O secretário-geral da ONU, Ban Ki-moon, disse nesta terça-feira (15) que a erradicação da pobreza, a mudança climática e o diálogo entre civilizações centrarão sua reunião na sexta-feira (18) com Bento XVI.
Ban afirmou, durante um encontro com a imprensa, que "tem vontade de se encontrar com o papa durante sua visita à sede das Nações Unidas, para dar prosseguimento às conversas sobre assuntos de interesse comum". "Nos tempos de hoje enfrentamos muitos desafios e precisamos do firme apoio espiritual do papa", indicou.
O responsável da ONU lembrou que na sexta-feira completará um ano da reunião que realizou com o papa na Cidade do Vaticano, poucos meses após assumir o organismo internacional.
Foi nessa ocasião que Bento XVI aceitou o convite feito por Ban, que reiterou o convite que já havia sido feito por seu antecessor, Kofi Annan, para pronunciar um discurso perante a Assembléia Geral do organismo multilateral, no qual o Vaticano tem o estatuto de país observador.
Ao contrário de seus antecessores, Bento XVI não pronunciará o discurso em outubro, quando a Assembléia Geral se reunirá em sua sede de Nova York, devido, segundo o Vaticano, à proximidade das eleições americanas, previstas para o início de novembro.
Discurso sobre a paz
O Vaticano assinalou que Bento XVI aproveitará sua primeira visita às Nações Unidas para promover a paz e os direitos humanos, assim como para acelerar o diálogo entre as diferentes culturas e religiões.
...
Fonte - G1
Nota DDP:
Não se deve perder de vista que o Papa BXVI já assinalou qual seja a solução para alguns destes assuntos que serão tratados na ONU, especialmente nas questões de paz e ecologia: O domingo. Neste contexto outro vetor importante deve ser considerado, também uma prioridades deste pontificado, o ecumenismo. Vivemos a expectativa de vislumbrarmos BXVI pregando de forma explícita, ele já afirmou que foi aos EUA como pregador, a eucaristia, na figura da missa dominical, como solução para muitas das mazelas humanas.
quinta-feira, 17 de abril de 2008
Sinal dos tempos
Reproduzo abaixo uma carta do Presidente Truman ao Papa Pio XII, afim de que se possa comparar, com absoluta certeza a influência da Igreja Romana nos EUA pouco mais de meio século depois. É facil se traçar um paralelo para mais de distintivo, quando o ora Presidente americano se dirige ao atual papa, como "Santo Padre" e "Sua Santidade"...
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CARTA AO PAPA PIO XII
Washington D.C.
Estimado Senhor Pacelli:
Como Batista e como Chefe Executivo da maior e mais poderosa nação do mundo, e na qual todos me chamam simplesmente “Senhor Truman”, eu não posso dirigir-me a você como “Sua Santidade” título que pertence somente a Deus.
Nós, nos Estados Unidos, consideramos a todos os homens como iguais perante Deus e nos dirigimos a eles por seus verdadeiros e próprios nomes. Portanto, eu devo dirigir-me a você simplesmente como “Sr. Pacelli”.
O povo que me elegeu como seu Chefe Executivo, é uma nação democrática, amante da paz. Portanto, meu dever é buscar a cooperação daqueles que tem dado provas de que realmente desejam a paz e trabalham para obtê-la; não daqueles que gritam paz e fomentam a guerra. Eu creio que nem você, nem sua igreja se encontram entre os que verdadeiramente buscam a paz e trabalham por ela.
Em primeiro lugar, os pais fundadores desta grande nação, conhecendo, pela história passada, a natureza de vossa Igreja amante da política e da guerra, assentaram como primeiro princípio de nosso governo, que não se permitiria em nossos assuntos nenhuma intromissão de vossa parte. Eles aprenderam bem esta lição da história Européia; e nós estamos convencidos de que nossa democracia não durará se nós nos enredamos, como o fizeram os governos da Europa, em vossas doutrinas e intrigas políticas.
Tomas Jeferson, uma dos mais sábios deste país, disse isto claramente quando declarou: “A história não nos proporciona nenhum exemplo de algum povo manejado pelos sacerdotes que mantenha um governo civíl livre”. Portanto, é você a última pessoa do mundo que pode instruir-me quanto à maneira de dirigir meu povo pelo caminho da paz.
Alguns quantos feitos podem ajudar a você para refrescar sua memória. Foi vosso predecessor no Vaticano, o Papa Pio XI, o que começou toda a agressão facista mediante os pactos lateranenses com Mussolini em 1929. Esta foi a data na qual a civilização cristã foi sujamente atraiçoada.
Esta foi a data em que começou o horror que tem deixado a Europa e o mundo na triste condição em que o vemos agora. Um notável escritor e historiador em nosso país, Lewis Mumford (que não é comunista, nem odeia os católicos), escreveu o seguinte em seu livro “Faith for Living”, livro que se publicou em 1940. “A traição ao mundo cristão se efetuou claramente em 1929, na Concordata que se efetuou entre Mussolini e o Papa.”
Também nos diz: “Desafortunadamente, os propósitos do facismo estão em profundo conflito com os de uma república livre como o é a dos Estados Unidos. Neste esforço a Igreja Católica...tem sido uma aliada, uma potente aliada, das forças da destruição.”
Nesse mesmo tempo, mui poucos de nós, os que vivemos nos Estados Unidos, conhecíamos a verdadeira natureza do facismo, como você e o Papa Pio XI devem haver conhecido, posto que vocês dois o fomentaram e aliaram vossa igreja com ele. Você mesmo foi especialmente preparado como jovem sacerdote e diplomático da igreja para o propósito específico de ajudar a Alemanha a preparar-se para as duas guerras mundiais.
Você e o Kaiser, desde a Suíça, urdiram intrigas contra os aliados durante a primeira Guerra Mundial. Você esteve doze anos na Alemanha durante a ascenção de Hitler ao poder. Você negociou com ele. Juntamente com o execrável Fritz Von Papen, um duplo papa, ajudou Hitler a subir ao poder e pôs sua assinatura como Eugenio Pacelli juntamente com a de Hitler no Concordato do Vaticano com o Reich de Hitler em 1933. Ninguém crerá que você não sabia bem que Hitler e seus nazis estavam formando um complô contra nós. O próprio biógrafo católico disse de você, que era durante anos “o homem melhor informado do Reich”.
Depois que você e Von Papen assinaram o Concordato que salpicou a Hitler de água benta, e lhe deu o empurrão que necessitava, vosso colega, Von Papen, que a duras penas escapou da forca de Nuremberg, jactou-se da seguinte maneira: “ O terceiro Reich, é o primeiro poder que não somente reconhece, senão que coloca em prática, os altos princípios do papado.”
Vossos cardeais e bispos em Roma abençoaram as armas de guerra contra os indefesos etíopes. Vosso cardeal Shuster, de Milão, proclamou o roubo de Etiópia, como uma cruzada santa “para levar em triunfo a Etiópia à cruz de Cristo”. E todavia chama você a sua Igreja “A igreja de Deus”, e pretende, como conseqüência, que eu, como cabeça de um Estado Civíl, admita a você como superior a mim e ao povo dos Estados Unidos.
Você fala com palavras melosas sobre justiça. Ao mesmo tempo você está chamando com os tambores a outra guerra, ainda mais terrível que as duas últimas, contra a Rússia que nos ajudou a derrotar a Hitler e Mussolini. Você está incitando aos Estados Unidos para que quanto antes vão à guerra contra Rússia, e você usa contra Rússia os mesmos gritos de combate que usaram Hitler e Mussolini para construir seus detestáveis e diabólicos regimes.
Você quer que desperdicemos nosso dinheiro e que enviemos nossos jovens americanos a uma morte horrível sobre os cadáveres de Hitler e Mussolini para terminar a luta que eles começaram com sua ajuda, e a quem nós derrotamos. Sim, os Estados Unidos desejam a paz. De todas as nações somente a nós ficou um pouco de prosperidade e decência.
Somos o baluarte das liberdades democráticas protestantes. Se nós, como Inglaterra protestante, nos debilitamos e perdemos nossa força, vossa “cultura católica” terá uma oportunidade de governar outra vez o mundo. Você facilmente poderá se aliar com a Rússia contra nós se nós perdêssemos ou ficássemos debilitados por uma guerra de tal natureza.
Vosso predecessor, o Papa Pio XI declarou publicamente que ele faria pacto com o “Mesmo Diabo”, se isto conviesse aos interesse de sua Igreja. Portanto, senhor Pacelli, é meu dever, como cabeça deste país predominantemente Protestante, rejeitar suas aventuras a guisa de uma aliança de pacto de paz. “Aqueles que comem no prato que o diabo está comendo devem usar uma colher muito comprida”. Eu continuarei buscando a paz como bom batista, sustentando os retos e honrados princípios protestantes que tem feito grande nossa nação, e trabalhando por eles.
Vosso sinceramente,
Harry S. Truman
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CARTA AO PAPA PIO XII
Washington D.C.
Estimado Senhor Pacelli:
Como Batista e como Chefe Executivo da maior e mais poderosa nação do mundo, e na qual todos me chamam simplesmente “Senhor Truman”, eu não posso dirigir-me a você como “Sua Santidade” título que pertence somente a Deus.
Nós, nos Estados Unidos, consideramos a todos os homens como iguais perante Deus e nos dirigimos a eles por seus verdadeiros e próprios nomes. Portanto, eu devo dirigir-me a você simplesmente como “Sr. Pacelli”.
O povo que me elegeu como seu Chefe Executivo, é uma nação democrática, amante da paz. Portanto, meu dever é buscar a cooperação daqueles que tem dado provas de que realmente desejam a paz e trabalham para obtê-la; não daqueles que gritam paz e fomentam a guerra. Eu creio que nem você, nem sua igreja se encontram entre os que verdadeiramente buscam a paz e trabalham por ela.
Em primeiro lugar, os pais fundadores desta grande nação, conhecendo, pela história passada, a natureza de vossa Igreja amante da política e da guerra, assentaram como primeiro princípio de nosso governo, que não se permitiria em nossos assuntos nenhuma intromissão de vossa parte. Eles aprenderam bem esta lição da história Européia; e nós estamos convencidos de que nossa democracia não durará se nós nos enredamos, como o fizeram os governos da Europa, em vossas doutrinas e intrigas políticas.
Tomas Jeferson, uma dos mais sábios deste país, disse isto claramente quando declarou: “A história não nos proporciona nenhum exemplo de algum povo manejado pelos sacerdotes que mantenha um governo civíl livre”. Portanto, é você a última pessoa do mundo que pode instruir-me quanto à maneira de dirigir meu povo pelo caminho da paz.
Alguns quantos feitos podem ajudar a você para refrescar sua memória. Foi vosso predecessor no Vaticano, o Papa Pio XI, o que começou toda a agressão facista mediante os pactos lateranenses com Mussolini em 1929. Esta foi a data na qual a civilização cristã foi sujamente atraiçoada.
Esta foi a data em que começou o horror que tem deixado a Europa e o mundo na triste condição em que o vemos agora. Um notável escritor e historiador em nosso país, Lewis Mumford (que não é comunista, nem odeia os católicos), escreveu o seguinte em seu livro “Faith for Living”, livro que se publicou em 1940. “A traição ao mundo cristão se efetuou claramente em 1929, na Concordata que se efetuou entre Mussolini e o Papa.”
Também nos diz: “Desafortunadamente, os propósitos do facismo estão em profundo conflito com os de uma república livre como o é a dos Estados Unidos. Neste esforço a Igreja Católica...tem sido uma aliada, uma potente aliada, das forças da destruição.”
Nesse mesmo tempo, mui poucos de nós, os que vivemos nos Estados Unidos, conhecíamos a verdadeira natureza do facismo, como você e o Papa Pio XI devem haver conhecido, posto que vocês dois o fomentaram e aliaram vossa igreja com ele. Você mesmo foi especialmente preparado como jovem sacerdote e diplomático da igreja para o propósito específico de ajudar a Alemanha a preparar-se para as duas guerras mundiais.
Você e o Kaiser, desde a Suíça, urdiram intrigas contra os aliados durante a primeira Guerra Mundial. Você esteve doze anos na Alemanha durante a ascenção de Hitler ao poder. Você negociou com ele. Juntamente com o execrável Fritz Von Papen, um duplo papa, ajudou Hitler a subir ao poder e pôs sua assinatura como Eugenio Pacelli juntamente com a de Hitler no Concordato do Vaticano com o Reich de Hitler em 1933. Ninguém crerá que você não sabia bem que Hitler e seus nazis estavam formando um complô contra nós. O próprio biógrafo católico disse de você, que era durante anos “o homem melhor informado do Reich”.
