segunda-feira, 24 de agosto de 2009

O acordo Brasil-Vaticano

Apesar da oposição de igrejas cristãs tradicionais, igrejas evangélicas e grupos ateus, a Comissão de Relações Exteriores da Câmara aprovou parecer recomendando a ratificação da Concordata firmada no final do ano passado entre o Brasil e o Vaticano. A proposta vem tramitando em regime de urgência, sob forte pressão da Igreja Católica, e, graças a um acordo de lideranças, poderá ser submetida à votação de plenário nos próximos dias. Se for aprovada, seguirá para o Senado.

Envolvendo temas que sempre deram margem a polêmicas, como ensino religioso nas escolas públicas de um Estado laico, os 20 artigos da Concordata assinada pelo presidente Lula e pelo papa Bento XVI foram negociados durante um ano. Sob a justificativa de reunir leis esparsas e dar forma jurídica a um intercâmbio que já existia, a iniciativa partiu do Vaticano. Durante as negociações, o Itamaraty recusou as propostas de oficialização de feriados católicos e permissão para a entrada de missionários em áreas indígenas, mas acatou as demais solicitações do Vaticano.

Além da questão do ensino religioso, três pontos do acordo merecem destaque. O primeiro é a concessão de isenção fiscal para rendas e patrimônio de pessoas jurídicas eclesiásticas. O segundo é a manutenção, com recursos do Estado brasileiro, do patrimônio cultural da Igreja Católica, como prédios, acervos e bibliotecas. O terceiro é isenção para a Igreja Católica de cumprir as obrigações impostas pelas leis trabalhistas brasileiras.

Independentemente de suas implicações morais, essas três concessões ao Vaticano esbarram em problemas jurídicos e são incompatíveis com o Estado laico que nossas Constituições consagram desde a proclamação da República, no final do século 19. A concessão de isenção fiscal para pessoas jurídicas eclesiásticas, por exemplo, pode abrir um perigoso precedente, pois as demais igrejas sentir-se-ão estimuladas a invocar o princípio da isonomia para exigir o mesmo benefício. A Constituição, na alínea b do inciso VI do artigo 150, proíbe a União de instituir impostos sobre "templos de qualquer culto". Tributaristas alegam que o texto da Concordata é impreciso, abrindo campo para a ampliação do benefício, que poderia ser aplicado não só aos templos, mas a todos os negócios da Igreja Católica, que é dona de editoras, rádios e escolas. Além disso, que medidas legais poderão ser tomadas pelo Estado brasileiro no caso de mau uso da isenção fiscal de receitas e ativos da Igreja Católica?

No que se refere à manutenção do patrimônio cultural da Igreja Católica com dinheiro dos contribuintes - muitos dos quais, diga-se, são ateus ou seguidores de outras religiões -, os problemas jurídicos são ainda mais graves. O artigo 19 da Constituição é preciso ao determinar que o Estado não pode "subvencionar igrejas". E, mesmo que pudesse, faz sentido destinar recursos públicos para o custeio de bens que, segundo a Concordata, permanecerão sob gestão, custódia e salvaguarda de ordens religiosas? A Igreja Católica terá de se submeter à fiscalização dos Tribunais de Contas, como a lei brasileira prevê, ou gozará de autonomia, valendo-se da condição ambígua de ser formalmente subordinada ao Estado do Vaticano?

Por fim, ao eximir a Igreja Católica de obrigações trabalhistas, classificando a relação jurídica de padres e freiras como "vínculo não empregatício", sob a justificativa de que eles exercem uma função "peculiar", de "caráter apostólico, litúrgico e catequético", a Concordata comete dois pecados jurídicos. Além de dar tratamento privilegiado à Igreja Católica enquanto empregadora, violando o princípio da igualdade das partes perante a lei, ela não pode passar por cima dos dispositivos do artigo 5º da Constituição que asseguram o livre acesso à Justiça e determinam que "a lei não excluirá da apreciação do Judiciário lesão ou ameaça ao direito". Como é "cláusula pétrea", o artigo não pode ser revogado.

Evidentemente, as chancelarias do Brasil e do Vaticano estavam conscientes desses problemas quando negociaram a Concordata. Talvez tenha sido por esse motivo que o texto tenha ficado muito retórico. A retórica parece ter sido a estratégia para tentar contornar os problemas jurídicos mais gritantes do acordo firmado por Lula e Bento XVI.

Fonte - Estado


Eucaristia interpela hoje como há dois mil anos

ROMA, sexta-feira, 21 de agosto de 2009 (ZENIT.org).- Publicamos a meditação escrita pelo padre Pedro García, missionário claretiano, conhecido evangelizador na América Central, sobre o Evangelho deste domingo (João 6, 60-69), vigésimo primeiro do Tempo Comum.
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Este é o quinto domingo que refletimos sobre a Eucaristia, pré-anunciada com a multiplicação dos pães e prometida por Jesus na sinagoga de Cafarnaum. A Liturgia da Igreja não faz nada semelhante com nenhuma outra página do Evangelho. Por que esta insistência?

Simplesmente porque a Igreja sabe que na Eucaristia há uma fonte de onde emana toda sua vida, e sabe também que toda a vida de seus filhos –de todos nós– deve desembocar sempre na Eucaristia. Ou comungamos e temos a vida de Deus, ou não comungamos e a vida de Deus está em nós quase agonizando, se não completamente morta...
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A Santa Missa, a Sagrada Comunhão, a Visita e a Hora Santa são o apogeu da fé. Não há medo que destrua o que faz da Eucaristia o centro de toda vida espiritual...

Senhor Jesus Cristo!

Obrigado, porque se deu a nós de forma tão admirável, e porque ficou entre nós de maneira tão amorosa!

