As forças do Ocidente manipuladas pelo rei do norte entrarão também na "terra gloriosa" (Palestina): "Ele entrará também na Terra Gloriosa, e muitas nações serão derrubadas; mas estes escaparão das suas mãos: Edom, Moabe, e os líderes de Amom" (v. 41 – NVKJ). Atualmente os países que ocupam os territórios onde antigamente ficavam Edom, Moabe e Amom, são a Arábia Saudita e a Jordânia. Tudo indica que eles não participarão desta guerra no Oriente Médio.
"Ele estenderá sua mão contra as nações, e a terra do Egito não escapará" (v. 42 – NVKJ). Para que essa profecia se cumprisse o governo do Egito, em tese, não poderia ser aliado do ocidente. Isso explica a recente queda de Hosni Mubarak, deflagrada por protestos sociais no Egito.
"Ele apoderar-se-á dos tesouros de ouro e prata, e de todas as coisas preciosas do Egito; também os Líbios e os Etíopes o seguirão" (v. 43 – NVKJ). A invasão ao Egito pode ocorrer por razões diversas: por exemplo, caso um governo hostil ao ocidente seja eleito, ou até mesmo sob a alegação de preservar as riquezas culturais do Egito para a humanidade caso a luta pelo poder entre os vários segmentos da sociedade acabem gerando uma instabilidade social permanente. Da mesma forma, para que os Líbios apóiem uma futura invasão do ocidente ao Egito, seria necessário derrubar Muammar Kadafi, já que a diplomacia e o dinheiro não foram suficientes para torná-lo um aliado, além do fato de que sua liderança tenha sido sempre um problema às pretensões de poder mundial do Vaticano. Os etíopes mencionados neste verso, na verdade, vivem hoje, no norte do Sudão. O que também explica o atual plano do Ocidente de dividir e enfraquecer este país.
"Mas notícias do leste e do norte o perturbarão; portanto, ele sairá com grande fúria para destruir e aniquilar muitos" (v. 44 – NVKJ). Sem dúvida, tamanha investida geoestratégica do Ocidente não poderia deixar caladas outras duas potências regionais: a China (leste) e a Rússia (norte). Sentindo-se ameaçadas, elas protestarão, não só com palavras, mas com ações. A parceria estratégica entre estes dois gigantes regionais já é uma realidade por causa da Organização de Cooperação de Xanghai. Inclusive, até já realizaram exercícios militares em conjunto.
"Nesse tempo, se levantará Miguel, o grande príncipe, o defensor dos filhos do teu povo, e haverá tempo de angústia qual nunca houve, desde que houve nação até àquele tempo; mas, naquele tempo, será salvo o teu povo, todo aquele que for achado inscrito no livro" (Dn 12:1). Aqui é profetizado o fechamento da porta da graça, quando Cristo Se levantará no santuário celestial após terminar o juízo pré-advento (1ª fase do juízo) iniciada em 1844, e tirará Suas vestes sacerdotais indicando o fim da intercessão em favor da humanidade. Todo aquele que tiver confessado todos seus pecados e, pelo poder de Deus, estiver vivendo em harmonia com a luz recebida, terá seu nome inscrito no Livro da Vida e será salvo quando Cristo voltar.
"E eis que venho sem demora, e comigo está o galardão que tenho para retribuir a cada um segundo as suas obras". (Ap 22:12).
Quem viver, verá...
Fonte - Minuto Profético
quarta-feira, 22 de junho de 2011
O rei do norte e a 3ª Guerra Mundial - Parte 2
A maior parte deste capítulo já se cumpriu (até v. 39). Restando apenas os versos 40-45. De acordo com a Nova Versão king James (NVKJ), o v. 40 diz:
"No tempo do fim o rei do sul o atacará; e o rei do norte virá contra ele como um redemoinho, com carros, cavaleiros, e muitos navios; e ele entrará em suas terras, esmagará e passará".
O tempo do fim começou em 1798. Por isso, os últimos versos de Daniel 11 devem alcançar seu cumprimento depois deste ano. Uma leitura atenta destes versos indica tratar-se de uma profecia sobre uma guerra de grande envergadura localizada no norte da África e no Oriente Médio (note a referência à "terra gloriosa" – v. 41). Uma guerra com essa descrição ainda não ocorreu, portanto, está no futuro.
A profecia aponta o início desta guerra quando o rei do sul atacar o rei do norte. Acreditamos que o rei do norte continua sendo a Igreja Romana. Porém, um esclarecimento torna-se necessário: como e por que a Igreja Romana se envolveria em uma guerra no Oriente Médio, sendo que não possui mais os exércitos das Cruzadas?
Na verdade, apenas houve uma mudança na estratégia de Roma após 1798. Com o aprisionamento do papa Pio VI pelas tropas de Napoleão, o surgimento dos EUA como país defensor da liberdade civil e religiosa, e a adesão de vários países aos ideais liberais de governos democráticos, Roma precisou mudar sua estratégia. A partir do século XIX, Roma passaria a usar uma estratégia mais camuflada, infiltrando seus agentes (jesuítas, cavaleiros de Malta, cavaleiros de Colombo, Opus Dei e outras ordens religiosas ou militares leais, sobretudo, ao Vaticano) em quase todos os países ao redor do mundo.