Depois que você e Von Papen assinaram o Concordato que salpicou a Hitler de água benta, e lhe deu o empurrão que necessitava, vosso colega, Von Papen, que a duras penas escapou da forca de Nuremberg, jactou-se da seguinte maneira: “ O terceiro Reich, é o primeiro poder que não somente reconhece, senão que coloca em prática, os altos princípios do papado.”
Vossos cardeais e bispos em Roma abençoaram as armas de guerra contra os indefesos etíopes. Vosso cardeal Shuster, de Milão, proclamou o roubo de Etiópia, como uma cruzada santa “para levar em triunfo a Etiópia à cruz de Cristo”. E todavia chama você a sua Igreja “A igreja de Deus”, e pretende, como conseqüência, que eu, como cabeça de um Estado Civíl, admita a você como superior a mim e ao povo dos Estados Unidos.
Você fala com palavras melosas sobre justiça. Ao mesmo tempo você está chamando com os tambores a outra guerra, ainda mais terrível que as duas últimas, contra a Rússia que nos ajudou a derrotar a Hitler e Mussolini. Você está incitando aos Estados Unidos para que quanto antes vão à guerra contra Rússia, e você usa contra Rússia os mesmos gritos de combate que usaram Hitler e Mussolini para construir seus detestáveis e diabólicos regimes.
Você quer que desperdicemos nosso dinheiro e que enviemos nossos jovens americanos a uma morte horrível sobre os cadáveres de Hitler e Mussolini para terminar a luta que eles começaram com sua ajuda, e a quem nós derrotamos. Sim, os Estados Unidos desejam a paz. De todas as nações somente a nós ficou um pouco de prosperidade e decência.
Somos o baluarte das liberdades democráticas protestantes. Se nós, como Inglaterra protestante, nos debilitamos e perdemos nossa força, vossa “cultura católica” terá uma oportunidade de governar outra vez o mundo. Você facilmente poderá se aliar com a Rússia contra nós se nós perdêssemos ou ficássemos debilitados por uma guerra de tal natureza.
Vosso predecessor, o Papa Pio XI declarou publicamente que ele faria pacto com o “Mesmo Diabo”, se isto conviesse aos interesse de sua Igreja. Portanto, senhor Pacelli, é meu dever, como cabeça deste país predominantemente Protestante, rejeitar suas aventuras a guisa de uma aliança de pacto de paz. “Aqueles que comem no prato que o diabo está comendo devem usar uma colher muito comprida”. Eu continuarei buscando a paz como bom batista, sustentando os retos e honrados princípios protestantes que tem feito grande nossa nação, e trabalhando por eles.
Vosso sinceramente,
Harry S. Truman
quarta-feira, 16 de abril de 2008
Bush recebe BXVI na Casa Branca

Após quase trinta anos da última e única visita de um papa na Casa Branca, BXVI foi recebido com toda pompa e circunstância possíveis, como antecipadamente anunciadas como características de toda a estada do Pontífice em solo americano.
Mais uma vez o que se percebeu, foi o alinhamento dos discursos entre os dois líderes. Chega a ser impressionante.
Bush ao falar recebeu o convidado chamando-o de "Santo Padre" e afirmando que "mais do que tudo encontrará na América pessoas que estão com os corações abertos para a sua mensagem de esperança", "a América e o mundo necessitam desta mensagem" e, "em um mundo que invoca o nome de Deus para justificar atos de terrorismo, assassinatos e ódio, nós precisamos de sua mensagem de que Deus é amor".
Aproximadamente 13.500 pessoas, inclusive senadores e outras celebridades de Washington encheram South Lawn para a histórica cerimônia. O pontífice foi saudado com trombetas e tiros de canhão, além de contar com um "parabéns a você" pelo público.
O Presidente americano prosseguiu dizendo que "na América encontrará uma nação que bem recebe o papel da religião na vida pública", sendo esta uma nação "ainda guiada pelas antigas e eternas verdades" (WPost) e, "quando nossos pais declararam a independência da nação, eles o fizeram com base nas 'leis naturais, e na essência de Deus'". Disse ainda que "acredita que o amor pela liberdade e a lei moral comum estão escritas no coração humano, e isso constitui a sólida fundação na qual qualquer sociedade livre de sucesso deve ser construída".
Foi muito aplaudido quando afirmou que "em um mundo onde alguns tratam a vida como algo depreciado e descartável, nós precisamos da sua mensagem de que a vida humana é sagrada e cada um de nós amado." Adotou ainda uma frase do próprio Papa, dizendo que precisam da mensagem do pontífice "que rejeita a ditadura do relativismo." Estes últimos termos são considerados como definidores do pontificado de BXVI, seu primeiro argumento, formulado em uma homilia densa que proferiu quando ainda era o Cardeal Joseph Ratzinger, no dia em que seus pares adentraram ao conclave e o elegeram como papa. Ao usar a frase, Bush sinalizou a causa comum à marca de BXVI, qual seja, o conservadorismo religioso.
Reiterando ainda outra importante marca de BXVI, Bush afirmou inicialmente que na América "fé e razão coexistem em harmonia". (WPost)
BXVI por sua parte iniciou dizendo que "veio como um amigo, um pregador do Evangelho e alguém com grande respeito pela sociedade plural americana", adicionando que "a democracia pode apenas florescer, como os pais fundadores da América concluíram, quando líderes políticos e aqueles a quem eles representam, são guiados pela verdade."
Mais, apontou que "desde o amanhacer da república, a busca de liberdade pela América foi guiada pela convicção de que os princípios de governo político e vida social estão intimamente ligados a uma ordem moral baseada na soberania de Deus como Criador". (CNN)
A cerimônia foi uma das mais elaboradas que a Casa Branca jamais conduziu, até mais que a do último ano por ocasião da visita da Rainha da Inglaterra.
Após a cerimônia os dois líderes se recolheram para uma reunião privada.
Existe um vídeo do evento que pode ser acessado no site do Times.
Fonte Principal - The NY Times
Impossível não se notar que Bush ratificou em uma tacada só as duas encíclicas do Papa BXVI, alinhou-se ao mesmo na questão do islão e, que no mais ambos quase que repetiram um o discurso do outro, especialmente na defesa dos fundamentos cristãos da América e da manutenção de seus princípios na Lei Moral Divina, inclusive como solução para as questões de um mundo que "precisa" da fé e da razão em alinhamento.
Se a intenção inicial era produzir a clara troca de aceitação, não há qualquer dúvida de que o objetivo foi cumprido a contento. Para quem esperava que o "desafio" lançado pelo Cardeal americano antes do Papa pousar nas terras do Tio Sam pudesse se desenvolver de alguma forma dissimulada, ficou a certeza que não estamos mais em tempo de recados.
Aliás, não se poderia esperar outra coisa, quando logo na chegada Bush afirmou com todas as letras que "quando olha nos olhos de Bento XVI, vê Deus." (Zenit)
Fica a impressão que falta um sinal (miraculoso) para que a primeira besta seja seguida e a segunda comece a falar efetivamente como um dragão. Isso pode demorar muitos anos, ou acontecer a qualquer momento.
PS: O Pastor Santeli faz um exercício interessante sobre quanto tempo ainda temos no quadro profético em "A imagem da besta", que merece ser lido com atenção, principalmente em sua parte final.
George W. Bush: "O primeiro presidente americano católico"
Um vento católico na Casa Branca
O Washington Post publicou artigo datado de 13 de Abril de 2.008, imediatamente antes portanto da chegada do Papa aos EUA, com relevo nos termos supra identificados. Causa espécie a consideração da questão do "primeiro presidente americano católico", isso em contraste com a recente matéria da Time, que cravou "O Papa americano".
A matéria inicia por informar o interesse do Presidente americano nos escritos do atual Papa, que não é supresa para ninguém, se alinha às suas convicções pessoais ou, ao seu posicionamento filosófico. O artigo segue dizendo que, de direito, JF Kennedy foi o primeiro presidente americano com estas características, no entanto, dado o trato absolutamente laico que o mesmo empreendeu em seu governo, Bush preenche de fato este papel.
Rick Santorum, ex-senador pela Pennsylvania e um devoto católico, que foi o primeiro a dar a Bush o rótulo de "presidente católico", afirma: "Ele é sem dúvida muito mais católico do que Kennedy".
Não se perca de vista, continua o artigo, que muito embora Bush frequente uma Igreja Episcopal, em Washington, pertença a uma igreja metodista do Texas e seja de base política solidamente evangélica, tem se cercado com intelectuais católicos. Estes católicos nos últimos oito anos foram moldando os discursos, políticas e legados futuros de Bush a um grau talvez sem precedentes na história dos EUA.
"Eu costumava dizer que há mais católicos na equipe de escritores dos discursos do Presidente Bush do que em qualquer outra linha de frente da Notre Dame no último meio século", disse o antigo cooperador de Bush - e católico - William McGurn.
Bush também tem colocado católicos em papéis proeminentes do governo federal e baseado-se na tradição católica publicamente para iniciativas relativas à legislação anti-aborto. Tem ainda unido intelectuais católicos com políticos evangélicos para forjar uma poderosa coligação eleitoral.
"Existe uma consciência na Casa Branca que a rica tradição intelectual católica é um recurso para fazer a ligação entre a fé cristã, religiosamente fundamentada em julgamentos morais e políticas públicas", disse Richard John Neuhaus, um padre católico editor da revista Primeira Coisas quem tem servido de tutor de Bush na doutrina social da Igreja há quase uma década.
Ao contrário de Kennedy que trabalhando para distanciar-se da igreja, ao ser nomeado afirmou que sua "religião não era relevante", Bush e sua administração não tiveram qualquer rserva em relação ao catolicismo. Mesmo antes de ser conduzido à Casa Branca, nos idos de 2001, Bush já estava sendo catequisado sobre os ensinamentos sociais da igreja e, pediu inclusive para o conselheiro católico da Casa Branca, Deal Hudson, que seu escritório fosse abençoado por um padre.
"Houve uma grande auto-consciência de que religiosos conservadores tinham trazido Bush a Casa Branca e que [o governo] queria fazer o que tinha sido mandado para fazer", disse Hudson.
Para católicos conservadores, em assuntos de controvérsia moral, o caminho era nomear juízes que acabariam por ilegalizar os temas de seu interessante. Para se ter idéia, Bush tem frequentemente emprestado o mantra de Papa João Paulo II para promover uma "cultura da vida". Muitos católicos próximos a ele acreditam que os cerca de 300 juízes que ele enviou à bancada federal, podem ainda ser o seu maior legado.
Mesmo em assuntos em que Bush não se alinhou com o Vaticano, como a guerra no Iraque, demonstrou especial deferência aos ensinamento católicos. Antes de enviar as tropas americanas, ele se reuniu com as lideranças romanas e justificou seus planos, o que fez com que o representante católico neste contexto afirmasse que Bush "tem travado um diálogo e compartilhado perspectivas com católicos de uma forma que eu acho é bastante única na política americana."
Além disso, pessoas próximas a Bush dizem que ele tem professado não tão secreta admiração pela disciplina da Igreja e está pessoalmente atraído pela amplitude e unidade dos seus ensinamentos. Um padre de Nova Iorque do círculo de amizades do presidente Bush disse que este respeita a forma que o catolicismo começa em sua fundação - com a noção de que o papado é querido por Deus e que o papa é o sucessor de Pedro. "Eu acho que o que o fascina sobre o catolicismo é a sua plausibilidade histórica", disse este sacerdote. Neste contexto Bush percebe o evangelicalismo em patamar inferior ao catolicismo.
Antigo escritor de discursos de Bush, Michael Gerson, outro evangélico com uma afinidade para o ensino católico, diz que a chave para a compreensão da política interna de Bush é vê-la através das lentes de Roma.
Outros vão mais longe. Paul Weyrich, um arquiteto da direita religiosa, detecta em Bush tons do ex-primeiro-ministro britânico Tony Blair, convertido ao catolicismo no ano passado. "Acho que ele é um crente secreto", diz Weyrich de Bush. Da mesma forma, John DiIulio, primeiro diretor de iniciativas baseadas na fé do governo Bush, chamou o presidente de "católico enrustido".
Lembro aos que lerem este texto, em tradução livre, que ele não revela as impressões de um adventista do sétimo dia, mas de um correspondente atrelado a um importante meio midiático americano. Sobre a citação de Blair na parte final do texto, sugiro o post "Blair reivindica papel da religião na solução de problemas mundiais".
