O FMI revisou sua previsão de desempenho da economia mundial para este ano. Agora diz que o declínio econômico mundial será bem mais profundo que o previsto anteriormente. A recessão vai se aprofundar, já não há duvidas disso, diz o FMI. A estimativa anterior era de um crescimento global de 2,2%, insuficiente para manter os empregos e dar emprego a novos candidatos. Agora, a previsão revista, é de um crescimento global de apenas 0,5% para 2009. E a projeção para as economias avançadas é de um crescimento negativo de 2%, isto é, recessão para o ano.
Em outras palavras, a economia mundial vai estagnar nesse ano. É um contexto favorável ao aparecimento de algum poder opressor sobre o mundo. A história ensina que em tempos de crise as condições sociais ficam favoráveis à manifestação da ditadura, como foi antes da segunda guerra mundial em vários países. Quando a fome ronda por perto, e bate nas casas, o povo aceita qualquer coisa em nome da sobrevivência. Estamos diante de em que, ou se aceita o que ditarem poderes opressores, ou se avança pela fé em JESUS CRISTO e Suas promessas.
E também é um cenário muito favorável á manifestação de mentiras sobre DEUS e sobre a adoração. Não devemos nos esquecer que nessa crise em que estamos entrando as igrejas estão em pleno processo de unificação. Não podemos esquecer que tanto o presidente norte-americano recém empossado quanto o papa Bento XVI estão empenhados em unir o mundo todo contra a crise. Pois bem, quanto pior essa crise, mais esse argumento de unificação de todas as forças ganha importância e credibilidade. É a saída que os grandes líderes estão visualizando. E esse é o contexto da grande oposição à pregação da mensagem que JESUS ordenou à Sua igreja. Sim porque essa unificação de que estamos falando envolve a santificação do domingo para restaurar o convívio familiar e formar um novo cidadão para o mundo. Porém, com o poder do alto, a mensagem da verdade sobre a adoração será dada ao mundo, e finalmente JESUS vai voltar, como prometeu. Mas isso não acontecerá sem antes o mundo enfrentar a fúria do anticristo.
O mundo verá grande crise antes da volta de CRISTO a esta Terra. E a pregação final da mensagem bíblica será dada em meio a grande crise, com o poder do alto, e em pouco tempo.
É alto tempo de todos aqueles que realmente desejam ser fiéis a CRISTO se afastarem do mundanismo, se re-consagrarem, e lerem mais suas bíblias, e clamarem por poder do alto para que fiquem em pé, fiéis a DEUS, nos dias que temos pela frente. E, principalmente clamarem para que possam ter o direito, pelo recebimento do poder do ESPÍRITO SANTO, para participarem da proclamação final da mensagem pura ao mundo. Dessa proclamação não participarão crentes meio servos de DEUS, meio servos de satanás. Ou os servos de DEUS servirão só a Ele, ou serão sacudidos fora da igreja. Esse é o grande alerta para quem pertence ao movimento do advento, mas pensa que deve introduzir métodos próprios para proclamar a mensagem que CRISTO incumbiu.
Voltemos às origens, aos marcos antigos, pois é DEUS quem dará o poder, não os métodos de evangelização modernizados, métodos de seres humanos mundanizados. A propósito, leia com muita atenção a seguinte passagem: “Permiti-me dizer-vos que o Senhor trabalhará nesta última obra de um modo muito fora da comum ordem de coisas e de um modo que será contrário a qualquer planejamento humano. ... Deus usará maneiras e meios pelos quais se verá que Ele está tomando as rédeas em Suas próprias mãos. Surpreender-se-ão os obreiros com os meios simples que Ele usará para efetuar e aperfeiçoar sua obra de justiça. Aqueles que são considerados bons obreiros, necessitarão apegar-se mais a Deus, necessitarão do toque divino. Precisarão beber de maneira mais profunda e contínua da fonte da água viva, a fim de poderem discernir a obra de Deus em cada ponto. Podem os obreiros cometer enganos, mas vós lhes devíeis dar uma oportunidade de corrigir seus erros, dar-lhes a oportunidade de aprender a acautelar-se deixando a obra em suas mãos.” (Testemunhos para Ministros e Obreiros Evangélicos, p. 299 e 300, ênfases acrescentadas).
Estamos quase chegando ao clímax profético. A igreja de Cristo vencerá, como profeticamente previsto, mas muitos que hoje estão nela, sairão para o mundo, como no presente momento já estão ensaiando fazer.
Fonte - Cristo Voltará
quarta-feira, 4 de março de 2009
FMI: Crise está atingindo países pobres
O diretor-geral do Fundo Monetário Internacional, Dominique Strauss-Kahn, alertou que os países mais pobres do mundo estão começando a sentir o impacto da crise econômica global.
Strauss-Kahn descreveu o fenômeno, que teria se iniciado no início deste ano, como uma "terceira onda" da crise.
"Depois de atingir primeiramente as economias avançadas e depois as emergentes, uma terceira onda da crise financeira global está atingindo os países mais pobres e mais vulneráveis", disse ele em um comunicado divulgado na terça-feira.
De acordo com o FMI, esses países sentirão o impacto da crise principalmente através de uma retração no comércio e em quedas no investimento estrangeiros e nas remessas de dinheiro enviadas pelos cidadãos que moram e trabalham fora de seus países de origem.
O FMI indica que cerca de 20 países pobres estariam especialmente vulneráveis aos efeitos da crise, metade deles na África subsaariana.
Além disso, o FMI alerta que "o número de países vulneráveis pode dobrar se as condições de crescimento global e financiamento continuarem a piorar".
Strauss-Kahn afirmou que os países pobres precisarão de cerca de US$ 25 bilhões (R$60 bi) em empréstimos de emergência neste ano e pediu que os países mais ricos não cortem a ajuda em doações.
Segundo ele, a continuidade do fluxo de ajuda financeira pode prevenir o que chamou de uma "crise humanitária" nos países mais pobres.
Fonte - BBC
Strauss-Kahn descreveu o fenômeno, que teria se iniciado no início deste ano, como uma "terceira onda" da crise.
"Depois de atingir primeiramente as economias avançadas e depois as emergentes, uma terceira onda da crise financeira global está atingindo os países mais pobres e mais vulneráveis", disse ele em um comunicado divulgado na terça-feira.
De acordo com o FMI, esses países sentirão o impacto da crise principalmente através de uma retração no comércio e em quedas no investimento estrangeiros e nas remessas de dinheiro enviadas pelos cidadãos que moram e trabalham fora de seus países de origem.
O FMI indica que cerca de 20 países pobres estariam especialmente vulneráveis aos efeitos da crise, metade deles na África subsaariana.
Além disso, o FMI alerta que "o número de países vulneráveis pode dobrar se as condições de crescimento global e financiamento continuarem a piorar".
Strauss-Kahn afirmou que os países pobres precisarão de cerca de US$ 25 bilhões (R$60 bi) em empréstimos de emergência neste ano e pediu que os países mais ricos não cortem a ajuda em doações.
Segundo ele, a continuidade do fluxo de ajuda financeira pode prevenir o que chamou de uma "crise humanitária" nos países mais pobres.
Fonte - BBC
EUA atravessam 'pior crise fiscal da história'
O secretário do Tesouro americano, Timothy Geithner, disse nesta terça-feira ao Congresso dos EUA que o país atravessa a pior situação fiscal de sua história.
"A administração Obama herdou a pior situação fiscal da história moderna americana, com um déficit de US$ 1,3 trilhão, quase 10% do PIB", disse ele.
Apesar disso, para Geithner, os EUA vão precisar gastar ainda mais para resgatar sua economia. A oposição republicana critica o atual governo dizendo que seu plano orçamentário vai elevar a dívida para US$ 1,75 trilhão.
Geithner disse que o orçamento proposto para 2010 "reconhece que, apesar de já ser dispendioso, o esforço para estabilizar o sistema financeiro pode custar ainda mais".
O secretário do Tesouro americano disse que o orçamento proposto por Obama prevê cerca de US$ 250 bilhões a mais, não solicitados, para eventuais resgates econômicos.
...
Fonte - BBC
"A administração Obama herdou a pior situação fiscal da história moderna americana, com um déficit de US$ 1,3 trilhão, quase 10% do PIB", disse ele.
Apesar disso, para Geithner, os EUA vão precisar gastar ainda mais para resgatar sua economia. A oposição republicana critica o atual governo dizendo que seu plano orçamentário vai elevar a dívida para US$ 1,75 trilhão.
Geithner disse que o orçamento proposto para 2010 "reconhece que, apesar de já ser dispendioso, o esforço para estabilizar o sistema financeiro pode custar ainda mais".
O secretário do Tesouro americano disse que o orçamento proposto por Obama prevê cerca de US$ 250 bilhões a mais, não solicitados, para eventuais resgates econômicos.
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Fonte - BBC
Nova ordem econômica
Londres, 04 mar (RV) - "Milhões e milhões de pessoas vivendo na miséria são uma ameaça à paz. O capitalismo desregrado e modelos econômicos inadequados não são capazes de conter a pobreza". Muhammad Yunus, vencedor do Prêmio Nobel da Paz, não tem dúvidas e vê na crise econômica uma oportunidade para estabelecer uma nova ordem financeira internacional, baseada na confiança e no altruísmo.
Yunus é fundador do chamado 'banco Grameen', que levou microfinanças a mais de 7 milhões de pessoas, oferecendo créditos sem aval para transformar as vidas das mulheres pobres em Bangladesh. Até o momento, o banco concedeu créditos no valor de mais de US$ 7 bilhões e recebeu de volta 99% do dinheiro emprestado.
Em uma conferência, em Londres, o chamado ‘banqueiro dos pobres’ propôs um sistema bancário mais inclusivo, baseado em microcréditos e investimentos de tipo social. Em sua palestra, Yunus disse que as crises financeira, ecológica e alimentícia estão interrelacionadas e têm como causa o egoísmo.
“Os pobres sofrem um 'apartheid' financeiro. Representam até dois terços da população mundial, mas estão atualmente excluídos do sistema. O assunto não é se os pobres são dignos de crédito, mas se os bancos são dignos do povo” - afirmou.
Fonte - Radio Vaticano
[Colaboração - Fernando Machado]
Yunus é fundador do chamado 'banco Grameen', que levou microfinanças a mais de 7 milhões de pessoas, oferecendo créditos sem aval para transformar as vidas das mulheres pobres em Bangladesh. Até o momento, o banco concedeu créditos no valor de mais de US$ 7 bilhões e recebeu de volta 99% do dinheiro emprestado.
Em uma conferência, em Londres, o chamado ‘banqueiro dos pobres’ propôs um sistema bancário mais inclusivo, baseado em microcréditos e investimentos de tipo social. Em sua palestra, Yunus disse que as crises financeira, ecológica e alimentícia estão interrelacionadas e têm como causa o egoísmo.
“Os pobres sofrem um 'apartheid' financeiro. Representam até dois terços da população mundial, mas estão atualmente excluídos do sistema. O assunto não é se os pobres são dignos de crédito, mas se os bancos são dignos do povo” - afirmou.
Fonte - Radio Vaticano
[Colaboração - Fernando Machado]
terça-feira, 3 de março de 2009
A batalha cósmica pela forma e a “dupla restauração”
Quando era criança (há mais de vinte anos), eu passeava com minha mãe em uma praça e lhe perguntei: "Mãe, o que Deus acha de o nome dEle ser usado em músicas?" Na ocasião, minha mente infantil pensava nas músicas populares que se referem a Deus (de fato, letristas da MPB citam "Deus", "Jesus" e demais elementos cristãos efusivamente).
A indagação que fiz na época lida, de certa forma, com uma questão cara ao Cristianismo contemporâneo: Como adoraremos a Deus? Todas as expressões musicais podem ser empregadas ou apenas determinadas formas estão autorizadas? Se a última pressuposição for correta, então que elementos abalizam um determinado gênero musical cristão?
Abordaremos esses questionamentos nos restringindo à percepção adventista de que se processa uma batalha entre o bem e o mal. Esse conceito fundamental não é de todo exclusivo dos adventistas, mas se encontra de tal modo desenvolvido, dentro de certas peculiaridades, que constitui a doutrina distintiva do Grande Conflito. A intenção deste artigo é oferecer alguns lampejos que se somem às discussões a respeito da adoração no cenário adventista do século 21.
A reivindicação de uma criatura à adoração iniciou o pecado no Céu. Surgia uma batalha que se delongaria por muitos séculos. De um lado, Deus e Seus anjos fiéis; do outro, Satanás e os seres celestes que aderiram a sua rebelião. Essa luta, com todos os seus desdobramentos e consequências para a criação em geral, e para a raça humana, de forma específica, é o que os adventistas compreendem como o Grande Conflito.
O cerne do pecado gravita, portanto, em torno da questão: A quem adoraremos? Para os cristãos, a resposta a essa pergunta parece elementar: somente Deus merece adoração. Emprego o termo "parece" porque a escolha quanto a quem adoraremos envolve a forma - ou seja, como adoraremos. Justamente nesta área, começam a surgir divergências no que toca ao entendimento entre cristãos. Enquanto os protestantes empregam hinos europeus dos séculos 16 ao 19, os pentecostais calcam suas músicas nos gêneros musicais contemporâneos. Igrejas tradicionais dão pouca dimensão para expressões gestuais. Cristãos de igrejas "renovadas" pulam, levantam as mãos, gritam e vibram.
Como distinguir o que está correto, sendo múltiplas as formas de adoração, as quais extrapolam o mensurável? Temos que ver além: ainda estamos vivendo sob o influxo da disputa pela adoração iniciada no Céu. Em seu esforço por desviar a adoração do Deus verdadeiro, Satanás lança mão de uma estratégia geralmente bem-sucedida, a contrafação, que consiste em acrescentar à verdade elementos não-verídicos, enganosos. Em todo caso em que a contrafação obtém êxito, a adoração deixa de focar a Deus e, em Seu lugar, Satanás é adorado.
A única segurança para o homem se acha em receber a instrução divina e de todo o coração executá-la pela fé. Qualquer conceito humano a respeito da adoração se apresenta contaminado por predisposições sociais, geográficas, étnicas, morais e psicológicas. E quando a prática religiosa se vê moldada apenas por esses denominadores, quem adora não tem meios para se certificar de que Deus foi realmente adorado. O discernimento espiritual nos aduzirá à compreensão de que os motivos para a diversidade na adoração não se restringem à cultura (embora ela não deixe de exercer influência sobre a forma da adoração). O contrário equivaleria a relativizar a adoração e nivelar os conceitos divergentes a meras tentativas humanas, confusas e contraditórias. Só é possível verificar a eficácia da adoração por intermédio do cumprimento daquilo que o mesmo Deus estabeleceu. É a Revelação que legitima as formas de adoração.
Na história bíblica, a Revelação era comunicada pelo Senhor ao povo através profetas (Am 3:7) e conservada pelos sacerdotes. Estes últimos mantinham os rituais sagrados e instruíam o povo no que tange às práticas corretas em diversos âmbitos - jurídico, familiar, médico, social, militar, devocional. Particularmente, no que concerne à adoração, havia especificações claras, compondo um plano congregacional, no qual os sacerdotes eram a peça-chave. Eles liam as palavras dos profetas em público, compunham e/ou ensinavam os hinos cúlticos à congregação, além de realizar as cerimônias no santuário, tipificando o grande plano da salvação elaborado pelo Redentor.
O movimento adventista entende que sua missão envolve um convite mundial à verdadeira adoração (Ap 14:7). Sugiro que o descarrilamento da música religiosa adventista esteja ligado a dois fatores: (1) o abandono da verdade bíblica do ministro da música, sacerdotes assalariados que oficializavam o louvor no santuário, e (2) o abandono do ministro de seu papel como construtor da base conceitual para a adoração adequada. No contexto atual, o ministério adventista carece de atuar no sentido de inserir e fortalecer a visão correta para os adoradores nos últimos tempos.
Disto não se infere que o pastor deva substituir o músico ou controlar arbitrariamente a produção musical; mas deve ele formar a base filosófica, por assim dizer, a fim de que o músico, com o conhecimento técnico, componha, traduza, cante, produza, toque, reja, enfim, apresente música aceitável a Deus. Entretanto, o ideal seria o restabelecimento gradativo do ministro da música (sacerdotes-músicos), abrindo-se espaço para aqueles que possuem conhecimento teológico e musical atuarem. Se ministros se posicionarem e ministros-músicos surgirem, haverá uma dupla restauração. Assim, mudanças positivas no que se refere à forma de culto se realizarão em cada nível organizacional.
Pr. Douglas Reis
Fonte - Outra Leitura
Nota DDP: Ver também "O novo "evangelho" e as admoestações do Senhor"
Papa pede ajuda aos trabalhadores em tempos de crise
O papa Bento XVI pediu neste domingo aos empresários e aos políticos que a prioridade seja tutelar os trabalhadores e suas famílias frente à crise financeira internacional.
Durante a tradicional reza do Ângelus, na Praça de São Pedro, o Pontífice declarou: "Encorajo os empresários e as autoridades políticas e civis a, conjuntamente, enfrentarem este delicado momento".
O papa fez este apelo ao saudar os trabalhadores da fábrica da Fiat na localidade de Pomigliano d'Arco (sul). Bento XVI disse que estes trabalhadores estavam "preocupados com o futuro desta fábrica e de milhares de pessoas que, direta ou indiretamente, depende dela".
Além disso, o Pontífice lembrou da difícil situação em que outros trabalhadores italianos se encontram, citando como exemplo a crise que atinge o setor industrial das localidades de Sulcis-Iglesiente, na ilha de Sardenha, e em Prato, na Toscana (centro).
A todas estas famílias, o papa expressou sua solidariedade e assegurou que rezaria para Maria e São José, este último padroeiro dos trabalhadores.
Fonte - Terra
Nota DDP: O debate começa a se instalar paralelamente a crise que já atinge o emprego em todo o mundo. Uma nova encíclica social está no forno e custo a acreditar que a questão do domingo fique de fora.
[Colaboração - Fernando Machado]
Durante a tradicional reza do Ângelus, na Praça de São Pedro, o Pontífice declarou: "Encorajo os empresários e as autoridades políticas e civis a, conjuntamente, enfrentarem este delicado momento".
O papa fez este apelo ao saudar os trabalhadores da fábrica da Fiat na localidade de Pomigliano d'Arco (sul). Bento XVI disse que estes trabalhadores estavam "preocupados com o futuro desta fábrica e de milhares de pessoas que, direta ou indiretamente, depende dela".
Além disso, o Pontífice lembrou da difícil situação em que outros trabalhadores italianos se encontram, citando como exemplo a crise que atinge o setor industrial das localidades de Sulcis-Iglesiente, na ilha de Sardenha, e em Prato, na Toscana (centro).
A todas estas famílias, o papa expressou sua solidariedade e assegurou que rezaria para Maria e São José, este último padroeiro dos trabalhadores.
Fonte - Terra
Nota DDP: O debate começa a se instalar paralelamente a crise que já atinge o emprego em todo o mundo. Uma nova encíclica social está no forno e custo a acreditar que a questão do domingo fique de fora.
[Colaboração - Fernando Machado]
Henry Kissinger lê Marx e prevê o papel dos EUA em 2009
Na direita, os amadores jogam Marx no lixo; os profissionais o lêem atentos. Cá está o ex-secretário de Estado norte-americano Harry Kissinger:
Qualquer regime econômico, mas principalmente a economia de mercado, produz vencedores e perdedores. Se a diferença de qualidade de vida entre vencedores e perdedores for muito grande, os perdedores se reúnem e promovem politicamente uma mudança do sistema econômico vigente, dentro do país ou entre os países. Este fenômeno será visto repetidamente em 2009.
