Paris, 22 mai (RV) - As tecnologias da informação e da comunicação, a educação para todos e a educação intercultural: foram esses os três pontos sobre os quais se deteve, nestes dias, o observador permanente da Santa Sé junto à Unesco _ organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura – Mons. Francesco Follo.
De fato, o observador vaticano fez se pronunciou na 181º sessão do Conselho executivo da Unesco, que se realizou em Paris. Foram três pronunciamentos sobre temas diferentes, ligados a um único apelo: a fazer de modo que a comunicação e a educação tenham o homem como objetivo primário, entendido como pessoa, portador de uma dignidade.
No primeiro pronunciamento, dedicado às tecnologias da informação e da comunicação, o prelado reiterou que a Santa Sé encoraja os esforços para a formação tecnológica e informática nos países emergentes, desde que essa formação "não se limite a uma dimensão técnica profissional, mas leve o homem em consideração", ou seja, o desenvolvimento do indivíduo, o respeito pelo outro e o bem comum. Ao mesmo tempo, Mons. Follo expressou o apoio da Santa Sé à luta, portada avante pela Unesco, contra o abuso e a manipulação da informação.
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Fonte - Radio Vaticano
Nota DDP: É de se observar os contornos das manifestações que vêm sendo emitidas pelo Vaticano acerca dos meios de comunicação. Claramente enquanto se posiciona no sentido de incentivar a utilização desta ferramenta como meio de evangelização (aos seus moldes), condena nas entrelinhas qualquer forma de discordância que não demonstre "respeito pelo outro e o bem comum". Em outros palavras, "falemos todos a mesma língua, a NOSSA língua".
Sugiro para aprofundar a percepção deste tema os artigos sobre o controle da internet, "Internet Threatened by Censorship, Secret Surveillance, and Cybersecurity Laws" e "Democracy Going Dark: The Electronic Police State"
sexta-feira, 22 de maio de 2009
OMS alerta para casos mais graves de gripe suína no mundo
GENEBRA- A diretora-geral da Organização Mundial de Saúde (OMS), Margareth Chan, disse nesta sexta-feira, 22, que o mundo deve se preparar para uma onda de infecções mais graves e mortes provocadas pela gripe suína. Mais cedo, o balanço diário da organização confirmou 11.168 casos da doença e 86 mortes.
Segundo Chan, em locais onde o vírus A H1N1 está em circulação, a gravidade das infecções deve aumentar. "Este é um vírus sutil e sorrateiro", disse Chan. "Nós temos indícios, muitos indícios, mas poucas conclusões sólidas."
A diretora da OMS ressaltou ainda que há uma pequena diferença entre o alerta para risco de epidemia 5 e o 6, que indica uma pandemia, mas que a mudança ainda não foi discutida com especialistas." A decisão de declarar uma pandemia de gripe é uma responsabilidade e um dever que eu tenho levado muito, muito a sério", afirmou"Vou me consultar com o comitê de emergência sobre isso", disse.
Os procedimentos da OMS definem uma pandemia baseados somente pela amostra de expansão, e não pelos sintomas que o vírus pode causar. Seguindo estas regras, Chan poderia precisar aumentar o nível de alerta para a fase 6 assim que o vírus H1N1 mostrar sua expansão de forma sustentável em somente um país fora da América do Norte.
Fonte - Estadão
Segundo Chan, em locais onde o vírus A H1N1 está em circulação, a gravidade das infecções deve aumentar. "Este é um vírus sutil e sorrateiro", disse Chan. "Nós temos indícios, muitos indícios, mas poucas conclusões sólidas."
A diretora da OMS ressaltou ainda que há uma pequena diferença entre o alerta para risco de epidemia 5 e o 6, que indica uma pandemia, mas que a mudança ainda não foi discutida com especialistas." A decisão de declarar uma pandemia de gripe é uma responsabilidade e um dever que eu tenho levado muito, muito a sério", afirmou"Vou me consultar com o comitê de emergência sobre isso", disse.
Os procedimentos da OMS definem uma pandemia baseados somente pela amostra de expansão, e não pelos sintomas que o vírus pode causar. Seguindo estas regras, Chan poderia precisar aumentar o nível de alerta para a fase 6 assim que o vírus H1N1 mostrar sua expansão de forma sustentável em somente um país fora da América do Norte.
Fonte - Estadão
quinta-feira, 21 de maio de 2009
Alimentando as ovelhas ou divertindo os bodes?
Existe um mal entre os que professam pertencer aos arraiais de Cristo, um mal tão grosseiro em sua imprudência, que a maioria dos que possuem pouca visão espiritual dificilmente deixará de perceber. Durante as últimas décadas, esse mal tem se desenvolvido em proporções anormais. Tem agido como o fermento, até que toda a massa fique levedada. O diabo raramente criou algo mais perspicaz do que sugerir à igreja que sua missão consiste em prover entretenimento para as pessoas, tendo em vista ganhá-las para Cristo. A igreja abandonou a pregação ousada, como a dos puritanos; em seguida, ela gradualmente amenizou seu testemunho; depois, passou a aceitar e justificar as frivolidades que estavam em voga no mundo, e no passo seguinte, começou a tolerá-las em suas fronteiras; agora, a igreja as adotou sob o pretexto de ganhar as multidões.Minha primeira contenção é esta: as Escrituras não afirmam, em nenhuma de suas passagens, que prover entretenimento para as pessoas é uma função da igreja. Se esta é uma obra cristã, por que o Senhor Jesus não falou sobre ela? “Ide por todo o mundo e pregai o evangelho a toda criatura” (Mc 16.15) — isso é bastante claro. Se Ele tivesse acrescentado: “E oferecei entretenimento para aqueles que não gostam do evangelho”, assim teria acontecido. No entanto, tais palavras não se encontram na Bíblia. Sequer ocorreram à mente do Senhor Jesus. E mais: “Ele mesmo concedeu uns para apóstolos, outros para profetas, outros para evangelistas e outros para pastores e mestres” (Ef 4.11). Onde aparecem nesse versículo os que providenciariam entretenimento? O Espírito Santo silenciou a respeito deles. Os profetas foram perseguidos porque divertiam as pessoas ou porque recusavam-se a fazê-lo? Os concertos de música não têm um rol de mártires.
Novamente, prover entretenimento está em direto antagonismo ao ensino e à vida de Cristo e de seus apóstolos. Qual era a atitude da igreja em relação ao mundo? “Vós sois o sal”, não o “docinho”, algo que o mundo desprezará. Pungente e curta foi a afirmação de nosso Senhor: “Deixa aos mortos o sepultar os seus próprios mortos” (Lc 9.60). Ele estava falando com terrível seriedade!
Se Cristo houvesse introduzido mais elementos brilhantes e agradáveis em seu ministério, teria sido mais popular em seus resultados, porque seus ensinos eram perscrutadores. Não O vejo dizendo: “Pedro, vá atrás do povo e diga-lhe que teremos um culto diferente amanhã, algo atraente e breve, com pouca pregação. Teremos uma noite agradável para as pessoas. Diga-lhes que com certeza realizaremos esse tipo de culto. Vá logo, Pedro, temos de ganhar as pessoas de alguma maneira!” Jesus teve compaixão dos pecadores, lamentou e chorou por eles, mas nunca procurou diverti-los. Em vão, pesquisaremos as cartas do Novo Testamento a fim de encontrar qualquer indício de um evangelho de entretenimento. A mensagem das cartas é: “Retirai-vos, separai-vos e purificai-vos!” Qualquer coisa que tinha a aparência de brincadeira evidentemente foi deixado fora das cartas. Os apóstolos tinham confiança irrestrita no evangelho e não utilizavam outros instrumentos. Depois que Pedro e João foram encarcerados por pregarem o evangelho, a igreja se reuniu para orar, mas não suplicaram: “Senhor, concede aos teus servos que, por meio do prudente e discriminado uso da recreação legítima, mostremos a essas pessoas quão felizes nós somos”. Eles não pararam de pregar a Cristo, por isso não tinham tempo para arranjar entretenimento para seus ouvintes. Espalhados por causa da perseguição, foram a muitos lugares pregando o evangelho. Eles “transtornaram o mundo”. Essa é a única diferença! Senhor, limpe a igreja de todo o lixo e baboseira que o diabo impôs sobre ela e traga-nos de volta aos métodos dos apóstolos.
Por último, a missão de prover entretenimento falha em conseguir os resultados desejados. Causa danos entre os novos convertidos. Permitam que falem os negligentes e zombadores, que foram alcançados por um evangelho parcial; que falem os cansados e oprimidos que buscaram paz através de um concerto musical. Levante-se e fale o alcoólatra para quem o entretenimento na forma de drama foi um elo no processo de sua conversão! A resposta é óbvia: a missão de prover entretenimento não produz convertidos verdadeiros. A necessidade atual para o ministro do evangelho é uma instrução bíblica fiel, bem como ardente espiritualidade; uma resulta da outra, assim como o fruto procede da raiz. A necessidade de nossa época é a doutrina bíblica, entendida e experimentada de tal modo, que produz devoção verdadeira no íntimo dos convertidos.
C.H. Spurgeon
“O fato é que muitos gostariam de unir igreja e palco, baralho e oração, danças e ordenanças. Se nos encontramos incapazes de frear essa enxurrada, podemos, ao menos, prevenir os homens quanto à sua existência e suplicar que fujam dela. Quando a antiga fé desaparece e o entusiasmo pelo evangelho é extinto, não é surpresa que as pessoas busquem outras coisas que lhes tragam satisfação. Na falta de pão, se alimentam com cinzas; rejeitando o caminho do Senhor, seguem avidamente pelo caminho da tolice".
Guarda do sábado será preservada no ENEM 2009

Brasília, DF... [ASN] Na manhã desta quarta-feira, 20 de maio, o líder de Comunicação e Liberdade Religiosa da Igreja Adventista para a América do Sul, pastor Edson Rosa, e o advogado da Igreja para a mesma região, doutor Luigi Braga, estiveram em reunião com o presidente do Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira – INEP, doutor Reynaldo Fernandes.
Este é o órgão responsável pela aplicação do ENEM (Exame Nacional do Ensino Médio). O motivo do encontro foi encontrar uma alternativa para os adventistas que irão participar do ENEM, nos dias 03 e 04 de outubro deste ano, já que a data envolve um sábado. Também participaram do encontro o chefe de gabinete João Marcos Martins, e o deputado Charles Lucena.
O presidente do INEP, informou que já estava no planejamento ter salas disponíveis para os guardadores do sábado. Durante a audiência foi feita uma solicitação no sentido de que na normativa para aplicação do ENEM conste a existência desta sala especial onde os guardadores do sábado possam ficar reservados até o horário do por do sol do dia 03 de outubro, quando então, farão a prova. Essa solicitação foi prontamente aceita pelo presidente Dr. Reynaldo Fernandes.
Para o pastor Edson Rosa, “trata-se de uma conquista junto ao Ministério da Educação que permite a liberdade de consciência. Nossos alunos terão o direito de guarda do sábado preservado e poderão participar tranquilamente desta seleção”. O pastor ainda acrescenta que “assim que tivermos a normativa em mãos vamos divulgá-la”.
Já está agendada uma segunda audiência com o doutor Reynaldo Fernandes, quando, em entrevista, ele dará maiores esclarecimentos sobre o a importância do ENEM e o direito de consciência que deve ser preservado.
O ENEM é um exame individual, de caráter voluntário que, a partir deste ano, deixará de ser apenas um instrumento para avaliação, e passará a ser adotado como válido para ingresso na universidade. [Equipe ASN – Márcia Ebinger e Edson Rosa]
Fonte - Portal Adventista
Despertai!
Programação dirigida pelo Pr. Hugo Gambetta no Centro Evangelístico de Glendale/CA, sobre uma série de temas proféticos, até o dia 26 de Maio. Outros detalhes podem ser verificados diretamente no sitio de seu ministério, "El Evangelio Eterno".
As outras duas partes podem ser vistas aqui e aqui.
"Quando há algo na Bíblia [ou no Espírito de Profecia]* que as igrejas não gostam, eles o chamam de ‘legalismo’ [ou invocam o "equilíbrio"]*." (Leonard Ravenhill)
*Acréscimos de nossa lavra
FAQ
quarta-feira, 20 de maio de 2009
Língua tenra
(por Marcio)"... a língua branda quebra até ossos." (Prov. 25:15)
Você sabia que a língua é o único orgão que ao utilizarmos voluntariamente jamais se cansa? Talvez seja por isso, que este músculo extremamente importante na formação da fala muitas vezes é recrutado de maneira displicente e inconsequente. Da mesma forma que palavras bem proferidas, podem nos levar às veredas da vida, sucesso e alegria, palavras mal escolhidas também podem impactar-nos com calamidade, tristeza ou até a morte. O bem e o mal podem vir através dela. A mesma língua usada para dizer "eu te amo", também pode dizer "eu te odeio". A mesma língua que elogia, também tem poder para manchar a vida de alguém e levá-la a pobreza ou morte. A mesma língua que agradece pela vida, também possui ousadia para blasfemar contra o Pai. No livro de provérbios (18:21) está escrito: "A língua tem poder sobre a vida e sobre a morte; os que gostam de usá-la comerão do seu fruto".
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Jornal diz que Obama e Bento XVI têm posição comum sobre Estado palestino
Segundo o L'Osservatore Romano, as afirmações feitas ontem pelo presidente dos EUA, que recebeu o premier israelense em Washington, estão alinhadas aos pronunciamentos feitos pelo Papa durante visita à Terra Santa
O jornal L'Osservatore Romano, do Vaticano, afirmou nesta terça-feira que o papa Bento XVI e o presidente norte-americano, Barack Obama, têm uma posição parecida sobre a criação de um Estado palestino.
Nessa segunda, ao receber em Washington o premier israelense, Binyamin Netanyahu, Obama reiterou a necessidade de atuar pela formação de um Estado para os palestinos.
"O presidente norte-americano confirmou seu apoio à visão dos dois Estados, o israelense e o palestino, que devem viver pacificamente um ao lado do outro, em plena sintonia", diz a publicação em um editorial intitulado "Dois Estados, uma só paz".
O jornal lembra também que, em resposta, Netanyahu sustentou apenas que garantiria ao povo palestino o direito de se autogovernar, sem fazer qualquer menção à constituição de um Estado autônomo.
A relação entre os discursos de Obama e Bento XVI foi feita pelo L'Osservatore Romano porque, na semana passada, durante sua visita à Terra Santa, o Papa defendeu em mais de uma oportunidade a formação de um Estado palestino.
Fonte - UAI
Nota DDP: Sugiro a leitura, no contexto, de "Obama baixa o tom"
O jornal L'Osservatore Romano, do Vaticano, afirmou nesta terça-feira que o papa Bento XVI e o presidente norte-americano, Barack Obama, têm uma posição parecida sobre a criação de um Estado palestino.
Nessa segunda, ao receber em Washington o premier israelense, Binyamin Netanyahu, Obama reiterou a necessidade de atuar pela formação de um Estado para os palestinos.
