A advertência foi feita nesta terça-feira pelo ministro britânico para o Terrorismo, Lord West. "Existem grandes e complexos planos", disse, sem dar mais detalhes, mas ressaltando que "a ameaça é enorme".
As declarações de Lord West foram feitas em um debate na Câmara dos Lordes sobre a nova lei antiterrorismo. Perante seus pares, ele disse que uma conspiração terrorista havia sido abortada, mas que uma outra está em curso.
Para o ministro, o Reino Unido não é um lugar a salvo dos terroristas, apesar das medidas anti-terror que vêm sendo postas em prática nos últimos 15 meses. Na segunda-feira, a Câmara dos Lordes rejeitou a proposta do governo de prolongar para até 42 dias a detenção de suspeitos de terrorismo sem acusação formal.
Fonte - Opinião e Notícia
Nota DDP: O terror psicológico para autorizar o aumento do controle sobre o cidadão comum. Em todos os aspectos. Tônica da vida em sociedade daqui para frente.
quarta-feira, 15 de outubro de 2008
Palavra de Deus é fundamento para o mundo econômico
Cidade do Vaticano, 15 out (RV) - Os líderes dos 27 países da União Européia encontram-se hoje em Bruxelas, num contexto marcado pela crise econômica e financeira internacional.
O Conselho Europeu deverá alargar a todos os Estados-membros a abordagem comum adotada domingo passado, em Paris, pelos 15 países do Eurogrupo, que partilham a moeda única e também pelo Reino Unido que foi, aliás, o precursor da idéia. A estratégia roda em torno de dois eixos principais: o Estado deverá garantir os empréstimos interbancários e a possibilidade de entrar no capital dos bancos em dificuldades para evitar a sua falência.
Na avaliação do ministro da Fazenda do Brasil, Guido Mantega, a atual crise do sistema financeiro é uma “guerra financeira mundial”. Para ele, o Brasil está mais preparado que outros países para esta guerra, mas admite que o país não está imune.
Aqui em Roma, no Sínodo dos Bispos, o arcebispo de São Paulo, cardeal Odilo Scherer, considerou que a orientação para a vida social e econômica deve ter como fundamento mais sólido a Palavra de Deus.
Fonte - Rádio Vaticano
Nota DDP: Como paralelamente o Vaticano tem pregado que par e passo com a Bíblia anda a tradição e a interpretação destas pela igreja, logicamente são estes últimos vetores que norteiam o pensamento da ICAR sobre como deve se estabelecer o fundamento da economia.
O Conselho Europeu deverá alargar a todos os Estados-membros a abordagem comum adotada domingo passado, em Paris, pelos 15 países do Eurogrupo, que partilham a moeda única e também pelo Reino Unido que foi, aliás, o precursor da idéia. A estratégia roda em torno de dois eixos principais: o Estado deverá garantir os empréstimos interbancários e a possibilidade de entrar no capital dos bancos em dificuldades para evitar a sua falência.
Na avaliação do ministro da Fazenda do Brasil, Guido Mantega, a atual crise do sistema financeiro é uma “guerra financeira mundial”. Para ele, o Brasil está mais preparado que outros países para esta guerra, mas admite que o país não está imune.
Aqui em Roma, no Sínodo dos Bispos, o arcebispo de São Paulo, cardeal Odilo Scherer, considerou que a orientação para a vida social e econômica deve ter como fundamento mais sólido a Palavra de Deus.
Fonte - Rádio Vaticano
Nota DDP: Como paralelamente o Vaticano tem pregado que par e passo com a Bíblia anda a tradição e a interpretação destas pela igreja, logicamente são estes últimos vetores que norteiam o pensamento da ICAR sobre como deve se estabelecer o fundamento da economia.
O desafio é devolver a pasta de dente ao tubo
Uma contabilidade grosseira chegaria facilmente a valores que excedem a alguns trilhões de dólares na transfusão articulada e maciça de liquidez recebida pela Europa, Ásia, EUA e América Latina nas últimas 24 horas. Mesmo com protagonistas improvisados, que rejeitam o papel, deu-se um ensaio de comando único sobre o circuito bancário do planeta.
...
Ainda que nenhum governo tenha cogitado recuperar seu legítimo comando sobre o desenvolvimento, persistir como se nada houvesse acontecido será, de agora em diante, politicamente mais penoso do que devolver a pasta de dente ao tubo.
Fonte - Carta Maior
Nota DDP: Já que este foi somente o ensaio, aguardemos o ato principal. Certamente continuará não sendo um ato único.
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Ainda que nenhum governo tenha cogitado recuperar seu legítimo comando sobre o desenvolvimento, persistir como se nada houvesse acontecido será, de agora em diante, politicamente mais penoso do que devolver a pasta de dente ao tubo.
Fonte - Carta Maior
Nota DDP: Já que este foi somente o ensaio, aguardemos o ato principal. Certamente continuará não sendo um ato único.
Acordo climático ajudará a combater crise
O combate à crise climática irá ajudar na superação da crise financeira, ao invés de dificultá-la, disse na terça-feira o comissário europeu do Meio Ambiente, Stravros Dimas.
Os 27 países da União Européia adotaram a ambiciosa meta de reduzir em um quinto suas emissões de dióxido de carbono até 2020, em comparação aos níveis de 1990. Pretendem conseguir isso, em parte, obrigando usinas elétricas e indústrias pesadas a pagarem por autorizações para poluir, num esquema de comércio de créditos de emissões.
Críticos dizem que, no atual cenário de crise financeira, será dificílimo que as empresas realizem os enormes investimentos necessários para se adaptar à energia limpa.
"Achamos que este pacote (climático) é consistente com a resolução da crise financeira... No momento, as pessoas estão focadas na crise econômica, mas nosso pacote é parte da solução", disse Dimas a jornalistas em Varsóvia.
...
"O pacote é apenas um instrumento para obter metas (contra a) mudança climática definidas pelos Estados membros. A Comissão pode fazer mudanças que não comprometam os objetivos ambientais."
Fonte - Terra
Nota DDP: Os dois assuntos começarão a ser tratados em paralelo. Acompanhemos.
Os 27 países da União Européia adotaram a ambiciosa meta de reduzir em um quinto suas emissões de dióxido de carbono até 2020, em comparação aos níveis de 1990. Pretendem conseguir isso, em parte, obrigando usinas elétricas e indústrias pesadas a pagarem por autorizações para poluir, num esquema de comércio de créditos de emissões.
Críticos dizem que, no atual cenário de crise financeira, será dificílimo que as empresas realizem os enormes investimentos necessários para se adaptar à energia limpa.
"Achamos que este pacote (climático) é consistente com a resolução da crise financeira... No momento, as pessoas estão focadas na crise econômica, mas nosso pacote é parte da solução", disse Dimas a jornalistas em Varsóvia.
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"O pacote é apenas um instrumento para obter metas (contra a) mudança climática definidas pelos Estados membros. A Comissão pode fazer mudanças que não comprometam os objetivos ambientais."
Fonte - Terra
Nota DDP: Os dois assuntos começarão a ser tratados em paralelo. Acompanhemos.
terça-feira, 14 de outubro de 2008
Crise financeira empurra a Europa para um governo econômico comum
BRUXELAS (AFP) - A crise financeira talvez esteja conseguindo o que quase dez anos de moeda comum não conseguiu: começar a dotar a Europa de um governo econômico, no qual os Estados sigam as mesmas pautas e trabalhem lado a lado com o Banco Central Europeu (BCE).
A gestação desse governo é difícil, tal como demonstraram as divisões das últimas semanas entre os países da UE a propósito da estratégia ante a crise.
No entanto, a reunião de cúpula da Eurozona domingo em Paris, a primeira desse tipo, e as medidas coordenadas e quase concomitantes de apoio ao setor bancário, que vários países europeus começaram a anunciar aos poucos nesta segunda-feira, marcam uma virada.
Além do apoio coordenado aos bancos, o presidente francês Nicolas Sarkozy anunciou que na próxima reunião de cúpula da UE, de quarta e quinta-feira em Bruxelas, será examinada a criação de um "mecanismo de crise" europeu para o futuro.
Esse mecanismo seria organizado em torno da Presidência da UE, da Comissão Européia, da Eurozona (composta por 15 dos 27 países da União) e do BCE.
Além disso, na reunião de cúpula de Bruxelas serão apresentadas propostas para relançar a idéia de uma regulação européia do setor financeiro, atualmente fragmentada entre vários Estados zelosos de suas prerrogativas nacionais. Até o momento, os governos não conseguiram chegar a um acordo.
"Esta crise mundial, em vez de explodir a Europa, reforçou a necessidade de conversarmos, de nos entendermos, e de adotarmos compromissos", destacou Sarkozy no domingo.
"Nunca, desde que exerço as funções de primeiro-ministro e ministro das Finanças, vi a Europa governada com tanta intensidade", comentou o chefe de governo luxemburguês e presidente do Eurogrupo Jean-Claude Juncker.
Segundo ele, a harmonia existente entre as capitais européias "não é muito diferente" do governo econômico que os europeus mais convencidos desejam há uma década.
A criação do mercado único em 1993 apenas foi acompanhada de progressos tangíveis em harmonização de políticas econômicas, já que cada país tentou manter a máxima autonomia possível. Concretamente, o âmbito fiscal é um dos assuntos que suscitam mais divergências.
A zona euro, criada em 1999, possui uma instituição supranacional para a política monetária, o Banco Central Europeu, mas carece de uma liderança política comum dos governos. Nem a formação do Eurogrupo nem o Pacto de Estabilidade conseguiram preencher esse vazio.
Dada a interdependência econômica na UE, os quinze países "precisam" da Grã-Bretanha, que se nega a adotar a moeda única, aponta Nicolas Véron, economista do Centro Bruegel, um instituto de reflexão de Bruxelas.
"As decisões dos países do Eurogrupo deverão marcar uma etapa importante no processo de unificação européia", destaca Jean-Dominique Giuliani, da Fundação Robert Schuman.
Apesar das dificuldades, "os europeus mostram que pode haver uma unidade de visão, uma aplicação comum de medidas de política econômica e financeira no território da União", disse.
Fonte - Veja
[Pesquisa - Blog Resta uma Esperança]
Nota DDP: Uma crise para impulsionar uma unificação da Europa há tanto tempo perseguida e profeticamente inviabilizada, estratagema antiga de um ser que caminha pelas nações com o intuito de tornar-se sobre elas soberano. Este é mais um sinal do fim, porque certamente Deus há de intervir quando este intento se tornar viável.
Daniel 2:43-44
Quanto ao que viste do ferro misturado com barro de lodo, misturar-se-ão com semente humana, mas não se ligarão um ao outro, assim como o ferro não se mistura com o barro. Mas, nos dias desses reis, o Deus do céu levantará um reino que não será jamais destruído; e este reino não passará a outro povo; esmiuçará e consumirá todos esses reinos, mas ele mesmo subsistirá para sempre.
A gestação desse governo é difícil, tal como demonstraram as divisões das últimas semanas entre os países da UE a propósito da estratégia ante a crise.
No entanto, a reunião de cúpula da Eurozona domingo em Paris, a primeira desse tipo, e as medidas coordenadas e quase concomitantes de apoio ao setor bancário, que vários países europeus começaram a anunciar aos poucos nesta segunda-feira, marcam uma virada.
Além do apoio coordenado aos bancos, o presidente francês Nicolas Sarkozy anunciou que na próxima reunião de cúpula da UE, de quarta e quinta-feira em Bruxelas, será examinada a criação de um "mecanismo de crise" europeu para o futuro.
Esse mecanismo seria organizado em torno da Presidência da UE, da Comissão Européia, da Eurozona (composta por 15 dos 27 países da União) e do BCE.
Além disso, na reunião de cúpula de Bruxelas serão apresentadas propostas para relançar a idéia de uma regulação européia do setor financeiro, atualmente fragmentada entre vários Estados zelosos de suas prerrogativas nacionais. Até o momento, os governos não conseguiram chegar a um acordo.
"Esta crise mundial, em vez de explodir a Europa, reforçou a necessidade de conversarmos, de nos entendermos, e de adotarmos compromissos", destacou Sarkozy no domingo.
"Nunca, desde que exerço as funções de primeiro-ministro e ministro das Finanças, vi a Europa governada com tanta intensidade", comentou o chefe de governo luxemburguês e presidente do Eurogrupo Jean-Claude Juncker.
Segundo ele, a harmonia existente entre as capitais européias "não é muito diferente" do governo econômico que os europeus mais convencidos desejam há uma década.
A criação do mercado único em 1993 apenas foi acompanhada de progressos tangíveis em harmonização de políticas econômicas, já que cada país tentou manter a máxima autonomia possível. Concretamente, o âmbito fiscal é um dos assuntos que suscitam mais divergências.
A zona euro, criada em 1999, possui uma instituição supranacional para a política monetária, o Banco Central Europeu, mas carece de uma liderança política comum dos governos. Nem a formação do Eurogrupo nem o Pacto de Estabilidade conseguiram preencher esse vazio.
Dada a interdependência econômica na UE, os quinze países "precisam" da Grã-Bretanha, que se nega a adotar a moeda única, aponta Nicolas Véron, economista do Centro Bruegel, um instituto de reflexão de Bruxelas.
"As decisões dos países do Eurogrupo deverão marcar uma etapa importante no processo de unificação européia", destaca Jean-Dominique Giuliani, da Fundação Robert Schuman.
Apesar das dificuldades, "os europeus mostram que pode haver uma unidade de visão, uma aplicação comum de medidas de política econômica e financeira no território da União", disse.
Fonte - Veja
[Pesquisa - Blog Resta uma Esperança]
Nota DDP: Uma crise para impulsionar uma unificação da Europa há tanto tempo perseguida e profeticamente inviabilizada, estratagema antiga de um ser que caminha pelas nações com o intuito de tornar-se sobre elas soberano. Este é mais um sinal do fim, porque certamente Deus há de intervir quando este intento se tornar viável.
Daniel 2:43-44
Quanto ao que viste do ferro misturado com barro de lodo, misturar-se-ão com semente humana, mas não se ligarão um ao outro, assim como o ferro não se mistura com o barro. Mas, nos dias desses reis, o Deus do céu levantará um reino que não será jamais destruído; e este reino não passará a outro povo; esmiuçará e consumirá todos esses reinos, mas ele mesmo subsistirá para sempre.
segunda-feira, 13 de outubro de 2008
O papa como sinal de união dos cristãos
Cidade do Vaticano, 13 out (RV) – O representante da Igreja Ortodoxa da Grécia, que participa do Sínodo dos Bispos, no Vaticano, arquimandrita Ignatios D. Sotiriadis, conselheiro da Representação da Igreja da Grécia na União Européia, reconheceu na Assembléia sinodal, na manhã de sábado, “o papel do bispo de Roma como sinal de unidade entre os cristãos”.
O pronunciamento do arquimandrita ortodoxo foi um dos mais aplaudidos na primeira semana de trabalhos na sala do Sínodo: “Santidade, nossa sociedade está cansada e doente! Procura, mas não encontra! Bebe, mas não sacia a sua sede! Exige de nós cristãos - católicos, ortodoxos, protestantes, anglicanos - testemunho comum e voz uníssona! Eis a nossa responsabilidade como pastores das Igrejas no século XXI”.
Sotiriadis apresentou “a missão primordial, histórica e extraordinária do primeiro Bispo da cristandade, que preside na caridade”, e, sobretudo, de um Papa que é “Magister Theologiae” (mestre de teologia): ele é sinal visível e paterno de unidade e guia, sob a orientação do Espírito Santo e segundo a Sagrada tradição, com sabedoria, humildade e dinamismo, junto a todos os bispos do mundo, co-sucessores dos apóstolos, toda a humanidade a Cristo Redentor!”.
“Eis o desejo profundo, continuou o arquimandrita greco-ortodoxo, de quem guarda no coração a nostalgia dolorosa da Igreja não dividida: Una, Santa, Católica e Apostólica!”
Referindo-se ao tema da Assembléia sinodal, o “delegado fraterno” reconheceu que a história da cristandade está repleta de crimes, pecados e erros. Por isso, questiona-se sempre sobre o problema da interpretação autêntica da Palavra de Deus.
E concluiu: “Neste contexto, a Igreja vive da fonte da vida que é a Sagrada Escritura. Ela ensina à Europa secularizada o amor pela criação em perigo, o perdão e a reconciliação com quem quer começar uma nova vida, o respeito por toda pessoa humana, feita à imagem de Deus, assim como a paz, a justiça, a igualdade entre o homem e a mulher, judeu ou grego”.
Fonte - Radio Vaticano
Nota DDP: Estou sem palavras. Quanto tempo até o eco desse posicionamento?
O pronunciamento do arquimandrita ortodoxo foi um dos mais aplaudidos na primeira semana de trabalhos na sala do Sínodo: “Santidade, nossa sociedade está cansada e doente! Procura, mas não encontra! Bebe, mas não sacia a sua sede! Exige de nós cristãos - católicos, ortodoxos, protestantes, anglicanos - testemunho comum e voz uníssona! Eis a nossa responsabilidade como pastores das Igrejas no século XXI”.
Sotiriadis apresentou “a missão primordial, histórica e extraordinária do primeiro Bispo da cristandade, que preside na caridade”, e, sobretudo, de um Papa que é “Magister Theologiae” (mestre de teologia): ele é sinal visível e paterno de unidade e guia, sob a orientação do Espírito Santo e segundo a Sagrada tradição, com sabedoria, humildade e dinamismo, junto a todos os bispos do mundo, co-sucessores dos apóstolos, toda a humanidade a Cristo Redentor!”.
“Eis o desejo profundo, continuou o arquimandrita greco-ortodoxo, de quem guarda no coração a nostalgia dolorosa da Igreja não dividida: Una, Santa, Católica e Apostólica!”
Referindo-se ao tema da Assembléia sinodal, o “delegado fraterno” reconheceu que a história da cristandade está repleta de crimes, pecados e erros. Por isso, questiona-se sempre sobre o problema da interpretação autêntica da Palavra de Deus.
E concluiu: “Neste contexto, a Igreja vive da fonte da vida que é a Sagrada Escritura. Ela ensina à Europa secularizada o amor pela criação em perigo, o perdão e a reconciliação com quem quer começar uma nova vida, o respeito por toda pessoa humana, feita à imagem de Deus, assim como a paz, a justiça, a igualdade entre o homem e a mulher, judeu ou grego”.
Fonte - Radio Vaticano
Nota DDP: Estou sem palavras. Quanto tempo até o eco desse posicionamento?
Milhares protestam contra vigilância estatal
Milhares de pessoas participaram neste sábado em Berlim de uma manifestação em protesto contra o aumento das medidas de segurança e vigilância por parte do governo.
Os dados sobre o número de participantes são conflitantes. Para a polícia, mais de 12 mil pessoas protestaram, já segundo os organizadores o número passa de 50 mil.
Com o lema de "Liberdade em vez de medo - Parem com a loucura da vigilância", os participantes do ato protestaram igualmente contra o armazenamento de dados eletrônicos dos cidadãos por parte do Estado.
...
Fonte - Terra
Nota DDP: Outra face do mesmo problema, a implementação de ferramentas, em escala mundial, para controle do cidadão comum, sob a justificativa de se evitar o terrorismo. Terrorismo em realidade é o pânico coletivo que os governos estão apresentando às suas populações para justificar o controle estatal.
Os dados sobre o número de participantes são conflitantes. Para a polícia, mais de 12 mil pessoas protestaram, já segundo os organizadores o número passa de 50 mil.
Com o lema de "Liberdade em vez de medo - Parem com a loucura da vigilância", os participantes do ato protestaram igualmente contra o armazenamento de dados eletrônicos dos cidadãos por parte do Estado.
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Fonte - Terra
Nota DDP: Outra face do mesmo problema, a implementação de ferramentas, em escala mundial, para controle do cidadão comum, sob a justificativa de se evitar o terrorismo. Terrorismo em realidade é o pânico coletivo que os governos estão apresentando às suas populações para justificar o controle estatal.
