A Agência Internacional de Energia, que NÃO É UMA ONG AMBIENTALISTA, informa que as temidas mudanças climáticas são inevitáveis. Com as atuais tendências ao consumo de combustíveis fósseis e o consequente aumento dos níveis de concentração de CO na atmosfera, a Agência fala num aumento de temperatura entre 3 (Folha de São Paulo) e 6 graus Celsius (New Scientist).
Até agora, o Painel Intergovernamental Sobre Mudanças Climáticas afirmava que uma elevação entre 1 e 5 graus Celsius seria suficiente para causar sérios impactos no meio ambiente. A possibilidade de um aumento de 6 graus não era sequer considerada. E já não se fala mais em “até 2100”, mas em 2030.
O relatório de 2008 da Agência Internacional de Energia (www.iea.org) sobre as fontes e usos de energia no mundo será divulgado no dia 12.11.2008, em Londres, mas algumas informações nele contidas já começam a ser publicadas aqui e ali.
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Com isso, todos os demais problemas ambientais passam a ser periféricos. A prioridade absoluta passa a ser – como de fato já deveria ser há algum tempo – a elaboração de políticas de adaptação a uma nova realidade. Isso é o que os países sérios vêm fazendo.
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Para os que não acompanham o assunto de perto, vale lembrar que o Instituto Nacional de PesquisaS EspaciaIS - INPE, que tampouco é uma ONG mas um órgão do governo brasileiro, e onde não trabalham “ambientalistas” mas cientistas, entregou, há quase dois anos, ao presidente Lula, um extenso relatório sobre os impactos das mudanças climáticas no Brasil. Nele, os autores do relatório sugerem que o governo brasileiro se prepare para remover cerca de 46 milhões de pessoas do litoral. O relatório descreve, também, um semi-árido nordestino transformado numa região desértica ou quase, e a Amazônia caminhando em direção a uma savana.
Fonte - Luiz Prado Blog
Nota DDP: Nunca é demais fazer a ressalva. Ninguém se arvoraria a negar que existem mudanças substanciais no clima. O que se considera é a interferência do homem neste quadro e, em última instância, quais as medidas restritivas que serão tomadas como solução, as tais "políticas de adaptação a uma nova realidade".
No mais, 20 anos. Esse é o tempo para eventualmente se cumprirem catástrofes, agora certificadas por cientistas. Como sempre digo, não são mais os "crentes fanáticos" que estão pregando o fim. Ele chegou e já se faz notar.
Só que o desfecho é outro, começa com uma pequena nuvem no céu e termina com o arrebatamento daqueles que aguardam a manifestação do Salvador.
Sobre a referência ao INPE, que segundo me informaram asseverou que já teremos problemas em no máximo cinco anos (não consegui confirmar estes dados), as conclusões citadas podem ser acessadas aqui.
quarta-feira, 12 de novembro de 2008
Crise econômica revela crise antropológica
BARCELONA, terça-feira, 11 de novembro de 2008 (ZENIT.org).- Crise econômica: por trás dela se esconde uma «profunda crise humana», sustenta o cardeal Antonio Cañizares, arcebispo de Toledo e primaz da Espanha.
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O cardeal começou descrevendo a profunda crise humana que se esconde por trás da atual crise econômica.
Esta carência antropológica, considerou, foi causada «pela construção de nossas vidas à margem de Deus, pelo relativismo moral, pelo laicismo radical e por uma ideologia de gênero insidiosa que leva à destruição da verdade do homem».
A ausência de Deus, segundo o primaz, é a chave do que acontece: «Todo o esforço do homem sem Deus conduz a um beco sem saída», afirmou.
Cañizarez recordou então que o centro e futuro da Igreja estão na Eucaristia e na adoração de Jesus Cristo, e que a Igreja não existe para si mesma, mas porque é de Deus e para Deus.
O purpurado acrescentou: «Deus está presente no sofrimento e dá soluções porque vive deste sofrimento, padece-o e pode nos libertar». Por isso, convidou os presentes à oração e à adoração.
Finalmente, o cardeal pediu novas gerações de cristãos para que o mundo se desperte com a Luz de Cristo e propôs um novo desafio para a Igreja: «impulsionar uma pastoral missionária para construir uma Igreja evangelizada e evangelizadora».
Fonte - Zenit
Nota DDP: Em outras palavras, a crise deriva da desobediência aos mandamentos, regras morais de Deus (no fundo é verdade), e passa pela adoção da eucaristia pelos cristãos como rito comum, ou seja, serviços religiosos dominicais. Aliás, no relato a eucaristia vem antes de Cristo como solução, daí porque o domingo (falsa adoração) está na frente da verdadeira adoração.
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O cardeal começou descrevendo a profunda crise humana que se esconde por trás da atual crise econômica.
Esta carência antropológica, considerou, foi causada «pela construção de nossas vidas à margem de Deus, pelo relativismo moral, pelo laicismo radical e por uma ideologia de gênero insidiosa que leva à destruição da verdade do homem».
A ausência de Deus, segundo o primaz, é a chave do que acontece: «Todo o esforço do homem sem Deus conduz a um beco sem saída», afirmou.
Cañizarez recordou então que o centro e futuro da Igreja estão na Eucaristia e na adoração de Jesus Cristo, e que a Igreja não existe para si mesma, mas porque é de Deus e para Deus.
O purpurado acrescentou: «Deus está presente no sofrimento e dá soluções porque vive deste sofrimento, padece-o e pode nos libertar». Por isso, convidou os presentes à oração e à adoração.
Finalmente, o cardeal pediu novas gerações de cristãos para que o mundo se desperte com a Luz de Cristo e propôs um novo desafio para a Igreja: «impulsionar uma pastoral missionária para construir uma Igreja evangelizada e evangelizadora».
Fonte - Zenit
Nota DDP: Em outras palavras, a crise deriva da desobediência aos mandamentos, regras morais de Deus (no fundo é verdade), e passa pela adoção da eucaristia pelos cristãos como rito comum, ou seja, serviços religiosos dominicais. Aliás, no relato a eucaristia vem antes de Cristo como solução, daí porque o domingo (falsa adoração) está na frente da verdadeira adoração.
Holanda punirá insultos e declarações ofensivas vinculadas à religião
12.11.2008 - As autoridades holandesas vão retirar do seu arsenal penal um artigo que sancionava a blasfêmia. Contudo, este será substituído por um dispositivo que condena a discriminação, os "insultos graves" e as declarações "inutilmente ofensivas" dirigidas a indivíduos, relativas "à sua raça, à sua orientação sexual e à sua religião". Em última instância, a reforma conduz a prever um provável aumento das restrições da liberdade de expressão, num país que já vivenciou diversos episódios tumultuados neste campo, no decorrer dos últimos anos.
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Movidas pela preocupação de apaziguar as relações entre os holandeses de origem e a importante comunidade muçulmana, as autoridades haviam acenado em diversas oportunidades com a idéia de restaurar na lei o delito de blasfêmia. Entretanto, o projeto havia se revelado politicamente complexo demais. Isso porque o governo de centro-esquerda, composto por um partido cristão majoritário - o CDA, liderado pelo primeiro-ministro Jan Peter Balkenende -, por protestantes rigoristas, e ainda pelo partido trabalhista PVDA, estava dividido.
Um complicado compromisso, elaborado por Ernst Hirsch Ballin, o ministro democrata-cristão da justiça, foi então negociado. Ele acabou resultando no abandono de um artigo de lei adotado em 1932, e que na origem se destinava supostamente a proteger os cristãos contra uma campanha anti-religiosa lançada pelos setores comunistas. Este dispositivo havia sido abandonado em 1968, em decorrência de um processo cujo alvo era um escritor que havia alardeado a sua atração sexual por um deus que ele comparava com um jumento.
Em contrapartida, Ernst Hirsch Ballin propôs ampliar daqui para frente o alcance da noção de discriminação, de maneira a proteger melhor as crenças religiosas. Simultaneamente, ele assegurou que os humoristas e os jornalistas não deveriam "estar com medo". "Com a exceção de Deus, ninguém tampouco poderá insultar daqui para frente Alá ou Karl Marx", ironiza um dirigente do partido ecologista GroenLinks. "Não há razão alguma que justifique que os crentes devam ser mais bem protegidos do que os não-crentes", considera, por sua vez, um porta-voz do Socialistische partij (partido da esquerda radical). A reforma tem sido igualmente uma causa de preocupação para numerosos juristas.
Fonte - UOL
Nota DDP: Interessante como o assunto começa a se tornar recorrente. Chegará rapidamente o tempo em que um grupo não mais poderá pregar para o outro.
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Movidas pela preocupação de apaziguar as relações entre os holandeses de origem e a importante comunidade muçulmana, as autoridades haviam acenado em diversas oportunidades com a idéia de restaurar na lei o delito de blasfêmia. Entretanto, o projeto havia se revelado politicamente complexo demais. Isso porque o governo de centro-esquerda, composto por um partido cristão majoritário - o CDA, liderado pelo primeiro-ministro Jan Peter Balkenende -, por protestantes rigoristas, e ainda pelo partido trabalhista PVDA, estava dividido.
Um complicado compromisso, elaborado por Ernst Hirsch Ballin, o ministro democrata-cristão da justiça, foi então negociado. Ele acabou resultando no abandono de um artigo de lei adotado em 1932, e que na origem se destinava supostamente a proteger os cristãos contra uma campanha anti-religiosa lançada pelos setores comunistas. Este dispositivo havia sido abandonado em 1968, em decorrência de um processo cujo alvo era um escritor que havia alardeado a sua atração sexual por um deus que ele comparava com um jumento.
Em contrapartida, Ernst Hirsch Ballin propôs ampliar daqui para frente o alcance da noção de discriminação, de maneira a proteger melhor as crenças religiosas. Simultaneamente, ele assegurou que os humoristas e os jornalistas não deveriam "estar com medo". "Com a exceção de Deus, ninguém tampouco poderá insultar daqui para frente Alá ou Karl Marx", ironiza um dirigente do partido ecologista GroenLinks. "Não há razão alguma que justifique que os crentes devam ser mais bem protegidos do que os não-crentes", considera, por sua vez, um porta-voz do Socialistische partij (partido da esquerda radical). A reforma tem sido igualmente uma causa de preocupação para numerosos juristas.
Fonte - UOL
Nota DDP: Interessante como o assunto começa a se tornar recorrente. Chegará rapidamente o tempo em que um grupo não mais poderá pregar para o outro.
Judeus e católicos juntos
Budapeste, 11 nov (RV) - Está em andamento em Budapeste, na Hungria, o encontro entre a Comissão da Santa Sé para as Relações Religiosas com o Judaísmo e a delegação do Grão-rabinato de Israel para a Relação com a Igreja Católica.
O tema do encontro é: "A sociedade civil e a religião, perspectivas católicas e judaicas". O encontro foi organizado no âmbito dos 70 anos da "noite dos cristais".
O arcebispo de Budapeste e primaz da Hungria, Cardeal Péter Erdö, recordou que nas violências anti-semitas de 1938 na Alemanha e na Áustria mais de 8000 lojas foram destruídas, 1.400 sinagogas queimadas e milhares de pessoas mortas e deportadas. "Mas o mundo não reagiu", recordou. "Se isso aconteceu uma vez, pode acontecer novamente", acrescentou.
Mas sobre o encontro de Budapeste, a Rádio Vaticano entrevistou o presidente da Comissão para as relações religiosas com o Judaísmo, Card. Walter Kasper: "Constatamos que católicos e judeus têm os mesmos valores ou pelo menos valores semelhantes. E já que temos hoje na sociedade moderna também os mesmos desafios, a nossa intenção é enfrentá-los juntos".
