quarta-feira, 17 de janeiro de 2007

Aquecimento global faz seus primeiros refugiados

Os habitantes das seis pequenas ilhas que compõem o arquipélago de Carteret, ao norte da ilha de Bougainville, em Papua Nova Guiné, são os primeiros refugiados de mudanças climáticas no mundo. Eles foram obrigados a deixar suas casas em função da elevação do nível do mar, diretamente ligada ao aquecimento global.

De acordo com uma reportagem da CNN, o arquipélago, isolado no Pacífico sul, deve desaparecer por completo nos próximos anos. Uma das ilhas já foi divida em dois, tranformando em pântanos lugares que antes eram secos. Os que ainda se arriscam a permanecer no local enfrentam doenças trazidas pelas mudanças no ambiente.

Os nativos, que vivem da mesma forma há séculos, já não conseguem retirar seu sustento do mar. Em uma tentativa de proteger as praias, eles construíram barreiras de conchas gigantes na areia, mas as águas continuam subindo. Algumas famílias já foram transferidas para um campo de refugiados em Bougainville, cerca de 100 quilômetros ao sul.

Fonte - Terra

São tantas referências que está ficando difícil de linká-las, comece aqui.

ONU 'deve assumir liderança na questão climática'



O secretário-executivo da Agência de Mudanças Climáticas das Nações Unidas, Yvo de Boer, afirmou nesta terça-feira que o fracasso dos líderes mundiais em chegar a um acordo sobre o aquecimento global obriga a ONU a assumir a liderança na questão.

De Boer quer realizar um encontro de cúpula de líderes mundiais para discutir o que vai acontecer quando o Protocolo de Kyoto expirar, em 2012.

Apesar do aumento contínuo do nível do mar, não há acordo sobre como lidar com a ameaça de longo termo representada pelo aquecimento global, diz De Boer.

Na verdade, diz ele, o processo está cada vez mais emperrado.

Necessidades diferentes

Segundo o secretário, é vital para o mundo chegar a um acordo sobre como as emissões de carbono deverão ser controladas depois de 2012.

Ele afirma que há muitos países diferentes com muitas necessidades diferentes.

As nações em desenvolvimento, diz De Boer, querem fazer crescer as suas economias e não pretendem tomar nenhuma medida que possa torná-las menos competitivas.

Enquanto isso, os Estados Unidos e a Austrália se recusaram até mesmo a aderir ao protocolo.

De Boer acredita que apenas a ONU poderá reunir todos esses grupos antagônicos.

"Acho muito importante trazer a questão da mudança climática de volta para o processo da ONU", afirmou.

O secretário-geral da ONU, Ban Ki-moon, afirmou que atacar o problema da mudança climática é uma de suas prioridades.

Em um discurso em Washington, nesta terça-feira, Ban disse que a mudança climática é uma ameaça universal às cidades costeiras nas quais vive quase metade da população mundial.

Fonte - BBC

Nota DDP:
Parece que a questão do clima realmente está diretamente relacionada com os eventos proféticos que claramente se desenrolam em nosso tempo, além de seguir os links que trazem notícias sobre a atuação da ONU, siga os links acerca dos efeitos das alterações climáticas, no plano das alianças entre diferentes grupos.

Mais três indonésios podem estar com gripe aviária

Quatro indonésios já morreram devido a doença nos últimos 15 dias

EFE

JACARTA - Outros três pacientes com sintomas da gripe aviária foram internados no hospital Persahabatan, em Jacarta, onde quatro pessoas morreram por causa da doença na última quinzena, informou nesta quarta-feira a agência estatal Antara.

O hospital, que deu alta a outros cinco pacientes com sintomas da doença, mantém três internados. Eles estão sendo examinados para saberem se foram infectados pelo vírus H5N1, a cepa mais mortal da gripe aviária.

Os três doentes, de 44, 17 e 16 anos, vivem em Bekasi, uma pequena cidade-satélite da capital. Agora, são seis as possíveis vítimas de gripe aviária no hospital.

O chefe da equipe de gripe aviária do hospital, Mochtar Ijsan, declarou que os doentes tiveram contato com aves em bairros onde animais morreram por causa da gripe aviária.

Este ano, quatro pessoas morreram na Indonésia por causa da gripe aviária. Já são 61 as vítimas mortais no país, que tem o maior número de mortos pela doença. Segundo a Organização Mundial da Saúde, o H5N1 matou mais de 150 pessoas no mundo todo.

Fonte - Estadão

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ONU: Ki-moon pede «apoio» a Bush para enfrentar desafios

O secretário-geral das Nações Unidas, Ban Ki-moon, pediu, na terça-feira à noite, ao Presidente George W. Bush, durante a primeira reunião que ambos mantiveram desde que o sul-coreano foi eleito secretário-geral da ONU, o forte apoio dos Estados Unidos para enfrentar desafios globais como as alterações climáticas, o Darfur, Iraque, Médio Oriente ou Coreia do Norte.

Recordando que ONU e EUA partilham objectivos de paz, segurança, liberdade e democracia, Ban Ki-moon afirmou necessitar da «participação e apoio» dos Estados Unidos em todas as actividades da ONU.

«O Médio Oriente é fonte de grande preocupação», defendeu o novo secretário-geral da ONU perante os jornalistas, depois de um encontro com Bush na Casa Branca.

«Especialmente no que diz respeito ao Iraque, a comunidade internacional deveria ter toda a disponibilidade para ajudar o Governo iraquiano e as pessoas a recuperar a paz e a estabilidade e da devastação económica», acrescentou Ki-moon.

Quanto a George W. Bush, disse, sobre Ban Ki-moon, que «admiro a forma como tem realizado o seu anterior trabalho e estou confiante em como irá fazer um grande trabalho agora».

Recorde-se que desde 2005 que os Estados Unidos têm vindo a pedir reformas que tornem a ONU mais eficiente e flexível para lidar com crises mundiais, uma tentativa reformista que tem sido criticada por muitos países em desenvolvimento, que receiam perder influência nos programas da ONU e postos de trabalho.

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17.01.07 - 09:15

Fonte
- Millenium

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EUA: Tempestades de gelo responsáveis por 36 mortes

Os restos de uma tempestade de Inverno responsável por 36 mortos em seis Estados norte-americanos dirigiam-se esta segunda-feira para Nordeste, ameaçando partes de Nova Inglaterra com 30 centímetros de neve, revelaram as autoridades.

Bátegas de chuva gelada, granizo e neve desde sexta-feira causaram pelo menos 15 mortos em Oklahoma, oito no Missuri, cinco no Iowa, três no Texas e quatro em Nova Iorque e um no Maine. A tempestade deixou também centenas de milhar de pessoas sem electricidade no Missuri e Oklahoma.

O presidente George W. Bush declarou hoje o estado de emergência no Oklahoma e ordenou uma ajuda federal para apoiar os esforços das colectividades locais nas zonas assoladas desde sexta-feira pelas fortes tempestades de neve e inundações, indica o comunicado da Casa Branca.

A decisão presidencial autoriza o Departamento da Segurança Interna e a agência federal para as situações de Emergência a coordenar as medidas necessárias para socorrer as populações locais, precisa o comunicado.

Uma vaga de frio recorde atingia também a Califórnia enquanto o Nordeste do país gozava de uma temperatura clemente para Janeiro.

No Oklahoma, a maioria das vítimas morreu nas auto-estradas transformadas em pistas de gelo que provocaram mais de 200 acidentes, segundo as autoridades locais.

Cerca de 220 pessoas foram tratadas em hospitais a diversos ferimentos causados pelo mau tempo.

De acordo com os serviços de meteorologia, a situação deverá melhorar a partir de hoje no centro Norte e Sul do país, enquanto a frente fria deverá deslocar-se para Leste, com a previsível descida das temperaturas terça-feira de manhã.

A decisão do presidente Bush de declarar o estado de emergência em Oklahoma responde a um apelo do governador do Estado, Brad Henry.

As linhas de electricidade ficaram cortadas em numerosos locais pela queda de árvores cobertas de gelo e cerca de 112.338 lares ficaram sem energia eléctrica. A circulação tornou-se impraticável em várias das estradas principais.

O mau tempo deverá continuar até à noite (hora local) e levou à anulação de centenas de voos. Os cinemas, igrejas e lojas da principal cidade do Estado, Oklahoma City, continuavam encerrados.

Mais a Sul, no Texas, o governador pediu este fim-de-semana a ajuda da Guarda Nacional depois das inundações causadas pelas trombas de água.

Cerca de 65 centímetros de neve caíram em várias regiões do Colorado, enquanto o gelo cobria zonas do Illinois (Norte), Kansas (centro) e Missuri.

