Um forte terremoto atingiu a região nordeste do Japão nesta quinta-feira, motivando um alerta de tsunami. De acordo com informações do Servço Geológico dos Estados Unidos, o tremor atingiu os 7,1 graus na escala Richter. A agência meteorológica japonesa prevê que as ondas do tsunami, se confirmadas, podem chegar a 1 metro de altura, segundo a AP. A magnitude inicial estimada do tremor era de 7,4 graus na mesma escala.
O tremor ocorreu às 23h32 locais (11h32 pelo horário de Brasília), com epicentro localizado a uma distância de 66 km ao leste da cidade de Sendai. A força do tremor, todavia, repercutiu até a capital Tóquio (a 330km do epicentro), onde prédios teriam tremido por até 1 minuto. A AP também informa que prédios na ilha de Ichinoseki, na costa leste, sofreram abalos e cortes de luz, embora nenhum dano maior tenha sido registrado. Segundo a Reuters, citando a rede japonesa NHK, a população da região está sendo orientada a evacuar para locais elevados.
A área afetada pelo tremor desta quinta-feira - entre a qual a província de Miyagi - é a mesma que foi devastada há quase um mês, quando um terremoto de 9 graus provocou um tsunami que devastou a região nordeste nipônica. Diversas regiões que se encontram em pleno trabalho de reconstrução poderiam ser atingidas no caso de uma nova onda. O Japão vem sendo alvo quase diário de tremores, mas poucos atingiram a magnitude do de hoje.
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Fonte - Terra
quinta-feira, 7 de abril de 2011
quarta-feira, 6 de abril de 2011
Igreja Católica quer "reconquistar" o domingo
Não é de hoje que temos chamado atenção para o fato de que há interesses maiores por trás da ideia de salvar a Terra das consequências nefastas do aquecimento global. A causa é tão boa que une cientistas, ateus, católicos e seguidores de diversas outras correntes religiosas, cristãs ou pagãs. Mas é preciso que se destaque, exagere e divulgue insistentemente que o culpado por tudo isso é o ser humano. Assim, com todo esse medo insuflado nas massas (engenharia social), fica mais fácil convencer a todos de que, se o culpado é o homem, ele também pode fazer algo para tentar reverter o quadro. Uma das iniciativas que está sendo proposta pela Igreja Católica é a observância do domingo como “dia da família”, proposta essa que conta com apoio de vários segmentos da sociedade e tem o aval até mesmo de jornais importantes como o Guardian, que vem promovendo o movimento 10:10, cujo objetivo é fazer do domingo um dia de baixa emissão de carbono – leia-se dia de repouso. Quem ainda duvidava dessa convergência de interesses pode conferir o texto abaixo em destaque num panfleto que está sendo distribuído por uma paróquia da minha cidade natal, Criciúma, SC, e que me foi enviado pelo amigo e conterrâneo Willian Bittencourte (clique na imagem para vê-la ampliada).[MB]Assista à palestra “O ECOmenismo e o aquecimento global” (em quatro partes) e clique aqui para ler outras postagens relacionadas ao assunto.
Fonte - Michelson Borges
Nota DDP: Sobre a busca de identidade de vários segmentos sob o manto do "bem comum", ver "Fé e Ciência: «É tempo de caminhar lado a lado para o mesmo bem comum»", bem como a tag Ecumenismo.
Buraco na camada de ozônio atinge nível recorde no Ártico
O buraco na camada de ozônio acima do Ártico chegou a nível recorde segundo informações da Organização Meteorológica Mundial divulgadas nesta terça-feira (5). A diminuição na camada acima da área chegou a 40% durante o inverno no hemisfério norte. O recorde anterior era de 30%.
Para a OMM, substâncias que destroem a camada de ozônio continuam a ser emitidas como o clorofluorcarbonetos (CFCs) - lançados na atmosfesta por extintores de incêndio, sprays e refrigeradores. Apesar de recorde, o número já era esperado pelos especialistas do órgão ligado às Nações Unidas (ONU).
A perda de ozônio na atmosfera também acontece sobre a região da Antártida. Mas segundo a OMM, os danos na região polar do hemisfério sul estão diminuindo com o tempo, com a recuperação da camada no local.
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Fonte - G1
segunda-feira, 4 de abril de 2011
Jerusalém: Líderes cristãos e judaicos querem «curar» mundo em crise
Representantes do Grão Rabinato de Israel e da Santa Sé falaram sobre o «desafio da fé e da liderança religiosa numa sociedade secular»
Cidade do Vaticano, 01 abr 2011 (Ecclesia) – Líderes cristãos e judeus consideram que é preciso “curar” uma sociedade moderna “desprovida de sentido de pertença, propósito e significado”.