O objetivo desta infiltração seria assumir posições de influência nos campos da política, da economia, da educação, da justiça, da mídia e das forças armadas, manipulando e influenciando os acontecimentos e os governos a fim de destruir a liberdade civil e religiosa dos países (especialmente dos EUA), e trabalhar para restaurar o poder temporal do Papa. Um dos métodos preferidos por Roma para alcançar esse fim, é instigar guerras e revoluções nos países. Uma década antes da 1ª Guerra Mundial, um pensador e escritor francês já alertava:
"Se a guerra começar, ouçam vocês, homens que pensam que a Igreja Romana é o símbolo da ordem e da paz: Não procurem a culpa fora do Vaticano, pois ele será o provocador oculto, à semelhança da guerra de 1870". (Yves Guyot, Le Bilan Social et Politique de l’Église, p.139, 1901. Citado em A História Secreta dos Jesuítas, p. 172).
Portanto, a Igreja Romana aprendeu muito bem a arte de agir por trás dos bastidores, longe dos holofotes, no palco dos acontecimentos mundiais. Ao mesmo tempo em que parece um cordeiro, na verdade, por trás dos bastidores, age como um dragão. Caso tenha interesse em aprofundar este assunto, você poderá ler as seguintes fontes:
Edmond Paris, A História Secreta dos Jesuítas.
Bill Hughes, Los Terroristas Secretos.
Charles Chiniquy, Cincuenta Años en la Iglesia de Roma.
Avro Manhattan, El Vaticano en la Política Mundial.
Avro Manhattan, O Holocausto do Vaticano.
Eric Jon Phelps, Vatican Assassins.
P. D. Stuart, Codeword Barbêlôn - Danger in the Vatican.
Em relação ao por que Roma estaria interessada no Oriente Médio, a resposta está nos verso 45: "Armará as suas tendas palacianas entre os mares e o glorioso monte santo" (NVKJ). O grande desejo de Roma é transferir seu trono para Jerusalém, e governar o mundo a partir desta cidade! (Eric J. Phelps - veja subtítulo "El General Jesuíta 2").
Logo, quando a profecia afirma que o rei do sul fará um ataque ao rei do norte, podemos entender que esse ataque poderá acontecer em Roma, ou em qualquer outra capital ou grande cidade dos países ocidentais (membros da OTAN), uma vez que os EUA e esses outros países do ocidente atualmente são marionetes e trabalham (inconscientemente ou não) para os interesses de Roma. Esse ataque poderá ser em terra, mar ou no ar. Quando isso acontecer, os países ocidentais atacarão com toda sua força o norte da África e o Oriente Médio.
Embora isso pareça algo inconcebível, os acontecimentos atuais demonstram que esse plano está cada vez mais perto de tornar-se realidade...
Fonte - Minuto Profético
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"No tempo do fim o rei do sul o atacará; e o rei do norte virá contra ele como um redemoinho, com carros, cavaleiros, e muitos navios; e ele entrará em suas terras, esmagará e passará".
O tempo do fim começou em 1798. Por isso, os últimos versos de Daniel 11 devem alcançar seu cumprimento depois deste ano. Uma leitura atenta destes versos indica tratar-se de uma profecia sobre uma guerra de grande envergadura localizada no norte da África e no Oriente Médio (note a referência à "terra gloriosa" – v. 41). Uma guerra com essa descrição ainda não ocorreu, portanto, está no futuro.
A profecia aponta o início desta guerra quando o rei do sul atacar o rei do norte. Acreditamos que o rei do norte continua sendo a Igreja Romana. Porém, um esclarecimento torna-se necessário: como e por que a Igreja Romana se envolveria em uma guerra no Oriente Médio, sendo que não possui mais os exércitos das Cruzadas?
Na verdade, apenas houve uma mudança na estratégia de Roma após 1798. Com o aprisionamento do papa Pio VI pelas tropas de Napoleão, o surgimento dos EUA como país defensor da liberdade civil e religiosa, e a adesão de vários países aos ideais liberais de governos democráticos, Roma precisou mudar sua estratégia. A partir do século XIX, Roma passaria a usar uma estratégia mais camuflada, infiltrando seus agentes (jesuítas, cavaleiros de Malta, cavaleiros de Colombo, Opus Dei e outras ordens religiosas ou militares leais, sobretudo, ao Vaticano) em quase todos os países ao redor do mundo.