Na Califórnia, a temperatura em Los Angeles desceu domingo para níveis nunca vistos em meados de Janeiro, com 2,2 graus centígrados no centro da cidade, segundo a agência meteorológica nacional (NWS).

O governador da Califórnia, Arnold Schwarzenegger decretou sexta-feira o estado de emergência devido à vaga de frio que se abate há dois dias na região e as autoridades abriram centros aquecidos para albergar os sem-abrigo.

Diário Digital / Lusa

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15.01.07 - 22:33

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Relógio do Juízo Final vai ser adiantado alguns minutos

O relógio do Juízo Final, também conhecido por Pêndulo do Apocalipse, lançado na década de 1940 pelos criadores da primeira bomba atómica, vai ser hoje adiantado alguns minutos, aproximando-se da meia-noite, a hora que simboliza o holocausto nuclear.

O relógio simbólico, que é gerido desde 1947 pelos directores do Boletim dos Cientistas Atómicos para alertar para os perigos da proliferação nuclear, será adiantado às 14:00 de hoje em cerimónias simultâneas em Washington e Londres.

As ambições nucleares do Irão e da Coreia do Norte, a escalada do terrorismo, a proliferação de materiais nucleares em várias partes do mundo, o estado de «pronto a disparar» de 2 mil das 25 mil armas atómicas detidas pelos Estados Unidos e pela Rússia são os motivos que levaram ao adiantamento do relógio.

Segundo os cientistas, o acerto da hora também assinala a entrada na «segunda era nuclear, marcada por graves ameaças».

Acertado em 1947 para as 23:53 (sete minutos antes da meia-noite), os ponteiros do relógio foram mexidos 17 vezes em resposta a acontecimentos mundiais.

A última mudança aconteceu em 2002 quando o relógio foi adiantado dois minutos na sequência da saída dos Estados Unidos do Tratado de Mísseis Anti-Balísticos e depois de ter sido revelado que organizações terroristas procuravam obter armas nucleares e biológicas.

Actualmente, o relógio está novamente nos sete minutos para a meia-noite, a posição mais perigosa desde o fim da Guerra Fria (1990), quando os ponteiros foram posicionados nos 10 minutos para a meia-noite.

Fundado em 1945 por cientistas que ajudaram a desenvolver a bomba atómica, o Boletim de Cientistas Atómicos conta 17 prémios Nobel entre os seus directores e patrocinadores.

Diário Digital / Lusa

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17.01.07 - 10:36

Fonte - Millenium

Mateus 24:6
E, certamente, ouvireis falar de guerras e rumores de guerras; vede, não vos assusteis, porque é necessário assim acontecer, mas ainda não é o fim.

"Estamos na iminência de importantes e solenes acontecimentos. Cumprem-se as profecias. Uma estranha e acidentada história está sendo registrada nos livros do Céu. Tudo em nosso mundo se mostra em estado de agitação. Há guerras e rumores de guerras. As nações estão iradas, e é chegado o tempo dos mortos para serem julgados. Os acontecimentos se sucedem, alternando-se e apressando o dia de Deus, que está muito próximo. Só nos resta, por assim dizer, um pequeno instante. Mas conquanto nação se esteja levantando contra nação e reino contra reino, não se desencadeou ainda um conflito geral. Os quatro ventos sobre os quatro cantos da Terra ainda estão sendo retidos até que os servos de Deus estejam assinalados na testa. Então as potências do mundo hão de mobilizar suas forças para a última grande batalha." (Testemunhos Seletos - Vol. 2 - Ellen G. White - Pág. 369)

terça-feira, 16 de janeiro de 2007

Cientistas e evangélicos deixam divergências e trabalham em favor do planeta

Viviane Chaves

Alguns importantes cientistas e líderes evangélicos dos Estados Unidos concordaram em deixar as divergências de lado e trabalhar juntos contra o aquecimento global. Os representantes se reuniram na Georgia e concluíram que uma ação urgente é necessária. Detalhes do acordo serão divulgados ainda nesta quarta-feira, 17/01.

O vice-presidente de relações com o governo da Associação Nacional de Evangélicos, Rich Cizik, também esteve presente na reunião. A associação representa 45.000 igrejas. “Tenha Deus criado a Terra em um milissegundo ou tenha o planeta evoluído ao longo de bilhões de anos, a questão em que concordamos é que ele precisa de cuidados hoje”, disse.

O diretor do Centro de Saúde e Ambiente Global da Escola de Medicina de Harvard, Eric Chivian, também concorda com a medida. “Cientistas e evangélicos descobriram que partilham de uma preocupação profunda e um senso de urgência quanto às ameaças à vida na Terra e que devemos falar com uma só voz para protegê-la”, explicou.

Nos Estados Unidos, cientistas e evangélicos estavam tendo dificuldades em se unir por causa das diferentes crenças: a teoria da evolução e da criação, respectivamente.

O pastor Joel Hunter, que deixou a liderança da Coalizão Cristã da América porque a organização se recusou a incluir questões ambientais e sociais na sua agenda, o biólogo Edward O. Wilson e o cientista da Nasa James Hansen – um dos principais no alerta das conseqüências do efeito estufa – são algumas das personalidades mais esperadas para o lançamento formal da iniciativa.

Fonte - Elnet

Nota DDP:
Antes de tomar conhecimento desta notícia, por força de uma nova manifestação romana acerca da necessidade de santificação do domingo, havia escrito um comentário no Blog do Michelson Borges nos seguintes termos:

"Interessante como a Sra. White correlaciona a questão do domingo como tradição humana, com calamidades naturais, duas realidades que começamos a viver intesamente em nossos dias..."

No mesmo comentário, citava ainda um texto da Sra. White que, dentre outras coisas, faz a seguinte afirmação:

"Homens em posições de responsabilidade não só desatenderão e desprezarão o sábado eles mesmos, mas da tribuna sagrada instarão com o povo para que guardem o primeiro dia da semana, alegando a tradição e o costume em favor dessa instituição de feitura humana. Apontarão para as calamidades em terra e mar - as tempestades, as inundações, os terremotos, a destruição pelo fogo - como juízos indicadores do desprazer de Deus por não ser santificado o domingo."

Deste quadro profético delineado no parágrafo supra, falta apenas o cumprimento da parte final, qual seja, a necessidade de santificação do domingo, porque o Sábado bíblico já é há muito desatendido e desprezado, contra ele se prega nas mais diversas tribunas "sagradas", mesmo lugar onde se defende o domingo derivado da tradição e do costume, sem contar que as calamidades naturais, como pode facilmente se verificar neste blog pelas reiteradas notícias que a estas se relacionam, fazem parte da nossa realidade diária...

Sobre a questão ambiental, também roma já se manifestou sobre a necessidade de que sejam tomadas medidas para a preservação da natureza, o que me faz lembrar outro texto da Sra. White, a ser considerado neste contexto:

"Quando o protestantismo estender os braços através do abismo, a fim de dar uma das mãos ao poder romano e a outra ao espiritismo, quando por influência dessa tríplice aliança os Estados Unidos forem induzidos a repudiar todos os princípios de sua Constituição, que fizeram deles um governo protestante e republicano, e adotar medidas para a propagação dos erros e falsidades do papado, podemos saber que é chegado o tempo das operações maravilhosas de Satanás e que o fim está próximo." (Testemunhos Seletos - Vol. 2 - Pág. 151)

segunda-feira, 15 de janeiro de 2007

O Domingo deve ser centro da vida do cristão

LIMA, 15 Jan. 07 (ACI) .- Durante a Missa celebrada com ocasião do 472 aniversário da fundação da capital peruana, o Cardeal Juan Luis Cipriani Thorne, Arcebispo de Lima e Primado do Peru, destacou que o domingo deve ser o centro da vida do cristão.

“O domingo tem tal força na nossa vida, que nunca devemos deixar de assistir na Santa Missa e na Eucaristia dominical, porque nos salva na Cruz, alimenta-nos na Eucaristia e nos ressuscita, disse o Cardeal. “Não podemos viver sem celebrar os mistérios da Eucaristia Dominical”, adicionou.

O Cardeal ressaltou logo “a grandeza e sabedoria de nossa fé católica”, que fez do domingo, instituído por Jesus Cristo como o dia central da semana. Por isso, “convido a todos a que volte a nascer essa esperança e essa alegria de ir ao templo”.

Diante da presença das diversas comunidades emigrantes de língua quéchua em Lima, que assistiram com as imagens de suas respectivas advocações regionais, o Cardeal Cipriani sublinhou a importância de manter viva a fé mediante a preservação das tradições religiosas.

