terça-feira, 9 de junho de 2009

Igreja se preocupa com questões ligadas à ecologia

BRASÍLIA, segunda-feira, 8 de junho de 2009 (ZENIT.org).- O secretário-geral da CNBB (Conferência Nacional dos Bispos do Brasil), Dom Dimas Lara Barbosa, destacou nesta segunda-feira que a Igreja se preocupa com questões ligadas à ecologia, uma responsabilidade de todos, também “a partir do ângulo da fé”.O secretário geral falou em coletiva de imprensa na abertura do Simpósio Internacional “Mudanças Climáticas e Justiça Social”, evento organizado pela CNBB e Misereor, entre hoje e quarta-feira, em Brasília. O Simpósio, que discute os impactos das mudanças climáticas sobre as populações mais vulneráveis, acolhe cerca de 200 participantes.

Dom Dimas afirmou que a consciência ambiental tem crescido na Igreja. Ele relembrou alguns dos esforços da Igreja no Brasil para tratar da temática ecológica.

“Não é de hoje a preocupação da Igreja em tratar das questões ligadas a ecologia. Podemos lembrar que em 1979, a Campanha da Fraternidade refletiu a temática ‘Preserve o que é de todos’; em 2004 voltamos a pensar sobre o assunto com a Campanha da Fraternidade ‘Água, fonte de vida’, e em 2007 com a Campanha ‘Vida e Missão neste Chão’, recordou, segundo informa a CNBB.

Além das Campanhas, Dom Dimas se referiu à Comissão Episcopal Especial para a Amazônia. “A Amazônia tem se tornado estratégica para a Igreja no Brasil e temos lutado para que ela seja preservada”, disse.

Dom Dimas ainda lembrou que durante a 46ª Assembleia Geral da CNBB, em abril de 2008, foi decidida a criação de uma equipe multidisciplinar para representar os vários biomas brasileiros. Desde então, o grupo reflete sobre sustentabilidade e ação concreta dentro dos seguintes biomas: cerrado, pantanal, semi-árido, os pampas, a mata atlântica e a realidade urbana das grandes cidades.

O secretário-geral da CNBB enfatizou que a constituição do grupo, formado desde o ano passado, tem o objetivo de se preocupar com a questão da ecologia e do meio ambiente.

Nos preocupamos com essa responsabilidade a partir do ângulo da fé. Quando nos preocupamos com o meio ambiente também nos preocupamos com a vida do planeta.”

“Acreditamos que as mudanças climáticas irão atingir as populações mais pobres do Brasil. Questões ligadas às águas, alimentação e saúde serão diretamente atingidas. Os ricos sofrerão menos com essas mudanças, por isso, é importante criar formas de adaptação a essas mudanças climáticas”, disse Cláudio Moser, representante da Misereor.

Fonte - Zenit

Nota DDP: A cúpula romana tem um claro direcionamento sobre a questão ecológica pelo ângulo da fé, que aliás é o mesmo para enfrentamento de outras questões globais.

A busca da unidade dos cristãos

Entre os dias 24 e 30 de maio de 2009 ocorreu a semana de oração pela unidade dos cristãos. Esta semana ocorre em todo o mundo, sendo que no hemisfério norte ela acontece em outra data. A unidade entre os cristãos pressupõe a unidade entre todas as formas de fé, vista como necessária para redirecionar todos os povos do mundo para uma nova história construtiva. Deverá ser uma história em que haja condições para os grandes ganharem muito dinheiro e fazerem crescer seu capital e seu poder.

Foram feitas muitas orações pela unidade dos cristãos. A grande ênfase sempre é: não demos atenção às nossas diferenças, mas sim, aos pontos que são semelhantes entre as diferentes religiões. Ou seja, “nesta busca de unidade na diversidade de religiões cristãs, não contam as diferenças e sim as semelhanças. Buscar o que nos une e não o que nos divide. O nosso ponto de união está fundamentalmente na Palavra de Deus.”

É dito que ““Na Semana de Oração pela Unidade dos Cristãos queremos esquecer nossas mínimas diferenças e relembrar as palavras de Jesus sobre a importância de nossas semelhanças como cristãos.” Para o Reverendo Luiz Alberto, secretário geral do CONIC: “As afinidades das Igrejas Cristãs em torno de Jesus são mais fortes do que as diferenças”. ... “A Semana é fundamental para os cristãos de todo o mundo. A celebração visa unir as Igrejas no seguimento de Jesus Cristo como um só pastor e nós como um só rebanho”.”

Na cidade de Maringá, por exemplo, participaram as seguintes igrejas: Igreja Católica Apostólica Romana, Igreja Episcopal Anglicana, Igreja Evangélica de Confissão Luterana no Brasil, IPU - Igreja Presbiteriana Unida (de Marialva). Os fiéis dessas igrejas participaram em conjunto orando para que todos os cristãos se unam numa só fé. Ali eles oraram para que todos os crentes bem logo participem do Ecumenismo, e que todos se unam sob o poder do papa de Roma, santificando o domingo e participando da Eucaristia.

Em 2010 deverá ocorrer uma semana especial. Nesse ano o tema será “Fraternidade e Economia”, ou seja, os cristãos estão cada vez mais entrando no campo econômico, onde se darão os últimos atos antes do desfecho da história da humanidade. Diz-se que “nesta época de grandes avanços tecnológicos, nós precisamos avançar mais na direção da unidade e não ficar atacando como donos da verdade.” Foi em 1910 que o Ecumenismo iniciou nos meios protestantes e evangélicos, portanto, em 2010 será comemorado o centenário desse movimento. Este é o movimento pelo qual o protestantismo estende a mão sobre o grande mar para aliar-se ao catolicismo de Roma. Neste ano, em especial, será realizado grande esforço para levar todas as igrejas participarem da unificação religiosa global. “O que se busca, portanto, é favorecer uma convivência pacífica entre as religiões, isto é, entre cristãos, mulçumanos, hindus, xintoístas, tradições afro-brasileiras. Cada religião, mantendo sua verdade de fé, pode cooperar com outra tradição religiosa na busca da paz no mundo, na superação da injustiça social, da violência e de todos os elementos que ferem a dignidade humana e que também ameaçam a vida do planeta. É isto que se busca: uma cooperação das religiões por um mundo melhor.”

O movimento Ecumênico é algo tão desejado mundo afora que cresce o número de adeptos no meio das grandes personalidades. Já são reis (como o da Arábia Saudita) e presidentes (como o da Alemanha) que estão dando apoio vital para que as igrejas se unam em prol da salvação do planeta da maldade humana. “Diplomatas e eclesiásticos destacaram no Congresso que os acordos internacionais contribuem para o progresso de um país porque introduzem uma visão jurídica que supera a nacional, às vezes parcial e instrumental. Também afirmaram que os acordos da Santa Sé se inspiram nos princípios fundamentais da dignidade e da liberdade da pessoa, que não só têm valor para a comunidade católica, mas são uma contribuição para o progresso mundial dos povos.”

