sexta-feira, 3 de outubro de 2008

Uma verdade inconveniente

Uma crise como a que vem abalando Wall Street seria terrível em qualquer conjuntura. Mas o momento atual é particularmente ruim. A coincidência dos problemas com o sistema financeiro e as eleições presidenciais nos EUA aumenta as dificuldades para que se dê a volta por cima.

A crise se aprofunda no momento em que o presidente considerado por muitos o pior que já ocupou a Casa Branca está a cem dias do fim de seu mandato. No Congresso, um terço do Senado e toda a Câmara serão postos à prova na eleição de daqui a um mês.

Para piorar, as campanhas de Barack Obama e John McCain estão mergulhadas em um jogo de força sobre o qual os dois candidatos não têm qualquer controle. Se alguma vez os ingredientes para a falta de liderança política estiveram reunidos, este é o momento.

Fonte - Opinião e Notícia

Nota DDP: Momentos de crise e, crises singulares como esta pelo qual passa a maior nação do planeta, sendo esta figura central no desenvolvimento do quadro profético, tal como nós adventistas vislumbramos, nos levam à conclusão que estamos diante da virada de uma enorme página da história, talvez a transição do sexto para o sétimo reino, motivo pelo qual não podemos nos furtar em observar com atenção o que está ocorrendo.

Tenho meditado muito sobre um texto da Sra. White que me impressiona:

Em suas mensagens aos homens, os anjos de Deus apresentam o tempo como sendo muito breve. Assim me tem sempre sido apresentado. Verdade é que o tempo se tem prolongado além do que esperávamos nos primitivos dias desta mensagem. Nosso Salvador não apareceu tão breve como esperávamos. Falhou, porém, a Palavra de Deus? Absolutamente! Cumpre lembrar que as promessas e as ameaças de Deus são igualmente condicionais.

Deus confiara a Seu povo uma obra a ser executada na Terra. A terceira mensagem angélica devia ser dada, a mente dos crentes ser dirigida ao santuário celeste, onde Cristo entrara para fazer expiação por Seu povo. A reforma do sábado devia ser levada avante. A brecha feita na lei de Deus precisava ser reparada. Importava que a mensagem fosse proclamada com grande voz, para que todos os habitantes da Terra recebessem a advertência. O povo de Deus precisava purificar sua alma pela obediência da verdade, e preparar-se para estar sem falta perante Ele em Sua vinda.

Houvessem os adventistas, depois do grande desapontamento de 1844, sustido firme sua fé e seguido avante unidos, segundo a providência de Deus lhes abria o caminho, recebendo a mensagem do terceiro anjo e no poder do Espírito Santo proclamando-a ao mundo, haveriam visto a salvação de Deus, o Senhor teria operado poderosamente com os esforços deles, a obra haveria sido concluída, e Cristo teria vindo antes para receber Seu povo para dar-lhe o seu galardão. Mas no período de dúvida e incerteza que se seguiu ao desapontamento, muitos dos crentes no advento renunciaram a sua fé. ... Assim foi prejudicada a obra, e o mundo foi deixado em trevas. Houvesse todo o corpo de crentes adventistas se unido nos mandamentos de Deus e na fé de Jesus, quão grandemente diversa teria sido a nossa história!

Não era a vontade de Deus que a vinda de Cristo houvesse sido assim retardada. Não era desígnio Seu que Seu povo, Israel, vagueasse quarenta anos no deserto. Prometeu conduzi-los diretamente à terra de Canaã, e estabelecê-los ali como um povo santo, sadio e feliz. Aqueles, porém, a quem foi primeiro pregado, não entraram "por causa da incredulidade". Mat. 13:58. Seu coração estava cheio de murmuração, rebelião e ódio, e Ele não podia cumprir Seu concerto com eles.

Por quarenta anos a incredulidade, a murmuração e a rebelião excluíram o antigo Israel da terra de Canaã. Os mesmos pecados têm retardado a entrada do Israel moderno na Canaã celestial. Em nenhum dos casos houve falta da parte das promessas de Deus. É a incredulidade, o mundanismo, a falta de consagração e a contenda entre o professo povo de Deus que nos têm detido neste mundo de pecado e dor por tantos anos. Manuscrito 4, 1883.
(Evangelismo - Pág. 695/696)

Irmãos, leiam, releiam e meditem neste texto. Eu a princípio não conseguia, e ainda não consigo, entender como Cristo poderia ter voltado naquela época, afinal e racionalizando, faltavam mesmo tantos detalhes! Tantos sinais que hoje temos em profusão diante de nossos olhos! Mas a verdade é que Deus revelou à Sua serva que Ele poderia ter completado a obra naquele momento. É o que basta, não nos importam os detalhes.

Por outro lado, tenho observado que nós, os adventistas do sétimo dia já não cremos mais que Jesus pode estar realmente à porta, saímos de um extremo a outro, não se pode falar de sinais porque é alarmismo, não se pode falar em preparação/separação porque é fanatismo, não de pode falar de mudança porque é dissidência!

Divagamos sobre "talvez meus filhos", "talvez meus netos", "o evangelho ainda não foi pregado", "faltam tantos detalhes", "precisamos de mais tempo", "as pessoas não estão preparadas para ouvir sobre a volta de Cristo e o juízo", "sabe a mentalidade pós-moderna", "não fale imediatamente de Cristo, quem sabe daqui uns três anos, quando a pessoa já confiar em você", "ainda falta isso, ainda falta aquilo"...

Estaríamos esquecendo do Deus que abriu o Mar Vermelho? Estaríamos esquecendo do Deus que fará a pregação final do Evangelho, assim como fez a inicial, porque nós somos um fracasso neste intento, ou será que ainda não percebemos que o Evangelho tem se propagado de forma linear enquanto o crescimento populacional é exponencial? Nós por nós mesmos não vamos terminar nunca!

Alguém consegue ler novamente as palavras da Sra. White ecoando no tempo? Tem você observado em algum lugar "incredulidade, mundanismo, falta de consagração e contenda entre o professo povo de Deus"? Temos nós observado isso em nós mesmos? Temos nós gostado demais do Egito? Ou não?

Haverá amor quando da volta do Filho do homem?!?! Amor pela mensagem?!?!

Houvessem os adventistas, depois do grande desapontamento de 1844, sustido firme sua fé e seguido avante unidos, segundo a providência de Deus lhes abria o caminho, recebendo a mensagem do terceiro anjo e no poder do Espírito Santo proclamando-a ao mundo, haveriam visto a salvação de Deus, o Senhor teria operado poderosamente com os esforços deles, a obra haveria sido concluída, e Cristo teria vindo antes para receber Seu povo para dar-lhe o seu galardão. (EGW)

Não deixemos que o diabo nos roube a esperança, não a de dormir no Senhor como alguns já têm se conformado, mas a de ver Cristo voltando sobre as nuvens em glória e majestade. Separemo-nos agora irmãos, preparemo-nos para sermos trasladados como nos admoesta a Sra. White inúmeras vezes, porque o mundo está pregando que este é o momento.

Não corramos o risco de aguardar mais quarenta anos no deserto, porque a medida de nossa iniquidade pode ter chegado no limite e, infelizmente, sermos vomitados...

Deus abençoe os irmãos.

Pânico nos EUA com crise é comparável ao 11/09

"A nação indispensável" - frase cunhada por Madeleine Albright, secretária de Estado no governo de Bill Clinton, para realçar a liderança mundial dos Estados Unidos - está em apuros. E com ela, todo o sistema financeiro internacional pode ir de roldão. O pânico causado pela iminência de uma débâcle dos EUA, esta semana, só pode ser comparado ao medo depois dos ataques terroristas de 11 de setembro de 2001, que alvejaram símbolos do poderio econômico e militar americanos.

Pass this dreadful bailout, em português, "Aprovem esta terrível fiança", era o título do editorial do prestigioso jornal The Boston Globe, publicado na última terça-feira, 30 de setembro. Um dia após a Câmara dos Deputados rejeitar o plano de US$ 700 bilhões para "salvar Wall Street", provocando uma queda histórica nas bolsas, o periódico demonstra o clima de apreensão existente hoje nos Estados Unidos.

O Senado entendeu o recado e aprovou o pacote na tentativa de evitar uma bancarrota na economia global. E tudo indica que a Câmara, escaldada com a reação internacional do início desta semana, faça o mesmo na sexta-feira, quando o projeto retorna à Casa, a despeito da impopularidade da medida às vésperas da eleição, porque, simplesmente, não há outra alternativa.

Se o medo de um ataque terrorista reelegeu George Bush, em 2004, o medo da ruína financeira deve eleger Barack Obama presidente neste ano. E assim se move - sem escolhas - a conservadora classe média americana. E agora, José?

No livro Power, Terror, Peace and War (America's Grand Strategy in a World at Risk), publicado nos Estados Unidos em 2004 e traduzido para o português pela editora Zahar, em 2006, com o título "Poder, Terror, Paz e Guerra (Os Estados Unidos e o Mundo Contemporâneo sob Ameaça), o autor Walter Russel Mead, destacado analista da política externa norte-americana, que circula com desenvoltura pelos corredores de Washington, adverte: "a queda do poder dos EUA seria uma catástrofe não só para os norte-americanos, mas para bilhões de pessoas que vivem além de suas fronteiras, inclusive para muitos que odeiam esse país e o destruiriam se pudessem".

Citando o livro "O paradoxo do poder americano", de Joseph Nye, Russel Mead identifica o poder econômico dos Estados Unidos como "poder pegajoso - um conjunto de políticas e instituiçõs econômicas que atrai os outros países para dentro e dificulta o abandono do sistema". Trata-se, segundo o estudioso, de um poder não-coercitivo no qual a abertura do mercado aos competidores internacionais, responsável pelos déficits da economia americana, desde a Guerra Fria, "estimularam a produção e o consumo no resto do mundo, contribuindo para a prosperidade de outros países e estimulando-os a participarem do sistema norte-americano".

De acordo com Russel Mead, seguindo, em parte, a Grã-Bretanha, potência mundial da Era Moderna - e pátria-mãe -, os Estados Unidos estruturaram o "poder pegajoso", com base em um sistema financeiro internacional (o acordo de Bretton Woods), em 1944, que tornou o dólar uma moeda mundial, e no livre comércio.

A China é uma das primeiras vítimas do "poder pegajoso", com parte significativa dos US$ 820 bilhões de reservas internacionais, aplicados na compra de títulos do Tesouro Americano. Mas não só a China. Profético, Russel Mead adverte:

"As consequências do colapso da economia norte-americana e da ruína do dólar seriam muito maiores do que apenas reduzir o poder e a prosperidade dos norte-americanos. Sem seu principal cliente, países como a China e o Japão enfrentariam sérias depressões econômicas. Os bancos e as forças financeiras de todos os países do mundo seriam afetados e, provavelmente, seriam prejudicados se os Estados Unidos sofressem um colapso. Esta é a vingança do poder pegajoso. A dívida, símbolo da fraqueza, é transformada em força".

Os principais líderes da Alemanha, França, Grã-Bretanha e Itália reúnem-se neste sábado para discutir a crise que obrigou a venda ou a nacionalização de vários bancos europeus. A chanceler da Alemanha, Angela Merkel, apelou para o presidente Bush interceder junto aos congressistas americanos na aprovação do plano de US$ 700 bi - a maior operação de salvação na economia moderna, segundo o jornal The New York Times. Hong Kong anunciou medidas de ajuda a bancos. A Suíça também se movimenta nesse sentido.