Efeitos da crise: UE pode abandonar metas de reduzir poluição
A crise financeira global pode efetivamente levar os países ricos a abrir mão de suas metas para reduzir os gases causadores do efeito estufa. É o caso da União Européia, que já começa a usar a desculpa da crise para evitar um plano mais arrojado de corte das emissões de CO2, no longo prazo.
...
A questão que muitos especialistas colocam é: sem acordo para o clima, os efeitos do aquecimento global tendem a tomar uma dimensão ainda maior no longo prazo, com efeitos também devastadores para a economia das nações. Após o crack financeiro global teremos um crack causado pela mudança climática?
Fonte - Estadão
Nota DDP: Começam a relacionar um tema com o outro de forma mais clara. O que era apenas uma ilação, parece que rapidamente se tornará um tema a ser considerado. Com a crise financeira, as soluções de alta tecnologia para "conter" o aquecimento global parece estarem se encaminhando literalmente para o espaço... As soluções "baratas", desculpem-me pelo trocadilho, devem vir à reboque. O reconhecimento da "dimensão ecológica do domingo", como proposto pelo Vaticano, parece se desenhar com mais clareza no horizonte.
...
A questão que muitos especialistas colocam é: sem acordo para o clima, os efeitos do aquecimento global tendem a tomar uma dimensão ainda maior no longo prazo, com efeitos também devastadores para a economia das nações. Após o crack financeiro global teremos um crack causado pela mudança climática?
Fonte - Estadão
Nota DDP: Começam a relacionar um tema com o outro de forma mais clara. O que era apenas uma ilação, parece que rapidamente se tornará um tema a ser considerado. Com a crise financeira, as soluções de alta tecnologia para "conter" o aquecimento global parece estarem se encaminhando literalmente para o espaço... As soluções "baratas", desculpem-me pelo trocadilho, devem vir à reboque. O reconhecimento da "dimensão ecológica do domingo", como proposto pelo Vaticano, parece se desenhar com mais clareza no horizonte.
'Spots' de um mundo em crise
Para chefe do FMI, sistema financeiro está perto de 'derreter'
O diretor-gerente do FMI, Dominique Strauss-Kahn, disse neste sábado que o sistema financeiro internacional está “à beira do derretimento sistêmico” e criticou a postura do G7, o grupo das sete maiores economias do mundo, em relação à crise.
...
Fonte - BBC
Bush defende coordenação global contra crise
Washington, 11 out (EFE).- A resposta mundial para a crise econômica que se estende pelo mundo deve ser coordenada, afirmou hoje o presidente dos Estados Unidos, George W. Bush, que acrescentou que todos estão "nisso juntos" e sairão "juntos".
...
Fonte - G1
Bush diz que crise precisa de 'resposta global séria'
Em um breve discurso realizado na manhã deste sábado em Washington após uma reunião com os ministros das Finanças dos países do G7 (o grupo dos sete países mais ricos do mundo), o presidente dos Estados Unidos, George W. Bush, disse que todos concordam que é necessária uma "resposta global séria" à crise financeira.
"Todos nós reconhecemos que esta é uma séria crise global e por isso precisa de uma resposta global séria para o bem de nossas populações", afirmou Bush.
Fonte - O Globo
Nota DDP: Sistema sob ameaça de derretimento sistêmico, onde todos estão juntos e, produzirão um resposta uníssona para o bem das populações. A Nova Ordem Mundial chegou, definitivamente. Aguardemos as medidas.
O diretor-gerente do FMI, Dominique Strauss-Kahn, disse neste sábado que o sistema financeiro internacional está “à beira do derretimento sistêmico” e criticou a postura do G7, o grupo das sete maiores economias do mundo, em relação à crise.
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Fonte - BBC
Bush defende coordenação global contra crise
Washington, 11 out (EFE).- A resposta mundial para a crise econômica que se estende pelo mundo deve ser coordenada, afirmou hoje o presidente dos Estados Unidos, George W. Bush, que acrescentou que todos estão "nisso juntos" e sairão "juntos".
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Fonte - G1
Bush diz que crise precisa de 'resposta global séria'
Em um breve discurso realizado na manhã deste sábado em Washington após uma reunião com os ministros das Finanças dos países do G7 (o grupo dos sete países mais ricos do mundo), o presidente dos Estados Unidos, George W. Bush, disse que todos concordam que é necessária uma "resposta global séria" à crise financeira.
"Todos nós reconhecemos que esta é uma séria crise global e por isso precisa de uma resposta global séria para o bem de nossas populações", afirmou Bush.
Fonte - O Globo
Nota DDP: Sistema sob ameaça de derretimento sistêmico, onde todos estão juntos e, produzirão um resposta uníssona para o bem das populações. A Nova Ordem Mundial chegou, definitivamente. Aguardemos as medidas.
Escritores criticam prazo de detenção por terrorismo
Famosos escritores britânicos publicarão nesta segunda-feira um relato, um ensaio ou um poema criticando a determinação do Governo britânico de ampliar para 42 dias o prazo de detenção sem acusações de suspeitos de terrorismo.
A lista inclui 42 nomes, como os romancistas Philip Pullman - autor da trilogia "Fronteiras do Universo" -, Julian Barnes - autor de "O Papagaio de Flaubert" -, a britânica Monica Ali - famosa por seu livro "Um Lugar Chamado Brick Lane" - e John Berger, autor dos romances "G" e "Uma vez in Europa".
A decisão dos escritores é anunciada antes de a Câmara dos Lordes se pronunciar, nesta segunda-feira, sobre o projeto de lei que estende de 28 para 42 dias o período de detenção sem acusações de suspeitos de terrorismo.
A polêmica legislação - já aprovada na Câmara dos Comuns - pode ser rejeitada pelos lordes.
Pullman utiliza seu ensaio para lançar uma sarcástica crítica ao Governo, informou hoje o jornal britânico "The Observer".
"Não sabemos o quanto somos abençoados por viver em uma nação onde os policiais têm seis semanas para descobrir por que nos prenderam", escreve Pullman, dentro de uma campanha organizada pelo grupo de defesa dos direitos civis Liberty.
Em junho, o projeto de lei para ampliar a detenção sem acusações recebeu o sinal verde dos deputados, mas com muitas dificuldades, devido à oposição de vários parlamentares, que consideravam que a legislação ameaçava as liberdades civis.
No entanto, acredita-se que os lordes rejeitarão a iniciativa, que teria de voltar à Câmara dos Comuns para eventuais emendas.
O Governo defende a necessidade de ampliar o período diante da ameaça terrorista enfrentada pelo Reino Unido, mas é duramente criticado por muitos políticos e pelas organizações que defendem os direitos civis.
Fonte - Terra
[Colaboração - Fernando Machado]
Nota DDP: A arbitrariedade americana tem na Inglaterra o seu mais forte aliado no continente europeu para duplicação de medidas totalitárias.
A lista inclui 42 nomes, como os romancistas Philip Pullman - autor da trilogia "Fronteiras do Universo" -, Julian Barnes - autor de "O Papagaio de Flaubert" -, a britânica Monica Ali - famosa por seu livro "Um Lugar Chamado Brick Lane" - e John Berger, autor dos romances "G" e "Uma vez in Europa".
A decisão dos escritores é anunciada antes de a Câmara dos Lordes se pronunciar, nesta segunda-feira, sobre o projeto de lei que estende de 28 para 42 dias o período de detenção sem acusações de suspeitos de terrorismo.
A polêmica legislação - já aprovada na Câmara dos Comuns - pode ser rejeitada pelos lordes.
Pullman utiliza seu ensaio para lançar uma sarcástica crítica ao Governo, informou hoje o jornal britânico "The Observer".
"Não sabemos o quanto somos abençoados por viver em uma nação onde os policiais têm seis semanas para descobrir por que nos prenderam", escreve Pullman, dentro de uma campanha organizada pelo grupo de defesa dos direitos civis Liberty.
Em junho, o projeto de lei para ampliar a detenção sem acusações recebeu o sinal verde dos deputados, mas com muitas dificuldades, devido à oposição de vários parlamentares, que consideravam que a legislação ameaçava as liberdades civis.
No entanto, acredita-se que os lordes rejeitarão a iniciativa, que teria de voltar à Câmara dos Comuns para eventuais emendas.
O Governo defende a necessidade de ampliar o período diante da ameaça terrorista enfrentada pelo Reino Unido, mas é duramente criticado por muitos políticos e pelas organizações que defendem os direitos civis.
Fonte - Terra
[Colaboração - Fernando Machado]
Nota DDP: A arbitrariedade americana tem na Inglaterra o seu mais forte aliado no continente europeu para duplicação de medidas totalitárias.
Surpresa de outubro
No jargão político americano, "surpresa de outubro" é um novo acontecimento (notícia) com potencial para influenciar o resultado de uma eleição, sobretudo para presidente. É assim chamado porque as eleições presidenciais são realizadas no início de novembro e, portanto, eventos que acontecem em outubro têm maior potencial para alterar os votos.
A chamada “surpresa de outubro” começou a fazer parte integral do folclore político americano durante os anos 80, com a revelação de que o então presidente democrata Jimmy Carter iria autorizar uma invasão do Irã para libertar os funcionários da embaixada americana em Teerã, seqüestrados pela Guarda Revolucionária do recém imposto regime islâmico. A aventura acabou em tragédia no deserto. Carter perdeu o cargo. De lá para cá, o caso mais recente ocorreu em 2004, e traz Bin Laden de volta ao foco.
Duas semanas antes das eleições, a disputa entre John Kerry e George Bush parecia bastante parelha, com ligeira vantagem ao desafiante democrata. Foi quando a rede de Tv Al Jazeera colocou no ar um vídeo com discurso do líder da Al Qaeda. A mensagem foi interpretada como desafio, e os operadores políticos da Casa Branca trompetearam que o presidente era o mais habilitado para enfrentar o perigo.
"A mudança de comando agora seria perigosa e interpretada como capitulação a Bin Laden" disse, então, o marqueteiro político republicano Karl Rove...
"Aposto bom dinheiro no fato de que Bin Laden vai novamente soltar um de seus vídeos. E não importa o que diga, a percepção será de que ele é contra John McCain, que se mostra um soldado aguerrido. Obama já disse que deseja a retirada das tropas do Iraque e a transferência de divisões para o Afeganistão para acabar com o Talibã e a Al Qaeda. Não é negócio para Bin Laden que Barack vença", afirma o atual analista político Roy Schumaker, do diretório nacional do Partido Democrata. (Jornal do Brasil)
NOTA: Embora o governo Bush tenha sido rápido em afastar essa possibilidade, uma nova "surpresa de outubro" pode acontecer nos próximos dias (a começar de amanhã, dia 13, data quando iniciou-se a construção da Casa Branca) alterando não só o resultado das eleições americanas como acelerando a chegada da Nova Ordem Mundial. É esperar para ver...
Fonte - Minuto Profético
A chamada “surpresa de outubro” começou a fazer parte integral do folclore político americano durante os anos 80, com a revelação de que o então presidente democrata Jimmy Carter iria autorizar uma invasão do Irã para libertar os funcionários da embaixada americana em Teerã, seqüestrados pela Guarda Revolucionária do recém imposto regime islâmico. A aventura acabou em tragédia no deserto. Carter perdeu o cargo. De lá para cá, o caso mais recente ocorreu em 2004, e traz Bin Laden de volta ao foco.
Duas semanas antes das eleições, a disputa entre John Kerry e George Bush parecia bastante parelha, com ligeira vantagem ao desafiante democrata. Foi quando a rede de Tv Al Jazeera colocou no ar um vídeo com discurso do líder da Al Qaeda. A mensagem foi interpretada como desafio, e os operadores políticos da Casa Branca trompetearam que o presidente era o mais habilitado para enfrentar o perigo.
"A mudança de comando agora seria perigosa e interpretada como capitulação a Bin Laden" disse, então, o marqueteiro político republicano Karl Rove...
"Aposto bom dinheiro no fato de que Bin Laden vai novamente soltar um de seus vídeos. E não importa o que diga, a percepção será de que ele é contra John McCain, que se mostra um soldado aguerrido. Obama já disse que deseja a retirada das tropas do Iraque e a transferência de divisões para o Afeganistão para acabar com o Talibã e a Al Qaeda. Não é negócio para Bin Laden que Barack vença", afirma o atual analista político Roy Schumaker, do diretório nacional do Partido Democrata. (Jornal do Brasil)
NOTA: Embora o governo Bush tenha sido rápido em afastar essa possibilidade, uma nova "surpresa de outubro" pode acontecer nos próximos dias (a começar de amanhã, dia 13, data quando iniciou-se a construção da Casa Branca) alterando não só o resultado das eleições americanas como acelerando a chegada da Nova Ordem Mundial. É esperar para ver...
Fonte - Minuto Profético
O fantasma da recessão ronda o mundo
O alívio durou pouco, porque toda hora aparece um novo fantasma voando. Por exemplo, muitos investidores que compraram papéis do Lehman Brothers tinham se garantido e comprado também um seguro contra esse papel. Quem vendeu o seguro agora vai ter que pagar. Portanto, o Lehman Brothers quebrou há quase um mês, no dia 15 de setembro, mas ainda está provocando medo e prejuízo.
E mais: a Islândia é um paisinho de nada que, aqui no Bom Dia Brasil, só o Renato Machado conhece. Pois bem, os depósitos nos bancos islandeses são dez vezes o PIB do país. E na quinta-feira (9) o governo avisou que os bancos estão quebrados e que ele só vai garantir depósito dos islandeses. Tem muito dinheiro inglês, por exemplo, que agora está congelado na terra do gelo. A Inglaterra reagiu usando uma lei antiterror que também está congelando dinheiro islandês na Inglaterra.
Essa crise é pior porque o mundo havia se acostumado com cinco anos de bem-bom. Todo mundo ganhava, todo ativo subia e aí ninguém se protegeu contra os riscos. Só nesta semana, US$ 4 trilhões desapareceram das Bolsas de Valores.
São quase R$ 9 trilhões. Três Brasis desapareceram em uma semana. Este dinheiro, na verdade, é um dinheiro um pouco virtual, porque as pessoas só teriam esse dinheiro na mão se vendessem as ações. O prejuízo só vira realidade se você vende ação, tornando-o real.
O novo plano do secretário de Tesouro americano, Henry Paulson, de ser sócio dos bancos e ter ações dos bancos representa o fim do capitalismo. Nos Estados Unidos, o Tesouro vai ser banqueiro, dono dos bancos, significa também que aquele plano de US$ 700 bilhões tão falado, tão comentado e tão discutido, fracassou, porque já estão passando para um plano B, que é virar donos dos bancos...
(Miriam Leitão - comentarista de economia da Globo)
Fonte - Minuto Profético
E mais: a Islândia é um paisinho de nada que, aqui no Bom Dia Brasil, só o Renato Machado conhece. Pois bem, os depósitos nos bancos islandeses são dez vezes o PIB do país. E na quinta-feira (9) o governo avisou que os bancos estão quebrados e que ele só vai garantir depósito dos islandeses. Tem muito dinheiro inglês, por exemplo, que agora está congelado na terra do gelo. A Inglaterra reagiu usando uma lei antiterror que também está congelando dinheiro islandês na Inglaterra.
Essa crise é pior porque o mundo havia se acostumado com cinco anos de bem-bom. Todo mundo ganhava, todo ativo subia e aí ninguém se protegeu contra os riscos. Só nesta semana, US$ 4 trilhões desapareceram das Bolsas de Valores.
São quase R$ 9 trilhões. Três Brasis desapareceram em uma semana. Este dinheiro, na verdade, é um dinheiro um pouco virtual, porque as pessoas só teriam esse dinheiro na mão se vendessem as ações. O prejuízo só vira realidade se você vende ação, tornando-o real.
O novo plano do secretário de Tesouro americano, Henry Paulson, de ser sócio dos bancos e ter ações dos bancos representa o fim do capitalismo. Nos Estados Unidos, o Tesouro vai ser banqueiro, dono dos bancos, significa também que aquele plano de US$ 700 bilhões tão falado, tão comentado e tão discutido, fracassou, porque já estão passando para um plano B, que é virar donos dos bancos...
(Miriam Leitão - comentarista de economia da Globo)
Fonte - Minuto Profético
Com a crise, operadores do mercado recorrem à fé
O Jornal Nacional de ontem levou ao ar reportagem de Sônia Bridi dando conta da queda nas bolsas de valores européias e do clima de recessão que paira sobre o continente. A Alemanha está prestes a entrar em estagnação. Ali, investidores estão trocando ações por ouro. Na Inglaterra, o primeiro ministro Gordon Brown disse que a era dos bônus milionários pagos a executivos acabou.
Mas o interessante mesmo foi a seguinte declaração da repórter: “No centro financeiro de Paris, operadores do mercado recorrem à fé e a orações na hora do almoço.”
A revista britânica Economist cita as perspectivas do FMI para 2009. Segundo o fundo, a economia mundial está entrando em uma grave desaceleração no esteio da pior crise financeira desde os anos 1930. A recessão nos EUA, garante a publicação, pode não ser ainda oficial, mas está em andamento. Na Europa, a situação não é melhor. O Japão também está sucumbindo, e os mercados emergentes estão sendo castigados pela fuga de investidores pouco dispostos a correr riscos.
Numa análise além da crise financeira, o jornalista Rubem Dargã Holdorf avalia: “Voltando à questão a respeito do que pode estar além da economia como solução para a crise mundial, basta lembrar da proatividade papal na semana passada ao oferecer auxílio aos Estados Unidos. Visualiza-se, com perfeição, a tendência mundial dos governantes em falar a mesma linguagem. A maioria já se condicionou a aceitar as novas regras que venham a se estabelecer diante de um consenso global. A nova crise que se configura no horizonte não apresenta somente formas econômicas, mas recebe outros contornos de ataque à liberdade de expressão e consciência.”
Não seria essa crise a responsável por fazer o mundo ocidental se voltar para a fé como resposta aos problemas do capitalismo, como estão fazendo os operadores parisienses? Quem será que vai se aproveitar dessa predisposição ao espiritual? Quem viver verá (e se estudar o Apocalipse, entenderá).
Fonte - Michelson Borges
Nota DDP: Bem a propósito das questões supra consideradas e da conclusão do articulista, transcrevo notícia enviada pelo irmão Fernando Machado:
Na homenagem aos 50 anos da morte de Pio XII, papa acusado de não combater nazi-fascismo, Bento XVI afirmou que ele agiu em silêncio para salvar os judeus. Um rabino criticou a beatificação.
O Papa Bento XVI defendeu a beatificação do Papa Pio XII, que comandou a Igreja Católica durante e depois da Segunda Guerra Mundial. A correspondente Ilze Scamparini acompanhou, em Roma, o sínodo, reunião dos bispos católicos que começou no domingo. O sínodo dos bispos atravessa a sua primeira semana no meio da crise financeira mundial, que não deixou a Igreja indiferente. "Dinheiro não vale nada, só Deus é sólido", disse o Papa.
Fonte - Jornal Nacional
Mas o interessante mesmo foi a seguinte declaração da repórter: “No centro financeiro de Paris, operadores do mercado recorrem à fé e a orações na hora do almoço.”
A revista britânica Economist cita as perspectivas do FMI para 2009. Segundo o fundo, a economia mundial está entrando em uma grave desaceleração no esteio da pior crise financeira desde os anos 1930. A recessão nos EUA, garante a publicação, pode não ser ainda oficial, mas está em andamento. Na Europa, a situação não é melhor. O Japão também está sucumbindo, e os mercados emergentes estão sendo castigados pela fuga de investidores pouco dispostos a correr riscos.
Numa análise além da crise financeira, o jornalista Rubem Dargã Holdorf avalia: “Voltando à questão a respeito do que pode estar além da economia como solução para a crise mundial, basta lembrar da proatividade papal na semana passada ao oferecer auxílio aos Estados Unidos. Visualiza-se, com perfeição, a tendência mundial dos governantes em falar a mesma linguagem. A maioria já se condicionou a aceitar as novas regras que venham a se estabelecer diante de um consenso global. A nova crise que se configura no horizonte não apresenta somente formas econômicas, mas recebe outros contornos de ataque à liberdade de expressão e consciência.”
