sexta-feira, 17 de julho de 2009
Nova encíclica: Repercussões 4
PRESIDENTE ITALIANO ESCREVE CARTA AO PAPA E ELOGIA NOVA ENCÍCLICA
CIDADE DO VATICANO, 16 JUL (ANSA) - O presidente da Itália, Giorgio Napolitano, enviou uma carta ao papa Bento XVI, divulgada hoje, na qual afirma que a encíclica "Caritas in Veritate" é um convite a repensar a condição do homem na sociedade atual.
Para Napolitano, "a afirmação de Bento XVI, segundo a qual a questão social se tornou atualmente uma questão radicalmente antropológica, constitui um convite para repensar de forma profunda e serena os vários aspectos da vida e do funcionamento da humanidade".
"Li com grande interesse sua terceira encíclica", diz o chefe de Estado, que "traz uma mensagem no interior de uma sociedade em que existe apreensão e incerteza não apenas em relação ao futuro da economia e do desenvolvimento, mas também quanto às mudanças nas relações humanas, no mundo do trabalho, nas relações entre os habitantes do planeta e o meio ambiente".
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Fonte - ANSA
NOVA ENCÍCLICA DE BENTO XVI SERÁ APRESENTADA AO SENADO ITALIANO
CIDADE DO VATICANO, 15 JUL (ANSA) - O secretário de Estado do Vaticano, cardeal Tarcisio Bertone, apresentará a nova encíclica do Papa Bento XVI ao Senado italiano no próximo dia 28.
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Fonte - ANSA
Nota DDP: Veja outras respostas do mundo político ao citado documento aqui.
CIDADE DO VATICANO, 16 JUL (ANSA) - O presidente da Itália, Giorgio Napolitano, enviou uma carta ao papa Bento XVI, divulgada hoje, na qual afirma que a encíclica "Caritas in Veritate" é um convite a repensar a condição do homem na sociedade atual.
Para Napolitano, "a afirmação de Bento XVI, segundo a qual a questão social se tornou atualmente uma questão radicalmente antropológica, constitui um convite para repensar de forma profunda e serena os vários aspectos da vida e do funcionamento da humanidade".
"Li com grande interesse sua terceira encíclica", diz o chefe de Estado, que "traz uma mensagem no interior de uma sociedade em que existe apreensão e incerteza não apenas em relação ao futuro da economia e do desenvolvimento, mas também quanto às mudanças nas relações humanas, no mundo do trabalho, nas relações entre os habitantes do planeta e o meio ambiente".
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Fonte - ANSA
NOVA ENCÍCLICA DE BENTO XVI SERÁ APRESENTADA AO SENADO ITALIANO
CIDADE DO VATICANO, 15 JUL (ANSA) - O secretário de Estado do Vaticano, cardeal Tarcisio Bertone, apresentará a nova encíclica do Papa Bento XVI ao Senado italiano no próximo dia 28.
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Fonte - ANSA
Nota DDP: Veja outras respostas do mundo político ao citado documento aqui.
No Reino Unido, pior cenário tem 65 mil mortos
Estimativas apontam que no melhor cenário 3.100 pessoas vão morrer em decorrência da gripe suína, e 5% da população vai contrair o vírus.
O governo britânico alertou que, de acordo com as estimativas mais pessimistas, 30% da população será infectada pelo vírus H1N1 no Reino Unido, ocasionando até 65 mil mortes.
Estas estimativas foram divulgadas nesta quinta-feira, 16, no mesmo dia em que o governo britânico anunciou que o número de mortes por gripe suína no Reino Unido chegou a 29. O vírus H1N1 está se espalhando rapidamente pela Grã-Bretanha, com 55 mil novos casos da doença registrados na Inglaterra na semana passada.
O governo britânico ressaltou, no entanto, que durante o inverno de 1999 para o ano 2000 houve 21 mil mortes na Grã-Bretanha devido à gripe comum, provocando pouco alarde.
No Brasil o número de mortes por causa da gripe suína subiu para 11, e há 1.175 casos da doença confirmados em todo o país.
Fonte - Opinião e Notícia
Nota DDP: Ver também "Gripe A: OMS vai deixar de contar casos individuais".
O Brasil também já está no rol de "circulação livre" do vírus. Portugal também tem previsões preocupantes sobre o número de infectados.
O governo britânico alertou que, de acordo com as estimativas mais pessimistas, 30% da população será infectada pelo vírus H1N1 no Reino Unido, ocasionando até 65 mil mortes.
Estas estimativas foram divulgadas nesta quinta-feira, 16, no mesmo dia em que o governo britânico anunciou que o número de mortes por gripe suína no Reino Unido chegou a 29. O vírus H1N1 está se espalhando rapidamente pela Grã-Bretanha, com 55 mil novos casos da doença registrados na Inglaterra na semana passada.
O governo britânico ressaltou, no entanto, que durante o inverno de 1999 para o ano 2000 houve 21 mil mortes na Grã-Bretanha devido à gripe comum, provocando pouco alarde.
No Brasil o número de mortes por causa da gripe suína subiu para 11, e há 1.175 casos da doença confirmados em todo o país.
Fonte - Opinião e Notícia
Nota DDP: Ver também "Gripe A: OMS vai deixar de contar casos individuais".
O Brasil também já está no rol de "circulação livre" do vírus. Portugal também tem previsões preocupantes sobre o número de infectados.
Terremoto sacode sul da Nova Zelândia
Sydney (Austrália), 17 jul (EFE).- Um terremoto de 6,0 graus de magnitude na escala Richter sacudiu hoje o mar ao sul da Nova Zelândia, 48 horas depois de um tremor de 7,8 graus ter provocado um alerta de tsunami posteriormente cancelado.
O terremoto ocorreu às 9h18 locais (19h18 de quinta-feira) a 175 quilômetros ao oeste da cidade de Invercargill, na ilha do Sul do arquipélago neozelandês, praticamente no mesmo ponto do tremor de quarta-feira, informou o Serviço Geológico dos Estados Unidos.
Quando aconteceu o terremoto de 7,8 graus, o Centro de Alertas de Tsunami do Pacífico emitiu um aviso urgente de que a magnitude do tremor era de um potencial maremoto. Uma hora depois, a agência anulou o alerta.
O tremor não deixou feridos nem danos materiais graves nas cidades de Invercargill e Queenstown.
Fonte - BOL
O terremoto ocorreu às 9h18 locais (19h18 de quinta-feira) a 175 quilômetros ao oeste da cidade de Invercargill, na ilha do Sul do arquipélago neozelandês, praticamente no mesmo ponto do tremor de quarta-feira, informou o Serviço Geológico dos Estados Unidos.
Quando aconteceu o terremoto de 7,8 graus, o Centro de Alertas de Tsunami do Pacífico emitiu um aviso urgente de que a magnitude do tremor era de um potencial maremoto. Uma hora depois, a agência anulou o alerta.
O tremor não deixou feridos nem danos materiais graves nas cidades de Invercargill e Queenstown.
Fonte - BOL
quinta-feira, 16 de julho de 2009
Interpretando e aplicando conceitos de Ellen G. White - A questão de Indiana
Exposição de motivos: As linhas abaixo transcritas são de lavra do Pr. Douglas Reis e podem ser acessadas diretamente no blog pelo mesmo administrado no link infra declinado, originalmente derivadas do artigo "A música sacra dentro da cosmovisão Adventista: Interpretando e aplicando conceitos de Ellen White" (3ª Parte). Tal artigo foi elaborado em um contexto próprio que não guarda relação direta com a sua presente descrição e, que poderá ser compulsado diretamente na fonte, caso assim desejem os interessados. Aliás, extrapolando os próprios limites que impulsionaram a confecção do mesmo, entendo ser de bom alvitre a sua leitura completa, dada a amplitude de conceitos e o enfrentamento filosófico adequado estabelecido pelo autor em um tratamento amplo da questão da música no seio do adventismo.
Tem se estabelecido uma estranha dicotomia no trato de questões referente ao pensar do adventismo, especialmente no que concerne a um inconsciente coletivo que tem acabado por criar um pejorativo enquadramento de uma faixa de membros inicialmente sob a insígnia de "radicais" e, mais modernamente, dada a impropriedade do vocábulo inicialmente eleito, diretamente de "fanáticos" e "extremistas", o que bem estabele o tom visceral e inapropriado que o discurso tem tomado, além das possibilidades que se desenham neste mister.
Sem tomar partido destas questões na forma por alguns proposta, que de pleno repelimos, temos enveredado a linha de informar, resgatando o pensar da liderança engajada na condução do rebanho e que portanto tem compromisso com aquEle que lhes outorgou o encargo.
Neste diapasão e, diante da recente contraposição que se tem feito ao há muito assentado entendimento do episódio ocorrido em Indiana, temos trazido o subsídio necessário para que se entenda a dimensão e alcance do que naquele quadro se estabeleceu e, que na forma do quanto profetizado e pelo andar da carruagem, já se vislumbra em meios e condições favoráveis para novamente se infiltrar em suas nuances próprias no arraial adventista.
Realizadas estas necessárias considerações iniciais, desculpando-me ainda com os leitores deste espaço com a eventual insistência no tema, que reputo de importância, segue o texto em questão.
Tem se estabelecido uma estranha dicotomia no trato de questões referente ao pensar do adventismo, especialmente no que concerne a um inconsciente coletivo que tem acabado por criar um pejorativo enquadramento de uma faixa de membros inicialmente sob a insígnia de "radicais" e, mais modernamente, dada a impropriedade do vocábulo inicialmente eleito, diretamente de "fanáticos" e "extremistas", o que bem estabele o tom visceral e inapropriado que o discurso tem tomado, além das possibilidades que se desenham neste mister.
Sem tomar partido destas questões na forma por alguns proposta, que de pleno repelimos, temos enveredado a linha de informar, resgatando o pensar da liderança engajada na condução do rebanho e que portanto tem compromisso com aquEle que lhes outorgou o encargo.
Neste diapasão e, diante da recente contraposição que se tem feito ao há muito assentado entendimento do episódio ocorrido em Indiana, temos trazido o subsídio necessário para que se entenda a dimensão e alcance do que naquele quadro se estabeleceu e, que na forma do quanto profetizado e pelo andar da carruagem, já se vislumbra em meios e condições favoráveis para novamente se infiltrar em suas nuances próprias no arraial adventista.
Realizadas estas necessárias considerações iniciais, desculpando-me ainda com os leitores deste espaço com a eventual insistência no tema, que reputo de importância, segue o texto em questão.
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O reducionismo, tanto na abordagem histórica do contexto cultural no qual Ellen White estava inserida quando escreveu sobre a música, quanto na aplicação atual do que ela escreveu.Para compreendermos melhor a questão da importância da Revelação na adoração, é necessário notarmos que, para os adventistas, o mundo é visto como caminhando para um fim irreversível; nestes últimos dias da História da Terra, Deus tem, então, preparado um povo, dando a ele um cabedal de verdades que devem ser anunciadas a todo mundo. A mensagem da obra de Cristo no Santuário, parte deste sistema e eixo integrador do corpo de verdades para o tempo do fim, deve atrair nossa consideração nesses últimos dias. Como afirma Ellen White:
“Encerrando-se o ministério de Jesus no lugar santo, e passando Ele para o lugar santíssimo e ficando de pé diante da arca, a qual contém a lei de Deus, enviou um outro anjo poderoso com uma terceira mensagem ao mundo. Um pergaminho foi posto na mão do anjo e descendo ele à Terra com poder e majestade, proclamou uma terrível mensagem de advertência com a mais terrível ameaça que já foi feita ao homem.Esta mensagem estava destinada a pôr os filhos de Deus de sobreaviso, mostrando-lhes a hora de tentação e angústia que diante deles estava.Disse o anjo: ‘Aqui está a perseverança dos santos, daqueles que guardam os mandamentos de Deus e tem a fé de Jesus’ Apocalipse 14:12. Ao dizer estas palavras, aponta para o santuário celestial. As mentes de todos os que abraçam esta mensagem são dirigidas ao lugar santíssimo, onde Jesus está em pé diante da arca fazendo intercessão final por todos aqueles por quem a misericórdia ainda espera, e pelos que ignorantemente terão violado a lei de Deus.”[1]
Perceba que a doutrina da purificação do santuário, justamente por ser tanto crucial para a integração da verdade (juntamente com as três mensagens angélicas, também referidas no texto), quanto por servir de advertência de que “a hora da tentação e angústia” está se aproximando, deve ocupar a consideração das “mentes de todos os que abraçam esta verdade.” O processo de aquilatar a grande Verdade da obra de Cristo no Santuário Celestial acontece na mente.