Dai a todos nós uma fé viva no Sacramento do amor. Que a Missa dominical seja o centro de nossa semana cristã, a Comunhão nos sacie a fome que temos de ti, e o Sacrário se converta no remanso tranquilo onde nossas almas encontrem a paz...

Fonte - Zenit


Documento intercristão constata que missão e ecumenismo não se opõem

CIDADE DO VATICANO, sexta-feira, 21 de agosto de 2009 (ZENIT.org).- Expoentes cristãos das diferentes confissões publicaram um documento no qual superam a dialética que no passado opunha o anúncio do Evangelho (a missão) ao diálogo ecumênico.

Trata-se dos materiais redigidos pelo Conselho Pontifício para a Promoção da Unidade dos Cristãos e pela Comissão Fé e Constituição, do Conselho Mundial de Igrejas, por ocasião da Semana de Oração pela Unidade dos Cristãos e para todo o ano de 2010.

O documento, recém-publicado, está dedicado ao tema “missão e unidade”, inspirando-se na frase do Evangelho de São Lucas (24, 48): “Vós sois testemunhas disso”.
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O projeto inicial do documento foi preparado por um grupo ecumênico da Escócia constituído pela associação Action of Churches Together en Scotland (ACTS), a partir do convite da Conferência dos Bispos católicos.

Fonte - Zenit


Crise atrapalha unidade europeia


Integração do continente requer boas doses de capital político e capital financeiro, mas o fluxo deste último em direção ao leste diminuiu.

Os líderes das nações mais ricas da Europa Ocidental, que haviam recebido seus vizinhos do leste em instituições como a Otan e a União Europeia, fecharam-se em suas próprias fronteiras quando a crise se agravou, apressando-se para salvar suas empresas e bancos, mas resistindo à maior parte dos apelos para salvar empregos e reforçar os bancos em outros lugares.

Adam S. Posen, vice-diretor do Instituto Peterson de Economia Internacional — entidade sediada em Washington — diz que essa atitude foi sustentada por uma visão míope, que ignora os laços financeiros entre as regiões que compõem a Europa. Ele diz que a inércia da Europa Ocidental frente à crise financeira na Europa do leste constitui a maior ameaça para o crescimento e a estabilidade da zona do euro.

Fonte - Opinião e Notícia

Daniel 2:43
Quanto ao que viste do ferro misturado com barro de lodo, misturar-se-ão com semente humana, mas não se ligarão um ao outro, assim como o ferro não se mistura com o barro.



Economia dos EUA está no purgatório

Apesar das afirmações otimistas do presidente do Federal Reserve (Banco Central Americano), Ben Bernanke, de que a economia dos Estados Unidos está perto da recuperação, os economistas Paul Krugman e Robert Reich não estão convencidos de que a perspectiva melhorou. Em um debate realizado pelo jornal The Hunffington Post, Krugman disse que a economia está atualmente "no purgatório".

O economista afirmou que os Estados Unidos têm visto números melhores da economia recentemente, mas disse que há problemas de terminologia. "Nós temos um problema com a terminologia, porque normalmente dizemos que a economia está em recessão ou a economia em recuperação. Ou você está no inferno, ou você está no céu. E o problema é na verdade estamos no purgatório", afirmou.

"Na verdade, estamos em uma situação quase de certeza o PIB está crescendo (...). Mas há quase uma certeza de que estamos perdendo empregos. A taxa de desemprego vai continuar a subir", completou Krugman.

Já Reich foi mais direto em sua avaliação. "Não há nenhuma evidência de que esta economia está indo muito melhor. O melhor que se pode dizer é que estamos piorando de forma mais lenta".

Fonte - Terra

Nota DDP: Veja também:

- Dólar deve ser substituído por nova divisa internacional
- China pode ser próxima 'bolha' da economia


OMS teme risco de uma nova onda da doença

A Organização Mundial da Saúde (OMS) advertiu para um aumento no número de casos da chamada gripe A quando o inverno voltar ao hemisfério norte, no fim do ano. Da mesma forma, alertou a sociedade civil e organizações não-governamentais a ajudarem os governos a conter a pandemia com redes de informação e campanhas educativas.

O temor da OMS é o colapso do sistema de saúde de países onde ele é mais frágil e já onerado por outras epidemias como tuberculose, malária e Aids. Isso potencializaria a disseminação e o impacto da doença, que na maioria dos casos evolui de forma “suave e com recuperação total sem necessidade de cuidados médicos’’.

O peso da epidemia sobre o sistema de saúde brasileiro era considerado “moderado’’ – acima de “pequeno’’, abaixo de “severo’’ – até a primeira semana deste mês, último dado disponível e que tem base em informações passadas pelo Brasil.

– É certo que haverá mais casos e mortes – disse o diretor da OMS para o Pacífico Oeste, Shin Young-soo.

Até agora, a doença atingiu 182 mil pessoas no mundo e provocou pelo menos 1.799 mortes, segundo números que a própria OMS afirma estarem subestimados.

– A pandemia está se espalhando rapidamente, mas sua evolução futura não pode ser prevista. A maioria dos dados que temos foi coletada em países onde o sistema de saúde funciona bem – informou a OMS.

Ou seja: a “explosão’’ de casos aparece justamente quando a epidemia avança nos países desenvolvidos, concentrados no hemisfério norte, onde é verão agora e os índices de contaminação desaceleraram, embora não tenham estancado.

Em Genebra, a OMS convocou a sociedade civil para ela ajudar a identificar grupos mais vulneráveis – gestantes, cardíacos, diabéticos e imunodeprimidos são os alvos – e a divulgar informações sobre prevenção, educando a população sobre sintomas a serem tratados em casa.