O cardeal indica os campos nos quais se poderá colaborar de modo mais intenso: "Em especial no campo dos direitos humanos e da liberdade e, depois, na luta contra a pobreza e a miséria no mundo. Outro setor importante é a educação. Em todo caso, trata-se de um encontro amigável e de confiança mútua. Nós nos conhecemos há anos e nesses anos a confiança certamente cresceu. Agora queremos prosseguir".
Fonte - Radio Vaticano
Nota DDP: Tem um valor que entre estes dois grupos é bem semelhante, vejamos quem influenciará quem. Embora já saibamos a resposta.
O tema do encontro é: "A sociedade civil e a religião, perspectivas católicas e judaicas". O encontro foi organizado no âmbito dos 70 anos da "noite dos cristais".
O arcebispo de Budapeste e primaz da Hungria, Cardeal Péter Erdö, recordou que nas violências anti-semitas de 1938 na Alemanha e na Áustria mais de 8000 lojas foram destruídas, 1.400 sinagogas queimadas e milhares de pessoas mortas e deportadas. "Mas o mundo não reagiu", recordou. "Se isso aconteceu uma vez, pode acontecer novamente", acrescentou.
Mas sobre o encontro de Budapeste, a Rádio Vaticano entrevistou o presidente da Comissão para as relações religiosas com o Judaísmo, Card. Walter Kasper: "Constatamos que católicos e judeus têm os mesmos valores ou pelo menos valores semelhantes. E já que temos hoje na sociedade moderna também os mesmos desafios, a nossa intenção é enfrentá-los juntos".
O cardeal indica os campos nos quais se poderá colaborar de modo mais intenso: "Em especial no campo dos direitos humanos e da liberdade e, depois, na luta contra a pobreza e a miséria no mundo. Outro setor importante é a educação. Em todo caso, trata-se de um encontro amigável e de confiança mútua. Nós nos conhecemos há anos e nesses anos a confiança certamente cresceu. Agora queremos prosseguir".
Fonte - Radio Vaticano
Nota DDP: Tem um valor que entre estes dois grupos é bem semelhante, vejamos quem influenciará quem. Embora já saibamos a resposta.
Conferencia Episcopal dos EUA apresenta desafios a Obama
O arcebispo de Chicago e Presidente da Conferência Episcopal dos EUA, Cardeal Francis George, inaugurou esta segunda feira os trabalhos da Conferência dos bispos, em Baltimore, dedicando parte do seu discurso à recente eleição do novo presidente dos EUA, Barack Obama.
Afirmou antes de mais que “Obama se encontra perante desafios extraordinários e, enfrentando-os, deverá ter em conta o bem comum”. Os legisladores católicos, disse, devem seguir as indicações da própria fé, ao julgarem as directrizes políticas da nova administração. Os bispos, disse o Presidente da Conferencia Episcopal dos Estados Unidos, respeitam os políticos católicos, mas exortam-nos a não se esquecerem da doutrina católica.
Comentando as tarefas de Obama, o cardeal Francis George ressaltou que, ao trabalhar pelo bem comum da sociedade, “a justiça racial é uma das colunas da nossa doutrina; e a justiça económica , especialmente em relação aos pobres, outro pilar consistente”
Fonte - Ecclesia
Afirmou antes de mais que “Obama se encontra perante desafios extraordinários e, enfrentando-os, deverá ter em conta o bem comum”. Os legisladores católicos, disse, devem seguir as indicações da própria fé, ao julgarem as directrizes políticas da nova administração. Os bispos, disse o Presidente da Conferencia Episcopal dos Estados Unidos, respeitam os políticos católicos, mas exortam-nos a não se esquecerem da doutrina católica.
Comentando as tarefas de Obama, o cardeal Francis George ressaltou que, ao trabalhar pelo bem comum da sociedade, “a justiça racial é uma das colunas da nossa doutrina; e a justiça económica , especialmente em relação aos pobres, outro pilar consistente”
Fonte - Ecclesia
Selo de Deus X Marca da Besta (parte II)
Algumas citações do Espírito de Profecia, que clareiam o assunto da controvérsia entre o sábado e o domingo nos últimos dias.
SAÍDA DO DECRETO DOMINICAL
Retorno ao domingo para acabar as calamidades naturais
“E então o grande enganador persuadirá os homens de que os que servem a Deus estão motivando esses males. A classe que provocou o descontentamento do Céu atribuirá todas as suas inquietações àqueles cuja obediência aos mandamentos de Deus é perpétua reprovação aos transgressores. Declarar-se-á que os homens estão ofendendo a Deus pela violação do descanso dominical; que este pecado acarretou calamidades que não cessarão antes que a observância do domingo seja estritamente imposta; e que os que apresentam os requisitos do quarto mandamento, destruindo assim a reverência pelo domingo, são perturbadores do povo, impedindo a sua restauração ao favor divino e à prosperidade temporal. Assim se repetirá com motivos igualmente bem definidos a acusação feita na antiguidade contra o servo de Deus: "E sucedeu que, vendo Acabe a Elias, disse-lhe Acabe: És tu o perturbador de Israel? Então disse ele: Eu não tenho perturbado a Israel, mas tu e a casa de teu pai, porque deixastes os mandamentos do Senhor, e seguistes a Baalim." I Reis 18:17 e 18. Ao despertar-se a ira do povo por meio de falsas acusações, agirão para com os embaixadores de Deus de modo muito semelhante àquele que o apóstata Israel seguiu com relação a Elias” – Grande Conflito, pág. 590.
Remédio para o rebaixamento moral
“O poder operador de milagres manifesto pelo espiritismo, exercerá sua influência contra os que preferem obedecer a Deus a obedecer aos homens. Comunicações por parte dos espíritos declararão que Deus os enviou para convencer de seu erro os que rejeitam o domingo, afirmando que as leis do país deveriam ser obedecidas como a lei de Deus. Lamentarão a grande impiedade no mundo, apoiando o testemunho dos ensinadores religiosos de que o estado de rebaixamento da moral se deve à profanação do domingo. Grande será a indignação despertada contra todos os que se recusam a aceitar-lhes o testemunho” – Idem, 590-591.
Acusados de originar todo o mal
“Os que honram o sábado bíblico serão denunciados como inimigos da lei e da ordem, como que a derribar as restrições morais da sociedade, causando anarquia e corrupção, e atraindo os juízos de Deus sobre a Terra. Declarar-se-á que seus conscienciosos escrúpulos são teimosia, obstinação e desdém à autoridade. Serão acusados de deslealdade para com o governo. Ministros que negam a obrigação da lei divina, apresentarão do púlpito o dever de prestar obediência às autoridades civis, como ordenadas de Deus. Nas assembléias legislativas e tribunais de justiça, os observadores dos mandamentos serão caluniados e condenados. Dar-se-á um falso colorido às suas palavras; a pior interpretação será dada aos seus intuitos” – Idem, 592.
Os legisladores cederão à pressão popular
“Os dignitários da Igreja e do Estado unir-se-ão para subornar, persuadir ou forçar todas as classes a honrar o domingo. A falta de autoridade divina será suprida por legislação opressiva. A corrupção política está destruindo o amor à justiça e a consideração para com a verdade; e mesmo na livre América do Norte, governantes e legisladores, a fim de conseguir o favor do público, cederão ao pedido popular de uma lei que imponha a observância do domingo. A liberdade de consciência, obtida a tão elevado preço de sacrifício, não mais será respeitada. No conflito prestes a se desencadear, veremos exemplificadas as palavras do profeta: "O dragão irou-se contra a mulher, e foi fazer guerra ao resto da sua semente, os que guardam os mandamentos de Deus, e têm o testemunho de Jesus Cristo." Apoc. 12:17.” – Idem, pág. 592.
O mundo será iluminado com a pregação do Evangelho
“Assim será proclamada a mensagem do terceiro anjo. Ao chegar o tempo para que ela seja dada com o máximo poder, o Senhor operará por meio de humildes instrumentos, dirigindo a mente dos que se consagram ao Seu serviço. Os obreiros serão antes qualificados pela unção de Seu Espírito do que pelo preparo das instituições de ensino. Homens de fé e oração serão constrangidos a sair com zelo santo, declarando as palavras que Deus lhes dá. Os pecados de Babilônia serão revelados. Os terríveis resultados da imposição das observâncias da igreja pela autoridade civil, as incursões do espiritismo, os furtivos mas rápidos progressos do poder papal - tudo será desmascarado. Por meio destes solenes avisos o povo será comovido. Milhares de milhares que nunca ouviram palavras como essas, escutá-las-ão. Com espanto ouvirão o testemunho de que Babilônia é a igreja, caída por causa de seus erros e pecados, por causa de sua rejeição da verdade, enviada do Céu a ela. Ao ir o povo a seus antigos ensinadores, com a ávida pergunta - São estas coisas assim? - os ministros apresentam fábulas, profetizam coisas agradáveis, para acalmar-lhes os temores, e silenciar a consciência despertada. Mas, visto que muitos se recusarão a satisfazer-se com a mera autoridade dos homens, pedindo um claro - "Assim diz o Senhor" - o ministério popular, semelhante aos fariseus da antiguidade, cheio de ira por ser posta em dúvida a sua autoridade, denunciará a mensagem como sendo de Satanás, e agitará as multidões amantes do pecado para ultrajar e perseguir os que a proclamam” – Idem, pág. 606-607.
“Estendendo-se a controvérsia a novos campos, e sendo a atenção do povo chamada para a lei de Deus calcada a pés, Satanás entrará em ação. O poder que acompanha a mensagem apenas enfurecerá os que a ela se opõem. O clero empregará esforços quase sobre-humanos para excluir a luz, receoso de que ilumine seus rebanhos. Por todos os meios ao seu alcance esforçar-se-á por evitar todo estudo destes assuntos vitais. A igreja apelará para o braço forte do poder civil, e nesta obra unir-se-ão católicos e protestantes. Ao tornar-se o movimento em prol da imposição do domingo mais audaz e decidido, invocar-se-á a lei contra os observadores dos mandamentos. Serão ameaçados com multas e prisão, e a alguns se oferecerão posições de influência e outras recompensas e vantagens, como engodo para renunciarem a sua fé. Mas sua perseverante resposta será: "Mostrai-nos pela Palavra de Deus o nosso erro" - a mesma que foi apresentada por Lutero sob idênticas circunstâncias. Os que forem citados perante os tribunais, defenderão corajosamente a verdade, e alguns que os ouvirem serão levados a decidir-se a guardar todos os mandamentos de Deus. Assim a luz chegará a milhares que de outra maneira nada saberiam destas verdades” – Idem, 607.
Muitos apostatarão da fé Adventista do 7º Dia
“Ao aproximar-se a tempestade, uma classe numerosa que tem professado fé na mensagem do terceiro anjo, mas não tem sido santificada pela obediência à verdade, abandona sua posição, passando para as fileiras do adversário. Unindo-se ao mundo e participando de seu espírito, chegaram a ver as coisas quase sob a mesma luz; e, em vindo a prova, estão prontos a escolher o lado fácil, popular. Homens de talento e maneiras agradáveis, que se haviam já regozijado na verdade, empregam sua capacidade em enganar e transviar as almas. Tornam-se os piores inimigos de seus antigos irmãos. Quando os observadores do sábado forem levados perante os tribunais para responder por sua fé, estes apóstatas serão os mais ativos agentes de Satanás para representá-los falsamente e os acusar e, por meio de falsos boatos e insinuações, incitar os governantes contra eles” – Idem, 608.