O objetivo desta infiltração seria assumir posições de influência nos campos da política, da economia, da educação, da justiça, da mídia e das forças armadas, manipulando e influenciando os acontecimentos e os governos a fim de destruir a liberdade civil e religiosa dos países (especialmente dos EUA), e trabalhar para restaurar o poder temporal do Papa. Um dos métodos preferidos por Roma para alcançar esse fim, é instigar guerras e revoluções nos países. Uma década antes da 1ª Guerra Mundial, um pensador e escritor francês já alertava:
"Se a guerra começar, ouçam vocês, homens que pensam que a Igreja Romana é o símbolo da ordem e da paz: Não procurem a culpa fora do Vaticano, pois ele será o provocador oculto, à semelhança da guerra de 1870". (Yves Guyot, Le Bilan Social et Politique de l’Église, p.139, 1901. Citado em A História Secreta dos Jesuítas, p. 172).
Portanto, a Igreja Romana aprendeu muito bem a arte de agir por trás dos bastidores, longe dos holofotes, no palco dos acontecimentos mundiais. Ao mesmo tempo em que parece um cordeiro, na verdade, por trás dos bastidores, age como um dragão. Caso tenha interesse em aprofundar este assunto, você poderá ler as seguintes fontes:
Edmond Paris, A História Secreta dos Jesuítas.
Bill Hughes, Los Terroristas Secretos.
Charles Chiniquy, Cincuenta Años en la Iglesia de Roma.
Avro Manhattan, El Vaticano en la Política Mundial.
Avro Manhattan, O Holocausto do Vaticano.
Eric Jon Phelps, Vatican Assassins.
P. D. Stuart, Codeword Barbêlôn - Danger in the Vatican.
Em relação ao por que Roma estaria interessada no Oriente Médio, a resposta está nos verso 45: "Armará as suas tendas palacianas entre os mares e o glorioso monte santo" (NVKJ). O grande desejo de Roma é transferir seu trono para Jerusalém, e governar o mundo a partir desta cidade! (Eric J. Phelps - veja subtítulo "El General Jesuíta 2").
Logo, quando a profecia afirma que o rei do sul fará um ataque ao rei do norte, podemos entender que esse ataque poderá acontecer em Roma, ou em qualquer outra capital ou grande cidade dos países ocidentais (membros da OTAN), uma vez que os EUA e esses outros países do ocidente atualmente são marionetes e trabalham (inconscientemente ou não) para os interesses de Roma. Esse ataque poderá ser em terra, mar ou no ar. Quando isso acontecer, os países ocidentais atacarão com toda sua força o norte da África e o Oriente Médio.
Embora isso pareça algo inconcebível, os acontecimentos atuais demonstram que esse plano está cada vez mais perto de tornar-se realidade...
Fonte - Minuto Profético
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O rei do norte e a 3ª Guerra Mundial - Parte 1
De acordo com a visão historicista de interpretação profética, Daniel 11 é um paralelo de Daniel 8 e 9. Daniel 11 começa à época em que a Medo-Pérsia dominava o mundo (v. 1, 2), passando depois pela Grécia (v. 3 – Alexandre O Grande; v. 4 – Os quatro generais de Alexandre), inclusive, dando destaque aos reinos Selêucida e Ptolomaico (v. 5-13): "Os termos ‘rei do norte’ e ‘rei do sul’ aparecem frequentemente em Daniel 11. Eles designam, inicialmente, as pessoas que controlavam a Síria [Selêucidas] e o Egito [Ptolomeus], países que ficavam ao norte e ao sul de Jerusalém, respectivamente". (C. Mervyn Maxwell, Uma Nova Era Segundo as Profecias de Daniel, p. 299).
"A história do período que se seguiu [Daniel 11:5-45] é em grande parte uma luta pela posse da Palestina. Os Ptolomeus possuíram o país na primeira parte do período, com os Selêucidas que se esforçaram para tomá-la, e depois que Antíoco o grande se apossou dela, os Ptolomeus efetuaram um desesperado esforço para recuperar o domínio. Mais tarde a Palestina caiu sob o domínio de Roma..." (Edwin R. Thiele, Daniel – Estudos Esboçados, p. 116).
A partir do verso 14 entram em cena os romanos: "Os dados à violência", ou "roubadores", que "se levantarão para cumprirem a visão" (referência à profecia das Setenta Semanas – 9:24-27). O verso 16 marca a conquista da Palestina (terra gloriosa) pelos romanos. E, então, a partir do verso 21 o rei do Norte passa a ser Roma Papal – "o homem vil", cujas Cruzadas foram profetizadas nos versos 25-30.
Em seguida, há uma mudança no foco (a partir v. 31): "O poder papal não se envolveria somente em guerras de espada, mas também em guerras do espírito. Não apenas se lançaria contra os corpos dos homens, mas também contra as suas almas. Não só combateria contra homens, mas também contra Deus, mediante o estabelecimento de um sistema falso de salvação em lugar do sistema de Cristo". (Edwin R. Thiele, Daniel – Estudos Esboçados, p. 131). Observe o paralelismo entre o "homem vil" (rei do norte) de Daniel 11 e o chifre pequeno de Daniel 8:

Antes de prosseguirmos, seria bom esclarecer porque não concordamos com o estudo (muito popular, por sinal, entre os evangélicos) que estabelece Antíoco Epifânio como protagonista dos versos 21-39. Dentre outros argumentos, podemos citar dois:
Primeiro: O "príncipe da aliança" (v.22) – A palavra hebraica para "príncipe" neste verso não é a palavra comum Sar (podendo-se aplicar a qualquer um que tivesse tal título), e sim Nagid, bem mais rara e semelhante àquela usada para o "príncipe que fará firme aliança com muitos" (9:24-27), o que, nestes casos, são uma referência a Jesus Cristo – O Messias.
