A verdadeira "torre de babel" estabelecida neste assunto causa espécie. É informação, "desmentidos" e previsões de todo o tipo e gosto. As últimas:
Gripe suína pode afetar um terço da população, alerta OMS
A OMS (Organização Mundial da Saúde) advertiu nesta quinta-feira que o vírus da gripe suína continua se espalhando pelo mundo e que uma estimativa "razoável" é que chegue a infectar um terço da população mundial. O balanço mais recente da organização aponta 2.099 casos da doença em 23 países, incluindo 44 mortes --42 no México e duas nos Estados Unidos.
"Isso significa muita gente e pode haver muita gente que morrerá ou terá pneumonia grave", afirmou o secretário-geral adjunto da OMS, Keiji Fukuda, em entrevista coletiva. Ele reiterou, contudo, que, até o momento, a gripe teve consequências leves.
"Desde o início da crise, dissemos que a situação evolui e que não sabemos como fará isso, ou se o vírus ficará mais perigoso", completou.
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Fonte - Folha
Casos de gripe suína passam de 2.000 em 23 países
Mais de 2.000 pessoas em 23 países estão infectadas com o vírus da gripe suína, conhecida oficialmente como gripe A (H1N1). Segundo o mais recente balanço da OMS (Organização Mundial de Saúde), são 2.099 casos da doença, incluindo 44 mortes --42 no México e duas nos Estados Unidos.
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Fonte - Folha
Cruz Vermelha alerta para excesso de otimismo com fim da gripe suína
A Federação Internacional da Cruz Vermelha e do Crescente Vermelho (FICV) alertou nesta quinta-feira contra o otimismo excessivo com o enfraquecimento da epidemia de gripe suína, denominada oficialmente gripe A (H1N1). A organização afirmou que não se pode excluir uma onda mais violenta da doença e pediu para os países que "mantenham a vigilância".
"É cedo demais para gritar vitória contra o vírus A (H1N1), em um momento no qual temos um conhecimento muito imperfeito do mesmo", afirmou, em Paris, o secretário-geral da FICV, Bekele Geleta, ao final de uma reunião sobre pandemias.
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Fonte - Folha
Ainda há risco de a nova gripe virar pandemia, diz OMS
A Organização Mundial da Saúde (OMS) alertou nesta quinta-feira (7) que o vírus da gripe A (H1N1) continua sendo uma ameaça e que a doença, surgida no México e que já se espalhou por mais de 20 países, ainda pode se transformar em pandemia (epidemia de alcance mundial).
A OMS vai manter o nível 5 na escala de alerta de pandemia, em um máximo de 6, segundo Keiji Fukuda, '"número dois" na hierarquia da OMS.
"Continuamos na fase 5. Isso não mudou", disse ele em entrevista em Bruxelas. "Continuamos vendo transmissão entre humanos, transmissão em nível de comunidades, primariamente na América do Norte. Não estamos vendo isso em nenhum lugar mais."
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Fonte - G1
quinta-feira, 7 de maio de 2009
quarta-feira, 6 de maio de 2009
Para bispo, Papa na Jordânia simboliza união entre religiões
Trabalhadores limpam o estádio Amman em preparação para a missa que o papa Bento XVI realizará no próximo domingo, em AmãO bispo auxiliar do patriarca da diocese para a Jordânia, Israel, Palestina e Chipre, Celim Sayegh, disse nesta quarta-feira, em Madaba, na Jordânia, que a visita do papa Bento XVI ao país representa a união entre as religiões.
"Existe uma tradição de união entre cristãos e muçulmanos. Não apenas aqui, mas no mundo todo. E a Jordânia é um exemplo de fraternidade e convivência entre povos e religiões", afirmou, ao ser questionado sobre a visita do Papa.
"A viagem é uma missão de unidade ao colocar líderes cristãos e judeus juntos", completou.
Fonte - Terra
Um agradecimento
Como certamente os frequentadores deste espaço notaram, houve uma completa reformulação do layout utilizado, que ficou extremamente mais funcional, organizado e muito mais bonito, além de personalizado.
Eu não poderia deixar de consignar expressamente este agradecimento ao irmão Jean Rosa Habkost, webdesigner e mantenedor do blog "Literamente Verdade", que foi responsável por todas estas melhorias.
Louvado seja o nome de Deus pelos dons que graciosamente distribui aos Seus filhos.
Diário da Profecia
Eu não poderia deixar de consignar expressamente este agradecimento ao irmão Jean Rosa Habkost, webdesigner e mantenedor do blog "Literamente Verdade", que foi responsável por todas estas melhorias.
Louvado seja o nome de Deus pelos dons que graciosamente distribui aos Seus filhos.
Diário da Profecia
Seminário sobre o Apocalipse - Capítulo por Capítulo
A Igreja Adventista do Sétimo Dia de Pedroso promoveu entre os passados meses de outubro e março a realização de um Seminário de Estudo do Livro de Apocalipse.O apresentador foi o Pastor Paulo Cordeiro, ministro Adventista atualmente responsável pelas Igrejas de Aveiro e Oliveira de Azeméis, no norte de Portugal, um especialista nos livros proféticos de Daniel e Apocalipse.
O Seminário foi preparado para um estudo capítulo a capítulo. Nele são abordados todos os assuntos relativos à Revelação de Jesus, conforme João escreveu inspirado pelo Espírito de Deus.
Assuntos como o grande conflito entre o bem e o mal, as cartas às Igrejas da Ásia, as trombetas, os selos, os cavaleiros, as duas bestas do capítulo 13, a breve volta de Jesus e a vitória final do bem sobre o mal são explicados e esclarecidos à luz da própria Bíblia e das Histórias humana e da igreja cristã.
As palestras foram gravadas em vídeo e disponibilizadas na internet para visualização.
01) - Introdução e Apocalipse 1
02) - Introdução às Cartas Proféticas e Carta à Igreja de Éfeso
03) - Cartas às Igrejas de Esmirna, Pérgamo e Tiatira
04) - Cartas às Igrejas de Sardes e Filadélfia
05) - Carta à Igreja de Laodiceia
06) - Visão do Trono da Majestade Divina e o Livro Selado Com Sete Selos
07) - O Livro com Sete Selos e a Abertura dos Quatro Primeiros Selos
08) - A Abertura dos Quinto, Sexto e Sétimo Selos e a Visão dos Mártires na Glória
09) - As Quatro Primeiras Trombetas
10) - A Quinta e a Sexta Trombetas
11) - O Livro Trazido do Céu e as Duas Testemunhas
12) - A Sétima Trombeta; a Mulher e o Dragão
13) - A Besta que Sobe do Mar e a Besta que Sobe da Terra
14) - O Monte Sião, a Ceifa e a Vindima; A Primeira Mensagem Angélica
15) - Segunda e Terceira Mensagens Angélicas; A Ira de Deus
16) - Os Sete Anjos, as Sete Taças da Ira de Deus e o Armagedom
17) - A Mulher Montada Numa Besta
18) - A Queda de Babilónia e as Lamentações Sobre a Terra
19) - A Queda de Babilónia e a Vitória de Cristo Sobre a Besta e o Falso Profeta
20) - O Milénio, o Juízo Final e Satanás Vencido Para Sempre
21) - Os Novos Céus e a Nova Terra; Promessas Finais de Deus
Fonte - O Tempo Final
Bento XVI visitará a Terra Santa
Nove anos depois de João Paulo II, o papa Bento XVI inicia sua viagem à Terra Santa para pedir a paz e a reconciliação no Oriente Médio, numa visita considerada de risco, devido às relações historicamente delicadas entre judeus e católicos.
Bento XVI definiu a viagem como uma "peregrinação" durante a qual ele rezará pela "unidade e pela paz" na região. O Papa pretende "falar de reconciliação em uma terra crucial para o diálogo entre as grandes religiões e de paz no mundo", lembrou o "porta-voz", padre Federico Lombardi, em entrevista à TV do Vaticano.
Mas se Israel conta com esta visita para melhorar sua imagem comprometida pela recente ofensiva contra o Hamas em Gaza, que deixou mais de 1.300 mortos palestinos entre 27 de dezembro e 18 de janeiro, pontos de tensão não faltam entre os dois Estados.
Israel não gostou da decisão do papa de suspender a excomunhão do bispo fundamentalista e negacionista Richard Williamson no final de janeiro e se opõe à vontade de Bento XVI de beatificar Pio XII, culpado, segundo o Estado hebreu, de ter se mantido em silêncio durante a Shoah, o Holocausto.
Mais recentemente, a participação do Vaticano na conferência de Durban II, boicotada por Israel, também irritou o mundo judaico.
Segundo o Conselho representativo das instituições judaicas da França (Crif), "esperamos dele palavras fortes expressando o desejo da Igreja de manter o diálogo judeu-católico comprometido com um progresso irreversível" relacionado ao Concílio Vaticano II, indicou à AFP um de seus representantes.
Já a Igreja lamenta as difíceis condições de vida dos cristãos - na maioria árabes - que representam 2% dos sete milhões de habitantes de Israel. Estes os empurram para uma emigração, despertando temores relativos ao desaparecimento da presença católica nesta região carregada de simbolismo.
O Vaticano quer, com isso, ter livre acesso aos lugares santos e a possibilidade de realizar suas atividades pastorais na Terra Santa sem limitações nem impedimentos, temas mantidos em suspenso desde o estabelecimento de relações diplomáticas, em dezembro de 1993.
A chegada ao poder de Benjamin Netanyahu, no dia 31 de março, parece também tornar mais difícil a solução para o conflito entre israelenses e palestinos.
Bento XVI deverá ter a oportunidade de abordar todos esses temas durante os 30 eventos previstos que fazem parte de um programa atribulado para um homem que acabou de completar 82 anos.
Ele seguirá os passos de João Paulo II (2000) visitando os locais simbólicos do Velho e do Novo testamento que são o Monte Nebo onde, segundo a Bíblia, Deus teria mostrado a terra prometida a Moisés; Jerusalém, Belém e Nazaré. O Papa celebrará quatro missas públicas em Amã, no dia de 10 maio, em Jerusalém no dia 12, em Belém no dia 13 e em Nazaré, no dia 14.
O aspecto humanitário estará particularmente presente com visitas ao centro Regina Pacis de Amã, ao Caritas Baby Hospital e a um campo de refugiados em Belém. Em Belém terá também a oportunidade de falar diretamente aos palestinos.
"A viagem de Bento XVI é semelhante à de João Paulo II", com isso, ele quer "preservar e aprofundar a herança, inclusive no que diz respeito ao diálogo com o judaísmo", afirmou Norbert J. Hofmann, secretário da Comissão para as Relações com o Judaísmo, do L'Osservatore Romano.
Os contatos com os muçulmanos ocuparão um lugar mais importante do que em 2000, principalmente na Jordânia, onde Bento XVI permanecerá por mais tempo que seu antecessor. Em Jerusalém, ele será o primeiro papa a visitar o Domo da Rocha, terceiro lugar sagrado do Islã.
Fonte: AFP
NOTA Minuto Profético: Em que sentido a "viagem de Bento XVI será semelhante à de João Paulo II"? Vale lembrar que João Paulo II reservou o último dia da viagem à Terra Santa (26 de março de 2000) para visitar a Basílica do Santo Sepulcro, localizada onde Jesus teria sido sepultado e depois ressuscitado. Ficou claro, pelo seu discurso, que o objetivo de visitar aquele local era lembrar a ressurreição de Jesus e, conseqüentemente, promover a santificação do domingo - exatos 666 dias depois (método inclusivo, onde a contagem começa no primeiro dia - 31 de maio de 1998) de publicar a Carta Apóstolica Dies Domini, cujo propósito era exaltar a santificação do domingo, conforme a tradição da ICAR. Será que Bento XVI repetirá esse enredo? Só o tempo dirá...
Saiba mais: "Visita papal à Terra Santa gera receios". "Shimon Peres divulga mensagem de boas-vindas ao papa".
Bento XVI definiu a viagem como uma "peregrinação" durante a qual ele rezará pela "unidade e pela paz" na região. O Papa pretende "falar de reconciliação em uma terra crucial para o diálogo entre as grandes religiões e de paz no mundo", lembrou o "porta-voz", padre Federico Lombardi, em entrevista à TV do Vaticano.
Mas se Israel conta com esta visita para melhorar sua imagem comprometida pela recente ofensiva contra o Hamas em Gaza, que deixou mais de 1.300 mortos palestinos entre 27 de dezembro e 18 de janeiro, pontos de tensão não faltam entre os dois Estados.
Israel não gostou da decisão do papa de suspender a excomunhão do bispo fundamentalista e negacionista Richard Williamson no final de janeiro e se opõe à vontade de Bento XVI de beatificar Pio XII, culpado, segundo o Estado hebreu, de ter se mantido em silêncio durante a Shoah, o Holocausto.
Mais recentemente, a participação do Vaticano na conferência de Durban II, boicotada por Israel, também irritou o mundo judaico.
Segundo o Conselho representativo das instituições judaicas da França (Crif), "esperamos dele palavras fortes expressando o desejo da Igreja de manter o diálogo judeu-católico comprometido com um progresso irreversível" relacionado ao Concílio Vaticano II, indicou à AFP um de seus representantes.
Já a Igreja lamenta as difíceis condições de vida dos cristãos - na maioria árabes - que representam 2% dos sete milhões de habitantes de Israel. Estes os empurram para uma emigração, despertando temores relativos ao desaparecimento da presença católica nesta região carregada de simbolismo.
