segunda-feira, 27 de outubro de 2008

O declínio do império americano


“Os Estados Unidos são uma potência hegemônica em declínio.” Essa frase não foi dita ontem por um analista econômico. Quem a disse foi um dos mais respeitados cientistas sociais, Immanuel Wallerstein, no livro O Declínio do Poder Americano (Contraponto, 2004). Ele continua: “Poucas pessoas acreditam nessa afirmação. Os únicos que acreditam são os ‘falcões’ dos Estados Unidos, que defendem políticas para inverter o declínio.”

Observador atento dos processos econômicos e culturais, Wallerstein já remava contra a opinião dominante de que os Estados Unidos navegavam sem medo por águas turbulentas. O poder nas mãos americanas ainda é grande, mas já é bem menor do que há cinqüenta anos. Os Estados Unidos cresceram vitaminados pelo monopólio comercial, pela pujança financeira e pela legitimação ideológica após duas grandes guerras (1914-18 e 1939-45), mas nos últimos anos sua economia enfrenta forte competição, sua agenda política é contestada até por antigos aliados e sua superioridade militar tem sido abalada por sucessivas derrotas (Vietnã, Somália) e por críticas ao intervencionismo (Nicarágua, Iraque).

A propalada conduta de excelência norte-americana nos campos do investimento em pesquisas acadêmicas, da liberdade de expressão e da eficiência produtiva tem sido sistematicamente contraposta pelo abandono da educação básica, pelo cerceamento do pensamento crítico e pela lucratividade exacerbada das megacorporações. Não é como se o rei agora estivesse nu, mas já se visualiza seus trapos de imundície e seus farrapos de lobo que estavam por baixo de seu traje de cordeiro a rigor.

O abalo no coração do sistema financeiro mundial, resultante do entupimento das artérias do mercado imobiliário e da ganância especulativa nas bolsas de valores, não é visto como crise passageira pelas análises mais sérias. Noam Chomsky, autor de O Império Americano, diz que “estamos caminhando em direção a uma grande depressão”; o economista John Williamson afirma que “a recessão nos EUA é inevitável”, e ainda que “estamos vendo as conseqüências do modo como os Estados Unidos vêm se comportando há anos”. Recém-premiado com o Nobel, o guru da economia Paul Krugman prevê que estamos “a um passo do derretimento econômico global”. Mais? O historiador Harold James, no jornal Financial Times, garante que “a crise americana não tem precedentes históricos”.

A crise recessiva de proporções mundiais estaria criando condições para o aparecimento de uma nova frente hegemônica? Seria a China? Os analistas se dividem, mas nem tanto. Enquanto alguns acreditam numa hegemonia oriental com a China na dianteira, outros consideram as muitas fraquezas chinesas. Ainda em 1999, Callum Henderson publicava o polêmico, revelando os mitos e a realidade do modelo “asiático”. O alto grau de endividamento doméstico e o irrestrito subsídio oficial a boa parte das empresas no vermelho também levaram o especialista Peter Cohan a afirmar que a China pode estar vivendo à beira da explosão de seu sistema.

Somem-se as perdas causadas pelo desastre ecológico advindas da industrialização veloz e o recente esfriamento do crescimento econômico e entende-se porque alguns analistas não enxergam a China como a próxima primeira-potência. Vale considerar sua falta de legitimidade moral diante de outros países, que geralmente é conquistada por meio da exportação do estilo de vida – mas a China importa a cultura ocidental seja pelo modelo musical ou pela penetração do cristianismo e da corrente ideológica. Segundo Robert Solow, premio Nobel de economia do MIT, “a China por não ser democrática, consegue manter uma enorme população rural em situação de extrema pobreza, salários baixos e uma disciplinada força de trabalho”.

O historiador Boris Fausto diz que os olhos do mundo ainda se dirigem esperançosamente para os Estados Unidos, na expectativa de que a crise mundial, e por tabela o declínio americano, sejam revertidos. Noam Chomsky ainda vê os Estados Unidos, e o clube das nações dominantes (o G7), como os principais engenheiros da reforma do sistema, em que o capitalismo de Estado exercerá maior “regulação e controle sobre instituições financeiras”.

Ainda se dirá que não é a primeira vez que se põe a hegemonia americana em xeque e que a conjuntura religiosa é normal. Porém, durante a crise de 1873 e na depressão de 1929, o Vaticano desempenhava um papel mundialmente pouco relevante; durante os colapsos financeiros dos anos 1970 e 1980, já ocorria uma notável conjunção entre Estado e religião (observado nas viagens papais e nas nações islâmicas), mas a polarização ideológica capitalismo/comunismo mal permitia os acordos econômicos mundiais. Atualmente, a iminente recessão econômica global requer ações coordenadas globais, levando os países a compromissos que exigem uma ética igualitária nas relações comerciais e diplomáticas.

Cada vez mais o cenário profético de declínio moral e financeiro e de busca de entendimento mundial se observa por meio dos abalos nos sistemas políticos e econômicos e no estabelecimento de paradigmas globais como a ecologia e a ética. Deus não deixou suas criaturas sem uma guia clarividente através da história. Sua Palavra revela-se o nosso norte. A interpretação dos Seus profetas, nossa confirmação de que o planeta se dirige para os eventos finais.

“Não olhemos para trás com ódio, nem para frente com temor; mas, ao redor, com atenção” (J. Thurber).

(Joêzer Mendonça, editor do blog Nota na Pauta)

Leia também: "O fim da democracia norte-americana: a imprensa leva a culpa"

Fonte - Michelson Borges

Europa quer convencer Estados Unidos a fundar nova ordem financeira internacional

A dimensão da crise financeira actual é quanto baste para os líderes europeus pedirem uma nova ordem financeira mundial. É com esta ideia que Nicolas Sarkozy, presidente em exercício da União Europeia, e Durão Barroso, presidente da Comissão Europeia, se reúnem hoje com o Presidente norte-americano em Camp David, no estado de Maryland.

O objectivo da reunião na residência presidencial americana é fixar as regras do jogo de uma nova ordem financeira internacional, através de uma cimeira como a de Bretton Woods, em Julho de 1944.Sarkozy diz-se optimista quando à realização de um tal encontro antes do final deste ano. Para o Presidente francês, essa cimeira deverá reunir os países do G8 (os mais industrializados), do G5 (os “emergentes”) e “um país árabe”.

A Casa Branca não coloca muitas esperanças neste encontro de Camp David e salienta que Bush recebe Sarkozy e Barroso porque estes estão de passagem, no caminho de regresso entre o Canadá e a Europa, disse ontem a porta-voz de Bush, Dana Perino. “Não acredito que se reescreva Bretton Woods amanhã em Camp David”.

Bush não se mostra muito entusiasmado com uma reforma do sistema americano que, de qualquer forma, vai ser da responsabilidade do seu sucessor, em Janeiro de 2009. Já os europeus propõem uma forma de supervisão mundial dos mercados. O Presidente americano disse hoje que acredita “firmemente na liberdade dos mercados” e alertou para os efeitos perversos que poderão ter novas regulamentações sobre a actividade económica.Sarkozy lembrou ontem a necessidade de retirar lições desta crise e alertou para o risco de a considerar um mero “parêntesis” depois do qual tudo ficará como dantes. Por isso defendeu a emergência de um “mundo novo”. “Ou bem que o regulamos, organizamos e moralizamos – e então sairá desta crise um progresso para a humanidade – ou não conseguiremos e ficará cada um por si. Este mundo poderá ser bem pior do que aquele que conhecemos hoje”, disse ontem na Assembleia Nacional do Quebeque.

A reunião em Camp David surge depois de uma semana de altos e baixos nos mercados bolsistas, totalmente “maníaco-depressivos”, segundo as palavras do Prémio Nobel da Economia deste ano, Paul Krugman.

Fonte Última Hora

Nota: Assim começará a Nova Ordem Mundial. Brevemente seremos proibidos de comprar e vender. O livre comércio e o capitalismo está chegando ao fim. A democracia está sofrendo ataques como nunca antes. Disse Ellen White: "Eles estão agindo como cegos. Não vêem que se um governo protestante abandona os princípios que deles fizeram uma nação livre e independente, e, pela legislação, introduz na Constituição princípios que propaguem a falsidade e ilusão papal, eles estão se lançando nos horrores romanos da Idade Média". Review and Herald Extra, 11 de dezembro de 1888. Esses princípios estão correndo sérios ricos e então virá o FIM!

Fonte - Resta Uma Esperança

sexta-feira, 24 de outubro de 2008

OMS alerta para aumento de suicídios durante crise


Para autoridades da Organização Mundial de Saúde (OMS), a crise financeira global trouxe uma nova preocupação: o aumento da ocorrência de suicídios, como se junto da desvalorização da bolsa, se intensificasse a depreciação do valor da vida.
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"São conseqüências da crise, que multiplicarão os suicídios e os transtornos mentais", anuncia alarmada Margaret Chan, diretora da OMS.

Para esta entidade, o suicídio é um indicador de um problema de saúde pública e traz à tona riscos psico-sociais tão graves como os que põem em perigo a integridade física das pessoas, portanto, deve-se deixar de considerar o suicídio como tabu ou como exclusivamente efeito de uma crise.
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Ao lado dos especialistas que tratam de conjurar os demônios soltos da recessão e das quebras em cadeia, as autoridades da saúde pública têm acendido a luz vermelha pelo que pode acontecer com todas essas pessoas que desfrutavam dos outros em paraísos de consumo em que foram convertidos os países desenvolvidos e de altas classes.

Acostumados com as delícias que os créditos generosos colocavam ao alcance de suas mãos, as fáceis hipotecas e o dinheiro, hoje elas não conseguem resolver o conflito emocional que traz a venda do iate e a impossibilidade de reavê-lo; ou a substituição do carro de luxo por um mais modesto, ou a necessidade de abandonar o faustoso apartamento. Instalados em um modo de vida confortável que eles presumiam imutável e seguro, nunca elaboraram um plano B que lhes serviria de alternativa.

Em 1929, pela falta desse plano, algumas das vítimas da quebra geral optaram por saltar das janelas, como os indígenas que partiam em massa para os abismos ou se enforcavam diante da quebra que significava para eles o domínio do invasor espanhol; ou como os romanos que expunham no senado suas razões para deixar a vida, como o argumento para obter licença de suicídio.

Diante desta quebra do valor da vida - que não tem ações em Bolsa, mas que explica o que ali se joga - a OMS e todos os que velam pela saúde humana enfrentam a necessidade de um plano B, que seja uma alternativa ao desespero dos novos pobres: pôr ao seu alcance motivações para viver que não sejam o dinheiro; valores de sobrevivência em meio à crise, ou simplesmente, um pouco de esperança.

Fonte - Terra

Nota DDP: Deixo que a Bíblia fale por si mesma...