Enquanto isso, na América Latina, a fantasia ufanista-oportunista de Lula quer fazer crer que o Brasil está imune à crise ou quase não será afetado por ela.

"God Bless America, Land that I Love. Stand beside her, And Guide Her, through the night with a light from above (Deus abençoe a América, País que eu amo. Permaneça ao lado dela, e guie-a, através da noite, com a luz que vem de cima)".

Fonte - Terra Magazine

Nota DDP: "A dívida, símbolo da fraqueza, é transformada em força". Penso que não há muito o que se articular. Os EUA têm hoje o poder de liderar o mundo por aquilo que o torna mais poderoso: o medo.

Talvez a articulista só não tenha percepção, no final de seu arrazoado, que a apostasia americana já empurrou Deus para fora de seu sistema faz tempo, a luz não vem mais de cima, aliás, ela não vem de nenhum lugar, porque a escuridão está tomando conta.

Cardeal propõe nova ordem econômica

SANTIAGO DO CHILE, quinta-feira, 2 de outubro de 2008 (ZENIT.org).- O cardeal Renato Raffaele Martino, em plena crise financeira, considera que é necessário buscar uma nova ordem econômica para uma distribuição mais eqüitativa dos bens da terra.
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Ao fazer referência e recomendar a leitura do Compêndio da Doutrina Social da Igreja, o cardeal reconheceu com alegria a postura do governo do Chile, na alusão à recente criação do Conselho de Política Migratória: «As medidas adotadas no mês de setembro são importantíssimas para o tratamento e a ajuda que os imigrantes precisam como seres humanos», disse.

«O fenômeno migratório propõe um autêntico problema ético: a busca de uma nova ordem econômica internacional para conseguir uma distribuição eqüitativa dos bens da terra. Daí a necessidade de um compromisso mais firme para criar sistemas educativos e pastorais que visem a uma formação no senso de ‘mundialidade’, a uma nova visão da comunidade mundial, considerada como família de povos à qual estão destinados os bens da terra dentro de uma perspectiva do bem comum», manifestou.
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Fonte - Zenit

Nota DDP: Economia, ecologia, trabalho, dependentes de uma nova ordem, uma nova ordem que tem como vértice a doutrina social da igreja.

Bispos dos EUA preocupados com a crise de mútuos

Washington, 03 out (RV) - O presidente da Comissão Justiça e Desenvolvimento da Conferência Episcopal dos Estados Unidos, dom William Francis Murphy, escreveu uma carta ao Congresso dos Estados Unidos, pedindo que sejam considerados os aspectos morais da chamada ‘crise dos mútuos’.

Em nome do episcopado norte-americano, o bispo de Rockville Centre pede que seja levado em conta o impacto das decisões econômicas sobre as pessoas, com uma nova visão do mercado. Segundo a Comissão, a crise não é apenas setorial, pois criará uma série de graves dificuldades a muitas famílias de classe média e baixa.

A carta foi enviada também ao secretário do Tesouro, Henry Paulson, e aos líderes da maioria democrática e da minoria republicana no Senado. Os bispos afirmam que ‘esta crise vai muito além das questões econômicas ou técnicas; tem um enorme impacto humano e evidentes dimensões éticas, que deveriam estar no centro do debate e das decisões sobre como superá-la’.

As famílias estão perdendo suas casas, têm suas poupanças ameaçadas, emprego e benefícios correm riscos. Por este motivo, toda ação deve mirar exclusivamente a salvaguardar a vida e a dignidade das pessoas. A escandalosa corrida aos lucros, que leva a perigosas especulações, agrava o sofrimento e as perdas dos mais vulneráveis... e isto é um evidente exemplo da ética que vê o lucro antes de qualquer outro valor.

Nos últimos dias, o arcebispo de Cantuária, dr. Rowan Williams, primaz da Comunhão anglicana, escreveu um artigo no semanário britânico ‘The Spectator’ pedindo uma revisão global de toda a ação econômica concebida nos últimos anos. E aqui em Roma, num congresso sobre “O século das crenças”, o secretário de Estado, cardeal Tarcisio Bertone, destacou que o ‘lucro se anula, quando confundido com o bem’.

Fonte - Radio Vaticano

Nota DDP: O princípio bíblico "à César o que é de César" está cada vez mais próximo de ser afastado, tanto pelo estado, como pela religião, a tendência é que eles se abracem muito em breve pelo andar da carruagem.

Pode haver recessão nos EUA

O FMI, em um estudo diz que pode haver uma profunda e prolongada recessão nos EUA. Foram analisados fatores que geraram a atual crise econômico. O Departamento de Pesquisa do FMI incluiu 113 episódios de turbulência financeira ocorridos em 17 países desenvolvidos nos últimos 30 anos. Um estudo tão bem elaborado precisa ser considerado como digno de atenção.

Essa pode ser a crise precedente a crise final, pelo cenário religioso que estamos assistindo.

Fonte - Cristo Voltará

quinta-feira, 2 de outubro de 2008

Bush diz "meia verdade" sobre crise

Para Keyler Carvalho Rocha, economista da Universidade de São Paulo (USP), afirmar que as bolsas americanas perderam US$ 1,2 trilhão num só dia (segunda-feira, 29) é uma "meia verdade", visando desencadear um "efeito psicológico".

"Essas não foram perdas reais", pontua o professor da USP. "Houve uma depreciação no valor das ações, mas as perdas só se concretizam quando as ações são vendidas", diz.

Naquela noite, o presidente George W. Bush se pronunciou à nação, argumentando que aquele não era o dinheiro apenas dos mega investidores, mas também do cidadão comum de classe média, por exemplo, aqueles que têm suas aposentadorias investidas em fundos de pensão.

A situação se reverteu quando o Senado aprovou, por 74 votos a 25, na quarta-feira, 1, a nova versão do pacote de salvamento da crise financeira. Amanhã, o texto será submetido à nova apreciação da Câmara dos Representantes. Na última segunda-feira, os deputados rejeitaram o plano de US$ 700 bilhões proposto por Bush.

Agora, o plano aprovado prevê US$ 850 bilhões de ajuda ao sistema financeiro - US$ 150 bilhões a mais que o montante originalmente previsto, referentes a uma isenção tributária que atingirá mais de 25 milhões de americanos de classe média.

Edgard Pereira, do Instituto de Economia da Unicamp (Universidade Estadual de Campinas), avalia que o pacote tem um efeito "sinalizador e psicológico" sobre o sistema financeiro que, segundo ele, "tem instituições saudáveis, mas que não têm confiança que os tomadores de crédito paguem ao final".
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Fonte - Terra Magazine

Nota DDP: A questão é: Qual a intenção? Sim, porque valeria a pena os EUA sinalizarem tanta fragilidade externamente e tanta falta de liderança internamente, só para que Bush conseguisse a liberação destas verbas? É para isso que ele supervalorou o rombo? Não creio.

Status de superpotência dos EUA está ameaçado


A crise econômica global deve abalar o status dos Estados Unidos como única superpotência da atualidade.

Do ponto de vista prático, os Estados Unidos estão militarmente no limite, com operações no Iraque e no Afeganistão – e, agora, estão também financeiramente no limite.

Do ponto de vista filosófico, vai ficar mais difícil para os americanos defenderem o livre mercado em um momento em que o seu próprio mercado entrou em colapso.

Alguns já vêem o atual momento como crucial.

O filósofo político John Gray, que recentemente se aposentou da prestigiada faculdade de ciências sociais London School of Economics, em Londres, deu seu ponto de vista em um artigo no jornal britânico The Observer: "Temos aqui uma histórica mudança geopolítica, na qual o balanço de poder do mundo está sendo alterado de forma irreversível".
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Nem todos concordam que o apocalipse americano chegou. Afinal de contas, o sistema passou por testes no passado.
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..., parece de fato que o conceito de uma superpotência sem concorrentes, que se tornou verdadeiro após o colapso do comunismo (e o suposto fim da história) não é mais válido.
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Até mesmo os mais destacados pensadores neoconservadores reconhecem que um mundo mais multipolar está surgindo, mas um em que a posição americana será de liderança.
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"O mundo hoje se parece mais com o do século 19 do que com o do final do século 20."

"Aqueles que imaginam que isso é uma boa notícia devem se lembrar que a ordem mundial no século 19 não chegou ao fim tão bem quando a Guerra Fria."

"Para evitar esse destino, os Estados Unidos e outras nações democráticas precisam ter uma visão mais iluminada e generosa de seus interesses do que eles tinham durante a Guerra Fria. Os Estados Unidos, no papel da mais forte democracia, não devem se opor a um mundo de reduzida soberania, mas dar boas-vindas a ele.”
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Niblett, entretanto, acredita que é preciso esperar um pouco antes de anunciar um veredicto, já que estruturalmente os Estados Unidos ainda têm força.
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"Mesmo suas dívidas atuais podem ser revertidas. Eles têm uma enorme resiliência econômica, o que se vê na produção local e no surgimento de novos empreendimentos."

"E há quem possa perguntar – os Estados Unidos estão em decadência em relação a quem? A China está em uma corrida desesperada de crescimento para alimentar sua população e, com isso, evitar transtornos civis em 15 ou 20 anos. A Rússia não é exatamente inofensiva, mas está ampliando seus limites com uma nova estratégia assentada em uma base frágil. A Índia tem imensas contradições internas. A Europa tem, em geral, se mostrado incapaz de sair da estagnação com o dinamismo dos Estados Unidos.”

"Mas os Estados Unidos precisam reencontrar seu caminho nas finanças e o quão bem conseguirem fazer isso vai determinar como será sua capacidade militar. Se tiverem menos dinheiro, terão menos tropas."

Com a eleição presidencial americana se aproximando, valerá a pena voltar ao assunto dentro de um ano para verificar como o mundo vai estar - e qual será o lugar dos Estados Unidos nele.

Fonte - BBC

Nota DDP: Sejam quais forem os fatores a serem considerados daqui para frente em relação aos EUA, especialmente no que concerne aos demais integrantes do quadro profético, temos por certo neste momento de transição uma visão clara da possibilidade dos eventos finais se consumarem.

Paz pode ser obtida em 2 dias


Dois dias serão suficientes para encerrar décadas de conflito no Oriente Médio se as últimas declarações do premiê israelense, Ehud Olmert, forem levadas a cabo, sugeriu nesta quarta-feira o presidente da Autoridade Nacional Palestina, Mahmoud Abbas. A consideração foi feita após a divulgação de uma entrevista na qual Olmert afirmou que Israel deve se retirar de todos os territórios ocupados se quiser a paz. "Quem realmente quer segurança em Jerusalém tem de abrir mão de partes da cidade", avaliou o primeiro-ministro, em entrevista ao jornal Yediot Ahronot.

As declarações, consideradas históricas, foram bem recebidas por Abbas. Na noite de quarta, durante as comemorações pelo fim do mês islâmico do Ramadã, o presidente palestino afirmou que “são essas as palavras que vão nos levar à paz”. "Esperamos que as declarações de Olmert sobre Jerusalém, a Cisjordânia e a região do Golã sejam deixadas como 'depósito' para o próximo governo israelense", disse.