O Vaticano quer, com isso, ter livre acesso aos lugares santos e a possibilidade de realizar suas atividades pastorais na Terra Santa sem limitações nem impedimentos, temas mantidos em suspenso desde o estabelecimento de relações diplomáticas, em dezembro de 1993.
A chegada ao poder de Benjamin Netanyahu, no dia 31 de março, parece também tornar mais difícil a solução para o conflito entre israelenses e palestinos.
Bento XVI deverá ter a oportunidade de abordar todos esses temas durante os 30 eventos previstos que fazem parte de um programa atribulado para um homem que acabou de completar 82 anos.
Ele seguirá os passos de João Paulo II (2000) visitando os locais simbólicos do Velho e do Novo testamento que são o Monte Nebo onde, segundo a Bíblia, Deus teria mostrado a terra prometida a Moisés; Jerusalém, Belém e Nazaré. O Papa celebrará quatro missas públicas em Amã, no dia de 10 maio, em Jerusalém no dia 12, em Belém no dia 13 e em Nazaré, no dia 14.
O aspecto humanitário estará particularmente presente com visitas ao centro Regina Pacis de Amã, ao Caritas Baby Hospital e a um campo de refugiados em Belém. Em Belém terá também a oportunidade de falar diretamente aos palestinos.
"A viagem de Bento XVI é semelhante à de João Paulo II", com isso, ele quer "preservar e aprofundar a herança, inclusive no que diz respeito ao diálogo com o judaísmo", afirmou Norbert J. Hofmann, secretário da Comissão para as Relações com o Judaísmo, do L'Osservatore Romano.
Os contatos com os muçulmanos ocuparão um lugar mais importante do que em 2000, principalmente na Jordânia, onde Bento XVI permanecerá por mais tempo que seu antecessor. Em Jerusalém, ele será o primeiro papa a visitar o Domo da Rocha, terceiro lugar sagrado do Islã.
Fonte: AFP
NOTA Minuto Profético: Em que sentido a "viagem de Bento XVI será semelhante à de João Paulo II"? Vale lembrar que João Paulo II reservou o último dia da viagem à Terra Santa (26 de março de 2000) para visitar a Basílica do Santo Sepulcro, localizada onde Jesus teria sido sepultado e depois ressuscitado. Ficou claro, pelo seu discurso, que o objetivo de visitar aquele local era lembrar a ressurreição de Jesus e, conseqüentemente, promover a santificação do domingo - exatos 666 dias depois (método inclusivo, onde a contagem começa no primeiro dia - 31 de maio de 1998) de publicar a Carta Apóstolica Dies Domini, cujo propósito era exaltar a santificação do domingo, conforme a tradição da ICAR. Será que Bento XVI repetirá esse enredo? Só o tempo dirá...
Saiba mais: "Visita papal à Terra Santa gera receios". "Shimon Peres divulga mensagem de boas-vindas ao papa".
Nova gripe não é mais letal que a comum, diz epidemiologista

O novo vírus H1N1, que já matou várias pessoas no México, não é mais letal e nem parece ser mais contagioso que a típica gripe sazonal, disse na segunda-feira o chefe de epidemiologia do governo mexicano. A epidemia da nova doença, inicialmente chamada de "gripe suína", matou pelo menos 26 pessoas nos últimos dez dias no México, além de se espalhar por diversos países, gerando temores de uma pandemia (epidemia global). No exterior, a única vítima fatal foi um bebê mexicano em visita ao Texas.
Especialistas ainda tentam entender por que o México teve mais casos e mais mortes, mas o médico Miguel Angel Lezana, diretor do Centro Nacional de Vigilância Epidemiológica da Secretaria de Saúde do México, disse que o vírus não é especialmente mortal. De acordo com ele, o que aconteceu é que o país foi apanhado de surpresa.
"A virulência é muito similar à da 'influenza' (gripe) sazonal", disse Lezana. Ele afirmou que, após analisar casos confirmados da nova gripe, soube-se que sua taxa de reprodutibilidade - o número de pessoas que um paciente pode contaminar - é de aproximadamente 1,3 ou 1,4. "É um número bastante similar ao da 'influenza' sazonal", afirmou.
Questionado sobre se a mortalidade também é semelhante à da gripe comum, ele disse: "Sim, exatamente". Em todo o mundo, a gripe sazonal mata de 250 a 500 mil pessoas por ano, sendo 36 mil só nos EUA. "Por ser um dos primeiros países em que se constatou a circulação desse novo vírus, tanto a população quanto os serviços de saúde estavam ante uma situação desconhecida, inédita", disse o funcionário.
Lezana concordou com a declaração de Richard Besser, diretor-adjunto do Centro para a Prevenção e Controle de Doenças (CDC) dos EUA, segundo quem a nova cepa do vírus H1N1 não é mais perigosa do que as típicas gripes sazonais que circulam anualmente.
Fonte - Terra
Nota DDP: A propósito do quanto explicitado neste post, sugiro a leitura do imediatamente anterior.
Gripe A (suína) produzida pela mão humana?

Wayne Madsen é aquilo que se chama um jornalista de investigação. A sua ação centra-se em notícias potencialmente embaraçadoras para os governos, e que estes prefeririam a todo o custo manter fora do conhecimento público.
Madsen tem um percurso profissional que passou pelas forças militares americanas, onde atuou nos serviços secretos, e a Agência Nacional de Segurança. Ele escreveu vários livros e já contribuiu em jornais e televisões americanas, mantendo o sítio web Wayne Madsen Report.
Wayne Madsen é um dos elementos do Movimento da Verdade 11 de Setembro, que defende a cumplicidade, por ação ou inação, da Administração Bush nos ataques em solo americano naquela data em 2001.
Em entrevista a uma TV americana, Madsen abordou o assunto da gripe A (suína), sugerindo algumas anormalidades desta estirpe, e que o vírus pode ser sido humanamente manipulado.
Veja aqui o vídeo da entrevista (em inglês; abaixo do vídeo segue a tradução para português do relato de Wayne Madsen.
'Eu falei com dois jornalistas, um da Cidade do México, o outro de Jacarta, Indonésia, que teve um problema com gripe das aves há pouco tempo. Ambos estiveram em contato com responsáveis das Nações Unidas e da Organização Mundial de Saúde, incluindo um cientista que lidou com os vírus do ébola e do HIV em África. A conclusão dos cientistas com quem falaram, é que esta é uma forma muito anormal de gripe, porque parece ser um produto de mistura de genes. Contém elementos da gripe das aves, dois tipos de gripe humana, e vários tipos de gripe suína. Para eles, isto não parece ser um processo natural. Outro aspeto é que os alvos desta gripe não são, ao contrário de outras gripes, os mais jovens e os mais velhos, mas sim pessoas entre os 20 e os 45 anos de idade, que não estão a contrair a doença através de porcos. O Conselho Nacional de Produtores de Carne Suína, aqui na América, diz que os porcos não estão a ser afetados. Trata-se de contágio pessoa a pessoa. Por isso, quem comer porco ou estiver exposto a este animal, não apanha esta gripe. Isto não é normal, e os cientistas estão muito alarmados com a forma e a velocidade com que se tem espalhado.'
Leia mais sobre o assunto em 'Gripe suína: surto... ou mais do que isso?', 'Eventual suspensão da Constituição americana no caso de ser declarada pandemia de gripe suína' e em vários artigos do blogue 'Diário da Profecia'.
Nota: a propósito da gripe A (suína), tenho consultado outras fontes na web que defendem estarmos perante um caso não apenas de saúde (é inegável que pessoas têm ficado doentes e morrido) mas também e principalmente de estratégia de governação. Não as reproduzi aqui, essencialmente por ter notado algum sensacionalismo e eventual falta de rigor concreto na maioria delas... Como tal, entendi esperar pela melhor oportunidade de o fazer, o que me parece ser este o caso.
Fonte - O Tempo Final
Fonte - O Tempo Final
EUA anunciam novas medidas contra o aquecimento global
Foi entregue pelo governo americano à Organização das Nações Unidas (ONU), nesta terça-feira (05/05) documento contendo ideias para o tratado climático.
O novo acordo, que substituirá o Protocolo de Kyoto, será definido em dezembro, em Copenhague, na Dinamarca.
Os EUA prometeram “ações ambiciosas” e defenderam maior participação das nações em desenvolvimento na questão, sugerindo que os países estabeleçam metas para a redução dos gases causadores do efeito estufa em médio e longo prazos.
Fonte - Opinião e Notícia
O novo acordo, que substituirá o Protocolo de Kyoto, será definido em dezembro, em Copenhague, na Dinamarca.
Os EUA prometeram “ações ambiciosas” e defenderam maior participação das nações em desenvolvimento na questão, sugerindo que os países estabeleçam metas para a redução dos gases causadores do efeito estufa em médio e longo prazos.
Fonte - Opinião e Notícia
Presidente do Eurogrupo prevê 'crise social' e desemprego

A Europa caminha para "uma crise social" potencialmente explosiva devido ao forte aumento do desemprego que se aproxima, estimou na noite desta segunda-feira (4) Jean-Claude Juncker, presidente do Eurogrupo, foro que reúne os ministros das Finanças da zona do euro.
"Caminhamos para um crise social porque teremos uma crise de emprego" este ano e no próximo ano na Europa, declarou à imprensa ao final de uma reunião de ministros das Finanças da zona euro em Bruxelas.
"Todos os esforços devem estar orientados para a questão social e econômica da situação", destacou Juncker, para quem os governos precisam amortecer o choque do desemprego sobre os trabalhadores.
Neste contexto, Juncker pediu aos patrões europeus que evitem "demissões em massa e precipitadas", recorrendo a licenças e férias coletivas e demonstrando sua "responsabilidade social".
As últimas previsões da Comissão Européia, publicadas nesta segunda-feira, preveem que 8,5 milhões de pessoas perderão o emprego em 2009 e 2010 na UE.
A Comissão calcula que o índice de desemprego chegará a 9,9% na zona euro este ano, e a 11,5% em 2010, com picos de 20,5% na Espanha e 12,1% na Irlanda no próximo ano.
"A crise leva ao desespero milhões de europeus, não podemos subestimar o caráter explosivo deste recrudescimento do desemprego", disse Juncker, ministro das Finanças e primeiro-ministro de Luxemburgo.
"Estou muito preocupado com o fenômeno do crescimento do desemprego (...) Primeiro ele atinge os mais fracos, os mais frágeis, aqueles que não têm qualquer meio de subsistência além de sua própria força de trabalho".
"Tenho a impressão de que muitos homens políticos subestimam este fenômeno" na Europa, disse Juncker, três dias antes da realização da cúpula européia sobre o emprego, em Praga, patrocinada pela presidência tcheca da UE.
Fonte - G1
segunda-feira, 4 de maio de 2009
Descobrindo as Profecias

Mark Finley tem 60 anos de idade, foi orador oficial por muitos anos do programa de televisão It is Written, nos Estados Unidos, tem 38 anos de carreira, escreveu mais de 60 livros e já fez palestras em cerca de 70 países, incluindo a ex União-Soviética. Depois da queda do muro de Berlim, ele foi o primeiro conferencista religioso a falar para a alta cúpula comunista na Rússia.
No período de 19 a 26 de abril de 2008, Mark Finley esteve em São Paulo e realizou via satélite uma série de palestras denominada “Descobrindo as Profecias – Esperança pra Viver”. Nestas desvendou de forma simples os mistérios que estão por trás das profecias bíblicas e, que muitas vezes, são mostrados de forma deturpada e sensacionalista.
Aquecimento global, catástrofes naturais, guerras, conflitos políticos e religiosos e, até mesmo o avanço da ciência, são assuntos complexos e atuais que através das palestras de Finley, fazem sentido através de um estudo lógico e contemporâneo. Por mais que sejam temas que devessem lembrar o fim do mundo, na ótica do palestrante serão ferramentas que vão trazer à vida das pessoas “Esperança pra Viver”.
1) - A Próxima Super Potência Mundial
2) - Resgate dos Céus
3) - "Terceira noite"
4) - Deus bom, mundo Mal. Por que?
5) - O Sinal Eterno do Apocalipse
6) - Segredo de uma vida inteiramente nova no apocalipse
7) - Os Quatro Cavaleiros do Apocalipse
Nota DDP: Programação com tradução simultânea em português. Não é necessário baixar os arquivos, tão somente requisite a abertura com um tocador qualquer (e.g., realplayer ou midiaplayer).
Homilia dominical deve mostrar maravilha da Eucaristia
Buenos Aires, 03 Mai. 09 / 08:54 pm (ACI).- O Arcebispo emérito de Resistencia, Dom Carmelo Giaquinta, pediu aos sacerdotes revisar com humildade a prédica dominical para que esta mostre aos fiéis a presença real de Cristo na Eucaristia.
Em uma recente reflexão, o Prelado assinalou que na Missa dominical os cristãos não só se congregam para recordar “a um ser maravilhoso”, mas sim “nos reunimos com o mesmo Jesus, morto e ressuscitado”. “Se quando explicamos o preceito dominical, mostramos isto, e sobre tudo, se fizéssemos que as pessoas gostassem... Quem não gostaria de estar com Jesus morto e ressuscitado?”, perguntou.
Nesse sentido, disse que se os cristãos “fogem muitas vezes da Missa dominical”, provavelmente se deva a “uma má catequese sobre o preceito dominical” ou a que “a celebração da Missa não sempre é festiva”.