O Washington Post publicou artigo datado de 13 de Abril de 2.008, imediatamente antes portanto da chegada do Papa aos EUA, com relevo nos termos supra identificados. Causa espécie a consideração da questão do "primeiro presidente americano católico", isso em contraste com a recente matéria da Time, que cravou "O Papa americano".
A matéria inicia por informar o interesse do Presidente americano nos escritos do atual Papa, que não é supresa para ninguém, se alinha às suas convicções pessoais ou, ao seu posicionamento filosófico. O artigo segue dizendo que, de direito, JF Kennedy foi o primeiro presidente americano com estas características, no entanto, dado o trato absolutamente laico que o mesmo empreendeu em seu governo, Bush preenche de fato este papel.
Rick Santorum, ex-senador pela Pennsylvania e um devoto católico, que foi o primeiro a dar a Bush o rótulo de "presidente católico", afirma: "Ele é sem dúvida muito mais católico do que Kennedy".
Não se perca de vista, continua o artigo, que muito embora Bush frequente uma Igreja Episcopal, em Washington, pertença a uma igreja metodista do Texas e seja de base política solidamente evangélica, tem se cercado com intelectuais católicos. Estes católicos nos últimos oito anos foram moldando os discursos, políticas e legados futuros de Bush a um grau talvez sem precedentes na história dos EUA.
"Eu costumava dizer que há mais católicos na equipe de escritores dos discursos do Presidente Bush do que em qualquer outra linha de frente da Notre Dame no último meio século", disse o antigo cooperador de Bush - e católico - William McGurn.
Bush também tem colocado católicos em papéis proeminentes do governo federal e baseado-se na tradição católica publicamente para iniciativas relativas à legislação anti-aborto. Tem ainda unido intelectuais católicos com políticos evangélicos para forjar uma poderosa coligação eleitoral.
"Existe uma consciência na Casa Branca que a rica tradição intelectual católica é um recurso para fazer a ligação entre a fé cristã, religiosamente fundamentada em julgamentos morais e políticas públicas", disse Richard John Neuhaus, um padre católico editor da revista Primeira Coisas quem tem servido de tutor de Bush na doutrina social da Igreja há quase uma década.
Ao contrário de Kennedy que trabalhando para distanciar-se da igreja, ao ser nomeado afirmou que sua "religião não era relevante", Bush e sua administração não tiveram qualquer rserva em relação ao catolicismo. Mesmo antes de ser conduzido à Casa Branca, nos idos de 2001, Bush já estava sendo catequisado sobre os ensinamentos sociais da igreja e, pediu inclusive para o conselheiro católico da Casa Branca, Deal Hudson, que seu escritório fosse abençoado por um padre.
"Houve uma grande auto-consciência de que religiosos conservadores tinham trazido Bush a Casa Branca e que [o governo] queria fazer o que tinha sido mandado para fazer", disse Hudson.
Para católicos conservadores, em assuntos de controvérsia moral, o caminho era nomear juízes que acabariam por ilegalizar os temas de seu interessante. Para se ter idéia, Bush tem frequentemente emprestado o mantra de Papa João Paulo II para promover uma "cultura da vida". Muitos católicos próximos a ele acreditam que os cerca de 300 juízes que ele enviou à bancada federal, podem ainda ser o seu maior legado.
Mesmo em assuntos em que Bush não se alinhou com o Vaticano, como a guerra no Iraque, demonstrou especial deferência aos ensinamento católicos. Antes de enviar as tropas americanas, ele se reuniu com as lideranças romanas e justificou seus planos, o que fez com que o representante católico neste contexto afirmasse que Bush "tem travado um diálogo e compartilhado perspectivas com católicos de uma forma que eu acho é bastante única na política americana."
Além disso, pessoas próximas a Bush dizem que ele tem professado não tão secreta admiração pela disciplina da Igreja e está pessoalmente atraído pela amplitude e unidade dos seus ensinamentos. Um padre de Nova Iorque do círculo de amizades do presidente Bush disse que este respeita a forma que o catolicismo começa em sua fundação - com a noção de que o papado é querido por Deus e que o papa é o sucessor de Pedro. "Eu acho que o que o fascina sobre o catolicismo é a sua plausibilidade histórica", disse este sacerdote. Neste contexto Bush percebe o evangelicalismo em patamar inferior ao catolicismo.
Antigo escritor de discursos de Bush, Michael Gerson, outro evangélico com uma afinidade para o ensino católico, diz que a chave para a compreensão da política interna de Bush é vê-la através das lentes de Roma.
Outros vão mais longe. Paul Weyrich, um arquiteto da direita religiosa, detecta em Bush tons do ex-primeiro-ministro britânico Tony Blair, convertido ao catolicismo no ano passado. "Acho que ele é um crente secreto", diz Weyrich de Bush. Da mesma forma, John DiIulio, primeiro diretor de iniciativas baseadas na fé do governo Bush, chamou o presidente de "católico enrustido".
Lembro aos que lerem este texto, em tradução livre, que ele não revela as impressões de um adventista do sétimo dia, mas de um correspondente atrelado a um importante meio midiático americano. Sobre a citação de Blair na parte final do texto, sugiro o post "Blair reivindica papel da religião na solução de problemas mundiais".
Sobre as cores da visita

Papa Bento 16 caminha ao lado do presidente dos EUA, George W. Bush, e da primeira-dama, Laura, ao chegar à base aérea Andrews (Foto: 15.abr.08/Matthew Cavanaugh/Efe)
Lembrando um post do Minuto Profético por ocasião da visita de Bush ao Vaticano, de se notar um aspecto interessante dos encontros do Papa com outros líderes mundiais: as cores da indumentária.
O Papa surgiu de branco e o Presidente americano e, inclusive sua família, de negro.
Mais detalhes em "Encontro inédito".
Discurso contra islã radical une Bush e Bento XVI
Apesar de discordarem em aspectos importantes da política internacional - o papa é crítico duro da invasão do Iraque, por exemplo -, Bento 16 e George W. Bush pensam igual no que foi um dos pontos centrais dos dois mandatos do presidente americano e deve ser o do papado atual: o combate ao radicalismo islâmico.
Embora não tenha erguido a bandeira de forma explícita, Bento 16 vem marcando os três anos de seu pontificado por ações planejadas - e de resultados polêmicos - para mostrar o que pensa a respeito do que o ocupante da Casa Branca chama de islamo-fascismo. Foi assim, por exemplo, ao batizar com alarde um conhecido jornalista italiano muçulmano convertido na última Páscoa. Foi assim, também, em um sermão em 2006, na Alemanha, em que citou a frase de um imperador bizantino do século 15 que criticava Maomé por expandir "pela espada" a sua religião. A fala causou protestos no mundo muçulmano e custou a vida de uma freira. Apesar de ter dito não ser "cruzado", Bento 16 entrou na mira do terrorista Osama Bin Laden, que em março o acusou em vídeo de liderar campanha antiislã.
Para George Weigel, o discurso de 2006 pode ser para Bento 16 o equivalente à viagem à Polônia comunista, em 1979, de seu antecessor, João Paulo 2º: a definição da missão de seu papado. "Se vai ser bem-sucedido o corajoso esforço do papa de colocar na agenda a luta pela reforma do islã, só vamos saber em 50 ou 100 anos", disse ele à Folha. "Mas essa conversa tinha de começar em algum momento, e esse papa decidiu que esse momento é agora", afirmou Weigel, um dos mais renomados teólogos católicos americanos. É uma estratégia, sim, concorda Noah Feldman, professor de Direito da Universidade Harvard. "A prática verbal do papa até agora tem sido ocasionalmente, digamos, profundamente negativa sobre aspectos do islã", disse ele em debate no Council on Foreign Relations, em Washington. "Isso lhe trouxe muita oposição dentro do mundo muçulmano, mas tem sido muito bom para ele politicamente na Europa", ansiosa em relação à ascensão dessa religião.
Até sobre o Iraque, as visões não são tão diferentes, defende Weigel. "A Santa Sé e a Casa Branca estão na mesma página quanto ao país hoje, diferente do que houve em 2003", disse o teólogo. "Ambos defendem um país estável e com liberdade religiosa." Outro ponto em comum é a condenação do aborto e da pesquisa com células-tronco.
Fonte: Folha de São Paulo, 16 de abril de 2008.
Fonte - Minuto Profético
Nota DDP:
Muitos discursos têm unido ultimamente Bush e BXVI. Basta olhar o alinhamento acerca da lei moral que ambos defendem e que têm reverberado por ocasião da vista do Papa aos EUA, como visto em "Bush para papa: o mundo precisa de uma lei moral", "Bispo americano espera que Papa lance desafio a políticos" e "Bento XVI aos norte-americanos: Só a Lei de Deus traz paz".
Por outro lado, sobre a questão islâmica, penso que os posts "Papa batiza ex-muçulmano" e "Bil Laden adverte União Européia, EUA e o Papa" consideram alguns outros aspectos que se alinham com as considerações transcritas pelo Minuto Profético.
Por economia, transcrevo a conclusão:
Como já comentado neste blog, absolutamente tudo que sai do Vaticano tem finalidade absolutamente específica. Neste caso, penso, a proeminência do Bispo de Roma e a clara separação entre o "bem e o mal" é o objetivo final desse teatro todo. Seguindo o raciocíncio realizado no post sobre Bin Laden, que abriu este comentário, o Papa está se colocando do lado da União Européia e dos Estados Unidos e deixando do outro lado os "radicais". Neste diapasão é muito factível pensar que uma grande parte do mundo islâmico, tentando fugir desta nominação, entre no jogo do poder que está se caracterizando.
Embora não tenha erguido a bandeira de forma explícita, Bento 16 vem marcando os três anos de seu pontificado por ações planejadas - e de resultados polêmicos - para mostrar o que pensa a respeito do que o ocupante da Casa Branca chama de islamo-fascismo. Foi assim, por exemplo, ao batizar com alarde um conhecido jornalista italiano muçulmano convertido na última Páscoa. Foi assim, também, em um sermão em 2006, na Alemanha, em que citou a frase de um imperador bizantino do século 15 que criticava Maomé por expandir "pela espada" a sua religião. A fala causou protestos no mundo muçulmano e custou a vida de uma freira. Apesar de ter dito não ser "cruzado", Bento 16 entrou na mira do terrorista Osama Bin Laden, que em março o acusou em vídeo de liderar campanha antiislã.
Para George Weigel, o discurso de 2006 pode ser para Bento 16 o equivalente à viagem à Polônia comunista, em 1979, de seu antecessor, João Paulo 2º: a definição da missão de seu papado. "Se vai ser bem-sucedido o corajoso esforço do papa de colocar na agenda a luta pela reforma do islã, só vamos saber em 50 ou 100 anos", disse ele à Folha. "Mas essa conversa tinha de começar em algum momento, e esse papa decidiu que esse momento é agora", afirmou Weigel, um dos mais renomados teólogos católicos americanos. É uma estratégia, sim, concorda Noah Feldman, professor de Direito da Universidade Harvard. "A prática verbal do papa até agora tem sido ocasionalmente, digamos, profundamente negativa sobre aspectos do islã", disse ele em debate no Council on Foreign Relations, em Washington. "Isso lhe trouxe muita oposição dentro do mundo muçulmano, mas tem sido muito bom para ele politicamente na Europa", ansiosa em relação à ascensão dessa religião.
Até sobre o Iraque, as visões não são tão diferentes, defende Weigel. "A Santa Sé e a Casa Branca estão na mesma página quanto ao país hoje, diferente do que houve em 2003", disse o teólogo. "Ambos defendem um país estável e com liberdade religiosa." Outro ponto em comum é a condenação do aborto e da pesquisa com células-tronco.
Fonte: Folha de São Paulo, 16 de abril de 2008.
Fonte - Minuto Profético
Nota DDP:
Muitos discursos têm unido ultimamente Bush e BXVI. Basta olhar o alinhamento acerca da lei moral que ambos defendem e que têm reverberado por ocasião da vista do Papa aos EUA, como visto em "Bush para papa: o mundo precisa de uma lei moral", "Bispo americano espera que Papa lance desafio a políticos" e "Bento XVI aos norte-americanos: Só a Lei de Deus traz paz".
Por outro lado, sobre a questão islâmica, penso que os posts "Papa batiza ex-muçulmano" e "Bil Laden adverte União Européia, EUA e o Papa" consideram alguns outros aspectos que se alinham com as considerações transcritas pelo Minuto Profético.
