Isso significa que estudar a Bíblia não é simplesmente acumular informações religiosas. É encontrar Cristo em toda a revelação. Jesus ensinou aos discípulos que as Escrituras falavam a Seu respeito, e os apóstolos continuamente utilizavam o Antigo Testamento para demonstrar que Sua vida e Sua obra eram o cumprimento das promessas de Deus. Quando lemos as Escrituras com esse olhar, textos conhecidos começam a revelar profundidades que antes não percebíamos.
Existe também uma aplicação prática. O estudo da Bíblia precisa deixar de ser uma atividade limitada a determinados momentos ou lugares. A orientação apresentada no estudo adicional é que o estudante aproveite as oportunidades do cotidiano para ler, meditar e retirar da Palavra algum “pensamento precioso”.
Quanto mais conhecemos a Bíblia, mais aprendemos a amar suas verdades; e quanto mais amamos suas verdades, mais desejamos conhecer o Deus que nelas Se revela.
Por isso, a grande pergunta ao terminar esta semana não é apenas quanto aprendemos sobre profetas, mas quanto mais conhecemos a Cristo. A Bíblia inteira aponta para Ele. O Antigo prepara o caminho; o Novo apresenta o cumprimento. E o Espírito Santo continua iluminando nossa compreensão para que, ao estudar a Palavra, encontremos não apenas conhecimento, mas o próprio Salvador.