Dom Giaquinta esclareceu que uma Missa “festiva” não é assim por ser “divertida” ou “espetacular”, porque “quando um se diverte se extroverte, e tira fora as tensões. Mas, quando uma pessoa festeja, goza da presença do outro, entra em sua intimidade, escuta-o e se enriquece”.
Por isso, o Arcebispo emérito pediu aos sacerdotes preparar com esmero a celebração dominical e “ter a humildade e a valentia de revisar, por amor a Cristo e ao povo de Deus, como preparamos a mesa da Palavra e cumprimos os domingos o ministério da predicação”.
Fonte - ACI Digital
Nota DDP: Como já assinalado por inúmeras vezes neste espaço, missa dominical = eucaristia. Para entender as implicações desta realidade, apenas em posts recentes:
"Políticos podem aprender da Eucaristia caminho para o bem comum"
"Crises e soluções"
"A catequese dominical"
Em uma recente reflexão, o Prelado assinalou que na Missa dominical os cristãos não só se congregam para recordar “a um ser maravilhoso”, mas sim “nos reunimos com o mesmo Jesus, morto e ressuscitado”. “Se quando explicamos o preceito dominical, mostramos isto, e sobre tudo, se fizéssemos que as pessoas gostassem... Quem não gostaria de estar com Jesus morto e ressuscitado?”, perguntou.
Nesse sentido, disse que se os cristãos “fogem muitas vezes da Missa dominical”, provavelmente se deva a “uma má catequese sobre o preceito dominical” ou a que “a celebração da Missa não sempre é festiva”.
Dom Giaquinta esclareceu que uma Missa “festiva” não é assim por ser “divertida” ou “espetacular”, porque “quando um se diverte se extroverte, e tira fora as tensões. Mas, quando uma pessoa festeja, goza da presença do outro, entra em sua intimidade, escuta-o e se enriquece”.
Por isso, o Arcebispo emérito pediu aos sacerdotes preparar com esmero a celebração dominical e “ter a humildade e a valentia de revisar, por amor a Cristo e ao povo de Deus, como preparamos a mesa da Palavra e cumprimos os domingos o ministério da predicação”.
Fonte - ACI Digital
Nota DDP: Como já assinalado por inúmeras vezes neste espaço, missa dominical = eucaristia. Para entender as implicações desta realidade, apenas em posts recentes:
"Políticos podem aprender da Eucaristia caminho para o bem comum"
"Crises e soluções"
"A catequese dominical"
O Hinário Adventista é para jovem
Diretor do ministério Jovem da DSA fala sobre musica, cds jovens, hinario e bateria na igreja
MINISTÉRIO JOVEM
O HINÁRIO ADVENTISTA É PRA JOVEM
Cantar os hinos do Hinário Adventista é celebrar os extraordinários feitos do passado. É relembrar as histórias de lutas e desafios dos nossos pioneiros. È firmar parte de nossa histórica herança de fé cristã escrita com oração e muita dedicação por parte de nossos heróis do passado. Agora, o grande desafio é voltar a cantar os nossos hinos em reuniões de juvenis, jovens e adultos. Penso que ao deixarmos de cantar os hinos do Hinário estamos dizendo que o passado tem pouca importância.
O Hinário Precisa Voltar Com Força Total
Paulo está falando que a música que deve ser cantada na casa de Deus, em especial, deve ter um tênue equilíbrio entre nossa emoção e razão, o que não é algo fácil de acontecer, porém, também não é impossível. Estou certo que a música sacra que agrada a Deus tem sutil equilíbrio entre a letra, a melodia, a harmonia e o ritmo. O nosso Deus é o Deus do equilíbrio. Satanás é o agente da desordem e ele está sempre nos extremos, e os extremos são sempre perigosos. Quando um dos quatro elementos universais da música chama demasiadamente a atenção para si, então começamos a ter um “ruído”, digo, uma interferência na prefeita adoração a Deus.
Cantemos com Razão e Emoção
A serva do Senhor, fazendo um comentário elucidativo sobre o texto Paulino de ICoríntios 14:15, disse, com firmeza: “Quando os seres humanos cantam com o espírito e com o entendimento, os músicos celestiais apanham a harmonia, e unem-se ao cântico de ações de graça.” Ellen White, Obreiros Evangélicos, p. 357.
Busquemos o Equilíbrio Espiritual na Adoração
Já nos cultos de quarta-feira, domingo e, em especial, no Sábado pela manhã, é imprescindível cantarmos com os hinos do Hinário. São momentos de adoração distintamente mais solenes e formais. Penso que até uma ou outra música do DVD Jovem poderia ser cantada em nossos cultos mais formais, o que não podemos é fazer disso um modus vivendi - nossa forma de adorar. O DVD Jovem na pode substituir nosso poderoso Hinário Adventista.
É claro que mesmo nessas reuniões que acabo de mencionar, também poderemos cantar hinos do Hinário Adventista em português, que tem 610 hinos. Percebo que não cantamos a metade deles porque não sabemos. O Hinário em português tem uma seção de 35 hinos voltados para os interesses peculiares da juventude. Já o Hinário Adventista em espanhol tem nove hinos voltados para os jovens, totalizando no geral 527 hinos. Também imagino que não usamos a metade.
É Imperioso Aprender Novos Hinos
Deus Aceita Somente o Nosso Melhor
MINISTÉRIO JOVEM
O HINÁRIO ADVENTISTA É PRA JOVEM
Cantar os hinos do Hinário Adventista é celebrar os extraordinários feitos do passado. É relembrar as histórias de lutas e desafios dos nossos pioneiros. È firmar parte de nossa histórica herança de fé cristã escrita com oração e muita dedicação por parte de nossos heróis do passado. Agora, o grande desafio é voltar a cantar os nossos hinos em reuniões de juvenis, jovens e adultos. Penso que ao deixarmos de cantar os hinos do Hinário estamos dizendo que o passado tem pouca importância.
O Hinário Precisa Voltar Com Força Total
O que deve ser mo Hinário para nossa juventude na atualidade? Comparo a um diamante que está perdendo o brilho sutilmente. Por quê? Porque tem sido usado muito pouco em reuniões espirituais, em nossas reuniões e cultos para jovens e juvenis. Vejo que os jovens, na maioria das vezes, só querem cantar com o uso de projetores e computadores. Acho que estamos formando uma nova geração, absolutamente dependente das maquinas como nunca.
É Imperioso Usar a Capacidade Imaginativa
É Imperioso Usar a Capacidade Imaginativa
Percebo que, aos poucos, estamos perdendo nossa capacidade imaginativa e reflexiva na hora da adoração a Deus. Alguns irmãos já não levam mais o Hinário Adventista para a igreja, afinal os hinos serão projetados num lindo telão super colorido e todos poderão cantar fazendo uso da mais avançada multimídia mundial. Isso não é de todo ruim, só que tem que haver equilíbrio no uso da multimídia em nossas igrejas e eventos. O que ocorre na hora do louvor é que estamos olhando, na maioria das vezes, mais as paisagens, as imagens, o lindo colorido do que a própria letra da música que estamos cantando. Assim a música perde um pouco sua eficácia de fixar a verdade em nossa mente.
Excesso de Sermões em Power Point Está Atrapalhando
Excesso de Sermões em Power Point Está Atrapalhando
O mesmo ocorre com o excesso de sermões apresentados em Power Point – o que era pra ser uma bênção está limitando intelectualmente os pregadores e os ouvintes. Estamos perdendo a beleza da profundidade do texto bíblico. A beleza, na maioria das vezes, fica só no slide e nada mais. Tenho ouvido que algumas igrejas se cansaram de sermões em Power Point, em especial no Sábado de manhã. Nossos pregadores correm o risco da superficialidade bíblica e, assim, nossas igrejas não são nutridas espiritualmente como precisam e como devem ser.
Não Perca a Capacidade de Pensar e Argüir
Não Perca a Capacidade de Pensar e Argüir
“Cada ser humano criado à imagem de Deus é dotado de certa faculdade própria do Criador – a individualidade – faculdade esta de pensar e agir.” Ellen White; Educação, p. 17
Voltemos a usar nossa capacidade imaginativa e reflexiva de forma especial na hora da adoração a Deus. Pensemos nas coisas do alto. Precisamos, urgentemente, usar muito mais o nosso Hinário e suas músicas belas, significativas e inspiradoras. O DVD e o Cd Jovem não vieram para substituir ou anular o Hinário. Eles são apenas algumas “ferramentas” a mais para louvarmos o nome de Jesus. A intenção dos realizadores dos DVD e CD Jovem tem sido firmar na América do Sul o tema jovem de cada ano com uma ou mais músicas especiais. Além de auxiliar as igrejas mais simples que não dispõem de músicos para tocar nossos hinos.
Que Tipo de Música Você Está Oferecendo a Deus?
Voltemos a usar nossa capacidade imaginativa e reflexiva de forma especial na hora da adoração a Deus. Pensemos nas coisas do alto. Precisamos, urgentemente, usar muito mais o nosso Hinário e suas músicas belas, significativas e inspiradoras. O DVD e o Cd Jovem não vieram para substituir ou anular o Hinário. Eles são apenas algumas “ferramentas” a mais para louvarmos o nome de Jesus. A intenção dos realizadores dos DVD e CD Jovem tem sido firmar na América do Sul o tema jovem de cada ano com uma ou mais músicas especiais. Além de auxiliar as igrejas mais simples que não dispõem de músicos para tocar nossos hinos.
Que Tipo de Música Você Está Oferecendo a Deus?
Outro tema preocupante é quanto ao estilo de música que estamos oferecendo a Deus nas nossas reuniões espirituais. Temos presenciado grande diversidade de estilos musicais. Então surge a pergunta: “Que tipo de música é aceitável por Deus?”.
Percebo que o estilo de música neopentecostal está invadindo nossas igrejas. A emoção está tomando conta da adoração. Começamos com o movimento de levantar as mãos, em seguida veio a bateria elétrica e, agora, infelizmente já temos bateria acústica em algumas de nossas igrejas – isso é uma lástima. Pelo andar da carruagem, o próximo passo será dançar. Claro que isso não vai acontecer, porque Deus está no comando de Sua preciosa igreja.
O Que Ellen White Viu Em Matéria de Adoração com Instrumentos de Percussão nos Últimos Dias?
Percebo que o estilo de música neopentecostal está invadindo nossas igrejas. A emoção está tomando conta da adoração. Começamos com o movimento de levantar as mãos, em seguida veio a bateria elétrica e, agora, infelizmente já temos bateria acústica em algumas de nossas igrejas – isso é uma lástima. Pelo andar da carruagem, o próximo passo será dançar. Claro que isso não vai acontecer, porque Deus está no comando de Sua preciosa igreja.
O Que Ellen White Viu Em Matéria de Adoração com Instrumentos de Percussão nos Últimos Dias?
“As coisas que me descrevestes como tendo lugar em Indiana, o Senhor me revelou que haveriam de ter lugar imediatamente antes da terminação do tempo da graça. Demonstrar-se-á tudo o que é estranho. Haverá gritos com tambores (baterias), música e dança. Os sentidos dos seres racionais ficarão tão confundidos que não se pode confiar neles quanto a decisões retas.” Ellen White, Eventos Finais, p. 138. É interessante notar que a palavra para “tambores” no texto original, em inglês, da citação, é “drums”, que significa bateria. É importante frisarmos que nos centros de espiritismo e macumba os principais instrumentos usados são os tambores – a percussão. Qual música Deus aceita?
A Música Aceitável Por Deus
A Música Aceitável Por Deus
“A música só é aceitável a Deus quando o coração é consagrado, e enternecido, e santificado por sua docilidade”. Ellen White, Evangelismo. P. 512
O que me chama atenção na citação é a frase ”o coração é consagrado”. É que o coração consagrado é seletivo, por sua natureza, na hora de escolher uma música para louvar o nome de Jesus. Esse desafio não é de hoje, é desde a época do apóstolo Paulo quando ele disse, em certa ocasião, escrevendo aos Coríntios: “Cantarei com o meu espírito, mas também com a mente...” I Coríntios 14:15.
O que me chama atenção na citação é a frase ”o coração é consagrado”. É que o coração consagrado é seletivo, por sua natureza, na hora de escolher uma música para louvar o nome de Jesus. Esse desafio não é de hoje, é desde a época do apóstolo Paulo quando ele disse, em certa ocasião, escrevendo aos Coríntios: “Cantarei com o meu espírito, mas também com a mente...” I Coríntios 14:15.
Paulo está falando que a música que deve ser cantada na casa de Deus, em especial, deve ter um tênue equilíbrio entre nossa emoção e razão, o que não é algo fácil de acontecer, porém, também não é impossível. Estou certo que a música sacra que agrada a Deus tem sutil equilíbrio entre a letra, a melodia, a harmonia e o ritmo. O nosso Deus é o Deus do equilíbrio. Satanás é o agente da desordem e ele está sempre nos extremos, e os extremos são sempre perigosos. Quando um dos quatro elementos universais da música chama demasiadamente a atenção para si, então começamos a ter um “ruído”, digo, uma interferência na prefeita adoração a Deus.
Cantemos com Razão e Emoção
É interessante frisarmos que a palavra no original grego para “espírito” é pneuma. Essa palavra é usada tanto para descrever o princípio vital que traz vida ao corpo como o espírito racional, o poder pelo qual o ser humano sente, pensa e decide. Já a palavra para mente é nous, ela descreve as nossas faculdades de perceber, de entender, de sentir, de julgar, é a razão no sentido mais estreito, é a nossa capacidade de perceber as coisas divinas, é o poder de ponderar com sobriedade, calma e imparcialidade. A palavra pneuma também é usada no Novo Testamento para referir-se ao Espírito Santo.