Kissinger escreve na edição The World in 2009 da revista britânica The Economist. A edição, que sai todo dezembro e faz previsões a respeito do ano seguinte, está entre minhas leituras favoritas há anos. Além de haver um artigo do presidente Lula nesta versão 2009, o Brasil está citado por toda parte, desde o editorial de abertura. Mas isto fica para outro post. A Kissinger.
O velho diplomata dedica seu artigo a uma interessante análise dos resultados políticos do modelo econômico implantado no mundo desde a queda da União Soviética. Quem estiver à esquerda pode chamar de neo-liberalismo. Kissinger o chama de Consenso de Washington.
Segundo Kissinger, o modelo é falho. Desde que foi adotado internacionalmente, despertou uma série de crises no México, nos Tigres Asiáticos, na Argentina. Ele diz que, nos EUA e na Europa, as crises foram interpretadas como vacilos de quem não se habituou com o sistema. Ninguém entre os ricos imaginou que o problema estivesse no próprio sistema, quanto mais que a crise pudesse se reproduzir em casa.
O pulo do gato para entender a falha, segundo Kissinger, é perceber um descompasso. O sistema econômico mundial foi globalizado. O sistema político, não: continua se baseando no Estado nação. Portanto, quem dita as regras para a economia internacionalizada é cada país individualmente. (Segundo a direita tacanha, internacionalização do poder político é coisa de comunista. Kissinger há de estar a serviço do ouro de Moscou.)
No caso da crise norte-americana, ele a explica da seguinte forma: durante os últimos 15 a 20 anos, tomados por um espírito de grandeza e algumas doses de arrogância, os EUA imaginaram que poderiam gastar o quanto quisessem, financiar quantas aventuras desejassem ao passo que contavam com o constante fluxo de capital vindo do mundo em sua direção. De forma mais simples: gastaram muito pegando dinheiro emprestado. Aí os credores – outras nações – começaram a ter dúvidas a respeito de sua capacidade de pagar. (Kissinger não fala, mas falta de confiança no administrador da Casa Branca contribuiu.) O fluxo parou e a conta chegou.
A economia é global. O poder político sobre os fluxos de recursos, local. Ele continua:
Agora que os pés de barro do sistema econômico foram expostos, o descompasso entre um sistema econômico global e um sistema político baseado no Estado nação precisa ser encarado. A economia precisa se submeter, benefícios trabalhistas devem ser revistos e a dependência em acúmulo de dívida externa deve ser vencida. A esperança é que, neste processo, lições passadas a respeito de abuso do poder do Estado não sejam esquecidas.
(Talvez Kissinger não seja tão comunista assim.)
O debate em 2009, nos EUA, será a respeito de prioridades, finalmente rompendo a antiga discussão entre idealismo e realismo. Restrições econômicas obrigarão o país a definir seus objetivos no mundo em função de uma definição madura de qual é o interesse nacional. [...]
Todo país será obrigado pelo arrocho econômico a rever sua relação com os EUA. Todos – principalmente os credores – vão analisar as decisões que os trouxeram a este ponto. Conforme os EUA diminuem sua área de foco, qual será um sistema de segurança plausível e a que ameaças ele estará voltado? Qual o futuro do capitalismo? Como, nestas circunstâncias, o mundo enfrentará seus grandes problemas, como proliferação nuclear e o aquecimento global?
Os EUA ainda serão o país mais poderoso, mas não terá mais o cargo auto-imposto de tutor do mundo. Conforme o país aprende os limites de sua hegemonia, deve começar a implementar um sistema de consulta internacional que vai além do conceito que sempre adotou. O G8 precisará redefinir seu papel, conforme incorpora China, Índia, Brasil e talvez a África do Sul.
Kissinger não diz, mas não custa esclarecer. George W. Bush deixa, na saída, um país muito menor do que aquele que recebeu ao chegar. Tem menos poder, menos dinheiro, menos influência, menos respeito internacional. Os quesitos menos poder e menos influência viriam, por certo, conforme países outrora pobres crescem e mais e mais gente chega à classe média em todo o mundo. Bush apressou o processo.
Fonte - Pedro Doria Weblog
[Colaboração - Fernando Machado]
Nota DDP: Os pés de barro expostos não são os mesmos da estátua, mas a Pedra vem do mesmo jeito e esmiuçará estes também.
Qualquer regime econômico, mas principalmente a economia de mercado, produz vencedores e perdedores. Se a diferença de qualidade de vida entre vencedores e perdedores for muito grande, os perdedores se reúnem e promovem politicamente uma mudança do sistema econômico vigente, dentro do país ou entre os países. Este fenômeno será visto repetidamente em 2009.
Kissinger escreve na edição The World in 2009 da revista britânica The Economist. A edição, que sai todo dezembro e faz previsões a respeito do ano seguinte, está entre minhas leituras favoritas há anos. Além de haver um artigo do presidente Lula nesta versão 2009, o Brasil está citado por toda parte, desde o editorial de abertura. Mas isto fica para outro post. A Kissinger.
O velho diplomata dedica seu artigo a uma interessante análise dos resultados políticos do modelo econômico implantado no mundo desde a queda da União Soviética. Quem estiver à esquerda pode chamar de neo-liberalismo. Kissinger o chama de Consenso de Washington.
Segundo Kissinger, o modelo é falho. Desde que foi adotado internacionalmente, despertou uma série de crises no México, nos Tigres Asiáticos, na Argentina. Ele diz que, nos EUA e na Europa, as crises foram interpretadas como vacilos de quem não se habituou com o sistema. Ninguém entre os ricos imaginou que o problema estivesse no próprio sistema, quanto mais que a crise pudesse se reproduzir em casa.
O pulo do gato para entender a falha, segundo Kissinger, é perceber um descompasso. O sistema econômico mundial foi globalizado. O sistema político, não: continua se baseando no Estado nação. Portanto, quem dita as regras para a economia internacionalizada é cada país individualmente. (Segundo a direita tacanha, internacionalização do poder político é coisa de comunista. Kissinger há de estar a serviço do ouro de Moscou.)
No caso da crise norte-americana, ele a explica da seguinte forma: durante os últimos 15 a 20 anos, tomados por um espírito de grandeza e algumas doses de arrogância, os EUA imaginaram que poderiam gastar o quanto quisessem, financiar quantas aventuras desejassem ao passo que contavam com o constante fluxo de capital vindo do mundo em sua direção. De forma mais simples: gastaram muito pegando dinheiro emprestado. Aí os credores – outras nações – começaram a ter dúvidas a respeito de sua capacidade de pagar. (Kissinger não fala, mas falta de confiança no administrador da Casa Branca contribuiu.) O fluxo parou e a conta chegou.
A economia é global. O poder político sobre os fluxos de recursos, local. Ele continua:
Agora que os pés de barro do sistema econômico foram expostos, o descompasso entre um sistema econômico global e um sistema político baseado no Estado nação precisa ser encarado. A economia precisa se submeter, benefícios trabalhistas devem ser revistos e a dependência em acúmulo de dívida externa deve ser vencida. A esperança é que, neste processo, lições passadas a respeito de abuso do poder do Estado não sejam esquecidas.
(Talvez Kissinger não seja tão comunista assim.)
O debate em 2009, nos EUA, será a respeito de prioridades, finalmente rompendo a antiga discussão entre idealismo e realismo. Restrições econômicas obrigarão o país a definir seus objetivos no mundo em função de uma definição madura de qual é o interesse nacional. [...]
Todo país será obrigado pelo arrocho econômico a rever sua relação com os EUA. Todos – principalmente os credores – vão analisar as decisões que os trouxeram a este ponto. Conforme os EUA diminuem sua área de foco, qual será um sistema de segurança plausível e a que ameaças ele estará voltado? Qual o futuro do capitalismo? Como, nestas circunstâncias, o mundo enfrentará seus grandes problemas, como proliferação nuclear e o aquecimento global?
Os EUA ainda serão o país mais poderoso, mas não terá mais o cargo auto-imposto de tutor do mundo. Conforme o país aprende os limites de sua hegemonia, deve começar a implementar um sistema de consulta internacional que vai além do conceito que sempre adotou. O G8 precisará redefinir seu papel, conforme incorpora China, Índia, Brasil e talvez a África do Sul.
Kissinger não diz, mas não custa esclarecer. George W. Bush deixa, na saída, um país muito menor do que aquele que recebeu ao chegar. Tem menos poder, menos dinheiro, menos influência, menos respeito internacional. Os quesitos menos poder e menos influência viriam, por certo, conforme países outrora pobres crescem e mais e mais gente chega à classe média em todo o mundo. Bush apressou o processo.
Fonte - Pedro Doria Weblog
[Colaboração - Fernando Machado]
Nota DDP: Os pés de barro expostos não são os mesmos da estátua, mas a Pedra vem do mesmo jeito e esmiuçará estes também.
ONU contra a impunidade
Secretário garantiu punição para responsáveis por crimes contra a humanidade
Em visita ao Tribunal Penal Internacional para Ruanda (TPIR), na cidade de Arusha (Tanzânia), o secretário-geral da ONU, Ban Ki-moon, afirmou que nenhum responsável por genocídio ou por crimes contra a humanidade "vai desfrutar da impunidade".
Ban declarou na última sexta-feira (27) que este tribunal "deixará um grande legado que deve ser preservado", ao se referir ao trabalho da Corte de Arusha em seus 15 anos de funcionamento, de sua criação, em novembro de 1994, até seu fechamento, em dezembro de 2009.
O secretário-geral das Nações Unidas também pediu a colaboração dos países do leste e centro da África, onde podem estar escondidas 13 pessoas procuradas pelo TPIR, acusadas de crimes durante o genocídio de Ruanda de 1994.
O presidente do TPIR, Dennis Byron, assinalou que, em suas sentenças, o Tribunal "fez história, ao definir o que é genocídio e considerar as violações por motivos étnicos como atos constitutivos de genocídio".
Byron afirmou que o TPIR sempre manteve "o respeito aos direitos fundamentais dos acusados", apesar da magnitude dos crimes pelos quais condenou 37 responsáveis do genocídio ruandês.
O TPIR foi criado em novembro de 1994 pelo Conselho de Segurança (CS) das Nações Unidas para julgar os envolvidos no genocídio ruandês, no qual cerca de um milhão de tutsis e hutus moderados foram assassinados em 100 dias.
Esta corte funciona de maneira similar ao Tribunal Penal Internacional para a Antiga Iugoslávia, com sede em Haia, julgando casos de genocídio, crimes contra a humanidade e violação dos convênios de Genebra.
Na sexta (27), o Tribunal de Arusha condenou a 25 anos de prisão Emmanuel Rukondo, ex-capitão e capelão católico das Forças Armadas Ruandesas, por crimes contra a humanidade e genocídio, segundo informou o organismo.
Para o Tribunal, Rukondo "abusou de sua autoridade moral e influência para promover o sequestro e assassinato de refugiados tutsis" em um seminário da Prefeitura de Gitarama, no centro de Ruanda, nos meses de abril e maio de 1994.
O sacerdote, de 50 anos, é o segundo religioso católico condenado pelo TPIR, após Athanase Seromba, que cumpre pena de prisão perpétua por crimes similares durante o genocídio ruandês.
O secretário-geral das Nações Unidas conclui sua visita à Tanzânia e seguiu para a República Democrática do Congo (RDC). A última parada de Ban Ki-moon neste giro pela África será a cidade egípcia de Sharm el-Sheikh, onde vai inaugurar nesta segunda (2 de março) a Conferência Internacional de Apoio à Economia Palestina, destinada a ajudar na reconstrução da Faixa de Gaza.
Fonte - Elnet
Nota DDP: Não se pode perder de vista que o rol de "crimes contra a humanidade" pode aumentar substancialmente daqui para frente dada a quantidade de crises que o mundo enfrenta. Obedecer a Deus em pouco tempo, em certo prisma prático, pode claramente implicar nestes termos.
Em visita ao Tribunal Penal Internacional para Ruanda (TPIR), na cidade de Arusha (Tanzânia), o secretário-geral da ONU, Ban Ki-moon, afirmou que nenhum responsável por genocídio ou por crimes contra a humanidade "vai desfrutar da impunidade".
Ban declarou na última sexta-feira (27) que este tribunal "deixará um grande legado que deve ser preservado", ao se referir ao trabalho da Corte de Arusha em seus 15 anos de funcionamento, de sua criação, em novembro de 1994, até seu fechamento, em dezembro de 2009.
O secretário-geral das Nações Unidas também pediu a colaboração dos países do leste e centro da África, onde podem estar escondidas 13 pessoas procuradas pelo TPIR, acusadas de crimes durante o genocídio de Ruanda de 1994.
O presidente do TPIR, Dennis Byron, assinalou que, em suas sentenças, o Tribunal "fez história, ao definir o que é genocídio e considerar as violações por motivos étnicos como atos constitutivos de genocídio".
Byron afirmou que o TPIR sempre manteve "o respeito aos direitos fundamentais dos acusados", apesar da magnitude dos crimes pelos quais condenou 37 responsáveis do genocídio ruandês.
O TPIR foi criado em novembro de 1994 pelo Conselho de Segurança (CS) das Nações Unidas para julgar os envolvidos no genocídio ruandês, no qual cerca de um milhão de tutsis e hutus moderados foram assassinados em 100 dias.
Esta corte funciona de maneira similar ao Tribunal Penal Internacional para a Antiga Iugoslávia, com sede em Haia, julgando casos de genocídio, crimes contra a humanidade e violação dos convênios de Genebra.
Na sexta (27), o Tribunal de Arusha condenou a 25 anos de prisão Emmanuel Rukondo, ex-capitão e capelão católico das Forças Armadas Ruandesas, por crimes contra a humanidade e genocídio, segundo informou o organismo.
Para o Tribunal, Rukondo "abusou de sua autoridade moral e influência para promover o sequestro e assassinato de refugiados tutsis" em um seminário da Prefeitura de Gitarama, no centro de Ruanda, nos meses de abril e maio de 1994.
O sacerdote, de 50 anos, é o segundo religioso católico condenado pelo TPIR, após Athanase Seromba, que cumpre pena de prisão perpétua por crimes similares durante o genocídio ruandês.
O secretário-geral das Nações Unidas conclui sua visita à Tanzânia e seguiu para a República Democrática do Congo (RDC). A última parada de Ban Ki-moon neste giro pela África será a cidade egípcia de Sharm el-Sheikh, onde vai inaugurar nesta segunda (2 de março) a Conferência Internacional de Apoio à Economia Palestina, destinada a ajudar na reconstrução da Faixa de Gaza.
Fonte - Elnet
Nota DDP: Não se pode perder de vista que o rol de "crimes contra a humanidade" pode aumentar substancialmente daqui para frente dada a quantidade de crises que o mundo enfrenta. Obedecer a Deus em pouco tempo, em certo prisma prático, pode claramente implicar nestes termos.
segunda-feira, 2 de março de 2009
América latina deve reafirmar os valores cristãos
“Anunciar o Evangelho, como constatamos na acção missionária do Apóstolo Paulo, não consiste na fria transmissão de uma doutrina, mas fundamentalmente em testemunhar a própria experiência de encontro com uma pessoa, com Jesus mesmo, o qual constitui a única realidade que tem força para abrir o coração dos homens em contacto com a verdade”. É por isso que “somente unidos a Cristo, somente com Cristo, a América vive a missão!”.
É o que se lê na tradicional mensagem anual da Comissão Pontifícia para a América Latina (CAL) que o seu presidente, o Cardeal Giovanni Battista Re, prefeito da Congregação para os Bispos e o seu vice-presidente, D. José Octavio Ruiz Arenas, enviaram a todas as dioceses da Espanha por ocasião do Dia de Solidariedade Missionária para com a Igreja hispano-americana que se celebra neste domingo, 1 de Março.
O tema do Dia, «América com Cristo, vive a missão». “Diante da crise de fé que se vive hoje na América Latina – prossegue a mensagem – urge fazer conhecer Cristo e anunciar a sua Palavra com ardor aos homens e às mulheres do Continente; para fazer isso devemos basear o nosso compromisso missionário e toda a nossa vida na rocha da Palavra de Deus”. Por isso, se recorda também como a celebração do Dia convide a dirigir o olhar à realidade da América Latina, uma realidade complexa submetida a rápidas mudanças em diversos âmbitos da vida política, económica, social e religiosa com repercussões não sempre positivas sobre a vida das pessoas.
Diante da crise da fé religiosa e da tarefa urgente de evangelização, recordada recentemente pelo Sínodo dos Bispos sobre a Palavra de Deus e pela Conferência de Aparecida, a Mensagem exorta a deixar-se inspirar pelo Apóstolo Paulo, o qual, para enfrentar os desafios de um ambiente hostil ao anúncio do Evangelho, encontrou forças em Cristo, no Deus feito homem que veio encontrar cada criatura de modo pessoal.
Por isso a América Latina deve “recuperar e reafirmar os valores cristãos que estão na raiz da sua cultura e das suas tradições”. É urgente e necessário “fazer chegar a luz do Evangelho à vida pública, cultural, económica e política”.
Fonte - Ecclesia
Nota DDP: Depois da UE, a AL.
É o que se lê na tradicional mensagem anual da Comissão Pontifícia para a América Latina (CAL) que o seu presidente, o Cardeal Giovanni Battista Re, prefeito da Congregação para os Bispos e o seu vice-presidente, D. José Octavio Ruiz Arenas, enviaram a todas as dioceses da Espanha por ocasião do Dia de Solidariedade Missionária para com a Igreja hispano-americana que se celebra neste domingo, 1 de Março.
O tema do Dia, «América com Cristo, vive a missão». “Diante da crise de fé que se vive hoje na América Latina – prossegue a mensagem – urge fazer conhecer Cristo e anunciar a sua Palavra com ardor aos homens e às mulheres do Continente; para fazer isso devemos basear o nosso compromisso missionário e toda a nossa vida na rocha da Palavra de Deus”. Por isso, se recorda também como a celebração do Dia convide a dirigir o olhar à realidade da América Latina, uma realidade complexa submetida a rápidas mudanças em diversos âmbitos da vida política, económica, social e religiosa com repercussões não sempre positivas sobre a vida das pessoas.
Diante da crise da fé religiosa e da tarefa urgente de evangelização, recordada recentemente pelo Sínodo dos Bispos sobre a Palavra de Deus e pela Conferência de Aparecida, a Mensagem exorta a deixar-se inspirar pelo Apóstolo Paulo, o qual, para enfrentar os desafios de um ambiente hostil ao anúncio do Evangelho, encontrou forças em Cristo, no Deus feito homem que veio encontrar cada criatura de modo pessoal.
Por isso a América Latina deve “recuperar e reafirmar os valores cristãos que estão na raiz da sua cultura e das suas tradições”. É urgente e necessário “fazer chegar a luz do Evangelho à vida pública, cultural, económica e política”.
Fonte - Ecclesia
Nota DDP: Depois da UE, a AL.
Obama e o novo mundo
Nós podemos, nós superaremos, repete Barack Obama, com freqüência. Essa expressão ele usou diversas vezes em seu discurso, há um mês. Ele exalta o poderio da nação americana dizendo que “sempre seremos os Estados Unidos da América”. Fala constante mente na mudança que chegou à América e ao mundo. Outras palavras que muito utiliza são “mudança” e “diálogo”. É a união a parceria e compromisso comum, para salvar o planeta.