"O presidente norte-americano confirmou seu apoio à visão dos dois Estados, o israelense e o palestino, que devem viver pacificamente um ao lado do outro, em plena sintonia", diz a publicação em um editorial intitulado "Dois Estados, uma só paz".
O jornal lembra também que, em resposta, Netanyahu sustentou apenas que garantiria ao povo palestino o direito de se autogovernar, sem fazer qualquer menção à constituição de um Estado autônomo.
A relação entre os discursos de Obama e Bento XVI foi feita pelo L'Osservatore Romano porque, na semana passada, durante sua visita à Terra Santa, o Papa defendeu em mais de uma oportunidade a formação de um Estado palestino.
Fonte - UAI
Nota DDP: Sugiro a leitura, no contexto, de "Obama baixa o tom"
Vaticano e Jordânia unidos na promoção das religiões
O Vaticano e a Jordânia promoveram esta semana, em Amã, um colóquio a respeito do tema “Religião e sociedade civil”, a primeira iniciativa promovida pelo Conselho Pontifício para o Diálogo Inter-religioso (CPDIR) e o Instituto Real para os estudos interconfessionais.
Os participantes sublinharam a importância de educar as novas gerações nos valores do “respeito mútuo e da cultura do diálogo”, rejeitando a violência e promovendo uma coexistência pacífica “na base da cidadania plena”.
Em comunicado oficial, a Santa Sé destaca que ambas as delegações concordam que “as religiões têm um papel específico a desempenhar na sociedade civil, oferecendo motivações para o contributo dos cidadãos em favor do bem comum, baseadas na fé em Deus e que transcendam expedientes políticos e a busca do poder”.
Abrangendo aspectos sobre as sociedades e culturas islâmicas e católicas, o encontro quis aprofundar tópicos como história e pensamento filosófico-jurídico, sociedades modernas e tradições religiosas. Estudiosos e especialistas de vários países participaram no evento, realizado na “Royal Scientific Society” (al-Jam'iyya al-'Ilmiyya al-Malakiyya).
A delegação da Santa Sé foi liderada pelo cardeal Jean-Louis Tauran, tendo incluído arcebispos de Igrejas do Médio Oriente, o Núncio Apostólico no Iraque e Jordânia, D. Francis Chullikatt, e diversos professores.
Os participantes sublinharam a relevância da democracia e o papel do direito num Estado que respeite a diversidade “étnica, cultural e religiosa”, promovendo a igualdade entre os cidadãos, na base do respeito pela dignidade humana.
As religiões, acrescenta o comunicado, podem desempenhar um papel relevante “no fortalecimento da coesão e da participação sociais, dando assim o seu contributo específico para a construção de um Estado próspero e estável”.
O próximo colóquio terá lugar em Roma, daqui a dois anos, precedido por um encontro preparatório para a escolha do tema.
Fonte - Ecclesia
Os participantes sublinharam a importância de educar as novas gerações nos valores do “respeito mútuo e da cultura do diálogo”, rejeitando a violência e promovendo uma coexistência pacífica “na base da cidadania plena”.
Em comunicado oficial, a Santa Sé destaca que ambas as delegações concordam que “as religiões têm um papel específico a desempenhar na sociedade civil, oferecendo motivações para o contributo dos cidadãos em favor do bem comum, baseadas na fé em Deus e que transcendam expedientes políticos e a busca do poder”.
Abrangendo aspectos sobre as sociedades e culturas islâmicas e católicas, o encontro quis aprofundar tópicos como história e pensamento filosófico-jurídico, sociedades modernas e tradições religiosas. Estudiosos e especialistas de vários países participaram no evento, realizado na “Royal Scientific Society” (al-Jam'iyya al-'Ilmiyya al-Malakiyya).
A delegação da Santa Sé foi liderada pelo cardeal Jean-Louis Tauran, tendo incluído arcebispos de Igrejas do Médio Oriente, o Núncio Apostólico no Iraque e Jordânia, D. Francis Chullikatt, e diversos professores.
Os participantes sublinharam a relevância da democracia e o papel do direito num Estado que respeite a diversidade “étnica, cultural e religiosa”, promovendo a igualdade entre os cidadãos, na base do respeito pela dignidade humana.
As religiões, acrescenta o comunicado, podem desempenhar um papel relevante “no fortalecimento da coesão e da participação sociais, dando assim o seu contributo específico para a construção de um Estado próspero e estável”.
O próximo colóquio terá lugar em Roma, daqui a dois anos, precedido por um encontro preparatório para a escolha do tema.
Fonte - Ecclesia
Degelo afetaria rotação da Terra
JC e-mail 3764, de 19 de Maio de 2009.
Elevação do nível do mar seria 25% maior na América do Norte
O derretimento de uma das maiores áreas congeladas da Terra pode alterar o campo gravitacional do planeta, bem como a sua rotação no espaço, de tal maneira que causaria uma elevação do nível dos mares em algumas áreas costeiras bem mais acelerada do que a média global. O alerta foi feito ontem por cientistas.
A elevação do nível dos mares seria maior nas costas oeste e leste da América do Norte, onde um aumento 25% superior à média global causaria enchentes catastróficas em cidades como Nova York e Washington D.C.
Um estudo sobre como a cobertura de gelo da parte ocidental da Antártica reagiria diante do aquecimento global revelou que a sua desintegração alteraria o foco do campo gravitacional do planeta. Com isso, o nível do mar se elevaria desproporcionalmente mais nas áreas costeiras da América do Norte do que em outras partes.
Se a cobertura de gelo dessa parte do continente desaparecer, a perda de uma quantidade tão grande de massa no Hemisfério Sul faria a força da gravidade mais forte no Hemisfério Norte, afetando a rotação da Terra e fazendo com que o nível do mar suba mais no norte do que no sul, onde se encontra atualmente a massa de gelo.
Entretanto, os cientistas também estimaram que a elevação média do nível das águas por conta do derretimento de áreas de gelo não será tão alta quanto se imaginava. Isso porque partes do gelo são mais estáveis do que se pensava e, por isso, não escorreriam em direção ao mar mesmo num mundo mais quente criado pelas emissões de gasesestufa produzidas pelo homem.
A cobertura de gelo da parte ocidental da Antártica — uma das três grandes áreas contínuas congeladas — é também conhecida como “gigante adormecido” porque, se acredita, seria fundamentalmente instável, apoiada em rochas que estão abaixo do nível do mar. Isso a tornaria ainda mais vulnerável ao derretimento e à rápida desintegração, segundo Jonathan Bamber, da Universidade de Bristol.
— Diferentemente de outras importantes áreas de gelo, como a cobertura da parte oriental da Antártica e a Groenlândia, esta é a única a apresentar uma configuração tão instável — explicou Bamber. — Por isso, há um grande número de pesquisas estudando a probabilidade do colapso dessa área e as implicações que um evento tão catastrófico teria no planeta. Mas todos esses estudos estimaram um aumento médio de 5 a 6 metros no mar por conta do colapso. Pelos nossos cálculos, o aumento é menor.
A elevação seria de 3, 3 metros em média. Mas a alteração na rotação terrestre criaria situações ainda mais catastróficas. Pelo menos no Hemisfério Norte. (Steve Connor, do Independent)
(O Globo, 19/5)
Fonte - Jornal da Ciência
Nota DDP: Interessante neste aspecto ler-se também "Físico afirma que aquecimento global afeta rotação da Terra".
Elevação do nível do mar seria 25% maior na América do Norte
O derretimento de uma das maiores áreas congeladas da Terra pode alterar o campo gravitacional do planeta, bem como a sua rotação no espaço, de tal maneira que causaria uma elevação do nível dos mares em algumas áreas costeiras bem mais acelerada do que a média global. O alerta foi feito ontem por cientistas.
A elevação do nível dos mares seria maior nas costas oeste e leste da América do Norte, onde um aumento 25% superior à média global causaria enchentes catastróficas em cidades como Nova York e Washington D.C.
Um estudo sobre como a cobertura de gelo da parte ocidental da Antártica reagiria diante do aquecimento global revelou que a sua desintegração alteraria o foco do campo gravitacional do planeta. Com isso, o nível do mar se elevaria desproporcionalmente mais nas áreas costeiras da América do Norte do que em outras partes.
Se a cobertura de gelo dessa parte do continente desaparecer, a perda de uma quantidade tão grande de massa no Hemisfério Sul faria a força da gravidade mais forte no Hemisfério Norte, afetando a rotação da Terra e fazendo com que o nível do mar suba mais no norte do que no sul, onde se encontra atualmente a massa de gelo.
Entretanto, os cientistas também estimaram que a elevação média do nível das águas por conta do derretimento de áreas de gelo não será tão alta quanto se imaginava. Isso porque partes do gelo são mais estáveis do que se pensava e, por isso, não escorreriam em direção ao mar mesmo num mundo mais quente criado pelas emissões de gasesestufa produzidas pelo homem.
A cobertura de gelo da parte ocidental da Antártica — uma das três grandes áreas contínuas congeladas — é também conhecida como “gigante adormecido” porque, se acredita, seria fundamentalmente instável, apoiada em rochas que estão abaixo do nível do mar. Isso a tornaria ainda mais vulnerável ao derretimento e à rápida desintegração, segundo Jonathan Bamber, da Universidade de Bristol.
— Diferentemente de outras importantes áreas de gelo, como a cobertura da parte oriental da Antártica e a Groenlândia, esta é a única a apresentar uma configuração tão instável — explicou Bamber. — Por isso, há um grande número de pesquisas estudando a probabilidade do colapso dessa área e as implicações que um evento tão catastrófico teria no planeta. Mas todos esses estudos estimaram um aumento médio de 5 a 6 metros no mar por conta do colapso. Pelos nossos cálculos, o aumento é menor.
A elevação seria de 3, 3 metros em média. Mas a alteração na rotação terrestre criaria situações ainda mais catastróficas. Pelo menos no Hemisfério Norte. (Steve Connor, do Independent)
(O Globo, 19/5)
Fonte - Jornal da Ciência
Nota DDP: Interessante neste aspecto ler-se também "Físico afirma que aquecimento global afeta rotação da Terra".
A temperatura do ECOmenismo
NOVA YORK - A temperatura da Terra deve subir mais rapidamente do que previsto anteriormente segundo projeções feitas por pesquisadores do Massachusetts Institute of Technology (MIT). O estudo, baseado em simulações de computador sobre atividade econômica e processos climáticos, prevê um aquecimento médio da superfície de 5,2 graus Celsius até 2100, comparado com uma elevação de 2,4 graus que os pesquisadores projetavam em 2003. Os resultados não levam em conta as mudanças nas políticas governamentais sobre clima, tais como as que estão sendo debatidas no Congresso norte-americano.
Sem qualquer ação, "há significativamente mais risco do que estimávamos previamente", disse em comunicado Ronald Prinn, autor do estudo. Os resultados das projeções são divulgados no momento em que os legisladores dos Estados Unidos trabalham para chegar a um acordo para regular as emissões de gases do efeito estufa relacionados às mudanças climáticas. O Comitê de Energia e Comércio da Câmara estuda uma lei para cortar as emissões de gases do efeito estufa em 17% até 2020, tendo como base os níveis de 2005, e em 83% até meados do século.
O estudo, que será publicado neste mês no American Meteorological Society's Journal of Climate, "aumenta a urgência para uma significativa ação política", disse Prinn. O levantamento foi financiado pelo Departamento de Energia dos Estados Unidos e patrocinado por um programa conjunto que inclui agências do governo, companhias de gás e petróleo, empresas públicas e grandes bancos. As informações são da Dow Jones.
Fonte - Estadão
Nota DDP: "Coincidentemente", os novos relatórios, foram apresentados em um momento de efervescência na tomada de medidas por parte do governo americano ("Clima e política energética entram de vez na pauta do Congresso"), trazendo resultados mais que dobrados em relação ao anterior, que já pressupunha enormes problemas para a humanidade e, ainda o faz sob a ameaça de que "aumenta a urgência para uma significativa ação política".
Não bastassem estes elementos, temos ainda a considerar que "EUA e China discutem secretamente mudança climática", mais uma vez "coincidentemente" a mesma China que faz parte dos interesses prementes do Vaticano ("Papa destaca “harmonia possível” entre cultura chinesa e cristianismo"). Tudo isso sob a possibilidade de que nenhuma destas medidas previamente estudadas ajudem diretamente os dois países em tempos de turbulência econômica, como observado em "Medidas para combater aquecimento global podem custar caro aos EUA".
De se observar ainda que o mundo continua a se dobrar aos encantos de roma e de sua necessidade em termos de liderança ("'O Papa está certo', diz autoridade mundial no combate à AIDS"), como também considerado em outro artigo postado neste espaço ("Obama baixa o tom").
E a nova encíclica social deve ser apresentada em junho ("Nova encíclica do Papa Bento XVI seria dada a conhecer no fim de junho"), onde certamente constarão soluções sobre todas estas questões ligadas ao descompasso ecológico: dentre elas, o domingo.
Enfim, diante de todos estes elementos, temos como plenamente possível o reconhecimento das palavras proferidas por Marcus V. Brito de Macedo, na tese doutoral que defendeu na Universidade de Navarra (Espanha):
"(...) a diplomacia pontifícia se caracteriza por sua missão pastoral e religiosa, “em que aspira a ser escutada por todos e influir em particular sobre as consciências”. Assim, sublinhou “a autoridade moral da Santa Sé com o status de observador permanente. Isto não significa que não possa ser membro efetivo da ONU, mas que prefere tal posição para não se confrontar com as demais nações e ser a voz da consciência aos diversos governos”." (Zenit)
Sem qualquer ação, "há significativamente mais risco do que estimávamos previamente", disse em comunicado Ronald Prinn, autor do estudo. Os resultados das projeções são divulgados no momento em que os legisladores dos Estados Unidos trabalham para chegar a um acordo para regular as emissões de gases do efeito estufa relacionados às mudanças climáticas. O Comitê de Energia e Comércio da Câmara estuda uma lei para cortar as emissões de gases do efeito estufa em 17% até 2020, tendo como base os níveis de 2005, e em 83% até meados do século.
O estudo, que será publicado neste mês no American Meteorological Society's Journal of Climate, "aumenta a urgência para uma significativa ação política", disse Prinn. O levantamento foi financiado pelo Departamento de Energia dos Estados Unidos e patrocinado por um programa conjunto que inclui agências do governo, companhias de gás e petróleo, empresas públicas e grandes bancos. As informações são da Dow Jones.
Fonte - Estadão
Nota DDP: "Coincidentemente", os novos relatórios, foram apresentados em um momento de efervescência na tomada de medidas por parte do governo americano ("Clima e política energética entram de vez na pauta do Congresso"), trazendo resultados mais que dobrados em relação ao anterior, que já pressupunha enormes problemas para a humanidade e, ainda o faz sob a ameaça de que "aumenta a urgência para uma significativa ação política".