“Muitas vezes se vão perdendo esses costumes que recebemos de nossos pais e avós, de rezar, de ir ao templo, de nos aproximar da Confissão, de rezar o Rosário, e de oferecer esse sacrifício por aquela devoção a Maria e a Jesus; e aos poucos, vão colocando outros aspectos que já não são da fé católica”, advertiu o Arcebispo de Lima.

“Cuidem de suas tradições, e não deixem que o afã de dinheiro os leve a outros costumes que não são coisas boas e que ofendem a Deus”, concluiu.

Fonte - ACI


Colossenses 2:8
Cuidado que ninguém vos venha a enredar com sua filosofia e vãs sutilezas, conforme a tradição dos homens, conforme os rudimentos do mundo e não segundo Cristo;

"É acerca da lei de Deus que virá o último e grande conflito entre Cristo e Seus anjos e Satanás e os seus, e será decisivo para todo o mundo. ... Homens em posições de responsabilidade não só desatenderão e desprezarão o sábado eles mesmos, mas da tribuna sagrada instarão com o povo para que guardem o primeiro dia da semana, alegando a tradição e o costume em favor dessa instituição de feitura humana. Apontarão para as calamidades em terra e mar - as tempestades, as inundações, os terremotos, a destruição pelo fogo - como juízos indicadores do desprazer de Deus por não ser santificado o domingo. Essas calamidades aumentarão mais e mais, uma catástrofe seguirá de perto a outra; e os que quebrantam a lei de Deus apontarão para os poucos que observam o sábado do quarto mandamento como aqueles que trazem sobre o mundo a ira. Esta falsidade é estratégia de Satanás para apanhar os incautos. Southern Watchman, 28 de junho de 1904." (Serviço Cristão - Ellen G. White - Pág. 155)

Ainda sobre o domingo, aqui.

As crianças e o além

Relatos de comunicação com espíritos revelam que a mediunidade é comum na infância.
E os
pais precisam aprender a lidar com a situação.
Por Camilo Vannuchi e Celina Côrtes

Diana embalava o filho em frente a uma parede repleta de fotos na casa de sua mãe, em Brasília. Uma delas, envelhecida pelo tempo, chamou a atenção do pequeno Roberto, então com pouco mais de um ano. O garoto apontou a jovem que aparecia no retrato: “Vovó.” A mãe achou estranho. “Sim, esta era a minha avó, sua bisa”, explicou. E perguntou como ele adivinhara, já que ninguém havia mostrado aquela imagem ao menino. Roberto apenas tocou o colo da moça no retrato. “Dodói”, disse. Na foto, nenhum machucado aparente. O assombro tomou conta da sala quando Liana se recordou que a avó, já idosa, faleceu em decorrência de um câncer de mama. “Meu filho sabia daquilo sem que ninguém tivesse lhe contado”, resume o pai, Ricardo Movits. Ninguém deste mundo, é bom ressaltar.

Antes de tachar a história do menino Roberto de mentira, fantasia ou maluquice, vale lembrar que Chico Xavier, o maior médium brasileiro, teve sua primeira experiência mediúnica aos cinco anos, quando sua mãe faleceu e, em espírito, passou a visitá-lo. Roberto, hoje com quatro anos, também diz receber a visita de parentes falecidos. E de modo assíduo. Contou que a avó freqüenta sua casa para lhe ensinar coisas sobre a vida e a morte. “Ela disse que as pessoas que morrem viram anjinhos e depois voltam a ser bebês”, afirma. Em outra ocasião, Roberto surpreendeu o pai ao comentar que o avô havia morrido porque fumava demais. “Entrou muita fumaça no peito dele”, completou. Essas supostas habilidades do menino poderiam ser explicadas por meio da mediunidade. Estudada por religiosos, psiquiatras e até neurologistas, a mediunidade é a capacidade de ver e ouvir espíritos ou realizar fenômenos paranormais – como incorporação e clarividência – por intermédio de agentes externos. Ou seja, de entidades espirituais que utilizam o corpo do médium como veículo para se manifestar.

Relatos desse tipo são cada vez mais comuns. Mesmo nos consultórios. A psicologia e a medicina, no entanto, buscam outras formas de justificar esses fenômenos. Se a criança parece possuída por uma entidade sobrenatural, por exemplo, é feito diagnóstico de transtorno de personalidade ou estado de transe e possessão, cujo tratamento alia psicoterapia e medicamentos. A comunicação com amigos invisíveis aos olhos dos pais costuma ser encarada como mera fantasia. “Há momentos em que a ilusão predomina e a criança transforma em real o que é apenas o seu desejo inconsciente”, considera a psicanalista Ana Maria Sigal, coordenadora do grupo de trabalho em psicanálise com crianças do Instituto Sedes Sapientiae. “Ao brincar com um amigo imaginário, ela nega a solidão e cria um espaço no qual é dona e senhora. Já falar com parentes falecidos é uma forma de negar uma realidade dolorosa e se sentir onipotente, capaz de reverter a morte”, acrescenta Ana Maria.

A interpretação é a mesma da maioria dos pediatras. Presidente do Instituto da Família, que estuda as relações familiares, o médico Leonardo Posternak afirma que esse tipo de fantasia permite à garotada chamar atenção. Segundo ele, as crianças percebem se os pais demonstram admiração por seu suposto dom. Ou se aproveitam do carinho especial recebido quando os pais desconfiam que o filho tem algum distúrbio psíquico. Mas e quando surgem fatos capazes de assombrar os mais céticos, como o pequeno subitamente falar outra língua? “É importante que sejamos humildes para admitir que muita coisa ainda escapa à medicina cartesiana. Em vez de dizer aos pais que o filho não tem nada ou que os sintomas vão passar, seria mais honesto dizer que a medicina vigente não é capaz de diagnosticar o que se passa com ele”, afirma Posternak. O presidente da Associação Brasileira de Neurologia e Pediatria Infantil, César de Moraes, lembra que o estado de transe e possessão, embora citado no Código Internacional de Doenças, ainda não foi esclarecido. “Pode resultar de alguma desordem física ou mental ou, de fato, ser obra do sobrenatural”, sugere.

No vácuo deixado pela medicina, avançam cada vez mais as explicações alternativas que conciliam ciência e transcendência. Se uma criança descreve e dá nome a um amigo imaginário e a família descobre, ao investigar, que a descrição corresponde à de uma pessoa de verdade, que habitou a casa no passado, a linha entre ficção e realidade desaparece. É o que assegura Reginaldo Hiraoka, coordenador do curso de parapsicologia das Faculdades Integradas “Espírita”, a única do gênero no Brasil, em Curitiba. “O mesmo ocorre quando crianças afirmam se lembrar de vidas passadas e citam episódios verídicos sem jamais terem ouvido algo a respeito”, acrescenta. Para estudiosos da parapsicologia, há uma alta freqüência de relatos sobrenaturais na infância devido ao fato de a mediunidade, inata a todas as pessoas, ainda não ter sido reprimida nessa fase. “Crianças com menos de sete anos não vêem nada de anormal nessas experiências”, afirma a psicóloga infantil Athena A. Drewes, consultora da Parapsychology Foundation, com sede em Nova York. “Elas as aceitam até que outras pessoas comecem a reagir negativamente a seus relatos. O bloqueio ocorre ao entrarem na escola e descobrirem que nem todos vivem as mesmas experiências.”

Mas nem sempre a convivência com o sobrenatural é tranqüila. Às vezes, os amiguinhos imaginários são substituídos por monstros que atrapalham o sono dos pequenos e os tornam arredios, agressivos ou profundamente tímidos. Como no filme Sexto sentido, de Night Shyamalan, crianças se dizem assombradas por imagens de espíritos que vagam com ferimentos ou fraturas expostas, exatamente como estavam quando morreram. Segundo a doutrina espírita, isso acontece quando os espíritos desencarnados não conseguem se desprender do plano físico, seja por não terem se dado conta da morte, seja por não a aceitarem. Também é possível que um espírito persiga uma criança por ter sido ligado a ela em uma vida pregressa. “Imagine se seu bebê foi uma pessoa má na encarnação anterior e prejudicou alguém que, agora, se sente no direito de atrapalhar seu caminho”, cogita a autora do livro Mediunidade em crianças, Agnes Henriques Leal. Conforme a tese espírita, é possível que esse filho sofra horrores com a influência de seres assustadores.