Diante da importância do papel da mente para a compreensão da verdade, surge uma série de admoestações inspiradas para cuidarmos da mente: principal, mas não unicamente, Ellen White trata dos cuidados que os adventistas têm que ter com a alimentação. Hábitos errôneos, compreendendo o comer em demasia, não seguir um regime apropriado, são responsáveis pelo “entorpecimento” e “embotamento” da mente, impedindo-a de apreciar as grandes verdades para os presentes dias.[2] Propriamente dentro deste contexto, surge a afirmação “Com a mente servimos ao Senhor”[3]
Contudo, como relacionar o cuidado que devemos manifestar no que toca à mente com o curso que a música vem tomando no moderno adventismo?
Anteriormente, mencionamos o movimento da “Carne Santa”, uma heresia que surgiu no meio do adventismo. Aquela experiência serve não apenas como um exemplo histórico da maneira pela qual tendências pentecostais se insurgiram na denominação adventista, mas fornece um síloge do futuro paradigma na adoração adventista. Notemos o que Ellen White comenta:
“As coisas que descrevestes como ocorrendo em Indiana, o Senhor revelou-me que haviam de ocorrer imediatamente antes da terminação da graça. Demonstrar-se-á tudo quanto é estranho. Haverá gritos com tambores, música e dança. Os sentidos dos seres racionais ficarão tão confundidos que não se pode confiar neles quanto a decisões retas. E isto será chamado operação do Espírito Santo. […]
“Não entrarei em toda a triste história; é demasiado. Mas em janeiro último o Senhor mostrou-me que seriam introduzidos em nossas reuniões campais teorias e métodos errôneos, e que a história do passado se repetiria. Senti-me grandemente aflita. Fui instruída a dizer que, nessas demonstrações, acham-se presentes demônios em forma de homens, trabalhando com todo o engenho que Satanás pode empregar para tornar a verdade desagradável às pessoas sensatas; que o inimigo estava procurando arranjar as coisas de maneira que as reuniões campais, que têm sido o meio de levar a verdade da terceira mensagem angélica perante as multidões, venha a perder sua força e influência."[4]
No contexto dos últimos dias, Ellen White afirma que manifestações como a ocorrida em Indiana serão a regra, não a exceção. De alguma forma, “gritos”, “tambores”, música” e “dança” acompanharão o repertório de nossa música. Obviamente, a autora relaciona essa mudança de valores musicais como um estratagema de Satanás, para confundir “os sentidos dos seres racionais”. Essa aproximação satânica com a maneira pagã de adorar seria considerada “operação do Espírito Santo”.
Já consideramos nos tópicos anteriores os fatores que têm permitido, paulatinamente, a ocorrência desse fenômeno de mudança paradigmática entre os adventistas. Somente a Revelação poderia reorientar nossa concepção musical dentro da perspectiva de nossa singularidade como movimento profético. Entrementes, a Revelação tem sido desconsiderada, mesmo no meio denominacional.
Faz-se necessário nos determos em um exemplo recente da história do Adventismo para percebermos o desenvolvimento de alguns conceitos responsáveis pelo desprestígio da Revelação. Uma das maiores crises que a Igreja Adventista enfrentou foi desencadeada quando Desmond Ford, um proeminente teólogo adventista, questionou a doutrina do santuário. Ele apresentou suas dúvidas de forma pública inicialmente em 27 de Outubro de 1979, em uma palestra sobre Hebreus 9 e suas implicações para a doutrina adventista, no Pacific Union College.[5] Diante da repercussão do fato, foram concedidas seis meses a Ford pela Associação Geral, a fim de que desenvolvesse e apresentasse suas idéias. O trabalho de Ford rendeu um texto de quase 1000 páginas que foi debatido entre teólogos adventistas, sendo possível encontrar muitas publicações sobre o ocorrido, bem como refutações à posição de Ford.[6]
O curioso é que, para sustentar sua nova compreensão sobre o santuário, Ford teve de reinterpretar os escritos de Ellen White, que para ele passaram a ser vistos como incorporando muitos dos erros de contemporâneos adventistas da autora, mais preocupados em prover uma explicação para o desapontamento do que em buscar uma perspectiva bíblica. Ellen White teria, para Ford, somente a finalidade de aconselhar de forma pastoral, sem autoridade doutrinária.[7]
Ford, certamente, não foi quem primeiro duvidou da autoridade profética de Ellen White, contudo, ele trouxe uma nova e perigosa abordagem restritiva da Revelação, limitando sua funcionalidade ao patamar “pastoral” (admoestativo). Mesmo em congregações brasileiras, nas quais geralmente o criticismo histórico raramente é encontrado, muitos dos livros de Ellen White são tratados como meros “conselhos”, como se a obediência voluntária àqueles aspectos da Revelação encontrados em tais livros não fosse relevante para a salvação ou desenvolvimento da vida cristã, mas meramente “opcional”.
O que ocorreu no caso de Ford ilustra a racionalização que tendemos a fazer quando nossa compreensão não se conforma com o que a Revelação apresenta sobre determinado assunto. Em uma esfera menor e, geralmente, de forma inconsciente, passamos a atribuir um valor reduzido ao que o profeta pronunciou ou acomodar sua mensagem às nossas preferências, sendo seletivos em relação ao que ele comunicou.
Infelizmente, no campo da adoração, que constitui um “tabu” entre os adventistas, os conselhos de Ellen White ainda são pouco explorados, e, lentamente, uma concepção popular, de influência marcadamente mais evangélica, vem substituindo os princípios especificamente adventistas. Quando estudamos os conselhos da mensageira do Senhor, reagimos inconscientemente a eles, no sentido de “enquadrá-los” em nossas preferências.
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Para resgatarmos o contexto em que Ellen White escreveu, temos necessidade de buscar entender que o século XIX constiuiu-se de uma era de despertamentos religiosos em solo americano. Ainda em 1800, Francis-Asbury, considerado o primeiro pregador itinerante, iniciava as reuniões campais de reavivamentos, chamadas de “Camp meetings”.[11] Visando alcançar o povo individualista e isolado que vivia na fronteira, os evangélicos daquela época mudaram sua abordagem, focalizando na “experiência de conversão profunda” para promover novas conversões. Na dinamicidade do processo, a religião passou a ser redefinida “em termos de emoção, no mesmo tempo que contribuía para negligenciar a teologia, a doutrina e o elemento cognitivo da crença.” Notoriamente, essa mudança no paradigma religioso levou a uma reestruturação do sistema de culto, que passou a incorporar “linguagem simples do povo e músicas populares”. [12] Note esta descrição de tais reuniões:
“‘Tenho visto presbiterianos, metodistas, quacres, batistas, anglicanos e independentes, todos tomados de sacudidelas; cavalheiros e damas, negros e brancos, velhos e moços, ricos e pobres sem exceção. […]
“Era a noite que o frenesi reavivamentista alcançava a intensidade máxima. Ao clarão das fogueiras que rodeavam o campo, os pregadores iam por entre a turba exortando aos pecadores a arrependerem-se para escapar do fogo do inferno. O canto se avolumava, transformando-se em portentoso rugido, os brados abalavam a terra, homens e mulheres sacudiam-se, saltavam ou rolavam pelo chão até que desmaiavam e tinham de ser carregados. Entre soluços, gemidos e gritos homens e mulheres apertavam as mãos uns dos outros e davam vazão a todas as suas frustrações e emoções em grandes transportes vocais que culminavam no ‘êxtase do canto’.”[13]
A influência da música cantada nos camp meetings atravessou o movimento milerita e demorou até ser sistematicamente rejeitada pelos primeiros hinários adventistas[14]. Reapareceu, contudo, durante o episódio da Carne Santa, que, à luz da História do evangelicalismo americano se torna ainda mais verossímil.
Na área secular, a influência da agitação religiosa também ajudava a criar um novo gênero, que marcaria a musicalidade norte-americana: o jazz. O homem negro, trazido da África como escravo, foi inserido no contexto musical americano, misturando a sua musicalidade primitiva àquela que encontrou no continente novo. Nos campos do Sul dos Estados Unidos, os escravos se comunicavam através dos “hollers”, gritos que funcionavam como uma espécie de sonar, e do qual várias canções se desenvolveram. Dentro desse cenário musical, a figura do “griot” desempenha importante papel: nas tribos da costa ocidental da África, eles ocupavam uma função social e religiosa de destaque.[15]
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“A Black Music nasceu dos antigos Negro-spirituals, canções folclóricas de fundo religioso, cantadas pelos escravos africanos nos Estados Unidos. Os spirituals não apenas deram origem ao gospel, mas a uma gama de estilos negros.”
A afinidade entre a música africana e a dos movimentos cristãos norte-americanos ultrapassou o período dos reavivamentos e se perpetuou nos movimentos pentecostais. Dorneles observa:
“O pentecostalismo, possuído pela ênfase na experiência tangível da salvação, encontrou nos elementos culturais africanos uma forma adequada de expressão. Essa forma incorporada ao culto abre espaço para uma liturgia emocional e corporal”[16]
A música profana da época recebeu direta influência da música negra, como também de várias outras culturas, que foram se imiscuindo, para criar as condições necessárias ao surgimento do Jazz. Com efeito:
“A ópera francesa, a canção popular, a música napolitana, os tambores africanos […], o ritmo haitiano, a melodia cubana, os refrões satíricos dos crioulos, os spirituals e os blues americanos, o ragtime, a música popular da época – tudo isso se fazia ouvir lado a lado nas ruas [de New Orleans].”[17]
É digno de nota a relação, tanto devido à proximidade geográfica, quanto à afinidade de ritmos entre o jazz e a música latino-americano (“o ritmo haitiano” e “a melodia cubana”). A História das Américas releva que os negros estiveram lado a lado com os conquistadores espanhóis, sendo que em “alguns casos, até os próprios líderes coloniais eram negros, como Estebanico” e “Juan Valiente”, que fizeram expedições às terras que hoje pertencem, respectivamente, ao México e ao Chile. “Entre 1502 e 1518, centenas de negros emigraram” para as Américas; os colonos negros, que moravam antes na Península Ibérica, já haviam “substituído a cultura africana original pela cultura moura (árabe)”, isto porque os árabes dominaram a Espanha desde o século VIII, e o ano em que Colombo partiu (1492) também havia marcado a queda do último “bastião dos mouros”. Quando a Espanha chegou a primazia no tráfico de escravos, estes provinham da África ocidental, “países com distintos padrões de cultura árabe”. Na Espanha, a tolerância aos costumes dos escravos era maior, por haverem influências árabes tanto na cultura espanhola como na de seus escravos africanos. A presença de elementos árabes nas culturas africanas e latino-americanas contribuiu para a formação de gêneros tipicamente norte-americanos, como o blues e o jazz. E o processo de “incrementação” da música negra nos Estados Unidos se deu ainda no século XIX.[18]
Tais informações históricas tornam-se úteis para entendermos as origens da música em desenvolvimento no período no qual foram dadas as advertências inspiradas, como a que consta no seguinte texto de Ellen G. White:
“Foi-me mostrado que a juventude necessita assumir posição mais alta e fazer da Palavra de Deus sua conselheira e guia. Solenes responsabilidades repousam sobre os jovens, as quais eles levianamente consideram. A introdução de música em seus lares, em vez de incitá-los à santidade e espiritualidade, tem sido um meio de desviar-lhes a mente da verdade. Canções frívolas e peças de música popular do dia parecem compatíveis com seus gostos. Os instrumentos de música têm tomado o tempo que devia ter sido dedicado à oração. A música, quando não abusiva, é uma grande bênção; mas quando usada erroneamente, é uma terrível maldição. Ela estimula, mas não comunica a força e a coragem que o cristão só pode encontrar no trono da graça enquanto humildemente faz conhecidas suas necessidades e, com fortes clamores e lágrimas, suplica força celestial para se fortificar contra as poderosas tentações do maligno. Satanás está levando cativa a juventude. Oh, que posso eu dizer para levá-los a quebrar seu poder de sedução! Ele é um hábil sedutor para levá-los à perdição.”[19]
Quando Ellen White comenta os efeitos danosos que a “música popular” de seus dias causava sobre os jovens, desviando-lhes “a mente da verdade”, temos de entender sua orientação dentro de uma “época em que o ‘jazz’ começava a se generalizar.”[20] Mais uma vez, a preocupação é com a mente e com suas condições de receber, entender e aceitar o conjunto de verdades que Deus tem para o tempo do fim.