Por economia, transcrevo a conclusão:
Como já comentado neste blog, absolutamente tudo que sai do Vaticano tem finalidade absolutamente específica. Neste caso, penso, a proeminência do Bispo de Roma e a clara separação entre o "bem e o mal" é o objetivo final desse teatro todo. Seguindo o raciocíncio realizado no post sobre Bin Laden, que abriu este comentário, o Papa está se colocando do lado da União Européia e dos Estados Unidos e deixando do outro lado os "radicais". Neste diapasão é muito factível pensar que uma grande parte do mundo islâmico, tentando fugir desta nominação, entre no jogo do poder que está se caracterizando.
Papa visita EUA e discursará na ONU

Visita histórica
Bento 16 é o terceiro papa a visitar os Estados Unidos, onde os católicos representam 22,6% da população. Antes dele, o papa Paulo 6° esteve em território americano em uma ocasião. João Paulo 2° foi sete vezes ao país.
Bento 16 será recebido com grande pompa pelo presidente americano, George W. Bush nesta terça-feira, no primeiro dia da viagem oficial.
Bush receberá o papa pessoalmente na Base Aérea Andrews. O deslocamento de Bush até à base é uma exceção ao protocolo, já que normalmente o americano recebe os hóspedes apenas na Casa Branca.
"Quero render homenagem às suas convicções", disse Bush, em referência às idéias de Bento 16 sobre o relativismo moral, em entrevista à TV católica americana EWTN.
"Concordo com ele que existe o certo e o errado na vida e que o relativismo moral representa um perigo para uma sociedade baseada na esperança e na liberdade."
Bento 16 vai visitar Washington e Nova York, onde fará um discurso na sede das Nações Unidas e celebrará missa no Marco Zero, local onde ficava o World Trade Center, destruído nos atentados de 11 de setembro de 2001.
Fonte: Portal de Notícias IG
Nota: Sempre que o Papa desce em solo Americano (EUA), muitas especulações surgem sobre sua real missão naquele pais. Com certeza não seria diferente. Durante o período da idade média muitas coisas aconteceram que trouxeram marcas profundas quando havia um encontro ou unificação de poderes terrestres e poderes religiosos, principalmente em se tratando dos maiores poderes.
Toda esta preocupação e atenção aos EUA e ao Papa, se deve ao fato de no livro de Apocalipse capítulo 13 nos apresentar que no futuro grandes mudanças aconteceriam sobre o mundo político e religioso quando esses dois poderes darem mãos para atuarem juntos sobre o planeta. A maior potencia política protestante somando-se ao maior poder religioso católico, que resultaria num poder monopolisado globalmente em pontos comuns. Veja bem, em pontos comuns. Nada é tão comum entre protestantes e católicos do que a santificação ao domingo e a imortalidade da alma. Esses são os pontos comuns em que se fundamentará um bom aperto de mãos entre a grande nação protestante e a grande nação católica. (Explicação bíblica da lei dominical imposta por estes dois poderes)
...
Fonte - Gilberto Theiss
Bento 16 é o terceiro papa a visitar os Estados Unidos, onde os católicos representam 22,6% da população. Antes dele, o papa Paulo 6° esteve em território americano em uma ocasião. João Paulo 2° foi sete vezes ao país.
Bento 16 será recebido com grande pompa pelo presidente americano, George W. Bush nesta terça-feira, no primeiro dia da viagem oficial.
Bush receberá o papa pessoalmente na Base Aérea Andrews. O deslocamento de Bush até à base é uma exceção ao protocolo, já que normalmente o americano recebe os hóspedes apenas na Casa Branca.
"Quero render homenagem às suas convicções", disse Bush, em referência às idéias de Bento 16 sobre o relativismo moral, em entrevista à TV católica americana EWTN.
"Concordo com ele que existe o certo e o errado na vida e que o relativismo moral representa um perigo para uma sociedade baseada na esperança e na liberdade."
Bento 16 vai visitar Washington e Nova York, onde fará um discurso na sede das Nações Unidas e celebrará missa no Marco Zero, local onde ficava o World Trade Center, destruído nos atentados de 11 de setembro de 2001.
Fonte: Portal de Notícias IG
Nota: Sempre que o Papa desce em solo Americano (EUA), muitas especulações surgem sobre sua real missão naquele pais. Com certeza não seria diferente. Durante o período da idade média muitas coisas aconteceram que trouxeram marcas profundas quando havia um encontro ou unificação de poderes terrestres e poderes religiosos, principalmente em se tratando dos maiores poderes.
Toda esta preocupação e atenção aos EUA e ao Papa, se deve ao fato de no livro de Apocalipse capítulo 13 nos apresentar que no futuro grandes mudanças aconteceriam sobre o mundo político e religioso quando esses dois poderes darem mãos para atuarem juntos sobre o planeta. A maior potencia política protestante somando-se ao maior poder religioso católico, que resultaria num poder monopolisado globalmente em pontos comuns. Veja bem, em pontos comuns. Nada é tão comum entre protestantes e católicos do que a santificação ao domingo e a imortalidade da alma. Esses são os pontos comuns em que se fundamentará um bom aperto de mãos entre a grande nação protestante e a grande nação católica. (Explicação bíblica da lei dominical imposta por estes dois poderes)
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Fonte - Gilberto Theiss
As novas "leis azuis"
Os trabalhadores têm o direito a domingos de folga?
Em um recente anúncio noturno, Hillary Clinton prometeu que trabalharia duramente para ajudar os trabalhadores que labutam após horas seguidas. Barack Obama, por sua vez, emitiu um chamado por socorro pelas pessoas que "fazem malabarismos para trabalhar e cuidar dos filhos". O interesse dos candidatos sobre as exigências do emprego vem em uma hora em que os comércios tentam cada vez mais permanecer abertos na maioria das horas do dia, sete dias por semana. Enquanto for mantido o alvoroço de nossos shopping centers, estas rotinas frenéticas igualmente tornam mais difícil para que os trabalhadores consigam a folga de fim de semana para relaxar ou passar o tempo com suas famílias. A crescente correria é devido em parte ao sucesso que os comerciantes têm tido em atacar as leis que melhoram a vida dos trabalhadores - como as leis de fechamento, que exigem muitas lojas fecharem aos domingos ou feriados.
Leis de fechamento soam, sim, como outro nome para "leis azuis" [Blue Laws], as limitações da Era Colonial em nome da moralidade que também fechavam lojas aos domingos (e mesmo proibiam trajes frívolos). Sua finalidade original era incentivar a freqüência à igreja. Por causa desta história, estas leis ainda são freqüentemente reconhecidas como intromissões paternalísticas que impõem uma versão cristã de moralidade. Não ajuda em nada o seu breve ressurgimento durante a abstinente Era da Proibição, cortesia do movimento de temperança. Mas as leis de fechamento têm mudado sua velha roupagem e assumido um novo propósito: proteger os interesses dos trabalhadores que de outra maneira não poderiam confiar em um regular e garantido dia de folga.
[...]
A respeito da objeção que as leis de fechamento violam a separação de igreja e estado, a Suprema Corte manteve em 1961, que a lei de Maryland era constitucional porque tinha assumido um secular propósito protetor dos trabalhadores. É ainda verdadeiro que as leis de fechamento aos domingos podem prejudicar os negócios de judeus e muçulmanos e os consumidores que honram observâncias religiosas de sexta-feira ou de sábado. A conveniência do consumidor é também uma questão. Mas as legislaturas podem enfocar esses interesses ao permitir que as lojas permaneçam abertas no fim de semana - por exemplo, pelo direito aos trabalhadores de pelo menos um dia de folga no fim de semana, e dando aos trabalhadores e comerciantes a discrição para decidir que dia é este. As lojas poderiam contratar mais pessoal ou reduzir horas no fim de semana, mas alguns comércios poderiam ainda permanecer abertos todo o fim de semana.
Ao considerar o futuro das leis de fechamento, as legislaturas necessitam olhar além do ultraje libertário persistentemente usado pelos comerciantes oponentes. De fato, este ultraje não pode significar muito no fim: como um consumidor disse no Boston Globe, em resposta à pressão varejista-conduzida para revogar a lei de fechamento de Ação de Graças de Massachusetts, "Você pode ir às compras na sexta-feira. Tire um dia de folga".
Fonte: Slate
NOTA: Quer seja por razões religiosas, ou seculares, a verdade é que a opinião pública norte-americana está dando sinais de estar pronta para discutir o tema do descanso dominical até as últimas conseqüências (Suprema Corte). Em alguns pontos da matéria até surgem posições aparentemente equilibradas, tentando contemplar todos os interesses dos grupos envolvidos. No entanto, sabemos que, mais cedo, ou mais tarde, a posição religiosa protestante (guarda do domingo) seguirá as pegadas de Roma e forçará uma Lei Dominical. Quer seja com um presidente republicano (apoiado pela direita religiosa - "neocons"), ou com um democrata, parece que chegamos mesmo na reta final da história deste mundo.
Fonte - Minuto Profético
Em um recente anúncio noturno, Hillary Clinton prometeu que trabalharia duramente para ajudar os trabalhadores que labutam após horas seguidas. Barack Obama, por sua vez, emitiu um chamado por socorro pelas pessoas que "fazem malabarismos para trabalhar e cuidar dos filhos". O interesse dos candidatos sobre as exigências do emprego vem em uma hora em que os comércios tentam cada vez mais permanecer abertos na maioria das horas do dia, sete dias por semana. Enquanto for mantido o alvoroço de nossos shopping centers, estas rotinas frenéticas igualmente tornam mais difícil para que os trabalhadores consigam a folga de fim de semana para relaxar ou passar o tempo com suas famílias. A crescente correria é devido em parte ao sucesso que os comerciantes têm tido em atacar as leis que melhoram a vida dos trabalhadores - como as leis de fechamento, que exigem muitas lojas fecharem aos domingos ou feriados.
Leis de fechamento soam, sim, como outro nome para "leis azuis" [Blue Laws], as limitações da Era Colonial em nome da moralidade que também fechavam lojas aos domingos (e mesmo proibiam trajes frívolos). Sua finalidade original era incentivar a freqüência à igreja. Por causa desta história, estas leis ainda são freqüentemente reconhecidas como intromissões paternalísticas que impõem uma versão cristã de moralidade. Não ajuda em nada o seu breve ressurgimento durante a abstinente Era da Proibição, cortesia do movimento de temperança. Mas as leis de fechamento têm mudado sua velha roupagem e assumido um novo propósito: proteger os interesses dos trabalhadores que de outra maneira não poderiam confiar em um regular e garantido dia de folga.
[...]
A respeito da objeção que as leis de fechamento violam a separação de igreja e estado, a Suprema Corte manteve em 1961, que a lei de Maryland era constitucional porque tinha assumido um secular propósito protetor dos trabalhadores. É ainda verdadeiro que as leis de fechamento aos domingos podem prejudicar os negócios de judeus e muçulmanos e os consumidores que honram observâncias religiosas de sexta-feira ou de sábado. A conveniência do consumidor é também uma questão. Mas as legislaturas podem enfocar esses interesses ao permitir que as lojas permaneçam abertas no fim de semana - por exemplo, pelo direito aos trabalhadores de pelo menos um dia de folga no fim de semana, e dando aos trabalhadores e comerciantes a discrição para decidir que dia é este. As lojas poderiam contratar mais pessoal ou reduzir horas no fim de semana, mas alguns comércios poderiam ainda permanecer abertos todo o fim de semana.
Ao considerar o futuro das leis de fechamento, as legislaturas necessitam olhar além do ultraje libertário persistentemente usado pelos comerciantes oponentes. De fato, este ultraje não pode significar muito no fim: como um consumidor disse no Boston Globe, em resposta à pressão varejista-conduzida para revogar a lei de fechamento de Ação de Graças de Massachusetts, "Você pode ir às compras na sexta-feira. Tire um dia de folga".
Fonte: Slate
NOTA: Quer seja por razões religiosas, ou seculares, a verdade é que a opinião pública norte-americana está dando sinais de estar pronta para discutir o tema do descanso dominical até as últimas conseqüências (Suprema Corte). Em alguns pontos da matéria até surgem posições aparentemente equilibradas, tentando contemplar todos os interesses dos grupos envolvidos. No entanto, sabemos que, mais cedo, ou mais tarde, a posição religiosa protestante (guarda do domingo) seguirá as pegadas de Roma e forçará uma Lei Dominical. Quer seja com um presidente republicano (apoiado pela direita religiosa - "neocons"), ou com um democrata, parece que chegamos mesmo na reta final da história deste mundo.