Mateus 7: 24-27
Todo aquele, pois, que escuta estas minhas palavras, e as pratica, assemelhá-lo-ei ao homem prudente, que edificou a sua casa sobre a rocha; E desceu a chuva, e correram rios, e assopraram ventos, e combateram aquela casa, e não caiu, porque estava edificada sobre a rocha. E aquele que ouve estas minhas palavras, e não as cumpre, compará-lo-ei ao homem insensato, que edificou a sua casa sobre a areia; E desceu a chuva, e correram rios, e assopraram ventos, e combateram aquela casa, e caiu, e foi grande a sua queda.

Fórum Ecuménico Jovem dá passos para «práticas comuns»

Mais do que momentos celebrativos ou encontros de boas intenções, o Fórum Ecuménico Jovem tem vindo a potenciar caminhos comuns entre as várias Igrejas cristãs.
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O caminho de comunhão “nunca dá saltos, mas deve ser de progressão”. O Pe. Tony Neves indica que “actualmente existem sinais que o ecumenismo não é meramente teórico”.

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O sacerdote espiritano destaca ainda, no encontro, a abordagem de três temas que, “no âmbito ecuménico são fundamentais” – a interculturalidade “porque a comunhão também se faz na congregação da diferença e da riqueza de sermos interculturais e interconfessionais”, a oikologia “onde será abordada a ecologia, mas numa perspectiva de casa comum” e por último a espiritualidade “onde vamos reflectir sobre de que forma construímos comunhão e solidariedade”. Esta reflexão “trará consequências práticas na nossa vida de cristãos e de Igreja em Portugal”.

“Desfeitas algumas barreiras mais de carácter psicológico”, acrescenta, “temos condições para apresentar ao mundo, como cristãos, um projecto de felicidade e de resolução de alguns problemas graves”. O Pe. Tony Neves salienta ainda que “à medida que as pessoas têm mais formação, informação e experiência vivida sobre os caminhos de encontro, isso potencia, no futuro, mais entre-ajuda e comunhão”.

Fonte - Ecclesia

O secretário da ONU

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"Vemos agora com uma clareza sem precedentes, que ninguém pode se considerar a salvo das ameaças deste século. As mudanças climáticas, a difusão de doenças e de armas mortais, e a praga do terrorismo são todos fenômenos que não conhecem fronteiras" _ recorda o secretário-geral da ONU.
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Fonte - Radio Vaticano

Nota DDP: Só para não esquecer que em abril, por ocasião da visita do papa aos EUA, este mesmo secretário da ONU admitiu que "nos tempos de hoje enfrentamos muitos desafios e precisamos do firme apoio espiritual do papa sua santidade, de muitas maneiras, sua missão é a nossa"...

O mea culpa de Alan Greenspan

O ex-presidente do Federal Reserve disse que o mundo está vivendo um "tsunami" no mercado de crédito que só acontece uma vez a cada cem anos, e admitiu que sua ideologia do livre-mercado evitando regulações afinal se mostrou falha.
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Fonte - Opinião e Notícia

Nota DDP: Será que o mundo aguenta mais cem anos para que uma nova crise financeira possa desencadear os eventos finais? Ou será que é esta mesmo?

Scanner que mostra partes íntimas preocupa UE

Os scanners de corpo inteiro para aeroportos, que mostram as partes íntimas dos passageiros, são como uma busca virtual em pessoas despidas, disseram parlamentares da União Européia na quinta-feira, pedindo um estudo detalhado da tecnologia, antes que ela seja implementada.

Os scanners "têm um sério impacto sobre os direitos fundamentais dos cidadãos", disseram os parlamentares em uma resolução adotada por 361 votos contra 16, com 181 abstenções.

A resolução pede que a Comissão Européia, que tem o poder executivo no bloco, faça um estudo econômico, médico e humano sobre o impacto do uso dos scanners de corpo inteiro.

A Comissão propôs no mês passado que os scanners sejam acrescentados a uma lista de medidas de segurança que podem ser usadas nos aeroportos dos 27 países do bloco.

Vários países-membros da UE, incluindo a Holanda, já usam os scanners, segundo a Comissão, acrescentando que quer harmonizar as condições nas quais o equipamento possa ser operado.
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Fonte - Terra

quinta-feira, 23 de outubro de 2008

A discussão do domingo avança

Establecer el descanso dominical como obligatorio para los trabajadores, fundamentalmente los del comercio y servicios, es el objetivo central del proyecto del senador Juan Pablo Letelier, que comenzó a ser estudiado por la Comisión de Trabajo del Senado, que preside el senador Andrés Allamand.

En la primera sesión dedicada a la iniciativa, el ministro del Trabajo, Osvaldo Andrade, y los representantes de la Confederación de Trabajadores del Comercio y Servicios, dieron conocer su opinión sobre la propuesta parlamentaria que apunta a establecer dicho descanso como un derecho irrenunciable del trabajador.

Según explicó el representante de la agrupación de trabajadores, Leandro Cortez –quien estuvo acompañado por las dirigentes Teresa Riquelme, Margarita Moraga, Sara León y Gloria Galarce- “este proyecto apunta a consolidar el tiempo familiar, porque una de las crisis que se vive en el comercio, es que justamente no hay tiempo para la vida familiar”.

El dirigente señaló que se estima que el 40% de los trabajadores está separado o divorciado y que incluso algunos caen en la drogadicción, debido a la carga laboral a la que se ven sometidos.

“Creemos que al legislar sobre el descanso dominical, vamos a poder tener tiempo para disfrutar una vida familiar y que la familia pueda aspirar a cosas tan básicas como pasear o ir al cine. Cosas que en esta sociedad tan consumista se han perdido”, sentenció Cortez.

Por su parte el senador Allamand explicó que le solicitó formalmente al Ministro Andrade que el Ejecutivo considerara un proyecto que presentó junto a otros senadores de la Alianza y que apunta a aumentar las remuneraciones de quienes trabajen los días domingos.

“Hay dos propuestas arriba de la mesa. Una es la del senador Letelier que está destinada fundamentalmente al comercio, en orden a que no haya trabajo los días domingos, lo que significaría cerrar todos los mall el día domingo. Y está la que presentamos el año pasado, para aumentar la remuneración de quienes trabajen el día domingo”, explicó el parlamentario.

Agregó que el secretario de Estado se comprometió a evaluar la iniciativa, pues la idea es “abrir un debate sobre el trabajo dominical sobre la base de estas dos proposiciones: la que restringe al máximo el trabajo dominical y la que aumenta las remuneraciones para quienes trabajan los domingos”.

No obstante, cabe recordar que el proyecto en estudio fue originado en una moción del senador Letelier que apunta a que el descanso dominical sea transforme en una regla general para los trabajadores y no en la excepción, como sucede en la mayoría de los casos de quienes se desempeñan en el área de comercio y servicios.

“Creemos que es importante volver a establecer la obligatoriedad del descanso semanal, salvo sólo los casos que establezca la ley y aquellas en que se presten servicios que cubran necesidades básicas para la comunidad”, explicó el senador Letelier.

Esto, precisó, porque el día domingo es un día descanso para gran parte de la sociedad, que puede ser dedicado o utilizado en actividades de carácter familiar, esparcimiento y descanso.

Fonte: Senado da República do Chile

NOTA Blog Criacionista: Quer seja para "salvar" a natureza do aquecimento global ou a família da desagregação, uma coisa é certa: o caminho para a imposição do descanso dominical no mundo está cada vez mais fácil. Enquanto isso, a Comissão de Educação, Cultura e Esporte do Brasil reluta em aprovar uma lei que beneficia os guardadores do sábado. Dias piores virão - para o segundo grupo.

NOTA Minuto Profético: Sou totalmente favorável a que o trabalhador tenha um dia de descanso, porém totalmente contra que esse dia seja determinado pelo Estado a todos os cidadãos pois isso viola o princípio de separação entre Igreja/Estado e de liberdade religiosa (para os guardadores do sábado). A Igreja Católica, perseguidora na Idade Média, já saiu em defesa do projeto sem sequer tocar no assunto de liberdade religiosa, o que só faz quando lhe agrada.

Saiba mais: "Abertura do comércio aos domingos" (Leia aqui).

Choque e pavor

Nada de novo debaixo do sol. O Estado enfermeiro continua a cumprir a sua função ao serviço do grande capital. Seja nos Estados Unidos, na Europa ou no México, o Estado enfermeiro aplica a disciplina do mercado e receita mais miséria e fome à ralé e às classes trabalhadoras, enquanto subvenciona os plutocratas através de planos neokeynesianos agressivos e nacionalizações-privatizações.
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Mais uma vez, perante a mentirosa alternativa proposta por George W. Bush, de impor "o maior resgate da história dos Estados Unidos ou o mundo se desmoronará", triunfaram a cobiça, a avareza, o lucro e o saqueio de pequenos grupos cleptocráticos. Ganhou o canibalismo corporativo que se vale da mão visível do Estado enfermeiro e da informação privilegiada para acumular riquezas escandalosas.

Foi um crime calculado. Orquestrado antecipadamente. Montado e cenarizado com base na doutrina do choque. Construído sobre ficções e mentiras. Sob pressão, geraram uma crise. Fabricaram um caos económico-financeiro, uma sensação de estar à beira do abismo. Mediante técnicas de submetimento "globais" geraram um sentido de urgência. A seguir aplicaram a terapia de "choque e pavor" para amaciar sem anestesia sociedades inteiras ou submetê-las a políticas económicas mais draconianas. Como na invasão do Iraque ou na "guerra" de Felipe Calderón contra Los Zetas , o narcoterror e os lança granadas.
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Fonte - Resistir

Nota DDP: Retirando a lente anti-capitalista do artigo, bem como reiterando um pouco de tudo que já foi aqui colocado, faço ressalva ao que foi chamado de "informação privilegiada". Para tanto, outro artigo "A crise segundo o Vaticano", dentre outras coisas, esclarece que já no ano passado, os "visionários" economistas de roma, muito antes do restante do mundo, se anteciparam e converteram suas reservas, dentre outras coisas, em ouro, interessante não?

Cardeal Kasper destaca papel da Bíblia no ecumenismo

O presidente do Conselho Pontifício para a promoção da unidade dos cristãos, Cardeal Walter Kasper, defende que a Bíblia é “a base do diálogo ecuménico” e o seu instrumento principal, “seja no aspecto doutrinal, seja no espiritual e pastoral”.

Numa intervenção escrita divulgada na página oficial do Sínodo dos Bispos, a decorrer no Vaticano, o membro da Cúria Romana destaca que “apesar de todas as tristes divisões na história da Igreja, a palavra de Deus, testemunhada sobretudo na Sagrada Escritura, permaneceu como a herança comum”.

