos dar uma idéia dos objetivos do anti-mashiach: Elevar-se acima do El-Elyon.

Divrei HaYamim (2 Crônicas) 6:36

“Quando pecarem contra ti (pois não há homem que não peque), e tu te indignares contra eles, e os entregares diante do inimigo, para que os que os cativarem os levem em cativeiro para alguma terra, remota ou vizinha,”

A passagem é interessantíssima, pois a expressão “não há homem que não peque”, no original, é “ein adam asher lo-yecheta” (666) Estaria Yochanan, a exemplo do que fez Rav. Sha’ul (Paulo), identificando o anti-mashiach como o homem do pecado, o transgressor da Torá?

Divrei HaYamim Beit (2 Crônicas) 9:21

“Porque, indo os navios do rei com os servos de Hiram, a Tarshish, voltavam os navios de Tarshish, uma vez em três anos, e traziam ouro e prata, marfim, bugios e pavões.”

Novamente temos uma expressão “em três”, neste caso “leshalo’osh” (666) associada ao número da besta. Esta é a segunda testemunha bíblica de que esse número estaria associado à forma como o anti-mashiach se apresentaria, e sua relevância não pode ser desconsiderada, pois alguns p’sukim (versículos) acima, temos um dos dois textos que trazem, no Tanach, explicitamente o número 666. No passuk (versículo) 13, encontramos:

“E o peso do ouro, que vinha em um ano a Shlomo, era de seiscentos e sessenta e seis talentos de ouro.”

Associando os dois conceitos (vide o artigo anterior), estaria Yochanan nos ensinando que o anti-mashiach apresenta-se como filho de David, e sob a forma de três?

Divrei HaYamim Beit (2 Crônicas) 11:15

“E ele constituiu para si sacerdotes, para os altos, para os demônios, e para os bezerros, que fizera.”

O termo que na tradução supracitada está traduzido como “para os demônios” vem do hebraico “velesirim” (666). Sirim é o plural de “sa’ir” ou “satir”, que é traduzido de diversas formas nas Escrituras. O termo pode significar “demônios” (numa alusão aos deuses da mitologia cananéia que eram bodes), ou “bodes”, ou ainda “cabeludo”, isto é, “como o bode.”

Assim sendo, poderíamos encontrar uma relação entre o anti-mashiach e os demônios, pois ele é príncipe dos mesmos, ou entre o anti-mashiach e os bodes – será que Yochanan nos ensina que o espírito do anti-mashiach é o espírito de Azaz’el?

Pois o Sefer Chanoch diz o seguinte sobre Azaz’el:

“Tu vistes o que Azaz'el tem feito, e como ele ensinou toda iniqüidade na terra e revelou os segredos eternos que estão no céu, os quais os homens estavam praticando.” (Chanoch 9:6)

Mas, não podemos também deixar de mencionar o fato de que a Torá também usa essa expressão para Essav (Esaú), irmão de Ya’akov:

“Então disse Ya’akov a Rivkah, sua mãe: Eis que Essav meu irmão é homem cabeludo [hebr: sair], e eu homem liso;”

Poderia ser que Yochanan, ao se referir aos “sirim” tivesse em mente os descendentes de Essav? Pois, segundo os sábios, Essav representa Roma, e seus descendentes, os romanos.

Divrei HaYamim (2 Crônicas) 35:3

“E disse aos levi’im que ensinavam a todo o Yisra’el e estavam consagrados a YHWH: Ponde a arca sagrada na casa que edificou Shlomo Ben David, rei de Yisra’el; não tereis mais esta carga aos ombros; agora servi a YHWH vosso Elohim, e ao seu povo Yisra’el.”

A expressão “arca sagrada”, no hebraico, é “aron hakodesh” (666). Essa expressão aparece unicamente neste ponto (normalmente, a arca é chamada de “aron habrit” – arca da aliança.) Reparem no contexto. A arca seria posta na casa edificada por Shlomo (no Templo.) Poderia Yochanan querer nos dizer que o anti-mashiach se colocaria na “casa de Shlomo/David”, apresentando-se como um descendente de David?

Ezra (Esdras) 6:9

“E o que for necessário, como bezerros, carneiros, e cordeiros, para holocaustos ao Deus dos céus, trigo, sal, vinho e azeite, segundo o rito dos sacerdotes que estão em Jerusalém, dê-se-lhes, de dia em dia, para que não haja falta.”

O termo “bezerros” na realidade é composto, no hebraico, de duas palavras “uvnei torin” (e filhos de bois.) O termo “torin” (666) refere-se a bois.

Esse termo, de origem aramaica, só é encontrado em dois lugares nas Escrituras. Um deles é em Ezra. O outro é em Dani’el, em que Nabucodonozor, rei de Bavel, tem um sonho, onde ele aparece comendo como os bois. Veja o que diz Dani’el 4:24-27:
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“Esta é a interpretação, ó rei; e este é o decreto do Altíssimo, que virá sobre o rei, meu senhor: Serás tirado dentre os homens, e a tua morada será com os animais do campo, e te farão comer erva como os bois, e serás molhado do orvalho do céu; e passar-se-ão sete tempos por cima de ti; até que conheças que o Altíssimo tem domínio sobre o reino dos homens, e o dá a quem quer. E quanto ao que foi falado, que deixassem o tronco com as raízes da árvore, o teu reino voltará para ti, depois que tiveres conhecido que o céu reina. Portanto, ó rei, aceita o meu conselho, e põe fim aos teus pecados, praticando a justiça, e às tuas iniqüidades, usando de misericórdia com os pobres, pois, talvez se prolongue a tua tranqüilidade.”