Segundo: A "abominação desoladora" estabelecida pelo "homem vil" (v.31) – Jesus indicou em Mateus 24:15 que, em Seus dias, representava ainda alguma coisa futura, ou seja, tal profecia veio a se cumprir apenas posteriormente e em duas fases: quando os soldados romanos profanaram o templo de Jerusalém, por ocasião da sua destruição no ano 70 d.C., e quando, mais tarde, os ensinamentos espirituais da Igreja Romana e sua prática sacerdotal profanaram o ministério de Cristo no santuário celestial. (C. Mervyn Maxwell, Uma Nova Era Segundo as Profecias de Daniel, p. 295, 257).
Fonte - Minuto Profético
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"A história do período que se seguiu [Daniel 11:5-45] é em grande parte uma luta pela posse da Palestina. Os Ptolomeus possuíram o país na primeira parte do período, com os Selêucidas que se esforçaram para tomá-la, e depois que Antíoco o grande se apossou dela, os Ptolomeus efetuaram um desesperado esforço para recuperar o domínio. Mais tarde a Palestina caiu sob o domínio de Roma..." (Edwin R. Thiele, Daniel – Estudos Esboçados, p. 116).
A partir do verso 14 entram em cena os romanos: "Os dados à violência", ou "roubadores", que "se levantarão para cumprirem a visão" (referência à profecia das Setenta Semanas – 9:24-27). O verso 16 marca a conquista da Palestina (terra gloriosa) pelos romanos. E, então, a partir do verso 21 o rei do Norte passa a ser Roma Papal – "o homem vil", cujas Cruzadas foram profetizadas nos versos 25-30.
Em seguida, há uma mudança no foco (a partir v. 31): "O poder papal não se envolveria somente em guerras de espada, mas também em guerras do espírito. Não apenas se lançaria contra os corpos dos homens, mas também contra as suas almas. Não só combateria contra homens, mas também contra Deus, mediante o estabelecimento de um sistema falso de salvação em lugar do sistema de Cristo". (Edwin R. Thiele, Daniel – Estudos Esboçados, p. 131). Observe o paralelismo entre o "homem vil" (rei do norte) de Daniel 11 e o chifre pequeno de Daniel 8:

Antes de prosseguirmos, seria bom esclarecer porque não concordamos com o estudo (muito popular, por sinal, entre os evangélicos) que estabelece Antíoco Epifânio como protagonista dos versos 21-39. Dentre outros argumentos, podemos citar dois:
Primeiro: O "príncipe da aliança" (v.22) – A palavra hebraica para "príncipe" neste verso não é a palavra comum Sar (podendo-se aplicar a qualquer um que tivesse tal título), e sim Nagid, bem mais rara e semelhante àquela usada para o "príncipe que fará firme aliança com muitos" (9:24-27), o que, nestes casos, são uma referência a Jesus Cristo – O Messias.
Segundo: A "abominação desoladora" estabelecida pelo "homem vil" (v.31) – Jesus indicou em Mateus 24:15 que, em Seus dias, representava ainda alguma coisa futura, ou seja, tal profecia veio a se cumprir apenas posteriormente e em duas fases: quando os soldados romanos profanaram o templo de Jerusalém, por ocasião da sua destruição no ano 70 d.C., e quando, mais tarde, os ensinamentos espirituais da Igreja Romana e sua prática sacerdotal profanaram o ministério de Cristo no santuário celestial. (C. Mervyn Maxwell, Uma Nova Era Segundo as Profecias de Daniel, p. 295, 257).
Fonte - Minuto Profético
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"O fim da América"
Naomi Wolf, autora de O Fim da América, leu sobre a Itália de Mussolini na década de 1920; a Rússia de Stalin e a Alemanha de Hitler na década de 1930; sobre a Alemanha Oriental nos anos 1950, a Tchecoslováquia nos anos 1960 e o Chile em 1973, assim como sobre outras ditaduras latino-americanas; leu sobre a China comunista nos últimos anos da década de 1980 e início dos anos 1990.E por isso ela afirma: "Todos os ditadores de todos os matizes políticos tomam as mesmas atitudes fundamentais. Controle é controle. Apesar dessa amplitude de diferenças ideológicas, há similaridades táticas profundas que saltam das páginas da história. Cada um desses líderes se utilizava, e outros ditadores ao redor do globo continuam a imitá-los, das mesmas atitudes para fechar sociedades abertas ou esmagar a oposição."