Não seria essa crise a responsável por fazer o mundo ocidental se voltar para a fé como resposta aos problemas do capitalismo, como estão fazendo os operadores parisienses? Quem será que vai se aproveitar dessa predisposição ao espiritual? Quem viver verá (e se estudar o Apocalipse, entenderá).
Fonte - Michelson Borges
Nota DDP: Bem a propósito das questões supra consideradas e da conclusão do articulista, transcrevo notícia enviada pelo irmão Fernando Machado:
Na homenagem aos 50 anos da morte de Pio XII, papa acusado de não combater nazi-fascismo, Bento XVI afirmou que ele agiu em silêncio para salvar os judeus. Um rabino criticou a beatificação.
O Papa Bento XVI defendeu a beatificação do Papa Pio XII, que comandou a Igreja Católica durante e depois da Segunda Guerra Mundial. A correspondente Ilze Scamparini acompanhou, em Roma, o sínodo, reunião dos bispos católicos que começou no domingo. O sínodo dos bispos atravessa a sua primeira semana no meio da crise financeira mundial, que não deixou a Igreja indiferente. "Dinheiro não vale nada, só Deus é sólido", disse o Papa.
Fonte - Jornal Nacional
Relação cristãos / muçulmanos se intensifica
Cidade do Vaticano, 11 out (RV) - O telegrama do papa, assinado pelo cardeal secretário de Estado, Tarcisio Bertone, lido esta manhã diante de mais de 200 cristãos e muçulmanos que desde quinta-feira estão reunidos no Centro Mariapolis de Castel Gandolfo, foi acolhido com um caloroso aplauso.
No telegrama, Bento XVI faz suas felicitações e expressa um desejo: "que o congresso suscite renovados propósitos de cordial fraternidade e de sincero compromisso a favorecer um diálogo recíproco no respeito pela dignidade de toda pessoa humana".
O Santo Padre evoca o "Deus altíssimo e misericordioso, a fim de que continue guiando sempre o caminho da humanidade na via da justiça e da paz".
O auspício do pontífice tem-se realizado nestes dias intensos do encontro promovido pelos Focolarinos. O clima de fraternidade entre cristãos e muçulmanos se intensifica na medida em que se aprofunda o conhecimento recíproco, indo ao coração do Alcorão e da Bíblia. Surpreende a descoberta de como o amor e a misericórdia são centrais para cristãos e muçulmanos.
O Evangelho. Palavras que devem ser vividas, palavras que "dão a vida". Essa é a experiência de Chiara Lubich e das suas primeiras companheiras, quando sob os bombardeios da II Guerra Mundial levavam para os refúgios somente o Evangelho.
Encontraram nele "o alfabeto para conhecer Deus" e mudar radicalmente a vida. A começar pelas relações: "pessoas dispersas que se tornam uma comunidade" que pouco a pouco abraça o mundo pela força difusora do amor evangélico.
A troca de experiências feita nestes dias entre cristãos e muçulmanos tem testemunhado a força de transformação que existe no estilo de vida baseado no amor e na misericórdia.
Nos trabalhos desta tarde foram mostrados, com iniciativas concretas, como cristãos e muçulmanos juntos se encontram comprometidos a percorrer os caminhos "da justiça e da paz". (RL)
Fonte Rádio Vaticano
Nota Resta uma Esperança: A Igreja Católica está coordenando, como previsto, a união de todas as religiões. Em todas as religiões existentes do mundo há uma profecia de que alguém virá para dá segurança e paz. Os sinais do breve aparecimento deste "alguém" são os mesmos que conhecemos, Satanás está a preparar o cenário para sua aparição. Ele personificará não só a Cristo, mas sim todos das profecias de todas as religiões com respeito a este "alguém" que aparecerá. Ele realizará milagres de todas as formas que até fogo do céu fará descer a terra para enganar os seres humanos. Para tanto, deverá ele conduzir todas as religiões a uma união e assim assumirá o papel da reencarnação de Buda para os budistas, do enviado de Alá para os mulçumanos, do Messias para os Judeus, do Cristo Cósmico para o movimento Nova Era e a segunda vinda de Cristo para os cristãos. O engano será tamanho que realmente se fosse possível até os eleitos seriam enganados. É hora de uma solene preparação, caso contrário estaremos entre os enganados.
No telegrama, Bento XVI faz suas felicitações e expressa um desejo: "que o congresso suscite renovados propósitos de cordial fraternidade e de sincero compromisso a favorecer um diálogo recíproco no respeito pela dignidade de toda pessoa humana".
O Santo Padre evoca o "Deus altíssimo e misericordioso, a fim de que continue guiando sempre o caminho da humanidade na via da justiça e da paz".
O auspício do pontífice tem-se realizado nestes dias intensos do encontro promovido pelos Focolarinos. O clima de fraternidade entre cristãos e muçulmanos se intensifica na medida em que se aprofunda o conhecimento recíproco, indo ao coração do Alcorão e da Bíblia. Surpreende a descoberta de como o amor e a misericórdia são centrais para cristãos e muçulmanos.
O Evangelho. Palavras que devem ser vividas, palavras que "dão a vida". Essa é a experiência de Chiara Lubich e das suas primeiras companheiras, quando sob os bombardeios da II Guerra Mundial levavam para os refúgios somente o Evangelho.
Encontraram nele "o alfabeto para conhecer Deus" e mudar radicalmente a vida. A começar pelas relações: "pessoas dispersas que se tornam uma comunidade" que pouco a pouco abraça o mundo pela força difusora do amor evangélico.
A troca de experiências feita nestes dias entre cristãos e muçulmanos tem testemunhado a força de transformação que existe no estilo de vida baseado no amor e na misericórdia.
Nos trabalhos desta tarde foram mostrados, com iniciativas concretas, como cristãos e muçulmanos juntos se encontram comprometidos a percorrer os caminhos "da justiça e da paz". (RL)
Fonte Rádio Vaticano
Nota Resta uma Esperança: A Igreja Católica está coordenando, como previsto, a união de todas as religiões. Em todas as religiões existentes do mundo há uma profecia de que alguém virá para dá segurança e paz. Os sinais do breve aparecimento deste "alguém" são os mesmos que conhecemos, Satanás está a preparar o cenário para sua aparição. Ele personificará não só a Cristo, mas sim todos das profecias de todas as religiões com respeito a este "alguém" que aparecerá. Ele realizará milagres de todas as formas que até fogo do céu fará descer a terra para enganar os seres humanos. Para tanto, deverá ele conduzir todas as religiões a uma união e assim assumirá o papel da reencarnação de Buda para os budistas, do enviado de Alá para os mulçumanos, do Messias para os Judeus, do Cristo Cósmico para o movimento Nova Era e a segunda vinda de Cristo para os cristãos. O engano será tamanho que realmente se fosse possível até os eleitos seriam enganados. É hora de uma solene preparação, caso contrário estaremos entre os enganados.
sexta-feira, 10 de outubro de 2008
Cristãos de outras confissões rezam pelo Sínodo
Mensagem do Conselho Ecumênico das Igrejas aos Padres Sinodais
CIDADE O VATICANO, quinta-feira, 9 de outubro de 2008 (ZENIT.org).- Os cristãos de outras confissões rezam pelo bom andamento do Sínodo que está sendo realizado na Santa Sé: assim afirma uma mensagem do Conselho Ecumênico das Igrejas, que foi lida pelo arcebispo ortodoxo romeno Nifon de Targoviste na terça-feira à tarde, na sala sinodal.
A mensagem, assinada pelo reverendo Samuel Kobia, secretário-geral do Conselho, afirma que «a busca da unidade visível da Igreja é uma dimensão indispensável da vida e da missão da Igreja».
A Palavra de Deus «constrói a Igreja e transforma as vidas das pessoas de forma que sejam discípulos visíveis e confiáveis de Cristo por meio da sagrada Eucaristia, da meditação dos textos bíblicos e do testemunho cotidiano da fé em seus lares, nas ruas e nos lugares de trabalho».
«Por meio de Jesus Cristo na cruz, vemos o sofrimento e o desespero deste mundo. No Cristo ressuscitado, nossa esperança se torna real. As conseqüências mortais do pecado podem ser vencidas», afirma.
«O tema escolhido pela 12ª Assembléia geral ordinária do Sínodo dos Bispos – acrescenta o documento – tem em si a promessa de uma profunda renovação espiritual para a missão da Igreja.»
«A maneira como a Palavra de Deus se reflete em nossas vidas nos transforma e gera atos de amor entre nós; é verdadeiramente central para a missão salvífica da Igreja.»
Recordando a oração do nosso Senhor pelos discípulos, «para que sejam um... para que o mundo creia» – acrescenta o reverendo Kobia –, é necessário unir forças «em um mundo que se desgarra pelo conflito e pela guerra, pela divisão entre ricos e pobres, atormentado pelo ódio comum e pela violência».
«Com o espírito desta afirmação, eu gostaria de lhes assegurar nossas orações pelo êxito do Sínodo dos Bispos», conclui o comunicado do Conselho.
Fonte - Zenit
Nota DDP: O discurso da eucaristia pegou, só falta se adotar a realidade em que se traduz.
CIDADE O VATICANO, quinta-feira, 9 de outubro de 2008 (ZENIT.org).- Os cristãos de outras confissões rezam pelo bom andamento do Sínodo que está sendo realizado na Santa Sé: assim afirma uma mensagem do Conselho Ecumênico das Igrejas, que foi lida pelo arcebispo ortodoxo romeno Nifon de Targoviste na terça-feira à tarde, na sala sinodal.
A mensagem, assinada pelo reverendo Samuel Kobia, secretário-geral do Conselho, afirma que «a busca da unidade visível da Igreja é uma dimensão indispensável da vida e da missão da Igreja».
A Palavra de Deus «constrói a Igreja e transforma as vidas das pessoas de forma que sejam discípulos visíveis e confiáveis de Cristo por meio da sagrada Eucaristia, da meditação dos textos bíblicos e do testemunho cotidiano da fé em seus lares, nas ruas e nos lugares de trabalho».
«Por meio de Jesus Cristo na cruz, vemos o sofrimento e o desespero deste mundo. No Cristo ressuscitado, nossa esperança se torna real. As conseqüências mortais do pecado podem ser vencidas», afirma.
«O tema escolhido pela 12ª Assembléia geral ordinária do Sínodo dos Bispos – acrescenta o documento – tem em si a promessa de uma profunda renovação espiritual para a missão da Igreja.»
«A maneira como a Palavra de Deus se reflete em nossas vidas nos transforma e gera atos de amor entre nós; é verdadeiramente central para a missão salvífica da Igreja.»
Recordando a oração do nosso Senhor pelos discípulos, «para que sejam um... para que o mundo creia» – acrescenta o reverendo Kobia –, é necessário unir forças «em um mundo que se desgarra pelo conflito e pela guerra, pela divisão entre ricos e pobres, atormentado pelo ódio comum e pela violência».
«Com o espírito desta afirmação, eu gostaria de lhes assegurar nossas orações pelo êxito do Sínodo dos Bispos», conclui o comunicado do Conselho.
Fonte - Zenit
Nota DDP: O discurso da eucaristia pegou, só falta se adotar a realidade em que se traduz.
Fed coordena ação inédita dos bancos centrais
Bancos centrais do mundo fazem um lance inédito, ousado e forte. É a principal notícia da ação contra a crise financeira. Agorinha mesmo, o Federal Reserve, Fed, dos EUA, anunciou uma ação coordenada com os outros principais BCs do mundo, da Europa, da Inglaterra, Suiça, Suécia e Canadá, para redução geral das taxas básicas de juros.
Esse tipo de movimento é inédito. BCs seguem suas próprias lógicas e devem lidar com os níveis locais de inflação. E, por sinal, há inflação elevada na maioria dos países.
Neste momento, porém, a crise financeira se sobrepõe à inflação. E o caráter global da crise exige ação global – coisa que parecia difícil. Mas saiu e é uma grande notícia: os BCs atropelaram seus calendários de reuniões e, em caráter de enorme emergência, anunciaram reduções de juros – tudo no esforço global de impedir o colapso dos sistemas financeiros por falta de crédito.
Detalhe: toda a operação foi anunciada em um comunicado do Fed, em vez de comunicados de cada BC. O propósito parace ser o de deixar claro que há uma coordenação global contra a crise.
O Banco Central da China também reduziu juros. O do Japão não o fez, informa o comunicado do Fed, porque os juros lá já estão abaixo do mínimo.
Mais do que o tamanho do corte do juros – e foi forte – o decisivo nesta hora é mostrar a capacidade de ação coordenada.
Os BCs reforçam uma atuação notável.
Fonte - G1
Nota DDP: Ação inédita, coordenada, sobrepondo-se a interesses particulares e... capitaneada pelo Fed americano, para quem os demais, mesmo que implicitamente, delegaram a função. A besta que sai da terra parece começar e se posicionar para ser, definitivamente, o braço secular que o poder eclesiástico precisa para recompor-se no cenário mundial.
Esse tipo de movimento é inédito. BCs seguem suas próprias lógicas e devem lidar com os níveis locais de inflação. E, por sinal, há inflação elevada na maioria dos países.
Neste momento, porém, a crise financeira se sobrepõe à inflação. E o caráter global da crise exige ação global – coisa que parecia difícil. Mas saiu e é uma grande notícia: os BCs atropelaram seus calendários de reuniões e, em caráter de enorme emergência, anunciaram reduções de juros – tudo no esforço global de impedir o colapso dos sistemas financeiros por falta de crédito.
Detalhe: toda a operação foi anunciada em um comunicado do Fed, em vez de comunicados de cada BC. O propósito parace ser o de deixar claro que há uma coordenação global contra a crise.
O Banco Central da China também reduziu juros. O do Japão não o fez, informa o comunicado do Fed, porque os juros lá já estão abaixo do mínimo.
Mais do que o tamanho do corte do juros – e foi forte – o decisivo nesta hora é mostrar a capacidade de ação coordenada.
Os BCs reforçam uma atuação notável.
Fonte - G1
Nota DDP: Ação inédita, coordenada, sobrepondo-se a interesses particulares e... capitaneada pelo Fed americano, para quem os demais, mesmo que implicitamente, delegaram a função. A besta que sai da terra parece começar e se posicionar para ser, definitivamente, o braço secular que o poder eclesiástico precisa para recompor-se no cenário mundial.
É quase certo que uma recessão está a caminho

Esta é a previsão da Economist. A revista britânica diz que privar economias de acesso a crédito é como impedir uma pessoa de respirar. A ação conjunta de bancos centrais de todo o mundo pode até conter uma catástrofe, mas é improvável que evite uma recessão global.
A Economist cita as perspectivas do FMI para 2009. Segundo o fundo, a economia mundial está entrando em uma grave desaceleração no esteio da pior crise financeira desde os anos 1930, sendo que o crescimento global deve ficar em 3% no ano que vem -- calculado com base na paridade do poder de compra --, ficando à beira de uma recessão.
A revista britânica, no entanto, considera as previsões do FMI otimistas. As economias do mundo rico, diz, já estavam encolhendo muito antes de setembro, e os fatos das últimas semanas tornaram a recessão algo inevitável para estes países. Até junho, a economia norte-americana esteve sustentada por estímulos fiscais e fortes exportações. Depois, o emprego e o crédito se deterioraram, e o consumo caiu.
A recessão nos EUA, garante a Economist, pode não ser ainda oficial, mas está em andamento. Na Europa a situação não é melhor, o Japão também está sucumbindo, e os mercados emergentes estão sendo castigados pela fuga de investidores pouco dispostos a correr riscos.
Fonte - Opinião e Notícia
A crise financeira mundial pode afetar a saúde mental da população segundo a OMS
A crise financeira global pode provocar uma onda de problemas mentais e suicídios, como consequência da expansão da pobreza e do desemprego, disse a Organização Mundial da Saúde na quinta-feira (9).
Distúrbios como a depressão e o transtorno bipolar já afetam centenas de milhões de pessoas no mundo, e o atual colapso financeiro pode agravar a sensação de desespero entre pessoas já suscetíveis a essas doenças.
A OMS disse que o impacto pode ser especialmente notável em países mais pobres, onde o acesso ao tratamento costuma ser limitado e onde vivem três quartos das vítimas.
"Não deveríamos nos surpreender nem subestimar a turbulência e as possíveis consequências da atual crise financeira. Conforme está, vemos uma enorme lacuna no atendimento a pessoas em grande necessidade", disse Margaret Chan, diretora-geral da OMS, em um encontro de especialistas em saúde mental.
...
Fonte - Elnet
Nota DDP: Pressão de todos os lados...
Distúrbios como a depressão e o transtorno bipolar já afetam centenas de milhões de pessoas no mundo, e o atual colapso financeiro pode agravar a sensação de desespero entre pessoas já suscetíveis a essas doenças.
A OMS disse que o impacto pode ser especialmente notável em países mais pobres, onde o acesso ao tratamento costuma ser limitado e onde vivem três quartos das vítimas.
"Não deveríamos nos surpreender nem subestimar a turbulência e as possíveis consequências da atual crise financeira. Conforme está, vemos uma enorme lacuna no atendimento a pessoas em grande necessidade", disse Margaret Chan, diretora-geral da OMS, em um encontro de especialistas em saúde mental.
...
Fonte - Elnet
Nota DDP: Pressão de todos os lados...
Pedido de Oração
Para o Ricardo e todos os meus irmãos e amigos do Instituto Haggai (Havaí).
Meu amor e saudações a todos os meus queridos amigos em nome de nosso Senhor Jesus Cristo, protetor de minha vida e família da morte.
Aqui é Raj, seu amigo da Índia, pedindo sua gentil oração pela minha família e pelas igrejas no distrito de Kandhamal(Phulbani), Estado de Orissa.
Para informá-los, houve um terrível ataque às igrejas de nosso distrito. Quase todos os vilarejos cristãos foram destruídos, demolidos e queimados. Isso começou no dia 24 de agosto de 2008 e continua de mal a pior. Mais de 100 cristãos mortos, entre eles cerca de 30 pastores, foram mortos de forma brutal ou queimados vivos. Ninguém sabe quantos estão desaparecidos. Os corpos dos mortos estão espalhados nas florestas, montes e vilarejos distantes. Não há ninguém lá para enterrar os mortos. Pessoas são mortas na frente de seus familiares, esposas e filhos. Meninas são raptadas por gangues e queimadas vivas. Não tenho palavras para expressar a agonia e a dor das pessoas. Muitos livros poderiam ser escritos sobre a tristeza de seus corações partidos. Quase todas as igrejas foram arruinadas, demolidas e queimadas. Todos os vilarejos e casas cristãs estão completamente destruídos, suas propriedades foram saqueadas e todos os veículos, queimados. Milhares e milhares de pessoas pobres e inocentes, junto com suas crianças e velhos, correram para salvar suas vidas nas florestas e colinas, e mesmo ali suas vidas não estão seguras. Eles continuam sendo caçados pelos fanáticos hindus.
O toque de recolher vem desde 24 de Agosto de 2008. Sem transportes, sem mercados, parece que todo o distrito está parado e morto.
O último culto que realizei com os crentes de minha igreja foi no domingo do dia 24. No dia 25, recebi notícias de que atacariam a mim e à minha família, e destruiriam minha casa. Para salvar minha vida e a de minha família, deixei minha casa às 5:30 da manhã apenas com a roupa do corpo. Eu, minha esposa e meu filho de 10 anos nos abrigamos e escondemos com um amigo não-cristão. O terror estava por toda a parte em nossa pequena cidade. Com muita aflição e medo, nos abrigamos naquela casa. Assim que a noite caiu, ouvimos o som de pessoas da oposição correndo de lá para cá, gritando "matem todos os cristãos." Seu objetivo era matar todos os líderes e pastores.
Às 12:45 da noite, recebi uma ligação de um irmão. Eles marcharam contra o prédio do meu escritório e, sem perder tempo, arrasaram minha casa com uma bomba. Confiscaram tudo e queimaram o resto das coisas, meu carro e todas as bicicletas. Então avançaram para a casa em que eu estava escondido e arrombaram a porta para pegar e matar nossa família. Graças a Deus, o dono da casa tomou uma atitude corajosa para me proteger, acabou agredido brutalmente.