A serva do Senhor, fazendo um comentário elucidativo sobre o texto Paulino de ICoríntios 14:15, disse, com firmeza: “Quando os seres humanos cantam com o espírito e com o entendimento, os músicos celestiais apanham a harmonia, e unem-se ao cântico de ações de graça.” Ellen White, Obreiros Evangélicos, p. 357.
Busquemos o Equilíbrio Espiritual na Adoração
Para mim está muito claro que, em se tratando de adoração musical ou ministério de louvor, é imperioso haver equilíbrio. Um cristão só poderá ser equilibrado espiritualmente se levar uma vida de estreita comunhão com Deus, porque daí vem sua percepção ou visão espiritual. Por quê? Por que as coisas espirituais “se discernem espiritualmente”. (I Coríntios 2:14) O Espírito Santo é quem nos fornece cada dia nova capacidade de discernimento espiritual. Já que estamos buscando o equilíbrio no louvor e na adoração A Deus, penso que estamos um pouco desequilibrados no uso excessivo dos DVDs e CDs Jovem em nossas reuniões espirituais. Se não houver uma tela grande, animada, colorida, com a letra da música e pessoas se movimentando na mesma, parece que nos limitamos na adoração a Deus. Estou convicto de que estamos perdendo nossa capacidade de imaginação e até de pensamento no que estamos louvando. Estamos supervalorizando o sentido da visão e nos esquecendo da santa imaginação e percepção espiritual.
Onde Usar o CD Jovem?
Onde Usar o CD Jovem?
Quero pontuar algumas reuniões que considero mais apropriadas para o uso do CD Jovem, equipamento que todos so anos a igreja lança na América do Sul como subsídio para a juventude louvar a Deus. Estou certo de que o mesmo cabe para muito bem em nossas reuniões de pequenos grupos ou koinonias de jovens, camporis, acampamentos, retiros espirituais, congressos e no culto jovem se Sábado à tarde; o que também não impediria de usá-lo com mais critério em algumas reuniões formais da igreja.
Já nos cultos de quarta-feira, domingo e, em especial, no Sábado pela manhã, é imprescindível cantarmos com os hinos do Hinário. São momentos de adoração distintamente mais solenes e formais. Penso que até uma ou outra música do DVD Jovem poderia ser cantada em nossos cultos mais formais, o que não podemos é fazer disso um modus vivendi - nossa forma de adorar. O DVD Jovem na pode substituir nosso poderoso Hinário Adventista.
É claro que mesmo nessas reuniões que acabo de mencionar, também poderemos cantar hinos do Hinário Adventista em português, que tem 610 hinos. Percebo que não cantamos a metade deles porque não sabemos. O Hinário em português tem uma seção de 35 hinos voltados para os interesses peculiares da juventude. Já o Hinário Adventista em espanhol tem nove hinos voltados para os jovens, totalizando no geral 527 hinos. Também imagino que não usamos a metade.
É Imperioso Aprender Novos Hinos
O salmista diz: “Aleluia! Cantai ao Senhor um cântico novo e o seu louvor na assembléia dos santos.” Salmo 149:1. Parece-me mais oportuno que em cada culto ou reunião de jovens, reservemos um momento para aprender um hino novo do Hinário. Seria muito interessante que antes que aprendêssemos o hino, ouvíssemos um pouco da história de sua composição, o que seria extremamente enriquecedor para a juventude. Se assim fizermos, certamente o interesse dos jovens pelos hinos será outro, e o resultado será uma supervalorização dos nossos hinos, porque há sempre uma linda história por trás de cada um deles. É sempre oportuno valorizarmos mais a congregação, o todo por que “raramente deve ser o canto feito por uns poucos” (Ellen White, Evangelismo, p.504). Numa certa matéria no programa de mestrado em Teologia, ouvi de um professor que “o solo é a forma mais primitiva de adoração”. Portanto, cantemos em nossas reuniões espirituais com beleza, emoção e poder.
Deus Aceita Somente o Nosso Melhor
Quando o tema é adoração a Deus, é preciso que fique bem claro na nossa mente que Deus aceita somente o nosso melhor. Eu pergunto a você e a mim também: Tenho ofertado a Jesus aquilo que de melhor Ele me concedeu? O meu estilo musical está trazendo divisão para dentro da minha igreja, ou agrada apenas um segmento etário dentro da mesma? Os instrumentos que tenho usado na hora do louvor estão unindo ou trazendo desunião para a família de Deus? Quando faço apresentações musicais, meus irmãos me vêem como um “artista” ou como um irmão deles à serviço de Deus? Depois que me apresento, paro para ouvir o sermão em seguida ou fico rodando por aí dando autógrafos e tirando fotos? Tenho ouvido as críticas e as sugestões dos meus irmãos e tenho procurado mudar para melhor, ou minha percepção musical é o bastante?
Deus Ama o Equilíbrio e o Critério Espiritual
Deus Ama o Equilíbrio e o Critério Espiritual
Ao usarmos o DVD e o CD Jovem é preciso que nos organizemos um pouco mais. Por exemplo: uma escala de pianistas e cantores encarregados de fazer o louvor é um sinal de importância para o Ministério da música. Usar mais o piano ou o órgão, em detrimento do play back reflete organização. Sempre começar os momentos de louvor com oração, orar com os músicos antes e depois dos ensaios, cuidar para que as vestimentas dos cantores e músicos estejam em harmonia com sua apresentação, levando sempre em conta a modéstia cristã. Leve em consideração que não somos artistas somos apenas os “amigos do noivo”, A glória é do noivo, o poder é do Noivo, a festa é para o Noivo, e quando o Noivo chega o amigo sai de cena.
Pastor Otimar Gonçalves
Diretor do Ministério Jovem
Divisão Sul-Americana da Igreja Adventista do Sétimo Dia
Revista do Ancião
Abril – Junho 2009
Pastor Otimar Gonçalves
Diretor do Ministério Jovem
Divisão Sul-Americana da Igreja Adventista do Sétimo Dia
Revista do Ancião
Abril – Junho 2009
Liberdade de imprensa desce pelo sétimo ano consecutivo e é ameaçada pela crise global
'A liberdade de imprensa no mundo diminuiu pelo sétimo ano consecutivo e é ameaçada pela crise económica global, diz o relatório anual da Freedom House, divulgado em vésperas do Dia Mundial da Liberdade de Imprensa, que é assinalado hoje.O relatório nota que a Itália e Israel desceram da categoria de "países livres" para a de "países parcialmente livres", no que é entendido pelos autores do documento como um exemplo do declínio da liberdade de imprensa em regimes democráticos.
Apenas 17 por cento dos habitantes do mundo beneficiam de uma imprensa livre, refere o relatório, que concluiu que esta foi a primeira vez que os indicadores relativos à liberdade de imprensa desceram em todos as regiões do planeta.
"A profissão de jornalista está encostada à parede e a lutar para sobreviver, à medida que as pressões dos governos, de outros actores poderosos e da crise económica global avançam", diz o director executivo da Freedom House, Jennifer Windsor.
A crise económica e financeira é também sublinhada como um factor que poderá agravar este desequilíbrio, por Karen Deutsch Karlekar, investigadora da Freedom House e responsável pelo relatório. "Dado o actual clima económico, que irá certamente gerar uma maior pressão sobre a sustentabilidade e a diversidade dos media, tanto nos países ricos, como nos países pobres, as pressões sobre a liberdade dos media crescem de todos os lados e estão a ameaçar cada vez mais os ganhos consideráveis do último quartel do século XX".
Num quadro global onde se acentuam recuos ainda mais significativos no espaço da antiga União Soviética e em que países como Birmânia, Cuba, Líbia e Coreia do Norte surgem como os piores casos em todo mundo, a saída de duas democracias da categoria de "países livres" é preocupante para a organização. Israel passou a ser um país "parcialmente livre" devido ao conflito em Gaza, no qual se verificaram "restrições crescentes à liberdade de movimentos dos jornalistas israelitas e estrangeiros; tentativas oficiais de influenciar a cobertura do conflito; mais autocensura em Israel e relatos enviesados sobretudo no arranque da guerra, em Dezembro", diz o relatório.
Em relação a Itália, o recurso crescente aos tribunais para limitar a liberdade de expressão e a intimidação de jornalistas pelo crime organizado e por grupos de extrema-direita são citados como factores negativos. Mas o mais relevante é "a concentração de media privados e do Estado sob um único líder", o primeiro-ministro, Silvio Berlusconi.
Taiwan e Hong Kong são dois outros casos de descida da categoria dos mais para os quase livres. Em Taiwan, a pressão sobre os canais televisivos afectou aquele que era o "o espaço mais livre" da Ásia oriental, enquanto o recuo no território de Hong Kong é atribuído "à crescente influência do Governo de Pequim sobre os media e a liberdade de expressão no território".'
Fonte: Público (negritos meus para destaque)
Uma nota: à luz dos atuais medos divulgados a propósito da gripe A (antes chamada suína) e outras notícias de caráter e impacto mundiais (por ex.: crise económica, terrorismo), pergunto: será que o que vemos, lemos e ouvimos se enquadra no parágrafo acima que refere 'as pressões dos governos, de outros actores poderosos e da crise económica global' como condicionando a livre, correta e rigorosa informação das populações acerca do que realmente acontece?...
Ainda sobre a ora chamada gripe "A"
Chefe da OMS indica que alerta de pandemia passará a nível 6
MADRI/GENEBRA (Reuters) - A Organização Mundial da Saúde deve elevar seu alerta de pandemia para o nível máximo em uma escala de 1 a 6 e declarar uma epidemia mundial de gripe, disse a diretora-geral da entidade em entrevista publicada nesta segunda-feira.
Em afirmações que indicaram mais uma elevação no nível do alerta, mas sem dizer quando, a chefe da OMS, Margaret Chan, alertou contra a confiança excessiva após a estabilização do número de novos casos da gripe H1N1, que deixou mortos no México e se espalhou para vários países.
...
Fonte - O Globo
OMS pede que países não baixem a guarda diante de gripe suína
A Organização Mundial de Saúde (OMS) disse, nesta segunda-feira (4), que os governos mundiais não devem baixar a guarda em resposta ao surto de gripe suína.
Segundo a entidade, quase 900 casos da doença já foram confirmados em cinco continentes, e as autoridades têm que se manter vigilantes.
A OMS afirmou que ainda é muito cedo para dizer se o pico do surto realmente ocorreu no Estado de Veracruz, no México, onde surgiram os primeiros casos, já que os vírus aumentam e diminuem suas atividades.
O alerta da organização foi feito depois que o governo mexicano anunciou que o número de casos de contaminação pela gripe suína estaria diminuindo.
...
Fonte - G1
OMS alerta para nova onda "ainda mais letal" de gripe A (H1N1); casos somam 985
A diretora-geral da OMS (Organização Mundial da Saúde), Margaret Chan, rejeitou as críticas de que a reação da organização tenha sido exagerada frente à epidemia gripe suína, denominada oficialmente influenza A (H1N1), e alertou que pode haver uma segunda onda de contágios em todo o mundo. O balanço mais recente da organização afirma que há 985 casos da doença em 20 países, incluindo 25 mortes no México e uma nos Estados Unidos.
...
Fonte - Folha
Nota DDP: A tônica da desinformação continua. Interessante artigo (em inglês) sobre esta questão pode ser lido aqui.
MADRI/GENEBRA (Reuters) - A Organização Mundial da Saúde deve elevar seu alerta de pandemia para o nível máximo em uma escala de 1 a 6 e declarar uma epidemia mundial de gripe, disse a diretora-geral da entidade em entrevista publicada nesta segunda-feira.
Em afirmações que indicaram mais uma elevação no nível do alerta, mas sem dizer quando, a chefe da OMS, Margaret Chan, alertou contra a confiança excessiva após a estabilização do número de novos casos da gripe H1N1, que deixou mortos no México e se espalhou para vários países.
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Fonte - O Globo
OMS pede que países não baixem a guarda diante de gripe suína
A Organização Mundial de Saúde (OMS) disse, nesta segunda-feira (4), que os governos mundiais não devem baixar a guarda em resposta ao surto de gripe suína.
Segundo a entidade, quase 900 casos da doença já foram confirmados em cinco continentes, e as autoridades têm que se manter vigilantes.
A OMS afirmou que ainda é muito cedo para dizer se o pico do surto realmente ocorreu no Estado de Veracruz, no México, onde surgiram os primeiros casos, já que os vírus aumentam e diminuem suas atividades.
O alerta da organização foi feito depois que o governo mexicano anunciou que o número de casos de contaminação pela gripe suína estaria diminuindo.
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Fonte - G1
OMS alerta para nova onda "ainda mais letal" de gripe A (H1N1); casos somam 985
A diretora-geral da OMS (Organização Mundial da Saúde), Margaret Chan, rejeitou as críticas de que a reação da organização tenha sido exagerada frente à epidemia gripe suína, denominada oficialmente influenza A (H1N1), e alertou que pode haver uma segunda onda de contágios em todo o mundo. O balanço mais recente da organização afirma que há 985 casos da doença em 20 países, incluindo 25 mortes no México e uma nos Estados Unidos.
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Fonte - Folha
Nota DDP: A tônica da desinformação continua. Interessante artigo (em inglês) sobre esta questão pode ser lido aqui.