“Há dez etapas no processo de sufocamento de uma democracia ou de destruição de movimentos democráticos. Elas foram adotadas por capitalistas, comunistas ou fascistas. As dez etapas juntas são mais do que a soma de suas partes. Uma vez que todas elas sejam postas em prática, cada uma amplia o poder da outra e do conjunto. Pode parecer impossível, mas estamos vendo cada uma dessas dez etapas se consolidando nos Estados Unidos atualmente”. (pág. 30, 31)
1- Invocar ameaças internas e externas.
2- Criar prisões secretas.
3- Desenvolver uma Força Paramilitar.
4- Vigiar cidadãos comuns.
5- Infiltrar-se em grupos de cidadãos.
6- Deter e libertar cidadãos arbitrariamente.
7- Perseguir pessoas-chave.
8- Cercear a imprensa.
9- Classificar as críticas de “espionagem” e a discordância de “traição”.
10- Subverter o Estado de Direito.
Fonte - Minuto Profético
Nota DDP: Veja também neste blog "Uma reflexão sobre o 'Estado Policial'" e "EUA de Bush seguem 10 passos para virar ditadura, diz pensadora americana".
terça-feira, 21 de junho de 2011
Aliança Européia do Domingo
Em 20 de Junho de 2011, a Aliança Européia do Domingo se formou por ocasião de uma conferência de especialistas em Proteção do Domingo na sede do Comitê Econômico e Social Europeu (EESC) em Bruxelas. A Aliança Européia do Domingo é uma rede de alianças nacionais do domingo, sindicatos, organizações da sociedade civil e as comunidades religiosas que promovem as condições de trabalho justas, equilibradas e a harmonia de um estilo de vida equilibrado que inclui trabalho, família e tempo livre para reforçar a coesão nacional. A aliança requer ainda que os domingos sejam um dia livre de trabalho nas novas diretrizes do trabalho (2003/88/eg) a serem negociadas entre os Estados membros da União Européia.De acordo com a aliança, a “primeira Conferência Européia sobre a consciência de um domingo livre do trabalho” no Parlamento Europeu em Bruxelas de 24 de março de 2010, foi o gatilho para a formação da Aliança Européia do Domingo. Os representantes das diversas organizações formularam uma carta fundacional que destaca justas, sãs, seguras e dignas condições de trabalho, assim como o direito de limitação da duração máxima das horas de trabalho, nos períodos de descanso diário e semanal, bem como nas férias anuais remuneradas.
“Um domingo livre do trabalho e jornada apropriada é um direito bem merecido de todos os cidadãos da Europa”, afirma a carta fundacional da aliança. Todos os empregados têm o direito de jornada de trabalho apropriada que em princípio, excluem “tardes prolongadas, noites, feriados festivos e domingos” do trabalho regular.
“Trabalhar o domingo traria dano ao equilíbrio trabalho-vida sã”, segundo a aliança da Áustria por um domingo livre de trabalho, um dos principais membros fundadores da Aliança Européia do Domingo em Bruxelas. Um dia livre de trabalho durante a semana como compensação não poderia aliviar os efeitos negativos. Pessoas que trabalham nos domingos ou em horas extraordinárias, o fazem por necessidade financeira e não por opção. Um dia de descanso semanal comum proporcionará um ponto comum de coordenação para o ritmo do tempo no Estado e na Sociedade que reforçará a coesão social em todos os Estados membros da UE.
As razões da criação da Aliança Européia do Domingo
O ex-bispo católico de Linz e ex-professor para questões sociais na Conferência dos bispos austríacos, Maximilian Aichern, expressou sua alegria pela criação da Aliança Européia do Domingo e formulou a seguinte declaração através do departamento de comunicações da Diocese Linz: "um domingo livre de trabalho é a lei social mais antiga da civilização judaico-cristã arraigada no concerto do Antigo Testamento (terceiro dos 10 mandamentos [sic]). O dia de descanso comum, os contatos sociais que com este se alinham e a adoração de Deus são os mais importantes valores cristãos os quais são indispensáveis para a dignidade humana".
"A luta por um domingo livre do trabalho na Europa deveria ser travada nos níveis nacional, regional ou local", disse Hannes Kreller, especialista em recursos humanos da Federação dos empregados católicos (KAB) na Alemanha. De acordo com o que a KAB é esperado, com a criação da Aliança Européia do Domingo, melhorar a coordenação das atividades entre as diversas alianças, assim como a aumentar a pressão sobre o Parlamento da UE e a Comissão da UE.
...
Fonte - APD
Nota DDP: Embora seja de todo intuitivo o entendimento do relato supra transcrito (tradução livre), gostaria de destacar algumas questões:
1) - É certo que o decreto dominical terá como ponto de origem a América, no entanto, ao "estender seus braços sobre o abismo", certamente os EUA encontrarão plena aceitação do tema no continente europeu, onde encontrará seu par profético.
"Quando o protestantismo estender os braços através do abismo, a fim de dar uma das mãos ao poder romano e a outra ao espiritismo, quando por influência dessa tríplice aliança a América do Norte for induzida a repudiar todos os princípios de sua Constituição, que fizeram dela um governo protestante e republicano, e adotar medidas para a propagação dos erros e falsidades do papado, podemos saber que é chegado o tempo das operações maravilhosas de Satanás e que o fim está próximo." (Testemunhos Seletos, vol. 2, pág. 151)
2) - Chama a atenção o papel das instituições civis, especialmente os sindicatos, uma vez que atrelados ao tema trabalho, como desenvolvendo importante papel na composição de um quadro favorável ao domingo, como antecipado pela profecia.