Fonte - Minuto Profético
Bush para papa: o mundo precisa de uma lei moral

O presidente dos EUA, George W. Bush, fará uma cerimônia de boas-vindas regada de elogios e apoio ao papa Bento XVI. O pontífice chegou aos Estados Unidos nesta terça-feira, 15, mas o discurso oficial de boas-vindas acontece na quarta-feira, no que será o último encontro do papa com Bush como presidente. "O presidente Bush vai dizer ao papa que os Estados Unidos e o mundo precisam ouvir sua mensagem, que Deus é amor, que a vida é uma e sagrada e que todos devemos ser guiados por uma lei moral comum", afirmou a porta-voz da Casa Branca, Dana Perino. "Em seu discurso de boas-vindas na Casa Branca, o presidente dirá que os corações do povo americano estão abertos à sua mensagem de esperança", continuou a porta-voz. ...(Estadão)
Em tempo: deu no site da BBC Brasil:
"O presidente americano, George W. Bush, mostrou uma deferência inédita ao papa ao recebê-lo pessoalmente na base militar Andrews, no Estado de Maryland, onde o avião de Bento 16 pousou. Ao longo de todo seu mandato, Bush não foi receber nenhum outro dignatário internacional em suas chegadas aos Estados Unidos."
Nota DDP:
Acerca do ineditismo referendado pela BBC, assinalo que no matinal da Rádio Jovem Pan de São Paulo, o correspondente internacional encarregado da cobertura da visita papal aos EUA foi um pouco mais além, dizendo que a pompa e circunstância que adornam o evento não encontram qualquer referencial histórico, tanto nas visitas de outros papas, quanto na de outros expoentes internacionais, notadamente de representantes de estados, inclusive reis.
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Nota Minuto Profético: Uma salva com 21 tiros, uma recepção para mais de 9 mil pessoas e uma apresentação da soprano Kathleen Battle são alguns dos dos destaques da suntuosa recepção que a Casa Branca destinará ao papa Bento 16 nesta quarta-feira. Será a maior recepção já destinada a um chefe de Estado pelo presidente Bush em todo o seu mandato. A multidão aguardada para o evento superará à daquela que, até então, havia sido a maior recepção já realizada no mandato de Bush, a destinada à rainha Elizabeth 2ª, no ano passado, quando a Casa Branca abrigou 7 mil pessoas... Em uma recente entrevista, Bush frisou que ele e o papa "acreditam que existe o certo e um errado na vida e que o relativismo moral tem o perigo de minar a capacidade de termos sociedades mais esperançosas e livres". (BBC Brasil)
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O presidente dos Estados Unidos, George Bush, disse que, quando olha nos olhos de Bento XVI, vê Deus. (Zenit)
Papa tenta "sarar a ferida"

Deu no Estadão do dia 9/4: "Em sua primeira viagem aos EUA como líder católico, na próxima semana, o papa Bento XVI tentará sanar as feridas deixadas pelo escândalo de abusos sexuais, responsável por abalar a imagem da Igreja Católica naquele país, afirmou a segunda maior autoridade do Vaticano. "O papa falará de uma forma específica a esse respeito", disse o cardeal Tarcisio Bertone, secretário de Estado do Vaticano, em uma entrevista concedida ao canal Fox News e que deve ir ao ar na quarta-feira. "O papa, junto com os padres da Igreja, tentará naturalmente trilhar o caminho rumo à cura e à reconciliação."
O escândalo dos abusos sexuais começou em Boston em 2002, quando se descobriu que dirigentes da Igreja mudaram padres acusados de abusar de crianças para novas paróquias ao invés de destituí-los de sua batina ou denunciá-los à polícia. O escândalo mais tarde ampliou-se para abarcar quase todas as dioceses do país.
Em julho passado, a Arquidiocese de Los Angeles aceitou pagar 660 milhões de dólares para 500 vítimas de abusos sexuais praticados desde os anos 40.
O papa alemão, que deve visitar Washington e Nova York, levantará a questão dos abusos sexuais em um pronunciamento a ser feito na catedral de St. Patrick, no dia 17 de abril, afirmou Bertone. O líder católico permanecerá nos EUA entre os dias 15 e 20 deste mês e deve também discursar na Organização das Nações Unidas (ONU). ...
Nota: Na verdade, a "ferida" que o papa pretende curar é mais profunda que a infligida pelos padres pedófilos. A ferida maior é profética (cf. Apocalipse 13:12) e vem sendo curada num processo que já dura algum tempo e que culminará numa aliança entre o Vaticano e os Estados Unidos. Essa visita de Bento 16 à nação norte-americana (tradicionalmente protestante, mas que se afastou em grande medida dos ideais do protestantismo), sem dúvida, faz parte do panorama profético. Quem viver, verá o desfecho disso.[MB]
O escândalo dos abusos sexuais começou em Boston em 2002, quando se descobriu que dirigentes da Igreja mudaram padres acusados de abusar de crianças para novas paróquias ao invés de destituí-los de sua batina ou denunciá-los à polícia. O escândalo mais tarde ampliou-se para abarcar quase todas as dioceses do país.
Em julho passado, a Arquidiocese de Los Angeles aceitou pagar 660 milhões de dólares para 500 vítimas de abusos sexuais praticados desde os anos 40.
O papa alemão, que deve visitar Washington e Nova York, levantará a questão dos abusos sexuais em um pronunciamento a ser feito na catedral de St. Patrick, no dia 17 de abril, afirmou Bertone. O líder católico permanecerá nos EUA entre os dias 15 e 20 deste mês e deve também discursar na Organização das Nações Unidas (ONU). ...
Nota: Na verdade, a "ferida" que o papa pretende curar é mais profunda que a infligida pelos padres pedófilos. A ferida maior é profética (cf. Apocalipse 13:12) e vem sendo curada num processo que já dura algum tempo e que culminará numa aliança entre o Vaticano e os Estados Unidos. Essa visita de Bento 16 à nação norte-americana (tradicionalmente protestante, mas que se afastou em grande medida dos ideais do protestantismo), sem dúvida, faz parte do panorama profético. Quem viver, verá o desfecho disso.[MB]
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Papa vai aos EUA como o defensor das raízes cristãs do Ocidente
O Papa Bento XVI chega nesta terça-feira aos Estados Unidos para uma viagem de seis dias a Washington e Nova York, durante a qual fará a defesa das raízes cristãs do Ocidente, apesar da indiferença que reina a respeito do assunto na Europa.
A viagem do Papa coincide com seu aniversário de 81 anos, no dia 16, e com o terceiro aniversário de seu pontificado, que se centra na restauração da Igreja católica num mundo globalizado.
"Sei que a mensagem Evangélica está profundamente arraigada nos Estados Unidos", afirmou o Papa em um vídeo enviado há poucos dias ao povo norte-americano.
...
O Papa alemão também lamenta o fato de que a Europa não ouça seus chamados para uma "renovação espiritual e ética baseada nas raízes cristãs", acrescentou o diplomata.
...
Fonte - Último Segundo
Nota DDP:
Reitero os comentários que fiz em "Bento XVI lembra raízes cristãs da Europa", agora com a perspectiva americana neste contexto:
Dois elementos a serem considerados: Primeiro a intenção implícita e ora explícita em seu papel como "novo Bento" (exercer uma influência fundamental no desenvolvimento da civilização e da cultura europeias, bem como ser reconhecido como "patrono da Europa), em segundo lugar a busca também no campo político da unidade, o que demonstra o alinhamento com um governo mundial.
A viagem do Papa coincide com seu aniversário de 81 anos, no dia 16, e com o terceiro aniversário de seu pontificado, que se centra na restauração da Igreja católica num mundo globalizado.
"Sei que a mensagem Evangélica está profundamente arraigada nos Estados Unidos", afirmou o Papa em um vídeo enviado há poucos dias ao povo norte-americano.
...
O Papa alemão também lamenta o fato de que a Europa não ouça seus chamados para uma "renovação espiritual e ética baseada nas raízes cristãs", acrescentou o diplomata.
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Fonte - Último Segundo
Nota DDP:
Reitero os comentários que fiz em "Bento XVI lembra raízes cristãs da Europa", agora com a perspectiva americana neste contexto:
Dois elementos a serem considerados: Primeiro a intenção implícita e ora explícita em seu papel como "novo Bento" (exercer uma influência fundamental no desenvolvimento da civilização e da cultura europeias, bem como ser reconhecido como "patrono da Europa), em segundo lugar a busca também no campo político da unidade, o que demonstra o alinhamento com um governo mundial.
Pregador do Papa: «amor evangélico é o grande ausente das seitas»
Este é o domingo do Bom pastor, mas pelo menos dessa vez não é nele que vamos concentrar a atenção, e sim no seu antagonista. Quem é o personagem definido como «ladrão» e «estranho»? Jesus pensa, em primeiro lugar, nos falsos profetas e nos pseudomessias do seu tempo, que faziam de conta que eram enviados de Deus e libertadores do povo, enquanto, na verdade, não faziam nada além de mandar as pessoas morrerem por eles.
Hoje, esses «estranhos» que não entram pela porta, mas que se introduzem no redil às escondidas, que «roubam» as ovelhas e as «matam», são visionários fanáticos ou astutos aproveitadores que abusam da boa vontade e da ingenuidade das pessoas. Eu me refiro aos fundadores ou chefes de seitas religiosas que estão por aí.
Quando falamos de seitas, no entanto, devemos prestar atenção para não colocar tudo no mesmo nível. Os evangélicos e os pentecostais protestantes, por exemplo, além de grupos isolados, não são seitas. A Igreja Católica mantém com eles, há muito tempo, um diálogo ecumênico no âmbito oficial, algo que jamais faria com as seitas.
...
As verdadeiras seitas são reconhecidas por algumas características. ... Quanto aos métodos, são literalmente «ladrões de ovelhas», no sentido de que tentam por todos os meios arrancar os fiéis da sua Igreja de origem para torná-los adeptos da sua seita.
...
Mais do que propor conteúdos próprios, passam o tempo acusando, polemizando contra a Igreja, Nossa Senhora e em geral tudo o que é católico.
...
E os frutos mais comuns da passagem das seitas são famílias destruídas, fanatismo, expectativas apocalípticas do fim do mundo, regularmente desmentidas pelos fatos.
...
Fonte - Zenit
Nota DDP:
Qualquer semelhança, não é mera coincidência.
Conforme aquele caminho que chamam SEITA, assim sirvo ao Deus de nossos pais, crendo tudo quanto esta escrito na LEI e nos PROFETAS. (Atos 24:14 )
Um amigo do blog subinhou as palavras "ladrão", "roubam" e "ovelhas".
Por que fez isso? Porque repete o mesmo que já ocorreu na história:
eterminando-se Roma a exterminar a odiada seita, uma bula foi promulgada pelo papa, condenando-os como hereges e entregando-os ao morticínio. Não eram acusados como ociosos, desonestos ou desordeiros; mas declarava-se que tinham uma aparência de piedade e santidade que seduzia "as ovelhas do verdadeiro aprisco". Portanto ordenava o papa que "aquela maligna e abominável seita de perversos", caso se recusasse a renunciar, "fosse esmagada como serpentes venenosas". - Wylie. Esperava o altivo potentado ter de responder por estas palavras? Sabia que estavam registradas nos livros do Céu, para lhe serem apresentadas no juízo? "Quando o fizestes a um destes Meus pequeninos irmãos", disse Jesus, "a Mim o fizestes." Mat. 25:40. (O Grande Conflito - Ellen G. White - Pág. 77)
Repetem-se as palavras, em um sinal de que a perseguição pode esta regressando.
Hoje, esses «estranhos» que não entram pela porta, mas que se introduzem no redil às escondidas, que «roubam» as ovelhas e as «matam», são visionários fanáticos ou astutos aproveitadores que abusam da boa vontade e da ingenuidade das pessoas. Eu me refiro aos fundadores ou chefes de seitas religiosas que estão por aí.
Quando falamos de seitas, no entanto, devemos prestar atenção para não colocar tudo no mesmo nível. Os evangélicos e os pentecostais protestantes, por exemplo, além de grupos isolados, não são seitas. A Igreja Católica mantém com eles, há muito tempo, um diálogo ecumênico no âmbito oficial, algo que jamais faria com as seitas.
...
As verdadeiras seitas são reconhecidas por algumas características. ... Quanto aos métodos, são literalmente «ladrões de ovelhas», no sentido de que tentam por todos os meios arrancar os fiéis da sua Igreja de origem para torná-los adeptos da sua seita.
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Mais do que propor conteúdos próprios, passam o tempo acusando, polemizando contra a Igreja, Nossa Senhora e em geral tudo o que é católico.
