Os casos de gripe suína --como é chamada a gripe A (H1N1)-- no Reino Unido podem alcançar os 100 mil por dia no final de agosto, afirmou nesta quinta-feira o ministro da Saúde britânico, Andy Burnham.
Em uma declaração à Câmara dos Comuns, ele disse que até agora 7.447 pessoas contraíram a doença, mas que na última semana houve um aumento considerável.
"Os casos estão duplicando a cada semana e com esse ritmo poderemos ter mais de 100 mil casos por dia no final de agosto", afirmou.
"Nossos esforços durante a fase de contenção nos permitiu contar com um tempo valioso para aprender mais sobre o vírus", disse o ministro.
No entanto, ele afirmou que o governo sempre soube que "seria impossível conter o vírus indefinidamente e em algum momento precisaríamos passar da contenção ao tratamento".
"Chegamos ao próximo passo de controle da enfermidade. Em nível nacional, passaremos ao tratamento dos casos de gripe [suína]", disse.
Segundo Burnham, o governo firmou contratos para a compra da vacina da gripe A que permitirá atender a toda a população. As primeiras doses estarão disponíveis no próximo mês.
...
Fonte - Folha
quinta-feira, 2 de julho de 2009
Os EUA e a crise financeira
Especialistas preveem maior desemprego em 26 anos nos EUA
A taxa de desemprego em junho nos Estados Unidos deve subir para 9,6%, o maior índice em 26 anos, segundo previsões de economistas de Wall Street. Os números serão anunciados nesta quinta-feira pelo Departamento do Trabalho americano. As informações são da Associated Press.
Em maio, a taxa de desemprego estava em 9,4% e o aumento da mesma reflete a situação da economia americana, na qual empresas continuam a realizar cortes de funcionários.
Economistas acreditam que o número de vagas extintas vai chegar a 363 mil em junho. Em maio, 345 mil trabalhadores perderam seus empregos. Segundo os especialistas, o aumento no corte dos postos de trabalho pode estar relacionado ao fechamento de unidades da General Motors e outras montadoras.
Fonte - Terra
Schwarzenegger declara emergência fiscal na Califórnia
O governador da Califórnia, Arnold Schwarzenegger, declarou nesta quarta-feira "emergência fiscal" no Estado, convocando uma sessão extraordinária do Congresso estadual para tratar do déficit no orçamento de US$ 24 bilhões nos próximos dois anos.
A decisão foi adotada diante do atual déficit de caixa de 2,8 bilhões de dólares, o que impedirá a Califórnia de pagar suas contas a partir desta quinta-feira.
O déficit de caixa deve atingir os 6,5 bilhões de dólares em setembro, a menos que o Congresso aprove severos cortes nos serviços públicos, incluindo educação e programas sociais.
Se o Estado não puder pagar suas contas, "os californianos se verão diante de graves perigos, porque serviços públicos essenciais deixarão de ser fornecidos".
Fonte - Terra
Nota DDP: Algumas pessoas vêm como indiscutível o final da crise financeira. Percebo esta afirmação com certa reserva e tendo a entender, como de fato alguns entendem, que o futuro é incerto nesta área. É o que dizem muitos especialistas, é o que os fatos ainda têm demonstrado, é o que as análises indicam (Como a recessão global atual segue o mesmo caminho da Grande Depressão).
A taxa de desemprego em junho nos Estados Unidos deve subir para 9,6%, o maior índice em 26 anos, segundo previsões de economistas de Wall Street. Os números serão anunciados nesta quinta-feira pelo Departamento do Trabalho americano. As informações são da Associated Press.
Em maio, a taxa de desemprego estava em 9,4% e o aumento da mesma reflete a situação da economia americana, na qual empresas continuam a realizar cortes de funcionários.
Economistas acreditam que o número de vagas extintas vai chegar a 363 mil em junho. Em maio, 345 mil trabalhadores perderam seus empregos. Segundo os especialistas, o aumento no corte dos postos de trabalho pode estar relacionado ao fechamento de unidades da General Motors e outras montadoras.
Fonte - Terra
Schwarzenegger declara emergência fiscal na Califórnia
O governador da Califórnia, Arnold Schwarzenegger, declarou nesta quarta-feira "emergência fiscal" no Estado, convocando uma sessão extraordinária do Congresso estadual para tratar do déficit no orçamento de US$ 24 bilhões nos próximos dois anos.
A decisão foi adotada diante do atual déficit de caixa de 2,8 bilhões de dólares, o que impedirá a Califórnia de pagar suas contas a partir desta quinta-feira.
O déficit de caixa deve atingir os 6,5 bilhões de dólares em setembro, a menos que o Congresso aprove severos cortes nos serviços públicos, incluindo educação e programas sociais.
Se o Estado não puder pagar suas contas, "os californianos se verão diante de graves perigos, porque serviços públicos essenciais deixarão de ser fornecidos".
Fonte - Terra
Nota DDP: Algumas pessoas vêm como indiscutível o final da crise financeira. Percebo esta afirmação com certa reserva e tendo a entender, como de fato alguns entendem, que o futuro é incerto nesta área. É o que dizem muitos especialistas, é o que os fatos ainda têm demonstrado, é o que as análises indicam (Como a recessão global atual segue o mesmo caminho da Grande Depressão).
quarta-feira, 1 de julho de 2009
Um papa ecológico
O Vaticano e o próprio Papa têm tido várias intervenções em favor de uma "economia verde" e do respeito pelo meio ambiente, traduzidas em palavras e gestos práticos. A reciclagem, por exemplo, é já uma realidade implantada no Vaticano: um ano após o início da recolha diferenciada de lixo no pequeno Estado, 42% dos contentores para os resíduos são destinados a materiais recicláveis.
Esta realidade confirma o crescimento da preocupação ecológica no Vaticano, particularmente visível no complexo fotovoltaico que foi instalado em 2008 no tecto da sala Paulo VI: dos quase 5 mil metros quadrados de superfície da cobertura, cerca de 2 mil foram substituídos por painéis solares, enquanto que o restante é utilizado como tela para aumentar a quantidade de energia captada.
Na mensagem para o Dia Mundial da Paz 2008, Bento XVI defendia que "a família precisa duma casa, dum ambiente à sua medida onde tecer as próprias relações. No caso da família humana, esta casa é a terra, o ambiente que Deus criador nos deu para que o habitássemos com criati-vidade e responsabilidade".
"Devemos cuidar do ambiente: este foi confiado ao homem, para que o guarde e cultive com liberdade responsável, tendo sempre como critério orientador o bem de todos", apontou então.
...
"A destruição do ambiente, um uso impróprio ou egoísta do mesmo e a apropriação violenta dos recursos da terra geram lacerações, conflitos e guerras, precisamente porque são fruto de um conceito desumano de desenvolvimento. Com efeito, um desenvolvimento que se limitasse ao aspecto técnico-económico, descurando a dimensão moral-religiosa, não seria um desenvolvimento humano integral e terminaria, ao ser unilateral, por incentivar as capacidades destruidoras do homem", avisa o Papa.
...
Fonte - Ecclesia
Nota DDP: Importante retomar a leitura da real dimensão, no contexto e nas perspectivas que temos vivido neste tema, especialmente no que concerne à pressão que se está fazendo por um acordo amplo dezembro próximo em Copenhagen, além do caráter político que se pretende conferir à última encíclica em processo de publicação, da manifestação papal para que se dê "mais atenção à dimensão ecológica do domingo".
Para um "papa ecológico", que estabeleceu como prioridades de seu pontificado o compromisso ecumênico e a centralidade do "Dia do Senhor", nada mais óbvio que correlacionar estes temas e apresentá-los à apreciação do braço secular para a correlata, e esperada, implementação.
Atualização 06/07/09: "Papa alerta para a necessidade de proteger o meio ambiente".
[Pesquisa - Resta uma Esperança]
Esta realidade confirma o crescimento da preocupação ecológica no Vaticano, particularmente visível no complexo fotovoltaico que foi instalado em 2008 no tecto da sala Paulo VI: dos quase 5 mil metros quadrados de superfície da cobertura, cerca de 2 mil foram substituídos por painéis solares, enquanto que o restante é utilizado como tela para aumentar a quantidade de energia captada.
Na mensagem para o Dia Mundial da Paz 2008, Bento XVI defendia que "a família precisa duma casa, dum ambiente à sua medida onde tecer as próprias relações. No caso da família humana, esta casa é a terra, o ambiente que Deus criador nos deu para que o habitássemos com criati-vidade e responsabilidade".
"Devemos cuidar do ambiente: este foi confiado ao homem, para que o guarde e cultive com liberdade responsável, tendo sempre como critério orientador o bem de todos", apontou então.
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"A destruição do ambiente, um uso impróprio ou egoísta do mesmo e a apropriação violenta dos recursos da terra geram lacerações, conflitos e guerras, precisamente porque são fruto de um conceito desumano de desenvolvimento. Com efeito, um desenvolvimento que se limitasse ao aspecto técnico-económico, descurando a dimensão moral-religiosa, não seria um desenvolvimento humano integral e terminaria, ao ser unilateral, por incentivar as capacidades destruidoras do homem", avisa o Papa.
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Fonte - Ecclesia
Nota DDP: Importante retomar a leitura da real dimensão, no contexto e nas perspectivas que temos vivido neste tema, especialmente no que concerne à pressão que se está fazendo por um acordo amplo dezembro próximo em Copenhagen, além do caráter político que se pretende conferir à última encíclica em processo de publicação, da manifestação papal para que se dê "mais atenção à dimensão ecológica do domingo".
Para um "papa ecológico", que estabeleceu como prioridades de seu pontificado o compromisso ecumênico e a centralidade do "Dia do Senhor", nada mais óbvio que correlacionar estes temas e apresentá-los à apreciação do braço secular para a correlata, e esperada, implementação.
Atualização 06/07/09: "Papa alerta para a necessidade de proteger o meio ambiente".
[Pesquisa - Resta uma Esperança]
Papa comenta importância da ética e moral na política
CIDADE DO VATICANO, 1 JUL (ANSA) - O papa Bento XVI ressaltou a "importância dos valores éticos e morais na política", durante a audiência geral desta manhã, realizada na Praça São Pedro, no Vaticano.
"Cumprimento os expoentes da Associação Interparlamentar Cultores da Ética, os quais a presença me dá a oportunidade de ressaltar a importância dos valores éticos e morais na política", disse o Papa referindo aos membros da organização italiana, presidida pelo senador Leonzio Borea, da União Democrática de Centro (UDC).
Diante de aproximadamente 15 mil fiéis, Bento XVI voltou a falar da função e da missão dos padres, em ocasião do Ano Sacerdotal, inaugurado no último dia 19 de junho.
De acordo com o Papa, há "dois elementos sempre essenciais para os sacerdotes: anunciar o Evangelho e dar a isto o poder de afugentar os maus espíritos".
"Anúncio e poder, palavra e sacramento. São as duas colunas do serviço sacerdotal", defendeu o Pontífice, relembrando ainda que "através do ministério dos padres, cumpre-se o sacrifício espiritual de todos os fiéis, em união com aquele de Cristo".
"Diante de tantas incertezas e cansaços também no exercício do ministério sacerdotal, é urgente a recuperação de um juízo claro e inequívoca sobre o primado absoluto da graça divina", pontuou Bento XVI.
O Ano Sacerdotal, que vai até o dia 19 de junho de 2010. encerrou o Ano Paulino e é dedicado à formação de futuros padres.
Fonte - ANSA
Nota DDP: Mais sobre a questão da ética na política, aqui.
"Cumprimento os expoentes da Associação Interparlamentar Cultores da Ética, os quais a presença me dá a oportunidade de ressaltar a importância dos valores éticos e morais na política", disse o Papa referindo aos membros da organização italiana, presidida pelo senador Leonzio Borea, da União Democrática de Centro (UDC).
Diante de aproximadamente 15 mil fiéis, Bento XVI voltou a falar da função e da missão dos padres, em ocasião do Ano Sacerdotal, inaugurado no último dia 19 de junho.
De acordo com o Papa, há "dois elementos sempre essenciais para os sacerdotes: anunciar o Evangelho e dar a isto o poder de afugentar os maus espíritos".
"Anúncio e poder, palavra e sacramento. São as duas colunas do serviço sacerdotal", defendeu o Pontífice, relembrando ainda que "através do ministério dos padres, cumpre-se o sacrifício espiritual de todos os fiéis, em união com aquele de Cristo".
"Diante de tantas incertezas e cansaços também no exercício do ministério sacerdotal, é urgente a recuperação de um juízo claro e inequívoca sobre o primado absoluto da graça divina", pontuou Bento XVI.
O Ano Sacerdotal, que vai até o dia 19 de junho de 2010. encerrou o Ano Paulino e é dedicado à formação de futuros padres.
Fonte - ANSA
Nota DDP: Mais sobre a questão da ética na política, aqui.