Nenhuma outra coisa une as Igrejas e as comunidades cristãs como a Bíblia faz”, prossegue.

O Cardeal Kasper apela à leitura orante da Bíblia, a Lectio Divina, que considera ser “o adequado método ecuménico”, quando feita em comum.

“Esse diálogo, nas décadas passadas, deu muitos frutos positivos”, referiu, assegurando que “devemos estar gratos por tudo o que o Espírito de Deus fez por uma reaproximação dos cristãos”.

Fonte - Ecclesia

Nota DDP: Discurso extremamente apropriado como chamariz para grupos cristãos que dizem professar o princípio sola scriptura. Embora seja extremamente incongruente com o outro lado da moeda romana... a tradição... Mas quem aceita um lado recebe o outro.

George Soros, o novo arauto da economia verde?




Em tempos de crise financeira global, até o megainvestidor e megaespeculador George Soros ficou verde. É o que mostra o vídeo acima, em inglês, de uma entrevista de Soros ao jornalista americano Bill Moyers.

O húngaro naturalizado americano Soros está promovendo seu mais recente livro "The New Paradigm for Financial Markets: The Credit Crisis of 2008 and What It Means", que será lançado no Brasil nas próximas semanas. No livro, já defende "novos paradigmas" para a retomada da economia global. "Os negócios verdes podem ser o novo motor da economia mundial", diz Soros, na entrevista.

Ao ser questionado sobre o que é preciso fazer para combater a atual crise financeira, Soros disse que, além de lidar com o rombo das hipotecas e recapitalizar os bancos, é preciso investir em soluções para o aquecimento global. Como reduzir o consumo, diminuir a dependência do petróleo e apostar em uma matriz energética mais limpa.
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Fonte - Estadão

Nota DDP: Reforço de peso para a causa verde. Conexão explícita com a crise econômica, além dos problemas que em tesa a questão encerra. O debate certamente aumentará também neste campo.

Líderes mundiais se reunirão após eleições nos EUA


Washington sediará uma cúpula de emergência em novembro para tentar uma resposta conjunta à crise financeira mundial. A Casa Branca, no entanto, reconheceu que não é provável que saiam respostas concretas desta primeira reunião. O Brasil está convocado.

A cúpula, agendada para o dia 15 de novembro, discutirá as causas da desaceleração, as respostas globais à atual situação e os princípios que deverão nortear quaisquer reformas que sejam levadas a cabo pelos países.

Participarão da reunião os líderes do G-7 e de países como Brasil, China e Índia. A cúpula terá ainda a participação do presidente eleito dos EUA -- o processo eleitoral norte-americano termina no dia 4 de novembro.

Fonte - Opinião e Notícia

quarta-feira, 22 de outubro de 2008

Leis devem garantir dignidade humana, segundo Santa Sé

NOVA YORK, terça-feira, 21 de outubro de 2008 (ZENIT.org).- O império da lei se converteu em um instrumento fundamental de equilíbrio mundial para evitar o predomínio do uso da força, mas será insuficiente se não for capaz de proteger a dignidade da pessoa humana. Assim afirmou o Observador Permanente da Santa Sé na ONU, Dom Celestino Migliore, em uma intervenção, em 14 de outubro passado, n 6ª comissão das Nações Unidas, cujo conteúdo foi divulgado ontem no Vaticano.

Dom Migliore admitiu que o império da lei «cresceu em importância como um pilar vital» para o desenvolvimento e a paz mundial, pois é o «instrumento indispensável» para proteger a dignidade humana.

Contudo, advertiu, «no presente contexto cultural, em que a lei se percebe mais como o respeito a procedimentos formais ao invés de em termos substantivos, o império da lei poderia ser insuficiente por si só para defender a dignidade da pessoa humana».

Os direitos das pessoas, afirmou Dom Migliore, «não são simplesmente uma coleção de normas legais, mas representam, acima de tudo, valores fundamentais», que devem ser «apoiados pela sociedade, se não quiserem correr o risco de desaparecer dos textos legais».

A dignidade da pessoa humana, explicou, «deve ser salvaguardada na cultura, na mentalidade pública e na conduta da sociedade, como uma condição prévia e visando a ser protegida pela lei».

Contudo, Dom Migliore explicou que, ainda que a lei não seja suficiente por si mesma, continua sendo esse «instrumento indispensável» previsto pela Declaração Universal dos Direitos Humanos, que designa aos Estados «a tarefa de permitir e facilitar a realização dos fins transcendentais aos quais as pessoas estão destinadas».

A lei é um componente vital que permite aos Estados proteger suas populações «do genocídio, dos crimes de guerra, da limpeza étnica e dos crimes contra a humanidade», explicou o prelado, e inclusive permite à comunidade internacional intervir quando um Estado não pode ou não quer exercer esta responsabilidade.

Contudo, sublinhou que esta capacidade de intervir não deve ser entendida só no plano militar por parte do Conselho de Segurança, mas também como cooperação. «A construção de estruturas legais nacionais ajudarão os Estados a advertir a realização de atrocidades, estabelecendo mecanismos para promover a justiça e a paz», explicou.

Este império da lei entendido como cooperação, poderia ajudar, na atual crise econômica, «a promover um desenvolvimento econômico limpo e estável».

«Nos países em vias de desenvolvimento, o império da lei pode ajudar o crescimento econômico e social como nos países desenvolvidos, através de regulamentos justos que asseguram a estabilidade econômica e a imparcialidade», concluiu.

Fonte - Zenit

Nota DDP: Acostume-se. A tendência é ouvir daqui para frente a pregação de maior e maior regulamentação. Mais e mais intervenção estatal. Ou Orwell tinha fontes extremamente seguras do que estaria pela frente, ou tinha seguramente uma visão de mundo muito à frente de seu tempo (Ou cravaria nas duas). O discurso é claramente partidário do endurecimento das leis. Sobre quais devem pousar este recrudescimento, ainda não se falou de forma específica, mas bastaria dar uma olhadela na doutrina social da ICAR.

Intervenção na economia é agravante ou solução?


O professor de economia e conselheiro da campanha de John McCain, Paul Rubin, diz que Barack Obama é "muito mais perigoso" para a liberdade econômica do que Franklin Roosevelt.

Rubin, em artigo publicado no Wall Street Journal sob o título "Prepare-se para o novo New Deal", diz que o aumento sem precedentes do papel do governo na economia na seqüência do "crash" de 1929 provavelmente prolongou a Grande Depressão.

O professor critica a postura de Obama de atribuir a culpa da crise atual à desregulamentação e diz que o candidato democrata, uma vez eleito, provavelmente vai aumentar radicalmente a interferência governamental na economia.

Segundo Rubin, esta eleição pode sim mudar profundamente os EUA. "O sistema político -- diz ele -- pode em breve colocar nossa economia no caminho da catástrofe".

Fonte - Opinião e Notícia
Nota DDP: Afastando-se do sentimento partidário inerente à manifestação e, tendo em foco apenas o post anterior, exatamente sobre a intervenção estatal, os fatos nos fazem crer que este é um caminho bastante provável dos EUA em futuro próximo, como aliás já considerado em inúmeras postagens muito anteriores à plena caracterização da crise americana, de que o império está no fim e, assim como visto em outros grandes domínios mundiais, a ditadura é sempre uma opção a ser considerada, especialmente em um país com papel profético definido.

Crise expõe perigo de fortalecimento da direita, diz Hobsbawm

O britânico Eric Hobsbawm, considerado um dos historiadores mais influentes do século 20, disse à BBC nesta terça-feira que o maior perigo da atual crise financeira mundial é o fortalecimento da direita.

“A esquerda está virtualmente ausente. Assim, me parece que o principal beneficiário deste descontentamento atual, com uma possível exceção – pelo menos eu espero – nos Estados Unidos, será a direita”, disse Hobsbawn, em entrevista à Rádio 4.

O historiador marxista comparou o atual momento “ao dramático colapso da União Soviética” e ao fim de “uma era específica”.

“Agora sabemos que estamos no fim de uma era e não se sabe o que virá pela frente.”

Hobsbawn diz não acreditar que a linguagem marxista, que lhe serviu de norte ao longo de toda sua carreira, será proeminente politicamente, mas intelectualmente, “a análise marxista sobre a forma com a qual o capitalismo opera será verdadeiramente importante”.

Abaixo, os principais trechos da entrevista.

Muitos consideram o que está acontecendo como uma volta ao estadismo e até do socialismo. O senhor concorda?

Bem, certamente estamos vivendo a crise mais grave do capitalismo desde a década de 30. Lembro-me de um título recente do Financial Times que dizia: O capitalismo em convulsão. Há muito tempo não lia um título como esse no FT.

Agora, acredito que esta crise está sendo mais dramática por causa dos mais de 30 anos de uma certa ideologia “teológica” do livre mercado, que todos os governos do Ocidente seguiram.

Porque como Marx, Engels e Schumpter previram, a globalização - que está implícita no capitalismo -, não apenas destrói uma herança de tradição como também é incrivelmente instável: opera por meio de uma série de crises.

E o que está acontecendo agora está sendo reconhecido como o fim de uma era específica. Sem dúvida, a partir de agora falaremos mais de (John Maynard) Keynes e menos de (Milton) Friedman e (Friedrich) Hayek.

Todos concordam que, de uma forma ou de outra, o Estado terá um papel maior na economia daqui por diante.

Qualquer que seja o papel que os governos venham a assumir, será um empreendimento público de ação e iniciativa, que será algo que orientará, organizará e dirigirá também a economia privada. Será muito mais uma economia mista do que tem sido até agora.
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O senhor viu esses riscos se tornarem realidade: estava na Alemanha quando Adolf Hitler chegou ao poder. O senhor acredita que algo parecido poderia acontecer como conseqüência dos problemas atuais?

Nos anos 30, o claro efeito político da Grande Depressão a curto prazo foi o fortalecimento da direita. A esquerda não foi forte até a chegada da guerra. Então, eu acredito que este é o principal perigo.

Depois da guerra, a esquerda esteve presente em várias partes da Europa, inclusive na Inglaterra, com o Partido Trabalhista, mas hoje isso já não acontece.

A esquerda está virtualmente ausente, Assim, me parece que o principal beneficiário deste descontentamento atual, com uma possível exceção – pelo menos eu espero – nos Estados Unidos, será a direita.
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Fonte - BBC

[Colaboração - Fernando Machado]

Nota DDP: Nenhum argumento religioso, somente filosófico. A tendência de um crescimento da ingerência do estado na vida do particular é cada vez mais premente, bem como os efeitos colaterais desta nova ordem...

terça-feira, 21 de outubro de 2008

Crise põe de joelhos fábricas de brinquedo na China

A agência de notícias oficial da China, Xinhua, liberou na semana passada um informe de teor alarmante:

Em 2008, 3.631 exportadores de brinquedos chineses (52,7% das empresas do setor) fecharam as portas.