Fonte - Diário Catarinense


Três tremores em 15 dias levam japoneses a aumentarem preparativos para o 'Grande Terremoto'

TÓQUIO - Crianças brincando sozinhas nos parquinhos da cidade, bicicletas estacionadas sem cadeado nas ruas, lojas e restaurantes cheios e dados econômicos indicando que o Japão começa a sair da recessão. O verão em Tóquio é tranquilo e, aparentemente, seguro, não fosse por um problema: a terra anda tremendo mais do que deveria. Em 15 dias foram registrados três tremores no país - dois deles fortemente sentidos na capital, que tem a maior concentração urbana do mundo. Os últimos sismos voltaram a fazer o país discutir os preparativos para um terremoto de proporções catastróficas, mostra reportagem da correspondente Cláudia Sarmento, publicada na edição deste domingo do jornal O GLOBO. Trata-se de um velho fantasma que ganha formas mais concretas cada vez que o solo japonês balança.

Especialistas afirmam que um grande terremoto no Japão é questão de tempo. Cientistas declararam nos últimos dias que a recente atividade sísmica poderia indicar que o tremor esperado desde a década de 70 está próximo. A Agência Meteorológica do Japão (AMJ), órgão que monitora a possibilidade de desastres naturais, desmente a existência de provas científicas sobre a iminência de um abalo devastador, mas confirma a alta probabilidade de que isso possa ocorrer nos próximos anos. O desastre já tem nome: Terremoto Tokai, uma referência à área a sudoeste de Tóquio que seria atingida em cheio.
...
Sites do governo falam em 87% de chance de um violento terremoto sacudir a região de Tokai nos próximos 30 anos - previsão revista anualmente. Segundo as estimativas, a intensidade seria de oito pontos, mais de nove mil pessoas morreriam e os prejuízos à segunda economia do mundo chegariam a US$ 386 bilhões. A responsável pela catástrofe seria a falha de Nankai, que se movimenta produzindo grandes tremores a cada 118 anos. O último na área, com magnitude de 8,4, pontos na escala Richter foi em 1854. Cada tremor mais intenso é visto como um ensaio para o Tokai, ou o Grande Terremoto, como os japoneses se referem a ele. No último dia 11, a província de Shizuoka, onde vivem 50 mil brasileiros, enfrentou o teste. A terra tremeu (6,4 pontos), matou uma pessoa, feriu 123 e danificou 5.200 construções.

Fonte - O Globo


sábado, 22 de agosto de 2009

A liberdade de "Foreverland"

“Lembra-te também do teu Criador nos dias da tua mocidade, antes que venham os maus dias, e cheguem os anos em que dirás: Não tenho prazer neles” (Ecles 12:1)

Um raro momento de lucidez nos últimos anos de vida de Michael Jackson aparentemente resultou no artigo "My Childhood, My Sabbath, My Freedom", publicado no site "Beliefnet" em dezembro de 2000.

A religião de Michael Jackson raramente foi alvo dos holofotes que o cercaram, mas certamente esteve presente em sua trajetória. Ele cresceu em contato com as Testemunhas de Jeová, religião de sua mãe, teve uma babá judia chamada Rose Fine, e, mais recentemente, boatos não comprovados anunciaram sua conversão para o islamismo. Talvez por isso o artigo escrito por incentivo do rabino amigo Shmuley seja ainda mais curioso.

A partir da experiência de um sábado na casa do rabino, recordações da infância traumática e insights sobre a alegria decorrente da observância da ordenança bíblica são registrados e questionados. Já que sua influência apontava para o sábado como sendo o domingo (para as Testemunhas de Jeová), o Sábado (para os judeus) ou a sexta-feira (para os muçulmanos), note apenas o conceito geral sobre o Sábado nos trechos extraídos do artigo:

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sexta-feira, 21 de agosto de 2009

Rejeitado pedido para tirar crucifixo de locais públicos

A presença de símbolos religiosos em prédios públicos não ofende os princípios constitucionais da laicidade do estado nem de liberdade religiosa. Com esse entendimento, a Justiça Federal em São Paulo rejeitou pedido do Ministério Público Federal (MPF) para a retirada dos símbolos dos prédios públicos. A decisão, em caráter liminar, é da juíza federal Maria Lúcia Lencastre Ursaia, da 3ª Vara Cível Federal de São Paulo, em Ação Civil Pública, iniciada com representação de Daniel Sottomaior Pereira.

Presidente de uma Associação Brasileira de Ateus e Agnósticos, Sottomaior alegou ter se sentido ofendido com a presença de um “crucifixo” num órgão público. Em 2007, ele já havia representado ao Ministério Público Estadual, reclamando providências para retirada de um crucifixo no plenário da Câmara Municipal de São Paulo. O promotor de Justiça Saad Mazloum indeferiu a representação. Decisão confirmada pelo Conselho Superior do Ministério Público.

Agora, o MPF entendeu que a foto do crucifixo mostrada pelo autor representava desrespeito ao princípio da laicidade do Estado, da liberdade de crença, da isonomia, da impessoabilidade da Administração Pública e feria o princípio processual da imparcialidade do Poder Judiciário.

Para a juíza, o Estado laico não deve ser entendido como uma instituição anti-religiosa ou anti-clerical. “O Estado laico foi a primeira organização política que garantiu a liberdade religiosa. A liberdade de crença, de culto e a tolerância religiosa foram aceitas graças ao Estado laico e não como oposição a ele. Assim sendo, a laicidade não pode se expressar na eliminação dos símbolos religiosos, mas na tolerância aos mesmos”, afirmou a juíza em seu despacho cautelar.