Não bastassem estes elementos, temos ainda a considerar que "EUA e China discutem secretamente mudança climática", mais uma vez "coincidentemente" a mesma China que faz parte dos interesses prementes do Vaticano ("Papa destaca “harmonia possível” entre cultura chinesa e cristianismo"). Tudo isso sob a possibilidade de que nenhuma destas medidas previamente estudadas ajudem diretamente os dois países em tempos de turbulência econômica, como observado em "Medidas para combater aquecimento global podem custar caro aos EUA".
De se observar ainda que o mundo continua a se dobrar aos encantos de roma e de sua necessidade em termos de liderança ("'O Papa está certo', diz autoridade mundial no combate à AIDS"), como também considerado em outro artigo postado neste espaço ("Obama baixa o tom").
E a nova encíclica social deve ser apresentada em junho ("Nova encíclica do Papa Bento XVI seria dada a conhecer no fim de junho"), onde certamente constarão soluções sobre todas estas questões ligadas ao descompasso ecológico: dentre elas, o domingo.
Enfim, diante de todos estes elementos, temos como plenamente possível o reconhecimento das palavras proferidas por Marcus V. Brito de Macedo, na tese doutoral que defendeu na Universidade de Navarra (Espanha):
"(...) a diplomacia pontifícia se caracteriza por sua missão pastoral e religiosa, “em que aspira a ser escutada por todos e influir em particular sobre as consciências”. Assim, sublinhou “a autoridade moral da Santa Sé com o status de observador permanente. Isto não significa que não possa ser membro efetivo da ONU, mas que prefere tal posição para não se confrontar com as demais nações e ser a voz da consciência aos diversos governos”." (Zenit)
Fim dos jornais? Desconfie... do governo invisível
Trago algumas idéias de dois artigos que em junção nos levam a considerar algumas possibilidades sobre a forma como a mídia conduz o fluxo de informações e, principalmente, como isso pode ser utilizado no contexto dos interesses de uma chamada "Nova Ordem Mundial".*.*.*
1) - Fim dos jornais? Desconfie
...
Com a crise financeira solapando empresas dos mais variados segmentos, a imprensa ― que já vivia uma crise própria ― vê estarrecida os jornais americanos serem jogados no triturador, dia após dia.
...
De longe, eu olho para tudo isso com a maior das desconfianças. E tenho cá minhas razões para o ceticismo:
...
3) É muita ingenuidade acreditar que, mesmo que os jornais acabem, os grandes grupos de mídia também vão acabar. Isso mostra o quanto essa discussão ainda é turva e como confundem o fim dos jornais com o fim do jornalismo.
...
4) E finalmente, porque sem uma imprensa forte e vigilante, a democracia fica enfraquecida. Sobre essa questão, meu amigo Ram Rajagopal tem algo a acrescentar: "Democracia não se faz de palpites ou de intenções de pequenos indivíduos isolados, mas da força de instituições que a preservam. E uma destas instituições, que inclusive aparece na Constituição americana e na francesa, é a imprensa. Já cometemos um erro quando deixamos a imprensa receber grana do governo para sobreviver. Cometeremos mais um quando, incapazes de entender os fundamentos de uma democracia, acharmos que a função de um jornal é entreter o copo de café morno de manhã... Inclusive, a pequenez da ideia de que não devemos pagar, voluntariamente, por um serviço que preserva a democracia, é um tiro no próprio pé. O mundo pode conviver com blogs E jornais E livros E Kindle etc... Quanto mais informação, quanto mais observação, mais garantias temos da nossa liberdade".
....
*.*.*
2) - O governo invisível
...
Quando comecei a trabalhar no jornalismo, todos ali sabíamos que o produto do nosso trabalho eram superficialidades para consumo popular.
...
Sei que esse processo, nos EUA, está longe de ter alcançado a compacta densidade das trevas brasileiras. No entanto, a velocidade que ele ganhou na última eleição justifica o temor de que, em breve, as classes falantes americanas também estarão tateando no escuro, sem exigir claridade por já não imaginarem que raio de coisa é isso.
...
Em artigos vindouros, darei mais exemplos de medidas drásticas, de conseqüências incalculáveis, que estão sendo adotadas pelo governo Obama com velocidade alucinante, todas elas obviamente prejudiciais à nação americana, e noticiadas de tal modo que nenhuma discussão suscitem, isto quando não passam totalmente despercebidas, soterradas sob páginas e páginas de futilidades sobre os vestidos da sra. Obama, o cãozinho da família ou o tempero do sanduíche comido pelo presidente numa loja de fast-food, coisas que antigamente ficavam para os tablóides de fofocas vendidos nos supermercados, e que agora são matéria de amorosa atenção pelo Washington Post e pelo New York Times.
A América, sem sombra de dúvida, brasilianiza-se.
*.*.*
Destes destaques gostaria de comentar algumas coisas. Longe de entrar no mérito do conflito entre jornais e blogs, ou dos críticos do novo presidente americano, podemos identificar algumas coisas:
A primeira no sentido de que a queda da imprensa pensante obviamente não é por acaso. Não que em algum momento da história tenhamos subsídio para afirmar que os meios de comunicação não fossem de alguma forma subservientes aos interesses das classes dominantes, no entanto, o enfraquecimento generalizado deste segmento acaba por solapar as poucas vozes ainda dissonantes, o que realmente é um perigo para a manutenção de uma sociedade "livre".
Em segundo lugar, a conclusão não menos óbvia de que a imprensa em geral preocupada apenas com os números não tem nenhum pudor em veicular apenas amenidades e, por este lado inclusive produzir conteúdo alinhado com quem lhe paga, até mesmo o governo.
Por fim, de se observar como o império americano tem se desviado de seus princípios e, especialmente, como se encontra em processo acelerado de uma mudança absolutamente histórica em seus fundamentos.
Estes três elementos, outros poderiam ser agregados, nos chamam a atenção para a rápida diminuição da liberdade, o crescente sentimento de não se entender exatamente o que está a acontecer (vide o caso da gripe "A") e a manipulação cada vez mais explícita da informação (quem controla a informação controla o mundo), tudo isso em um quadro onde vários componentes específicos da profecia estão cada vez mais alinhados.
A primeira no sentido de que a queda da imprensa pensante obviamente não é por acaso. Não que em algum momento da história tenhamos subsídio para afirmar que os meios de comunicação não fossem de alguma forma subservientes aos interesses das classes dominantes, no entanto, o enfraquecimento generalizado deste segmento acaba por solapar as poucas vozes ainda dissonantes, o que realmente é um perigo para a manutenção de uma sociedade "livre".
Em segundo lugar, a conclusão não menos óbvia de que a imprensa em geral preocupada apenas com os números não tem nenhum pudor em veicular apenas amenidades e, por este lado inclusive produzir conteúdo alinhado com quem lhe paga, até mesmo o governo.
Por fim, de se observar como o império americano tem se desviado de seus princípios e, especialmente, como se encontra em processo acelerado de uma mudança absolutamente histórica em seus fundamentos.
Estes três elementos, outros poderiam ser agregados, nos chamam a atenção para a rápida diminuição da liberdade, o crescente sentimento de não se entender exatamente o que está a acontecer (vide o caso da gripe "A") e a manipulação cada vez mais explícita da informação (quem controla a informação controla o mundo), tudo isso em um quadro onde vários componentes específicos da profecia estão cada vez mais alinhados.
O gradual 'apagamento' da figura de Deus nos EUA
O Pentágono (Departamento de Defesa americano) informou na passada segunda-feira que irá deixar de incluir citações bíblicas na primeira página dos briefings diários de informações confidenciais enviados à Casa Branca, uma prática habitual durante a anterior Administração Bush.O porta-voz do Pentágono, Bryan Whitman, referiu não saber desde quando o referido relatório diário cita as passagens da Bíblia Sagrada.
O General Glen Shaffer, reponsável pela introdução dos textos e reformado desde agosto de 2003, referiu ter sido apoiado nesta inciativa pelo presidente Bush e pelo secretário de estado Donald Rumsfeld (que já veio a público negar este dado).
Pelo menos desde o início da invasão do Iraque, os relatórios diários preparados para o presidente americano incluíram versículos dos Salmos, da carta de Paulo aos Efésios e das epístolas de Pedro. Durante a anterior administração, os textos focavam quase sempre a guerra no Iraque.
Aparentemente, esta iniciativa teve o objetivo de apoiar o presidente Bush numa altura em que as mortes de militares americanos aumentavam cada vez mais no Iraque, segundo noticiou a revista GQ. No entanto, um analista muçulmano que trabalha no Pentágono, sentiu-se ofendido com as alusões, que preocuparam também outros funcionários que consideraram as passagens bíblicas inapropriadas.
No dia 20 de abril de 2003, o relatório citava Salmos 33:18, que refere 'eis que os olhos do Senhor estão sobre os que os temem, sobre os que esperam na sua misericórdia', ao lado de imagens do derrube da estátua de Saddam Hussein em Bagdad.
Duas semanas antes, por cima de uma imagem de um tanque americano no deserto, estava o texto de Efésios 6:13 'portanto, tomai toda a armadura de Deus, para que possais resistir no dia mau, e havendo feito tudo, ficar firmes'.
Noutra imagem, sob fundo de um discurso de Saddam Hussein, lia-se: 'porque assim é a vontade de Deus que, fazendo bem, tapeis a boca à ignorância dos homens loucos' (I Pedro 2:15).
O Reverendo Barry W. Lynn, diretor-executivo da 'Americans United for Separation of Church and State' (Americanos Unidos pela Separação de Igreja e Estado), disse a propósito que os soldados americanos 'não são crusados cristãos e não devem ser descritos como tal'.
Lynn continuou: 'representar a guerra no Iraque como um tipo de guerra santa é completamente revoltante. É contrário à separação constitucional de religião e governo e altamente prejudicial para a reputação americana no mundo'.
Veja algumas das imagens em causa aqui, clicando depois em 'CLICK FOR SLIDESHOW >'.
Parece que a herança protestante da América está a ser gravemente ameaçada desde que Barack Obama tomou posse (veja a propósito o anterior artigo 'Dia Nacional de Oração').
Quase sem nos apercebermos, pequenos sinais vão sendo dados de que a grande nação americana, a única no mundo que na sua constituição faz referência a Deus, está a perder o seu sentido religioso.
Não estou a defender a inclusão dos textos bíblicos nos documentos do Pentágono; até julgo que estarão quase todos tremendamente fora de contexto. Mas penso que se discerne aqui um toque claro de descolagem dos princípios protestantes que estiveram na base da fundação dos Estados Unidos.
E, veja-se, isso surge precisamente por uma nobre razão, desde sempre ali defendida: o princípio da liberdade religiosa. Aquilo que começa a ser novo, é o gradual 'apagamento' da figura de Deus, sobre esse mesmo pretexto do respeito pelas crenças de todos, mesmo os que não têm crença alguma (veja o artigo 'Religião dos sem religião').
Sobre o renunciar ao protestantismo, Ellen White escreveu em 1893 (negritos meus para destaque): 'o povo dos Estados Unidos tem sido um povo favorecido, mas quando eles restringirem a liberdade religiosa, renunciarem ao protestantismo e apoiarem o papado, a medida de sua culpa estará cheia, e nos livros do céu estará escrito: apostasia nacional' (Eventos Finais, pág. 117).
Fonte - O Tempo Final
Fonte - O Tempo Final
Obama baixa o tom
Assim que Barack Obama assumiu, nos primeiros dias, tomou decisões talvez um pouco impensadas quanto as conseqüências. Por exemplo, ele aprovou as pesquisas com células tronco e não ouviu uma palavra sequer do que tem a dizer a Igreja Católica a respeito. Assim também falava abertamente a favor do casamento entre pessoas do mesmo sexo e sobre o aborto.
Mas isso parece estar mudando. Até o “Jornal do Vaticano, “L’Osservatore Romano”, considerou que o presidente dos EUA, Barack Obama, teve um tom mais conciliador em relação ao tema do aborto, na sua intervenção de Domingo na Universidade católica de Norte Dame, no Indiana.” Falou em busca do consenso como o caminho para a delicada matéria sobre o aborto. Ele deixou de lado o “tom estridente” da campanha eleitoral. Em linguagem diplomática, conciliadora, Obama disse “vamos trabalhar em conjunto para reduzir o número de mulheres que procuram abortos, reduzindo a gravidez não desejada, tornando as adopções mais disponíveis e oferecendo cuidados e apoio às mulheres que efectivamente querem levar a sua gravidez até ao fim”.
Obama está descobrindo que, para a Globalização ter futuro, precisa da Igreja Católica. Só assim o projeto global dos grandes mercadores (vide Apoc. 18) poderá, teoricamente, dar certo. Como o mundo está indo de mal a pior, alguém, que é a Igreja Católica, precisa fazer alguma coisa relevante para reeducar os cidadãos do mundo, afim de que cooperem, e deixem de roubar, de se corromper, de estragar a natureza, de matar, de serem violentos, e tudo o mais que está gradativamente inviabilizando o planeta. Para isto a Igreja Católica propõe o domingo como “Dia do Senhor e dia da família”, em que todos se reúnam na igreja, para a missa, e ali serem transformados em cidadãos de bem. (Zenit)
Fonte - Cristo Voltará
Mas isso parece estar mudando. Até o “Jornal do Vaticano, “L’Osservatore Romano”, considerou que o presidente dos EUA, Barack Obama, teve um tom mais conciliador em relação ao tema do aborto, na sua intervenção de Domingo na Universidade católica de Norte Dame, no Indiana.” Falou em busca do consenso como o caminho para a delicada matéria sobre o aborto. Ele deixou de lado o “tom estridente” da campanha eleitoral. Em linguagem diplomática, conciliadora, Obama disse “vamos trabalhar em conjunto para reduzir o número de mulheres que procuram abortos, reduzindo a gravidez não desejada, tornando as adopções mais disponíveis e oferecendo cuidados e apoio às mulheres que efectivamente querem levar a sua gravidez até ao fim”.
Obama está descobrindo que, para a Globalização ter futuro, precisa da Igreja Católica. Só assim o projeto global dos grandes mercadores (vide Apoc. 18) poderá, teoricamente, dar certo. Como o mundo está indo de mal a pior, alguém, que é a Igreja Católica, precisa fazer alguma coisa relevante para reeducar os cidadãos do mundo, afim de que cooperem, e deixem de roubar, de se corromper, de estragar a natureza, de matar, de serem violentos, e tudo o mais que está gradativamente inviabilizando o planeta. Para isto a Igreja Católica propõe o domingo como “Dia do Senhor e dia da família”, em que todos se reúnam na igreja, para a missa, e ali serem transformados em cidadãos de bem. (Zenit)
Fonte - Cristo Voltará
terça-feira, 19 de maio de 2009
Palestras sobre Música em Vídeo
A seguir são disponibilizadas algumas palestras em vídeo, no assunto-foco "Música Sacra e Adoração". Convidamos todos a assistirem e compartilhar este material. As palestras são disponibilizadas diretamente a partir do "Google Vídeo".
A Linguagem da Música - Dr. Frank Garlock
Estas palestras estão em Espanhol, mas falado de forma clara, não muito rápida, o que permite uma boa compreensão por parte do público em geral.