São três as principais causas da bancarrota: custos de produção elevados, aumentos de salários de funcionários e a valorização do yuan, a moeda da China.

O recrudescimento da crise nos EUA e na Europa reforçou o negrume de um cenário que já era trevoso.

A ultima companhia a abrir falência foi a Smart Union Group. Dava emprego a 7.000 mil chineses. Fornecia brinquedos para daus gigantes americanas: a Mattel e a Hasbro.

A Smart Union operava na província de Guangdong, no Sul da China, fronteira com Hong Kong. Uma região apelidada de “fábrica do mundo”.

A turbulência financeira iniciada nos EUA e irradiada para o resto mundo está encolhendo o vistoso parque industrial da “fábrica do mundo.”

Foi ali, em Guangdong, que a China deu, há 30 anos, os primeiros passos rumo ao capitalismo, distanciando-se do comunismo clássico.

A maioria das fábricas de brinquedo da China está assentada nessa província, convertida em laboratório das reformas econômicas encetadas pelo governo chinês.

Empresas de Hong Kong, Taiwan, EUA e Europa acorreram a Guangdong, atraídas pelos baixos custos de produção.

Passou-se a produzir na região de tênis e roupas íntimas a laptops e iPods. O cenário de prosperidade era turvado na última sexta-feira por manifestações de empregados demitidos da Smart Union Group.

Alguns deles foram ouvidos pelo repórter William Foreman, da Associated Press. É de Foreman a notícia da qual foram extraídas as informações relatadas aqui.

"Essa crise financeira na América vai nos matar. Ela já está tirando comida das nossas bocas", disse, por exemplo, Wang Wenming, um dos demitos.

A empresa vinha atrasando salários havia meses. Shao Xiaoping, outro chinês posto no olho da rua, resumiu assim o drama:

"A administração dizia que o problema era que nossos clientes americanos não estavam pagando pelos produtos que encomendavam, de modo que a companhia não tinha como nos pagar".

Um grupo de cerca de cem funcionários reuniu-se do lado de fora da empresa, um complexo de cinco andares.

Outro grupo maior –cerca de 2.000 pessoas—aglomerou-se defronte da sede do governo de Guangdong. Exigia-se o pagamento dos salários atrasados.

O prédio foi cercado por 50 policiais, munidos de escudos e cassetetes (veja foto lá no alto).

O aprofundamento da crise americana tonifica uma retração que já vinha tingindo de vermelho os balanços da China.

De acordo com dados oficiais, a taxa de crescimento das exportações chinesas caiu no primeiro trimestre de 2008. Foi a primeira queda em três anos.

Chan Cheung-yau, presidente do subcomitê de brinquedos e jogos da Associação dos Fabricantes de Brinquedos da China, sediada em Hong Kong, prevê dias piores.

Afirma que milhares de outras fábricas vão cerrar as portas na China em 2009. "O aperto do mercado de crédito tornou mais difícil para os fabricantes levantar recursos", diz Cheung-yau. "Isso criou um problema enorme de fluxo de caixa".

Como se vê, a marolinha parece ter chegado à China com dimensões tsunâmicas.

Fonte - Blog do Josias

Nota DDP: E o Banco Central Europeu acaba de injetar mais de 100 bilhões de dólares no mercado europeu. Ao contrário do que têm indicado os especialistas, até para não dissiminação de um quadro de pânico, tudo leva a crer que a turbulência do último mês parece fichinha face ao que eventualmente teremos pela frente...

Números da China aumentam temores de uma recessão global


A China registrou um crescimento de 9% no terceiro trimestre. No segundo trimestre, a taxa foi de 10,1%. Embora ainda seja uma porcentagem extremamente saudável em comparação com outras grandes economias, ela está abaixo das expectativas dos analistas.

Além disto, foi a primeira vez em quase três anos que o crescimento do PIB da China ficou abaixo dos 10%. O governo atribuiu o menor desempenho do país à desaceleração da economia global -- o que significa demanda menor para as exportações chinesas.

Há sinais de que a economia da China pode estar sofrendo as conseqüências da contração do crédito. O terceiro trimestre de 2008 foi o quinto seguido de crescimento reduzido.

No último domingo, o governo da Coréia do Sul anunciou que irá disponibilizar US$ 100 bilhões em garantias estatais para os empréstimos tomados pelos bancos do país.

Fonte - Opinião e Notícia

Risco de doenças pode aumentar com temperatura da água

Cientistas afirmam que o aquecimento global deve causar um aumento significativo de doenças transmitidas pela água em todo o mundo.

As chuvas serão mais fortes, provocando o transbordamento de esgotos, contaminando a água potável e colocando os banhistas das praias em risco. As temperaturas mais altas dos lagos e oceanos vão criar um ambiente propício para o desenvolvimento de bactérias, parasitas e algas.

As temperaturas mais quentes e as chuvas mais fortes também vão trazer mais mosquitos, que podem transmitir o vírus do Oeste do Nilo, além de propagar malária e dengue. Mais de 100 agentes patogénicos podem causar doenças, caso uma pessoa beba ou nade em água contaminada por esgoto.

Fonte - Opinião e Notícia

segunda-feira, 20 de outubro de 2008

O pacote dos EUA

Artigo veiculado no site Mídia sem Máscara. Eu até estava achando bem interessante:

"...
O monstro estatal é o maior matador de homens que já surgiu no planeta. O paralelo com a crise de 1929 se impõe e nunca devemos esquecer que o ciclo daquela crise só se fechou com a II Guerra Mundial.

Eu me pergunto o que acontecerá politicamente nos Estados Unidos quando essa imensa classe média, que vivia ricamente, sem trabalhar, comprando e vendendo ações de seu computador pessoal, instalado em sua poltrona, descobrir que a brincadeira acabou. The game is over. Quando ela, a classe média, descobrir que seu imóvel não vale nada, que não tem comprador para ele, mas a sua hipoteca continua valendo. Essa gente vai entrar em desespero e toda vez que a classe média entra em desespero temos o caminho semeado para as tentações totalitárias. Nada de bom acontece quando a classe média se desespera e ela só pode escapar ao desespero quando os demagogos são desacreditados e os verdadeiros líderes assumem o comando da situação. A democracia só poderá sobreviver sob a liderança de gente moralmente superior. Onde estão esses líderes? Onde estão os homens egrégios? Não os vejo, vejo apenas demagogos falar à multidão.

Essa crise poderia ter acontecido anos antes. A dádiva do grande aumento da produtividade associada às inovações tecnológicas, no campo da informática e das telecomunicações, retardou o ajuste, que finalmente chegou.

Leia agora na revista Veja que acabou de chegar às bancas: “Com a aprovação do pacote de ajuda, Tio Sam salvou o mundo do colapso e será possível, primeiro, medir o tamanho do estrago e, em seguida, empreender a caminhada de volta na reconstrução dos mecanismos americanos e globais de produção de riqueza”. Nessa frase está o senso comum, a grande mentira. O Tio Sam não salvou coisa alguma e não haverá reconstrução que não seja um retorno à economia natural. E qual é esta? É a liberal, aquela que está na Bíblia: “Comerás o pão com o suor do seu rosto”. O pacote tenta precisamente escapar do real, é ele próprio o foguete a levar os homens lunáticos à lua. Um grande desastre. Seria cômico se não fosse trágico."

Até aqui, estava tudo bem, é um pouco disso tudo mesmo, mas na sequência o articulista saiu-se com essa:

"Qualquer arranjo fora desse preceito natural é artificial, irracional e alucinado. Não haverá melhora alguma se as bases racionais da sociedade não forem restauradas. Isso equivale a uma radical mudança na maneira como as massas vêem o Estado, de um bondoso provedor de benesses para o autor da grande tragédia. É tarefa para um Moisés converter as massas, alguém que traga as tábuas da Lei e mande destruir os bezerros de ouro. Os homens precisam parar de fazer seus sacrifícios a Baal. Chega de impostos! Chega de regulamentos! Chega de guardas na esquina dizendo o que as pessoas adultas devem fazer! Chega de Estado!"

Sei que é uma metáfora, mas definitivamente, parece que o interfaceamento da crise econômica com a crise moral, como vem pregando incessantemente o Vaticano, já se instala também entre os pensadores deste estado de coisas em que vivemos...

Líder religioso afirma que Deus está castigando os EUA

Num discurso polêmico e político, em que só não falou as palavras "Barack" e "Obama", o líder religioso radical Louis Farrakhan disse que "Deus está causando problemas aos EUA", sugeriu que o candidato democrata era o novo enviado para ajudar a população negra e que o país está "pronto para mudança real".

Em uma rara aparição pública, o convalescente líder da igreja da teologia negra Nação do Islã comparou o candidato democrata ao fundador do movimento, que também era filho de branca com negro, e mencionou passagem do "Corão" em que o profeta Maomé diz que em seu caminho ao paraíso ouvia os passos de um etíope.

"O povo está cansado do governo e procurando mudança real", disse ele na tarde de ontem durante a reabertura da histórica mesquita Maryam, em South Side, bairro pobre ao sul de Chicago. Ele citou o livro do Apocalipse para dizer que coisas novas viriam, e perguntou: "Um novo governo? Uma nova Constituição? Uma nova pessoa? Porque sabemos que a mudança na liderança política é absolutamente necessária" [...]

Fonte: Folha de São Paulo, 20 de outubro de 2008.

Leia também: "Irã: crise financeira é castigo divino".

Fonte - Minuto Profético

Bush se oferece para receber cúpula de líderes sobre crise financeira


Nos EUA, ele recebeu Nicolas Sarkozy e o líder da Comissão Européia. Cúpula de líderes buscará resposta global à crise financeira mundial.

O presidente dos Estados Unidos, George W. Bush, se ofereceu neste sábado (18) para receber "em um futuro próximo" uma cúpula de líderes da comunidade internacional para coordenar de forma conjunta a resposta global à crise financeira mundial.

"Estou desejando presidir a cúpula e receber propostas do presidente da França, Nicolas Sarkozy, e de outros nos próximos dias" sobre como enfrentar a crise internacional, declarou Bush em Camp David, onde recebeu, além do líder francês, o presidente da Comissão Européia, José Manuel Durão Barroso.

O líder americano convidou Sarkozy e Durão Barroso para a residência presidencial nas montanhas de Cacoctin para conversar com eles sobre a crise financeira e discutir possíveis idéias e propostas para solucioná-la o mais rápido possível.

Em uma rápida entrevista conjunta, Bush afirmou: "é essencial que trabalhemos juntos, pois estamos juntos nesta crise".

No mesmo sentido se expressou o presidente francês, que propôs buscar "uma resposta mundial" para a crise.

Bush explicou que tanto líderes de países desenvolvidos como de nações em desenvolvimento serão convidados para a cúpula.