Olmert, que renunciou ao cargo de premiê no mês passado devido a acusações de corrupção, será sucedido pela ministra do Exterior, Tzipi Livni. Nesta quinta-feira, ele foi interrogado sobre as denúncias pela oitava vez desde o mês de maio. Ele permanecerá no cargo até que Livni forme uma nova coalizão ou até o país ter novas eleições – o que pode durar meses.

Na entrevista para o Yediot Ahronot, o premiê israelense avaliou como um erro a postura que manteve durante mais de 30 anos em relação ao conflito palestino, opondo-se à desocupação. "Mais uma colina, mais cem metros, não é isso que vai influenciar a segurança de Israel. Hoje temos meios para impedir ataques de tanques sírios sem ocupar nem um metro da Síria", disse. "Não venho justificar o que fiz durante 35 anos, em grande parte desse período eu não estava pronto para olhar para a realidade em toda a sua profundidade", concluiu.

Fonte - Veja
Nota DDP: Aqui um enorme contraponto aos dispensacionalistas que esperam justamente o contrário, ou seja, o avanço de Israel em retomar terras.
I Ts.5:3 - Pois que, quando disserem: Há paz e segurança, então, lhes sobrevirá repentina destruição, como as dores de parto àquela que está grávida; e de modo nenhum escaparão.

Crise econômica mundial exige devolver centralidade ao homem

SANTIAGO, 30 Set. 08 / 10:34 pm (ACI).- O Presidente do Conselho Pontifício Justiça e Paz, Cardeal Renato Martino, pediu à sociedade lembrar que a pessoa humana deve estar no centro da economia mundial, ante a crise que afeta aos Estados Unidos e os mercados internacionais.

Durante uma roda de imprensa que forma parte de sua visita no Chile, o Cardeal assinalou que "a crise econômica que se manifesta em todo mundo talvez é um sinal que nos diz que o mundo não está feito somente de contas, de dinheiro, de economia; e talvez esse é um fenômeno que nos serve para nos lembrar que se deve colocar à pessoa humana no centro de toda a economia mundial".
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Em sua terceira visita ao Chile, que contempla uma intensa agenda de atividades, o Cardeal Martino valorizou que os chilenos estejam interessados na doutrina social.

Fonte - ACI

Nota DDP: Só para que ninguém perca o passo, a "Doutrina Social da Igreja", que já se começa a tratar como tábua de salvação, passa pelo tema domingo...

Bento XVI exalta a liberdade de religião

CIDADE DO VATICANO, 2 OUT (ANSA) - "Para contrastar os flagelos de violência e terrorismo, extremismo e fundamentalismo, é preciso medidas legislativas", afirmou o papa Bento XVI, durante seu discurso aos bispos da Ásia Central, recebidos em audiência "ad limina", tradicional encontro que a cada cinco anos os bispos de um país ou região eclesiástica têm com o Pontífice.

"Nunca porém a força do direito pode se transformar em iniqüidade, nem pode ser limitado o livre exercício das religiões, pois professar livremente a própria fé é um dos direitos universalmente reconhecidos", ressaltou Bento XVI.

No discurso, o papa também declarou que o catolicismo é contrário ao proselitismo. "Parece-me útil reforçar que a Igreja Católica não impõe, mas propõe livremente a fé católica, sabendo bem que a conversão é o fruto misterioso da ação do Espírito Santo", explicou.

Isto porque, segundo o Papa, "a fé é um dom e obra de Deus, justamente por isso, é proibida toda forma de proselitismo que constrinja ou induza alguém a abraçar a fé".

"Uma pessoa não pode se abrir à fé depois de matura e responsável reflexão, ela deve poder realizar livremente esta íntima aspiração. Isto acontece em favor não só do indivíduo, mas de toda a sociedade, pois a fiel observância dos preceitos divinos ajuda a construir uma convivência mais justa e solidária", esclareceu.

Fonte - Ansa

Nota DDP: Uma notícia tão pequena com tantas inferências! BXVI está pregando abertamente que as religiões devem ter barreiras morais na legislação, no que ele chama de "fundamentalismo". Qual o limite disso? Se recusar a não transgredir o Sábado seria fundamentalismo? Não se alinhar com outros grupos fechando em questões de interesse coletivo que se opõem à Lei de Deus é fundamentalismo?

Sobre proselitismo é um claro "faça o que eu digo, mas não faça o que eu faço". Aliás também neste assunto alguns grupos já ventilaram a proposto de limitarem por lei o avanço de determinadas religiões e divagar sobre constrangimento é trata de um campo quase ilimitado para tratar do evangelismo de muitos segmentos religiosos.

Por fim, quais os preceitos divinos que BXVI entende devam ser norma de conduta para a construção de uma nova sociedade?

Evangélicos são vistos como elementos perigosos

ALEMANHA (*) - As atitudes do público em relação aos evangélicos na Alemanha têm mudado. Antes ignorados, agora eles são o alvo das atenções.

Na terra natal do reformador Martinho Lutero, a mídia tende a se dirigir aos evangélicos com hostilidade. Segundo Stephan Holthaus, reitor da Academia Teológica Livre, os 1,3 milhões de evangélicos do país são tratados como fundamentalistas perigosos.

Falando em uma reunião da Aliança Evangélica Alemã no município de Blankenburg, em 27 de setembro, Holthaus criticou a mídia por apresentar uma imagem indiferenciada dos evangélicos. Eles são sempre descritos como “radicais” ou “militantes” em nome de sua fé.

Questões mínimas, como o ensino doméstico (em alguns países, os pais podem providenciar que a educação de seus filhos seja em casa), foram exageradas. A mídia parece afirmar que os evangélicos, no geral, recusam-se a enviar seus filhos às escolas públicas.

Para a maioria dos evangélicos, entretanto, essa não é a questão, afirma Holthaus.

Muitos jornalistas também tentam explorar o medo criado pelo extremismo religioso. Assim, colocam terroristas islâmicos e evangélicos em um mesmo patamar.

"Os evangélicos não se encaixam no sistema de uma sociedade totalmente tolerante. Nós evangelizamos e afirmamos a existência de uma verdade absoluta”, afirma Holthaus. Esse ponto de vista choca-se com o relativismo pós-moderno que governa Estados ocidentais.

Holthaus admitiu que os evangélicos tenham falhado algumas vezes em debates públicos, por não terem argumentos bons o bastante.

Aproximadamente 400 congregações evangélicas não são afiliadas a nenhuma igreja já estabelecida na Alemanha, segundo dados do governo. O número de igrejas formadas por imigrantes também está crescendo.

Fonte - Portas Abertas

Nota DDP: Sugiro seja ouvido o sermão "A Sacudidura" do Pr. Berndt Wolter, onde ele enfoca de forma muito esclarecedora esta questão de como paulatinamente o mundo deve se voltar contra o que se entende como "fundamentalismo", aliás é o que se depreende claramente da simples leitura do próximo post.

«Sutil revolução» de Bento XVI na relação com judeus

Um sacerdote israelense comenta um dos discursos do Papa em Paris

JERUSALÉM, quarta-feira, 1º de outubro de 2008 (ZENIT.org).- Para o Pe. David Mark Neuhaus, Bento XVI introduziu uma «sutil revolução» nas relações com os judeus durante sua recente viagem a Paris, simplesmente citando o Talmud. O jesuíta israelense, secretário-geral de vicariato católico de língua hebraica em Israel (conhecido também como «Associação de Santiago»), explica essa «revolução» em um artigo publicado no site do vicariato.
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Ao comentar a importância do sabat, o Papa disse: «Acaso não diz o Talmud Yoma (85b): «O sábado foi dado para vós, não vós para o sábado?».
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O jesuíta se pergunta: «Não é uma sutil revolução que o Santo Padre não apenas cumprimente com fervor a comunidade judaica de Paris, mas que também cite o próprio Talmud babilônico? Não é significativo também que cite o ensinamento talmúdico que ressoa profundamente no magistério de Jesus de Nazaré?».

Fonte - Zenit

Nota DDP: Que belo engodo não? Defendendo abertamente o povo judeu para em seguida criticar implicitamente o Sábado. Aceitarão?

quarta-feira, 1 de outubro de 2008

Vaticano insiste na parceria política-religião

Ontem mencionei que o agravamento da crise financeira nos EUA resultaria num efeito colateral desagradável: o aumento da influência e controle de setores religiosos na política não apenas nos EUA mas também ao redor do mundo. Menos de 24 horas se passaram e a previsão já começou a se concretizar, conforme pode ser visto pelas declarações do secretário de Estado do Vaticano:

A crise financeira que afeta a economia mundial mostra que "a política precisa da religião", principalmente da mensagem ética do cristianismo, declarou nesta terça-feira o cardeal Tarcisio Bertone, secretário de Estado do Vaticano... "Para administrar a globalização, a política precisa não só de uma ética inspirada na religião e sim de uma religião racional. Por isso precisa do cristianismo", afirmou. (AFP)

"No desempenho dos diferentes papéis, a política tem necessidade da religião; ao contrário, quando Deus é ignorado, a capacidade de respeitar o direito e de reconhecer o bem comum começa a desvanecer-se", acrescentou o cardeal. (Zenit)

A posição católica é uma perigosa meia-verdade: que o mundo precisa de Deus está claro para os cristãos, porém, que isso deva ser alcançado mediante a política é visão exclusiva do catolicismo. Por trás dessas afirmações está o desejo de reconquistar a supremacia mundial por parte da Santa Sé, prova disso é a insistência em defender o "bem comum" (comum a quem? não aos guardadores do sábado, com certeza, e sim uma forma de coletivismo reprovável). Tão logo a Igreja Católica assuma o poder (ou contribua com a Direita Cristã norte-americana para alcançá-lo), ela passará a perseguir as minorias religiosas, como já fez no passado...

Saiba mais:
"Igreja Católica, Liberdade e Estado Laico" (Leia aqui).
"A Doutrina Social Católica é discriminatória ou impraticável" (Leia aqui).
"A Igreja Romana nunca mudou" (Leia aqui).
"A imagem da besta" (Leia aqui).
"Uma nação" (Leia aqui).
"O abismo entre o individualismo e o coletivismo" (Leia aqui).

Fonte - Minuto Profético

O Cenário do Mundo para Receber o Anti-Cristo - O Homem do Pecado - II Tes. 2:3-11

1. Aquecimento Global - Nunca em toda história conhecida aconteceu tantos desastres naturais. O mundo está agonizando de calor e os efeitos cada ser humano, seja pobre ou seja rico, tem sido na pele. O prejuízo causado pelos desastres naturais são enormes. A perda de vidas e propriedades são incalculáveis. O mundo está à beira do colapso na natureza e não há perspectiva de uma solução.

2. A Crise Financeira - Com esta crise que aterroriza o mundo da economia, não há espaço para combater o aquecimento global, então a tendência é piorar ainda mais, tanto a crise como o aquecimento global. O mundo está perdendo dinheiro. Os grandes empresários, que antes se assentavam em cima do seu dinheiro, estão tendo o desprazer de vê-lo descer pelo ralo. Como o aquecimento global causa prejuízo de milhões e o mundo está perdendo dinheiro, eu pergunto: como sanar, ou pelo menos aliviar as perdas de propriedades e vidas que o aquecimento global tem causado sem dinheiro?

