Tenho recebido dezenas de e-mails de pessoas solicitando uma resposta ao artigo do Sr. ____, onde ele tenta provar que Ellen White não era contra o uso de tambores na adoração.
Por enquanto preferi ficar na retaguarda devido ao questionamento do Sr. ____ ser mais explicitamente contra o artigo do Pastor Otimar da Divisão Sul Americana, que saiu na revista dos anciãos deste trimestre.
Também tenho a informação, que um doutor em teologia formado na Andrews está analisando e responderá em breve ao referido artigo, porém com uma exegese mais fiel. Mas devido a tanta inquietação por muitos, me senti no dever de responder algo não ao Sr. ____, mas aos internautas que tem me questionado.
Quero dizer com pura sinceridade, que chegou o tempo onde cada um será provado por si só. Acabou o tempo onde nós ficávamos sentadinhos em casa assistindo televisão ou se divertindo com coisas não muito importantes, enquanto outros ficavam nas bibliotecas estudando por nós. Nunca foi propósito de Deus que nós baseássemos nossas crenças no que os outros pensam ou aparentemente provam.
O diabo aparentemente provou que Deus estava errado. E provou de tal forma que conseguiu tornar suspeito o caráter de Deus perante o universo, suspeita que só terminou 4 mil anos depois, na cruz. Portanto tomemos cuidado.
A Bíblia é um livro simples e claro para os que crêem integralmente no que está escrito. A Bíblia é a palavra autêntica de Deus sem nada a tirar e sem nada a acrescentar e a teologia é a palavra dos homens, isso sim tem muito a ser tirado e muito a ser acrescentado.
Cada dia mais fica provado que todos nós individualmente devemos estudar a Bíblia por nós mesmos. Devemos buscar sabedoria e o poder do Espírito Santo por nós mesmos. Devemos separar tempo e estudar com humildade e temor por nós mesmos. Chega de ficar bebendo da fonte dos outros, chega de ficar cavando o terreno do vizinho. Agora é o momento de começar a beber da fonte dada a nós individualmente, chegou o momento de começar a cavar as terras do nosso próprio quintal.
O que estou querendo dizer é que devemos estudar, estudar e estudar porque se o Gilberto Theiss estiver errado, é possível que todos os que o seguirem estejam errados e se percam junto com ele.
Porém temos que ter em mente que quando estamos estudando sobre a ciência, nós nos debruçamos sobre ela. Já na Bíblia nós não nos debruçamos sobre ela, é ela que deve se debruça sobre nós. Não podemos nos esquecer que todos nós temos QI de amebas. Nossa sabedoria é trapo de imundície e este é um argumento vitalício que prova nossa total dependência do Espírito de Deus para interpretar as coisas, não apenas com os olhos da sabedoria, mas principalmente com os olhos da fé, da humildade, do temor e do Espírito.
Como no exemplo do profeta Jeremias, sempre existirão os falsos profetas como Ananias. Para cada verdade que proclamarmos o diabo terá duas mentiras, aliás, a mentira sem um pouco de verdade não engana ninguém, pois a mentira é como uma trepadeira, que precisa da verdade para se apoiar. Enquanto Jesus não voltar, sempre, sempre e sempre se levantarão aqueles que tentarão dizer que o santo é profano e que o profano é santo. E por falar nisso, a mensageira do Senhor para o tempo do fim, deixou bem claro isso, de que a linha que separará a verdade da mentira será quase que imperceptível aos olhos. Se isso será fato, porque então ficamos brincando que sabemos tudo e de tudo? Chegou o tempo de rasgarmos as vestes, proclamarmos um jejum, de nos humilhar e dizer para Deus ensina-nos porque não sabemos absolutamente nada.
A humanidade, a ciência, a filosofia, a sociologia e principalmente a religião, tem sido afetados pelo vírus da relatividade. Hoje em dia com o humanismo, a imanência e o relativismo em alta, até os professos cristãos tem sido infectado por esta praga. A relatividade se baseia na alternância, numa verdade que não existe ou em uma verdade relativa, ou seja, cada um tem e constrói a sua própria verdade. Prática homossexual é errado? Isso é relativo. Viver com duas mulheres é errado? É relativo. Jesus é Deus? É relativo. Roubar é errado? É relativo. O sábado é o verdadeiro dia do Senhor? É relativo. Ter bateria na igreja é errado? É relativo. Tudo hoje é relativo. O sim é não e o não é sim. Não existem coisas profanas e nem coisas santas. Não existe alimento errado, não existe música errada, não existe ato conjugal errado, etc, etc, etc, etc!!!!!!
Hoje em dia não é Deus quem dita mais as regras. Deus gosta do que eu gosto. Se eu gosto de pagode, Deus gosta também. Se eu gosto de rock, Deus gosta também. Se eu gosto de dançar, Deus gosta também. Se eu gosto de música com bateria, Deus gosta também. Hoje em dia existe até religião que presta o culto a Deus oferecendo-lhe orgia sexual!!!! Por quê? Porque se eu gosto de sexo, então Deus gosta também.
Interessante que Ellen White escreveu que se o profeta Daniel vivesse em nossos dias em nosso meio, ele seria considerado fanático. Por quê? É simples. Tente viver uma vida piedosa diante de Deus e dos homens e sentirá na pele o que significa ser chamado de fanático, exagerado, quadrado, anti-social, esquisito e tradicionalista.
Um internauta me disse que estamos agindo fora do equilíbrio. Mas esta afirmação exige uma pergunta séria: Quem é que vai definir o equilíbrio, eu, você ou a Palavra de Deus? Pasmem se quiserem, mas todas as verdades da palavra de Deus já estão na moldura no equilíbrio, pois “nada deve ser acrescentado e nada deve ser tirado” (Eclesiastes 3:14).
E quanto ao artigo do ____?
A Bíblia apresenta verdades claras a respeito da música e instrumentação. Na história de Davi conduzindo a arca, (II Sam. 6:5 e I Cron. 13:8, I Cron. 15:16) está explícita a exclusão dos tambores, mas no artigo do Sr. ____ isso não ocorre. Na história da adoração no templo sagrado os tambores ficaram de fora (II Cr 29:25,26), mas no artigo do Sr. ____ isso não ocorre. Na história da igreja primitiva não se ouve mais falar nem de dança e nem de tambores, aliás, os discípulos da igreja primitiva tinham tanto medo de desvirtuar a música de adoração que nem sequer usaram instrumentos para correr tal risco. Mas no artigo do Sr. ____, os tambores continuam sendo defendidos. Na história seqüencial da música na adoração continuou sendo uma réplica das músicas e instrumentação produzidas no templo (Esdras 3:10; Neemias 12:27), como sempre, com a exclusão dos tambores, mas no artigo do Sr. ____ isso não ocorre. No ocorrido em Indiana, Ellen White fala das coisas estranhas que ocorriam ali na música (Eventos Finais, p. 138; Mensagens escolhidas, vol 2 – 36). Falando de instrumentos estranhos, apenas citou os “tambores”. Mas no artigo do Sr. ____ isso não é estranho. Ainda na mesma história, Ellen White disse que isso se repetiria antes do término da porta da graça. Profetizou que haveria gritos com tambores, música e dança, em nosso meio e que tal exibicionismo não era produzido pelo Espírito de Deus mas por outro Espírito. Mas o Sr. ____ conseguiu ir um pouco além da revelação para dizer que o que ela disse na verdade não quis dizer!!!! Ou que ela apenas deixou de dizer o que queria dizer e que acabou não dizendo. Bom, se você não entendeu nada, nem eu!!!! Mas a pergunta que surge é: No que devemos crer, na Bíblia ou no artigo do Sr. ____? A escolha no que acreditar é totalmente sua, individual. (As fontes, textos e provas bíblicas das minhas afirmações podem ser encontradas no menu ao lado na seção “Música”)
Interessante notar também que o artigo do Sr. ____ não explica com textos explícitos o porquê Ellen White se calou durante mais de uma década após a igreja ter banido tal instrumento, embora tenha sido usado apenas uma vez em nosso meio, repito, apenas uma vez no período de Ellen White. Ela poderia ter se levantado para se pronunciar contra uma atitude radical por parte da igreja, caso realmente a atitude fosse radical. Se o uso dos tambores na adoração a Deus fossem autorizados por Deus, com certeza Ellen White não apresentaria tal instrumento numa conotação que só causa dúvidas quanto a seu uso e com certeza a igreja continuaria a usá-lo. Mas o que vemos? Restrição total após Indiana, abandono absoluto a tal instrumento. foi usado apenas ali.
Quanto à citação da palavra "música", no contexto percebe-se que a música ali foi estranha e que serviu apenas para propósitos ruins e se as considerações de Ellen White fosse apenas quanto ao mau uso dos instrumentos, com certeza ela teria sido específica e não teria citado apenas os tambores. Por exemplo: Se eu tenho em minha sacola umas 8 frutas estragadas, com certeza eu tiraria todas as 8 frutas e as jogaria fora, mas e se dentre as 8 frutas eu tivesse apenas uma estragada? Claro que eu iria contra apenas aquela fruta estragada.
Foi exatamente o que ocorreu ali em Indiana. Ao invés de Ellen White citar todos os instrumentos por estarem sendo usados de maneira incoerente, ela simplesmente citou apenas um instrumento, TAMBORES. Isso revela que além da música mal produzida havia um instrumento em especial que também era um problema para a ocasião. Não tem sentido algum mencionar apenas um instrumento se o problema fosse com todos os instrumentos ali usados.
O fato de mencionar apenas um denota claramente que o problema maior se concentrava nesse e não nos outros. Usar um emaranhado de argumentação humana para provar algo como sendo positivo quando na verdade fora citado apenas de forma negativa em Indiana, é o mesmo que dizer que a cor branca na verdade não é branca.
Satanás está hoje preparando o mundo para uma unificação global, tanto política quanto religiosa. Está preparando o mundo para um falso reavivamento. Um falso reavivamento que irá criar uma falsa chuva serôdia, uma falsa chuva serôdia que criará um falso alto clamor, um falso alto clamor que fortalecerá um falso cristianismo, um falso cristianismo que fortalecerá falsos cristãos que por conseqüência final preparará todos para a vinda do falso cristo. Tenho plena convicção que a música está dentro deste plano diabólico. Não vejo outro meio mais eficaz para unificar as igrejas do que a música. [N.E.: Ver "O trabalho de um profeta" e "A música na Igreja")
Um rapaz de uma igreja pentecostal que eu tinha amizade, disse-me que ia para São Paulo passar algumas semanas. Nessa conversa de vai e vem, ele me disse que não sabia que igreja ele iria freqüentar por lá, uma vez que em São Paulo não tinha a igreja que em Minas Gerais ele freqüentava. Então eu sugeri que ele visitasse a Igreja Adventista em São Paulo. Para minha surpresa ele respondeu: Na Igreja Adventista eu não vou, porque o culto de vocês não são como os nossos, com bateria, música alegre (ele quis dizer agitada) e o falar em línguas (ou seja, o êxtase). Como é percebível nesta história realíssima, a música quebra fronteiras, quebra conceitos e unifica igrejas e pessoas. Em suma, a música é uma âncora fortíssima que facilitará a unificação e a constituição da babilônia espiritual. Mãe e filhas unidas.
Poderíamos ainda dizer que o alvo de ataque de satanás sempre foi e sempre será os instrumentos de adoração ao verdadeiro Deus. O Sábado e a música, dois fortíssimos instrumentos que Deus criou para o adorar.
Gostaria de apelar para que os internautas lessem os artigos que estão na seção “MÚSICA” e analisassem com cuidado e com temor as verdades expostas na palavra de Deus sejam elas objetivas ou subjetivas. E quanto ao Sr. ____, atentem para todos os detalhes de seu artigo e o quanto ele aplica mal sua exegese ao usar textos que não estão inseridos ao mesmo contexto de Indiana.
Se alguém estiver com o desejo de investigar melhor o artigo do Sr. ____, gostaria que começassem a investigar as suas credenciais de mestrado e doutorado. Penso que ele não poderia jamais ser uma autoridade em música para a IASD uma vez que fez suas graduações em música em instituição secular que nem sequer trata da música no contexto religioso e principalmente no contexto do grande conflito entre Cristo e satanás. Beber água de fontes espúrias quando temos água limpa em Giliade não nos dá nenhum tipo de moral para falar deste assunto.
Termino deixando abaixo alguns textos a mais do Espírito de Profecia para que você leitor leia com muita atenção e reflita profundamente com oração e jejum pedindo a Deus que lhe ajude a enxergar a linha que separa o erro da mentira.
Veja essas declarações de Ellen White sobre a música:
"Movimentos corporais são de pouco proveito. Tudo o que está ligado, de alguma forma, com o serviço religioso deve ser digno, solene e impressivo....Pode-se dizer o mesmo do canto. (Manuscrito 5, 1874)
"Pensam alguns que, quanto mais alto cantarem, tanto mais música fazem; barulho, porém, não é música. O bom canto é como a melodia dos pássaros - dominado e melodioso." ( EV., pág. 510)
"Vi que todos devem cantar com o espírito e com o entendimento também. Deus não se agrada de algaravia e desarmonia (dissonância)." (Testimonies, Vol. 1, pág. 146 TS. Vol. 1, pág. 45)
"A arte da melodia sagrada era diligentemente cultivada [na Escola dos Profetas]. Não se ouviam valsas frívolas ou canções petulantes que elogiassem o homem e desviassem de Deus a atenção; ouviam-se, porém, sagrados e solenes salmos de louvor ao Criador, que engrandeciam Seu nome e relatavam Suas obras maravilhosas." (FEC.pág. 97)
"Adejam anjos em torno de uma habitação além. Jovens estão ali reunidos; ouvem-se sons de música em canto e instrumentos. Cristãos acham-se reunidos nessa casa; mas que é que ouvis? Um cântico, uma frívola canção, própria para o salão de baile. Vede os puros anjos recolhem para si a luz, e os que se acham naquela habitação são envolvidos pelas trevas. Os anjos afastam-se da cena. Têm a tristeza no semblante. Vede como choram! (Mensagens aos jovens, p.295)
“O que você descreveu como tendo acontecido em Indiana, o Senhor revelou-me que haveria de ocorrer imediatamente antes da terminação da graça. Demonstrar-se-á tudo quanto é estranho. Haverá gritos com tambores, música e dança”. (ME, pág. 36 e Música, sua influência na vida do cristão, pág. 38 e 39).
“Os que participam do suposto reavivamento recebem impressões que os levam ao sabor do vento...Nenhuma animação deve ser dada a tal espécie de culto.” (ME, vol 2 – 37)
“O Senhor mostrou-me que seriam introduzidos em nossas reuniões campais teorias e métodos errôneos, e que a história do passado se repetiria. Senti-me grandemente aflita. Fui instruída a dizer que, nessas demonstrações, acham-se presentes demônios em forma de homens, trabalhando com todo o engenho que satanás pode empregar para tomar a verdade desagradável às pessoas sensatas; O inimigo estava procurando arranjar as coisas de maneira que as reuniões campais, que têm sido o meio de levar a verdade da terceira mensagem angélica perante as multidões, venha a perder sua força e influência. Assim busca satanás pôr seu selo sobre a obra que Deus quer que se destaque em pureza. O Espírito Santo nada tem que ver com tal confusão de ruído e multidão de sons. Satanás opera entre a algazarra e a confusão de tal música, a qual , devidamente dirigida seria um louvor e glória para Deus. Ele torna seu efeito qual venenoso aguilhão da serpente.” (ME, vol 2 – 37)
“O Espírito Santo nunca se revela por tais métodos, em tal balbúrdia de ruído. Isso é uma invenção de satanás para encobrir seus engenhosos métodos para anular o efeito da pura, sincera, elevadora, enobrecedora e santificante verdade para este tempo”. (ME, vol 2 – 36)
Fonte - Gilberto Theiss
Nota DDP: Para entender melhor os demais contornos do quanto sustentado no artigo acima, ver "Ellen White era contra a bateria na música sacra?".