G8

Por outro lado, Sarkozy disse que, considerando que a crise surgiu em Nova York, "talvez" possam encontrar uma solução nesta cidade, em referência a sua proposta de que a cúpula do G8 (os sete países mais desenvolvidos do mundo e a Rússia) e de outras economias seja celebrada na cidade.

O líder francês também afirmou que a cúpula deveria acontecer o mais rápido possível, "possivelmente" antes do final de novembro.

A Casa Branca afirma que Bush, ao qual somente restam três meses no cargo, quer escutar idéias de todos os líderes, não somente dos europeus, mas também dos asiáticos e dos países em desenvolvimento.

"Para que esta reunião possa ser um êxito, temos que estar abertos a boas idéias de todo o mundo", declarou Bush em Camp David.

Na opinião de Sarkozy, a comunidade internacional está colaborando estreitamente para atenuar os efeitos da crise.

"Estamos falando com a mesma voz", afirmou, por sua vez afirmou que a crise também oferece "uma grande oportunidade" para revisar as políticas financeiras.

Durão Barroso também fez um apelo para que a comunidade internacional promova uma resposta rápida à crise.

"Necessitamos de uma nova ordem financeira global", declarou.

Sugestões

Sarkozy e Durão Barroso tentam convencer Bush de que agora é uma boa oportunidade para dar um novo impulso a iniciativas dirigidas a coordenar melhor o controle dos mercados financeiros.

Bush não respondeu às sugestões dos dois líderes europeus, mas indicou que nesta crise e em uma nova ordem global do sistema financeiro "é essencial" que preservem "os fundamentos do capitalismo democrático".

O presidente americano também afirmou que é importante que resistam ao isolamento e que continuem com as políticas de mercado aberto, uma opinião que compartilhou Sarkozy.

"Queremos trabalhar mano a mano com os americanos para criar o capitalismo do século XXI", declarou o líder francês.

A oferta de Bush de presidir a cúpula de líderes aconteceu apesar de a Casa Branca ter dito anteriormente que não ia haver grandes anúncios na reunião trilateral.

Sarkozy e Durão Barroso chegaram à base aérea de Andrews, nos arredores de Washington, procedentes do Canadá, onde participaram de uma reunião com o recém reeleito primeiro-ministro Stephen Harper.

Em Camp David assistem a uma reunião de trabalho, seguida de um jantar, na qual analisarão junto com Bush formas de coordenar a resposta dos países desenvolvidos à grave crise financeira.

Fonte - G1

Nota Régis: Estou lhe enviando uma materia da rede globo ( G1 ) do dia de hoje, e na minha opinião, mais New Age, impossivel. Peço sua atenção para a parte mais ao fim da matéria, em que o presidente da comissão Européia José Manuel Durão Barroso, faz um apelo e diz: "Necessitamos de uma NOVA ORDEM GLOBAL econômica, referindo-se a crise mundial, juntamente com Bush e Sarkosy". Vê-se claramente as pedras do quebra cabeça se juntando e a coisa tomando forma; Governo Mundial, Nova Ordem etc...

Cientistas descobrem um inesperado poder da música

Mais de sete mil corredores de uma meia-maratona que ocorreu em Londres, no Reino Unido, no início de outubro, estavam sob o efeito de um poderoso estimulante para aumentar a performance: a música pop. Pesquisadores identificaram que algumas trilhas sonoras podem ser até mais poderosas e eficientes para o desempenho de atletas do que substâncias ilegais que são encontradas com freqüência em exames antidoping.

Segundo Costas Karageorghis, consultor de psicologia do esporte da Universidade de Brunel, na Inglaterra, e autor da pesquisa, para avaliar os competidores, uma canção foi tocada eventualmente durante o percurso de 20 km por 17 vezes. Quando a intensidade física começa a diminuir é o momento em que os efeitos se tornam mais eficazes, de acordo com o especialista. Por isso, os participantes não escutaram a canção constantemente.

Em entrevistas ao final da corrida, os competidores consideraram o procedimento muito divertido e inspirador. Apesar da forte chuva e do vento, Karageorghis identificou que a música traz uma motivação extra aos atletas, mesmo que alguns não esteja participando do evento de forma coesa. "A necessidade psicológica de obter algo satisfatório estimulou os competidores a criar um elo comum com a meia-maratona", considera.

O pesquisador constatou ainda que a música também é uma ótima maneira de regular o humor, tanto antes como durante as atividades físicas. "Muitos atletas se apegam à música como se fosse uma droga lícita, utilizando-a como estimulante ou sedativo. A excitação também pode se reduzir no caso de se ouvir uma canção mais lenta", afirma.

A relação com o desempenho atlético é apenas um exemplo dos avanços médicos que os cientistas buscam analisar para compreender melhor o incrível poder da música sobre a mente e o corpo. Eles acreditam que essa força é capaz de acabar com dores, reduzir o estresse e aumentar a capacidade cerebral das pessoas.
...
Música e exercícios

Costas Karageorghis explicou os efeitos da música quando se está praticando atividade física em um ginásio. Primeiro, ela reduz a percepção em cerca de 10% de como a pessoa está se saindo durante a baixa intensidade da atividade. No caso de alta atividade, a música não funciona tão bem porque o cérebro fez com que se preste atenção aos sinais de estresse fisiológico.

Em segundo lugar, a música pode influenciar o humor, elevando potencialmente os seus aspectos positivos, como a energia, entusiasmo e felicidade, e reduzindo a depressão, tensão, fadiga, raiva e confusão.

Em terceiro lugar, a música pode ser usada para definir o ritmo do indivíduo, como no caso do etíope Haile Gebrselassie, que escuta a canção tecno "Scatman" nas competições - o atleta conquistou o ouro nos 10 mil metros dos Jogos Olímpicos de Sidney, em 2000. O último efeito, segundo Karageorghis, é o de que a musicalidade pode superar o cansaço e controlar a emoção durante uma competição.

Fonte - Terra

Nota DDP: A ciência está ratificando aquilo que temos como povo ignorado, logo nós que deveríamos nos cercar dos maiores cuidados frente aos ardis que são transmitidos através da manipulação da música. Neste sentido, além de tudo quanto já falado neste sentido aqui, interessante ler o artigo "A música e a guerra entre Cristo e Satanás para dominar a mente do cristão", no blog do Gilberto Theiss, bem como as pesquisas recentes do Prof. Sikberto Marks em "Adoração a quem?".

Irã: crise financeira é castigo divino

Fim do capitalismo, fracasso da democracia liberal e até castigo divino: para o Irã, a crise financeira mundial revela antes de mais nada a superioridade do modelo da República Islâmica. Para o guia supremo iraniano, o aiatolá Ali Khamenei, esta crise deve entrar para a história no mesmo nível que o fim da URSS: "A escola do marxismo entrou em colapso e os barulhos da quebra da democracia liberal ocidental estão sendo ouvidos agora.

"É o fim do capitalismo", afirmou na terça-feira o presidente Mahmud Ahmadinejad, um ultraconservador que tem o apoio do aiatolá Khamenei.

Estas convicções, que têm como fonte os valores da revolução islâmica de 1979, ressurgiram com a chegada de Ahmadinejad ao poder em 2005. Desde então o presidente iraniano critica sempre que possível a suposta "decadência" do mundo ocidental. Ele aproveita a magnitude da atual crise financeira mundial para voltar ao tema.

Ahmadinejad se viu confortado em sua análise pelo fato da Bolsa de Teerã não ter sofrido os abalos dos mercados financeiros do Golfo, apesar disto se dever sobretudo à quase total ausência de investidores estrangeiros na praça iraniana e ao grau extremamente elevado de estatização de sua economia.

A imprensa iraniana, tanto a reformista como a conservadora, atribui a responsabilidade da crise aos excessos do liberalismo. No entanto, algumas autoridades chegaram a conclusões menos ortodoxas. O chefe do Conselho dos Guardiães da Constituição, órgão dominado pelos conservadores, mencionou um "castigo divino".

"Estas pessoas estão colhendo os frutos de suas ações ruins", disse o aiatolá Ahmad Khanati, que também celebrou o fato de "este problema alcançar agora a Europa".

"A razão da derrota deles é que esqueceram Deus e a piedade", disse Ahmadinejad, para quem a catástrofe financeira seria um sinal divino de que "os tiranos e os corrompidos serão substituídos por pessoas piedosas e crentes".

"Um sistema bancário islâmico nos ajudará a sobreviver à crise econômica atual", completou.

O governo iraniano destaca o desenvolvimento do empréstimo sem juros, mas com pouco êxito. Para vários teólogos muçulmanos do Oriente Médio, a crise financeira e a ameaça de uma recessão mundial confirmam a superioridade do sistema econômico baseado na "sharia" islâmica - que proíbe juros, mas autoriza o lucro -, na qual vêem uma "alternativa" ao capitalismo.

"A atual crise mostrou a necessidade de uma reestruturação radical e estrutural do sistema financeiro mundial (...) e o sistema econômico baseado no islã oferece uma alternativa que reduziria os riscos", declarou à AFP o reitor da Faculdade de Estudos Teológicos da Universidade de Doha, Hatem Al-Naqrachaui.

"Os bancos islâmicos não compram a crédito, administram fundos concretos, o que o deixa a salvo das dificultades experimentadas agora pelos bancos americanos e europeus", afirma o diretor geral do "Qatar International Islamic Bank", Abdel Bassat Al-Chibi.

As finanças islâmicas se diferenciam do capitalismo em dois aspectos fundamentais: a recusa aos empréstimos com juros ("riba"), considerados usura, o que o islã proíbe, e especulação; o fato de que riscos e lucros são compartilhados entre o banco e o cliente.

Para o guia supremo iraniano, atual crise reflete a superioridade do modelo político iraniano, que mistura elementos democráticos com teocracia. Khamenei celebrou a "vitória da revolução islâmica sobre as escolas de pensamento marxista e liberal". Para ele, a primeira desapareceu e a segunda está em decadência.

O regime iraniano não atribui nenhuma legitimidade a conceitos como democracia e direitos humanos, que considera tema com os quais as "forças imperialistas" impõem seu domínio no mumdo.

Fonte: AFP

NOTA: Embora concorde que os juros e a especulação sejam excessos prejudiciais do capitalismo, é bom lembrar que a ausência de democracia, da separação Igreja/Estado e dos direitos humanos geralmente encontrados nos países muçulmanos também são flagelos igualmente destrutíveis nessas sociedades. Mas o ponto central na matéria acima vem do fato de que em breve, os próprios protestantes americanos usarão esse argumento (castigo divino) para impôr a Lei Dominical: "Todavia esta mesma classe apresenta a alegação de que a corrupção que rapidamente se alastra é atribuível em grande parte à profanação do descanso dominical, e que a imposição da observância do domingo melhoraria grandemente a moral da sociedade" (Ellen White, O Grande Conflito, p. 587).