Gestão Obama mantém privilégios para segredos de Estado
Entre as muitas maneiras que a gestão Bush adotou para evitar responsabilidade por suas violações da lei e da Constituição sob o disfarce de combater o terrorismo, uma das mais assustadoras foi sua tentativa de usar a alegação de segredo de Estado para fechar as portas dos tribunais do país.
Infelizmente, a gestão Obama também adotou esta prática, mesmo que o presidente Barack Obama tenha criticado o culto ao sigilo quando concorria ao cargo, deixando que as cortes lidem com a necessidade de transparência e prestação de contas.
...
Fonte - Último Segundo
Nota DDP: Mudam os jogadores, mas as cartas continuam sendo as mesmas...
Infelizmente, a gestão Obama também adotou esta prática, mesmo que o presidente Barack Obama tenha criticado o culto ao sigilo quando concorria ao cargo, deixando que as cortes lidem com a necessidade de transparência e prestação de contas.
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Fonte - Último Segundo
Nota DDP: Mudam os jogadores, mas as cartas continuam sendo as mesmas...
sexta-feira, 1 de maio de 2009
Eventual suspensão da Constituição americana no caso de ser declarada pandemia de gripe suína
Um segmento do programa Fox and Friends do canal americano Fox News abordou o assunto da gripe suína, e se uma pandemia poderia conduzir à suspensão de direitos constitucionais ou mesmo à implementação da lei marcial.O apresentador do programa, Steve Doocy, referiu a título de exemplo que 'caso se tranfsorme numa pandemia, poderemos perder alguns direitos comuns - como ir ao cinema'.
O programa convidou Peter Johnson Jr., um advogado e analista de direito, que disse: 'as pessoas no nosso governo precisam começar a pensar como, caso isto se torne uma pandemia, a nossa vida diária e os nossos direitos serão afetados'.
Johnson deixou, em jeito de reflexão, a pergunta se as pessoas esariam dispostas a enfrentar a detenção no caso de recusarem vacinação obrigatória. Ele admitiu que todo este processo, caso se concretize, precisa ainda ser bem definido e esclarecido.
Mas, quanto a algumas eventuais restrições, já podemos ter uma ideia mais concreta...
Algumas dessas medidas governamentais foram avançadas: encerrar escolas e a fronteira com o México, impedir os ajuntamentos públicos (minha nota: o que inclui frequentar igrejas ou mesmo a casa de vizinhos e amigos para encontros de oração!!!), colocar pessoas em quarentena e impedir viagens para os EUA.
Mesmo no final da curta entrevista, Steve Doocy referiu a possibilidade da implementação de uma lei marcial, tendo acrescentado 'mas isso é uma outra história', ao que Johnson respondeu 'eu não quero ir por aí'...
Aqui está o vídeo desta conversa (em inglês).
(O mesmo Peter Johnson Jr., escreveu um artigo (que pode ler aqui, em inglês) criticando o critério que a Administração americana usa para qualificar 'inimigos do estado'. Um das suas afirmações é: 'ainda não tivemos muitas experiências neste país com juízos sobre como a experiência militar e as crenças religiosas nos podem qualificar como prejudiciais para o nosso (n.d.r.: americano) estilo de vida'.)
É interessante verificarmos como em poucas semanas, um acontecimento provoca que sejam consideradas medidas drasticamente preocupantes no que à vida diária e direitos comuns do cidadão americano diz respeito, colocando em causa a vigência desses mesmos direitos à luz da Constituição daquele país!
Para o leitor que pensa neste momento 'mas isso é na América, não é aqui', quero deixar para reflexão as seguintes linhas de Ellen White. Quero previamente esclarecer que ela as escreveu falando especificamente sobre a imposição de uma lei dominical. Mas peço ao leitor que atente para os aspetos juridico-legais das afirmações (negritos meus, para destaque), e considere até que ponto se podem relacionar com o assunto aqui tratado.
'Quando a América, o país da liberdade religiosa, se aliar com o papado a fim de dominar as consciências e impelir os homens a reverenciar o falso Sábado, os povos de todos os países do mundo hão de ser induzidos a imitar-lhe o exemplo' (Eventos Finais, página 118).
'As nações estrangeiras seguirão o exemplo dos Estados Unidos. Posto que ela seja a líder, a mesma crise atingirá todo o nosso povo em toda parte do mundo' (idem).
Partido Comunista Português «aproxima-se» da Igreja

Igreja Católica e comunismo sempre estiveram de costas voltadas e em alguns casos foram mesmo inimigos.
É bem conhecida a influência do Papa João Paulo II (natural da Polónia, onde surgiu o Solidariedade) nos movimentos que conduziram ao derrube dos regimes comunistas que governavam vários países na Europa de Leste.
Ainda hoje, nos países onde o governo é comunista (normalmente totalitário), conceitos como liberdade religiosa - que inclui o cristianismo - são frequentemente postos de lado e ignorados. Perseguições ocorrem (ver aqui) por vezes de forma violenta.
Por isso, não é de estranhar que durante décadas, estas duas forças (e não podemos esquecer que o Vaticano é um estado político, além de religioso) se tenham mais vezes desencontrado do que agido em convergência de propósitos.
Seria por isso impossível que num país de fortes raízes católicas, em que 98% da população professa esta religião, líderes das duas partes se reunissem para discutirem a crise económica? Não, não seria; pelo menos em Portugal...
Reproduzo uma notícia publicada hoje na imprensa digital portuguesa.
'O secretário-geral do Partido Comunista Português (n.d.r.: Jerónimo de Sousa) foi recebido, esta quinta-feira, em Braga, pelo presidente da Conferência Episcopal Portuguesa (n.d.r.: D. Jorge Ortiga), numa reunião solicitada pelo próprio Jerónimo de Sousa para debater a crise.
«Os trabalhadores que tinham uma vida com dignidade na média, ou mesmo acima da média, estão hoje numa situação dramática. Temos de pensar: sim ou não é preciso acompanhar e fiscalizar? Sim ou não é preciso impedir os despedimentos colectivos?», disse o líder comunista aos jornalistas.
Apesar do conhecido afastamento do PCP em relação à Igreja Católica, Jerónimo de Sousa e D. Jorge Ortiga acreditam que esta aproximação pode ajudar os portugueses mais carenciados.
«A Igreja não está de lado nenhum, não está contra ninguém, mas está a favor do homem e da mulher na sua dignidade e luta para que todo e qualquer cidadão possa ter uma vida digna», afirmou o também Arcebispo de Braga.
O presidente da Conferência Episcopal Portuguesa fez ainda questão de sublinhar que a Igreja está receptiva a encontros com todos os partidos, mas só até ao início das campanhas eleitorais.'
Fonte: Portugal Diário
Veja aqui o vídeo da notícia que passou na RTP sobre este encontro (repare como falam em união).
É impressionante como a Igreja Católica cada vez mais suscita consensos nos vários setores da sociedade...
Creio que sinais como este são bem significativos da crescente influência da Igreja do Vaticano em tudo quanto é esfera de poder e/ou influência.
Fonte - O Tempo Final
Fonte - O Tempo Final
Poderia realmente acontecer?
O editor da revista Signs of The Times, Marvin Moore, especialista Adventista em assuntos escatológicos lançou há pouco tempo o livro Could it Really Happen? (Será Mesmo que Vai Acontecer?) pela Pacific Press. O livro analisa detalhadamente os movimentos da Igreja Católica no cenário político-religioso atual para reconquistar sua imagem de poder religioso mundial. O livro prende o leitor a cada capítulo, é de se ler em uma sentada (apesar das 288 páginas!).O resultado é um verdadeiro tour de force literário pela sua amplidão e profundidade que vem a comprovar o entendimento Adventista de Apocalipse 13, a visão das duas bestas.
Um dos conceitos mais bem articulados por Moore é o de que os Evangélicos, desde o início da décadas dos anos 90, vêm propagando através de seus mais bem conceituados pastores e líderes a idéia de que a separação da igreja e do estado é uma "aberração" à constituição americana. Para eles, essa separação tem trazido toda a derrocada moral nos EUA desde os anos 60. Eles exigem a punhos cerrados e cada vez mais estridentemente que a Igreja tenha mais influência na política, em questões sociais. O domingo por conseguinte é cada vez mais visto como um ponto a ser protegido para que a integridade social do país seja preservada.
Para isso, desde a revolução sexual dos anos 60-70, os Evangélicos vêm estreitando os laços com os Católicos. Enquanto Kennedy só foi eleito em 60 porque prometeu deixar sua religião católica fora da política, hoje um candidato conservador só se elege se souber agradar os católicos e evangélicos, conservadores roxos que dividem o país. O repúdio dos evangélicos e católicos ao aborto, ao casamento gay e a preservação do "sábado", querem dizer, domingo, são pontos imprescindíveis para os dois campos. A idéia de que Deus exige que sua igreja retome o "domínio" do mundo, perpetrada pelo intelectual cristão Rushdoony, é padrão nos discursos dos pastores Pat Robertson, James Dobson e J. Kennedy e também de Rush Limbaugh, radialista desestrado da extrema direita.
Mais recentemente, a eleição de Bush foi estritamente orquestrada pela extrema direita que representa os evangélicos e católicos conservadores.
"Será mesmo que vai acontecer?" Para Moore e seus leitores, não há dúvidas, e será muito em breve.
Fonte - Minuto Profético
quinta-feira, 30 de abril de 2009
Pandemia: OMS pode elevar alerta global
A descontrolada expansão do vírus da gripe suína, que já fez sua primeira vítima nos Estados Unidos, disparou pela primeira vez na história um alerta sanitário de nível 5 pela Organização Mundial de Saúde. Contudo, entidades que acompanham a epidemia já admitem a possibilidade de avançar ao nível 6 de alerta.
"Todos os países devem ativar seus planos de luta contra uma eventual pandemia", declarou a diretora da OMS, Margaret Chan em Genebra. "Devemos manter o alerta máximo frente a focos de gripe e pneunomia grave".
Rachel Powell, a porta-voz do Centro de Controle de Doenças e Prevenção em Atlanta, assegura a Terra Magazine que há possibilidades de logo o alerta chegue ao máximo de 6 pontos na escala da OMS. "Sabemos que serão registrados ainda mais casos e mais internações relacionadas com este vírus, e ainda não temos um algoritmo para compreender como se está se desenvolvendo o contágio", diz.
Nos Estados Unidos, onde já existem cerca de 100 casos detectados, cinco de gravidade extrema, e cerca de 90 com diagnóstico ainda não confirmado, a preocupação disparou logo após a confirmação pelo governo da primeira morte por causa do vírus no Texas em um menino mexicano de apenas 23 meses.
Fonte - Terra Magazine
Nota DDP: Mais do mesmo em:
1) "Atualizações sobre gripe suína"
2) "Gripe suína: surto... ou mais do que isso?"
3) "O próximo passo da gripe suína"
Efetivamente não temos como saber antecipadamente qual o efetivo papel desta nova crise no quadro profético que vivemos, sequer se ela tem algum papel, mas pelo alinhamento e acumulação de problemas que temos visto nos últimos meses, tanto em sinais genéricos quanto específicos da profecia bíblica, nos traz a certeza que os últimos dias podem aparecer em um horizonte muito mais próximo do que efetivamente imaginamos.
As palavras de Cristo e a profecia bíblica têm se cumprido à risca, o que nos aponta para a realidade que os eventos ainda a serem cumpridos devem trilhar o mesmo caminho.
Estudar a Bíblia é o único caminho para se entender o momento em que vivemos.
Comece em Profecias Bíblicas:
"Cumprindo agora" e "Que se cumprirão".
Para um estudo mais aprofundado:
"Apocalipse a Resposta"
Para conhecer o Autor da Bíblia:
"O Caminho".
"Todos os países devem ativar seus planos de luta contra uma eventual pandemia", declarou a diretora da OMS, Margaret Chan em Genebra. "Devemos manter o alerta máximo frente a focos de gripe e pneunomia grave".
Rachel Powell, a porta-voz do Centro de Controle de Doenças e Prevenção em Atlanta, assegura a Terra Magazine que há possibilidades de logo o alerta chegue ao máximo de 6 pontos na escala da OMS. "Sabemos que serão registrados ainda mais casos e mais internações relacionadas com este vírus, e ainda não temos um algoritmo para compreender como se está se desenvolvendo o contágio", diz.
Nos Estados Unidos, onde já existem cerca de 100 casos detectados, cinco de gravidade extrema, e cerca de 90 com diagnóstico ainda não confirmado, a preocupação disparou logo após a confirmação pelo governo da primeira morte por causa do vírus no Texas em um menino mexicano de apenas 23 meses.
Fonte - Terra Magazine
Nota DDP: Mais do mesmo em:
1) "Atualizações sobre gripe suína"
2) "Gripe suína: surto... ou mais do que isso?"
3) "O próximo passo da gripe suína"
Efetivamente não temos como saber antecipadamente qual o efetivo papel desta nova crise no quadro profético que vivemos, sequer se ela tem algum papel, mas pelo alinhamento e acumulação de problemas que temos visto nos últimos meses, tanto em sinais genéricos quanto específicos da profecia bíblica, nos traz a certeza que os últimos dias podem aparecer em um horizonte muito mais próximo do que efetivamente imaginamos.
As palavras de Cristo e a profecia bíblica têm se cumprido à risca, o que nos aponta para a realidade que os eventos ainda a serem cumpridos devem trilhar o mesmo caminho.
Estudar a Bíblia é o único caminho para se entender o momento em que vivemos.
Comece em Profecias Bíblicas:
"Cumprindo agora" e "Que se cumprirão".
Para um estudo mais aprofundado:
"Apocalipse a Resposta"
Para conhecer o Autor da Bíblia:
"O Caminho".