3. A Violência e o Terrorismo - Estes dois fatores tem causado o desenvolvimento de tecnologia para tirar a liberdade das pessoas. Já foram feitas diversas alterações nas leis para que o cidadão comum perca sua privacidade. O mundo está ficando um local quase que insuportável para viver.

4. As Crises Familiares - Quanto mais nos aproximamos do fim percebemos os valores familiares em baixa. Os homens não estão dando o valor que a família merece, este é o motivo de tanto divórcio e filhos deliqüentes.

5. Epidemias - Nunca estivemos tão expostos a tantas doenças.

6. Crises políticas - As crises em diversos países tem sido motivo de noticiário em todas os tele-jornais.

7. Guerras - Os rumores de uma nova guerra fria e os rumores de países insatisfeitos com os EUA podem gerar uma grande guerra como descrita em Daniel 11.

8. Terremotos - O mundo tem sido assolados de todos os lados, nunca se viu falar de tantos terremotos.

9. Falso Reavivamento Religioso - Nunca o número de evangélicos foi tão significativo ao ponto de até o políticos se declararem evangélicos para conseguirem votos. Hoje o mundo prostestante tem ganhado força.

10. Falsos Milagres - Junto com o crescimento evangélico vem a demonstração de milagres e prodígios como descrito por Cristo em Mateus 24:24.

Eu apenas enumerei 10 (dez) pontos, você pode fazer sua lista também.

O mundo em conflitos, guerras, desastres e ainda religioso, nunca se falou tanto em religião. O cenário perfeito para o aparecimento de um falso cristo.

Agora eu quero que você veja e entenda que o mundo está sendo preparado para receber a personificação do anti-cristo como solução para tudo isso, pois ele aparecerá e resolverá parte do problema para dá início em sua empreitada contra o povo de Deus. As crises mundiais tem levado ao falso reavivamento religioso para que, assim, Satanás possa aparecer e enganar todos e quase os escolhidos. Veja que o nosso inimigo é inteligente e tem trabalho arduamente, enquanto nós estamos brincando de cristianismo.

Neste cenário descrito acima, ao aparecer o anti-cristo os cristãos nominais se entregarão a ele, as grandes potências mundias serão forçadas a entregarem a ele o comando, pois ele com todo o poder da mentira e do engano realizará falsos milagres para solucionar os problemas, veja que Cristo nos advertiu sobre isso, mas como ele não terá poder para conter a ira da cólera de Deus, então ele se voltará contra um pequeno povo que insiste em não obedecê-lo e então decreta a sua morte.

Você consegue entender isso? Quando iremos despertar? Até quando seremos néscios? Busquemos Óleo para nossas lâmpadas agora.

Fonte - Resta uma Esperança

Mundo precisa do cristianismo frente à crise financeira (Vaticano)


CIDADE DO VATICANO (AFP) — A crise financeira que afeta a economia mundial mostra que "a política precisa da religião", principalmente da mensagem ética do cristianismo, declarou nesta terça-feira o cardeal Tarcisio Bertone, secretário de Estado do Vaticano.

Para o número dois da Santa Sé, ao ter "ignorado Deus" e esquecido os valores cristãos, o sistema relegou também valores como o respeito aos direitos humanos e ao bem comum.

Para Bertone, braço direito do papa Bento XVI, "o trágico fim de todas as ideologias políticas demonstra isso".

"Parece-me que a atual crise financeira mundial confirma isso", acrescentou durante uma conferência organizada pela Fundação Aspen.

"Ao buscar apenas os lucros, identificados como o maior bem, acaba-se anulando os estes mesmos lucros", ressaltou.

"Para administrar a globalização, a política precisa não só de uma ética inspirada na religião e sim de uma religião racional. Por isso precisa do cristianismo", afirmou.

O tema da fé e da razão é um dos argumentos centrais do pontificado de Bento XVI, que em suas viagens ao exterior, sobretudo na Europa (Alemanha e França), procura debatê-lo com intelectuais e teólogos.

O cardeal Bertone se referiu também à "ética laica", que "apesar de buscar o bem comum é muito frágil".

"Apesar disso, a proclamação solene dos direitos invioláveis da pessoa é negada na prática pelos fatos", assegurou ao ressaltar a intolerância e os modelos culturais vigentes.

Fonte AFP

Nota: O cristianimo do qual o Cardeal fala, não é o cristianismo como ensinado na Bíblia, mas sim o cristianismo como a Igreja Católica ensina, misturando verdade e mentira, como fizeram com a Lei de Deus. O mundo está sendo preparado para que Satanás possa aparecer na pessoa do anti-cristo, se dizendo ser a solução para os problemas da humanidade. O mundo caminha a passos largos para o fim de todas as coisas.

Fonte - Resta uma Esperança

Dicas para o fim da crise financeira

WASHINGTON, 29 de setembro de 2008 (ZENIT.org).- Enquanto o Congresso dos Estados Unidos debatia sobre a crise financeira que o país atravessa, os bispos elaboravam sua própria lista de princípios neste campo, que eles esperam que sejam levados em consideração.
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Em primeiro lugar, Dom Murphy explicou que os bispos estão rezando por esta situação, que definiu como «terrivelmente preocupante e enormemente complicada». Ainda que nem ele nem o resto dos bispos se considerem especialistas nem técnicos «nestas complicadas questões», acrescenta, «nossa fé e nossos princípios morais podem ajudar na busca de respostas efetivas à desordem econômica que afeta o nosso povo».
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Fonte - Zenit

Nota DDP: Sugiro a releitura das considerações aviadas ontem pelo Minuto Profético.

«Política tem necessidade do cristianismo»

ROMA, terça-feira, 30 de setembro de 2008 (ZENIT.org).- «A política tem necessidade do cristianismo» na hora de responder aos desafios da globalização, pois ele sintetiza em si mesmo a razão, a fé e a vida, encarnando assim um forte anseio universal, afirmou hoje o cardeal Tarcisio Bertone, no encontro sobre «O século das crenças», por ocasião da apresentação do último número da revista «Aspenia», jornal trimestral de política internacional do Aspen Institute Italia.
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«Nunca estive de acordo com quem sustenta que a política é inútil porque promete construir pontes inclusive por onde o rio não passa. Estou convencido, ao contrário, de que a política é necessária, mas creio que, para comunicar valores autênticos, ela tem de respeitar a ‘ponte’ que une cada um destes valores a Deus», explicou.

«No desempenho dos diferentes papéis, a política tem necessidade da religião; ao contrário, quando Deus é ignorado, a capacidade de respeitar o direito e de reconhecer o bem comum começa a desvanecer-se», acrescentou.
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Segundo Bertone, «para dirigir a globalização, a política não precisa apenas de uma ética inspirada na religião, mas sim que essa religião seja racional. Também por isso, a política precisa do cristianismo».
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«O cristianismo promove valores que não deveriam ser etiquetados como ‘católicos’ e, portanto, ‘parciais’, aceitáveis apenas para quem compartilha esta fé», apontou, porque «a verdade desses valores está em sua correspondência com a natureza do homem e portanto, com sua verdade e dignidade».

Em conseqüência, acrescentou, «quem os sustenta não busca estabelecer um regime confessional, mas simplesmente é consciente de que a legalidade encontra sua raiz última na moralidade, e que esta, para ser plenamente humana, não pode deixar de respeitar a mensagem procedente da natureza da pessoa, porque nela está inscrito também seu ‘dever ser’».
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À luz disso, a freqüência das intervenções da Igreja na defesa dos «valores não-negociáveis», acrescenta o cardeal, «não deve ser interpretada como uma ingerência indevida em um âmbito que não lhe é próprio», mas como «uma ajuda para fazer crescer uma consciência reta e iluminada, e por isso mesmo, mais livre e responsável».

«A Igreja não busca nem o aplauso nem a popularidade, porque Cristo a envia ao mundo ‘para servir’ e não ‘para ser servida’; não quer ‘ganhar a toda custa’, mas convencer, ou pelo menos ‘alertar’ os fiéis e todas as pessoas de boa vontade sobre os riscos que o homem corre quando se afasta da verdade sobre si mesmo», concluiu.

Fonte - Zenit

SETEMBRO NEGRO

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Ao planejar o ataque terrorista às torres do World Trade Center, Osama bin Laden pretendia liquidar o capitalismo. O que os seus aviões-bomba não conseguiram em 11/9 foi alcançado em com relativa facilidade em 29/9 por uma das bolhas assassinas produzidas nas vizinhanças da Rua do Muro.

Fonte - Observatório da Imprensa

Nota DDP: É engraçado que alguns pastores americanos vinham dizendo desde o meio do primeiro semestre que setembro seria um ponto a ser observado no posicionamento dos EUA no cumprimento profético, por conta de uma severa erosão econômica. Alguém poderia falar: "mas isso eram favas contadas!" Eram sim, mas esses pastores foram chamados de fanáticos...

Europa e EUA ampliarão cooperação na luta contra o terrorismo

Seis países europeus e os EUA concordaram em ampliar a cooperação internacional na luta contra o terrorismo em encontro em Bonn. Objetivo é criar uma estratégia preventiva, na qual a internet desempenha um papel central.

Os ministros do Interior de seis países europeus e dos Estados Unidos concordam em ampliar a cooperação internacional na luta contra o terrorismo. Alemanha, França, Reino Unido, Polônia, Itália, Espanha e EUA estão de acordo quanto ao fato de que o terrorismo internacional só pode ser combatido com sucesso para além das fronteiras nacionais, afirmou o ministro alemão Wolfgang Schäuble após o encerramento do encontro ministerial neste sábado (27/09) em Bonn.

Segundo sua homóloga britânica, Jacqui Smith, só será possível combater o terrorismo se os países atuarem em conjunto, adaptando suas posições à dos demais a fim de defender valores comuns. Segundo Smith, 81 pessoas foram detidas no Reino Unido desde 2007 e em quase todos os casos foi possível confirmar o alcance internacional da ameaça.
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Fonte - DW World

Muitos muçulmanos franceses preferem escolas católicas

MARSELHA, FRANÇA- A brilhante cantina da Escola Católica de St. Mauront está notavelmente silenciosa: É o Ramadã e 80% dos estudantes são muçulmanos. Quando o sinal para o intervalo toca, meninos e meninas correm em meio a crucifixos e uma grande cruz de madeira que fica no corredor, rumo à oração muçulmana do meio-dia.

“Há respeito por nossa religião aqui”, disse Nadia Oualanem 14, estudante descendente de algerianos, que tem seus cabelos escondidos por um véu preto. “Na escola pública”, ela acrescentou, fazendo gestos que indicavam prédios ao seu redor, “ Eu não teria permissão para usar o véu”.

Na França, que tem apenas quatro escolas muçulmanas, algumas das 8.847 escolas Católicas Romanas do país se tornaram refúgios para muçulmanos que procuram o que falta com frequência no sobrecarregado e leigo setor público: espiritualidade, um ambiente onde boas maneiras valem tanto quanto a matemática e altos níveis acadêmicos.

Não há estatísticas nacionais, mas educadores muçulmanos e católicos estimam que estudantes muçulmanos sejam mais de 10% dos dois milhões de estudantes nas escolas católicas. Em bairros de Marselha com diversidade étnica e no norte industrial, a proporção chega a ser mais que a metade.
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Fonte - Último Segundo

Nota DDP: Não é por acaso que tanto se tem insistido pela adoção de bases católicas na educação por parte do Vaticano. Essa é uma poderosa ferramenta de aproximação com outras confissões reiligiosas, como neste caso, uma vez que o islamismo tem se expandido fortemente no continente europeu.