Num comunicado publicado hoje pela Sala de Imprensa do Vaticano, a Comissão Bilateral que conta com representantes do Grão Rabinato de Israel e da Santa Sé refere que “a sociedade secular moderna trouxe muitos benefícios” mas “o consumismo desenfreado e uma ideologia niilista com um foco exagerado no indivíduo, à custa do sentido coletivo, levaram a uma crise moral”.
Essa “emancipação” do indivíduo levou a que, “ao longo do último século, tenhamos assistido a episódios de violência e barbárie sem precedentes”, apontam ainda aqueles responsáveis.
Perante este quadro, os responsáveis cristãos e judaicos pretendem, “de acordo com as suas respetivas tradições”, transmitir à sociedade “esperança e orientação moral”, relevando a importância da oração, “como expressão de uma consciência de Deus” e também como “meio de afirmar essa consciência e os imperativos morais que a acompanham”.
Com o objetivo de contribuírem para “a cura do mundo”, os líderes religiosos convidam as suas comunidades a “darem testemunho de Deus” e a reforçarem a sua aposta na educação dos jovens e no auxílio aos mais desfavorecidos.
O “compromisso religioso” deve concretizar-se também através de maior ligação com os meios de comunicação social e com as instituições de direito civil, fomentando a paz e a justiça.
A Comissão Bilateral da delegação do Grão Rabinato de Israel e do Comité para as Relações Religiosas da Santa Sé com o Judaísmo esteve reunida pela 10ª vez, entre 29 e 31 de março, na Fundação Konrad Adenauer, em Jerusalém.
O tema principal do encontro foi precisamente “O desafio da fé e da liderança religiosa numa sociedade secular”.
Fonte - Ecclesia
Nota DDP: Veja também "Vaticano: Cristãos e budistas devem «trabalhar juntos pelo bem comum»"e "Judeus e católicos esperam assinatura dos Acordos Santa Sé-Israel".
Cidade do Vaticano, 01 abr 2011 (Ecclesia) – Líderes cristãos e judeus consideram que é preciso “curar” uma sociedade moderna “desprovida de sentido de pertença, propósito e significado”.
Num comunicado publicado hoje pela Sala de Imprensa do Vaticano, a Comissão Bilateral que conta com representantes do Grão Rabinato de Israel e da Santa Sé refere que “a sociedade secular moderna trouxe muitos benefícios” mas “o consumismo desenfreado e uma ideologia niilista com um foco exagerado no indivíduo, à custa do sentido coletivo, levaram a uma crise moral”.
Essa “emancipação” do indivíduo levou a que, “ao longo do último século, tenhamos assistido a episódios de violência e barbárie sem precedentes”, apontam ainda aqueles responsáveis.
Perante este quadro, os responsáveis cristãos e judaicos pretendem, “de acordo com as suas respetivas tradições”, transmitir à sociedade “esperança e orientação moral”, relevando a importância da oração, “como expressão de uma consciência de Deus” e também como “meio de afirmar essa consciência e os imperativos morais que a acompanham”.
Com o objetivo de contribuírem para “a cura do mundo”, os líderes religiosos convidam as suas comunidades a “darem testemunho de Deus” e a reforçarem a sua aposta na educação dos jovens e no auxílio aos mais desfavorecidos.
O “compromisso religioso” deve concretizar-se também através de maior ligação com os meios de comunicação social e com as instituições de direito civil, fomentando a paz e a justiça.
A Comissão Bilateral da delegação do Grão Rabinato de Israel e do Comité para as Relações Religiosas da Santa Sé com o Judaísmo esteve reunida pela 10ª vez, entre 29 e 31 de março, na Fundação Konrad Adenauer, em Jerusalém.
O tema principal do encontro foi precisamente “O desafio da fé e da liderança religiosa numa sociedade secular”.