A pedido do interessado, a resposta aos termos do artigo supra transcrito encontra-se aqui.
quinta-feira, 28 de maio de 2009
O teste de Obama
Os testes nucleares da Coreia do Norte são o primeiro desafio grave de política externa do presidente Barack Obama. Temia-se que ele viesse do mundo muçulmano, mas veio de outro país hostilizado pelo velho governo. É também um desafio para a liderança da China na região. Do ponto de vista econômico, mesmo pequena e isolada, a Coreia do Norte cria mais um peso num organismo debilitado.
...
O presidente norte-coreano pode estar se aproveitando da crise econômica para fazer seu jogo. Os economistas já estão preocupados com a questão fiscal americana, com o déficit batendo em 13% até o final do ano. Tudo que Obama não precisa agora é mais uma frente de gastos, mais uma frente de batalha, mais um pântano no qual se afundar. Afinal, já há problemas suficientes internamente: todas as complicações que ainda sangram a economia.
...
Obama tem que encontrar uma forma de tirar a economia da crise, mostrar que seu discurso de estender a mão ao mundo muçulmano, chamar adversários para a mesa de negociação e suspender a tortura e fechar Guantánamo tornarão o mundo um lugar mais seguro. Por isso, essa frente de problemas é tão indesejável e perturbadora.
O teste nuclear de uma ditadura desesperada, nos seus estertores, ameaçando o mundo, é um dado a mais de incerteza, numa economia que está justamente tentando superar o cenário nebuloso para iniciar a recuperação.
Fonte - O Globo
Nota DDP: Analisando esta conexão com as incertezas que assombram o mundo em nossos dias, transcrevo primeiramente parte da fala do Presidente do Banco Central brasileiro:
Ao comentar a recente apreciação da moeda brasileira, Meirelles afirmou que existe um "fenômeno mundial de desvalorização do dólar". Meirelles destacou que o real subiu 2,4% em relação ao dólar desde 8 de maio e o euro avançou 2,7% frente à moeda norte-americana no mesmo período. (Estadão)
Agora parte de uma matéria já postada neste blog, na fala do embaixador Jório Dauster:
(...) o próprio Obama tratou de adiantar seu orçamento lá para diante, a fim de mostrar que reconhece como será difícil impedir que o dólar se transforme em confete quando os Estados Unidos saírem desse buraco daqui a dois ou três anos.
A pergunta que fica para ser respondida pela história é: "Há interesse em se pulverizar o dólar em escala global?"
...
O presidente norte-coreano pode estar se aproveitando da crise econômica para fazer seu jogo. Os economistas já estão preocupados com a questão fiscal americana, com o déficit batendo em 13% até o final do ano. Tudo que Obama não precisa agora é mais uma frente de gastos, mais uma frente de batalha, mais um pântano no qual se afundar. Afinal, já há problemas suficientes internamente: todas as complicações que ainda sangram a economia.
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Obama tem que encontrar uma forma de tirar a economia da crise, mostrar que seu discurso de estender a mão ao mundo muçulmano, chamar adversários para a mesa de negociação e suspender a tortura e fechar Guantánamo tornarão o mundo um lugar mais seguro. Por isso, essa frente de problemas é tão indesejável e perturbadora.
O teste nuclear de uma ditadura desesperada, nos seus estertores, ameaçando o mundo, é um dado a mais de incerteza, numa economia que está justamente tentando superar o cenário nebuloso para iniciar a recuperação.
Fonte - O Globo
Nota DDP: Analisando esta conexão com as incertezas que assombram o mundo em nossos dias, transcrevo primeiramente parte da fala do Presidente do Banco Central brasileiro:
Ao comentar a recente apreciação da moeda brasileira, Meirelles afirmou que existe um "fenômeno mundial de desvalorização do dólar". Meirelles destacou que o real subiu 2,4% em relação ao dólar desde 8 de maio e o euro avançou 2,7% frente à moeda norte-americana no mesmo período. (Estadão)
Agora parte de uma matéria já postada neste blog, na fala do embaixador Jório Dauster:
(...) o próprio Obama tratou de adiantar seu orçamento lá para diante, a fim de mostrar que reconhece como será difícil impedir que o dólar se transforme em confete quando os Estados Unidos saírem desse buraco daqui a dois ou três anos.
A pergunta que fica para ser respondida pela história é: "Há interesse em se pulverizar o dólar em escala global?"
Microsoft suspende MSN Messenger aos países embargados pelos EUA
'Países como o Irão, a Coreia do Norte, Cuba, Síria e Sudão têm o acesso bloqueado ao serviço de mensagens instantâneas MSN Messenger.A Microsoft já confirmou que o embargo tecnológico coincide com o embargo comercial dos EUA a estes países. O que acontece actualmente às pessoas de países que sofram um embargo comercial por parte dos EUA quando tentam ligar o MSN é depararem-se com a mensagem de erro 810002c1.
Posteriormente, o serviço técnico do Windows Live informa: “A Microsoft cortou o Windows Live Messenger aos utilizadores de países embargados pelos Estados Unidos, por isso deixará de oferecer os serviços no teu país”.
A notícia foi avançada originalmente pelo Liveside.com e reproduzida pela jornalista da ZDNet Mary Jo Foley, que conseguiu confirmar esta informação junto da Microsoft. “A Microsoft deixou de oferecer serviços de mensagens instantâneas em determinados países sujeitos a sanções dos Estados Unidos”, confirmou um porta-voz da empresa citado pela ZDNet.
O elmundo.es também questionou a empresa norte-americana, que justificou a decisão afirmando que “a Microsoft, como muitas outras empresas, está limitada no que toca aos produtos e aos serviços que pode oferecer às pessoas de países submetidos a embargo, em cumprimento da legislação do Governo dos EUA”.
A empresa “não fornece certas aplicações descarregáveis de Windows Live em determinados países sujeitos a sanções dos EUA”, explicou o mesmo porta-voz, que remete mais informações para o Departamento do Tesouro americano, onde está disponível a lista de países sujeitos aos diferentes graus de embargos comerciais.'
Fonte: Público (negritos meus para destaque).
Se dúvidas houvessem, ora cá está um exemplo nítido que comprova várias situações, que por si só sugerem uma grande reflexão:
a) a tecnologia permite que o mundo fique cada vez mais pequeno e próximo;
b) as grandes corporações mundiais exercem - quando querem - as suas políticas internas de acordo com as próprias políticas dos governos;
c) essas empresas têm um controlo total sobre grande parte da vida diária das pessoas (veja 'Crescimento do Google cria medo de um Big Brother', 'Tem alguém de olho em você' e 'Big Google começa a assustar estrategistas e usuários da web');
d) os governos podem usar de legislação para uso desta capacidade de recolher informação (veja 'Suécia aprova lei para monitorar ligações e emails');
e) os serviços secretos podem usar dados produzidos por estes gigantes da informação (veja 'CIA vai usar tecnologia da Google').
Recordo que desde a minha infância ouço falar de um tempo no futuro em que ao povo fiel de Deus será retirado o poder de comprar e vender - o que inclui, evidentemente, os simples pão e água. Ouvi com atenção, e fui comprovando pela leitura do Espírito de Profecia, que todas as ações e movimentos desse fiel grupo serão cuidadosamente controladas e seguidas de perto.
Pergunto: será possível que as ferramentas tecnológicas que - já hoje - o mundo dispõe, sejam usadas para esse tipo de controlo?
Repare:
a) um simples cartão bancário ou código de acesso ao homebanking permite saber ao segundo o que o cidadão está a transacionar e de onde está a fazê-lo;
b) um telemóvel no bolso permite seguir-lhe todos os passos;
c) além dos exemplos anteriores, quem usa os serviços do Google, é totalmente monitorizado nas suas ações online (veja 'Quanto o Google sabe sobre você?');
d) em Portugal (não sei como é no resto da Europa e do mundo), um único cartão de identificação, o Cartão de Cidadão, retém os dados biográficos pessoais, informações fiscais, eleitorais e de serviços de saúde da pessoa...
Poder-se-á dar o caso de estarem quase reunidas as condições tecnico-logísticas para que todos sejam controlados ao pormenor? Mais do que que sugerir, quero afirmar que julgo mesmo que sim...
Fonte - O Tempo Final
Fonte - O Tempo Final
Crise econômica agrava situação dos direitos humanos, diz Anistia
O mundo está caminhando sobre um "barril de pólvora de desigualdade, injustiça e insegurança, que está a ponto de explodir", advertiu a Anistia Internacional (AI), destacando que a crise não é apenas econômica, é também de direitos humanos, em seu relatório anual divulgado nesta quinta-feira (28).
Do Haiti à China, passando por México, Colômbia, Sri Lanka, Palestina, Congo e Sudão, o documento da AI, publicado em Londres, oferece um obscuro panorama dos abusos dos direitos humanos no mundo, onde a crise econômica aumenta a "instabilidade política e a violência".
Embora seja muito cedo para prever todos os efeitos dos desastres dos últimos anos sobre os direitos humanos, a AI destacou o aumento da pobreza, do desemprego, da insegurança, da discriminação e a desigualdade no mundo, o que nunca foi terreno propício para o respeito desses direitos.
...
"A falta de alimentos, emprego, água, terra e casa, o aumento da desigualdade, da insegurança, da violência, da xenofobia e do racismo mostram que o mundo está enfrentando não somente uma crise econômica, mas uma crise de direitos humanos", destacou Irene Khan, responsável da AI.
...
"Não podemos solucionar os problemas econômicos se não resolvermos os problemas nos direitos humanos", concluiu a responsável da AI.
Fonte - G1
Nota DDP: Em primeiro lugar é absolutamente clara a falsa expectativa propagandeada e defendida pelos pensadores modernos, inclusive em filosofias religiosas, de que o mundo está "evoluindo".
Em segundo plano há de ser notado que o discurso do maior "poder moral" da terra tem falado insistentemente na questão dos direitos humanos. Parece ser questão de tempo para que o discurso religioso e o político unam suas forças, e conveniências...
Do Haiti à China, passando por México, Colômbia, Sri Lanka, Palestina, Congo e Sudão, o documento da AI, publicado em Londres, oferece um obscuro panorama dos abusos dos direitos humanos no mundo, onde a crise econômica aumenta a "instabilidade política e a violência".
Embora seja muito cedo para prever todos os efeitos dos desastres dos últimos anos sobre os direitos humanos, a AI destacou o aumento da pobreza, do desemprego, da insegurança, da discriminação e a desigualdade no mundo, o que nunca foi terreno propício para o respeito desses direitos.
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"A falta de alimentos, emprego, água, terra e casa, o aumento da desigualdade, da insegurança, da violência, da xenofobia e do racismo mostram que o mundo está enfrentando não somente uma crise econômica, mas uma crise de direitos humanos", destacou Irene Khan, responsável da AI.
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"Não podemos solucionar os problemas econômicos se não resolvermos os problemas nos direitos humanos", concluiu a responsável da AI.
Fonte - G1
Nota DDP: Em primeiro lugar é absolutamente clara a falsa expectativa propagandeada e defendida pelos pensadores modernos, inclusive em filosofias religiosas, de que o mundo está "evoluindo".
Em segundo plano há de ser notado que o discurso do maior "poder moral" da terra tem falado insistentemente na questão dos direitos humanos. Parece ser questão de tempo para que o discurso religioso e o político unam suas forças, e conveniências...
Natureza em fúria
Tremor de magnitude 7,1 na costa de Honduras causa poucos danos
TEGUCIGALPA (Reuters) - Um forte terremoto de magnitude 7,1 atingiu uma área a nordeste de um ilha de Honduras na manhã desta quinta-feira e países do Caribe foram alertados sobre a possibilidade de tsunami, informou uma agência de terremotos e tsunamis.
Algumas casas foram derrubadas pelo tremor, mas não houve relatos iniciais de mortes ou feridos.
O terremoto foi 64 quilômetros a nordeste da ilha de Roatán, que fica na região das Islas de la Bahia, e teve um profundidade de 10 quilômetros.
O alerta de tsunami foi para os países Honduras, Belize e Guatemala, disse o Centro de Alertas de Tsunami do Pacífico.
O centro afirmou que havia uma possibilidade de tsunami que atingisse costas a não mais de 100 quilômetros do epicentro do tremor.
O terremoto, registrado às 5h24 de Brasília, inicialmente foi reportado como sendo de magnitude 7,4.
Roatán é uma grande ilha no Caribe popular pela prática de mergulho e pela presença de golfinhos.
Fonte - O Globo
Ciclone Aila mata 168 pessoas na Índia e em Bangladesh
Um ciclone atingiu Bangladesh e o leste da Índia matando 168 pessoas enquanto milhões continuam afetados pelas enchentes ou vivendo em abrigos.
O número de mortos em Bangladesh subiu para mais de 100 após dezenas de corpos terem sido encontrados na terça-feira, disseram jornais e emissoras de televisão. Na Índia, as autoridades confirmam a morte de pelo menos 68 pessoas no Estado de Bengala Ocidental.
O ciclone Aila atingiu partes da costa de Bangladesh e o leste da Índia na segunda-feira, causando alagamentos que forçaram milhares de pessoas a deixar suas casas.
Autoridades nos dois países disseram temer que o número de mortos possa aumentar embora os trabalhos de resgate e ajuda tenham sido intensificados.
"Milhões de pessoas foram afetadas pelo ciclone, com meio milhão em abrigos e outro meio milhão forçados a deixar suas casas", disse à agência de notícias Reuters uma autoridade de controle a desastres sob condição de anonimato.
Autoridades de Bangladesh levaram cerca de 500.000 pessoas para abrigos temporários após elas terem abandonado seus lares para fugir das ondas formadas por ventos de até 100 km/h.
As fortes chuvas causadas pelo ciclone também aumentaram o nível de rios no Estado indiano vizinho de Bengala Ocidental.
Centenas de milhares de pessoas vivem no local afetado, que também é a maior reserva de tigres no mundo.
Fonte - G1
Nota DDP: Dores de parto. Cada vez mais constantes, cada vez mais fortes.
TEGUCIGALPA (Reuters) - Um forte terremoto de magnitude 7,1 atingiu uma área a nordeste de um ilha de Honduras na manhã desta quinta-feira e países do Caribe foram alertados sobre a possibilidade de tsunami, informou uma agência de terremotos e tsunamis.
Algumas casas foram derrubadas pelo tremor, mas não houve relatos iniciais de mortes ou feridos.
O terremoto foi 64 quilômetros a nordeste da ilha de Roatán, que fica na região das Islas de la Bahia, e teve um profundidade de 10 quilômetros.
O alerta de tsunami foi para os países Honduras, Belize e Guatemala, disse o Centro de Alertas de Tsunami do Pacífico.
O centro afirmou que havia uma possibilidade de tsunami que atingisse costas a não mais de 100 quilômetros do epicentro do tremor.
O terremoto, registrado às 5h24 de Brasília, inicialmente foi reportado como sendo de magnitude 7,4.
Roatán é uma grande ilha no Caribe popular pela prática de mergulho e pela presença de golfinhos.
Fonte - O Globo
Ciclone Aila mata 168 pessoas na Índia e em Bangladesh
Um ciclone atingiu Bangladesh e o leste da Índia matando 168 pessoas enquanto milhões continuam afetados pelas enchentes ou vivendo em abrigos.