Europa se aquece mais rapidamente do que média mundial

A Europa está se aquecendo mais rapidamente do que o resto do planeta, e os governos do continente precisam começar a investir na adaptação às mudanças, aponta relatório lançado esta semana.

As mudanças climáticas que elevam a temperatura média do planeta poderiam alterar as características do clima do continente europeu, tornando o Mediterrâneo mais árido e o norte cada vez mais úmido. As cadeias de montanhas, áreas costeiras, o Mediterrâneo e o Ártico estão entre os pontos mais vulneráveis aos efeitos do aquecimento global, aponta o relatório conjunto elaborado pela Agência Européia de Meio Ambiente e departamentos da Organização Mundial da Saúde e da Comissão Européia.

O fato de a Europa ter se aquecido em 1,0Cº acima dos níveis pré-industriais, enquanto a média do planeta foi de 0,8Cº, pode trazer conseqüências drásticas para a Europa. Ondas de calor como a ocorrida em 2003, que vitimou 70 mil pessoas, podem tornar-se mais freqüentes.

Partes do Mediterrâneo poderão virar deserto, um processo que já está ocorrendo e somente seria intensificado. Dois terços das geleiras dos Alpes também desapareceu desde 1850.
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Fonte - DW World

Nota DDP: Interessante que a segunda parte da notícia trata do desencorajamento das nações na área de investimentos nesta área do aquecimento global. Medidas mais "baratas" devem apontar no horizonte, logo, logo.

Ações contra as seitas

“Vivemos a era do terror das seitas. É terrível ver tantos falsos pregadores, pastores, profetas, missionários, "bispos", apóstolos, etc. fazendo um estrago tremendo no rebanho católico. Chega de ficar parado vendo os nossos irmãos caírem nas garras desses lobos devoradores. É hora de agir bravamente para cima desses cães ladrões e derrotá-los (Isaías 56,11; Filipenses 3,2).

Como é atual a exortação do Bispo e Doutor da Igreja São Francisco de Sales: "É caridade gritar ao lobo quando este encontra-se no meio dos cordeiros, em qualquer lugar que estivermos".

O católico não deve visitar templos de seitas. Não deve participar de eventos promovidos pelas seitas. Não deve ler nenhum material publicados pelas seitas. Não deve comprar e nem tão pouco ajudar as obras dos seitas.”
Isso foi escrito pelo Pe. Inácio José do Vale, em seu artigo: “As seitas, um alerta aos católicos”.

Que razões há para tal palavreado típico da Idade Média? Segundo o artigo, nos últimos dez anos surgiram no mundo 100.000 religiões novas. Só no Brasil existiriam 56.000 seitas e religiões. Nos EUA, já seriam mais de 300.000. Se a atual tendência não mudar, no ano 2022 a população de evangélicos de todos os tipos será a metade da população no Brasil. Essa maré cresce em toda América Latina, na Ásia e África, e até na Europa, ou seja, em todo o mundo.

A situação aponta para medidas a serem tomadas...

Fonte: Rainha Maria
2008-09-30

Fonte - Cristo Voltará

Gendarmaria vaticana fará parte da Interpol

CIDADE DO VATICANO, segunda-feira, 29 de setembro de 2008 (ZENIT.org).- no dia 10 de outubro, o secretário-geral do governo da Santa Sé, Dom Renato Boccardo, assinará em São Petersburgo um protocolo de adesão da gendarmaria vaticana à Interpol, organização que reúne os corpos de polícia internacionais.
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Fonte - Zenit

Nota Cristo Voltará: A Interpol é a polícia internacional e só trabalha com inteligência, armazenamento de dados, troca de informações com investigadores de 182 países de todos os continentes. Não se envolve em assuntos políticos, religiosos ou raciais. Porém, tem um fantástico banco de dados muito útil às polícias dos países.

terça-feira, 30 de setembro de 2008

Colapso financeiro: prenúncio da Nova Ordem Mundial


A crise financeira nos EUA está se intensificando cada vez mais e muitos países ao redor do mundo já começam a temer por uma repetição da recessão de 1929. Dois pontos desta crise podem torná-la ainda mais fatal. Primeiro, a repetição dos desdobramentos da crise de 1929 que acabaram por contribuir para a ascensão do nazismo na Alemanha na década seguinte. Explicando: se a crise atual for igual ou maior que a de 1929, o contexto sócio-político poderá ser propício para a ascensão da Nova Ordem Mundial. Bingo!

O segundo ponto é que a atual falta de líderes (estadistas) à altura para enfrentar essa crise (como destacou VEJA esta semana) pode contribuir para o fortalecimento da ala religiosa na política (Vaticano e a Direita Cristã nos EUA) e para o futuro aparecimento do anticristo no cenário mundial como grande "salvador da pátria"!

Saiba mais:
"FBI criará o maior banco de dados do mundo" (Leia aqui).
"A conspiração final" (Leia aqui).
"Juros, poder e a Nova Ordem Mundial" (Leia aqui).
"A crise final do apocalipse anunciada nos quadrinhos" (Leia aqui).

Fonte - Minuto Profético

EUA: pastores pedem a fiéis que não votem em Obama

Os pastores de 33 igrejas dos Estados Unidos pediram a seus fiéis que não votem no candidato democrata à Casa Branca, Barack Obama, nas próximas eleições, o que é uma violação de uma lei de impostos de 1954, informaram nesta segunda vários meios de comunicação. Em alguns casos os pastores estimularam seus fiéis a votarem no candidato republicano à presidência dos EUA, John McCain, afirma o jornal americano The Washington Post.

Votar em Obama "demonstra uma grave esquizofrenia moral", disse em seu sermão o reverendo Ron Johnson Jr., pastor da igreja Living Stones Fellowship, em Crown Point (Indiana), segundo o Washington Post.

Segundo este pastor, as posições de Obama sobre o aborto e o casamento entre pessoas do mesmo sexo "contrariam diretamente a verdade de Deus, como revelam as Escrituras".

Já Luke Emrich, pastor da igreja New Life Church em West Bend (Wisconsin), disse que votará em McCain, em uma declaração de conteúdo político também proibida pela lei de isenção de impostos, informou o jornal The Washington Times.

"Mas cabe a vocês decidir. É uma decisão de vocês. Eu não entrarei com vocês na cabine de votação", acrescentou Emrich.

A CNN lembrou que uma lei de 1954 proíbe que as organizações isentas do pagamento de impostos, como congregações religiosas, se envolvam em campanhas políticas e declarem apoio a um ou outro candidato.

Jody Hice, pastor da Primeira Igreja Batista em Bethlehem (Geórgia), afirmou que após uma comparação entre as propostas de Obama e McCain sobre aborto e casamento de homossexuais chegou à conclusão de que o "candidato republicano tem uma visão mais bíblica".

O rabino Jack Moline, da congregação Agudas Achim, em Alexandria (Virgínia), e presidente da Interfaith Alliance, disse ao Washington Post que não tem objeções a que membros do clero se envolvam em campanhas políticas fora de templos, sinagogas e mesquitas.

"Entretanto, um santuário não deveria ser lugar de agitação política a favor de um candidato. Sobre diferentes problemas, sim, mas não sobre os candidatos", declarou Moline.

O Fundo de Defesa da Aliança (ADF, em inglês) disse em seu site que coordenou a ação de dezenas de pregadores e pastores que disseram no domingo a suas congregações que os cristãos não podem votar em Obama.

Erik Stanley, assessor legal da ADF, grupo com sede no Arizona, disse ao Washington Times que centenas de igrejas tinham se oferecido para participar, mas apenas 33 foram escolhidas.

Fonte: Terra

Saiba mais:
"Direita religiosa inclinando-se em direção aos democratas" (Leia aqui).
"Cristãos teocratas usam seu megafone para promover a Comissão dos Dez Mandamentos" (Leia aqui).
"Bush mistura política e religião" (Leia aqui).
"Liberdade religiosa e Estado Laico" (Leia aqui).
"Não há outro Deus como este" (Leia aqui).

Imortalidade natural atrai multidões

A propósito dos 150 anos da publicação do Livro dos Espíritos (primeiro livro espírita publicado por Allan Kardec), a revista IstoÉ traz como matéria de capa esta semana mais um texto sobre os videntes e o espiritismo.

No mês de maio, a revista Super Interessante também havia dado destaque ao tema com uma matéria de capa. Tema, aliás, que tem feito a cabeça de muita gente ao redor do mundo que não conhece a fundo os ensinamentos bíblicos, incluindo mesmo a poderosa Igreja Católica.

Fonte - Minuto Profético

Crise nos EUA e os últimos eventos - Parte 2


“Irou-se o dragão contra a mulher e foi fazer guerra ao resto de sua semente, os que guardam os mandamentos de Deus e tem o testemunho de Jesus” (Apocalipse 12:17).

“Os que viverem durante os últimos dias da história terrestre saberão o que significa ser perseguidos por causa da verdade" (EF – Pág. 127).

“Congrega-te, congrega-te, ó nação que não tens desejo; Antes que saia o decreto, e o dia passe como a pragana; antes que venha sobre vós a ira do Senhor...” (Sofonias 2:1).

O nosso ponta pé inicial sem dúvida alguma está centralizada numa crise profunda na nação imperial (EUA). É nesta nação que os olhos dos Adventistas e dos demais religiosos que conhecem a verdade estão centralizados. Em breve as principais profecias esperadas estarão no palco dos acontecimentos, porque em breve a nação norte americana retirará completamente sua roupagem de cordeiro para falar como dragão. (Apoc. 13:11) É nesta circunstância que veremos cumprimento de profecias a tanto tempo esperados. Analisaremos quando e como se desencadearão os eventos que giram em torno da perseguição final ao povo remanescente que guarda os dez mandamentos de Deus (Apoc. 12:17). O ponta pé inicial para todos essas profecias apresentadas a baixo será com a introdução da lei dominical nos EUA. Vejamos:

1º- Fuga das grandes cidades - Assim como ocorreu em Jerusalém no ano 70 D.C. (Lucas 21:20-33).

Hoje a população está concentrada nas cidades. As cidades se constituem num foco de crime, imoralidade e violência. Os que puderem sair das grandes cidades e morar em lugares menores e mais tranqüilos, viverão melhor.

A pergunta que surge é: Quando será o limite para abandonarmos as cidades grandes?

“Não vem muito distante o tempo em que, como os antigos discípulos, seremos forçados a buscar refúgio em lugares desolados e solitários como o cerco de Jerusalém pelos exércitos romanos era o sinal de fuga para os cristãos judeus, assim o arrogar-se nossa nação o poder no decreto que torna obrigatório o dia de repouso papal será uma advertência para nós. Será então tempo de deixar as grandes cidades, passo preparatório ao sair das menores para lares retirados em lugares solitários entre as montanhas” (Eventos finais, Pág. 106).

A agitação dominical será uma prova de que o limite da paciência de Deus se esgotou.
As grandes cidades se constituirão em armadilhas, não somente para os guardadores do Sábado, e estarão sujeitas à destruição e mortandade.

2º- Ruína dos EUA - Lei dominical descrito na profecia como sinal da besta (Apoc 13:16 e 17).