01) - El Dios de la Música
02) - El Mensaje de la Música
03) - El Sonido de la Música
04) - El Evangelio de la Música
05) - Los Efectos de la música
06) - El Concepto de la Música
Música na Balança - Pr. Tim Barrett
Palestras em Português
01) - Introdução
02) - Por Que Estudar Música na Igreja?
Outros materiais serão oportunamente disponibilizados.
Fonte - Música e Adoração
A Linguagem da Música - Dr. Frank Garlock
Estas palestras estão em Espanhol, mas falado de forma clara, não muito rápida, o que permite uma boa compreensão por parte do público em geral.
01) - El Dios de la Música
02) - El Mensaje de la Música
03) - El Sonido de la Música
04) - El Evangelio de la Música
05) - Los Efectos de la música
06) - El Concepto de la Música
Música na Balança - Pr. Tim Barrett
Palestras em Português
01) - Introdução
02) - Por Que Estudar Música na Igreja?
Outros materiais serão oportunamente disponibilizados.
Fonte - Música e Adoração
Sobre o Incontestável
Que a raiz cúbica de 27 é 3 o homem já sabe faz tempo. Hoje em dia isso já está mais do que provado, e não existem mais especulações acadêmicas que tentem provar que a assertiva é falsa, ou inconsistente. Quando um ponto se torna indiscutível e se verifica que ele é válido e infalível, os debates não visam mais ponderações sobre ele, uma vez que o caso está solucionado.. Em vez disso, concentram-se em facetas outras que são, ao meu ver, de duas naturezas distintas, cujas propriedades discutiremos a seguir. (É relevante destacar aqui que os parágrafos seguintes são de teor altamente cartesiano. Para aqueles que manifestam reações alérgicas a tal forma de abordagem, sugiro que pulem para as porções conclusórias.)
A primeira delas é a pesquisa em prol do desenvolvimento de novas idéias. Se assim for, um indivíduo engajado em tal empreitada, deve trabalhar para que através de seus esforços, possa acrescentar algo novo ou contestar algo antigo, o que já é um acréscimo em si. A segunda, e não menos importante, é a filosofia sobre o próprio ponto incontestável. Essa é a mais fiel serva da pesquisa e sem ela seria impossível problematizar questões emergentes (note-se, de emersão).
Tomando por base o pensamento acima, suponha-se uma instituição religiosa com doutrinas bem definidas e expressas, às quais seus adeptos têm pleno acesso. Essas doutrinas e dogmas são o resultado de um trabalho sério de uma divisão maior da instituição, sendo discutidas em reuniões específicas, que são organizadas quando há algum ponto de toque em determinado assunto ou um tema polêmico que poderia causar divergência. Isso acontece quando se pesquisa e se filosofa, o que acaba dotando um dogma de força, no caso de se conseguir reunir embasamento suficiente para o mesmo. Por fim, todas as resoluções são reunidas e expressas para que os membros da instituição, uma vez informados do que a faz parte de sua ideologia, possam fazer suas escolhas quanto a elas. Essa escolha deve ser feita da forma mais criteriosa possível por parte do indivíduo enquanto ser vinculado à instituição.
Pode-se concluir até aqui que: para determinado ponto doutrinário estabelecido pela instituição através de ponderação específica existe a possibilidade de pesquisa relacionada ao mesmo e reflexão filosófica. Ora, se a instituição religiosa Igreja Adventista do Sétimo Dia provê uma ideologia bem definida no tocante ao tema "Música Sacra", cujos caracteres supõe-se serem aceitos por seus membros, para essa situação existem duas possibilidades, a saber, pesquisa e filosofia. Se o tema incontestável e amplamente aceito é o conceito de que a música Sacra é uma música separada para o Criador do Universo, devemos filosofar sobre ele, sobre como realmente Deus gostaria de que estivéssemos nos envolvendo com essa música. Podemos também pesquisar para que haja crescimento e essa doutrina se fortaleça e esteja munida de argumentos, o que só irá acontecer caso ela seja de fato consistente e correta. Deus dá conhecimento suficiente a seu povo, e somos nós os culpados se não há correta administração dele (Oséias 4:6).
Ultimamente tenho visto várias discussões sobre como deveria ser a música na igreja, sendo que a própria já tem resoluções cujo conteúdo nos provê informação suficiente. Pessoas têm criticando este ou aquele palestrante, muitas vezes se perdendo em seus próprios argumentos e acabando por apenas mostrar seus conhecimentos sobre o tema, enquanto seus esforços deveriam ser direcionados para a pesquisa diligente e filosofia (de preferência visando edificação, se vêm da parte dos próprios membros). No lugar de criticarmos a outros que estão fazendo o trabalho de Deus, devemos nos concentrar em pesquisar e filosofar sobre o que significa a música separada para Ele, e como podemos oferecê-la.
Que a música de Deus deve ser separada, isso já sabemos; tanto quanto que a raiz cúbica de 27 é 3. Resta-nos ponderar sobre o caráter dessa música.
Eduardo Solá (Basse-Fondamentale)
Fonte - Música e Adoração
A primeira delas é a pesquisa em prol do desenvolvimento de novas idéias. Se assim for, um indivíduo engajado em tal empreitada, deve trabalhar para que através de seus esforços, possa acrescentar algo novo ou contestar algo antigo, o que já é um acréscimo em si. A segunda, e não menos importante, é a filosofia sobre o próprio ponto incontestável. Essa é a mais fiel serva da pesquisa e sem ela seria impossível problematizar questões emergentes (note-se, de emersão).
Tomando por base o pensamento acima, suponha-se uma instituição religiosa com doutrinas bem definidas e expressas, às quais seus adeptos têm pleno acesso. Essas doutrinas e dogmas são o resultado de um trabalho sério de uma divisão maior da instituição, sendo discutidas em reuniões específicas, que são organizadas quando há algum ponto de toque em determinado assunto ou um tema polêmico que poderia causar divergência. Isso acontece quando se pesquisa e se filosofa, o que acaba dotando um dogma de força, no caso de se conseguir reunir embasamento suficiente para o mesmo. Por fim, todas as resoluções são reunidas e expressas para que os membros da instituição, uma vez informados do que a faz parte de sua ideologia, possam fazer suas escolhas quanto a elas. Essa escolha deve ser feita da forma mais criteriosa possível por parte do indivíduo enquanto ser vinculado à instituição.
Pode-se concluir até aqui que: para determinado ponto doutrinário estabelecido pela instituição através de ponderação específica existe a possibilidade de pesquisa relacionada ao mesmo e reflexão filosófica. Ora, se a instituição religiosa Igreja Adventista do Sétimo Dia provê uma ideologia bem definida no tocante ao tema "Música Sacra", cujos caracteres supõe-se serem aceitos por seus membros, para essa situação existem duas possibilidades, a saber, pesquisa e filosofia. Se o tema incontestável e amplamente aceito é o conceito de que a música Sacra é uma música separada para o Criador do Universo, devemos filosofar sobre ele, sobre como realmente Deus gostaria de que estivéssemos nos envolvendo com essa música. Podemos também pesquisar para que haja crescimento e essa doutrina se fortaleça e esteja munida de argumentos, o que só irá acontecer caso ela seja de fato consistente e correta. Deus dá conhecimento suficiente a seu povo, e somos nós os culpados se não há correta administração dele (Oséias 4:6).
Ultimamente tenho visto várias discussões sobre como deveria ser a música na igreja, sendo que a própria já tem resoluções cujo conteúdo nos provê informação suficiente. Pessoas têm criticando este ou aquele palestrante, muitas vezes se perdendo em seus próprios argumentos e acabando por apenas mostrar seus conhecimentos sobre o tema, enquanto seus esforços deveriam ser direcionados para a pesquisa diligente e filosofia (de preferência visando edificação, se vêm da parte dos próprios membros). No lugar de criticarmos a outros que estão fazendo o trabalho de Deus, devemos nos concentrar em pesquisar e filosofar sobre o que significa a música separada para Ele, e como podemos oferecê-la.
Que a música de Deus deve ser separada, isso já sabemos; tanto quanto que a raiz cúbica de 27 é 3. Resta-nos ponderar sobre o caráter dessa música.
Eduardo Solá (Basse-Fondamentale)
Fonte - Música e Adoração
Não Fanático, Mas Radical!
Depois de um ser humano ser convertido à fé cristã, ele é compelido a fazer uma mudança significativa em todos os aspectos de sua vida. Cristo se torna seu modelo para todas as áreas existentes. Se, então, passarmos a analisar esse modelo a que uma pessoa se filia quando adere a tal crença, entendemos que a proximidade com ele traz mais perfeição doutrinária e gera vontade de se parecer mais e mais com ele. Ou, pelo menos, deveria gerar. A vida com Cristo faz-nos sentir quão errantes somos e quantas coisas temos para mudar a cada dia.
Se o parágrafo último é verdadeiro, devemos concordar que ser igual a Cristo significa 100% de semelhança. E, se Ele é o modelo de perfeição absoluta, dever ser 100% perfeito, o que é fato. Qualquer outra porcentagem, como 99% ou 85%, não significa ser igual a Ele. O mundo é exatamente o oposto de Cristo (0%). Especialmente o mundo dos nossos dias. Este é cético, egoísta, promíscuo, hipócrita e falso. Se Cristo foi tão diferente do usual (normal, comum) e tão especial enquanto esteve na terra, quão mais distinto seria se tivesse vindo hoje. Do que as pessoas o chamariam? Radical!
Uma pessoa é radical quando adere completamente a uma crença. Quando não há nada que possa impedi-la de realizar algo em prol dela. Jesus era completamente comprometido com a vontade do Pai, não importava o que acontecesse (até mesmo ao ponto de morrer). E qualquer um que pretende tal comprometimento a qualquer tempo irá igualmente ser taxado de radical. De acordo com o dicionário essa palavra também significa "drástico" e "extremo".
Muitos de nós entendem mal o conceito de radicalismo e tendem a compará-lo a fanatismo. Muitas vezes o termo aparece associado a grupos culturais que agem de forma bárbara para com o semelhante, sendo desnecessário nomeá-los, enquanto o termo que se encaixa melhor seria fanatismo. Este último sim, significa zelo excessivo por alguma crença. Note-se que excesso denota uma administração abusiva e prejudicial que, no lugar de comunicar piedade, leva uma pessoa à destruição do próprio eu e daqueles ao seu redor, quer fisicamente ou mentalmente (sem mencionar espiritualmente, o que já está implícito).
Jesus não era fanático. E Ele não deseja que o sejamos. Tudo o que Ele pede é que sejamos inteiramente comprometidos com Deus, como Ele próprio sempre foi, tanto no Céu como enquanto viveu em nosso meio. Quanto mais próximos estivermos de Sua perfeição de caráter, tanto mais perfeitos seremos. Uma vez que visemos o caráter 100% perfeito de nosso Redentor, não haverá possibilidade de mirar um padrão mais baixo. E todos os aspectos de nossas vidas deverão se transformar de acordo com esse modelo.
Mais uma vez insisto no nosso dito assunto principal: música. Se todas as áreas de nossa vida devem sofrer mudança, nossa forma de adorar o Criador também deve, significando aqui: de louvá-lo através da música como parte crucial da adoração. Infelizmente a música dentro da igreja tem estado em profunda conexão com aquela de fora dela, não somente em questão de estilo mas também em assuntos puramente musicais. Devemos ter em mente a depravação com que a música do mundo tem estado em contato por tantos séculos após a queda do homem, e quanto o inimigo deseja que ela seja deplorada, até mesmo à destruição daqueles que a ouvem. Isso não é segredo. A esse tipo de música que tem sido produzida no mundo falta divindade e um elevado propósito, conseqüentemente possuindo um score de 0% de perfeição em nosso ranking. Logicamente, eu entendo, quanto mais distantes desta última a música na igreja estiver, e quanto mais próxima do caráter de Cristo, mais perfeita ela se desenvolverá. Se a música para Deus tem características e comum com a música do mundo com jazz e rock, que são estilos etimologicamente pagãos e não buscam o louvor ao Criador (muito pelo contrário), ela perde força quando empregada para fins divinos.
Suponha que a música do Céu atinge 100% de perfeição, quanto a música da igreja de nossos dias atingiria?
"Aquele que diz estar nEle, também deve andar como Ele andou" I João 2:6 Veja também I João 2:28-3:9.
Eduardo Solá (Basse-Fondamentale)
Fonte - Música & Adoração
Se o parágrafo último é verdadeiro, devemos concordar que ser igual a Cristo significa 100% de semelhança. E, se Ele é o modelo de perfeição absoluta, dever ser 100% perfeito, o que é fato. Qualquer outra porcentagem, como 99% ou 85%, não significa ser igual a Ele. O mundo é exatamente o oposto de Cristo (0%). Especialmente o mundo dos nossos dias. Este é cético, egoísta, promíscuo, hipócrita e falso. Se Cristo foi tão diferente do usual (normal, comum) e tão especial enquanto esteve na terra, quão mais distinto seria se tivesse vindo hoje. Do que as pessoas o chamariam? Radical!
Uma pessoa é radical quando adere completamente a uma crença. Quando não há nada que possa impedi-la de realizar algo em prol dela. Jesus era completamente comprometido com a vontade do Pai, não importava o que acontecesse (até mesmo ao ponto de morrer). E qualquer um que pretende tal comprometimento a qualquer tempo irá igualmente ser taxado de radical. De acordo com o dicionário essa palavra também significa "drástico" e "extremo".
Muitos de nós entendem mal o conceito de radicalismo e tendem a compará-lo a fanatismo. Muitas vezes o termo aparece associado a grupos culturais que agem de forma bárbara para com o semelhante, sendo desnecessário nomeá-los, enquanto o termo que se encaixa melhor seria fanatismo. Este último sim, significa zelo excessivo por alguma crença. Note-se que excesso denota uma administração abusiva e prejudicial que, no lugar de comunicar piedade, leva uma pessoa à destruição do próprio eu e daqueles ao seu redor, quer fisicamente ou mentalmente (sem mencionar espiritualmente, o que já está implícito).
Jesus não era fanático. E Ele não deseja que o sejamos. Tudo o que Ele pede é que sejamos inteiramente comprometidos com Deus, como Ele próprio sempre foi, tanto no Céu como enquanto viveu em nosso meio. Quanto mais próximos estivermos de Sua perfeição de caráter, tanto mais perfeitos seremos. Uma vez que visemos o caráter 100% perfeito de nosso Redentor, não haverá possibilidade de mirar um padrão mais baixo. E todos os aspectos de nossas vidas deverão se transformar de acordo com esse modelo.