Se extraírmos um paralelo entre ambos, baseado no termo indicado (torin), será que Yochanan está querendo nos ensinar que o anti-mashiach é o rei de Bavel, e que será humilhado por YHWH?
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A Revelação da Marca da Besta - 2

IV – As Passagens do Tanach
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Segue a lista de passagens do Tanach (Primeiro Testamento), onde o número 666 aparece, quer em palavra, expressão ou mesmo frase. Segue-se a isso também os comentários relevantes a tais termos.
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Bereshit (Gênesis) 1:14
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“E disse Elohim: Haja luminares na expansão dos céus, para haver separação entre o dia e a noite; e sejam eles para sinais e para tempos determinados e para dias e anos.”
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A expressão “haja luminares”, no hebraico, é “Yehi meorot” (666). Seria esta uma maneira encontrada por Yochanan de nos dizer que o anti-mashiach levaria as pessoas a adorarem os astros (especialmente, sol e lua – que são os mencionados neste contexto)?
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Bereshit (Gênesis) 3:24
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“E havendo lançado fora o homem, pôs k’ruvim ao oriente do Gan Eden, e uma espada inflamada que andava ao redor, para guardar o caminho da árvore da vida.”
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A expressão “e uma espada inflamada”, neste ponto, é “ve’et lahat hacherev” (666). A função da espada era impedir que o homem chegasse à árvore da vida. Ora, nas Escrituras, duas coisas são identificadas como sendo a árvore da vida: a Torá, e Yeshua (afinal, Yeshua é a Torá Viva.)
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Estaria Yochanan nos dizendo que o principal objetivo do anti-mashiach seria nos impedir de nos achegarmos à Torá e a Yeshua?
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Bereshit (Gênesis) 36:26
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Aqui encontramos a expressão "V'Yitran" (666), literalmente, "e Yitran" Yitran é um nome que significa essencialmente "abundância", ou "prosperidade." Seria uma das promessas do Anti-Messias a prosperidade?
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Bereshit (Gênesis) 38:14
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"Então ela tirou de sobre si os vestidos da sua viuvez e cobriu-se com o véu, e envolveu-se, e assentou-se à entrada das duas fontes que estão no caminho de Timna, porque via que Selá já era grande, e ela não lhe fora dada por mulher."
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A expressão "e tirou", no hebraico, é "vatassar" (666). O texto se refere a Tamar, que retirou suas vestes de viúva para travestir-se de prostituta. Se Tamar tipificar Yisra'el (pois do filho de Tamar vem o Mashiach), Será que Yochanan está nos dizendo que o anti-mashiach faria Yisra'el se prostituir? Ou talvez, o anti-mashiach faria Yehudá se unir à meretriz? São possíveis leituras para esse passuk (versículo.)
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Shemot (Êxodo) 22:23-24
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"Se de algum modo os afligires, e eles clamarem a mim, eu certamente ouvirei o seu clamor. E a minha ira se acenderá, e vos matarei à espada; e vossas mulheres ficarão viúvas, e vossos filhos órfãos."
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A expressão "o seu clamor", neste ponto, é "tsa'akato" (666), literalmente, o seu pranto. Agora repare no passuk (versículo) seguinte, que fala justamente da desolação do povo de Yisra'el. Estaria Yochanan nos ensinando que o anti-mashiach causaria o pranto das viúvas e dos órfãos, ao tentar perseguir e matar os homens de Yisra'el?
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Shemot (Êxodo) 39:40
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"As cortinas do pátio, as suas colunas, e as suas bases, e a cortina da porta do pátio, as suas cordas, e os seus pregos, e todos os utensílios do serviço do tabernáculo, para a tenda da congregação;"
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A expressão "cordas", neste ponto, é "meitarav" (666). Essa referência às "cordas" do Mishkan (tabernáculo) só aparece novamente nos profetas, em particular em Yirmiyahu (Jeremias) 10:20, encontramos:
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"A minha tenda está destruída, e todas as minhas cordas se romperam; os meus filhos foram-se de mim, e não existem; ninguém há mais que estenda a minha tenda, nem que levante as minhas cortinas, porque os pastores se embruteceram, e não buscaram a YHWH por isso não prosperaram, e todos os seus rebanhos se espalharam."
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Repare que as cordas são o que ergue o Mishkan (Tabernáculo) de YHWH. Aqui vemos que as cordas se rompem, simbolizando o fato de que os filhos de YHWH foram dispersados por pastores que não buscaram a YHWH. Será que Yochanan estaria nos ensinando que o anti-messias tentaria derrubar o Mishkan (Tabernáculo) de YHWH, e dispersar seus filhos por meio de falsos pastores?
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Vayicrá (Levítico) 8:9
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“E pôs a mitra sobre a sua cabeça; e sobre esta, na parte dianteira, pôs a lâmina de ouro, a coroa da santidade, como YHWH ordenara a Moshe.”
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A expressão “coroa da santidade”, neste ponto, é “nezar hakodesh” (666). Estaria Yochanan nos indicando que o anti-mashiach tentaria usurpar o trono de YHWH?
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Vayicrá (Levítico) 25:14
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"E quando venderdes alguma coisa ao vosso próximo, ou a comprardes da mão do vosso próximo, ninguém engane a seu irmão;"
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A expressão "venderdes", neste ponto, é "timkeru" (666). Repare no contexto: Uma venda enganosa! Será que Yochanan está nos ensinando que o anti-mashiach faria um mercantilismo da fé, enganando aos homens?
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Bamidbar (Números) 10:20
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“E sobre o exército da tribo dos filhos de Gad, Eliyassaf Ben Deu'el.”
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“veal tseva mate venei Gad Eliyassaf Ben Deu'el”
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Este é o único caso nas Escrituras em que um passuk (versículo) inteiro totaliza 666.
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Sabemos pelo estudo das tribos, que Gad será um exército que combaterá o antimashiach.
Isso parece ir de encontro com esse versículo. Já os nomes “Eliyassaf” e “Deu'el” significam “El alarga” e “Eles conhecem a El.” O interessante é que Moshe, em Dt. 33, diz que “bendito é o que alarga Gad.” Será que Yochanan está nos dizendo que os gaditas receberão uma bênção especial de YHWH para revelar ao mundo o verdadeiro El (“eles conhecem a El”), expondo o anti-mashiach?
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Bamidbar (Números) 13:13
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L'mate Asher Setur Ben Micha'el
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Da tribo de Asher, Setur Ben Micha'el
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Curiosamente, Setur (666) significa "Oculto." É dito aqui "Setur Ben Micha'el." Ora, o nome "Micha'el" significa literalemente "Quem é como El?" Estaria Yochanan nos ensinando que o Anti-Messias seria um ser oculto que se declararia como sendo "Aquele que é como El"?
(Colaborou com este trecho o chaver Yam Lemu’el.)
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Devarim (Deuteronômio) 5:32 e 17:11
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"Olhai, pois, que façais como vos mandou YHWH vosso Elohim; não vos desviareis, nem para a direita nem para a esquerda."
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A expressão "desviareis", neste ponto, é "tassuru" (666). A mesma expressão também
aparece no 17:11:
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"Conforme ao mandado da Torá que te ensinarem, e conforme ao juízo que te disserem, farás; da palavra que te anunciarem te não desviarás, nem para a direita nem para a esquerda."
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Estaria aqui Yochanan nos ensinando que o desviar-se do caminho de YHWH, da Torá, significa seguir ao anti-mashiach? Seria o anti-mashiach aquele que faz o povo se desviar da Torá?
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Sh'muel Alef (1 Samuel) 13:21
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"Tinham porém limas para os seus sachos, e para as suas enxadas, e para as forquilhas de três dentes, e para os machados, e para consertar as aguilhadas."
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A expressão "e de três", neste ponto, é "velishlosh" (666). Será que Yochanan está nos dizendo que o anti-mashiach de alguma forma se apresenta como três?
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Melachim Alef (1 Reis) 7:22
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“E sobre a cabeça das colunas estava a obra de lírios; e assim se acabou a obra das colunas.”
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A expressão “obra das colunas”, neste ponto, é “mechelet amudim.” As colunas do Beit HaMikdash (Templo) davam sustentação ao Templo. Sabemos que o que dá sustentação à fé do povo é a Palavra de YHWH. Estaria Yochanan nos ensinando que o anti-mashiach removerá os pilares da fé, enfraquecendo o povo na Palavra?
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A Revelação da Marca da Besta - 1