O Decreto dominical significará a ruína dos EUA. Significará a ruína porque Deus não será mais com esta nação apostatada. A partir do momento em que esta nação abandonar por completo os preceitos divinos verá sucessivamente os passos de sua ruína e destruição.

“Quando esta substituição se tornar universal, Deus Se revelará... Sairá do seu lugar para punir os habitantes do mundo” (Test. Seletos – Pág. 142).

3º- Lei Dominical nos EUA e no mundo

Após o decreto dominical nos EUA, os demais países adotarão os mesmos princípios."A história se repetirá. A religião falsa será exaltada. O primeiro dia da semana, um dia comum de trabalho que não possui santidade alguma, será estabalecido como o foi a estátua de Babilônia. A todas as nações, línguas e povos se ordenará que venerem esse sábado espúrio...O decreto impondo a veneração desse dia se estenderá a todo o mundo" (Eventos Finais, pág. 118).

As nações estrangeiras seguirão o exemplo dos Estados Unidos. Posto que ela seja a líder, a mesma crise atingirá todo o nosso povo em toda parte do mundo (Test. Seletos, vol 3, Pág. 46).

4º- Perseguição ampliada - (Apoc. 12:17).

Após o decreto dominical, haverá uma crescente pressão sobre os que guardam os mandamentos de Deus. Diante dos Tribunais

“Nos tribunais prevalecerá a injustiça. Os juízes recusarão ouvir as razões dos que são leais aos mandamentos de Deus porque sabem que os argumentos em favor do 4º mandamento são irrefutáveis” (Eventos Finais, Pág. 127).

Tratados com desprezo e escárnio

“De viva voz e com a pena, com ameaça, escárnio e zombaria, hão de tentar derrotar a sua fé" (Eventos Finais, Pág. 127 ).

Todo o tipo de perseguição

“Satanás tem milhares de meios de agressão disfarçados, que serão usados contra o leal povo de Deus que guarda os seus mandamentos, para forçá-los a renunciarem sua fé” (Eventos Finais, Pág. 128).

Não poderão comprar nem vender - (Apoc. 13:16 e 17).

“Logo sairá o decreto proibindo os homens de comprar ou vender a qualquer pessoa senão aos que tenham o sinal da besta. Satanás diz: Pelo temor de que lhes venha a faltar alimento e vestuário, eles se unirão com o mundo na transgressão da lei de Deus. A terra estará totalmente sobre o meu domínio” (Eventos Finais, Pág. 129).

Encarcerados

“Como os defensores da verdade se recusem a honrar o descanso dominical, alguns deles serão lançados na prisão,exilados, e outros tratado como escravos” (Eventos Finais, Pág. 130).

Alguns serão arrojados na escravidão, ou prisioneiros nos nauseabundos calabouços.

"O povo de Deus fugirá das cidades e vilas e reunir-se-á em grupos, habitando nos lugares mais desertos e solitários. Muitos encontrarão refúgio na fortaleza das montanhas” (Eventos Finais – Pág. 224).

“O povo de Deus, alguns na celas das prisões, outros escondidos nos retiros solitários das florestas e montanhas” (Grande Conflito – Pág. 635).

Condenados à morte

“Muitos serão encarcerados, muitos fugirão das cidades e vilas para salvar a vida, e muitos serão mártires por amor a Cristo, colocando-se em defesa da verdade. Há perante nós uma perspectiva de uma luta contínua, com risco de prisão, perda de propriedade, e da própria vida, para defender a lei de Deus. Os que forem fiéis a Deus serão ameaçados, denunciados, proscritos. Serão entregues “Pelos pais, e irmãos, e parentes, e amigos” até mesmo à morte. Logo chegará o tempo em que o povo de Deus, por causa da perseguição, será espalhado em muitos países. Os que receberam uma educação equilibrada sair-se-ão bem onde quer que estiverem" (Eventos Finais, Pág. 130).

“Quando, afinal se desencadear a tempestade da perseguição, haverá mártires no mar, nas cavernas dos montes, e nas masmorras dos conventos” (Crise e vitória – Pág. 33).

“O povo de Deus após o fechamento da porta da graça, não morrerá mais, porém deverão suportar o cansaço, a demora, a fome, a privação” (Crise e vitória – Pág. 45).

Todos passarão por tais provas

“Deus deseja que Seu povo se prepare para a crise prestes a vir. Preparados ou não, todos terão de anfrentá-la..." Atos dos Apóstolos, pag. 431 e 432).

Deus nos capacitará a suportar tais provas se nos prepararmos hoje

“Se formos chamados a sofrer por amor de Cristo, seremos capazes de ir para a prisão confiando nEle como uma criancinha confia em seus pais. Agora é o tempo de cultivar fé em Deus” (Eventos Finais, pág. 130).

"Caso deva haver uma volta da perseguição, será dada graça para despertar toda energia da alma para mostrar verdadeiro heroísmo” (Eventos Finais, pág. 131).

Tudo isso será possível de acontecer ?

“Para a sabedoria humana, tudo isto parece agora impossível: mas, ao ser retirado dos homens o Espírito de Deus, o qual tem o poder de reprimi-los, e ao ficarem eles sob o governo de satanás...hão de acontecer coisas estranhas” (Grande Conflito – Pág. 608).

“Quando o temor e o amor de Deus são removidos, o coração pode tornar-se muito cruel.” Grande Conflito – Pág. 608 Estamos preparados para suportar tal prova? “Se formos chamados a sofrer por amor de Cristo, seremos capazes de ir para a prisão confiando nEle como uma criancinha confia em seus pais. Agora é o tempo de cultivar fé em Deus” (Eventos Finais – Pág. 130).

5º- Operação do erro intensificada

Após os principais acontecimentos, satanás irá desencadear suas operações maravilhosas e o fim estará próximo. “A esse cuja vinda é segundo a eficácia de satanás, com todo o poder, e sinais, prodígios de mentira, e com todo engano da injustiça...” (II Tess. 2:9-11)

“Quando...a América do norte for induzida a repudiar todos os princípios de sua constituição...e adotar medidas para a propagação dos erros e falsidades do papado, podemos saber que é chegado o tempo das operações maravilhosas de satanás e que o fim está próximo" (Meditações, 1977, Pág. 214)

O alto clamor de satanás está relacionado com a aceitação da proposta da emenda da constituição dos EUA.

“Satanás tem há muito estado a preparar-se para um esforço final de enganar o mundo” (Grande Conflito – Pág. 561).

“Com exceção dos que são guardados do poder de Deus, pela fé em Sua palavra, o mundo todo será envolvido por esse engano” (Grande Conflito – Pág. 562).

“Terríveis cenas de caráter sobrenatural logo se manifestarão nos céus, como indício do poder de demônios...” (Grande Conflito – Pág. 624).

Do mesmo modo que o decreto dominical será um sinal claríssimo para os que seguem a Deus, também satanás o tomará como ponto de partida para lançar a operação do erro, que enganará a todos.

6º- Satanás personifica a Cristo

Essa seria a vinda do falso cristo para o mundo cristão e para nova era a vinda do Maytreia (II Tess. 2:3 e 8).

“Satanás não somente aparecerá como ser humano, mas personificará a Jesus, e o mundo que tem rejeitado a verdade o receberá como senhor dos senhores e reis dos reis” (Eventos Finais – Pág. 146).

“Ele fará com que desça fogo do céu à vista dos homens...esse maravilhoso poder operador de milagres abrangerá todo o mundo” (Meditações, 1977, Pág. 206).

"Em várias partes da terra, satanás se manifestará entre os homens como um ser majestoso, com brilho deslumbrante...” (Grande Conflito – Pág. 623).

“...Sua voz é meiga e branda, cheia de melodia... cura as moléstias do povo, e então, em seu pretenso caráter de Cristo, alega ter mudado o sábado para o domingo” (Grande Conflito – Pág. 623).

“É este o poderoso engano, quase invencível” (Grande Conflito – Pág. 624).

"Satanás personificará a Cristo, mas num ponto haverá notável diferença. Ele apartará as pessoas da lei de Deus. Cabeças coroadas, presidentes, governantes em altos postos curvar-se-ão ante suas falsas teorias” (Eventos Finais – Pág. 144).

Haverá também uma falsificação da ressurreição dos mortos

"Os santos precisam alcançar completa compreensão da verdade presente, a qual serão obrigados a sustentar pelas Escrituras. Precisam compreender o estado dos mortos; pois os espíritos de demônios lhes aparecerão, pretendendo ser amigos e parentes amados, os quais lhes declararão que o sábado foi mudado, bem como outras doutrinas não escriturísticas" (Primeiros Escritos, pág. 87).

Como estar preparado para esses acontecimentos?

“Vi que ninguém poderia participar do refrigério a menos que obtivesse a vitória sobre toda tentação, orgulho, egoísmo, amor ao mundo, e sobre toda má palavra e ação” (Primeiros Escritos – Pág. 71).

“A chuva serôdia virá, e a benção de Deus encherá toda alma que estiver purificada de toda contaminação” (Mensagens Escolhidas, vol. 1 – Pág. 191).

“Quando tivermos uma consagração completa, de todo o coração, ao serviço de Cristo, Deus reconhecerá esse fato mediante um derramamento, sem medida, de seu Espírito...” (Serviço Cristão – Pág. 253).

Qual será o problema de muitos, se em realidade a transformação, até mesmo completa é Cristo quem realiza em nossa vida?

O problema é que não tem havido genuína renuncia da parte de muitos. Veja Apoc. 3:18

“Aconselho-te que de mim compres ouro provado no fogo, para que te enriqueças; e vestidos brancos, para que te vistas, e não apareça a vergonha da tua nudez; e que unjas os teus olhos com colírio, para que vejas.” Ouro, vestidos Brancos e colírio, representam a fé, a justiça que não se encontra em nós e o poder do Espírito Santo nos transformando e amadurecendo para habitar na presença de um Deus santo. “Não precisamos nos preocupar com a chuva serôdia. Tudo quanto temos que fazer é manter o vaso limpo e com o lado certo para cima...” (Meditações 1983).

Conclusão:

Se formos fiéis, Deus nos guardará do grande dia da provação, Apocalipse 3:10, mas precisamos nos preparar hoje. “A grande prova final virá no fim do tempo da graça, quando será tarde demais para se suprirem as necessidades da alma” (Parábolas de Jesus - 412).

Hoje é o momento de nos preparar para estes acontecimentos finais. Não tenho dúvidas de que Jesus virá em nossa geração. Qualquer pessoa temente a Deus que conhece os assuntos relacionados ao fim sabe identificar o tempo em que vivemos. Hoje é o tempo de abandonar as coisas do mundo. Hoje é o tempo de levar a vida cristã a sério. Hoje é o tempo de dizer: "Eis-me aqui Senhor, o que queres que eu faça". Hoje é o tempo de nos colocar c0mpletamente sem reservas aos pés de Cristo. Hoje é o tempo de abandonar qualquer pecado. Hoje é o tempo de pregar com mais força sobre o Redentor que está as portas. Hoje é o tempo de alertar os protestantes/evangélicos de que Deus os chama para sair da Babilônia. Hoje é o tempo de pregar aos vizinhos, aos amigos, aos pais e a todos. Hoje é o tempo de nos consagrarmos mais do que nunca, pois chegará o tempo em que não haverá mais tempo.