Mais uma vez insisto no nosso dito assunto principal: música. Se todas as áreas de nossa vida devem sofrer mudança, nossa forma de adorar o Criador também deve, significando aqui: de louvá-lo através da música como parte crucial da adoração. Infelizmente a música dentro da igreja tem estado em profunda conexão com aquela de fora dela, não somente em questão de estilo mas também em assuntos puramente musicais. Devemos ter em mente a depravação com que a música do mundo tem estado em contato por tantos séculos após a queda do homem, e quanto o inimigo deseja que ela seja deplorada, até mesmo à destruição daqueles que a ouvem. Isso não é segredo. A esse tipo de música que tem sido produzida no mundo falta divindade e um elevado propósito, conseqüentemente possuindo um score de 0% de perfeição em nosso ranking. Logicamente, eu entendo, quanto mais distantes desta última a música na igreja estiver, e quanto mais próxima do caráter de Cristo, mais perfeita ela se desenvolverá. Se a música para Deus tem características e comum com a música do mundo com jazz e rock, que são estilos etimologicamente pagãos e não buscam o louvor ao Criador (muito pelo contrário), ela perde força quando empregada para fins divinos.
Suponha que a música do Céu atinge 100% de perfeição, quanto a música da igreja de nossos dias atingiria?
"Aquele que diz estar nEle, também deve andar como Ele andou" I João 2:6 Veja também I João 2:28-3:9.
Eduardo Solá (Basse-Fondamentale)
Fonte - Música & Adoração
Países que atrapalharem acordo global sobre o clima correm risco de isolamento
O alerta foi feito pelo ministro do Meio Ambiente britânico, Ed Milliband. Ele acredita que o isolamento internacional seria resultado dos compromissos assumidos por Barack Obama em prol do meio ambiente.
Tais compromissos estariam aumentando significativamente as perspectivas de se chegar a um acordo global na conferência sobre o clima da ONU, que será realizada em dezembro, em Copenhague.
Em sua campanha, Barack Obama se comprometeu a criar "empregos verdes" e a buscar um acordo global de combate às alterações climáticas. O ex-presidente George Bush rejeitou o protocolo de Kyoto, argumentando que prejudicaria os interesses comerciais dos EUA.
Fonte - Opinião e Notícia
Nota DDP: Os eventuais contornos fáticos da profecia e os instrumentos para que os mesmos seja operacionalizados parecem se estabelecer de forma cada vez mais clara.
Apocalipse 13:17
para que ninguém possa comprar ou vender, senão aquele que tem a marca, o nome da besta ou o número do seu nome.
Veja ainda "EUA e China já negociam novo tratado climático".
Tais compromissos estariam aumentando significativamente as perspectivas de se chegar a um acordo global na conferência sobre o clima da ONU, que será realizada em dezembro, em Copenhague.
Em sua campanha, Barack Obama se comprometeu a criar "empregos verdes" e a buscar um acordo global de combate às alterações climáticas. O ex-presidente George Bush rejeitou o protocolo de Kyoto, argumentando que prejudicaria os interesses comerciais dos EUA.
Fonte - Opinião e Notícia
Nota DDP: Os eventuais contornos fáticos da profecia e os instrumentos para que os mesmos seja operacionalizados parecem se estabelecer de forma cada vez mais clara.
Apocalipse 13:17
para que ninguém possa comprar ou vender, senão aquele que tem a marca, o nome da besta ou o número do seu nome.
Veja ainda "EUA e China já negociam novo tratado climático".
Gripe suína pode ter atingido 100 mil nos EUA, diz centro do governo
O vírus da gripe suína (A H1N1) chegou a 48 Estados americanos e está levando à internação de um número preocupante de jovens e atingindo mais escolas do que o comum para a gripe sazonal (comum) no fim da primavera no hemisfério norte, disseram autoridades de saúde dos Estados Unidos nesta segunda-feira. A doença pode ter atingido 100 mil pessoas no país, e os casos confirmados são apenas "a ponta do iceberg", disse em uma entrevista Anne Schuchat, especialista do CDC (Centro de Controle de Doenças), órgão responsável pela análise das doenças infecciosas nos EUA.
Fonte - Folha
Nota DDP: É interessante que se conferiu muito mais alarde quando se tratava de duas centenas de casos em apenas um país, do que agora que já se admite milhares em dezenas de países, sem se possuir ainda qualquer parâmetro sobre as possibilidades derivadas deste quadro.
Veja ainda "Organização Mundial da Saúde confirma mil casos da nova gripe em 24 horas"
Fonte - Folha
Nota DDP: É interessante que se conferiu muito mais alarde quando se tratava de duas centenas de casos em apenas um país, do que agora que já se admite milhares em dezenas de países, sem se possuir ainda qualquer parâmetro sobre as possibilidades derivadas deste quadro.
Veja ainda "Organização Mundial da Saúde confirma mil casos da nova gripe em 24 horas"
História da adoração - O mau uso do livre arbítrio
Capítulo 05
Ao criar Adão e Eva, DEUS os fez à Sua semelhança. Isto quer dizer que eles eram seres com capacidade de tomar decisões racionais. Uma decisão racional é a que considera informações para decidir e leva em conta as conseqüências. Seres racionais têm ciência dos porquês para tomar certas decisões e tem ciência dos efeitos delas.
Essa é uma condição para que esses seres sejam felizes. E como já estudamos em capítulos anteriores, DEUS cria seres a Sua semelhança para serem felizes junto com Ele.
Mas por que é necessário ser livre para ser feliz? Isso é bem simples. Se você for uma mulher, imagine o seu parceiro, se for um homem, imagine a sua parceira. Então cada um tem seu cônjuge para imaginar. Pense que esse cônjuge está programado para sempre fazer o bem a você e nunca lhe magoar. Mesmo que você fosse livre, poderia haver amor com alguém assim? Essa seria uma pessoa que amaria você porque tem um programa para essa finalidade, mas não porque ela mesma decide assim.
Agora imagine duas pessoas programadas, para uma amar a outra. Elas se amam sem a menor possibilidade de terem outra escolha. Podem até se amar, mas será um amor, digamos, forçado, mecânico, imposto por um terceiro. Na verdade isso não é amor autêntico.
E eles poderão ser felizes? Absolutamente não porque não conseguem decidir amar um ao outro, embora se amem. Veja bem, não há decisão de amar, amam-se porque assim foi determinado. E, portanto, não podem ser felizes, porque a única opção que eles tem é um fazer o outro feliz.
E como é isso quando os seres são livres? Em primeiro lugar, cada um decide se vai amar ou não a outra pessoa. Então, por sua iniciativa e vontade própria, decide fazer uma quantidade de coisas para deixar a outra pessoa feliz. A outra pessoa sente que isso vem do coração, da vontade, e isso se chama correspondência. O amor de um e de outro é correspondido por livre vontade. Isso é autêntico, assim nos sentimos valorizados. O seu cônjuge te ama porque assim decide, e torna a decidir todos os dias. Entre outras opções essa pessoa sempre decide por você, e é isso que nos faz felizes: alguém que nos escolheu continua decidindo manter essa escolha. Ela continua dia-a-dia nos valorizando, e assim nos sentimos bem.
Sendo assim, DEUS não possuía outra escolha senão criar os seres a Sua semelhança livres. Isto significa que deveriam ter opções em tudo com que se defrontassem na vida. Um homem, assim como uma mulher, por exemplo, podem escolher alguém para se casar. São livres para isso. Podem depois deixar a pessoa escolhida e ir embora. São livres para isso. DEUS disse que não nos deveríamos separar, pois o comprometimento é essencial para a felicidade, pelos mesmos argumentos acima. Mas, se assim desejarem, sabem que existirão efeitos, e se separam, e ninguém o impedirá.
E a principal escolha, qual é? O ser humano, criado por DEUS, pertence a DEUS, mesmo assim, tem a liberdade de escolher, se desejar, seguir a outro senhor. Esse outro pode ser uma estátua, algum astro, outra pessoa ou até ela mesma. Saiba, no entanto que fazendo isso, morrerá, pois se desliga por vontade própria da única fonte de vida que existe. Saiba também que vai sofrer, pois se desliga da única fonte de felicidade.
Adão e Eva foram criados livres. Seus descendentes seriam também livres. Mas Adão e Eva um dia desses não souberam fazer uma escolha inteligente. Decidiram dar ouvidos a Lúcifer, que estava a procura de adeptos para o adorar. Esse ser queria ser deus, embora não tivesse as condições. Então foi que Adão e Eva se desligaram de seu Criador, e obtiveram a condição de mortais, assim como todos os seus descendentes.
Fonte - Cristo Voltará
Ao criar Adão e Eva, DEUS os fez à Sua semelhança. Isto quer dizer que eles eram seres com capacidade de tomar decisões racionais. Uma decisão racional é a que considera informações para decidir e leva em conta as conseqüências. Seres racionais têm ciência dos porquês para tomar certas decisões e tem ciência dos efeitos delas.
Essa é uma condição para que esses seres sejam felizes. E como já estudamos em capítulos anteriores, DEUS cria seres a Sua semelhança para serem felizes junto com Ele.
Mas por que é necessário ser livre para ser feliz? Isso é bem simples. Se você for uma mulher, imagine o seu parceiro, se for um homem, imagine a sua parceira. Então cada um tem seu cônjuge para imaginar. Pense que esse cônjuge está programado para sempre fazer o bem a você e nunca lhe magoar. Mesmo que você fosse livre, poderia haver amor com alguém assim? Essa seria uma pessoa que amaria você porque tem um programa para essa finalidade, mas não porque ela mesma decide assim.
Agora imagine duas pessoas programadas, para uma amar a outra. Elas se amam sem a menor possibilidade de terem outra escolha. Podem até se amar, mas será um amor, digamos, forçado, mecânico, imposto por um terceiro. Na verdade isso não é amor autêntico.
E eles poderão ser felizes? Absolutamente não porque não conseguem decidir amar um ao outro, embora se amem. Veja bem, não há decisão de amar, amam-se porque assim foi determinado. E, portanto, não podem ser felizes, porque a única opção que eles tem é um fazer o outro feliz.
E como é isso quando os seres são livres? Em primeiro lugar, cada um decide se vai amar ou não a outra pessoa. Então, por sua iniciativa e vontade própria, decide fazer uma quantidade de coisas para deixar a outra pessoa feliz. A outra pessoa sente que isso vem do coração, da vontade, e isso se chama correspondência. O amor de um e de outro é correspondido por livre vontade. Isso é autêntico, assim nos sentimos valorizados. O seu cônjuge te ama porque assim decide, e torna a decidir todos os dias. Entre outras opções essa pessoa sempre decide por você, e é isso que nos faz felizes: alguém que nos escolheu continua decidindo manter essa escolha. Ela continua dia-a-dia nos valorizando, e assim nos sentimos bem.
Sendo assim, DEUS não possuía outra escolha senão criar os seres a Sua semelhança livres. Isto significa que deveriam ter opções em tudo com que se defrontassem na vida. Um homem, assim como uma mulher, por exemplo, podem escolher alguém para se casar. São livres para isso. Podem depois deixar a pessoa escolhida e ir embora. São livres para isso. DEUS disse que não nos deveríamos separar, pois o comprometimento é essencial para a felicidade, pelos mesmos argumentos acima. Mas, se assim desejarem, sabem que existirão efeitos, e se separam, e ninguém o impedirá.
E a principal escolha, qual é? O ser humano, criado por DEUS, pertence a DEUS, mesmo assim, tem a liberdade de escolher, se desejar, seguir a outro senhor. Esse outro pode ser uma estátua, algum astro, outra pessoa ou até ela mesma. Saiba, no entanto que fazendo isso, morrerá, pois se desliga por vontade própria da única fonte de vida que existe. Saiba também que vai sofrer, pois se desliga da única fonte de felicidade.
Adão e Eva foram criados livres. Seus descendentes seriam também livres. Mas Adão e Eva um dia desses não souberam fazer uma escolha inteligente. Decidiram dar ouvidos a Lúcifer, que estava a procura de adeptos para o adorar. Esse ser queria ser deus, embora não tivesse as condições. Então foi que Adão e Eva se desligaram de seu Criador, e obtiveram a condição de mortais, assim como todos os seus descendentes.
Fonte - Cristo Voltará
Ignorando a Deus
(Adapatado a partir do texto de Marvin Williams) "Pois desde a criação do mundo os atributos de Deus, seu eterno poder e sua natureza divina, têm sido vistos claramente" (Rom. 1:20)
Conta-se a história de um homem que vestia jeans, camiseta e boné de beisebol, junto a um muro, ao lado de um latão de lixo numa estação de metrô em Washington. Naquela espaço, ele tocou seu violino por quase uma hora, entoou seis peças clássicas enquanto quase mil e cem pessoas passaram por lá, sendo que todas elas o ignoraram.
O interessane, é que todas aquelas pessoas sequer faziam idéia que aquele homem simples, naquele lugar público, era um dos músicos clássicos mais talentosos do mundo - Joshua Bell.
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Veja também a seção de "Informações Bíblicas".
segunda-feira, 18 de maio de 2009
Papa conseguiu fazer a paz ressoar na Terra Santa (Vaticano)
O Pe. Federico Lombardi, director da Sala de Imprensa da Santa Sé, considera que Bento XVI cumpriu a missão que se tinha proposto na Terra Santa: fazer que a paz ressoassee nos diferentes âmbitos religiosos, sociais e políticos.
“Nesta última viagem, o Papa falou muito de paz, como tinha prometido: trinta discursos, uma só mensagem, que ele repete sem cessar, neste único tema, com inúmeras variações - paz entre israelitas e palestinos; paz entre judeus, muçulmanos e cristãos; paz na Igreja, entre as confissões e ritos; paz na sociedade e na família; paz entre Deus, o homem e as criaturas; paz nos corações, no Oriente Médio, no mundo... Paz, paz, paz”, refere o Pe. Lombardi.
“Ele falou muito, mas também escutou, pelo menos o mesmo ou muito mais”, continua, ao fazer um balanço para o «Octava Dies», semanário do Centro Televisivo Vaticano, desta visita que, de 8 a 15 de Maio, levou o Papa à Jordânia, Israel e territórios palestinos.
Segundo o Pe. Lombardi, Bento XVI “realizou uma peregrinação aos lugares, mas, antes ainda, aos corações”.
“Não só visitou os lugares mais santos do cristianismo, mas também os do judaísmo e do Islão: Yad Vashem, o Muro das Lamentações, a Cúpula da Rocha. Ele assumiu os sentimentos de todos os peregrinos das três religiões às quais pede acesso aos lugares santos”, precisa.
Para o porta-voz do Vaticano, Bento XVI é “um Papa cristão, mas um Papa para todos, acima das divisões. Um exemplo a ser seguido”.
Fonte - Ecclesia
Nota DDP: Como já demonstrado aqui, a manifestação do porta-voz do Vaticano não é isolada neste assunto. E ao se falar sobre paz e liberdade, importante é considerar-se outros aspectos, como aventado em "Hoje liberdade, amanhã...".