Fonte - Cristo Voltará

Liberdade religiosa: o desafio do século XXI

Ontem [07] pela manhã assisti ao Congresso "Liberdade Religiosa: desafio do século XXI", realizado no Colégio Adventista da Liberdade, em São Paulo. O orador principal foi o Dr. John Graz (foto), secretário Geral da IRLA.

Entre outras coisas, o Dr. Graz destacou que a IASD não é membro do Conselho Mundial de Igrejas (maior órgão ecumênico mundial), embora a Igreja participe de algumas de suas reuniões como observador. Para tornar-se membro haveria necessidade de voto em várias comissões da Igreja Adventista, uma das quais ele mesmo é o secretário. Como pessoalmente ele não apóia essa idéia, deixou claro que não tem interesse nenhum em favorecer a entrada da IASD neste Conselho Ecumênico mundial.

Destacou também que a liberdade religiosa não é a mesma coisa que o ecumenismo, pois, defender a liberdade de alguém crer em algo não é a mesma coisa que defender suas crenças. Quando defendemos a liberdade religiosa de todos, defendemos também a nossa liberdade de crer. Citou como exemplo a proibição do véu na França pelos muçulmanos. O véu é um símbolo religioso, e seu uso precisa ser respeitado, caso contrário, outros símbolos religiosos também poderão ser atacados (como o sábado).

Sobre a Lei Dominical, o Dr Graz afirmou que, atualmente, não há nada de concreto que indique o estabelecimento de uma Lei Dominical nos EUA. Porém, isso não significa que não possa surgir repentinamente. Na sua opinião, a Lei Dominical surgirá em um momento de crise sócio-econômica, onde as circunstâncias poderão pressionar a sociedade e as autoridades a estabelecer uma Lei Dominical. Ele afirmou ainda que somente em um contexto de crise sócio-econômica, o mundo islâmico poderia aderir também à bandeira do descanso dominical, o que não aconteceria de outra forma.

O apelo do Dr. Graz aos ouvintes foi para levantarem a bandeira da liberdade religiosa com coragem e prudência. A verdade e a liberdade devem andar de mãos dadas.

Fonte - Minuto Profético

História da adoração – A imoralidade dos gigantes

Capítulo 08

Os antediluvianos eram homens e mulheres de um impressionante vigor físico. Eles viviam até mais de 900 anos. A sua vida era muito saudável. Embora mortais e pecadores, eram pessoas de tremendas faculdades mentais e impressionante poder físico. Eles eram capazes de realizar grandes obras, e o fizeram. Estas obras foram todas destruídas pelo dilúvio.

Pecadores como eram, com seu tremendo potencial, desenvolveram uma sociedade em extremo maldosa. Como viviam ao longo de muito séculos, e como a sua mente nada esquecia, um só ser humano era capaz de desenvolver maldade equivalente ao que hoje é capaz de se fazer por meio de uma multidão. Ao longo de suas vidas acumulavam maldade e mais maldade, a ponto deles colocarem em perigo a existência da raça humana. Esse nível de maldade só em nossos dias está outra vez sendo atingido, conforme diz em Lucas 17:26 e 27.

Aqueles homens tornaram-se sobremaneira violentos, corruptos, a tal ponto que encheram a Terra dessas características. Diz a Bíblia que “era continuamente mau todo o desígnio do seu coração” (Gên. 6:5). Eles eram maus o tempo todo. Algumas exceções havia, como a família de Noé, mas eram poucas pessoas. Mais algum tempo, e, sem exceção, todas as pessoas seriam de má índole.

A tal ponto chegou a maldade da raça humana que DEUS não teve mais escolha, senão afogar todos por meio de um grande dilúvio global. Mas para não eliminar todas as pessoas, pois ainda havia algumas de caráter decente, DEUS usou a água, pois por meio dela, poderia manter vivas algumas delas, e uma seleção de animais, dentro de um barco. Noé e sua família, ao todo oito pessoas, foram salvas do dilúvio em toda a Terra. Hoje podemos ver vestígios desse dilúvio em todas as partes do mundo. Aliás, talvez a maior prova do dilúvio sejam as placas tectônicas que permitem os terremotos. Foi por causa do dilúvio, dado que saiu água do interior da Terra, que a camada de rochas que formava a estrutura estável da Terra antes do dilúvio se rompeu, e desde então elas se movimentam, e geram tensão entre elas, provocando os abalos sísmicos.

A corrupção da raça humana, depois do dilúvio retornou aos poucos, Mas como agora as pessoas só viviam no máximo 120 anos (durante a Idade Média as pessoas viviam pouco mais de 40 anos), a maldade não se desenvolvia com tanta rapidez. Outro motivo que freou a velocidade do desenvolvimento da maldade foi que DEUS separou a humanidade através da linguagem. Na construção da Torre de Babel DEUS os confundiu por meio de línguas diferentes para cada família. Desde então ficou muito complicado para os homens colaborarem todos juntos para serem maus. Essas condições só mais recentemente se formaram, por meio da comunicação facilitada por uma língua que é quase universal, o inglês, e por meio da tecnologia de comunicação, a internet e a tecnologia da destruição para a guerra. Agora novamente a humanidade tem as condições de serem maus a ponto de desenvolverem a capacidade de exterminar a raça humana por meio dessa maldade. Porém, dessa vez, não vai haver destruição por meio de algum dilúvio. Antes da raça humana realmente estar liberada para destruir tudo por aqui, JESUS vai voltar e levar para a Sua morada todos aqueles que ao longo das eras da humanidade, em vida, decidiram ser obedientes aos mandamentos de DEUS, isto é, que foram pessoas de bem e humildes de coração, pessoas que jamais ameaçam o seu próximo nem a natureza.

Fonte - Cristo Voltará


segunda-feira, 8 de junho de 2009

O contexto da profecia de Indiana

Extraído da obra "Ellen White and Music - Background and Principles" (Ellen White e Música - Contexto e Princípios), onde são profundamente examinadas as declarações da Sra. White sobre a música, contextualizando-as e explicando-as.

O capítulo 3 deste livro chama-se "A Bedlam of Noise" (Uma Balbúrdia de Ruídos), onde é analisada a declaração existente no livro Mensagens Escolhidas, vol. 2, a partir da página 36:

Este conselho alerta os cristãos que se preocupam para os perigos que são inerentes ao uso irrefletido ou imprudente da música religiosa - perigos aos quais os Adventistas do Sétimo Dia podem não estar imunes. Poderia ser que alguns, com talentos para a liderança musical estejam tendendo nesta direção? Hoje os grupos de testemunho freqüentemente usam a música como forma primária de comunicação. Não pode haver dúvida de que coisas boas foram realizadas e que corações tem sido tocados pelo ministério de muitos desses grupos. Contudo, podemos nos perguntar se a popularidade de alguns destes grupos não estaria se apoiando mais no tipo de música empregada e no estilo no qual ela é executada do que na mensagem espiritual que eles buscam transmitir.