Perceba o seguinte: essas palavras já vinham sendo utilizadas pela Igreja Católica há alguns anos. Agora fazem parte dos discursos do presidente dos EUA. Estão sendo aceitas como a salvação do planeta. Finalmente a maior nação do mundo afina com o mundo! Obama diz: “A aqueles que pretendem destruir o mundo: vamos vencê-los. A aqueles que buscam a paz e a segurança: apoiamo-nos.” Sim, agora os EUA também falam em “Paz e Segurança”. Como previsto na profecia de I Tess. 5:3.
Fonte - Cristo Voltará
Perceba o seguinte: essas palavras já vinham sendo utilizadas pela Igreja Católica há alguns anos. Agora fazem parte dos discursos do presidente dos EUA. Estão sendo aceitas como a salvação do planeta. Finalmente a maior nação do mundo afina com o mundo! Obama diz: “A aqueles que pretendem destruir o mundo: vamos vencê-los. A aqueles que buscam a paz e a segurança: apoiamo-nos.” Sim, agora os EUA também falam em “Paz e Segurança”. Como previsto na profecia de I Tess. 5:3.
Fonte - Cristo Voltará
Diante da crise, prioridade aos trabalhadores e famílias
Cidade do Vaticano, 1° mar (RV) - Ao meio-dia de hoje, o Santo Padre assomou à janela de seus aposentos – que dá para a Praça São Pedro – para a oração do Angelus deste I Domingo da Quaresma. Milhares de fiéis, peregrinos e turistas participaram, numa Praça São Pedro banhada pelo sereno desta manhã, da oração mariana.
Na oração dominical, o papa lançou um apelo em favor dos operários da Fiat da localidade italiana de Pomigliano d'Arco, presentes na praça para "manifestar a sua preocupação com o futuro da fábrica e de milhares de pessoas que, direta ou indiretamente, dependem dela para trabalhar".
O pontífice recordou também outras situações igualmente difíceis vividas por todos os trabalhadores atingidos, no mundo inteiro, pela atual crise econômica.
"Associo-me aos bispos e às respectivas Igrejas locais ao expressar proximidade às famílias atingidas pela crise, e confio todas elas na oração à proteção de Maria Santíssima e de São José, patrono dos trabalhadores. Desejo expressar o meu encorajamento às autoridades políticas e civis, bem como aos empresários, a fim de que com a cooperação de todos se possa fazer frente a esse delicado momento. De fato, é preciso um comum e forte compromisso, recordando que a prioridade deve ser dada aos trabalhadores e às suas famílias."
...
Fonte - Radio Vaticano
Na oração dominical, o papa lançou um apelo em favor dos operários da Fiat da localidade italiana de Pomigliano d'Arco, presentes na praça para "manifestar a sua preocupação com o futuro da fábrica e de milhares de pessoas que, direta ou indiretamente, dependem dela para trabalhar".
O pontífice recordou também outras situações igualmente difíceis vividas por todos os trabalhadores atingidos, no mundo inteiro, pela atual crise econômica.
"Associo-me aos bispos e às respectivas Igrejas locais ao expressar proximidade às famílias atingidas pela crise, e confio todas elas na oração à proteção de Maria Santíssima e de São José, patrono dos trabalhadores. Desejo expressar o meu encorajamento às autoridades políticas e civis, bem como aos empresários, a fim de que com a cooperação de todos se possa fazer frente a esse delicado momento. De fato, é preciso um comum e forte compromisso, recordando que a prioridade deve ser dada aos trabalhadores e às suas famílias."
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Fonte - Radio Vaticano
Premiê britânico discutirá "novo acordo global" com Obama
LONDRES - O primeiro-ministro britânico, Gordon Brown, discutirá nesta semana com o presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, medidas coordenadas de recuperação econômica e o monitoramento do sistema financeiro global.
Brown se tornará nesta terça o primeiro líder europeu a se encontrar com o presidente dos Estados Unidos, em Washington, desde a posse de Obama em janeiro.
"Acredito que não há desafio grande e difícil o suficiente que não possa ser superado pelos Estados Unidos, pelo Reino Unido e pelo mundo, trabalhando juntos," escreveu Brown, no jornal Sunday Times.
"Presidente Obama e eu discutiremos nesta semana um novo acordo global, cujo impacto pode se dar desde os vilarejos africanos até as reformas nas instituições financeiras de Londres e Nova York."
Segundo o premiê, a histórica "parceria de propósitos" dos dos países deve lutar contra a crise econômica, assim como contra terrorismo, pobreza e doenças.
O Reino Unido quer o apoio dos Estados Unidos para os objetivos ousados da cúpula do G20, que reúne países emergentes e desenvolvidos e ocorrerá no dia 2 de abril, em Londres.
PLANO DE AÇÃO
Brown detalhou um plano de seis tópicos para a recuperação econômica sustentável, proposta que precisa receber o aval dos líderes mundias. Os tópicos são:
- ação universal para amenizar a recessão
- ação para dar a partida em empréstimos para famílias e negócios
- recusa do protecionismo e um mecanismo transparente para monitorar acordos
- regulação internacional mais dura
- reforma das instituições financeiras internacionais
- cooperação em políticas socioambientais
Brown enfatizou a sua admiração pelos Estados Unidos. "Quero fazer mais para fortalecer a nossa relação com os Estados Unidos," escreveu.
O premiê afirmou que a globalização é um fato, não uma opção, e defendeu a necessidade de os líderes mundiais trabalharem em conjunto.
"Vejo esse novo acordo global como uma medida em que cada continente injeta recursos na sua economia," escreveu.
"O central para este novo investimento é que cada país apóie a recuperação ambiental para o futuro, concorde com princípios comuns para a regulação financeira e com mudanças no seu próprio sistema bancário."
Brown se encontrou com Obama pela última vez em Londres, no ano passado, quando o atual presidente norte-americano deixou a campanha presidencial nos Estados Unidos e fez um giro pela Europa.
Fonte - Estadão
Brown se tornará nesta terça o primeiro líder europeu a se encontrar com o presidente dos Estados Unidos, em Washington, desde a posse de Obama em janeiro.
"Acredito que não há desafio grande e difícil o suficiente que não possa ser superado pelos Estados Unidos, pelo Reino Unido e pelo mundo, trabalhando juntos," escreveu Brown, no jornal Sunday Times.
"Presidente Obama e eu discutiremos nesta semana um novo acordo global, cujo impacto pode se dar desde os vilarejos africanos até as reformas nas instituições financeiras de Londres e Nova York."
Segundo o premiê, a histórica "parceria de propósitos" dos dos países deve lutar contra a crise econômica, assim como contra terrorismo, pobreza e doenças.
O Reino Unido quer o apoio dos Estados Unidos para os objetivos ousados da cúpula do G20, que reúne países emergentes e desenvolvidos e ocorrerá no dia 2 de abril, em Londres.
PLANO DE AÇÃO
Brown detalhou um plano de seis tópicos para a recuperação econômica sustentável, proposta que precisa receber o aval dos líderes mundias. Os tópicos são:
- ação universal para amenizar a recessão
- ação para dar a partida em empréstimos para famílias e negócios
- recusa do protecionismo e um mecanismo transparente para monitorar acordos
- regulação internacional mais dura
- reforma das instituições financeiras internacionais
- cooperação em políticas socioambientais
Brown enfatizou a sua admiração pelos Estados Unidos. "Quero fazer mais para fortalecer a nossa relação com os Estados Unidos," escreveu.
O premiê afirmou que a globalização é um fato, não uma opção, e defendeu a necessidade de os líderes mundiais trabalharem em conjunto.
"Vejo esse novo acordo global como uma medida em que cada continente injeta recursos na sua economia," escreveu.
"O central para este novo investimento é que cada país apóie a recuperação ambiental para o futuro, concorde com princípios comuns para a regulação financeira e com mudanças no seu próprio sistema bancário."
Brown se encontrou com Obama pela última vez em Londres, no ano passado, quando o atual presidente norte-americano deixou a campanha presidencial nos Estados Unidos e fez um giro pela Europa.
Fonte - Estadão
sexta-feira, 27 de fevereiro de 2009
Estilo 'absolutista' do papa atrai críticas
Segundo analistas, estilo 'solitário' é questionado dentro e fora da Igreja.
Quatro anos após ser eleito, o Papa Bento XVI está enfrentando críticas cada vez mais frequentes de teólogos, analistas e religiosos dentro e fora da Igreja Católica, que o acusam de ter um estilo recluso e liderar a Igreja de forma autoritária.
Especialistas ouvidos pela BBC Brasil afirmam que decisões tomadas recentemente pelo papa - como a nomeação de um bispo auxiliar conservador na Áustria sem considerar o parecer do episcopado local - são sinais de um papado centralizador e pouco democrático.
Uma das decisões controvertidas de Bento XVI, na opinião dos especialistas, foi nomear o ultraconservador Gerhard Maria Wagner como bispo auxiliar de Linz, sem ouvir as considerações do episcopado local. Wagner renunciou duas semanas depois devido a fortes pressões causadas por declarações suas, como a de que homossexuais deveriam ser "curados" e de que o furacão Katrina foi um "castigo de Deus" pelas clínicas que praticavam aborto em Nova Orleans.
Em outra decisão considerada polêmica, Bento XVI suspendeu a excomunhão de quatro bispos da ordem tradicionalista Pio X. Os religiosos haviam sido ordenados sem autorização da Santa Sé em 1988 pelo francês Marcel Lefebvre, criador de uma irmandade que não reconhece as reformas propostas no Concílio Vaticano II, introduzido no final dos anos 60.
"A questão (da reabilitação) dos lefebvrianos representa a superação de um limite. É como se a lua de mel da igreja católica com o papa tivesse acabado", disse à BBC Brasil o professor de História do Cristianismo, Alberto Melloni.
"O papa tem um estilo solitário e absolutista de governar. Não aceita conselhos, opiniões e críticas e isto cria problemas, inclusive nos setores moderados da igreja", afirmou, em entrevista à BBC Brasil, o vaticanista Marco Politi, que acabou de publicar o livro "A Igreja do Não", pela editora Mondadori.
A suspensão da excomunhão dos "lefebvrianos" por Bento 16 causou ainda grande mal estar nas igrejas da Alemanha, Áustria, Suíça e França.
Um dos bispos perdoados, Richard Williamson, foi obrigado pelo governo a deixar a Argentina depois de negar publicamente o extermínio de judeus durante o regime nazista.
Williamson, que estava radicado na Argentina desde 2003, chegou a Londres nesta quinta-feira.
Em entrevista ao jornal "Le Monde" nesta semana, o teólogo dissidente suíço Hans Kung também criticou o estilo de governo do papa.
Kung, que foi professor da Universidade alemã de Tubinga com o então cardeal Joseph Ratzinger nos anos 60, disse ao jornal que "Bento 16 viajou muito pouco e sempre viveu em ambiente eclesiástico, fechado no Vaticano - que é uma especie de antigo Kremlin - onde fica protegido das críticas".
"Ele não foi capaz de entender o impacto que teve uma decisão destas (a suspensão da excomunhão) e seu secretário de Estado, o cardeal Tarcisio Bertone, é totalmente submisso. Estamos diante de um problema de estrutura".
Segundo Kung, Ratzinger defende a idéia do "pequeno rebanho" - poucos fiéis e uma igreja elitista, formada por "verdadeiros católicos".
"É uma ilusão pensar que é possível continuar assim, sem padres nem vocações. A Igreja corre o risco de se tornar uma seita", afirma.
Melloni, que também é especialista no Concílio Vaticano II e presidente da Fundação de Ciências Religiosas João 23, de Bolonha, concorda com o teólogo suíço.
"O risco de se tornar uma seita é um problema real", disse ele à BBC Brasil.
Para Politi, o pontificado de Bento XVI está acumulando problemas.
"Em vez de um pontificado de transição, este pode ser um papado de estagnação, em que se acumulam problemas e tensões dentro da Igreja e entre a Igreja e o mundo moderno".
Alguns observadores, entretanto, acreditam que Bento XVI não é de todo responsável pelas polêmicas. Para eles, o problema é o tradicional mecanismo de funcionamento da Cúria Romana.
A professora de Sociologia da Religião da Universidade la Sapienza de Roma Maria Immacolata Maciotti lembra que o papa tem opiniões próprias consideradas fortes. A questão, segundo ela, é que o aparato em torno de Bento 16 - que normalmente impediria a tomada de decisões polêmicas - não tem funcionado bem.
"O impulso de perdão do pontífice (aos lefebvrianos) deveria ser freado pelos conselheiros atentos a estes problemas. Isto não ocorreu. Podemos supor que o papa é muito autoritário ou não tem pessoas capazes em torno de si", afirmou em entrevista à BBC Brasil.
Fonte - G1
Nota DDP: Ler também ""O papa comete um erro após o outro"
Quatro anos após ser eleito, o Papa Bento XVI está enfrentando críticas cada vez mais frequentes de teólogos, analistas e religiosos dentro e fora da Igreja Católica, que o acusam de ter um estilo recluso e liderar a Igreja de forma autoritária.
Especialistas ouvidos pela BBC Brasil afirmam que decisões tomadas recentemente pelo papa - como a nomeação de um bispo auxiliar conservador na Áustria sem considerar o parecer do episcopado local - são sinais de um papado centralizador e pouco democrático.
Uma das decisões controvertidas de Bento XVI, na opinião dos especialistas, foi nomear o ultraconservador Gerhard Maria Wagner como bispo auxiliar de Linz, sem ouvir as considerações do episcopado local. Wagner renunciou duas semanas depois devido a fortes pressões causadas por declarações suas, como a de que homossexuais deveriam ser "curados" e de que o furacão Katrina foi um "castigo de Deus" pelas clínicas que praticavam aborto em Nova Orleans.
Em outra decisão considerada polêmica, Bento XVI suspendeu a excomunhão de quatro bispos da ordem tradicionalista Pio X. Os religiosos haviam sido ordenados sem autorização da Santa Sé em 1988 pelo francês Marcel Lefebvre, criador de uma irmandade que não reconhece as reformas propostas no Concílio Vaticano II, introduzido no final dos anos 60.
"A questão (da reabilitação) dos lefebvrianos representa a superação de um limite. É como se a lua de mel da igreja católica com o papa tivesse acabado", disse à BBC Brasil o professor de História do Cristianismo, Alberto Melloni.
"O papa tem um estilo solitário e absolutista de governar. Não aceita conselhos, opiniões e críticas e isto cria problemas, inclusive nos setores moderados da igreja", afirmou, em entrevista à BBC Brasil, o vaticanista Marco Politi, que acabou de publicar o livro "A Igreja do Não", pela editora Mondadori.
A suspensão da excomunhão dos "lefebvrianos" por Bento 16 causou ainda grande mal estar nas igrejas da Alemanha, Áustria, Suíça e França.
Um dos bispos perdoados, Richard Williamson, foi obrigado pelo governo a deixar a Argentina depois de negar publicamente o extermínio de judeus durante o regime nazista.
Williamson, que estava radicado na Argentina desde 2003, chegou a Londres nesta quinta-feira.
Em entrevista ao jornal "Le Monde" nesta semana, o teólogo dissidente suíço Hans Kung também criticou o estilo de governo do papa.
Kung, que foi professor da Universidade alemã de Tubinga com o então cardeal Joseph Ratzinger nos anos 60, disse ao jornal que "Bento 16 viajou muito pouco e sempre viveu em ambiente eclesiástico, fechado no Vaticano - que é uma especie de antigo Kremlin - onde fica protegido das críticas".
"Ele não foi capaz de entender o impacto que teve uma decisão destas (a suspensão da excomunhão) e seu secretário de Estado, o cardeal Tarcisio Bertone, é totalmente submisso. Estamos diante de um problema de estrutura".
Segundo Kung, Ratzinger defende a idéia do "pequeno rebanho" - poucos fiéis e uma igreja elitista, formada por "verdadeiros católicos".
"É uma ilusão pensar que é possível continuar assim, sem padres nem vocações. A Igreja corre o risco de se tornar uma seita", afirma.
Melloni, que também é especialista no Concílio Vaticano II e presidente da Fundação de Ciências Religiosas João 23, de Bolonha, concorda com o teólogo suíço.
"O risco de se tornar uma seita é um problema real", disse ele à BBC Brasil.
Para Politi, o pontificado de Bento XVI está acumulando problemas.
"Em vez de um pontificado de transição, este pode ser um papado de estagnação, em que se acumulam problemas e tensões dentro da Igreja e entre a Igreja e o mundo moderno".
Alguns observadores, entretanto, acreditam que Bento XVI não é de todo responsável pelas polêmicas. Para eles, o problema é o tradicional mecanismo de funcionamento da Cúria Romana.
A professora de Sociologia da Religião da Universidade la Sapienza de Roma Maria Immacolata Maciotti lembra que o papa tem opiniões próprias consideradas fortes. A questão, segundo ela, é que o aparato em torno de Bento 16 - que normalmente impediria a tomada de decisões polêmicas - não tem funcionado bem.
"O impulso de perdão do pontífice (aos lefebvrianos) deveria ser freado pelos conselheiros atentos a estes problemas. Isto não ocorreu. Podemos supor que o papa é muito autoritário ou não tem pessoas capazes em torno de si", afirmou em entrevista à BBC Brasil.
Fonte - G1
Nota DDP: Ler também ""O papa comete um erro após o outro"
O novo "evangelho" e as admoestações do Senhor
Ouvindo o Pr. Neumoel Stina (abaixo citado) em uma Semana de Oração por ele dirigida no Unasp II, fui impulsionado a reunir alguns direcionamentos pastorais recentes que devem nos mover a repensar algumas coisas em nosso processo de entender o adventismo e, mais do que isso, nos mantermos fiéis à nossa identidade e principalmente à missão que nos foi confiada pelo Senhor.
Ei-los:
“Adequação de métodos, não contextualização de mensagem! O mundo evangélico está infestado desta praga que já assola o arraial adventista. Temos bebido em cisternas rotas e vazias e, de lá trazido águas sujas e a maldição da contextualização da verdade com adequação aos gostos e preferências do homem pós moderno. É uma maldição na história do povo Deus.”
Pastor Jorge Mário de Oliveira
"Aos formandos do Curso de Teologia"
Unasp II - Dez/05
"Esse mundo aqui quer mudar o seu nome, o seu caráter, o seu tudo. Esses meninos tiveram os seus nomes mudados [Sadraque, Mesaque e Abdenego], mas Nabucodonossor e a Babilônia não conseguiram mudar o seu caráter. Você pode ter o seu nome mudado, mas se estiver perto de Deus, você passa também por esse fogo.
E olha, todo mundo agora só fala em duas coisas: pós-modernismo e mente secularizada. Já escutaram esses negócios aí? Já viram que dá a impressão que esses negócios aí são umas desculpas que a gente inventa para não fazer as coisas? Ó, o ser humano é o mesmo, é o mesmo, desde o Éden, e o... príncipe do mal também é o mesmo desde o Éden. A salvação é a mesma... e aí a gente fica inventando um monte de coisas, quer saber? Nós nunca vamos inventar o método para trabalhar com mente secularizada, para o pós modernismo, a não ser que usemos o programa de Deus que se chama salvação. Pode inventar o que quiser, lá eles inventaram de mudar os nomes, mudaram também o nome de Daniel para Beltessazar, príncipe de Bel, mas não conseguiram mudar o caráter daqueles meninos."
Pastor Neumoel Stina
"Você perto de Deus atravessa o fogo"
Semana Oração Unasp II Set/08
"Voltemos para as veredas antigas. Elas não são antiquadas, pois a Palavra de Deus não envelhece. É sempre atual.