Outra percepção interessante sobre o mesmo quadro emerge desta análise do Le Mond:
Bento 16, um papa político no Oriente Médio
Três destinos sensíveis, quatro assuntos de peso. Durante uma semana e quase trinta discursos na Jordânia, em Israel e nos territórios palestinos ocupados, o papa Bento 16 tinha pelo menos sete boas razões para tropeçar. Não chegou nem perto. Bento 16 dominou de forma geral os aspectos geopolíticos da região, ainda que, ao longo da viagem que terminou na sexta-feira (15), ele não tenha conseguido evitar todos os obstáculos previsíveis em um contexto em que a religião tem parte com a política. Sem deixar de lado sua rigidez e seu registro de teólogo, o papa falou de política e se transformou em defensor do diálogo entre as religiões e as culturas.
...
O diálogo entre islâmicos e cristãos, que se tornou uma grande aposta do pontificado desde a controvérsia suscitada pelo discurso do papa em Regensburgo (Baviera) - no qual os muçulmanos haviam entendido uma crítica ao Islã -, esteve no cerne da etapa jordaniana e da passagem por Jerusalém. Apesar das tentativas de recuperação política por parte de dirigentes muçulmanos, foram dados passos importantes. Só a visita ao Domo da Rocha, na Esplanada das Mesquitas, em Jerusalém, constitui um sinal significativo da confiança entre uma parte das elites muçulmanas e o Vaticano.
O balanço é menos positivo para as relações entre judeus e cristãos e para a imagem do papa na sociedade israelense.
...
Na essência, o papa quis chamar a atenção mais para os "valores comuns" às três religiões do que para as diferenças.
...
Mas é na questão entre israelenses e palestinos que esse papa, normalmente tão pouco político, surpreendeu.
...
Ainda que a palavra papal não tenha o peso da de um Barack Obama, essa esperança continuará sendo uma das frases-chave de sua viagem. (...) (24 Horas News)
Saliento ainda duas percepções: A de que o Vaticano se afigura como um líder na composição dos segmentos religiosos no mundo com vistas à paz e, o estreitamento de relações com o Islão, muito embora como também já visto, a visita tenha se demonstrado importante junto aos judeus.
Não se deve perder de vista ainda esta última parte, em que se avalia o "peso" da palavra do papa em relação à do presidente americano, que também tem interesses declarados no Oriente Médio.
Eles (EUA x Roma) estarão falando a mesma "língua" dentre em breve.
“Nesta última viagem, o Papa falou muito de paz, como tinha prometido: trinta discursos, uma só mensagem, que ele repete sem cessar, neste único tema, com inúmeras variações - paz entre israelitas e palestinos; paz entre judeus, muçulmanos e cristãos; paz na Igreja, entre as confissões e ritos; paz na sociedade e na família; paz entre Deus, o homem e as criaturas; paz nos corações, no Oriente Médio, no mundo... Paz, paz, paz”, refere o Pe. Lombardi.
“Ele falou muito, mas também escutou, pelo menos o mesmo ou muito mais”, continua, ao fazer um balanço para o «Octava Dies», semanário do Centro Televisivo Vaticano, desta visita que, de 8 a 15 de Maio, levou o Papa à Jordânia, Israel e territórios palestinos.
Segundo o Pe. Lombardi, Bento XVI “realizou uma peregrinação aos lugares, mas, antes ainda, aos corações”.
“Não só visitou os lugares mais santos do cristianismo, mas também os do judaísmo e do Islão: Yad Vashem, o Muro das Lamentações, a Cúpula da Rocha. Ele assumiu os sentimentos de todos os peregrinos das três religiões às quais pede acesso aos lugares santos”, precisa.
Para o porta-voz do Vaticano, Bento XVI é “um Papa cristão, mas um Papa para todos, acima das divisões. Um exemplo a ser seguido”.
Fonte - Ecclesia
Nota DDP: Como já demonstrado aqui, a manifestação do porta-voz do Vaticano não é isolada neste assunto. E ao se falar sobre paz e liberdade, importante é considerar-se outros aspectos, como aventado em "Hoje liberdade, amanhã...".
Outra percepção interessante sobre o mesmo quadro emerge desta análise do Le Mond:
Bento 16, um papa político no Oriente Médio
Três destinos sensíveis, quatro assuntos de peso. Durante uma semana e quase trinta discursos na Jordânia, em Israel e nos territórios palestinos ocupados, o papa Bento 16 tinha pelo menos sete boas razões para tropeçar. Não chegou nem perto. Bento 16 dominou de forma geral os aspectos geopolíticos da região, ainda que, ao longo da viagem que terminou na sexta-feira (15), ele não tenha conseguido evitar todos os obstáculos previsíveis em um contexto em que a religião tem parte com a política. Sem deixar de lado sua rigidez e seu registro de teólogo, o papa falou de política e se transformou em defensor do diálogo entre as religiões e as culturas.
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O diálogo entre islâmicos e cristãos, que se tornou uma grande aposta do pontificado desde a controvérsia suscitada pelo discurso do papa em Regensburgo (Baviera) - no qual os muçulmanos haviam entendido uma crítica ao Islã -, esteve no cerne da etapa jordaniana e da passagem por Jerusalém. Apesar das tentativas de recuperação política por parte de dirigentes muçulmanos, foram dados passos importantes. Só a visita ao Domo da Rocha, na Esplanada das Mesquitas, em Jerusalém, constitui um sinal significativo da confiança entre uma parte das elites muçulmanas e o Vaticano.
O balanço é menos positivo para as relações entre judeus e cristãos e para a imagem do papa na sociedade israelense.
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Na essência, o papa quis chamar a atenção mais para os "valores comuns" às três religiões do que para as diferenças.
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Mas é na questão entre israelenses e palestinos que esse papa, normalmente tão pouco político, surpreendeu.
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Ainda que a palavra papal não tenha o peso da de um Barack Obama, essa esperança continuará sendo uma das frases-chave de sua viagem. (...) (24 Horas News)
Saliento ainda duas percepções: A de que o Vaticano se afigura como um líder na composição dos segmentos religiosos no mundo com vistas à paz e, o estreitamento de relações com o Islão, muito embora como também já visto, a visita tenha se demonstrado importante junto aos judeus.
Não se deve perder de vista ainda esta última parte, em que se avalia o "peso" da palavra do papa em relação à do presidente americano, que também tem interesses declarados no Oriente Médio.
Eles (EUA x Roma) estarão falando a mesma "língua" dentre em breve.
A megadecibelização do louvor
Quando no livro de Amós se lê que Deus pede para que "se afaste dEle o barulho dos instrumentos de louvor" deve-se entender que Ele não está dizendo que se pare de tocar qualquer instrumento musical que seja. O problema, na verdade, é o falso espírito de louvor de um povo que O louva com seus lábios mas O desonra em seus corações, o faz da música apenas um ruído desagradável. Vê-se um Deus menos preocupado com o estilo musical e mais atento ao estilo de vida do adorador.Porém, se alguém disser que os versos de Amós se referem ao atual volume das bandas de louvor estará exegeticamente errado, mas auditivamente correto. A intensidade exagerada das vozes e instrumentos se deve primordialmente à má direção musical - onde está o equilíbrio entre os instrumentos e as vozes dos cantores do grupo e da congregação? Submersa pelos decibéis empolgados da banda, a congregação acaba assistindo a um concerto. Essa megadecibelização do louvor contribui para uma inversão de papéis.
Com humor e muita pertinência, John G. Stackhouse Jr., professor de Teologia e Cultura no Regent College em Vancouver, Canadá, faz algumas observações a respeito da intensidade do volume dos grupos de louvor das igrejas:
" (...) Eu estava num acampamento cristão, há não muito tempo, onde nos reunimos para cantar ao redor de uma fogueira. Apareceram guitarras, mas, um pouco antes que eu pudesse ficar nostálgico e sugerisse que cantássemos “Pass it on”, apareceu o pedestal de um microfone também. Aparentemente três guitarras para quatro pessoas não eram suficientes. Não, elas tinham que ser amplificadas.
"Eu não tenho 110 anos de idade, amigos. Eu cresci nos anos 70 com montes de amplificadores Marshall e bandas barulhentas de heavy metal o suficiente para competir com boeings 747 e ganhar. Tenho tocado em bandas de louvor por mais de 30 anos e muitas músicas passaram pelo meu teclado Roland ou baixo Fender ou guitarra Godin. Além disso, sou um homem de meia idade e minha audição está propensa a ir falhando. Mas, ainda acho o som de quase todas as bandas em quase todas as igrejas que visito muito alto - não apenas um pouco alto, mas desconfortável, e mesmo dolorosamente, alto.
"Então, aqui estão cinco razões para que cada um diminua o som um ponto – ou talvez três ou quatro.
"Primeiro, eu sei que dizer isso significa quebrar as regras dos músicos – do mesmo modo que os mágicos nunca devem revelar um segredo – mas aumentar o volume é um truque barato para aumentar a energia do ambiente. A comédia This is Spinal Tap nos mostrou todos os absurdos truques de som utilizados para compensar a falta de talento. (Os botões das guitarras dos componentes de bandas foram modificados para ir até 11.) Não compensa aumentar a amperagem da mediocridade para transformá-la em MEDIOCRIDADE.
"Segundo, quando vocês não são muito afinados – e vamos encarar isso, a maioria dos cantores e instrumentistas não está próxima de um tom perfeito – aumentá-lo só faz prejudicar mais. Se eu ouço um “cantor afinado” tendo problemas em decidir se atinge a terça maior ou menor e ao invés disso ele chega a um meio termo com um volume alto, eu sinto como se a minha cabeça fosse rachar.
"Terceiro, as caixas de som, usadas na maioria das igrejas com o sistema PA, não devem colocar muita força nos pianos, baixos e baterias. Assim nós estaremos sendo triturados com um som desagradável e estrepitante – o que não induz à adoração.
"Quarto, considerem que vocês podem estar excluindo as pessoas mais velhas que, em sua maioria, não gosta do volume do Guns N´ Roses na igreja. E se vocês desconfiarem que os mais velhos estejam encantados por trás de seus sorrisos fechados, perguntem a eles. Eu desafio vocês.
"Quinto, deixe-me falar um pouco da história da igreja e de teologia pra vocês. Nos tempos em que a música se desenvolveu na Palestina no século XVI, tornou-se muito requintada e adornada para cantores comuns. Então os cristãos iam à igreja para ouvir um padre e um coral.
"(...) O problema hoje, certamente, é a raridade de músicas elaboradas. Nós poderíamos utilizar um pouco mais de arte, na verdade, do que normalmente conseguimos, com a simplicidade e formatos musicais repetitivos de muitas músicas de adoração contemporâneas.
"Não, o contraste com a Reforma é a insistência dos dias modernos de que as pessoas sejam o centro das atenções. Nós fazemos isso ao permitir que uma banda com seis membros faça mais barulho do que uma congregação lotada. Mas o culto na igreja não é um concerto no qual o público canta com os cantores principais. Musicistas – cada um deles, incluindo os cantores - acompanham o louvor da congregação. Eles deveriam estar misturados ao som o suficiente apenas para fazer a sua parte, conduzindo e apoiando a congregação (...)".
Ilustração e trechos do texto de Stackhouse Jr na Christianity Today International traduzido por Ana Maria Neves para o site Cristianismo Hoje.
Fonte - Nota de Pauta
Nota DDP: Texto oportunamente indicado pelo irmão Joêzer, em função do post "Dança na adoração à luz da Bíblia".
A verdade é relativa?
Protágoras: "A verdade é relativa. É somente uma questão de opinião."Sócrates: "Você quer dizer que a verdade é mera opinião subjetiva?"
Protágoras: "Exatamente. O que é verdade para você, é verdade para você, e o que é verdade para mim, é verdade para mim. A verdade é subjetiva."
Sócrates: "Você quer dizer realmente isso? Que minha opinião é verdadeira em virtude de ser minha opinião?"
Protágoras: "Sem dúvida!"
Sócrates: "Minha opinião é: a verdade é absoluta, não opinião, e que você, Sr. Protágoras, está absolutamente em erro. Visto que é minha opinião, então você deve conceder que ela é verdadeira segundo a sua filosofia."
Protágoras: "Você está absolutamente correto, Sócrates."
A filosofia por trás do Pós-Modernismo não é nova. Sócrates já havia demonstrado a inconsistência lógica do relativismo há mais de 2.400 anos.
Salomão, certa vez, disse: "Não há nada novo debaixo do sol" (Ec 1:9)
Sofismas que previamente existiram ressurgem em nossos dias com nova roupagem semântica; não há nada de novo, somente coisas velhas acontecendo a pessoas novas.
(O Mito da Evolução)
Fonte - Michelson Borges
Nota DDP: O interessante é que para alguns a verdade é relativa/subjetiva apenas em conexão à sua própria pessoa...
O controle da internet
Em sua passagem pelo Oriente Médio, BXVI de forma a princípio e talvez pouco inserida no veio de sua "peregrinação", tratou da internet no âmbito tanto de agregar, como de dividir os povos. Tal declaração apareceu concomitantemente à discussão nos EUA de uma nova lei sobre controle de informação na web.
Novos dados aparecem em matéria recente do Globo:
"Em função de sua possível violação da chamada Primeira Emenda da Constituição americana (que garante a liberdade de expressão), o "Megan Meier Cyberbullying Prevention Act" de Linda Sanchez, que caracteriza como crime punível com multa e até dois anos de prisão transmitir por meios eletrônicos "com a intenção de coagir, intimidar, assediar, ou causar estresse emocional substancial a uma pessoa (.) apoiar comportamento severo, repetido, e hostil," está sendo avaliado por especialistas como inconstitucional: Eugene Volokh, professor da Universidade da Califórnia em Los Angeles, e coordenador do blog "Volokh Conspiracy," diz que, se a lei passar no Congresso, deverá ser derrubada nas cortes."
Juridicamente falando, a expressão "causar estresse emocional substancial a uma pessoa" tem alcance quase ilimitado. Temos um projeto de lei muito parecido tramitando em nosso congresso, com termos congêneres, a tratar das questões relacionadas ao "gênero" sexual.
Mas avancemos um pouco nas "coincidências":
ONU quer mais proteção para crianças que navegam na internet
...
Ban Ki-moon conclui sua mensagem, pedindo a legisladores e líderes da indústria que busquem os meios para tornar a Internet mais segura, o mais rapidamente possível. (Radio Vaticano)
Ou ainda:
União Européia quer "G12 da internet" para governar o ciber espaço (Global Research - Inglês)
Os ares de liberdade parecem que serão rapidamente invadidos pelo controle, que já existe, mas que ainda não é subsidiado por leis que garantam algum tipo de punição aos que divergem do "stablishment".
Ao que parece os dias de liberdade estão contados.
Novos dados aparecem em matéria recente do Globo:
"Em função de sua possível violação da chamada Primeira Emenda da Constituição americana (que garante a liberdade de expressão), o "Megan Meier Cyberbullying Prevention Act" de Linda Sanchez, que caracteriza como crime punível com multa e até dois anos de prisão transmitir por meios eletrônicos "com a intenção de coagir, intimidar, assediar, ou causar estresse emocional substancial a uma pessoa (.) apoiar comportamento severo, repetido, e hostil," está sendo avaliado por especialistas como inconstitucional: Eugene Volokh, professor da Universidade da Califórnia em Los Angeles, e coordenador do blog "Volokh Conspiracy," diz que, se a lei passar no Congresso, deverá ser derrubada nas cortes."