As manifestações físicas que Ellen White condenou como resultado da reunião campal de Muncie são, mais uma vez, parte significativa do cenário religioso contemporâneo. Muitas igrejas populares estão usando música nos estilos jazz e rock em seus cultos. De maneira a avaliar a influência deste tipo de serviço religioso, assisti a alguns desses cultos. Nestes, a música é central e ela quase, se não completamente, exclui tudo mais. Em sua persistência, sua batida rítmica, seu som altamente amplificado, a música domina e controla quase absolutamente. Normalmente não demora, muito depois que a música começa, até que comece o bater de palmas ao ritmo da música. Logo os pés estão respondendo e em pouco tempo todo o corpo parece ser afetado pelo estímulo musical. Tenho visto "adoradores" caírem ao chão de suas igrejas, rolando, se debatendo e gritando. E, supostamente, a música está sendo executada para a glória de Deus!

Com relação a um equilíbrio e uma abordagem apropriada da música para o evangelismo, a Sra. White escreveu: "O Senhor deseja manter em Seu serviço ordem e disciplina, não agitação e confusão. Não somos agora capazes de descrever acuradamente as cenas a serem representadas em nosso mundo no futuro; isto, porém, sabemos: que este é um tempo em que precisamos velar em oração; pois o grande dia do Senhor está às portas. Satanás está arregimentando suas forças. Necessitamos ser refletidos e guardar silêncio, e contemplar as verdades da revelação. A agitação não é favorável ao crescimento na graça, à genuína pureza e santificação do Espírito...

Deus chama Seu povo a andar com sobriedade e santa coerência. Eles devem ser muito cuidadosos de não representar mal e nem desonrar as santas doutrinas da verdade mediante estranhas exibições, por confusão e tumulto. Por essas coisas os incrédulos são levados a pensar que os adventistas do sétimo dia são um bando de fanáticos. Cria-se assim preconceito que impede almas de receber a mensagem para este tempo. Quando os crentes falam a verdade tal como é em Jesus, revelam uma calma santa e judiciosa, não uma tempestade de confusão." (1)

A reunião campal de Muncie não foi um encontro insignificante de adventistas. De acordo com um repórter do jornal Muncie Daily Herald, de 13 de setembro de 1900, havia um total estimado de 3.500 pessoas presentes em uma das reuniões. As acomodações foram planejadas em grande escala, com uma capacidade para 1.500 pessoas assentadas em uma grande tenda e um espaço atrás do púlpito para um coro de 225 vozes. Mas tarde, nesta semana, o jornal Muncie Daily Star relatou que o uso de instrumentos de sopro, cordas e percussão nas reuniões havia causado preocupação e dissensão entre alguns dos que estavam na audiência. O relato acrescentou que o presidente da Conferência de Indiana defendeu o uso desses instrumentos, afirmando que apenas instrumentos citados na Bíblia estavam sendo usados na reunião campal. Deve ser notado, contudo, que muitas das críticas tinha a ver não com o tipo de instrumentos musicais utilizados, mas com a forma com que foram tocados durante os cânticos.

Uma comparação dos relatos da reunião campal de Muncie com relatos que falam de manifestações físicas histéricas em algumas das reuniões campais de outras denominações, confirma que existiram muitas semelhanças. Ellen White havia sido advertida pelo Senhor sobre a iminência destas ocorrências, e ela aconselhou contra seguirmos a maneira de outras denominações conduzirem seus cultos. Contudo, em seu zelo para serem bem sucedidos, os líderes da reunião campal de Muncie escolheram fazer uso de música vocal e instrumental extrema. Ao fazer isto, eles seguiram as práticas de outros grupos, os quais haviam sido, há tempos, desacreditados por observadores racionais. Como resultado, as igrejas em Indiana foram divididas. Embora, como Haskell observou, muitos novos membros estivessem "sendo acrescentados às igrejas", a Sra. White desaprovou veementemente os esforços evangelísticos que envolvessem saltos, dança e gritos. Seu conselho não era favorável ao zelo extraordinário e ao emocionalismo que parecia estar ganhando proeminência nas fileiras dos adventistas. "Sua religião parece ser mais da natureza de um estimulante do que uma permanente fé em Cristo.

Os verdadeiros pastores conhecem o valor da obra interior do Espírito Santo sobre o coração humano. Satisfazem-se com a simplicidade nos cultos. Em vez de dar valor ao canto popular, volvem sua atenção principalmente para o estudo da Palavra, e dão de coração louvor a Deus." (2)

Quando Ellen White estava escrevendo os cinco panfletos que hoje formam o volume quatro do Testemunhos Para a Igreja, uma de suas grandes preocupações era com relação à experiência espiritual dos líderes e dos membros da Igreja Adventista do Sétimo Dia. Suas aspirações para a igreja são resumidas pelos Depositários do Ellen G. White Estate na introdução daquele volume: "A igreja deve ser mantida pura, seus padrões altos, seus membros ativos no serviço e desfrutando uma experiência pessoal diária nas coisas de Deus" (3). Foi neste contexto que ela escreveu: "Há mais reuniões para cânticos do que para oração entre o nosso povo" (4). Ela prossegue explicando que as sessões de canto podem ser dirigidas de forma apropriada, mas freqüentemente há gesticulações, conversações frívolas e fofocas. O conselho de Ellen White não se opões ao uso da música. Ela buscava apenas que fosse utilizada de forma prudente e com o equilíbrio apropriado. Vez após vez ela advertiu que a música fosse usada para ajudar a ajuntar almas para Cristo, para a leitura da Bíblia, oração e a música tocará o coração dos descrentes.

(Paul Hamel, ex-diretor do Departamento de Música da Universidade Andrews, publicado pela Review and Herald, em 1976)

Notas:
(1) Mensagens Escolhidas, vol. 2, pp. 35-36.
(2) Evangelismo, p. 502
(3) Testemunhos Para a Igreja, vol. 4, p. 7
(4) Testemunhos Para a Igreja, vol. 4, p. 73


[Tradução - Levi Tavares]


A identidade Adventista do Sétimo Dia

1. Os Adventistas do Sétimo Dia defendem frontal separação das coisas do mundo e fazem clara distinção entre o sacro e o secular.

2. A música e as percepções estéticas, assim, como a ética e o estilo de vida são transformados pelo Espírito Santo e pela vida de comunhão. Portanto, aceitar a Pessoa de Cristo na vida é permitir mudança do ser, processo permanente e crescente que inicia do interior para o exterior.

3. Os Adventistas do Sétimo Dia entendem que sua Missão é transcultural, por isso, existem tensões. Todavia, o diálogo mediado pela guia do Espírito Santo produz maior compreensão dos "fatos culturais", sempre respaldada pela Palavra de Deus e por uma teologia genuinamente bíblica.