Bento XVI anuncia as chaves de sua encíclica social
CIDADE DO VATICANO, terça-feira, 30 de junho de 2009 (ZENIT.org).- Caritas in veritate (“O amor na verdade”): Bento XVI confirmou o título de sua terceira encíclica e anunciou sua publicação.
A encíclica social contém uma reflexão sobre as condições de um “desenvolvimento integral” e um “progresso sustentável”, explicou depois de rezar o Ângelus nesta segunda-feira na praça de São Pedro, no Vaticano.
Pode-se falar de uma encíclica “comprometida” porque o Papa se refere ao compromisso dos batizados nestas áreas.
O presidente do Conselho Pontifício Justiça e Paz, cardeal Renato Raffaele Martino, poderá apresentar a encíclica em 6 ou 7 de julho.
Trata-se de uma data estratégica, prévia ao encontro internacional do G8, que acontecerá de 8 a 10 de julho sob a presidência italiana em Áquila, a cidade devastada pelo terremoto de 6 de abril.
“Aproxima-se a publicação de minha terceira encíclica, que leva por título Caritas in veritate", anunciou o Papa em italiano.
Bento XVI destacou que a encíclica volta aos “temas sociais contidos na Populorum progressio”, escrita pelo Servo de Deus Paulo VI em 1967”.
“Este documento – que leva a data precisamente de hoje, 29 de junho, solenidade dos santos apóstolos Pedro e Paulo – se propõe a aprofundar em alguns aspectos do desenvolvimento integral de nossa época, à luz da caridade na verdade”, explicou.
E prosseguiu: “confio a vossa oração esta nova contribuição que a Igreja oferece à humanidade em seu compromisso por um progresso sustentável, no respeito pleno da dignidade humana e das exigências reais de todos”.
Nos últimos dias, de fato, Bento XVI abordou em diversas ocasiões este tema da “caridade na verdade”.
Nas Primeiras Vésperas nesse domingo pela tarde, destacou a dinâmica relação entre coração e razão.
A encíclica propõe uma antropologia recordando as exigências de respeito à dignidade humana, do homem e da mulher.
Bento XVI firmou, assim, nesta segunda-feira, 29 de junho, sua terceira encíclica, depois da primeira sobre a caridade evangélica, “Deus caritas est”, publicada em 2005, e a segunda sobre a esperança cristã, “Spe salvi”, publicada em 2007.
Trata-se da primeira encíclica social de seu pontificado, que é publicada 18 anos depois da última encíclica social de João Paulo II, Centesimus annus, de 1991, publicada, como indica o título, um século depois da encíclica de Leão XIII Rerum Novarum.
Mas Bento XVI se referiu à Populorum progressio e retomou, em sua alocução do Ângelus, o conceito de “progresso” humano autêntico do qual falou no domingo a propósito de São Paulo.
Já em novembro de 2007, Bento XVI pediu uma “nova ordem mundial” para eliminar a pobreza.
Foi em ocasião de um congresso promovido pelo Conselho Pontifício Justiça e Paz por ocasião do 40º aniversário da encíclica de Paulo VI Populorum progressio.
Em várias ocasiões, o Papa denunciou o escândalo da fome no mundo e destacou que o capitalismo e a distribuição equitativa da riqueza não são “contraditórios”.
Também advertiu que a busca de lucros não se deve realizar “sem controle”.
Os temas abordados na encíclica afetam a globalização, a preservação do meio ambiente, o desenvolvimento sustentável e o financiamento sustentável.
Também trata as implicações econômicas e sociais de um exame de consciência para voltar a uma ética das finanças e da economia ao serviço da pessoa humana segundo uma antropologia respeitosa com a identidade do homem e da mulher.
A publicação da encíclica foi adiada várias vezes porque a crise implicava uma reflexão profunda desta nova realidade e por razões de tradução.
O secretário de Estado do Vaticano, cardeal Tarcisio Bertone, indicou que “o Papa não quer repetir os pontos comuns da doutrina social da Igreja, mas oferecer alguns elementos originais conforme os desafios da época”.
Fonte - Zenit
A encíclica social contém uma reflexão sobre as condições de um “desenvolvimento integral” e um “progresso sustentável”, explicou depois de rezar o Ângelus nesta segunda-feira na praça de São Pedro, no Vaticano.
Pode-se falar de uma encíclica “comprometida” porque o Papa se refere ao compromisso dos batizados nestas áreas.
O presidente do Conselho Pontifício Justiça e Paz, cardeal Renato Raffaele Martino, poderá apresentar a encíclica em 6 ou 7 de julho.
Trata-se de uma data estratégica, prévia ao encontro internacional do G8, que acontecerá de 8 a 10 de julho sob a presidência italiana em Áquila, a cidade devastada pelo terremoto de 6 de abril.
“Aproxima-se a publicação de minha terceira encíclica, que leva por título Caritas in veritate", anunciou o Papa em italiano.
Bento XVI destacou que a encíclica volta aos “temas sociais contidos na Populorum progressio”, escrita pelo Servo de Deus Paulo VI em 1967”.
“Este documento – que leva a data precisamente de hoje, 29 de junho, solenidade dos santos apóstolos Pedro e Paulo – se propõe a aprofundar em alguns aspectos do desenvolvimento integral de nossa época, à luz da caridade na verdade”, explicou.
E prosseguiu: “confio a vossa oração esta nova contribuição que a Igreja oferece à humanidade em seu compromisso por um progresso sustentável, no respeito pleno da dignidade humana e das exigências reais de todos”.
Nos últimos dias, de fato, Bento XVI abordou em diversas ocasiões este tema da “caridade na verdade”.
Nas Primeiras Vésperas nesse domingo pela tarde, destacou a dinâmica relação entre coração e razão.
A encíclica propõe uma antropologia recordando as exigências de respeito à dignidade humana, do homem e da mulher.
Bento XVI firmou, assim, nesta segunda-feira, 29 de junho, sua terceira encíclica, depois da primeira sobre a caridade evangélica, “Deus caritas est”, publicada em 2005, e a segunda sobre a esperança cristã, “Spe salvi”, publicada em 2007.
Trata-se da primeira encíclica social de seu pontificado, que é publicada 18 anos depois da última encíclica social de João Paulo II, Centesimus annus, de 1991, publicada, como indica o título, um século depois da encíclica de Leão XIII Rerum Novarum.
Mas Bento XVI se referiu à Populorum progressio e retomou, em sua alocução do Ângelus, o conceito de “progresso” humano autêntico do qual falou no domingo a propósito de São Paulo.
Já em novembro de 2007, Bento XVI pediu uma “nova ordem mundial” para eliminar a pobreza.
Foi em ocasião de um congresso promovido pelo Conselho Pontifício Justiça e Paz por ocasião do 40º aniversário da encíclica de Paulo VI Populorum progressio.
Em várias ocasiões, o Papa denunciou o escândalo da fome no mundo e destacou que o capitalismo e a distribuição equitativa da riqueza não são “contraditórios”.
Também advertiu que a busca de lucros não se deve realizar “sem controle”.
Os temas abordados na encíclica afetam a globalização, a preservação do meio ambiente, o desenvolvimento sustentável e o financiamento sustentável.
Também trata as implicações econômicas e sociais de um exame de consciência para voltar a uma ética das finanças e da economia ao serviço da pessoa humana segundo uma antropologia respeitosa com a identidade do homem e da mulher.
A publicação da encíclica foi adiada várias vezes porque a crise implicava uma reflexão profunda desta nova realidade e por razões de tradução.
O secretário de Estado do Vaticano, cardeal Tarcisio Bertone, indicou que “o Papa não quer repetir os pontos comuns da doutrina social da Igreja, mas oferecer alguns elementos originais conforme os desafios da época”.
Fonte - Zenit
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Prefeito de Buenos Aires declara emergência sanitária por H1N1
BUENOS AIRES (Reuters) - O prefeito da capital argentina Buenos Aires declarou emergência sanitária nesta terça-feira para tentar deter a disseminação do vírus de gripe H1N1.
O prefeito Mauricio Macri, que também informou a decisão de antecipar e estender as férias escolares de inverno, pediu aos moradores da cidade que permaneçam em casa pelo maior tempo possível.
Segundo o Ministério da Saúde do país, 26 pessoas morreram vítimas da doença, o que faz da Argentina o terceiro país com mais mortes decorrentes do H1N1, atrás de México e Estados Unidos.
Fonte - MSN
Nota DDP: Preocupantes questões estão sendo consideradas na Argentina. Veja mais aqui.
terça-feira, 30 de junho de 2009
As Revelações do Apocalipse
Estudos Proféticos em Vídeo com o Pr. Alejandro Bullón.
24 Lições que destacam os principais ensinamentos da profecia bíblica.
24 Lições que destacam os principais ensinamentos da profecia bíblica.
01) - Apocalipse, um livro aberto
02) - O Personagem central do Apocalipse
03) - O grande traidor desmascarado pelo Apocalipse
04) - As boas novas do Apocalipse
05) - As sete Igrejas: Sete cartas de Jesus e suas mensagens
06) - O Apocalipse diz que Jesus voltará
07) - Satanás acorrentado no fundo do abismo
08) - As promessas do Apocalipse
09) - Os sete selos do Apocalipse
10) - O selo de Deus no Apocalipse
11) - Porque se observa o domingo - Parte 1
11) - Porque se observa o domingo - Parte 2
12) - O dia mais feliz
13) - O Apocalipse fala de um Santuário no céu
14) - Chegou a hora do seu juízo
15) - A profecia que revela a hora do juízo
16) - O Apocalipse, visões e os Profetas
17) - Uma mulher vestida de sol
18) - A besta do Apocalipse 13 e o 666
19) - A marca da besta e a união das igrejas
20) - Quando o Deus de amor castiga
21) - O mistério de Babilônia, a grande meretriz
22) - Quem habitará na Santa Cidade
23) - As duas testemunhas de luto e as mensagens dos 3 anjos
24) - O soar da sétima trombeta
[Extraído do site 7 Online]
[Ilustração - Michelson Borges]
FAQ
Outros estudos completos disponíveis:
Ouvindo a voz de Deus
Estudos Bíblicos em Vídeo com o Pr. Alejandro Bullón.27 Lições que destacam os principais ensinamentos da Bíblia.
A Bíblia é um livro diferente. Na verdade, trata-se de uma pequena biblioteca, composta de 66 livros escritos por cerca de 40 autores, das mais variadas culturas, origens e ocupações, durante um período de 1.600 anos. Milhares de pessoas já deram a vida, literalmente, em defesa das verdades nela contidas. Por abraçarem essas verdades, blasfemos já se tornaram reverentes; ébrios se tornaram sóbrios; criminosos se tornaram confiáveis, ladrões se tornaram honestos; adúlteros se tornaram puros. O que torna a Bíblia um livro tão especial? De onde vem seu poder? Que valor tem ela para o homem atual? Essas perguntas serão respondidas neste estudo.
01) - A Bíblia Sagrada
02) - A beleza da criação Divina
03) - A origem do mal
04) - O plano da salvação
05) - Fé, arrependimento e confissão
06) - Sinais da volta de Cristo
07) - A volta de Cristo
08) - O Milênio
09) - A verdade sobre a morte
10) - A Nova Terra
11) - Salvação pela Graça
12) - O Santuário de Deus
13) - O Juízo
14) - As Leis na Bíblia
15) - A Lei Moral
16) - O Mandamento esquecido
17) - Do Sábado para o domingo
18) - Princípios de Saúde
19) - O Dom de Profecia
20) - O Dízimo
21) - Ofertar, um ato de adoração
22) - Como identificar a Igreja verdadeira
23) - Por que devo ser batizado
24) - Princípios da vida cristã
25) - Educação cristã
26) - A vida no Espírito
27) - Um Ministério para todos
[Extraído do Blog Sétimo Dia]
FAQ
Outros estudos completos disponíveis:
Crise financeira em debate nas Nações Unidas
(27/6/2009) Decorre em Nova Iorque uma cimeira das Nações Unidas centrada na crise financeira, com os delegados de vários países a pedirem medidas capazes de reestruturar os corpos financeiros internacionais.
O decréscimo da ordem económica mundial que premiou os poderosos e marginalizou os pobres, promovendo um capitalismo desenfreado e sem precedentes, levou a que os delegados da Assembleia Geral da ONU tenham pedido medidas concertadas para reestruturar os meios financeiros e políticas centradas nas pessoas.
No segundo dia da cimeira, mais de 50 delegados tomaram a palavra para se referir à severidade da situação actual e partilhar ideias para que a economia retome o seu crescimento, criar emprego e insuflar nova vida a negociações comerciais paralisadas.
O recém eleito presidente equatoriano Rafael Correa comparou o sistema internacional a um «clã de poderosos» que falam de igualdade, mas que não tratam ninguém justamente. Mas uma mudança, pediu a criação de um "Banco do sul" cujo objectivo seria financiar projectos de desenvolvimento e, por isso, estimular a competitividade.
Ralph E. Gonsalves, primeiro ministro de São Vicente e Granadinas, questionou o facto de os países serem obrigados a contrair empréstimos com quem lhes deu maus conselhos e foi negligente na regulação, factos que conduziram à crise.