Já podemos ouvir os passos de um Rei que Se aproxima!
Fonte - Prof. Gilson Medeiros
SAÍDA DO DECRETO DOMINICAL
Retorno ao domingo para acabar as calamidades naturais
“E então o grande enganador persuadirá os homens de que os que servem a Deus estão motivando esses males. A classe que provocou o descontentamento do Céu atribuirá todas as suas inquietações àqueles cuja obediência aos mandamentos de Deus é perpétua reprovação aos transgressores. Declarar-se-á que os homens estão ofendendo a Deus pela violação do descanso dominical; que este pecado acarretou calamidades que não cessarão antes que a observância do domingo seja estritamente imposta; e que os que apresentam os requisitos do quarto mandamento, destruindo assim a reverência pelo domingo, são perturbadores do povo, impedindo a sua restauração ao favor divino e à prosperidade temporal. Assim se repetirá com motivos igualmente bem definidos a acusação feita na antiguidade contra o servo de Deus: "E sucedeu que, vendo Acabe a Elias, disse-lhe Acabe: És tu o perturbador de Israel? Então disse ele: Eu não tenho perturbado a Israel, mas tu e a casa de teu pai, porque deixastes os mandamentos do Senhor, e seguistes a Baalim." I Reis 18:17 e 18. Ao despertar-se a ira do povo por meio de falsas acusações, agirão para com os embaixadores de Deus de modo muito semelhante àquele que o apóstata Israel seguiu com relação a Elias” – Grande Conflito, pág. 590.
Remédio para o rebaixamento moral
“O poder operador de milagres manifesto pelo espiritismo, exercerá sua influência contra os que preferem obedecer a Deus a obedecer aos homens. Comunicações por parte dos espíritos declararão que Deus os enviou para convencer de seu erro os que rejeitam o domingo, afirmando que as leis do país deveriam ser obedecidas como a lei de Deus. Lamentarão a grande impiedade no mundo, apoiando o testemunho dos ensinadores religiosos de que o estado de rebaixamento da moral se deve à profanação do domingo. Grande será a indignação despertada contra todos os que se recusam a aceitar-lhes o testemunho” – Idem, 590-591.
Acusados de originar todo o mal
“Os que honram o sábado bíblico serão denunciados como inimigos da lei e da ordem, como que a derribar as restrições morais da sociedade, causando anarquia e corrupção, e atraindo os juízos de Deus sobre a Terra. Declarar-se-á que seus conscienciosos escrúpulos são teimosia, obstinação e desdém à autoridade. Serão acusados de deslealdade para com o governo. Ministros que negam a obrigação da lei divina, apresentarão do púlpito o dever de prestar obediência às autoridades civis, como ordenadas de Deus. Nas assembléias legislativas e tribunais de justiça, os observadores dos mandamentos serão caluniados e condenados. Dar-se-á um falso colorido às suas palavras; a pior interpretação será dada aos seus intuitos” – Idem, 592.
Os legisladores cederão à pressão popular
“Os dignitários da Igreja e do Estado unir-se-ão para subornar, persuadir ou forçar todas as classes a honrar o domingo. A falta de autoridade divina será suprida por legislação opressiva. A corrupção política está destruindo o amor à justiça e a consideração para com a verdade; e mesmo na livre América do Norte, governantes e legisladores, a fim de conseguir o favor do público, cederão ao pedido popular de uma lei que imponha a observância do domingo. A liberdade de consciência, obtida a tão elevado preço de sacrifício, não mais será respeitada. No conflito prestes a se desencadear, veremos exemplificadas as palavras do profeta: "O dragão irou-se contra a mulher, e foi fazer guerra ao resto da sua semente, os que guardam os mandamentos de Deus, e têm o testemunho de Jesus Cristo." Apoc. 12:17.” – Idem, pág. 592.
O mundo será iluminado com a pregação do Evangelho
“Assim será proclamada a mensagem do terceiro anjo. Ao chegar o tempo para que ela seja dada com o máximo poder, o Senhor operará por meio de humildes instrumentos, dirigindo a mente dos que se consagram ao Seu serviço. Os obreiros serão antes qualificados pela unção de Seu Espírito do que pelo preparo das instituições de ensino. Homens de fé e oração serão constrangidos a sair com zelo santo, declarando as palavras que Deus lhes dá. Os pecados de Babilônia serão revelados. Os terríveis resultados da imposição das observâncias da igreja pela autoridade civil, as incursões do espiritismo, os furtivos mas rápidos progressos do poder papal - tudo será desmascarado. Por meio destes solenes avisos o povo será comovido. Milhares de milhares que nunca ouviram palavras como essas, escutá-las-ão. Com espanto ouvirão o testemunho de que Babilônia é a igreja, caída por causa de seus erros e pecados, por causa de sua rejeição da verdade, enviada do Céu a ela. Ao ir o povo a seus antigos ensinadores, com a ávida pergunta - São estas coisas assim? - os ministros apresentam fábulas, profetizam coisas agradáveis, para acalmar-lhes os temores, e silenciar a consciência despertada. Mas, visto que muitos se recusarão a satisfazer-se com a mera autoridade dos homens, pedindo um claro - "Assim diz o Senhor" - o ministério popular, semelhante aos fariseus da antiguidade, cheio de ira por ser posta em dúvida a sua autoridade, denunciará a mensagem como sendo de Satanás, e agitará as multidões amantes do pecado para ultrajar e perseguir os que a proclamam” – Idem, pág. 606-607.
“Estendendo-se a controvérsia a novos campos, e sendo a atenção do povo chamada para a lei de Deus calcada a pés, Satanás entrará em ação. O poder que acompanha a mensagem apenas enfurecerá os que a ela se opõem. O clero empregará esforços quase sobre-humanos para excluir a luz, receoso de que ilumine seus rebanhos. Por todos os meios ao seu alcance esforçar-se-á por evitar todo estudo destes assuntos vitais. A igreja apelará para o braço forte do poder civil, e nesta obra unir-se-ão católicos e protestantes. Ao tornar-se o movimento em prol da imposição do domingo mais audaz e decidido, invocar-se-á a lei contra os observadores dos mandamentos. Serão ameaçados com multas e prisão, e a alguns se oferecerão posições de influência e outras recompensas e vantagens, como engodo para renunciarem a sua fé. Mas sua perseverante resposta será: "Mostrai-nos pela Palavra de Deus o nosso erro" - a mesma que foi apresentada por Lutero sob idênticas circunstâncias. Os que forem citados perante os tribunais, defenderão corajosamente a verdade, e alguns que os ouvirem serão levados a decidir-se a guardar todos os mandamentos de Deus. Assim a luz chegará a milhares que de outra maneira nada saberiam destas verdades” – Idem, 607.
Muitos apostatarão da fé Adventista do 7º Dia
“Ao aproximar-se a tempestade, uma classe numerosa que tem professado fé na mensagem do terceiro anjo, mas não tem sido santificada pela obediência à verdade, abandona sua posição, passando para as fileiras do adversário. Unindo-se ao mundo e participando de seu espírito, chegaram a ver as coisas quase sob a mesma luz; e, em vindo a prova, estão prontos a escolher o lado fácil, popular. Homens de talento e maneiras agradáveis, que se haviam já regozijado na verdade, empregam sua capacidade em enganar e transviar as almas. Tornam-se os piores inimigos de seus antigos irmãos. Quando os observadores do sábado forem levados perante os tribunais para responder por sua fé, estes apóstatas serão os mais ativos agentes de Satanás para representá-los falsamente e os acusar e, por meio de falsos boatos e insinuações, incitar os governantes contra eles” – Idem, 608.
Já podemos ouvir os passos de um Rei que Se aproxima!
Fonte - Prof. Gilson Medeiros
Selo de Deus X Marca da Besta (parte I)
Por que os Adventistas crêem que o domingo será a "marca da besta" do Apocalipse?
Preparei um estudo esquemático sobre o tema, que você pode usar como sermão em sua igreja. Hoje vou postar a primeira parte.
Bom proveito!
-.-.-.-.-.-.-.-.-.-.-.-.-.-.-.-.-.-.-
I. A Marca da Besta – Apoc. 13:15-17
A. Identificando a Marca
1. A marca é colocada sobre a “fronte” ou sobre a “mão”. Sobre a fronte recebem aqueles que aceitam conscientemente tal marca, e sobre a mão receberão os que serão obrigados a aceitarem o dia de adoração estipulado pelo papado.
2. A Daniel já havia sido revelado que o poder usurpador alteraria a própria Lei de Deus, o que aconteceu sem sombras de dúvidas, especialmente na alteração do 2º e do 4º Mandamentos (cf. Dn 7:25)
O erudito católico romano, John A. O’Brien, em seu livro "The Faith of Millions" (Edição Revista, Huntington: Our Sunday Visitor, 1974, pág. 400-401), declara o seguinte: “Visto que o sábado, e não o domingo, é especificado na Bíblia, não é curioso que os não-católicos, que alegam extrair sua religião diretamente da Bíblia, e não da Igreja, observem o domingo em lugar do sábado? O costume de guardar o domingo se baseia na autoridade da Igreja Católica, e não num texto explícito da Bíblia” – Lição da Escola Sabatina, Out-Dez/1994, p. 97.
Que declaração impressionante! Como os ditos "evangélicos" respondem a tal afirmação? Com o silêncio...
3. Como sempre, o diabo deseja se opor a Deus e a tudo que diga respeito a Ele. É por isso que, desde o início, o diabo sempre procurou adulterar a doutrina divina e fazer com que as pessaos aceitem outra doutrina em seu lugar. Por exemplo, o espiritismo - Deus disse: "morre"... o diabo, arrogantemente, disse: "não morre" (cf. Gên. 3)... e a mentira perdura até hoje nas novelas, filmes, livros... e nas igrejas.
4. Com o sábado foi a mesma coisa. Deus disse: "Lembra-te do sábado para o santificar"... então veio o diabo e disse: "o sábado passou, agora devemos guardar o domingo"... e a mentira perdura até hoje.
B. Ferramenta de Opressão e Dominação Religiosa
1. Apenas aqueles que possuírem a marca da besta (aceitarem trocar o dia do Senhor pelo dia do papado) é que poderão continuar realizando as transações comerciais e financeiras para a manutenção da vida diária.
2. Alguns acreditam que tal "controle" se dará por meio de um chip implantado sob a pele. Pode ser que sim, mas isso não é o mais importante.
II. O Selo de Deus – Apoc. 9:4; 7:3
A. As Duas Partes do Selo de Deus
1. O Espírito Santo sela os conversos por ocasião do novo nascimento (cf. Efés. 1:12-14; 4:30).
2. O outro momento do selo é o evento do tempo do fim (Apoc. 7:3)
B. Quem Receberá o Selo de Deus?
1. Os fiéis
O nome de Cristo e o do Pai, colocados em Suas frontes, simbolizam que, pelo Espírito Santo, eles são participantes do caráter de Deus. Desfrutam a experiência do novo concerto, tendo assim a Lei de Deus inscrita no coração (cf. Heb. 8:10-12).
2. Os que rejeitarem a marca da besta
Aqueles que se mantiverem leais ao Senhor, mesmo sofrendo penalidades e privações terrenas, e não aceitarem a marca da besta em suas vidas (santificando o dia do papado – o domingo), serão contados entre os escolhidos do Senhor.