"Bem depressa se aproxima o tempo em que o poder controlador dos sindicatos será muito opressivo. Mensagens Escolhidas, vol. 2, pág. 141. Bem depressa se aproxima o tempo em que o poder controlador dos sindicatos será muito opressivo." (Mensagens Escolhidas, vol. 2, pág. 141)
3) - A união do tema trabalho, que afeta indistintamente todos os seres humanos nesta terra, acompanhado de um desarranjo social latente que vivemos, bem como do conjunto de doenças que são geradas por este mesmo quadro, alinhado ainda com o discurso de esgotamento dos meios naturais que servem ao homem, têm certamente o poder de mobilizar facilmente lideranças políticas e religiosas, endossadas pela massa, para adoção de um dia comum de descanso, como expressamente pretendido.
"Chegará o tempo em que os homens não somente proibirão o trabalho no domingo, mas procurarão obrigar as pessoas a trabalhar no sábado e a concordar com a observância do domingo ou perder sua liberdade e a vida." (Meditação Matinal, pág. 175)
"Satanás dá sua interpretação aos eventos, e os homens pensam, como ele quer que o façam, que as calamidades que enchem a Terra constituem um resultado da transgressão do domingo. Tencionando aplacar a ira de Deus, esses homens influentes fazem leis impondo a observância do domingo." (Manuscript Releases, vol. 10, pág. 239)
4) - Os criadores da aliança são claros em demonstrar em seus objetivos, que a criação da mesma tem como primeiros alvos coordenar as ações das entidades até então pulverizadas e pressionar os órgãos de cúpula da UE para que tornem suas pretensões em mais do que em boas intenções, verdadeiras diretrizes normativas para regerem os estados membros.
A finalização da notícia trata da posição de adventistas e judeus sobre a questão, especialmente a preocupação acerca da tolerância, o que a profecia também antecipa que em algum momento acabará.
"Os que calcam aos pés a lei de Deus fazem leis humanas que eles obrigarão as pessoas a aceitar. Homens imaginarão, deliberarão e planejarão o que irão fazer. O mundo inteiro guarda o domingo, dizem eles, e por que este povo, cujo número é tão pequeno, não haveria de proceder de acordo com as leis do país?" (Manuscrito 163)
Certamente é mais um passo no sentido do cumprimento profético esperado. Maranata.
Carta do Papa sobre o Domingo
Já ouviu falar da Carta do Papa João Paulo II, dirigida aos fiéis e líderes católicos de todo o mundo, no qual o Pontífice Romano exorta para que todos busquem uma maior santidade do Domingo, o Dies Domini, segundo a Igreja de Roma?Desde 1998 que esta carta está circulando no mundo, e seus argumentos puramente filosóficos tentam solapar a teologia e doutrina bíblicas do santo sábado do sétimo dia.
Ou seja, na visão da Igreja Romana, todas as bênçãos que o Senhor colocou sobre o sétimo dia, ela, a Igreja, transferiu para o primeiro dia da semana, em uma pseudo-honra à ressurreição de Cristo.
Vejam como o papa conclui a carta:
"Confio o acolhimento frutuoso desta Carta Apostólica pela comunidade cristã à intercessão da Virgem Santa. Sem nada tirar à centralidade de Cristo e do seu Espírito, Ela está presente em cada domingo da Igreja. Exige-o precisamente o mistério de Cristo: de facto, como poderia Ela [Maria], Mater Domini e Mater Ecclesiæ, não estar presente a título especial no dia que é simultaneamente dies Domini e dies Ecclesiæ?
Para a Virgem Maria, olham os fiéis que escutam a Palavra proclamada na assembleia dominical, aprendendo com Ela a conservá-la e meditá-la no seu coração (cf. Lc 2,19). Com Maria, aprendem a estar ao pé da cruz, para oferecer ao Pai o sacrifício de Cristo e associar ao mesmo a oferta da própria vida. Com Maria, vivem a alegria da ressurreição, fazendo suas as palavras do Magnificat que cantam o dom inexaurível da misericórdia divina no fluxo inexorável do tempo: « A sua misericórdia estende-se de geração em geração sobre aqueles que O temem » (Lc 1,50). Domingo a domingo, o povo peregrino segue o rasto de Maria, e a sua intercessão materna torna particularmente intensa e eficaz a oração que a Igreja eleva à Santíssima Trindade.
A iminência do Jubileu, queridos Irmãos e Irmãs, convida-nos a aprofundar o nosso compromisso espiritual e pastoral. De facto, é este o seu verdadeiro objectivo. No ano em que aquele vai ser celebrado, muitas iniciativas o caracterizarão, dando-lhe aquele timbre singular que não pode deixar de ter a conclusão do segundo e o início do terceiro Milénio da Encarnação do Verbo de Deus. Mas este ano e este tempo especial passarão, dando lugar à expectativa de outros jubileus e de outras datas solenes. O domingo, com a sua ordinária « solenidade », permanecerá a ritmar o tempo da peregrinação da Igreja até ao domingo sem ocaso.