Na opinião da juíza, num país como o Brasil, que teve formação histórico-cultural cristã, a presença de símbolos religiosos em espaços públicos é natural, “sem qualquer ofensa à liberdade de crença, garantia constitucional, eis que para os agnósticos ou que professam crença diferenciada, aquele símbolo nada representa assemelhando-se a um quadro ou escultura, adereços decorativos”.

A juíza federal entendeu que não ocorreram as alegadas ofensas à liberdade de escolha de religião, de adesão ou não a qualquer seita religiosa, nem à liberdade de culto e à liberdade de organização religiosa, pois são garantias previstas na Constituição Federal.

“A laicidade prevista na Constituição veda à União, Estados, Distrito Federal e Municípios estabelecerem cultos ou igrejas, subvencioná-las, embaraçar-lhes o funcionamento ou manter com elas ou seus representantes relação de dependência ou aliança, previsões que não implicam em vedação à presença de símbolos religiosos em órgão público”. Por fim, em exame preliminar, a juíza negou o pedido do MPF.

Fonte - Conjur



Seria o templo um modelo ou ideal para a igreja?

Exposição de motivos: Muito tem se debatido acerca da impropriedade de se traçar qualquer paralelo entre o templo do AT e a Igreja nestes últimos dias. É imperativo observar que esta separação é a pedra de toque que orienta inúmeras justificativas para novas práticas no culto ao Senhor. Embora obviamente o alinhamento não seja total, entendo que o erro está em se excluir todos os marcos, algo comum nestes dias. Neste pensar, trago a parte final de recente artigo publicado no Advir de lavra do Pr. Vanderlei Dornelles:

O templo terrestre é uma representação em dois sentidos. Ele aponta para o Messias vindouro, mas também retrata a santidade do santuário celestial, onde os filhos de Deus serão recebidos por ocasião das “bodas do Cordeiro” (Ap 19:1, 7,8, 7:9), e quando com harpas cantarão o “cântico novo” (Ap 14:2-3). A “noiva” que se “atavia” para as bodas é a igreja que se prepara para estar lá, na presença de Deus, para o louvor no próprio santuário celestial.

Ellen G. White diz que “da santidade atribuída ao santuário terrestre os cristãos devem aprender como considerar o lugar onde o Senhor propõe encontrar-se com seu povo”. Ela acrescenta que “as coisas sagradas e preciosas, destinadas a prender-nos a Deus, estão quase perdendo sua influência sobre nosso espírito e coração, sendo rebaixadas ao nível das coisas comuns”. E por fim, compara, “para a alma crente e humilde, a casa de Deus na Terra é como a porta do Céu. Os cânticos de louvor, a oração, a palavra ministrada pelos embaixadores do Senhor, são os meios que Deus proveu para preparar um povo para a assembléia lá do alto, para a reunião sublime à qual coisa alguma que contamine poderá ser admitida” (TS, II, 193).


Acrescente-se:

"É um fato deplorável que a reverência pela casa de Deus esteja quase extinta. As coisas e lugares sagrados já não se discernem; as coisas santas e elevadas não são apreciadas. Não haverá uma causa para essa falta de legítima piedade nas famílias? Não será acaso porque a elevada norma da religião esteja abatida até ao pó? Deus deu a Seu povo na antiguidade regras precisas e exatas sobre ordem. Porventura terá mudado? Não será Ele mais o Altíssimo e Todo-poderoso que domina sobre o Universo? Não conviria lermos as instruções que Deus mesmo Se dignou dar aos antigos hebreus para que nós, que temos a Verdade gloriosa irradiando sobre nós, os imitemos em sua reverência para com a casa de Deus? Temos motivos de sobra... para ser mais ponderados e reverentes em nosso culto do que os judeus. Mas o inimigo tem estado a trabalhar, a fim de destruir nossa fé na santidade do culto cristão." (Testemunhos Seletos, vol. 2, pág. 198)

Para pensar: Se no tempo de EGW a reverência estava quase extinta, não se discerniam as coisas e lugares sagrados, além do santo e elevado não ser apreciado, qual seriam as condições para os nossos dias? Não estaria em tempo de novamente "lermos as instruções" e "imitar" os hebreus em relação à casa do Senhor, ao revés de se defender que não há paralelo a ser considerado entre templo e Igreja?

"O inimigo tem estado a trabalhar, a fim de destruir nossa fé na santidade do culto cristão".


A "Segunda Revolução Americana" já começou

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Embora ainda nas suas fases iniciais, a "Segunda Revolução Americana" já está em curso. No entanto, isto que nós prevemos se tornará a mais profunda tendência política do século. A tendência que vai mudar o mundo ­ainda é invisível para aqueles mesmos experts, autoridades e comentaristas que só viram a crise financeira chegar no momento em que o fundo da economia cedeu.

Previsão de tendência: as condições continuarão a deteriorar-se. A economia global é uma doente em fase terminal. A recessão está numa breve remissão e não nas fases iniciais de recuperação. Dinheiro barato, crédito fácil, empréstimo irrestrito causaram uma crise econômica que não pode ser curada por políticas monetárias e fiscais que promovem mais dinheiro barato, crédito fácil e empréstimo irrestrito.
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Previsão de tendência: antes de o ímpeto da "Segunda Revolução Americana" tornar-se irresistível, ele poderia ser descarrilado por meio de um acontecimento false flag para enganar o público, ou por meio de uma crise ou acontecimento genuínos, capazes de mobilizar toda a nação sob a liderança do presidente. Na pior das hipóteses, o diretor do Instituto de Pesquisa de Tendências, Gerald Celente, prevê: "Dado o padrão dos governos de apostar em fracassos notórios para gerar mega-fracassos, a tendência clássica que eles seguem é a de fazer seus países entrar em guerra quando tudo o mais tiver falhado".