C. O que Realmente é o Selo de Deus?
1. O Senhor escolheu a observância de Seu sábado como o selo ou sinal característico de leal e viva ligação com Ele (cf. Ezeq. 20:12 e 20).
2. O sábado de Deus é um selo ou sinal do poder e autoridade que Lhe pertencem em virtude da Sua função como Criador, Mantenedor e Redentor (cf. Gên. 2:1-3).
3. Ao observar o sábado, demonstramos os efeitos do poder e autoridade de Deus em nossa vida (cf. Êxo. 20:8-11). Ou seja, não guardamos o sábado PARA NOS SALVAR, mas o fazemos porque JÁ ESTAMOS SALVOS PELA FÉ, e agora queremos demonstrar nosso amor através da obediência humilde e sincera (cf. João 14:15).
III. Quando Ocorrerá a Separação Definitiva?
A. Antes das pragas
1. Os fiéis são selados antes que venham os ventos da contenda, que serão soltos perto do fim da história terrestre (Apoc. 7:1-3).
2. Apenas sobre os ímpios, que receberem a marca da besta, é que cairão as pragas dos últimos dias (cf. Apoc. 16:1-2).
B. Após a saída do decreto de morte
1. A profecia mostra que os Estados Unidos se tornará o principal defensor do poder e das orientações papais.
“Leis impondo a observância do domingo como o sábado ocasionarão uma apostasia nacional dos princípios do republicanismo em que se baseia o governo. A religião do papado será aceita pelos governantes, e será invalidade a lei de Deus” – Ellen White, Eventos Finais, p. 116.
“Quando a observância do domingo for imposta por lei, e o mundo for esclarecido relativamente à obrigação do verdadeiro sábado, quem então transgredir o mandamento de Deus para obedecer a um preceito que não tem maior autoridade que a de Roma, honrará desta maneira ao papado mais do que a Deus... E somente depois que esta situação esteja assim plenamente exposta perante o povo... é que, então, aqueles que continuam a transgredir hão de receber o sinal da besta” – Ellen White, O Grande Conflito, p. 450.
CONCLUSÃO
Estamos diante de eventos nunca antes presenciados na História humana. Deus e o diabo entrarão em sua última batalha, e o sábado será o ponto de definição. Mas sabemos de que lado estará a vitória...
Por isso, temos que buscar hoje, enquanto há liberdade, uma consagração tal que resista a estes tempos de provação e perseguição. Deus está ao nosso lado!
De que lado você deseja ficar – do lado do Senhor ou do lado do diabo?
Sua escolha selará seu destino eterno...
Adaptado de:
Lição Escola Sabatina, Outubro-Dezembro, 1994.
Fonte - Prof. Gilson Medeiros
Preparei um estudo esquemático sobre o tema, que você pode usar como sermão em sua igreja. Hoje vou postar a primeira parte.
Bom proveito!
-.-.-.-.-.-.-.-.-.-.-.-.-.-.-.-.-.-.-
I. A Marca da Besta – Apoc. 13:15-17
A. Identificando a Marca
1. A marca é colocada sobre a “fronte” ou sobre a “mão”. Sobre a fronte recebem aqueles que aceitam conscientemente tal marca, e sobre a mão receberão os que serão obrigados a aceitarem o dia de adoração estipulado pelo papado.
2. A Daniel já havia sido revelado que o poder usurpador alteraria a própria Lei de Deus, o que aconteceu sem sombras de dúvidas, especialmente na alteração do 2º e do 4º Mandamentos (cf. Dn 7:25)
O erudito católico romano, John A. O’Brien, em seu livro "The Faith of Millions" (Edição Revista, Huntington: Our Sunday Visitor, 1974, pág. 400-401), declara o seguinte: “Visto que o sábado, e não o domingo, é especificado na Bíblia, não é curioso que os não-católicos, que alegam extrair sua religião diretamente da Bíblia, e não da Igreja, observem o domingo em lugar do sábado? O costume de guardar o domingo se baseia na autoridade da Igreja Católica, e não num texto explícito da Bíblia” – Lição da Escola Sabatina, Out-Dez/1994, p. 97.
Que declaração impressionante! Como os ditos "evangélicos" respondem a tal afirmação? Com o silêncio...
3. Como sempre, o diabo deseja se opor a Deus e a tudo que diga respeito a Ele. É por isso que, desde o início, o diabo sempre procurou adulterar a doutrina divina e fazer com que as pessaos aceitem outra doutrina em seu lugar. Por exemplo, o espiritismo - Deus disse: "morre"... o diabo, arrogantemente, disse: "não morre" (cf. Gên. 3)... e a mentira perdura até hoje nas novelas, filmes, livros... e nas igrejas.
4. Com o sábado foi a mesma coisa. Deus disse: "Lembra-te do sábado para o santificar"... então veio o diabo e disse: "o sábado passou, agora devemos guardar o domingo"... e a mentira perdura até hoje.
B. Ferramenta de Opressão e Dominação Religiosa
1. Apenas aqueles que possuírem a marca da besta (aceitarem trocar o dia do Senhor pelo dia do papado) é que poderão continuar realizando as transações comerciais e financeiras para a manutenção da vida diária.
2. Alguns acreditam que tal "controle" se dará por meio de um chip implantado sob a pele. Pode ser que sim, mas isso não é o mais importante.
II. O Selo de Deus – Apoc. 9:4; 7:3
A. As Duas Partes do Selo de Deus
1. O Espírito Santo sela os conversos por ocasião do novo nascimento (cf. Efés. 1:12-14; 4:30).
2. O outro momento do selo é o evento do tempo do fim (Apoc. 7:3)
B. Quem Receberá o Selo de Deus?
1. Os fiéis
O nome de Cristo e o do Pai, colocados em Suas frontes, simbolizam que, pelo Espírito Santo, eles são participantes do caráter de Deus. Desfrutam a experiência do novo concerto, tendo assim a Lei de Deus inscrita no coração (cf. Heb. 8:10-12).
2. Os que rejeitarem a marca da besta
Aqueles que se mantiverem leais ao Senhor, mesmo sofrendo penalidades e privações terrenas, e não aceitarem a marca da besta em suas vidas (santificando o dia do papado – o domingo), serão contados entre os escolhidos do Senhor.
C. O que Realmente é o Selo de Deus?
1. O Senhor escolheu a observância de Seu sábado como o selo ou sinal característico de leal e viva ligação com Ele (cf. Ezeq. 20:12 e 20).
2. O sábado de Deus é um selo ou sinal do poder e autoridade que Lhe pertencem em virtude da Sua função como Criador, Mantenedor e Redentor (cf. Gên. 2:1-3).
3. Ao observar o sábado, demonstramos os efeitos do poder e autoridade de Deus em nossa vida (cf. Êxo. 20:8-11). Ou seja, não guardamos o sábado PARA NOS SALVAR, mas o fazemos porque JÁ ESTAMOS SALVOS PELA FÉ, e agora queremos demonstrar nosso amor através da obediência humilde e sincera (cf. João 14:15).
III. Quando Ocorrerá a Separação Definitiva?
A. Antes das pragas
1. Os fiéis são selados antes que venham os ventos da contenda, que serão soltos perto do fim da história terrestre (Apoc. 7:1-3).
2. Apenas sobre os ímpios, que receberem a marca da besta, é que cairão as pragas dos últimos dias (cf. Apoc. 16:1-2).
B. Após a saída do decreto de morte
1. A profecia mostra que os Estados Unidos se tornará o principal defensor do poder e das orientações papais.
“Leis impondo a observância do domingo como o sábado ocasionarão uma apostasia nacional dos princípios do republicanismo em que se baseia o governo. A religião do papado será aceita pelos governantes, e será invalidade a lei de Deus” – Ellen White, Eventos Finais, p. 116.
“Quando a observância do domingo for imposta por lei, e o mundo for esclarecido relativamente à obrigação do verdadeiro sábado, quem então transgredir o mandamento de Deus para obedecer a um preceito que não tem maior autoridade que a de Roma, honrará desta maneira ao papado mais do que a Deus... E somente depois que esta situação esteja assim plenamente exposta perante o povo... é que, então, aqueles que continuam a transgredir hão de receber o sinal da besta” – Ellen White, O Grande Conflito, p. 450.
CONCLUSÃO
Estamos diante de eventos nunca antes presenciados na História humana. Deus e o diabo entrarão em sua última batalha, e o sábado será o ponto de definição. Mas sabemos de que lado estará a vitória...
Por isso, temos que buscar hoje, enquanto há liberdade, uma consagração tal que resista a estes tempos de provação e perseguição. Deus está ao nosso lado!
De que lado você deseja ficar – do lado do Senhor ou do lado do diabo?
Sua escolha selará seu destino eterno...
Adaptado de:
Lição Escola Sabatina, Outubro-Dezembro, 1994.
Fonte - Prof. Gilson Medeiros
Estilo de vida humano extrapola capacidade da Terra
A Terra perdeu, em pouco mais de um quarto de século, quase um terço de sua riqueza biológica e recursos, e no atual ritmo, a humanidade necessitará de dois planetas em 2030 para manter seu estilo de vida, advertiu (...) o Fundo Mundial para a Natureza (WWF, por sua sigla em inglês). A demanda da população excede em cerca de 30% a capacidade regeneradora da Terra, segundo o Relatório Planeta Vivo 2008, divulgado por esta organização ambientalista a cada dois anos sobre a situação ambiental dos ecossistemas. “O mundo está lutando atualmente com as conseqüências de ter supervalorizado seus ativos financeiros. Mas uma crise muito mais grave ainda virá: um desastre ecológico causado pela não valorização de nossos recursos ambientais, que são a base de toda a vida e da prosperidade”, disse o diretor-geral da WWF, James Leape.
O estudo mostra que mais de 75% da população mundial vive atualmente em países que são “devedores ecológicos”, onde o consumo nacional superou sua capacidade biológica de regeneração. “A maioria de nós segue alimentando nosso estilo de vida e nosso crescimento econômico extraindo cada vez mais o capital ecológico de outras partes do mundo”, afirmou Leape. “Se as demandas em nosso planeta continuarem crescendo no mesmo ritmo, em meados dos anos 2030 necessitaremos do equivalente a dois planetas para manter nosso estilo de vida”, acrescentou.
O relatório, elaborado desde 1998, revela que o Índice Planeta Vivo (IPV) caiu quase 30% desde 1970. Isso significa que se reduziram nessa proporção aproximadamente 5 mil povoações naturais de cerca de 1.686 espécies, uma taxa superior a de 25% do relatório de 2006. Essas perdas se devem a fatores como desmatamento, poluição, pesca proibida, impacto de diques e mudança climática. (...)
(Terra)
Nota: além da crise financeira, o aquecimento global tem sido grande fator de união de pensamentos e esforços, por isso mesmo chamado ECOmenismo.
Leia também: “Desafios globais”
Fonte - Michelson Borges
O estudo mostra que mais de 75% da população mundial vive atualmente em países que são “devedores ecológicos”, onde o consumo nacional superou sua capacidade biológica de regeneração. “A maioria de nós segue alimentando nosso estilo de vida e nosso crescimento econômico extraindo cada vez mais o capital ecológico de outras partes do mundo”, afirmou Leape. “Se as demandas em nosso planeta continuarem crescendo no mesmo ritmo, em meados dos anos 2030 necessitaremos do equivalente a dois planetas para manter nosso estilo de vida”, acrescentou.