Por Sha'ul Bentsion

I - Introdução

Durante muito tempo, fiquei meditando em dois textos bíblicos de grande importância.

O primeiro deles o texto de Guilyana (Apocalipse) 13:18, que nos manda calcular o número da besta. Como disse no artigo “Desvendando a Marca da Besta” (vide arquivos do grupo), isso é um indício de uso de guematria. Para quem não conhece, a guematria é o sistema judaico que associa números a letras. De fato, falamos um pouco sobre isso no artigo supracitado.

Quando escrevi o artigo em questão, demonstrei que havia dois textos no Tanach (Primeiro Testamento) que falavam acerca da besta. Mas, a questão da guematria não me saía da cabeça. O segundo texto que me vinha à cabeça era o texto de Atos que fala acerca dos bereanos (que eu sempre costumo mencionar, pois incentivamos muito que tudo o que digamos seja checado à luz das Escrituras.) Os bereanos sempre pesquisavam nas Escrituras. Aquilo não me saía da mente.

Ora, a “Bíblia” (digamos assim) do público que leria Guilyana (Apocalipse) não seria outra que não a mesma dos bereanos, o Tanach! Então, a resposta deveria poder ser encontrada no
Tanach.

E esse foi o começo de uma pesquisa revolucionária, jamais realizada anteriormente, a qual explico o ítem abaixo.