Fonte - Ecclesia
Nota DDP: Veja também "Vaticano: Cristãos e budistas devem «trabalhar juntos pelo bem comum»"e "Judeus e católicos esperam assinatura dos Acordos Santa Sé-Israel".
sexta-feira, 1 de abril de 2011
Pedra maia fala da chegada do “senhor dos céus”
A pedra do calendário maia que foi interpretada erroneamente como um anúncio do fim do mundo marcado para dezembro de 2012 foi apresentada na terça-feira em Tabasco, sudeste do México. A peça é formada de pedra calcária e esculpida com martelo e cinzel, e está incompleta. “No pouco que podemos apreciá-la, em nenhum de seus lados diz que em 2012 o mundo vai acabar”, enfatizou José Luis Romero, subdiretor do Instituto Nacional de Antropologia e História. Na pedra está escrita a data de 23 de dezembro de 2012, o que provocou rumores de que os maias teriam previsto o fim do mundo para esse dia. Até uma produção hollywoodiana, “2012”, foi lançada apresentando esse cenário de Apocalipse. “No pouco que se pode ler, os maias se referem à chegada de um senhor dos céus, coincidindo com o encerramento de um ciclo numérico”, afirmou Romero. A data gravada em pedra se refere ao Bactum XIII, que significa o início de uma nova era, insistiu Romero.(Jornal do Brasil)
Nota DDP: A Bíblia impede expressamente a marcação de qualquer tipo de data para o reaparecimento do Messias, pelo que me inclino a considerar, mediante o tema da notícia supra, com esta se relaciona com as contrafações que os últimos dias reservam, motivo pelo qual não seria impossível de se admirir, por mera hipótese, que satanás pudesse, ele mesmo, antecipar o dia de seu aparecimento como "senhor dos céus":
Terríveis cenas de caráter sobrenatural logo se manifestarão nos céus, como indício do poder dos demônios, operadores de prodígios. Os espíritos diabólicos sairão aos reis da Terra e ao mundo inteiro, para segurá-los no engano, e forçá-los a se unirem a Satanás em sua última luta contra o governo do Céu. Mediante estes agentes, serão enganados tanto governantes como súditos. Levantar-se-ão pessoas pretendendo ser o próprio Cristo e reclamando o título e culto que pertencem ao Redentor do mundo. Efetuarão maravilhosos prodígios de cura, afirmando terem recebido do Céu revelações que contradizem o testemunho das Escrituras.
Como ato culminante no grande drama do engano, o próprio Satanás personificará Cristo. A igreja tem há muito tempo professado considerar o advento do Salvador como a realização de suas esperanças. Assim, o grande enganador fará parecer que Cristo veio. Em várias partes da Terra, Satanás se manifestará entre os homens como um ser majestoso, com brilho deslumbrante, assemelhando-se à descrição do Filho de Deus dada por João no Apocalipse (cap. 1:13-15). A glória que o cerca não é excedida por coisa alguma que os olhos mortais já tenham contemplado. Ressoa nos ares a aclamação de triunfo: "Cristo veio! Cristo veio! O povo se prostra em adoração diante dele, enquanto este ergue as mãos e sobre eles pronuncia uma bênção, assim como Cristo abençoava Seus discípulos quando aqui na Terra esteve. Sua voz é meiga e branda, cheia de melodia. Em tom manso e compassivo apresenta algumas das mesmas verdades celestiais e cheias de graça que o Salvador proferia; cura as moléstias do povo, e então, em seu pretenso caráter de Cristo, alega ter mudado o sábado para o domingo, ordenando a todos que santifiquem o dia que ele abençoou. Declara que aqueles que persistem em santificar o sétimo dia estão blasfemando de Seu nome, pela recusa de ouvirem Seus anjos à eles enviados com a luz e a verdade. É este o poderoso engano, quase invencível. (O Grande Conflito, pg. 624)
Sobre a expectativa da chegada de "alguém", tão propalada por diversos segmentos religiosos, veja "Vídeo iraniano afirma que o Mahdi está próximo".
O futuro promete
A história muda quando ninguém repara. Poderia ser um aforismo. Ou a lei científica que Marx (1818-1883) não profetizou. Quem diria que uma mera questão fiscal levaria as colônias americanas a lutarem pela independência contra a Inglaterra do século 18? E quem diria que um gesto de autoimolação na Tunísia daria início às “revoltas árabes” do século 21? Repito: a história muda quando ninguém repara. Domingo passado, a Europa teve duas eleições “menores”: na Alemanha, eleições regionais; na França, eleições locais. E os resultados das duas são um bom presságio sobre o futuro da Europa. Futuro próximo, não distante. Na Alemanha, os democratas-cristãos de Angela Merkel perderam a riquíssima região de Baden-Württemberg para os verdes e sociais-democratas. Isso não é uma derrota. É uma hecatombe: os democratas-cristãos governavam o reduto há seis décadas. Causa principal do “débâcle”? Sim, os alemães não ficaram convencidos com a inusitada postura antienergia nuclear de Merkel, um oportunismo eleitoralista depois da tragédia japonesa. Mas o problema é mais fundo e lida com a forma como a Sra. Merkel tem socorrido, timidamente que seja, os países endividados da periferia da Europa. Os eleitores alemães não querem pagar as contas de estranhos. Esperam-se mudanças drásticas da chanceler alemã.