Juridicamente falando, a expressão "causar estresse emocional substancial a uma pessoa" tem alcance quase ilimitado. Temos um projeto de lei muito parecido tramitando em nosso congresso, com termos congêneres, a tratar das questões relacionadas ao "gênero" sexual.
Mas avancemos um pouco nas "coincidências":
ONU quer mais proteção para crianças que navegam na internet
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Ban Ki-moon conclui sua mensagem, pedindo a legisladores e líderes da indústria que busquem os meios para tornar a Internet mais segura, o mais rapidamente possível. (Radio Vaticano)
Ou ainda:
União Européia quer "G12 da internet" para governar o ciber espaço (Global Research - Inglês)
Os ares de liberdade parecem que serão rapidamente invadidos pelo controle, que já existe, mas que ainda não é subsidiado por leis que garantam algum tipo de punição aos que divergem do "stablishment".
Ao que parece os dias de liberdade estão contados.
Atualizações sobre a crise econômica
Dívida nos EUA torna-se insustentável
Dívida americana é insustentável e os Estados Unidos não podem continuar na dependência da China e de outros credores, disse o presidente Barack Obama num dos mais dramáticos pronunciamentos de seu curto governo. Para muitos de seus concidadãos isso pode ser uma novidade. Ele mesmo jamais havia explorado o assunto de forma tão direta numa cerimônia pública. Em algum momento, disse ele, os credores ficarão cansados de bancar as despesas da maior economia do mundo. "Quando isso acontecer, vamos ter de aumentar os juros para conseguir financiamento e isso vai provocar aumento de juros para todo o mundo", explicou o presidente.
...
O assunto ganhou destaque, na imprensa e nos meios políticos de Washington, quando o primeiro-ministro chinês, Wen Jiabao, declarou em março estar preocupado com a qualidade dos papéis americanos. "Temos feito uma quantidade enorme de empréstimos aos Estados Unidos e, obviamente, nos preocupamos com a proteção dos nossos ativos. Sinceramente, estou um pouco apreensivo", disse o primeiro-ministro. A China detinha em fevereiro, portanto pouco antes dessa declaração, títulos americanos avaliados em US$ 744 bilhões. O Japão também é um grande credor dos Estados Unidos, mas títulos do Tesouro americano estão entre os ativos de muitos países superavitários.
...
A substituição do dólar pode ser difícil, mas isso não torna menos grave o desajuste americano. O acerto dependerá de uma recuperação das contas públicas, já prometida pelo presidente Obama. Quanto mais cedo começar, melhor para todos. Se o ajuste for adiado e imposto por uma crise de confiança, o custo será desastroso para todo o mundo.
Fonte - Estadão
Para a Casa Branca, o pior já passou
Apesar de ainda estar passando por graves dificuldades, a economia americana não está mais em “queda livre”, segundo o diretor de orçamento da Casa Branca, Peter Orszag.
...
Fonte - Opinião e Notícia
Nota DDP: É "insustentável" mas "o pior já passou"? Outras informações sobre as possibilidades que rondam também este assunto podem ser observadas em "Crise sistémica global: O surrealismo financeiro" e "A tempestade financeira" (Inglês).
Do primeiro artigo destaco esta interessante construção:
'Cada um é livre também para acreditar que aqueles que não haviam previsto nem a crise nem a sua intensidade estão hoje em condições de saber precisamente a data do fim.
A nossa equipe aconselha a estes últimos a irem ver (ou rever) o filme Matrix e a reflectirem nas consequências da manipulação dos captadores e indicadores de um ambiente sobre a percepção deste ambiente. Isto não será inútil pois, à imagem do Matrix [5] , como pormenorizaremos no GEAB nº 36, especial do Verão de 2009, os próximos meses poderão intitular-se "Crisis Reloaded".'
A questão que emerge é se realmente não houve previsão...
FAQ
Dívida americana é insustentável e os Estados Unidos não podem continuar na dependência da China e de outros credores, disse o presidente Barack Obama num dos mais dramáticos pronunciamentos de seu curto governo. Para muitos de seus concidadãos isso pode ser uma novidade. Ele mesmo jamais havia explorado o assunto de forma tão direta numa cerimônia pública. Em algum momento, disse ele, os credores ficarão cansados de bancar as despesas da maior economia do mundo. "Quando isso acontecer, vamos ter de aumentar os juros para conseguir financiamento e isso vai provocar aumento de juros para todo o mundo", explicou o presidente.
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O assunto ganhou destaque, na imprensa e nos meios políticos de Washington, quando o primeiro-ministro chinês, Wen Jiabao, declarou em março estar preocupado com a qualidade dos papéis americanos. "Temos feito uma quantidade enorme de empréstimos aos Estados Unidos e, obviamente, nos preocupamos com a proteção dos nossos ativos. Sinceramente, estou um pouco apreensivo", disse o primeiro-ministro. A China detinha em fevereiro, portanto pouco antes dessa declaração, títulos americanos avaliados em US$ 744 bilhões. O Japão também é um grande credor dos Estados Unidos, mas títulos do Tesouro americano estão entre os ativos de muitos países superavitários.
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A substituição do dólar pode ser difícil, mas isso não torna menos grave o desajuste americano. O acerto dependerá de uma recuperação das contas públicas, já prometida pelo presidente Obama. Quanto mais cedo começar, melhor para todos. Se o ajuste for adiado e imposto por uma crise de confiança, o custo será desastroso para todo o mundo.
Fonte - Estadão
Para a Casa Branca, o pior já passou
Apesar de ainda estar passando por graves dificuldades, a economia americana não está mais em “queda livre”, segundo o diretor de orçamento da Casa Branca, Peter Orszag.
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Fonte - Opinião e Notícia
Nota DDP: É "insustentável" mas "o pior já passou"? Outras informações sobre as possibilidades que rondam também este assunto podem ser observadas em "Crise sistémica global: O surrealismo financeiro" e "A tempestade financeira" (Inglês).
Do primeiro artigo destaco esta interessante construção:
'Cada um é livre também para acreditar que aqueles que não haviam previsto nem a crise nem a sua intensidade estão hoje em condições de saber precisamente a data do fim.
A nossa equipe aconselha a estes últimos a irem ver (ou rever) o filme Matrix e a reflectirem nas consequências da manipulação dos captadores e indicadores de um ambiente sobre a percepção deste ambiente. Isto não será inútil pois, à imagem do Matrix [5] , como pormenorizaremos no GEAB nº 36, especial do Verão de 2009, os próximos meses poderão intitular-se "Crisis Reloaded".'
A questão que emerge é se realmente não houve previsão...
FAQ
Atualizações sobre a gripe "A"
Com 129 casos no Japão, gripe suína dominará reunião da OMS
Com 129 casos no Japão, gripe suína dominará reunião da OMS
TÓQUIO - O número de casos da gripe suína no Japão chegou a 129, com mais 33 pacientes confirmados nesta segunda-feira, segundo cálculos da agência de notícias Kyodo. Em meio à rápida disseminação do vírus no país, o primeiro-ministro Taro Aso pediu calma à população. Aso fez o pedido quando o total de casos estava em 92, de acordo com a contagem oficial.
...
Com o número de casos no mundo disparando para mais de 8 mil e o Japão fechando centenas de escolas para combater a epidemia, a gripe suína deve dominar as discussões da assembleia anual da Organização Mundial de Saúde (OMS), a ser aberta nesta segunda-feira em Genebra.
...
Fonte - Estadão
OMS se reúne hoje e pode declarar pandemia de gripe suína
GENEBRA - O governo americano alerta que o vírus H1N1 vai "circular por todo o mundo" e rejeita a tese de que o surto esteja acabando. "Não é isso que estamos vendo nos Estados Unidos", alertou Richard Bessert, representante do Centro de Controle de Doenças do governo americano (CDC).
...
Fonte - Estadão
Mundo terá de se vacinar contra as duas gripes, diz Organização Mundial da Saúde
O mundo provavelmente precisará fabricar continuamente vacinas tanto contra a influenza comum quanto contra a nova gripe H1N1, disse a chefe da Organização Mundial da Saúde (OMS) nesta sexta-feira (15).
...
"Nós estamos nos movendo nessas duas direções para assegurar alguma segurança para a vacina sazonal e ao mesmo tempo dar o pontapé inicial nos primeiros trabalhos científicos para a vacina pandêmica", disse Chan, afirmando que uma versão enfraquecida do vírus H1N1 para ser usada em vacinas deve estar pronta até o final do ano.
...
Fonte - G1
Nota DDP: De se notar que uma das vertentes possíveis em todo este quadro parece começar a se apresentar, qual seja, a de que "o mundo todo terá de se vacinar". As razões exatas sobre tal motivação só o tempo ou os próprios fatos poderão demonstrar.
Com 129 casos no Japão, gripe suína dominará reunião da OMS
TÓQUIO - O número de casos da gripe suína no Japão chegou a 129, com mais 33 pacientes confirmados nesta segunda-feira, segundo cálculos da agência de notícias Kyodo. Em meio à rápida disseminação do vírus no país, o primeiro-ministro Taro Aso pediu calma à população. Aso fez o pedido quando o total de casos estava em 92, de acordo com a contagem oficial.
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Com o número de casos no mundo disparando para mais de 8 mil e o Japão fechando centenas de escolas para combater a epidemia, a gripe suína deve dominar as discussões da assembleia anual da Organização Mundial de Saúde (OMS), a ser aberta nesta segunda-feira em Genebra.
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Fonte - Estadão
OMS se reúne hoje e pode declarar pandemia de gripe suína
GENEBRA - O governo americano alerta que o vírus H1N1 vai "circular por todo o mundo" e rejeita a tese de que o surto esteja acabando. "Não é isso que estamos vendo nos Estados Unidos", alertou Richard Bessert, representante do Centro de Controle de Doenças do governo americano (CDC).
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Fonte - Estadão
Mundo terá de se vacinar contra as duas gripes, diz Organização Mundial da Saúde
O mundo provavelmente precisará fabricar continuamente vacinas tanto contra a influenza comum quanto contra a nova gripe H1N1, disse a chefe da Organização Mundial da Saúde (OMS) nesta sexta-feira (15).
...
"Nós estamos nos movendo nessas duas direções para assegurar alguma segurança para a vacina sazonal e ao mesmo tempo dar o pontapé inicial nos primeiros trabalhos científicos para a vacina pandêmica", disse Chan, afirmando que uma versão enfraquecida do vírus H1N1 para ser usada em vacinas deve estar pronta até o final do ano.
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Fonte - G1
Nota DDP: De se notar que uma das vertentes possíveis em todo este quadro parece começar a se apresentar, qual seja, a de que "o mundo todo terá de se vacinar". As razões exatas sobre tal motivação só o tempo ou os próprios fatos poderão demonstrar.
sexta-feira, 15 de maio de 2009
Papa mostrou a força da Igreja
Não se pode pensar com simplismo sobre a passagem do papa pelo Oriente Médio. São tantos e tão diversos os seus papéis e significados que é preciso o maior cuidado para não se errar demais.
O Vaticano insistiu que Bento 16 vinha ao Oriente Médio como um peregrino, para ver e percorrer os lugares onde se desenrolou a vida de Cristo. Cumpriu seu roteiro de peregrino, mas não foi possível evitar a politização de sua visita. O papa representa a crença e a práxis religiosa de mais de um bilhão de seres humanos que são maioria ou um número considerável em dezenas de países. É chefe do menor Estado em existência, cerca de meio quilômetro quadrado dentro de Roma.
O nome certo é Santa Sé, com menos de mil habitantes, relações diplomáticas e embaixadas em aproximadamente duzentos países, toda a infraestrutura de um Estado e até um pequeno exército. Administra milhares de igrejas e organizações. É arquivo de preciosidades históricas inigualáveis, museu vivo de muitas das maiores obras primas das artes, obras de valores inestimáveis. E tudo isto com um orçamento anual registrando despesa de pouco mais de 300 milhões de dólares, sempre inferior à Receita. O que preserva e mantém são valores intocáveis. É a única religião com uma organização central. O menor poder militar com grande força moral.
Todos os passos viraram símbolos. E o Papa de 82 anos subiu o monte Nebo, no qual Moisés, o líder da libertação dos hebreus da escravidão no Egito, foi compensado com a visão da Terra Escolhida. Tinha 120 anos. Não entrou em Canaã por ter pecado, apesar de ter sido o indivíduo escolhido para subir o Monte Sinai, do qual voltou com os Testamentos para escolher as tribos de gente teimosa para mensageiros da Lei.
O Santo Padre quis repetir para o mundo que a Igreja reconhece laços e vínculos indestrutíveis, raízes, como diria em Nazaré, no judaísmo. A mensagem que se empenhou em transmitir em palavras e gestos, tais como visitando o Muro das Lamentações dos judeus e a Mesquita de Al-Aqsa, construída onde Maomé ascendeu a Deus para receber o Corão, foi a de que o monoteísmo tem um único patriarca em Abraão, primeiro homem a se comunicar com Deus. Veio reconstruir as pontes que vinculam as religiões. As Pontes para a Paz, como qualificou sua missão.
Em momento algum esqueceu. Viu seu povo, viu sacerdotes muçulmanos e rabinos judeus. Numa mensagem pouco destacada, descreveu o drama dos nossos dias. A internet é um poderoso meio de aproximar povos e pessoas, mas também um instrumento imensamente poderoso de dividir. É um canal tanto para a compreensão como o desentendimento.
As visitas e encontros foram imediatamente transmitidos para bilhões de seres humanos. Não faltam meios. A força moral real do Santo Padre inspirou apelos de líderes palestinos para que assuma posições mais explícitas em favor da paz. E o apelo que lhe fez Bibi Netanyahu, chefe do governo de Israel, para extirpar o antissemitismo renascente e condenar a retórica do presidente do Irã de promoção da destruição do Estado de Israel, adotando o exemplo de Hitler, cujo genocídio de judeus pôde ver exposto em sua visita ao Memorial do Holocausto.
Apreendeu desta peregrinação a incrível ignorância das fés, até entre lideranças. Ignorância como raízes de preconceitos e divisão que a globalização não considerou. A questão de como superá-la é hoje mais urgente. O choque de civilizações que os meios de comunicação fortalecem são cada dia mais violentos e sangrentos.
Fonte - Último Segundo
Nota DDP: Meios de comunicação, como este blog, estão com os dias contados.
Ora vem Senhor Jesus.
O Vaticano insistiu que Bento 16 vinha ao Oriente Médio como um peregrino, para ver e percorrer os lugares onde se desenrolou a vida de Cristo. Cumpriu seu roteiro de peregrino, mas não foi possível evitar a politização de sua visita. O papa representa a crença e a práxis religiosa de mais de um bilhão de seres humanos que são maioria ou um número considerável em dezenas de países. É chefe do menor Estado em existência, cerca de meio quilômetro quadrado dentro de Roma.