II - A Técnica

A técnica utilizada para a pesquisa que é tema deste artigo não poderia ser mais simples: utilizando o sistema de guematria simples, o original que era conhecido por todos os judeus à época do primeiro século, fiz uma extensa pesquisa, que levou muitos meses para ficar pronta. O objetivo era simples: Encontrar no Tanach todas as palavras, expressões, ou mesmo frases, cujo valor numérico fosse 666, e tentar desvendar uma possível relevância disso para o ensinamento acerca do antimashiach.

Evidentemente que tal trabalho é incomensurável, e ainda bem que dispomos de microcomputadores, caso contrário seriam necessários meses, talvez anos, para se encontrar todas as referências. Contudo, sabemos também que muitas verdades bíblicas (não me refiro a modismos nem invencionices) estão reservadas para o princípio do fim dos tempos, como forma de alerta aos que viveriam nos últimos dias.

Assim sendo, creio que tal pesquisa é de fundamental importância, para conseguirmos aprimorar o nosso entendimento acerca do anti-mashiach, sua identidade, e seus planos.

III – A Revolução

O resultado não poderia ser mais surpreendente. Há mais de 50 passagens no Tanach com valor numérico igual a 666, entre palavras, expressões e frases. E, na maioria delas, não é difícil verificarmos uma possível correlação com o anti-mashiach.

Apresento-as aqui, juntamente com uma possível interpretação para cada passagem.

Mas, não quero com isso, que o leitor se prenda somente às minhas conclusões, mas que possa também, munido dessa informação, seguir em seus estudos e tecer suas próprias conclusões.

Esse talvez seja um dos trabalhos mais importantes que já realizamos. Creio que esta pesquisa estabelecerá um marco de uma nova forma de estudar o número 666, e oro para que a Ruach HaKodesh ainda nos revele muito mais acerca da identidade do anti-mashiach, pois os tempos estão à porta.

Continua . . . (Não deixe de ler o Prefácio)

A Revelação da Marca da Besta - Prefácio

Transcreverei aqui um estudo que creio seja absolutamente inédito e no meu conceito extremamente revelador e absolutamente imperdível, primeiro como revelação do caráter único da Bíblia como escrito sobrenatural, que demonstra a inspiração Divina como sua fonte inafastável e, em segundo plano, mas de forma não menos importante, como as Escrituras permanecem como guia seguro daqueles temem ao Senhor, em cumprimento à premissa básica deste espaço, que é a de que o Eterno não fará coisa alguma, sem antes nos revelar através de Seus servos, os Profetas.

Trata-se assim de um material elaborado pelo Rav. Sha´ul Bentsion, do Grupo Judaico-Nazareno Torah Viva, a quem pedimos expressamente a autorização para reprodução do referido estudo, o que foi gentilmente autorizado.

quarta-feira, 2 de abril de 2008

Mais uma vez a economia e a profecia

Como afirmei há alguns dias atrás, um amigo deste blog indagou-me sobre a questão da crise econômica americana e o cumprimento profético acerca da mudança da consituição daquele país, como pode ser lido no comentário do post "A crise imobiliária americana e os eventos finais".

Ocorre que, por "coincidência", recebi um estudo sobre a crise econômica mundial, onde o articulista entre inúmeras assertivas que faz (o estudo é longo e não caberia na agilidade deste espaço, mas me proponho a enviá-lo a quem se interessar), analisa a crise econômica francesa como decorrência da perseguição religiosa, com base em uma afirmação do Espírito de Profecia:

“A política de Roma produzira aquelas condições sociais, políticas e religiosas, que estavam precipitando a França na ruína. ... O papado envenenara a mente dos reis contra a Reforma, como inimiga da coroa, ...” (O Grande Conflito, pág. 276)

Com base neste paralelo, chega a algumas conclusões interessantes ao quadro atual americano:

1°) Esvaziamento dos cofres públicos causado pelo envolvimento da França em guerras;
2°) Balança comercial negativa causada por altos impostos e privilégios a determinada classe - os “Priveligiados”, que estava isenta;
3°) Quebra de várias empresas causada pelo acordo comercial com a Inglaterra, fazendo com que as mesmas não pudessem competir com o preço da concorrência;
4°) Agricultura: baixa produção de alimentos causada por técnicas atrasadas, secas ou inundações, resultando em grave fome e elevação do preço dos alimentos;
5°) A perseguição religiosa aos protestantes, séculos antes, causou a morte ou a fuga de homens de talento, fazendo com que a França mergulhasse no declínio econômico.


Óbvio que estas realidades ainda não se consumaram nos EUA. Mas porque eu trouxe estas considerações? Por conta de outras duas afirmativas do Espírito de Profecia, uma já analisada aqui em "Confiança de executivos nos EUA em queda livre" e, outra que retirei do estudo em foco, extremamente importante:

"O povo dos Estados Unidos tem sido um povo privilegiado; mas quando eles restringirem a liberdade religiosa, abandonarem o protestantismo e derem apoio ao papado, encher-se-á a medida de sua culpa, e será registrado nos livros do Céu: 'apostasia nacional'. O resultado dessa apostasia será a ruína nacional" (Review and Herald, 2 de maio de 1893).