Nessas horas, de acordo com o espiritismo, a criança deve ser encaminhada a tratamento com passes para dispersar energias negativas. Os espíritas podem ainda trazer a entidade a uma reunião no centro – por intermédio de um médium – para tentar demovê-la da perseguição. Leituras diárias do Evangelho também ajudariam. “Se os pais não participarem do processo de cura, nada será atingido. Para tanto, deverão conhecer a doutrina e se dispor a estabelecer, no lar, um clima vibratório de harmonia e paz”, ensina o médium paraense Nazareno Tourinho, autor de Experiências mediúnicas com crianças e adolescentes. Ele ressalta, no entanto, que nenhum auxílio científico deve ser desprezado. “Primeiro, deve-se procurar um profissional de saúde. Se o resultado não for satisfatório, resta buscar ajuda de espíritas competentes”, orienta.

Outra opção é consultar um especialista que seja ao mesmo tempo médico e religioso. Há muitos psiquiatras adeptos do espiritismo que atendem crianças e adultos atormentados por fenômenos inexplicáveis. Um deles é Sérgio Felipe de Oliveira, diretor da Associação Médico-Espírita de São Paulo e autor da tese de que a mediunidade nada mais é do que uma atividade sensorial – como a visão e o olfato – capaz de captar estímulos do mundo extrafísico. O órgão responsável pela mediunidade, diz Oliveira, é a glândula pineal, localizada no cérebro, que controla também o ritmo de crescimento e, na adolescência, avisa a hora de dar início à liberação dos hormônios sexuais. Descrita por Descartes como a sede da alma em 1641, a pineal tem sido pesquisada há séculos, e, desde a década de 1980, é comprovada sua capacidade de converter ondas eletromagnéticas em estímulos neuroquímicos. Para confirmar sua tese, Oliveira realizou diversos exames neurológicos (como tomografia e eletroencefalograma) em pacientes em transe. “Verificamos a atividade na pineal durante esses momentos. Ela é uma espécie de antena que capta estímulos da alma de outras pessoas, vivas ou mortas, como se fosse um olho sensível à energia eletromagnética”, diz.

Mesmo que não veja ou ouça espíritos desencarnados, é a mediunidade que faz com que uma criança seja capaz de sentir se um ambiente está carregado e a faz chorar quando um estranho com energias ruins a pega no colo. Em sua clínica, Oliveira não descarta o uso de medicamentos, mas não tem dúvida dos benefícios da atividade espiritual, prescrita por ele como terapia complementar. Oliveira diz que, antes de se afirmar que uma criança está sob influência de um espírito, é preciso descartar as hipóteses de fantasia e de distúrbios psíquicos. A primeira etapa é entrevistar o paciente em busca de elementos que não poderiam ser ditos por ele. “É difícil diagnosticar como fantasiosa uma criança de três anos que se põe a analisar quadros de Botticelli ou a conversar em francês sem nunca ter estudado o idioma”, exemplifica. Finalmente, exames neurológicos são feitos para se verificar se a atividade no cérebro é equivalente à registrada em convulsões ou surtos de epilepsia. Normalmente, a reação é outra.

Médicos adeptos do espiritismo afirmam que a infância é o período em que a ação da glândula pineal está no auge, embora a criança não tenha o arcabouço intelectual necessário para interpretar os estímulos de forma consciente. Com o desenvolvimento completo do cérebro, a mediunidade seria sublimada na maioria das pessoas. Ou voltaria ainda mais forte naqueles que aprenderam a exercitá-la. No Livro dos médiuns, Allan Kardec, codificador da doutrina, avisa que a mediunidade não deve ser estimulada em crianças, o que pode ser perigoso, já que os organismos delicados das crianças sofreriam grandes abalos. “É de se desejar que uma criança dotada de faculdade mediúnica não a exercite, senão sob a vigilância de pessoas experientes”, escreveu. Por esse motivo, em geral os pais são orientados a não incentivar os filhos a exercê-la. “Muitas crianças sentem dor porque o corpo não está preparado para receber esse impacto”, diz a psicóloga Inês Ignácio, do Centro Espírita Francisco de Assis, no Rio de Janeiro.

Em outras religiões espiritualistas, como candomblé e umbanda, a presença de crianças nos rituais costuma ser permitida. Muitos templos oferecem acompanhamento adulto para a iniciação. “É preciso freqüentar o centro como se fosse uma escola”, alerta Aguinaldo Cravo, adepto do candomblé e babalorixá na Casa de Caridade Cabana de Oxossi, no Rio de Janeiro. Crianças também exercem sua religiosidade nas giras de umbanda do Templo Cacique Pai Pena Branca, em São Paulo. “Algumas já têm um canal de vidência elevado, enquanto outras só vêem vultos e precisam desenvolver seu dom”, diz a ialorixá Mãe Norma de Iansã, que oferece aos domingos um curso de mediunidade aberto às novas gerações. Delas surgirá, quem sabe, um novo Chico Xavier.

Fonte - Isto É

Isa. 8:19 e 20
Quando vos disserem: Consultai os que têm espíritos familiares, e os adivinhos, que chilreiam e murmuram entre dentes - não recorrerá um povo ao seu Deus? a favor dos vivos interrogar-se-ão os mortos? À lei e ao Testemunho! se eles não falarem segundo esta palavra, nunca verão a alva.

"Satanás tem há muito estado a preparar-se para um esforço final a fim de enganar o mundo. O fundamento de sua obra foi posto na declaração feita a Eva no Éden: "Certamente não morrereis." "No dia em que dele comerdes, se abrirão os vossos olhos, e sereis como Deus, sabendo o bem e o mal." Gên. 3:4 e 5. Pouco a pouco ele tem preparado o caminho para a sua obra-mestra de engano: o desenvolvimento do espiritismo. Até agora não logrou realizar completamente seus desígnios; mas estes serão atingidos no fim dos últimos tempos." (O Grande Conflito - Ellen G. White - Pág. 561)

Primeiros passos para reabrir o debate sobre a Constituição européia

R. Martínez de Rituerto
em Bruxelas


O debate previsto sobre o futuro da Constituição européia começa a dar seus primeiros passos entre a discrição desejada pela Alemanha, encarregada por consenso de elaborar uma estratégia de reativação do projeto, e propostas de impacto como as que acaba de levantar o alemão Günter Verheugen, vice-presidente da Comissão Européia. Verheugen propôs que, ao contrário do previsto no fracassado Tratado Constitucional, na futura comissão estejam sempre presentes os grandes países da união.

"Precisamos de uma comissão eficaz, pequena e altamente competente", afirmou Verheugen em entrevista na última quarta-feira à televisão alemã. É um pedido que reflete o clamor diante da inoperância do sistema atual, que concede um comissário a cada país. Com a entrada da Bulgária e da Romênia no último dia 1º, a comissão passou a ter 27 comissários, com o romeno encarregado de Multilingüismo (categoria que antes era integrada em um pacote com Educação, Formação e Cultura) e a búlgara passando a se ocupar da Proteção ao Consumidor (antes ligada à Saúde).

O fracassado projeto constitucional previa que, diante do inviável regime atual, o número de comissários deveria ficar reduzido a dois terços do número de países da união: 18 comissários para os atuais 27 membros. A Constituição também indicava que, em virtude do princípio democrático, os comissariados seriam cobertos por turnos entre os países, o que sempre deixaria um terço de fora. Verheugen atacou esse acordo e agora propõe que na comissão estejam sempre presentes os grandes países e que a rotatividade seja aplicada somente aos médios e pequenos. "Um país pequeno se beneficiaria mais tendo um subcomissário em uma área importante do que um comissário numa área marginal."

A idéia de Verheugen foi criticada pela polonesa Danuta Hubner, responsável por política regional, que qualificou de inaceitável o estabelecimento de duas categorias de Estados em função do tamanho.

Diante do próximo debate sobre a Constituição, a comissão afirma que não se deve tocar no núcleo do que foi pactuado, em particular a distribuição de poder. Uma porta-voz do Executivo comunitário tentou ontem atenuar a discrepância ao indicar que a de Verheugen é uma "opinião pessoal", à frente do "crescente debate: haverá muitas outras nas próximas semanas e meses".

A proposta de Verheugen vai na linha de outras realizadas para racionalizar o sistema de tomada de decisões nas instituições comunitárias. Já em setembro Nicolas Sarkozy sugeriu, entre outras idéias, a criação de um diretório europeu. "Creio na necessidade de preparar informalmente entre vários países os grandes encontros europeus", disse o previsível candidato conservador à presidência da França.