Merece a nossa atenção o fato de no século XIX, a cultura musical, tanto a religiosa quanto a secular, sofreram inúmeras influências, rompendo antigos padrões. É claro que o surgimento de uma atitude descompromissada se comparada às convenções estabelecidas dentro do protestantismo histórico em detrimento do sincretismo entre culturas influenciadas pelo emocionalismo cúltico, também foi um fenômeno perfeitamente explicado pelo surgimento do Romantismo, que se insurgia contra a autoridade, quer no âmbito particular ou público. “Este espírito foi incentivado pela Revolução Francesa”, responsável por muitos dos princípios da modernidade. Agora, a “partir de uma perspectiva protestante, a música se tornou carregada de emocionalismo”, perdendo de vista qualquer senso de responsabilidade.[21]
Assim, tornava-se ainda mais imperativo que Deus fornecesse informações concretas para o povo adventista, vivendo instantes antes do advento, a fim de não lhes deixar a mercê de critérios subjetivos, uma vez que tais critérios os levariam a cultivar uma qualidade de música tão emocional como os evangélicos contemporâneos deles.
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Cabe essa consideração:
"A capacidade de discernir entre o que é reto e o que não o é, podemos possuí-la unicamente pela confiança individual em Deus. Cada um deve aprender por si, com auxílio dEle, mediante a Sua Palavra. A nossa capacidade de raciocinar foi-nos dada para que a usássemos, e Deus quer que seja exercitada."[27]
O primeiro documento oficial dos adventistas do sétimo dia sobre a música afirma, a certa altura, que o cristão:
"Considerará músicas como "blues", "jazz", o estilo "rock" e formas similares como inimigas do desenvolvimento do caráter cristão, porque abrem a mente a pensamentos impuros a levam ao comportamento não santificado. Tais tipos de música têm uma direta relação com o ‘comportamento permissivo’ da sociedade contemporânea. A distorção do ritmo, da melodia, e da harmonia como empregados nestes gêneros de música e sua excessiva amplificação, embotam a sensibilidade e finalmente destroem a apreciação por aquilo que é bom e santo."[28]
Se este documento se apóia em princípios da Revelação, porque hoje assistimos apresentações musicais com os ritmos mencionados (“blues”, “jazz”, “rock” e “formas similares”) realizadas por cantores adventistas? No decurso de trinta anos, o tipo de música que antes destruía “a apreciação por aquilo que é bom e santo” passou a ser ele mesmo bom e santo? Esta mudança não indicaria uma rejeição sistemática, embora não-voluntária ou consciente, dos princípios revelados? Os líderes da Igreja Adventista na América do Sul coadunam com o pensamento de que não podemos nivelar nossa concepção musical pelos gêneros populares. Tanto que aprovaram um documento em anexo às orientações mundiais para orientar a música no território sul-americano.
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Com esses dados, somos levados a crer que a Igreja Adventista do Sétimo Dia possui uma filosofia musical distinta, a qual não é oriunda tão somente de sua tradição religiosa, todavia provém do mesmo Deus que convocou os adventistas como povo remanescente, para transmitir a última e solene advertência, dentro da qual se inclui o convite à verdadeira adoração e a rejeição à adoração falsa. Relativizar a música, que se enquadra na adoração, é, no mínimo, desconsiderar o aspecto da Revelação que incluí o referencial sobre o assunto, ou, na pior das hipóteses, rejeitar o que Deus revelou por ser contrário ao nosso gosto, formação ou opinião. Em tudo quanto envolve a vida cristã, é necessário todo o cuidado e submissão à vontade do Senhor, porque o verdadeiro cristão é aquele que vive de “toda a palavra que procede da boca Deus” (Mat. 4:4, NVI).
Fonte - Blog Questão de Confiança (3ª Parte)
[Destaques nossos]
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Nota DDP: As demais partes deste artigo podem e devem ser lidas aqui (1ª Parte), aqui (2ª Parte) e aqui (4ª Parte).
As impressões do Pr. Douglas Reis neste contexto são acompanhadas de outros artigos já declinados neste espaço anterioremente, dos quais destacamos os Prs. Jorge Mário de Oliveira, Élbio Menezes, Erton Köeler (idem), Otimar Gonçalves (Idem), Paul Hamel e George Rice.
Links externos no mesmo sentido: Prs. Samuele Bacchiocchi, Cláudio Hirle, Lloyd Grolimund e Dário Pires de Araújo. Poderiam ser citados ainda outros adventistas leigos, inclusive músicos de expressão, que entendem, como a Igreja sempre entendeu (Os textos referentes a Indiana se encontram na compilação "Eventos Finais" de Ellen White), que a similar duplicação dos eventos de Indiana se descortinarão no futuro do movimento (dentro dele, não nele).
Acerca da análise da "evolução" da música no seio do adventismo e, como esta "evolução" se relaciona com os últimos eventos desta terra, especialmente com os próprios adventistas, não deixar de ler o recente comentário do Prof. Sikberto Marks publicado neste espaço e que muito se identifica com a articulação do Pr. Douglas Reis neste particular.
ET: Antecipadamente resta consignado que, na eventualidade da perda ou alteração do sentido original do texto eventualmente consumar-se pelos cortes que supra se verificaram para adequação ao espaço e desatrelamento da questão discutida em paralelo aos interesses aqui destacados, serão estas prontamente retificadas no que couber.
[1] Primeiros Escritos, p. 254, ênfase suprida. Tive a atenção chamada para este texto pelo Pr. Sidionil Biasi, durante suas palestras no Concílio pastoral da Associação Catarinense do segundo semestre de 2007.
[2] Há uma imensa quantidade de textos que tratam da alimentação dentro das preocupações mencionadas. Seria impossível, dentro desse espaço, fazer alusão a todos, mas, em especial, mencionamos Conselho sobre saúde, p. 577 e Carta 27, 1972, citada em Mente Caráter e personalidade, vol 2, p. 392.
[3] Temperança, p. 14.
[4] Mensagens Escolhidas, vol. II, p. 36 e 37.
[5] A palestra está disponível em http://www.goodnewsunlimited.org/library/1979forum/part1.cfm e http://www.goodnewsunlimited.org/library/1979forum/part2.cfm.
[6] Em especial, consultei um trabalho de conclusão de curso, da autoria de Glauber S. de Araújo, intitulado “Desmond Ford e a doutrina do santuário: análise comparativa de duas fases distintas”, disponível em http://www.unasp.br/kerygma/pdf/tcc5_glauber_revisado.pdf.
[7] Idem, pp. 53-55.
...
[12] Nancy Pearcey, “Verdade Absoluta”, p. 296.
[13] Gilbert Chase, “Do Salmo ao Jazz” (America’s music), p. 193, citado por Dario Pires de Araújo, idem.
[14] Em 1843, no auge do Milerismo, Joshua Himes, importante colaborador e responsável pela “arrancada” evangelística de William Miler, publicou “The Millenial Harp”, uma coletânea com mais de cânticos, moldados pela tradição reavivamentista. Entre o grupo que posteriormente se chamaria “Adventistas do Sétimo Dia”, a herança reavivamentista foi sendo depurada; na segunda coletânea adventista, organinada por James (Tiago) White, “Hymns and Spirituals Songs for Camp- Meetings and Other Religious Gatherings”, ao invés do que o nome possa sugerir, o paradigma musical das antigas reuniões de reavivamento deixou marcas insignificantes. Cf.: Dario Pires de Araújo, idem, p. 20-22.
[15] Roberto Muggiati, “Blues: da lama à fama” (São Paulo, SP: Editora 34, 1995), 1ª reimpressão, p. 10 e 11.
[16]Dorneles, p. 88
[17] François Billard, “A vida cotidiana no mundo do Jazz” (São Paulo, SP: Companhia das Letras, 2001), p. 17. No mesmo contexto, o autor liga o surgimento do jazz ao carnaval de rua de New Orleans.
[18]Gunnar Lindgren, “Las raíces árabes del Jazz y los Blues”, disponível em: http://64.233.169.104/search?q=cache:TpOpzqMQ2RkJ:www.unesco.org/imc-OLD/mmap/pdf/prod-lindgren-s.pdf+%C3%A1rabe+%2B+melisma&hl=pt-BR&ct=clnk&cd=4&gl=br, acesso: 29 de Agosto de 2007.
[19] Ellen G. White, Testimonies, vol. 1, págs. 496 e 497, grifos supridos.
[20] Dario Pires de Araújo, idem, p. 45.
[21] Adrian Ebens “A Música na Adoração: Fontes para um modelo cristão de música na adoração”, publicado em http://www.musicaeadoracao.com.br/livros/musica_adoracao/index.htm, acesso: 10 de Agosto de 2007.
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[27] E. G. White, Educação, p. 231.
[28] “Filosofia Adventista de Música”(Diretrizes Relativas a uma Filosofia de Música da Igreja Adventista do Sétimo Dia), Assocação Geral – IASD, Concílio Outonal – 1972, disponível em http://www.musicaeadoracao.com.br/documentos/filosofia.htm.
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A França aberta aos domingos
A Assembleia Nacional da França adotou ontem um projeto de lei, defendido pelo presidente Nicolas Sarkozy, que autoriza a abertura do comércio aos domingos em regiões comerciais e turísticas situadas em 40 dos 100 departamentos do país. O texto representa a primeira grande reforma no tema em mais de um século e foi referendado por 282 votos, contra 238.
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A legislação mexe com uma das mais antigas conquistas trabalhistas do país, a do "domingo de descanso para todos", datada de 1906, e prevê a abertura do comércio em 523 cidades, como Paris. Os trabalhadores terão a opção de trabalhar ou não, receberão folgas de compensação e terão o salário dobrado. Nas "áreas turísticas", essas garantias não estão previstas.
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A controvérsia opôs, de um lado, sindicatos e a Igreja e, de outro, o empresariado, ávido pela flexibilização. Jean-François Roudaud, presidente da Confederação de Pequenos e Médios Empresários (CGPME), foi um dos poucos a questionar a medida, em razão do risco de extinção do comércio de bairros, um patrimônio francês. "Uma vez mais, penalizamos os comerciantes das imediações. Recriamos a animosidade entre pequenos e os grandes distribuidores", afirmou.
A despeito das posições dos sindicatos, os trabalhadores também se dividem. "Havia uma situação de equilíbrio, que favorecia todas as atividades de lazer e assegurava à maioria o repouso dominical. Por que mudar isso?", questionou o comerciário Henry Fay. "Por que não deixar as pessoas que querem trabalhar no domingo fazê-lo? Essa medida me interessa muito, embora não seja a solução para a crise",argumentou Michel Pelletier, outro comerciário de Paris.
Fonte - Último Segundo
Nota DDP: Embora possa aparentar uma derrota ao entendimento de que haverá um procedimento uniforme de guarda do domingo como dia descanso, o que há de ser notado no contexto é o fomento ao debate.
A França é o baluarte do sistema de separação entre igreja-estado, no entanto, como já devidamente alinhado aqui em "Sarkozy pede uma nova ordem mundial", vemos ali florescer uma discussão bem acentuada sobre a questão do descanso dominical, questão esta que muito tem se reproduzido em território americano por conta das "blue laws".
O que chama a atenção especificamente no caso da França, é a absoluta divisão de opiniões, especialmente em um contexto de crise econômica e o reconhecimento dos méritos da ICAR na última encíclica papal.
Na há dificuldade em se imaginar que o debate possa se alastrar por outros pontos do planeta, especialmente diante do discurso e possibilidade, de se incluir os parâmetros da doutrina social da ICAR no resgate da "ética" nas relações globalizadas.
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A legislação mexe com uma das mais antigas conquistas trabalhistas do país, a do "domingo de descanso para todos", datada de 1906, e prevê a abertura do comércio em 523 cidades, como Paris. Os trabalhadores terão a opção de trabalhar ou não, receberão folgas de compensação e terão o salário dobrado. Nas "áreas turísticas", essas garantias não estão previstas.