Fonte - Minuto Profético

ECOmenismo une setores políticos opostos nos EUA

Nancy Pelosi (líder Democrata no Congresso americano) e Newt Gingrich (ex-lider Republicano no Congresso americano) são oponentes políticos, mas agora, uniram-se a Al Gore para "salvar o planeta":




O líder batista Al Sharpton e Pat Robertson são oponentes políticos em muitos assuntos. No entanto, resolveram também trabalhar juntos pelo ECOmenismo:




O profeta do ECOmenismo, Al Gore, foi entrevistado por Oprah Winfrey, no talk-show mais popular dos EUA. Ao fundo você pode ver a promoção do "Dia da Terra".



NOTA: Quanto tempo está faltando para transformar o "Dia da Terra" anual para semanal (domingo)?

Fonte - Minuto Profético

Ainda sobre a crise financeira

Muito se tem falado, tanto neste espaço, como em tantos outros que se dispõem a falar sobre profecia, muitos inclusive não adventistas, como tenho observado, de forma a considerar a relevância da crise econômica em que vivemos, como forma de "start" dos eventos finais.

Foi inclusive reproduzido no blog do Michelson algumas considerações interessantes no post "A crise financeira e o cenário profético", que não transcreverei porque penso que já tratamos bastante deste assunto aqui, inclusive com as recentes considerações do Prof. Sikberto Marks no artigo "A crise bancária e o contexto profético". De qualquer forma, recomendo a leitura de ambos.

Gostaria de invocar a questão agora sobre algo que li hoje. Trata-se de uma previsão para os próximos meses e, uma vez que esta mesma fonte acertou com exatidão sobre a "bolha imobiliária" em meados do ano passado e, mesmo sobre a grave crise deste ano, o que pode ser verificado, por exemplo em "As sete sequências da fase de impacto da crise sistémica global (2007-2009)", de Out/07, nos faz olhar com um pouco mais de atenção para outra análise:

Crise sistémica global: Cessação de pagamentos do governo americano no Verão de 2009

Por ocasião do aparecimento do GEAB Nº 28, o LEAP/E2020 decidiu lançar um novo alerta no quadro da crise sistémica global pois nossos investigadores consideram que no Verão de 2009 o governo americano estará em cessação de pagamentos e não poderá portanto reembolsar seus credores (detentores de Títulos do Tesouro dos EUA, títulos da Fanny Mae e do Freddy Mac, etc). Esta situação de bancarrota evidentemente terá consequências muito negativas para o conjunto dos proprietários de activos denominados em dólares dos EUA. Segundo a nossa equipe, o período que então se abrirá tornar-se-á propício ao lançamento de um "novo dólar" destinado a remediar brutalmente o problema da cessação de pagamentos e da fuga maciça de capitais fora dos Estados Unidos. Este processo decorrerá dos cinco factores seguintes que são analisados mais em pormenor no GEAB Nº 28.
...
O choque brutal que gerará a cessação de pagamentos dos Estados Unidos no Verão de 2009 é em parte uma consequência deste desatrelamento decisional das grandes economias do mundo em relação aos Estados Unidos. É previsível e talvez seja amortecido se o conjunto dos actores começar desde já a antecipar; é aliás um dos temas desenvolvidos neste GEAB Nº 28. O LEAP/E2020 espera apenas que choque de Setembro de 2008 tenha "educado" os responsáveis políticos, económicos e financeiros do planeta a fim de compreenderem que se age melhor por antecipação do que na emergência. Seria danoso que a Eurolândia, a Ásia e os países produtores de petróleo, assim como os cidadãos americanos, descobrissem brutalmente no decorrer do Verão de 2009, depois de um fim de semana prolongado ou de um encerramento administrativo dos bancos e das bolsas no território americano durante vários dias, que os seus Títulos do Tesouro dos EUA e seus dólares não valem mais do que 10% do seu valor pois um "novo dólar" acaba de ser instaurado.

Nota DDP: Tenho lido já há algum tempo sobre a especulação em torno de uma nova moeda americana. Essa impressão tem se solidificado nos últimos dias com os contornos desta crise e, inclusive com recente manifestação do ex-presidente do BNDES ("O dólar acabou", avalia Carlos Lessa). Parece que estamos às portas de uma nova moeda americana, o chamado AMERO (Em alinhamento com o Canadá e o México). Se alguém tem alguma dúvida que esta crise parece ser diferente das outras, a ponto de sepultar a era do dólar, os acontecimentos vão andando em sentido contrário.

"antes do fechamento da porta da graça, os homens estarão tão envolvidos com o deus deste século que não estarão aptos para administrar a economia do mundo. No país prepoderantemente protestante, ocorrerá a falência de instituições que acarretará numa crise mundial" EGW-1893 manuscrito 56.

PS: Se alguém possuir a fonte online deste texto de EGW, eu agradeceria a indicação.

Breve lição de sociologia

Ainda sobre o quanto disposto no post anterior, sobre a estranha consciência coletiva que tem tomado os adventistas do sétimo, de forma a se tornarem pessimistas acerca da volta do Senhor Jesus (antes éramos afoitos a dizer que estava próxima, hoje somos tendentes a dizer que está longe, ou ignorar os sinais e advertências, sob a pecha do chamado "alarmismo"), de se considerar o interessante argumento do artigo que, abaixo em parte transcrevo:

Émile Durkheim, o fundador da sociologia, ensinava que há um limite para a quota de anormalidade que a mente coletiva é capaz de perceber. Pode-se compreender isso em dois sentidos, simultâneos ou alternados:

I - Quando os padrões descem abaixo do limite, a sociedade automaticamente ajusta o seu foco de percepção para achar normal o que antes lhe parecia anormal, para aceitar como banal, corriqueiro e até desejável o que antes a assustava como inusitado e escandaloso.

II - Quando a anormalidade é excessiva, transcendendo os limites da quota admissível, ela tende a passar despercebida ou a ser simplesmente negada: o intolerável transfigura-se em inexistente.

Embora dificilmente corresponda a quantidades mensuráveis, a “constante de Durkheim”, como veio a ser chamada, revelou-se um instrumento analítico eficiente, sobretudo nos momentos de aceleração histórica, em que várias mudanças de padrão se sucedem e se encavalam no prazo de uma só geração, podendo ser observadas, digamos assim, com os olhos da cara.
...

No sentido I, o princípio é aplicado por meio da pressão suave e contínua, rebaixando cuidadosamente, lentamente, progressivamente os níveis de exigência, primeiro no imaginário popular, por meio das artes e espetáculos, depois na esfera das idéias e dos valores educacionais, em seguida no campo do ativismo aberto que proclama as novidades mais aberrantes como direitos sagrados e por fim na esfera das leis, criminalizando os adversos e recalcitrantes, se ainda restarem alguns. Com uma constância quase infalível, nota-se que os autoproclamados conservadores se amoldam passivamente – às vezes confortavelmente – à mudança, sem perceber que sua nova identidade foi vestida neles desde fora como uma camisa-de-força por aqueles que mais os odeiam.

Na acepção II, a “constante de Durkheim” é usada para virar a sociedade de cabeça para baixo, da noite para o dia, sem encontrar qualquer resistência, por meio de mentiras e blefes tão colossais que a população instintivamente se recuse a acreditar que há algo de real por trás deles. As próprias vítimas do engodo reagem com veemência a qualquer tentativa de denunciá-lo, pois sentem que admitir a realidade da coisa seria uma humilhante confissão de idiotice. Para não sentir que foi feito de idiota, um povo aceita ser feito de idiota sem sentir, confirmando o velho ditado judeu: “O idiota não sente”.

...
Fonte - Olavo de Carvalho

Nota DDP: É exatamente o que satanás tem feito com o povo de Deus, tudo que é anormal está lhe parecendo, normal. As coisas já são tão declaradas, que passam despercebidas, ou simplesmente negadas.

A transformação de comportamento veio por meio de pressão contínua e suave, utilizando-se das artes, espetáculos, valores educacionais, novidades aberrantes tidas como necessárias, o que tem rebaixado o nível de exigência e finalmente implicará na modificação das leis, a que muitos se conformarão, sem qualquer tipo de resistência.

O inimigo tem virado a sociedade de cabeça para baixo, a Igreja infelizmente e como profetizado tem sido envolvida no processo, sem qualquer resistência, chegando ao ponto que os ardis de satanás já são tão absolutamente explícitos, que os adventistas se recusam a admitir que exista algo de real por trás deles.

"As próprias vítimas do engodo reagem com veemência a qualquer tentativa de denunciá-lo."

Que Deus tenha misericórdia de todos nós.

Reino Unido já está em recessão

Analistas acreditam que a economia do Reino Unido se deteriorou dramaticamente nos últimos três meses, e já está em recessão. A consultoria Ernst & Young Item Club prevê que o PIB britânico vai cair 1% no próximo ano, e crescerá apenas 1% em 2010.

Com a retração da economia, os investimentos vão diminuir e o desemprego vai aumentar. De acordo com a Ernst & Young, uma notícia boa é que a inflação provavelmente vai cair, permitindo que o Reino Unido corte as taxas de juros. A consultoria alertou que a contração do crédito atingirá a economia britânica com muita força.

Uma recente pesquisa feita pela Câmara Britânica de Comércio com cinco mil empresários também revelou que o Reino Unido já está em recessão.

Fonte - Opinião e Notícia

Nota DDP: Infelizmente, tenho lido adventistas do sétimo dia dizendo que se tem dado muita atenção à esta crise, que já aconteceu outras vezes e que talvez ela não tenha relevância nenhuma, profeticamente falando. Gostaria então de assinalar dois pilares de tudo o que se tem escrito aqui:

1) Não há a menor dúvida que esta pode não ser a crise final há muito esperada pelo povo de Deus e, neste particular, gostaria de dizer aos irmãos, em nome de Jesus, que nossa fé não pode ser abalada pelo fato de Cristo estar às portas ou, da Sua vinda se caractizar somente daqui à cem anos. O intuito deste espaço jamais será o de fixar qualquer tipo de data para a volta do Senhor, mas apenas a de analisar o que temos visto e vivido e, deste modo as possibilidades que se avizinham.

2) Com base no primeiro pilar, dizer que os sinais que nos rodeiam é que indicam que o palco está todo montado para os últimos atos da história desta terra, o que nos faz crer, cada vez mais que devemos, talvez mais do que nunca, nos separarmos ao Senhor, permitir que Ele faça a obra em nós, obra esta necessária ao povo remanescente que erguerá a bandeira de Cristo, com vistas ao derramamento da chuva serôdia para a pregação final do Evangelho.