Na manhã seguinte, com muito medo, eu, minha esposa Purnima e meu filho Comfort corremos para a floresta para nos salvar. Minha esposa é diabética. Eu os levei para a floresta, sem sabermos para onde estávamos indo. Um pastor e sua família nos encontraram naquela floresta. Permanecemos um dia inteiro ali e, ao anoitecer, andamos mais 10km mata adentro para ficarmos a salvo. Por quase cinco dias, o Senhor, com sua mão poderosa, nos protegeu naquela floresta. As pessoas de um vilarejo cristão próximo ficaram sabendo a nosso respeito e vieram nos ajudar trazendo comida. Ficamos sabendo que a floresta também não era nada segura. Com muito cuidado, chegamos ao acampamento de ajuda. Em cada um, de 5 a 6 mil pessoas. Não havia comida nem água, só doenças por toda a parte, crianças pequenas e muitos idosos já mortos. Foi um milagre dois motoristas não-cristãos de bom coração chegarem de 60km de distância com meu primo e nos salvarem da morte
Em cinco minutos, pela manhã, às 7:45, eles nos atravessaram pelo campo dos opositores que queriam minha vida. Por sua graça e mão poderosa, Ele nos salvou. Graças ao seu santo nome, chegamos a um estado vizinho. Não sei o que fazer, peço sua gentil oração por minha família e também que todos vocês sustentem nosso povo e nossas igrejas em suas orações. As pessoas perderam sua esperança, não há apoio do governo, o terror está por toda a parte. Minha oração e confiança são que somente Deus, por sua graça, pode controlar a situação de morte e agonia.
Algum de vocês pode enviar meu pedido de oração ao Dr. Dhanaraj e ao Sr. Mandoza em Maui Haggai? Por favor, informem nossa condição a todo o povo de Deus para oração. Se puderem, por favor me escrevam. Obrigado, meus amigos. Essa é a realidade, dizia o irmão Mandoza, antes de deixarmos Maui (Havaí).
Não sei em que condições se acham sua vida e ministério, mas amo muito, oro e tenho saudades de todos vocês. Muito obrigado por seu amor e amizade por mim no Havaí. Que Deus abençoe todos vocês. Seu irmão
Pastor Raj.
RK DIGAL,INDIA.
.x.x.x.x.x.x.x.x.x.x.
Prisões buscam restabelecer a ordem
ÍNDIA (30º) - Desde quarta-feira, 1º de outubro, 46 pessoas foram presas sob acusações de conflitos no distrito de Kandhamal. Um policial disse que eles prenderam mais de 300 pessoas no mês passado. Líderes cristãos atribuíram a repentina prisão de 46 pessoas ao novo Diretor Geral da Polícia (DGP – na Índia, o mais alto cargo da polícia nos Estados), Manmohan Praharaj. O cargo era exercido por Gopal Chandra Nanda, que se aposentou em 30 de setembro. O presidente internacional do grupo extremista hindu, Vishwa Hindu Parishad, Ashok Singhal, não aceitou as últimas prisões.
Fonte - Portas Abertas
Nota DDP: Inclua nas suas orações a intercessão por este povo, clame a Deus para que o retorno de Jesus encerre com esta perseguição insana ao Seu povo, perseguição esta que deve se acentuar em futuro próximo.
Meu amor e saudações a todos os meus queridos amigos em nome de nosso Senhor Jesus Cristo, protetor de minha vida e família da morte.
Aqui é Raj, seu amigo da Índia, pedindo sua gentil oração pela minha família e pelas igrejas no distrito de Kandhamal(Phulbani), Estado de Orissa.
Para informá-los, houve um terrível ataque às igrejas de nosso distrito. Quase todos os vilarejos cristãos foram destruídos, demolidos e queimados. Isso começou no dia 24 de agosto de 2008 e continua de mal a pior. Mais de 100 cristãos mortos, entre eles cerca de 30 pastores, foram mortos de forma brutal ou queimados vivos. Ninguém sabe quantos estão desaparecidos. Os corpos dos mortos estão espalhados nas florestas, montes e vilarejos distantes. Não há ninguém lá para enterrar os mortos. Pessoas são mortas na frente de seus familiares, esposas e filhos. Meninas são raptadas por gangues e queimadas vivas. Não tenho palavras para expressar a agonia e a dor das pessoas. Muitos livros poderiam ser escritos sobre a tristeza de seus corações partidos. Quase todas as igrejas foram arruinadas, demolidas e queimadas. Todos os vilarejos e casas cristãs estão completamente destruídos, suas propriedades foram saqueadas e todos os veículos, queimados. Milhares e milhares de pessoas pobres e inocentes, junto com suas crianças e velhos, correram para salvar suas vidas nas florestas e colinas, e mesmo ali suas vidas não estão seguras. Eles continuam sendo caçados pelos fanáticos hindus.
O toque de recolher vem desde 24 de Agosto de 2008. Sem transportes, sem mercados, parece que todo o distrito está parado e morto.
O último culto que realizei com os crentes de minha igreja foi no domingo do dia 24. No dia 25, recebi notícias de que atacariam a mim e à minha família, e destruiriam minha casa. Para salvar minha vida e a de minha família, deixei minha casa às 5:30 da manhã apenas com a roupa do corpo. Eu, minha esposa e meu filho de 10 anos nos abrigamos e escondemos com um amigo não-cristão. O terror estava por toda a parte em nossa pequena cidade. Com muita aflição e medo, nos abrigamos naquela casa. Assim que a noite caiu, ouvimos o som de pessoas da oposição correndo de lá para cá, gritando "matem todos os cristãos." Seu objetivo era matar todos os líderes e pastores.
Às 12:45 da noite, recebi uma ligação de um irmão. Eles marcharam contra o prédio do meu escritório e, sem perder tempo, arrasaram minha casa com uma bomba. Confiscaram tudo e queimaram o resto das coisas, meu carro e todas as bicicletas. Então avançaram para a casa em que eu estava escondido e arrombaram a porta para pegar e matar nossa família. Graças a Deus, o dono da casa tomou uma atitude corajosa para me proteger, acabou agredido brutalmente.
Na manhã seguinte, com muito medo, eu, minha esposa Purnima e meu filho Comfort corremos para a floresta para nos salvar. Minha esposa é diabética. Eu os levei para a floresta, sem sabermos para onde estávamos indo. Um pastor e sua família nos encontraram naquela floresta. Permanecemos um dia inteiro ali e, ao anoitecer, andamos mais 10km mata adentro para ficarmos a salvo. Por quase cinco dias, o Senhor, com sua mão poderosa, nos protegeu naquela floresta. As pessoas de um vilarejo cristão próximo ficaram sabendo a nosso respeito e vieram nos ajudar trazendo comida. Ficamos sabendo que a floresta também não era nada segura. Com muito cuidado, chegamos ao acampamento de ajuda. Em cada um, de 5 a 6 mil pessoas. Não havia comida nem água, só doenças por toda a parte, crianças pequenas e muitos idosos já mortos. Foi um milagre dois motoristas não-cristãos de bom coração chegarem de 60km de distância com meu primo e nos salvarem da morte
Em cinco minutos, pela manhã, às 7:45, eles nos atravessaram pelo campo dos opositores que queriam minha vida. Por sua graça e mão poderosa, Ele nos salvou. Graças ao seu santo nome, chegamos a um estado vizinho. Não sei o que fazer, peço sua gentil oração por minha família e também que todos vocês sustentem nosso povo e nossas igrejas em suas orações. As pessoas perderam sua esperança, não há apoio do governo, o terror está por toda a parte. Minha oração e confiança são que somente Deus, por sua graça, pode controlar a situação de morte e agonia.
Algum de vocês pode enviar meu pedido de oração ao Dr. Dhanaraj e ao Sr. Mandoza em Maui Haggai? Por favor, informem nossa condição a todo o povo de Deus para oração. Se puderem, por favor me escrevam. Obrigado, meus amigos. Essa é a realidade, dizia o irmão Mandoza, antes de deixarmos Maui (Havaí).
Não sei em que condições se acham sua vida e ministério, mas amo muito, oro e tenho saudades de todos vocês. Muito obrigado por seu amor e amizade por mim no Havaí. Que Deus abençoe todos vocês. Seu irmão
Pastor Raj.
RK DIGAL,INDIA.
.x.x.x.x.x.x.x.x.x.x.
Prisões buscam restabelecer a ordem
ÍNDIA (30º) - Desde quarta-feira, 1º de outubro, 46 pessoas foram presas sob acusações de conflitos no distrito de Kandhamal. Um policial disse que eles prenderam mais de 300 pessoas no mês passado. Líderes cristãos atribuíram a repentina prisão de 46 pessoas ao novo Diretor Geral da Polícia (DGP – na Índia, o mais alto cargo da polícia nos Estados), Manmohan Praharaj. O cargo era exercido por Gopal Chandra Nanda, que se aposentou em 30 de setembro. O presidente internacional do grupo extremista hindu, Vishwa Hindu Parishad, Ashok Singhal, não aceitou as últimas prisões.
Fonte - Portas Abertas
Nota DDP: Inclua nas suas orações a intercessão por este povo, clame a Deus para que o retorno de Jesus encerre com esta perseguição insana ao Seu povo, perseguição esta que deve se acentuar em futuro próximo.
Eleições americanas em cheque
Dezenas de milhares de pessoas com direito a voto em pelo menos seis Estados que podem ter papel decisivo na eleição presidencial norte-americana tiveram seus nomes removidos do registro eleitoral ou foram impedidas de se inscrever de maneiras que parecem violar a lei federal, de acordo com uma revisão de registros estaduais e dados do Seguro Social conduzida pelo New York Times.
As ações não parecem ter sido coordenadas por um ou outro partido, e nem parecem resultar de violações intencionais das regras por funcionários eleitorais, mas aparentemente resultam de erros em como administrar inscrições e arquivos de eleitores, e surgiram como resultado do esforço dos Estados para cumprir uma lei federal de reforma eleitoral adotada em 2002.
Ainda assim, porque os democratas vêm realizando esforços mais agressivos de registrar novos eleitores este ano, de acordo com funcionários eleitorais estaduais, a fiscalização mais intensa dos novos registros pode afetar desproporcionalmente os eleitores do partido.
...
Na segunda-feira, o Partido Republicano do Ohio apresentou uma petição à Justiça federal contra o secretário de Estado do Ohio, solicitando uma lista completa dos nomes contestados com base nos registros de Seguro Social desde 1° de janeiro. A petição solicita que os eleitores que não resolverem suas pendências antes da eleição sejam forçados a votar com cédulas provisórias.
Os republicanos afirmam na petição que, na democracia norte-americana, só eleitores qualificados devem votar.
A secretária de estado do Ohio, a democrata Jennifer Brunner, afirmou em documentos judiciais que ela acredita que os republicanos estejam tentando preparar o terreno para contestar o direito de voto de certos eleitores.
Considerando que o Estado teve cerca de 290 mil pedidos de confirmação de dados invalidados, o plano poderia ter impacto significativo nas urnas.
Fonte - Terra
[Colaboração - Fernando Machado]
Nota DDP: Caminha-se para uma suspensão do pleito, ou sua anulação?!
As ações não parecem ter sido coordenadas por um ou outro partido, e nem parecem resultar de violações intencionais das regras por funcionários eleitorais, mas aparentemente resultam de erros em como administrar inscrições e arquivos de eleitores, e surgiram como resultado do esforço dos Estados para cumprir uma lei federal de reforma eleitoral adotada em 2002.
Ainda assim, porque os democratas vêm realizando esforços mais agressivos de registrar novos eleitores este ano, de acordo com funcionários eleitorais estaduais, a fiscalização mais intensa dos novos registros pode afetar desproporcionalmente os eleitores do partido.
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Na segunda-feira, o Partido Republicano do Ohio apresentou uma petição à Justiça federal contra o secretário de Estado do Ohio, solicitando uma lista completa dos nomes contestados com base nos registros de Seguro Social desde 1° de janeiro. A petição solicita que os eleitores que não resolverem suas pendências antes da eleição sejam forçados a votar com cédulas provisórias.
Os republicanos afirmam na petição que, na democracia norte-americana, só eleitores qualificados devem votar.
A secretária de estado do Ohio, a democrata Jennifer Brunner, afirmou em documentos judiciais que ela acredita que os republicanos estejam tentando preparar o terreno para contestar o direito de voto de certos eleitores.
Considerando que o Estado teve cerca de 290 mil pedidos de confirmação de dados invalidados, o plano poderia ter impacto significativo nas urnas.
Fonte - Terra
[Colaboração - Fernando Machado]
Nota DDP: Caminha-se para uma suspensão do pleito, ou sua anulação?!
Norma antiterror põe alunos britânicos sob vigilância
Os professores britânicos estão sendo orientados a observar o comportamento dos seus alunos e informar às autoridades - inclusive a polícia - se perceberem algum comportamento extremista que possa estar ligado a práticas terroristas, informou o The Guardian nesta quarta-feira.
Segundo o jornal britânico, a partir de uma nova norma do governo, as escolas serão colocadas no centro a "agenda de prevenção" contra o terrorismo. Em reuniões nos estabelecimentos de ensino, as autoridades vão orientar professores a discutir em sala de aula sobre extremistas islâmicos e grupos racistas de extrema direita.
Para isso, receberão um "kit" com instruções para esses tipos de conversa. O objetivo é prevenir visões extremistas passem despercebidas. No verão, uma norma sugeriu que as escolas levassem chefes de mesquitas nascidos na Grã Bretanha para conversar com os alunos e promover os direitos universais.
A polêmica nesta nova norma é fazer com que os professores monitorem seus alunos e avisem as autoridades se perceberem o desenvolvimento de visões extremistas. O governo enfatiza que não visa buscar encontrar terroristas em playgrounds, mas sim que os mestres usem sua capacidade para vigiar os alunos com comportamento suspeito.
...
Fonte - Terra
[Colaboração - Fernando Machado]
Nota DDP: Há alguma dúvida que estas práticas virarão padrão?
Nota Minuto Profético: Essa "histeria" antiterror que domina o mundo atualmente tende a camuflar um comportamento perigoso (promovido inclusive pelo próprio nazismo no passado recente) - a perseguição discriminatória e opressiva contra determinados grupos étnicos e/ou religiosos. Embora condene qualquer tipo de terrorismo, é preciso não aceitar generalizações banais como argumentos finais... Os guardadores do sábado foram perseguidos pelo nazismo e agora o serão novamente na Nova Ordem Mundial ocultista.
Segundo o jornal britânico, a partir de uma nova norma do governo, as escolas serão colocadas no centro a "agenda de prevenção" contra o terrorismo. Em reuniões nos estabelecimentos de ensino, as autoridades vão orientar professores a discutir em sala de aula sobre extremistas islâmicos e grupos racistas de extrema direita.
Para isso, receberão um "kit" com instruções para esses tipos de conversa. O objetivo é prevenir visões extremistas passem despercebidas. No verão, uma norma sugeriu que as escolas levassem chefes de mesquitas nascidos na Grã Bretanha para conversar com os alunos e promover os direitos universais.
A polêmica nesta nova norma é fazer com que os professores monitorem seus alunos e avisem as autoridades se perceberem o desenvolvimento de visões extremistas. O governo enfatiza que não visa buscar encontrar terroristas em playgrounds, mas sim que os mestres usem sua capacidade para vigiar os alunos com comportamento suspeito.
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Fonte - Terra
[Colaboração - Fernando Machado]
Nota DDP: Há alguma dúvida que estas práticas virarão padrão?
Nota Minuto Profético: Essa "histeria" antiterror que domina o mundo atualmente tende a camuflar um comportamento perigoso (promovido inclusive pelo próprio nazismo no passado recente) - a perseguição discriminatória e opressiva contra determinados grupos étnicos e/ou religiosos. Embora condene qualquer tipo de terrorismo, é preciso não aceitar generalizações banais como argumentos finais... Os guardadores do sábado foram perseguidos pelo nazismo e agora o serão novamente na Nova Ordem Mundial ocultista.
quinta-feira, 9 de outubro de 2008
O que vem depois dessa crise?
O cenário hoje global é diferente. Desde que Bento XVI assumiu, estão havendo tratativas e alianças entre a Santa Sé e as nações importantes do mundo no sentido de se regulamentar a adoração, a interpretação da Bíblia, e a pregação do evangelho, de se obter apoio político das nações e da ONU para a unificação das igrejas, de se declarar qual é a igreja verdadeira, de se exigir legalmente a santificação do domingo, de se impor o valor das tradições católicas do catecismo, e assim por diante. E como nunca antes na história, o apoio que esses temas recebem dos líderes das nações é impressionante. Seja do mundo cristão, seja dos judeus, dos muçulmanos e dos países pagãos. Pois é nesse contexto que essa crise se surgiu.
O que poderá acontecer? Há dois cenários possíveis. O primeiro cenário é que essa crise retroceda mais um pouco, por um tempo, e retorne mais tarde. O segundo cenário é que essa crise seja o caminho de entrada para o final da história do pecado. Ainda não se pode dizer com segurança qual desses dois cenários é o real. É observar para entender melhor com os desdobramentos no âmbito religioso, então se poderá saber. Se for a primeira [segunda?]possibilidade, o fim estará mais próximo do que se for a segunda [primeira?].
E qual a relação mais impressionante dessa crise? Nunca antes o Vaticano tem se pronunciado tanto sobre as questões econômicas como dessa vez. Isso é sintoma de algo ocorrendo por trás da crise. Ela tem um significado! O que será? No caso dela se agravar, como em toda a crise, alguém deve ser o culpado. Pode se dar o fato dessa vez os culpados serem exatamente aqueles que procuram anunciar qual é a verdadeira adoração.
E o que vem depois da crise, não importando qual daqueles dois cenários se concretize? Como em todas as crises anteriores, vem um poder autocrático. Se essa crise ainda não for a última, nesse caso uma coisa é certa: após ela passar, ou se suavizar, haverá maiores restrições para a liberdade. Como já aconteceu em alguns países após o ataque às torres gêmeas. Possivelmente a Constituição Americana seja alterada bem como sejam alteradas as disposições de liberdade nas demais democracias do mundo. Qual a razão? Para se poder emitir decretos opressivos favoráveis à santificação do domingo.
O cenário corre rápido nessa direção. Como se pode saber disso? Ao o povo de DEUS se levantar e anunciar a verdadeira adoração com um pouco mais de poder, essas coisas viriam. Veja algumas citações abaixo:
“...sendo a atenção do povo chamada para a lei de Deus calcada a pés, Satanás entrará em ação. (O Grande Conflito, 607)
“O "início do tempo de angústia" ali mencionado, não se refere ao tempo em que as pragas começarão a ser derramadas, mas a um breve período, pouco antes, enquanto Cristo está no santuário. Nesse tempo, enquanto a obra de salvação está se encerrando, tribulações virão sobre a Terra, e as nações ficarão iradas, embora contidas para não impedir a obra do terceiro anjo.” (Primeiros Escritos, 85 e 86).
“A perversidade e crueldade dos homens alcançarão tal atitude que Deus Se revelará em Sua majestade. Muito em breve a impiedade do mundo terá atingido seu limite e, como nos dias de Noé, Deus derramará os Seus juízos.” (Olhando Para o Alto (Meditações Matinais, 1983), pág. 328).
“Lamentarão a grande impiedade no mundo, apoiando o testemunho dos ensinadores religiosos de que o estado de rebaixamento da moral se deve à profanação do domingo.” (O Grande Conflito, 591)
“O mundo está-se tornando cada vez mais iníquo. Em breve surgirá grande perturbação entre as nações - perturbação que não cessará até que Jesus venha.” (Eventos Finais, 12)
JESUS está cada vez mais perto de retornar!
Mais oração, mais consagração, mais distanciamento do mundanismo, mais aproximação de DEUS, pois a sacudidura prévia já está em andamento, ou seja, as dificuldades dos adoradores fiéis a DEUS se acentuam para serem cada vez mais fortemente provados.