4. A música e suas correlações no culto e na vida cristã é apresentada em Ellen White, como expressão genuína e autêntica do Dom Profético, na forma e natureza como crêem os Adventistas do Sétimo Dia. Por isso, as orientações, recomendações e exortações apresentadas nestes escritos são válidos e necessários, principalmente, porque, uma das características do tempo do fim seria o aparecimento de falsos ensinos (inclui-se artigos, blogs, teses), defendendo heresias eivadas da mistura satânica "erro e verdade".

5. Os Adventistas do Sétimo Dia sabem que num mundo pós-moderno e relativista, manter a unidade da Igreja e sua identidade é tarefa desafiadora, só possível pelo poder do Espírito Santo. A música como produto cultural, não está imune ao processo de massificação que desestrutura a mente, a pessoa, a sociedade e a igreja. A música adventista tem uma identidade da mesma forma como a doutrina adventista tem uma identidade.

Pastor Jael Enéas (Departamental de Música na União Este Brasileira)

Tomara que sejamos civilizados quando chegar o desastre climático

“Espero que, quando desatar o primeiro grande desastre climático, nos unamos como se estivessem invadindo nosso país”, afirma o cientista britânico James Lovelock nesta entrevista exclusiva ao Terramérica. Na medida em esquenta o clima e aumenta a concentração de carbono na atmosfera, o futuro fica muito mais nefasto do que as piores projeções do Grupo Intergovernamental de Especialistas sobre Mudança Climática (IPCC), diz Lovelock. Químico, médico e biofísico, este homem é o pai da Teoria Gaia, que descreve o planeta como um organismo vivo, um complexo sistema onde todos os componentes da biosfera e da atmosfera interagem para regular e sustentar a vida.

Frequentemente controverso, Lovelock tem amplas credenciais científicas. Como inventor, é titular de aproximadamente 50 patentes, entre elas os primeiros aparelhos para detectar clorofluorocarbonos, gases que afetam a camada de ozônio, e resíduos de pesticidas no meio ambiente. Também é autor de vários livros. O último deles, “O desaparecido rosto de Gaia - Uma última advertência”, foi publicado em abril. O Terramérica conversou com Lovelock em Toronto.
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Fonte - Portal do Meio Ambiente

Nota DDP: É o que se espera, um grande gatilho que justifique a tomada de medidas drásticas, que unam as pessoas como "se estivessem invadindo nosso país".

Para saber mais sobre a "Hipótese Gaia", acesse o Minuto Profético.

Avanço da direita nas eleições para Parlamento da UE

Em grande parte do bloco europeu, a vitória é dos direitistas, desde moderados a xenófobos e racistas. Grécia e Suécia estão entre as exceções. Na Alemanha, os olhos já se voltam para o pleito nacional de setembro.

Segundo as projeções das TVs públicas ARD e ZDF, os partidos conservadores cristãos da Alemanha estão à frente nas eleições para o Parlamento Europeu, realizadas neste domingo (07/06). A União Democrata Cristã e a Social Cristã (CDU/CSU) devem contar com o apoio de mais de 38% dos eleitores.
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Nos 27 países da União Europeia, as eleições ao Parlamento Europeu transcorreram entre a quinta-feira e o domingo. As projeções divulgadas demonstram, no geral, uma tendência em direção à direita, favorecendo não só conservadores e democrata-cristãos, como também os agrupamentos radicais.
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O líder social-democrata, Franz Müntefering, classificou o resultado como "decepcionante". "É uma noite difícil para nós, não há dúvida", declarou em Berlim, e conclamou seus correligionários a se concentrar na campanha pelas próximas eleições.

A perda de cinco pontos percentuais pareceu não preocupar muito os conservadores cristãos. Para eles, o essencial é continuar à frente de seus parceiros-rivais, os social-democratas.

Fonte - DW-World


Nota DDP: Para entender um pouco o que significa esta proeminência da direita cristã na condução do Parlamente Europeu, é só lembrar-se dos posts "Pressão nas urnas", além das questões que podem ser vialibilizadas com este estado de coisas, como visto em "Bispos da UE deixam apelos para as Europeias".

Ameaça real

Gripe suína: infectologista Luiz Jacintho da Silva diz que vírus influenza vem se recombinando entre humanos, equinos, aves e suínos há muitos anos

O mundo foi imerso recentemente num thriller apocalíptico, daqueles que projetam um terrível futuro para a raça humana. Pessoas transitando com máscaras, como se o ar estivesse envenenado, viraram rotina. O responsável é o vírus influenza A, subtipo H1N1, que, pela combinação genética com cepas de origem animal, foi apelidado de gripe suína. Ou gripe A, como também é chamada, que colocou as autoridades de saúde em alerta máximo e provocou pânico em vários países, especialmente no México, seu epicentro.

Os doentes continuam a surgir, assim como as mortes, mas os ânimos arrefeceram, pois a transmissão não está sendo tão veloz quanto o esperado. O Brasil registrava até a última quarta-feira, 3 de junho (data do fechamento desta edição), 20 casos confirmados. O Ministério da Saúde afirma que “não há evidências de sustentabilidade de transmissão (do vírus) de pessoa para pessoa”. O recado é que não há motivo para alarme.

Mas é cedo para a tranquilidade absoluta, avisa o infectologista Luiz Jacintho da Silva, professor titular do Departamento de Clínica Médica da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp) e ex-superintendente da Superintendência de Controle de Endemias (Sucen) de São Paulo. Um dos maiores especialistas brasileiros em epidemiologia, reconhecido internacionalmente, Jacintho considera que é forte a possibilidade de que o H1N1 venha a causar uma grave pandemia.

Atualmente licenciado da universidade e baseado nos Estados Unidos, onde lidera várias pesquisas, inclusive de vacinas, o médico também viaja com frequência pela Europa e Ásia (na data da entrevista, estava no Japão), acompanhando de perto os impactos do novo vírus pelo planeta.
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Fonte - Revista Metrópole

A revolução desde cima

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Para quem estuda os fatos da atualidade com critérios de historiador, nada mais fácil do que compreender os objetivos da administração Obama, bem como as estratégias e táticas usadas para sua implementação. Esses objetivos são apenas dois: (a) debilitar o poderio americano na esfera internacional, tornando os EUA praticamente inermes ante qualquer iniciativa militar ou qualquer campanha diplomática mais agressiva da parte de seus inimigos; (b) no plano interno, inversa e complementarmente, aumentar o poder de controle do governo sobre a massa dos cidadãos, desarticulando e desarmando antecipadamente qualquer veleidade de oposição popular, seja ao primeiro objetivo, seja a este mesmo.
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(...) é notório que os círculos obamistas vêem com agrado as gestões cada vez menos discretas do G-20 para adotar uma moeda mundial, desbancando o dólar e submetendo a economia americana ainda mais ao controle internacional.