O número de mortos em Bangladesh subiu para mais de 100 após dezenas de corpos terem sido encontrados na terça-feira, disseram jornais e emissoras de televisão. Na Índia, as autoridades confirmam a morte de pelo menos 68 pessoas no Estado de Bengala Ocidental.
O ciclone Aila atingiu partes da costa de Bangladesh e o leste da Índia na segunda-feira, causando alagamentos que forçaram milhares de pessoas a deixar suas casas.
Autoridades nos dois países disseram temer que o número de mortos possa aumentar embora os trabalhos de resgate e ajuda tenham sido intensificados.
"Milhões de pessoas foram afetadas pelo ciclone, com meio milhão em abrigos e outro meio milhão forçados a deixar suas casas", disse à agência de notícias Reuters uma autoridade de controle a desastres sob condição de anonimato.
Autoridades de Bangladesh levaram cerca de 500.000 pessoas para abrigos temporários após elas terem abandonado seus lares para fugir das ondas formadas por ventos de até 100 km/h.
As fortes chuvas causadas pelo ciclone também aumentaram o nível de rios no Estado indiano vizinho de Bengala Ocidental.
Centenas de milhares de pessoas vivem no local afetado, que também é a maior reserva de tigres no mundo.
Fonte - G1
Nota DDP: Dores de parto. Cada vez mais constantes, cada vez mais fortes.
quarta-feira, 27 de maio de 2009
Chefe da ONU diz que ritmo da mudança climática é "alarmante"
NOVA YORK - O impacto da mudança climática está acelerando em um ritmo "alarmante" e medidas urgentes devem ser tomadas, disse nesta quarta-feira o secretário-geral da ONU, Ban Ki-moon.
"O que é assustador é que os cientistas estão agora revendo suas previsões, reconhecendo que o impacto da mudança climática está acelerando em um ritmo muito mais rápido", disse Ban, referindo-se ao novo relatório que está em andamento do Painel Intergovernamental da Mudança Climática.
"Isso é muito sério e alarmante. É por isso que eu tenho pedido que se nós tomarmos qualquer ação, devemos agir agora, não importa de onde você venha. Países ricos e pobres, nós devemos resolver essa questão juntos", disse Ban no seminário.
O pedido por urgência feito pelo chefe da ONU repete seu discurso em uma conferência de negócios no último fim de semana na Dinamarca. Líder mundiais se encontraram em Copenhague para discutir políticas climáticas de longo prazo, antes de uma conferência da ONU em dezembro com o objetivo de formalizar um novo acordo que substitua o Protocolo de Kyoto.
Fonte - JB Online
Nota DDP: E as frases de efeito do "ecoterrorismo" continuam a todo vapor...
"O que é assustador é que os cientistas estão agora revendo suas previsões, reconhecendo que o impacto da mudança climática está acelerando em um ritmo muito mais rápido", disse Ban, referindo-se ao novo relatório que está em andamento do Painel Intergovernamental da Mudança Climática.
"Isso é muito sério e alarmante. É por isso que eu tenho pedido que se nós tomarmos qualquer ação, devemos agir agora, não importa de onde você venha. Países ricos e pobres, nós devemos resolver essa questão juntos", disse Ban no seminário.
O pedido por urgência feito pelo chefe da ONU repete seu discurso em uma conferência de negócios no último fim de semana na Dinamarca. Líder mundiais se encontraram em Copenhague para discutir políticas climáticas de longo prazo, antes de uma conferência da ONU em dezembro com o objetivo de formalizar um novo acordo que substitua o Protocolo de Kyoto.
Fonte - JB Online
Nota DDP: E as frases de efeito do "ecoterrorismo" continuam a todo vapor...
Reação católica à recessão
WASHINGTON, terça-feira, 26 de maio de 2009 (ZENIT.org).- O que a Igreja Católica afirma sobre o livre comércio? A resposta a esta e a outras perguntas sobre o ensinamento social católico se encontra em uma nova página web da conferência episcopal dos Estados Unidos.
O site pretende oferecer ferramentas às paróquias para guiar os fiéis em sua resposta à crise econômica.
Catholic Teaching on Economic Life (ensino católico sobre a vida econômica) apresenta em dez pontos um marco cristão para a vida econômica.
Inclui declarações de Bento XVI, casos de grupos que responderam com êxito à crise, arquivos para baixar e vídeos.
O presidente do Comitê Nacional de Justiça Social e Desenvolvimento Humano do episcopado norte-americano, Dom William Murphy de Rockville Centre, em Nova York, destacou os principais aspectos da web em uma carta dirigida aos líderes das nações.
“Esta crise vai além dos aspectos meramente econômicos ou técnicos; tem um enorme impacto humano e claras dimensões éticas que devem situar-se no centro do debate e das decisões sobre como avançar”, assinalou.
“Há famílias que estão perdendo seus lares, pessoas que estão perdendo seus trabalhos e benefícios”, alertou.
“As regras econômicas, as estruturas e as soluções devem ter como objetivo fundamental a proteção da vida e da dignidade humanas”, acrescentou.
O diretor executivo do Comitê, John Carr, afirmou que a página ajuda os educadores católicos a entenderem a crise econômica à luz dos ensinamentos da Igreja.
“Uma das principais questões deste ensinamento é que a dignidade das pessoas humanas sempre está em primeiro lugar – explicou Carr. Esta é uma mensagem de esperança em tempos econômicos difíceis.”
Site dos bispos sobre a vida econômica: "Catholic Teaching on Economic Life"
Fonte - Zenit
Nota DDP: Consta logo da página de abertura da Catholic Teaching on Economic Life:
"Toda vida econômica deveria ser delineada por princípios morais. Opções econômicas e as instituições devem ser avaliadas pela forma como protegem ou prejudicam a vida e a dignidade da pessoa humana, suporte à família e serviço ao bem comum."
Interessantemente logo em seu primeiro preceito, consta um paralelo com Marcos 2:27 (O sábado foi feito por causa do homem, e não o homem por causa do sábado), alinhando na sequência os demais nove princípios, onde se percebem os temas trabalho, meio ambiente e de forma recorrente a moral.
Faz ainda referência à Encíclica "Centesimus Annus", do qual destacamos:
"9. A tais direitos, Leão XIII junta outro, sempre a propósito da condição operária, que considero necessário recordar expressamente, devido à importância que tem: é o direito de cumprir livremente os deveres religiosos. O Papa quis proclamá-lo no mesmo contexto dos outros direitos e deveres dos operários, e isso não obstante o clima geral que, também no seu tempo, considerava certas questões como pertencentes exclusivamente ao âmbito individual. Ele afirma a necessidade do repouso festivo, a fim de que o homem seja levado ao pensamento dos bens celestes e ao culto devido à majestade divina. Deste direito, radicado num mandamento, ninguém pode privar o homem: «a ninguém é lícito violar impunemente a dignidade do homem, e o Estado deve assegurar ao operário o exercício dessa liberdade».
Não se equivocaria quem visse, nesta clara afirmação, o gérmen do princípio do direito à liberdade religiosa, que foi depois objecto de muitas Declarações solenes e Convenções internacionais, bem como da nossa Declaração conciliar e do meu constante ensinamento. A propósito, devemos interrogar-nos se os dispositivos legais vigentes e a práxis das sociedades industrializadas asseguram hoje efectivamente o exercício do direito elementar ao repouso festivo."
Onde se vê repouso festivo, leia-se domingo.
Não precisa pensar muito para se saber onde querem chegar com isso.
O site pretende oferecer ferramentas às paróquias para guiar os fiéis em sua resposta à crise econômica.
Catholic Teaching on Economic Life (ensino católico sobre a vida econômica) apresenta em dez pontos um marco cristão para a vida econômica.
Inclui declarações de Bento XVI, casos de grupos que responderam com êxito à crise, arquivos para baixar e vídeos.
O presidente do Comitê Nacional de Justiça Social e Desenvolvimento Humano do episcopado norte-americano, Dom William Murphy de Rockville Centre, em Nova York, destacou os principais aspectos da web em uma carta dirigida aos líderes das nações.
“Esta crise vai além dos aspectos meramente econômicos ou técnicos; tem um enorme impacto humano e claras dimensões éticas que devem situar-se no centro do debate e das decisões sobre como avançar”, assinalou.
“Há famílias que estão perdendo seus lares, pessoas que estão perdendo seus trabalhos e benefícios”, alertou.
“As regras econômicas, as estruturas e as soluções devem ter como objetivo fundamental a proteção da vida e da dignidade humanas”, acrescentou.
O diretor executivo do Comitê, John Carr, afirmou que a página ajuda os educadores católicos a entenderem a crise econômica à luz dos ensinamentos da Igreja.
“Uma das principais questões deste ensinamento é que a dignidade das pessoas humanas sempre está em primeiro lugar – explicou Carr. Esta é uma mensagem de esperança em tempos econômicos difíceis.”
Site dos bispos sobre a vida econômica: "Catholic Teaching on Economic Life"
Fonte - Zenit
Nota DDP: Consta logo da página de abertura da Catholic Teaching on Economic Life:
"Toda vida econômica deveria ser delineada por princípios morais. Opções econômicas e as instituições devem ser avaliadas pela forma como protegem ou prejudicam a vida e a dignidade da pessoa humana, suporte à família e serviço ao bem comum."
Interessantemente logo em seu primeiro preceito, consta um paralelo com Marcos 2:27 (O sábado foi feito por causa do homem, e não o homem por causa do sábado), alinhando na sequência os demais nove princípios, onde se percebem os temas trabalho, meio ambiente e de forma recorrente a moral.
Faz ainda referência à Encíclica "Centesimus Annus", do qual destacamos:
"9. A tais direitos, Leão XIII junta outro, sempre a propósito da condição operária, que considero necessário recordar expressamente, devido à importância que tem: é o direito de cumprir livremente os deveres religiosos. O Papa quis proclamá-lo no mesmo contexto dos outros direitos e deveres dos operários, e isso não obstante o clima geral que, também no seu tempo, considerava certas questões como pertencentes exclusivamente ao âmbito individual. Ele afirma a necessidade do repouso festivo, a fim de que o homem seja levado ao pensamento dos bens celestes e ao culto devido à majestade divina. Deste direito, radicado num mandamento, ninguém pode privar o homem: «a ninguém é lícito violar impunemente a dignidade do homem, e o Estado deve assegurar ao operário o exercício dessa liberdade».
Não se equivocaria quem visse, nesta clara afirmação, o gérmen do princípio do direito à liberdade religiosa, que foi depois objecto de muitas Declarações solenes e Convenções internacionais, bem como da nossa Declaração conciliar e do meu constante ensinamento. A propósito, devemos interrogar-nos se os dispositivos legais vigentes e a práxis das sociedades industrializadas asseguram hoje efectivamente o exercício do direito elementar ao repouso festivo."
Onde se vê repouso festivo, leia-se domingo.
Não precisa pensar muito para se saber onde querem chegar com isso.
terça-feira, 26 de maio de 2009
O avanço do ECOmenismo
Pelé, dalai-lama e príncipe Charles se unem no YouTube em defesa do ambienteO príncipe Charles da Inglaterra, seus filhos William e Harry, Pelé e o líder espiritual dalai-lama, entre outros famosos, se uniram para gravar um vídeo de curta duração, que será transmitido por meio do YouTube, a fim de promover a proteção do ambiente.
No vídeo, que durará 90 segundos, também participarão o dalai-lama, os atores Harrison Ford e Daniel Craig, e a cantora Joss Stone, que colaboram para essa iniciativa da Rainforest Project --organização presidida pelo príncipe.
Nos últimos meses, Charles aumentou suas declarações públicas em defesa de ações urgentes para prevenir o desmatamento e refrear o processo de mudança climática. Dentro desses objetivos, o príncipe britânico também fez uma viagem ao Brasil, no qual percorreu alguns Estados --dentre eles, o Amazonas e a floresta Amazônica.
...
Fonte - Folha
Em Copenhague, líderes pedem leis de ‘energia verde’
Investimentos em fontes de energia renováveis ou com baixa emissão de carbono poderiam criar 3 milhões de empregos até 2025 apenas nos Estados Unidos, de acordo com relatório apresentado ontem na Cúpula Empresarial Mundial sobre Mudança Climática, em Copenhague. Mais de 800 líderes empresariais, especialistas, políticos e representantes de organizações não-governamentais participam do evento na capital dinamarquesa.
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"Lanço um desafio a vocês. Quero vê-los na vanguarda de um esforço sem precedentes para reorganizar a economia mundial, tornando-a mais limpa, ecológica e sustentável", afirmou Ban Ki-moon diante dos empresários. "Com seu apoio, devemos exportar vontade política necessária para concluir um novo acordo climático ambicioso", disse.
Al Gore, Prêmio Nobel da Paz em 2007, foi enfático: "Para salvar o futuro, temos tudo de que precisamos, exceto a vontade política. Temos de fazer neste ano, não no próximo", repetiu.
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Empresários presentes ao evento defenderam fortemente a necessidade de se criar uma regulamentação clara sobre o tema. A comunidade reivindicou iniciativas dos governos, mas concordou quanto à necessidade de uma colaboração em todos os níveis para conseguir um acordo global na Cúpula Mundial do Clima.
O diretor da Ericsson Carl-Henric Svanberg ressaltou que as empresas podem transformar o "desafio climático" em uma oportunidade de negócio. "Os políticos têm de assumir o problema, mas os empresários têm de atuar. Não há tempo para esperar o que os governos vão fazer", afirmou Indra Nooyi, diretora executiva da Pepsi.
Fonte - Último Segundo
Nota DDP: Outras nuances em "Copenhaguen: Cúpula Empresarial de Mudanças Climáticas".
A reunião do final do ano realmente promete mostrar-nos onde todo esse esforço midiático, corporativo e político tende a levar. Os contornos ao redor da questão do emprego também não têm passado despercebidos de um outro grande poder mundial: "Bento XVI pede soluções para desemprego".
Logicamente, todos os caminhos levam ao domingo como dia de descanso...
Obama e a "paz e segurança"

De crise em crise, de solução em solução, o que se observa na prática é cada vez mais controle do cidadão comum e, a tendência de unificação entre as lideranças globais, sempre sob a bandeira da "paz e segurança".
E para isso, nada melhor que os rumores de guerra:
Obama condena "desafio" norte-coreano que "ameaça a paz" no mundo
Nova York 25 mai (EFE).- O presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, qualificou de "ameaça à paz e à segurança internacionais" o novo teste nuclear, seguido da prova com um míssil, efetuado hoje pela Coreia do Norte.
Fonte - G1
Obama: teste nuclear ameaça segurança internacional
SEUL - O segundo teste nuclear realizado pela Coreia do Norte nesta segunda-feira, já provoca reações.O presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, emitiu nesta madrugada um comunicado que diz que as ações norte-coreanas "são um tema de grande preocupação para todas as nações", e uma "ameaça à paz e à segurança nacional".
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Fonte - O Globo
Obama abandona tom diplomático e pede ação contra Coreia do Norte
O presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, afirmou nesta segunda-feira, em breves declarações na Casa Branca, que a comunidade internacional "deve agir" diante do teste nuclear anunciado nesta segunda-feira pela Coreia do Norte. O democrata, que chegou à Presidência com discurso pró-diálogo, abandonou o tom diplomático e reiterou que o teste norte-coreano é uma grave ameaça a todo o mundo.
...
Fonte - Folha
Há ainda as relações com o mundo islâmico: "Obama e a bomba".
Enfim, estamos "sentados" em um mundo que mais parece um barril de pólvora, mas que insiste em medidas cada vez mais restritivas para impor a chamada "paz e segurança".