Portanto, assim como um dia a França restringiu a liberdade religiosa do povo se inclinando à pressão do braço eclesiástico, os EUA haverão de fazer o mesmo e, o resultado desta ação, como já ocorreu no passado e que se repetirá no futuro, virá a ruína nacional americana. Penso que este encerramento é em decorrência de uma crise que já poderia estar em pleno desenvolvimento (seria esta?) e, inclusive, que os joelhos dobrados da águia americana em muito teriam contribuição desta condição de fragilização econômica. Repito, é o que eu penso.

Por outro lado, a segunda citação parece-me ainda mais reveladora:

“Sob a liderança de Satanás, há homens hoje em dia que estão fazendo tudo o que podem para mergulhar o mundo num conflito comercial. Assim, Satanás está procurando suscitar um estado de coisas que fará com que o mundo se torne incivilizado. Ele deseja ver a realização de coisas estranhas que Deus, O qual é demasiado sábio para errar, não ordenou.” (Este Dia Com Deus, pág. 307)

Alguém poderia dizer que esta visão de Ellen G. White em tese se referiria aos seus próprios dias. Mas não é o caso, o parágrafo imediatamente anterior, define o tempo destas "coisas estranhas":

"No futuro ocorrerão coisas estranhas. Digo isso para não se surpreendam quando acontecer." (Idem)

Certamente a Sra. White não tinha a mínima idéia do que viria a ser um conceito hoje estabelecido como "globalização". Uma crise econômica em escala mundial certamente tem lugar como sinal do tempo em que vivemos.

O domingo e as leis em vigor

Deparei-me com um artigo, em que o autor discorre sobre a probabilidade da imposição de uma lei dominical no Brasil em particular, o que faz analisando cada uma de nossas Constituições e projetando a evolução em cada uma delas da questão do descanso semanal, tendo em paralelo o domingo.

Pois bem, em dado momento o articulista tece os seguintes comentários:

"Como se pode observar, essa lei Dominical esteve incorporada a lei magna do Brasil durante a maior parte de sua história republicana.
...

Convém lembrar que é uma imposição sim e que muito embora possa haver exceções essas são muito complicadas e regulamentadas por leis especiais, algumas das quais consolidadas nas leis trabalhistas."

E conclui:

"Os guardadores do sábado que estão aguardando leis dominicais ainda não se deram conta de que elas existem há muito tempo, não só no Brasil como em muitos outros paises, e se eventualmente essas leis dominicais são transgredidas sem maiores consequencias, isso não significa que essas transgressões serão toleradas eternamente."

Sabemos que a referência profética para a concepção de uma lei dominical não é o Brasil, mas os EUA, que também têm adormecidas em seu sistema jurídico as "Blue Laws" (“Leis Azuis” foram Leis Dominicais que apareceram em regiões isoladas dos EUA em tempos passados), melhor analisadas em post do Minuto Profético.

Diante disso e, analisando um material que recebi ontem sobre a correlação da crise financeira mundial e o quadro profético que vislumbramos, pareceu-me singular uma manifestação de Ellen G. White no tema:

“Serão promulgadas muitas leis para o governo das nações, com vistas a oprimir; e serão ressuscitadas velhas leis que praticamente se tornaram sem efeito.” (Este Dia Com Deus, pág. 248)

Worship, o mercado e os adventista: Sinais do tempo


Em uma de suas últimas semanas de oração aqui no Brasil, o evangelista Henry Feyerabend criticou um tipo de música gospel que estava se popularizando nos EUA. Ele designou o referido gênero musical por um termo como “7 por 14” – dizendo que eram sete palavras repetidas catorze vezes!

O falecido pastor Feyerabend certamente tratava do Worship: canções simples, com poucas frases musicais, repetidas até a exaustão, produzindo uma espécie de clímax, à medida que o acompanhamento rítmico vai aumentando, e depois segue até que fique mais suave. O efeito é quase hipnótico.

Muitas denominações evangélicas brasileiras (pentecostais e protestantes) fizeram versões ou adotaram o estilo dos worships americanos. E essa realidade começa a ser refletida no mercado fonográfico.

Em recente matéria publicada no Jornal de Santa Catarina, avalia-se o poder de influência dos artistas cristãos e seus worships tupiniquins. A matéria informa que a popular Aline barros teve uma de suas músicas, “recomeçar”, incluída na trilha sonora da novela global “Duas Caras”. Adiante, se diz que a “ variedade de ritmos explorados pelo mercado gospel também é um atrativo para o público. Chamadas de louvor congregacional, estas músicas aproximaram as canções evangélicas das gravadoras."[1]

Como denominação, a Igreja Adventista do Sétimo Dia (IASD) não fica incólume à revolução musical evangélica. Cantores como Luiz Cláudio e o Ministério de Louvor (conhecido pelo hit “Toque minhas mãos”) já trouxeram a linguagem emocional dos worships para nossas congregações.[2] Mais recentemente, o Ministério Nova Semente, pertencente à Associação Paulistana da IASD, tem dividido opiniões ao propor uma “adoração contemporânea” para atingir as pessoas de mente secularizada.[3]

O jornalista Fernando Torres, analisando o CD “No teu altar”, da cantora Melissa Barcelos, fala acertadamente da “[…] presença de guitarras na base e na característica repetição de frase”, referindo-se, em especial, à canção “Ouço Tua voz” como sendo “praticamente um mantra”.[4]

À exemplo dos adventistas, mesmo denominações de forte tradição protestante, estão substituindo as músicas congregacionais dos antigos hinários (que seguem uma tradição que remonta aos corais luteranos, aos salmos puritanos e aos hinos tradicionais americanos) por música simples, ritmada e de caráter repetitivo.