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E os frutos mais comuns da passagem das seitas são famílias destruídas, fanatismo, expectativas apocalípticas do fim do mundo, regularmente desmentidas pelos fatos.
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Fonte - Zenit
Nota DDP:
Qualquer semelhança, não é mera coincidência.
Conforme aquele caminho que chamam SEITA, assim sirvo ao Deus de nossos pais, crendo tudo quanto esta escrito na LEI e nos PROFETAS. (Atos 24:14 )
Um amigo do blog subinhou as palavras "ladrão", "roubam" e "ovelhas".
Por que fez isso? Porque repete o mesmo que já ocorreu na história:
eterminando-se Roma a exterminar a odiada seita, uma bula foi promulgada pelo papa, condenando-os como hereges e entregando-os ao morticínio. Não eram acusados como ociosos, desonestos ou desordeiros; mas declarava-se que tinham uma aparência de piedade e santidade que seduzia "as ovelhas do verdadeiro aprisco". Portanto ordenava o papa que "aquela maligna e abominável seita de perversos", caso se recusasse a renunciar, "fosse esmagada como serpentes venenosas". - Wylie. Esperava o altivo potentado ter de responder por estas palavras? Sabia que estavam registradas nos livros do Céu, para lhe serem apresentadas no juízo? "Quando o fizestes a um destes Meus pequeninos irmãos", disse Jesus, "a Mim o fizestes." Mat. 25:40. (O Grande Conflito - Ellen G. White - Pág. 77)
Repetem-se as palavras, em um sinal de que a perseguição pode esta regressando.
Kenya se apunta a la ley dominical
Los Adventistas del Séptimo Día en Kenya están criticando una propuesta del gobierno de la semana laboral de seis días, que requeriría al personal civil trabajar en sábado, el día de reposo bíblico para los casi 16 millones de miembros globales de esta denominación.
El Ministro de Estado de Kenya para el servicio público presentaron la propuesta después de que el equipo de gobierno examinase un nuevo modelo de trabajo.
Los líderes de la Iglesia Adventista pidieron al gobierno que suspenda la propuesta, argumentando que requerir a los empleados civiles que trabajen en sábado entraría en conflicto con la garantía constitucional de libertad religiosa.
"A la vez que apreciamos el celo del ministro para dirigir a nuestro país a una economía de 24 horas, opinamos que cualquier movimiento en esa dirección debería ser sensible a los derechos fundamentales dados por Dios a los kenyatas," dijo Paul Muasya, director ejecutivo de la Unión de misiones del África Oriental, en una declaración durante una conferencia de prensa en Nairobi la semana pasada.
Su declaración completa también apareció el 10 de Abril como publicidad en varios periódicos de tirada nacional, incluyendo el Daily Nation y The Standard.Los líderes de la Iglesia Adventista en Kenya dijo que la propuesta podría afectar a un 15% de los empleados civiles del país.
Los representantes de la Union of Kenya Civil Servants dijeron que aceptarían trabajar en sábado si se considerase como horas extraordinarias, según el diario The Nation.
La semana pasada, el diario The Nation informó que el Ministro de Estado para el Servicio Público Asman Kamama dijo que había urgido al personal civil que dejaran de ser "conservadores" y que "abrazasen el cambio".
(Fuente: ANN).
----------
Tras este artículo interesante, veo respondida una pregunta que me he hecho durante bastante tiempo. ¿Cómo es posible que en África se llegue a implantar una ley dominical? Es obvio, quizás el principal motor o motivo sinérgico al religioso en otros países, sea el económico. Aquí hay un claro ejemplo.
Fonte - Cuenta Atras
El Ministro de Estado de Kenya para el servicio público presentaron la propuesta después de que el equipo de gobierno examinase un nuevo modelo de trabajo.
Los líderes de la Iglesia Adventista pidieron al gobierno que suspenda la propuesta, argumentando que requerir a los empleados civiles que trabajen en sábado entraría en conflicto con la garantía constitucional de libertad religiosa.
"A la vez que apreciamos el celo del ministro para dirigir a nuestro país a una economía de 24 horas, opinamos que cualquier movimiento en esa dirección debería ser sensible a los derechos fundamentales dados por Dios a los kenyatas," dijo Paul Muasya, director ejecutivo de la Unión de misiones del África Oriental, en una declaración durante una conferencia de prensa en Nairobi la semana pasada.
Su declaración completa también apareció el 10 de Abril como publicidad en varios periódicos de tirada nacional, incluyendo el Daily Nation y The Standard.Los líderes de la Iglesia Adventista en Kenya dijo que la propuesta podría afectar a un 15% de los empleados civiles del país.
Los representantes de la Union of Kenya Civil Servants dijeron que aceptarían trabajar en sábado si se considerase como horas extraordinarias, según el diario The Nation.
La semana pasada, el diario The Nation informó que el Ministro de Estado para el Servicio Público Asman Kamama dijo que había urgido al personal civil que dejaran de ser "conservadores" y que "abrazasen el cambio".
(Fuente: ANN).
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Tras este artículo interesante, veo respondida una pregunta que me he hecho durante bastante tiempo. ¿Cómo es posible que en África se llegue a implantar una ley dominical? Es obvio, quizás el principal motor o motivo sinérgico al religioso en otros países, sea el económico. Aquí hay un claro ejemplo.
Fonte - Cuenta Atras
sexta-feira, 11 de abril de 2008
Ainda sobre os "movimentos" papais
Tenho tomado com certa surpresa a prevenção de alguns Adventistas do Sétimo Dia em analisarem as últimas incursões papais no tema da moralidade, especialmente em contraste com um evento singular como este que se descortina, qual seja, sua visita em solo americano. Isso sem perder de vista as demais peças do xadrez mundial que temos observado se moverem em nossos dias, tendentes a um fim há muito anunciado.
Ora irmãos, ou cremos que nos foi dada luz diferenciada nos escritos da Sra. White sobre o entendimento dos eventos finais descritos na Bíblia e, que todo alinhamento Vaticano/EUA é digno de ser estudado em suas mais singelas nuances, sem alardes como já defendi aqui em outra oportunidade mas com exercício da razão, ou estamos claudicando no desenvolvimento de nossa missão de Elias em anunciar a verdade para este tempo.
Corremos no zelo excessivo em analisar os fatos, o sério risco de nos enquadrarmos, ipsis literis, na Igreja morna de Laodicéia descrita no Apocalipse que, embora sejamos sabedores de seu lugar no movimento adventista, há de ser por nós afastada de todas as maneiras, porque Deus é absolutamente explítico em dizer o que fará com este tipo de posicionamento.
A verdade nos foi confiada não para "sentarmos" sobre ela e dizermos "estou rico e abastado e não preciso de coisa alguma" (Ap. 3:17), mas para ser solenemente anunciada, porque os tempos em que vivemos, se não são iminentes ao cumprimento da esperança que almejamos ver-se cumprida em sua plenitude - talvez nossos sentidos sejam enebriados muitas vezes pelo desejo que arde em nosso coração neste sentido - certamente é extremamente relevante no cumprimento do quadro profético que vislumbramos, que talvez possa se cumprir somente em cem anos, não sabemos, mas ignorá-lo quando a profecia se cumpre a risca diante de nossos olhos, parece-me, um grande erro.
- Temei a Deus e dai-lhe glória, pois é chegada a hora do seu juízo; e adorai aquele que fez o céu, e a terra, e o mar, e as fontes das águas
- Caiu, caiu a grande Babilônia que tem dado a beber a todas as nações do vinho da fúria da sua prostituição.
- Se alguém adora a besta e a sua imagem e recebe a sua marca na fronte ou sobre a mão, também esse beberá do vinho da cólera de Deus, preparado, sem mistura, do cálice da sua ira, e será atormentado com fogo e enxofre, diante dos santos anjos e na presença do Cordeiro.
Aqui está a perseverança dos santos, os que guardam os mandamentos de Deus e a fé em Jesus. (Ap 14:7-12)
Babilônia está em movimento, onde estão os santos?
Já vi gente comparar esta visita papal aos EUA com a primeira realizada por JPII que também, ao que parece colocou os adventistas em polvorosa, para sustentar suas reservas. Convenhamos, a comparação não se estabelece, os quadros são absolutamente diferentes! Finalizando, transcrevo as palavras do Pr. Santeli, em comentário sobre este ceticismo incompreensível que tem tomado conta do povo do Senhor, neste contexto:
Quando se cumprirá a profecia em que “o protestantismo dará as mãos ao poder romano”?
“Quando nossa nação renunciar aos princípios de seu governo de tal forma que vote uma lei dominical, nesse próprio ato o protestantismo dará a mão ao papado”. Testemunhos para a Igreja, v. 5, p. 712.
Qual é a definição de “Conspiração”?
“1) Ato ou efeito de conspirar; maquinação. 2) Trama ou conluio secreto”. Dicionário Barsa da Língua Portuguesa.
Há, então, alguma descrição profética sobre a crise final como sendo resultado de uma “trama secreta”?
“Aproximamo-nos da mais importante crise que já sobreveio ao mundo... Satanás está preparando para agir secretamente por meio de suas instrumentalidades humanas”. Mensagens Escolhidas, v. 3, p. 414.
NOTA: Já está na hora daqueles que acreditam na Revelação perderem o medo da palavra “conspiração”!!
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Ora irmãos, ou cremos que nos foi dada luz diferenciada nos escritos da Sra. White sobre o entendimento dos eventos finais descritos na Bíblia e, que todo alinhamento Vaticano/EUA é digno de ser estudado em suas mais singelas nuances, sem alardes como já defendi aqui em outra oportunidade mas com exercício da razão, ou estamos claudicando no desenvolvimento de nossa missão de Elias em anunciar a verdade para este tempo.
Corremos no zelo excessivo em analisar os fatos, o sério risco de nos enquadrarmos, ipsis literis, na Igreja morna de Laodicéia descrita no Apocalipse que, embora sejamos sabedores de seu lugar no movimento adventista, há de ser por nós afastada de todas as maneiras, porque Deus é absolutamente explítico em dizer o que fará com este tipo de posicionamento.
A verdade nos foi confiada não para "sentarmos" sobre ela e dizermos "estou rico e abastado e não preciso de coisa alguma" (Ap. 3:17), mas para ser solenemente anunciada, porque os tempos em que vivemos, se não são iminentes ao cumprimento da esperança que almejamos ver-se cumprida em sua plenitude - talvez nossos sentidos sejam enebriados muitas vezes pelo desejo que arde em nosso coração neste sentido - certamente é extremamente relevante no cumprimento do quadro profético que vislumbramos, que talvez possa se cumprir somente em cem anos, não sabemos, mas ignorá-lo quando a profecia se cumpre a risca diante de nossos olhos, parece-me, um grande erro.
- Temei a Deus e dai-lhe glória, pois é chegada a hora do seu juízo; e adorai aquele que fez o céu, e a terra, e o mar, e as fontes das águas
- Caiu, caiu a grande Babilônia que tem dado a beber a todas as nações do vinho da fúria da sua prostituição.
- Se alguém adora a besta e a sua imagem e recebe a sua marca na fronte ou sobre a mão, também esse beberá do vinho da cólera de Deus, preparado, sem mistura, do cálice da sua ira, e será atormentado com fogo e enxofre, diante dos santos anjos e na presença do Cordeiro.
Aqui está a perseverança dos santos, os que guardam os mandamentos de Deus e a fé em Jesus. (Ap 14:7-12)
Babilônia está em movimento, onde estão os santos?
Já vi gente comparar esta visita papal aos EUA com a primeira realizada por JPII que também, ao que parece colocou os adventistas em polvorosa, para sustentar suas reservas. Convenhamos, a comparação não se estabelece, os quadros são absolutamente diferentes! Finalizando, transcrevo as palavras do Pr. Santeli, em comentário sobre este ceticismo incompreensível que tem tomado conta do povo do Senhor, neste contexto:
Quando se cumprirá a profecia em que “o protestantismo dará as mãos ao poder romano”?
“Quando nossa nação renunciar aos princípios de seu governo de tal forma que vote uma lei dominical, nesse próprio ato o protestantismo dará a mão ao papado”. Testemunhos para a Igreja, v. 5, p. 712.
Qual é a definição de “Conspiração”?
“1) Ato ou efeito de conspirar; maquinação. 2) Trama ou conluio secreto”. Dicionário Barsa da Língua Portuguesa.
Há, então, alguma descrição profética sobre a crise final como sendo resultado de uma “trama secreta”?
“Aproximamo-nos da mais importante crise que já sobreveio ao mundo... Satanás está preparando para agir secretamente por meio de suas instrumentalidades humanas”. Mensagens Escolhidas, v. 3, p. 414.