Se você é músico ou cantor, volte para as veredas antigas. Se você é pastor ou líder, volte para as veredas antigas. Se você é professor, volte para as veredas antigas. Se você é médico missionário, volte para as veredas antigas! Se você deseja morar no reino eterno, volte para as veredas antigas. Ande de mãos dadas com Jesus por essas veredas de paz."
Pastor Rubens Lessa
"Veredas antigas"
Revista Adventista - Set/08
"Alguns querem modernizar nossa mensagem e nosso estilo de vida
[...] para tornar atrativa a Igreja. Querem parecer menos diferentes e mais iguais. Para Ellen White, essa estratégia está errada. Ela é clara quando diz que " a conformidade com aos costumes mundanos converte a Igreja ao mundo; jamais converte o mundo a Cristo" (O Grande Conflito, p. 509).
Outros tentam esconder sua identidade, pensando em não criar preconceito e, com isso, abrir portas no futuro. Sei que devemos ser prudentes, mas essa também é uma estratégia errada. Precisamos apresentar a mensagem bíblica com amor, de forma positiva, mas também com profundidade, clareza e refletida em nossa forma de viver.
Existem também aqueles que procuram viver como os que ainda não se entregaram a Jesus, querendo ser aceitos por eles. Acham que esse é um ponto de aproximação, que elimina barreiras. Outra estratégia errada! Pode até eliminar barreiras humanas, mas cria barreira espirituais. É o princípio da água e do óleo. Um pode influenciar o outro, mas não se misturam. Quanto mais perto estivermos da volta de Cristo, mais diferentes vamos ficar, até que esse convívio se torne impossível e Ele venha nos buscar.
Com dor no coração, tenho visto algumas pessoas que deixam de lado nossa identidade de formas tão simples e práticas, do tipo:
1. Aparência pessoal fora dos princípios bíblicos.
Modéstia e decência não combinam com roupas que apelam para o sensualismo, uso de unhas coloridas ou joias, por mais discretas que possam parecer (1Pe 3:3, 4). Ellen White afirma: “A abnegação no vestir faz parte de nosso dever cristão. [...] abster-se de ostentação de joias e ornamentos de toda espécie, está em harmonia com nossa fé” (Evangelismo, p. 269). “Joias e vestuário dispendioso não nos darão influência” (Mensagens Escolhidas, v. 3, p. 249).
2. Frequência a lugares impróprios para um cristão.
Bares, boates, cinemas ou shows são ambientes que não combinam com o estilo de vida adventista nem com os valores cristãos. Eles enfraquecem nosso testemunho.
3. Gosto musical comprometido.
Não podemos esquecer que, nos últimos dias, “Satanás fará da música um laço” (Ellen White, Eventos Finais, p. 159). Não é tentando tornar nossa música mais gospel ou mais popular que vamos fazê-la poderosa. Ela poderá ficar mais interessante, mas acabará sendo menos eficaz.
4. Enfraquecimento dos princípios de saúde.
Continuamos sendo o povo que cuida do corpo como o templo do Espírito Santo (1Co 6:19); que busca uma alimentação saudável e natural; que não usa bebidas alcoólicas ou café por recomendação inspirada: “O único caminho seguro é não tocar, não provar, não manusear o chá, o café, vinhos, o fumo [...] e as bebidas alcoólicas” (Ellen White, Conselhos Sobre Saúde, p. 125). O mundo está apresentando essa mensagem sem timidez. Não podemos enfraquecê-la.
Le Roy Froom dizia que “enquanto a igreja evangeliza o mundo, o mundo seculariza a igreja”. Essa é a estratégia errada. As pessoas não estão procurando um evangelho de segunda linha, que seja uma coisa, mas tenta parecer outra. Nossa sociedade não quer mais desse evangelho. Por isso, como igreja, somos desafiados a reformar e não nos conformar com os hábitos da sociedade em que vivemos (Rm 12:2). Afinal, “ninguém, depois de acender uma candeia, a cobre com um vaso ou a põe debaixo de uma cama; pelo contrário, coloca-a sobre um velador, a fim de que os que entram vejam a luz” (Lc 8:16). Vamos usar a estratégia certa!
Pastor Erton Köhler
"A estratégia errada"
Revista Adventista - Fev/09
“Prudência e entendimento. Perceberam que eu não usei a palavra equilíbrio? Ela é perigosa. Ela é usada de maneira errônea, para justificar uma série de coisas ruins.”
Pastor Jorge Mário de Oliveira
"Aos formandos do Curso de Teologia"
Unasp II - Dez/05
Nota DDP:
"O nome Adventista do Sétimo Dia é uma contínua repreensão ao mundo protestante. É aqui que está a linha divisória entre os que adoram a Deus e os que adoram a besta e recebem seu sinal. O grande conflito é entre os mandamentos de Deus e as exigências da besta. E porque os santos guardam todos os mandamentos de Deus, que o dragão lhes move guerra. Se rebaixassem seu padrão e cedessem nas particularidades de sua fé, o dragão estaria satisfeito; mas provocam sua ira por ousarem exaltar o padrão e promover o estandarte de oposição ao mundo protestante que reverencia uma instituição do papado." (A Igreja Remanescente, p. 65)
"Os homens empregarão todos os meios para tornarem menos destacada a diferença entre os adventistas do sétimo dia e os observadores do primeiro dia da semana. Foi-me apresentado um grupo com o nome de adventistas do sétimo dia, o qual estava aconselhando que a bandeira ou sinal que nos torna um povo distinto, não devia ser salientada de maneira tão chocante; pois pretendiam que esse não seria o melhor método para assegurar êxito a nossas instituições. Não estamos, porém, em tempo de arriar nossa bandeira, de nos envergonharmos de nossa fé. Esta distinta bandeira, descrita nas palavras: "Aqui está a paciência dos santos; aqui estão os que guardam os mandamentos de Deus e a fé em Jesus" (Apoc. 14:12), deve ser levada através do mundo até ao fim do tempo de graça. Ao passo que devem ser aumentados os esforços para avançarmos nos diferentes lugares, não devemos encobrir nossa fé para assegurar mais alunos. Cumpre que a verdade alcance as almas prestes a perecer; e caso ela seja de algum modo oculta, Deus é desonrado, e sobre nossas vestes se encontrará o sangue das almas." (Conselhos sobre Educação - Ellen G. White - Pág. 130)
Leia também:
"Reforma de Saúde: Deus ou EGW?"
"Existirá mesmo um decreto dominical?"
"O trabalho de um profeta"
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Ei-los:
“Adequação de métodos, não contextualização de mensagem! O mundo evangélico está infestado desta praga que já assola o arraial adventista. Temos bebido em cisternas rotas e vazias e, de lá trazido águas sujas e a maldição da contextualização da verdade com adequação aos gostos e preferências do homem pós moderno. É uma maldição na história do povo Deus.”
Pastor Jorge Mário de Oliveira
"Aos formandos do Curso de Teologia"
Unasp II - Dez/05
"Esse mundo aqui quer mudar o seu nome, o seu caráter, o seu tudo. Esses meninos tiveram os seus nomes mudados [Sadraque, Mesaque e Abdenego], mas Nabucodonossor e a Babilônia não conseguiram mudar o seu caráter. Você pode ter o seu nome mudado, mas se estiver perto de Deus, você passa também por esse fogo.
E olha, todo mundo agora só fala em duas coisas: pós-modernismo e mente secularizada. Já escutaram esses negócios aí? Já viram que dá a impressão que esses negócios aí são umas desculpas que a gente inventa para não fazer as coisas? Ó, o ser humano é o mesmo, é o mesmo, desde o Éden, e o... príncipe do mal também é o mesmo desde o Éden. A salvação é a mesma... e aí a gente fica inventando um monte de coisas, quer saber? Nós nunca vamos inventar o método para trabalhar com mente secularizada, para o pós modernismo, a não ser que usemos o programa de Deus que se chama salvação. Pode inventar o que quiser, lá eles inventaram de mudar os nomes, mudaram também o nome de Daniel para Beltessazar, príncipe de Bel, mas não conseguiram mudar o caráter daqueles meninos."
Pastor Neumoel Stina
"Você perto de Deus atravessa o fogo"
Semana Oração Unasp II Set/08
"Voltemos para as veredas antigas. Elas não são antiquadas, pois a Palavra de Deus não envelhece. É sempre atual.
Se você é músico ou cantor, volte para as veredas antigas. Se você é pastor ou líder, volte para as veredas antigas. Se você é professor, volte para as veredas antigas. Se você é médico missionário, volte para as veredas antigas! Se você deseja morar no reino eterno, volte para as veredas antigas. Ande de mãos dadas com Jesus por essas veredas de paz."
Pastor Rubens Lessa
"Veredas antigas"
Revista Adventista - Set/08
"Alguns querem modernizar nossa mensagem e nosso estilo de vida
[...] para tornar atrativa a Igreja. Querem parecer menos diferentes e mais iguais. Para Ellen White, essa estratégia está errada. Ela é clara quando diz que " a conformidade com aos costumes mundanos converte a Igreja ao mundo; jamais converte o mundo a Cristo" (O Grande Conflito, p. 509).
Outros tentam esconder sua identidade, pensando em não criar preconceito e, com isso, abrir portas no futuro. Sei que devemos ser prudentes, mas essa também é uma estratégia errada. Precisamos apresentar a mensagem bíblica com amor, de forma positiva, mas também com profundidade, clareza e refletida em nossa forma de viver.
Existem também aqueles que procuram viver como os que ainda não se entregaram a Jesus, querendo ser aceitos por eles. Acham que esse é um ponto de aproximação, que elimina barreiras. Outra estratégia errada! Pode até eliminar barreiras humanas, mas cria barreira espirituais. É o princípio da água e do óleo. Um pode influenciar o outro, mas não se misturam. Quanto mais perto estivermos da volta de Cristo, mais diferentes vamos ficar, até que esse convívio se torne impossível e Ele venha nos buscar.
Com dor no coração, tenho visto algumas pessoas que deixam de lado nossa identidade de formas tão simples e práticas, do tipo:
1. Aparência pessoal fora dos princípios bíblicos.
Modéstia e decência não combinam com roupas que apelam para o sensualismo, uso de unhas coloridas ou joias, por mais discretas que possam parecer (1Pe 3:3, 4). Ellen White afirma: “A abnegação no vestir faz parte de nosso dever cristão. [...] abster-se de ostentação de joias e ornamentos de toda espécie, está em harmonia com nossa fé” (Evangelismo, p. 269). “Joias e vestuário dispendioso não nos darão influência” (Mensagens Escolhidas, v. 3, p. 249).
2. Frequência a lugares impróprios para um cristão.
Bares, boates, cinemas ou shows são ambientes que não combinam com o estilo de vida adventista nem com os valores cristãos. Eles enfraquecem nosso testemunho.
3. Gosto musical comprometido.
Não podemos esquecer que, nos últimos dias, “Satanás fará da música um laço” (Ellen White, Eventos Finais, p. 159). Não é tentando tornar nossa música mais gospel ou mais popular que vamos fazê-la poderosa. Ela poderá ficar mais interessante, mas acabará sendo menos eficaz.
4. Enfraquecimento dos princípios de saúde.
Continuamos sendo o povo que cuida do corpo como o templo do Espírito Santo (1Co 6:19); que busca uma alimentação saudável e natural; que não usa bebidas alcoólicas ou café por recomendação inspirada: “O único caminho seguro é não tocar, não provar, não manusear o chá, o café, vinhos, o fumo [...] e as bebidas alcoólicas” (Ellen White, Conselhos Sobre Saúde, p. 125). O mundo está apresentando essa mensagem sem timidez. Não podemos enfraquecê-la.
Le Roy Froom dizia que “enquanto a igreja evangeliza o mundo, o mundo seculariza a igreja”. Essa é a estratégia errada. As pessoas não estão procurando um evangelho de segunda linha, que seja uma coisa, mas tenta parecer outra. Nossa sociedade não quer mais desse evangelho. Por isso, como igreja, somos desafiados a reformar e não nos conformar com os hábitos da sociedade em que vivemos (Rm 12:2). Afinal, “ninguém, depois de acender uma candeia, a cobre com um vaso ou a põe debaixo de uma cama; pelo contrário, coloca-a sobre um velador, a fim de que os que entram vejam a luz” (Lc 8:16). Vamos usar a estratégia certa!
Pastor Erton Köhler
"A estratégia errada"
Revista Adventista - Fev/09
“Prudência e entendimento. Perceberam que eu não usei a palavra equilíbrio? Ela é perigosa. Ela é usada de maneira errônea, para justificar uma série de coisas ruins.”
Pastor Jorge Mário de Oliveira
"Aos formandos do Curso de Teologia"
Unasp II - Dez/05
Nota DDP:
"O nome Adventista do Sétimo Dia é uma contínua repreensão ao mundo protestante. É aqui que está a linha divisória entre os que adoram a Deus e os que adoram a besta e recebem seu sinal. O grande conflito é entre os mandamentos de Deus e as exigências da besta. E porque os santos guardam todos os mandamentos de Deus, que o dragão lhes move guerra. Se rebaixassem seu padrão e cedessem nas particularidades de sua fé, o dragão estaria satisfeito; mas provocam sua ira por ousarem exaltar o padrão e promover o estandarte de oposição ao mundo protestante que reverencia uma instituição do papado." (A Igreja Remanescente, p. 65)
"Os homens empregarão todos os meios para tornarem menos destacada a diferença entre os adventistas do sétimo dia e os observadores do primeiro dia da semana. Foi-me apresentado um grupo com o nome de adventistas do sétimo dia, o qual estava aconselhando que a bandeira ou sinal que nos torna um povo distinto, não devia ser salientada de maneira tão chocante; pois pretendiam que esse não seria o melhor método para assegurar êxito a nossas instituições. Não estamos, porém, em tempo de arriar nossa bandeira, de nos envergonharmos de nossa fé. Esta distinta bandeira, descrita nas palavras: "Aqui está a paciência dos santos; aqui estão os que guardam os mandamentos de Deus e a fé em Jesus" (Apoc. 14:12), deve ser levada através do mundo até ao fim do tempo de graça. Ao passo que devem ser aumentados os esforços para avançarmos nos diferentes lugares, não devemos encobrir nossa fé para assegurar mais alunos. Cumpre que a verdade alcance as almas prestes a perecer; e caso ela seja de algum modo oculta, Deus é desonrado, e sobre nossas vestes se encontrará o sangue das almas." (Conselhos sobre Educação - Ellen G. White - Pág. 130)
Leia também:
"Reforma de Saúde: Deus ou EGW?"
"Existirá mesmo um decreto dominical?"
"O trabalho de um profeta"
"A nova era do cristianismo"
Ninguém sabe
“Aos cultores dessa ciência climática vudu restou fazer ameaças, frases feitas e reuniões estridentes para salvarem a Terra”
Em janeiro de 2008 nevou em Bagdá e isso não ocorreu em todo o século 20; no mesmo ano e no atual, nevou na Síria, na Turquia, na Grécia e em grande parte da Ásia.
Na Europa e nos EUA o inverno é inclemente e nevou nos desertos de Mojave e de Las Vegas. Nada disso foi previsto pelos xamãs e videntes do IPCC, que, há 20 anos, fazem "projeções climáticas" para 20 ou mais anos depois. Mas o Inmet (Instituto Nacional de Meteorologia) previu as enchentes de Santa Catarina com acerto e uma semana de antecedência. A frase é de Mark Twain: "Clima é o que esperamos; tempo, é o que recebemos".
Há hoje apenas uma prova do "aquecimento antropogênico": os computadores do IPCC e adeptos. É certo que a quantidade de CO2 no ar cresce muito tempo depois de a temperatura aumentar. Satélites e sondas meteorológicos também comprovam que, nos últimos 13 anos, a temperatura ficou estável nos dez primeiros e caiu nos três últimos.
O clima na Terra muda há bilhões de anos e a temperatura sobe há uns 20 mil, desde o fim da Era Glacial, quando uma enorme parte do hemisfério Norte esteve sob uma camada de gelo com mais de um quilômetro de espessura e o nível dos oceanos era uns 150 metros inferior ao atual.
Se não existe a teoria do clima, que modelos climáticos os videntes do IPCC processam nos seus supercomputadores? Um estudo de Koutsoyianis e outros autores, de 2008, confirma que "o desempenho dos modelos é fraco; em escala de 30 anos (...) as projeções não são confiáveis e o argumento comum de que o seu desempenho é melhor em larga escala não tem fundamento".
Em 2007, K.Trenberth, meteorologista do IPCC, disse que "não há previsões climáticas feitas pelo IPCC. E nunca houve". Mas os xamãs dizem que há "consenso científico" sobre a influência do CO2 no clima, o que fez R. Lindsay, do MIT (Instituto de Tecnologia de Massachusetts, EUA), dizer: "Chegaram ao consenso antes de a pesquisa ter começado".
O que significam então os fatos mencionados no primeiro parágrafo? Só os pobres em espírito sabem. É ainda impossível provar se a Terra aquece ou esfria ou se começou a nova Era Glacial anunciada nos anos 1970 por atuais videntes do IPCC.
O clima depende de fatores físicos, químicos, geológicos, biológicos, oceânicos, glaciais, astronômicos e astrofísicos, mas eles garantem que o CO2 é o responsável e citam sempre dois estudos do século 19, de Fourier e Arrhenius, ambos sem validade científica atual e com muitos erros, mas por eles reverenciados com enternecido fervor religioso.
O artigo de Fourier é uma exposição literária, sem uma só equação e com muitos erros conceituais, apesar de não ter sido assim àquela época. Arrhenius errou ao calcular a temperatura da Terra se não existisse o CO2 no ar e ao atribuir as eras glaciais à diminuição desse gás; prático, disse que a sua teoria só poderia ser contestada se provassem que a retirada do CO2 não esfriaria a Terra e assim deu o mote para o "sumo sacerdote do aquecimento", o norte-americano Al Gore: "A ciência está feita". Quem quiser que prove o contrário.
O IPCC desconhece o que fez o físico meteorologista C.T.R. Wilson, inventor da "cloud chamber" -câmara de nuvens-, com a qual pretendia reproduzi-las em laboratório; ganhou o Nobel de Física de 1927 porque a câmara possibilitou comprovar muitas previsões das teorias da relatividade e quanta. Wilson é o precursor dos importantes estudos sobre o clima no Instituto de Pesquisas Espaciais da Dinamarca e no Cern.
Às mudanças drásticas no clima ocorridas nos últimos 10 mil anos são atribuídos os colapsos das civilizações acadiana (Mesopotâmia, 2200 a.C); maia (Mesoamérica, há 1.200 anos); moche (Peru, há 1.500 anos); e tiwanaku (Bolívia/Peru, há mil anos).
Tudo isso ocorreu sem um grama do CO2 "antropogênico" no ar. Nem a devastação de cerca de 400 mil quilômetros quadrados nas pradarias dos EUA e do Canadá ("dust bowl", 1930 a 1936) é fruto desse gás, pois foi causada pela seca e o mau uso da terra.
Aos cultores dessa ciência climática vudu, sem teoria nem comprovação experimental, restou fazer ameaças, frases feitas e reuniões estridentes no Rio, em Bali e em Poznam para salvarem a Terra. E ungir mais um sumo pontífice, o barão Stern of Brentwood, que, na Oxonia Lectures de 2006, fez a cândida confissão: "Em agosto ou julho do ano passado, eu tinha uma ideia sobre o efeito estufa, mas não estava seguro".
Meses depois, sacramentado como sábio pelo governo inglês para elaborar o relatório Stern, um cartapácio de 700 páginas, quer fortalecer o ecoterrorismo. O barão veio a esta Terra dos papagaios e causou enorme sensação, apesar da sua sabença oca.