Já sabemos onde isso vai parar...
Copenhaguen: Cúpula Empresarial de Mudanças Climáticas
Ontem, num calmo domingo em Copenhagen, na Dinamarca, sob um sol que quase não se põe nesta época do ano, mal sabiam os tranquilos ciclistas o que acontecia no centro de congressos da cidade, o famoso Bella Center. Al Gore que saiu de uma desajeitada situação de ex-vice-presidente e candidato derrotado às eleições americanas, hoje, do alto do seu prêmio Nobel, transformou-se na mais importante voz deste mundo em transformação.Sentado ao lado de Sua Majestade Margrethe II, Rainha da Dinamarca, e do Secretário Geral das Nações Unidas, Ban Ki-Moon, não poderia haver mais circunstância em um ambiente cuja austeridade é esperada. Afinal ali está reunida a fina flor da elite mundial das empresas com representantes de governos e do mundo multilateral para preparar a agenda do mundo corporativo para a COP 15 (Conferência Mundial Sobre o Clima das Nações Unidas) que irá se realizar neste mesmo espaço em dezembro.
O evento promovido pelo Copenhagen Climate Council, chamado de Cúpula Empresarial de Mudanças Climáticas, tem como objetivo preparar a agenda empresarial para dezembro. O objetivo é que ela possa contribuir para aproximar governos em divergências ainda importantes para que a COP 15 em Copenhagen surja como a Conferência que fundamentará as bases de um novo ciclo de desenvolvimento pautado pela baixa emissão de carbono.
Foi neste encontro e com este espírito que Al Gore iniciou a sua fala, logo após a abertura do Secretário Geral da ONU, que francamente, mais parecia um mestre de cerimônias. Ban Ki- moon não consegue deixar de ser anódino mesmo quando tantos interesses estão em jogo.
Gore pontuou a tripla crise - a climática, a econômica e a de segurança energética - como resultantes de uma mesma causa: a profunda dependência que a humanidade tem de energia fóssil (não disse, mas deveria, daquela parte da humanidade que tem acesso a ela...). Disse que o grande imperativo é sair da dependência de energias fósseis para as infinitas fontes de energia limpa e renovável do Sol, dos ventos e da energia geotérmica. Falou dos muitos exemplos nesta mesma direção como a da Dinamarca que já tem 25% de sua energia em base éolica ou mesmo das recentes medidas do Presidente Obama que estabeleceu metas de redução de emissões para a indústria automobilística e o cancelamento literal da construção de plantas termoelétricas movidas a carvão. Disse ainda que é indispensável que se crie valor para a mitigação de CO2, pois um gás invisível e inodoro dificilmente será reduzido sem compensação econômica.
Gore também pontuou a crescente coragem e determinação do governo Obama de transformar os Estados Unidos independente de energia fóssil até 2020. Comparou a recente fala de Obama quando das metas de redução das emissões a de Kennedy no início da década de 60 sobre colocar o homeme na Lua até o final da década. Reiterou a necessidade de ousar e sonhar para que o desafio da energia sustentável toque o imaginário das pessoas, sem o qual, não haverá o esforço necessário.
A fala de Gore foi enfática e determinada. Também aproveitou para reiterar um dos principais temas defendidos pelos EUA para dezembro, ou seja, mecanismos de mercado como parte da nova regulação de serviços ambientais. Mas o mercado que ele se refere, seria um novo mercado, eivado de valores éticos e humanos. Como? Finalizou dizendo que esta geração será julgada pelas próximas e se elas nos acusarem de não termos tomado as ações que nosso tempo nos convoca, teremos falhado lamentavelmente.
Neste aspecto tanto Ban Ki-Moon como Al Gore deram o tom: Copenhagen terá que ser o marco zero de uma nova economia e visão de desenvolvimento. Estabelecerá as bases para as regras de mercado e de regulação governamental e multilateral para os próximos 20 anos e isso tem que ser feito este ano sob pena da coesão política conseguida até aqui fragilizar-se e tornar tudo muito mais complicado. De fato, as mudanças climáticas não tem esperado em sua perigosa escalada.
Apesar do bom início, as lideranças empresariais presentes não pareciam estar a altura do debate. Limitaram-se a expressar concordância com o imperativo da economia verde, mas não conseguiam dizer qual era a agenda do mundo dos negócios. O debate dos CEOs foi sofrível. Considerando-os parte da poderosa elite mundial que será determinante para a mudança, é preocupante.
* Ricardo Young é presidente do Instituto Ethos e está em Copenhagen e participa da reunião que definirá a agenda de discussões da COP 15 (Conferência Mundial Sobre o Clima das Nações Unidas)
Fonte: Época Negócios
"Para salvar o futuro, temos tudo de que precisamos, exceto a vontade política. Temos de fazer neste ano, não no próximo", repetiu [Al Gore]. Último Segundo
NOTA Minuto Profético: Não acredito que os EUA vão alterar sua dependência dos combustíveis fósseis da noite para o dia, até porque isso envolve interesses geoestratégicos (leia-se, desculpa para invadir e dominar o Oriente Médio e a Ásia Central). No fundo, essa questão tem mesmo a ver com a limitação das liberdades civis patrocinada pela elite globalista. No olho do furacão, vai mesmo pipocar a Lei Dominical como "fórmula mágica" para resolver os problemas do mundo: algo que os ocultistas e os guardadores do domingo vão aplaudir de pé... O fim se aproxima...
Paz e segurança
Vimos no mês passado (abril de 2009) sobre a lógica do Ecumenismo. Essa lógica está intimamente dependente de um ambiente caracterizado por “paz e segurança” conforme I Tess. 5:3. Para se fazer negócios nesse mundo, precisa existir um ambiente de relativa paz e segurança. Se a insegurança passar de certos limites, não há condições de negociar nem de enriquecer. Como esses limites estão próximos de serem atingidos, é de se esperar que grandes líderes do mundo inteiro se esforcem pela paz e pela segurança.
O objetivo número um da ONU, em seus estatutos é “paz e segurança internacional”. Esse é portanto o primeiro objetivo de quase todas as nações do mundo, bem como das igrejas, das empresas, dos sindicatos, dos bancos, das corporações e de quase todas as pessoas. Em torno desse objetivo acontecem muitas reuniões mundo afora. Para alcançar esse objetivo é que estão organizando a unificação dos países em blocos econômicos para dar melhores condições aos negócios; e a unificação das igrejas para servirem, não mais para a pregação de mensagens bíblicas, mas para terem uma função social pela paz.
Em suma, o mundo está sendo levado por grandes poderes para se tornar um lugar favorável para se negociar, para alguns enriquecerem e terem muito poder. Quem são esses alguns? São, por ordem de ambição: os líderes da Igreja Católica, que desejam o seu impressionante poder medieval de volta. O atual papa, Bento XVI se enquadraria perfeitamente como papa lá pelo século XXII, ou antes, no auge do poder papal sobre o mundo. A Igreja Católica (não os seus membros, mas os líderes, e nem todos, principalmente os que se concentram no Vaticano, em Roma) quer poder de impor a forma de adoração que o inimigo de CRISTO deseja, este quer ser adorado em lugar do Criador. Para isso ele tem um dia de honra a ele, esse dia é o domingo. Outros que desejam poder são os grandes países industrializados do mundo, que são oito, e formam o grupos dos oito (G8). Neles se encontram as grandes corporações industriais e comerciais do mundo, que em Apocalipse cap. 18 são identificados como os “mercadores” da Terra. São todos movidos por ambição pelo poder e pela riqueza.
Agora acompanhe o raciocínio. Com as condições sociais se degenerando rapidamente, algo há que ser feito. É necessário que o mundo ingresse numa longa era de “paz e segurança”, para as condições ideais de se dominar os povos e para os poderosos ganharem dinheiro. A Igreja Católica deseja dominar sobre as nações e sobre os poderosos mercadores da Terra, assim como fez durante a Idade Média, num período que a Bíblia previu que duraria 1.260 anos, de 538 até 1798. E os poderosos da Terra querem ganhar dinheiro, e com esse fim, dão o seu poder a Igreja Católica, para que reeduque o planeta (ver em Apoc. 17:12 e 13) pela paz e segurança. Portanto, são necessários intensos esforços para se conseguir essa condição de estabilidade política e econômica. Ela deverá durar pelo menos mil anos. Para esse fim, como vimos no mês passado, todas as igrejas estão sendo chamadas a se unirem sob o comando da Igreja Católica, e colaborar na reeducação dos cidadãos do planeta. É um grandioso projeto para o terceiro milênio, e todas as expectativas estão sendo lançadas nessa tentativa.
A visita do papa Bento XVI à palestina no mês de maio foi com essa intenção. Como o projeto está todo dependente da união de todas as formas de adoração, é preciso também que o judaísmo e os muçulmanos se unam. E eles só poderão se unir se houver algum acordo político entre palestinos e judeus. Isso não quer dizer que se formará uma só religião, mas que todas adotarão o domingo como dia para reeducar seus respectivos fiéis. Assim cada um continua em sua igreja, mas nelas recebe instruções de cidadania para que se comporte colaborando com a Globalização dos negócios. Isto quer dizer, que todos colaborem pela paz e segurança. Isso deve ser o fim da pregação bíblica da volta de CRISTO, tracando pela pregação de condições de grandes negócios aqui mesmo.
Mas como unir nesse projeto palestinos e judeus, se fazem séculos que brigam entre si, e se nesses últimos tempos a tensão só tem aumentado? É muito difícil, mas é preciso resolver essa questão, caso contrário não vai haver nem paz, nem segurança nesse planeta, nem vai haver Globalização dos negócios. Daí nesses últimos meses se intensificarem os esforços para que estes dois povos se entendam. Certamente eles se entenderão politicamente, porém esse entendimento, como já é rotina, vai durar pouco tempo.
Não é só na Palestina que residem problemas a serem resolvidos para se obter paz e segurança. Num outro âmbito, nem todas as igrejas estão dispostas a participar desse projeto que biblicamente se sabe será um grande fracasso. Aliás, algumas poucas não estão fazendo parte desses esforços inúteis. Alguns crentes, pelo estudo da Bíblia sabem que nesse planeta não há mais condições de sobrevida. Ele está chegando ao final de sua capacidade de suportar a degradação feita pelo ser humano. E a sociedade humana vai degenerando e já chegou a uma condição tal que se tornou impossível reeducar a todos. Como tornar mais de seis bilhões de pessoas, em poucos anos, em cidadãos de bem? Isso é impossível. Portanto, alguns crentes sabem que vai haver uma solução, e de paz e segurança, mas ela vem de fora. Ela virá com a segunda vinda de CRISTO a esta Terra. Ele virá para fundar um reino de amor, onde jamais haverá violência, um reino eterno. Agora a pregação da segunda vinda de CRISTO não é bem vista pelo pessoal da Globalização. Eles querem ganhar dinheiro, e isto precisa ser feito aqui na Terra. Satanás quer ser adorado, e isto precisa ser aqui na Terra.
E, para os planejadores da solução por iniciativa do homem, uma solução aqui mesmo, esse grupo de crentes é visto como uma ameaça. Pois esse grupo ensina a Bíblia segundo os seus fundamentos, e isso de fato, ameaça o tal grande projeto. A ameaça até tem nome na Bíblia: “queda de Babilônia”. O projeto humano na verdade nem mesmo é de paz e segurança, mas de guerra contra esse grupo de crentes. Pois esse grupo não pretende adorar como o projeto está tentando impor, santificar o domingo, e não é de agora, mas desde a Idade Média.
Pois bem, como diz o verso de I Tess. 5:3 – “quando andarem dizendo: paz e segurança eis que lhes sobrevirá repentina destruição” vemos apenas uma tendência óbvia, da qual não se pode mais retroceder. O mundo está chegando a condições tais que aqui tem mais concerto. E a tentativa de concertá-lo é sintoma de que tudo está realmente chegando ao fim por aqui. A sensação de paz e segurança, que bem logo todos sentirão, é uma sensação aparente e passageira, vai durar pouco tempo. É a mesma sensação que sentem muitos doentes graves um pouco antes da morte. Parece que melhoram para logo depois vir-lhes a morte.
O mundo aqui não tem mais futuro. Todas as pessoas de bom senso, não importa a sua religião, se quiserem viver, precisam consultar suas Bíblias e ali saberem qual é o real futuro deste planeta, e qual é o plano de DEUS para as suas vidas.
Fonte - Cristo Voltará
Nota DDP: Quando o artigo traz a idéia "para os planejadores da solução por iniciativa do homem, uma solução aqui mesmo, esse grupo de crentes é visto como uma ameaça", logo me lembrei de uma reunião "secreta" havida entre os principais expoentes do poder americano, de onde se abstrai a seguinte idéia:
"Os filantropistas que atenderam ao convite realizado por iniciativa de Bill Gates, co-fundador da Microsoft, trataram de unir forças para ultrapassar os obstáculos políticos e religiosos à mudança."
A reunião tratou especialmente de controle populacional.
É essa a mudança que vem pela frente. Controle, todo tipo dele.
O objetivo número um da ONU, em seus estatutos é “paz e segurança internacional”. Esse é portanto o primeiro objetivo de quase todas as nações do mundo, bem como das igrejas, das empresas, dos sindicatos, dos bancos, das corporações e de quase todas as pessoas. Em torno desse objetivo acontecem muitas reuniões mundo afora. Para alcançar esse objetivo é que estão organizando a unificação dos países em blocos econômicos para dar melhores condições aos negócios; e a unificação das igrejas para servirem, não mais para a pregação de mensagens bíblicas, mas para terem uma função social pela paz.
Em suma, o mundo está sendo levado por grandes poderes para se tornar um lugar favorável para se negociar, para alguns enriquecerem e terem muito poder. Quem são esses alguns? São, por ordem de ambição: os líderes da Igreja Católica, que desejam o seu impressionante poder medieval de volta. O atual papa, Bento XVI se enquadraria perfeitamente como papa lá pelo século XXII, ou antes, no auge do poder papal sobre o mundo. A Igreja Católica (não os seus membros, mas os líderes, e nem todos, principalmente os que se concentram no Vaticano, em Roma) quer poder de impor a forma de adoração que o inimigo de CRISTO deseja, este quer ser adorado em lugar do Criador. Para isso ele tem um dia de honra a ele, esse dia é o domingo. Outros que desejam poder são os grandes países industrializados do mundo, que são oito, e formam o grupos dos oito (G8). Neles se encontram as grandes corporações industriais e comerciais do mundo, que em Apocalipse cap. 18 são identificados como os “mercadores” da Terra. São todos movidos por ambição pelo poder e pela riqueza.
Agora acompanhe o raciocínio. Com as condições sociais se degenerando rapidamente, algo há que ser feito. É necessário que o mundo ingresse numa longa era de “paz e segurança”, para as condições ideais de se dominar os povos e para os poderosos ganharem dinheiro. A Igreja Católica deseja dominar sobre as nações e sobre os poderosos mercadores da Terra, assim como fez durante a Idade Média, num período que a Bíblia previu que duraria 1.260 anos, de 538 até 1798. E os poderosos da Terra querem ganhar dinheiro, e com esse fim, dão o seu poder a Igreja Católica, para que reeduque o planeta (ver em Apoc. 17:12 e 13) pela paz e segurança. Portanto, são necessários intensos esforços para se conseguir essa condição de estabilidade política e econômica. Ela deverá durar pelo menos mil anos. Para esse fim, como vimos no mês passado, todas as igrejas estão sendo chamadas a se unirem sob o comando da Igreja Católica, e colaborar na reeducação dos cidadãos do planeta. É um grandioso projeto para o terceiro milênio, e todas as expectativas estão sendo lançadas nessa tentativa.