Tradução: Luiz Roberto Mendes Gonçalves
Visite o site do El País

Fonte - Mídia Global


Daniel 2:41-43
Quanto ao que viste dos pés e dos dedos, em parte de barro de oleiro, e em parte de ferro, isso será um reino dividido; contudo haverá nele alguma coisa da firmeza do ferro, pois que viste o ferro misturado com barro de lodo. E como os dedos dos pés eram em parte de ferro e em parte de barro, assim por uma parte o reino será forte, e por outra será frágil. Quanto ao que viste do ferro misturado com barro de lodo, misturar-se-ão pelo casamento; mas não se ligarão um ao outro, assim como o ferro não se mistura com o barro.

"A profecia de Daniel suportou e suportará a prova do tempo. Algumas potências mundiais foram débeis, outras fortes. O nacionalismo continuou com vigor. As tentativas de converter num império único e grande as diversas nações que surgiram do quarto império terminaram no fracasso. Certas seções se uniram transitoriamente, mas a união não resultou nem pacífica nem permanente.

Teve também muitas alianças políticas entre as nações. Estadistas de ampla visão por diversos médios trataram de realizar uma federação de nações que se desempenhasse eficazmente, mas todas essas tentativas se frustraram.

A profecia não declara especificamente que não poderia ter uma união transitória de vários elementos, por meio da força das armas ou de uma dominação política. No entanto, afirma que se se tentasse ou se conseguisse formar tal união, as nações que a integrassem não se fusionariam organicamente, e continuariam seus receios mútuos e hostis. Uma federação formada sobre tal fundamento está condenada à ruína. O sucesso passageiro de algum ditador ou de alguma nação não deve assinalar-se como o fracasso da profecia de Daniel. Ao fim Satanás poderá formar uma união transitória de todas as nações (Apoc. 17: 12-18; cf. Apoc. 16: 14; CS 682), mas a confederação será efêmera, e em pouco tempo os elementos que formem essa união se voltarão um contra o outro (CS 714; PE 290)." (Comentário Bíblico Adventista)

AMBIENTALISTAS ALERTAM PARA DESASTRE DO EFEITO ESTUFA

Programa Fantástico, da Globo, 14.01.2007.
Íntegra do texto da segunda reportagem da série "O caos no clima".

Esta semana, finalmente, alguns líderes mundiais resolveram agir. A União européia anunciou que pretende cortar em 20% suas emissões de gás carbônico até o ano de 2020.

O português José Manuel Barroso, que preside a Comissão Européia neste momento, chamou a decisão de "uma revolução pós-industrial". É a decisão mais radical e importante tomada por governos para tentar conter o avanço do aquecimento global. Com o Protocolo de Kyoto, assinado em 1997, os paises industrializados tinham se comprometido a cortar essas emissões em 5% até 2012.

A meta dos europeus é audaciosa. Mesmo assim foi criticada. Ambientalistas dizem que uma redução nas emissões menor do que 30% não basta. Mas a Europa diz que só muda seu objetivo dos atuais 20% para 30% se for acompanhada pelo resto do mundo. Um recado com alvo certo: os Estados Unidos, que sequer assinaram o Protocolo de Kyoto. Os 27 países europeus pretendem reduzir a emissão de CO2 em 20% usando mais energia de fontes renováveis, como a solar, a do vento e, provavelmente, até a controversa energia nuclear.


Ao ser liberado na atmosfera, o gás carbônico forma uma espécie de manta em torno da terra. Essa manta absorve a energia do Sol e impede que o calor escape de volta para o espaço. É o chamado efeito estufa. Se esse fenômeno não existisse, a temperatura global seria de –19ºC. Ou seja, o efeito estufa não é necessariamente ruim. O problema é o mesmo que faz a diferença entre remédio e veneno: a dosagem.

Para impedir que essa manta protetora fique muito grossa e a terra esquente demais - ou seja, que o remédio vire veneno - a natureza deu uma função de equilíbrio às plantas: o papel delas é quebrar as moléculas de gás carbônico, liberando oxigênio e guardando o carbono. Mas esse equilíbrio milenar foi destruído. Acabou porque os homens descobriram onde estava guardado todo esse carbono.


Durante bilhões de anos, as grandes florestas retiraram tanto gás carbônico da atmosfera que amenizaram o efeito estufa e mantiveram o planeta fresquinho. Quando as árvores morrem, vão para debaixo da terra e levam com elas aquele carbono que absorveram. As árvores mortas se acumulam em milhares de camadas, abaixo da superfície terrestre.


Em uma mina de carvão, na China, pode-se descer até 500 metros. As camadas representam dezenas de milhões de anos. No fundo, o que foi madeira e folhas hoje é carvão e argila.

O professor Bob Spicer explica que essas folhas viram a luz do dia 50 milhões de anos atrás, quando estavam nas árvores. Nessa época, tinham um efeito refrescante sobre o clima, porque retiravam gás carbônico do ar.

Hoje, todo esse carbono está sendo levado de volta à superfície com o carvão que é queimado nas usinas para fornecer eletricidade e calor a milhões de pessoas. Agora, sob a forma de carvão, as plantas de antigamente liberam o carbono que armazenaram e acabam tendo um efeito oposto ao que tinham em vida: aquecem a atmosfera.


Assim como o carvão, gasolina e óleo diesel também são combustíveis fósseis. Quando esses combustíveis são queimados, o carbono se recombina com o oxigênio e volta à atmosfera como CO2, gás carbônico. O CO2 sobe e vai engrossar a "manta" do efeito estufa. E o que preocupa mais é justamente o quanto e em que velocidade essa camada de gás carbônico está aumentando. Por isso, a tentativa agora de reduzir sua emissão.


Mas como provar que o gás carbônico é realmente o responsável pelo aquecimento global? Como saber se os níveis atuais de gás carbônico estão muito mais altos do que eram alguns milhares de anos atrás? A resposta está no gelo.


Blocos de gelo são repletos de pequenas bolhas, que contêm ar da época em que o gelo foi formado. Todo ano, a neve cai, e vai se acumulando e se compactando; formando camadas. Como alguns pedaços de gelo analisados pelos cientistas foram extraídos de até três quilômetros de profundidade, são amostras com a idade de milhares de anos.


Com essas fatias de gelo, é possível recontar o que aconteceu no passado da terra. E as conclusões são importantíssimas: já se sabe, por exemplo, que a concentração de CO2 na atmosfera hoje é maior do que em qualquer outro momento dos últimos 600 mil anos. E quanto mais recente, pior. Antes da era industrial, a concentração de dióxido de carbono era de cerca de 280 partes por milhão. Hoje, é de 380.


A conclusão é óbvia: foi a atividade humana que levou a essa concentração inédita de gás carbônico na atmosfera. Resultado? Hoje, as conseqüências do aquecimento global podem ser observadas até em lugares que sempre absorveram quantidades gigantescas de CO2, como a Amazônia, a nossa Amazônia, tida por muito tempo como o pulmão do mundo.


A impressionante diversidade de animais e plantas da Floresta Amazônica não existe em lugar algum do mundo. E essa abundância tem duas razões para só acontecer aqui: calor e umidade. O calor vem do sol fortíssimo nessa área do globo próxima à Linha do Equador. A umidade vem das chuvas, das tempestades cotidianas, comuns na região amazônica.


Por isso, um pesquisador afirma que a principal ameaça à Amazônia não é o desmatamento, mas a seca. Ele diz que quando tem seca, mesmo com aumento leve da temperatura, até 30% das árvores da floresta podem ser afetadas. Em 2005, a Amazônia sofreu sua pior seca em 60 anos. A seca foi relacionada a um aumento anormal da temperatura das águas do Oceano Atlântico que alteraram o padrão de chuvas sobre a floresta. O cientista Dan Nepstad explica que essa seca foi muito preocupante porque o tipo de aquecimento do oceano que a provocou é exatamente o que se prevê que aconteça num cenário de aquecimento global.


Interessante reportagem, exceto pelo cálculo dos anos de existência do planeta (algo discutível), mas que serve de alerta sobre a situação ambiental mundial. O estudo científico deixa claro que caminhamos para um desastre global provocando pelo superaquecimento do planeta. A Bíblia, no entanto, diz que, antes disso acontecer, a redenção espiritual haverá de ocorrer por meio da volta de Jesus Cristo. O sábio conselho de Cristo, diante desses fatos, está no evangelho de Mateus 24:33-35: "igualmente vós, quando virdes todas estas coisas, sabei que ele está próximo, às portas. Em verdade vos digo que não passará esta geração sem que todas estas coisas aconteçam. O céu e a terra passarão, mas as minhas palavras jamais passarão".

Fonte - Blog Realidade em Foco


Dada a recorrência do tema, siga os links, aqui.