Exorto-vos, portanto, amados Irmãos no episcopado e no sacerdócio, a trabalhar incansavelmente, unidos com os fiéis, para que o valor deste dia sagrado seja reconhecido e vivido cada vez melhor. Isto produzirá frutos nas comunidades cristãs, e não deixará de exercer uma benéfica influência sobre toda a sociedade civil".
Os evangélicos podem até negar, mas é um fato que a Igreja Romana se coloca como "dona" e "autora" da santificação do domingo, creditando, inclusive, a Maria uma honra especial durante este dia.
Pena que muito evangélico sincero, que se limita apenas a repetir o que seu pastor equivocadamente prega, não se dê conta de que está seguindo uma ordenança papal, ao mesmo tempo em que despreza as claras e límpidas orientações da Palavra de Deus sobre o ÚNICO dia que a Bíblia classifica como SANTO, SEPARADO e DE DESCANSO - o sétimo!
"Proferirá palavras contra o Altíssimo, magoará os santos do Altíssimo e cuidará em mudar os tempos e a lei..." (Dan. 7:25).
Cumpriu-se cabalmente a profecia bíblica!
A Carta Papal na íntegra pode ser lida no próprio site do Vaticano (clique aqui).
"Então, Pedro e os demais apóstolos afirmaram: Antes, importa obedecer a Deus do que aos homens" (Atos 5:29).
"E em vão me adoram, ensinando doutrinas que são preceitos de homens" (Mat. 15:9).
"O que desvia os ouvidos de ouvir a lei, até a sua oração será abominável" (Prov. 28:9).
"Aqui está a perseverança dos santos, os que guardam os mandamentos de Deus e a fé em Jesus" (Apoc. 14:12).
"Bem-aventurado o homem que suporta, com perseverança, a provação; porque, depois de ter sido aprovado, receberá a coroa da vida, a qual o Senhor prometeu aos que o amam" (Tiago 1:12).
"Se me amais, guardareis os meus mandamentos" (João 14:15).
Fonte - Prof. Gilson Medeiros
Situação da dívida americana é muito complicada
A nuvem da economia ronda o mundo. O medo de um calote histórico. Não é exatamente um vulcão, mas parece. A dívida dos Estados Unidos é uma situação complicada. É uma dívida que sempre teve muita confiança do mundo, tanto que os juros são baixinhos, mas ela está chegando a um limite máximo. O governo pediu ao Congresso o direito de elevar o nível de endividamento e o Congresso não concordou, e, se o Congresso não concorda, eles têm que fazer uma breve moratória. Imagina a dívida do maior país do mundo fazendo moratória. [Na terça-feira passada], Obama e o presidente do Banco Central falaram sobre o assunto. Eles estão apavorados e esperam que todo mundo seja sensato. Falando em calote, a Grécia está no pior nível de classificação de risco da dívida que se pode ter. A situação é complicadíssima. A população fez manifestações [na] quarta (15). Eles precisam fazer um ajuste fiscal monstro e fazer privatizações para pagar a dívida. O que a Alemanha está dizendo é que os bancos têm que pagar uma parte dessa conta e não apenas o povo grego. Eles estão com classificação de risco de dívida CCC, que é o pior nível. O que se pede à Grécia é impossível de ser cumprido e por isso eles estão tão furiosos.(Miriam Leitão, Bom Dia Brasil)
Nota Michelson Borges: Conforme lembra o jornalista Ruben Dargã Holdorf, Ellen White, há mais de um século, já comentava esse caso de crise econômica dos EUA pouco antes das mudanças legislativas no país e, por extensão, no mundo. Primeiro foi o calote das imobiliárias, depois o desemprego somado ao caos na educação superior; em seguida, a probabilidade de calote no mundo. No livro Eventos Finais, páginas 133 e 134, está escrito: “A apostasia nacional será seguida de ruína nacional.”
Cientistas apontam sinais de extinção em massa nos mares
Não é apenas o ar, o solo ou os rios que são afetados pela atividade humana. De acordo com uma equipe internacional de cientistas, oceanos já dão sinais de extinção em massa da vida marinha. O alerta consta de um relatório apresentado hoje por um painel de especialistas do Programa Internacional sobre o Estado dos Oceanos (Ipso), resultado do estudo dos efeitos acumulados da ação humana sobre os oceanos por 27 especialistas de 7 países.
Os cientistas afirmam que as cinco extinções em massa que se conhecem na história da Terra, quando mais de 50% das espécies existentes desapareceram, foram precedidas por condições muito semelhantes às observadas atualmente. “Os resultados são chocantes”, afirma Alex Rogers, diretor científico do Ipso, que organizou o seminário junto com a União Internacional para a Conservação da Natureza (UICN) e a Comissão Mundial das Áreas Protegidas (CMAP). "Considerando-se o efeito cumulativo que a humanidade causou aos oceanos, chegamos à conclusão de que as consequências são bem mais graves do que cada um de nós acreditava."