O relatório, elaborado desde 1998, revela que o Índice Planeta Vivo (IPV) caiu quase 30% desde 1970. Isso significa que se reduziram nessa proporção aproximadamente 5 mil povoações naturais de cerca de 1.686 espécies, uma taxa superior a de 25% do relatório de 2006. Essas perdas se devem a fatores como desmatamento, poluição, pesca proibida, impacto de diques e mudança climática. (...)
(Terra)
Nota: além da crise financeira, o aquecimento global tem sido grande fator de união de pensamentos e esforços, por isso mesmo chamado ECOmenismo.
Leia também: “Desafios globais”
Fonte - Michelson Borges
terça-feira, 11 de novembro de 2008
Religião: Em busca de uma cultura de paz

Nova York, 10/11/2008 – Mais de uma dezena de líderes políticos se reunirão na Organização das Nações Unidas para impulsionar uma “cultura de paz”, insistindo em combater os equívocos em torno das religiões, especialmente o islã, e contra o crescimento do racismo, da xenofobia e da intolerância no mundo. A grande maioria dos chefes de Estado e de governo que participarão do encontro, marcado para quarta-feira e quinta-feira (10 e 11/11), serão dirigentes de países muçulmanos como Arábia Saudita, Barein, Egito, Emirados Árabes Unidos, Jordânia, Kuwait, Marrocos, Paquistão e Qatar.
O presidente dos Estados Unidos, George W. Bush, também fará parte do encontro de dois dias, no contexto da Assembléia Geral da ONU, de 192 membros, na que será sua segunda visita à sede das Nações Unidas este ano depois das sessões de setembro. “Será uma conferência muito importante”, assegurou o secretário-geral da ONU, Ban Ki-moon, afirmando que a ONU é o centro dos esforços mundiais no sentido de impulsionar respeito mútuo, compreensão e diálogo. A iniciativa da reunião foi do rei Abdulá bin Abdulaziz, da Arábia Saudita, guardião de duas mesquitas sagradas.
...
O presidente da Assembléia Geral da ONU, o sacerdote católico nicaragüense Miguel d’Escoto, afirmou que a questão da reunião não é a religião. Se falará sobre os valores comuns das diferentes culturas, sejam religiosos, de civilizações, éticos ou filosóficos, acrescentou. Na semana passada os países-membros das Nações Unidas divulgaram o documento “Combater a difamação das religiões”. O conceito de “difamação das religiões” não é contemplado pelo direito internacional e os esforços para combatê-la costumam terminar em restrições à liberdade de pensamento, de consciência, de religião e de expressão, segundo os Estados Unidos.
Esse país reconhece que do ponto de vista legal o conceito de “difamação das religiões” é “muito problemático porque a legislação em matéria de direitos humanos existe para proteger as pessoas, não as religiões nem as ideologias e nem as crenças. Mas, o conceito visa a expressar a idéia de que a religião pode ficar amparada pela legislação de direitos humanos, o que pode prejudicar a proteção das pessoas”.
Quanto à liberdade de expressão, os Estados Unidos afirmam que os governos não devem proibir nem castigar declarações, mesmo quando forem ofensivas o incitarem ao ódio, com base em uma confiança subjacente de que em uma sociedade livre esse tipo de idéia não prosperará por sua falta intrínseca de méritos. Os Estados Unidos também consideram que se deve fazer mais para promover a compreensão inter-religiosa, que devem ser tomadas medidas concretas para fomentar a tolerância e que os direitos das pessoas são o melhor instrumento para combater os abusos e as ideologias de ódio.
Fonte - Envolverde
Nota DDP: Comentei esta questão ontem em relação à concordata obscura em terras tupiniquins com o poder romano. Mas pode se ler mais sobre o assunto em "Bento XVI exalta a liberdade de religião" e "Papa acusa seitas de confundir católicos" (onde ele diz ser contrário ao proselitismo, dos outros claro, como pode ser visto em "Vaticano diz que fiéis têm o dever de evangelizar não-católicos").
Voltando um pouco mais no tempo, temos "Igrejas querem código de conduta por roubo de fiéis", que é onde realmente entra esta questão da ONU, ao interesse do Vaticano, lógico.
E por último, já há mais de um ano: "O "Grande Conflito" em movimento 2"
A livre pregação do Evangelho está com os dias contados.
Horizonte das mudanças: qual o papel do Estado?
Desde que a crise financeira global foi deflagrada crescem as apostas sobre quanto tempo vai durar e como ficarão os mercados depois de passada a tormenta. Conversando com um dos principais editores de publicações para o mercado financeiro, que está acompanhando muito de perto as reações de investidores e profissionais de Relações com Investidores (RI), fica a impressão de que a crise é mais profunda do que aparenta. No entanto, o olhar dele é direto no “olho do furacão”, no centro nervoso das perdas financeiras.
Por outro lado tenho conversado com empresários e executivos que atuam na produção e na prestação de serviços, longe do setor financeiro, e a percepção é outra. Há claramente o receio em relação ao aperto no crédito, mas não existe a sensação de “fim de mundo” que assolou o mercado financeiro. Em todas as falas, no entanto, há claramente a consciência de que “nada será como antes”. O Estado, esta entidade que “deveria ser mínima” conforme pregavam os liberais e neoliberais de ontem, agora “deve ter poder regulatório”, dizem aqueles que saltaram nos botes salva-vidas lançados pelos governos ao redor do mundo.
...
O mundo não será como antes, mas principalmente o Estado não vai mais soltar as rédeas da economia como antes.
...
Fonte - Envolverde
Nota DDP: Não só da economia.
Por outro lado tenho conversado com empresários e executivos que atuam na produção e na prestação de serviços, longe do setor financeiro, e a percepção é outra. Há claramente o receio em relação ao aperto no crédito, mas não existe a sensação de “fim de mundo” que assolou o mercado financeiro. Em todas as falas, no entanto, há claramente a consciência de que “nada será como antes”. O Estado, esta entidade que “deveria ser mínima” conforme pregavam os liberais e neoliberais de ontem, agora “deve ter poder regulatório”, dizem aqueles que saltaram nos botes salva-vidas lançados pelos governos ao redor do mundo.
...
O mundo não será como antes, mas principalmente o Estado não vai mais soltar as rédeas da economia como antes.
...
Fonte - Envolverde
Nota DDP: Não só da economia.
Bin Laden prepara ataque devastador contra os EUA
Londres - O líder da organização Al-Qaeda, Osama bin Laden, está preparando um novo ataque contra os Estados Unidos que será "muito maior que a operação de 11 de setembro" de 2001 e que tem como objetivo "mudar o rosto do mundo política e economicamente".
A ameaça foi divulgada hoje por seu emissor na capital iemenita Sanaa, o jornal em língua árabe Al-Quds Al-Arabi, publicado em Londres, que faz referência à ação em seu site citando "uma fonte próxima à direção da Al-Qaeda no Iêmen".
Esta "grande operação" ocorrerá "num futuro próximo", disse a fonte e será "uma resposta à rejeição dos Estados Unidos à trégua proposta pela Al-Qaeda aos Estados ocidentais".
"As instruções operacionais do ataque foram dadas por Osama bin Laden", disse a fonte, apresentada como um ex-dirigente da Al-Qaeda.
A fonte acrescenta que a rede de Bin Laden está passando por "uma fase claramente positiva" com campos de treinamento em "vários países do mundo", o controle de grande parte da Somália, do Afeganistão, e do Iêmen, onde os "chefes tribais juraram sua fidelidade a Bin Laden".
Fonte - Jornal da Mídia
A ameaça foi divulgada hoje por seu emissor na capital iemenita Sanaa, o jornal em língua árabe Al-Quds Al-Arabi, publicado em Londres, que faz referência à ação em seu site citando "uma fonte próxima à direção da Al-Qaeda no Iêmen".
Esta "grande operação" ocorrerá "num futuro próximo", disse a fonte e será "uma resposta à rejeição dos Estados Unidos à trégua proposta pela Al-Qaeda aos Estados ocidentais".
"As instruções operacionais do ataque foram dadas por Osama bin Laden", disse a fonte, apresentada como um ex-dirigente da Al-Qaeda.
A fonte acrescenta que a rede de Bin Laden está passando por "uma fase claramente positiva" com campos de treinamento em "vários países do mundo", o controle de grande parte da Somália, do Afeganistão, e do Iêmen, onde os "chefes tribais juraram sua fidelidade a Bin Laden".
Fonte - Jornal da Mídia
segunda-feira, 10 de novembro de 2008
As concordatas romanas
O presidente brasileiro está na Itália. Aproveitou para visitar BXVI.
Quando este último esteve no Brasil, muito se falou acerca da assinatura de uma concordata entre os dois entes políticos. Na época o governo brasileiro desconversou sob a alegação que o Vaticano exigia muitos privilégios que não seriam concedidos.
Vejam a manifestação do porta-voz responsável sobre o momento atual desta negociação:
Entrevista coletiva concedida pelo Porta-Voz
...
Na quinta-feira, 13 de novembro, no Vaticano, o Presidente terá encontro às 11h com Sua Santidade o Papa Bento XVI.
Além de retribuir a visita do Papa ao Brasil, realizada em maio de 2007, a programada audiência do presidente Lula com Bento XVI constitui ocasião para dar continuidade ao diálogo sobre temas de significativa importância para ambos chefes de Estado.
A agenda de política externa brasileira apresenta pontos de convergência com a da Santa Sé, em especial em suas vertentes relacionadas à solidariedade para com os países mais pobres, ao combate à fome e à pobreza, ao empenho na preservação da paz, aos esforços em prol da construção de uma sociedade mais justa e eqüitativa, ao respeito aos direitos humanos e à preocupação com a situação dos migrantes.
...
Jornalista: Boa tarde. Eu gostaria que você desse mais detalhes desse encontro que o Lula terá com o Bento XVI.
Porta-voz: Será um encontro curto e, nesse encontro, não existe nenhuma pauta específica. Como eu disse a vocês, será um encontro no qual os dois discutirão esses temas que são comuns na agenda prioritária tanto do Vaticano quanto do Brasil: a cooperação para ajuda aos países em desenvolvimento, o tema das migrações, que também é importante para ambos. Existe também um outro tema que é importante, que está sendo desenvolvido entre os dois países, que é a questão do acordo entre o Vaticano e o Brasil, que é o acordo para disciplinar as relações bilaterais e a ação da Igreja no território brasileiro. Esse acordo está sendo negociado. As negociações estão se intensificando e existe uma possibilidade de que venha a ser assinado nessa ocasião, mas, fora isso, será uma visita curta e será um diálogo curto sobre temas gerais, de interesse de ambos os chefes de Estado.
Jornalista: Sobre esse acordo com o Vaticano, você já tem alguns detalhes do acordo, em que situação está, se tem possibilidade de assinar?
Porta-voz: Eu não teria detalhes do acordo. O que eu posso dizer a vocês é que ele tem sido negociado intensamente nos últimos meses, houve uma consulta grande, interna, no Brasil a vários ministérios a respeito desse acordo, foram dadas opiniões dos vários ministérios, das várias autoridades a respeito disso. Para as autoridades brasileiras é importante que o acordo preserve conceitos constitucionais de liberdade religiosa, de não-discriminação com base em credo, que disponha sobre direitos e deveres para a atuação de entidades religiosas nas áreas contempladas no texto, dentro dos limites estabelecidos na Constituição brasileira. O Presidente levará ao Papa a idéia do empenho e da seriedade com que os representantes do governo brasileiro conduziram as negociações para esse acordo-quadro Brasil-Santa Sé. O Presidente espera ter condições de assinar já esse acordo no encontro com o Papa.