A ministra para a cooperação económica e desenvolvimento da Alemanha, Heidemarie Wieczorek-Zeul, considerou que seria preciso uma organização como as Nações Unidas para enfrentar a crise com plena legitimidade. Falando na cimeira, a ministra apontou a necessidade de um pacote global de estímulos que beneficie os mais pobres e inclua a dimensão ecológica.
Vários países sugeriram a criação de um painel de especialistas que incluísse peritos de todas as regiões para analisar a crise económica.
A cimeira das Nações Unidas termina este Sábado e está a ser seguida mundialmente, dada a importância da reflexão que poderá conduzir à elaboração de políticas e medidas para ultrapassar a crise económica e financeira.
No passado Domingo, Bento XVI apelou aos delegados e os responsáveis pelo "destino do planeta" o "espírito de sabedoria e solidariedade humana", para que a actual crise "se transforme numa oportunidade, capaz de favorecer uma maior atenção à dignidade de cada pessoa e de promover uma distribuição equitativa do poder de decisão e dos recursos", com particular atenção "ao número, cada vez maior, dos pobres".
O Papa desejou que sejam tomadas "medidas partilhadas por toda a comunidade internacional" e se assumam "escolhas estratégicas, por vezes difíceis de aceitar, que são necessárias para assegurar a todos, no presente e no futuro, os alimentos fundamentais e uma vida digna".
Fonte - Radio Vaticano
[Colaboração e destaques - Fernando Machado]
O decréscimo da ordem económica mundial que premiou os poderosos e marginalizou os pobres, promovendo um capitalismo desenfreado e sem precedentes, levou a que os delegados da Assembleia Geral da ONU tenham pedido medidas concertadas para reestruturar os meios financeiros e políticas centradas nas pessoas.
No segundo dia da cimeira, mais de 50 delegados tomaram a palavra para se referir à severidade da situação actual e partilhar ideias para que a economia retome o seu crescimento, criar emprego e insuflar nova vida a negociações comerciais paralisadas.
O recém eleito presidente equatoriano Rafael Correa comparou o sistema internacional a um «clã de poderosos» que falam de igualdade, mas que não tratam ninguém justamente. Mas uma mudança, pediu a criação de um "Banco do sul" cujo objectivo seria financiar projectos de desenvolvimento e, por isso, estimular a competitividade.
Ralph E. Gonsalves, primeiro ministro de São Vicente e Granadinas, questionou o facto de os países serem obrigados a contrair empréstimos com quem lhes deu maus conselhos e foi negligente na regulação, factos que conduziram à crise.
A ministra para a cooperação económica e desenvolvimento da Alemanha, Heidemarie Wieczorek-Zeul, considerou que seria preciso uma organização como as Nações Unidas para enfrentar a crise com plena legitimidade. Falando na cimeira, a ministra apontou a necessidade de um pacote global de estímulos que beneficie os mais pobres e inclua a dimensão ecológica.
Vários países sugeriram a criação de um painel de especialistas que incluísse peritos de todas as regiões para analisar a crise económica.
A cimeira das Nações Unidas termina este Sábado e está a ser seguida mundialmente, dada a importância da reflexão que poderá conduzir à elaboração de políticas e medidas para ultrapassar a crise económica e financeira.
No passado Domingo, Bento XVI apelou aos delegados e os responsáveis pelo "destino do planeta" o "espírito de sabedoria e solidariedade humana", para que a actual crise "se transforme numa oportunidade, capaz de favorecer uma maior atenção à dignidade de cada pessoa e de promover uma distribuição equitativa do poder de decisão e dos recursos", com particular atenção "ao número, cada vez maior, dos pobres".
O Papa desejou que sejam tomadas "medidas partilhadas por toda a comunidade internacional" e se assumam "escolhas estratégicas, por vezes difíceis de aceitar, que são necessárias para assegurar a todos, no presente e no futuro, os alimentos fundamentais e uma vida digna".
Fonte - Radio Vaticano
[Colaboração e destaques - Fernando Machado]
Gripe suína é mais grave entre os mais jovens
Médicos mexicanos dizem que a onda de pneumonia causada pelo H1N1 é semelhante ao que foi observado em pandemias do século passado.
Em um estudo chefiado pelo Instituto Nacional de Saúde Pública do México foram estudados os casos de 2.155 pessoas que desenvolveram pneumonia grave em razão da infecção por H1N1 nos meses de março e abril deste ano. Dos 100 pacientes que morreram, 87 tinham entre 5 e 59 anos, mesma faixa etária observada em 71% dos casos mais graves. Em relação à gripe sazonal, esta taxa é de 32%.
Especialistas em saúde vêm considerando a hipótese de as pessoas com mais de 52 anos terem alguma proteção contra o vírus da gripe suína porque ele pode parecer com uma estirpe de H1N1 que circulou antes de 1957.
Fonte - Opinião e Notícia
Em um estudo chefiado pelo Instituto Nacional de Saúde Pública do México foram estudados os casos de 2.155 pessoas que desenvolveram pneumonia grave em razão da infecção por H1N1 nos meses de março e abril deste ano. Dos 100 pacientes que morreram, 87 tinham entre 5 e 59 anos, mesma faixa etária observada em 71% dos casos mais graves. Em relação à gripe sazonal, esta taxa é de 32%.
Especialistas em saúde vêm considerando a hipótese de as pessoas com mais de 52 anos terem alguma proteção contra o vírus da gripe suína porque ele pode parecer com uma estirpe de H1N1 que circulou antes de 1957.
Fonte - Opinião e Notícia
Terremoto de 5,6 graus sacode sudoeste da China
PEQUIM - Um terremoto de 5,6 graus sacudiu na madrugada (local) desta segunda-feira, 29, a cidade de Mianzhu, na província sudoeste chinesa de Sichuan, informou o Centro Sismológico Nacional.
Mianzhu é uma das cidades mais castigadas pelo terremoto que no ano passado deixou cerca de 90.000 mortos e desaparecidos em Sichuan.
O tremor foi registrado às 2h03 locais (15h03 de segunda-feira em Brasília) e também foi sentido na capital provincial Chengdu e em outras grandes cidades do centro e oeste da China.
O epicentro foi localizado a 31,40 graus latitude norte e 104,1 graus longitude leste, e ainda se desconhece se deixou alguma vítima ou danos materiais.
Oito pessoas que deixaram os prédios onde estavam dormindo ficaram levemente feridas, uma delas ao se atirar pela janela.
O terremoto ocorrido de 12 de maio de 2008, com epicentro no distrito de Wenchuan, deixou 4,8 milhões de pessoas desabrigadas.
Fonte - Estadão
Mianzhu é uma das cidades mais castigadas pelo terremoto que no ano passado deixou cerca de 90.000 mortos e desaparecidos em Sichuan.
O tremor foi registrado às 2h03 locais (15h03 de segunda-feira em Brasília) e também foi sentido na capital provincial Chengdu e em outras grandes cidades do centro e oeste da China.
O epicentro foi localizado a 31,40 graus latitude norte e 104,1 graus longitude leste, e ainda se desconhece se deixou alguma vítima ou danos materiais.
Oito pessoas que deixaram os prédios onde estavam dormindo ficaram levemente feridas, uma delas ao se atirar pela janela.
O terremoto ocorrido de 12 de maio de 2008, com epicentro no distrito de Wenchuan, deixou 4,8 milhões de pessoas desabrigadas.
Fonte - Estadão
segunda-feira, 29 de junho de 2009
O Vaticano e as "descobertas" dos últimos dias
"Arca da Aliança" prestes a ser revelada?
O patriarca da Igreja Ortodoxa da Etiópia diz que vai anunciar ao mundo sexta-feira, a localização da Arca da Aliança, talvez o mais cobiçado artefato arqueológico e espiritual do mundo, que ele diz ter sido escondido em uma igreja em seu país por milênios, segundo a agência de notícias italiana Adnkronos.
Abuna Pauolos, estando na Itália para uma reunião com BXVI XVI esta semana, disse à agência de notícias, "Em breve o mundo será capaz de admirar a Arca da Aliança descrita na Bíblia como o recipiente das tábuas da lei de Deus entregue a Moisés, centro de pesquisas e estudos ao longo dos séculos.
O anúncio é esperado para as 2 horas da tarde (horário local), no Hotel Aldrovandi em Roma. Pauolos estará acompanhado do Príncipe Aklile Berhan Makonnen Haile Sellassie e o Duque Amedeo D'Acosta.
...
Fonte - WND
Papa revela ter encontrado restos de São Paulo
O Papa Bento XVI encerrou neste domingo (28) o Ano Paulino e revelou que restos que estão na Basílica de São Paulo Extramuros, em Roma, pertencem ao Apóstolo dos Gentios.
Diante de milhares de fiéis e representantes do Patriarcado Ecumênico de Constantinopla, reunidos na basílica dedicada ao apóstolo Paulo, o papa informou que recentemente uma sonda foi inserida no sarcófago que se conserva sob o altar maior local.
...
Fonte - Gazeta Online
Nota DDP: A pergunta que fica no ar é a que se refere às reais intenções por trás destes eventos relatados nas notícias supra transcritas.
O patriarca da Igreja Ortodoxa da Etiópia diz que vai anunciar ao mundo sexta-feira, a localização da Arca da Aliança, talvez o mais cobiçado artefato arqueológico e espiritual do mundo, que ele diz ter sido escondido em uma igreja em seu país por milênios, segundo a agência de notícias italiana Adnkronos.
Abuna Pauolos, estando na Itália para uma reunião com BXVI XVI esta semana, disse à agência de notícias, "Em breve o mundo será capaz de admirar a Arca da Aliança descrita na Bíblia como o recipiente das tábuas da lei de Deus entregue a Moisés, centro de pesquisas e estudos ao longo dos séculos.
O anúncio é esperado para as 2 horas da tarde (horário local), no Hotel Aldrovandi em Roma. Pauolos estará acompanhado do Príncipe Aklile Berhan Makonnen Haile Sellassie e o Duque Amedeo D'Acosta.
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Fonte - WND
Papa revela ter encontrado restos de São Paulo
O Papa Bento XVI encerrou neste domingo (28) o Ano Paulino e revelou que restos que estão na Basílica de São Paulo Extramuros, em Roma, pertencem ao Apóstolo dos Gentios.
Diante de milhares de fiéis e representantes do Patriarcado Ecumênico de Constantinopla, reunidos na basílica dedicada ao apóstolo Paulo, o papa informou que recentemente uma sonda foi inserida no sarcófago que se conserva sob o altar maior local.
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Fonte - Gazeta Online
Nota DDP: A pergunta que fica no ar é a que se refere às reais intenções por trás destes eventos relatados nas notícias supra transcritas.
BXVI e o ecumenismo
Cidade do Vaticano, 28 jun (RV) - O compromisso decidido e convicto da Igreja católica para a unidade dos cristãos foi reafirmado ontem de manhã por Bento XVI durante o seu encontro com uma delegação do Patriarcado Ecumênico de Constantinopla, que veio a Roma por ocasião da Solenidade dos Santos Pedro e Paulo. Festa que coincide com o encerramento do Ano Paulino.
Uma presença já tradicional, a da delegação do Patriarcado de Constantinopla para a Solenidade dos Santos Pedro e Paulo, “sinal – explicou o papa – de fraternidade eclesial”, que evidencia o compromisso comum das duas Igrejas irmãs “na busca da plena comunhão”.
“A Igreja católica – reafirmou mais uma vez o Papa Bento XVI -pretende contribuir em todos os modos possíveis para o restabelecimento da plena unidade” segundo a vontade de Cristo”. Nesta perspectiva o Santo Padre olha “com confiança para continuação dos trabalhos da Comissão internacional mista para o diálogo teológico entre ortodoxos e católicos”.
O próximo encontro se realizará em outubro em Chipre e enfrentará – sublinhou o papa – “um tema crucial para as relações entre Oriente e Ocidente, ou seja, o “papel do bispo de Roma na comunhão da Igreja durante o primeiro milênio”. O estudo desse aspecto – acrescentou – é indispensável para poder aprofundar globalmente tal questão no quadro atual da busca da plena comunhão”.
O Pontífice expressou ainda o desejo de “que as incompreensões e as tensões que se verificaram entre os delegados ortodoxos por ocasião das últimas sessões plenárias dessa comissão sejam superadas no amor fraterno, de modo que o diálogo seja mais plenamente representativo por parte da ortodoxia”
Enfim, Bento XVI dirigiu, através da delegação ortodoxa, a sua “calorosa e fraterna saudação no Senhor”, ao Patriarca Ecumênico de Constantinopla Bartolomeu I.
Fonte - Radio Vaticano
Uma presença já tradicional, a da delegação do Patriarcado de Constantinopla para a Solenidade dos Santos Pedro e Paulo, “sinal – explicou o papa – de fraternidade eclesial”, que evidencia o compromisso comum das duas Igrejas irmãs “na busca da plena comunhão”.