A visita do papa Bento XVI à palestina no mês de maio foi com essa intenção. Como o projeto está todo dependente da união de todas as formas de adoração, é preciso também que o judaísmo e os muçulmanos se unam. E eles só poderão se unir se houver algum acordo político entre palestinos e judeus. Isso não quer dizer que se formará uma só religião, mas que todas adotarão o domingo como dia para reeducar seus respectivos fiéis. Assim cada um continua em sua igreja, mas nelas recebe instruções de cidadania para que se comporte colaborando com a Globalização dos negócios. Isto quer dizer, que todos colaborem pela paz e segurança. Isso deve ser o fim da pregação bíblica da volta de CRISTO, tracando pela pregação de condições de grandes negócios aqui mesmo.
Mas como unir nesse projeto palestinos e judeus, se fazem séculos que brigam entre si, e se nesses últimos tempos a tensão só tem aumentado? É muito difícil, mas é preciso resolver essa questão, caso contrário não vai haver nem paz, nem segurança nesse planeta, nem vai haver Globalização dos negócios. Daí nesses últimos meses se intensificarem os esforços para que estes dois povos se entendam. Certamente eles se entenderão politicamente, porém esse entendimento, como já é rotina, vai durar pouco tempo.
Não é só na Palestina que residem problemas a serem resolvidos para se obter paz e segurança. Num outro âmbito, nem todas as igrejas estão dispostas a participar desse projeto que biblicamente se sabe será um grande fracasso. Aliás, algumas poucas não estão fazendo parte desses esforços inúteis. Alguns crentes, pelo estudo da Bíblia sabem que nesse planeta não há mais condições de sobrevida. Ele está chegando ao final de sua capacidade de suportar a degradação feita pelo ser humano. E a sociedade humana vai degenerando e já chegou a uma condição tal que se tornou impossível reeducar a todos. Como tornar mais de seis bilhões de pessoas, em poucos anos, em cidadãos de bem? Isso é impossível. Portanto, alguns crentes sabem que vai haver uma solução, e de paz e segurança, mas ela vem de fora. Ela virá com a segunda vinda de CRISTO a esta Terra. Ele virá para fundar um reino de amor, onde jamais haverá violência, um reino eterno. Agora a pregação da segunda vinda de CRISTO não é bem vista pelo pessoal da Globalização. Eles querem ganhar dinheiro, e isto precisa ser feito aqui na Terra. Satanás quer ser adorado, e isto precisa ser aqui na Terra.
E, para os planejadores da solução por iniciativa do homem, uma solução aqui mesmo, esse grupo de crentes é visto como uma ameaça. Pois esse grupo ensina a Bíblia segundo os seus fundamentos, e isso de fato, ameaça o tal grande projeto. A ameaça até tem nome na Bíblia: “queda de Babilônia”. O projeto humano na verdade nem mesmo é de paz e segurança, mas de guerra contra esse grupo de crentes. Pois esse grupo não pretende adorar como o projeto está tentando impor, santificar o domingo, e não é de agora, mas desde a Idade Média.
Pois bem, como diz o verso de I Tess. 5:3 – “quando andarem dizendo: paz e segurança eis que lhes sobrevirá repentina destruição” vemos apenas uma tendência óbvia, da qual não se pode mais retroceder. O mundo está chegando a condições tais que aqui tem mais concerto. E a tentativa de concertá-lo é sintoma de que tudo está realmente chegando ao fim por aqui. A sensação de paz e segurança, que bem logo todos sentirão, é uma sensação aparente e passageira, vai durar pouco tempo. É a mesma sensação que sentem muitos doentes graves um pouco antes da morte. Parece que melhoram para logo depois vir-lhes a morte.
O mundo aqui não tem mais futuro. Todas as pessoas de bom senso, não importa a sua religião, se quiserem viver, precisam consultar suas Bíblias e ali saberem qual é o real futuro deste planeta, e qual é o plano de DEUS para as suas vidas.
Fonte - Cristo Voltará
Nota DDP: Quando o artigo traz a idéia "para os planejadores da solução por iniciativa do homem, uma solução aqui mesmo, esse grupo de crentes é visto como uma ameaça", logo me lembrei de uma reunião "secreta" havida entre os principais expoentes do poder americano, de onde se abstrai a seguinte idéia:
"Os filantropistas que atenderam ao convite realizado por iniciativa de Bill Gates, co-fundador da Microsoft, trataram de unir forças para ultrapassar os obstáculos políticos e religiosos à mudança."
A reunião tratou especialmente de controle populacional.
É essa a mudança que vem pela frente. Controle, todo tipo dele.
segunda-feira, 25 de maio de 2009
A grande mentira
(Adaptado a partir do texto de Dr. Samuel F. M. Costa) "Vós tendes por pai ao diabo, e quereis satisfazer os desejos de vosso pai... Quando ele profere mentira, fala do que lhe é próprio, porque é mentiroso, e pai da mentira" (João 8:44)
Não estou certo se esta é a maior de todas as mentiras, mas certamente é a que mais tem enganado as pessoas: "Nós somos deuses". Esse é um pensamento ambicioso, que age como um redemoinho ao longo da história e vem seduzindo milhões de pessoas por onde passa. Primeiro seduziu a mais formosa e inteligente criatura do Universo. Depois, esta idéia insana foi também a causa da queda da raça humana, que absorveu o vírus da morte por acreditar que "seriam como deuses". Tem invadido cultura após cultura, conquistando cada vez mais os corações e as mentes das pessoas. É um pensamento quase irresistível, que parece suprir nossas necessidades e anseios.
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"Os EUA não são uma nação cristã"
Uma parte do discurso de Obama no Parlamento da Turquia disse: "Não nos consideramos uma nação cristã". Esse discurso me lembra uma piada antiga: O Cavaleiro Solitário e seu ajudante índio estão cercados por índios hostis. O homem mascarado vira-se para seu fiel companheiro e pergunta: "O que iremos fazer agora?" Seu ajudante responde: "O que você quer dizer nós, cara pálida?"
Como outros esquerdistas, Obama tem o infeliz hábito de projetar suas ilusões no povo americano.
Ele estava na Turquia como parte de sua turnê de repúdio aos EUA, durante a qual ele gratificou vergonhosamente os desejos do antiamericanismo europeu. ("Temos sido arrogantes e prometemos não mais torturar terroristas e sempre escutar os 'aliados' que quase perderam as duas guerras mundiais e a Guerra Fria. E nos últimos 15 segundos eu disse o quanto lamento o episódio de Wounded Knee?")
Na Turquia esmagadoramente muçulmana, Barack Hussein Obama, como ele foi apresentado (agora que a eleição terminou, não há problema em usar seu nome do meio), declarou o conceito de que "os EUA como nação cristã" é um mito.
Obama disse: "Embora, conforme mencionei, tenhamos uma população cristã muito grande (sim, por volta de 75 a 80%), não nos consideramos uma nação cristã ou uma nação judaica ou uma nação muçulmana".
Será? Mas o Pacto do Mayflower não proclamou a intenção dos Peregrinos [os fundadores evangélicos dos EUA] de estabelecer uma colônia para "o avanço da fé muçulmana"? E quanto ao lema "Em Alá Confiamos" em nossas moedas e notas de dólar, sem mencionar o que veio a ser chamado de hino nacional americano, "Alá Abençoe a América"?
Falando sério, se ao declarar que os EUA não são uma nação cristã Obama está se referindo a uma minoria como a diretoria esquerdista do jornal The New York Times, ele acertou em cheio.
Por outro lado, se ele quer dizer a nação em geral, ele azarou.
Em 3 de abril uma pesquisa de opinião pública da revista Newsweek mostrou que 62% dos americanos consideram os EUA como "uma nação cristã". Mas para aqueles que são como Obama, a emoção predominante dos EUA não é decidida pela maioria, mas pela elite cultural - os indivíduos que receberam o privilégio de moldar a consciência nacional pelo resto de nós.
Devido à ignorância ou cegueira deliberada, por toda a história americana, a maioria dos americanos, inclusive seus líderes, não entendiam que os EUA são uma república secular - uma nação sob Rousseau, Darwin e o Manifesto Humanista (I e II).
Patrick Henry comentou: "Nunca é demais frisar o fato de que esta grande nação foi fundada não pelas religiões, mas por cristãos; não na base de religiões, mas na base do Evangelho de Jesus Cristo".
A Constituição americana é datada "no ano de nosso Senhor, 1787," em referência não a Alá, Krishna ou Buda, mas a Jesus Cristo. O juiz da Suprema Corte Joseph Story, em sua obra sobre a Constituição publicada em 1833, observou que os fundadores dos Estados Unidos acreditavam "que o Cristianismo tem de receber incentivo do Estado".
No caso de 1931 de U.S. v Macintosh (decidido antes de o judiciário federal começar a desconstruir a Primeira Emenda), a Suprema Corte declarou: "Somos um povo cristão".
Todos os presidentes dos Estados Unidos, inclusive B. Hussein Obama, fizeram juramento com a mão em cima da Bíblia para defender a Constituição. Em todos os casos, exceto um, era a Versão do Rei James.
Falando dos antecessores de Obama - nitidamente "menos inteligentes" e "laicos" do que o "Supremo Messias" e provavelmente lacaios da direita religiosa - a opinião deles é unânime:
O Presidente George Washington disse: "É impossível governar acertadamente sem Deus e sem a Bíblia". Por Bíblia, o fundador dos EUA não estava se referindo ao Corão ou ao Bhagavad Gita.
O Presidente John Adams disse: "Os princípios gerais sobre os quais os fundadores [dos EUA] obtiveram a independência [dos EUA] foram... os princípios gerais do Cristianismo".
O Presidente John Quincy Adams disse: "A maior glória da Revolução Americana foi esta: Uniu num vínculo indissolúvel os princípios do governo civil aos princípios do Cristianismo".
O Presidente Andrew Jackson disse: "A Bíblia é a rocha sobre a qual está firmada nossa República" - de novo, em referência à Bíblia cristã, não ao Lotus Sutra.
O Presidente Abraham Lincoln disse: "Inteligência, patriotismo, Cristianismo e uma confiança firme nAquele que nunca abandonou esta terra agraciada são ainda suficientes para resolver, da melhor forma, todas as nossas dificuldades atuais". As "dificuldades atuais", que Lincoln cria que o Cristianismo resolveria favoravelmente, era uma guerra civil na qual mais de 600.000 morreram.
Antes do esquerdista McGovern tomar o Partido Democrático (agora sob a direção de George Soros), os presidentes do próprio partido de Obama também cantavam no coro dos EUA como nação cristã.
O Presidente Woodrow Wilson disse: "Os Estados Unidos nasceram como uma nação cristã. Os EUA nasceram para exemplificar a devoção dos elementos da justiça que têm origem na revelação das Sagradas Escrituras".
O Presidente Franklin D. Roosevelt, falando da 2ª Guerra Mundial, disse: "Hoje, o mundo inteiro está dividido, dividido entre a escravidão humana e a liberdade humana - entre a brutalidade pagã e o ideal cristão".
O Presidente Harry S. Truman, escrevendo ao Papa Pio XII, disse: "Esta é uma nação cristã... Não é a toa que os valorosos pioneiros que partiram da Europa para estabelecer colônias aqui, no comecinho da sua aventura colonial, declararam sua fé na religião cristã e fizeram amplos preparativos para sua prática e apoio".
O Presidente John F. Kennedy, no meio da Guerra Fria, disse: "Contudo, a mesma convicção revolucionária pela qual lutaram nossos ancestrais é ainda relevante ao redor do mundo, a convicção de que os direitos humanos não se originam do Estado, mas das mãos de Deus".
O Presidente Thomas Jefferson disse algo incrivelmente parecido: "Será que as liberdades de uma nação podem estar garantidas quando removemos sua única base firme, uma convicção na mente das pessoas de que essas liberdades são presente de Deus?"
Entretanto, o "Supremo Messias" consegue alegremente proclamar que os EUA não são mais uma nação cristã.
Num discurso de 2007, Obama confirmou essa opinião: "O que quer que tenhamos uma vez sido no passado, não somos mais uma nação cristã".
Com isso o presidente aceitou a possibilidade de que os EUA foram uma nação cristã no passado, mas não são mais. Contudo, quando foi que o predomínio do Cristianismo na vida dos americanos terminou - com a decisão da Suprema Corte de abolir as orações nas escolas em 1962, com sua decisão Roe v. Wade de 1973 de legalizar o aborto ou com Bill Clinton deixando manchas de sêmen no vestido de uma estudante estagiária, em 1995?
...
Se não somos uma nação cristã, então o que é que somos? Obama disse aos turcos: "Consideramo-nos como uma nação de cidadãos que estão ligados por ideais e por um conjunto de valores".
Valores não são fluídos. Eles têm de ter um ponto de origem.
Por toda a nossa história, a maioria dos americanos nunca duvidou das origens de nossas características éticas: o monte Sinai, Jerusalém, os Dez Mandamentos, o Sermão da Montanha, a Torá, o Novo Testamento - conhecidos coletivamente como nossa herança judaico-cristã.
Para a esquerda secular, que agora ocupa a Casa Branca, a herança dos EUA não está na Bíblia, nem na Declaração de Independência e nem na Constituição (em seu sentido original), mas no humanismo secular, no coletivismo e no multiculturalismo - valores baseados não em padrões eternos, mas em normas culturais predominantes, conforme determina a elite política, midiática e acadêmica.
Obama não quer que nos consideremos uma nação cristã porque a ética judaico-cristã está em conflito com a cosmovisão dele.
Seja o que for que Joel Osteen e Rick Warren nos digam (o Pr. Ken Hutcherson os chama de evangelistas covardes), Obama não é cristão - a menos que você considere os sermões loucos e cheios de ódio do ex-pastor dele, na igreja que ele freqüentou por 19 anos, como Cristianismo.
Os EUA como nação cristã não aceitam uniões civis ou casamento de mesmo sexo - e não consideram todos os atos sexuais como equiparáveis. Mas os EUA de Obama aceitam tudo isso.
Os EUA, com suas raízes judaico-cristãs, crêem na defesa da vida humana inocente - inclusive dos mais indefesos: os bebês em gestação. Os EUA de Obama não crêem nisso. Testemunhe a reputação que ele está adquirindo como o presidente mais pró-aborto da história dos EUA, e os votos dele contra projetos de lei contra o infanticídio quando ele era membro do Senado de Illinois.
Os EUA como nação cristã crêem em governo limitado, não aceitando a idéia falsa de que o governo é Deus. Os EUA de Obama crêem que não há nada que o Estado não possa fazer, nenhum poder que o Estado não deveria ter e nenhuma limitação nos poderes do Estado para taxar, gastar e controlar.
Os EUA como nação cristã compreendem a ordem bíblica de apoiar Israel.
Os EUA de Obama vêem os palestinos (que são antissemitas, antiamericanos, sanguinários, exaltadores da guerra santa) como o equivalente moral dos israelenses (democráticos, pró-americanos, governados pelo Estado de direito). A fantasia de Obama de Israel e Palestina vivendo juntos "lado a lado em paz e segurança" é ilusão ou eufemismo para um acordo temporário que levará à extinção do Estado judeu.
Como a proverbial casa dividida de Lincoln, esses dois EUA não poderão coexistir para sempre. Durante sua presidência, Obama tem a intenção de enterrar os EUA como nação cristã, com um chefe de mesquita presidindo na cerimônia religiosa fúnebre.
Mal posso esperar a próxima viagem cheia de magia e mistério do presidente Obama. Como o Dep. Joe Cannon disse de um colega: "Toda vez que abre a boca, esse homem subtrai da soma total do conhecimento humano".