José Carlos de Azevedo
Doutor em física pelo MIT (Instituto de Tecnologia de Massachusetts, EUA), foi reitor da UnB (Universidade de Brasília)
Fonte - DefesaNet
Em janeiro de 2008 nevou em Bagdá e isso não ocorreu em todo o século 20; no mesmo ano e no atual, nevou na Síria, na Turquia, na Grécia e em grande parte da Ásia.
Na Europa e nos EUA o inverno é inclemente e nevou nos desertos de Mojave e de Las Vegas. Nada disso foi previsto pelos xamãs e videntes do IPCC, que, há 20 anos, fazem "projeções climáticas" para 20 ou mais anos depois. Mas o Inmet (Instituto Nacional de Meteorologia) previu as enchentes de Santa Catarina com acerto e uma semana de antecedência. A frase é de Mark Twain: "Clima é o que esperamos; tempo, é o que recebemos".
Há hoje apenas uma prova do "aquecimento antropogênico": os computadores do IPCC e adeptos. É certo que a quantidade de CO2 no ar cresce muito tempo depois de a temperatura aumentar. Satélites e sondas meteorológicos também comprovam que, nos últimos 13 anos, a temperatura ficou estável nos dez primeiros e caiu nos três últimos.
O clima na Terra muda há bilhões de anos e a temperatura sobe há uns 20 mil, desde o fim da Era Glacial, quando uma enorme parte do hemisfério Norte esteve sob uma camada de gelo com mais de um quilômetro de espessura e o nível dos oceanos era uns 150 metros inferior ao atual.
Se não existe a teoria do clima, que modelos climáticos os videntes do IPCC processam nos seus supercomputadores? Um estudo de Koutsoyianis e outros autores, de 2008, confirma que "o desempenho dos modelos é fraco; em escala de 30 anos (...) as projeções não são confiáveis e o argumento comum de que o seu desempenho é melhor em larga escala não tem fundamento".
Em 2007, K.Trenberth, meteorologista do IPCC, disse que "não há previsões climáticas feitas pelo IPCC. E nunca houve". Mas os xamãs dizem que há "consenso científico" sobre a influência do CO2 no clima, o que fez R. Lindsay, do MIT (Instituto de Tecnologia de Massachusetts, EUA), dizer: "Chegaram ao consenso antes de a pesquisa ter começado".
O que significam então os fatos mencionados no primeiro parágrafo? Só os pobres em espírito sabem. É ainda impossível provar se a Terra aquece ou esfria ou se começou a nova Era Glacial anunciada nos anos 1970 por atuais videntes do IPCC.
O clima depende de fatores físicos, químicos, geológicos, biológicos, oceânicos, glaciais, astronômicos e astrofísicos, mas eles garantem que o CO2 é o responsável e citam sempre dois estudos do século 19, de Fourier e Arrhenius, ambos sem validade científica atual e com muitos erros, mas por eles reverenciados com enternecido fervor religioso.
O artigo de Fourier é uma exposição literária, sem uma só equação e com muitos erros conceituais, apesar de não ter sido assim àquela época. Arrhenius errou ao calcular a temperatura da Terra se não existisse o CO2 no ar e ao atribuir as eras glaciais à diminuição desse gás; prático, disse que a sua teoria só poderia ser contestada se provassem que a retirada do CO2 não esfriaria a Terra e assim deu o mote para o "sumo sacerdote do aquecimento", o norte-americano Al Gore: "A ciência está feita". Quem quiser que prove o contrário.
O IPCC desconhece o que fez o físico meteorologista C.T.R. Wilson, inventor da "cloud chamber" -câmara de nuvens-, com a qual pretendia reproduzi-las em laboratório; ganhou o Nobel de Física de 1927 porque a câmara possibilitou comprovar muitas previsões das teorias da relatividade e quanta. Wilson é o precursor dos importantes estudos sobre o clima no Instituto de Pesquisas Espaciais da Dinamarca e no Cern.
Às mudanças drásticas no clima ocorridas nos últimos 10 mil anos são atribuídos os colapsos das civilizações acadiana (Mesopotâmia, 2200 a.C); maia (Mesoamérica, há 1.200 anos); moche (Peru, há 1.500 anos); e tiwanaku (Bolívia/Peru, há mil anos).
Tudo isso ocorreu sem um grama do CO2 "antropogênico" no ar. Nem a devastação de cerca de 400 mil quilômetros quadrados nas pradarias dos EUA e do Canadá ("dust bowl", 1930 a 1936) é fruto desse gás, pois foi causada pela seca e o mau uso da terra.
Aos cultores dessa ciência climática vudu, sem teoria nem comprovação experimental, restou fazer ameaças, frases feitas e reuniões estridentes no Rio, em Bali e em Poznam para salvarem a Terra. E ungir mais um sumo pontífice, o barão Stern of Brentwood, que, na Oxonia Lectures de 2006, fez a cândida confissão: "Em agosto ou julho do ano passado, eu tinha uma ideia sobre o efeito estufa, mas não estava seguro".
Meses depois, sacramentado como sábio pelo governo inglês para elaborar o relatório Stern, um cartapácio de 700 páginas, quer fortalecer o ecoterrorismo. O barão veio a esta Terra dos papagaios e causou enorme sensação, apesar da sua sabença oca.
José Carlos de Azevedo
Doutor em física pelo MIT (Instituto de Tecnologia de Massachusetts, EUA), foi reitor da UnB (Universidade de Brasília)
Fonte - DefesaNet
Nova encíclica do Papa analisará actual crise económica
Bento XVI está a preparar uma encíclica sobre a crise económica e os problemas sociais. O anúncio foi feito pelo Papa durante o tradicional encontro na Quaresma com os sacerdotes da diocese de Roma.
O encontro com os participantes decorreu sob a forma de diálogo e foi questionado sobre o que poderá a Igreja fazer para ajudar as muitas famílias que passam necessidades, que Bento XVI sublinhou a tarefa que a Igreja tem de denunciar os problemas sociais e económicos.
A encíclica vai abordar “a importância de falar com consciência ética”, explicou.
Segundo o Papa “precisamos de denunciar de forma concreta sem moralizar. Precisamos perceber de forma concreta como mudar esta situação”, para além de “procurar razões para o mundo económico e iluminá-lo com a fé”.
...
Fonte - Ecclesia
Nota DDP: Face às recentes manifestações na questão da defesa do domingo no Parlamento Eurupeu, é extremamente provável que tenhamos uma larga explanação neste tema na próxima encíclica papal.
O encontro com os participantes decorreu sob a forma de diálogo e foi questionado sobre o que poderá a Igreja fazer para ajudar as muitas famílias que passam necessidades, que Bento XVI sublinhou a tarefa que a Igreja tem de denunciar os problemas sociais e económicos.
A encíclica vai abordar “a importância de falar com consciência ética”, explicou.
Segundo o Papa “precisamos de denunciar de forma concreta sem moralizar. Precisamos perceber de forma concreta como mudar esta situação”, para além de “procurar razões para o mundo económico e iluminá-lo com a fé”.
...
Fonte - Ecclesia
Nota DDP: Face às recentes manifestações na questão da defesa do domingo no Parlamento Eurupeu, é extremamente provável que tenhamos uma larga explanação neste tema na próxima encíclica papal.
Nova variante da malária ameaça saúde mundial
Organização Mundial da Saúde, OMS e Fundação Bill & Melinda Gates tentam controlar novo parasita resistente; doença mata 1 milhão de pessoas por ano.
A Organização Mundial da Saúde, OMS, alertou que o surgimento de uma variante da malária resistente a remédios pode prejudicar seriamente os esforços para o controle da doença no mundo.
Segundo a agência, o parasita resistente à artemisinina, principal droga utilizada no tratamento da malária, teria aparecido na fronteira do Camboja com a Tailândia, no sudeste da Ásia.
Epidemia
O diretor-geral assistente da OMS, Hiroki Nakatani, afirmou que se a situação não for controlada, a nova variante da doença poderá se espalhar rapidamente para os países vizinhos.
De acordo com a agência, avanços importantes foram alcançados na última década. Entre eles, o tratamento com artemisinina, que têm demonstrado sucesso em mais de 90% dos casos.
Mas, a OMS alerta que a nova variante da malária pode ameaçar os ganhos.
Perigos
Um representante da agência, Daniel Epstein, falou à Rádio ONU, de Washington, sobre os perigos do parasita.
"Temos uma droga nova, artemisinina, que é exitosa e funciona no tratamento da malária. Mas, nesta zona, na fronteira entre o Camboja e a Tailândia, tem um problema porque encontramos gente que tem resistência à droga. É pouca gente, e esta é uma zona limitada, mas pode crescer. E isto poderia ser um perigo já que não temos outras drogas para controlar a malária," disse.
A OMS, em parceria com a Fundação Bill & Melinda Gates e outras organizações, vai trabalhar para o controle do parasita, antes que haja risco de uma epidemia.
Segundo as Nações Unidas, a malária representa uma ameaça para metade da população mundial. Atualmente, mais 1 milhão de pessoas perdem a vida, todos os anos, para a doença.
Fonte - Radio ONU
A Organização Mundial da Saúde, OMS, alertou que o surgimento de uma variante da malária resistente a remédios pode prejudicar seriamente os esforços para o controle da doença no mundo.
Segundo a agência, o parasita resistente à artemisinina, principal droga utilizada no tratamento da malária, teria aparecido na fronteira do Camboja com a Tailândia, no sudeste da Ásia.
Epidemia
O diretor-geral assistente da OMS, Hiroki Nakatani, afirmou que se a situação não for controlada, a nova variante da doença poderá se espalhar rapidamente para os países vizinhos.
De acordo com a agência, avanços importantes foram alcançados na última década. Entre eles, o tratamento com artemisinina, que têm demonstrado sucesso em mais de 90% dos casos.
Mas, a OMS alerta que a nova variante da malária pode ameaçar os ganhos.
Perigos
Um representante da agência, Daniel Epstein, falou à Rádio ONU, de Washington, sobre os perigos do parasita.
"Temos uma droga nova, artemisinina, que é exitosa e funciona no tratamento da malária. Mas, nesta zona, na fronteira entre o Camboja e a Tailândia, tem um problema porque encontramos gente que tem resistência à droga. É pouca gente, e esta é uma zona limitada, mas pode crescer. E isto poderia ser um perigo já que não temos outras drogas para controlar a malária," disse.
A OMS, em parceria com a Fundação Bill & Melinda Gates e outras organizações, vai trabalhar para o controle do parasita, antes que haja risco de uma epidemia.
Segundo as Nações Unidas, a malária representa uma ameaça para metade da população mundial. Atualmente, mais 1 milhão de pessoas perdem a vida, todos os anos, para a doença.
Fonte - Radio ONU
Música estimula vida sexual dos jovens
Um estudo conduzido por pesquisadores americanos sugere que adolescentes que escutam músicas de conteúdo sexual depreciativo têm uma vida sexual mais ativa. A equipe da Universidade de Pittsburgh entrevistou 711 jovens dos 13 aos 18 anos de idade sobre suas vidas sexuais e hábitos musicais. Eles perceberam que os que ouviam músicas com versos sobre sexo explícito e agressivo regularmente, cerca de 17h por semana, tinham o dobro das chances de fazer mais sexo do que os que ouviam músicas apenas 2,7h no mesmo período. Os especialistas classificaram como letras vulgares as que descrevem o sexo como um ato puramente físico e relacionado a relações de poder, diz o estudo divulgado na publicação especializada American Journal of Preventative Medicine. (...)
(BBC Brasil)
Nota Michelson Borges: cada vez mais pesquisas deixam evidente o poder da música sobre a mente humana, o que deve chamar a atenção dos cristãos para os critérios de seleção do conteúdo musical ao qual eles se expõem. Some-se a isso a notícia recente sobre a maneira como o homem vê as mulheres semi-nuas, a influência dos programas de TV com conteúdo erótico na iniciação sexual precoce dos jovens, as letras depreciativas das músicas tipo funk e a maneira como a mulher é exposta em festas populares como o Carnaval, e teremos uma idéia do tipo de sociedade em que estamos vivendo. Nossa dívida com Sodoma e Gomorra só aumenta...
(BBC Brasil)
Nota Michelson Borges: cada vez mais pesquisas deixam evidente o poder da música sobre a mente humana, o que deve chamar a atenção dos cristãos para os critérios de seleção do conteúdo musical ao qual eles se expõem. Some-se a isso a notícia recente sobre a maneira como o homem vê as mulheres semi-nuas, a influência dos programas de TV com conteúdo erótico na iniciação sexual precoce dos jovens, as letras depreciativas das músicas tipo funk e a maneira como a mulher é exposta em festas populares como o Carnaval, e teremos uma idéia do tipo de sociedade em que estamos vivendo. Nossa dívida com Sodoma e Gomorra só aumenta...
quinta-feira, 26 de fevereiro de 2009
Movimento para recuperar domingo como dia de descanso
BRUXELAS, quarta-feira, 25 de fevereiro de 2009 (ZENIT.org).- O Secretariado da Comissão de Conferências Episcopais da União Europeia (COMECE), as Igrejas Protestantes e a Igreja Anglicana elogiaram a decisão de cinco membros do Parlamento Europeu que apoiarão a iniciativa lançada por numerosos episcopados para solicitar o pronunciamento do Parlamento sobre a declaração escrita acerca da «proteção do domingo como pilar essencial da herança e do modelo social europeu».
Em um comunicado publicado em dias passados, os bispos da União Européia indicaram que a Declaração para a Proteção do Domingo «pode constituir um importante compromisso frente à Europa Social».
...
Fonte - Zenit
Nota DDP: Todo este movimento começou com a iniciativa de BXVI de fazer incluir na Constituição Européia uma referência às "raízes cristãs da Europa", percorreu um longo caminho de idas e vindas que podem ser acompanhados através dos links abaixo e, como era de se esperar, começa a encontrar guarida nas igrejas protestantes e demais conectadas através do braço ecumênico que tem a finalidade de alinhavar estas iniciativas.
Alguém poderia dizer, como já ouvi: "Mas o decreto tem que partir dos EUA!" É verdade, mas este mesmo alguém consegue imaginar outras partes do globo aceitando a iniciativa americana sem uma ampla discussão do tema de forma antecipada?
Eis um resumo para melhore entender a evolução deste tema:
1 Merkel defende referência ao Cristianismo na Constituição Europeia (23/Jan/07)
2 Merkel compreende críticas do Papa e pede para reconhecer raízes cristãs da Europa (27/Mar/07)
3 Presidente do Parlamento Europeu: valores cristãos podem fundamentar identidade européia (22/Ago/07)
4 Merkel reafirma sua fé cristã durante evento católico (26/Mai/08)
5 Crise financeira é consequência de uma crise de valores (17/Nov/08)
6 A União Européia deve guardar o domingo, diz a Igreja Católica (24/Nov/08)
7 Bispos da UE pedem debate a respeito do domingo (27/Nov/08)
8 Parlamento Europeu «chumba» proposta de lei sobre o tempo de trabalho (18/Dez/08)
9 Membros do Parlamento europeu querem consagrar o Domingo como dia de descanso (12/Fev/09)
10 Papa pede que Europa reencontre suas raízes cristãs (18/Fev/09)
11 Ainda sobre construir «Europa humana e cristã» (19/Fev/09)
Todos estes eventos não têm relação nenhuma com o cumprimento das profecias que apontam para um futuro laço entre a América e Roma? Só para os que não desejam a volta de Cristo.
Em um comunicado publicado em dias passados, os bispos da União Européia indicaram que a Declaração para a Proteção do Domingo «pode constituir um importante compromisso frente à Europa Social».
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Fonte - Zenit
Nota DDP: Todo este movimento começou com a iniciativa de BXVI de fazer incluir na Constituição Européia uma referência às "raízes cristãs da Europa", percorreu um longo caminho de idas e vindas que podem ser acompanhados através dos links abaixo e, como era de se esperar, começa a encontrar guarida nas igrejas protestantes e demais conectadas através do braço ecumênico que tem a finalidade de alinhavar estas iniciativas.
Alguém poderia dizer, como já ouvi: "Mas o decreto tem que partir dos EUA!" É verdade, mas este mesmo alguém consegue imaginar outras partes do globo aceitando a iniciativa americana sem uma ampla discussão do tema de forma antecipada?
Eis um resumo para melhore entender a evolução deste tema:
1 Merkel defende referência ao Cristianismo na Constituição Europeia (23/Jan/07)
2 Merkel compreende críticas do Papa e pede para reconhecer raízes cristãs da Europa (27/Mar/07)
3 Presidente do Parlamento Europeu: valores cristãos podem fundamentar identidade européia (22/Ago/07)
4 Merkel reafirma sua fé cristã durante evento católico (26/Mai/08)
5 Crise financeira é consequência de uma crise de valores (17/Nov/08)
6 A União Européia deve guardar o domingo, diz a Igreja Católica (24/Nov/08)
7 Bispos da UE pedem debate a respeito do domingo (27/Nov/08)
8 Parlamento Europeu «chumba» proposta de lei sobre o tempo de trabalho (18/Dez/08)
9 Membros do Parlamento europeu querem consagrar o Domingo como dia de descanso (12/Fev/09)
10 Papa pede que Europa reencontre suas raízes cristãs (18/Fev/09)
11 Ainda sobre construir «Europa humana e cristã» (19/Fev/09)
Todos estes eventos não têm relação nenhuma com o cumprimento das profecias que apontam para um futuro laço entre a América e Roma? Só para os que não desejam a volta de Cristo.
Retornam as indulgências
Como mais um sinal de retorno do conservadorismo na igreja católica de Bento XVI, foram restabelecidas as indulgências, que muitos católicos nem conhecem. As indulgências, perdão dos pecados concedido pela igreja para não sofrer no purgatório, foram extintas pelo Concílio Vaticano II. “Nos últimos meses, dioceses de todo o mundo vêm oferecendo aos católicos um benefício espiritual que havia saído de moda décadas atrás - indulgências, uma forma de anistia para as punições que os aguardariam no Além. Isso serve como lembrete sobre o poder da Igreja para mitigar as conseqüências do pecado.” “De acordo com a doutrina da Igreja, mesmo depois que os pecadores são absolvidos no confessionário e rezam as orações prescritas como penitência, ainda enfrentam punição pós-morte no purgatório, antes que possam ser admitidos ao céu. Em troca de certas orações, devoções e peregrinações em anos especiais, um católico pode receber uma indulgência, que reduz ou elimina essa punição instantaneamente, sem cerimônia formal ou sacramento.” “Existem indulgências parciais, que reduzem em determinado número de dias ou anos o tempo no purgatório, e indulgências plenárias, que eliminam toda a punição até que outro pecado seja cometido. É possível obter indulgências para você mesmo ou para alguém que já morreu. Não é possível comprá-las - a venda de indulgências foi proibida pela Igreja em 1567 -, mas contribuições de caridade, combinadas a outras ações, podem ajudar a obtê-las. Há um limite de uma indulgência plenária por pecador por dia. E indulgências não têm valor no inferno.” “qualquer católico pode receber uma indulgência ... e a qualquer dia, desde que cumpram os requisitos básicos: se confessem, recebam a comunhão, orem pelo Papa e consigam "se afastar completamente de qualquer inclinação ao pecado".”
Se alguém precisava de um sinal de que a ICAR esteja se preparando para o retorno ao que era na Idade Média, é esse o sinal. Isso significa que está se preparando para os mesmos atos que formavam o seu poderio desse tempo: imposição do domingo como dia a ser santificado, e perdão dos pecados, como se fosse DEUS. É alto tempo dos católicos lerem suas Bíblias, antes que sejam proibidos disso, e de saírem de babilônia, em busca da salvação de suas vidas, com o perdão gratuito de JESUS CRISTO, oferecido na cruz.