A nossa função, portanto, é analisar tudo isso e vivermos como se tudo fosse para ontem, porque pode não haver amanhã para aqueles que insistirem em querer atrasar o grande "Dia do Senhor", sob o discurso de que hora não seja agora, mantendo o povo na letargia. Vivamos e esperemos no Senhor hoje, tudo o mais, Ele fará.

Papa Bento XVI põe o mundo nas mãos de Maria em Pompéia

19.10.2008 - Bento XVI pôs neste domingo o mundo nas mãos de Maria, ao visitar o Santuário de Pompéia, no sul da Itália.
...
Com palavras do beato, o Papa se dirigiu a Maria, dizendo: «Se tu não quisesses nos ajudar, porque somos filhos ingratos e não merecemos teu amparo, não saberíamos a quem nos dirigir».
...
Fonte - Zenit

Nota DDP: Nem vou entrar no campo de se pretender falar com alguém que está dormindo aguardando o retorno daquEle que tem as chaves da morte, mas ficarei apenas na negação absolutamente óbvia da pessoa de Cristo.

I Jo 2: 22
Quem é o mentiroso, senão aquele que nega que Jesus é o Cristo? É o anticristo esse mesmo que nega o Pai e o Filho.

Israel pede a Bento XVI para visitar o país apesar de polêmica sobre Pio XII

Jerusalém, 19 out (EFE).- O presidente israelense, Shimon Peres, pediu hoje ao papa Bento XVI que não cancele uma futura visita a Israel por causa de uma polêmica frase que aparece junto a uma foto de seu antecessor Pio XII no Museu do Holocausto, em Jerusalém.

"Não há relação entre o assunto de Pio XII e a chegada do papa", disse hoje Peres a um grupo de jornalistas ao ressaltar que a prevista visita do papa, ainda sem data, "não tem nada relação com (...) disputas," mas com a Terra Santa.
...
Fonte - BOL

Nota DDP: Como já assinalei aqui em outra oportunidade, fico pasmo com a capacidade de "bater e assoprar" deste Papa e, principalmente, como esta estratégia tem funcionado com os grandes grupos religiosos mundiais. Incrível como no processo o Vaticano vai impondo suas idéias e elas vão sendo aceitas quase que de bom grado pelos próprios objetores das posições papais. Já aconteceu com os protestantes, com os islâmicos, com os judeus e, até mesmo para os destinatários do discurso entre "fé e razão", ou seja, os incrédulos. Pouco a pouco o poder de roma vai se estabelecendo e é questão de tempo até que o líder que o mundo procura, como já assinalou a ONU, seja eleito em comum por todos estes grupos.

Mudança climática é mais rápida e grave do que se temia

A mudança climática é mais rápida e profunda do que se previa até agora, diz uma recompilação das últimas pesquisas sobre o tema publicada neste domingo pelo Fundo Mundial para a Natureza (WWF, na sigla em inglês).

Após a divulgação do documento, a organização fez um apelo para que a União Européia (UE) assuma suas responsabilidades e aumente de 20% para 30% a redução de gases do efeito estufa para 2020.
...
"Está claro que a mudança climática está tendo um impacto maior que o que a maioria dos cientistas tinham previsto, por isso é vital que a resposta internacional seja ainda mais ambiciosa", afirma o vice-presidente do IPCC e o professor de Climatologia da Universidade Católica de Louvain, Jean-Pascal van Ypersele.

Ele considera que a redução de 20% das emissões prevista pela UE é "insuficiente" para conter os danos do aquecimento global.
...
A crise financeira ameaça frear as medidas projetadas, como revelou a reunião de cúpula que os líderes da UE realizaram na semana passada. No encontro, cerca de dez países pediram uma redução destes compromissos.

Fonte - Folha

sexta-feira, 17 de outubro de 2008

Nos vemos na nuvem da alegria...

A batalha derrubou mais um grande soldado de Cristo. É o que o inimigo pensa.

Na verdade Deus recolheu mais um de seus "generais", daqueles todo estrelados. A guerra já está ganha. É a cruz que não nos deixa esquecer.

Querida Tia, você não pode me ver, me ouvir, muito menos me ler, mas aqui ficam meus louvores ao nosso Deus que te usou para me levar aos pés de Cristo.

Nos vemos na nuvem da alegria... Até daqui a pouco.

A crise bancária e o contexto profético

Em poucas palavras, como se insere essa crise dos bancos no contexto profético?

DEUS favoreceu a humanidade nesses últimos 150 anos. Disso não se pode ter dúvidas. Houve um tremendo progresso em todos os sentidos. E por quê? O homem passou a amar a liberdade, permitiu o livre exercício de culto, Bíblias passaram a ser impressas em quantidade impressionante bem como foi permitido que fosse pregado o evangelho ao mundo todo. E DEUS favoreceu a todos, isso é notório.

Mas agora a cena já está mudando. Ocorrem as negociações para se interpretar a Bíblia conforme as tradições católicas, não conforme a Bíblia mesma se interpreta.

Agora já se negociam leis para regulamentar a pregação do evangelho, que deverão impor graves restrições, ou até proibir a pregação baseada na Bíblia. Avançam as tratativas para união das igrejas, buscando uma forma única de adoração no mundo, tal como determina a Igreja Católica. Praticamente todas as religiões estão entusiasmadas com dois grandes projetos: Ecumenismo, a união de todos os cristãos, e o Dialogo Inter-religioso, a união de todas as demais religiões. A par disso, já vemos há algum tempo os políticos, países e até a ONU se envolvendo para apoiar a união da adoração. Dizem que é para resolver os grandes problemas do planeta. Isso é o que dizem, mas o motivo verdadeiro é criar uma grande força que vai impor a adoração a satanás, que ele pretende aqui já há uns 6000 anos. Esse, nos aspectos mais importantes, é o atual contexto.

Pois bem, em tal contexto, DEUS deve continuar favorecendo o progresso das nações e dos grandes empreendimentos? Mas como Ele iria fazer isso, se o mundo se volta flagrantemente para satanás e contra DEUS? Seria DEUS incoerente? Jamais!

DEUS está gradativamente retirando o Seu Espírito das nações e das organizações que apóiam os atos acima citados(Isa. 59). Todo o sistema de apoio da união das igrejas depende dos bancos. As organizações, sindicatos, igrejas, ONGs, corporações, etc., todos eles dependem dos bancos. O comércio regional, nacional e internacional do qual vem os recursos para sustentar a formação do futuro sistema de adoração, depende dos bancos. Os governos dependem dos bancos para recolherem seus impostos. Os partidos políticos que apóiam a união das igrejas dependem dos bancos. Negócios lícitos assim como ilícitos dependem dos bancos. Toda economia global depende dos bancos. É por meio deles que se processam todas as transações, grandes e pequenas nesse planeta. O planeta depende dos bancos.

Os bancos, por sua vez, agiram com ganância. Queriam mais dinheiro e passaram a fazer negócios altamente rentáveis mas também de alto risco. Agora, já faz mais ou menos um ano, esses negócios se mostraram um grave erro. Mas os tais negócios assumiram um volume tão grande que não há solução para eles. Alcançam valores de trilhões de dólares. E veio a crise sobre o mundo, por meio dos bancos. Se quebrarem os bancos, o mundo quebra, a economia do planeta se dissolve. E para vir uma crise sobre o mundo pelos bancos, basta que os investidores percam a confiança nos bancos e nos governos. É o que está acontecendo. Falta credibilidade no sistema como um todo. Mas, por ironia, o que fazer sem os bancos. Por um lado, quem faz negócios perde confiança nos bancos, e nos governos, por outro lado, não há como fazer negócios sem os bancos e sem os governos. Qual é então a saída? Não há saída, é o colapso que se aproxima, cada vez mais. Talvez essa crise ainda dê ao mundo algum fôlego, se for, será para que o mundo tenha mais uma oportunidade para refletir sobre se irão adorar a quem: DEUS ou satanás. Eles aproveitarão essa oportunidade? Podes crer que não.

Essa crise está num contexto novo nesses últimos séculos. É o contexto da guinada de retorno à Idade Média, os tempos em que vigorava o barbarismo, as perseguições, a tentativa da eliminação da adoração ao Criador. Mas hoje há uma radical diferença em relação ao que acontecia na Idade Média. Estamos indo para a última crise. Dessa vez, em vez dos servos de DEUS fugirem para o deserto, antes do fechamento da porta da graça eles pregarão como jamais se viu na história da humanidade, e concluirão com poder jamais visto o anúncio da breve volta de JESUS e da necessidade de adorar o Criador, esse é o fato novo dessa crise. Ela tem motivações de natureza espiritual, que não se tenha dúvidas disso.

Saibam todos, o dia da volta de JESUS se aproxima. Os fatos o demonstram.

Prof. Sikberto R. Marks
Postado em: 16-10-2008

Fonte - Cristo Voltará

Crise mundial terá impacto sobre política externa dos EUA

A crise financeira mundial terá um impacto significativo na política externa dos Estados Unidos, independentemente de quem vencer as eleições presidenciais.

A crise financeira já lançou uma sombra na campanha presidencial e os especialistas do lado dos democratas e dos republicanos já concordam a respeito do impacto da crise.

A liderança moral americana já foi danificada pela guerra no Iraque e a crise financeira significa que Washington terá menos possibilidades de convencer outros países a respeito dos méritos do capitalismo e do livre mercado.

Acima de tudo, com a crise, o novo presidente dos Estados Unidos terá que se concentrar mais nas questões internas do país.
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Mesmo com todos os problemas gerados pela crise econômica, os Estados Unidos ainda continuarão a ter um papel importante no mundo.

O poder poderá ser mais distribuído, mas, se for necessária uma ação internacional coordenada, então o próximo presidente americano ainda poderá ser pressionado a assumir a liderança.

Fonte - BBC

[Colaboração - Fernando Machado]

Temperatura no Ártico atinge nível recorde

A temperatura atmosférica ártica atingiu um novo recorde para o outono, devido à perda de enormes volumes de gelo numa região que há décadas sofre com o aquecimento, segundo relatório anual divulgado pela Administração Nacional Oceânica e Atmosférica dos EUA (NOAA). A temperatura chega a ser 5°C superior à média dos outonos árticos, porque sem a proteção do gelo a luz solar aquece mais o oceano.

O aquecimento do ar e do mar pode afetar os ecossistemas e reduzir a quantidade de gelo que sobra no verão seguinte, segundo o estudo, que dá mais uma pincelada sombria num quadro já bastante dramático dos efeitos das mudanças climáticas sobre a região. O estudo diz ainda que manadas de renas e alces parecem estar encolhendo, e que o gelo na superfície da Groenlândia também está sendo afetado.
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Fonte - Terra

Polêmica sobre novo modelo de identidade

O custo do projeto do governo britânico é de cerca de US$ 8,1 bilhões, e já houve comparações até mesmo com a Gestapo, a antiga polícia secreta nazista. O governo diz que as novas identidades ajudariam no combate a fraudes, ao terrorismo e à imigração ilegal, além de facilitar o acesso a serviços públicos.