Feira em Las Vegas revela pujança da indústria pornô

Trinta mil pessoas se reuniram na cidade de Las Vegas, em Nevada, para a convenção anual da indústria de filmes adultos dos Estados Unidos.

Filmes, brinquedos capazes de intimidar os mais recatados e centenas de atores e atrizes seminus compõem a atmosfera no evento.

Pelos corredores, uma multidão de pessoas comuns observa os produtos e faz compras.

Se, há alguns anos, feira semelhante estaria relegada a espaços minúsculos, com pouca atenção da imprensa, a escala e a variedade do encontro sugerem que a indústria do sexo merece consideração, dizem os empresários.

Tecnologia

Estima-se que o faturamento da indústria de filmes adultos alcance US$ 57 bilhões (cerca de R$ 125 bilhões) no mundo, sendo que só os Estados Unidos são responsáveis por algo entre US$ 12 bilhões e US$ 20 bilhões.

É uma atividade que movimenta mais recursos que os principais eventos esportivos do país.

Em grande parte, dizem representantes do setor, o crescimento da indústria se deve à incorporação de novas tecnologias.

O entretenimento adulto foi importante, por exemplo, para consolidar o domínio das fitas de tecnologia VHS sobre as que utilizam o sistema Beta.

Novos sistemas de distribuição ajudaram a reduzir os custos das operações, possibilitando que cerca de 200 filmes sejam realizados semanalmente nos Estados Unidos.

A indústria também desempenhou um papel fundamental no desenvolvimento do vídeo via Internet, e agora cumpre a mesma função em relação aos telefones celulares.

"No início da Internet, quando havia certa luta para se alcançar mercado em larga escala, foi o entretenimento adulto que realmente inovou em muitos sentidos", disse à BBC o jornalista de tecnologia Bill Thompson.

"Agora que temos telefones celulares com telas de resolução suficiente para ver imagens, a indústria está entrando nesse setor."

Fonte - BBC

Judas 1:7 como Sodoma, e Gomorra, e as cidades circunvizinhas, que, havendo-se entregado à prostituição como aqueles, seguindo após outra carne, são postas para exemplo do fogo eterno, sofrendo punição.

""Mas o que se ajunta com o Senhor" - que está estreitamente ligado a Cristo no concerto da graça - "é um mesmo espírito. Fugi da prostituição." I Cor. 6:17 e 18. Não vos de tenhais por um momento para arrazoar. Satanás se regozijaria ao ver-vos vencidos pela tentação. Não pareis para discutir o caso com vossa consciência enfraquecida. Desviai-vos do primeiro passo da transgressão." (Conselhos sobre Saúde - Ellen G. White - Pág 587)

sexta-feira, 12 de janeiro de 2007

Meio ambiente, o acessório em lugar do principal

Por Luciano Martins Costa em 9/1/2007

A observação de duas das mais destacadas revistas semanais brasileiras, pelo critério de circulação, nos dá a oportunidade de analisar os paradigmas adotados para a edição dos chamados grandes temas – que incluem, obviamente, a macroeconomia, as reformas do Estado, os comportamentos de massa e, claro, o estado do mundo.

Veja e Época têm procurado acompanhar os debates sobre o estado do mundo, que dominam a agenda internacional, da mesma forma que os grandes diários. Mas, como toda a imprensa, limitam sua visão ao problema do terrorismo, do potencial de risco do programa nuclear do Irã e da Coréia do Norte, e resvalam pelo problema ambiental global. Pelo fato de se tratar de revistas semanais, é de esperar que contribuam com reportagens mais consistentes do que as dos jornais. No entanto, observa-se no material das semanais a mesma limitação que se pode constatar nos diários. É como se os editores trabalhassem com o freio de mão puxado: nada além dos lugares-comuns.

Elas nos abriram essa vitrina, por exemplo, em suas edições de fim de ano, ambas tratando dos grandes problemas produzidos pela exploração indiscriminada do meio ambiente e pelos efeitos sociais daninhos do sistema econômico global. Ambas adotam um viés claramente conservador do tema, e nenhuma delas, por isso mesmo, se aprofunda nas razões pelas quais a humanidade enfrenta a pior crise de toda sua história. É como se a crise ambiental e social que vivemos não tivesse culpados.

Mudanças em curso

Na verdade, o que transpira da imprensa em geral é uma insuperável resistência a colocar em xeque o sistema econômico mundial. Como se os editores quisessem evitar cair num viés "esquerdista". Os problemas são abordados de maneira linear e pontual, embora se saiba que não há soluções simples para os grandes e complexos desafios que se apresentam à humanidade neste começo de século.

Tem esse sentido a pretensiosa reportagem de Veja sobre algumas propostas mirabolantes de projetos para a redução do problema do aquecimento global. Escudos para rebater de volta ao espaço as radiações solares, pulverizadores de nuvens para "impermeabilizar" a atmosfera terrestre, bilhões de guarda-sóis destinados a compensar os buracos na camada de ozônio, são algumas das curiosidades apresentadas pela revista.

Como entretenimento intelectual, nada a opor. Os editores de Veja, como a direção da maior rede de televisão do país, devem considerar seus leitores mais ou menos no padrão Homer Jay Simpson, o atrapalhado funcionário da usina nuclear de Springfield, na popular série de desenhos animados. Sim, a humanidade corre grandes riscos por causa da exploração indiscriminada dos recursos naturais. Mas Veja quer nos convencer de que não é preciso radicalizar. A qualquer momento, um cientista vai inventar um jeito de quebrar o galho do planeta. O resto é catastrofismo desses ecochatos.

É unanimidade na comunidade científica internacional – e fato aceito pelos organismos multilaterais, entre eles o Banco Mundial – que não há como remediar com medidas paliativas a enorme crise em que metemos o planeta. É verdade aceita pelas grandes corporações, pelo sistema financeiro global e pelos órgãos encarregados de prevenir catástrofes, que o sistema precisa mudar.

E o sistema está, de fato, passando por grandes transformações. A lei Sarbanes-Oxley, criada para colocar sob controle social as ações das grandes empresas, as novas diretrizes de contabilização financeira, social e ambiental disponíveis desde o mês passado e o processo de criação da norma de sustentabilidade ISO 26000 são algumas evidências dessas transformações. O próprio sistema econômico mundial aceita a idéia de que precisa se reciclar, mas nossos mais importantes órgãos e imprensa se mostram mais realistas que o rei.

Debate escondido

Nossa imprensa, como mostra Veja, sintetizando o pensamento da maioria das grandes redações, ainda trata o tema sustentabilidade sob a ótica das ações sociais filantrópicas e das iniciativas pontuais em relação ao meio ambiente. Para nossa imprensa, a vanguarda da sustentabilidade são aqueles empresários que financiam escolas de batuque em bairros pobres ou que aparecem na fotografia plantando um pé de flamboyant. Depois, distribuem seus "balanços sociais", com a indefectível fotografia da creche com crianças de variadas etnias, e com o funcionário negro na frente do grupo, na foto da festa de confraternização da firma.

No resto do mundo real, a questão da sustentabilidade está imersa num profundo debate ideológico. De um lado, os generosos filantropistas que pagam assessorias para colocar na mídia seus projetos "sociais" e "ambientais" – esses não querem mudanças no sistema. Do outro lado, os estrategistas que procuram meios de estruturar a gestão das empresas sobre um arcabouço sustentável – são os novos revolucionários, uma vanguarda que entende a necessidade de discutir as raízes do sistema capitalista.

Há farta literatura a respeito desse embate. A organização norte-americana Rocky Mountain Institute publicou há mais de cinco anos o resultado de pesquisas que apontam a necessidade de transformar o sistema produtivo, indicando um modelo que chamou de "capitalismo natural". A International Finance Corporation, órgão financeiro do Banco Mundial, vem estimulando a mudança nas práticas de governança, exigindo que as empresas não sejam mais tratadas como feudos isolados da sociedade. Mas, para nossa imprensa, a necessidade de reduzir as perversidades do sistema capitalista ainda soa como propaganda comunista.

Quando uma publicação importante como Veja tenta nos convencer de que podemos continuar poluindo o ar, porque algum cientista maluco vai colocar um guarda-sol na estratosfera, seus editores não estão apenas entretendo a sociedade com curiosidades mais ou menos científicas. O que ela está fazendo, na verdade, é tentando evitar que o debate chegue ao ponto em que uma mudança real no sistema capitalista venha a ser exigida pela sociedade.