Cem dias de governo Obama foram uma 'abominação', diz acadêmico conservador

Jerome Corsi é autor de 'Obama nation', crítica lançada antes da eleição. Ele diz que presidente está levando país rumo ao socialismo.
A previsão do acadêmico conservador norte-americano Jerome Corsi para o futuro do país estava no título do livro lançado meses antes da eleição presidencial do ano passado no país. “The Obama nation” (Nação Obama) lido rapidamente soava como “abomination”, abominação. Por mais radical que fosse contra o então candidato democrata, e por mais que tenha sido amplamente rejeitado pela mídia do país, Corsi assistiu aos primeiros cem dias da nova administração se sentindo “vingado”: “Eu estava certo”, disse, em entrevista ao G1.
“Os primeiros cem dias do governo Obama provam que eu estava certo no que escrevi em meu livro. Temos uma presidência de extrema-esquerda, que está guiando o país rapidamente rumo ao socialismo”, explicou. Para ele, “o governo Obama é uma abominação”, no sentido de uma coisa terrível, que vai levar o país a ter uma economia menor, menos força militar, e todos vão viver de forma pior em meio a uma longa depressão piorada por decisões do governo.
“Vamos acabar com uma economia diminuída, já que o governo Obama não vai conseguir acabar com a crise, e os planos do presidente vão intensificar a recessão. Além disso, vamos ficar enfraquecidos militarmente. Obama está seguindo uma política externa de pedidos de desculpas em diferentes países do mundo, o que não acho eficiente para manter nosso país seguro. Isso demonstra fraqueza e ingenuidade. Isso tudo estava previsto no meu livro, que foi recusado como propaganda quando o publiquei”, disse ao G1, por telefone, após ser questionado sobre o que achava das políticas do novo presidente dos Estados Unidos.
Ao completar seu argumento, Corsi se diz preocupado. Segundo ele, já há protestos pelo país contra Obama, e não apenas em movimentos incentivados pelo partido republicano. “A população está insatisfeita com o aumento dos impostos e com o programa de redistribuição do presidente. Isso é algo que Obama tenta ignorar, mas que claramente está deixando as pessoas insatisfeitas.”
Popularidade
O acadêmico admite que popularidade de Obama continua alta, mas alega que ela já caiu bastante desde que o presidente assumiu, em 20 de janeiro. “A obamamania já está mudando. Obama se comporta como se estivesse eternamente em campanha. Ele aparece todos os dias na televisão, fazendo discursos de campanha e se expondo demais. Enquanto a economia continua a piorar, as pessoas estão ficando cansadas da campanha e querem ver Obama agir. Mais cedo ou mais tarde, as pessoas vão começar a culpá-lo por manter a economia em queda. Obama está repetindo erros cometidos por Bush, e não está resolvendo nossa crise econômica.”
Para ele, a aprovação do governo só não caiu ainda mais porque a mídia norte-americana continua protegendo o presidente. “Eles preferem se preocupar com o que a primeira-dama veste, em comparações entre Obama e Kennedy, e não fazem críticas a suas decisões políticas.” A maioria da população norte-americana, entretanto, diz, está longe disso. Sua preocupação é com a manutenção do emprego, com a recuperação econômica, e é isso que Corsi acha que vão cobrar do presidente
O chamado “caso de amor” da mídia com Obama é usado pelo acadêmico também para refutar as críticas que “Obama nation” recebeu quando foi lançado, em agosto do ano passado. Apesar de ter se tornado rapidamente um dos livros mais vendidos no país, a obra de Corsi foi criticada por quase todas as publicações independentes. “New York Times”, “Los Angeles Times”, Associated Press, “Time”, “Newsweek”, “Guardian”, CNN, “Independent” e Politifact, além de muitas outras publicações, atacaram veementemente o livro como uma obra de propaganda, obra de teoria da conspiração e chamaram o autor de preconceituoso.
“Os ataques a meu livro tinham interesses políticos. Eles falam que rebateram minhas informações, mas não conseguem provar que estou errado. Meu livro tinha pouquíssimos erros, e nenhum deles muito grande. Eu já previa que ele não iria governar do centro político, mas da extrema esquerda, e que iria tentar redistribuir a renda da população, e é isso que ele está fazendo, nos levando ao socialismo. Meu livro está sendo comprovado pelo governo Obama, ao contrário do que a mídia disse em críticas a meu trabalho. Eu continuo defendendo o que escrevi”, disse Corsi, durante a entrevista.
Otimismo
Apesar das fortes críticas, Corsi nega que esteja torcendo para o governo fracassar, como admitiu fazer o radialista Rush Limbaugh, principal porta-voz da oposição à Presidência de Barack Obama. O único problema, diz, é que acha impossível ele ser bem-sucedido continuando o rumo demonstrado até agora.
“Quero que Obama seja bem-sucedido, mas acho que ele precisa ser pragmático e desistir dos planos quando eles não funcionarem. Queria que ele deixasse a abordagem ideológica da economia de lado e trabalhasse de forma a ter sucesso”, disse, alegando que não é republicano e que também criticou o governo Bush. “Ficaria feliz se todas as minhas previsões no livro estivessem erradas e o governo Obama fosse bem-sucedido, mas não acredito que isso vá acontecer com estas políticas de extrema-esquerda.”
Em meio a tantas críticas, entretanto, ele consegue ver um lado positivo nas decisões tomadas pelo presidente nestes primeiros cem dias de governo. O fato de Obama não ter retirado as tropas do Iraque imediatamente e de ter aumentado a presença militar no Afeganistão foram uma surpresa positiva para ele nesses primeiros meses de governo. “Estou feliz por ele não ter abandonado os esforços que já foram feitos na região.”
Além do forte ataque a Obama, Corsi já havia se tornado uma figura célebre nos Estados Unidos por conta de outras publicações bombásticas. Em 2004, um livro sobre a participação do então candidato democrata John Kerry na guerra do Vietnã foi apontado como um dos responsáveis pela reeleição de George W. Bush.
O próximo trabalho, contou, vai ser publicado em outubro, e vai se chamar “America for sale” (América à venda). Segundo ele, trata-se de uma análise da globalização no mundo atual e como Obama se comporta nela. “Obama é um globalista, como Bush foi. Isso é o que acho que vai levar ao colapso da economia americana, transformando o que poderia ser revertido em um ou dois anos em uma longa depressão.”
Fonte - G1
Políticos podem aprender da Eucaristia caminho para o bem comum
INDAIATUBA, quarta-feira, 29 de abril de 2009 (ZENIT.org).- A Eucaristia pode ensinar aos políticos um “relacionamento novo” que conduz ao bem comum, na experiência do fazer-se pequeno para encontrar e acolher o outro, afirma o arcebispo de Brasília.
Dom João Braz de Aviz falou a Zenit hoje sobre os possíveis frutos na vida política do país com a realização em 2010 do Congresso Eucarístico Nacional, em Brasília, sede do governo federal.
Segundo o arcebispo, a Eucaristia é o mistério de um Deus que, “sendo tão grande, criador do céu e da terra, se fez pequeno”; e isso “tem algum motivo”.
A Eucaristia “nos mostra que, se a gente quiser de fato encontrar as pessoas, a gente não pode querer ser grande, tem de ser pequeno”; “a gente tem de ser pequeno para acolher o outro. E essa lei a gente aprende na Eucaristia”.
“O nosso Congresso Nacional é um lugar onde todo mundo quer ser o primeiro. Onde vale a pena qualquer tipo de jogo para derrubar os outros. Basta que você não caia. Isso é a antieucaristia”, afirmou.
Dom João Braz considera que um político “que aprendesse da Eucaristia esse relacionamento novo, redescobriria o bem comum”.
Se assim fosse –prosseguiu o arcebispo–, “nós não teríamos transformado o Congresso num lobby como estamos hoje”.
“Qual é a representação que o Congresso tem perante o nosso povo?”, questionou. “A corrupção está tão grande e a nossa casa de leis está tão esvaziada que a gente não sabe mais o que fazer”, disse.
Segundo o arcebispo de Brasília, “nós precisamos reaprender os valores, reaprender como fundamentar o nosso relacionamento”.
A Eucaristia “é justamente o mistério que pode ajudar a recuperar um sadio relacionamento, uma sadia responsabilidade pública”.
“Na questão da construção da cidade também. Quem constrói de verdade a cidade é quem constrói o bem comum. Quem não constrói o bem comum só constrói o seu interesse pessoal.”
“A Eucaristia como mistério nos ensina isso: é uma presença de Deus, pequeno, no meio de nós, pelos caminhos mais difíceis que são da simplicidade, do anonimato quase. E por aí Deus está no nosso meio”, afirmou o arcebispo.
Fonte - Zenit
Nota DDP: Sem nunca se esquecer que eucaristia é nas entrelinhas diretamente relacionada com missa dominical e guarda do domingo como dia santo.
Dom João Braz de Aviz falou a Zenit hoje sobre os possíveis frutos na vida política do país com a realização em 2010 do Congresso Eucarístico Nacional, em Brasília, sede do governo federal.
Segundo o arcebispo, a Eucaristia é o mistério de um Deus que, “sendo tão grande, criador do céu e da terra, se fez pequeno”; e isso “tem algum motivo”.
A Eucaristia “nos mostra que, se a gente quiser de fato encontrar as pessoas, a gente não pode querer ser grande, tem de ser pequeno”; “a gente tem de ser pequeno para acolher o outro. E essa lei a gente aprende na Eucaristia”.
“O nosso Congresso Nacional é um lugar onde todo mundo quer ser o primeiro. Onde vale a pena qualquer tipo de jogo para derrubar os outros. Basta que você não caia. Isso é a antieucaristia”, afirmou.
Dom João Braz considera que um político “que aprendesse da Eucaristia esse relacionamento novo, redescobriria o bem comum”.
Se assim fosse –prosseguiu o arcebispo–, “nós não teríamos transformado o Congresso num lobby como estamos hoje”.
“Qual é a representação que o Congresso tem perante o nosso povo?”, questionou. “A corrupção está tão grande e a nossa casa de leis está tão esvaziada que a gente não sabe mais o que fazer”, disse.
Segundo o arcebispo de Brasília, “nós precisamos reaprender os valores, reaprender como fundamentar o nosso relacionamento”.
A Eucaristia “é justamente o mistério que pode ajudar a recuperar um sadio relacionamento, uma sadia responsabilidade pública”.
“Na questão da construção da cidade também. Quem constrói de verdade a cidade é quem constrói o bem comum. Quem não constrói o bem comum só constrói o seu interesse pessoal.”
“A Eucaristia como mistério nos ensina isso: é uma presença de Deus, pequeno, no meio de nós, pelos caminhos mais difíceis que são da simplicidade, do anonimato quase. E por aí Deus está no nosso meio”, afirmou o arcebispo.
Fonte - Zenit
Nota DDP: Sem nunca se esquecer que eucaristia é nas entrelinhas diretamente relacionada com missa dominical e guarda do domingo como dia santo.
Heavy Metal: anticristo superstar
O anticristo foi a inspiração suprema do heavy metal, praticamente o único estilo musical a abordar o tema. Claro que o blues, com suas histórias das encruzilhadas e contratos assinados com o demo e os Rolling Stones com a música "Sympathy for the Devil", já falavam um pouco do assunto, mas não com a força e a dedicação do metal. E tudo começou com o Black Sabbath, banda inglesa da cidade industrial de Birmingham, que definiu os novos padrões de se fazer música pesada. A influência do tema veio do cinema. O baixista Geezer Butler ficou fascinado quando viu pessoas numa fila de cinema pagando ingresso para ficarem com medo, assustadas com um filme de terror. O nome do filme? Black Sabbath. Então ele quiz fazer o mesmo, mas em vez de usar os filmes, usou a música. A letra da primeira música que dá nome à banda e o primeiro disco mostram todo o mal que o grupo queria expressar nas suas histórias.
Com o sucesso do Black Sabbath, muitas bandas começaram a escrever sobre o ocultismo, inclusive o guitarrista Jimmy Page, do Led Zeppelin, que até comprou o castelo onde morou o mago Aleister Crowley. Do qual, dizem as histórias, Page e Ozzy Osbourne eram discípulos.
Depois, veio o Iron Maiden, que escreveu o disco "The Number of the Beast" baseado no livro do Apocalipse, da Bíblia. Ozzy Osbourne também continuou com o tema em sua carreira solo e até bandas como Deep Purple, Blue Oster Cult e Uriah Heep beberam da água "benta" do metal negro.
Mas foi no começo da década de 80 que o ocultismo veio com força total e várias bandas passaram a utilizar a magia negra como tema para suas letras. São vários os exemplos, mas vou citar apenas algumas bandas que me influenciaram. Creio que a mais "maléfica" que surgiu foi o Venom. Esta banda, também inglesa da cidade de Newcastle, surgiu com letras explícitas e blasfêmias por todo o lado. Em 1981, eles lançaram o disco "Welcome to Hell" e no ano seguinte o disco "Black Metal" que deu nome a um novo movimento musical.
O Slayer, banda norte-mericana de thrash metal, escreveu temas magistrais, pesados e sangrentos como por exemplo o clássico "Reign in Blood", música de mesmo nome do álbum lançado em 1986.
Muitas outras gerações de músicos acabaram utilizando essa forma de poesia, que combinou muito bem com as guitarras pesadas, baterias ultra rápidas e vocais guturais. Bandas que, com o passar do tempo, fizeram um som cada vez mais extremo e agressivo.