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A controvérsia opôs, de um lado, sindicatos e a Igreja e, de outro, o empresariado, ávido pela flexibilização. Jean-François Roudaud, presidente da Confederação de Pequenos e Médios Empresários (CGPME), foi um dos poucos a questionar a medida, em razão do risco de extinção do comércio de bairros, um patrimônio francês. "Uma vez mais, penalizamos os comerciantes das imediações. Recriamos a animosidade entre pequenos e os grandes distribuidores", afirmou.
A despeito das posições dos sindicatos, os trabalhadores também se dividem. "Havia uma situação de equilíbrio, que favorecia todas as atividades de lazer e assegurava à maioria o repouso dominical. Por que mudar isso?", questionou o comerciário Henry Fay. "Por que não deixar as pessoas que querem trabalhar no domingo fazê-lo? Essa medida me interessa muito, embora não seja a solução para a crise",argumentou Michel Pelletier, outro comerciário de Paris.
Fonte - Último Segundo
Nota DDP: Embora possa aparentar uma derrota ao entendimento de que haverá um procedimento uniforme de guarda do domingo como dia descanso, o que há de ser notado no contexto é o fomento ao debate.
A França é o baluarte do sistema de separação entre igreja-estado, no entanto, como já devidamente alinhado aqui em "Sarkozy pede uma nova ordem mundial", vemos ali florescer uma discussão bem acentuada sobre a questão do descanso dominical, questão esta que muito tem se reproduzido em território americano por conta das "blue laws".
O que chama a atenção especificamente no caso da França, é a absoluta divisão de opiniões, especialmente em um contexto de crise econômica e o reconhecimento dos méritos da ICAR na última encíclica papal.
Na há dificuldade em se imaginar que o debate possa se alastrar por outros pontos do planeta, especialmente diante do discurso e possibilidade, de se incluir os parâmetros da doutrina social da ICAR no resgate da "ética" nas relações globalizadas.
Catolicismo como um antídoto ao capitalismo "selvagem"

MUNIQUE — O colapso do comunismo no leste duas décadas atrás não promoveu a abertura necessária para a Igreja Católica influenciar a política econômica, mas talvez o quase-colapso do capitalismo ocidental promoverá. Dois autores alemães - um deles chamado Marx, o outro o seu patrono em Roma - estão certamente esperando isso.
O arcebispo Reinhard Marx escreveu a primeira obra, "Das Kapital", e o Papa Bento XVI a segunda, a encíclica social e econômica "Caridade na verdade", mas que são baseadas essencialmente na mesma linha de pensamento. Na verdade a primeira ajuda a explicar o contexto intelectual em que a segunda foi composta.
Em ambas, a mensagem é no sentido de que o capitalismo saiu do trilho moral e os ensinos da Roma Católica podem ajudar na reconstrução da economia ocidental além de ajustar o foco para que se faça justiça aos fracos e na regulação dos mercados.
Diferentemente do primeiro Marx, que pensava que a religião organizada era um truque para controlar os mais desprovidos, o atual anseia por reforma, não guerra de classes. Assim, eles estão seguindo um eixo fundamental do ensino da igreja. O que agora difere, é que um deles agora vê esta crise econômica como um momento em que o pensamento da igreja sobre economia pode atrair grande atenção.
O arcebispo Marx defende que o capitalismo necessita dos aspectos éticos sujacentes do catolicismo. A alternativa, defende, é que o pós-crise pode apontar para um capitalismo "selvagem" ou, alternativamente, experimentar o renascimento da ideologia de Marx, baseado no ateísmo e nas divisões de classe.
As vozes católicas têm há muito influenciado o debate no ocidente sobre justiça social, mas nunca tanto quanto gostaria a igreja. Isso se refletiu no desafio permanente de elaborar políticas alternativas, mais do que simplesmente criticar as autoridades seculares.
Em seu livro, o qual foi publicado no outono passado, ele oferece a visão de um mundo governado pela cooperação entre as nações, refletindo o "amar ao próximo" imperativo do pensamento social católico.
Fonte - The New York Times
Nota DDP: Assim como os termos da encíclica, é necessário que este tipo de vertente ideológica seja recepcionada pelo braço secular para que seus efeitos possam ser vislumbrados. Haverá eco?
Rio Eufrates sofre há dois anos com seca e poderá desaparecer do Iraque
Por todos os pântanos, os coletores de junco, pisando em terra por onde antes flutuavam, gritavam para os visitantes em um barco de passagem."Maaku mai!" eles gritavam, erguendo suas foices enferrujadas. "Não há água!"O Eufrates está secando. Estrangulado pelas políticas de água dos vizinhos do Iraque, a Turquia e a Síria; dois anos de seca e anos de uso inadequado pelo Iraque e seus agricultores, o rio está significativamente menor do que há apenas poucos anos. Algumas autoridades temem que em breve poderá ser a metade do que era.
O encolhimento do Eufrates, um rio tão crucial para o nascimento da civilização que o Livro do Apocalipse profetizou sua seca como um sinal do final dos tempos, tem dizimado as fazendas ao longo de suas margens, tem deixado pescadores empobrecidos e esvaziado as cidades à beira do rio, à medida que os agricultores fogem para cidades maiores à procura de trabalho.
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Fonte - UOL
Nota Gilberto Theiss: Não é desta forma que interpretamos a profecia referente ao rio Eufrates, mas pode servir de apoio para entendermos que estamos realmente no limiar da história humana de pecado.
Na profecia Bíblica (Ap 16:12), o rio Eufrates pronunciado na sexta praga Apocaliptica, indica enfraquecimento do poder religioso perseguidor, pois águas na profecia significam povos, nações, multidões e línguas (Ap 17:15), enquanto que o eufrates por seu histórico passado, representa o paganismo. O poder religioso no final dos tempos teria apoio das multidões e do poder político global para perseguir o fiél e verdadeiro povo de Deus (Ap 12:17). Chegará um momento neste contexto de perseguição em que os povos descobrirão que estão perseguindo as pessoas erradas e que consequentemente estavam sendo enganadas. O momento crucial deste episódio é exatamente o período entre a quinta e sétima praga quando os dez mandamentos são apresentados no céu com indescritível clareza (Sl 50:6). Todos olham para o céu e observam com atenção cada palavra escrita e se apercebem dos enganos com que foram acometidos pelo falso sistema religioso.
Os Reis do oriente representam a Divindade que sai do céu com todas as miríades de anjos (Ap 8:1) para buscar o seu povo humilhado e perseguido aqui na terra (Mt 24:30 e 31). O oriente representa a direção em que Cristo estará vindo e adentrando na terra (Mt 24:27). Chegamos a esta conclusão por vários fatores: Os magos quando vieram ver Jesus em seu nascimento vieram do oriente pois seguiam a estrela que apontava para o oriente, pois Jesus nasceu no lado do oriente (Mt 2:1 e 2). Os mandamentos de Deus foram dados no lado do oriente e para aguçar nossa curiosidade, nós adventistas acreditamos que Jesus descerá possívelmente pela constelação de órion, e por incrível que pareça, a constelação fica no lado do oriente.
Esse será sem dúvida o maior acontecimento de toda a história deste planeta. Jesus Cristo vindo nas nuvens do céu com grande poder e glória e todo olho o verá (Ap 1:7; I Ts 4:16 e 17).
Embora a igreja Adventista não aplique o rio Eufrates descrito em Apocalipse 16:12 como sendo literal, mesmo assim podemos reconhecer que diante da brevidade dos últimos eventos, o seu secamento literal poderia sim indicar um alerta para os que temem a Deus e estão se preparando para encontrar com o seu Senhor....Em breve estaremos presenciando o que sonhamos a tanto tempo em ver, o cumprimento de João 14:1-3.
Nota DDP: Em complementação aos termos do comentário supra, diz o CBASD (Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia) em relação ao texto de Apocalipse 16:12:
Pelo geral, os comentadores adventistas aceitam duas interpretações dos vers. 12-16. Segundo a primeira interpretação, "o grande rio Eufrates" representa o império otomano; o secamento de suas águas, o debilitamento gradual desse império. Os "reis do oriente" simbolizam as nações do Oriente; e o Armagedom, o vale literal de Meguido no norte de Palestina. Portanto, o debilitamento do império otomano se considera como uma preparação do caminho para que as nações orientais vingam a combater contra as do Ocidente no vale de Meguido.
Segundo a outra interpretação, o Eufrates representava aos povos sobre as quais domina a Babilonia simbólica; e o secamiento de suas águas indicam que lhe tiram seu apoio a Babilonia. Os "reis do oriente" simbolizam a Cristo e os que lhe acompanham; e o Armagedom, a última batalha do grande conflito entre Cristo e Satanás, que se livrará no campo de batalha desta terra. De maneira que o retiro do apoio humano à Babilonia simbólica se considera como a eliminação da última barreira para sua derrota e castigo finais.
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A diferença fundamental entre as duas opiniões consiste na interpretação dos termos "Eufrates", "reis do oriente" e "Armagedom". A primeira opinião sustenta que estes três termos têm um significado geográfico; mas o segundo ponto de vista afirma que devem interpretar-se numa maneira completamente figurada, segundo os termos do contexto dos cap. 13 ao 19.
“Ser-me-eis santos, porque Eu, o Senhor, sou santo, e separei-vos dos povos, para serdes meus” (Lv 20:26)
Falsos mestres misturados com verdadeiros. Doutrinas sendo contestadas. Questionamento da natureza de CRISTO. ESPÍRITO SANTO tendo contestado sua natureza divina. Expectativa do fim do mundo para 2012. Profecias de São Malaquias (não o da Bíblia) sendo valorizadas. Nostradamus, virgem Maria, e outros profetas em evidência na igreja. Música mundana introduzida para agradar as multidões. Shows gospel para encher igrejas. Pregadores, músicos e cantores atraindo a atenção a si mesmos mais do que a DEUS. Valorização do material muito acima do espiritual. Associações, debates, colaborações e envolvimentos ecumênicos. Competição por cargos. Jogos violentos e competitivos. Este é um cenário da igreja de CRISTO nesses exatos dias em que estamos vivendo.
Madrugadas com CRISTO. Jovens e adolescentes se levantando com poder e trabalhando por CRISTO. Distribuição do livro “Os dez mandamentos”. Distribuição da revista “Esperança”. Distribuição do livro “Sinais de esperança”. Formação de pequenos grupos. Formação de muitas outras maneiras de ação missionária. Pessoas voluntariamente pedindo estudos bíblicos. Igrejas sendo reavivadas. Muitos fazendo a reforma da saúde. Outros muitos fazendo a reforma do sábado. Homens e mulheres, pregadores e mestres, viajando de um lugar para outro pregando com poder crescente. Grandes pregadores globais falando diretamente a mensagem com clareza e poder. Projeto “lares de esperança”; projeto “esperança viva”; madrugadas com DEUS. Colportores e obreiros bíblicos entrando em todos os lugares, dando estudos e deixando publicações. Pessoas leigas se consagrando ao trabalho em muitos lugares. Muitos jovens realizando trabalho pela internet, ou com seus colegas. Igrejas já sendo sacudidas em alguns lugares. Este é outro cenário da igreja de CRISTO nesses exatos dias em que estamos vivendo.
São dois cenários contraditórios na mesma igreja. Isto é o preparo para uma grande e forte sacudidura, que virá logo. Assim como JESUS, um pouco antes de seu sacrifício fez uma limpeza no templo, sacudindo-o, hoje, antes de conceder o poder máximo à Sua igreja, a sacudirá para retirar o joio com seu mundanismo.
O que está acontecendo entre nós? Assim como quando a igreja iniciou suas atividades na Terra ela foi atacada por inimigos de fora e de dentro para não prosperar, assim também, nesses últimos dias, ao se preparar para concluir o seu trabalho na Terra, vem sendo cada vez mais fortemente atacada, de fora e de dentro, para que não cumpra a missão dada por CRISTO. Se a igreja adventista é a verdadeira igreja da Bíblia, então é evidente que ela será atacada. E seus inimigos não estão só do lado de fora, estão também do lado de dentro. Aliás, os inimigos mais perigosos são os que fazem parte do rol de membros. São agentes de satanás muito bem disfarçados para fazer retardar a obra, ou até para tentar impedir esta obra.