Embora o sentido de todas essas atitudes do governo Obama seja claro e insofismável, até mesmo os comentaristas mais abertamente conservadores têm extrema dificuldade em percebê-lo. Seus cérebros, entupidos de inibições, preconceitos e escrúpulos patéticos que a cultura esquerdista ambiente injetou neles desde a década de 60, funcionam com tal lentidão que só ouvem o cão latir depois de várias mordidas. Uma conversa recente na Fox News entre Sean Hannity, comentarista político da estação, e Dick Morris, ex-conselheiro dos Clintons convertido à causa conservadora, ilustra o que estou dizendo:

Morris: -- Há uma coisa importante que vai acontecer em Londres neste G-20, e que eles estão camuflando, escondendo: a coordenação dos regulamentos internacionais. O que eles vão fazer é colocar o nosso FED (Federal Reserve) e a nossa SEC (Comissão de Títulos e Câmbio), sob o controle do Fundo Monetário Internacional... O que isso realmente é, é colocar a economia americana sob controle internacional.

Hannity: -- É mesmo.

Morris: -- E aquelas pessoas que viviam gritando “A ONU vai tomar o poder!”, “É o governo global!”...

Hannity: -- Teóricos da conspiração…

Morris: -- Eles eram malucos. Mas agora vemos que estavam com a razão. Está acontecendo.

Hannity: -- Quando o Geithner (presidente do FED) disse na semana passada que está aberto à idéia de moeda global, essa turma da teoria da conspiração já tinha anunciado durante anos que isso ia acontecer. Você não está errado, você não está errado…

Concomitantemente – e coerentemente – com a debilitação do poderio americano no exterior, as medidas do governo Obama para aumentar o controle estatal sobre a sociedade e os cidadãos são tão vistosas que o simples fato de não provocarem escândalo geral já é por si mesmo um escândalo. Desde logo, Obama exigiu que o escritório do Censo, até então sob responsabilidade parlamentar e portanto bipartidária, fosse instalado na Casa Branca, sob sua fiscalização direta. Como o Censo determina o zoneamento eleitoral, quem controla o Censo controla as eleições americanas. Em tempos normais, esta simples decisão seria motivo de impeachment, mas tanto o Congresso quanto a mídia estão mais empenhados em preservar a imagem de Obama do que a segurança do país e o bom funcionamento da democracia. Até o momento, ninguém estrilou contra a usurpação do Censo, noticiada com discrição entre páginas e páginas consagradas aos novos modelos de vestido da Sra. Michele Obama.

Não podendo implantar diretamente o controle de armas, que a população rejeita maciçamente, o governo Obama apelou ao expediente de diminuir o estoque de munições à disposição do consumidor, dificultando a compra ou importação dos materiais necessários à fabricação de balas. Os efeitos da medida apareceram com velocidade impressionante. Qualquer coisa mais requintada do que cartuchos para espingardas de caça é muito difícil de encontrar hoje em dia nas lojas de armas. Ao mesmo tempo, os deputados e senadores governistas já distribuem entre si uma lista de mais de setenta modelos de armas que o Procurador Geral Eric Holder – tradicional adepto da proibição total – planeja banir na primeira oportunidade.

Não satisfeito com o tremendo acréscimo de poder que essas medidas lhe dão, o governo Obama, através da FDA (Food and Drug Administration), vem ajudando a promover o Codex Alimentarius – plano da ONU para colocar a produção mundial de alimentos sob controle direto e estrito da burocracia internacional e de meia dúzia de macro-empresas globais. Os projetos de lei HR875, HR759 e S425 proíbem até mesmo a livre produção de alimentos para consumo doméstico ou comunitário, e tornam crime a chamada “alimentação natural” – plantar cenouras, beterrabas, batatas, etc. sem fertilizantes, antibióticos e o que mais as autoridades determinem. Pelo Codex Alimentarius, cada galinha criada em fundo de quintal terá de ser registrada em órgãos do governo e alimentada com aquilo que o governo escolha. As penalidades incluem prisão do culpado, apreensão dos produtos considerados ilegais e desapropriação da terra onde seja cometido o “crime”.
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Para completar, o senador democrata Jay Rockefeller, membro da família que controla o CFR (Council on Foreign Relations) e por meio dele a política americana, após ter feito a espantosa declaração de que o maior risco para a segurança dos EUA não é o terrorismo, nem a China, nem o tráfico de drogas, nem a imigração ilegal, e sim a internet – declaração que num primeiro momento pareceu apenas um abuso de excentricidade –, passou das palavras à ação, apresentando, na semana seguinte, um projeto de lei que coloca a rede inteira sob controle direto de órgãos da presidência americana.

Tecnicamente – e creio ter demonstrado isso em sucessivos escritos e conferências –, uma revolução define-se como um projeto abrangente de mudança social e política a ser realizado mediante uma concentração anormal de poder. Uma revolução nesse sentido estrito – uma revolução de dimensões mundiais – já está em avançado estado de realização nos EUA. O fato de que a maior parte da população e até mesmo das classes letradas nem mesmo perceba isso enquadra nitidamente o fenômeno na categoria das “revoluções desde cima”, tal como descrito no livro clássico de Hermann Rauschning, The Revolution of Nihilism: a Warning to the West. Publicado em 1938 e referindo-se especialmente ao caso alemão, o alerta de Rauschning não foi ouvido. O meu também não será.

Fonte - Olavo de Carvalho

O ecumenismo e o conflito de civilizações

Cidade do Vaticano, 06 jun (RV) - Nos anos passados, falou-se muito sobre o risco de conflitos de civilizações, em particular entre o mundo muçulmano e o mundo ocidental, depois do episódio terrorista de 11 de setembro de 2001.

A Igreja Católica sempre foi decididamente contrária a esta leitura da realidade mundial, buscando a compreensão recíproca entre povos, culturas e religiões; empenhando-se ativamente, portanto, para que as oposições e as incompreensões não se aprofundassem, dando origem a conflitos e guerras. Daí a linha do diálogo inter-religioso e a busca contínua da paz.

A recente viagem do papa à Terra Santa foi uma manifestação exemplar de tal posição da Igreja.

Agora, também o discurso do presidente Obama, no Cairo, em vista do estabelecimento de uma nova relação entre a América e o mundo muçulmano, segue essa mesma e justa direção, e insere no horizonte mundial um elemento de esperança.

O inegável peso político dos Estados Unidos se vê empenhado claramente em favor de alguns objetivos certamente cruciais para a paz no mundo. O empenho em prol da solução do conflito entre israelenses e palestinos, a afirmação não apenas da necessidade da não-proliferação nuclear, mas mais radicalmente, do desarme nuclear de todas as nações. E ainda: o quadro mais amplo da liberdade religiosa, da dignidade da mulher, da democracia e do desenvolvimento dos povos.

São aberturas rumo a objetivos para cujo alcance muitas pessoas de boa vontade desejariam colaborar, para encontrar as estradas justas para a humanidade em caminho. Objetivos nos quais – fazemos votos – possam se encontrar todos aqueles que creem no Deus criador e amante da paz. (Pe. Federico Lombardi S.J.)