Um atentado false flag, uma crise verdadeira, ou uma declaração de guerra podem retardar o ritmo da "Segunda Revolução Americana", mas nada vai detê-la.

Fonte - Mídia sem Máscara

Nota DDP: Sugiro a leitura integral do artigo.

No desenvolvimento do seu raciocínio, o articulista passa por questões já deflagradas em caráter popular: a tributação e a reforma de saúde. Sobre a questão da reforma de saúde, curiosamente, chamou-me a atenção a notícia de que os "Bispos americanos apoiam reforma do sistema de saúde", bem como que "Obama explica reforma na saúde a representantes religiosos", o que em superficial análise, demonstraria a necessidade de alinhamento do governo americano com grupos religiosos.

Por outro lado, o "quarto gatilho" constante do artigo, a questão da vacinação obrigatória, também parece ser bastante factível, vez que "Autoridades americanas começam a testar vacina contra gripe suína em crianças", também porque "Norte-americanos estão a perder a fé em Obama". De se lembrar ainda o post "EUA entrarão em guerra civil em 2010".

Sem contar o elemento econômico em si considerado, onde dizer-se que "as condições continuarão a deteriorar-se" ou "a economia global é uma doente em fase terminal", não é lá uma perspectiva das mais animadoras. Celente já acertou outras vezes.

Aguardemos para ver se "a tendência que vai mudar o mundo", que ­"ainda é invisível", se consumará.


Acesso à água está cada vez mais difícil, diz ONU

Segundo o Unicef, falta de acesso à água potável e saneamento também tem um forte impacto na educação das crianças, particularmente nos países pobres; Semana Mundial da Água foi aberta com um importante fórum em Estocolmo.

Cerca de 1 bilhão de pessoas no mundo não tem acesso a água potável devido ao crescente aumento da procura e baixa disponibilidade.

A afirmação foi feita pelo Fundo das Nações Unidas para a Infância, Unicef, em uma nota para marcar o início, no domingo, da Semana Mundial da Água.

Busca de soluções

Centenas de representantes de governos, sociedade civil e especialistas estão reunidos em Estocolmo, capital da Suécia, para partilhar soluções inovadoras em questões ligadas à falta de água e debater o seu impacto sobre a pobreza, a saúde, a educação, a igualdade de genêro e meio ambiente.

O evento de uma semana é patrocinado pelo Unicef sob o tema "Responder aos desafios globais: o acesso à água para o bem comum".

O Unicef diz ser encorajador o fato de 87% da população mundial ter acesso a água potável.

O órgão indica, contudo, que cerca de 4,5 mil crianças morrem todos os dias antes de completarem cinco anos devido à falta de água, saneamento e higiene.
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Fonte - Radio ONU

Nota DDP: Ver também "A nova geografia das mudanças climáticas".


OMS diz que pior não passou e alerta para nova onda de gripe suína

A diretora da OMS (Organização Mundial da Saúde), Margaret Chan, pediu nesta sexta-feira à comunidade internacional que se prepare para uma provável segunda onda da gripe suína, denominada oficialmente gripe A (H1N1). Chan destacou ainda que os governos devem se preparar para o fornecimento de vacinas.

"Não podemos dizer que o pior já passou ou está a ponto de passar", declarou Chan, em uma mensagem de vídeo gravada e exibida na abertura de um congresso em Pequim sobre a gripe na região Ásia Pacífico.

"Devemos nos preparar para qualquer surpresa que nos reserve este novo vírus caprichoso (...) uma mutação constante e imprevisível é o mecanismo de sobrevivência do mundo microbiano", completou.

"Também devemos nos preparar para uma segunda, e inclusive uma terceira, onda como aconteceu em pandemias anteriores".

A diretora da OMS afirmou que é preciso enfrentar sem rodeios o fornecimento de vacinas. Mais de 20 empresas farmacêuticas no mundo inteiro se preparam para produzir vacinas seguras e eficazes, mas muitos criticam o adiantamento dos testes para que a vacinação possa começar antes do inverno no hemisfério norte.

"Precisamos obter opiniões sobre grupos prioritários para uma proteção inicial", disse. "É uma das decisões mais difíceis que os governos terão que tomar, sobretudo porque o fornecimento será extremamente limitado durante vários meses".

O vírus A (H1N1) da gripe suína já matou 1.799 pessoas em todo o mundo, a maioria no continente americano, segundo os dados mais recentes da OMS.

A organização declarou a primeira pandemia de gripe do século 21 no dia 11 de junho. O alerta, contudo, diz respeito à velocidade de propagação da doença e não à sua letalidade. No total, 170 países confirmaram casos.

Fonte - Folha

Nota DDP: Veja também:

- Cadê a gripe suína que estava aqui?
- Regulador britânico alerta que Tamiflu pode causar derrame

O que é verdade e o que não é? Como termina esta questão? O tempo dirá.


História da adoração – A política aliada ao misticismo

Capítulo 13

Caim deu origem a uma civilização de rebelião contra DEUS. Resultou na destruição do mundo por meio do dilúvio, por causa da corrupção generalizada do ser humano.

A comunidade pós-diluviana desenvolveu-se na região da Mesopotâmia, região dos rios Tigre e Eufrates. Enquanto falavam uma só língua, permaneceram não distantes de onde Noé saíra da arca, que certamente ainda estava vivo por ocasião da construção da Torre de Babel. A geração pós-diluviana quis mostrar-se independente de DEUS. Passaram a desenvolver deuses, surgindo o paganismo, ou seja, os deuses de cada pago, ou região. Eles desprezaram o verdadeiro DEUS Criador, que havia enviado o dilúvio, e destruído os seus antepassados.