NOTA: Já está na hora daqueles que acreditam na Revelação perderem o medo da palavra “conspiração”!!
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quinta-feira, 10 de abril de 2008
Bispo americano espera que Papa lance desafio a políticos
Sublinha o status único de líder mundial de Bento XVI
ORLANDO, quarta-feira, 9 de abril de 2008 (ZENIT.org).- Quando o «Shepherd One» aterrissar na base Andrews da Força Aérea, dentro de uma semana, Bento XVI desembarcará com uma mensagem para reforçar a fé, a esperança e o amor dos católicos dos Estados Unidos, considera o Bispo Thomas Wenski, de Orlando.
Dom Wenski, presidente da Comissão Episcopal de Política Internacional, analisa em uma coluna publicada em 8 de abril no «Orlando Sentinel», o objetivo prioritário da visita do Papa, que é pastor.
«Ainda que só se deterá em Washington, e Nova York, católicos de todo os Estados Unidos acolherão sua visita – escreve o bispo. Sentimos que ele tem algo a dizer-nos.»
«Não é precisamente outro ator no jogo global do poder político – acrescenta o bispo Wenski. Não é um político, mas o bispo de Roma e o pastor universal da Igreja Católica. Isso não quer dizer que não tenha seu parecer sobre o mundo.»
«Bento XVI falará nas Nações Unidas como um líder religioso, um líder moral, mas excepcionalmente bem informado. E assim como terá algo a dizer aos católicos, terá algo a dizer à ONU e ao mundo.»
Dom Wenski afirma que espera que o Papa «também lance um desafio aos líderes do mundo político».
«Muitas das turbulências no mundo político hoje derivam da separação entre fé e razão e da perda de fé na razão – sublinha. Como João Paulo II antes que ele, ele defenderá a razão. E fazendo isso, este Papa que começou sua carreira como professor, não hesitará em voltar a apresentar aos líderes mundiais a lei moral universal.»
«Esta lei escrita sobre o coração humano e conhecível em todas as partes pela razão humana constitui a ‘gramática’ de diálogo necessário a homens e nações para construir juntos um futuro de esperança», conclui o prelado.
Fonte - Zenit
ORLANDO, quarta-feira, 9 de abril de 2008 (ZENIT.org).- Quando o «Shepherd One» aterrissar na base Andrews da Força Aérea, dentro de uma semana, Bento XVI desembarcará com uma mensagem para reforçar a fé, a esperança e o amor dos católicos dos Estados Unidos, considera o Bispo Thomas Wenski, de Orlando.
Dom Wenski, presidente da Comissão Episcopal de Política Internacional, analisa em uma coluna publicada em 8 de abril no «Orlando Sentinel», o objetivo prioritário da visita do Papa, que é pastor.
«Ainda que só se deterá em Washington, e Nova York, católicos de todo os Estados Unidos acolherão sua visita – escreve o bispo. Sentimos que ele tem algo a dizer-nos.»
«Não é precisamente outro ator no jogo global do poder político – acrescenta o bispo Wenski. Não é um político, mas o bispo de Roma e o pastor universal da Igreja Católica. Isso não quer dizer que não tenha seu parecer sobre o mundo.»
«Bento XVI falará nas Nações Unidas como um líder religioso, um líder moral, mas excepcionalmente bem informado. E assim como terá algo a dizer aos católicos, terá algo a dizer à ONU e ao mundo.»
Dom Wenski afirma que espera que o Papa «também lance um desafio aos líderes do mundo político».
«Muitas das turbulências no mundo político hoje derivam da separação entre fé e razão e da perda de fé na razão – sublinha. Como João Paulo II antes que ele, ele defenderá a razão. E fazendo isso, este Papa que começou sua carreira como professor, não hesitará em voltar a apresentar aos líderes mundiais a lei moral universal.»
«Esta lei escrita sobre o coração humano e conhecível em todas as partes pela razão humana constitui a ‘gramática’ de diálogo necessário a homens e nações para construir juntos um futuro de esperança», conclui o prelado.
Fonte - Zenit
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Nota DDP:
Mais explícito impossível.
"Status de líder mundial", "objetivo prioritário", "algo a dizer dizer-nos", "líder moral"...
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A expectativa é de se falar em Lei Moral de Deus como solução, não somente para os católicos, mas para a ONU e desta para o mundo. Não haveria problema se esta fosse a Lei de Êxodo 20, não a do catecismo, mas a profecia nos adverte sobre como isso se dará, senão agora, em futuro próximo. Aos mais céticos, a discussão em torno do domingo com problemas reais que afligem o globo é questão de tempo. Tudo leva a crer que com os holofotes à sua disposição no mundo inteiro por ocasião de sua visita aos EUA e manifestação em um órgão internacionamente aceito, a oportunidade de falar do tema não será perdida. Aguardemos como eventualmente poderá se dar a consumação do "desafio".
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NOTA Minuto Profético: Tudo sugere que Bento XVI vai mesmo promover a Lei Moral (Dez Mandamentos) para os políticos em pleno solo americano - nada poderia ser mais profético do que isso!!
Madeleine: pais pedem sistema antiseqüestro na UE

Gerry e Kate McCann, pais da menina Madeleine, desaparecida no Algarve (Portugal), em maio de 2007, pediram hoje no Parlamento Europeu a criação de um sistema no continente de alerta para seqüestros de crianças.
Os pais de Madeleine relataram sua experiência aos eurodeputados que estão promovendo uma iniciativa que tem como objetivo alertar forças de segurança, imprensa e órgãos de cidadania no momento em que acontece o desaparecimento da criança, para tentar reduzir o cerco sobre o possível seqüestrador.
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Nota DDP:
É verdade que a notícia discorre sobre o sistema informativo, mas me lembrou um post armazenado neste espaço, reproduzido do Minuto Profético "Controle mundial", especialmente em "3. E, finalmente, usar o “medo” como arma para persuadir aqueles mais resistentes ao uso do microchip implantável. Na Inglaterra, em 2002, houve uma onda “misteriosa” de crianças seqüestradas , e os pais apavorados disseram estar dispostos até mesmo a colocar um microchip em seus filhos para prevenir seqüestros. Depois dos incidentes com as crianças seqüestradas, um especialista em cibernética veio a público apresentar a solução ideal para os pais aflitos. Imagine qual foi..."
Alta no preço de alimentos ameaça segurança global

O subsecretário-geral para Assuntos Humanitários e coordenador da Ajuda de Emergência da ONU, John Holmes, disse na última terça-feira que a alta dos preços pode ameaçar também a estabilidade política mundial.
Holmes disse ainda que o aumento dos preços vai desencadear protestos e tumultos em nações mais vulneráveis. Estes comentários seguiram-se a dois dias de tumultos no Egito causados pela duplicação dos preços dos alimentos básicos no período de um ano, além de protestos em outras partes do mundo.
Os preços de alimentos aumentaram, em média, 40% em todo o mundo desde o último verão do hemisfério norte. Segundo Holmes, a escassez de alimentos e o aumento dos preços dos combustíveis são efeitos do aquecimento global. As alterações climáticas duplicaram o número de desastres naturais de uma média de 200 para 400 por ano nas últimas duas décadas.
Fonte - Opinião e Notícia
Holmes disse ainda que o aumento dos preços vai desencadear protestos e tumultos em nações mais vulneráveis. Estes comentários seguiram-se a dois dias de tumultos no Egito causados pela duplicação dos preços dos alimentos básicos no período de um ano, além de protestos em outras partes do mundo.
Os preços de alimentos aumentaram, em média, 40% em todo o mundo desde o último verão do hemisfério norte. Segundo Holmes, a escassez de alimentos e o aumento dos preços dos combustíveis são efeitos do aquecimento global. As alterações climáticas duplicaram o número de desastres naturais de uma média de 200 para 400 por ano nas últimas duas décadas.
Fonte - Opinião e Notícia
Nota DDP:
Mais em "Crise mundial de alimentos".
Lucas 21:11haverá grandes terremotos, epidemias e fome em vários lugares, coisas espantosas e também grandes sinais do céu.
quarta-feira, 9 de abril de 2008
Bento XVI aos norte-americanos: Só a Lei de Deus traz paz

O papa Bento XVI, em uma mensagem de vídeo aos Estados Unidos, disse que "o mundo mais do que nunca precisa de esperança: esperança de paz, de justiça, de liberdade, mas não poderá realizar esta esperança sem obedecer a lei de Deus". O Pontífice disse que será esta a mensagem que levará durante sua viagem aos Estados Unidos - ele visita Washington e Nova York de 15 a 20 de abril - e, particularmente, em sua intervenção diante das Nações Unidas (ONU). [Grifo acrescentado]
Joseph Ratzinger disse que Cristo fez cumprir a lei de Deus no mandamento "amai-vos uns aos outros". "Façam aos outros o que querem que façam a vocês, não façam o que não querem que lhes façam", afirmou. "Esta regra de ouro se encontra na Bíblia mas vale para tudo, inclusive para os não-crentes", enfatizou.
"É a lei escrita na consciência humana, e sob esta podemos nos encontrar todos, logo, que o encontro das diferenças seja positivo e construtivo para toda a comunidade humana", disse o Papa. Bento XVI disse que realiza sua próxima viagem aos Estados Unidos para levar "uma grande verdade: Jesus Cristo é a esperança para os homens e as mulheres de todas as raças, idiomas, culturas e condições sociais".
"Queridos irmãos e irmãs, amigos que vivem nos Estados Unidos, desejo tanto estar entre vocês! Saibam que, ainda que meu itinerário seja breve e limitado em seus movimentos, meu coração estará próximo a todos, especialmente aos doentes, às crianças e aos abandonados", disse o Pontífice em inglês e, em um parágrafo, em espanhol...
Joseph Ratzinger disse que Cristo fez cumprir a lei de Deus no mandamento "amai-vos uns aos outros". "Façam aos outros o que querem que façam a vocês, não façam o que não querem que lhes façam", afirmou. "Esta regra de ouro se encontra na Bíblia mas vale para tudo, inclusive para os não-crentes", enfatizou.
"É a lei escrita na consciência humana, e sob esta podemos nos encontrar todos, logo, que o encontro das diferenças seja positivo e construtivo para toda a comunidade humana", disse o Papa. Bento XVI disse que realiza sua próxima viagem aos Estados Unidos para levar "uma grande verdade: Jesus Cristo é a esperança para os homens e as mulheres de todas as raças, idiomas, culturas e condições sociais".
"Queridos irmãos e irmãs, amigos que vivem nos Estados Unidos, desejo tanto estar entre vocês! Saibam que, ainda que meu itinerário seja breve e limitado em seus movimentos, meu coração estará próximo a todos, especialmente aos doentes, às crianças e aos abandonados", disse o Pontífice em inglês e, em um parágrafo, em espanhol...
Fonte: ANSA
NOTA: Sou totalmente a favor da Lei de Deus. Porém, discordo frontalmente do bispo de Roma em dois aspectos: Primeiro, que a Lei de Deus a qual traz paz é aquela prescrita em Êxodo 20: 3-17, e não o decálogo adulterado da Igreja Católica que, entre outras coisas, permite a adoração de imagens, e santifica o domingo em lugar do sábado bíblico. Em segundo lugar, essa Lei deve ser promovida pela pregação e o poder do Espírito Santo, NUNCA COM AUXÍLIO DO PODER POLÍTICO (CIVIL), como planeja o Vaticano influenciar os EUA a fazê-lo!! "Esta profecia [Ap 13:11-16] se cumprirá quando aquela nação [EUA] impuser a observância do domingo, que Roma alega ser um reconhecimento especial de sua supremacia... Tanto no Velho como no novo Mundo o papado receberá homenagem pela honra prestada à instituição do domingo, que repousa unicamente na autoridade da Igreja de Roma". O Grande Conflito, p. 579.
Bento XVI lembra raízes cristãs da Europa

Bento XVI lembrou hoje o papel do Cristianismo na construção europeia, com destaque para o impacto do monaquismo medieval na cultura e na vida espiritual europeias.
O Papa falava aos milhares de peregrinos reunidos na Praça de São Pedro para a audiência geral desta semana, dedicada a Bento de Núrsia, o Santo que inspirou a sua escolha de nome para o pontificado.
Referindo-se ao fundador do monaquismo ocidental e pai da família religiosa beneditina, Bento XVI frisou que, desde o início, os mosteiros fundados pelo Santo procuraram ter “uma finalidade pública na vida da Igreja e da sociedade”.
Para o Papa, São Bento “exerceu uma influência fundamental no desenvolvimento da civilização e da cultura europeias”.