A região gelada da Escandinávia, mais precisamente na Noruega, mostrou um metal que ultrapassou os limites da ficção e da arte. Bandas como Mayhem, Immortal, Darkthrone, Emperor, Burzum levaram o satanismo à sério. Algumas delas tornarem-se bandas fundamentalistas e levaram a crença nos temas das letras a um nível absurdo.
Alguns músicos realmente acreditavam ser anjos do mal ou até mesmo o próprio Satanás em pessoa. As consequências dessa estupidez foram igrejas queimadas, brigas e, infelizmente, assassinatos. Um exemplo disso é a morte do músico Euronymous, integrante das bandas Burzum e Mayhem. Ele foi assassinado por seu colega de Burzum Varg Vikernes, em 1993, por "diferenças ideológicas".
Creio que o limite entre a fantasia e a realidade deve ser respeitado, independentemente do estilo, e que a música não deve servir de refúgio aos ignorantes.
(Andreas Kisser, guitarrista do grupo Sepultura, no Yahoo Notícias)
Fonte - Michelson Borges
Nota DDP: A postagem supra transcrita é propícia para que se entenda melhor esta questão que o articulista original fixou como "limite entre a fantasia e a realidade". O quanto exposto, entenda-se, nada tem de fantasia, mas muito de realidade, motivo pelo qual o limite invocado, não existe.
Sugiro seja assistido o documentário "Mecanismos malignos" de um camarada chamado Lenon Honor. É de se pensar que alguém que não conheça toda extensão do Grande Conflito, tenha identificado tantas nuances do mesmo em um pequeno vídeoclipe musical, mesmo possuindo claramente diverso entendimento filosófico dos cristãos.
Infelizmente a chamada indústria do "entretenimento", encaixa-se como uma luva nas palavras do Mestre: "Quem comigo não ajunta espalha" e "quem não é por mim é contra mim".
Ignorar isso pode ser um grande problema.
FAQ
Com o sucesso do Black Sabbath, muitas bandas começaram a escrever sobre o ocultismo, inclusive o guitarrista Jimmy Page, do Led Zeppelin, que até comprou o castelo onde morou o mago Aleister Crowley. Do qual, dizem as histórias, Page e Ozzy Osbourne eram discípulos.
Depois, veio o Iron Maiden, que escreveu o disco "The Number of the Beast" baseado no livro do Apocalipse, da Bíblia. Ozzy Osbourne também continuou com o tema em sua carreira solo e até bandas como Deep Purple, Blue Oster Cult e Uriah Heep beberam da água "benta" do metal negro.
Mas foi no começo da década de 80 que o ocultismo veio com força total e várias bandas passaram a utilizar a magia negra como tema para suas letras. São vários os exemplos, mas vou citar apenas algumas bandas que me influenciaram. Creio que a mais "maléfica" que surgiu foi o Venom. Esta banda, também inglesa da cidade de Newcastle, surgiu com letras explícitas e blasfêmias por todo o lado. Em 1981, eles lançaram o disco "Welcome to Hell" e no ano seguinte o disco "Black Metal" que deu nome a um novo movimento musical.
O Slayer, banda norte-mericana de thrash metal, escreveu temas magistrais, pesados e sangrentos como por exemplo o clássico "Reign in Blood", música de mesmo nome do álbum lançado em 1986.
Muitas outras gerações de músicos acabaram utilizando essa forma de poesia, que combinou muito bem com as guitarras pesadas, baterias ultra rápidas e vocais guturais. Bandas que, com o passar do tempo, fizeram um som cada vez mais extremo e agressivo.
A região gelada da Escandinávia, mais precisamente na Noruega, mostrou um metal que ultrapassou os limites da ficção e da arte. Bandas como Mayhem, Immortal, Darkthrone, Emperor, Burzum levaram o satanismo à sério. Algumas delas tornarem-se bandas fundamentalistas e levaram a crença nos temas das letras a um nível absurdo.
Alguns músicos realmente acreditavam ser anjos do mal ou até mesmo o próprio Satanás em pessoa. As consequências dessa estupidez foram igrejas queimadas, brigas e, infelizmente, assassinatos. Um exemplo disso é a morte do músico Euronymous, integrante das bandas Burzum e Mayhem. Ele foi assassinado por seu colega de Burzum Varg Vikernes, em 1993, por "diferenças ideológicas".
Creio que o limite entre a fantasia e a realidade deve ser respeitado, independentemente do estilo, e que a música não deve servir de refúgio aos ignorantes.
(Andreas Kisser, guitarrista do grupo Sepultura, no Yahoo Notícias)
Fonte - Michelson Borges
Nota DDP: A postagem supra transcrita é propícia para que se entenda melhor esta questão que o articulista original fixou como "limite entre a fantasia e a realidade". O quanto exposto, entenda-se, nada tem de fantasia, mas muito de realidade, motivo pelo qual o limite invocado, não existe.
Sugiro seja assistido o documentário "Mecanismos malignos" de um camarada chamado Lenon Honor. É de se pensar que alguém que não conheça toda extensão do Grande Conflito, tenha identificado tantas nuances do mesmo em um pequeno vídeoclipe musical, mesmo possuindo claramente diverso entendimento filosófico dos cristãos.
Infelizmente a chamada indústria do "entretenimento", encaixa-se como uma luva nas palavras do Mestre: "Quem comigo não ajunta espalha" e "quem não é por mim é contra mim".
Ignorar isso pode ser um grande problema.
FAQ
Cristãos unidos pela ecologia
Organização «Eu (co) mundo» quer desenvolvimento sustentável e respeitador do ambiente, com um contributo ecuménico
Assumir o desenvolvimento numa perspectiva ecuménica e mostrar que a religião intervém nos principais problemas no mundo é o objectivo de quatro organizações que se juntaram, criando o nome comum «Eu (co) mundo», para a iniciativa os «Dias do Desenvolvimento», a decorrer em Lisboa.
A Fundação Gonçalo da Silveira, a Antena Portuguesa da Rede Fé e Justiça Europa-África (AEFJN), a Comissão Justiça e Paz dos Institutos Religiosos Portugueses (CIRP) e o Desafio Miqueias querem mostrar que a fé pode ser o motor de intervenção na sociedade, em especial numa questão “urgente e premente” como é o ambiente, explica à Agência ECCLESIA Pe. José Augusto Leitão da AEFJN.
A partir do trabalho conjunto “as várias Igrejas poderão ganhar formação ecológica”. Aliando esta sensibilização à fé que cada Igreja tem, “podemos ser co-criadores” e “não podemos ficar indiferentes”.
Mudar mentalidades, costumes, formas de trabalhar são caminhos a desenvolver na formação para que o futuro climático seja sustentável.
“Se não agirmos agora, as consequências podem ser catastróficas”, enfatiza.
Não é a primeira vez que as quatro instituições se juntam, numa perspectiva ecuménica, para intervir na sociedade e junto do poder político. Anteriormente, as instituições estiveram juntas em matérias como a pobreza ou nos acordos de parceria económica entre a União Europeia e os países da ACP (África, Caraíbas e Pacífico).
O conhecimento mútuo vem, por isso, de longa data. Os responsáveis explicam não haver “razão para trabalharmos isoladamente”.
O Pe. José Augusto Leitão aponta que, ao nível da cooperação e do desenvolvimento, todas as Igrejas têm feito um trabalho “extraordinário, sustentável, com abrangência”, estando presentes em locais “onde outras organizações ou mesmo o Estado não consegue”.
Este é um trabalho “silencioso e sem propaganda”, barato e sustentável porque “as pessoas estão no terreno e dão continuidade aos projectos”.
No final de tarde desta Quarta-feira, o grupo promove uma mesa-redonda sobre «Implicações globais de decisões locais». Em análise estarão quatro pontos de vista sobre um tema “fundamental na globalização”.
“Nada do que decidimos a nível local fica limitado. As consequências globais são evidentes, de forma mais notada a nível económico e financeiro, mas também é verdade a nível do ambiente e no combate contra a pobreza”, afirma o sacerdote.
A segunda edição dos «Dias do Desenvolvimento», que se conclui hoje, tem como tema “Por um Mundo Sustentável – Desenvolvimento e Recursos, colocando em discussão a Água e o Combate à Pobreza; as Energias Alternativas e o Desenvolvimento Económico e Sustentável; a Gestão dos Recursos e o respeito pelo Meio Ambiente; o Desafio Alimentar; a Eficácia da Ajuda; Saúde e o Desenvolvimento Humano.
“Os Dias do Desenvolvimento”, uma iniciativa do IPAD, pretendem continuar o caminho de reflexão, intercâmbio e divulgação de actividades de cooperação desenvolvidas por entidades portuguesas públicas e privadas, nomeadamente, associações empresariais, escolas, universidades, fundações, câmaras municipais, organizações da sociedade civil, entre as quais ONGD's.
Fonte - Ecclesia
Assumir o desenvolvimento numa perspectiva ecuménica e mostrar que a religião intervém nos principais problemas no mundo é o objectivo de quatro organizações que se juntaram, criando o nome comum «Eu (co) mundo», para a iniciativa os «Dias do Desenvolvimento», a decorrer em Lisboa.
A Fundação Gonçalo da Silveira, a Antena Portuguesa da Rede Fé e Justiça Europa-África (AEFJN), a Comissão Justiça e Paz dos Institutos Religiosos Portugueses (CIRP) e o Desafio Miqueias querem mostrar que a fé pode ser o motor de intervenção na sociedade, em especial numa questão “urgente e premente” como é o ambiente, explica à Agência ECCLESIA Pe. José Augusto Leitão da AEFJN.
A partir do trabalho conjunto “as várias Igrejas poderão ganhar formação ecológica”. Aliando esta sensibilização à fé que cada Igreja tem, “podemos ser co-criadores” e “não podemos ficar indiferentes”.
Mudar mentalidades, costumes, formas de trabalhar são caminhos a desenvolver na formação para que o futuro climático seja sustentável.
“Se não agirmos agora, as consequências podem ser catastróficas”, enfatiza.
Não é a primeira vez que as quatro instituições se juntam, numa perspectiva ecuménica, para intervir na sociedade e junto do poder político. Anteriormente, as instituições estiveram juntas em matérias como a pobreza ou nos acordos de parceria económica entre a União Europeia e os países da ACP (África, Caraíbas e Pacífico).
O conhecimento mútuo vem, por isso, de longa data. Os responsáveis explicam não haver “razão para trabalharmos isoladamente”.
O Pe. José Augusto Leitão aponta que, ao nível da cooperação e do desenvolvimento, todas as Igrejas têm feito um trabalho “extraordinário, sustentável, com abrangência”, estando presentes em locais “onde outras organizações ou mesmo o Estado não consegue”.
Este é um trabalho “silencioso e sem propaganda”, barato e sustentável porque “as pessoas estão no terreno e dão continuidade aos projectos”.
No final de tarde desta Quarta-feira, o grupo promove uma mesa-redonda sobre «Implicações globais de decisões locais». Em análise estarão quatro pontos de vista sobre um tema “fundamental na globalização”.
“Nada do que decidimos a nível local fica limitado. As consequências globais são evidentes, de forma mais notada a nível económico e financeiro, mas também é verdade a nível do ambiente e no combate contra a pobreza”, afirma o sacerdote.
A segunda edição dos «Dias do Desenvolvimento», que se conclui hoje, tem como tema “Por um Mundo Sustentável – Desenvolvimento e Recursos, colocando em discussão a Água e o Combate à Pobreza; as Energias Alternativas e o Desenvolvimento Económico e Sustentável; a Gestão dos Recursos e o respeito pelo Meio Ambiente; o Desafio Alimentar; a Eficácia da Ajuda; Saúde e o Desenvolvimento Humano.
“Os Dias do Desenvolvimento”, uma iniciativa do IPAD, pretendem continuar o caminho de reflexão, intercâmbio e divulgação de actividades de cooperação desenvolvidas por entidades portuguesas públicas e privadas, nomeadamente, associações empresariais, escolas, universidades, fundações, câmaras municipais, organizações da sociedade civil, entre as quais ONGD's.
Fonte - Ecclesia
Quem acredita nos “eco-hereges”?
Em abril de 1975 a prestigiada revista norte-americana Newsweek publicou uma reportagem sobre nada mais, nada menos do que o resfriamento global. Sim, o resfriamento global. Os cientistas ouvidos naquela época alertavam para o perigo real e imediato de uma onda de frio que não pouparia qualquer paralelo ou meridiano, o que teria consequências dramáticas para a agricultura e a pecuária e, logo, para a população de todo o planeta.
Mais recentemente, o atual editor da Newsweek, Jon Meacham, reconheceu que aquela reportagem publicada há mais de 30 anos havia sido “alarmista”. O mea culpa foi feito no editorial da edição que saiu no dia 17 de agosto de 2007, cuja matéria de capa também foi sobre as alterações climáticas, mas desta vez alertando seus leitores para a bomba relógio que estaria no outro lado do termômetro: o aquecimento global.
Aos que poderiam duvidar do aquecimento atual, lembrando que o resfriamento outrora anunciado não passou de um alarme falso, Meacham fez a ressalva de que “nunca houve qualquer coisa que sequer remotamente se aproxime do atual consenso científico de que o mundo está ficando mais quente por causa da emissão de gases de efeito de estufa”.