Sikberto R. Marks
Publicado em: 08-10-2008
Fonte - Cristo Voltará
O que poderá acontecer? Há dois cenários possíveis. O primeiro cenário é que essa crise retroceda mais um pouco, por um tempo, e retorne mais tarde. O segundo cenário é que essa crise seja o caminho de entrada para o final da história do pecado. Ainda não se pode dizer com segurança qual desses dois cenários é o real. É observar para entender melhor com os desdobramentos no âmbito religioso, então se poderá saber. Se for a primeira [segunda?]possibilidade, o fim estará mais próximo do que se for a segunda [primeira?].
E qual a relação mais impressionante dessa crise? Nunca antes o Vaticano tem se pronunciado tanto sobre as questões econômicas como dessa vez. Isso é sintoma de algo ocorrendo por trás da crise. Ela tem um significado! O que será? No caso dela se agravar, como em toda a crise, alguém deve ser o culpado. Pode se dar o fato dessa vez os culpados serem exatamente aqueles que procuram anunciar qual é a verdadeira adoração.
E o que vem depois da crise, não importando qual daqueles dois cenários se concretize? Como em todas as crises anteriores, vem um poder autocrático. Se essa crise ainda não for a última, nesse caso uma coisa é certa: após ela passar, ou se suavizar, haverá maiores restrições para a liberdade. Como já aconteceu em alguns países após o ataque às torres gêmeas. Possivelmente a Constituição Americana seja alterada bem como sejam alteradas as disposições de liberdade nas demais democracias do mundo. Qual a razão? Para se poder emitir decretos opressivos favoráveis à santificação do domingo.
O cenário corre rápido nessa direção. Como se pode saber disso? Ao o povo de DEUS se levantar e anunciar a verdadeira adoração com um pouco mais de poder, essas coisas viriam. Veja algumas citações abaixo:
“...sendo a atenção do povo chamada para a lei de Deus calcada a pés, Satanás entrará em ação. (O Grande Conflito, 607)
“O "início do tempo de angústia" ali mencionado, não se refere ao tempo em que as pragas começarão a ser derramadas, mas a um breve período, pouco antes, enquanto Cristo está no santuário. Nesse tempo, enquanto a obra de salvação está se encerrando, tribulações virão sobre a Terra, e as nações ficarão iradas, embora contidas para não impedir a obra do terceiro anjo.” (Primeiros Escritos, 85 e 86).
“A perversidade e crueldade dos homens alcançarão tal atitude que Deus Se revelará em Sua majestade. Muito em breve a impiedade do mundo terá atingido seu limite e, como nos dias de Noé, Deus derramará os Seus juízos.” (Olhando Para o Alto (Meditações Matinais, 1983), pág. 328).
“Lamentarão a grande impiedade no mundo, apoiando o testemunho dos ensinadores religiosos de que o estado de rebaixamento da moral se deve à profanação do domingo.” (O Grande Conflito, 591)
“O mundo está-se tornando cada vez mais iníquo. Em breve surgirá grande perturbação entre as nações - perturbação que não cessará até que Jesus venha.” (Eventos Finais, 12)
JESUS está cada vez mais perto de retornar!
Mais oração, mais consagração, mais distanciamento do mundanismo, mais aproximação de DEUS, pois a sacudidura prévia já está em andamento, ou seja, as dificuldades dos adoradores fiéis a DEUS se acentuam para serem cada vez mais fortemente provados.
Sikberto R. Marks
Publicado em: 08-10-2008
Fonte - Cristo Voltará
Bíblia, porque está sendo combatida?
Por quê o retorno da posição do Vaticano para outra vez cercear a livre leitura da Bíblia? Ela não se interpreta por si mesma? Ela não é auto-instrutiva? Até os mais humildes, lendo-a, não acham nela luz para encontrarem a verdade sobre a adoração? É isso mesmo. Então, porque a Igreja Católica quer criar normas para a interpretação do texto sagrado, que DEUS inspirou a que pessoas consagradas escrevessem?
A resposta é bem simples. Porque a igreja da Bíblia, a que se pauta pelo que nela está escrito, está acordando de sua mornidão e está crescendo vertiginosamente no poder da pregação das verdades bíblicas. Para isso, nada mais usa senão a Bíblia. E multidões estão estudando o texto sagrado, seja por meio de outras pessoas que dão esses estudos, seja por curiosidade e iniciativa própria. Esse é o problema para a Igreja Católica. Pode acontecer, como já vem acontecendo, de seus fiéis descobrirem a verdadeira adoração e o verdadeiro dia a ser santificado. Isso significa queda de babilônia, justo agora que está retomando o poder sobre o planeta.
Portanto, seus líderes farão tudo para que a leitura do texto de DEUS seja delimitado. Agora não pode mais recolher as bíblias ou exigir que só os sacerdotes a leiam. Há bilhões de bíblias espalhadas no mundo inteiro. É completamente impossível controlar o acesso a elas como faziam na Idade Média. DEUS preparou o desfecho multiplicando a Sua Palavra em tal número que se tornou inviável o controle de sua leitura. Portanto, o que os inimigos da bíblia fazem? Procuram regulamentar a sua interpretação. Essa interpretação será, pode-se crer, conforme o catecismo, a tradição da ICAR, e não conforme o poder da Bíblia mesma se auto-explicar ao leitor.
Sinal de que o fim está bem próximo. Aliás, lembrando, a crise que se abate sobre o mundo tem a ver com as movimentações que se fazem contra a verdadeira adoração. Assistimos já os primeiros respingos da crise final.
Publicado em 08-10-08
Fonte - Cristo Voltará
A resposta é bem simples. Porque a igreja da Bíblia, a que se pauta pelo que nela está escrito, está acordando de sua mornidão e está crescendo vertiginosamente no poder da pregação das verdades bíblicas. Para isso, nada mais usa senão a Bíblia. E multidões estão estudando o texto sagrado, seja por meio de outras pessoas que dão esses estudos, seja por curiosidade e iniciativa própria. Esse é o problema para a Igreja Católica. Pode acontecer, como já vem acontecendo, de seus fiéis descobrirem a verdadeira adoração e o verdadeiro dia a ser santificado. Isso significa queda de babilônia, justo agora que está retomando o poder sobre o planeta.
Portanto, seus líderes farão tudo para que a leitura do texto de DEUS seja delimitado. Agora não pode mais recolher as bíblias ou exigir que só os sacerdotes a leiam. Há bilhões de bíblias espalhadas no mundo inteiro. É completamente impossível controlar o acesso a elas como faziam na Idade Média. DEUS preparou o desfecho multiplicando a Sua Palavra em tal número que se tornou inviável o controle de sua leitura. Portanto, o que os inimigos da bíblia fazem? Procuram regulamentar a sua interpretação. Essa interpretação será, pode-se crer, conforme o catecismo, a tradição da ICAR, e não conforme o poder da Bíblia mesma se auto-explicar ao leitor.
Sinal de que o fim está bem próximo. Aliás, lembrando, a crise que se abate sobre o mundo tem a ver com as movimentações que se fazem contra a verdadeira adoração. Assistimos já os primeiros respingos da crise final.
Publicado em 08-10-08
Fonte - Cristo Voltará
Os desafios da Nova Ordem Mundial
Deu no Der Spiegal:
“Os Estados Unidos não são mais capazes de carregar nos ombros as crises mundiais. Mas quem assumirá seu lugar? Rússia, Brasil, China e Índia estão crescendo, mas também estão competindo com a Europa e os Estados Unidos por recursos naturais finitos. Apenas um futuro comum, uma "mudança por meio de reaproximação" e não um "choque de futuros", pode nos conduzir adiante.
"Os americanos... só sabem nadar em um mar. Eles nunca desenvolveram a capacidade de ingressar no mundo de outros povos." - Fareed Zakaria
Nós estamos vivendo em uma era sem uma potência mundial única, dominante. O mundo está tomado por crises - mudança climática, escassez de recursos, crise financeira e alimentar, proliferação nuclear e Estados fracassados. Nenhum país pode conceber soluções para tratar de todos esses problemas. Nem mesmo a Organização das Nações Unidas (ONU) está à altura da tarefa. De fato, como reconheceu o primeiro-ministro do Reino Unido, Gordon Brown, na Conferência de Governança Progressista, em abril em Londres, as organizações internacionais fundadas após a Segunda Guerra Mundial não mais atendem às necessidades atuais.
...
Fonte - Democracia & Política
Nota DDP: Mais um texto que não carece de maiores comentários. Talvez fosse interessante fazer-se uma busca no Google sobre "crise financeira" e "nova ordem mundial", os irmãos certamente achariam materiais interessantes neste tema, já "profetizados" há algum tempo no mundo pós 11 de Setembro, sobre as possibilidades que se avizinham.
Sugiro também a leitura do artigo "O plano secreto do governo Bush para suspender a constituição americana", o que também pode ser realizado, ainda que de forma precária, mas compreensível, através de ferramentas de tradução para os que não dominarem o idioma. O artigo não parece ser de lavra de um adventista, mas dá nuances claras de ratificação de uma obra infelizmente tão criticada, especialmente por quem não a leu, chamada "O Grande Conflito". Ainda dá tempo.
“Os Estados Unidos não são mais capazes de carregar nos ombros as crises mundiais. Mas quem assumirá seu lugar? Rússia, Brasil, China e Índia estão crescendo, mas também estão competindo com a Europa e os Estados Unidos por recursos naturais finitos. Apenas um futuro comum, uma "mudança por meio de reaproximação" e não um "choque de futuros", pode nos conduzir adiante.
"Os americanos... só sabem nadar em um mar. Eles nunca desenvolveram a capacidade de ingressar no mundo de outros povos." - Fareed Zakaria
Nós estamos vivendo em uma era sem uma potência mundial única, dominante. O mundo está tomado por crises - mudança climática, escassez de recursos, crise financeira e alimentar, proliferação nuclear e Estados fracassados. Nenhum país pode conceber soluções para tratar de todos esses problemas. Nem mesmo a Organização das Nações Unidas (ONU) está à altura da tarefa. De fato, como reconheceu o primeiro-ministro do Reino Unido, Gordon Brown, na Conferência de Governança Progressista, em abril em Londres, as organizações internacionais fundadas após a Segunda Guerra Mundial não mais atendem às necessidades atuais.
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Fonte - Democracia & Política
Nota DDP: Mais um texto que não carece de maiores comentários. Talvez fosse interessante fazer-se uma busca no Google sobre "crise financeira" e "nova ordem mundial", os irmãos certamente achariam materiais interessantes neste tema, já "profetizados" há algum tempo no mundo pós 11 de Setembro, sobre as possibilidades que se avizinham.
Sugiro também a leitura do artigo "O plano secreto do governo Bush para suspender a constituição americana", o que também pode ser realizado, ainda que de forma precária, mas compreensível, através de ferramentas de tradução para os que não dominarem o idioma. O artigo não parece ser de lavra de um adventista, mas dá nuances claras de ratificação de uma obra infelizmente tão criticada, especialmente por quem não a leu, chamada "O Grande Conflito". Ainda dá tempo.
Sínodo da Palavra, resposta às seitas
A interpretação fundamentalista da Bíblia ganha adeptos
CIDADE DO VATICANO, quarta-feira, 8 de outubro de 2008 (ZENIT.org).- O Sínodo dedicado à Palavra quer converter-se em uma resposta aos fiéis católicos que deixam a Igreja para se unirem a seitas que oferecem uma pregação fundamentalista da Bíblia.
As seitas, de fato, são um dos argumentos sobre os quais mais se falou nas discussões que tomaram conta da congregação geral entre terça e quarta-feira.
O número 56 no Instrumentum Laboris (documento de trabalho) que os participantes na assembléia do Sínodo tomam por referência em suas intervenções considera que “especial atenção merecem as numerosas seitas, que atuam em diversos continentes e que se servem da Bíblia para fins impróprios e com métodos estranhos à Igreja”.
...
“Contudo, longe de apaziguar, a proliferação cancerosa de seitas de todo tipo e com as motivações mais diversas é motivo de inquietude para os pastores da Igreja, dado que sua doutrina se baseia em uma interpretação fundamentalista das Sagradas Escrituras”.
“E, ainda, numerosos textos bíblicos dissuadem esta interpretação e incitam mais a recorrer a critérios estabelecidos”.
“Ou seja, existem normas de interpretação das Escrituras, das quais Pedro e os apóstolos são garantidores (cf. 2 Pe 1,16-19). O próprio Pedro afirma que ‘nenhuma profecia da Escritura pode ser interpretada por conta própria’, porque ‘os homens, movidos pelo Espírito Santo, falaram da parte de Deus (2 Pe 1, 20-21).”
E Pedro condena os “falsos doutores” e suas “heresias perniciosas”, acrescentou o arcebispo, considerado um dos maiores biblistas na África.
...
A África se converteu, neste sentido, no terreno de crescimento para as seitas, como reconheceu Dom John Olorunfemi Onaiyekan, arcebispo de Abuja (Nigéria), quem denunciou a proliferação de grupos que, além de “fundamentalistas, são anticatólicos declarados”.
“A África, infelizmente, é a lixeira de outros continentes, que jogam nela todo tipo de idéias disparatadas, tais como que a nossa Igreja não respeita a Bíblia e que, portanto, não pode ser considerada verdadeiramente católica.”
...
Concluiu dizendo que “não deveríamos ficar somente no interior da barca, ocupando-nos das questões relativas à construção para melhorar a estabilidade da rota. Como os apóstolos, depois de ter recebido o Espírito em pentecostes, deveríamos perguntar: como fazemos para sair desta Sala, já que a Palavra de Deus e o Espírito de Deus querem chegar às pessoas, e fazê-lo através de nós”.
...
Fonte - Zenit
Nota DDP: Não há muito o que comentar, destacaria apenas a "proliferação cancerosa", "heresias perniciosas" e "anti-católicos declarados", para fazer alguns pensarem que grupos se enquadrariam nestes discursos e, quais estão convictos que devem se afastar deles alinhando-se ao poder romano, bem como pedir atenção cada vez mais acurada para a forma como estes lindos conceitos sairão do "interior da barca".
CIDADE DO VATICANO, quarta-feira, 8 de outubro de 2008 (ZENIT.org).- O Sínodo dedicado à Palavra quer converter-se em uma resposta aos fiéis católicos que deixam a Igreja para se unirem a seitas que oferecem uma pregação fundamentalista da Bíblia.
As seitas, de fato, são um dos argumentos sobre os quais mais se falou nas discussões que tomaram conta da congregação geral entre terça e quarta-feira.
O número 56 no Instrumentum Laboris (documento de trabalho) que os participantes na assembléia do Sínodo tomam por referência em suas intervenções considera que “especial atenção merecem as numerosas seitas, que atuam em diversos continentes e que se servem da Bíblia para fins impróprios e com métodos estranhos à Igreja”.
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“Contudo, longe de apaziguar, a proliferação cancerosa de seitas de todo tipo e com as motivações mais diversas é motivo de inquietude para os pastores da Igreja, dado que sua doutrina se baseia em uma interpretação fundamentalista das Sagradas Escrituras”.
“E, ainda, numerosos textos bíblicos dissuadem esta interpretação e incitam mais a recorrer a critérios estabelecidos”.
“Ou seja, existem normas de interpretação das Escrituras, das quais Pedro e os apóstolos são garantidores (cf. 2 Pe 1,16-19). O próprio Pedro afirma que ‘nenhuma profecia da Escritura pode ser interpretada por conta própria’, porque ‘os homens, movidos pelo Espírito Santo, falaram da parte de Deus (2 Pe 1, 20-21).”
E Pedro condena os “falsos doutores” e suas “heresias perniciosas”, acrescentou o arcebispo, considerado um dos maiores biblistas na África.
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A África se converteu, neste sentido, no terreno de crescimento para as seitas, como reconheceu Dom John Olorunfemi Onaiyekan, arcebispo de Abuja (Nigéria), quem denunciou a proliferação de grupos que, além de “fundamentalistas, são anticatólicos declarados”.
“A África, infelizmente, é a lixeira de outros continentes, que jogam nela todo tipo de idéias disparatadas, tais como que a nossa Igreja não respeita a Bíblia e que, portanto, não pode ser considerada verdadeiramente católica.”
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Concluiu dizendo que “não deveríamos ficar somente no interior da barca, ocupando-nos das questões relativas à construção para melhorar a estabilidade da rota. Como os apóstolos, depois de ter recebido o Espírito em pentecostes, deveríamos perguntar: como fazemos para sair desta Sala, já que a Palavra de Deus e o Espírito de Deus querem chegar às pessoas, e fazê-lo através de nós”.
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Fonte - Zenit
Nota DDP: Não há muito o que comentar, destacaria apenas a "proliferação cancerosa", "heresias perniciosas" e "anti-católicos declarados", para fazer alguns pensarem que grupos se enquadrariam nestes discursos e, quais estão convictos que devem se afastar deles alinhando-se ao poder romano, bem como pedir atenção cada vez mais acurada para a forma como estes lindos conceitos sairão do "interior da barca".
Bento XVI publicará encíclica social
Cidade do Vaticano, 09 out (RV) - A anunciada encíclica social do Papa Bento XVI deverá ser publicada até final deste ano. Foi o que disse o presidente do Pontifício Conselho para os Migrantes e os Itinerantes, cardeal Renato Raffaele Martino durante a coletiva de imprensa de apresentação da mensagem de Bento XVI para o Dia Mundial do Migrante e do Refugiado, 2009, realizada ontem na Sala de Imprensa do Vaticano.
Respondendo à pergunta de um jornalista se existe a possibilidade da publicação de uma encíclica social de Bento XVI, Dom Martino respondeu: “mais do que uma possibilidade, isso é uma realidade, um projeto já concretizado e esperamos que o Papa possa publicá-la antes do fim deste ano”.
Ainda durante a coletiva de imprensa o cardeal Martino deu seu parecer favorável à construção de mesquitas na Europa. “Os imigrantes que chegam aos nossos países e contribuem para a manutenção do nosso nível econômico, têm necessidade de lugares para rezar, e a isso ocorre prover de maneira decente”, afirmou. “Eu sei que também as igrejas locais estão trabalhando neste sentido”, completou.
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Comentando as palavras do cardeal Martino, favoráveis à abertura de novas mesquitas na Europa no respeito também das suas exigências religiosas, o presidente dos Intelectuais Muçulmanos da Itália, Ahmad Giampiero Vincenzo, disse que “neste momento em que se verifica o aumento do racismo na Itália e na Europa, a Igreja demonstra ter as posições mais avançadas e deveria ser ouvida por todos”.
...
Fonte - Radio Vaticano
Nota DDP: Duas em uma, não?
Primeiro que as encíclicas sociais confeccionadas pelo Vaticano encontram-se no relato da história como impulsos importantes a grandes modificações no ambiente externo ao redil religioso e, em um momento de crise extrema como este em que o mundo está afundado, não seria de se admirar a repetição deste posicionamento. Aliás, será importante observar o posicionamento eventual do domingo nas propostas que virão.
Em segundo lugar, um líder muçulmano dizer que "a Igreja demonstra ter as posições mais avançadas e deveria ser ouvida por todos", deixa-me sem a necessidade de qualquer outras palavras...
Respondendo à pergunta de um jornalista se existe a possibilidade da publicação de uma encíclica social de Bento XVI, Dom Martino respondeu: “mais do que uma possibilidade, isso é uma realidade, um projeto já concretizado e esperamos que o Papa possa publicá-la antes do fim deste ano”.
Ainda durante a coletiva de imprensa o cardeal Martino deu seu parecer favorável à construção de mesquitas na Europa. “Os imigrantes que chegam aos nossos países e contribuem para a manutenção do nosso nível econômico, têm necessidade de lugares para rezar, e a isso ocorre prover de maneira decente”, afirmou. “Eu sei que também as igrejas locais estão trabalhando neste sentido”, completou.
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Comentando as palavras do cardeal Martino, favoráveis à abertura de novas mesquitas na Europa no respeito também das suas exigências religiosas, o presidente dos Intelectuais Muçulmanos da Itália, Ahmad Giampiero Vincenzo, disse que “neste momento em que se verifica o aumento do racismo na Itália e na Europa, a Igreja demonstra ter as posições mais avançadas e deveria ser ouvida por todos”.
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Fonte - Radio Vaticano
Nota DDP: Duas em uma, não?