Mas uma combinação de oposição da opinião pública e falta de organização vem fazendo com que o projeto encontre dificuldades. Em teoria, 69 "centros de entrevista" deveriam atender por ano 600 mil pessoas que solicitassem ou renovassem seus passaportes. Desta forma, suas informações poderiam ser adicionadas ao banco de dados da carteira de identidade.

Mas, no primeiro ano de funcionamento do esquema, apenas cerca de 90 mil pessoas foram entrevistadas. Agora, o projeto enfrenta também a oposição dos sindicatos britânicos. Em sua convenção de setembro, eles decidiram se posicionar contra o novo modelo de identidade, que vem enfrentando também a resistência do Partido Conservador.

Fonte - Opinião e Notícia

Alta dos alimentos 'é fardo para 60% da população mundial'

Uma nova pesquisa encomendada pela BBC indica que 60% das pessoas em 26 países pesquisados estão sentindo muito os efeitos da alta global dos preços dos alimentos e quase metade (43%) se viram obrigadas a mudar seus hábitos alimentares por conta disso.
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Fonte - Bol

quinta-feira, 16 de outubro de 2008

FAQ

- O fato de aqui se transcrever uma série de opiniões, de inúmeras pessoas e sites, não implica necessariamente o ideológico alinhamento em tudo que estas fontes pensam ou divulgam ou, com todo material incluído nestes sites que são utilizados como fontes ou ferramentas.

- As informações constantes de todo o material disponibilizado para download ou estudos, são para inicialmente serem vividas com sabedoria e, em segundo plano, compartilhadas em amor. A luz de Cristo brilha sozinha, não precisa de advogados de defesa, muito menos de acusação.

- As divergências doutrinárias ou filosóficas com outros segmentos religiosos, jamais encontram qualquer tipo de conotação pessoal, em qualquer dos assentamentos levados a efeito neste espaço, constituindo-se, tão somente, na interpretação dos escritos bíblicos pela cosmovisão cristã Adventista do Sétimo Dia.

- Este blog orienta-se pelos princípios denominacionais da Igreja Adventista do Sétimo Dia e suas instituições oficiais, crê na condução por parte de CRISTO como o comandante superior da Igreja e de Seus servos aqui na Terra. Discorda de todas as publicações, pela internet ou por outros meios, que denigrem a imagem da Igreja da Bíblia e em nada contribuem para que pessoas sejam estimuladas ao caminho da salvação.

- Embora o autor se assuma como membro da Igreja Adventista do Sétimo Dia e reflita neste espaço os seus princípios orientadores, nenhum dos conteúdos publicados deve ser assumido como a posição oficial desta denominação religiosa sobre qualquer assunto em causa.

Agradeço a todos pela compreensão.

A Igreja deve ser presença do amor de Deus no mundo, diz o Papa

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Ao falar logo do conceito paulino da Igreja como Corpo de Cristo, Bento XVI indicou que se deve ter presente as duas dimensões de este: "uma de caráter sociológico, segundo a qual o corpo é constituído por seus membros e sem eles não poderia existir. São Paulo também diz que a Igreja não é somente um organismo, senão que é corpo de Cristo realmente no sacramento da Eucaristia, onde todos, recebendo seu Corpo, chegamos a ser realmente um mesmo corpo e um mesmo espírito em Cristo".
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Fonte - ACI

Nota DDP: Nunca é demais lembrar que, eucaristia é um conceito diretamente ligado ao dia de guarda, no caso, o domingo.

Os caminhos da nova ordem mundial

Sarkozy defende política econômica conjunta para a UE

BRUXELAS - O presidente francês, Nicolas Sarkozy, disse nesta quinta-feira, 16, que as nações européias precisam de uma política econômica conjunta para enfrentar a crise financeira global. Ele participa de uma cúpula de dois dias da UE em Bruxelas, na Bélgica.

Fonte - Estadão

G-8 fará cúpula sobre a crise

O grupo dos sete países mais industrializados do mundo mais a Rússia pode se reunir já em novembro. O primeiro-ministro britânico, Gordon Brown, disse que o encontro deve ser visto como algo similar à criação da ONU ou à conferência de Bretton Woods, que criou o FMI. A Grã-Bretanha defendeu uma reestruturação radical de instituições internacionais como o Banco Mundial e o próprio FMI. O presidente francês, Nicolas Sarkozy, pediu que a cúpula do G-8 se realize em Nova Iorque, "onde tudo começou", e falou em "um novo capitalismo". Em uma declaração conjunta, os líderes do G-8 disseram que estão unidos no compromisso de mudar a regulação do sistema financeiro internacional, a fim de remediar as deficiências expostas pela crise atual.

Fonte - Opinião e Notícia

Brown propõe 'novo Bretton Woods' para economia mundial
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Ao chegar à sede do Conselho Europeu, em Bruxelas, onde os governantes do bloco iniciaram uma cúpula de dois dias, Brown defendeu a necessidade de uma "reconstrução da arquitetura financeira internacional" para adaptar a economia às mudanças mundiais e pediu que a União Européia lidere o caminho.

"Essa reconstrução pede exatamente a mesma visão que mostramos nos anos 40, quando criamos o FMI (Fundo Monetário Internacional), o Banco Mundial e a ONU (Nações Unidas)", afirmou.
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Fonte - BBC

O aumento da fome

Fome atinge 923 milhões de pessoas no mundo

PARIS (AFP) - A fome não pára de crescer e, hoje, afeta 923 milhões de pessoas nos quatro cantos do planeta, após a alta dos preços dos alimentos, decorrente da subida do valor das matérias-primas e do petróleo e da atual crise financeira, que ameaça agravar esse quadro.
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Fonte - Yahoo

Crise alimentar deixa mais 6 milhões com fome na América Latina, diz ONU

Na América Latina e no Caribe 51 milhões de pessoas sofrem com a fome, um aumento de seis milhões no último ano devido à crise alimentar, disse o coordenador da Organização das Nações Unidas para a Agricultura e a Alimentação (FAO) para a América Central, Deodoro Roca, na véspera do Dia Mundial da Alimentação.

"A crise nos fez regredir seriamente", disse Roca ao indicar que o número de pessoas que sofrem com a fome na região aumentou de 45 para 51 milhões. "Com isso, perdemos quase tudo o ganhamos desde 1990, quando o total chegava a 53 milhões".
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Fonte - Folha

Ministra da Dinamarca quer apoio ecológico dos EUA

A revista Veja da semana passada publicou entrevista com a dinamarquesa Connie Hedegaard, de 48 anos, Ministra de Clima e Energia de seu país. O tema foi aquecimento global e Hedegaard deu seu recado: “Sei que sempre podemos contar com os Estados Unidos quando o mundo se defronta com um grande problema. Foi assim nas duas guerras mundiais, na Guerra Fria e na luta contra o terrorismo. Mas isso não ocorreu nos últimos oito anos quando o assunto foi mudança climática. Para o bem dos interesses dos Estados Unidos, agora é o momento de o país se engajar nessa agenda. É essencial que a nova geração de europeus, latino-americanos e asiáticos veja os Estados Unidos abraçando uma das maiores causas deste início de século. ...

E sobre a experiência com a auto-suficiência energética de seu país, Hedegaard afirma: “Nos anos 70, sofremos muito com as crises do petróleo. O uso de automóveis chegou a ser proibido nos domingos.”

Curiosamente, esta tem sido a mesma proposta do papa Bento 16 e de movimentos ambientalistas: reservar o domingo para o descanso da "Mãe Terra". Além disso, o papa também já fez seus convites para que os EUA assumam posição de liderança no combate ao aquecimento global. É o ECOmenismo em ação!

Leia mais sobre ECOmenismo aqui e aqui.

Fonte - Michelson Borges

quarta-feira, 15 de outubro de 2008

Valores fundamentais devem refletir-se nas leis, afirma Núncio ante a ONU

NAÇÕES UNIDAS, 14 Out. 08 / 07:09 pm (ACI).- O Observador Permanente da Santa Sé ante a ONU, Dom Celestino Migliore afirmou hoje que os valores fundamentais inerentes à dignidade de toda pessoa devem estar custodiados e promovidos pelas leis que emanam dos estados.

Depois de advertir que no contexto cultural presente em ocasiões a lei não considera a dignidade da pessoa senão que inclusive parece ofendê-la, o Arcebispo destacou que "os direitos das pessoas não são simplesmente um grupo de normas legais senão que representam, por cima de tudo, valores fundamentais. Tais valores devem ser protegidos pela sociedade, de outra forma ficam em risco de desaparecer inclusive dos textos legislativos. A dignidade das pessoas deve ficar protegida na cultura, na mentalidade pública e na conduta da sociedade, como uma precondição e para que esteja protegida pela lei".

Seguidamente indicou que "embora a força da lei não é suficiente em si mesma, ainda se mantém como um instrumento indispensável para a proteção da dignidade humana. A noção da força da lei está implícita como uma exigência da Declaração Universal dos Direitos humanos e atribui aos estados a tarefa de permitir e facilitar a realização dos fins transcendentes aos que as pessoas estão destinadas".

Logo de comentar que "a força da lei é um componente vital para assistir aos estados em sua responsabilidade de proteger" a suas populações das ameaças e a outras inclusive, quando um país não esteja em capacidade de fazê-lo; o Prelado vaticano indicou que "a criação de estruturas nacionais legais ajudará aos estados a advertir as atrocidades estabelecendo mecanismos que promovam a justiça e a paz, assegurem o amparo e o recurso sob a lei, permitam à economia sentar suas bases e proteger a dignidade de toda pessoa".

"A natureza interconectada do mercado global incrementou a necessidade do debate sobre a implementação da força da lei, para que se estabeleça um sistema global mais justo. No mundo em desenvolvimento, esta pode proporcionar crescimento social e econômico; enquanto que no mundo desenvolvido pode assegurar uma maior estabilidade econômica e maior eqüidade", continuou.

Finalmente Dom Migliore destacou que "as Nações Unidas será mais apreciada quando a discussão sobre a força da lei se transforme de discussões sobre normas e valores em resultados tangíveis para aqueles que procuram a justiça".

Fonte - ACI

Nota DDP: Fiquei procurando algo específico para destacar, mas cheguei à conclusão que ia acabar marcando o texto todo. O Vaticano que tem pregado abertamente a necessidade de união da religião com o estado, está agora a exigir leis que "garantam" a dignidade do ser humano. E isso na tribuna da ONU. Certamente, em um mundo em crise como este em que estamos vivemos, encontra-se apenas em compasso de espera por um pacote onde possa adicionar as leis morais da igreja.
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