Podem ter certeza, esses agentes não trabalham de uma maneira que fique flagrante a sua ação. São sutis, agem com uma estratégia adequada para obterem o apoio de quase todos. Para tanto, como nos tempos de Neemias, inimigos se propuseram para ajudar na reconstrução dos muros de Jerusalém, mas o que queriam mesmo é, por meio de infiltração inviabilizar a obra, assim também hoje, muitos dos nossos propõe-se a ajudar, introduzindo métodos não aprovados por DEUS, e assim atingir rapidamente os alvos. Usam estratégias que fazem parte das igrejas de babilônia, e que de fato, atraem multidões, mas não transformam ninguém. São inimigos infiltrados, estejam eles conscientes disso ou não.
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Esse é o conflito oculto aos nossos olhos. Se para o início da obra da igreja satanás a atacou, imagina como ele fará agora, ao termos que concluir esta obra. E não pense que satanás atacará de maneira que todos percebam. Pelo contrário, ele está atacando de maneira que obtenha apoio por parte de muitos, inclusive apoio oficial. Não se subestime a inteligência e o poder de satanás. Quem ainda estiver em pé, veja que não caia. E quem por ventura caiu, busque levantar-se, e fique em pé. Estar em pé é ser fiel a DEUS.
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Hoje essa situação se repete. DEUS hoje está provando os corações dos membros da igreja de CRISTO. É para ver o quanto são fiéis, e distinguir quais deverão ser sacudidos fora. Como isto está sendo feito? Como DEUS sempre fez ao longo da história. Ele permite que o Seu povo seja provado exatamente por aquelas coisas do mundo das quais se agradam tanto. Sempre foi assim e a história de Israel está recheada de exemplos. Assim hoje todos se posicionam, uns, pelo liberalismo, outros pelo zelo equilibrado nos princípios celestes.
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Estamos em dias de decisão. A nossa igreja está deixando de ser morna. Mas a mornidão, ou o calor, não é uma condição da igreja em si, e sim, de seus membros. É uma questão pessoal, individual. Não é a igreja que vai deixar de ser morna, mas alguns de seus membros. Os que não fizerem isso, estão se posicionando de modo errado, contra o Senhor. E se continuarem assim, cairão fora quando babilônia apertar o cerco. E isto está prestes a acontecer, falta bem pouco. Então, pela introdução de mundanismo os membros da igreja todos são levados a se posicionarem definitivamente, de modo mais consciente. Isto é a preparação para a sacudidura. Primeiro vem a sacudidura, depois vem o forte derramamento do poder do ESPÍRITO SANTO, que atualmente já está sendo concedido em medida crescente, mas não máxima.
De todo o mundanismo que está sendo introduzido por parte de muitos, que agem descuidadamente, sem zelo como o zelo do Senhor da igreja, a música gospel é a mais poderosa. Lúcifer, entre outras capacidades (liderança, psicologia, influência, comando, etc) tem o poder da música. Pela música pode-se exercer forte influência, seja para o bem, seja para o mal. Ela mexe com emoções, dependendo da música, também com os músculos e o corpo. É pela música que atualmente todo o falso reavivamento das igrejas populares está sendo impulsionado. É a sua plataforma básica, pois exerce sedutora atração. A música gospel dá a impressão de ter recebido o poder do ESPÍRITO SANTO. Mas se fosse assim, os pessoal que fica pulando três dias nos pagodes também teriam recebido o mesmo poder. Há outro poder em ação.
O falso reavivamento está sendo comandado por um músico (com respeito aos bons músicos da igreja). Assim como em todas as atividades humanas, também na música há dois grupos: os fiéis a DEUS e os indiferentes ao que DEUS deseja. O músico que comanda a arte no mundo é mesmo que começou a sedução que derrubou um terço de todos os inteligentíssimos anjos celestes, e que conheciam DEUS pessoalmente. Pela música se pode seduzir, coisa que jamais quem pretende salvar almas deveria utilizar. Não se seduz para o bem, só para o mal. A sedução é uma atração que viola o consciente e torna a pessoa embevecida pelo que a música simboliza. Se essa técnica estiver sendo utilizada para o bem, para salvar, essas pessoas na verdade estarão sendo enganadas, pois seu louvor, que pensam ser a DEUS, é a satanás, aquele do falso reavivamento, que atrai multidões em todas as igrejas, e agora também na nossa, em muitos lugares. Esta música, seu ritmo, atrai multidões, fascina, movimenta, emociona, atiça os músculos enchendo-os de energia, age com poder, mas não para a transformação e saída do mundo, e sim, para conformar-se com o mundo. Enche as igrejas? Sim! Ajuda na salvação das pessoas? Não, só engana as pessoas superficiais e as que ainda são ingênuas ou em fase de adolescência no conhecimento da verdade.
É a música da idolatria. São os shows gospel, as boates gospel, os concursos gospel, o carnaval gospel, discotecas gospel, tudo gospel. Qual a grande diferença com o resto do mundo? Só não tem cerveja! Tinha que haver alguma diferença, bem escolhida, para enganar as multidões.
O que é esse gospel? Pela conceituação americana, é ritmo mundano e vulgar com letra sagrada, embora quase sempre superficial. Pelo conceito bíblico, é prostituição, ou seja, mistura de algo correto com algo errado. Via de regra usa tambores, ou bateria, mas nem sempre. O problema não é tanto com a bateria que com o ritmo se faz com ela. Já vi e ouvi os desbravadores fazerem belos e solenes programas, e usavam tambores (não era bateria, se bem que, o simbolismo prático desse instrumento requer que o bom senso o exclua de nossos cultos). Sabiam usá-los para louvor.
É uma profecia de EGW de que essa música entraria na nossa igreja, antes do fim, ou seja, antes da sacudidura. Muitos que amam tal música, e que a estão introduzindo na igreja contestam com palavras fortes. Mas contra profecia não há argumentos, se ela é de DEUS, melhor é atentarmos ao profeta que as palavras de outros, para que estejamos fora de perigo. O assim diz o Senhor precisa e vai prevalecer.
Agora você vai entender o papel da entrada dessa música gospel (letra cristã mas ritmo vulgar mundano, seja com ou seja sem bateria) na igreja. De DEUS não se zomba, quem estiver fazendo isto, segure-se pois está tentando lutar contra DEUS. Nesse momento escrevo com zelo pelas vidas de todos os leitores, pois gostaria de ver todos salvos. Esse é o intuito aqui. Quem inadvertidamente, ou conscientemente (sabendo o que está fazendo, nesse caso,a gente contratado por satanás) está introduzindo essa música na igreja, tudo o que vai conseguir é fazer um favor a DEUS, pois o Criador é tão inteligente que transforma todos os ataques contra a igreja de CRISTO em alguma coisa positiva. Mas cuidado!
A presença dessa música é hoje, flagrantemente, a maior de todas as polêmicas internas. Está dividindo a igreja verticalmente de alto a baixo. Está dividindo desde a Conferência Geral, presidentes de campo, departamentais, pastores, líderes leigos e os membros. Fica uma sensação: afinal, nós outros, a quem ouviremos, e a quem seguiremos? É a divisão do posicionamento sobre, a final que louvor DEUS deseja ouvir, e como O adoraremos. É dramático, a polêmica que divide a igreja se abate sobre a essência da adoração: o louvor! É o ponto mais delicado em toda a relação com o nosso Criador e Salvador. A divisão causada leva a necessidade de posicionamento individual, e este posicionamento está definindo que permanecerá em pé, ao lado de CRISTO, quando a sacudidura ficar estonteantemente forte, insuportável senão pela fé. Fé é estar agarrado por meio da confiança, em CRISTO. É principalmente por meio da música, a essência do louvor, mas também por outros mundanismos, que as posições individuais estão se definindo e se firmando. Esta situação vai se intensificar a tal ponto que levará a todos se posicionarem, desde a mais alta administração de nossa igreja ao mais humilde dos membros, em dois lados opostos. E é preciso lembrar que divisão nunca vem de DEUS, sempre do inimigo. Tenhamos certeza disto. Sim, pois a música, mais do que outros fatores mundanos de divisão, está ATIVANDO O ZELO de muitos pelo Senhor, e ABRINDO AS GUARDAS DA ALMA de outros pela tolerância às coisas do mundo. É uma profecia que se cumpre nesses últimos dias, um pouco antes do alto clamor, às vésperas das leis opressoras (já sendo discutidas nos concílios religiosos e até no G8) que estão por vir, e do decreto dominical, que segue a essa leis.
Agora preste atenção à frase seguinte. Esse ritmo sedutor receberá um poderoso aliado para derrubar de vez os servos de DEUS: é o decreto dominical. E muitos cairão, é a sacudidura. Veja a descrição antecipara pela profecia: “A grande questão que está tão próxima [o cumprimento da lei dominical] eliminará aqueles a quem Deus não designou, e Ele terá um ministério puro, leal, santificado e preparado para a chuva serôdia” (Mensagens Escolhidas, vol. 3, pág. 385). “O Senhor mostrou-me claramente que a imagem da besta formar-se-á antes que termine a graça; pois isso será a grande prova para o povo de Deus, pela qual será decidido seu destino eterno (Mensagens Escolhidas, v. 2, pág. 81).
E para onde estes que caem irão? Para o lugar onde essa música continuará sendo tocada, as igrejas ecumênicas do falso reavivamento, que estarão, nesses dias, alardeando mais do que nunca que possuem o poder do ESPÍRITO SANTO, onde mais do que nunca serão realizados sinais e maravilhas, de satanás. O que DEUS faria de mim, se, sabendo disso, não o escrevesse? Por favor, você que lê, ao menos pense com carinho, pela sua vida, pois não pode subestimar o inimigo, principalmente nesses dias finais.
Aliado com a música gospel vem as modas, a competição, a idolatria (do eu e dos artistas, do som alto, etc.), as novelas, os filmes impróprios, as noitadas sem dormir por passatempos mundanos (filmes, novelas, jogos, etc.), e muito mais. Em todas essas instâncias, o ritmo é o mesmo, une os corações num só espírito. O ritmo é igual, seja com letra para DEUS, seja com letra para o diabo. O que une o mundo hoje não é a letra, e sim, o ritmo. Com o ritmo diabólico, a letra não vale mais nada, pois esse ritmo atiça o corpo enquanto sufoca a mente e a razão. Este é o grande ensaio para não permanecer em pé na sacudidura.
Não escrevi essa parte para reformar a igreja quanto ao louvor. Não é minha função. Disso o Senhor da igreja está cuidando e Ele sabe o que está fazendo. Ele ainda está dando tempo para que todos se posicionem, por Ele, ou contra Ele. Por quanto tempo Ele vai esperar não sei. A minha função é só alertar aqueles que ainda não foram afetados pelo poder sedutor do gospel, para por ventura estes permanecerem em pé pelo Senhor. E também, se possível, ajudar aqueles que já caíram na cilada, para, se desejarem, retornarem ao que DEUS deseja que façam quanto ao louvor. Porém, cada um deve livremente tomar a sua decisão enquanto é tempo, a salvação é individual. Não me preocupa quanto ao futuro da igreja. Disto JESUS cuida. E já sabemos que ela é e continuará sendo vencedora. Não há perigo nesse sentido. Preocupa-me é que muitos membros se perderão por falta de conhecimento. E me preocupa é que muitos levarão outros à perdição por seu mau exemplo de vida, assim como João se preocupava em seu tempo.
Fonte - Cristo Voltará
[Destaques do autor]
Madrugadas com CRISTO. Jovens e adolescentes se levantando com poder e trabalhando por CRISTO. Distribuição do livro “Os dez mandamentos”. Distribuição da revista “Esperança”. Distribuição do livro “Sinais de esperança”. Formação de pequenos grupos. Formação de muitas outras maneiras de ação missionária. Pessoas voluntariamente pedindo estudos bíblicos. Igrejas sendo reavivadas. Muitos fazendo a reforma da saúde. Outros muitos fazendo a reforma do sábado. Homens e mulheres, pregadores e mestres, viajando de um lugar para outro pregando com poder crescente. Grandes pregadores globais falando diretamente a mensagem com clareza e poder. Projeto “lares de esperança”; projeto “esperança viva”; madrugadas com DEUS. Colportores e obreiros bíblicos entrando em todos os lugares, dando estudos e deixando publicações. Pessoas leigas se consagrando ao trabalho em muitos lugares. Muitos jovens realizando trabalho pela internet, ou com seus colegas. Igrejas já sendo sacudidas em alguns lugares. Este é outro cenário da igreja de CRISTO nesses exatos dias em que estamos vivendo.