“ – Nos últimos quatro anos, o louvor congregacional [em sua nova versão, inspirada nos worships] virou uma tendência dentro do mercado fonográfico gospel – avalia Milena Pinho, a gerente de vendas do grupo MK, empresa formada por mídias que atuam no segmento evangélico em âmbito nacional há 20 anos."[5]

Daqui por diante, podemos esperar, como adventistas, o mesmo tipo de manifestações de transe em nossos cultos, causadas pelas músicas que usamos em comum (ou que, ao menos, compartilham o mesmo estilo de adoração) com as denominações pentecostais.

[1] Caroline Passos, “Eles querem o céu: segmento evangélico marca presença no mercado musical brasileiro e se reflete em Blumenau”, publicado na seção “Lazer”, do Jornal de Santa Catarina, 26 de Março de 2008, p. 1.
[2] Já tive a oportunidade de usar tais exemplos no artigo “Shows cristãos: culto, entretenimento ou mundanismo?”, disponível em http://questaodeconfianca.blogspot.com/2007/07/shows-cristos-culto-entretenimento-ou.html.
[3] Esse raciocínio, embora convincente na aparência, destoa da orientação (que os adventistas professam aceitar) encontrada em Ellen White, “Evangelismo”, p. 508, também citado em Douglas Reis, “A Música sacra dentro da cosmovisão adventista: interpretando e aplicando conceitos de Ellen White – Parte 1”, disponível em http://questaodeconfianca.blogspot.com/2007/09/msica-sacra-dentro-da-cosmoviso.html.
[4] Fernando Torres, em uma das seções da revista “Conexão JÁ”, edição de janeiro-março de 2008, p. 21.
[5] Caroline Passos, idem.

Milhares no Vaticano para recordar João Paulo II

Mais de 60 mil peregrinos reuniram-se esta manhã na Praça de São Pedro, para a celebração eucarística que assinala o terceiro aniversário da morte de João Paulo II.
...
“Ao longo de muitos dias, a Basílica do Vaticano e esta Praça foram, verdadeiramente, o coração do mundo”, apontou, lembrando também o “rio ininterrupto” dos peregrinos que vinham prestar homenagem a João Paulo II.

Todos estes momentos, que culminaram no seu funeral, “foram o supremo testemunho da estima e do afecto que ele conquistara no espírito de tantos crentes e de pessoas de todas as partes da terra”, disse o actual Papa.
...
Entre as muitas qualidades humanas e sobrenaturais, (João Paulo II) tinha, de facto, também uma excepcional sensibilidade espiritual e mística. Bastava observá-lo quando rezava: imergia literalmente em Deus e parecia que tudo o resto era estranho, naquele momento”, destacou o Papa.

Assinalando a proximidade da morte do seu predecessor com a celebração da Páscoa, Bento XVI disse que “o seu pontificado, no seu conjunto e em muitos momentos específicos, surge-nos de facto como um sinal e um testemunho da Ressurreição de Cristo”.
...

Nota DDP:
Declarações estranhas. Muito estranhas.

Delas gostaria apenas de destacar, cravando uma conclusão, que realmente o funeral de JPII é um testemunho, mas um testemunho do retorno da ICAR definitivamente à cena da história.

Agora, sobre as qualidades "sobrenaturais" e "místicas" do falecido Papa, fico me indagando qual seria a intenção de tais afirmativas. Mais ainda, o seu pontificado ser "um sinal e um testemunho da Ressurreição de Cristo".

Confesso que a notícia me trouxe mais perguntas que respostas...

Situação da economia mundial pesa nas negociações climáticas

As lentas negociações sobre a maneira de se combater o aquecimento global ficam mais complicadas à medida que as preocupações aumentam com a diminuição do ritmo da economia mundial, lamentaram os grupos de ambientalistas e alguns especialistas durante a nova rodada de negociações sobre as mudanças climática realizada em Bangcoc.

Mesmo quando as perspectivas econômicas eram melhores, os Estados Unidos afirmavam que as obrigações do Protocolo de Kioto custariam muito caro aos países industrializados em matéria de redução das emissões de gases poluentes.

Enquanto delegados de mais de 160 países se reúnem já pensando no pós-Kioto em 2012, o contexto econômico atual nas nações mais ricas é alvo de crescente preocupação a respeito das conseqüências das turbulências financeiras e ameaças de uma recessão nos Estados Unidos.

"Não há dúvida alguma de que a aplicação de uma política climática será mais difícil", considera Angela Anderson, que dirige a campanha contra o aquecimento global do Pew Environment Group, com sede em Washington.

"A situação econômica vai radicalizar o debate sobre controles de custos e reduções ambiciosas das emissões" de gases poluentes, previu.

Anderson e outros defensores do meio ambiente esperam que os governantes tenham enfim compreendido os benefícios a longo prazo de um combate sem trégua contra o aquecimento global que poderá ameaçar milhões de pessoas, espécies vegetais e animais.