“A Igreja católica – reafirmou mais uma vez o Papa Bento XVI -pretende contribuir em todos os modos possíveis para o restabelecimento da plena unidade” segundo a vontade de Cristo”. Nesta perspectiva o Santo Padre olha “com confiança para continuação dos trabalhos da Comissão internacional mista para o diálogo teológico entre ortodoxos e católicos”.
O próximo encontro se realizará em outubro em Chipre e enfrentará – sublinhou o papa – “um tema crucial para as relações entre Oriente e Ocidente, ou seja, o “papel do bispo de Roma na comunhão da Igreja durante o primeiro milênio”. O estudo desse aspecto – acrescentou – é indispensável para poder aprofundar globalmente tal questão no quadro atual da busca da plena comunhão”.
O Pontífice expressou ainda o desejo de “que as incompreensões e as tensões que se verificaram entre os delegados ortodoxos por ocasião das últimas sessões plenárias dessa comissão sejam superadas no amor fraterno, de modo que o diálogo seja mais plenamente representativo por parte da ortodoxia”
Enfim, Bento XVI dirigiu, através da delegação ortodoxa, a sua “calorosa e fraterna saudação no Senhor”, ao Patriarca Ecumênico de Constantinopla Bartolomeu I.
Fonte - Radio Vaticano
Papa anuncia nova encíclica social
Bento XVI revelou esta Segunda-feira que está "próxima" a publicação da sua terceira encíclica, intitulada "Caritas in veritate" (Caridade na verdade), que será dedicada a temáticas sociais.
"Este documento, que tem a data de hoje, 29 de Junho, solenidade dos Santos Apóstolos Pedro e Paulo, pretende aprofundar alguns aspectos do desenvolvimento integral na nossa época, à luz da caridade na verdade", disse aos peregrinos reunidos na Praça de São Pedro, para a recitação do Angelus.
O Papa indicou que serão retomados os temas tratados na "Populorum Progressio", documento de referência para a Doutrina Social da Igreja, publico em 1967 por Paulo VI.
"Confio à vossa oração este novo contributo que a Igreja oferece á humanidade, no seu compromisso por um desenvolvimento sustentável, no pleno respeito pela dignidade humana e pelas reais exigências de todos", concluiu.
Fonte - Ecclesia
Nota DDP: Como já anteriormente veiculado neste espaço, o novo documento "terá como tema central os problemas do trabalho e da economia", pedindo uma "solidariedade global e uma nova ética nas finanças" (ANSA).
Não haverá ataque à globalização, mas a conclusão de que ela precisa ser governada, com novas regras.
Governada por quem?
A resposta está dada na encíclica. Pelo que já se sabe, o papa frisa que não seria um governo por meio de um megaestado nem pela ONU. Ratzinger propõe, consoante adiantado pela assessoria de imprensa vaticana, um modelo internacional de governo da globalização com uma “autoridade”. E essa autoridade “deverá (1) ser regrada pelo direito, (2) ater-se de modo coerente ao princípio da solidariedade, (3) ser dirigida à realização do bem comum e (4) empenhar-se na promoção de um autêntico e integral desenvolvimento humano, este inspirado nos valores da caridade e da verdade”. (Terra Magazine)
Quem seria esta autoridade?
Outras nuances sobre esta questão da encíclica e, suas possíveis aplicações, aqui.
"Este documento, que tem a data de hoje, 29 de Junho, solenidade dos Santos Apóstolos Pedro e Paulo, pretende aprofundar alguns aspectos do desenvolvimento integral na nossa época, à luz da caridade na verdade", disse aos peregrinos reunidos na Praça de São Pedro, para a recitação do Angelus.
O Papa indicou que serão retomados os temas tratados na "Populorum Progressio", documento de referência para a Doutrina Social da Igreja, publico em 1967 por Paulo VI.
"Confio à vossa oração este novo contributo que a Igreja oferece á humanidade, no seu compromisso por um desenvolvimento sustentável, no pleno respeito pela dignidade humana e pelas reais exigências de todos", concluiu.
Fonte - Ecclesia
Nota DDP: Como já anteriormente veiculado neste espaço, o novo documento "terá como tema central os problemas do trabalho e da economia", pedindo uma "solidariedade global e uma nova ética nas finanças" (ANSA).
Não haverá ataque à globalização, mas a conclusão de que ela precisa ser governada, com novas regras.
Governada por quem?
A resposta está dada na encíclica. Pelo que já se sabe, o papa frisa que não seria um governo por meio de um megaestado nem pela ONU. Ratzinger propõe, consoante adiantado pela assessoria de imprensa vaticana, um modelo internacional de governo da globalização com uma “autoridade”. E essa autoridade “deverá (1) ser regrada pelo direito, (2) ater-se de modo coerente ao princípio da solidariedade, (3) ser dirigida à realização do bem comum e (4) empenhar-se na promoção de um autêntico e integral desenvolvimento humano, este inspirado nos valores da caridade e da verdade”. (Terra Magazine)
Quem seria esta autoridade?
Outras nuances sobre esta questão da encíclica e, suas possíveis aplicações, aqui.
Bento XVI ataca críticos da Igreja Católica
Bento XVI encerrou na tarde deste Domingo o Ano Paulino, na Basílica de São Paulo fora de muros, deixando duras críticas à "moda" que considera que uma "fé adulta" implica não dar ouvidos "à Igreja e os seus pastores".
"A fé adulta não se deixa levar de um lado para outro por qualquer corrente. Ela opõe-se aos ventos da moda", apontou.
O Papa falava na celebração das I Vésperas da Solenidade de São Pedro e São Paulo para o encerramento do Ano, que assinalou os dois mil anos do nascimento de Paulo de Tarso, uma das figuras mais importantes do Cristianismo. Presente na cerimónia estava uma delegação do Patriarcado Ecuménico de Constantinopla (Ortodoxo).
Na sua homilia, Bento XVI disse que a expressão "fé adulta" se tornou nos "últimos dez anos um slogan difundido.
"É entendida muitas vezes como comportamento de quem já não dá ouvidos à Igreja e aos seus Pastores, mas escolhe autonomamente aquilo que quer ou não acreditar, uma fé «feita por si mesma»", precisou o Papa.
Para estes, acrescentou, é um sinal de "coragem" expressar-se contra o Magistério da Igreja. "Na realidade, não é preciso ter coragem para isso e contar com o aplauso do público. É preciso ter coragem para aderir à fé da Igreja, mesmo se esta contradiz o esquema do mundo contemporâneo", acrescentou.
...
Fonte - Ecclesia
Nota DDP: Um recado?
"A fé adulta não se deixa levar de um lado para outro por qualquer corrente. Ela opõe-se aos ventos da moda", apontou.
O Papa falava na celebração das I Vésperas da Solenidade de São Pedro e São Paulo para o encerramento do Ano, que assinalou os dois mil anos do nascimento de Paulo de Tarso, uma das figuras mais importantes do Cristianismo. Presente na cerimónia estava uma delegação do Patriarcado Ecuménico de Constantinopla (Ortodoxo).
Na sua homilia, Bento XVI disse que a expressão "fé adulta" se tornou nos "últimos dez anos um slogan difundido.
"É entendida muitas vezes como comportamento de quem já não dá ouvidos à Igreja e aos seus Pastores, mas escolhe autonomamente aquilo que quer ou não acreditar, uma fé «feita por si mesma»", precisou o Papa.
Para estes, acrescentou, é um sinal de "coragem" expressar-se contra o Magistério da Igreja. "Na realidade, não é preciso ter coragem para isso e contar com o aplauso do público. É preciso ter coragem para aderir à fé da Igreja, mesmo se esta contradiz o esquema do mundo contemporâneo", acrescentou.
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Fonte - Ecclesia
Nota DDP: Um recado?
sexta-feira, 26 de junho de 2009
Papa recebe em audiência Grão-Mestre da Ordem de Malta
CIDADE DO VATICANO, sexta-feira 26 de junho de 2009 (ZENIT.org).- Bento XVI recebeu em audiência nesta quinta-feira, pela manhã, Fr. Matthew Festing, Príncipe e Grão-Mestre da Soberana Ordem Militar de Malta, junto a seus acompanhantes.
O encontro aconteceu um dia depois da festa do padroeiro da Ordem, São João Batista – 24 de junho – e durou cerca de 25 minutos.
Durante a audiência, trataram de temas referentes à atividade espiritual, humanitária e diplomática da Ordem, entre eles a estratégia para os próximos dez anos, estabelecida durante o seminário estratégico internacional da Ordem de Malta, realizado no último mês de janeiro em Veneza.
Também falaram do diálogo ecumênico levado a cabo pela Ordem com o patriarcado de Moscou e de Minsk e a assistência médica e social na Terra Santa e no Líbano.
...
A Ordem Soberana e Militar Hospitalar de São João de Jerusalém, de Rodes e Malta, fundada em Jerusalém há 960 anos, é uma entidade de direito internacional e de ordem religiosa da Igreja Católica.
Mantém relações diplomáticas com 100 Estados, entre eles a Santa Sé e a República Italiana. Tem 18 representantes oficiais e observadores permanentes nas Nações Unidas, na União Europeia e em numerosas organizações internacionais.
A Ordem está estabelecida em 54 países e conta com 12 grãos-priorados e subpriorados e 47 associações nacionais, além de numerosos hospitais, centros médicos, ambulatórios, corpos de socorro, fundações e estruturas especializadas que operam em 120 países.
Seus 12.500 membros e 80 mil voluntários, apoiados pela equipe de alto nível profissional, composta por outras 13 mil pessoas – médicos, enfermeiros, auxiliares e colaboradores –, dedicam-se a assistir os pobres, os doentes e todos os que sofrem.
Fonte - Zenit
Nota DDP: Interessante comentário extraído do blog Realidade em Foco, analisando a partir de outro artigo lá postado, a correlação da ICAR com a Ordem de Malta:
Curiosamente e historicamente, segundo sites da Maçonaria, inclusive http://www.maconaria.net/ (de Portugal), "uma bula do Papa Clemente V, de 2/5/1312, decretou a extinção da famosa Ordem dos Templários, passando todos os seus bens para a Ordem do Hospital de São João de Jerusalém, depois Ordem dos Cavaleiros de Malta. Esta Ordem manteve a proteção aos Mestres Maçons, representada em iconografia do final do séc. XV, que mostra o Grão-Mestre da Ordem recebendo um Mestre Maçom, seguido de seus Companheiros portando os seus utensílios de trabalho: o Esquadro, o Compasso, o Malhei e o Cinzel". Em outras palavras, é clara a ligação entre a Ordem de Malta, os Templários e a Maçonaria que, segundo se imagina, foi abominada pelo Vaticano. Mas, pelas condolências papais, e não apenas pelas condolências, mas pelos elogios, percebe-se que existe algum tipo de ligação do Vaticano com a Maçonaria e as ordens ligadas a ela. No mínimo, estranho e sinistro.
O encontro aconteceu um dia depois da festa do padroeiro da Ordem, São João Batista – 24 de junho – e durou cerca de 25 minutos.
Durante a audiência, trataram de temas referentes à atividade espiritual, humanitária e diplomática da Ordem, entre eles a estratégia para os próximos dez anos, estabelecida durante o seminário estratégico internacional da Ordem de Malta, realizado no último mês de janeiro em Veneza.
Também falaram do diálogo ecumênico levado a cabo pela Ordem com o patriarcado de Moscou e de Minsk e a assistência médica e social na Terra Santa e no Líbano.
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A Ordem Soberana e Militar Hospitalar de São João de Jerusalém, de Rodes e Malta, fundada em Jerusalém há 960 anos, é uma entidade de direito internacional e de ordem religiosa da Igreja Católica.
Mantém relações diplomáticas com 100 Estados, entre eles a Santa Sé e a República Italiana. Tem 18 representantes oficiais e observadores permanentes nas Nações Unidas, na União Europeia e em numerosas organizações internacionais.
A Ordem está estabelecida em 54 países e conta com 12 grãos-priorados e subpriorados e 47 associações nacionais, além de numerosos hospitais, centros médicos, ambulatórios, corpos de socorro, fundações e estruturas especializadas que operam em 120 países.
Seus 12.500 membros e 80 mil voluntários, apoiados pela equipe de alto nível profissional, composta por outras 13 mil pessoas – médicos, enfermeiros, auxiliares e colaboradores –, dedicam-se a assistir os pobres, os doentes e todos os que sofrem.