São dois cenários contraditórios na mesma igreja. Isto é o preparo para uma grande e forte sacudidura, que virá logo. Assim como JESUS, um pouco antes de seu sacrifício fez uma limpeza no templo, sacudindo-o, hoje, antes de conceder o poder máximo à Sua igreja, a sacudirá para retirar o joio com seu mundanismo.
O que está acontecendo entre nós? Assim como quando a igreja iniciou suas atividades na Terra ela foi atacada por inimigos de fora e de dentro para não prosperar, assim também, nesses últimos dias, ao se preparar para concluir o seu trabalho na Terra, vem sendo cada vez mais fortemente atacada, de fora e de dentro, para que não cumpra a missão dada por CRISTO. Se a igreja adventista é a verdadeira igreja da Bíblia, então é evidente que ela será atacada. E seus inimigos não estão só do lado de fora, estão também do lado de dentro. Aliás, os inimigos mais perigosos são os que fazem parte do rol de membros. São agentes de satanás muito bem disfarçados para fazer retardar a obra, ou até para tentar impedir esta obra.
Podem ter certeza, esses agentes não trabalham de uma maneira que fique flagrante a sua ação. São sutis, agem com uma estratégia adequada para obterem o apoio de quase todos. Para tanto, como nos tempos de Neemias, inimigos se propuseram para ajudar na reconstrução dos muros de Jerusalém, mas o que queriam mesmo é, por meio de infiltração inviabilizar a obra, assim também hoje, muitos dos nossos propõe-se a ajudar, introduzindo métodos não aprovados por DEUS, e assim atingir rapidamente os alvos. Usam estratégias que fazem parte das igrejas de babilônia, e que de fato, atraem multidões, mas não transformam ninguém. São inimigos infiltrados, estejam eles conscientes disso ou não.
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Esse é o conflito oculto aos nossos olhos. Se para o início da obra da igreja satanás a atacou, imagina como ele fará agora, ao termos que concluir esta obra. E não pense que satanás atacará de maneira que todos percebam. Pelo contrário, ele está atacando de maneira que obtenha apoio por parte de muitos, inclusive apoio oficial. Não se subestime a inteligência e o poder de satanás. Quem ainda estiver em pé, veja que não caia. E quem por ventura caiu, busque levantar-se, e fique em pé. Estar em pé é ser fiel a DEUS.
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Hoje essa situação se repete. DEUS hoje está provando os corações dos membros da igreja de CRISTO. É para ver o quanto são fiéis, e distinguir quais deverão ser sacudidos fora. Como isto está sendo feito? Como DEUS sempre fez ao longo da história. Ele permite que o Seu povo seja provado exatamente por aquelas coisas do mundo das quais se agradam tanto. Sempre foi assim e a história de Israel está recheada de exemplos. Assim hoje todos se posicionam, uns, pelo liberalismo, outros pelo zelo equilibrado nos princípios celestes.
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Estamos em dias de decisão. A nossa igreja está deixando de ser morna. Mas a mornidão, ou o calor, não é uma condição da igreja em si, e sim, de seus membros. É uma questão pessoal, individual. Não é a igreja que vai deixar de ser morna, mas alguns de seus membros. Os que não fizerem isso, estão se posicionando de modo errado, contra o Senhor. E se continuarem assim, cairão fora quando babilônia apertar o cerco. E isto está prestes a acontecer, falta bem pouco. Então, pela introdução de mundanismo os membros da igreja todos são levados a se posicionarem definitivamente, de modo mais consciente. Isto é a preparação para a sacudidura. Primeiro vem a sacudidura, depois vem o forte derramamento do poder do ESPÍRITO SANTO, que atualmente já está sendo concedido em medida crescente, mas não máxima.
De todo o mundanismo que está sendo introduzido por parte de muitos, que agem descuidadamente, sem zelo como o zelo do Senhor da igreja, a música gospel é a mais poderosa. Lúcifer, entre outras capacidades (liderança, psicologia, influência, comando, etc) tem o poder da música. Pela música pode-se exercer forte influência, seja para o bem, seja para o mal. Ela mexe com emoções, dependendo da música, também com os músculos e o corpo. É pela música que atualmente todo o falso reavivamento das igrejas populares está sendo impulsionado. É a sua plataforma básica, pois exerce sedutora atração. A música gospel dá a impressão de ter recebido o poder do ESPÍRITO SANTO. Mas se fosse assim, os pessoal que fica pulando três dias nos pagodes também teriam recebido o mesmo poder. Há outro poder em ação.
O falso reavivamento está sendo comandado por um músico (com respeito aos bons músicos da igreja). Assim como em todas as atividades humanas, também na música há dois grupos: os fiéis a DEUS e os indiferentes ao que DEUS deseja. O músico que comanda a arte no mundo é mesmo que começou a sedução que derrubou um terço de todos os inteligentíssimos anjos celestes, e que conheciam DEUS pessoalmente. Pela música se pode seduzir, coisa que jamais quem pretende salvar almas deveria utilizar. Não se seduz para o bem, só para o mal. A sedução é uma atração que viola o consciente e torna a pessoa embevecida pelo que a música simboliza. Se essa técnica estiver sendo utilizada para o bem, para salvar, essas pessoas na verdade estarão sendo enganadas, pois seu louvor, que pensam ser a DEUS, é a satanás, aquele do falso reavivamento, que atrai multidões em todas as igrejas, e agora também na nossa, em muitos lugares. Esta música, seu ritmo, atrai multidões, fascina, movimenta, emociona, atiça os músculos enchendo-os de energia, age com poder, mas não para a transformação e saída do mundo, e sim, para conformar-se com o mundo. Enche as igrejas? Sim! Ajuda na salvação das pessoas? Não, só engana as pessoas superficiais e as que ainda são ingênuas ou em fase de adolescência no conhecimento da verdade.
É a música da idolatria. São os shows gospel, as boates gospel, os concursos gospel, o carnaval gospel, discotecas gospel, tudo gospel. Qual a grande diferença com o resto do mundo? Só não tem cerveja! Tinha que haver alguma diferença, bem escolhida, para enganar as multidões.
O que é esse gospel? Pela conceituação americana, é ritmo mundano e vulgar com letra sagrada, embora quase sempre superficial. Pelo conceito bíblico, é prostituição, ou seja, mistura de algo correto com algo errado. Via de regra usa tambores, ou bateria, mas nem sempre. O problema não é tanto com a bateria que com o ritmo se faz com ela. Já vi e ouvi os desbravadores fazerem belos e solenes programas, e usavam tambores (não era bateria, se bem que, o simbolismo prático desse instrumento requer que o bom senso o exclua de nossos cultos). Sabiam usá-los para louvor.
É uma profecia de EGW de que essa música entraria na nossa igreja, antes do fim, ou seja, antes da sacudidura. Muitos que amam tal música, e que a estão introduzindo na igreja contestam com palavras fortes. Mas contra profecia não há argumentos, se ela é de DEUS, melhor é atentarmos ao profeta que as palavras de outros, para que estejamos fora de perigo. O assim diz o Senhor precisa e vai prevalecer.
Agora você vai entender o papel da entrada dessa música gospel (letra cristã mas ritmo vulgar mundano, seja com ou seja sem bateria) na igreja. De DEUS não se zomba, quem estiver fazendo isto, segure-se pois está tentando lutar contra DEUS. Nesse momento escrevo com zelo pelas vidas de todos os leitores, pois gostaria de ver todos salvos. Esse é o intuito aqui. Quem inadvertidamente, ou conscientemente (sabendo o que está fazendo, nesse caso,a gente contratado por satanás) está introduzindo essa música na igreja, tudo o que vai conseguir é fazer um favor a DEUS, pois o Criador é tão inteligente que transforma todos os ataques contra a igreja de CRISTO em alguma coisa positiva. Mas cuidado!
A presença dessa música é hoje, flagrantemente, a maior de todas as polêmicas internas. Está dividindo a igreja verticalmente de alto a baixo. Está dividindo desde a Conferência Geral, presidentes de campo, departamentais, pastores, líderes leigos e os membros. Fica uma sensação: afinal, nós outros, a quem ouviremos, e a quem seguiremos? É a divisão do posicionamento sobre, a final que louvor DEUS deseja ouvir, e como O adoraremos. É dramático, a polêmica que divide a igreja se abate sobre a essência da adoração: o louvor! É o ponto mais delicado em toda a relação com o nosso Criador e Salvador. A divisão causada leva a necessidade de posicionamento individual, e este posicionamento está definindo que permanecerá em pé, ao lado de CRISTO, quando a sacudidura ficar estonteantemente forte, insuportável senão pela fé. Fé é estar agarrado por meio da confiança, em CRISTO. É principalmente por meio da música, a essência do louvor, mas também por outros mundanismos, que as posições individuais estão se definindo e se firmando. Esta situação vai se intensificar a tal ponto que levará a todos se posicionarem, desde a mais alta administração de nossa igreja ao mais humilde dos membros, em dois lados opostos. E é preciso lembrar que divisão nunca vem de DEUS, sempre do inimigo. Tenhamos certeza disto. Sim, pois a música, mais do que outros fatores mundanos de divisão, está ATIVANDO O ZELO de muitos pelo Senhor, e ABRINDO AS GUARDAS DA ALMA de outros pela tolerância às coisas do mundo. É uma profecia que se cumpre nesses últimos dias, um pouco antes do alto clamor, às vésperas das leis opressoras (já sendo discutidas nos concílios religiosos e até no G8) que estão por vir, e do decreto dominical, que segue a essa leis.
Agora preste atenção à frase seguinte. Esse ritmo sedutor receberá um poderoso aliado para derrubar de vez os servos de DEUS: é o decreto dominical. E muitos cairão, é a sacudidura. Veja a descrição antecipara pela profecia: “A grande questão que está tão próxima [o cumprimento da lei dominical] eliminará aqueles a quem Deus não designou, e Ele terá um ministério puro, leal, santificado e preparado para a chuva serôdia” (Mensagens Escolhidas, vol. 3, pág. 385). “O Senhor mostrou-me claramente que a imagem da besta formar-se-á antes que termine a graça; pois isso será a grande prova para o povo de Deus, pela qual será decidido seu destino eterno (Mensagens Escolhidas, v. 2, pág. 81).
E para onde estes que caem irão? Para o lugar onde essa música continuará sendo tocada, as igrejas ecumênicas do falso reavivamento, que estarão, nesses dias, alardeando mais do que nunca que possuem o poder do ESPÍRITO SANTO, onde mais do que nunca serão realizados sinais e maravilhas, de satanás. O que DEUS faria de mim, se, sabendo disso, não o escrevesse? Por favor, você que lê, ao menos pense com carinho, pela sua vida, pois não pode subestimar o inimigo, principalmente nesses dias finais.
Aliado com a música gospel vem as modas, a competição, a idolatria (do eu e dos artistas, do som alto, etc.), as novelas, os filmes impróprios, as noitadas sem dormir por passatempos mundanos (filmes, novelas, jogos, etc.), e muito mais. Em todas essas instâncias, o ritmo é o mesmo, une os corações num só espírito. O ritmo é igual, seja com letra para DEUS, seja com letra para o diabo. O que une o mundo hoje não é a letra, e sim, o ritmo. Com o ritmo diabólico, a letra não vale mais nada, pois esse ritmo atiça o corpo enquanto sufoca a mente e a razão. Este é o grande ensaio para não permanecer em pé na sacudidura.
Não escrevi essa parte para reformar a igreja quanto ao louvor. Não é minha função. Disso o Senhor da igreja está cuidando e Ele sabe o que está fazendo. Ele ainda está dando tempo para que todos se posicionem, por Ele, ou contra Ele. Por quanto tempo Ele vai esperar não sei. A minha função é só alertar aqueles que ainda não foram afetados pelo poder sedutor do gospel, para por ventura estes permanecerem em pé pelo Senhor. E também, se possível, ajudar aqueles que já caíram na cilada, para, se desejarem, retornarem ao que DEUS deseja que façam quanto ao louvor. Porém, cada um deve livremente tomar a sua decisão enquanto é tempo, a salvação é individual. Não me preocupa quanto ao futuro da igreja. Disto JESUS cuida. E já sabemos que ela é e continuará sendo vencedora. Não há perigo nesse sentido. Preocupa-me é que muitos membros se perderão por falta de conhecimento. E me preocupa é que muitos levarão outros à perdição por seu mau exemplo de vida, assim como João se preocupava em seu tempo.