Fonte - Observatório da Imprensa


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EUA TOMARÃO DEZ IMPRESSÕES DIGITAIS DE VIAJANTES

As autoridades de imigração dos Estados Unidos deverão tomar as dez impressões digitais de todos que entrarem no país para incluí-las em um banco de dados partilhado com o FBI, o que motivou duras críticas de grupos de defesa dos direitos civis. A informação foi publicada hoje pelo dominical britânico The Observer, segundo o qual, em meio à luta contra o terrorismo, os dados obtidos através deste procedimento serão compartilhados com outras agências de segurança. O jornal diz ainda que não haverá qualquer tipo de restrição à utilização das impressões digitais em escala internacional.

Até o momento, nos aeroportos americanos são tomadas apenas duas impressões digitais. A ampliação do procedimento aos outros dedos servirá para tornar os dados de cada visitante compatíveis com o banco de informações do FBI, afirma o jornal. "Vamos começar os testes em vários aeroportos neste verão", confirmou uma porta-voz do Departamento de Segurança Nacional dos Estados Unidos.

O plano americano foi duramente criticado pelo grupo britânico de direitos civis Liberty.
"Armazenar as impressões digitais de milhões de passageiros inocentes não servirá para dissuadir potenciais terroristas", afirmou a diretora da ONG, Shami Chakrabarti.

"Essa proposta realmente maníaca transforma milhares de viajantes que respeitam a lei em suspeitos de terrorismo", denunciou Simon Davies, diretor do Privacy International, grupo que também defende a proteção da privacidade.

Aumento do controle sobre as informações pessoais de todo aquele que passa pela principal nação do mundo. Indicativo claro da tentativa de garantir, humanamente, paz e segurança conforme a Bíblia assinala. É, portanto, advertência profética.

Fonte - Blog Realidade em Foco

quinta-feira, 11 de janeiro de 2007

Adeptos do vudu se reúnem em festival em Benin

Milhares de adeptos do vuduísmo se reuniram durante dez dias em Benin, no oeste da África, em um festival para celebrar os espíritos de seus ancestrais.

O Benin Voodoo Festival, encerrado na quarta-feira, teve participantes de vários países, como Brasil, Estados Unidos e países do Caribe, que tiveram suas culturas influenciadas pelo vudu.

Acredita-se que o culto que esteja intimamente ligado ao tráfico de escravos africanos. Pesquisadores tentam agora encontrar ligações entre as culturas contemporâneas do Oeste da África com as de regiões das Américas, Caribe e Europa agora habitadas por grande número de descendentes africanos.

Praticantes de diferentes religiões aproveitaram o evento, realizado em Ouidah, um antigo porto de tráfico de escravos, para tentar reencontrar as raízes de seus ancestrais.

Veja as imagens

“Será que a minha tataravó se sentou nesta praia? Será que eu sou daqui”, disse a americana Alise Williams, de 23 anos, à agência de notícias Associated Press.

Segundo Roberto Strongman, professor da Universidade de Santa Barbara, na Califórnia, a tradição oral do vudu dá ao culto uma flexibilidade grande, que permite alterações e uma adequação à presença de outras religiões.

No Brasil, o vudu se misturou com o catolicismo e o candomblé praticado no país guarda muitas semelhanças com o vudu africano.

O sacrifício de animais, prática normalmente associada ao vudu, é uma celebração da vida e não da morte, dizem seus praticantes.

No Haiti, o vudu foi oficializado em 2003, tendo recebido o mesmo status de outras religiões praticadas no país.

Fonte - BBC

"Supõe-se lisonjeiramente que as superstições pagãs tenham desaparecido diante da civilização do século vinte. Mas a Palavra de Deus e o severo testemunho dos fatos declaram que a feitiçaria é praticada neste século tanto quanto o foi nos velhos tempos da magia. O antigo sistema de magia é, na realidade, o mesmo agora conhecido como moderno espiritismo. Satanás está encontrando acesso a milhares de mentes por apresentar-se sob o disfarce de amigos já falecidos. As Escrituras declaram que "os mortos não sabem coisa nenhuma". Ecl. 9:5. Seus pensamentos, amor e ódio já pereceram. Os mortos não mantêm comunhão com os vivos. Mas seguro de sua antiga astúcia, Satanás emprega este engano para obter o controle das mentes." (Atos dos Apóstolos - Ellen G. White - Pág. 288)

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sexta-feira, 5 de janeiro de 2007

Mortes por desastres naturais na China são mais de 3 mil

O governo destinará mais fundos para aprimorar o sistema de resposta a catástrofes, dizem autoridades. Maiores tragédias foram causadas por tufões

EFE


PEQUIM - Os desastres naturais causaram na China a morte de 3.155 pessoas em 2006, o número mais alto em oito anos, devido à intensidade dos tufões e inundações no país, informa o jornal estatal China Daily.

O Ministério de Assuntos Civis revelou os números, que representam um crescimento de 25% em relação a 2005.

Em 1998, morreram na China 5.511 pessoas devido às inundações produzidas pelo transbordamento do rio Yangtze.

"A metade das vítimas do ano passado morreu devido aos tufões", disse Li Baojun, funcionário do Departamento de Ajuda em Desastres do Ministério.

Só os dois principais tufões, o Bilis e o Saomai, o pior em 50 anos, mataram 848 e 483 pessoas, respectivamente. Foram 40% das mortes em desastres naturais no ano passado.

As províncias mais afetadas foram Hunan (centro), Fujian (sudeste) e Yunnan (sudoeste), com 588, 503 e 409 mortes, respectivamente.

O governo chinês destinará mais fundos para melhorar o sistema de resposta a desastres naturais, já que, segundo o diretor do departamento, Wang Zhenyao, o sistema de emergência para desastres melhorou, mas ainda precisa ser aprimorado.

Um dos problemas é convencer a população a abandonar suas casas quando se prevê um desastre, dizem autoridades.

Fonte - Estadão

Mais sobre desastres naturais, aqui.

Gripe aviária é ameaça global, diz diretora da OMS

Ao tomar posse nesta quinta-feira, a nova diretora geral da Organização Mundial da Saúde (OMS), Margaret Chan, fez um alerta sobre a gripe aviária. Segundo Chan, que é uma especialista em gripe aviária de Hong Kong, a doença continua sendo uma ameaça global.

Chan afirmou que relatos de casos de gripe aviária voltaram a emergir nas últimas semanas, depois de um período de calmaria. Ela disse que o risco é especialmente sério em países pobres.

Chan afirmou à BBC que o inverno é uma estação propícia para a disseminação da doença.

A diretora da OMS disse que houve retrocesso em países como Vietnã e Coréia do Sul, que haviam tido sucesso em conter a enfermidade mas recentemente registraram novos casos.

China

Chan afirmou ainda que será rígida com países que não cumprirem com a determinação de realizar testes para a gripe aviária ou que atrapalhem os esforços globais para desenvolver vacinas.

Segundo Chan, sua origem chinesa vai ajudar no trabalho com as autoridades da China, país onde surgiu a variedade H5N1 do vírus, altamente contagiosa e que pode ser fatal para os humanos.

"Penso que, entre todas as pessoas, eu sou a que está em uma melhor posição para trabalhar com o governo chinês", afirmou.

A nova diretora geral é a primeira cidadã chinesa a ocupar o cargo máximo em uma agência da Organização das Nações Unidas (ONU).

Seu antecessor, o sul-coreano Lee Jong-wook, morreu subitamente em maio de 2006, devido a um coágulo no cérebro.

Pandemia

Chan alertou ainda para o risco de uma nova pandemia mundial de gripe, principalmente se chegar a países com sistemas de saúde deficientes, onde a população já sofre de outras doenças, como HIV/Aids.

"A próxima pandemia, caso ocorra, será muito devastadora (...), e estamos muito preocupados com a probabilidade de uma pandemia", afirmou.

A nova diretora da OMS afirmou que outra prioridade de sua gestão será a saúde na África, principalmente a saúde das mulheres.

"Quero que minha liderança seja julgada pelo impacto de nosso trabalho na saúde de duas populações: as mulheres e as pessoas da África", afirmou.

Fonte - BBC

Mais obre gripe aviária, aqui.

Revelações do Futuro

Por Guilherme Silva | Editor e Jornalista da APaC

Todo o final de ano, a cena se repete: gurus de várias categorias consultam suas cartas, búzios, bolas de cristal, mapas astrais e fazem previsões. Algumas são tão vagas como a que se segue, feita para o ano de 2006, por Antonio Carlos Harres: “O STF [Supremo Tribunal Federal] deverá produzir alguma decisão importante envolvendo assuntos constitucionais. É possível que haja mudanças nos ministérios da Justiça, Turismo e Cultura. O próprio STF poderá também passar por alguma alteração em seu quadro”. Em previsões como esta, tudo pode acontecer, deixar de acontecer, ou muito pelo contrário.