Jornalista: Esse acordo, por exemplo, pode se referir... [Parece que falta algo aqui] Porque o Brasil tem um papel importante em relação à Igreja Católica, um dos países do mundo onde a religião católica prevalece mais do que outras religiões. Eu gostaria de saber se o presidente Lula tem essa preocupação, ou seja, a religião católica tem diminuído nos últimos tempos. E é esse tipo de conversa que vai ter durante esse acordo com o Bento XVI?
Porta-voz: Não, o Presidente espera poder assinar o acordo mas não será discutido especificamente, não será negociado no momento. O acordo está sendo negociado e espera-se que se possa assinar. O Brasil espera que o acordo mantenha um tratamento equânime para todos os credos legalmente estabelecidos no Brasil observada, é claro, a natureza singular da Santa Sé como sujeito no Direito Internacional.
Fonte - Secretaria de Imprensa
Nota DDP: Este é um bom exemplo de como as coisas funcionam quando existem interesses do Vaticano em discussão.
1) Inicialmente se assevera que a intenção do encontro dos chefes e estado era "continuar a discussão";
2) Em seguida se diz que estas negociações estão se intensificando, mas há uma "possibilidade" de que seja assinada a concordata nesta ocasião;
3) Indagado sobre os detalhes, revela o entrevistado que eles não existem, mesmo com a afirmativa de que houve "intensa" negociação nos últimos meses;
4) Em seguida, mesmo sem ter "detalhes" de algo tão intensamente discutido, revela que dispõe sobre a não discriminação religiosa com base no credo e, estabelece "direitos e deveres para a atuação de entidades religiosas nas áreas contempladas no texto" (?!);
5) Da intenção de continuar a discussão do item 1), passa-se à afirmação que o presidente espera assinar a concordata com BVXI já nesta visita;
6) Por fim, levantando-se a supremacia católica [ironic mode on]"como sempre houve na história deste país"[ironic mode off], restou consignado que o governo espera que os demais credos sejam respeitados, levando-se em consideração, no entanto, a natureza singular da sé católica como sujeito de direito internacional.
Eu só fico me perguntando, com todo o caráter obscuro destes termos, até porque penso que os maiores acertos não serão trazidos a público, muito menos assinados, que é meio estranho primeiro um país assinar com outro de caráter confessional regras que acabam por violar o tal estado laico (que na prática não existe), segundo que onde cabe direitos e deveres de outros credos por parte do Vaticano?
Muito se fala de acordos de não "proselitismo", como já considerado pelo Conselho Mundial de Igrejas, com normas estatais a regular esta condição, o que certamente passará por estas "concordatas", tudo em nome da paz. Daqui à pouco será bem difícil pregar o Evagelho.
[Colaboração - Éder Rocha]
Quando este último esteve no Brasil, muito se falou acerca da assinatura de uma concordata entre os dois entes políticos. Na época o governo brasileiro desconversou sob a alegação que o Vaticano exigia muitos privilégios que não seriam concedidos.
Vejam a manifestação do porta-voz responsável sobre o momento atual desta negociação:
Entrevista coletiva concedida pelo Porta-Voz
...
Na quinta-feira, 13 de novembro, no Vaticano, o Presidente terá encontro às 11h com Sua Santidade o Papa Bento XVI.
Além de retribuir a visita do Papa ao Brasil, realizada em maio de 2007, a programada audiência do presidente Lula com Bento XVI constitui ocasião para dar continuidade ao diálogo sobre temas de significativa importância para ambos chefes de Estado.
A agenda de política externa brasileira apresenta pontos de convergência com a da Santa Sé, em especial em suas vertentes relacionadas à solidariedade para com os países mais pobres, ao combate à fome e à pobreza, ao empenho na preservação da paz, aos esforços em prol da construção de uma sociedade mais justa e eqüitativa, ao respeito aos direitos humanos e à preocupação com a situação dos migrantes.
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Jornalista: Boa tarde. Eu gostaria que você desse mais detalhes desse encontro que o Lula terá com o Bento XVI.
Porta-voz: Será um encontro curto e, nesse encontro, não existe nenhuma pauta específica. Como eu disse a vocês, será um encontro no qual os dois discutirão esses temas que são comuns na agenda prioritária tanto do Vaticano quanto do Brasil: a cooperação para ajuda aos países em desenvolvimento, o tema das migrações, que também é importante para ambos. Existe também um outro tema que é importante, que está sendo desenvolvido entre os dois países, que é a questão do acordo entre o Vaticano e o Brasil, que é o acordo para disciplinar as relações bilaterais e a ação da Igreja no território brasileiro. Esse acordo está sendo negociado. As negociações estão se intensificando e existe uma possibilidade de que venha a ser assinado nessa ocasião, mas, fora isso, será uma visita curta e será um diálogo curto sobre temas gerais, de interesse de ambos os chefes de Estado.
Jornalista: Sobre esse acordo com o Vaticano, você já tem alguns detalhes do acordo, em que situação está, se tem possibilidade de assinar?
Porta-voz: Eu não teria detalhes do acordo. O que eu posso dizer a vocês é que ele tem sido negociado intensamente nos últimos meses, houve uma consulta grande, interna, no Brasil a vários ministérios a respeito desse acordo, foram dadas opiniões dos vários ministérios, das várias autoridades a respeito disso. Para as autoridades brasileiras é importante que o acordo preserve conceitos constitucionais de liberdade religiosa, de não-discriminação com base em credo, que disponha sobre direitos e deveres para a atuação de entidades religiosas nas áreas contempladas no texto, dentro dos limites estabelecidos na Constituição brasileira. O Presidente levará ao Papa a idéia do empenho e da seriedade com que os representantes do governo brasileiro conduziram as negociações para esse acordo-quadro Brasil-Santa Sé. O Presidente espera ter condições de assinar já esse acordo no encontro com o Papa.
Jornalista: Esse acordo, por exemplo, pode se referir... [Parece que falta algo aqui] Porque o Brasil tem um papel importante em relação à Igreja Católica, um dos países do mundo onde a religião católica prevalece mais do que outras religiões. Eu gostaria de saber se o presidente Lula tem essa preocupação, ou seja, a religião católica tem diminuído nos últimos tempos. E é esse tipo de conversa que vai ter durante esse acordo com o Bento XVI?
Porta-voz: Não, o Presidente espera poder assinar o acordo mas não será discutido especificamente, não será negociado no momento. O acordo está sendo negociado e espera-se que se possa assinar. O Brasil espera que o acordo mantenha um tratamento equânime para todos os credos legalmente estabelecidos no Brasil observada, é claro, a natureza singular da Santa Sé como sujeito no Direito Internacional.
Fonte - Secretaria de Imprensa
Nota DDP: Este é um bom exemplo de como as coisas funcionam quando existem interesses do Vaticano em discussão.
1) Inicialmente se assevera que a intenção do encontro dos chefes e estado era "continuar a discussão";
2) Em seguida se diz que estas negociações estão se intensificando, mas há uma "possibilidade" de que seja assinada a concordata nesta ocasião;
3) Indagado sobre os detalhes, revela o entrevistado que eles não existem, mesmo com a afirmativa de que houve "intensa" negociação nos últimos meses;
4) Em seguida, mesmo sem ter "detalhes" de algo tão intensamente discutido, revela que dispõe sobre a não discriminação religiosa com base no credo e, estabelece "direitos e deveres para a atuação de entidades religiosas nas áreas contempladas no texto" (?!);
5) Da intenção de continuar a discussão do item 1), passa-se à afirmação que o presidente espera assinar a concordata com BVXI já nesta visita;
6) Por fim, levantando-se a supremacia católica [ironic mode on]"como sempre houve na história deste país"[ironic mode off], restou consignado que o governo espera que os demais credos sejam respeitados, levando-se em consideração, no entanto, a natureza singular da sé católica como sujeito de direito internacional.
Eu só fico me perguntando, com todo o caráter obscuro destes termos, até porque penso que os maiores acertos não serão trazidos a público, muito menos assinados, que é meio estranho primeiro um país assinar com outro de caráter confessional regras que acabam por violar o tal estado laico (que na prática não existe), segundo que onde cabe direitos e deveres de outros credos por parte do Vaticano?
Muito se fala de acordos de não "proselitismo", como já considerado pelo Conselho Mundial de Igrejas, com normas estatais a regular esta condição, o que certamente passará por estas "concordatas", tudo em nome da paz. Daqui à pouco será bem difícil pregar o Evagelho.
[Colaboração - Éder Rocha]
EUA: cresce medo de ataques contra Barack Obama
Está crescendo o medo das autoridades americanas em relação a uma tentativa de assassinato do presidente eleito, Barack Obama. Segundo informou nesta segunda-feira o jornal britânico The Telegraph, o serviço secreto dos Estados Unidos já investigou mais de 500 ameaças contra o democrata durante toda a campanha presidencial.
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Fonte - Terra
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Fonte - Terra
A economia e a moral
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Dom Walmor Oliveira de Azevedo explica –em artigo enviado a Zenit nessa sexta-feira– que a crise «tem também um enraizamento profundo na dimensão moral».
«Ora, se é verdade que existe uma clara distinção entre economia e moral, não é verdade que existe uma separação entre estes dois âmbitos. Há, na verdade, uma reciprocidade entre eles.»
«É lamentável que as vozes que se levantam a partir do âmbito moral não sejam ainda suficientemente fortes para convencer os atores deste cenário a levarem em conta as implicações morais que subjazem em toda esta realidade da crise econômica mundial», afirma.
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Fonte - Zenit
Nota DDP: Este final de semana a Associação Paulistana promoveu um seminário sobre Liberdade Religiosa e os Eventos Finais, sob a direção do Prof. Sikberto Marks (site Cristo Voltará). Ele abriu falando sobre a base do governo de satanás no mundo: Riqueza, poder e prestígio.
É muito interessante a perspectiva lançada por ele de que para sustentar este estado de coisas (os privilégios), face à galopante escalada das mazelas mundiais, violência, corrupção, crise econômica, crise ambiental, e os demais aspectos de baixa moralidade atuais, os dirigentes mundiais precisarão de um líder moral (?!), universalmente aceito. Afinal de contas, todas essas coisas atrapalham muitas pessoas para ganhar dinheiro.
O mundo caminha rapidamente para esta realidade. É mais um vetor a ser considerado.
Dom Walmor Oliveira de Azevedo explica –em artigo enviado a Zenit nessa sexta-feira– que a crise «tem também um enraizamento profundo na dimensão moral».
«Ora, se é verdade que existe uma clara distinção entre economia e moral, não é verdade que existe uma separação entre estes dois âmbitos. Há, na verdade, uma reciprocidade entre eles.»
«É lamentável que as vozes que se levantam a partir do âmbito moral não sejam ainda suficientemente fortes para convencer os atores deste cenário a levarem em conta as implicações morais que subjazem em toda esta realidade da crise econômica mundial», afirma.
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Fonte - Zenit
Nota DDP: Este final de semana a Associação Paulistana promoveu um seminário sobre Liberdade Religiosa e os Eventos Finais, sob a direção do Prof. Sikberto Marks (site Cristo Voltará). Ele abriu falando sobre a base do governo de satanás no mundo: Riqueza, poder e prestígio.
É muito interessante a perspectiva lançada por ele de que para sustentar este estado de coisas (os privilégios), face à galopante escalada das mazelas mundiais, violência, corrupção, crise econômica, crise ambiental, e os demais aspectos de baixa moralidade atuais, os dirigentes mundiais precisarão de um líder moral (?!), universalmente aceito. Afinal de contas, todas essas coisas atrapalham muitas pessoas para ganhar dinheiro.