Fonte - Cristo Voltará
[Destaques do autor]
Vaticano elogia filme de Harry Potter
O Vaticano elogiou com duas estrelas (alguns jornais dizem ‘abençoou’) o último filme de Harry Potter, “O enigma do príncipe”. O motivo foi que o filme deixa claro o embate entre o bem e o mal e como ele retrata o amor entre adolescentes, e torna os personagens mais verídicos para o público. Isso é revelador uma vez que todos sabem tratar-se de uma escola de bruxos, e o próprio Harry Potter um aprendiz de bruxo, portanto, tudo ligado ao antigo espiritismo. Segundo informações, já foram vendidos mais de 470 milhões de livros da série Harry Potter, em todo o mundo.
É importante atentar que o espiritismo vai fazer parte da poderosa tríplice aliança entre os poderes da primeira besta (Vaticano) e a segunda besta (Estados Unidos) para, por meio de sinais e maravilhas espíritas, congregar os reis do mundo inteiro contra o povo de DEUS. O princípio dessa aliança ocorreu no ano passado com a visita de Bento 16 aos Estados Unidos, em reunião da ONU. De lá para cá o espiritismo vem aumentando o seu espaço e a sua importância no mundo. Assim como, por outro lado a pregação da Bíblia também vem aumentando consideravelmente. O grande desfecho se aproxima. (G1)
Fonte - Cristo Voltará
É importante atentar que o espiritismo vai fazer parte da poderosa tríplice aliança entre os poderes da primeira besta (Vaticano) e a segunda besta (Estados Unidos) para, por meio de sinais e maravilhas espíritas, congregar os reis do mundo inteiro contra o povo de DEUS. O princípio dessa aliança ocorreu no ano passado com a visita de Bento 16 aos Estados Unidos, em reunião da ONU. De lá para cá o espiritismo vem aumentando o seu espaço e a sua importância no mundo. Assim como, por outro lado a pregação da Bíblia também vem aumentando consideravelmente. O grande desfecho se aproxima. (G1)
Fonte - Cristo Voltará
Papa: 23 líderes recebidos no primeiro semestre
Cidade do Vaticano, 16 jul (RV) - Assim como o faz desde o início de seu pontificado, Bento XVI concedeu neste primeiro semestre do ano diversas audiências especiais a Presidentes, primeiros-ministros, Chefes de Estado e expoentes políticos de organismos internacionais. Desde o início de 2009, o pontífice recebeu 23 personalidades políticas de expressão.
Os últimos cinco líderes - Stephen Harper (Canadá), Barack H. Obama (EUA), Kevin Rudd (Austrália), Lee Myung-bak (Coréia do Sul) e Taro Aso (Japão) - estavam presentes na Itália para participar do G8 de L’Aquila.
Além do casal real britânico, Charles e Camilla, do Secretário geral da Liga Árabe, Amr Moussa, e da Presidente da Câmara dos Representes dos EUA, Nancy Pelosi, o Santo Padre recebeu 12 governantes europeus, 5 americanos, 2 asiáticos e 1 australiano. Neste ano, Bento XVI acolheu também, no serviço diplomático junto à Santa Sé, 15 novos embaixadores, inclusive o brasileiro, Luiz Felipe de Seixas Corrêa.
No ano passado, Bento XVI foi visitado por 19 líderes ou representantes políticos de alto nível, como Juan Somavia, Diretor Geral da Organização Internacional do Trabalho (fevereiro), e Ban Ki Moon, Secretário Geral da ONU (abril). No total, foram concedidas audiências a 3 líderes africanos, 4 asiáticos, 7 europeus, 3 da Oceania, 1 dos Estados Unidos e 1 latino-americano (Luis Inácio Lula da Silva).
Fonte - Radio Vaticano
Nota DDP: Logicamente nenhum destes líderes foi ao Vaticano na esperança de anelar boas relações comerciais com o líder romano. As possibilidades se envergam ou no sentido de estabelecerem trocas de favores políticos, ou no de reconhecerem a supremacia espiritual do pontífice. Em ambos os casos, o resultado prático, do ponto de vista profético, é exatamente o mesmo.
Veja também "Santa Sé-Rússia: Rumo a relações diplomáticas plenas".
Os últimos cinco líderes - Stephen Harper (Canadá), Barack H. Obama (EUA), Kevin Rudd (Austrália), Lee Myung-bak (Coréia do Sul) e Taro Aso (Japão) - estavam presentes na Itália para participar do G8 de L’Aquila.
Além do casal real britânico, Charles e Camilla, do Secretário geral da Liga Árabe, Amr Moussa, e da Presidente da Câmara dos Representes dos EUA, Nancy Pelosi, o Santo Padre recebeu 12 governantes europeus, 5 americanos, 2 asiáticos e 1 australiano. Neste ano, Bento XVI acolheu também, no serviço diplomático junto à Santa Sé, 15 novos embaixadores, inclusive o brasileiro, Luiz Felipe de Seixas Corrêa.
No ano passado, Bento XVI foi visitado por 19 líderes ou representantes políticos de alto nível, como Juan Somavia, Diretor Geral da Organização Internacional do Trabalho (fevereiro), e Ban Ki Moon, Secretário Geral da ONU (abril). No total, foram concedidas audiências a 3 líderes africanos, 4 asiáticos, 7 europeus, 3 da Oceania, 1 dos Estados Unidos e 1 latino-americano (Luis Inácio Lula da Silva).
Fonte - Radio Vaticano
Nota DDP: Logicamente nenhum destes líderes foi ao Vaticano na esperança de anelar boas relações comerciais com o líder romano. As possibilidades se envergam ou no sentido de estabelecerem trocas de favores políticos, ou no de reconhecerem a supremacia espiritual do pontífice. Em ambos os casos, o resultado prático, do ponto de vista profético, é exatamente o mesmo.
Veja também "Santa Sé-Rússia: Rumo a relações diplomáticas plenas".
Grã-Bretanha quer Blair na presidência da UE
O novo cargo será criado no âmbito do Tratado de Lisboa, que irá modernizar a maneira por meio da qual a União Europeia é comandada. O tratado está pendente de aprovação pelo povo da Irlanda, onde em outubro acontecerá um novo referendo.
Blair, que evita se declarar candidato antes do resultado do referendo irlandês, pode ser a primeira pessoa a ocupar o cargo. Caso o Tratado de Lisboa seja aprovado, os líderes da UE devem se reunir ainda no mês de outubro para decidir quem será nomeado. O mandato será de no mínimo 30 meses e no máximo cinco anos.
Fonte - Opinião e Notícia
Nota DDP: Sobre os possíveis reflexos que envolvem esta nomeação, sugiro a (re)leitura dos seguintes posts:
- O salto de fé de Tony Blair
- Tony Blair dará curso de fé e globalização em Yale
- Blair se converterá ao catolicismo após deixar governo britânico
- Blair reivindica papel da religião na solução de problemas mundiais
- Blair quer unir cristianismo, judaísmo e islamismo após deixar vida política
As chamadas já falam por si mesmas.
Votação do acordo Santa Sé-Brasil adiada
Brasília, 16 jul (RV) - A pressão de um grupo de parlamentares levou ontem ao adiamento para o dia 5 de agosto da votação do acordo entre Brasil e Vaticano, assinado em 2008 e enviado à Câmara.
A discussão se deve especialmente à previsão de ensino religioso em escolas públicas, mas também foi questionada a constitucionalidade do documento. Alguns deputados argumentam que o acordo fere a Constituição, principalmente no que se refere ao ensino religioso e às relações de dependência ou aliança do Estado brasileiro com confissões religiosas.
De acordo com o relator, Bonifácio de Andrada (PSDB-MG), não há no texto algum atentado contra a Carta política e nem mesmo ao princípio de laicidade do Estado: “O texto subordina cada artigo, parágrafo e linha à legislação civil brasileira, não havendo nenhum risco de subordinação do Estado a qualquer religião”, sustentou.
Em declarações à agência da Câmara, o deputado afirma que “a Constituição em vigência enfatiza a necessidade de relações internacionais com todos os povos e admite a aproximação com todas as crenças religiosas”. Em sua opinião, o conceito de Estado laico “convive plenamente com as Igrejas através de acordos e convênios”.
Já o deputado Aldo Rebelo, do Partido Comunista do Brasil (PCdoB-SP), defende o acordo, que “se justifica pela contribuição do catolicismo à formação do povo brasileiro. Ao lado do Estado português, foi a Igreja Católica que criou o primeiro colégio do Brasil, o Pátio do Colégio, em São Paulo, para educar indígenas”, lembrou. O deputado destacou ainda que os jesuítas alfabetizaram também os escravos africanos.
Fonte - Radio Vaticano
Nota DDP: Volto a recomendar os apontamentos que já fiz neste assunto em "Omissão da mídia sobre o acordo com o Vaticano". Duas questões devem ser notadas: Em primeiro plano uma quase "inexistência" de publicações deste assunto na grande mídia tupiniquim. Em segundo lugar, a "preocupação" excessiva com a questão do ensino religioso, quando existem outros dispositivos muito mais polêmicos no tratado.
Em entrando no ordenamento, a pregação das mensagens angélicas podem ser inviabilizadas a qualquer momento.
A discussão se deve especialmente à previsão de ensino religioso em escolas públicas, mas também foi questionada a constitucionalidade do documento. Alguns deputados argumentam que o acordo fere a Constituição, principalmente no que se refere ao ensino religioso e às relações de dependência ou aliança do Estado brasileiro com confissões religiosas.
De acordo com o relator, Bonifácio de Andrada (PSDB-MG), não há no texto algum atentado contra a Carta política e nem mesmo ao princípio de laicidade do Estado: “O texto subordina cada artigo, parágrafo e linha à legislação civil brasileira, não havendo nenhum risco de subordinação do Estado a qualquer religião”, sustentou.
Em declarações à agência da Câmara, o deputado afirma que “a Constituição em vigência enfatiza a necessidade de relações internacionais com todos os povos e admite a aproximação com todas as crenças religiosas”. Em sua opinião, o conceito de Estado laico “convive plenamente com as Igrejas através de acordos e convênios”.
Já o deputado Aldo Rebelo, do Partido Comunista do Brasil (PCdoB-SP), defende o acordo, que “se justifica pela contribuição do catolicismo à formação do povo brasileiro. Ao lado do Estado português, foi a Igreja Católica que criou o primeiro colégio do Brasil, o Pátio do Colégio, em São Paulo, para educar indígenas”, lembrou. O deputado destacou ainda que os jesuítas alfabetizaram também os escravos africanos.
Fonte - Radio Vaticano
Nota DDP: Volto a recomendar os apontamentos que já fiz neste assunto em "Omissão da mídia sobre o acordo com o Vaticano". Duas questões devem ser notadas: Em primeiro plano uma quase "inexistência" de publicações deste assunto na grande mídia tupiniquim. Em segundo lugar, a "preocupação" excessiva com a questão do ensino religioso, quando existem outros dispositivos muito mais polêmicos no tratado.
Em entrando no ordenamento, a pregação das mensagens angélicas podem ser inviabilizadas a qualquer momento.
quarta-feira, 15 de julho de 2009
Deputados debatem e votam parecer favorável a acordo com o Vaticano
A Comissão de Relações Exteriores e de Defesa Nacional da Câmara iniciou, nesta quarta-feira, a discussão e votação do Estatuto Jurídico da Igreja Católica no Brasil. O acordo, firmado entre o governo brasileiro e o Vaticano no fim do ano passado, tem parecer favorável do relator, deputado Bonifácio de Andrada (PSDB-MG). No entanto, quatro deputados apresentaram votos em separado contrários ao texto: Andre Zacharow (PMDB-PR), Bispo Gê Tenuta (DEM-SP), Ivan Valente (Psol-SP) e Pastor Pedro Ribeiro (PMDB-CE).