Antes do terceiro milênio após a criação, levantou-se Ninrode, neto de Cam, bisneto de Noé. Este tornou-se poderoso, como já sabemos. Josefo escreveu sobre esse homem do passado: "Pouco a pouco, transformou o estado de coisas numa tirania, sustentando que a única maneira de afastar os homens do temor a Deus era fazê-los continuamente dependentes do seu próprio poder. Ele ameaçou vingar-se de Deus, se Este quisesse novamente inundar a terra; porque construiria uma torre mais alta do que poderia ser atingida pela água e vingaria a destruição dos seus antepassados. O povo estava ansioso de seguir este conselho, achando ser escravidão submeter-se a Deus; de modo que empreenderam construir a torre [...] e ela subiu com rapidez além de todas as expectativas."Jewish Antiquities (Antiguidades Judaicas), I, 114, 115 (iv, 2, 3).

Fontes antigas dizem que esta torre alcançou 212m de altura, ao certo não se sabe. Fato é que a torre era um símbolo de adoração. Por ela Ninrod se fez grande, e se fez carismático, alguém visto como um deus. Ele aliou a si poder político (era líder) militar (era um grande caçador) e místico (era visto como se fosse deus). Esse sistema de poder se espalhou pelo mundo todo, persiste, com algumas variantes, até os nossos dias. Os grandes de hoje ainda buscam o que Ninrode desejava: poder. Daquele império derivaram outros, fragmentados pelas diferentes línguas até os nossos dias.

Desenvolveu-se em Babilônia um sistema de adoração pagão, um culto naturalista, adoravam as forças vitais, veneravam os fenômenos naturais e os astros. Inventaram muitos deuses. Diziam que a monarquia descendia dos deuses do céu. Deuses celestes casaram-se para criar a Terra. A monarquia possuía o poder de interpretar a vontade divina perante os súditos. Cercavam-se de muitos sacerdotes, que lhes aumentavam poder por meio de rituais impressionantes e assustadores. O povo submetia-se aos monarcas porque temiam os deuses, imaginando os monarcas serem amigos desses seres divinos. Assim os monarcas dominavam sobre os súditos. Na verdade, a fertilidade imaginativa dos poderosos em inventar deuses, mitos e rituais era para sujeitar seus súditos, dominar sobre eles, e perpetuarem no poder seus filhos, e toda a sua descendência. Assim se inventou o direito de uma certa família dominar sobre as demais, pois esta era uma família divina. Assim como hoje muitos caem no conto do bilhete, os antigos caíram nessa estória inventada por homens gananciosos por poder, cujo primeiro mais importante depois do dilúvio foi Ninrod. A adoração fora transformada num instrumento de poder e dominação política. Era o que satanás pretendia para separar a humanidade do Deus Criador. Assim ele levou muitos, a maioria, a adorarem por medo e por necessidade de obtenção de favores. E se submetiam a família dos homenso amigos dos deuses. Estes, com seus sacerdotes, tornaram-se supostamente os protetores das pessoas comuns.

Fonte - Cristo Voltará



quarta-feira, 19 de agosto de 2009

Bispos da Ásia destacam poder unificador da Eucaristia

MANILA, terça-feira, 18 de agosto de 2009 (ZENIT.org).- Os bispos da Ásia propõem como prioridade favorecer o encontro íntimo e pessoal com Jesus Cristo e a comunhão entre as pessoas através de um novo fervor nas celebrações eucarísticas.

Assim assinala a mensagem final da nona edição da Assembleia Plenária da Federação das Conferências Episcopais Asiáticas (FABC), realizada em Manila (Filipinas), de 10 a 16 de agosto, com o tema “Viver a eucaristia na Ásia”.

“Neste sacramento, o Deus da unidade vem preencher e dotar nossa vida – pessoal e social – entregando-nos o dom da união com Ele e com o próximo”, indica a mensagem.

Nossas celebrações deveriam suscitar em todos a coragem para construir autênticas comunidades que reconciliem, perdoem e cuidem dos pobres e dos marginalizados”, acrescenta a mensagem final do encontro, que acontece a cada quatro anos.

O documento, divulgado nesse domingo, indica que “o amor aperfeiçoado no sacrifício oferecido por Jesus e renovado na Eucaristia gera um estilo de vida de amor sacrificado” e que “só isto pode conseguir verdadeira harmonia e paz”.

“A alma da Ásia tem sede de harmonia universal –destaca. A Eucaristia responde a esta busca; todo cristão e toda comunidade devem converter-se no que celebram: unidade na diversidade”.

Os bispos delegados participantes da reunião defenderam uma “cultura da escuta” que acolhe a Palavra de Deus de uma maneira contemplativa, “como a Virgem Maria”.

Em sua mensagem, lançam um chamado à esperança, destacando a Eucaristia como “uma memória capaz de curar o trauma do desespero”.

E também um chamado à missão: “Nossas celebrações eucarísticas precisam tocar os corações dos asiáticos, que amam a cor, as flores, os símbolos, a música e a contemplação”, indica a mensagem.

A IX reunião plenária da FABC, com 117 participantes, concluiu no domingo com uma celebração eucarística presidida pelo enviado papal, o cardeal Francis Arinze, no Centro Pio XII de Manila.

Na homilia, o purpurado destacou cinco elementos do sacrifício da missa: a fé e a reverência devida à Eucaristia; o modo digno e apropriado de celebrar o Mistério; a Palavra de Deus e a Eucaristia; a celebração eucarística e a inculturação, e a função do bispo diocesano.

Também assinalou o lugar central da Eucaristia no culto divino, citando a encíclica de João Paulo II Ecclesia de Eucharistia e a exortação apostólica de Bento XVI Sacramentum Caritatis.