Primeiro que as encíclicas sociais confeccionadas pelo Vaticano encontram-se no relato da história como impulsos importantes a grandes modificações no ambiente externo ao redil religioso e, em um momento de crise extrema como este em que o mundo está afundado, não seria de se admirar a repetição deste posicionamento. Aliás, será importante observar o posicionamento eventual do domingo nas propostas que virão.
Em segundo lugar, um líder muçulmano dizer que "a Igreja demonstra ter as posições mais avançadas e deveria ser ouvida por todos", deixa-me sem a necessidade de qualquer outras palavras...
EUA confirmam reunião do G20 sobre crise financeira
O governo dos Estados Unidos confirmou nesta quarta-feira a realização no sábado de uma reunião do G20, grupo atualmente presidido pelo Brasil, sobre a crise econômica mundial.
O G20 reúne representantes das nações mais ricas do mundo e das principais economias emergentes: África do Sul, Alemanha, Arábia Saudita, Argentina, Austrália, Brasil, Canadá, China, Coréia do Sul, Estados Unidos, França, Grã-Bretanha, Índia, Indonésia, Itália, Japão, México, Rússia, Turquia e União Européia.
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Fonte - BBC
Nota DDP: Definitivamente temos agora dois temas a mobilizarem os interesses da aldeia global e, como já anotado aqui em considerações anteriores, um influencia no outro. Se havia um encaminhamento do discurso ambiental para o investimento maciço em tecnologia para o combate ao aquecimento global, a crise financeira mundial acabou por inviabilizar este discurso, além de trazer outro motivo de pânico aos povos. Não por menos o Financial Times saiu-se com a seguinte manchete "Chefes monetários mundiais fazem acordos e entram em harmonia histórica", parecendo ser esta a tônica dos próximos acontecimentos em outros campos.
O discurso da união, que já vinha a todo vapor no mundo religioso, corre agora também para o meio político e, para que os "braços" sejam estendidos entre os dois, parece ser questão de tempo, pouco tempo.
O G20 reúne representantes das nações mais ricas do mundo e das principais economias emergentes: África do Sul, Alemanha, Arábia Saudita, Argentina, Austrália, Brasil, Canadá, China, Coréia do Sul, Estados Unidos, França, Grã-Bretanha, Índia, Indonésia, Itália, Japão, México, Rússia, Turquia e União Européia.
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Fonte - BBC
Nota DDP: Definitivamente temos agora dois temas a mobilizarem os interesses da aldeia global e, como já anotado aqui em considerações anteriores, um influencia no outro. Se havia um encaminhamento do discurso ambiental para o investimento maciço em tecnologia para o combate ao aquecimento global, a crise financeira mundial acabou por inviabilizar este discurso, além de trazer outro motivo de pânico aos povos. Não por menos o Financial Times saiu-se com a seguinte manchete "Chefes monetários mundiais fazem acordos e entram em harmonia histórica", parecendo ser esta a tônica dos próximos acontecimentos em outros campos.
O discurso da união, que já vinha a todo vapor no mundo religioso, corre agora também para o meio político e, para que os "braços" sejam estendidos entre os dois, parece ser questão de tempo, pouco tempo.
Bento XVI atento às mudanças climáticas
Bento XVI recebeu esta Quarta-feira, no Vaticano, o primeiro-ministro da Papua Nova Guiné, Michael Somare, com quem discutiu, entre outras coisas, os efeitos das mudanças climáticas.
Segundo comunicado da Santa Sé, o “encontro cordial” que decorreu após a audiência geral desta manhã versou sobre “a actual situação política e social” do país da Oceânia, bem como sobre “o significativo contributo da Igreja Católica, sobretudo nos sectores da educação, da promoção humana e da saúde”.
O Papa e Somare mantiveram ainda uma troca de opiniões sobre “alguns temas de interesse regional”, incluindo as relações com os países vizinhos e “os efeitos das mudanças climáticas”.
Fonte - Ecclesia
Nota DDP: De olho nas mudanças climáticas, na crise financeira, na união das religiões para "paz"... E na forma de tirar proveito do pânico que estes temas têm causado para restabelecer o poderio romano.
Segundo comunicado da Santa Sé, o “encontro cordial” que decorreu após a audiência geral desta manhã versou sobre “a actual situação política e social” do país da Oceânia, bem como sobre “o significativo contributo da Igreja Católica, sobretudo nos sectores da educação, da promoção humana e da saúde”.
O Papa e Somare mantiveram ainda uma troca de opiniões sobre “alguns temas de interesse regional”, incluindo as relações com os países vizinhos e “os efeitos das mudanças climáticas”.
Fonte - Ecclesia
Nota DDP: De olho nas mudanças climáticas, na crise financeira, na união das religiões para "paz"... E na forma de tirar proveito do pânico que estes temas têm causado para restabelecer o poderio romano.
A fogueira das vaidades vai se apagar
Anos atrás, no tempo da faculdade de Jornalismo, tive que ler o romance A Fogueira das Vaidades, do jornalista Tom Wolfe. A obra, que mais parece um dos típicos romances-reportagem do expoente do New Journalism, satiriza o poder dos ricos e políticos norte-americanos e mostra como esse poder é utilizado para abafar a podridão da vida dessas pessoas. O personagem principal é Sherman McCoy, um milionário que trabalha na bolsa de valores de Nova York e trai a esposa descaradamente. Aos 38 anos, rico e bem sucedido, McCoy se considera o máximo. Sua esposa, a “perua” Judy, só pensa em festas e decoração de ambientes. A filha deles, Claire, quase não pode contar com a companhia dos pais. Um dia McCoy comete um crime – atropela um cidadão pobre do Bronx, achando que sairá impune, mas é aí que seu “inferno” começa. Um jornalista alcoólatra, Peter Fallow, vê na história sua chance de produzir uma grande reportagem e subir na carreira. A matéria repercute e a polícia se vê obrigada a investigar o caso. O promotor e o advogado do caso só pensam em seus interesses – nenhum deles se preocupa com a verdade, apenas com o lucro que podem tirar da situação. Finalmente, McCoy acaba preso, perde a esposa e a amante e se vê falido.
Por que me lembrei do livro? Porque li esta nota publicada no Opinião e Notícia: “Um relatório divulgado pelo Fundo Monetário Internacional (FMI), intitulado Estabilidade Financeira Global, afirma que o sistema financeiro atravessa um período de turbulências sem precedentes. A previsão é que os bancos em todo mundo continuem a registrar fortes perdas.”
Os Estados Unidos nasceram sob a bandeira da liberdade religiosa e de início foram favorecidos por Deus. “Era desígnio de Deus que este país [EUA] sempre permanecesse livre para todas as pessoas O adorarem de acordo com os ditames da consciência. Ele tencionava que suas instituições civis, em suas dilatadas produções, representassem a liberdade dos privilégios evangélicos” (Ellen G. White, Maranata, o Senhor Vem [MM 1977]). Mas o que deu errado? A fogueira das vaidades e da ambição desenfreada se inflamou. O amor ao lucro rápido e o consumismo desenfreado tomaram conta da nação. A festa da gastança parecia não ter limites e a bolha foi crescendo, crescendo até que implodiu.
Neste momento de guinada, que ficará registrado nos livros de História (se ainda houver muita história pela frente...), o papa Bento XVI aproveita para dar seu recado: “As atuais crises financeiras mostram a importância de construir a vida sobre o fundamento firme da Palavra. ... Devemos mudar nossa idéia de que a matéria, as coisas sólidas, que tocamos, sejam a realidade mais sólida, mais segura.”
Os Estados Unidos vêm perdendo prestígio. Estamos assistindo ao surgimento de um mundo multipolar, com potências econômicas e militares espalhadas pelo mundo. Logo, o Império Americano terá que estender a mão ao poder religioso – numa reedição do que o Império Romano fez com o cristianismo – a fim de retomar sua hegemonia arranhada. Daí para frente, os últimos eventos deverão ser rápidos. Leia os últimos capítulos do best-seller O Grande Conflito para conferir.
Fonte - Michelson Borges
Por que me lembrei do livro? Porque li esta nota publicada no Opinião e Notícia: “Um relatório divulgado pelo Fundo Monetário Internacional (FMI), intitulado Estabilidade Financeira Global, afirma que o sistema financeiro atravessa um período de turbulências sem precedentes. A previsão é que os bancos em todo mundo continuem a registrar fortes perdas.”
Os Estados Unidos nasceram sob a bandeira da liberdade religiosa e de início foram favorecidos por Deus. “Era desígnio de Deus que este país [EUA] sempre permanecesse livre para todas as pessoas O adorarem de acordo com os ditames da consciência. Ele tencionava que suas instituições civis, em suas dilatadas produções, representassem a liberdade dos privilégios evangélicos” (Ellen G. White, Maranata, o Senhor Vem [MM 1977]). Mas o que deu errado? A fogueira das vaidades e da ambição desenfreada se inflamou. O amor ao lucro rápido e o consumismo desenfreado tomaram conta da nação. A festa da gastança parecia não ter limites e a bolha foi crescendo, crescendo até que implodiu.
Neste momento de guinada, que ficará registrado nos livros de História (se ainda houver muita história pela frente...), o papa Bento XVI aproveita para dar seu recado: “As atuais crises financeiras mostram a importância de construir a vida sobre o fundamento firme da Palavra. ... Devemos mudar nossa idéia de que a matéria, as coisas sólidas, que tocamos, sejam a realidade mais sólida, mais segura.”
Os Estados Unidos vêm perdendo prestígio. Estamos assistindo ao surgimento de um mundo multipolar, com potências econômicas e militares espalhadas pelo mundo. Logo, o Império Americano terá que estender a mão ao poder religioso – numa reedição do que o Império Romano fez com o cristianismo – a fim de retomar sua hegemonia arranhada. Daí para frente, os últimos eventos deverão ser rápidos. Leia os últimos capítulos do best-seller O Grande Conflito para conferir.
Fonte - Michelson Borges
Aquecimento global pode difundir doenças letais
Doze doenças letais devem ganhar uma difusão maior no mundo por causa das mudanças climáticas, alertou a Sociedade de Conservação da Vida Selvagem na terça-feira (7).
A entidade com sede em Nova York e atuação em 60 nações disse que é preciso monitorar melhora a vida selvagem para que seja possível detectar prematuramente a forma de propagação dos agentes patogênicos nas novas condições climáticas.
As doze doenças citadas no estudo são: gripe aviária, babesiose transmitida por carrapatos, cólera, ebola, parasitas, peste, doença de Lyme, maré vermelha (por contaminação de algas), febre do vale do Rift, doença do sono, tuberculose e febre amarela.
"Mesmo distúrbios menores podem ter consequências abrangentes sobre quais doenças poderiam encontrar e transmitir conforme o clima mudar", disse Steven Sanderson, diretor da entidade.
"O termo 'mudança climática' evoca imagens de calotas de gelo derretendo e níveis do mar aumentando para ameaçar cidades e nações costeiras, mas tão importante quanto isso é como o aumento das temperaturas e a flutuação dos níveis de precipitação vão alterar a distribuição de agentes patogênicos perigosos", disse ele.
"Monitorar a saúde da vida selvagem vai nos ajudar a prever onde esses pontos de perturbação vão ocorrer e planejar como nos preparar", disse ele em nota.
O Painel Climático da ONU diz que as emissões de gases do efeito estufa, principalmente pela queima de combustíveis fósseis, estão elevando a temperatura, com consequências como secas, ondas de calor e derretimento de geleiras.
"Durante milênios as pessoas souberam de uma relação entre saúde e clima", disse William Karesh, membro da entidade, durante entrevista coletiva em Barcelona por ocasião do lançamento de um relatório que está sendo lançado no congresso da União Internacional para a Conservação da Natureza.
Segundo ele, o estudo não é uma lista exaustiva, e sim uma ilustração da variedade de doenças infecciosas que podem ameaçar humanos e animais. (Fonte: Estadão Online)
Fonte - Ambiente Brasil
A entidade com sede em Nova York e atuação em 60 nações disse que é preciso monitorar melhora a vida selvagem para que seja possível detectar prematuramente a forma de propagação dos agentes patogênicos nas novas condições climáticas.
As doze doenças citadas no estudo são: gripe aviária, babesiose transmitida por carrapatos, cólera, ebola, parasitas, peste, doença de Lyme, maré vermelha (por contaminação de algas), febre do vale do Rift, doença do sono, tuberculose e febre amarela.
"Mesmo distúrbios menores podem ter consequências abrangentes sobre quais doenças poderiam encontrar e transmitir conforme o clima mudar", disse Steven Sanderson, diretor da entidade.
"O termo 'mudança climática' evoca imagens de calotas de gelo derretendo e níveis do mar aumentando para ameaçar cidades e nações costeiras, mas tão importante quanto isso é como o aumento das temperaturas e a flutuação dos níveis de precipitação vão alterar a distribuição de agentes patogênicos perigosos", disse ele.
"Monitorar a saúde da vida selvagem vai nos ajudar a prever onde esses pontos de perturbação vão ocorrer e planejar como nos preparar", disse ele em nota.
O Painel Climático da ONU diz que as emissões de gases do efeito estufa, principalmente pela queima de combustíveis fósseis, estão elevando a temperatura, com consequências como secas, ondas de calor e derretimento de geleiras.
"Durante milênios as pessoas souberam de uma relação entre saúde e clima", disse William Karesh, membro da entidade, durante entrevista coletiva em Barcelona por ocasião do lançamento de um relatório que está sendo lançado no congresso da União Internacional para a Conservação da Natureza.
Segundo ele, o estudo não é uma lista exaustiva, e sim uma ilustração da variedade de doenças infecciosas que podem ameaçar humanos e animais. (Fonte: Estadão Online)
Fonte - Ambiente Brasil
Mudança climática deixaria milhões de refugiados
Danos ambientais provocados pelas alterações climáticas, como a desertificação e inundações, podem expulsar milhões de pessoas de suas casas nas próximas décadas, disseram especialistas na quarta-feira.
"Todos os indicadores mostram que estamos lidando com um grande problema global emergente", disse Janos Bogardi, diretor do Instituto do Meio Ambiente e da Segurança Humana, ligado à Universidade da ONU, em Bonn, na Alemanha.
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Fonte - Terra
"Todos os indicadores mostram que estamos lidando com um grande problema global emergente", disse Janos Bogardi, diretor do Instituto do Meio Ambiente e da Segurança Humana, ligado à Universidade da ONU, em Bonn, na Alemanha.
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Fonte - Terra
quarta-feira, 8 de outubro de 2008
Calma, ainda vai piorar
Um relatório divulgado pelo Fundo Monetário Internacional (FMI), intitulado Estabilidade Financeira Global, afirma que o sistema financeiro atravessa um período de turbulências sem precedentes.
A previsão é que os bancos em todo mundo continuem a registrar fortes perdas.
Para o diretor do FMI, Dominique Strauss-Kahn, não existe mais tempo para soluções a conta gotas. "Eu peço aos legisladores que tratem esta crise com medidas abrangentes que restaurem a confiança no setor financeiro” disse.
De acordo com Strauss-Kahn, os governos nacionais devem coordenar esses esforços de perto para trazer de volta a estabilidade do sistema financeiro mundial.
Opinião e Notícia
Aqui no Brasil, a Bovespa continua em queda (5,33%) e o dólar em alta (R$2,31). Ao que parece, como noticiou a Folha de S. Paulo, os investidores continuam com um "mau-humor incólume" aos pacotes, medidas e investimentos do tipo "tapa-buraco" feitos pelos governos mundiais, especialmente a americana.
A crise evidencia a situação deseperadora dos USA, uma nação favorecida pelos Céus, que teria tudo para ser a terra aonde "todas as pessoas" adorassem a Deus "segundo os ditames da consciência". Deus Mesmo "tencionava que suas [dos Estados Unidos] instituições civis, em suas dilatadas produções, representas sem a liberdade dos privilégios evangélicos." (Ellen White, Maranata!, p. 91).
Ao contrário da intenção divina, a crise revela uma nação tomada pela cobiça (Ellen White, idem), aonde seus concidadãos endividados percebem ter corrido em vão atrás do "American Dream". A falência das Instituições financeiras é também a falência de um padrão de consumismo exarcebado.
Neste momento de crise, oportunamente o papa Bento XVI apresenta uma mensagem frente à crise atual, destacando a Palavra de Deus como "verdadeira realidade". Não à toa, o texto escrito por Ellen White há mais de um século diz que a "mundanidade e a cobiça, que é idolatria, prevalecerão mediante a operação do arqui-enganador, até ser invalidada a lei de Deus em todos os seus aspectos."
Logo, o fragilizado gigante americano, em meio à "corrupção política" que "está destruindo o amor à justiça e a consideração para com a verdade", aceitará o apoio de Roma, e será formada a aliança que angarie "o favor do público", cedendo ao "pedido popular de uma lei que imponha a observância do domingo." (Ellen G. White, Eventos Finais, p. 113). A silhueta dos eventos já se insinua em um horizonte não tão distante...
Fonte - Questão de Confiança
A previsão é que os bancos em todo mundo continuem a registrar fortes perdas.
Para o diretor do FMI, Dominique Strauss-Kahn, não existe mais tempo para soluções a conta gotas. "Eu peço aos legisladores que tratem esta crise com medidas abrangentes que restaurem a confiança no setor financeiro” disse.
De acordo com Strauss-Kahn, os governos nacionais devem coordenar esses esforços de perto para trazer de volta a estabilidade do sistema financeiro mundial.
Opinião e Notícia
Aqui no Brasil, a Bovespa continua em queda (5,33%) e o dólar em alta (R$2,31). Ao que parece, como noticiou a Folha de S. Paulo, os investidores continuam com um "mau-humor incólume" aos pacotes, medidas e investimentos do tipo "tapa-buraco" feitos pelos governos mundiais, especialmente a americana.
A crise evidencia a situação deseperadora dos USA, uma nação favorecida pelos Céus, que teria tudo para ser a terra aonde "todas as pessoas" adorassem a Deus "segundo os ditames da consciência". Deus Mesmo "tencionava que suas [dos Estados Unidos] instituições civis, em suas dilatadas produções, representas sem a liberdade dos privilégios evangélicos." (Ellen White, Maranata!, p. 91).
Ao contrário da intenção divina, a crise revela uma nação tomada pela cobiça (Ellen White, idem), aonde seus concidadãos endividados percebem ter corrido em vão atrás do "American Dream". A falência das Instituições financeiras é também a falência de um padrão de consumismo exarcebado.
Neste momento de crise, oportunamente o papa Bento XVI apresenta uma mensagem frente à crise atual, destacando a Palavra de Deus como "verdadeira realidade". Não à toa, o texto escrito por Ellen White há mais de um século diz que a "mundanidade e a cobiça, que é idolatria, prevalecerão mediante a operação do arqui-enganador, até ser invalidada a lei de Deus em todos os seus aspectos."
Logo, o fragilizado gigante americano, em meio à "corrupção política" que "está destruindo o amor à justiça e a consideração para com a verdade", aceitará o apoio de Roma, e será formada a aliança que angarie "o favor do público", cedendo ao "pedido popular de uma lei que imponha a observância do domingo." (Ellen G. White, Eventos Finais, p. 113). A silhueta dos eventos já se insinua em um horizonte não tão distante...
Fonte - Questão de Confiança
Tesouro dos EUA: mais instituições financeiras vão "quebrar"
O secretário do Tesouro dos Estados Unidos, Henry Paulson, declarou nesta quarta-feira que estão previstas outras eventuais quebras de instituições financeiras em seu país, apesar da entrada em vigor na sexta-feira passada do plano de resgate bancário.
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Fonte - Terra
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Fonte - Terra
UE: Redução de crédito será terrível

Et voilà. O temor cruzou o Atlântico. O Reino Unido declarou nesta quarta-feira a injeção de 50 bilhões de libras (o equivalente a US$ 87 bilhões) no mercado para proteger seu sistema financeiro da crise. Na terça, ministros das Finanças dos 27 países da União Européia reuniram-se às pressas em Luxemburgo, a fim de discutir medidas para enfrentar a crise global. Para tranqüilizar correntistas que já começam a sacar suas economias dos bancos do Velho Continente, os ministros europeus fixaram um valor mínimo de garantia dos depósitos bancários, 50 mil euros.