O nome certo é Santa Sé, com menos de mil habitantes, relações diplomáticas e embaixadas em aproximadamente duzentos países, toda a infraestrutura de um Estado e até um pequeno exército. Administra milhares de igrejas e organizações. É arquivo de preciosidades históricas inigualáveis, museu vivo de muitas das maiores obras primas das artes, obras de valores inestimáveis. E tudo isto com um orçamento anual registrando despesa de pouco mais de 300 milhões de dólares, sempre inferior à Receita. O que preserva e mantém são valores intocáveis. É a única religião com uma organização central. O menor poder militar com grande força moral.
Todos os passos viraram símbolos. E o Papa de 82 anos subiu o monte Nebo, no qual Moisés, o líder da libertação dos hebreus da escravidão no Egito, foi compensado com a visão da Terra Escolhida. Tinha 120 anos. Não entrou em Canaã por ter pecado, apesar de ter sido o indivíduo escolhido para subir o Monte Sinai, do qual voltou com os Testamentos para escolher as tribos de gente teimosa para mensageiros da Lei.
O Santo Padre quis repetir para o mundo que a Igreja reconhece laços e vínculos indestrutíveis, raízes, como diria em Nazaré, no judaísmo. A mensagem que se empenhou em transmitir em palavras e gestos, tais como visitando o Muro das Lamentações dos judeus e a Mesquita de Al-Aqsa, construída onde Maomé ascendeu a Deus para receber o Corão, foi a de que o monoteísmo tem um único patriarca em Abraão, primeiro homem a se comunicar com Deus. Veio reconstruir as pontes que vinculam as religiões. As Pontes para a Paz, como qualificou sua missão.
Em momento algum esqueceu. Viu seu povo, viu sacerdotes muçulmanos e rabinos judeus. Numa mensagem pouco destacada, descreveu o drama dos nossos dias. A internet é um poderoso meio de aproximar povos e pessoas, mas também um instrumento imensamente poderoso de dividir. É um canal tanto para a compreensão como o desentendimento.
As visitas e encontros foram imediatamente transmitidos para bilhões de seres humanos. Não faltam meios. A força moral real do Santo Padre inspirou apelos de líderes palestinos para que assuma posições mais explícitas em favor da paz. E o apelo que lhe fez Bibi Netanyahu, chefe do governo de Israel, para extirpar o antissemitismo renascente e condenar a retórica do presidente do Irã de promoção da destruição do Estado de Israel, adotando o exemplo de Hitler, cujo genocídio de judeus pôde ver exposto em sua visita ao Memorial do Holocausto.
Apreendeu desta peregrinação a incrível ignorância das fés, até entre lideranças. Ignorância como raízes de preconceitos e divisão que a globalização não considerou. A questão de como superá-la é hoje mais urgente. O choque de civilizações que os meios de comunicação fortalecem são cada dia mais violentos e sangrentos.
Fonte - Último Segundo
Nota DDP: Meios de comunicação, como este blog, estão com os dias contados.
Ora vem Senhor Jesus.
Papa diz que divisão dos cristãos é vergonhosa
Jerusalém, 15 mai (EFE).- O papa Bento XVI afirmou hoje em Jerusalém que todos os seguidores de Cristo devem "redobrar" os esforços "para aperfeiçoar a comunhão" (unidade), já que a divisão "é uma vergonha".
No último dia de sua peregrinação pela Terra Santa, Bento XVI disse que chegou o momento de apresentar a mensagem de reconciliação de Cristo, porque os cristãos "experimentam a vergonha da nossa divisão".
"Temos de encontrar a força de redobrar nosso compromisso para aperfeiçoar nossa comunhão, para torná-la completa", afirmou o bispo de Roma.
O papa participou hoje de um encontro ecumênico no Patriarcado Greco-Ortodoxo de Jerusalém, onde se reuniu com o patriarca ortodoxo Teófilo III.
Após este encontro, Bento XVI se transferiu ao Santo Sepulcro. O papa sempre disse que a separação dos cristãos é uma ofensa a Deus e um pecado.
Fonte - UOL
No último dia de sua peregrinação pela Terra Santa, Bento XVI disse que chegou o momento de apresentar a mensagem de reconciliação de Cristo, porque os cristãos "experimentam a vergonha da nossa divisão".
"Temos de encontrar a força de redobrar nosso compromisso para aperfeiçoar nossa comunhão, para torná-la completa", afirmou o bispo de Roma.
O papa participou hoje de um encontro ecumênico no Patriarcado Greco-Ortodoxo de Jerusalém, onde se reuniu com o patriarca ortodoxo Teófilo III.
Após este encontro, Bento XVI se transferiu ao Santo Sepulcro. O papa sempre disse que a separação dos cristãos é uma ofensa a Deus e um pecado.
Fonte - UOL
Visita de Bento 16 foi 'um sucesso', dizem israelenses e palestinos
Embora tenha havido polêmica durante a visita do papa Bento 16 a Israel e aos territórios palestinos, representantes do Vaticano, de Israel e da Autoridade Palestina disseram à BBC Brasil que a passagem do pontífice pela região foi "histórica e bem-sucedida".O papa Bento 16 termina nesta sexta-feira sua visita a Israel e aos territórios palestinos, definida pelo Vaticano como "peregrinação pela paz", com uma visita à Igreja do Santo Sepulcro, em Jerusalém, onde segundo a tradição cristã, Jesus foi crucificado e sepultado.
Durante os últimos cinco dias, o papa visitou Jerusalém, Nazaré e a cidade de Belém, e se encontrou com líderes políticos israelenses e palestinos.
O pontífice esteve nos principais lugares sagrados para as três religiões monoteístas e realizou três missas a céu aberto, com participação de dezenas de milhares de pessoas.
De acordo com o porta-voz do Vaticano em Jerusalém, Wadi Abu Nassar, "a visita foi muito bem-sucedida".
Nassar destacou que a visita trouxe "muita alegria aos cristãos da região e lhes deu esperança".
"A visita de Sua Santidade a esta região contribuiu para as relações tanto com os israelenses como com os palestinos e esperamos dar continuidade à aproximação com todos", disse Nassar.
IncidentesO porta-voz do Vaticano não mencionou, em sua declaração à BBC Brasil, alguns incidentes que ocorreram durante a visita e que causaram desconforto no Vaticano.
O principal incidente ocorreu depois da visita de Bento 16 ao Memorial do Holocausto Yad Vashem, em Jerusalém. O discurso do papa durante aquela visita foi recebido com duras críticas por parte do próprio Yad Vashem, de líderes políticos e religiosos e também por parte da imprensa local.
O papa foi acusado de omitir, em seu discurso no Yad Vashem, a responsabilidade dos nazistas pelo extermínio de seis milhões de judeus durante a Segunda Guerra Mundial e também de "não ter pedido desculpas".
O Vaticano reagiu com uma nota incisiva, afirmando que "Sua Santidade não é obrigado a pedir desculpas por algo que não fez e que havia mencionado os seis milhões de judeus exterminados no Holocausto no momento de sua chegada a Israel, já no aeroporto Ben Gurion".
No entanto, o governo israelense não compartilhou da opinião do Yad Vashem e afirmou que o museu "falou em seu próprio nome".
Ao resumir a visita do papa, o porta-voz do ministério das Relações Exteriores de Israel, Yossi Levy, disse à BBC Brasil que "apesar dos momentos delicados que ocorreram nesta visita, o governo israelense a considera um dos eventos mais importantes da história do país".
De acordo com Levy, a visita foi "especial e muito bem-sucedida".
"Temos certeza de que, nesta visita, o diálogo entre Israel e o Vaticano avançou de maneira significativa", disse. "Este foi um encontro histórico com contribuições politicas, culturais e religiosas da maior importância."
João Paulo 2º
Embora o sentimento popular aqui em Israel seja de que a visita do papa João Paulo 2º, em 2000, teria sido "melhor e mais simpática", do que a visita de Bento 16, considerada "fria", analistas dizem que do ponto de vista do conteúdo, o atual pontífice fez pronunciamentos que indicam uma maior aproximação com Israel do que seu antecessor.
Em artigo no jornal Haaretz, o analista Lior Kudner comparou os discursos feitos pelos dois pontífices.
Segundo Kudner, em sua visita no ano 2000, João Paulo 2º afirmou que "devemos, sempre e em todos os lugares, agir na direção de expor a verdadeira face dos judeus e do Judaísmo, assim como dos cristãos e do Cristianismo".
Já o papa Bento 16, de acordo com Kudner, foi bem mais "direto" e disse que "a Igreja tem um total compromisso com a reconciliação entre cristãos e judeus".
Para o governador do distrito de Belém, Salah Ta'mari, a visita foi um "sucesso absoluto".
"A Autoridade Palestina está muito satisfeita com a visita do pontífice a Belém", disse à BBC Brasil o governador, que faz parte da Autoridade.
"Apesar de nossas preocupações com questões de segurança, tudo transcorreu na mais perfeita ordem, harmonia, e devo mencionar principalmente a alegria que todos sentiram, principalmente o próprio papa".
"Percebi que ele se sentiu seguro em nossa cidade pois percorreu Belém, durante toda a visita, com as janelas de seu carro abertas".
"Também percebi que ele gostou muito quando as crianças do campo de refugiados de Aida iniciaram a dança da debka (dança tradicional palestina) com um trecho da Quinta Sinfonia de Beethoven, sei que ele é pianista".
"Bento 16 foi honesto e justo, ele expressou solidariedade com os refugiados palestinos, condenou o Muro de Separação e defendeu a criação de um Estado Palestino independente", concluiu Ta'mari.
Fonte - BBC
Nota DDP: Outras manifestações correlatas em "Papa canta ode pela paz com rabino e imã", "BXVI no Oriente Médio 2", "Bento 16 no Oriente Médio " e "Cristãos, islâmicos, judeus e o diálogo". Sem dúvida, no balanço, outra incursão vitoriosa no processo de restauração da ferida.
Recomendo também a leitura dos comentários aviados no Blog O Tempo Final.
Maçonaria de Portugal quer serviços secretos
A obediência maçónica Grande Oriente Lusitano (GOL) pretende criar uma estrutura própria de serviços secretos, que designa por "núcleo interno de intelligence", indicam documentos a que a agência Lusa teve acesso.
A proposta foi apresentada numa reunião da Grande Dieta, órgão que equivale à assembleia geral do GOL a 21 de Março, e aprovada com 57 votos a favor e 21 contra.
O objectivo daquele "núcleo" é, segundo a acta da reunião, cumprir as "funções próprias daqueles organismos [de espionagem] no âmbito da defesa e prevenção", refere a acta da reunião.
A Lusa contactou o GOL, por correio electrónico, para obter do grão-mestre da obediência, António Reis, detalhes da estrutura e os fins práticos a que se destina, mas ainda não obteve qualquer resposta.
Na mesma Dieta foi igualmente aprovada - com 77 votos favoráveis e sete contra - a "contratação de equipas técnicas externas, para fornecimento de serviços de consultadoria e apoio efectivo ao grão-mestre e ao Conselho da Ordem nos domínios da seguran- ça de pessoas, património e informação".
Fonte: Diário de Notícias
NOTA Minuto Profético: Sociedades que possuem interesses secretos, agora querem ter acesso à informações secretas de terceiros. Tudo em nome da "defesa e segurança". Isso me faz lembrar notícia parecida sobre outro poder global. Pelo jeito, a perseguição aos dissidentes da Nova Ordem Mundial (Babilônia do Apocalipse) já conta com muitos ajudantes...
A proposta foi apresentada numa reunião da Grande Dieta, órgão que equivale à assembleia geral do GOL a 21 de Março, e aprovada com 57 votos a favor e 21 contra.
O objectivo daquele "núcleo" é, segundo a acta da reunião, cumprir as "funções próprias daqueles organismos [de espionagem] no âmbito da defesa e prevenção", refere a acta da reunião.
A Lusa contactou o GOL, por correio electrónico, para obter do grão-mestre da obediência, António Reis, detalhes da estrutura e os fins práticos a que se destina, mas ainda não obteve qualquer resposta.
Na mesma Dieta foi igualmente aprovada - com 77 votos favoráveis e sete contra - a "contratação de equipas técnicas externas, para fornecimento de serviços de consultadoria e apoio efectivo ao grão-mestre e ao Conselho da Ordem nos domínios da seguran- ça de pessoas, património e informação".
Fonte: Diário de Notícias
NOTA Minuto Profético: Sociedades que possuem interesses secretos, agora querem ter acesso à informações secretas de terceiros. Tudo em nome da "defesa e segurança". Isso me faz lembrar notícia parecida sobre outro poder global. Pelo jeito, a perseguição aos dissidentes da Nova Ordem Mundial (Babilônia do Apocalipse) já conta com muitos ajudantes...
Gripe suína: número de casos passa de 7.500, diz OMS
GENEBRA - Keiji Fukuda, diretor-geral adjunto da OMS disse nesta sexta-feira que mais de 7.500 pessoas já foram infectadas pelo vírus H1N1, informou nesta sexta-feira o diretor-geral adjunto da Organização Mundial da Saúde (OMS), Keiji Fukuda. A gripe suína já matou 65 pessoas em 34 países.
A diretora-geral da OMS, Margaret Chan, afirmou que é muito cedo para relaxar sobre a gripe H1N1, destacando que é uma crise com possíveis implicações globais.
Margaret Chan alertou que os sinais de que a epidemia está diminuindo de intensidade em seu epicentro na América do Norte não significa que o pior já passou, citando grande incerteza sobre se irá se manter o quadro de parcial retorno à segurança.
- Estamos em uma crise que pode ter implicações globais - disse Chan em um encontro intergovernamental na sede da OMS em Genebra.
...
Fonte - O Globo
Nota DDP: Os casos se multiplicam, as mortes ainda são em reduzido número face ao alarde inicialmente promovido, a desinformação é uma constante e os reais contornos de todo este estado de coisas, inclusive para perspectivas futuras, desconhecidos.
Acompanhe outras nuances nos artigos "Gruipe suína: mil novos casos em 24 horas (OMS)" e "Gripe suína não surgiu em laboratório, diz OMS".
Continuemos acompanhando.
A diretora-geral da OMS, Margaret Chan, afirmou que é muito cedo para relaxar sobre a gripe H1N1, destacando que é uma crise com possíveis implicações globais.
Margaret Chan alertou que os sinais de que a epidemia está diminuindo de intensidade em seu epicentro na América do Norte não significa que o pior já passou, citando grande incerteza sobre se irá se manter o quadro de parcial retorno à segurança.
- Estamos em uma crise que pode ter implicações globais - disse Chan em um encontro intergovernamental na sede da OMS em Genebra.
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Fonte - O Globo
Nota DDP: Os casos se multiplicam, as mortes ainda são em reduzido número face ao alarde inicialmente promovido, a desinformação é uma constante e os reais contornos de todo este estado de coisas, inclusive para perspectivas futuras, desconhecidos.
Acompanhe outras nuances nos artigos "Gruipe suína: mil novos casos em 24 horas (OMS)" e "Gripe suína não surgiu em laboratório, diz OMS".
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