“Estamos convencidos de que uma celebração da Eucaristia significativa, contemplativa, de experiência e oração –destaca a mensagem final do encontro– tem o potencial de fazer das comunidades cristãs da Ásia poderosas testemunhas de Jesus, testemunhas portadoras de sua presença, seu amor e seu poder curativo”.

Fonte - Zenit

Nota DDP: Consta da Ecclesia de Eucharistia:

"Por isso, os fiéis católicos, embora respeitando as convicções religiosas destes seus irmãos separados ["comunidades eclesiais" - não católicos], devem abster-se de participar na comunhão distribuída nas suas celebrações, para não dar o seu aval a ambiguidades sobre a natureza da Eucaristia e, consequentemente, faltar à sua obrigação de testemunhar com clareza a verdade. Isso acabaria por atrasar o caminho para a plena unidade visível. De igual modo, não se pode pensar em substituir a Missa do domingo por celebrações ecuménicas da Palavra, encontros de oração comum com cristãos pertencentes às referidas Comunidades eclesiais, ou pela participação no seu serviço litúrgico. Tais celebrações e encontros, em si mesmos louváveis quando em circunstâncias oportunas, preparam para a almejada comunhão plena incluindo a comunhão eucarística, mas não podem substituí-la.
...
Esta eficácia peculiar que tem a Eucaristia para promover a comunhão é um dos motivos da importância da Missa dominical. Já me detive sobre esta e outras razões que a tornam fundamental para a vida da Igreja e dos fiéis, na carta apostólica sobre a santificação do domingo Dies Domini, recordando, para além do mais, que participar na Missa é uma obrigação dos fiéis, a não ser que tenham um impedimento grave, pelo que aos Pastores impõe-se o correlativo dever de oferecerem a todos a possibilidade efectiva de cumprirem o preceito. Mais tarde, na carta apostólica Novo millennio ineunte, ao traçar o caminho pastoral da Igreja no início do terceiro milénio, quis assinalar de modo particular a Eucaristia dominical, sublinhando a sua eficácia para criar comunhão: « É o lugar privilegiado, onde a comunhão é constantemente anunciada e fomentada. Precisamente através da participação eucarística, o dia do Senhor torna-se também o dia da Igreja, a qual poderá assim desempenhar de modo eficaz a sua missão de sacramento de unidade »."

Como já debatido em outras oportunidades, os dois pontos fulcrais estabelecidos pelo potificado de BXVI: ecumenismo e santificação do domingo. Neste compasso a importância da celebração eucarística como sinal da unidade buscada.

terça-feira, 18 de agosto de 2009

Bento XVI e Obama: religião, fator de conflito a fator de paz

PARIS, segunda-feira, 17 de agosto de 2009 (ZENIT.org).- No último número da revista Humanitas, da Pontifícia Universidade Católica do Chile, pode-se ler o ensaio do filósofo francês Henri Hude, membro do Conselho de Colaboradores dessa publicação chilena que circula de norte a sul no continente americano, no qual analisa, a partir da perspectiva da filosofia moral política, os discursos do Papa Bento XVI e do presidente Barack Obama no Oriente Médio.

Antigo professor do Instituto João Paulo II para a Família, em sua sede romana da Pontifícia Universidade Lateranente, e atual diretor do Centro de Pesquisas Éticas na Escola Saint-Cyr para oficiais militares na França, Hude conversou com Zenit sobre este ensaio, que já pode ser lido integralmente no site da Humanitas (www.humanitas.cl).

--Por que semelhante paralelo entre os diversos discursos de Bento XVI e os de Barack Obama?

--Henri Hude: A humanidade precisa empreender “um novo começo”, não somente no Oriente Médio. Bento XVI e Barack Obama o afirmam e empregam a mesma expressão. É a primeira e a última palavra deles. A meta apontada por este “novo começo” é a paz universal. Os dois desejam apontar sem utopia rumo a essa direção. Este “novo começo” só é possível, segundo ambos, quando se leva a religião seriamente em consideração. Os dois prestam especial atenção, por conseguinte, às condições culturais e espirituais da paz universal. Suas perspectivas sobre o porvir – diversas, mas cruzadas – sugerem uma possível recomposição positiva do panorama global, espiritual e temporal.
...
Fonte - Zenit

Nota DDP: O alinhamento filosófico entre os poderes eclesiástico e secular, já não é de hoje, é cada vez mais explícito. Quanto tempo até se darem efetivamente as mãos, como antecipou a profecia?


Obama diz que guerra no Afeganistão 'vale a pena'

O presidente americano Barack Obama pediu paciência à população nesta segunda-feira e disse que a guerra do Afeganistão "vale a pena". Segundo Obama, o conflito tem como objetivo defender os EUA contra outro possível ataque terrorista, como os de 11 de setembro de 2001.

O discurso de Obama durante a Convenção de Veteranos em Guerras Estrangeiras, no Arizona, foi feito para tentar reforçar o apoio popular à guerra de quase oito anos no Afeganistão, e acontece a poucos dias da eleição presidencial no país. O pleito é visto como um teste para a nova estratégia do Obama na região.

"A insurreição no Afeganistão não surgiu da noite para o dia", disse Obama. "Não a derrotaremos da noite para o dia. Não será rápido. Não será fácil", completou. Segundo o presidente americano, os terroristas que planejaram os ataques de 11 de setembro contra Nova York e Washington "estão conspirando para fazer isso de novo", com a ajuda de aliados extremistas no Afeganistão e no Paquistão

Ele reiterou que só colocará soldados em perigo quando for totalmente necessário. Obama também afirmou que deu aos militares uma missão clara e os equipamentos e meios para cumpri-la. "Esta guerra não é uma escolha. Esta é uma guerra necessária. Aqueles que atacaram a América em 11 de Setembro estão planejando fazê-lo de novo. Se os deixarmos agir, a insurgência Taleban será um reduto seguro ainda maior para a rede terrorista Al Qaeda planejar matar mais americanos", disse Obama.