Alan Oxley, ex-embaixador da Austrália que lidera o grupo pró-globalização World Growth, lembra que várias tecnologias ligadas às energias renováveis ainda não são economicamente viáveis.

Mas este crítico do Protocolo de Kioto está convencido que uma redução significativa das emissões de gases poluentes levaria inevitavelmente a uma redução do consumo, em particular de energia, e que isso afetaria particularmente as economias em desenvolvimento.

"A preocupação com um desaquecimento geral da economia deverá servir de sinal de alerta para os negociadores climáticos que devem levar em consideração a realidade da economia mundial", disse.

Yvo de Boer, responsável pela questão climática da ONU, se disse favoravelmente surpreso pelo fato de que os atores econômicos não ajam mais para minar os esforços contra as mudanças climáticas.

Ele considera que os empresários, conscientes das mudanças que ocorrerão no futuro, querem conhecer ao máximo as medidas contra o aquecimento planetário para que possam fazer bons investimentos.

Nos Estados Unidos e em todo o mundo, o presidente republicano George W. Bush é acusado de ter resistido aos progressos ambientais em prol de ganhos econômicos a curto prazo.

Os três pretendentes a sua sucessão em janeiro de 2009 na Casa Branca - John McCain, Barack Obama e Hillary Clinton- prometem ser mais ativos contra as mudanças climáticas, mas o vencedor será julgado por seus atos.

"Utilizar a economia a curto prazo como uma desculpa para não combater o aquecimento global é oportunismo", considera David Doniger do Natural Resources Defense Council, com sede em Nova York.

"As mesmas pessoas que se opõem a qualquer legislação (sobre o tema) quando a economia estava bem continuam a se opor quando a economia vai mal. Elas são apenas constantes em sua oposição em abordar o aquecimento global".

Fonte - Último Segundo

Nota DDP:
Variante das considerações do post anterior.

Mas vale uma avaliação complementar: A adoção do domingo, e.g., dentro do discurso acima da limitação de emissão de gases x impacto econômico, tem um relevo muito interessante. É que estudos já demonstraram que a interrupção das atividades do comércio aos domingos não implica em desaceleração do consumo, mas obviamente, por tabela, aponta para economia em relação à energia (Vide questão da propaganda acerca da "Hora da Terra"), bem como em relação à mão de obra. O que impede que este conceito em relação ao comércio possa se deslocar também para a produção, possibilitando assim a completa paralisação de atividades aos domingos, facilitando o "combate" ao aquecimento global e, ainda, proporcionando o descanso apropriado dos trabalhadores?

Sociedades consumistas durarão no máximo 20 anos, diz especialista

Caracas, 1º abr (EFE) - O editor da revista científica britânica "Ecologist", Peter Bunyard, alertou hoje em Caracas durante um fórum sobre mudança climática que as sociedades "industrializadas e consumistas durarão no máximo 20 anos".

"O consumismo, esta maneira de viver que perseguimos com tanta obsessão, não permite mais muitos anos", afirmou à Agência Efe Bunyard, especialista em mudança climática e em assuntos sobre a Amazônia.

Para Bunyard, após as mudanças no clima, "os seres humanos vão sobreviver", mas a vida será "bastante diferente" nessa hipotética nova era.

O especialista, que participou do fórum "Pressão da mudança climática sobre as florestas tropicais", realizado hoje em Caracas, também alertou sobre o esgotamento das reservas energéticas e suas conseqüências para a vida humana.

Durante sua palestra, intitulada "Impacto da mudança climática nas florestas tropicais", Bunyard destacou a ameaça sobre a Amazônia, e advertiu que "sem florestas amazônicas, a América do Sul vai morrer".

O especialista destacou a importância de evitar o desmatamento porque, "se não houver folhagem nas florestas", o processo de "evaporação e transpiração vai diminuir significativamente", o que implicaria no começo da morte do ecossistema.

O editor defendeu "informar indústrias e Governos" sobre a importância das florestas para que tomem decisões a fim de prevenir seu desmatamento, assim como conscientizar a população.

Tal idéia foi compartilhada por Markku Kanninen, diretor de Serviços Ambientais e Uso Sustentável de Florestas do Centro Internacional para a Pesquisa Florestal, na Indonésia, que também participou do fórum venezuelano.

Kanninen, membro do Painel Intergovernamental sobre Mudança Climática, alertou que, "se não agirmos agora, vamos experimentar mudanças muito drásticas" na forma de vida do planeta.

Em declarações à Efe, o especialista defendeu a adoção de "medidas drásticas de redução de emissões" de gases estufa e a utilização de um "imposto ambiental" sobre produtos que prejudiquem o meio ambiente.

Além disso, a gerente de projetos do Instituto Finlandês para o Meio Ambiente, Aili Pyhala, falou sobre o conceito de "pegada ecológica", que analisa os impactos do ser humano sobre a natureza.

Segundo ela, esta avaliação leva em conta dados sobre as emissões de carbono, assim como estatísticas de fontes nacionais e de organismos internacionais como a ONU e a Agência de Energia Internacional.

Em declarações à Efe, Pyhala destacou que os últimos dados mostram que os Emirados Árabes Unidos são o país com maior pegada ecológica, seguidos dos Estados Unidos e da Finlândia.