O mundo caminha rapidamente para esta realidade. É mais um vetor a ser considerado.
Igreja Católica homenageia protestantes
Países latino-americanos celebram desde longa data vários feriados católicos romanos. De Corpus Christi a São Pedro e São Paulo. Porém, neste ano, o Chile declarou o dia 31 de outubro como feriado em honra das igrejas evangélicas e protestantes. A data remete ao dia em que Martinho Lutero pregou suas 95 teses na porta de uma igreja no ano de 1517, em Wittenberg, na Alemanha, dando início à Reforma Protestante. Somente a Eslovênia e alguns estados alemães têm este dia como um feriado.
Outro motivo para estranhar o Chile comemorar a Reforma é o fato de ser o único país na América Latina que ainda tem um forte partido Democrata Cristão. Mesmo assim, o novo feriado foi aprovado por unanimidade de votos no Congresso. No último Censo, em 2002, 15% dos chilenos disseram ser evangélicos (sinônimo de protestantes na América Latina).
Agora, as escolas públicas oferecem a escolha de estudar catolicismo ou evangelismo e as forças armadas têm capelães das duas religiões. Mas, o Chile não está sozinho. Mais de 15% dos brasileiros e cerca de 20% da Guatemala são, hoje, evangélicos.
(Opinião e Notícia)
Nota: A Igreja Católica segue firme em seus esforços por promover maior aproximação com as demais religiões.
Fonte - Michelson Borges
Outro motivo para estranhar o Chile comemorar a Reforma é o fato de ser o único país na América Latina que ainda tem um forte partido Democrata Cristão. Mesmo assim, o novo feriado foi aprovado por unanimidade de votos no Congresso. No último Censo, em 2002, 15% dos chilenos disseram ser evangélicos (sinônimo de protestantes na América Latina).
Agora, as escolas públicas oferecem a escolha de estudar catolicismo ou evangelismo e as forças armadas têm capelães das duas religiões. Mas, o Chile não está sozinho. Mais de 15% dos brasileiros e cerca de 20% da Guatemala são, hoje, evangélicos.
(Opinião e Notícia)
Nota: A Igreja Católica segue firme em seus esforços por promover maior aproximação com as demais religiões.
Fonte - Michelson Borges
Grandes expectativas

As três principais semanais do Brasil destacam nesta semana o papel "messiânico" do novo presidente norte-americano. Para muitos, ele será capaz de liderar o mundo numa coalização cujo objetivo é enfrentar a crise econômica e o aquecimento global. Aguardemos para ver os métodos que serão empregados na perseguição desses propósitos.
Fonte - Michelson Borges
Fonte - Michelson Borges
Nota DDP: Sendo repetitivo. O tom de salvador da pátria (e do mundo) é algo a ser notado.
Após economia, meio ambiente desafiará Obama
A vitória de Barack Obama pode estar ainda em clima de comemoração, mas o mundo já está de olho nos desafios e na maneira como o novo presidente americano os enfrentará. Depois das diretrizes contra a crise da economia, um dos maiores obstáculos para o novo governo será mostrar como os EUA lidarão com o meio ambiente. "Cuidar da mudança climática será a maior e mais importante prova que Obama enfrentará", avalia Ann Carlson, especialista em legislação ambiental da Universidade da Califórnia. "A administração de George Bush protelou decisões relativas a emissões de gases, e o novo presidente estará sob enorme pressão para regulamentar isso."
Diferentemente de seu antecessor, que deixa a Casa Branca sem ter ratificado o Protocolo de Kyoto, Obama mostrou ter uma agenda ambiciosa. Além de colocar seus prediletos na Agência de Proteção Ambiental (EPA, na sigla em inglês) e nas secretarias do Interior, de Agricultura e de Energia, seu governo terá um posto para lidar exclusivamente com agenda climática e aquecimento global.
Se depender do que Obama vem prometendo, o mundo voltará a confiar nos EUA para salvar o meio ambiente. Com o chamado czar das mudanças climáticas - sugere a revista ecológica on-line Grist - o país passa a mostrar que está realmente decidido a combater as alterações do clima.
Um dos mais prováveis nomes para assumir$ a pasta, o ex-vice-presidente Albert Arnold Gore Jr. terá de lidar de forma direta com as alterações climáticas e suas conseqüências. Além de Al Gore [tinha que ser ele, o defemsor da Mãe Gaia], são cogitados Terry Tamminen, conselheiro ambiental para o governo da Califórnia; e Bill Richardson, ex-embaixador da ONU, com experiência em meio ambiente.
"Richardson é interessante, mas Al Gore, sem dúvida, é o mais indicado para o posto", avalia Ann. "É um verde e elevará, com seriedade, a importância de temas relativos ao aquecimento para o nível mais alto que puder."
O futuro czar, provavelmente, funcionará como um conselheiro do presidente para assuntos ambientais. Para isso, no entanto, deverá ter de supervisionar decisões que envolvem desde o uso de combustíveis fósseis a energia nuclear, gestão agrícola, inversão climática e sustentabilidade. [E não nos esqueçamos da proposta de se reservar um dia por semana para "salvar" a Terra.]
"Vamos assistir à criação de leis mais agressivas contra a emissão de gases estufa, assim como reduzir nossa dependência em relação ao petróleo e ter maior engajamento junto a outros líderes mundiais", prevê Walter Rosenbaum, que ensina sobre políticas ambientais na Universidade da Flórida.
Os EUA ainda são um dos principais poluidores no mundo, e a esperança é que a próxima gestão, apesar das dificuldades pela frente, signifique um corte radical com a política ambiental levada anteriormente por Bush.
Para recuperar a confiança do mundo em relação à agenda ambiental, Ann diz ser essencial que o próximo presidente restabeleça e participe dos diálogos com a ONU, de modo a aumentar a presença americana no processo multilateral.
"O mais urgente é reforçar a iniciativa americana contra o aquecimento global, como um sinal de que estamos voltando à diplomacia global do meio ambiente", sugere Rosenbaum. "Neste sentido, os EUA deveriam preocupar-se particularmente em restabelecer a confiança da União Européia, que tem levado a causa adiante."
Para Bryan Leyland, da Coalizão de Ciência Climática Neozelandesa, o melhor seria o governo americano tornar-se "independente e criar uma comissão própria para analisar evidências do aquecimento global causado por iniciativas do homem".
Na equipe ambiental do governo americano, ainda, a já existente EPA poderá ter como administrador Mary Nichols, líder da lei do clima da Califórnia; Kathleen McGinty, ambientalista da Pensilvânia; ou Dan Esty, principal conselheiro de Obama em matérias da energia. O senador e procurador-geral Robert Kennedy, no entanto, é considerado o nome mais forte para o cargo. ...
(Terra)
Nota: Se alguém tinha dúvidas de que a agenda dos ECOmenistas seria levada avante no novo governo e que os EUA liderariam essa coalizão, essa reportagem é a resposta. As profecias estão cada vez mais atuais.
Fonte - Michelson Borges
Diferentemente de seu antecessor, que deixa a Casa Branca sem ter ratificado o Protocolo de Kyoto, Obama mostrou ter uma agenda ambiciosa. Além de colocar seus prediletos na Agência de Proteção Ambiental (EPA, na sigla em inglês) e nas secretarias do Interior, de Agricultura e de Energia, seu governo terá um posto para lidar exclusivamente com agenda climática e aquecimento global.
Se depender do que Obama vem prometendo, o mundo voltará a confiar nos EUA para salvar o meio ambiente. Com o chamado czar das mudanças climáticas - sugere a revista ecológica on-line Grist - o país passa a mostrar que está realmente decidido a combater as alterações do clima.
Um dos mais prováveis nomes para assumir$ a pasta, o ex-vice-presidente Albert Arnold Gore Jr. terá de lidar de forma direta com as alterações climáticas e suas conseqüências. Além de Al Gore [tinha que ser ele, o defemsor da Mãe Gaia], são cogitados Terry Tamminen, conselheiro ambiental para o governo da Califórnia; e Bill Richardson, ex-embaixador da ONU, com experiência em meio ambiente.
"Richardson é interessante, mas Al Gore, sem dúvida, é o mais indicado para o posto", avalia Ann. "É um verde e elevará, com seriedade, a importância de temas relativos ao aquecimento para o nível mais alto que puder."
O futuro czar, provavelmente, funcionará como um conselheiro do presidente para assuntos ambientais. Para isso, no entanto, deverá ter de supervisionar decisões que envolvem desde o uso de combustíveis fósseis a energia nuclear, gestão agrícola, inversão climática e sustentabilidade. [E não nos esqueçamos da proposta de se reservar um dia por semana para "salvar" a Terra.]
"Vamos assistir à criação de leis mais agressivas contra a emissão de gases estufa, assim como reduzir nossa dependência em relação ao petróleo e ter maior engajamento junto a outros líderes mundiais", prevê Walter Rosenbaum, que ensina sobre políticas ambientais na Universidade da Flórida.
Os EUA ainda são um dos principais poluidores no mundo, e a esperança é que a próxima gestão, apesar das dificuldades pela frente, signifique um corte radical com a política ambiental levada anteriormente por Bush.
Para recuperar a confiança do mundo em relação à agenda ambiental, Ann diz ser essencial que o próximo presidente restabeleça e participe dos diálogos com a ONU, de modo a aumentar a presença americana no processo multilateral.
"O mais urgente é reforçar a iniciativa americana contra o aquecimento global, como um sinal de que estamos voltando à diplomacia global do meio ambiente", sugere Rosenbaum. "Neste sentido, os EUA deveriam preocupar-se particularmente em restabelecer a confiança da União Européia, que tem levado a causa adiante."
Para Bryan Leyland, da Coalizão de Ciência Climática Neozelandesa, o melhor seria o governo americano tornar-se "independente e criar uma comissão própria para analisar evidências do aquecimento global causado por iniciativas do homem".
Na equipe ambiental do governo americano, ainda, a já existente EPA poderá ter como administrador Mary Nichols, líder da lei do clima da Califórnia; Kathleen McGinty, ambientalista da Pensilvânia; ou Dan Esty, principal conselheiro de Obama em matérias da energia. O senador e procurador-geral Robert Kennedy, no entanto, é considerado o nome mais forte para o cargo. ...
(Terra)
Nota: Se alguém tinha dúvidas de que a agenda dos ECOmenistas seria levada avante no novo governo e que os EUA liderariam essa coalizão, essa reportagem é a resposta. As profecias estão cada vez mais atuais.
Fonte - Michelson Borges
"A mudança chegou" - 4
Sim, ele pode
...
Em 20 de janeiro de 2009, Barack Obama entrará na Casa Branca para governar o país mais poderoso do planeta, que possui a maior economia e alimenta a cultura mais influente. “Obama é a liderança de que os Estados Unidos precisam”, diz Daryl Clay, contador numa igreja evangélica de Washington.
...
Fonte - Época
Bush : Eleição de Obama é «triunfo» na história dos EUA
O presidente cessante George W. Bush considerou hoje que a vitória de Barack Obama na eleição presidencial representou um «triunfo» na história dos Estados Unidos, prometendo um «esforço sem precedentes» da sua administração para lhe facilitar o desempenho.
...
Fonte - Diário Digital
Barack Aladim Obama
...
As esperanças em Obama hoje não têm limites. Os americanos vão se reunir em torno de um colossal kumbayat, cantar músicas de John Lennon, We can Work it Out, e de Woody Guthrie, This Country is my land, this country is your land, e 300 milhões vão sair numa linha de conga rumbando pelo país inteiro.