Outros, como Juscelino Nóbrega da Luz, afirmam ter a capacidade de prever o futuro em detalhes. Ele teria previsto as condições exatas da captura de Saddam Hussein, o ataque às torres gêmeas, as inundações da tsunami, a queda recente de um avião da Gol, entre outras tragédias. Também afirma que em 2008 um grande terremoto irá sacudir a China. Sua previsão quanto à vitória de Geraldo Alckmin, nas eleições presidenciais de 2006, falhou. Prever tragédias, revelando a agenda do mal, é uma coisa. Prever o futuro é outra história.

Até mesmo grandes gênios da humanidade como Albert Einstein arriscaram previsões futuristas e falharam. "Não há a menor indicação de que a energia nuclear será obtida. Isso significaria que o átomo teria que ser rompido no futuro", afirmou o físico alemão, em 1932. A bomba lançada pelos Estados Unidos sobre a cidade japonesa de Hiroshima, em 6 de agosto de 1945, foi um trágico desmentido da previsão de Einstein.

Na realidade, o futuro é algo que tem encantado e preocupado líderes e pensadores da humanidade ao longo de séculos. Entre eles, se encontrava o supremo-comandante do poderoso império babilônico, Nabucodonosor, no século 5 a.C. Suas inquietações não ficaram sem resposta, embora magos e astrólogos de seu tempo não tenham arriscado palpites. Daniel, profeta inspirado por Deus, trouxe a revelação certeira, vinda da fonte divina: “Há um Deus nos céus que revela mistérios, pois fez saber ao rei Nabucodonosor o que há de ser nos últimos dias” (Dn 2:28).

Séculos depois de Daniel, as palavras proféticas se mostraram verdadeiras no decorrer da história. O profeta revelou a sucessão de quatro grandes reinos mundiais: Babilônia, Medo-Pérsia, Grécia e Roma. Depois deles, o quarto reino seria dividido em poderes menores e fragmentados, simbolizados na mistura de ferro e barro. Por fim, haveria de vir o último império: o reino eterno estabelecido por Deus. Uma parte já se cumpriu. E está registrada nos livros de história. A outra parte ainda se refere ao futuro. O fim do cativeiro judaico na Babilônia e a morte de Cristo na cruz, no ano 27, profetizados por Daniel, foram previsões confirmadas na história, assim como a sucessão dos impérios mundiais. Por isso, podemos confiar que o futuro revelado por Deus é a realidade que irá se cumprir.

Embora a Bíblia não revele detalhes sobre o futuro da maioria dos mortais, nesta Terra, revela a verdade sobre o nosso destino eterno e a maneira de defini-lo no presente, por meio de uma escolha: entregar a vida a Jesus. Por isso, são “bem-aventurados aqueles que lêem e aqueles que ouvem as palavras da profecia e guardam as coisas nela escritas, pois o tempo está próximo” (Apocalipse 1:3).

Fonte - Profecias

I Tessalonicenses 5:20-21
Não desprezeis as profecias; julgai todas as coisas, retende o que é bom;

"Assim, nas profecias, o futuro se patenteia diante de nós tão claramente como se revelou aos discípulos pelas palavras de Cristo. Os acontecimentos ligados ao final do tempo da graça e obra de preparo para o período de angústia, acham-se claramente apresentados. Multidões, porém, não possuem maior compreensão destas importantes verdades do que teriam se nunca houvessem sido reveladas. Satanás vigia para impedir toda impressão que os faria sábios para a salvação, e o tempo de angústia os encontrará sem o devido preparo." (O Grande Conflito - Ellen G. White - Pág. 594)

quinta-feira, 4 de janeiro de 2007

Ano de 2007 será o mais quente já registrado, dizem especialistas

02/01/2007 - 11h18 da Efe, em Londres 

O efeito estufa e o fenômeno climático conhecido como El Niño farão de 2007 o ano mais quente já registrado --com conseqüências para todo o planeta--, afirma o professor Phil Jones, diretor da Unidade de Pesquisa sobre Clima da Universidade de East Anglia, na Inglaterra. Segundo previsões de Jones, publicadas no jornal britânico "The Independent", o ano que acaba de começar será marcado por condições climáticas extremas em todo o mundo, que podem causar secas na Indonésia e inundações na Califórnia (EUA). Para o "Independent", essa advertência evidencia que 2007 será um ano crucial para determinar a resposta que o mundo dará ao aquecimento global e seus efeitos. Segundo o professor, o aquecimento global --que causou degelos no Ártico-- irá piorar com a chegada do El Niño, fenômeno causado pelo aumento das temperaturas médias das águas do oceano Pacífico. Esses fenômenos farão com que 2007 seja mais quente que 1998, até agora o ano em que foram registradas as temperaturas mais altas, acrescenta o jornal. No Reino Unido, dezembro de 2006 foi o mês de inverno mais quente desde 1659. "O fenômeno El Niño faz com que o mundo fique mais quente, e já há uma tendência de aquecimento que, a cada década, aumenta as temperaturas globais entre um e dois décimos de grau centígrado", diz Jones. "Isso pode fazer com que o ano de 2007 seja mais quente que 2006 e pode ser que os próximos 12 meses sejam os mais quentes já registrados", ressalta o professor. Fora de controle Ao mesmo tempo, o cientista americano Jim Hansen, que em 1988 alertou sobre as mudanças climáticas, diz que o aquecimento global pode ficar fora de controle e mudar totalmente o planeta, a menos que medidas sejam tomadas rapidamente para reverter o aumento das emissões de carbono. Também em entrevista ao "Independent", Hansen disse que a mudança climática pode aumentar o nível dos mares e causar a extinção de espécies. Sua opinião é compartilhada pelo assessor científico do governo britânico, David King, que considera "essencial" chegar o mais rápido possível a um acordo sobre as emissões de carbono, consideradas causadoras do efeito estufa. Essas opiniões coincidem com a advertência da Organização Mundial de Meteorologia, organismo da ONU que trata do clima no mundo todo, de que o fenômeno do El Niño já está estabelecido na bacia tropical do Pacífico. Existe o temor de que esse fenômeno cause condições climáticas extremas no continente americano, no Sudeste Asiático e no sul da África, especialmente nos primeiros quatro meses de 2007, ressalta o "Independent". O El Niño tem esse nome porque costuma se formar na época do Natal e ocorre em intervalos de entre dois e sete anos. Entre 1997 e 1998, o fenômeno causou a morte de mais de 2.000 pessoas e danos materiais estimados em US$ 37,7 bilhões em todo o mundo. 


Nota DDP: Que vivemos dias muito mais quentes não há qualquer tipo de dúvida. Quais os efeitos deste aquecimento é que me parece ser o cerne da questão, porque ao mesmo tempo em que os efeitos perceptíveis apontam para a eventual veracidade das previsões mais sombrias que estão a se delinear no horizonte, existem vozes dissonantes neste contexto. Uma coisa me parece estar se concretizando, a conscientização da opinião pública de que serão necesárias medidas extremas para conter esta realidade, seja ela verídica ou criação midiática. Penso que aí podemos ter uma das vertentes a exigir um dia de parada mundial... PS: Interessante a capa da Veja desta semana indicando 7 medidas extremas, não? Mais do mesmo, começa aqui.

quinta-feira, 28 de dezembro de 2006

Egito tem 10ª morte por gripe aviária, 3ª na mesma família

CAIRO - Um oleiro é a décima vítima a morrer de gripe aviária no Egito neste ano, anunciam as autoridades do país. Trata-se do terceiro membro de uma mesma família a sucumbir ao vírus H5N1.

A agência de notícias oficial do Egito, Mena, informa que nota do Ministério da Saúde identifica a vítima como Ridha Abdelhaleem, de 26 anos. Os parentes de Abdelhaleem que morreram da mesma doença viviam junto com ele numa mesma habitação, na província de Gharbiya, ao norte do Cairo, dizem autoridades citadas pela Mena.

Abdelhaleem havia perdido uma irmã de 15 anos e uma prima de 30 para a gripe aviária. Todos estavam internados, depois de terem sido diagnosticados com o vírus H5N1.

A gripe aviária foi detectada no Egito em fevereiro, e se espalhou para pelo menos 19 das 26 províncias do país. Dezoito casos da doença em humanos foram confirmados no país, que se encontra na rota de migração de aves silvestres.

A cepa H5N1 do vírus da gripe aviária já atingiu pelo menos 45 países e causou mais de 150 mortes pelo mundo.

Fonte - Estadão

Mais sobre o assunto, aqui.
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