Fonte - Gilberto Theiss

Grave crise nos EUA e os últimos eventos - Parte 1

segunda-feira, 29 de setembro de 2008

EUA: Dow Jones tem maior queda em pontos da história


O índice Dow Jones mergulhou nesta segunda-feira na maior queda em pontos da história em um único dia, após os parlamentares norte-americanos rejeitarem inesperadamente o plano de resgate de US$ 700 bilhões, assustando os investidores que diziam que o pacote era essencial para interromper a deterioração do mercado global.
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Fonte - Terra

Tremor de terra atinge Minas Gerais

Um tremor de terra de 3,1 graus na escala Richter atingiu a região Sudoeste de Minas Gerais, nesta segunda-feira (29). O chefe do Observatório Sismológico da Universidade de Brasília (UnB), Jorge Sand França, afirmou ao G1 que o abalo foi sentido nos municípios mineiros de Delta, Conquista e Uberaba.

“Nós ainda não temos uma definição exata do que provocou o tremor ou o local exato onde ocorreu o epicentro. É uma região de falhas e esses abalos podem acontecer”, afirmou França.

Segundo França, novos tremores pós-abalo podem acontecer na região, porém, geralmente, possuem magnitude menor. Técnicos da UnB devem ir para a região para investigar o local exato e o que provocou o abalo.

De acordo com a Defesa Civil de Uberaba, não há registro de feridos ou desabrigados.

Fonte - G1

Nota DDP: Já é o quarto na terra onde não tinham terremotos...

Um erro brutal nos EUA

Vamos falar claramente: ao rejeitar o plano de resgate financeiro, os 228 deputados americanos estão cometendo um erro histórico que, se não for reparado a tempo, vai impor consequências dramáticas para as economias americana e mundial.

O episódio mostra também o fracasso das lideranças políticas. O pacote tinha o apoio do presidente George W. Bush, dos candidatos McCain e Obama, das principais lideranças do Partido Democrata, majoritário na Câmara, e de muitas das melhores lideranças do Partido Republicano.

McCain atuou mal desde o início, sabendo da importância do pacote, mas querendo dar a impressão de que era contra.

Já as declarações de Obama de agora à tarde, tentando se aproveitar eleitoralmente da situação, foram muito ruins. Passa a impressão de que não foi convencido do que pode acontecer sem o pacote.

A única esperança é que a política nunca pára. Certamente, há lideranças americanas (e mundiais) conscientes do tamanho do problema. E é tão grande essa problema que chega a ser impensável que não encontrem uma saída. Mas se já cometeram muitos atos impensados ao longo da história.

Fonte - G1

Câmara dos EUA rejeita pacote

A Câmara dos Estados Unidos rejeitou nesta segunda-feira o pacote de socorro ao setor financeiro por 228 votos contra e 205 a favor (veja ao final deste texto os principais pontos da proposta). Para aprovação, seriam necessários 218 parlamentares favoráveis.
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Segundo informações da Casa Branca, após o anúncio da rejeição, o presidente dos Estados Unidos, George W. Bush, disse que ficou "muito decepcionado" e confirmou que se reunirá ainda nesta segunda-feira com seus assessores para determinar os próximos passos a serem dados.

Congressistas dos Estados Unidos haviam anunciado no domingo (28) que chegaram a um acordo sobre como seria o socorro do governo ao setor financeiro, informação que agora se mostra incorreta.

Ainda que as discordâncias entre parlamentares fossem nítidas, a rejeição à proposta pega muitos investidores de surpresa, uma vez que há um consenso entre os legisladores americanos de que é necessária alguma medida significativa contra a crise.
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Instituições financeiras dos Estados Unidos passam por seu pior momento desde a Grande Depressão, ocorrida no final da década de 1920 e nos anos de 30.

Fonte - UOL

Problemas no setor financeiro europeu somam-se às preocupações dos investidores com a crise nos Estados Unidos. "O efeito dominó que todo mundo temia começou a se propagar", disse Vanderlei Arruda, gerente de câmbio da corretora Souza Barros.

Fonte - UOL

Nota Michelson Borges: Em pouco tempo, uma crise financeira já sem precedentes se desencadeou na maior nação capitalista do mundo, tendo efeitos drásticos em vários países cuja economia está atrelada aos bancos norte-americanos. Isso mostra como as coisas podem mudar rapidamente neste mundo globalizado, levando à tomada de medidas extremas que interferem na vida de bilhões de seres humanos. Como se sabe, os eventos finais serão rápidos, e essa crise é apenas uma amostra disso.

Bento XVI apela ao respeito pelo meio ambiente

O respeito pelo meio ambiente foi a tónica dominante do discurso que Bento XVI dirigiu aos cerca de 400 participantes no encontro promovido pelo "Centro Turístico Juvenil" e pelo Departamento Internacional do Turismo Social, por ocasião do Dia Mundial do Turismo.

A Organização Mundial do Turismo, escolheu para este ano o tema «O turismo enfrenta o desafio da mudança climática».

“A humanidade tem o dever de proteger este tesouro e de lutar contra o uso indiscriminado dos bens da terra”, sublinhou o Papa. “Sem um adequado limite ético e moral, o comportamento humano pode transformar-se em ameaça e desafio. A experiência ensina que a gestão responsável da criação faz parte, ou pelo menos assim deveria ser, de uma economia saudável e sustentável do turismo”.

Bento XVI destacou que o uso impróprio da natureza e o abuso da cultura das populações locais “causam prejuízo também ao próprio turismo”. Pelo contrário, “respeitar o ambiente quer dizer também respeitar a si mesmo e aos outros”.
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Fonte - Ecclesia

Nota DDP: Preciso sublinhar o que seja um dos contornos do limite moral?

Bento XVI quer que política e religião andem juntas

Seria a Igreja Católica uma perdedora problemática, lutando por uma voz na Europa secular, ou uma força ainda poderosa, exercendo sua influência na lei européia através de governos de centro-direita? Essa questão, que vem se construindo ao longo do papado de três anos de Bento XVI, veio à tona em sua recente viagem à França.

Ainda assim, mesmo enquanto o Papa pedia discussões mais animadas sobre Igreja e Estado e mais diálogos inter-religiosos, ninguém, provavelmente nem mesmo no Vaticano, espera que a Europa renove sua devoção em breve. A presença nas igrejas é cada vez menor, assim como o número de padres.

E ninguém espera que a França subverta sua tão adotada doutrina de "laïecité”, a separação estrita entre igreja e estado, apesar da advertência do Papa de que o secularismo leva ao niilismo, e dos pedidos do presidente Nicolas Sarkozy por uma “laïecité mais positiva”.

Mas a insistência de Bento para que religião e política se “abram” uma à outra – juntamente a sua forte renovação, em Lourdes, da oposição da igreja a casais do mesmo sexo, comunhão a divorciados e eutanásia – envia uma mensagem clara: a Igreja não quer que a lei européia entre em divergências com seus ensinamentos, e ele quer que os católicos façam algum barulho em relação a isso. O Papa está buscando reconquistar a Europa, se não em números, pelo menos na mesa política.

“Vamos deixar claro, há leis na Europa que o Vaticano gostaria de alterar”, diz John L. Allen Jr., colunista do “National Catholic Reporter”. As advertências de Bento na França “não foram uma reflexão apolítica”, diz ele.

O Vaticano, Allen acrescenta, está preocupado com “uma progressiva secularização de instituições européias” que é “fortemente influenciada pelo modelo francês”.

Para começar, a legislação da União Européia proíbe a discriminação com base em orientação sexual. Num confronto em andamento na Inglaterra, orfanatos católicos disseram que terão de fechar as portas ou se desligar da Igreja caso sejam obrigados a entregar crianças a casais do mesmo sexo. A Espanha legalizou o casamento homossexual em 2005, seguindo os passos da Holanda e da Bélgica.

Alguns dizem que a visita do Papa pode encorajar os católicos a levantar a voz em oposição. A recepção ao Papa na França foi “encorajadora”, disse numa entrevista o reverendo Federico Lombardi, porta-voz do Vaticano. O clima na França, segundo ele, indicou que “a Igreja tem uma contribuição a fazer, e é aceita e respeitada como uma força cultural e de compromisso moral”.

Bento viajou a França supostamente para o 150º aniversário de quando uma camponesa de 14 anos, Bernadette Soubirous, disse ter tido visões da Virgem Maria numa gruta de Lourdes – que neste ano deve atrair um recorde de 8 milhões de peregrinos.

Lourdes sempre foi exemplo de “um tipo de contracultura católica” e “do poder da fé sobre a ciência”, diz Ruth Harris, professora em Oxford e autora de “Lourdes: Corpo e Espírito na Era Secular” (Lourdes: Body and Spirit in the Secular Age). Ao longo dos anos, diz ela, a popularidade da cidade “se fortalece nesses períodos onde a república é vista como perseguidora da Igreja”.

Esse pode ser o caso hoje, quando alguns católicos devotos europeus se enxergam como uma minoria perseguida enfrentando uma hegemonia secular.

Sociologicamente, “acho que as viagens papais desempenham a mesma função das paradas de orgulho gay”, diz Allen. “Trata-se de um grupo que se vê como uma minoria que esteve, em sua visão, fechada por muito tempo, e quer levar isso às ruas e proclamar ‘Estamos aqui.’”

Em Paris, estima-se que 250 mil pessoas tenham aparecido para ver o Papa celebrar a missa na Esplanada dos Inválidos. E milhares de jovens esperaram durante horas para ouvir o papa falar na Catedral de Notre-Dame.

Na Europa atual, muitos católicos “sentem a necessidade de manifestações públicas de quem eles são, pois não podem confiar nas instituições da cultura para transmitir isso”, diz Allen.

Mas essa estratégia não convenceu os críticos. Reivindicar o status de vítima “é uma jogada clássica, uma hábil jogada retórica”, diz Paolo Flores d'Arcais, editor do jornal italiano de esquerda “MicroMega”, que argumentou em favor do ateísmo num debate público contra Bento, então Cardeal Joseph Ratzinger, em 2000.

Alguns consideram a Igreja similar à direita americana, que continua a pintar a si mesma como intrusa lutando contra uma cultura liberal dominante mesmo depois de oito anos de governo republicano.

França, Alemanha e Itália são governadas por coalizões de centro-direita amigas da Igreja. Na última primavera, a direita italiana realizou desafios sem precedentes à lei que legaliza os abortos – uma lei de 30 anos. Em 2005, a Itália passou uma lei restringindo a inseminação artificial.

“Então como você pode dizer que é a minoria oprimida?”, pergunta Flores. “Isso é loucura.”

Hoje, a Europa é amplamente definida em termos econômicos, e não culturais. É incerta a respeito de sua identidade, seus valores compartilhados, seu futuro. A visita do Papa mudará a conversa?

“Não acho que isso irá mudar porque o papa falou”, diz Mario Marazziti, porta-voz da Comunidade de Sant'Egidio, um grupo católico. Mas Bento claramente está de olho na Europa. “É interessante”, diz Marazziti. “Os dois não se entendem, mas falam um com o outro.”