Fonte - Mídia sem Máscara
Nota DDP: Como bem assinalado no artigo "O gradual 'apagamento' da figura de Deus nos EUA", diz o Espírito de Profecia: 'o povo dos Estados Unidos tem sido um povo favorecido, mas quando eles restringirem a liberdade religiosa, renunciarem ao protestantismo e apoiarem o papado, a medida de sua culpa estará cheia, e nos livros do céu estará escrito: apostasia nacional' (Eventos Finais, pág. 117).
Ao que parece e, ao menos no que se refere a parte em que se espera a renúncia ao protestantismo, por vários fatores, temos motivos para crer que o processo já se encontra bem avançado.
Mas a evolução dos fatos não param neste ponto. Como já se tem observado desde o governo Bush que via "Deus nos olhos do papa", o que a princípio parecia um rompimento do novo governo americano com roma lentamente vai se assentando em sentido contrário, como já considerado aqui em "Jornal diz que Obama e Bento XVI têm posição comum sobre Estado palestino" ou "Obama baixa o tom".
Enfim, é óbvio que assim como Napoleão percebeu por volta de 1814 que era mais interessante ter o papado ao seu lado que contra, o novo dirigente americano também deve se inclinar rapidamente neste sentido.
Mas e a restrição da liberdade religiosa? O ecumenismo e a mensagem de "paz" tratará de silenciar os discursos dissonantes.
Como outros esquerdistas, Obama tem o infeliz hábito de projetar suas ilusões no povo americano.
Ele estava na Turquia como parte de sua turnê de repúdio aos EUA, durante a qual ele gratificou vergonhosamente os desejos do antiamericanismo europeu. ("Temos sido arrogantes e prometemos não mais torturar terroristas e sempre escutar os 'aliados' que quase perderam as duas guerras mundiais e a Guerra Fria. E nos últimos 15 segundos eu disse o quanto lamento o episódio de Wounded Knee?")
Na Turquia esmagadoramente muçulmana, Barack Hussein Obama, como ele foi apresentado (agora que a eleição terminou, não há problema em usar seu nome do meio), declarou o conceito de que "os EUA como nação cristã" é um mito.
Obama disse: "Embora, conforme mencionei, tenhamos uma população cristã muito grande (sim, por volta de 75 a 80%), não nos consideramos uma nação cristã ou uma nação judaica ou uma nação muçulmana".
Será? Mas o Pacto do Mayflower não proclamou a intenção dos Peregrinos [os fundadores evangélicos dos EUA] de estabelecer uma colônia para "o avanço da fé muçulmana"? E quanto ao lema "Em Alá Confiamos" em nossas moedas e notas de dólar, sem mencionar o que veio a ser chamado de hino nacional americano, "Alá Abençoe a América"?
Falando sério, se ao declarar que os EUA não são uma nação cristã Obama está se referindo a uma minoria como a diretoria esquerdista do jornal The New York Times, ele acertou em cheio.
Por outro lado, se ele quer dizer a nação em geral, ele azarou.
Em 3 de abril uma pesquisa de opinião pública da revista Newsweek mostrou que 62% dos americanos consideram os EUA como "uma nação cristã". Mas para aqueles que são como Obama, a emoção predominante dos EUA não é decidida pela maioria, mas pela elite cultural - os indivíduos que receberam o privilégio de moldar a consciência nacional pelo resto de nós.
Devido à ignorância ou cegueira deliberada, por toda a história americana, a maioria dos americanos, inclusive seus líderes, não entendiam que os EUA são uma república secular - uma nação sob Rousseau, Darwin e o Manifesto Humanista (I e II).
Patrick Henry comentou: "Nunca é demais frisar o fato de que esta grande nação foi fundada não pelas religiões, mas por cristãos; não na base de religiões, mas na base do Evangelho de Jesus Cristo".
A Constituição americana é datada "no ano de nosso Senhor, 1787," em referência não a Alá, Krishna ou Buda, mas a Jesus Cristo. O juiz da Suprema Corte Joseph Story, em sua obra sobre a Constituição publicada em 1833, observou que os fundadores dos Estados Unidos acreditavam "que o Cristianismo tem de receber incentivo do Estado".
No caso de 1931 de U.S. v Macintosh (decidido antes de o judiciário federal começar a desconstruir a Primeira Emenda), a Suprema Corte declarou: "Somos um povo cristão".
Todos os presidentes dos Estados Unidos, inclusive B. Hussein Obama, fizeram juramento com a mão em cima da Bíblia para defender a Constituição. Em todos os casos, exceto um, era a Versão do Rei James.
Falando dos antecessores de Obama - nitidamente "menos inteligentes" e "laicos" do que o "Supremo Messias" e provavelmente lacaios da direita religiosa - a opinião deles é unânime:
O Presidente George Washington disse: "É impossível governar acertadamente sem Deus e sem a Bíblia". Por Bíblia, o fundador dos EUA não estava se referindo ao Corão ou ao Bhagavad Gita.
O Presidente John Adams disse: "Os princípios gerais sobre os quais os fundadores [dos EUA] obtiveram a independência [dos EUA] foram... os princípios gerais do Cristianismo".
O Presidente John Quincy Adams disse: "A maior glória da Revolução Americana foi esta: Uniu num vínculo indissolúvel os princípios do governo civil aos princípios do Cristianismo".
O Presidente Andrew Jackson disse: "A Bíblia é a rocha sobre a qual está firmada nossa República" - de novo, em referência à Bíblia cristã, não ao Lotus Sutra.
O Presidente Abraham Lincoln disse: "Inteligência, patriotismo, Cristianismo e uma confiança firme nAquele que nunca abandonou esta terra agraciada são ainda suficientes para resolver, da melhor forma, todas as nossas dificuldades atuais". As "dificuldades atuais", que Lincoln cria que o Cristianismo resolveria favoravelmente, era uma guerra civil na qual mais de 600.000 morreram.
Antes do esquerdista McGovern tomar o Partido Democrático (agora sob a direção de George Soros), os presidentes do próprio partido de Obama também cantavam no coro dos EUA como nação cristã.
O Presidente Woodrow Wilson disse: "Os Estados Unidos nasceram como uma nação cristã. Os EUA nasceram para exemplificar a devoção dos elementos da justiça que têm origem na revelação das Sagradas Escrituras".
O Presidente Franklin D. Roosevelt, falando da 2ª Guerra Mundial, disse: "Hoje, o mundo inteiro está dividido, dividido entre a escravidão humana e a liberdade humana - entre a brutalidade pagã e o ideal cristão".
O Presidente Harry S. Truman, escrevendo ao Papa Pio XII, disse: "Esta é uma nação cristã... Não é a toa que os valorosos pioneiros que partiram da Europa para estabelecer colônias aqui, no comecinho da sua aventura colonial, declararam sua fé na religião cristã e fizeram amplos preparativos para sua prática e apoio".
O Presidente John F. Kennedy, no meio da Guerra Fria, disse: "Contudo, a mesma convicção revolucionária pela qual lutaram nossos ancestrais é ainda relevante ao redor do mundo, a convicção de que os direitos humanos não se originam do Estado, mas das mãos de Deus".
O Presidente Thomas Jefferson disse algo incrivelmente parecido: "Será que as liberdades de uma nação podem estar garantidas quando removemos sua única base firme, uma convicção na mente das pessoas de que essas liberdades são presente de Deus?"
Entretanto, o "Supremo Messias" consegue alegremente proclamar que os EUA não são mais uma nação cristã.
Num discurso de 2007, Obama confirmou essa opinião: "O que quer que tenhamos uma vez sido no passado, não somos mais uma nação cristã".
Com isso o presidente aceitou a possibilidade de que os EUA foram uma nação cristã no passado, mas não são mais. Contudo, quando foi que o predomínio do Cristianismo na vida dos americanos terminou - com a decisão da Suprema Corte de abolir as orações nas escolas em 1962, com sua decisão Roe v. Wade de 1973 de legalizar o aborto ou com Bill Clinton deixando manchas de sêmen no vestido de uma estudante estagiária, em 1995?
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Se não somos uma nação cristã, então o que é que somos? Obama disse aos turcos: "Consideramo-nos como uma nação de cidadãos que estão ligados por ideais e por um conjunto de valores".
Valores não são fluídos. Eles têm de ter um ponto de origem.
Por toda a nossa história, a maioria dos americanos nunca duvidou das origens de nossas características éticas: o monte Sinai, Jerusalém, os Dez Mandamentos, o Sermão da Montanha, a Torá, o Novo Testamento - conhecidos coletivamente como nossa herança judaico-cristã.
Para a esquerda secular, que agora ocupa a Casa Branca, a herança dos EUA não está na Bíblia, nem na Declaração de Independência e nem na Constituição (em seu sentido original), mas no humanismo secular, no coletivismo e no multiculturalismo - valores baseados não em padrões eternos, mas em normas culturais predominantes, conforme determina a elite política, midiática e acadêmica.
Obama não quer que nos consideremos uma nação cristã porque a ética judaico-cristã está em conflito com a cosmovisão dele.
Seja o que for que Joel Osteen e Rick Warren nos digam (o Pr. Ken Hutcherson os chama de evangelistas covardes), Obama não é cristão - a menos que você considere os sermões loucos e cheios de ódio do ex-pastor dele, na igreja que ele freqüentou por 19 anos, como Cristianismo.
Os EUA como nação cristã não aceitam uniões civis ou casamento de mesmo sexo - e não consideram todos os atos sexuais como equiparáveis. Mas os EUA de Obama aceitam tudo isso.
Os EUA, com suas raízes judaico-cristãs, crêem na defesa da vida humana inocente - inclusive dos mais indefesos: os bebês em gestação. Os EUA de Obama não crêem nisso. Testemunhe a reputação que ele está adquirindo como o presidente mais pró-aborto da história dos EUA, e os votos dele contra projetos de lei contra o infanticídio quando ele era membro do Senado de Illinois.
Os EUA como nação cristã crêem em governo limitado, não aceitando a idéia falsa de que o governo é Deus. Os EUA de Obama crêem que não há nada que o Estado não possa fazer, nenhum poder que o Estado não deveria ter e nenhuma limitação nos poderes do Estado para taxar, gastar e controlar.
Os EUA como nação cristã compreendem a ordem bíblica de apoiar Israel.
Os EUA de Obama vêem os palestinos (que são antissemitas, antiamericanos, sanguinários, exaltadores da guerra santa) como o equivalente moral dos israelenses (democráticos, pró-americanos, governados pelo Estado de direito). A fantasia de Obama de Israel e Palestina vivendo juntos "lado a lado em paz e segurança" é ilusão ou eufemismo para um acordo temporário que levará à extinção do Estado judeu.
Como a proverbial casa dividida de Lincoln, esses dois EUA não poderão coexistir para sempre. Durante sua presidência, Obama tem a intenção de enterrar os EUA como nação cristã, com um chefe de mesquita presidindo na cerimônia religiosa fúnebre.
Mal posso esperar a próxima viagem cheia de magia e mistério do presidente Obama. Como o Dep. Joe Cannon disse de um colega: "Toda vez que abre a boca, esse homem subtrai da soma total do conhecimento humano".
Fonte - Mídia sem Máscara
Nota DDP: Como bem assinalado no artigo "O gradual 'apagamento' da figura de Deus nos EUA", diz o Espírito de Profecia: 'o povo dos Estados Unidos tem sido um povo favorecido, mas quando eles restringirem a liberdade religiosa, renunciarem ao protestantismo e apoiarem o papado, a medida de sua culpa estará cheia, e nos livros do céu estará escrito: apostasia nacional' (Eventos Finais, pág. 117).
Ao que parece e, ao menos no que se refere a parte em que se espera a renúncia ao protestantismo, por vários fatores, temos motivos para crer que o processo já se encontra bem avançado.
Mas a evolução dos fatos não param neste ponto. Como já se tem observado desde o governo Bush que via "Deus nos olhos do papa", o que a princípio parecia um rompimento do novo governo americano com roma lentamente vai se assentando em sentido contrário, como já considerado aqui em "Jornal diz que Obama e Bento XVI têm posição comum sobre Estado palestino" ou "Obama baixa o tom".
Enfim, é óbvio que assim como Napoleão percebeu por volta de 1814 que era mais interessante ter o papado ao seu lado que contra, o novo dirigente americano também deve se inclinar rapidamente neste sentido.
Mas e a restrição da liberdade religiosa? O ecumenismo e a mensagem de "paz" tratará de silenciar os discursos dissonantes.
Coreia do Norte desafia o mundo com novo teste nuclear
A Coreia do Norte anunciou nesta segunda-feira (noite de domingo, no Brasil) ter realizado "com sucesso" um novo teste nuclear e ameaçou executar novas ações, em um desafio aberto à comunidade internacional. O regime ditatorial de Pyongyang desconsiderou, assim, as pressões internacionais que tentam obrigar o país a renunciar às ambições atômicas.
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Estados Unidos, Reino Unido, França, Rússia e União Europeia manifestaram "grande preocupação", assim como Coreia do Sul e Japão. A China, principal aliada da Coreia do norte e com poder de veto no Conselho da ONU, ainda não se pronunciou.
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A Coreia do Norte ameaçou ainda realizar mais testes, caso os Estados Unidos prossigam com o que chamou de "política de intimidação", afirmou um funcionário da embaixada norte-coreana em Moscou.
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O presidente americano, Barack Obama, condenou o que considerou "uma ameaça para a paz" e pediu uma "ação da comunidade internacional". "Estas ações, que não são uma surpresa dadas as declarações e as ações até este momento, são um tema grave que envolve todas as nações", afirmou Obama.
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O Conselho de Segurança da ONU se reunirá nesta segunda-feira em Nova York, às 17h de Brasília, anunciou o chefe da diplomacia russa, Serguei Lavrov.
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Fonte - Folha
Nota DDP: "Guerras e ameaças de guerras..."
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Estados Unidos, Reino Unido, França, Rússia e União Europeia manifestaram "grande preocupação", assim como Coreia do Sul e Japão. A China, principal aliada da Coreia do norte e com poder de veto no Conselho da ONU, ainda não se pronunciou.
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A Coreia do Norte ameaçou ainda realizar mais testes, caso os Estados Unidos prossigam com o que chamou de "política de intimidação", afirmou um funcionário da embaixada norte-coreana em Moscou.
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O presidente americano, Barack Obama, condenou o que considerou "uma ameaça para a paz" e pediu uma "ação da comunidade internacional". "Estas ações, que não são uma surpresa dadas as declarações e as ações até este momento, são um tema grave que envolve todas as nações", afirmou Obama.
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O Conselho de Segurança da ONU se reunirá nesta segunda-feira em Nova York, às 17h de Brasília, anunciou o chefe da diplomacia russa, Serguei Lavrov.
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Fonte - Folha
Nota DDP: "Guerras e ameaças de guerras..."
Presidente do Banco Mundial prevê crise por muito tempo

Nota prévia à leitura deste artigo: Robert Zoellick, presidente do Banco Mundial foi apontado para este cargo pelo ex-presidente americano George W. Bush; foi um apoiante da invasão do Iraque e do derrube de Saddam Hussein; foi diretor na Goldman Sachs, uma organização financeira cujos diretores ocuparam também cargos governamentais; é membro do Conselho de Relações Externas, da Comissão Trilateral e do Clube Bilderberg (esteve presente no encontro de 2009, realizado há pouco mais de uma semana). A entrevista foi dada ao El País, um dos principais jornais de Espanha, talvez o país europeu mais afetado pela crise económica.