Tanto as indulgências quanto a santificação do domingo não são bíblicos. Os dois representam o poderio do poder da igreja, sobre os homens, e pretensamente, até sobre DEUS, e JESUS CRISTO. O único que pode perdoar pecados é aquele que morreu por nós. No entanto, a ICAR fornece, por sua conta, tais perdões, em muitos casos, em troca de dinheiro.
Em pouco tempo, o fim virá. O pouco de tempo que ainda nos resta está se esgotando.
Fonte - Cristo Voltará
Se alguém precisava de um sinal de que a ICAR esteja se preparando para o retorno ao que era na Idade Média, é esse o sinal. Isso significa que está se preparando para os mesmos atos que formavam o seu poderio desse tempo: imposição do domingo como dia a ser santificado, e perdão dos pecados, como se fosse DEUS. É alto tempo dos católicos lerem suas Bíblias, antes que sejam proibidos disso, e de saírem de babilônia, em busca da salvação de suas vidas, com o perdão gratuito de JESUS CRISTO, oferecido na cruz.
Tanto as indulgências quanto a santificação do domingo não são bíblicos. Os dois representam o poderio do poder da igreja, sobre os homens, e pretensamente, até sobre DEUS, e JESUS CRISTO. O único que pode perdoar pecados é aquele que morreu por nós. No entanto, a ICAR fornece, por sua conta, tais perdões, em muitos casos, em troca de dinheiro.
Em pouco tempo, o fim virá. O pouco de tempo que ainda nos resta está se esgotando.
Fonte - Cristo Voltará
Geleiras dos Pirineus podem desaparecer com aquecimento global
Os Pirineus tiveram quase 90% de degelo em suas montanhas no século passado e o aquecimento global pode fazer o que restou das geleiras desaparecer nas próximas décadas, de acordo com um estudo do governo espanhol.
A pesquisa, feita pelo Ministério do Meio Ambiente, verificou que dos cerca de 3.300 hectares de gelo que cobriam a cadeia de montanhas entre a Espanha e a França no começo do século 20, restam somente 390 hectares hoje.
Segundo o estudo, o derretimento de geleiras no sul da Europa tem agilizado nos últimos anos. Entre 2002 e 2008, por exemplo, os Pirineus espanhóis perderam cerca de um quarto do gelo das geleiras.
Os cientistas espanhóis começaram a perceber a gravidade da situação depois que um programa foi lançado, em 1978, para estudar a quantidade de neve nas montanhas e avaliar anualmente o derretimento. Ao longo dos anos, eles começaram a ver as geleiras diminuírem a um ritmo alarmante.
Miguel Frances, coordenador do estudo divulgado na semana passada, disse que mesmo invernos com fortes quedas de neve não parecem ser capazes de parar o processo.
"No ano passado caiu um monte de neve. Isso estabilizou as geleiras, mas elas não cresceram", afirmou ele ao jornal espanhol "El País".
O estudo do ministério afirma que o derretimento das geleiras nos Pirineus e em outras cadeias de montanhas ao redor do mundo é uma consequência direta do aquecimento global e das mudanças nos padrões de precipitação.
...
Fonte - Folha
A pesquisa, feita pelo Ministério do Meio Ambiente, verificou que dos cerca de 3.300 hectares de gelo que cobriam a cadeia de montanhas entre a Espanha e a França no começo do século 20, restam somente 390 hectares hoje.
Segundo o estudo, o derretimento de geleiras no sul da Europa tem agilizado nos últimos anos. Entre 2002 e 2008, por exemplo, os Pirineus espanhóis perderam cerca de um quarto do gelo das geleiras.
Os cientistas espanhóis começaram a perceber a gravidade da situação depois que um programa foi lançado, em 1978, para estudar a quantidade de neve nas montanhas e avaliar anualmente o derretimento. Ao longo dos anos, eles começaram a ver as geleiras diminuírem a um ritmo alarmante.
Miguel Frances, coordenador do estudo divulgado na semana passada, disse que mesmo invernos com fortes quedas de neve não parecem ser capazes de parar o processo.
"No ano passado caiu um monte de neve. Isso estabilizou as geleiras, mas elas não cresceram", afirmou ele ao jornal espanhol "El País".
O estudo do ministério afirma que o derretimento das geleiras nos Pirineus e em outras cadeias de montanhas ao redor do mundo é uma consequência direta do aquecimento global e das mudanças nos padrões de precipitação.
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Fonte - Folha
quarta-feira, 25 de fevereiro de 2009
Crise ambiental, sintoma de profunda crise espiritual
Reunião conjunta dos bispos católicos e os representantes ortodoxos e protestantes
ESZTERGOM, terça-feira, 24 de fevereiro de 2009 (ZENIT.org).- A degradação do ambiente é o resultado de uma profunda crise espiritual do homem contemporâneo, e diante disso os cristãos europeus se sentem no dever de dar uma resposta.
Esta foi a conclusão do encontro ecumênico conjunto realizado no fim de semana passado em Esztergom (Hungria), entre o Conselho das Conferências Episcopais da Europa (CCEE), que reúne representantes dos bispos católicos, e o Conselho Ecumênico das Igrejas (KEK) que reúne representantes de outras confissões cristãs do continente.
Segundo o comunicado final, divulgado no domingo, os participantes no encontro mostraram seu acordo com as palavras de Bento XVI, que afirma que os desertos externos do mundo estão crescendo porque os desertos internos são muito grandes.
...
Outra das iniciativas aprovadas é dedicar anualmente, desde 1º de setembro até 4 de outubro, a rememorar e contemplar a criação como dom de Deus. A iniciativa partiu há 20 anos de Sua Santidade o Patriarca Ecumênico Dimitrios I, que propunha a celebração de um Dia da Criação a nível mundial.
...
Fonte - Zenit
Nota DDP: Não se pode perder de vista que as palavras do papa sobre a questão ambiental passam pelo reconhecimento do domingo em sua "dimensão ecológica". Ao que parece esse intróito de "rememorar a criação" em nível mundial atenderá esta chamada de BXVI.
ESZTERGOM, terça-feira, 24 de fevereiro de 2009 (ZENIT.org).- A degradação do ambiente é o resultado de uma profunda crise espiritual do homem contemporâneo, e diante disso os cristãos europeus se sentem no dever de dar uma resposta.
Esta foi a conclusão do encontro ecumênico conjunto realizado no fim de semana passado em Esztergom (Hungria), entre o Conselho das Conferências Episcopais da Europa (CCEE), que reúne representantes dos bispos católicos, e o Conselho Ecumênico das Igrejas (KEK) que reúne representantes de outras confissões cristãs do continente.
Segundo o comunicado final, divulgado no domingo, os participantes no encontro mostraram seu acordo com as palavras de Bento XVI, que afirma que os desertos externos do mundo estão crescendo porque os desertos internos são muito grandes.
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Outra das iniciativas aprovadas é dedicar anualmente, desde 1º de setembro até 4 de outubro, a rememorar e contemplar a criação como dom de Deus. A iniciativa partiu há 20 anos de Sua Santidade o Patriarca Ecumênico Dimitrios I, que propunha a celebração de um Dia da Criação a nível mundial.
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Fonte - Zenit
Nota DDP: Não se pode perder de vista que as palavras do papa sobre a questão ambiental passam pelo reconhecimento do domingo em sua "dimensão ecológica". Ao que parece esse intróito de "rememorar a criação" em nível mundial atenderá esta chamada de BXVI.
A conferência episcopal espanhola e o domingo
O secretário geral e portavoz da Conferência Episcopal, Juan Antonio Martínez Camino, informou ontem em coletiva de imprensa do apoio dos bispos espanhís à iniciativa de vários europarlamentares acerca da salvaguarda do domingo como dia de descanso laboral.
Martínez Camino sinalizou que a Comissão Permanente da Conferência Episcopal espanhola teve conhecimento desta iniciativa e que apoiava a petição realizada aos Estados membros e às instituções da UE para que 'protejam o domingo como dia de descanso semanal na futura legislação nacional e comunitaria relativa ao calendário laboral'.
Segundo os deputados europeus que apresentaram a iniciativa, o descanso dominical é parte do patrimônio cultural e do modelo social europeu, opinião que subscrevem os bispos espanhóis.
Fonte - RRHHDigital
Martínez Camino sinalizou que a Comissão Permanente da Conferência Episcopal espanhola teve conhecimento desta iniciativa e que apoiava a petição realizada aos Estados membros e às instituções da UE para que 'protejam o domingo como dia de descanso semanal na futura legislação nacional e comunitaria relativa ao calendário laboral'.
Segundo os deputados europeus que apresentaram a iniciativa, o descanso dominical é parte do patrimônio cultural e do modelo social europeu, opinião que subscrevem os bispos espanhóis.
Fonte - RRHHDigital
Não adianta rezar a Santo Obama
Revista EXAME - Tudo parece, hoje em dia, andar cada vez mais depressa. Que o diga, entre tantos outros, o presidente dos Estados Unidos. Ainda não faz um mês que Barack Obama assumiu seu posto na Casa Branca - e já começam a ser feitas perguntas do tipo "será que o governo Obama deu errado?" Os motivos dessa impaciência construída em tempo recorde estão, aparentemente, na súbita constatação de que Obama não é capaz de resolver com um golpe único e certeiro a crise econômica dos Estados Unidos e do mundo. Foi o que se viu na semana passada, quando ele anunciou seu pacote de medidas para estimular a economia americana com uma injeção de quase 3 trilhões de dólares. Os mercados não gostaram. O presidente mal tinha acabado de falar e as bolsas de valores já caíam de novo - enquanto investidores, economistas, analistas, comentaristas e quem mais tenha tido oportunidade de dar algum palpite expediam sentenças sumárias de condenação ao conteúdo, à forma e à eficiência das medidas que Obama propôs em seu discurso. Em sua maneira de ver as coisas, o pacote do presidente foi pouco específico, pouco articulado e pouco ambicioso. Faltou foco. O rombo a cobrir é superior aos recursos de que o governo dispõe. O problema da insolvência do sistema financeiro não foi enfrentado de modo coerente. O pacote apresenta questões erradas e respostas erradas. Deveria ser completo - e não foi. É ruim pelas medidas que tem. É ruim pelas medidas que não tem.
O que será que os mercados e os críticos esperavam? Pelo visto, esperavam uma solução imediata, correta e final para todos os problemas. Obama, por essa expectativa, teria dentro de um cofre, como no terceiro segredo de Fátima, um envelope com revelações só conhecidas por ele - e instruções precisas para resolver a crise. Aconteceu, então, o que acontece quando se espera um milagre: o milagre não vem. A crítica se decepciona, o público também e o resultado das esperanças frustradas é a sensação de fracasso. As bolsas voltam a despencar. As empresas cortam custos e demitem. Os investidores não investem e os compradores não compram. De quebra, aproveita-se a oportunidade para acusar o governo americano de protecionismo, por pedir que os consumidores comprem produtos locais, e de xenofobia, por não condenar manifestações sindicais contra a presença de estrangeiros no mercado de trabalho - como se os Estados Unidos fossem o único país do mundo onde esse tipo de coisa ocorre. Quanto ao presidente Obama, por fim, os mais respeitados observadores da economia mundial lançam um ultimato: ou faz muito depressa um novo pacote, e desta vez um pacote perfeito, ou o seu governo está morto.
É claro que a economia mundial não vive uma mera crise psicológica - um período prolongado de pânico e histeria no qual expectativas irreais de solução, ênfase nas más notícias e culto ao desastre se combinam para gerar fatos negativos, que, por sua vez, se multiplicam alimentando-se uns aos outros. Há questões objetivas de solvência do sistema financeiro. Há quedas concretas na produção e no consumo. Há, sobretudo, a depredação do mercado de trabalho - a crise é tragicamente real para o cidadão que perdeu o emprego e não pode marcar uma reunião no BNDES para discutir a reestruturação de seu capital com o professor Luciano Coutinho. Ao mesmo tempo, constata-se que o mundo, neste que é descrito como o pior momento da economia moderna, nunca teve um número tão grande de gente vivendo livre da pobreza - 2,5 bilhões de pessoas nos países emergentes, como lembrou na semana passada a revista The Economist. No Brasil, especialmente, o avanço é notável. Pela primeira vez em 500 anos de história, os não-pobres - ou seja, os que chegaram aos degraus iniciais da pequena classe média - são a clara maioria da população. Não há, por enquanto, um entendimento satisfatório do que isso significa. Mas é indiscutível que existe progresso aí, e muitas empresas estão operando com a cabeça nessa realidade. A Petrobras, por exemplo, acabou de anunciar que vai acelerar, em vez de reduzir, o ritmo de construção de duas novas refinarias, investimentos que realiza com seus recursos e sua capacidade de obter crédito; não faz isso por ser estatal, mas por uma lógica de negócio segundo a qual o mercado continuará querendo comprar gasolina e óleo diesel daqui a dez anos. Empresas que agem assim podem não estar tomando a decisão certa. Mas sem dúvida vale a pena prestar atenção no que estão fazendo, e por quê. A alternativa é começar uma novena para Santo Obama, pedindo que ele acerte da próxima vez.
Fonte - Exame
O que será que os mercados e os críticos esperavam? Pelo visto, esperavam uma solução imediata, correta e final para todos os problemas. Obama, por essa expectativa, teria dentro de um cofre, como no terceiro segredo de Fátima, um envelope com revelações só conhecidas por ele - e instruções precisas para resolver a crise. Aconteceu, então, o que acontece quando se espera um milagre: o milagre não vem. A crítica se decepciona, o público também e o resultado das esperanças frustradas é a sensação de fracasso. As bolsas voltam a despencar. As empresas cortam custos e demitem. Os investidores não investem e os compradores não compram. De quebra, aproveita-se a oportunidade para acusar o governo americano de protecionismo, por pedir que os consumidores comprem produtos locais, e de xenofobia, por não condenar manifestações sindicais contra a presença de estrangeiros no mercado de trabalho - como se os Estados Unidos fossem o único país do mundo onde esse tipo de coisa ocorre. Quanto ao presidente Obama, por fim, os mais respeitados observadores da economia mundial lançam um ultimato: ou faz muito depressa um novo pacote, e desta vez um pacote perfeito, ou o seu governo está morto.
É claro que a economia mundial não vive uma mera crise psicológica - um período prolongado de pânico e histeria no qual expectativas irreais de solução, ênfase nas más notícias e culto ao desastre se combinam para gerar fatos negativos, que, por sua vez, se multiplicam alimentando-se uns aos outros. Há questões objetivas de solvência do sistema financeiro. Há quedas concretas na produção e no consumo. Há, sobretudo, a depredação do mercado de trabalho - a crise é tragicamente real para o cidadão que perdeu o emprego e não pode marcar uma reunião no BNDES para discutir a reestruturação de seu capital com o professor Luciano Coutinho. Ao mesmo tempo, constata-se que o mundo, neste que é descrito como o pior momento da economia moderna, nunca teve um número tão grande de gente vivendo livre da pobreza - 2,5 bilhões de pessoas nos países emergentes, como lembrou na semana passada a revista The Economist. No Brasil, especialmente, o avanço é notável. Pela primeira vez em 500 anos de história, os não-pobres - ou seja, os que chegaram aos degraus iniciais da pequena classe média - são a clara maioria da população. Não há, por enquanto, um entendimento satisfatório do que isso significa. Mas é indiscutível que existe progresso aí, e muitas empresas estão operando com a cabeça nessa realidade. A Petrobras, por exemplo, acabou de anunciar que vai acelerar, em vez de reduzir, o ritmo de construção de duas novas refinarias, investimentos que realiza com seus recursos e sua capacidade de obter crédito; não faz isso por ser estatal, mas por uma lógica de negócio segundo a qual o mercado continuará querendo comprar gasolina e óleo diesel daqui a dez anos. Empresas que agem assim podem não estar tomando a decisão certa. Mas sem dúvida vale a pena prestar atenção no que estão fazendo, e por quê. A alternativa é começar uma novena para Santo Obama, pedindo que ele acerte da próxima vez.
Fonte - Exame
sexta-feira, 20 de fevereiro de 2009
Gordon Brown no Vaticano
Cidade do Vaticano, 19 fev (RV) - Bento XVI recebeu nesta quinta-feira, no Vaticano, o premiê britânico, Gordon Brown.
Segundo comunicado de imprensa da Santa Sé, a audiência permitiu analisar a atual crise econômica mundial. Em especial, reiterou-se o dever de prosseguir com as iniciativas em favor dos países menos desenvolvidos e favorecer a colaboração sobre projetos de promoção humana, respeito pelo meio ambiente e desenvolvimento sustentável.
Fez-votos por um renovado empenho da comunidade internacional para resolver os conflitos em andamento, especialmente no Oriente Médio. Por fim, não faltou a referência a alguns temas bilaterais, de interesse, sobretudo, para a comunidade católica do Reino Unido.
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Do Rio de Janeiro a Roma e de Lagos a Londres, escreve o premiê, "nos encontramos diante de um dos maiores desafios econômicos da nossa geração". Gordon Brown afirma que a crise financeira ameaça o emprego e as perspectivas das famílias de todos os países e de todos os continentes, mas o maior impacto é sentido pelos mais pobres em países da África e da Ásia: "A crise econômica significa fome para milhões de pessoas, menos instrução e menos serviços de saúde".
"Sei que a Igreja Católica e Sua Santidade compartilham essas preocupações" – continua o premiê. E recorda que em 2 de abril, o G20 se reunirá em Londres para discutir a resposta aos problemas globais, pois, encontrá-la, afirma, é de vital importância.
Fonte - Radio Vaticano
Brown diz “apoiar” um apelo deixado pelo Papa, através do seu Secretário de Estado, pedindo uma “resposta eficaz para a crise económica que atinge diversas regiões do planeta” e a elaboração de um “plano concertado de acção internacional destinado a libertar o mundo da pobreza extrema”.
Para este responsável, a cimeira do G20, em Abril, deve “responder ao desafio”.
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A secretária-geral da organização católica, Lesley-Anne Knight, afirmou que a Cáritas espera que as palavras do Papa possam recordar aos líderes mundiais que não podem excluir os pobres dos planos para salvar a economia mundial.
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Fonte - Ecclesia
Ambos defenderam um “compromisso renovado da comunidade internacional para resolver os conflitos actuais, em particular no Médio Oriente”.
Fonte - Ecclesia
Ainda sobre a crise econômica
Kremlin enfim admite recessão
No ano passado, quando a economia da Rússia começou a ruir, o Kremlin abafou o debate público sobre a crise, limitando-se a acusar os EUA por "contaminar o mundo". Mas os preços do petróleo despencaram e milhares de russos perderam seus empregos. Agora, o presidente Medvedev diz ao povo "que é muito importante dizer a verdade".
Depois de passar semanas dizendo que a Rússia iria apresentar crescimento zero em 2009, ou talvez um pequena contração, o ministério da Economia agora admite que a taxa "provavelmente" será de - 2,2% -- um número que muitos economistas ainda consideram otimista. Para um país com crescimento médio do PIB de 8% nos últimos oito anos, este é um duro golpe.
Os dois principais índices do mercado de ações russo perderam quase 80% do seu valor no ano passado, o rublo já perdeu mais de 30% do seu valor frente ao dólar, e o déficit orçamental para este ano é de cerca de 8%. Os preços dos alimentos, a maioria importados, continuam a subir.