Fonte: Portal G1

NOTA Minuto Profético: Segundo o Dr. Marco Huaco (um dos principais defensores das liberdades laicas no Peru), a Igreja Católica sempre defendeu o conceito de Estado Confessional, onde o Estado "confessa determinadas crenças religiosas como únicas verdadeiras, responsabilizando-se por sua propagação e defesa oficial". Nos tempos modernos, porém, passou a defender uma "fórmula suavizada de confessionalidade", chamada de "confessionalidade histórico-sociológica" (para combater sutilmente o conceito moderno de Estado Laico), onde o Estado "privilegia uma [religião] em relação às outras por razões históricas (contribuição à identidade nacional) e sociológicas (ser maioria social)". Na verdade, desde o Concílio Vaticano II, a Igreja Católica passou a defender a coexistência de "um regime confessional ao lado do reconhecimento das liberdades religiosas". Por isso, tem orientado "seus bispos nacionais a reconhecerem e se pronunciarem claramente a favor da - antes injuriada - liberdade de culto, mas ao mesmo tempo não renuncia a que o Estado siga conservando sua confessionalidade", que pode ser "formal e substancial". "Pela primeira seria dever do Estado professar publicamente a 'verdadeira religião' (ou seja, a católica), mediante declarações de catolicismo oficial contidas em textos constitucionais ou concordatários, símbolos religiosos públicos, preces e honras a pessoas e ícones católicos como parte do cerimonial do Estado. Pela segunda, as estruturas políticas públicas deverão estar penetradas pela inspiração do Magistério papal" (Em Defesa das Liberdades Laicas, p. 49-58).

Quarteto para o fim dos tempos


Os furacões e terremotos de ordem natural e econômica das últimas semanas levaram os arautos do fim do mundo a soarem suas trombetas mais uma vez. Contudo, o que está acontecendo são sinais de tempos apocalípticos sérios e que merecem nossa compreensão? Ou será esta nova crise generalizada apenas mais uma turnê do fim do mundo? Se observarmos os eventos atuais de maneira isolada, compartimentada, obteremos somente uma visão parcial e pouco confiável do que se chama "eventos finais". Porém, se tivermos uma perspectiva mais global, se compreendermos a interrelação de fatos concretos, encontraremos evidências de uma crise conjuntural diferenciada. Consideremos, então, alguns acontecimentos utilizando a forma de um "quarteto para o fim dos tempos".

1º movimento - O declínio americano: a invasão do Iraque pelos Estados Unidos acirrou os ânimos anti-americanos de várias partes do mundo; a difusão de uma cultura estética erotizada, violenta e efêmera fez recrudescer o ímpeto ultra-conservador norte-americano; a queda dos mercados, a aguda crise de instituições financeiras centenárias, o declínio da pujança econômica estadunidense arrastando de roldão mercados emergentes. O país do “Estado laico” e do “livre-mercado” é a mesma nação tomada pela dissolução ética, por elevados índices de poluição e pelo clima anti-terror que produziu vigilância inconstitucional, prisões arbitrárias e tortura. Esse mesmo país governado pela ultra-direita cristã estende as mãos sobre o Atlântico para o Vaticano em nome da ética global, instaura uma fobia anti-terrorista e converge a opinião da grande mídia em defesa de suas ações, e agora “estatiza” organizações financeiras independentes e falidas.

2º movimento - Condenação do materialismo: na reformulação de suas identidades, as religiões universais encontram na ecologia e na ética um referente global. A denúncia do consumismo também faz parte da nova retórica religiosa. O budismo prevê o equilíbrio na produção de bens e de consumo, o islamismo combate o mundo materialista como um anátema demoníaco e a idéia de holismo media a perspectiva do pensamento ecológico integrado. A crítica a uma sociedade esbanjadora e consumista, porém, opõe-se visivelmente à ascese e moderação do protestantismo tradicional e das religiões orientais. Na China, prega-se o budismo econômico para os pobres enquanto o capitalismo mais desenfreado é adotado pelas outras classes sociais. O neopentecostalismo e o novo protestantismo estimulam agressivamente o consumo de bens “sacralizados e ungidos”. E Bento XVI condena o materialismo e ao mesmo tempo usa sapatos Prada, casula com 15 km de fios de prata e anel de ouro 24 quilates.

3º movimento - A defesa da Terra: aumento da poluição, escassez de água, desmatamento irrefreável, aquecimento global, esgotamento dos recursos materiais de sobrevivência. Um cenário apocalíptico de destruição do homem pelo homem causando a agonia lenta e gradual do planeta. Pano de fundo próprio para os defensores do ambiente atenderem ao pedido de socorro da Terra, certo? Certo, mas não é só isso. Não apenas os ambientalistas do verde-que-te-quero-verde, não só os xiitas do GreenPeace, mas a Igreja Católica entrou pra valer na ecologia (digite "ecologia" no site zenit.org de informação católica). Leonardo Boff, o padre que relia o evangelho segundo o marxismo, direciona suas boas intenções para o alerta eco-teológico, a olhar para o recente conteúdo de seus livros – Ecologia, mundialização e espiritualidade e Nova Era: a civilização planetária. Sua visão do evangelho agora privilegia a existência de um Deus ecologicamente orientado e de um conhecimento ecocentrado em que o universo divino e o planeta Terra holisticamente se fundiriam no mesmo cosmos, inaugurando um novo modo de ser. A ecologia torna-se um paradigma que reorienta os caminhos da humanidade.

4º movimento - Uma ética global: fome, pobreza, crime organizado, corrupção política, opressão econômica, conflitos raciais e guerras étnicas. Retratando o colapso dos sistemas laicos de governo e regulação social, o Parlamento das Religiões Universais, realizado em Chicago-1993, enfatiza em sua declaração final a necessidade de um consenso global e uma atualização de vínculos morais entre pessoas que dividem o mesmo destino e o mesmo planeta. Caberia, então, às entidades religiosas o papel de administrar, em conjunto com as instituições democráticas legais, a profusão de problemas e sua complexidade de resolução. Assim, o discurso religioso voltaria a ter uma dimensão de atuação planetária ao pressupor uma moral planetária, desta vez sob a justificativa de uma nova ética mundial.

Como num concerto erudito, os “movimentos” quando escutados separadamente proporcionam uma audição incompleta. Contudo, ao escutarmos todas as seções do mesmo concerto, podemos entender a intenção do compositor, o estilo da interpretação do instrumentista, o que o autor e o intérprete estão comunicando. Relacionando os quatro “movimentos” acima é possível situar-se no tempo e na história e compreender de forma mais abrangente tanto os eventos que já se foram quanto aqueles que estão por vir.

O título desse texto é uma referência à obra-prima musical de Olivier Messiaen.

(Nota na Pauta)

Fonte - Michelson Borges

Europa nacionaliza bancos

O Congresso dos Estados Unidos deve aprovar nesta segunda-feira o plano de ajuda ao setor financeiro de US$ 700 bilhões, mas o anúncio não foi suficiente para impedir a queda das Bolsas e a propagação da crise à Europa, que amanheceu nesta segunda-feira com vários bancos nacionalizados.

Depois de uma semana de negociações, os líderes parlamentares e o governo de George W.Bush fecharam um acordo sobre os termos do plano, que será votado nesta segunda-feira na Câmara de Representantes e no Senado.

No entanto, o anúncio não freou a onda de estatizações e aquisições.

Na Grã-Bretanha, o governo anunciou a nacionalização do banco Bradford & Bingley, que segue assim o mesmo destino dos compatriotas Northern Rock, Alliance & Leicester e HBOS, adquirido pelo rival Lloyds TSB.

No domingo à noite, os governos da Bélgica, Holanda e Luxemburgo anunciaram a nacionalização parcial do banco e seguradora Fortis, com uma injeção de liquidez de € 11,2 bilhões.

Na Dinamarca, o banco Roskilde foi comprado por três instituições financeiras, enquanto o Vestjysk Bank adquiriu o Bonus Bank e vai realizar uma fusão com outra instituição regional.

Na Alemanha, o Hypo Real Estate (HRE) escapou da falência no último minuto ao obter uma linha de crédito de um consórcio de bancos do país.

As autoridades belgas se comprometeram ainda a ajudar o banco franco-belga Dexia, como fizeram com o Fortis, após uma queda superior a 29% das ações do primeiro.

O Banco Central Europeu (BCE) segue injetando liquidez nos mercados monetários para permitir o funcionamento dos bancos e evitar que a economia fique sem possibilidades de crédito.

Em uma operação coordenada com o Federal Reserve (Fed) americano, a instituição européia vai colocar nos mercados US$ 30 bilhões.

Apesar de todas as medidas para conter a crise, as Bolsas européias operavam em baixa na manhã desta segunda-feira.

As ações dos bancos afetados desabaram, como as do Hypo Real Estate (HRE), que chegaram a registrar desvalorização de 58,86% em Frankfurt.

As Bolsas asiáticas também não reagiram muito bem ao plano de Washingtom: Tóquio perdeu 1,26% e Hong Kong 4,3%. Sydney retrocedeu 2% e Seul 1,35%.

O presidente dos Estados Unidos, que discursará à nação antes da abertura da Bolsa de Nova York, declarou que o plano é "uma mensagem enérgica aos mercados mundiais, que mostra o compromisso dos Estados Unidos de devolver a confiança e a estabilidade ao sistema financeiro".

O plano constitui a maior intervenção do Estado no setor privado da história americana e deve ser aprovado seis semanas antes da eleição presidencial na maior potência econômica mundial.

O projeto do governo americano prioriza as cobranças do Estado, depois de um gasto inicial muito pesado para as finanças públicas, e servirá, sobretudo, para que o país assuma os créditos podres que os bancos concederam ao setor imobiliário.

Fonte - DGABC

Governos querem monitorar dados da população


Segundo os termos de um acordo assinado em julho do ano passado, empresas aéreas que voam da União Européia para os EUA têm que fornecer às autoridades alguns dados sobre os passageiros, como raça, religião, profissão, parentes e reservas de hotéis.

Defensores das liberdades civis estão tentando impedir que o monitoramento de dados se torne uma ferramenta rotineira para o FBI vigiar cidadãos norte-americanos comuns.

No mês passado, um grupo de legisladores escreveu ao procurador-geral dos EUA, reclamando que algo assim permitiria ao FBI vigiar cidadãos sem qualquer justificativa.
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Fonte - Opinião e Notícias

Plano 'não salvará economia'

Os principais jornais americanos afirmam nesta segunda-feira que o acordo fechado pelo Congresso em torno do plano de resgate econômico proposto pelo governo George W. Bush não será suficiente para salvar a economia.

Uma análise publicada no Wall Street Journal afirma que o pacote pode ajudar a curar os mercados financeiros, mas a ameaça de recessão ainda persiste à medida que "os pilares do crescimento continuam a erodir".

"Os principais sustentáculos do crescimento da economia - gastos dos consumidores, empresas e governo e as exportações continuam se esfarelando", afirma o diário.

"A demanda externa por bens americanos, que ajudou o setor industrial a evitar uma desaceleração mais profunda este ano, deve secar à medida que as maiores economias mundiais flertam com a recessão e nações de rápida expansão como China e Índia perdem o pulso".

O texto destaca que o pacote de US$ 700 bilhões não resolverá o problema fundamental da crise do setor imobiliário e acredita que o preço dos imóveis continuará caindo.

Analistas ouvidos pelo jornal prevêem que "na melhor das circunstâncias é esperada uma recessão que resultará no aumento da taxa de desemprego no país de 6,1% para 8%".
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Fonte - UOL
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