Uma reunião sobre mudança climática apoiada pela ONU começou nesta segunda-feira em Bangcoc e terá o objetivo de definir o calendário das negociações para um acordo que substitua o Protocolo de Kioto em 2012.

Fonte - Último Segundo

Nota DDP:
Importante analisar estas notícias sempre em dupla perspectiva: A primeira em uma ótica que realmente já se descortina no horizonte, qual seja, de que não haverá recursos naturais para todos, dado o desequilíbrio na distribuição de riquezas e a precarização das fontes, a segunda, na utilização desta realidade de forma potencializada para imposição de medidas restritivas, muitas vezes com a distorção dos fatos, como temos visto pela propagação midiática do ecoterrorismo.

Bento XVI traz «revolução da virtude» aos Estados Unidos

CIDADE DO VATICANO, terça-feira, 1º de abril de 2008 (ZENIT.org).- Bento XVI trará, com sua próxima visita aos Estados Unidos, uma «revolução da virtude», explicou Carl Anderson, cavaleiro supremo dos Cavaleiros de Colombo, ao apresentar seu novo livro no Vaticano.

«Uma civilização do amor» (A Civilization of Love, HarperOne, 203 páginas) mostra «o que todo católico pode fazer para transformar o mundo», à luz do pensamento de João Paulo II e seu sucessor na sede de Pedro.

«Estamos falando de uma ‘revolução da virtude’, mas das virtudes teologais: fé, esperança, e caridade», explicou em declarações à Zenit.

«E esta é a mensagem que Bento XVI deixou com suas duas encíclicas, ‘Deus caritas est’, que é amor, e ‘Spe salvi’, que é esperança.»

Anderson, consultor de vários conselhos vaticanos, filósofo, está convencido de que esta é a mensagem que os americanos estão esperando, como demonstrou este ano eleitoral «de maneira impressionante», que sublinhou «a questão da mudança e a questão da esperança, e o cristianismo é a religião da mudança e a religião da esperança».

«O efeito de 11 de setembro é ainda muito forte nos Estados Unidos, e uma das coisas que sugiro no livro é descobrir que pessoas somos, que pessoas queremos ser».

A resposta a estas questões, segundo Anderson, está precisamente na «civilização do amor».

«Nesta civilização, cada pessoa é um filho de Deus e todos têm um valor intrínseco. A batalha de hoje é entre a cultura da morte (na qual as pessoas são julgadas por seu valor social ou econômico) e a cultura da vida», explica no livro.

Anderson deixa de lado as diferenças religiosas para apresentar a mensagem de esperança a quem está preocupado pela crise de valores da sociedade moderna.

«Abraçando a cultura da vida e estando ao lado dos marginalizados e dos considerados como ‘inúteis’ ou como um ‘peso’ para a sociedade, os cristãos podem mudar a direção de nossa cultura», assegura em seu livro.

O próprio Anderson assegurou que seu livro busca superar o «choque de civilizações», pois a civilização do amor não é algo exclusivo dos cristãos, e apresentar «o ‘mapa’ para ajudar os cristãos a compreenderem seu papel no mundo».

Promover esta civilização do amor, declara Anderson, implica apoiar com decisão a vida e a família.

Na apresentação do livro, participaram o cardeal James Stafford, penitenciário-mor da Igreja, Livio Melina, presidente do Instituto Pontifício João Paulo II para os Estudos do Matrimônio e da Família em Roma, e Jean Laffitte, vice-presidente da Academia Pontifícia para a Vida.

Com seus quase dois milhões de membros, os Cavaleiros de Colombo são uma das maiores organizações católicas do mundo. Foi fundada em 1882 pelo venerável servo de Deus Michael McGivney, em New Haven, Connecticut.

Fonte - Zenit

Nota DDP:
Em um país de raízes cristãs naufragado em uma crise moral sem precedentes, o discurso do escritor vem bem a calhar com os pontos que o Vaticano tem defendido e propício à visita do Papa BXVI neste mês. O alinhamento Vaticano/EUA parece cada vez mais viável.

Cientistas britânicos criam embriões híbridos de homem e vaca

Uma equipe de cientistas da Universidade inglesa de Newcastle foi a primeira no Reino Unido a criar embriões híbridos parte humanos e parte animais, afirmou nesta terça-feira a rede britânica BBC. De acordo com a emissora pública britânica, esses embriões, desenvolvidos a partir da inserção de material genético de células epidérmicas humanas em óvulos anucleados de vaca, sobreviveram até três dias, e fazem parte de uma pesquisa sobre várias doenças.
...
Fonte: Portal G1

NOTA: "Mas se havia um pecado acima de qualquer outro que clamava pela destruição da raça pelo dilúvio, foi baseado no crime de amalgamação do homem e de animais, desfigurando a imagem de Deus e causando confusão". E.G.W., Spiritual Gifts, v. 3, p. 64. "Pois assim como foi nos dias de Noé, também será a vinda do Filho do Homem" (Mt 24:37).

Fonte - Minuto Profético

Nota DDP:
Sobre estas questões, que tem rapidamente se tornado corriqueiras e que portanto demonstram a proximidade do fim, lembro do post Brincando de Deus, que serve de referência para se perceber como a medida da iniquidade humana está rapidamente chegando ao limite...
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