Fonte - Zenit
Nota DDP: Interessante comentário extraído do blog Realidade em Foco, analisando a partir de outro artigo lá postado, a correlação da ICAR com a Ordem de Malta:
Curiosamente e historicamente, segundo sites da Maçonaria, inclusive http://www.maconaria.net/ (de Portugal), "uma bula do Papa Clemente V, de 2/5/1312, decretou a extinção da famosa Ordem dos Templários, passando todos os seus bens para a Ordem do Hospital de São João de Jerusalém, depois Ordem dos Cavaleiros de Malta. Esta Ordem manteve a proteção aos Mestres Maçons, representada em iconografia do final do séc. XV, que mostra o Grão-Mestre da Ordem recebendo um Mestre Maçom, seguido de seus Companheiros portando os seus utensílios de trabalho: o Esquadro, o Compasso, o Malhei e o Cinzel". Em outras palavras, é clara a ligação entre a Ordem de Malta, os Templários e a Maçonaria que, segundo se imagina, foi abominada pelo Vaticano. Mas, pelas condolências papais, e não apenas pelas condolências, mas pelos elogios, percebe-se que existe algum tipo de ligação do Vaticano com a Maçonaria e as ordens ligadas a ela. No mínimo, estranho e sinistro.
Arcebispo pede ratificação do acordo Brasil e Santa Sé
ELO HORIZONTE, sexta-feira, 26 de junho de 2009 (ZENIT.org).- O arcebispo de Belo Horizonte, Dom Walmor Oliveira de Azevedo, pediu que o Congresso brasileiro ratifique o Acordo recém-assinado entre o governo e a Santa Sé.
“Espera-se boa vontade política e esforço da Câmara dos Deputados da inclusão, imediata, na pauta, da ratificação do Acordo Brasil e Santa Sé. Será um bem, uma sábia decisão na Câmara”, afirma o arcebispo em artigo enviado a Zenit hoje.
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva assinou o Acordo no dia 13 de novembro passado, no Vaticano, durante visita oficial a Bento XVI. Agora cabe à Câmara ratificá-lo.
“Este Acordo marca a história das relações do Brasil com a Igreja Católica. Essa relação histórica, enraizada e da mais alta significação para a cultura e a sociedade brasileira, inclui números, etapas da história, presença e compromisso social, religioso e político que formatam o horizonte de compreensão que justifica a assinatura do Acordo Brasil e Santa Sé”, explica Dom Walmor.
Segundo o arcebispo, “a Igreja Católica no Brasil, é incontestável, é a própria história do nosso país, do começo até os dias de hoje”.
...
Fonte - Zenit
Nota DDP: Os contornos da concordata assinada entre os entes políticos citados já foram aqui considerados:
- Omissão da mídia sobre o acordo com o Vaticano
- Ainda sobre a concordata
“Espera-se boa vontade política e esforço da Câmara dos Deputados da inclusão, imediata, na pauta, da ratificação do Acordo Brasil e Santa Sé. Será um bem, uma sábia decisão na Câmara”, afirma o arcebispo em artigo enviado a Zenit hoje.
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva assinou o Acordo no dia 13 de novembro passado, no Vaticano, durante visita oficial a Bento XVI. Agora cabe à Câmara ratificá-lo.
“Este Acordo marca a história das relações do Brasil com a Igreja Católica. Essa relação histórica, enraizada e da mais alta significação para a cultura e a sociedade brasileira, inclui números, etapas da história, presença e compromisso social, religioso e político que formatam o horizonte de compreensão que justifica a assinatura do Acordo Brasil e Santa Sé”, explica Dom Walmor.
Segundo o arcebispo, “a Igreja Católica no Brasil, é incontestável, é a própria história do nosso país, do começo até os dias de hoje”.
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Fonte - Zenit
Nota DDP: Os contornos da concordata assinada entre os entes políticos citados já foram aqui considerados:
- Omissão da mídia sobre o acordo com o Vaticano
- Ainda sobre a concordata
As ciladas de satanás
ATENÇÃO: A leitura deve ser realizada de forma a inverter a perspectiva, pois revela as intenções do inimigo.Segundo é indicado no rodapé da página, esse capítulo foi publicado originariamente no ano 1884, em The Spirit of Prophecy, vol. 4, escrito para a Igreja. Quando Ellen White planejou a apresentação do relato que agora constitui a "Série do Conflito dos Séculos", a qual poderia ser divulgada entre o povo em geral, ela resolveu omitir da edição ampliada de O Grande Conflito, publicada em 1888, alguns trechos escritos especialmente para a Igreja. Ela reconhecia que algumas coisas, que podiam ser ditas apropriadamente para a Igreja, não seriam tão apropriadas para os que não eram membros da Igreja.
Ao se aproximar o povo de Deus dos perigos dos últimos dias, faz Satanás ardorosa consulta com seus anjos quanto ao plano de maior êxito no sentido de lhes transtornar a fé. Vê que as igrejas populares já estão sendo embaladas para dormir, pelo seu poder enganador. Por meio de agradáveis enganos e mentirosas maravilhas, pode ele continuar a conservá-los sob o seu domínio. Dirige portanto seus anjos para que lancem suas ciladas especialmente para os que aguardam o segundo advento de Cristo e se estão esforçando por observar todos os mandamentos de Deus.
Diz o grande enganador: "Devemos vigiar aqueles que estão chamando a atenção do povo para o sábado de Jeová; eles levarão muitos a ver as exigências da lei de Deus; e a mesma luz que revela o verdadeiro sábado, revela também a missão de Cristo no santuário celestial, e revela que a última obra para a salvação do homem está agora indo avante. Conservai nas trevas a mente do povo até que esta obra termine, e teremos conseguido o mundo e a igreja também.
"O sábado é a grande questão que deve decidir o destino de almas. Devemos exaltar o sábado criado por nós. Temos feito com que ele seja aceito tanto pelos mundanos como pelos membros da igreja. Deve agora a igreja ser levada a unir-se com o mundo em sua defesa. Devemos trabalhar por meio de sinais e maravilhas para lhes cegar os olhos quanto à verdade, e levá-los a pôr de lado a razão e o temor de Deus e a seguir os costumes e tradições.
"Influenciarei os pastores populares a desviar dos mandamentos de Deus a atenção dos ouvintes. Aquilo que as Escrituras declaram ser uma perfeita lei de liberdade, será representado como um jugo de servidão. O povo aceita as explanações das Escrituras de seus pastores, e não estuda por si mesmo. Portanto, atuando por meio de seus pastores, posso dominar o povo de acordo com a minha vontade.
"Mas nossa principal preocupação é silenciar esta seita de observadores do sábado. Devemos despertar contra eles a indignação popular. Alistaremos ao nosso lado grandes homens e homens sábios segundo o mundo, e induziremos aos que estão em autoridade a executar os nossos propósitos. Então o sábado que eu estabeleci será forçado pelas leis mais severas e obrigatórias. Os que as desrespeitarem, serão tocados das cidades e vilas e levados a passar fome e privação. Uma vez que tenhamos o poder, mostraremos o que podemos fazer com os que não se desviam de sua fidelidade a Deus. Levamos a igreja romana a infligir prisão, tortura e a morte àqueles que recusavam seguir aos seus decretos; e agora que estamos pondo as igrejas protestantes e o mundo em harmonia com esse braço direito de nossa força, finalmente temos uma lei para exterminar a todos os que não se submeterem à nossa autoridade. Quando se fizer da morte a penalidade da violação do nosso sábado, então muitos dos que agora estão nas fileiras dos observadores dos mandamentos, passarão para o nosso lado.
"Mas antes de adotarmos estas medidas extremas, devemos exercer toda a nossa sabedoria e sutileza para enganar os que honram o verdadeiro sábado e engodá-los. Podemos separar muitos de Cristo, pela mundanidade, luxúria e orgulho. Podem julgar-se salvos porque crêem na verdade, mas a condescendência com o apetite, as paixões mais baixas que confundirão o juízo e destruirão o discernimento, causar-lhes-ão a queda.
"Ide, fazei com que os donos de terras e de dinheiro se embriaguem com os cuidados desta vida. Apresentai o mundo diante deles em sua mais atraente luz, que acumulem o seu tesouro aqui, e fixem sua atenção sobre as coisas terrenas. Devemos fazer o máximo para evitar que os que trabalham na causa de Deus obtenham meios para usar contra nós. Conservai o dinheiro em nossas próprias fileiras. Quanto mais dinheiro obtiverem, tanto mais prejudicarão nosso reino tirando de nós os nossos súditos. Fazei com que se preocupem mais com o dinheiro do que com a edificação do reino de Cristo e a disseminação das verdades que odiamos, e não precisamos temer-lhes a influência, pois sabemos que toda a pessoa egoísta e cobiçosa cairá em nosso poder, e finalmente se separará do povo de Deus.
"Por meio daqueles que têm uma forma de piedade, mas não lhe conhecem o poder, podemos ganhar muitos que de outra maneira nos causariam grande mal. Os mais amantes dos prazeres do que amantes de Deus, serão os nossos mais eficientes auxiliares. Os que pertencem a essa classe, forem mais aptos e inteligentes, servirão de chamariz para atrair outros para as nossas ciladas. Muitos não lhes temerão a influência, porque professam a mesma fé. Levá-los-emos então a concluir que as reivindicações de Cristo são menos estritas do que uma vez creram, e que pela conformação com o mundo exercerão maior influência sobre os mundanos. Assim se separarão de Cristo; então não terão forças para resistir ao nosso poder, e dentro de pouco tempo estarão prontos para ridicularizar o seu antigo zelo e devoção.
"Enquanto não for dado o grande golpe decisivo, devem nossos esforços contra os observadores dos mandamentos ser incansáveis. Devemos estar presentes em todos os seus ajuntamentos. Especialmente em suas grandes reuniões, nossa causa muito sofrerá, e devemos exercer grande vigilância, e empregar todas as nossas artes sedutoras para evitar que as almas ouçam a verdade e por ela sejam impressionadas.
"Terei no terreno, como meus agentes, homens que mantenham falsas doutrinas misturadas com justamente suficiente verdade para enganar almas. Também terei presentes pessoas incrédulas, que expressarão dúvidas quanto às mensagens de advertência do Senhor à Sua igreja. Lesse o povo e cresse essas admoestações, e pouca esperança poderíamos ter de vencê-los. Mas se pudermos desviar-lhes a atenção dessas advertências, permanecerão ignorando nosso poder e sagacidade, e finalmente os ganharemos para as nossas fileiras. Deus não permitirá que Suas palavras sejam menosprezadas impunemente. Se pudermos conservar as almas enganadas durante algum tempo, retirar-se-á a misericórdia de Deus, e Ele as abandonará ao nosso completo domínio.
"Temos de causar lutas e divisões. Temos de destruir a ansiedade deles por sua própria alma e levá-los à crítica, aos juízos temerários, acusando e condenando-se uns aos outros, a idolatrar o egoísmo e a inimizade. Por causa destes pecados, Deus baniu-nos de Sua presença; e todos quantos seguirem o nosso exemplo terão sorte idêntica."
Testemunhos para Ministros e Obreiros Evangélicos, p. 472/475 (Destaques nossos)
Fonte - Ellen White Books
Nota DDP: Dominado o restante do cristianismo, as atenções se voltam para os "que guardam os mandamentos de Deus e a fé de Jesus". Para os conhecedores da verdade, a chave do desvio é mundanismo, luxúria e orgulho. Condescendência com o apetitite e dinheiro formarão os mais eficientes auxiliares, que semearão o rebaixamento dos princípios e a influência do mundanismo. Virão também os falsos ventos de doutrina e o afastamento dos Testemunhos, o que conduzirá finalmente a divisões e seus reflexos mais próximos.
Qualquer semelhaça, não é mera coincidência.
Vida na terra está em risco

Quem ainda não acredita que a vida no planeta corre perigo é melhor ficar atento. A emissão de gás carbônico nunca esteve tão alta e está levando a mudanças climáticas severas que afetam a autossustentabilidade da Terra. Foi com essa preocupação na cabeça que Kofi Annan, ex-secretário geral da ONU, e Bob Geldof, músico realizador do Live Aid, concerto que reuniu grandes nomes da música no combate à fome na Etiópia, vieram ao Festival Internacional de Publicidade, em Cannes.
Os dois, ao lado de David Jones, CEO da agência Euro RSCG, e de Hervé de Clerck, líder da Act Responsible, estão na Riviera francesa para fazer o lançamento mundial da campanha “TCK TCK TCK”, cujo objetivo é sensibilizar os líderes mundiais, que vão se reunir em dezembro, na Conferência Mundial sobre Mudanças Climáticas das ONU, para decidir quais diretrizes irão substituir o Protocolo de Kyoto. “Nossa meta é criar o maior abaixo-assinado online que já foi feito e enviá-lo aos líderes mundiais que estarão na Dinamarca, exigindo que tomem decisões justas e de peso que resultem em um acordo climático justo”, explicou Annan.
“TCK TCK TCK” une a linguagem da Internet ao tic tac do relógio. “Não há tempo a perder”, declarou ao falar da proximidade da Conferência de Copenhague e dos efeitos das mudanças climáticas, destacando que a poluição tem um preço e que os poluidores precisam assumir essa responsabilidade. O Prêmio Nobel de 2001 fez questão de ressaltar que a criatividade e as agências têm um papel importante na sensibilização dos consumidores para a questão. “As escolhas que fazemos no momento da compra também são uma forma de pressão e a pressão leva a mudanças mais rápidas na agenda dos líderes”, ressaltou.