Fonte - Radio Vaticano

Igrejas cristãs elogiam discurso de Obama

Washington, 08 jun (RV) - Um grupo de líderes cristãos dos Estados Unidos, incluindo o bispo de Albany, Dom Howard J. Hubbard, presidente do Comitê Internacional de Justiça e Paz, escreveu uma carta de elogio ao presidente Barack Obama, por seu discurso de 4 de junho p.p. na Universidade al-Azhar, na capital egípcia, Cairo.

A mensagem expressa gratidão ao Presidente Obama por seus esforços em se aproximar do mundo muçulmano e fazer da paz entre israelenses e palestinos uma prioridade de sua administração. Os líderes expressam profunda preocupação com a deterioração da situação na Terra Santa e exortam o governo Obama a fazer progressos reais e concretos, no território, para alcançar uma paz justa entre Israel e os palestinos.

Dentre os signatários católicos, constam o Cardeal Theodore McCarrick, arcebispo emérito de Washington, Dom John H. Ricard, bispo de Pensacola, Tallahassee, Dom Gabino Zavala, bispo auxiliar de Los Angeles e presidente da Pax Christi EUA, a irmã franciscana J. Lora Dambroski, Presidente da Conferência de Mulheres Líderes Religiosos; Marie Dennis, diretora de assuntos globais do Instituto Maryknoll; a irmã franciscana Margaret Mary Kimmins, presidente da Rede de Ação franciscana; o padre redentorista Thomas Picton, Presidente da Conferência dos Superiores Maiores.

A carta também foi assinada por expoentes das Igrejas evangélica, protestante, ortodoxa oriental, e líderes afro-americanos, representando milhões de americanos.

Fonte - Radio Vaticano

Nota DDP: Outras nuances da presença do Presidente Obama no Oriente Médio em "Obama e a 'paz e segurança' - Repercussões".

Pressão nas urnas

Estrasburgo, 08 jun (RV) - Ontem, poucas horas antes do encerramento das votações para eleger o novo Parlamento Europeu, o observador permanente da Santa Sé no Conselho da Europa, Mons. Aldo Giordano, pediu que os cidadãos comparecessem às urnas.

Mons. Giordano alegou que é preciso relançar as instituições européias para que os países-membros da União Européia (UE) respondam juntos aos desafios da atualidade. “Nossa presença é importante, porque enquanto a Europa de hoje está confusa e burocrática, incapaz de informar os cidadãos ou de envolvê-los. Se nos colocamos em um horizonte mais amplo, em perspectiva, compreenderemos que os problemas devem ser enfrentados em conjunto; sabemos que há desafios aos quais só podemos responder juntos”, disse o diplomata.

A Igreja católica espera “uma Europa mais unida e mais estável, capaz de investir no desenvolvimento de outras regiões do mundo” - acrescentou.

Ontem, quarto e último dia eleitoral para a renovação dos 736 deputados do Parlamento Europeu, compareceram às urnas os cidadãos de Alemanha, Áustria, Bélgica, Bulgária, Dinamarca, Eslovênia, Espanha, Estônia, Finlândia, França, Grécia, Hungria, Itália, Lituânia, Luxemburgo, Polônia, Portugal, Romênia e Suécia.

Reino Unido, Holanda, Irlanda, Letônia, Malta, Eslováquia e Chipre já realizaram suas votações.

Fonte - Radio Vaticano

Nota DDP: As palavras de Cristo "a César o que é de César" estão cada vez mais deslocadas no discurso de interferência do poder eclesiástico no secular. Obviamente esta realidade sempre se observou com maior ou menor intensidade. Mas tudo leva a crer que o passado esteja realmente chegando também neste particular.

Ministro saudita promove diálogo inter-religioso no Vaticano

CIDADE DO VATICANO, domingo, 7 de junho de 2009 (ZENIT.org).- Sua Alteza Real o Príncipe Saud Al Faisal bin Abdelaziz Al Saud, ministro de Relações Exteriores da Arábia Saudita, acompanhado por uma delegação, visitou nesta sexta-feira, 5 de junho, a sede do Conselho Pontifício para o Diálogo Inter-Religioso, segundo revelou um comunicado distribuído pela Sala de Imprensa da Santa Sé.

O Príncipe foi acolhido pelo presidente deste organismo vaticano, o cardeal Jean-Louis Tauran, assim como pelo secretário, Dom Pier Luigi Celata, o subsecretário, Andrew Vissanu Thanya-anan, e o chefe do departamento dedicado ao islã, Khaled Akasheh.

Segundo o comunicado vaticano, “durante o encontro, dialogaram sobre ideias para dar continuidade à Conferência de Madri (16-18 de julho de 2008) que, por iniciativa de sua majestade o Rei Abdala bin Abdelaziz Al Saud, havia reunido chefes das principais religiões do mundo”.

A Arábia Saudita é um dos poucos países do mundo que não mantém relações diplomáticas com a Santa Sé.

Bento XVI deu um passo decisivo no dia 6 de novembro de 2007, ao converter-se no primeiro papa em receber um rei Abdala da Arábia Saudita.

Fonte - Zenit

Nota DDP: Pelo andar da carruagem, o "não mantém" é temporário.

Outras reflexões interessantes, no blog O Tempo Final.

Patriarca ecumênico de Constantinopla preocupado pela mudança climática

ISTAMBUL, sexta-feira, 5 de junho de 2009 (ZENIT.org).- A crise ecológica, particularmente a realidade da mudança climática, é a maior ameaça para toda forma de vida sobre a terra, adverte o patriarca ecumênico de Constantinopla, Bartolomeu I, em uma mensagem escrita por ocasião do Dia Mundial do Meio Ambiente, que acontece nesta sexta-feira, segundo informa L’Osservatore Romano em sua edição diária em língua italiana desta quinta-feira.

O chamado “Patriarca Verde”, por sua defesa do meio ambiente, convida mais uma vez todas as pessoas, “independentemente de suas origens religiosas, a levarem em consideração a crise ecológica”.

“Hoje, mais do que nunca, existe uma obrigação incontestável para todos – assinala o patriarca ortodoxo: a de dar-nos conta de que as considerações ambientais em nosso planeta não representam só ideais românticos de um pequeno grupo.”

O arcebispo de Constantinopla e patriarca ecumênico destaca em sua mensagem que existe uma correlação imediata entre a proteção do ambiente e as expressões da vida econômica e social.

Bartolomeu I explica que para a Igreja Ortodoxa, a proteção do meio ambiente, criação de Deus, “é a realidade suprema dos seres humanos, independentemente de qualquer observação material e financeira”.

Segundo a teologia ortodoxa, “o meio natural é parte da criação e tem um caráter sagrado, razão pela qual abusar dele e destruí-lo constitui um sacrilégio e um ato mau, um desafio à obra de Deus criador”, assinala.