Thierry Foucault, PhD em Finanças e professor da Escola de Altos Estudos Comerciais de Paris (HEC, da sigla em francês - instituto que encabeça o ranking do jornal Financial Times das melhores instituições européias de estudos em Negócios), afirma que a crise de liquidez global já está forçando os bancos europeus a reduzirem o crédito:
- O Banco Central europeu injetou liquidez massiva no sistema interbancário, o que permite que os bancos emprestem dinheiro uns aos outros, para evitar o bloqueio completo do sistema - destaca Foucault.
O professor, que também já lecionou na Universidade de Oxford (Reino Unido) e é vencedor do prêmio de melhor jovem pesquisador francês em finanças, concedido pelo Instituto de Finanças Europlace, ressalta que a retração do crédito sinalizaria um "cenário terrível" para o continente.
- Em todo caso, a certeza é que a retração do crédito pelos bancos vai ampliar o quadro de recessão e trará taxas de desemprego ainda mais elevadas - sublinha.
Na última sexta-feira, 3, o ministro do Orçamento francês, Éric Woether, declarou que a França entrou em recessão, pois acumulou crescimento negativo em dois trimestres consecutivos. Nesta terça, no Brasil, o dólar fechou a R$ 2,31.
Um pacote de salvamento de mesma magnitude ao plano orquestrado pelo governo norte-americano ainda não tomou corpo na Europa, porém, a iniciativa do governo britânico evidencia que o matiz do sinal de alerta está enrubescendo. Outros países europeus já começaram a socorrer instituições em risco potencial de afogamento. Bélgica, Luxemburgo e França injetaram US$ 9,2 bilhões para ajudar o banco Dexia; o governo alemão declarou a polpuda ajuda de US$ 68 bilhões ao Hypo Real State, instituição hipotecária; enquanto na pequena Islândia, o governo assumiu nesta terça-feira, com dinheiro russo, o controle do Landsbankinn, segundo maior banco do país.
...
Fonte - Terra Magazine
Thierry Foucault, PhD em Finanças e professor da Escola de Altos Estudos Comerciais de Paris (HEC, da sigla em francês - instituto que encabeça o ranking do jornal Financial Times das melhores instituições européias de estudos em Negócios), afirma que a crise de liquidez global já está forçando os bancos europeus a reduzirem o crédito:
- O Banco Central europeu injetou liquidez massiva no sistema interbancário, o que permite que os bancos emprestem dinheiro uns aos outros, para evitar o bloqueio completo do sistema - destaca Foucault.
O professor, que também já lecionou na Universidade de Oxford (Reino Unido) e é vencedor do prêmio de melhor jovem pesquisador francês em finanças, concedido pelo Instituto de Finanças Europlace, ressalta que a retração do crédito sinalizaria um "cenário terrível" para o continente.
- Em todo caso, a certeza é que a retração do crédito pelos bancos vai ampliar o quadro de recessão e trará taxas de desemprego ainda mais elevadas - sublinha.
Na última sexta-feira, 3, o ministro do Orçamento francês, Éric Woether, declarou que a França entrou em recessão, pois acumulou crescimento negativo em dois trimestres consecutivos. Nesta terça, no Brasil, o dólar fechou a R$ 2,31.
Um pacote de salvamento de mesma magnitude ao plano orquestrado pelo governo norte-americano ainda não tomou corpo na Europa, porém, a iniciativa do governo britânico evidencia que o matiz do sinal de alerta está enrubescendo. Outros países europeus já começaram a socorrer instituições em risco potencial de afogamento. Bélgica, Luxemburgo e França injetaram US$ 9,2 bilhões para ajudar o banco Dexia; o governo alemão declarou a polpuda ajuda de US$ 68 bilhões ao Hypo Real State, instituição hipotecária; enquanto na pequena Islândia, o governo assumiu nesta terça-feira, com dinheiro russo, o controle do Landsbankinn, segundo maior banco do país.
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Fonte - Terra Magazine
Tudo o que fez grande a Europa tem suas raízes na Bíblia

VATICANO, 07 Out. 08 / 11:28 am (ACI).- O Arcebispo de Zagreb (Croácia), Cardeal Josip Bozanic, assinalou que "existe um vínculo indissolúvel entre a Bíblia e Europa. Tudo aquilo que fez grande à cultura européia e a sua civilização tem seu próprio ponto de partida na Bíblia".
Em sua intervenção na segunda Congregação Geral, o Cardeal croata explicou que "temas como a dignidade da pessoa, o reconhecimento dos direitos humanos, a separação entre Igreja e Estado –apenas para citar alguns exemplos– têm seu núcleo no manancial da Bíblia. A justiça social, os direitos, a crítica a qualquer tipo de idolatria, o rechaço às falsas imagens de Deus, também têm seu fundamento na Bíblia".
"Hoje na Europa se advertem os sinais de um renovado interesse pela Bíblia. portanto é necessário voltar a partir de Deus e do evento de sua Revelação, e ao mesmo tempo ter a coragem de uma nova e mais amadurecida proposta da Lectio divina", continuou.
Do mesmo modo, o Arcebispo advertiu que "Europa sem Deus corre o risco de converter-se em um ninho de angústia e de construir uma civilização do medo. A Palavra de Deus restitui a esperança e a alegria. Europa entra em crise quando não aceita a força interpretativa da Palavra de Deus, que tem na fé e em sua inspiração fundamento último. É árdua esta tarefa para todas as disciplinas científicas e especialmente para a teologia. Europa com razão se gaba do desenvolvimento de seu próprio pensamento teológico mas é necessário um ulterior esforço para uma confrontação mais proficua com as novas interpretações e buscas científicas, que freqüentemente estão, a propósito, separadas dos paradigmas hermenéuticos da verdade cristã".
"De fato, uma cultura que rompe com a celebração cristã, quer dizer com a celebração do Mistério da bondade de Deus e da salvação em Cristo, arrisca sua própria felicidade e empurra a Europa para a civilização da aflição e da tristeza, que adverte o peso da velhice e da morte. A Palavra de Deus restitui ao homem europeu a capacidade de celebrar a vida. Ali onde existem a celebração dos mistérios cristãos, a Igreja é jovem, e isto garante a juventude para a Europa", acrescentou.
O Cardeal Bozanic disse logo que "cheios pelo Espírito de Cristo que tiravam das Sagradas Escrituras, muitos católicos e cristãos europeus do século vinte, puderam discernir entre o bem e o mal, puderam resistir ao desafio dos totalitarismos, revelando a pérfida e satânica separação".
"A Sagrada Escritura lhes permitiu, descobrir não somente as debilidades dos outros e as próprias, mas sim antes que nada a esperança que surge da mesma Palavra de Deus", concluiu.
Fonte - ACI
Nota DDP: Não há dúvida que a chave para o futuro do homem se encontra na Bíblia, mas esta é apenas metade da pregação da ICAR, a segunda metade, como já vimos hoje em "Só o Magistério pode interpretar a Bíblia", a cosmovisão exigida é aquela promovida pelo Vaticano. Nada mais conveniente em um momento de angústia intensa pela crise mundial que está varrendo o globo e colocando os países em pânico, especialmente pelo quadro recente da Europa. Em outras palavras: "Voltem-se para Deus, nos temos as pedras que calçam este caminho". O tipo de cantilena promovida próxima à árvore no centro do jardim está novamente no ar...
Igreja e Estado juntos na busca do bem comum
A Igreja e o Estado estão "dispostos a cooperar" para "promover e servir o bem integral da pessoa humana", afirmou Bento XVI no dia 4 de outubro, no Palácio do Quirinale, ao realizar uma visita oficial ao presidente da República italiana, Giorgio Napolitano. (Zenit)
NOTA: Para o bem integral (comum) do ser humano a política e a religião não devem andar juntas!!!
Saiba mais:
"Bento XVI quer que Igreja e Estado andem juntos" (Leia aqui).
"Vaticano insiste na parceria política-religião" (Leia aqui).
Fonte - Minuto Profético
NOTA: Para o bem integral (comum) do ser humano a política e a religião não devem andar juntas!!!
Saiba mais:
"Bento XVI quer que Igreja e Estado andem juntos" (Leia aqui).
"Vaticano insiste na parceria política-religião" (Leia aqui).
Fonte - Minuto Profético
Vaticano ganha força e estende influência
Segundo o portal Terra, o Vaticano foi admitido hoje por unanimidade na Interpol durante a 77ª Assembléia Geral dessa organização internacional, que começou nesta terça-feira em São Petersburgo. A cooperação do Estado vaticano com a Interpol estará a cargo da Gendarmaria e da Guarda Suíça, disse o representante da Santa Sé ao discursar aos delegados do fórum na Rússia, informou a agência local Interfax. A Gendarmaria vaticana, o corpo militar que realiza os trabalhos da Polícia e de segurança no Estado do Vaticano, poderá trocar informação com o resto dos policiais e atualizar seus conhecimentos sobre procedimentos operacionais para combater o crime. “É possível que nossa participação pareça simbólica para alguns, mas desejamos realmente tirar proveito de nossa cooperação”, indicou o representante do papa Bento XVI.
Do site Zenit: “Ontem o Papa Bento XVI escreveu pessoalmente uma mensagem ao Patriarca de Moscou, Aléxis II, na qual lhe expõe a importância de ‘apressar o caminho rumo à unidade plena de todos os discípulos de Cristo’. Esse testemunho de reconciliação, assegura o Papa, é cada vez mais necessário ‘em nossos tempos, marcados tão freqüentemente pelo conflito e pela dor’, para que ‘a alegre mensagem da salvação se estenda a toda a humanidade’.
“A carta foi entregue a Sua Santidade Aléxis II pelo arcebispo de Nápoles, cardeal Crescenzio Sepe, em visita oficial a Moscou por convite do próprio patriarca e do Metropolita Kirill. O purpurado entregou a carta junto com uma relíquia de São Genaro, durante uma audiência no Kremlin, que durou mais de uma hora, em 2 de outubro passado.
“Na mensagem, o Papa assegura seu ‘profundo afeto por todos os irmãos ortodoxos’, e afirma que ‘a Fé em nosso Senhor Jesus Cristo é um vínculo que une os corações de uma maneira profunda e nos convida a reforçar nosso compromisso de manifestar ao mundo um testemunho compartilhado de convivência no respeito e na paz’.
“Bento XVI mostra sua proximidade especialmente das igrejas ortodoxas afetadas pelo conflito do Cáucaso, e acrescenta que oferece ‘diariamente orações pela paz, pedindo ao Senhor que os apelos de Sua Santidade para que acabe toda hostilidade pelo bem das nações seja escutado’.
“Em algumas declarações à Rádio Vaticano no mesmo dia, o cardeal Sepe explicou que a Igreja Católica e a Ortodoxa estão cada vez mais próximas, ‘como sublinhou com comoção o próprio Patriarca’. ‘A sensação é que se deu um passo bastante importante para criar um clima de proximidade e de respeito mútuo, de fraternidade e de amizade’, acrescentou o purpurado.
Por sua parte, Dom Vincenzo Paglia, bispo de Terni e presidente da Comissão para o Ecumenismo da Conferência Episcopal Italiana, explicou que a aproximação ‘deve continuar, neste sentido, com o encontro entre os diversos pastores de ambas as Igrejas’. No caminho rumo à unidade, acrescentou Dom Paglia, 'já não bastam os encontros entre os especialistas', mas que o ecumenismo ‘seja uma aproximação entre as Igrejas’.
“Por outro lado, o prelado sublinhou que o ecumenismo é cada vez mais ‘uma exigência da sociedade contemporânea’.”
O mesmo site Zenit afirma que a Igreja e o Estado estão “dispostos a cooperar” para “promover e servir o bem integral da pessoa humana”, segundo afirmou Bento XVI no dia 4 de outubro, no Palácio do Quirinale, ao realizar uma visita oficial ao presidente da República italiana, Giorgio Napolitano.
A visita, explicou Bento XVI, “não é só um ato que se inscreve no contexto das múltiplas relações entre a Santa Sé e a Itália, mas assume, poderíamos dizer, um valor muito mais profundo e simbólico”. Após momentos de tensão como a chamada “questão romana” – resolvida com a assinatura dos Pactos de Latrão em 11 de fevereiro de 1929 –, acrescentou o Papa, hoje se pode “afirmar com satisfação que na cidade de Roma convivem pacificamente e colaboram frutiferamente o Estado Italiano e a Sé Apostólica”.
Essa visita pretende, portanto, “confirmar que o Quirinale e o Vaticano não são colinas que se ignoram ou se enfrentam rancorosamente; são lugares que simbolizam o respeito mútuo da soberania do Estado e da Igreja, prontos para cooperar para promover e servir o bem integral da pessoa humana e o pacífico desenvolvimento da convivência social”.
Tudo isso é “uma realidade positiva, verificável quase cotidianamente em diversos níveis, e que também outros Estados podem observar para extrair ensinamentos úteis”.
O papa expressou o desejo de que a contribuição da comunidade católica “seja acolhida por todos com o mesmo espírito de disponibilidade com o qual é oferecida”.
Fonte - Michelson Borges
Do site Zenit: “Ontem o Papa Bento XVI escreveu pessoalmente uma mensagem ao Patriarca de Moscou, Aléxis II, na qual lhe expõe a importância de ‘apressar o caminho rumo à unidade plena de todos os discípulos de Cristo’. Esse testemunho de reconciliação, assegura o Papa, é cada vez mais necessário ‘em nossos tempos, marcados tão freqüentemente pelo conflito e pela dor’, para que ‘a alegre mensagem da salvação se estenda a toda a humanidade’.
“A carta foi entregue a Sua Santidade Aléxis II pelo arcebispo de Nápoles, cardeal Crescenzio Sepe, em visita oficial a Moscou por convite do próprio patriarca e do Metropolita Kirill. O purpurado entregou a carta junto com uma relíquia de São Genaro, durante uma audiência no Kremlin, que durou mais de uma hora, em 2 de outubro passado.
“Na mensagem, o Papa assegura seu ‘profundo afeto por todos os irmãos ortodoxos’, e afirma que ‘a Fé em nosso Senhor Jesus Cristo é um vínculo que une os corações de uma maneira profunda e nos convida a reforçar nosso compromisso de manifestar ao mundo um testemunho compartilhado de convivência no respeito e na paz’.
“Bento XVI mostra sua proximidade especialmente das igrejas ortodoxas afetadas pelo conflito do Cáucaso, e acrescenta que oferece ‘diariamente orações pela paz, pedindo ao Senhor que os apelos de Sua Santidade para que acabe toda hostilidade pelo bem das nações seja escutado’.
“Em algumas declarações à Rádio Vaticano no mesmo dia, o cardeal Sepe explicou que a Igreja Católica e a Ortodoxa estão cada vez mais próximas, ‘como sublinhou com comoção o próprio Patriarca’. ‘A sensação é que se deu um passo bastante importante para criar um clima de proximidade e de respeito mútuo, de fraternidade e de amizade’, acrescentou o purpurado.
Por sua parte, Dom Vincenzo Paglia, bispo de Terni e presidente da Comissão para o Ecumenismo da Conferência Episcopal Italiana, explicou que a aproximação ‘deve continuar, neste sentido, com o encontro entre os diversos pastores de ambas as Igrejas’. No caminho rumo à unidade, acrescentou Dom Paglia, 'já não bastam os encontros entre os especialistas', mas que o ecumenismo ‘seja uma aproximação entre as Igrejas’.
“Por outro lado, o prelado sublinhou que o ecumenismo é cada vez mais ‘uma exigência da sociedade contemporânea’.”
O mesmo site Zenit afirma que a Igreja e o Estado estão “dispostos a cooperar” para “promover e servir o bem integral da pessoa humana”, segundo afirmou Bento XVI no dia 4 de outubro, no Palácio do Quirinale, ao realizar uma visita oficial ao presidente da República italiana, Giorgio Napolitano.
A visita, explicou Bento XVI, “não é só um ato que se inscreve no contexto das múltiplas relações entre a Santa Sé e a Itália, mas assume, poderíamos dizer, um valor muito mais profundo e simbólico”. Após momentos de tensão como a chamada “questão romana” – resolvida com a assinatura dos Pactos de Latrão em 11 de fevereiro de 1929 –, acrescentou o Papa, hoje se pode “afirmar com satisfação que na cidade de Roma convivem pacificamente e colaboram frutiferamente o Estado Italiano e a Sé Apostólica”.
Essa visita pretende, portanto, “confirmar que o Quirinale e o Vaticano não são colinas que se ignoram ou se enfrentam rancorosamente; são lugares que simbolizam o respeito mútuo da soberania do Estado e da Igreja, prontos para cooperar para promover e servir o bem integral da pessoa humana e o pacífico desenvolvimento da convivência social”.
Tudo isso é “uma realidade positiva, verificável quase cotidianamente em diversos níveis, e que também outros Estados podem observar para extrair ensinamentos úteis”.
O papa expressou o desejo de que a contribuição da comunidade católica “seja acolhida por todos com o mesmo espírito de disponibilidade com o qual é oferecida”.
Fonte - Michelson Borges
Querem impor o “dia da família”

Na última semana, ficamos sabendo sobre a lei que ordena a honra ao domingo na Croácia e também sobre um projeto bastante semelhante no Espírito Santo. Na noite de quinta-feira, 2/10, resolvi dar uma olhada na propaganda eleitoral da minha terra, Lages, SC, para ver como as coisas andam por lá. Minha surpresa foi ver o candidato Manardo, do PT de Lages, líder sindical, pedir voto prometendo lutar contra a abertura do comércio no domingo, por ser este um dia sagrado [sic] e dedicado à família.
Comentei isso com minha esposa e vim escrever este post, para divulgar o e-mail enviado pelo amigo Marcelo Heidemann à deputada do ES. Tão logo comecei a escrever, minha esposa me disse que acabara de assistir, no horário eleitoral de Florianópolis, uma candidata do PV que se propôs a lutar pelo fechamento do comércio aos domingos, para fortalecer a “religião dos orixás”.
A ligação da “religião dos orixás” com a Igreja Romana já seria um farto campo para debates, mas fiquei boquiaberto com a larga disseminação da filosofia do fortalecimento do domingo como o “dia da família”, em um curso de tempo bastante curto.
Nos sentimos confortáveis ao pensar que leis dominicais estão sendo implantadas em um país distante, sem muita expressão, ou ainda em outro Estado do Brasil. Mas ver, com diferença de poucos segundos, dois candidatos apoiarem suas propostas eleitorais sobre a santificação do domingo, em duas cidades diferentes, nos faz refletir de maneira diferente sobre o assunto.
Será que estamos tão longe assim de leis que imporão a guarda do domingo? O campo de discussão deixou de ser um país distante e passou a ser a sua própria cidade! Este é o momento de orarmos e, mais do que nunca, buscarmos orientação na Palavra e na Inspiração.
Abaixo, segue o e-mail do Marcelo, nosso amigo da Igreja Adventista Central de Florianópolis e que é secretário parlamentar na Assembléia Legislativa de Santa Catarina, a quem parabenizo pela iniciativa:
“Senhora Deputada,
“Quando li a matéria citada abaixo, confesso que fiquei surpreso. Sou assessor parlamentar aqui na Assembléia Legislativa Catarinense. Temos um projeto de lei que tramita nesta Casa tratando de assunto relativo a concursos no sétimo dia da semana. O fato é que nós, aqui do gabinete do Deputado Nilson Gonçalves, entendemos que o sétimo dia é o sábado e não o domingo como propõe vossa lei.
“Neste link Vossa Excelência poderá ver na íntegra nosso projeto. Espero que ajude a refletir e buscar a verdade. Um forte abraço dos amigos de Santa Catarina.”