'O presidente do Banco Mundial considerou, numa entrevista hoje publicada em Espanha, que a crise mundial poderá resultar numa «grave crise humana e social», se não foram tomadas a tempo medidas adequadas.
«Se não tomarmos medidas, existe o risco de se chegar a uma grave crise humana e social, com implicações políticas muito importantes. As medidas de relançamento podem ser determinantes», declarou Robert Zoellick ao jornal espanhol El Pais.
«O que começou como uma grande crise financeira e se tornou numa profunda crise económica, deriva actualmente para uma crise de desemprego», sublinhou.
«Se criarmos infra-estruturas que empreguem pessoas, isso pode ser um meio de associar estes desafios a curto prazo com estratégios a longo prazo», acrescentou Zoellick.
O presidente do Banco Mundial afirmou que dado «este contexto, ninguém sabe verdadeiramente o que se vai passar e o melhor é estar pronto para qualquer imprevisto».
«Existe aquilo que chamo o 'factor x' e que nunca vemos chegar, como a gripe» A (H1N1), acrescentou, alertanto também para outras «zonas de sombra»: «os perigos ligados ao proteccionismo e à dívida privada no mundo emergente, apesar das ajudas do FMI» (Fundo Monetário Internacional).
O presidente do Banco Mundial sublinhou que a recuperação económica tardará a chegar e quando ocorrer será de "baixa intensidade durante muito tempo" porque a indústria não tem escoamento e o desemprego vai continuar a crescer.
Zoellick considerou pouco provável que se repita uma depressão como a dos anos 30, embora "se acontecesse, seria terrível", com alto custo social, sobretudo nos países em desenvolvimento.
Por outro lado, disse que o primeiro-ministro espanhol, José Luis Rodriguez Zapatero, com quem se reuniu esta semana em Madrid, é "optimista por natureza" por acreditar que a recuperação "pode chegar antes do que se pensa".' (Diário de Notícias (negritos do articulista))
Fonte - O Tempo Final
Nota DDP: Um interessante aspecto desta questão se relaciona com as soluções vindas de roma neste assunto, os quais ele já apresenta abertamente ("Papa se solidariza com desempregados e pede 'humanização do mundo do trabalho'") e que deve se acentuar com a nova encíclica social.
Cabe ainda a leitura do post "O Papa reitera chamado a construir uma Europa fiel às raízes cristãs", afim de que se tenha uma perspectiva mais completa de onde todos estes elementos tendem a desaguar.
História da adoração – A natureza degenera
Capítulo 06
Com a transgressão de Adão e Eva coisas estranhas começaram a aparecer. Em primeiro lugar apareceram no próprio casal. Desapareceu o senso de intimidade entre o casal, e passaram a ter vergonha um do outro, e de DEUS. Afastaram-se um do outro e de DEUS. Tiveram capacidade de se acusar mutuamente e de mentir. O amor foi prejudicado severamente de um instante para outro. Assim trataram de fazer um improviso de roupas. Antes do pecado eram tão íntimos que a sua nudez não interferia em seu relacionamento natural. Agora não queriam mais ser vistos assim por DEUS.
Além disso, surgiu, o senso de culpa. Além de roupas, trataram de se esconder de DEUS (Gên. 3:7 e 10). E mais, de um momento para outro surgiu uma estranha criatividade, a da desculpa esfarrapada, ou seja, um empurrou seu erro para o outro. O homem disse que foi a mulher que lhe deu para comer. A mulher disse que a serpente a enganou. E a serpente por certo há tempos vinha culpando a DEUS pelas coisas que estava passando. E, curiosamente, DEUS assumiu as culpas de todos, menos da serpente. Por isso JESUS veio ao mundo morrer pela humanidade.
A seguir toda a natureza sofreu transformações dramáticas. Agora fora-se o equilíbrio natural inocente, e se iniciava um outro tipo de equilíbrio, o da luta pela sobrevivência. Sim, agora tudo aqui tornou-se mortal, e a morte fez surgir a necessidade de luta pela sobrevivência. A serpente passou a rastejar junto ao pó (Gên. 3:14). Nas [plantas] surgiram espinhos, cardos (praga da lavoura) e plantas daninhas e venenosas. Os animais, muitos deles tornaram-se predadores, passaram a comer carne e atacar outros animais, inclusive o homem. A terra teve que ser lavrada para produzir, pois as plantas não mais duravam para sempre, elas morriam. E passou a haver plantas que duravam apenas um ano, como os cereais, outras duravam muitos anos. O homem passou a ter que trabalhar para obter alimento. Basicamente precisava plantar, colher e cuidar dos animais domésticos, e tratar da defesa contra os animais que se tornaram nocivos, bem como das pragas da terra.
A mulher agora teve filhos com dores. Eles também precisavam trabalhar para ter o seu sustento, precisavam suar de sol a sol. E a necessidade de trabalhar foi aumentando cada vez mais, na medida em que o produto do trabalho tornou-se motivo de comércio. Pessoas e grupos de pessoas foram se especializando, e uns precisavam comprar dos outros. Não demorou muito para descobrirem os fundamentos da riqueza, de ter mais que os outros, surgindo a ganância. Daí surgiu a vontade de roubar, de fazer guerras e de tirar dos outros. Surgiu a exploração, a escravidão, as diferenças sociais, os níveis de importância e status. Nada disso fora plano de DEUS, mas fruto do pecado.
Porém nesse contexto deplorável surgiu outra invenção nociva: a imaginação de deuses estranhos. Os homens queriam ter uma força superior para seus empreendimentos, para os quais já não podiam contar com a colaboração do DEUS Criador, como foi nos tempos de Adão e Eva, antes do pecado. Então, afastando-se cada vez mais do Criador, inventaram deuses. Queriam ter deuses para satisfazer suas ambições: a riqueza originária da terra. Assim inventaram deuses para a terra, para a água, para as plantações, para a fertilidade feminina, para a riqueza e prosperidade, e muitos outros. apareceu a idolatria. E foram adorar esses deuses, pois perceberam que o verdadeiro DEUS não estava mais com eles nesse deplorável estilo de vida.
Resumindo, o pecado trouxe para a Terra, o nosso planeta, alterações nos costumes dos homens, dos animais e no modo de vida das plantas. Tudo tornou-se mortal. O homem passou a desconfiar um do outro e de DEUS, e criou um estilo de vida violento e interesseiro, cada um querendo ser mais que o outro. Essas coisas só foram piorando ao longo dos séculos, até chegar aos nossos dias numa situação insuportável.
Fonte - Cristo Voltará
Com a transgressão de Adão e Eva coisas estranhas começaram a aparecer. Em primeiro lugar apareceram no próprio casal. Desapareceu o senso de intimidade entre o casal, e passaram a ter vergonha um do outro, e de DEUS. Afastaram-se um do outro e de DEUS. Tiveram capacidade de se acusar mutuamente e de mentir. O amor foi prejudicado severamente de um instante para outro. Assim trataram de fazer um improviso de roupas. Antes do pecado eram tão íntimos que a sua nudez não interferia em seu relacionamento natural. Agora não queriam mais ser vistos assim por DEUS.
Além disso, surgiu, o senso de culpa. Além de roupas, trataram de se esconder de DEUS (Gên. 3:7 e 10). E mais, de um momento para outro surgiu uma estranha criatividade, a da desculpa esfarrapada, ou seja, um empurrou seu erro para o outro. O homem disse que foi a mulher que lhe deu para comer. A mulher disse que a serpente a enganou. E a serpente por certo há tempos vinha culpando a DEUS pelas coisas que estava passando. E, curiosamente, DEUS assumiu as culpas de todos, menos da serpente. Por isso JESUS veio ao mundo morrer pela humanidade.
A seguir toda a natureza sofreu transformações dramáticas. Agora fora-se o equilíbrio natural inocente, e se iniciava um outro tipo de equilíbrio, o da luta pela sobrevivência. Sim, agora tudo aqui tornou-se mortal, e a morte fez surgir a necessidade de luta pela sobrevivência. A serpente passou a rastejar junto ao pó (Gên. 3:14). Nas [plantas] surgiram espinhos, cardos (praga da lavoura) e plantas daninhas e venenosas. Os animais, muitos deles tornaram-se predadores, passaram a comer carne e atacar outros animais, inclusive o homem. A terra teve que ser lavrada para produzir, pois as plantas não mais duravam para sempre, elas morriam. E passou a haver plantas que duravam apenas um ano, como os cereais, outras duravam muitos anos. O homem passou a ter que trabalhar para obter alimento. Basicamente precisava plantar, colher e cuidar dos animais domésticos, e tratar da defesa contra os animais que se tornaram nocivos, bem como das pragas da terra.
A mulher agora teve filhos com dores. Eles também precisavam trabalhar para ter o seu sustento, precisavam suar de sol a sol. E a necessidade de trabalhar foi aumentando cada vez mais, na medida em que o produto do trabalho tornou-se motivo de comércio. Pessoas e grupos de pessoas foram se especializando, e uns precisavam comprar dos outros. Não demorou muito para descobrirem os fundamentos da riqueza, de ter mais que os outros, surgindo a ganância. Daí surgiu a vontade de roubar, de fazer guerras e de tirar dos outros. Surgiu a exploração, a escravidão, as diferenças sociais, os níveis de importância e status. Nada disso fora plano de DEUS, mas fruto do pecado.
Porém nesse contexto deplorável surgiu outra invenção nociva: a imaginação de deuses estranhos. Os homens queriam ter uma força superior para seus empreendimentos, para os quais já não podiam contar com a colaboração do DEUS Criador, como foi nos tempos de Adão e Eva, antes do pecado. Então, afastando-se cada vez mais do Criador, inventaram deuses. Queriam ter deuses para satisfazer suas ambições: a riqueza originária da terra. Assim inventaram deuses para a terra, para a água, para as plantações, para a fertilidade feminina, para a riqueza e prosperidade, e muitos outros. apareceu a idolatria. E foram adorar esses deuses, pois perceberam que o verdadeiro DEUS não estava mais com eles nesse deplorável estilo de vida.
Resumindo, o pecado trouxe para a Terra, o nosso planeta, alterações nos costumes dos homens, dos animais e no modo de vida das plantas. Tudo tornou-se mortal. O homem passou a desconfiar um do outro e de DEUS, e criou um estilo de vida violento e interesseiro, cada um querendo ser mais que o outro. Essas coisas só foram piorando ao longo dos séculos, até chegar aos nossos dias numa situação insuportável.
Fonte - Cristo Voltará
domingo, 24 de maio de 2009
O Sábado no Apocalipse
Autor: Prof. Gilson Medeiros
O Contexto de Apocalipse 12 e 14
Qual o papel do sábado na crise final da história deste planeta? O texto básico acerca deste assunto, no livro de Apocalipse, é o capítulo 12 verso 17.
"Irou-se o dragão contra a mulher e foi pelejar com os restantes da sua descendência, os que guardam os mandamentos de Deus e têm o testemunho de Jesus; e se pôs em pé sobre a areia do mar".
Aqui encontramos uma descrição da guerra entre o dragão e o remanescente, uma guerra que é pormenorizada em Apocalipse 13 e 14. Em certo sentido, Apocalipse 12:17 é um resumo antecipado da crise final como um todo. Assim, os capítulos 13 e 14 servem como uma exegese e um desenvolvimento da declaração básica feita em 12:17, ou seja, Apocalipse 13 pormenoriza a guerra do dragão e Apocalipse 14 elabora acerca do caráter e da mensagem do Remanescente.
O dragão faz guerra contra o Remanescente no capítulo 13. Ele busca o auxílio de dois aliados no conflito, um emerge do mar e o outro emerge da terra. Os três protagonistas (o dragão, a besta do mar e a besta da terra) formam uma tríade iníqua que busca contrafazer a obra da verdadeira Trindade. O dragão contrafaz a obra de Deus, o Pai; a besta do mar, a obra de Deus, o Filho; e a besta da terra, a obra do Espírito Santo. Essa tríplice e iníqua aliança ataca o Remanescente na batalha final. Qual é a questão básica em tal ataque? Os capítulos 13 e 14 não nos deixam qualquer dúvida. Em sete ocasiões diferentes (Ap 13:4, 8, 12, 15; 14:9, 11), o texto desses capítulos fala sobre a adoração ao dragão, sobre a adoração da besta do mar e sobre a adoração da imagem da besta. A questão na crise final da história deste planeta é claramente uma questão relativa à adoração.
Em contraste com esse apelo que é proferido sete vezes para que adoremos a iníqua tríade ou a imagem da besta, há um único apelo, nesses capítulos, para que adoremos a Deus (Ap 14:7). O chamado para adorar “Aquele que fez o céu, e a terra, e o mar, e as fontes das águas” torna-se, portanto, a afirmação central de toda essa seção do Apocalipse e, talvez, o apelo central de todo o livro. Tudo o que está escrito nos capítulos 12-14 focaliza esse chamado para a adoração. A adoração é, de forma patente, a questão central envolvida na derradeira crise da história deste planeta.
Um aspecto interessante é que a linguagem dessa afirmação central se baseia nas expressões encontradas no quarto mandamento, em Êxodo 20:11. Ali é declarado que “em seis dias fez o Senhor os céus e a terra, o mar e tudo o que neles há…” Esses dizeres se encontram refletidos em Apocalipse 14:7 – “Adorai Aquele que fez o céu, e a terra, e o mar, e as fontes das águas.” O ponto central e nevrálgico da descrição apocalíptica da crise final é uma alusão direta a Êxodo 20. A atenção ao mandamento do sábado é, portanto, a resposta ideal ao chamado final de Deus para a adoração e, da mesma forma, a resposta ideal aos sete apelos que a besta faz para a adoração da trindade iníqua.
Os Paralelos de Apocalipse 14:7 com o Antigo Testamento
Paralelos verbais. Nesse ponto, leitores argutos podem suscitar uma objeção. Como podemos saber que o autor do Apocalipse conscientemente pretendia que o leitor compreendesse uma alusão ao quarto mandamento exatamente aqui (Ap 14:7) em sua narrativa? O Salmo 146:6 não contém exatamente a mesma linguagem de Êxodo 20? Como podemos saber que João estava citando Êxodo 20 e não o Salmo 146? Ele não poderia estar aludindo ao referido salmo, em cujo caso não haveria referência alguma ao quarto mandamento?
Essa é uma argumentação válida. O Salmo 146:5-6 afirma: “Bem-aventurado aquele que tem o Deus de Jacó por seu auxílio, e cuja esperança está no Senhor seu Deus que fez os céus e a terra, o mar e tudo quanto neles há, e que guarda a verdade para sempre.” Isso se aproxima muito de “adorai aquele que fez o céu, e a terra, e o mar, e as fontes das águas” (Ap 14:7). Com efeito, na Septuaginta (uma tradução grega do Antigo Testamento disponível no período neotestamentário), as palavras do Salmo 146:6 (Sl 145:6, na Septuaginta) são praticamente as mesmas encontradas em Apocalipse 14:7. Portanto, há fortes paralelos verbais em Apocalipse 14 tanto em relação a Êxodo 20 quanto ao Salmo 146, com uma pequena vantagem talvez para o Salmo 146.