Mas a fala mais apaixonada sobre o tema foi a de Bob Geldof. Notabilizado pela sua atuação no filme The Wall, do Pink Floyd, o músico e ator irlandês não deixou passar em branco a morte do cantor Michael Jackson, e lembrou sua importante participação no Live AID, era uma das principais vozes no clipe da música “We are the World”. Depois de lamentar a perda, Geldof foi taxativo ao falar do quanto as mudanças climáticas afetam e vão afetar as pessoas. “Estamos falando sobre a morte da humanidade, e eu adoro o ser humano”, disse.
Os números apresentados pelo músico não são nada animadores. A cada ano, mais de 300 mil pessoas morrem em consequência direta das alterações no clima. No continente africano, há um movimento migratório que está levando 16 milhões de pessoas para fora de seus países por conta da inviabilidade de viver em ambiente tão seco. Lugares no sul, que há 20 anos tinham água, não têm mais, e isso leva ao deslocamento para o norte; a incidência de chuva no deserto do Saara caiu 25% nos últimos 30 anos.
“Precisamos reduzir em 50% a emissão de carbono até 2020 e em 80% até 2050, se isso não acontecer estamos caminhando para a morte. As emissões hoje excedem as dos últimos seis mil anos e Terra não tem capacidade para processá-las”, disse. Entre a plateia de publicitários e profissionais da comunicação que lotaram o auditório Debussy, a campanha e os dados apresentados parecem ter provocado algum sentimento. O quarteto foi aplaudido de pé.
Fonte - Terra
[Colaboração - Fernando Machado]
Bento XVI e Obama: caminho para a paz
Um encontro importante para a construção da paz é como o Cardeal Oscar Maradiaga, Presidente da Cáritas Internacionalis, antecipa a audiência que Bento XVI vai conceder a Barack Obama.
O Presidente dos Estados Unidos da América, Barack Obama, viaja até Itália, para participar na reunião do G8, entre os dias 8 e 10 de Julho, em L'Aquila. No último dia do encontro, Barack Obama desloca-se ao Vaticano para se encontrar com o Papa.
D. Oscar Maradiaga afirmou que o Papa "está sempre aberto a todos e esta conversa com o presidente norte-americano será útil". O Cardeal destacou divergências com os Estados Unidos, mas também pontos de convergência, "sobretudo em relação a temas ligados à justiça e a paz".
Fonte - Ecclesia
O Presidente dos Estados Unidos da América, Barack Obama, viaja até Itália, para participar na reunião do G8, entre os dias 8 e 10 de Julho, em L'Aquila. No último dia do encontro, Barack Obama desloca-se ao Vaticano para se encontrar com o Papa.
D. Oscar Maradiaga afirmou que o Papa "está sempre aberto a todos e esta conversa com o presidente norte-americano será útil". O Cardeal destacou divergências com os Estados Unidos, mas também pontos de convergência, "sobretudo em relação a temas ligados à justiça e a paz".
Fonte - Ecclesia
Merkel viaja aos EUA para se reunir com Obama
Berlim, 25 jun (EFE).- A chanceler Angela Merkel partiu hoje de Berlim com destino a Washington, para uma visita de dois dias que amanhã incluirá uma reunião com o presidente Barack Obama, em que discutirão sobre questões como a luta contra a mudança climática e a situação em Irã e Afeganistão.
Durante uma reunião de três horas na Casa Branca, previsto para amanhã, Merkel buscará um maior compromisso de Obama na luta contra a mudança climática.
"Ainda há muito a ser feito", assinalou a chanceler antes de viajar para Washington, sobre os acordos internacionais necessários para conter o aquecimento do planeta.
Merkel também se reunirá amanhã com a presidente da Câmara de Representantes dos EUA, Nancy Pelosi, e almoçará na Casa Branca com, entre outros, a secretária de Estado, Hillary Clinton.
A reforma dos mercados financeiros e as medidas destinadas a atenuar a crise econômica terão um lugar destacado na agenda alemã, assim como a estratégia militar e civil no Afeganistão.
Merkel busca também comprometer o apoio de Washington à conferência sobre Mudança Climática da ONU que acontecerá em dezembro em Copenhague e que buscará firmar as bases de um novo protocolo, que substitua o de Kioto.
Em seu terceiro encontro bilateral desde que Obama assumiu a Presidência em janeiro passado, ambos os líderes tratarão a possível recepção pela Alemanha de presos da base americana de Guantánamo e a crise pós-eleitoral iraniana. A situação no Oriente Médio e na Rússia será outros dos assuntos da reunião.
Fonte - G1
Nota DDP: Para se conhecer um pouco mais sobre alguns contornos da atuação da chanceler Merkel neste processo que envolve as questões globais a partir da Europa, com a integração dos EUA, podem ser acompanhadas em "Movimento para recuperar domingo como dia de descanso".
Durante uma reunião de três horas na Casa Branca, previsto para amanhã, Merkel buscará um maior compromisso de Obama na luta contra a mudança climática.
"Ainda há muito a ser feito", assinalou a chanceler antes de viajar para Washington, sobre os acordos internacionais necessários para conter o aquecimento do planeta.
Merkel também se reunirá amanhã com a presidente da Câmara de Representantes dos EUA, Nancy Pelosi, e almoçará na Casa Branca com, entre outros, a secretária de Estado, Hillary Clinton.
A reforma dos mercados financeiros e as medidas destinadas a atenuar a crise econômica terão um lugar destacado na agenda alemã, assim como a estratégia militar e civil no Afeganistão.
Merkel busca também comprometer o apoio de Washington à conferência sobre Mudança Climática da ONU que acontecerá em dezembro em Copenhague e que buscará firmar as bases de um novo protocolo, que substitua o de Kioto.
Em seu terceiro encontro bilateral desde que Obama assumiu a Presidência em janeiro passado, ambos os líderes tratarão a possível recepção pela Alemanha de presos da base americana de Guantánamo e a crise pós-eleitoral iraniana. A situação no Oriente Médio e na Rússia será outros dos assuntos da reunião.
Fonte - G1
Nota DDP: Para se conhecer um pouco mais sobre alguns contornos da atuação da chanceler Merkel neste processo que envolve as questões globais a partir da Europa, com a integração dos EUA, podem ser acompanhadas em "Movimento para recuperar domingo como dia de descanso".
Igrejas pedem respostas eficazes para as alterações climáticas
Ética, liderança política e reflexão são factores essenciais para respostas
As alterações climáticas estão no centro de um seminário que decorre em Bruxelas. A organização está a cargo da COMECE - Comissão dos Episcopados da Comunidade Europeia, da Comissão Igreja e Sociedade da Conferência das Igrejas Europeias (CEC) e dos conselheiros políticos da Comissão europeia.
Ética, liderança política e reflexão são factores essenciais para uma resposta eficaz às alterações climáticas, considerou Pe Piotr Mazurkiewicz, secretário geral da COMECE.
Os representantes das Igrejas querem passar uma mensagem de esperança aos cidadãos da União Europeia, "encorajando-os a desenvolver mudanças no seu estilo de vida".
Os representantes da Comissão e do Parlamento europeu reconheceram que o apoio das Igrejas na luta contra as mudanças climáticas é essencial para convencer as pessoas a adoptar quotidianamente um comportamento que respeite o meio ambiente.
Fonte - Ecclesia
Nota DDP: No destaque o resumo das possibilidades em torno do tema. O alinhamento de órgãos e interesses, em uma autêntica troca de favores, de forma a "convencer as pessoas" das estratégias que serão tomadas neste tema. A religião trata de influenciar seus seguidores e, em contrapartida, recebe do segmento político o atendimento de seus interesses.
Quais seriam estes interesses? A COMECE já indicou um deles expressamente: a consagração do domingo como dia descanso. ("A Europa, as crises e o domingo" e "Movimento para recuperar domingo como dia de descanso")
Veja também "Bispos do G8 escrevem aos seus líderes políticos"
As alterações climáticas estão no centro de um seminário que decorre em Bruxelas. A organização está a cargo da COMECE - Comissão dos Episcopados da Comunidade Europeia, da Comissão Igreja e Sociedade da Conferência das Igrejas Europeias (CEC) e dos conselheiros políticos da Comissão europeia.
Ética, liderança política e reflexão são factores essenciais para uma resposta eficaz às alterações climáticas, considerou Pe Piotr Mazurkiewicz, secretário geral da COMECE.
Os representantes das Igrejas querem passar uma mensagem de esperança aos cidadãos da União Europeia, "encorajando-os a desenvolver mudanças no seu estilo de vida".
Os representantes da Comissão e do Parlamento europeu reconheceram que o apoio das Igrejas na luta contra as mudanças climáticas é essencial para convencer as pessoas a adoptar quotidianamente um comportamento que respeite o meio ambiente.
Fonte - Ecclesia
Nota DDP: No destaque o resumo das possibilidades em torno do tema. O alinhamento de órgãos e interesses, em uma autêntica troca de favores, de forma a "convencer as pessoas" das estratégias que serão tomadas neste tema. A religião trata de influenciar seus seguidores e, em contrapartida, recebe do segmento político o atendimento de seus interesses.
Quais seriam estes interesses? A COMECE já indicou um deles expressamente: a consagração do domingo como dia descanso. ("A Europa, as crises e o domingo" e "Movimento para recuperar domingo como dia de descanso")
Veja também "Bispos do G8 escrevem aos seus líderes políticos"
O ano paulino e o ecumenismo
Istambul, 24 jun (RV) - "O Ano Paulino foi certamente um evento significativo para a Igreja na Turquia. Várias comunidades e Igrejas presentes no país se uniram, fazendo do Ano Paulino uma preciosa ocasião para reforçar o ecumenismo. Paulo, Apóstolo de unidade, foi lembrado como o Apóstolo de todos os cristãos."
Foi o que disse o vigário apostólico de Anatólia, Dom Luigi Padovese, Presidente da Conferência Episcopal da Turquia, fazendo um balanço sobre o andamento do Ano Paulino.
Segundo ele os cristãos turcos redescobriram a sua identidade. "As várias peregrinações de jovens, religiosos e fiéis nos ajudaram a refletir e aprofundar a nossa identidade cristã que São Paulo tanto anunciou e defendeu", ressaltou.
Dom Padovese sublinhou ainda que no Ano Paulino milhares de peregrinos visitaram Tarso e Antioquia. "As peregrinações tiveram um impacto positivo também na opinião pública e ajudaram a mudar a maneira de pensar daqueles que viam os cristãos como pessoas secularizadas, consumistas e sem valores religiosos", concluiu.
Fonte - Radio Vaticano
Nota DDP: Por "comunidades", leia-se outros grupos cristãos não derivados do segmento romano.
Foi o que disse o vigário apostólico de Anatólia, Dom Luigi Padovese, Presidente da Conferência Episcopal da Turquia, fazendo um balanço sobre o andamento do Ano Paulino.
Segundo ele os cristãos turcos redescobriram a sua identidade. "As várias peregrinações de jovens, religiosos e fiéis nos ajudaram a refletir e aprofundar a nossa identidade cristã que São Paulo tanto anunciou e defendeu", ressaltou.
Dom Padovese sublinhou ainda que no Ano Paulino milhares de peregrinos visitaram Tarso e Antioquia. "As peregrinações tiveram um impacto positivo também na opinião pública e ajudaram a mudar a maneira de pensar daqueles que viam os cristãos como pessoas secularizadas, consumistas e sem valores religiosos", concluiu.
Fonte - Radio Vaticano
Nota DDP: Por "comunidades", leia-se outros grupos cristãos não derivados do segmento romano.
A estátua de Nabucodonosor e a besta que sobe do mar

O profético livro de Daniel, escrito bem lá longe, no tempo do Antigo Testamento, relata no capítulo 3 uma história épica, que tem fascinado crianças e adultos. Trata-se do mais incrível episódio na vida de três jovens hebreus: Hananias, Misael e Azarias, que em Babilónia eram tratados pelos nomes de Sadraque, Mesaque e Abed-nego.
A estes jovens dedicados ao Senhor, foi colocado um dilema fatal: adorar uma imagem de pedra (o que é proibido por Deus) representativa de uma criatura, ou manterem-se fiéis ao Criador e com isso arriscarem a própria vida. Isto porque, ao som da trombeta, toda a alma deveria curvar-se perante a enorme estátua que Nabucodonosor, rei de Babilónia, tinha mandado erguer na planície de Durã. Sadraque, Mesaque e Abed-nego preferiram obedecer a Deus e não se curvaram; por isso, foram atirados para dentro de uma fornalha a arder.
A emocionante história continua com o espantoso testemunho do próprio Nabucodonosor dando conta que os três jovens não apenas se passeavam vivos dentro do fogo, como mantinham conversa com alguém semelhante a ‘filho dos deuses’. Após terem sido desta forma protegidos por Deus, a sua fidelidade foi o motivo para que Nabucodonosor reconhecesse o Deus Criador como estando acima de toda e qualquer divindade.