Fonte - Opinião e Notícia
Forte indústria alemã também sucumbe à crise
Até recentemente a ideia de que a Alemanha poderia ser afetada pela crise global parecia impensável, mas a eficiente economia industrial e de exportação do país anda devagar, quase parando, uma vez que a demanda mundo afora vem desaparecendo.
A Alemanha parecia imune à crise não só porque foi um país que cuidou com prudência das suas finanças -- tanto as públicas quanto as privadas --, mas também porque levou a cabo dolorosas reformas econômicas ao longo da década passada.
Para se ter uma ideia, há duas décadas o custo unitário do trabalho na Alemanha era cerca de 12% acima da média da zona do euro; hoje, é cerca de 13% abaixo. Mas nada foi capaz de deixar o país em posição de resistir à crise. A produção industrial da Alemanha já vem caindo a um ritmo mais acelerado do que nos EUA. As exportações devem diminuir cerca de 8% neste ano. É a maior retração em 15 anos, ou mais.
Fonte - Opinião e Notícia
No ano passado, quando a economia da Rússia começou a ruir, o Kremlin abafou o debate público sobre a crise, limitando-se a acusar os EUA por "contaminar o mundo". Mas os preços do petróleo despencaram e milhares de russos perderam seus empregos. Agora, o presidente Medvedev diz ao povo "que é muito importante dizer a verdade".
Depois de passar semanas dizendo que a Rússia iria apresentar crescimento zero em 2009, ou talvez um pequena contração, o ministério da Economia agora admite que a taxa "provavelmente" será de - 2,2% -- um número que muitos economistas ainda consideram otimista. Para um país com crescimento médio do PIB de 8% nos últimos oito anos, este é um duro golpe.
Os dois principais índices do mercado de ações russo perderam quase 80% do seu valor no ano passado, o rublo já perdeu mais de 30% do seu valor frente ao dólar, e o déficit orçamental para este ano é de cerca de 8%. Os preços dos alimentos, a maioria importados, continuam a subir.
Fonte - Opinião e Notícia
Forte indústria alemã também sucumbe à crise
Até recentemente a ideia de que a Alemanha poderia ser afetada pela crise global parecia impensável, mas a eficiente economia industrial e de exportação do país anda devagar, quase parando, uma vez que a demanda mundo afora vem desaparecendo.
A Alemanha parecia imune à crise não só porque foi um país que cuidou com prudência das suas finanças -- tanto as públicas quanto as privadas --, mas também porque levou a cabo dolorosas reformas econômicas ao longo da década passada.
Para se ter uma ideia, há duas décadas o custo unitário do trabalho na Alemanha era cerca de 12% acima da média da zona do euro; hoje, é cerca de 13% abaixo. Mas nada foi capaz de deixar o país em posição de resistir à crise. A produção industrial da Alemanha já vem caindo a um ritmo mais acelerado do que nos EUA. As exportações devem diminuir cerca de 8% neste ano. É a maior retração em 15 anos, ou mais.
Fonte - Opinião e Notícia
Cristãos da Europa debatem compromisso ecuménico
A cidade de Esztergom, na Hungria, acolhe de 19 a 22 de Fevereiro o encontro anual do comité conjunto do Conselho das Conferências Episcopais da Europa (CCEE – Igreja Católica) e da Conferência das Igrejas Europeias (KEK). As delegações são consituídas por sete membros de cada organismo.
Em cima da mesa estarão as actividades, experiências e projectos dos cristãos na Europa sobre o tema do ambiente, bem como um debate sobre a situação ecuménica.
Ambas as partes avaliarão ainda a acção do comité CCEE/KEK para as relações com os muçulmanos na Europa.
Fonte - Ecclesia
Em cima da mesa estarão as actividades, experiências e projectos dos cristãos na Europa sobre o tema do ambiente, bem como um debate sobre a situação ecuménica.
Ambas as partes avaliarão ainda a acção do comité CCEE/KEK para as relações com os muçulmanos na Europa.
Fonte - Ecclesia
Pnuma propõe "Green New Deal"
Mais de cem ministros do meio ambiente, entre eles Carlos Minc, são instigados a inspirar e guiar a agenda econômica mundial durante Fórum Global em Nairóbi.
Desde que o mundo começou a sentir os impactos da crise, a idéia de um “Green New Deal” vem sendo anunciada por diversos especialistas como a saída para tentar resolver a questão financeira e, de quebra, a ambiental. Nesta semana, foi a vez de mais de cem ministros do meio ambiente apoiarem o pedido do Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente (Pnuma) por uma transição para o que chamam de economia verde, pois o meio ambiente seria parte da solução para a crise.
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Fonte - Envolverde
Desde que o mundo começou a sentir os impactos da crise, a idéia de um “Green New Deal” vem sendo anunciada por diversos especialistas como a saída para tentar resolver a questão financeira e, de quebra, a ambiental. Nesta semana, foi a vez de mais de cem ministros do meio ambiente apoiarem o pedido do Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente (Pnuma) por uma transição para o que chamam de economia verde, pois o meio ambiente seria parte da solução para a crise.
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Fonte - Envolverde
Degelo da tundra deve acelerar mudanças climáticas
Aumento da temperatura na região do Ártico pode causar a liberação de mais de um trilhão de toneladas de gases do efeito estufa, quase três vezes tudo o que já foi liberado pela humanidade desde a revolução industrial
Bilhões de toneladas de gases do efeito estufa, incluindo dióxido de carbono (CO2), metano (CH4) e óxido nitroso (N2O), resultantes da decomposição de animais e vegetais, estiveram armazenados por milhares de anos de maneira segura sob o gelo que cobre a vegetação predominante das regiões próximas ao Ártico. Porém, pesquisadores russos e finlandeses divulgaram esta semana a descoberta de que esses gases estão “vazando” em virtude do degelo de algumas áreas desse ecossistema.
Em experimentos na cidade russa de Vorkuta, realizados pelo pesquisador Pertti Martikainen da Universidade de Kuopio, foi encontrado um “vazamento” de N2O, resultado de um processo chamado crioturbação, que ocorre quando um solo se descongela e então congela novamente.
“Existem evidências de que o aquecimento do Ártico irá acelerar a crioturbação, o que poderá acarretar na abundância dos círculos de turfa (peat circles), que são os ambientes mais ricos de nitrogênio no mundo. Isto vai aumentar as emissões de N2O da tundra, e, por conseqüência, agravar o aquecimento global”, escreveu Martikainen no artigo publicado no último domingo no periódico Nature Geoscience.
Outra pesquisa apresentada também no último fim de semana em um encontro da Associação Americana para o Avanço da Ciência (AAAS) apontou que o solo congelado da tundra armazena uma quantidade bem maior de gases do efeito estufa do que se pensava.
“A nova estimativa para o total de CO2 armazenado em solos congelados é da ordem de um trilhão de toneladas”, afirma Chris Field, professor da Universidade de Stanford e cientista do Painel Intergovernamental de Mudanças do Clima (IPCC). “O degelo desses solos, que eram permanentemente congelados, será como pisar forte no acelerador do aquecimento global”.
Para se ter uma idéia, a quantidade de CO2 que foi emitida pela queima de combustíveis fósseis desde o começo da revolução industrial é de cerca de 350 bilhões de toneladas.
Menos absorção
Para agravar ainda mais o cenário, um novo estudo reforça a idéia de que o Oceano Antártico está realmente absorvendo cada vez menos CO2.
Segundo Nicolas Metzl, cientista do Instituto Nacional Francês de Pesquisa, por causa das mudanças climáticas e de buracos na camada de ozônio, fortes ventos estão ficando cada vez mais freqüentes na região, o que movimenta de maneira incomum as águas marítimas e trazem o CO2 do fundo do mar para a superfície e então para a atmosfera.
“Isso se soma a pesquisas anteriores que apontavam para a queda da eficiência dos oceanos para absorver CO2. Hoje a humanidade emite cerca de 10 bilhões de toneladas do gás por ano. Antes os oceanos capturavam dois bilhões de toneladas dessas emissões, porém, infelizmente a tendência é diminuir”, conclui Metzl.
Fonte - Envolverde
Bilhões de toneladas de gases do efeito estufa, incluindo dióxido de carbono (CO2), metano (CH4) e óxido nitroso (N2O), resultantes da decomposição de animais e vegetais, estiveram armazenados por milhares de anos de maneira segura sob o gelo que cobre a vegetação predominante das regiões próximas ao Ártico. Porém, pesquisadores russos e finlandeses divulgaram esta semana a descoberta de que esses gases estão “vazando” em virtude do degelo de algumas áreas desse ecossistema.
Em experimentos na cidade russa de Vorkuta, realizados pelo pesquisador Pertti Martikainen da Universidade de Kuopio, foi encontrado um “vazamento” de N2O, resultado de um processo chamado crioturbação, que ocorre quando um solo se descongela e então congela novamente.
“Existem evidências de que o aquecimento do Ártico irá acelerar a crioturbação, o que poderá acarretar na abundância dos círculos de turfa (peat circles), que são os ambientes mais ricos de nitrogênio no mundo. Isto vai aumentar as emissões de N2O da tundra, e, por conseqüência, agravar o aquecimento global”, escreveu Martikainen no artigo publicado no último domingo no periódico Nature Geoscience.
Outra pesquisa apresentada também no último fim de semana em um encontro da Associação Americana para o Avanço da Ciência (AAAS) apontou que o solo congelado da tundra armazena uma quantidade bem maior de gases do efeito estufa do que se pensava.
“A nova estimativa para o total de CO2 armazenado em solos congelados é da ordem de um trilhão de toneladas”, afirma Chris Field, professor da Universidade de Stanford e cientista do Painel Intergovernamental de Mudanças do Clima (IPCC). “O degelo desses solos, que eram permanentemente congelados, será como pisar forte no acelerador do aquecimento global”.
Para se ter uma idéia, a quantidade de CO2 que foi emitida pela queima de combustíveis fósseis desde o começo da revolução industrial é de cerca de 350 bilhões de toneladas.
Menos absorção
Para agravar ainda mais o cenário, um novo estudo reforça a idéia de que o Oceano Antártico está realmente absorvendo cada vez menos CO2.
Segundo Nicolas Metzl, cientista do Instituto Nacional Francês de Pesquisa, por causa das mudanças climáticas e de buracos na camada de ozônio, fortes ventos estão ficando cada vez mais freqüentes na região, o que movimenta de maneira incomum as águas marítimas e trazem o CO2 do fundo do mar para a superfície e então para a atmosfera.
“Isso se soma a pesquisas anteriores que apontavam para a queda da eficiência dos oceanos para absorver CO2. Hoje a humanidade emite cerca de 10 bilhões de toneladas do gás por ano. Antes os oceanos capturavam dois bilhões de toneladas dessas emissões, porém, infelizmente a tendência é diminuir”, conclui Metzl.
Fonte - Envolverde
Cantora católica é atração de evento carnavalesco na Paraíba
Com os instrumentos afinados e a voz aquecida, Adrielle Lopes se prepara para arrasar no carnaval da Paraíba. O tema escolhido para os figurinos e o repertório da cantora no evento Carnafolia foi “Alegria em Liberdade”
Adrielle chega ao carnaval paraibano à todo vapor e com um show de músicas inéditas reportadas ao Axé Music. A cantora, porém, não se abala com clima carnavalesaco e promete agitar os foliões sem deixar de lado sua característica pop de evangelizar.
No último sábado, 14, Adrielle Lopes esteve em Praia Grande, São Paulo, para o lançamento da música tema do Carnafolia. Em “Pra que Ficar?”, a cantora católica fala sobre carências afetivas e dá conselhos aos jovens para esperarem a pessoa certa ao invés de sair em busca de aventuras amorosas.
Agora, pode-se esperar um duelo: enquanto Salvador terá como hino “Eu quero mais é beijar na boca”, a Paraíba cantará com Adrielle “Pra que ficar?”.
Fonte - iG
Nota DDP: Sugiro a leitura dos comentários do Prof. Sikberto MArks sobre o papel "ecumênico" da música nestes últimos dias em "O trabalho de um profeta".
Adrielle chega ao carnaval paraibano à todo vapor e com um show de músicas inéditas reportadas ao Axé Music. A cantora, porém, não se abala com clima carnavalesaco e promete agitar os foliões sem deixar de lado sua característica pop de evangelizar.
No último sábado, 14, Adrielle Lopes esteve em Praia Grande, São Paulo, para o lançamento da música tema do Carnafolia. Em “Pra que Ficar?”, a cantora católica fala sobre carências afetivas e dá conselhos aos jovens para esperarem a pessoa certa ao invés de sair em busca de aventuras amorosas.
Agora, pode-se esperar um duelo: enquanto Salvador terá como hino “Eu quero mais é beijar na boca”, a Paraíba cantará com Adrielle “Pra que ficar?”.
Fonte - iG
Nota DDP: Sugiro a leitura dos comentários do Prof. Sikberto MArks sobre o papel "ecumênico" da música nestes últimos dias em "O trabalho de um profeta".
quinta-feira, 19 de fevereiro de 2009
Bento XVI recebe Nancy Pelosi no Vaticano

(Foto: Nancy Pelosi recepciona Bento XVI nos EUA - 2008)
O papa Bento 16 disse à presidente da Câmara dos Deputados dos EUA, Nancy Pelosi, nesta quarta-feira [18], que políticos e deputados católicos não podem apoiar o aborto, reforçando a posição do Vaticano sobre um tema que divide a população norte-americana. Pelosi, que é católica e defende o direito da mulher poder escolher abortar ou não, foi acusada por bispos norte-americanos de distorcer os ensinamentos da Igreja sobre o aborto.
"Sua Santidade aproveitou a oportunidade para falar sobre as exigências da lei natural e moral e o consistente ensinamento da Igreja sobre a dignidade da vida humana desde a concepção até a morte natural", disse um comunicado do Vaticano. Portal G1
Bento XVI e Pelosi não se pronunciaram publicamente após o encontro, que durou cerca de 15 minutos e que foi considerado breve, visto que Pelosi é a primeira representante dos Estados Unidos a se reunir com o Pontífice após Barack Obama tomar posse. O Globo Online
"Na nossa conversa, eu tive a oportunidade de elogiar a liderança da Igreja na luta contra a pobreza, a fome e o aquecimento global, bem como a dedicação do Santo Padre à liberdade religiosa e sua próxima viagem e mensagem para Israel", disse seu escritório em uma declaração. Jewish Telegraphic Agency
NOTA Minuto Profético: O que realmente eles conversaram não se tornará público. A declaração oficial feita à imprensa além de enlatada foi preparada também para não levantar maiores suspeitas. A questão polêmica do aborto é para desviar a atenção do foco real: os próximos passos da cooperação entre o Vaticano e o maior país protestante do mundo no estabelecimento da Nova Ordem Mundial. A influência do Vaticano cresce a cada nova visita ilustre que recebe. Seu objetivo de reconquistar a supremacia mundial está cada vez mais próximo. Onde estão os verdadeiros herdeiros da reforma? Ninguém percebe o perigo?
Ainda sobre construir «Europa humana e cristã»
Como ontem aqui veiculado, BXVI convidou os cristãos à «construção de uma Europa profundamente humana e autenticamente cristã», durante a audiência geral celebrada nesta quarta-feira na Praça de São Pedro.
Segundo a Agência Zênit, o fez percorrendo a história do "Venerável Beda", sábio inglês cujas obras alcançaram grande renome em toda Europa, por quem o Papa alinhou que «também hoje haja personalidades à altura de Beda, para manter todo o continente unido».
Beda (672-735) foi um monge inglês, famoso por seus escritos espirituais e por suas investigações históricas, que viveu dedicado ao estudo e à vida contemplativa, e «a fama de santidade e sabedoria de que gozou já em vida lhe validou o título de venerável», explicou o Papa.
Entre suas obras, o Papa destacou a Chronica Maiora, que serviu de base à confecção do calendário cristão (que conta a história desde o nascimento de Cristo), assim como a História eclesiástica dos povos ingleses, pela qual foi reconhecido como «o pai da historiografia inglesa».
Também se referiu ao Computo, «que ele elaborou cientificamente para estabelecer a data exata da celebração pascal e, portanto, de todo o ciclo do ano litúrgico, e converteu-se no texto de referência para toda a Igreja Católica».
Outra faceta foi seu conhecimento da liturgia, especialmente a unificação da celebração da páscoa e o uso da língua vernácula para dirigir-se aos povos não greco-romanos, assim como suas catequeses aos fiéis sobre os sacramentos.
Fonte - Zenit
Nota DDP: Explorar um pouco mais esta referência ontem levantada é necessário face à radiografia da vida de Beda, de seus feitos para a igreja e, principalmente face ao momento político aberto pela proposição de resguardo do domingo apresentado no Parlamento Europeu.
BXVI já havia tentado introduzir no preâmbulo da constituição européia uma referência "às raízes cristãs da Europa", isto à época da liderança da Alemanha no bloco europeu, na pessoa de Angela Merkel. Naufragou em seu intento.
Com a propositura aviada por membros do Parlamento Europeu para consagrar o domingo como dia de descanso por via legislativa, rapidamente o pontífice aproveitou a abertura e voltou a carga com seu antigo discurso, agora revelando de forma mais clara onde quer chegar com o mesmo.
Ora o "Venerável Beda", como supra observado, é o responsável pela fixação do calendário da igreja, onde observamos a seguinte afirmativa: "Todos os domingos do ano são festas de nosso Senhor Jesus Cristo."
O domingo, portanto, vem no pacote do discurso. Reconhecer as raízes cristãs da Europa é em certo sentido voltar ao passado e trazer como base das diretrizes daquele continente os conceitos "cristãos", que interessam ao Vaticano claro. Daí a convicção que nada do que saia dos sete montes não tenha um destino definido.
Segundo a Agência Zênit, o fez percorrendo a história do "Venerável Beda", sábio inglês cujas obras alcançaram grande renome em toda Europa, por quem o Papa alinhou que «também hoje haja personalidades à altura de Beda, para manter todo o continente unido».
Beda (672-735) foi um monge inglês, famoso por seus escritos espirituais e por suas investigações históricas, que viveu dedicado ao estudo e à vida contemplativa, e «a fama de santidade e sabedoria de que gozou já em vida lhe validou o título de venerável», explicou o Papa.
Entre suas obras, o Papa destacou a Chronica Maiora, que serviu de base à confecção do calendário cristão (que conta a história desde o nascimento de Cristo), assim como a História eclesiástica dos povos ingleses, pela qual foi reconhecido como «o pai da historiografia inglesa».
Também se referiu ao Computo, «que ele elaborou cientificamente para estabelecer a data exata da celebração pascal e, portanto, de todo o ciclo do ano litúrgico, e converteu-se no texto de referência para toda a Igreja Católica».
Outra faceta foi seu conhecimento da liturgia, especialmente a unificação da celebração da páscoa e o uso da língua vernácula para dirigir-se aos povos não greco-romanos, assim como suas catequeses aos fiéis sobre os sacramentos.
Fonte - Zenit
Nota DDP: Explorar um pouco mais esta referência ontem levantada é necessário face à radiografia da vida de Beda, de seus feitos para a igreja e, principalmente face ao momento político aberto pela proposição de resguardo do domingo apresentado no Parlamento Europeu.
BXVI já havia tentado introduzir no preâmbulo da constituição européia uma referência "às raízes cristãs da Europa", isto à época da liderança da Alemanha no bloco europeu, na pessoa de Angela Merkel. Naufragou em seu intento.