Paralelos temáticos. Contudo, os paralelos verbais são apenas um tipo de evidência em favor de uma alusão consciente ao Antigo Testamento em Apocalipse. Os paralelos temáticos e estruturais são também importantes. Há paralelos temáticos entre Apocalipse 14:7 e Êxodo 20? Sim. Os primeiros quatro dos dez mandamentos (Êxodo 20:3-11) contêm três motivações para a obediência. Primeiramente, há a motivação da salvação. O preâmbulo do decálogo (Êxodo 20:2-3) diz: “Eu sou o Senhor teu Deus, que te tirei da terra do Egito, da casa da servidão. Não terás outros deuses diante de mim.” Nossa obediência deve ser uma resposta ao que Deus já fez por nós. Em segundo lugar, há a motivação do juízo. O segundo mandamento fala acerca de visitar “a iniqüidade dos pais nos filhos até a terceira e quarta geração” (Êxodo 20:5). Isto é, há conseqüências para a desobediência. Finalmente, em terceiro lugar, há a motivação da criação. “Porque em seis dias fez o Senhor o céu e a terra, o mar e tudo o que neles há, e ao sétimo dia descansou” (Êxodo 20:11). Deus criou o homem e sabe o que é melhor para ele. Portanto, há três motivações para a obediência na primeira parte da lei: salvação, juízo e criação.
As mesmas três motivações ocorrem no contexto de Apocalipse 14:7. Apocalipse 14:6 fala de um anjo que proclama “o evangelho eterno”. Aqui vemos o tema da salvação. Em Apocalipse 14:7 encontramos também o tema do juízo: “Temei a Deus, e dai-lhe glória; porque é chegada a hora do seu juízo.” E, anteriormente, já havíamos visto o tema da criação em Apocalipse 14:7: “adorai aquele que fez o céu, e a terra, e o mar, e as fontes das águas.” Sendo assim, Apocalipse 14:6-7 tem as mesmas três motivações que induzem a uma mesma reação as quais encontramos na primeira tábua da lei (isto é, nos quatro mandamentos que normatizam a relação entre a criatura e o Criador): salvação, juízo e criação. E, além disso, esses ocorrem na mesma ordem em que aparecem em Êxodo 20!
Algum desses temas ocorre no Salmo 146? Sim. Ali aparece o tema da salvação: “Não confieis em príncipes, nem em filho de homem, em quem não há auxílio… Bem-aventurado aquele que tem o Deus de Jacó por seu auxílio, e cuja esperança está no Senhor seu Deus” – vs. 3 e 5. Há também ali o tema da criação: “que fez os céus e a terra, o mar e tudo quanto neles há” – v. 6. Há ainda o tema do juízo: “que faz justiça aos oprimidos” – v. 7. Os paralelos temáticos com o Salmo 146 são, portanto, tão fortes quanto aqueles com Êxodo 20, mas não na mesma ordem. Sendo assim, pode-se afirmar que há forte evidência em favor de ambos contextos no Antigo Testamento, mas há uma ligeira vantagem para Êxodo 20, sob a perspectiva de que os temas ocorrem na mesma ordem em Apocalipse 14 e Êxodo 20.
Paralelos estruturais. Isso nos conduz à busca de paralelos estruturais. Examinemos, agora, a evidência estrutural de Apocalipse 12-14. Os dez mandamentos, dos quais Êxodo 20:11 é uma parte, parecem ser uma estrutura principal subjacente a toda essa seção do Apocalipse. O remanescente é caracterizado, entre outras coisas, como sendo aqueles que “guardam os mandamentos de Deus” (Apocalipse 12:17; 14:12). Entretanto, a questão, aqui, não envolve os mandamentos de forma indiscriminada. O ponto nevrálgico se centraliza no aspecto da adoração. E, especificamente, esse aspecto é enfocado na primeira tábua do decálogo (isto é, nos quatro primeiros preceitos): os mandamentos que dizem respeito a nosso relacionamento com Deus. Quando se compreende essa realidade, não é surpreendente que, em Apocalipse 13, as bestas contrafaçam não apenas a Trindade, mas também cada um dos quatro primeiros mandamentos do decálogo. O primeiro mandamento declara: “Não terás outros deuses diante de mim” (Êx 20:3), mas a besta que emerge do mar pretende tomar o lugar de Deus ao receber adoração (Ap 13:4, 8). O segundo mandamento adverte-nos com respeito à adoração de imagens, no entanto, a besta que emerge da terra erige uma imagem a fim de ser adorada (Ap 13:14-15). O terceiro mandamento diz: “Não tomarás o nome do Senhor teu Deus em vão”, mas a besta do mar “abriu a boca em blasfêmias contra Deus, para blasfemar do seu nome” (Ap 13:6). O quarto mandamento diz: “Lembra-te do dia de sábado.”
Os tabletes que continham os antigos pactos eram lacrados com selos estampados sobre eles. Tais selos eram um sinal de propriedade e autoridade. Uma vez que o decálogo segue a forma desses antigos tabletes de concerto, ele também tem um selo de propriedade e autoridade estampado sobre ele – o mandamento do sábado: “Porque em seis dias fez o Senhor o céu e a terra, o mar e tudo o que neles há, e ao sétimo dia descansou; por isso o Senhor abençoou o dia do sábado, e o santificou” (Êx 20:11). A declaração acima é a única contida nos dez mandamentos em que é declarado o fundamento da autoridade de Deus sobre toda a criação: Ele é o Criador. De igual forma, o conceito do selo é importante também em Apocalipse: os 144 mil são selados em suas frontes (Ap 14:1; cf. 7:3-4; Êx 31:13 e 17). A tríade iníqua oferece também uma contrafação do selo, a marca da besta (Ap 13:16-17). Destarte, todos os quatro mandamentos da primeira tábua do decálogo sofrem ataque por parte da tríade iníqua de Apocalipse 13. A primeira tábua da lei está no centro do conflito entre o dragão e o remanescente.
Essa série de conexões verbais e temáticas entre o conteúdo dessa parte do Apocalipse e passagens relacionadas aos dez mandamentos, indica que um importante paralelo estrutural dá-se em relação ao decálogo, especialmente no que tange à porção que diz respeito à relação entre o adorador e a Divindade. Essa evidência estrutural oferece um apoio incontestável à probabilidade de que o significativo paralelo verbal entre Apocalipse 14:7 e Êxodo 20:11 tenha sido intencional. Não há absolutamente nenhuma relação entre Apocalipse e Sl 146 que se assemelhe a essa.
A evidência cumulativa é tão forte que um intérprete bem pode afirmar que não há nenhuma alusão direta ao Antigo Testamento (em Apocalipse) que seja mais certa do que a alusão ao quarto mandamento em Apocalipse 14:7. Quando o autor de Apocalipse descreve o apelo final de Deus à raça humana no contexto do engodo do tempo do fim, ele o faz em termos de um chamado à adoração do Criador no contexto do quarto mandamento.
A Questão da Relevância
Não obstante, ainda que biblicamente correto, faz qualquer sentido ver o sábado como uma espécie de questão definidora na crise final da história deste planeta? Por que Deus escolheria esse tipo de questão como centro focal da crise escatológica?
No centro da questão está o fato de que o sábado é uma forma ideal de testar se as pessoas são, de fato, leais a Deus. O mandamento sabático é diferente dos outros nove. Todos os demais têm uma fundamentação racional motivada pelo interesse próprio; afinal de contas, os princípios da segunda tábua do decálogo são mesmo a legítima base de governo em muitos países. “Não matarás” é uma lei lógica para qualquer um que não queira morrer. “Não furtarás” faz perfeito sentido para qualquer um que queira proteger suas propriedades adquiridas com muito esforço pessoal. Mandamentos assim são racionais e chegam até a apelar a uma certa parcela de interesse próprio. A mesma coisa acontece com os três primeiros mandamentos, que dizem respeito a nosso relacionamento com Deus. Se Deus é quem Ele alega ser, não faz sentido adorar a nenhum outro.
A única parte do decálogo que não é lógica é o mandamento de adorar no sábado em vez de em qualquer outro dia da semana! Tal mandamento é tão destituído de lógica que as pessoas seculares o acham até difícil de considerar seriamente, pois não vêem nenhum benefício ou interesse próprio em tal princípio. Afinal de contas, ninguém conseguiu até hoje demonstrar qualquer base científica ou racional para se considerar um dia mais especial para Deus do que os demais. O sol brilha e a chuva cai de igual maneira tanto no sábado quanto no domingo.
Guardar o sábado requer que confiemos em Deus mesmo quando os cinco sentidos nos informam que não há nenhuma razão lógica para fazer isso. O sábado representa, escatologicamente, aquilo que a árvore do conhecimento do bem e do mal representava no princípio. O fruto da árvore era, provavelmente, tanto palatável quanto nutritivo. A única razão para não comê-lo era o fato de Deus o ter proibido.
Assim é com o sábado. A única razão de preferir o sábado ao domingo é porque Deus assim o ordenou, não há nenhuma outra explicação. Aceitamos o sábado respaldados unicamente pela Palavra de Deus, pois cremos que as Escrituras são um relato confiável da mente e da vontade de Deus.
O sábado é, portanto, um bom teste de nossa fidelidade a Deus e Sua Palavra. As Escrituras são um registro tão fiel das ações de Deus no passado quanto das realidades futuras no tempo do fim. É porque cremos nas Escrituras que damos crédito àqueles eventos do tempo do fim por elas descritos.
Em conclusão, o Apocalipse pinta o fim do mundo como tempo de um grande engodo mundial, que vai transcender os cinco sentidos, mesmo entre o povo de Deus. Entretanto, aqueles que crerem, aceitarem e seguirem os reclamos da Palavra de Deus, esses não perderão o rumo durante esse tempo de derradeiro engodo.
Por Jon Paulien (ph.D e professor de Novo Testamento na Andews University, EUA).
Traduzido, do manuscrito original em Inglês, por Milton L. Torres (IAENE).
Fonte: Revista Teológica, SALT-IAENE, 1999:1.
Mais uma vez, podemos ter plena confiança de estarmos no caminho certo em nossa adoração como Adventistas do 7º Dia.
Em breve, toda esta teologia equivocada que tenta levar o povo a desobedecer ao Senhor, desprezando Seu santo Dia, será desmascarada.
Fonte - Blog Prof. Gilson Medeiros
sexta-feira, 22 de maio de 2009
"Como folhas de outono..." 10

Em continuação ao projeto "Como folhas de Outono...", trago aos irmãos a Semana de Oração Jovem 2008 da IASD Riacho Grande dirigida pelo Pr. Paulo Rabello, do Unasp I/SP, com o título "Preparação Para a Crise Final" (Semana de Oração dos Jovens Adventistas).
Adequada por tratar de temas atuais e conhecidos dos Adventistas do Sétimo Dia, mormente no tempo em que estamos vivendo e, especialmente pelas crises que temos vislumbrado.
1) - Por que crer
2) - A Igreja verdadeira
3) - As batalhas que Deus perdeu
4) - Muito prazer eu sou Deus
5) - Reajustando o foco
6) - E a vida continua
7) - Quão perto estamos do lar
8) - Meu maior sonho não é ir para o céu
Espero que seja útil aos irmãos, principalmente aos líderes. Não se esqueçam de duplicar, "como folhas de outono", atendendo ao "ide" do Mestre. E descansem no Senhor. Feliz Sábado.
Soli Deo Gloria
"Disseminai-os como as folhas no outono. Esse trabalho deverá continuar sem estorvo de pessoa alguma. Almas perecem sem Cristo. Sejam elas advertidas de Seu breve aparecimento nas nuvens do céu." (Testemunhos Seletos V3 - Pág. 235)
FAQ
Outras programações:
Séries "Como folhas de outono..."
O Papa reitera chamado a construir uma Europa fiel às raízes cristãs
Vaticano, 22 Mai. 09 / 11:33 am (ACI).- Ao receber no Vaticano ao Presidente da República da Bulgária, Georgi Parvanov e logo ao Presidente da Ex-república Yugoslava da Macedônia, Gjeorge Ivanov, o Papa Bento XVI reiterou seu chamado a construir uma Europa fiel às suas raízes cristãs.
Os mandatários chegaram acompanhados por suas respectivas algemas e séquitos, com motivo da comemoração anual dos Santos Cirilo e Metódio.
Ante a delegação búlgara, o Papa destacou que "o patrimônio espiritual dos Santos co-padroeiros da Europa marcou a vida dos povos eslavos; seu exemplo há sustenido o testemunho e a fidelidade de inumeráveis cristãos que ao longo dos séculos consagraram sua vida à difusão da mensagem de salvação, obrando ao mesmo tempo pela construção de uma sociedade justa e solidária".
"Que seu testemunho espiritual se mantenha vivo em sua Nação para que a Bulgária, também graças a esta fonte de luz e esperança, contribua eficazmente à construção de uma Europa que seja fiel às suas raízes cristãs. Os valores de solidariedade e justiça, de liberdade e de paz, hoje constantemente reafirmados, encontrem ainda mais força e solidez no ensinamento eterno de Cristo, traduzido na vida de seus discípulos de todos os tempos".
Logo, ao receber a delegação da Ex-república Yugoslava da Macedônia, o Santo Padre assinalou que a lembrança de São Cirilo e São Metódio "convida a todos os que estamos unidos por uma única fé em Jesus Cristo, a contemplar seu testemunho evangélico heróico. Ao mesmo tempo, nos desafia a conservar o patrimônio de ideais e valores que transmitiram de palavra e de obra".
"Sua querida terra, marcada pela influência destes dois grandes santos, trata de ser cada vez mais um lugar de encontro e diálogo pacíficos entre as numerosas esferas sociais e religiosas do país. Minha esperança, que hoje renovo de todo coração –terminou– é que sigam progredindo neste caminho".
Fonte - ACI Digital
Nota DDP: Não custa relembrar:
"O domingo é, assim, uma instituição de raízes cristãs que passou a marcar o ritmo semanal da vida da sociedade e como tal há-de ser defendido pelas próprias leis civis como um valor de maior importância para a qualidade de vida das pessoas." ("A catequese dominical")
Outras nuances deste tema em "Movimento para recuperar domingo como dia de descanso".
Os mandatários chegaram acompanhados por suas respectivas algemas e séquitos, com motivo da comemoração anual dos Santos Cirilo e Metódio.
Ante a delegação búlgara, o Papa destacou que "o patrimônio espiritual dos Santos co-padroeiros da Europa marcou a vida dos povos eslavos; seu exemplo há sustenido o testemunho e a fidelidade de inumeráveis cristãos que ao longo dos séculos consagraram sua vida à difusão da mensagem de salvação, obrando ao mesmo tempo pela construção de uma sociedade justa e solidária".
"Que seu testemunho espiritual se mantenha vivo em sua Nação para que a Bulgária, também graças a esta fonte de luz e esperança, contribua eficazmente à construção de uma Europa que seja fiel às suas raízes cristãs. Os valores de solidariedade e justiça, de liberdade e de paz, hoje constantemente reafirmados, encontrem ainda mais força e solidez no ensinamento eterno de Cristo, traduzido na vida de seus discípulos de todos os tempos".
Logo, ao receber a delegação da Ex-república Yugoslava da Macedônia, o Santo Padre assinalou que a lembrança de São Cirilo e São Metódio "convida a todos os que estamos unidos por uma única fé em Jesus Cristo, a contemplar seu testemunho evangélico heróico. Ao mesmo tempo, nos desafia a conservar o patrimônio de ideais e valores que transmitiram de palavra e de obra".
"Sua querida terra, marcada pela influência destes dois grandes santos, trata de ser cada vez mais um lugar de encontro e diálogo pacíficos entre as numerosas esferas sociais e religiosas do país. Minha esperança, que hoje renovo de todo coração –terminou– é que sigam progredindo neste caminho".
Fonte - ACI Digital
Nota DDP: Não custa relembrar:
"O domingo é, assim, uma instituição de raízes cristãs que passou a marcar o ritmo semanal da vida da sociedade e como tal há-de ser defendido pelas próprias leis civis como um valor de maior importância para a qualidade de vida das pessoas." ("A catequese dominical")
Outras nuances deste tema em "Movimento para recuperar domingo como dia de descanso".
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