Curiosamente, a profecia bíblica aponta para num futuro cada vez mais próximo, se desenrolar uma história de contornos em tudo semelhantes a esta – trata-se do relato de Apocalipse 13:1-8 (e outros versos relacionados). Vamos descobri-la, colocando os dados em paralelo com os de Daniel 3.
Daniel 3 relata a história fatual de um poder humano que, usurpando a prerrogativa divina da adoração, pretendia obter para si a honra e louvor que somente ao Criador devem ser dados. Esta história aconteceu, como disse, séculos atrás.
Apocalipse 13 relata, sob a forma de símbolos, uma história cujos principais desenvolvimentos ainda se encontram no futuro (se o leitor ainda tem alguma dificuldade em perceber a simbologia usada neste capítulo, veja antecipadamente este vídeo que explica pormenorizadamente cada detalhe deste capítulo).
Será por isso interessante analisar as semelhanças para nos preparamos melhor para o que aí vem…
a) Em Daniel 3, conforme vimos, há uma ordem para que se adore a estátua de ouro que simboliza o próprio monarca babilónico. Esta ordem é dada nos seguintes termos: ‘e o arauto apregoava em alta voz: ordena-se a vós, ó povos, nações e línguas…’ (v. 4);
a') Em Apocalipse 13, a besta que sobe do mar, a figura que detém o poder (v. 4), exerce-o sobre ‘toda a tribo e língua e nação’ (v. 7).
Conclusão: em ambos os casos há um grande poder que pretende dominar o mundo inteiro (não apenas uma nação localmente) através de imposição legal.
b) Em Daniel 3, a ordem é para adorar ‘a imagem de ouro que o rei Nabucodonosor tem levantado’ (v. 5);
b') Em Apocalipse 13, a adoração recai sobre a besta: ‘e adoraram-na, todos os que habitam sobre a terra’ (v. 8).
Conclusão: ambos os poderes (Nabucodonosor e a besta) forçam a adoração sobre si mesmo.
c) Em Daniel 3, uma sentença é determinada para quem não cumprir com a ordem: ‘e qualquer que não se prostrar e não a adorar, será na mesma hora lançado dentro da fornalha de fogo ardente’ (v. 6);
c') Em Apocalipse 13, a besta consegue perseguir e derrotar os que não lhe obedecem: ‘e foi-lhe permitido fazer guerra aos santos e vencê-los’ (v. 7);
Conclusão: os poderes que exigem para si a adoração, têm a determinação e a capacidade de punir brutalmente aqueles que não lhe obedecem.
d) Em Daniel 3, vemos que ‘se prostraram todos os povos, nações e línguas e adoraram a estátua de ouro…’ (v.7);
d') Em Apocalipse 13, a besta é adorada por ‘todos os que habitam a terra’ (v. 8). Curiosamente, quem dá o poder à besta, o dragão, aparece no verso 4 como sendo também adorado, e a besta venerada e reconhecida.
Conclusão: ambos os poderes atingem os seus objetivos de domínio e adoração, por parte de todos os povos da terra.
e) No entanto, em Daniel 3 vemos um pequeno grupo que não obedeceu à ordem de Nabucodonosor: ‘há uns homens judeus (…) que não fizeram caso de ti; a teus deuses não servem, nem a estátua de ouro que levantaste adoraram’ (v. 12);
e') Em Apocalipse 13, também vemos que houve exceções na imposta adoração à besta, pois o verso 8 refere que os que se prostraram diante dela são ‘esses cujos nomes não estão escritos no livro da vida do Cordeiro’, o que leva a deduzir que os que têm o nome inscrito no referido livro do Cordeiro não se curvaram perante a besta.
Conclusão: há sempre um fiel remanescente que não cede, mesmo perante perigo de vida, aos poderes que se opõem ao verdadeiro Deus Criador.
f) Em Daniel 3, esse grupo remanescente vê-se forçado a pagar caro a ousadia de ficar do lado de Deus: ‘então estes homens foram atados, vestidos com as suas capas, suas túnicas, e seus chapéus, e demais roupas, e foram lançados dentro da fornalha de fogo ardente’ (v. 21);
f') Em Apocalipse 13, num verso que já lemos, vemos que à besta é-lhe ‘permitido fazer guerra aos santos e vencê-los’ (v. 7). Mais adiante, diz que a besta conseguiu que ‘fossem mortos todos os que não adorassem a imagem da besta’ (v. 15). Esta é a derrota (v. 7) que a besta inflige aos que não a adoram.
Conclusão: a decisão de permanecer fiel a Deus pode trazer graves consequências terrenas (bem diferentes das eternas…); muitas vezes, o preço da própria vida.
g) Apesar da (aparente) derrota, em Daniel 3 a vida dos fiéis é poupada, pois o próprio Nabucodonosor dá testemunho: ‘eu, porém, vejo quatro homens soltos, que andam passeando dentro do fogo, sem sofrer nenhum dano; e o aspeto do quarto é semelhante ao Filho de Deus’ (v. 25);
g') Em Apocalipse, embora alguns seguramente venham a experimentar a morte terrena, há um grupo que não se contamina: ‘estes são os que seguem o Cordeiro para onde quer que vá’ (14:4).
Conclusão: em face de enormes perigos, incluindo da própria vida, o fiel crente observador dos mandamentos de Deus (12:17) caminha constantemente ao lado do seu Mestre, quer seja nas antigas fornalhas babilónicas ou nas modernas fornalhas que o inimigo de Deus prepara para os que são servos do Criador.
h) Como resulta para os fiéis a provação? Em Daniel 3 vemos que ‘Sadraque, Mesaque e Abed-nego saíram do meio do fogo’ (v. 26) e que 'o fogo não tinha tido poder algum sobre os seus corpos...(v. 27);
h') Em Apocalipse 15:2 é-nos dito que o grupo dos que ‘estavam junto ao mar de vidro e tinham as harpas de Deus’ são aqueles que ‘saíram vitoriosos da besta, e da sua imagem e do seu sinal…’
Conclusão: Apesar de severamente provados e testados, aqueles que optam por permanecer fiéis aos mandamentos e estatutos de Deus, não se intimidando com ameaças vindas dos poderes desta terra, acabam, finalmente, por emergir vitoriosos! Estes, a besta de Apocalipse 13 não conseguiu afinal vencer. Recuperando Apocalipse 13:8, estes são os que têm o seu nome inscrito no livro da vida do Cordeiro.
i) Tanto os jovens hebreus de Daniel 3 como os contemporâneos da besta de Apocalipse 13 conhecem os mandamentos de Deus, cujos dois primeiros dizem: ‘não terás outros deuses diante de Mim. Não farás para ti imagem de escultura, nem alguma semelhança do que há em cima nos céus, nem em baixo na terra, nem nas águas debaixo da terra. Não te encurvarás a elas nem as servirás…’ (Êxodo 20:3-5);
i') Em perfeita concordância com estes mandamentos, surge em Apocalipse 14:9 a voz de um anjo que proclama: ‘se alguém adorar a besta e a sua imagem (…) também o tal beberá do vinho da ira de Deus (…) e será atormentado com fogo e enxofre…’ – o segundo mandamento da lei de Deus continua dizendo ‘Eu, o Senhor teu Deus, sou Deus zeloso, que visito a iniquidade dos pais nos filhos, até a terceira e quarta geração daqueles que me odeiam’ (Êxodo 20:5).
Conclusão: a adoração a qualquer outra figura além de Deus, quer seja de pedra, humana ou temporal, é uma afronta aos mandamentos eternos, e tem a promessa divina de punição em conformidade.
j) Em Daniel 3, é determinada a sentença para todo aquele que insistir em colocar outro deus acima do Deus Criador: ‘… todo o povo, nação e língua que disser blasfémia contra o Deus de Sadraque, Mesaque e Abed-nego, seja despedaçado, e as suas casas feitas um montouro…’ (v. 29);
j') Em Apocalipse 19:20 lemos que ‘a besta foi presa, e com ela o falso profeta, que diante dela fizera os sinais, com que enganou os que receberam o sinal da besta, e adoraram a sua imagem. Estes dois foram lançados vivos no lago de fogo que arde com enxofre’.
Conclusão: o destino final desses poderes opostos a Deus, que atormentam os Seus seguidores é revelado: destruição total, perdição eterna. Isto aplica-se tanto aos mentores quanto aos seguidores.
k) Em Daniel 3, no final da história, o louvor a Deus é reconhecido: ‘bendito seja o Deus de Sadraque, Mesaque e Abed-nego…’ (v. 28) e ‘… não há outro Deus que possa livrar como este’. (v. 29);
k') Em Apocalipse 15:3-4, o cântico de Moisés, entoado pelos remidos diz assim: ‘grandes e maravilhosas são as Tuas obras, Senhor Deus Todo-poderoso! Justos e verdadeiros são os Teus caminhos, ó Rei dos santos. Quem Te não temerá, ó Senhor, e não magnificará o Teu nome? Porque só Tu és santo; por isso todas as nações virão, e se prostrarão diante de Ti…’
Conclusão: por fim, Deus é reconhecido como o único merecedor de adoração! Não há Deus como o Criador dos céus e da terra. Quem Nele confia, poderá sofrer perseguição dos poderes deste mundo de trevas; mas no fim, Deus se levantará para salvar todo aquele que Lhe for fiel.
Assim foi com os três jovens hebreus face à estátua e poder de Nabucodonosor; assim será com o povo remanescente final na luta contra a besta e seus agentes.
Quando a pressão sobre o fiel crente nos mandamentos de Deus começar a ser mais forte, quando leis forem impostas para condicionar a adoração, convém lembrar a história dos três jovens hebreus de Daniel 3.
Afinal, ela vai acabar por repetir-se… E nada melhor do que estar preparado quando isso acontecer!
Fonte - O Tempo Final
Fonte - O Tempo Final
Nota DDP: Outro importante estudo do irmão Filipe Reis. Permito-me um pequeno adendo:
Na letra "k" é enfrentado um aspecto particular da questão central do Conflito: a verdadeira adoração. Diz o texto que nos versos 28 e 29 de Daniel, "o louvor a Deus é reconhecido". Em seguida se estabelece um paralelo com Apocalipse 15:3-4, que descreve o cântigo de Moisés. No verso 2 deste mesmo capítulo, assim lemos:
"E vi um como mar de vidro misturado com fogo; e também os que saíram vitoriosos da besta, e da sua imagem, e do seu sinal, e do número do seu nome, que estavam junto ao mar de vidro, e tinham as harpas de Deus."
Transcrevo também o verso 4 já citado:
"Quem te não temerá, ó Senhor, e não magnificará o teu nome? Porque só tu és santo; por isso todas as nações virão, e se prostrarão diante de ti, porque os teus juízos são manifestos."
Onde quero chegar com este pequeno raciocínio?
Quem são os vitoriosos? Os que não se prostaram. O que cantam? O verdadeiro louvor, o cântigo de Moisés.
Analisemos agora o outro lado da história.
Quem são os vencidos? Os que se prostaram. O que cantaram, ou como "louvaram"? Daniel 3 também revela:
5 Quando ouvirdes o som da buzina, da flauta, da harpa, da sambuca, do saltério, da gaita de foles, e de toda a espécie de música, prostrar-vos-eis, e adorareis a estátua de ouro que o rei Nabucodonosor tem levantado.
7 Portanto, no mesmo instante em que todos os povos ouviram o som da buzina, da flauta, da harpa, da sambuca, do saltério e de toda a espécie de música, prostraram-se todos os povos, nações e línguas, e adoraram a estátua de ouro que o rei Nabucodonosor tinha levantado.
10 Tu, ó rei, fizeste um decreto, pelo qual todo homem que ouvisse o som da buzina, da flauta, da harpa, da sambuca, do saltério, e da gaita de foles, e de toda a espécie de música, se prostrasse e adorasse a estátua de ouro;
15 Agora, pois, se estais prontos, quando ouvirdes o som da buzina, da flauta, da harpa, da sambuca, do saltério, da gaita de foles, e de toda a espécie de música, para vos prostrardes e adorardes a estátua que fiz, bom é; mas, se não a adorardes, sereis lançados, na mesma hora, dentro da fornalha de fogo ardente. E quem é o Deus que vos poderá livrar das minhas mãos?
Há uma falsa música no contexto dos últimos eventos. Ela há de ser tocada e aqueles que não a identificarem, talvez até porque já estão acostumados com o seu timbre, correm o sério risco de se prostrarem. Dizem que as coisas importantes Deus repete na Sua palavra. Pois neste caso ele repetiu várias vezes. Finalizo com as mesmas considerações do irmão Filipe:
"Afinal, ela vai acabar por repetir-se… E nada melhor do que estar preparado quando isso acontecer!"
Mudança climática: fatores antropogênicos ou simplesmente um fenômeno natural???
Para Al 'Apocalipse' Gore et al, o aquecimento global é antropogenicamente provocado. Há vozes dissonantes de cientistas sobre a questão, mas eles são intencionalmente omitidos da Grande Mídia. Aqui neste blog esses cientistas dissidentes têm vez....