Na França, nas eleições locais, a Frente Nacional consegue um terceiro lugar honroso. E as pesquisas avisam que Marine Le Pen, líder do partido e filha de Jean-Marie Le Pen, poderia ter mais votos do que Nicolas Sarkozy na eleição presidencial. Espanto? Nenhum. Lembro que, nas presidenciais de 2002, Le Pen já disputara um segundo turno com Jacques Chirac. Foi um aviso. Agora, chegou a confirmação: a extrema-direita francesa cavalga a onda xenófoba (leia-se: anti-islâmica) e os franceses gostam disso.
Duas eleições, dois sinais: a Europa de hoje tem problemas sérios. O primeiro é a crise dos países endividados que pode destroçar o euro e a própria União Europeia. O segundo é o crescimento da xenofobia anti-islâmica. Poderá o fascismo regressar à Europa? Ian Kershaw diz que não. Kershaw, historiador incontornável do nazismo, escreveu recentemente na revista The National Interest que a Europa de 2011 não tem os problemas da Europa da década de 1930.
Nesses tempos sombrios, os europeus viviam com a herança da Primeira Guerra Mundial (1914-1918), um conflito que dizimara 10 milhões de vidas e, com elas, a própria confiança no ideal democrático. Se juntarmos a isso a revolução bolchevique de 1917, que aterrorizou os Estados com a “ameaça vermelha”, e a grande depressão iniciada em 1929, vemos um mundo pronto para o massacre. Em 2011, o cenário é mais bondoso. Exceto, avisa Kershaw, se duas hipóteses se confirmarem no horizonte.
Para começar, uma nova crise financeira que poderia arrasar de vez com as frágeis economias do continente. A agonia do capitalismo seria também um réquiem pela democracia liberal que lhe é indissociável. E, para acabar, um atentado terrorista com armas de destruição maciça numa qualquer capital europeia, com assinatura de fundamentalistas islâmicos, que faria transbordar a tolerância multiculturalista dos europeus.
Deixemos de lado essa última hipótese. Mais por razões caridosas que realistas: se o Irã atingir capacidade bélica nuclear e se as “revoltas árabes” determinarem o triunfo dos movimentos islamitas radicais, não ponho as mãos no fogo pela segurança da Europa. Mais tangível, porém, é a desagregação do euro e, quem sabe, da União Europeia.
O filme é conhecido: com a crise financeira de 2008, os Estados europeus endividaram-se brutalmente para socorrer suas economias. Alguns voltaram à tona. Outros ficaram no fundo e os pacotes de resgate impostos por Bruxelas e pelo FMI à Grécia e à Irlanda, com Portugal aguardando na fila, prometem mantê-los por lá num ciclo infinito de austeridade econômica e mais endividamento. Haveria forma de sair desse processo? Talvez: se a União Europeia desse um passo em frente e se assumisse como uma real união política e federal, dispondo de mecanismos de transferência financeira entre Estados e emitindo dívida conjunta para os membros do euro.
Mas o eleitorado dos países excedentários do norte, como o da Alemanha, não está disponível para bancar a preguiça e a irresponsabilidade orçamental dos vizinhos do sul. E quem os pode censurar? Eu, não. E desconfio que a Sra. Merkel, daqui para a frente, será da mesma opinião. O futuro promete.
(João Pereira Coutinho, Folha de S. Paulo, 29 de março de 2011)
Nota Michelson Borges: Impressionante é notar como “analistas seculares” estão percebendo coisas que muitos cristãos ignoram. Se isso não são as pedras clamando, o que é, então? Gostei desta frase: “A história muda quando ninguém repara.” Graças a Deus, as profecias nos ajudam não a reparar, mas a antecipar esses fatos. Como escreveu meu amigo Marco Dourado, “parece que o barro dos pés [da estátua de Daniel 2] não vai conseguir sustentar por muito tempo o peso da estátua.” Se o futuro promete? Ô, se promete!