Também sublinha que as questões ambientais, no início do terceiro milênio, “adquiriram uma nova intensidade e estão no coração de todos”.

Para Bartolomeu I, “cuidar e proteger a criação é responsabilidade de todos, de forma individual e coletiva”.

Também reconhece que “as autoridades políticas de cada nação têm a grande responsabilidade de avaliar a situação para propor ações, medidas e outras normas”.

Mas acrescenta que “a responsabilidade individual é importante, não só na vida pessoal e familiar, mas também em sua função como cidadãos ativos”.

O patriarca ecumênico conclui a mensagem pedindo “um senso mais profundo de vigilância para a proteção da natureza e da criação”.

Fonte - Zenit

Nota DDP: Os discursos continuam se afinando neste tema.

Mais um filme ECOmênico

Com uma combinação de sons, imagens impressionantes da Terra vista do céu e uma narração sobre os danos ambientais causados pela humanidade ao planeta, o documentário "Home - Nosso Planeta, Nossa Casa" é um projeto ambicioso do cineasta Luc Besson e do diretor Yann Arthus-Bertrand que tem como objetivo despertar a atenção para a devastação ambiental e chamar uma ação global. E para alcançar o maior número possível de pessoas, Bertrand e Besson decidiram lançar o filme gratuitamente, em 87 países com dublagens em 14 línguas. Tudo isso, no Dia Mundial do Meio Ambiente, dia 5 de junho. “O que eu realmente quero é que as pessoas cujo consumo tem um impacto direto sobre a Terra, percebam a necessidade de mudar seu modo de vida depois de assistirem o filme”, afirma Bertrand. O diretor, que ficou mundialmente conhecido pelas fotos áreas que fez de diversas partes do Planeta, explica que o filme revela a atual situação do Planeta, enquanto afirma que a solução existe. “Sofremos um grande impacto sobre a Terra, mais do que poderíamos suportar. Nós consumimos em excesso e estamos extinguindo os recursos da Terra. Do ar, é fácil ver as feridas da Terra”, diz.

Para garantir que o filme fosse visto por todos de forma gratuita, Bertrand e Besson contaram com o patrocínio da PPR, que investiu € 10 milhões ao longo de três anos. Várias ações no mundo marcarão seu lançamento na próxima sexta-feira, como exibição ao ar livre no Central Park, em Nova York, e no Champs de Mars, em frente à Torre Eiffel, em Paris.

Para baixá-lo na internet (a partir do dia 5), assistir ao trailer e saber mais sobre o filme, clique aqui (aqui está a versão em português de Portugal).

Note que, de início, o vídeo é pura propaganda darwinista, e sustenta que todo o equilíbrio e a complexidade da vida provieram do suposto caos inicial. A despeito desse viés ideológico desnecessário, é válida a denúncia do excesso de consumo dos recursos não renováveis, o que poderá levar a Terra ao colapso num futuro não muito distante. O problema é a motivação política por trás da manipulação do medo de extinção (engenharia social) e as consequências sobre os discordantes das propostas da coletividade.

Para saber mais sobre o ECOmenismo e sua relação com as profecias, clique aqui.

Fonte - Michelson Borges

A Vontade de Deus

Nem todo o que me diz: Senhor, Senhor! entrará no reino dos céus, mas aquele que faz a vontade de meu Pai, que está nos céus. Mat 7:21.

Este verso é muito importante para toda humanidade, devemos analisar que Jesus deixa muito claro que só serão salvos os que fazem a vontade do Pai!

Mas qual é a Vontade do Pai?

Se pensarmos que temos que fazer algo para ganhar a salvação estaremos em um caminho de grandes ciladas, pois a Bíblia diz que “Porque pela graça sois salvos, por meio da fé; e isto não vem de vós, é dom de Deus”.Efé 2:8.

Se somos salvos pela graça é esta só é alcançada por meio da fé, e a esta é um dom de Deus, então não devo fazer nada para ser salvo!?

Continue lendo aqui.

Para entrar em contato pessoal com o irmão Elias dos Santos Vasconcelos, que idealizou o estudo, também para eventuais comentários e sugestões, utilize seu email: elias-profecias@hotmail.com

Não deixe de ler nosso FAQ.

domingo, 7 de junho de 2009

Show ou louvor? (Vale a pena se expor?)

Por Pr. Erton Köhler

Gosto muito de ouvir músicas e rádios evangélicas, mas tenho uma preocupação: É certo ir a shows de cantores evangélicos? As músicas falam de Deus, mas eles não são promovidos pela nossa igreja. É pecado participar desses programas?

Primeiro vamos entender o que está por trás de um show evangélico e depois você pode concluir se vale a pena participar dele ou não, e até mesmo se é pecado.

1. O foco não está em Deus - O próprio nome “show” já sugere um programa com foco fora de Deus. É uma superprodução destinada a promover alguém ou alguma coisa. Isso é muito perigoso. Quem sabe você pense: “Mas o show é evangélico. as músicas são cristãs…” Não se iluda com isso, porque o nome de Deus em uma música ou programa não significa que Ele seja realmente O adorado ou dê Sua aprovação.

2. Influência popular - Os shows evangélicos são imitações de programas populares, com objetivos, na sua maioria, comerciais ou de promoção pessoal. Esse não é o objetivo da Música Cristã, muito menos da adoração a Deus. A produção é quase a mesma, as cores, a iluminação, os instrumentistas, a aparência pessoal, os aplausos, os assobios, a tietagem, quase tudo lembra os programas populares similares. Será que isso aponta para Deus e nos leva a Ele? Será que isso direciona o poder da música para a salvação?

3. Enfraquece a música cristã - A música que deveria estar tocando corações, exaltando a Deus, aproximando pessoas dEle, acaba se transformando apenas em um elemento de expressão artística, para mostrar do que os artistas são capazes. Isso é enfraquecer a música cristã que foi feita para propósitos muito mais solenes. Música é arte, mas na música cristã a arte é um meio para promover a mensagem, e não deve ser mais forte que ela. O músico é um artista, mas o músico cristão é um ministro. Nem a música, nem o músico cristãos chamam atenção para si, mas sempre para a mensagem que foram chamados a transmitir. Em um show evangélico tudo isso fica fora de foco.

4. Vulgariza a música cristã - A maneira como a música é usada com interesses pessoais e comerciais, e o nome de Deus usado meramente como um apelo de marketing para alcançar um público e um objetivo, vulgariza a música cristã.

5. O Estilo musical é perigoso - Normalmente em um show evangélico o estilo musical escolhido busca a agitação física ou emocional do público. E a música tem poder para isso. Ligados a esses shows normalmente estão movimentos carismáticos, com manifestações e manipulações perigosas. E o pior é quando, por trás de uma música produzida para mexer com você, está uma mensagem que fere as verdades bíblicas nas quais você crê. O risco é ainda maior.