(Alexsander Silva, Em Defesa da Verdade)
Nota: Motivos não faltam para a imposição (e conseqüente aceitação quase universal) do domingo como dia de repouso. Os “ecomenistas” (ecologistas ecumênicos) defendem que esse é o dia apropriado para deixar a “mãe natureza” descansar. Os evangélicos já aceitam a “santidade” do domingo, mesmo sem base bíblica para isso. E os católicos, alegando seguir a autoridade da “santa madre igreja”, há séculos pregam a observância do domingo em substituição ao sábado bíblico. Logo logo aquilo que parecia delírio de adventistas será uma realidade. Quem viver verá os últimos capítulos preditivos do livro O Grande Conflito se tornando história.[MB]
Fonte - Michelson Borges
Comentei isso com minha esposa e vim escrever este post, para divulgar o e-mail enviado pelo amigo Marcelo Heidemann à deputada do ES. Tão logo comecei a escrever, minha esposa me disse que acabara de assistir, no horário eleitoral de Florianópolis, uma candidata do PV que se propôs a lutar pelo fechamento do comércio aos domingos, para fortalecer a “religião dos orixás”.
A ligação da “religião dos orixás” com a Igreja Romana já seria um farto campo para debates, mas fiquei boquiaberto com a larga disseminação da filosofia do fortalecimento do domingo como o “dia da família”, em um curso de tempo bastante curto.
Nos sentimos confortáveis ao pensar que leis dominicais estão sendo implantadas em um país distante, sem muita expressão, ou ainda em outro Estado do Brasil. Mas ver, com diferença de poucos segundos, dois candidatos apoiarem suas propostas eleitorais sobre a santificação do domingo, em duas cidades diferentes, nos faz refletir de maneira diferente sobre o assunto.
Será que estamos tão longe assim de leis que imporão a guarda do domingo? O campo de discussão deixou de ser um país distante e passou a ser a sua própria cidade! Este é o momento de orarmos e, mais do que nunca, buscarmos orientação na Palavra e na Inspiração.
Abaixo, segue o e-mail do Marcelo, nosso amigo da Igreja Adventista Central de Florianópolis e que é secretário parlamentar na Assembléia Legislativa de Santa Catarina, a quem parabenizo pela iniciativa:
“Senhora Deputada,
“Quando li a matéria citada abaixo, confesso que fiquei surpreso. Sou assessor parlamentar aqui na Assembléia Legislativa Catarinense. Temos um projeto de lei que tramita nesta Casa tratando de assunto relativo a concursos no sétimo dia da semana. O fato é que nós, aqui do gabinete do Deputado Nilson Gonçalves, entendemos que o sétimo dia é o sábado e não o domingo como propõe vossa lei.
“Neste link Vossa Excelência poderá ver na íntegra nosso projeto. Espero que ajude a refletir e buscar a verdade. Um forte abraço dos amigos de Santa Catarina.”
(Alexsander Silva, Em Defesa da Verdade)
Nota: Motivos não faltam para a imposição (e conseqüente aceitação quase universal) do domingo como dia de repouso. Os “ecomenistas” (ecologistas ecumênicos) defendem que esse é o dia apropriado para deixar a “mãe natureza” descansar. Os evangélicos já aceitam a “santidade” do domingo, mesmo sem base bíblica para isso. E os católicos, alegando seguir a autoridade da “santa madre igreja”, há séculos pregam a observância do domingo em substituição ao sábado bíblico. Logo logo aquilo que parecia delírio de adventistas será uma realidade. Quem viver verá os últimos capítulos preditivos do livro O Grande Conflito se tornando história.[MB]
Fonte - Michelson Borges
Só o Magistério pode interpretar a Bíblia
O prefeito da Congregação da doutrina da Fé, cardeal William Joseph Levada falou hoje que só o Magistério pode ser o autêntico intérprete da Bíblia. Como na Idade Média. Portanto, o povo não tem a capacidade de ler e entender o livro que DEUS deixou para iluminar a vida cristã de todos. Esse é um sinal do final dos tempos. O sagrado livro está recebendo restrições para sua leitura.
O cardeal “assegurou que só a viva tradição eclesial permite uma reta compreensão das Sagradas Escrituras como «autêntica palavra de Deus que se torna guia, norma e regra para a vida da Igreja e o crescimento espiritual dos crentes». «Com isso se rejeita qualquer interpretação subjetiva, puramente experimental e unilateral» que se torna «incapaz de acolher em si mesma o sentido global que no transcurso dos séculos guiou a tradição do povo de Deus».”
Proibições estão sendo sinalizadas. Isso é evidente.
Fonte: www.zenitportugues.org – em 2008-10-07
Fonte - Cristo Voltará
O cardeal “assegurou que só a viva tradição eclesial permite uma reta compreensão das Sagradas Escrituras como «autêntica palavra de Deus que se torna guia, norma e regra para a vida da Igreja e o crescimento espiritual dos crentes». «Com isso se rejeita qualquer interpretação subjetiva, puramente experimental e unilateral» que se torna «incapaz de acolher em si mesma o sentido global que no transcurso dos séculos guiou a tradição do povo de Deus».”
Proibições estão sendo sinalizadas. Isso é evidente.
Fonte: www.zenitportugues.org – em 2008-10-07
Fonte - Cristo Voltará
terça-feira, 7 de outubro de 2008
A música e os Eventos Finais
O tema não é novo, tampouco a forma de abordagem, penso, no entanto, gostaria de utilizar uma base bíblica e outra do Espírito de Profecia para sair do enfoque exclusivamente dogmático, para uma reflexão estritamente lógica.
Se procedermos a leitura do contexto de Daniel 3, perceberemos com facilidade uma realidade imediata e outra mediata. A imediata é que o mesmo é um claro paralelo ao decreto de morte que temos nos nossos horizontes, a mediata, são as condições que norteiam estes acontecimentos e, que penso, Deus nos deixou como advertência.
Veja que nos versos 5, 7, 10 e 15, os amigos de Daniel são instados à proceder à falsa adoração ao som de música (Nós sempre defendemos que quando algo é importante Deus repete, como os 10 Mandamentos, não?). Pois se repete quatro vezes.
Ocorre que o texto não somente se repete, mas faz questão de enfatizar a massa de instrumentos utilizados (poderia somente dizer música, não?) e, ainda, para completar, se utiliza da adjetivação "todo tipo de música". Parece-me que Deus quer nos dizer algo com isso.
Conclusão lógica primeira, esse quadro se repetirá. Assim como a lei dos homens não se utiliza de termos inúteis, Deus não o faz em palavras vazias.
Mais, nós como povo distintivo de Deus recebemos revelação adicional sobre a importância da música e, a Sra. White fala muito dela, tanto em seu sentido positivo, como em seu sentido negativo, assim, penso que o mínimo que deveríamos fazer era sermos extremamente cautelosos e principalmente criteriosos com este tema. Aliás, como uma Igreja nascida do texto de Daniel, não temos dúvida que o texto de Daniel 1, 2, 3 nos cabe com especial relevo como norteadores de nossa preparação para a crise final.
Mas eu gostaria de meditar em outro texto, agora da Sra. White:
As coisas que descrevestes como tendo lugar em Indiana o Senhor revelou-me que haviam de ter lugar imediatamente antes do fim do tempo da da graça. Demonstrar-se-á tudo quanto é estranho. Haverá gritos com tambores, música e dança. Os sentidos dos seres racionais ficarão tão confundidos que não se pode confiar neles quanto a decisões retas. ...
Uma balbúrdia de barulho choca os sentidos e perverte aquilo que, se devidamente dirigido, seria uma bênção. As forças das instrumentalidades satânicas misturam-se com o alarido e barulho, para ter um carnaval, e isto é chamado de operação do Espírito Santo. ... Essas coisas que aconteceram no passado hão de ocorrer no futuro. Satanás fará da música um laço pela maneira por que é dirigida. Mensagens Escolhidas, vol. 2, págs. 36 e 38.
Não demos lugar a essas estranhas tensões mentais, que afastam na verdade a mente das profundas atuações do Espírito Santo. A obra de Deus sempre se caracteriza pela calma e a dignidade. Mensagens Escolhidas, vol. 2, pág. 42. (Eventos Finais - Pág. 159)
Precisa de mais advertência para que estejamos, cada vez que observamos o fim mais próximo, atentos ao que acontece com a nossa música?
É interessante que a palavra "tambores" aparece apenas em dois locais dos escritos da Sra. White, segundo pesquisei, uma em Eventos Finais, como supra transcrito e outra em Patriarcas e Profetas, pág. 610. Mas o original em inglês nos revela que neste texto supra, ela se utiliza do termo "drums", enquanto em PP ela usa "tabret". Na época de EGW já existia em embrião da bateria, alguém já se perguntou porquê não foi adotada já naquele tempo?
Eu não quero ser consciência de ninguém, mas gostaria de fazer um exercício de lógica com os irmãos:
- Qual a única forma de nos "enganarmos" com a adoração da estátua que novamente aparecerá na história da humanidade, senão ouvindo a música que o inimigo nos está acostumando a ouvir?
- Qual a única forma de termos problemas com essas manifestações de "gritos com tambores, música e dança" senão permitindo sua entrada na Igreja?
Alguns haverão de invocar o lugar comum que tenho ouvido muito na Igreja sobre o "equilíbrio". A estes gostaria de lembrar que este termo não existe na Bíblia. Sabe porquê irmãos? Porque a Bíblia é o relato de um homem desequilibrado.
Isso não quer dizer que a busca do equilíbrio não deva ser uma meta do crente em sua vida cristã. Não é este meu argumento. Meu argumento é que esta condição, especialmente em um ambiente coletivo, é utópica e como tal deve manter-se apartada de nossas diretrizes como Igreja. Isso porque o equilíbrio torna-se rapidamente um conceito relativo, algo que entendo não se coaduna com a perenidade da Palavra de Deus.
Devemos cuidar com a causa que estamos advogando. Isso pode não somente atingir a nós mesmos, como também às pessoas que estão sentadas ao nosso lado nos bancos de nossa igreja, que talvez não saibam lidar, como nós pensamos que sabemos, com temas tão sensíveis como este da música que está claramente ligado com a realidade dos últimos dias.
Mais do que isso, qual é o legado que deixaremos, caso a nossa não seja a última geração, para a juventude da nossa Igreja?
Sim, não nos enganemos, o famoso "equilíbrio", é dinâmico no tempo e no espaço, o que para nós hoje é assim nominado, seria extremismo inaceitável há dez anos atrás e certamente será extremismo a ser ultrapassado daqui a dez anos.
Daqui há algum tempo a discussão não será mais se deve ou não entrar, até porque já entrou, mas a forma de utilização do instrumento. O inimigo é muito astuto, foi assim que ele substituiu o Sábado pelo domingo. O método não é novo!
Querem um exemplo prático? Já repararam como nossos músicos que nunca foram bem vistos fora de nosso redil estão sendo aceitos entre outros grupos? Ou que "bandas" de outras denominações estão se infiltrando em nossos gostos e fazendo escola em nosso meio?
Como Daniel Spencer afirma, não há algo de estranho nisso? Que agora que o fim está mais próximo estamos nos alinhando com grupos que nos perseguirão? Será que seremos perseguidos, ou perseguidores?!?!
A profecia vai se cumprir, a música vai tocar, que não sejamos nenhum de nós ou nossos queridos, aqueles que se ajoelharão perante a estátua.
E que cada um tire suas conclusões.
Soli Deo Gloria
Se procedermos a leitura do contexto de Daniel 3, perceberemos com facilidade uma realidade imediata e outra mediata. A imediata é que o mesmo é um claro paralelo ao decreto de morte que temos nos nossos horizontes, a mediata, são as condições que norteiam estes acontecimentos e, que penso, Deus nos deixou como advertência.
Veja que nos versos 5, 7, 10 e 15, os amigos de Daniel são instados à proceder à falsa adoração ao som de música (Nós sempre defendemos que quando algo é importante Deus repete, como os 10 Mandamentos, não?). Pois se repete quatro vezes.
Ocorre que o texto não somente se repete, mas faz questão de enfatizar a massa de instrumentos utilizados (poderia somente dizer música, não?) e, ainda, para completar, se utiliza da adjetivação "todo tipo de música". Parece-me que Deus quer nos dizer algo com isso.
Conclusão lógica primeira, esse quadro se repetirá. Assim como a lei dos homens não se utiliza de termos inúteis, Deus não o faz em palavras vazias.
Mais, nós como povo distintivo de Deus recebemos revelação adicional sobre a importância da música e, a Sra. White fala muito dela, tanto em seu sentido positivo, como em seu sentido negativo, assim, penso que o mínimo que deveríamos fazer era sermos extremamente cautelosos e principalmente criteriosos com este tema. Aliás, como uma Igreja nascida do texto de Daniel, não temos dúvida que o texto de Daniel 1, 2, 3 nos cabe com especial relevo como norteadores de nossa preparação para a crise final.
Mas eu gostaria de meditar em outro texto, agora da Sra. White:
As coisas que descrevestes como tendo lugar em Indiana o Senhor revelou-me que haviam de ter lugar imediatamente antes do fim do tempo da da graça. Demonstrar-se-á tudo quanto é estranho. Haverá gritos com tambores, música e dança. Os sentidos dos seres racionais ficarão tão confundidos que não se pode confiar neles quanto a decisões retas. ...
Uma balbúrdia de barulho choca os sentidos e perverte aquilo que, se devidamente dirigido, seria uma bênção. As forças das instrumentalidades satânicas misturam-se com o alarido e barulho, para ter um carnaval, e isto é chamado de operação do Espírito Santo. ... Essas coisas que aconteceram no passado hão de ocorrer no futuro. Satanás fará da música um laço pela maneira por que é dirigida. Mensagens Escolhidas, vol. 2, págs. 36 e 38.
Não demos lugar a essas estranhas tensões mentais, que afastam na verdade a mente das profundas atuações do Espírito Santo. A obra de Deus sempre se caracteriza pela calma e a dignidade. Mensagens Escolhidas, vol. 2, pág. 42. (Eventos Finais - Pág. 159)
Precisa de mais advertência para que estejamos, cada vez que observamos o fim mais próximo, atentos ao que acontece com a nossa música?
É interessante que a palavra "tambores" aparece apenas em dois locais dos escritos da Sra. White, segundo pesquisei, uma em Eventos Finais, como supra transcrito e outra em Patriarcas e Profetas, pág. 610. Mas o original em inglês nos revela que neste texto supra, ela se utiliza do termo "drums", enquanto em PP ela usa "tabret". Na época de EGW já existia em embrião da bateria, alguém já se perguntou porquê não foi adotada já naquele tempo?
Eu não quero ser consciência de ninguém, mas gostaria de fazer um exercício de lógica com os irmãos:
- Qual a única forma de nos "enganarmos" com a adoração da estátua que novamente aparecerá na história da humanidade, senão ouvindo a música que o inimigo nos está acostumando a ouvir?
- Qual a única forma de termos problemas com essas manifestações de "gritos com tambores, música e dança" senão permitindo sua entrada na Igreja?
Alguns haverão de invocar o lugar comum que tenho ouvido muito na Igreja sobre o "equilíbrio". A estes gostaria de lembrar que este termo não existe na Bíblia. Sabe porquê irmãos? Porque a Bíblia é o relato de um homem desequilibrado.
Isso não quer dizer que a busca do equilíbrio não deva ser uma meta do crente em sua vida cristã. Não é este meu argumento. Meu argumento é que esta condição, especialmente em um ambiente coletivo, é utópica e como tal deve manter-se apartada de nossas diretrizes como Igreja. Isso porque o equilíbrio torna-se rapidamente um conceito relativo, algo que entendo não se coaduna com a perenidade da Palavra de Deus.
Devemos cuidar com a causa que estamos advogando. Isso pode não somente atingir a nós mesmos, como também às pessoas que estão sentadas ao nosso lado nos bancos de nossa igreja, que talvez não saibam lidar, como nós pensamos que sabemos, com temas tão sensíveis como este da música que está claramente ligado com a realidade dos últimos dias.
Mais do que isso, qual é o legado que deixaremos, caso a nossa não seja a última geração, para a juventude da nossa Igreja?
Sim, não nos enganemos, o famoso "equilíbrio", é dinâmico no tempo e no espaço, o que para nós hoje é assim nominado, seria extremismo inaceitável há dez anos atrás e certamente será extremismo a ser ultrapassado daqui a dez anos.
Daqui há algum tempo a discussão não será mais se deve ou não entrar, até porque já entrou, mas a forma de utilização do instrumento. O inimigo é muito astuto, foi assim que ele substituiu o Sábado pelo domingo. O método não é novo!
Querem um exemplo prático? Já repararam como nossos músicos que nunca foram bem vistos fora de nosso redil estão sendo aceitos entre outros grupos? Ou que "bandas" de outras denominações estão se infiltrando em nossos gostos e fazendo escola em nosso meio?
Como Daniel Spencer afirma, não há algo de estranho nisso? Que agora que o fim está mais próximo estamos nos alinhando com grupos que nos perseguirão? Será que seremos perseguidos, ou perseguidores?!?!
A profecia vai se cumprir, a música vai tocar, que não sejamos nenhum de nós ou nossos queridos, aqueles que se ajoelharão perante a estátua.
E que cada um tire suas conclusões.
Soli Deo Gloria
E você?
"Se não fizermos nossa parte agora, se quiser fazer amanhã,
talvez não dê tempo" (Andressa Barragana)
segunda-feira, 6 de outubro de 2008
Crise é maior do que o esperado
A Bovespa (Bolsa de Valores de São Paulo) paralisou seu pregão nesta segunda-feira por duas vezes - depois de registrar quedas de 10% e 15%, respectivamente. É a terceira vez em uma semana que a Bolsa pára suas atividades por conta dos reflexos da crise na economia mundial.
Para o professor de economia José Luis Oreiro, da UnB (Universidade de Brasília), a contínua instabilidade verificada nos mercados do Brasil e do mundo é um sinal de que a crise está se mostrando "maior do que o esperado".
- Os bancos europeus estão começando a mostrar bastante dificuldade, com uma série de operações de salvamento sendo realizadas nos países europeus - explica.
Em entrevista a Terra Magazine, Oreiro prevê que nos próximos meses o pacote de ajuda econômica de US$ 700 bilhões, aprovado na última sexta-feira pelo Congresso norte-americano, mostrar-se-á "insuficiente". Ele defende a implementação de medidas de controle de capitais para evitar que a especulação afete a economia brasileira
- O que se está verificando é que uma recessão mundial será inevitável - prevê o economista.
...
Fonte - Terra Magazine
Nota DDP: Ao contrário do que vinha se falando, gradualmente vem-se demonstrando que não se sabe onde é o fundo do poço desta questão econômica.
Para saber mais como isso afeta o quadro profético que aponta para o final desta terra como conhecemos, sugiro mais uma vez a leitura do estudo "Crise econômica e os eventos finais", que pode ser baixado em formato pdf para leitura e duplicação.
Outras considerações na tag Crise Econômica deste blog, que há muito vem sendo aqui explorada, como pode ser visto em "A crise imobiliária americana e os eventos finais".
Para o professor de economia José Luis Oreiro, da UnB (Universidade de Brasília), a contínua instabilidade verificada nos mercados do Brasil e do mundo é um sinal de que a crise está se mostrando "maior do que o esperado".
- Os bancos europeus estão começando a mostrar bastante dificuldade, com uma série de operações de salvamento sendo realizadas nos países europeus - explica.
Em entrevista a Terra Magazine, Oreiro prevê que nos próximos meses o pacote de ajuda econômica de US$ 700 bilhões, aprovado na última sexta-feira pelo Congresso norte-americano, mostrar-se-á "insuficiente". Ele defende a implementação de medidas de controle de capitais para evitar que a especulação afete a economia brasileira
- O que se está verificando é que uma recessão mundial será inevitável - prevê o economista.
...
Fonte - Terra Magazine
Nota DDP: Ao contrário do que vinha se falando, gradualmente vem-se demonstrando que não se sabe onde é o fundo do poço desta questão econômica.
Para saber mais como isso afeta o quadro profético que aponta para o final desta terra como conhecemos, sugiro mais uma vez a leitura do estudo "Crise econômica e os eventos finais", que pode ser baixado em formato pdf para leitura e duplicação.
Outras considerações na tag Crise Econômica deste blog, que há muito vem sendo aqui explorada, como pode ser visto em "A crise imobiliária americana e os eventos finais".
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