FAO: aquecimento global terá efeitos graves sobre alimentos
Agência da ONU disse que mundo está atualmente preocupado com os impactos mais imediatos do aquecimento global, mas mudanças a longo prazo serão mais profundas e potencialmente desastrosas.
A Organização das Nações Unidas para Agricultura e Alimentação, FAO, alertou, nesta quinta-feira, sobre o que chamou de "potenciais efeitos catastróficos" das mudanças climáticas na produção de alimentos entre 2050 e 2100.
A agência apresentou um documento à Convenção das Nações Unidas sobre Mudanças Climáticas, sugerindo aos governos medidas para evitar que a segurança alimentar seja comprometida.
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Fonte - Radio ONU
A Organização das Nações Unidas para Agricultura e Alimentação, FAO, alertou, nesta quinta-feira, sobre o que chamou de "potenciais efeitos catastróficos" das mudanças climáticas na produção de alimentos entre 2050 e 2100.
A agência apresentou um documento à Convenção das Nações Unidas sobre Mudanças Climáticas, sugerindo aos governos medidas para evitar que a segurança alimentar seja comprometida.
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Fonte - Radio ONU
terça-feira, 29 de março de 2011
Economia em 2020 vai consumir 'duas Terras'
A economia mundial em 2020 consumirá recursos equivalentes aos de dois planetas Terra, segundo alerta o relatório Technology Outlook 2020 (Perspectiva Tecnológica para 2020), desenvolvido pela empresa DNV, especializada em gestão de riscos.
De acordo com a pesquisa, a escassez dos minerais mais raros vai abalar a economia mundial, mas, por outro lado, tal fator acabará estimulando o desenvolvimento de tecnologias renováveis e do setor reciclável. De acordo com o relatório, áreas de grande extensão como a China, Índia, Austrália e o Oriente Médio sofrerão com fortes secas, a fome se expandirá e os níveis dos oceanos continuarão a subir.
Contudo, apesar da projeção catastrófica, o documento também afirma que as indústrias de baixo carbono vão prosperar na próxima década. A União Europeia e a China, por exemplo, usarão fontes renováveis para gerar um quinto da energia que consomem, e cerca de 8% de toda a energia produzida no mundo virá de fontes eólicas.
Um dos problemas estimados pelo estudo diz respeito a transição rumo a tecnologias de baixo carbono, que não seria rápida o suficiente para atingir os grandes cortes nas emissões dos gases-estufa considerados necessários pelos cientistas.
"Nós talvez precisemos que aconteçam alguns eventos perturbadores para garantir que aconteçam as ações necessárias para combater as mudanças climáticas", alertou Elisabeth Harstad, diretora administrativa da divisão de Pesquisa e Inovação da DNV.
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Fonte - Terra
De acordo com a pesquisa, a escassez dos minerais mais raros vai abalar a economia mundial, mas, por outro lado, tal fator acabará estimulando o desenvolvimento de tecnologias renováveis e do setor reciclável. De acordo com o relatório, áreas de grande extensão como a China, Índia, Austrália e o Oriente Médio sofrerão com fortes secas, a fome se expandirá e os níveis dos oceanos continuarão a subir.
Contudo, apesar da projeção catastrófica, o documento também afirma que as indústrias de baixo carbono vão prosperar na próxima década. A União Europeia e a China, por exemplo, usarão fontes renováveis para gerar um quinto da energia que consomem, e cerca de 8% de toda a energia produzida no mundo virá de fontes eólicas.
Um dos problemas estimados pelo estudo diz respeito a transição rumo a tecnologias de baixo carbono, que não seria rápida o suficiente para atingir os grandes cortes nas emissões dos gases-estufa considerados necessários pelos cientistas.
"Nós talvez precisemos que aconteçam alguns eventos perturbadores para garantir que aconteçam as ações necessárias para combater as mudanças climáticas", alertou Elisabeth Harstad, diretora administrativa da divisão de Pesquisa e Inovação da DNV.
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Fonte - Terra
Momento Profético #36
Tenho tido do Senhor grande luz acerca do assunto da reforma de saúde. Não busquei essa luz; não estudei a fim de obtê-la; ela me foi dada pelo Senhor para comunicá-la aos outros. Apresento esses assuntos ao povo, demorando nos princípios gerais, e por vezes, quando me fazem perguntas à mesa a que fui convidada, respondo segundo a verdade. Nunca fiz, porém, um ataque a ninguém quanto à mesa ou a seu conteúdo. Eu não consideraria absolutamente esse proceder cortês ou apropriado.
(Manuscrito 29, 1897)
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