Ellen White fala da música no tempo do fim. Veja se não é a descrição da maioria dos shows evangélicos de hoje: “Demonstrar-se-á tudo quanto é estranho. Haverá gritos com tambores, música e dança. Os sentidos dos seres racionais ficarão tão confundidos que não se pode confiar neles quanto a decisões retas. E isto será chamado operação do Espírito Santo.” - Conselhos Sobre Música, pág. 27. Será que esse é um bom lugar para você estar? Sabendo que a música tem poder, vale a pena se expor?

Mas se é tão ruim assim, por que nossa igreja também promove seus shows? Corremos um risco muito grande de tentar transformar nossas festas em shows. Nossos congressos, acampamentos e outros programas precisam ser dinâmicos e criativos, mas não devem correr esse risco. Realmente há programas que focam tanto no espetáculo que enfraquecem ou anulam a força da mensagem. Esse, porém, não é o nosso ideal. Não fazemos programas para impressionar, mas para salvar.

Por que alguns de nossos músicos promovem shows, então? Mesmo em nosso meio existem músicos-artistas e músicos-ministros. Há aqueles que em tudo o que fazem querem promover sua imagem pessoal, sua foto, seu visual, sua roupa, seu fã-clube, sua capacidade vocal exuberante, se CD. Tudo o que eles fazem precisa ser um show. Eles não são nossa referência. Há muitos outros que estão preocupados em cantar aquilo que vai tocar e transformar, defendem os valores de Deus e da igreja acima dos seus, querem colaborar onde forem solicitados e ao final de uma apresentação deles a presença de Deus impressionou muito mais que sua performance. Esses não precisam de shows para cumprir seu ministério.

Sei que os jovens gostam de programas mais animados. Nossos programas não devem ser mortos ou sem atração. Sei que nossa igreja gosta de festas. Nunca devemos parar de celebrar o que Deus tem feito por nós. O ideal, porém, é usar outro nome, outro formato, outras atrações que não sejam imitações populares e que combinem com a solenidade da mensagem que temos para transmitir.

Fonte: Revista Adventista, novembro de 2003. Pág. 19. (Grifos nossos)

Nota DDP: Como sempre salientamos, este espaço pretende posicionar-se ao lado dos fatos que eventualmente apontam para o cumprimento das profecias. A consideração das possibilidades está em nosso foco.

O que chama a atenção neste ótimo artigo do Pr. Köhler é a consideração de elementos que à época de sua elaboração (2003) talvez ainda não estivessem tão delineados como já vemos em nossa realidade.

Embora muitas vezes não se tenha este nome, a proliferação de shows com temática "gospel", inclusive em nosso meio é de ser notada. A agitação física e emocional com o incremento da percussão é uma constante em ascensão e o cumprimento da profecia de Indiana cada vez mais factível. Como bem retro bem delineado, "sabendo que a música tem poder, vale a pena se expor?"

A resposta está ligada ao "modus operandi" humano, onde desde a queda o ser caído entende que sabe lidar com o pecado. Não soube evitar a queda, mas interessantemente agora entende que sabe lidar com os efeitos dela. Há portanto uma espécie de "soberba" espiritual absolutamente incompreensível, uma vontade de andar na "borda" quase suicida e uma quase irresponsável inconsequência com o legado a ser deixado para as próximas gerações.

Há uma frase do Maestro Flávio Santos que impressiona pelo seu aspecto lapidar da realidade:

Cada vez que estudamos a evolução ou degeneração da música percebemos que o ouvido humano está degradando da mesma forma que a nossa visão. Os nossos óculos auditivos são os sistemas de som Yamaha ou Mackie. Os acordes estão cada vez mais complexos pois o acorde simples já não nos agrada.

A "evolução"/degeneração da música não é mais uma opção, mas uma exigência para atender a "involução"/degeneração do ser estragado pelo pecado.

Para esta condição, o "antídoto" é Cristo Jesus, não música.

A pergunta que fica, em uma geração emergente regada a muita televisão, cinema, rádio, internet, video games e um indefectível fone branco ininterruptamente "plugado" aos seus ouvidos é: "Onde tudo isso vai dar, inclusive e, especialmente, para nós adventistas?"

Eu sugiro uma resposta aparentemente bastante óbvia: Na profecia de Indiana. E aos que discordam, O Pr. Köhler aparece cada vez mais atual: "Vale a pena se expor?"

sexta-feira, 5 de junho de 2009

"Como folhas de Outono... " 11


Nesta semana, dadas as experiências que pessoalmente presenciei, com inúmeras manifestações explícitas de desamor, infelizmente entre o próprio povo de Deus, dou prosseguimento ao projeto "Como folhas de Outono..." trazendo a série "Virtudes Cristãs" dirigida por vários palestrantes no Unasp II/Engenheiro Coelho.

Adequada ainda por se relacionar com o próprio tema da Lição da Escola Sabatina desta semana, o "Discipulado", trata dos frutos manifestos aos professos filhos de Deus. Tais frutos mais do que uma meta permanente, devem ser uma realidade na vida daqueles que possuem o modelo perfeito, o Senhor Jesus. Também por isso Ele verteu Seu precioso sangue a nosso favor no Calvário.

1) - Coragem (Pr. Eliel Unglaub)
2) -
Sabedoria (Pr. Renato Stencel)
3) -
Modéstia (Pr. José Umberto Moura)
4) -
Laboriosidade (Pr. Paulo Pinheiro)
5) -
Perseverança (Pr. Jabis Peixoto)
6) -
Amizade (Prof. Thalita Silva)
7) -
Bondade (Pr. Emilson dos Reis)
8) -
Mansidão (Pr. Adolfo Suarez)

Espero que seja útil aos irmãos. Não se esqueçam de duplicar, "como folhas de outono", atendendo ao "ide" do Mestre. E descansem no Senhor. Feliz Sábado.

Soli Deo Gloria

"Disseminai-os como as folhas no outono. Esse trabalho deverá continuar sem estorvo de pessoa alguma. Almas perecem sem Cristo. Sejam elas advertidas de Seu breve aparecimento nas nuvens do céu." (Testemunhos Seletos V3 - Pág. 235)

FAQ

Outras programações:
Séries "Como folhas de outono..."

Ansiedade

"O coração alegre é bom remédio, mas o espírito abatido faz secar os ossos" (Prov 17:22)

A palavra ansiedade, na língua grega, significa estrangulamento. A ansiedade nos tira o oxigênio, corta o nosso fôlego e nos asfixia. Ela rouba nossas forças, embaça nossos olhos e tira de nós a perspectiva do futuro. A ansiedade é um mal que atinge a todos, pobres e ricos, doutores e analfabetos, homens e mulheres, adultos e crianças. A pressão da vida moderna, a falta de comunicação no lar, o isolamento das pessoas e a ausência da comunhão com Deus abrem a porta para a ansiedade.

Jesus nos alerta a não vivermos ansiosos com respeito ao dia de amanhã, quanto ao que havemos de comer, beber ou vestir (Mat 6:25).

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