Pode ser, mas no texto publicado em abril de 1975, a Newsweek dizia que “as evidências que sustentam estas previsões (da onda de frio iminente) começam a se acumular de forma tão massiva que os meteorologistas sequer dão conta de acompanhá-las”. Além disso, o palavreado e o tom apocalíptico usados há três décadas podem soar demasiadamente familiares para os mais cautelosos de hoje: segundo a revista, os cientistas eram “praticamente unânimes” quanto à proximidade de uma nova era do gelo, cuja fome resultante poderia ser “catastrófica” para a humanidade.
É bastante provável, como o próprio Meacham assegura aos seus leitores, que as atuais preocupações com as alterações climáticas estejam mesmo embasadas “no mais seguro terreno científico”, mas a lição que se pode tirar daquela previsão furada que a Newsweek repercutiu — a de que viveríamos todos feito esquimós — é que vale a pena ouvir com atenção, no mínimo com algum respeito, quem destoa de determinados consensos.
No entanto, os meios de comunicação em geral costumam ignorar ou tratar com desprezo aqueles que na verdade vêm sendo mostrados como os profanos do século XXI: os cientistas e políticos para quem há exagero ao se apresentar as alterações climáticas como o grande desafio a ser enfrentado pela atual e pelas próximas gerações. Seriam os “eco-hereges”. Uma apresentadora do Weather Channel dos EUA defendeu que os meteorologistas que questionam a gravidade do aquecimento global devem ter seus registros profissionais cassados. O padre Torquemada ficaria enrubescido.
E foi assim, oscilando entre o desprezo e a reação, que a maioria dos grandes veículos de comunicação do mundo informou o público sobre a cúpula mundial dos “céticos”, como os antialarmistas gostam de ser chamados, realizada entre os dias 8 e 10 de março na cidade de Nova Iorque. As notícias davam conta de um encontro de “negacionistas”, designação que os próprios cientistas ora na contracorrente rejeitam, por temerem que contestar a catástrofe ambiental que se anuncia seja equiparado a negar o holocausto dos judeus.
A razão que mais se evoca para desqualificá-los parece ser bastante plausível: há denúncias de que receberiam dinheiro de grandes empresas poluidoras para dizerem o que andam dizendo. O Greenpeace acusa a ONG que organizou a cúpula dos “céticos” em Nova Iorque, o Heartland Institute, de ser financiada pela empresa de petróleo ExxonMobile. Já o Heartland informa que apenas 16% do seu financiamento vêm de empresas privadas, e que a maioria delas não pode ser considerada poluidora.
O fato é que tem sido mais fácil questionar sua independência do que rebater seus argumentos, o que pode ser preocupante tendo em vista que o Painel Intergovernamental de Mudanças Climáticas da ONU considera que há 90% de probabilidade de as alterações climáticas serem fruto da queima de combustíveis fósseis, como carvão e petróleo. Parece muito, mas havendo dez chances em 100 de o mundo estar cometendo um grande equívoco, talvez fosse o caso de começar a ouvir quem diz que é disso mesmo que se trata: um equívoco.
Talvez esteja mais do que na hora de pararmos de ver os “céticos” simplesmente como vendidos. Afinal, Al Gore fatura 200 mil dólares por cada palestra apocalíptica que faz, e nem por isso é tratado por aí como um “eco-mercenário”. Além do mais, entre aqueles que consideram haver alarmismo quanto ao aquecimento global está gente do naipe de Richard Lindzen, meteorologista do Massachusetts Institute of Technology (MIT), Jack Schmitt, o último astronauta que pisou na lua, Bjorn Lomborg, presidente do Instituto do Meio Ambiente da Dinamarca, José María Aznar, ex-primeiro-ministro espanhol, e o presidente da República Tcheca, Václav Klaus, que atualmente exerce também a presidência rotativa da União Europeia.
O que eles têm a dizer é basicamente o seguinte: desde o ano 2000 a Terra está passando por um período de declínio, e não de aumento das temperaturas; os ciclos de aquecimento e resfriamento do planeta são normais, não sendo obra do ser humano, mas sim da natureza; e, por fim, garantem que há provas de que o dióxido de carbono não é um poderoso gás de efeito estufa.
São mentiras patrocinadas pela ExxonMobile, ou verdades — estas sim — para lá de inconvenientes?
Fonte - Opinião e Notícia
Mais recentemente, o atual editor da Newsweek, Jon Meacham, reconheceu que aquela reportagem publicada há mais de 30 anos havia sido “alarmista”. O mea culpa foi feito no editorial da edição que saiu no dia 17 de agosto de 2007, cuja matéria de capa também foi sobre as alterações climáticas, mas desta vez alertando seus leitores para a bomba relógio que estaria no outro lado do termômetro: o aquecimento global.
Aos que poderiam duvidar do aquecimento atual, lembrando que o resfriamento outrora anunciado não passou de um alarme falso, Meacham fez a ressalva de que “nunca houve qualquer coisa que sequer remotamente se aproxime do atual consenso científico de que o mundo está ficando mais quente por causa da emissão de gases de efeito de estufa”.
Pode ser, mas no texto publicado em abril de 1975, a Newsweek dizia que “as evidências que sustentam estas previsões (da onda de frio iminente) começam a se acumular de forma tão massiva que os meteorologistas sequer dão conta de acompanhá-las”. Além disso, o palavreado e o tom apocalíptico usados há três décadas podem soar demasiadamente familiares para os mais cautelosos de hoje: segundo a revista, os cientistas eram “praticamente unânimes” quanto à proximidade de uma nova era do gelo, cuja fome resultante poderia ser “catastrófica” para a humanidade.
É bastante provável, como o próprio Meacham assegura aos seus leitores, que as atuais preocupações com as alterações climáticas estejam mesmo embasadas “no mais seguro terreno científico”, mas a lição que se pode tirar daquela previsão furada que a Newsweek repercutiu — a de que viveríamos todos feito esquimós — é que vale a pena ouvir com atenção, no mínimo com algum respeito, quem destoa de determinados consensos.
No entanto, os meios de comunicação em geral costumam ignorar ou tratar com desprezo aqueles que na verdade vêm sendo mostrados como os profanos do século XXI: os cientistas e políticos para quem há exagero ao se apresentar as alterações climáticas como o grande desafio a ser enfrentado pela atual e pelas próximas gerações. Seriam os “eco-hereges”. Uma apresentadora do Weather Channel dos EUA defendeu que os meteorologistas que questionam a gravidade do aquecimento global devem ter seus registros profissionais cassados. O padre Torquemada ficaria enrubescido.
E foi assim, oscilando entre o desprezo e a reação, que a maioria dos grandes veículos de comunicação do mundo informou o público sobre a cúpula mundial dos “céticos”, como os antialarmistas gostam de ser chamados, realizada entre os dias 8 e 10 de março na cidade de Nova Iorque. As notícias davam conta de um encontro de “negacionistas”, designação que os próprios cientistas ora na contracorrente rejeitam, por temerem que contestar a catástrofe ambiental que se anuncia seja equiparado a negar o holocausto dos judeus.
A razão que mais se evoca para desqualificá-los parece ser bastante plausível: há denúncias de que receberiam dinheiro de grandes empresas poluidoras para dizerem o que andam dizendo. O Greenpeace acusa a ONG que organizou a cúpula dos “céticos” em Nova Iorque, o Heartland Institute, de ser financiada pela empresa de petróleo ExxonMobile. Já o Heartland informa que apenas 16% do seu financiamento vêm de empresas privadas, e que a maioria delas não pode ser considerada poluidora.
O fato é que tem sido mais fácil questionar sua independência do que rebater seus argumentos, o que pode ser preocupante tendo em vista que o Painel Intergovernamental de Mudanças Climáticas da ONU considera que há 90% de probabilidade de as alterações climáticas serem fruto da queima de combustíveis fósseis, como carvão e petróleo. Parece muito, mas havendo dez chances em 100 de o mundo estar cometendo um grande equívoco, talvez fosse o caso de começar a ouvir quem diz que é disso mesmo que se trata: um equívoco.
Talvez esteja mais do que na hora de pararmos de ver os “céticos” simplesmente como vendidos. Afinal, Al Gore fatura 200 mil dólares por cada palestra apocalíptica que faz, e nem por isso é tratado por aí como um “eco-mercenário”. Além do mais, entre aqueles que consideram haver alarmismo quanto ao aquecimento global está gente do naipe de Richard Lindzen, meteorologista do Massachusetts Institute of Technology (MIT), Jack Schmitt, o último astronauta que pisou na lua, Bjorn Lomborg, presidente do Instituto do Meio Ambiente da Dinamarca, José María Aznar, ex-primeiro-ministro espanhol, e o presidente da República Tcheca, Václav Klaus, que atualmente exerce também a presidência rotativa da União Europeia.
O que eles têm a dizer é basicamente o seguinte: desde o ano 2000 a Terra está passando por um período de declínio, e não de aumento das temperaturas; os ciclos de aquecimento e resfriamento do planeta são normais, não sendo obra do ser humano, mas sim da natureza; e, por fim, garantem que há provas de que o dióxido de carbono não é um poderoso gás de efeito estufa.
São mentiras patrocinadas pela ExxonMobile, ou verdades — estas sim — para lá de inconvenientes?
Fonte - Opinião e Notícia
Aquecimento ultrapassará 2 graus Celsius sem cortes radicais de emissões
Pesquisas na revista 'Nature' estimam futuro de concentração de carbono.
Manter regime atual de queima de combustíveis pode significar desastre.
Ninguém sabe que nível de aquecimento global pode ser tolerado pelo planeta sem repercussões sérias para a humanidade e os ecossistemas da Terra, mas a maioria dos governos estabeleceu como limite "seguro" uma elevação de 2 graus Celsius na temperatura global no fim deste século. A má notícia, dizem dois estudos na revista científica "Nature" desta semana, é que sem cortes radicais nas emissões de gás carbônico -- em torno de 80% até 2050 --, é grande a chance de que o aquecimento global ultrapasse esse limite.
A conclusão foi alcançada independentemente pelas equipes de Myles Allen, da Universidade de Oxford (Reino Unido), e Malte Meinshausen, da Universidade de Potsdam (Alemanha). Usando metodologias diferentes, que levam em conta projeções da queima de combustíveis fósseis e simulações da reação do clima global à entrada de carbono na atmosfera, eles calcularam que tipo de intervenção seria necessária para tentar impedir que seja ultrapassada a barreira dos 2 graus Celsius de aquecimento.
O trabalho de Meinshausen e colegas mostra, por exemplo, que se 1.400 gigatoneladas de gás carbônico forem produzidas entre o ano 2000 e o ano 2050, teremos uma probabilidade de 50% de que o aquecimento passe o limite de 2 graus Celsius. Como quase 250 gigatoneladas do gás foram produzidas só nos primeiros sete anos do século 21, a emissão total de dióxido de carbono ficaria em torno de 1.750 gigatoneladas até a metade do século.
O governo Obama já fala em reduções na casa de 80% das emissões. Só o cumprimento dessa meta tem chances consideráveis de evitar o aquecimento catastrófico.
Fonte - G1
Nota DDP: Este é o paradigma que vivemos. Ninguém tem certeza de... nada. É facil de se constatar isso lendo este e os últimos dois posts. Por outro lado, é de se notar como mesmo não se sabendo nada, existem soluções prontas para tudo. "Não se sabe" como a questão do aquecimento funciona, mas só o "cumprimento da meta" pode evitá-lo?!?!
Terrorismo e soluções. Dificuldades que vendem facilidades. Tese e antitese.
Um rebanho sem pastor. Sem pastor vírgula.
Ele vem.
Manter regime atual de queima de combustíveis pode significar desastre.
Ninguém sabe que nível de aquecimento global pode ser tolerado pelo planeta sem repercussões sérias para a humanidade e os ecossistemas da Terra, mas a maioria dos governos estabeleceu como limite "seguro" uma elevação de 2 graus Celsius na temperatura global no fim deste século. A má notícia, dizem dois estudos na revista científica "Nature" desta semana, é que sem cortes radicais nas emissões de gás carbônico -- em torno de 80% até 2050 --, é grande a chance de que o aquecimento global ultrapasse esse limite.
A conclusão foi alcançada independentemente pelas equipes de Myles Allen, da Universidade de Oxford (Reino Unido), e Malte Meinshausen, da Universidade de Potsdam (Alemanha). Usando metodologias diferentes, que levam em conta projeções da queima de combustíveis fósseis e simulações da reação do clima global à entrada de carbono na atmosfera, eles calcularam que tipo de intervenção seria necessária para tentar impedir que seja ultrapassada a barreira dos 2 graus Celsius de aquecimento.
O trabalho de Meinshausen e colegas mostra, por exemplo, que se 1.400 gigatoneladas de gás carbônico forem produzidas entre o ano 2000 e o ano 2050, teremos uma probabilidade de 50% de que o aquecimento passe o limite de 2 graus Celsius. Como quase 250 gigatoneladas do gás foram produzidas só nos primeiros sete anos do século 21, a emissão total de dióxido de carbono ficaria em torno de 1.750 gigatoneladas até a metade do século.
O governo Obama já fala em reduções na casa de 80% das emissões. Só o cumprimento dessa meta tem chances consideráveis de evitar o aquecimento catastrófico.
Fonte - G1
Nota DDP: Este é o paradigma que vivemos. Ninguém tem certeza de... nada. É facil de se constatar isso lendo este e os últimos dois posts. Por outro lado, é de se notar como mesmo não se sabendo nada, existem soluções prontas para tudo. "Não se sabe" como a questão do aquecimento funciona, mas só o "cumprimento da meta" pode evitá-lo?!?!
Terrorismo e soluções. Dificuldades que vendem facilidades. Tese e antitese.
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