...
Obama gera esperanças universais, um momento mágico. Pode ser o último capítulo da história do racismo nos Estados Unidos e o primeiro de uma nova prosperidade mundial.
Fonte - Folha
Obama: a realização do sonho de Luther King
...
A eleição de Obama parece possuir algo de providencial, como se fora um gesto da compaixão divina para com a humanidade. Vivemos tempos dramáticos com grandes crises: a ecológica, a climática, a alimentar, a energética e a econômica. O arsenal conceptual e pratico disponível não oferece condições para forjar uma saída libertadora. Precisamos de uma mudança, de um novo horizonte utópico, de coragem para inventar novos caminhos. Faz-se necessário uma figura carismática que inspire confiança, segurança e serenidade para enfrentar estes cataclismos e galvanizar as pessoas para um novo ensaio de convivência, um modo diferente de arquitetar a economia e de montar um tipo de globalização pluripolar que respeite as diferenças e possa incluir a todos num mesmo destino juntamente com a Casa Comum, a Terra.
Barack Obama preenche estas exigências de carisma. Se for realmente profunda, a esperança criará seu caminho por entre os escolhos e as ruínas da velha ordem.
Fonte - Envolverde
Barak Obama: mais do mesmo?
...
É preciso estar cego pela ideologia disseminada pelos meios de comunicação para crer que Obama possa deixar de seguir a natureza do seu partido.
...
Este é um brevíssimo resumo da história dos democratas - que praticamente em nada se diferem dos republicanos - que governam o país na mesma lógica do destino manifesto, ou seja, de que há uma missão divina dada aos Estados Unidos de ser o guardião da democracia mundial e que, por conta disso, o país pode intervir quando bem entender. É claro que se precisa perceber a palavra democracia aí significando toda e qualquer ameaça aos interesses das grandes corporações, já que o que está em jogo raramente é o interesse das gentes, mas sim das empresas.
...
Fonte - Envolverde
Nota DDP: Confesso que é surpreendente esse tom "sobrenatural" empreendido pela mídia nesta eleição americana. Com o presidente "messiânico" de um lado do Atlântico e o "representante" de Deus na terra do outro, falta apenas o terceiro espírito imundo para a caracterização da tríplice aliança e, este anelo com o misticismo espiritual pode muito bem ser cumprido pela ONU.
Essa aqui é só para pensar:
"Não se esqueça de que o nosso mundo surgiu do caos, como prova a ciência. E que foi a palavra que criou a ordem, a palavra que Obama soube usar com tanta eficácia e inteligência." (Último Segundo)
A ciência prova?! Mas quem criou a ordem foi a palavra? Uma palavra, ou A Palavra? E que paralelo mais estranho, não?
...
Em 20 de janeiro de 2009, Barack Obama entrará na Casa Branca para governar o país mais poderoso do planeta, que possui a maior economia e alimenta a cultura mais influente. “Obama é a liderança de que os Estados Unidos precisam”, diz Daryl Clay, contador numa igreja evangélica de Washington.
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Fonte - Época
Bush : Eleição de Obama é «triunfo» na história dos EUA
O presidente cessante George W. Bush considerou hoje que a vitória de Barack Obama na eleição presidencial representou um «triunfo» na história dos Estados Unidos, prometendo um «esforço sem precedentes» da sua administração para lhe facilitar o desempenho.
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Fonte - Diário Digital
Barack Aladim Obama
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As esperanças em Obama hoje não têm limites. Os americanos vão se reunir em torno de um colossal kumbayat, cantar músicas de John Lennon, We can Work it Out, e de Woody Guthrie, This Country is my land, this country is your land, e 300 milhões vão sair numa linha de conga rumbando pelo país inteiro.
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Obama gera esperanças universais, um momento mágico. Pode ser o último capítulo da história do racismo nos Estados Unidos e o primeiro de uma nova prosperidade mundial.
Fonte - Folha
Obama: a realização do sonho de Luther King
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A eleição de Obama parece possuir algo de providencial, como se fora um gesto da compaixão divina para com a humanidade. Vivemos tempos dramáticos com grandes crises: a ecológica, a climática, a alimentar, a energética e a econômica. O arsenal conceptual e pratico disponível não oferece condições para forjar uma saída libertadora. Precisamos de uma mudança, de um novo horizonte utópico, de coragem para inventar novos caminhos. Faz-se necessário uma figura carismática que inspire confiança, segurança e serenidade para enfrentar estes cataclismos e galvanizar as pessoas para um novo ensaio de convivência, um modo diferente de arquitetar a economia e de montar um tipo de globalização pluripolar que respeite as diferenças e possa incluir a todos num mesmo destino juntamente com a Casa Comum, a Terra.
Barack Obama preenche estas exigências de carisma. Se for realmente profunda, a esperança criará seu caminho por entre os escolhos e as ruínas da velha ordem.
Fonte - Envolverde
Barak Obama: mais do mesmo?
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É preciso estar cego pela ideologia disseminada pelos meios de comunicação para crer que Obama possa deixar de seguir a natureza do seu partido.
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Este é um brevíssimo resumo da história dos democratas - que praticamente em nada se diferem dos republicanos - que governam o país na mesma lógica do destino manifesto, ou seja, de que há uma missão divina dada aos Estados Unidos de ser o guardião da democracia mundial e que, por conta disso, o país pode intervir quando bem entender. É claro que se precisa perceber a palavra democracia aí significando toda e qualquer ameaça aos interesses das grandes corporações, já que o que está em jogo raramente é o interesse das gentes, mas sim das empresas.
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Fonte - Envolverde
Nota DDP: Confesso que é surpreendente esse tom "sobrenatural" empreendido pela mídia nesta eleição americana. Com o presidente "messiânico" de um lado do Atlântico e o "representante" de Deus na terra do outro, falta apenas o terceiro espírito imundo para a caracterização da tríplice aliança e, este anelo com o misticismo espiritual pode muito bem ser cumprido pela ONU.
Essa aqui é só para pensar:
"Não se esqueça de que o nosso mundo surgiu do caos, como prova a ciência. E que foi a palavra que criou a ordem, a palavra que Obama soube usar com tanta eficácia e inteligência." (Último Segundo)
A ciência prova?! Mas quem criou a ordem foi a palavra? Uma palavra, ou A Palavra? E que paralelo mais estranho, não?
Religiosos da Índia preocupados com o aquecimento global
Patna, 10 nov (RV) - A Conferência dos religiosos e das religiosas indianas também deseja fazer a sua parte para a salvaguarda do planeta, encorajando os seus membros a mudarem de atitudes e promovendo programas de informação e sensibilização sobre este tema. Este é o compromisso que nasceu de um recente encontro no qual participaram 50 membros da associação, que reúne 822 superiores e superioras maiores em representação das 334 congregações religiosas e dos 125 mil consagrados da Índia.
O encontro foi organizado pelo “Tarumitra” um centro católico indiano comprometido na defesa do meio ambiente com sede em Patna, no Estado de Bihar. Na declaração final os delegados da Conferência dos religiosos e das religiosas indianas destacaram como a atual crise ecológica global diz respeito a toda a humanidade, mas os primeiros a pagar são os pobres.
“O grito da terra – lê-se no texto – é também o grito dos pobres”. Neste momento estão ameaçados os recursos vitais do planeta como a água, as florestas, a terra cada vez mais poluída, enquanto o aquecimento global provocado pela emissão de gases aumenta o número e a intensidade dos fenômenos meteorológicos extremos e a poluição causa problemas à saúde de milhões de pessoas, sobretudo em países em via de desenvolvimento.
Para salvar o planeta – é a mensagem da Conferência – todos podemos fazer algo e os religiosos e as religiosas indianas também devem dar a sua contribuição. Por isso a associação pretende incentivar os seus membros a realizarem pequenos gestos que possam ajudar: da escolha do tipo de vestido eco-compatível, ao uso, onde é possível, de meios de transporte ecológicos, da utilização de lâmpadas de baixo consumo energético, à reciclagem de sacolas de plástico e embalagens, e o uso da energia solar.
O documento propõe também várias iniciativas em vários setores para sensibilizar religiosos e fiéis: a inserção da ecologia entre as matérias de ensino nos seminários, a promoção de grupos de serviço de pastoral do ambiente e de programas eco-espirituais, campanhas de informação nos meios de comunicação, uma mais estreita colaboração com as organizações ambientalistas e com as populações aborígines, mais sensíveis a este tema. (SP)
Fonte - Radio Vaticano
O encontro foi organizado pelo “Tarumitra” um centro católico indiano comprometido na defesa do meio ambiente com sede em Patna, no Estado de Bihar. Na declaração final os delegados da Conferência dos religiosos e das religiosas indianas destacaram como a atual crise ecológica global diz respeito a toda a humanidade, mas os primeiros a pagar são os pobres.
“O grito da terra – lê-se no texto – é também o grito dos pobres”. Neste momento estão ameaçados os recursos vitais do planeta como a água, as florestas, a terra cada vez mais poluída, enquanto o aquecimento global provocado pela emissão de gases aumenta o número e a intensidade dos fenômenos meteorológicos extremos e a poluição causa problemas à saúde de milhões de pessoas, sobretudo em países em via de desenvolvimento.
Para salvar o planeta – é a mensagem da Conferência – todos podemos fazer algo e os religiosos e as religiosas indianas também devem dar a sua contribuição. Por isso a associação pretende incentivar os seus membros a realizarem pequenos gestos que possam ajudar: da escolha do tipo de vestido eco-compatível, ao uso, onde é possível, de meios de transporte ecológicos, da utilização de lâmpadas de baixo consumo energético, à reciclagem de sacolas de plástico e embalagens, e o uso da energia solar.
O documento propõe também várias iniciativas em vários setores para sensibilizar religiosos e fiéis: a inserção da ecologia entre as matérias de ensino nos seminários, a promoção de grupos de serviço de pastoral do ambiente e de programas eco-espirituais, campanhas de informação nos meios de comunicação, uma mais estreita colaboração com as organizações ambientalistas e com as populações aborígines, mais sensíveis a este tema. (SP)
Fonte - Radio Vaticano
Forte terremoto atinge a China
Um forte terremoto de magnitude 6,5 atingiu a província de Qinghai, na China, nesta segunda-feira (10), informou Serviço Geológico dos Estados Unidos.
A TV estatal disse que não há informações sobre mortos ou feridos.
“Nós estamos no 10º andar. Senti um forte tremor há cerca de 10 minutos, mas não houve danos”, disse um oficial do governo que informou apenas o sobrenome, Wang.
O abalo também foi sentido em Golmud, uma cidade industrial.
A agência de notícias Xinhua disse que algumas casas em Da Qaidam, perto do epicentro, tiveram as paredes danificadas. As escolas tiveram de ser fechadas.
Em maio, um terremoto em Sichuan deixou cerca de 90 mil mortos.
Fonte - G1
A TV estatal disse que não há informações sobre mortos ou feridos.
“Nós estamos no 10º andar. Senti um forte tremor há cerca de 10 minutos, mas não houve danos”, disse um oficial do governo que informou apenas o sobrenome, Wang.
O abalo também foi sentido em Golmud, uma cidade industrial.
A agência de notícias Xinhua disse que algumas casas em Da Qaidam, perto do epicentro, tiveram as paredes danificadas. As escolas tiveram de ser fechadas.
Em maio, um terremoto em Sichuan deixou cerca de 90 mil mortos.
Fonte - G1
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