Com a propositura aviada por membros do Parlamento Europeu para consagrar o domingo como dia de descanso por via legislativa, rapidamente o pontífice aproveitou a abertura e voltou a carga com seu antigo discurso, agora revelando de forma mais clara onde quer chegar com o mesmo.
Ora o "Venerável Beda", como supra observado, é o responsável pela fixação do calendário da igreja, onde observamos a seguinte afirmativa: "Todos os domingos do ano são festas de nosso Senhor Jesus Cristo."
O domingo, portanto, vem no pacote do discurso. Reconhecer as raízes cristãs da Europa é em certo sentido voltar ao passado e trazer como base das diretrizes daquele continente os conceitos "cristãos", que interessam ao Vaticano claro. Daí a convicção que nada do que saia dos sete montes não tenha um destino definido.
Lagos aceleram degelo no mar Ártico
Cientistas descobriram que os lagos de neve e gelo derretidos que se formam sob a superfície do mar Ártico são o motivo do acelerado degelo na região, que vem sendo mais rápido do que o previsto.
O Painel Intergovernamental sobre Mudanças Climáticas da ONU previa para os anos de 1953 a 2006 uma perda média de 2,5% da extensão do gelo por década. Mas, na realidade, o gelo do mar do Norte diminuiu a uma taxa de aproximadamente 7,8% por década.
Como os lagos formados sob a superfície do Mar Ártico são mais escuros do que a neve e o gelo, eles absorvem os raios solares, ao invés de refleti-los, o que acelera o processo de degelo.
Fonte - Opinião e Notícia
O Painel Intergovernamental sobre Mudanças Climáticas da ONU previa para os anos de 1953 a 2006 uma perda média de 2,5% da extensão do gelo por década. Mas, na realidade, o gelo do mar do Norte diminuiu a uma taxa de aproximadamente 7,8% por década.
Como os lagos formados sob a superfície do Mar Ártico são mais escuros do que a neve e o gelo, eles absorvem os raios solares, ao invés de refleti-los, o que acelera o processo de degelo.
Fonte - Opinião e Notícia
quarta-feira, 18 de fevereiro de 2009
Em meio as controvérsias do Vaticano, os interesses do papa são questionados
ROMA – Depois da reabilitação do papa em relação ao grupo de bispos que causaram desentendimentos, incluindo aquele que negou o Holocausto, um segundo escândalo levantou um debate dentro da Igreja, sobre se o foco do Papa Bento 16 na doutrina e a insensibilidade perceptível em seu tom político está alienando os católicos e prejudicando a autoridade moral da instituição.
Neste domingo, um sacerdote conhecido por seus relatos provocativos, como ter culpado os pecados de New Orleans, nos Estados Unidos, pelo Furacão Katrina, pediu ao papa para cancelar seu compromisso como bispo auxiliar na Áustria.
O assunto desencadeou uma tempestade de críticas sobre a hierarquia da Igreja e levou a esforços frenéticos para acalmar a raiva e a confusão dos fiéis em todo o mundo. Enquanto isso, a última controvérsia criou uma preocupação de que as ações poderiam ser parte de um padrão de desordem.
George Weigel, especialista sobre Vaticano, criticou o Vaticano em um artigo recente na First Things, publicação religiosa dos Estados Unidos, pelo “caos, confusão e incompetência”.
Nesta segunda-feira, em Viena, 10 bispos austríacos se reuniram em uma sessão sobre a crise para lidar com suas consequências. Eirch Leitenberger, porta-voz da arquidiocese de Viena, disse que oficiais da Igreja em todo o país receberam centenas de cartas, ligações e e-mails, incluindo alguns sobre fiéis dizendo que estavam deixando a Igreja.
A Áustria, país com maioria católica e com um complicado passado nazista, ficou perturbada com o fato de o papa ter anulado a excomungação de quatro bispos, feita pela Sociedade de St. Pio 10, que é ultraconservadora, incluindo o bispo Richard Williamson, que negou a existência das câmaras de gás e a magnitude e intenção genocida do Holocausto.
Enquanto a confusão aumentava, Bento 16 deu início a outra ao indicar o reverendo Gerhard Maria Wagner, conhecido por seu comentário sobre Katrina e por dizer que o homossexualismo era curável, para ser bispo auxiliar de Linz.
O cardeal Christoph Schoenborn, que ocupa a posição mais elevada da Igreja Católica na Áustria, disse nesta segunda que as decisões feitas quanto aos bispos cismáticos e Wagner não tinham relação, e que elas foram “feitas sob diferentes circunstâncias”. Mas a proximidade delas intensificou o rancor entre os católicos austríacos que têm uma visão mais reformista. “A desaprovação cresceu exponencialmente”, disse Leitenberger.
Elisabeth Felbermair, 28, que estava do lado de fora da Catedral de São Estéfano em Viena, disse que estava aliviada por que Wagner seria colocado de lado. “Graças a Deus que ele vai embora”, disse, chamando as visões dele de “muito reacionárias”. Ela disse que provavelmente abandonaria a religião, embora por razões pessoais não diretamente relacionadas às controvérsias nas últimas semanas.
Para muitos católicos, as questões são mais profundas do que o caso de Wagner. Como foi publicado na primeira página do jornal austríaco, Die Presse, nesta segunda: “O nome dele apoia uma batalha de posições: Linz deveria ser mais fiel a Roma ou a Igreja deveria ser mais democrática e mais liberal?”
Mas o escândalo por causa de Williamson não foi apenas devido sua negação sobre o Holocausto e a demora do Vaticano em condená-la, mas também pelas preocupações de católicos centristas sobre a direção da Igreja e seu papel dentro dela.
Mesmo com com a luta de muitas igrejas locais para garantir aos paroquianos que as controvérsias são excepcionais, muitos veem o interesse de Bento 16 em se aproximar dos tradicionalistas como perfeitamente coerente com suas visões no passado.
Bento 16, um teólogo mais na biblioteca de sua casa do que na frente de uma multidão, foi por duas décadas chefe da Congregação da Doutrina de Fé e estava mais ligado à teologia de questões de doutrina esotérica do que ao potencial de suas ramificações políticas. Mesmo que seus últimos erros tenham tido consequências acidentais, ainda assim eles demonstraram a muitos paroquianos que as preocupações do papa são bem diferentes das suas.
“Tínhamos recuperado muito da confiança daqueles que estavam insatisfeitos, aqueles que precisavam saber que reconhecemos as preocupações de muitos católicos”, disse monsenhor Bernard Podyin, porta-voz da Conferência de Bispos Franceses. “É um trabalho muito, muito grande”.
Fonte - Último Segundo
Nota DDP: Penso que cada uns dos passos seguidos pelo Vaticano são milimetricamente calculados, inclusive para eventualmente tornar a figura do Papa altamente objetável, de forma a trazer um outro com um parelho discurso da linha "we can", afim de também ganhar a multidão, como recentemente tratado neste espaço.
No entanto, mesmo com todas as suas "trapalhadas", não se pode perder de vista que o pontífice está sempre na mídia e tem saído ileso de seus discursos políticos, o que demonstra o interesse dos segmentos em manter ligações com Roma, ainda que com um papa impopular.
Se vier um popular...
Neste domingo, um sacerdote conhecido por seus relatos provocativos, como ter culpado os pecados de New Orleans, nos Estados Unidos, pelo Furacão Katrina, pediu ao papa para cancelar seu compromisso como bispo auxiliar na Áustria.
O assunto desencadeou uma tempestade de críticas sobre a hierarquia da Igreja e levou a esforços frenéticos para acalmar a raiva e a confusão dos fiéis em todo o mundo. Enquanto isso, a última controvérsia criou uma preocupação de que as ações poderiam ser parte de um padrão de desordem.
George Weigel, especialista sobre Vaticano, criticou o Vaticano em um artigo recente na First Things, publicação religiosa dos Estados Unidos, pelo “caos, confusão e incompetência”.
Nesta segunda-feira, em Viena, 10 bispos austríacos se reuniram em uma sessão sobre a crise para lidar com suas consequências. Eirch Leitenberger, porta-voz da arquidiocese de Viena, disse que oficiais da Igreja em todo o país receberam centenas de cartas, ligações e e-mails, incluindo alguns sobre fiéis dizendo que estavam deixando a Igreja.
A Áustria, país com maioria católica e com um complicado passado nazista, ficou perturbada com o fato de o papa ter anulado a excomungação de quatro bispos, feita pela Sociedade de St. Pio 10, que é ultraconservadora, incluindo o bispo Richard Williamson, que negou a existência das câmaras de gás e a magnitude e intenção genocida do Holocausto.
Enquanto a confusão aumentava, Bento 16 deu início a outra ao indicar o reverendo Gerhard Maria Wagner, conhecido por seu comentário sobre Katrina e por dizer que o homossexualismo era curável, para ser bispo auxiliar de Linz.
O cardeal Christoph Schoenborn, que ocupa a posição mais elevada da Igreja Católica na Áustria, disse nesta segunda que as decisões feitas quanto aos bispos cismáticos e Wagner não tinham relação, e que elas foram “feitas sob diferentes circunstâncias”. Mas a proximidade delas intensificou o rancor entre os católicos austríacos que têm uma visão mais reformista. “A desaprovação cresceu exponencialmente”, disse Leitenberger.
Elisabeth Felbermair, 28, que estava do lado de fora da Catedral de São Estéfano em Viena, disse que estava aliviada por que Wagner seria colocado de lado. “Graças a Deus que ele vai embora”, disse, chamando as visões dele de “muito reacionárias”. Ela disse que provavelmente abandonaria a religião, embora por razões pessoais não diretamente relacionadas às controvérsias nas últimas semanas.
Para muitos católicos, as questões são mais profundas do que o caso de Wagner. Como foi publicado na primeira página do jornal austríaco, Die Presse, nesta segunda: “O nome dele apoia uma batalha de posições: Linz deveria ser mais fiel a Roma ou a Igreja deveria ser mais democrática e mais liberal?”
Mas o escândalo por causa de Williamson não foi apenas devido sua negação sobre o Holocausto e a demora do Vaticano em condená-la, mas também pelas preocupações de católicos centristas sobre a direção da Igreja e seu papel dentro dela.
Mesmo com com a luta de muitas igrejas locais para garantir aos paroquianos que as controvérsias são excepcionais, muitos veem o interesse de Bento 16 em se aproximar dos tradicionalistas como perfeitamente coerente com suas visões no passado.
Bento 16, um teólogo mais na biblioteca de sua casa do que na frente de uma multidão, foi por duas décadas chefe da Congregação da Doutrina de Fé e estava mais ligado à teologia de questões de doutrina esotérica do que ao potencial de suas ramificações políticas. Mesmo que seus últimos erros tenham tido consequências acidentais, ainda assim eles demonstraram a muitos paroquianos que as preocupações do papa são bem diferentes das suas.
“Tínhamos recuperado muito da confiança daqueles que estavam insatisfeitos, aqueles que precisavam saber que reconhecemos as preocupações de muitos católicos”, disse monsenhor Bernard Podyin, porta-voz da Conferência de Bispos Franceses. “É um trabalho muito, muito grande”.
Fonte - Último Segundo
Nota DDP: Penso que cada uns dos passos seguidos pelo Vaticano são milimetricamente calculados, inclusive para eventualmente tornar a figura do Papa altamente objetável, de forma a trazer um outro com um parelho discurso da linha "we can", afim de também ganhar a multidão, como recentemente tratado neste espaço.
No entanto, mesmo com todas as suas "trapalhadas", não se pode perder de vista que o pontífice está sempre na mídia e tem saído ileso de seus discursos políticos, o que demonstra o interesse dos segmentos em manter ligações com Roma, ainda que com um papa impopular.
Se vier um popular...
Papa pede que Europa reencontre suas raízes cristãs
Cidade do Vaticano, 18 fev (EFE).- O papa Bento XVI pediu hoje aos europeus que "reencontrem" suas raízes cristãs e que sejam construtores de uma Europa "cristã e profundamente humana".
O pontífice afirmou isto diante de cerca de 20 mil pessoas que estavam nesta manhã na praça de São Pedro para a audiência pública das quartas-feiras.
A mensagem de hoje foi dedicada à figura do santo britânico Beda, o Venerável, que segundo o papa contribuiu "eficazmente" para a construção de uma Europa cristã.
"Rezemos também hoje para que voltemos a encontrar nossas raízes cristãs e possamos assim construir uma Europa cristã e profundamente humana", declarou o líder da Igreja Católica, que em inúmeras oportunidades destacou as raízes cristãs do Velho Continente e expressou que sem o cristianismo Europa não se entende.
Citando São Beda e suas doutrinas, o pontífice afirmou que é necessário apresentar o Evangelho de forma "atraente" aos fiéis e expor as verdades dogmáticas "atendo-se à simplicidade católica".
Bento XVI pediu aos bispos que preguem "não apenas por meio da palavra, mas avaliando também as figuras, ícones, procissões e as peregrinações".
Da mesma forma que fazia São Beda, o papa recomendou o uso das línguas nacionais para apresentar o Evangelho e encorajou os jovens a levarem o Evangelho pelo mundo por meio de uma missão.
O pontífice se mostrou a favor de integrar o Evangelho "ao tecido social e às instituições culturais".
Além disso, defendeu a colaboração entre o judaísmo e o cristianismo e pediu aos pais cristãos que criem seus filhos segundos os preceitos ensinados por Jesus.
Fonte - G1
Nota DDP: Extremamente oportuno depois da proposta aviada junto ao Parlamento Europeu para reconhecimento do domingo, não? O assunto estava parado desde o afastamento da Chanceler Merkel da direção da União Européia.
O pontífice afirmou isto diante de cerca de 20 mil pessoas que estavam nesta manhã na praça de São Pedro para a audiência pública das quartas-feiras.
A mensagem de hoje foi dedicada à figura do santo britânico Beda, o Venerável, que segundo o papa contribuiu "eficazmente" para a construção de uma Europa cristã.
"Rezemos também hoje para que voltemos a encontrar nossas raízes cristãs e possamos assim construir uma Europa cristã e profundamente humana", declarou o líder da Igreja Católica, que em inúmeras oportunidades destacou as raízes cristãs do Velho Continente e expressou que sem o cristianismo Europa não se entende.
Citando São Beda e suas doutrinas, o pontífice afirmou que é necessário apresentar o Evangelho de forma "atraente" aos fiéis e expor as verdades dogmáticas "atendo-se à simplicidade católica".
Bento XVI pediu aos bispos que preguem "não apenas por meio da palavra, mas avaliando também as figuras, ícones, procissões e as peregrinações".
Da mesma forma que fazia São Beda, o papa recomendou o uso das línguas nacionais para apresentar o Evangelho e encorajou os jovens a levarem o Evangelho pelo mundo por meio de uma missão.
O pontífice se mostrou a favor de integrar o Evangelho "ao tecido social e às instituições culturais".
Além disso, defendeu a colaboração entre o judaísmo e o cristianismo e pediu aos pais cristãos que criem seus filhos segundos os preceitos ensinados por Jesus.
Fonte - G1
Nota DDP: Extremamente oportuno depois da proposta aviada junto ao Parlamento Europeu para reconhecimento do domingo, não? O assunto estava parado desde o afastamento da Chanceler Merkel da direção da União Européia.
Conselho vaticano analisa oportunidades de diálogo inter-religioso no Egito
CAIRO, terça-feira, 17 de fevereiro de 2009 (ZENIT.org).- As possibilidades e oportunidades do diálogo inter-religioso, especialmente nos países ribeirinhos do Mediterrâneo, é o tema chave do congresso que acontece nestes dias no Lar Saint-Etienne do Cairo, promovido pelo Conselho Pontifício para a Cultura.
Este congresso, o primeiro do gênero promovido pelo dicastério vaticano, reúne até esta quarta-feira não só personalidades do mundo da cultura pertencentes aos diversos ritos da Igreja Católica presentes no país, mas também da Igreja copta e do Islã, segundo informa L'Osservatore Romano em sua edição desta quarta-feira.
Em sua intervenção para apresentar o congresso, o Pe. Bernard Ardura, secretário deste dicastério vaticano, sublinhou que o Mediterrâneo foi durante os séculos, e continua sendo na atualidade, ponte entre culturas e religiões.
«Estamos convencidos de que o diálogo é a melhor maneira de aproximar-se do outro, do estrangeiro, de não ter medo dele, de encontrá-lo, de compreendê-lo, de acolhê-lo, de escutá-lo, de dar-lhe testemunho da nossa fé respeitando suas convicções», explicou.
Ao cristão «se pergunta algo fundamental: com quem se deve dialogar? O Papa Paulo VI respondeu isso na encíclica Ecclesiam suam: a Igreja deve estar disposta a manter o diálogo com todos os homens de boa vontade, dentro e fora de seu recinto».
Para Ardura, o diálogo intercultural «interpela todos os homens de boa vontade, seja qual for sua nacionalidade, cultura e religião, a construir uma autêntica cultura da paz», através da «educação da consciência, através da cultura».
Este diálogo, acrescentou, «leva a assumir profundamente o sentido do homem e da fraternidade humana, no respeito pela sacralidade da vida, no reconhecimento da solidariedade de todos os homens com o mundo criado, com os demais homens e com Deus».
Para concluir, o secretário do Conselho Pontifício para a Cultura refletiu sobre a importância do intercâmbio cultural para favorecer este diálogo.
«O diálogo passa essencialmente pelas matrizes da cultura e da educação, ou seja, pela escola, pela universidade, pelos centros culturais, pela ciência, pelas obras culturais, pelos ritos e costumes. Somos testemunhas da importância das instituições educativas e formativas para tomar consciência do diálogo cultural desde as idades mais novas.»
Fonte - Zenit
Este congresso, o primeiro do gênero promovido pelo dicastério vaticano, reúne até esta quarta-feira não só personalidades do mundo da cultura pertencentes aos diversos ritos da Igreja Católica presentes no país, mas também da Igreja copta e do Islã, segundo informa L'Osservatore Romano em sua edição desta quarta-feira.
Em sua intervenção para apresentar o congresso, o Pe. Bernard Ardura, secretário deste dicastério vaticano, sublinhou que o Mediterrâneo foi durante os séculos, e continua sendo na atualidade, ponte entre culturas e religiões.
«Estamos convencidos de que o diálogo é a melhor maneira de aproximar-se do outro, do estrangeiro, de não ter medo dele, de encontrá-lo, de compreendê-lo, de acolhê-lo, de escutá-lo, de dar-lhe testemunho da nossa fé respeitando suas convicções», explicou.
Ao cristão «se pergunta algo fundamental: com quem se deve dialogar? O Papa Paulo VI respondeu isso na encíclica Ecclesiam suam: a Igreja deve estar disposta a manter o diálogo com todos os homens de boa vontade, dentro e fora de seu recinto».
Para Ardura, o diálogo intercultural «interpela todos os homens de boa vontade, seja qual for sua nacionalidade, cultura e religião, a construir uma autêntica cultura da paz», através da «educação da consciência, através da cultura».
Este diálogo, acrescentou, «leva a assumir profundamente o sentido do homem e da fraternidade humana, no respeito pela sacralidade da vida, no reconhecimento da solidariedade de todos os homens com o mundo criado, com os demais homens e com Deus».
Para concluir, o secretário do Conselho Pontifício para a Cultura refletiu sobre a importância do intercâmbio cultural para favorecer este diálogo.
«O diálogo passa essencialmente pelas matrizes da cultura e da educação, ou seja, pela escola, pela universidade, pelos centros culturais, pela ciência, pelas obras culturais, pelos ritos e costumes. Somos testemunhas da importância das instituições educativas e formativas para tomar consciência do diálogo cultural desde as idades mais novas.»
Fonte - Zenit
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