Este Santo nasceu em Núrsia (Úmbria, Itália) cerca do ano 480. Estudou em Roma e começou a praticar vida eremítica em Subiaco, onde reuniu um grupo de discípulos, e passou mais tarde para Montecassino. Aí fundou um célebre mosteiro e escreveu a regra, cuja difusão lhe valeu o título de pai do monaquismo ocidental. Morreu no dia 21 de Março de 547.
Em 1964 foi proclamado pelo Papa Paulo VI como patrono da Europa, “reconhecendo o papel do seu ensinamento e dos seus discípulos no desenvolvimento da vida espiritual e cultural” europeias, como frisou Bento XVI.
O actual Papa sublinhou ainda a importância da Regra de vida escrita por São Bento, “que contém indicações úteis não só para os seus monges, mas também para os que procuram orientação no seu caminho para Deus”.
Para Bento XVI, a Europa das duas Guerras Mundiais e da queda das ideologias precisa dos ensinamentos religiosos e morais que emergem das suas raízes cristãs para "encontrar a sua unidade".
“Saída há pouco do século das duas Guerras Mundiais e do esboroar das grandes ideologias – sublinhou – a Europa encontra-se hoje à procura da sua própria identidade. Mas se, para criar uma nova unidade duradoura, são de facto importantes instrumentos políticos, económicos, jurídicos, ocorre também suscitar um renovamento ético e espiritual que inclua as raízes cristãs, caso contrário não se pode reconstruir a Europa”.
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Fonte - Ecclesia
O Papa falava aos milhares de peregrinos reunidos na Praça de São Pedro para a audiência geral desta semana, dedicada a Bento de Núrsia, o Santo que inspirou a sua escolha de nome para o pontificado.
Referindo-se ao fundador do monaquismo ocidental e pai da família religiosa beneditina, Bento XVI frisou que, desde o início, os mosteiros fundados pelo Santo procuraram ter “uma finalidade pública na vida da Igreja e da sociedade”.
Para o Papa, São Bento “exerceu uma influência fundamental no desenvolvimento da civilização e da cultura europeias”.
Este Santo nasceu em Núrsia (Úmbria, Itália) cerca do ano 480. Estudou em Roma e começou a praticar vida eremítica em Subiaco, onde reuniu um grupo de discípulos, e passou mais tarde para Montecassino. Aí fundou um célebre mosteiro e escreveu a regra, cuja difusão lhe valeu o título de pai do monaquismo ocidental. Morreu no dia 21 de Março de 547.
Em 1964 foi proclamado pelo Papa Paulo VI como patrono da Europa, “reconhecendo o papel do seu ensinamento e dos seus discípulos no desenvolvimento da vida espiritual e cultural” europeias, como frisou Bento XVI.
O actual Papa sublinhou ainda a importância da Regra de vida escrita por São Bento, “que contém indicações úteis não só para os seus monges, mas também para os que procuram orientação no seu caminho para Deus”.
Para Bento XVI, a Europa das duas Guerras Mundiais e da queda das ideologias precisa dos ensinamentos religiosos e morais que emergem das suas raízes cristãs para "encontrar a sua unidade".
“Saída há pouco do século das duas Guerras Mundiais e do esboroar das grandes ideologias – sublinhou – a Europa encontra-se hoje à procura da sua própria identidade. Mas se, para criar uma nova unidade duradoura, são de facto importantes instrumentos políticos, económicos, jurídicos, ocorre também suscitar um renovamento ético e espiritual que inclua as raízes cristãs, caso contrário não se pode reconstruir a Europa”.
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Fonte - Ecclesia
Nota DDP:
Dois elementos a serem considerados: Primeiro a intenção implícita e ora explícita em seu papel como "novo Bento" (exercer uma influência fundamental no desenvolvimento da civilização e da cultura europeias, bem como ser reconhecido como "patrono da Europa), em segundo lugar a busca também no campo político da unidade, o que demonstra o alinhamento com um governo mundial.
Repaso de terremotos

Hagamos un repaso de los terremotos ocurridos recientemente y que no han aparecido en todos los medios, o de forma soslayada. Dejamos fuera de recuento los inferiores a 6 grados en la escala de Richter.
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20 de Febrero de 2008:
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1. Terremoto en el Norte de Sumatra (provincia de Aceh) de 7,5 grados en la escala Richter con tres muertos y 25 heridos en la misma zona que ocurrió el Tsunami en el 2004. (Fuente: Diario de Cuyo)
2. Terremoto en Grecia de 6.1 grados en la escala de Richter, sin víctimas, con epicentro a 200 Km al sureste de Atenas (Fuente: Terra Ciencia )
.21 de Febrero de 2008:
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1. Terremoto de 6,3 grados en Nevada, USA a 244 Km de Salt Lake City (Fuente: Terra Ciencia)
2. Potente Sismo en el archipiélago Noruego de Svalbard de 6,2 grados en la escala abierta de Richter. “Es el mayor terremoto que se haya registrado en Noruega” (Fuente: Los Tiempos.com)
3. Sumatra, nuevo terremoto donde hace dos días ocurrió el de 7,5 grados con tres muertos. Esta vez, es de 6,1 grados en la escala de Richter con epicentro a 152 Km al suroeste de Padang (Fuente: Terra)
.23 de Febrero de 2008:
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1. Terremoto sacude las islas Sandwich del Sur (Gran Bretaña) Un fuerte sismo de 6,8 grados en la escala de magnitud sacudió el sábado a las islas Sandwich del Sur (Atlántico sur), anunció el Instituto Geofísico de Estados Unidos. El sismo tuvo lugar a las 15H57 GMT a unos 226 km este-sudeste de la isla Visokoi (islas Sandwich del Sur), o 2.270 km este-sudeste de Stanley (Islas Malvinas). (Fuente: La Prensa)
.24 de Febrero de 2008:
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1. Un seísmo de magnitud 6,6 sacudió el domingo Indonesia, informó el Servicio Geológico de Estados Unidos (USGS, por sus siglas en inglés). El temblor, que ocurrió a las 14:46 GMT, se registró 182 kilómetros al suroeste de Padang, en la isla indonesia de Sumatra, informó el USGS. (Fuente: Swissinfo)
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25 de Febrero de 2008:
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1. Un terremoto de 7,2 grados de magnitud en la escala de Richter sacudió el día 25 la provincia indonesia de Bengkulu, al oeste de la costa de Sumatra, provocando la declaración de una alerta de tsunami a cargo de la agencia de meteorología geofícica. El seísmo tuvo lugar a las 15:36 hora de Yakarta (0836GMT), con su epicentro localicado a 165 kilómetros al suroeste de la ciudad de Muko Muko y a 10 kilómetros de profundidad, según reveló un funcionario de la agencia. (Fuente: People Daily)
.26 de Febrero de 2008:
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1. Un terremoto de 5,8 grados en la escala de Richter sacudió hoy a las 02:24 horas (18:24 GMT de ayer) la parte meridional de la isla de Sumatra, en Indonesia, según el Observatorio de Hong Kong. El epicentro fue localizado a 3,8 grados de latitud sur y 101,0 grados de longitud este, a unos 330 kilómetros al suroeste de la ciudad de Padang, en Indonesia. (Fuente: Xinhuanet)
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3 de Marzo de 2008:
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1. Un terremoto de 6,3 grados de magnitud en la escala abierta de Richter sacudió hoy la provincia indonesia de Sumatra Occidental, según anunció la Agencia de Meteorología y Geofísica del país. En declaraciones pronunciadas a Xinhua, Ali Imron, de la mencionada agencia, precisó que el temblor ocurrió sobre las 09:37 de la mañana, hora de Yakarta (0237 GMT), y su epicentro se localizó a 157 kilómetros al suroeste de la localidad de Painan, en la provincia de Sumatra Occidental, y a 34 kilómetros por debajo del lecho marítimo. (Fuente: Xinhuanet)
2. Un fuerte sismo de magnitud 6,9 fue registrado el lunes por la noche al este de las Filipinas, a unos 200 kilómetro de la costa, informaron los servicios de detección de terremotos. El temblor fue detectado a las 22H11 (14H11 GMT), a 210 km al este de la ciudad de Legaspi y a una profundidad de 24 km, según las mediciones del servicio de Vigilancia Geológica de Estados Unidos (USGS). (Fuente: El Nuevo Diario)
.7 de Marzo de 2008:
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1. Un movimiento telúrico de 6,5 grados en la escala de Ritcher sacudió el sudoeste de la isla de Indonesia. Un terremoto de magnitud 6,5 sacudió el sudoeste de Sumatra, en Indonesia, según reportó el domingo el Servicio Geológico de Estados Unidos. El USGS precisó que el sismo, con una profundidad de 21,7 millas (35 kilómetros), tuvo su epicentro localizado a 91 millas (146,4 kilómetros) al sudoeste de Padang, en Sumatra. (Fuente: InfoBae)
2. Un terremoto de 6.9 puntos de magnitud sacudió hoy la base oceánica al este de las Islas Filipinas, informó el Instituto Geológico de Estados Unidos. El sismo ocurrió a las 15.11 GMT y su epicentro se localizó a 175 kilómetros al este de Pandan, un municipio de la provincia de Catanduanes, a una profundidad de 24 kilómetros. (Fuente: El Universal)
.12 de Marzo de 2008:
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1. Seísmo de 6,5 grados sacude Vanuatu y otras islas del Pacífico Sur. Un terremoto de 6,5 grados en la escala Richter sacudió hoy la isla de Vanuatu y otras vecinas del Pacífico Sur, sin que las autoridades hayan informado sobre víctimas o daños materiales. El Servicio Geológico de Estados Unidos, que vigila la actividad sísmica mundial, indicó que el epicentro del terremoto fue localizado a 20 kilómetros de profundidad, a 121 kilómetros al sur de la isla de Santo y a 169 kilómetros al noroeste de Port Vila, la capital de Vanuatu. (Fuente: Terra)
.15 de Marzo de 2008:
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1. Un terremoto con una magnitud preliminar de 6,3 grados en la escala de Richter sacudió ayer las islas al sur de Tokio y aunque por el momento se desconoce si hay víctimas o daños importantes, no hay peligro de tsunami. El seísmo ocurrió cerca de Chichijima sobre las 7:32 de la mañana (las 11:32 de la noche de ayer). indicó la Agencia Meteorológica de Japón en su portal web. Chichijima, que significa la isla del padre, es un enclave famoso en el avistamiento de ballenas y es el hogar de cerca de 2.000 personas. (Fuente: Europa Press)
.21 de Marzo de 2008:
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1. Un terremoto de 7,3 grados y cuatro réplicas de más de 5 grados se registraron en la madrugada de este viernes en la región noroccidental china de Xinjiang, sin que haya información por el momento de víctimas, informó la Red Sismológica China. El primer temblor, de 7,3 grados en la escala de Richter, se registró a las 06.33 hora local (22.33 GMT del jueves) en la región de Kunlun, y su epicentro se situó a 35,6 grados de latitud norte y 81,6 grados de longitud este. (Fuente: El Mundo ). Finalmente se reportó unas 2.200 viviendas destruidas o con desperfectos (Fuente: Union Radio).
.No quisiera dejar sin mencionar las "Predicciones para este año 2008” por parte de geólogos y científicos:
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“San Francisco debe prepararse para un gran terremoto”.
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Esta es la conclusión de un reciente estudio que revisa al alza las previsiones anteriores y concluye que un temblor de magnitud 7 de la falla de Hayward dejaría daños por valor de 165.000 millones de dólares y pérdidas económicas de más de 1,5 billones de dólares. Eso sin contar con el coste de vidas humanas y suponiendo que no se produzcan incendios tras el temblor, como ocurrió tras el gran terremoto de 1906 (debido a la falla de San Andrés), cuando el fuego redujo a cenizas barrios enteros de la ciudad del Golden Gate.
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La falla de Hayward atraviesa la margen derecha de la bahía de San Francisco y a lo largo de ella se han producido grandes terremotos más o menos cada 140 años. El 140 aniversario del último gran temblor, que se cobró 30 vidas y causó 350.000 dólares de la época en daños materiales, se cumple el próximo 21 de octubre. David Schwartz, científico del Instituto Geológico de EEUU (USGS por sus siglas en inglés) dijo a Efe que 'no podemos saber cuándo se producirá exactamente el próximo gran terremoto, pero es seguro que va a pasar'. 'Podría ocurrir en cualquier momento', señaló Schwartz y añadió que, no obstante, pese a la falta de seguridad, la gente no se preocupa demasiado por estar preparada.
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