O governo brasileiro firmou com o Vaticano um acordo diplomático regulamentando a atuação da Igreja Católica no país. O documento ratifica as regras já seguidas pela Igreja, e, de acordo com autoridades brasileiras, não ferem o princípio da laicidade do Estado presente na Constituição Federal. Estado laico significa Estado desvinculado da religião. É um princípio que garante a liberdade e a diversidade de credos.
A proposta foi feita primeiramente pelo Vaticano e começou a ser negociada com o Brasil em outubro de 2006. O ponto mais controverso foi o que trata do ensino religioso nas escolas públicas. Na proposta inicial, o Vaticano queria a inclusão do ensino religioso católico como matéria opcional do ensino fundamental. O governo brasileiro aceitou, mas acrescentou a expressão “outras confissões” ao texto para garantir o respeito a diversidade religiosa no país.
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Fonte - Correio do Brasil
Nota DDP: Leia também "Arcebispo pede ratificação do acordo Brasil e Santa Sé".
O governo brasileiro firmou com o Vaticano um acordo diplomático regulamentando a atuação da Igreja Católica no país. O documento ratifica as regras já seguidas pela Igreja, e, de acordo com autoridades brasileiras, não ferem o princípio da laicidade do Estado presente na Constituição Federal. Estado laico significa Estado desvinculado da religião. É um princípio que garante a liberdade e a diversidade de credos.
A proposta foi feita primeiramente pelo Vaticano e começou a ser negociada com o Brasil em outubro de 2006. O ponto mais controverso foi o que trata do ensino religioso nas escolas públicas. Na proposta inicial, o Vaticano queria a inclusão do ensino religioso católico como matéria opcional do ensino fundamental. O governo brasileiro aceitou, mas acrescentou a expressão “outras confissões” ao texto para garantir o respeito a diversidade religiosa no país.
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Fonte - Correio do Brasil
Nota DDP: Leia também "Arcebispo pede ratificação do acordo Brasil e Santa Sé".
Jornalista italiano é demitido por ironizar popularidade do papa Bento XVI
O jornalista italiano Roberto Balducci, da emissora de TV RAI 3, foi demitido na última terça-feira (14), após realizar um comentário irônico sobre o papa Bento XVI. Em reportagem, o profissional teria questionado a popularidade de Joseph Ratzinger junto aos fiéis.
"O papa vai de férias onde o esperam dois gatos que vão arrancar o seu sorriso, pelo menos como os proverbiais quatro gatos, e quem sabe alguns mais que, todavia, tem o valor e a paciência para escutar as suas palavras", disse Balducci, ao comentar sobre as férias de Bento XVI, na região italiana de Vale da Aosta.
O vice-presidente da emissora, Giorgio Merlo, classificou o incidente como uma tendência "anticlerical, singular e vulgar". Após o ocorrido, Balducci se defendeu, ao revelar "absoluto respeito pela Igreja". A informação é do jornal El País.
Fonte - Portal Imprensa
"O papa vai de férias onde o esperam dois gatos que vão arrancar o seu sorriso, pelo menos como os proverbiais quatro gatos, e quem sabe alguns mais que, todavia, tem o valor e a paciência para escutar as suas palavras", disse Balducci, ao comentar sobre as férias de Bento XVI, na região italiana de Vale da Aosta.
O vice-presidente da emissora, Giorgio Merlo, classificou o incidente como uma tendência "anticlerical, singular e vulgar". Após o ocorrido, Balducci se defendeu, ao revelar "absoluto respeito pela Igreja". A informação é do jornal El País.
Fonte - Portal Imprensa
Três bilhões de pessoas sem água em 2025
RIO - Um esforço similar àquele empregado na missão Apollo que levou o homem à Lua é necessário se a Humanidade quiser ter uma chance real de lutar contra o aquecimento global e sobreviver à devastação das mudanças climáticas. O esforço precisa ser dessa monta porque, sem crescimento sustentável, "bilhões de pessoas serão condenadas à pobreza e muito da civilização entrará em colapso", segundo matéria publicada no "Independent".
Esta é a principal mensagem de alerta do maior relatório individual já feito sobre o futuro do planeta. Apoiado por uma vasta gama de instituições como a Unesco, o Banco Mundial (Bird), o Exército dos Estados Unidos a Fundação Rockefeller, o "State of the future 2009" é um relatório de 6.700 páginas que contou com a contribuição de 2.700 especialistas em todo o planeta. Suas descobertas foram descritas pelo secretário-geral da ONU, Ban Ki-moon, "como valiosas visões do futuro para as Nações Unidas, seus membros e a sociedade civil".
O impacto da recessão global é um tema chave do documento. Os pesquisadores alertam para o fato de que a busca global por energias limpas, a disponibilidade de alimentos, a pobreza e o crescimento da democracia ao redor do globo estão em risco "por causa da recessão". E o relatório vai além: "Decisões excessivamente ambiciosas e desonestas levaram o mundo à recessão e demonstraram a interdependência internacional de economia e ética."
Metade da população mundial deverá enfrentar violência e instabilidade social devido ao aumento do desemprego combinado à escassez de água, comida e energia, além dos efeitos cumulativos das mudanças climáticas. O documento lista questões emergentes de segurança ambiental.
E os efeitos as mudanças climáticas vão piorar. Por volta de 2025, três bilhões de pessoas não teriam acesso à água. A urbanização maciça, a redução dos habitats animais e a concentração de rebanhos pode levar ao surgimento de novas pandemias.
O documento pede aos governos um esforço concentrado ao longo dos próximos dez anos para combater às crescentes ameaças à sobrevivência do homem.
Embora os efeitos das mudanças climáticas não tenham precedentes, as causas sejam bastante conhecidas e as consequências amplamente previsíveis, "a coordenação requerida para uma ação eficaz e adequada ainda é incipiente, e os problemas ambientais pioram mais rápido do que respostas e políticas preventivas são adotadas".
Fonte - O Globo
Esta é a principal mensagem de alerta do maior relatório individual já feito sobre o futuro do planeta. Apoiado por uma vasta gama de instituições como a Unesco, o Banco Mundial (Bird), o Exército dos Estados Unidos a Fundação Rockefeller, o "State of the future 2009" é um relatório de 6.700 páginas que contou com a contribuição de 2.700 especialistas em todo o planeta. Suas descobertas foram descritas pelo secretário-geral da ONU, Ban Ki-moon, "como valiosas visões do futuro para as Nações Unidas, seus membros e a sociedade civil".
O impacto da recessão global é um tema chave do documento. Os pesquisadores alertam para o fato de que a busca global por energias limpas, a disponibilidade de alimentos, a pobreza e o crescimento da democracia ao redor do globo estão em risco "por causa da recessão". E o relatório vai além: "Decisões excessivamente ambiciosas e desonestas levaram o mundo à recessão e demonstraram a interdependência internacional de economia e ética."
Metade da população mundial deverá enfrentar violência e instabilidade social devido ao aumento do desemprego combinado à escassez de água, comida e energia, além dos efeitos cumulativos das mudanças climáticas. O documento lista questões emergentes de segurança ambiental.
E os efeitos as mudanças climáticas vão piorar. Por volta de 2025, três bilhões de pessoas não teriam acesso à água. A urbanização maciça, a redução dos habitats animais e a concentração de rebanhos pode levar ao surgimento de novas pandemias.
O documento pede aos governos um esforço concentrado ao longo dos próximos dez anos para combater às crescentes ameaças à sobrevivência do homem.
Embora os efeitos das mudanças climáticas não tenham precedentes, as causas sejam bastante conhecidas e as consequências amplamente previsíveis, "a coordenação requerida para uma ação eficaz e adequada ainda é incipiente, e os problemas ambientais pioram mais rápido do que respostas e políticas preventivas são adotadas".
Fonte - O Globo
O “homem invisível” da ONU
Ban Ki-moon admitiu em uma entrevista que é conhecido como o “homem invisível”. Na verdade, o secretário-geral da ONU ainda luta para se afirmar no cenário internacional. A prova mais recente disso foi a sua fracassada viagem a Mianmar, quando a junta militar que governa a antiga Birmânia não deixou que ele se encontrasse com o líder oposicionista Aung San Suu Kyi.
Na semana passada, durante a reunião do G8 na Itália, Barack Obama contou que havia cobrado de Ban Ki-moon uma “revitalização” da ONU, de modo que as Nações Unidas possam tomar a dianteira da solução dos problemas globais, o que até agora estaria sendo feito pelo próprio G8 e pelo G20.
Fonte - Opinião e Notícia
Nota DDP: Interessantemente o "pedido" de Obama coincide com os termos veiculados na recente encíclica de BXVI. Obviamente, só uma mera "coincidência". Sugiro também a leitura da Sala de Debates do Jornal New York Times sob o título "Obama tem um amigo no Vaticano?" (em inglês). Os dois líderes parecem ter muito mais interesses comuns, que divergentes.
Liberdade religiosa diminuindo
Duas notícias me chamaram a atenção nesta semana em relação ao tema da liberdade religiosa, ambas veiculadas pela infoCatólica:A primeira se configura através da análise de uma manifestação vinda da Espanha, sob o título "Ministro de Justiça anuncia que se limitará a liberdade religiosa e de consciência" onde, resumidamente, se critica o posicionamento explicitado no sentido de que "a liberdade de consciência não pode ser uma desculpa permanente para desobedecer a lei".
Tal declaração, proferida por Francisco Caamaño, durante a abertura do curso "A pluralidade religiosa na sociedade espanhola contemporânea", foram veiculadas ao se tratar da futura reforma da Lei de Liberdade Religiosa e de Consciência que está para ser trazida ao ordenamento jurídico espanhol, "o quanto antes".
A segunda já foi parcialmente tratada neste espaço, e se refere à proibição aos jogadores de futebol de mostrarem sua fé nos jogos, o que foi reiterado pelo líder máximo deste esporte no planeta, o Presidente da FIFA, Joseph Blatter, que intenta proibir as demonstrações de fé no futebol, como ocorreu com a oração da seleção brasileira no final da Copa das Confederações.
Tais questões, demonstram o quanto o tema é atual e o quanto se está em risco e certamente com os dias contados, a liberdade de crença, especialmente na forma de manifestação desta, tanto no que se refere à pregação, quanto na manutenção dos ritos divinamente ordenados.
Mais uma vez cabe se relembrar a inspirada admoestação:
"O trabalho que a igreja tem deixado de fazer em tempo de paz e prosperidade, terá de realizar em terrível crise, sob as circunstâncias mais desanimadoras, proibitivas." Testemunhos Seletos, vol. 2, pág. 164.
Força do H1N1 surpreende autoridades britânicas
“Fomos surpreendidos pelo grau de propagação deste vírus. Há algumas semanas estava previsto que surgiriam pequenos surtos que se esgotariam antes de regressarem no outono ou no inverno [do hemisfério norte], o que não veio a se confirmar”, disse Alan Hay, que alertou o ministério britânico da Saúde sobre a necessidade de se estar preparado para uma forma mais letal da doença.
Hay disse ainda que as autoridades “cochilaram” durante o aparecimento da gripe suína porque estavam com as preocupações voltadas para uma epidemia de gripe aviária. O Reino Unido já registra 17 mortos por infecção pelo vírus H1N1.
Fonte - Opinião e Notícia
Nota DDP: Outras notícias recentes no mesmo tema:
- Não há garantia de vacina segura contra gripe, diz OMS
- Vacina contra gripe não será suficiente para todos, diz OMS
- Médicos alertam para possível segunda onda da gripe
Terremoto atinge sul da Nova Zelândia
Um terremoto de magnitude 7,8 atingiu o sul da Nova Zelândia nesta quarta-feira (15), anunciou a agência metereológica japonesa, citada pela agência de notícias Reuters. Ainda não há informações sobre danos ou possíveis vítimas. Um alerta de tsunami foi lançado.
Segundo a agência Efe, citando o Serviço Geológico dos Estados Unidos, o tremor aconteceu a 161 km oeste da cidade de Invercargill e a 33 km de profundidade sob o nível do mar.
Segundo a Reuters, um instituto do governo afirmou que a região atingida é a remota e pouco populosa Fiordland.
Fonte - G1
Segundo a agência Efe, citando o Serviço Geológico dos Estados Unidos, o tremor aconteceu a 161 km oeste da cidade de Invercargill e a 33 km de profundidade sob o nível do mar.
Segundo a Reuters, um instituto do governo afirmou que a região atingida é a remota e pouco populosa Fiordland.
Fonte - G1
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