Aquecimento, acidificação e falta de oxigênio nos mares são algumas das marcas que podem ser observadas. Ao contrário das extinções passadas, estes sinais, conforme o relatório, são a consequências da atividade humana, e apenas agora pesquisadores começam a entender como os três fatores interagem. Os pesquisadores afirmam que foram subestimados os riscos de cada problema, e o resultado foi uma degradação ambiental bem maior do que a mera soma das consequências individuais destas pressões.
...
Fonte - Veja
Nota DDP: Isolando os componentes estranhos ao entendimento criacionista, bem como os objetivos ECOmênicos, é interessante se notar que o discurso da ciência vem gradativamente se alinhando ao religioso: estamos caminhando para o fim desta terra como a conhecemos.
Os cientistas afirmam que as cinco extinções em massa que se conhecem na história da Terra, quando mais de 50% das espécies existentes desapareceram, foram precedidas por condições muito semelhantes às observadas atualmente. “Os resultados são chocantes”, afirma Alex Rogers, diretor científico do Ipso, que organizou o seminário junto com a União Internacional para a Conservação da Natureza (UICN) e a Comissão Mundial das Áreas Protegidas (CMAP). "Considerando-se o efeito cumulativo que a humanidade causou aos oceanos, chegamos à conclusão de que as consequências são bem mais graves do que cada um de nós acreditava."
Aquecimento, acidificação e falta de oxigênio nos mares são algumas das marcas que podem ser observadas. Ao contrário das extinções passadas, estes sinais, conforme o relatório, são a consequências da atividade humana, e apenas agora pesquisadores começam a entender como os três fatores interagem. Os pesquisadores afirmam que foram subestimados os riscos de cada problema, e o resultado foi uma degradação ambiental bem maior do que a mera soma das consequências individuais destas pressões.
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Fonte - Veja
Nota DDP: Isolando os componentes estranhos ao entendimento criacionista, bem como os objetivos ECOmênicos, é interessante se notar que o discurso da ciência vem gradativamente se alinhando ao religioso: estamos caminhando para o fim desta terra como a conhecemos.
segunda-feira, 20 de junho de 2011
Cristãos no campo de concentração
Via @FilipeAReis
Nota DDP: Creio ser importante traçar algumas linhas neste assunto de liberdade religiosa, extremamente pessoais, confesso, mas que penso contrastarem com as imagens do vídeo acima.
Muito se tem falado no Brasil sobre liberdade religiosa no meio adventista. Muito se tem buscado através do Poder Legislativo e inclusive do Poder Judiciário "garantir" a liberdade religiosa dos adventistas do sétimo dia (encontra-se inclusive pendente de julgamento expressiva discussão jurídica sobre o tema no STF). Ocorre que no Brasil, salvo questões extremamente pontuais e inteiramente isoladas (o ENEM seria um bom exemplo neste contexto, por ser uma imposição do Estado que tem o poder de inviabilizar a vida de nossos jovens), NÃO HÁ cerceamento da liberdade religiosa, sob qualquer prisma que se possa observar.
Nós gozamos de PLENA liberdade para adorarmos a Deus, seja no Seu dia, seja em qualquer dia, horário e lugar que pretendamos fazê-lo, sem nenhum impedimento do Estado ou de algum de seus representantes na vida pública. Gozamos ainda de PLENA liberdade para pregramos, divulgarmos e expressarmos a noss fé, mais uma vez sem impecílio algum que pudesse limitar, dentro do bom senso e do próprio escopo do exercício do cristianismo, nossa possibilidade de atender ao IDE do Mestre (Mt 28:19).
E é dessa liberdade religiosa que dependemos para atender à finalidade para os quais fomos chamados: ADORAÇÃO e PREGAÇÃO (Ap 14:6-8).
Portanto, quando se percebe a utilização do discurso religioso travestido muitas vezes de interesses pessoais (por vezes legítimos inclusive), verificamos que o tema da liberdade religiosa, no nosso sentir, é indevidamente utilizado (Jo 18:36).
Aliás, parece-nos que a busca do braço secular para fins de se alinharem interesses divorciados da pregação do Evangelho e da liberdade de culto, é capaz de produzir além dos "efeitos colaterais" que por si só já se manifestam, muito mais antipatia que cumplicidade com a mensagem, como a experiência tem nos permitido observar inclusive (Mc 12:17).
Louvemos portanto o nome do Senhor pela liberdade que ainda temos de professar e transmitir nossa fé, assumindo o privilégio (Ap 19:9), bem como os ônus (Lc 9:23) que nos foram concedidos, segundo as verdades que cremos.
Sugiro por fim a leitura do Capítulo "A Liberdade Religiosa" da obra "Obreiros Evangélicos", além de outras manifestações do Espírito de Profecia no tema, o que certamente enriquecerá a compreensão do mesmo.
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