Fonte - Desafiando a Nomenklatura Científica (Resenha em inglês)
Nota DDP: Para saber mais sobre o assunto, visite o Minuto Profético.
quinta-feira, 25 de junho de 2009
Papa Bento XVI pode ter sido a primeira pessoa a antecipar a crise financeira
"O declínio dos valores éticos pode levar ao colapso das leis do mercado". Esta frase data de 1985 e foi escrita pelo Papa Bento XVI, na altura Cardeal Joseph Ratzinger. 24 anos após esta "profecia financeira", como lhe chamou o ministro das Finanças italiano, o Pontífice publica a primeira Encíclica sobre economia. "Caritas in Veritate"."Caritas in Veritate" é o primeiro documento oficial do Papa Bento XVI sobre economia e deverá ser publicado ainda este mês (a data mais provável é 29 de Junho). A sua publicação tem sido adiada devido à grave crise económica e financeira que tem afectado o mundo inteiro.
De acordo com a agência Bloomberg, o Papa Bento XVI trabalhou durante dois anos nesta obra. Esta obra inclui as lições, que segundo Bento XVI, podem ser retiradas da actual crise financeira e as suas reflexões sobre a pobreza, escritas após a sua visita a África, no passado mês de Março.
Esta crise financeira "mostra que os paradigmas económicos e financeiros que dominaram nos últimos anos devem ser repensados", afirmou o Papa no início do mês de Junho durante um discurso dirigido aos membros da Fundação Centesimus Annus Pró Pontice, criado em 1991 pelo Papa João Paulo II com o objectivo de promover a doutrina social.
Durante este discurso, Bento XVI referiu, ainda, que a sua Encíclica sobre economia iria ser publicada em breve.
Profecia financeira
Em Novembro de 2008, o ministro das Finanças italiano, Giulio Tremonti, afirmou que o Papa foi o primeiro a prever a actual crise financeira, referindo-se a um texto publicado por Bento XVI quando ainda era cardeal.
No texto "Economia de Mercado e Ética", que data de 1985, o então cardel Ratzinger escreveu que "o declínio dos valores éticos pode levar ao colapso das leis do mercado".
Fonte - Jornal de Negócios
Nota DDP: Não é a primeira vez que tal veículo de comunicação faz referência a essa "profecia" de BXVI, como supra indicado. Seja como for, a nova encíclica deve mesmo trazer novas (ou velhas?) realidades que podem ser copiadas pelo mundo secular, dentre elas e, especialmente, a questão de um dia descanso unificado.
Cardeal do México assegura que a política pode ser também um caminho de santidade
O Arcebispo do México, Cardeal Norberto Rivera Carrera, chamou os políticos a buscar a santidade servindo aos demais e criando «entre os cidadãos condições de igualdade nas oportunidades» para seu desenvolvimento, a exemplo de São Tomás Moro. «A atividade política deve realizar-se com espírito de serviço, é uma verdadeira vocação que dignifica a quem a exerce, concretamente no governo, no estabelecimento das leis e na administração pública, em seus diversos âmbitos», afirmou o Purpurado durante a festividade de São Tomás Moro, patrono dos políticos e legisladores católicos.Seguidamente, chamou os políticos cristãos a recorrerem e viverem os princípios da Doutrina Social da Igreja, "que não é uma ideologia e menos ainda um programa político, mas que oferece as linhas fundamentais para uma comprensão do homem e da sociedade à luz de uma lei ética universal, presente no coração de todo homem e iluminada pelos princípios evangélicos".
"Não se trata de evitar os problemas, mas de enfrentá-los con o testemunho de uma fé coerente. Em uma sociedade laica devemos ser respeitodores de crentes e não crentes, mas nunca envergonhar-se para calar nossos princípios e convicções", expressou.
Com respeito aos legisladores, o Arcebispo do México sinalizou que "na atual sociedade pluralista, o legislador cristão se encontra com situações que contrastam e se confrontam com a conciência", e por tanto, "será a prudência cristã a virtude que lhe indicará o como comportar-se sem renunciar a voz de sua conciência retamente formada, e cumprir sua tarefa de legislador".
Fonte - Info Católica
Nota DDP: Definitivamente, as palavras de Cristo "a César o que é de César" não existem em contraste com tal ordem de afirmações. Chama atenção o chamamento constante aos políticos que têm feito ultimamente em todos os níveis da igreja romana, inclusive e principalmente pelo seu expoente máximo. Mais ainda, há de ser notado que no contexto da doutrina social da igreja sempre vem embutida a intenção de reconhecimento do domingo.
Nosso nome denominacional

Não podemos adotar outro nome mais apropriado do que esse que concorda com a nossa profissão, exprime a nossa fé e nos caracteriza como povo peculiar. O nome Adventista do Sétimo Dia é uma contínua repreensão ao mundo protestante. É aqui que está a linha divisória entre os que adoram a Deus e os que adoram a besta e recebem seu sinal. O grande conflito é entre os mandamentos de Deus e as exigências da besta. E porque os santos guardam todos os mandamentos de Deus, que o dragão lhes move guerra. Se rebaixassem seu padrão e cedessem nas particularidades de sua fé, o dragão estaria satisfeito; mas provocam sua ira por ousarem exaltar o padrão e promover o estandarte de oposição ao mundo protestante que reverencia uma instituição do papado.
O nome Adventista do Sétimo Dia exibe o verdadeiro caráter de nossa fé e será próprio para persuadir aos espíritos indagadores. Como uma flecha da aljava do Senhor, fere os transgressores da lei divina, induzindo ao arrependimento e à fé no Senhor Jesus Cristo.
Foi-me mostrado que quase todos os fanáticos, que surgem, no desejo de ocultar seus verdadeiros sentimentos a fim de iludir outros, afirmam pertencer à igreja de Deus. Esse nome havia por isso de despertar imediatamente suspeitas, porque é usado para ocultar os erros mais absurdos. É demasiadamente vago para designar o povo remanescente de Deus. Demais, daria lugar à suspeita de que temos uma fé que desejamos ocultar. Testimonies, vol. 1, págs. 223 e 224.
Somos adventistas do sétimo dia. Evergonhamo-nos, acaso, de nosso nome? Respondemos: “Não, não! Não nos envergonhamos. É o nome que o Senhor nos deu. Esse nome indica a verdade que deve ser o teste das igrejas.” Carta 110, 1902.
Somos adventistas do sétimo dia, e desse nome nunca nos devemos envergonhar. Cumpre-nos, como um povo tomar firme posição ao lado da verdade e da justiça. Assim glorificaremos a Deus. Havemos de ser livrados de perigos, e não enredados nem corrompidos por eles. Para que isso aconteça, precisamos olhar sempre a Jesus, Autor e Consumador de nossa fé. Carta 106, 1903.
Extraído do livro A Igreja Remanescente, páginas 65 e 66, escrito por Ellen White.
[Extraído do Blog Sétimo Dia]
Coreia do Norte ameaça declarar guerra aos EUA
Existe apreensão com sinais de que os norte-coreanos poderiam disparar míssil de curto ou médio alcance no período de 25 de junho a 10 de julho.
Pyongyang acusa Washington de tentar “provocar uma segunda Guerra da Coreia”. As ameaças foram transmitidas por meio de um informe da agência central de notícias norte-coreana: “caso os imperialistas norte-americanos comecem outra guerra, o exército e o povo da Coreia irão varrer os agressores do globo de uma vez por todas”.
Um cargueiro norte-coreano suspeito de carregar armas para um destino incerto vem sendo monitorado pelos EUA. O navio já atravessou o estreito de Taiwan. Pyongyang avisou que a interceptação dos seus navios será entendida como uma declaração de guerra.
Fonte - Opinião e Notícia
Pyongyang acusa Washington de tentar “provocar uma segunda Guerra da Coreia”. As ameaças foram transmitidas por meio de um informe da agência central de notícias norte-coreana: “caso os imperialistas norte-americanos comecem outra guerra, o exército e o povo da Coreia irão varrer os agressores do globo de uma vez por todas”.
Um cargueiro norte-coreano suspeito de carregar armas para um destino incerto vem sendo monitorado pelos EUA. O navio já atravessou o estreito de Taiwan. Pyongyang avisou que a interceptação dos seus navios será entendida como uma declaração de guerra.
Fonte - Opinião e Notícia
Liga Árabe se declara disposta a colaborar com Obama
Cairo, 24 jun (EFE).- Os 22 países da Liga Árabe se mostraram dispostos hoje, no Egito, a colaborar com o presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, para resolver o conflito no Oriente Médio.
A postura foi anunciada depois de uma reunião de urgência dos ministros de Exteriores árabes, realizada na sede da Liga, para adotarem uma postura comum em relação ao discurso de Obama, feito no dia 4 de junho, no Cairo.
O líder dos EUA manifestou em seu discurso, dirigido ao mundo muçulmano, seu desejo de iniciar uma nova relação entre o Ocidente e o mundo árabe e islâmico, assim como dar um impulso no processo de paz entre árabes e israelenses.
Na reunião de hoje, somente dez dos chefes da diplomacia dos 22 países da Liga Árabe participaram, enquanto o resto dos Estados foi representado por subsecretários de Exteriores ou delegados permanentes da organização.
Em comunicado, divulgado depois da reunião, os participantes expressaram sua satisfação "pelos aspectos positivos do discurso de Obama" e, por isso, afirmaram que "adotarão os passos necessários para respaldar a postura americana em busca da paz" no Oriente Médio.
Nesse sentido, reafirmaram a necessidade de basear essa paz no estabelecimento de um Estado palestino independente, tendo Jerusalém Oriental como sua capital.
Além disso, os representantes árabes expressaram aprovação à postura de Obama, que pede o fim imediato e total da construção de assentamentos judaicos nos territórios palestinos, incluindo Jerusalém Oriental.
Nesse sentido, disseram que "o reatamento das negociações palestino-israelenses requer que Israel pare a construção e ampliação desses assentamentos, além das práticas ilegais em Jerusalém Oriental, assim como o fim do bloqueio sobre a Faixa de Gaza".
Os participantes também indicaram que a libertação de todos os presos palestinos e de outros países árabes é um dos requisitos para propiciar uma atmosfera adequada para retomar as conversas de paz.
Arábia Saudita, Jordânia, Tunísia, Catar, Síria, Sudão, Somália, Iêmen, Omã, Kuwait, Líbia e Ilhas Comoro enviaram delegações à reunião.
Fonte - G1
Nota DDP: Leia em conexão "Santa Sé e Liga Árabe assinam acordo de colaboração". Outras nuances da questão em "Países árabes alinhados com os EUA saboreiam a turbulência no Irã" e "Bento XVI pede de novo a paz para o Oriente Médio". Os discursos e procedimentos parecem tenderem ao alinhamento.
[Colaboração - Fernando Machado]
A postura foi anunciada depois de uma reunião de urgência dos ministros de Exteriores árabes, realizada na sede da Liga, para adotarem uma postura comum em relação ao discurso de Obama, feito no dia 4 de junho, no Cairo.
O líder dos EUA manifestou em seu discurso, dirigido ao mundo muçulmano, seu desejo de iniciar uma nova relação entre o Ocidente e o mundo árabe e islâmico, assim como dar um impulso no processo de paz entre árabes e israelenses.
Na reunião de hoje, somente dez dos chefes da diplomacia dos 22 países da Liga Árabe participaram, enquanto o resto dos Estados foi representado por subsecretários de Exteriores ou delegados permanentes da organização.
Em comunicado, divulgado depois da reunião, os participantes expressaram sua satisfação "pelos aspectos positivos do discurso de Obama" e, por isso, afirmaram que "adotarão os passos necessários para respaldar a postura americana em busca da paz" no Oriente Médio.
Nesse sentido, reafirmaram a necessidade de basear essa paz no estabelecimento de um Estado palestino independente, tendo Jerusalém Oriental como sua capital.
Além disso, os representantes árabes expressaram aprovação à postura de Obama, que pede o fim imediato e total da construção de assentamentos judaicos nos territórios palestinos, incluindo Jerusalém Oriental.
Nesse sentido, disseram que "o reatamento das negociações palestino-israelenses requer que Israel pare a construção e ampliação desses assentamentos, além das práticas ilegais em Jerusalém Oriental, assim como o fim do bloqueio sobre a Faixa de Gaza".
Os participantes também indicaram que a libertação de todos os presos palestinos e de outros países árabes é um dos requisitos para propiciar uma atmosfera adequada para retomar as conversas de paz.
Arábia Saudita, Jordânia, Tunísia, Catar, Síria, Sudão, Somália, Iêmen, Omã, Kuwait, Líbia e Ilhas Comoro enviaram delegações à reunião.
Fonte - G1
Nota DDP: Leia em conexão "Santa Sé e Liga Árabe assinam acordo de colaboração". Outras nuances da questão em "Países árabes alinhados com os EUA saboreiam a turbulência no Irã" e "Bento XVI pede de novo a paz para o Oriente Médio". Os discursos e procedimentos parecem tenderem ao alinhamento.
[Colaboração - Fernando Machado]
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