Fonte - Veja

Nota DDP: Como se vê, mudam os peões, mas o jogo continua sendo exatamente o mesmo.


Ásia à beira de crise alimentar sem precedentes

ONU prevê grande turbulência social em um continente cuja população deve ganhar mais 1,5 bilhão de pessoas nos próximos 40 anos.

Isso fará com que a demanda por alimentos no continente asiático duplique até 2050. As Nações Unidas dizem que a região requer investimentos de centenas de bilhões de dólares para a implantação de melhores sistemas de irrigação.

De acordo com um relatório da Organização das Nações Unidas para Agricultura e Alimentação e do Banco Mundial, só uma melhor gestão dos recursos hídricos poderá fazer frente a uma combinação de pouca terra para o cultivo, clima cada vez mais imprevisível e escassez de água.

Fonte - Opinião e Notícia


Terremoto de quase 6 graus abala ilhas na Indonésia

Um terremoto de 5,9 graus de magnitude na escala Richter abalou nesta terça-feira as ilhas Molucas, na Indonésia, sem que por enquanto se tenha informação sobre vítimas ou danos materiais.

Segundo o Instituto de Geofísica e Meteorologia da Indonésia, o epicentro foi 127 Km a noroeste da cidade de Ternate e a 10 Km de profundidade.

Em 26 de dezembro de 2004, um terremoto de 8,9 graus sacudiu a ilha de Sumatra e gerou um tsunami que deixou mais 226 mil mortos em vários países. A Indonésia faz parte do chamado Anel de Fogo do Pacífico e sofre cerca de sete mil tremores todos os anos, a maioria deles de pouca magnitude.

Fonte - Folha


segunda-feira, 17 de agosto de 2009

AMB critica aprovação de acordo entre Brasil e Vaticano

Em nota, a Comissão Nacional de Direitos Humanos da AMB (Associação dos Magistrados Brasileiros) critica a aprovação pelo Congresso Nacional do acordo entre Brasil e Vaticano. A Comissão de Relações Exteriores da Câmara aprovou na semana passada o acordo, que cria o Estatuto Jurídico da Igreja Católica no Brasil.

O relator do texto, deputado Bonifácio de Andrada (PSDB-MG), afirmou que o acordo não fere a Constituição Federal, enfatiza a necessidade de relações internacionais com todos os povos e admite a aproximação com todas as religiões.

Composto por 20 artigos, o acordo foi assinado pelo Brasil e pelo Vaticano em 2008 e submetido à Câmara. O texto estabelece normas, entre outros assuntos, sobre o ensino religioso, o casamento, a imunidade tributária para as entidades eclesiásticas, a prestação de assistência espiritual em presídios e hospitais, a garantia do sigilo de ofício dos sacerdotes, visto para estrangeiros que venham ao Brasil realizar atividade pastoral.

O acordo também reforça o vínculo não-empregatício entre religiosos e instituições católicas, ratificando regras já existentes.

A AMB ressalta que o "modelo constitucional vigente instituiu a laicidade do Estado brasileiro, garantindo a liberdade religiosa a toda cidadania".

"O acolhimento do acordo pelo Congresso Nacional implicará em grave retrocesso ao exercício das liberdades e à efetividade da pluralidade enquanto princípio fundamental do Estado. Rogamos que as autoridades legislativas atuem nesta questão com rigorosa conduta constitucional", diz a nota, assinada pelo presidente da AMB, Mozart Valadares Pires.

A proposta ainda será analisada pelas comissões de Trabalho, Administração e Serviço Público; de Educação e Cultura; e de Constituição e Justiça e de Cidadania, antes de ser votada em plenário. Já há, no entanto, pedido de urgência para matéria, o que pode permitir a votação direta pelo plenário.

Fonte - Folha

Nota DDP: Veja também "De volta à Idade Média" e "O crucifixo e a democracia".

Dois lado de uma mesma questão: A liberadade religiosa.

Enquanto se vislumbra uma suspeita tentativa de implementar juridicamente a ingerência de um poder religioso no estado brasileiro, o que se fará expressamente, já que implicitamente tal condição já permeia todo o ordenamento jurídico, temos de outro lado a demonstração de intolerância de alguns contra a manifestação religiosa, curiosamente, deste mesmo poder religioso.

Da primeira matéria sugerida nos links destaco:

A concordata assinada por Lula e pelo Papa precisa ser aprovada pelo Congresso brasileiro para vigorar. Tem tramitado por lá sem maiores alardes, o que, em si, já é curioso.

Algo já tratado aqui. Do segundo link:

O Brasil, que foi Ilha de Vera Cruz e Terra de Santa Cruz, antes de ser um Estado é um povo que crê. E é porque crê que vive de sua própria esperança. O ataque ao crucifixo é um insulto a este povo e a esta sociedade que legitimam o poder.


Tudo isso demonstra o quanto o tema religioso é atual, mesmo em um país dito laico e, mais do que isso, tolerante.


França passa a estar aberta ao domingo

Os turistas descobriram este domingo mais lojas abertas em Paris. É o resultado da entrada em vigor da nova lei sobre o trabalho dominical. Uma lei polémica que cria desigualdades regionais entre os trabalhadores. Até agora só os estabelecimentos culturais, recreativos e a restauração é que podia ter horários de funcionamento normais ao domingo, em certas zonas.

Mas de hoje em diante, todo o comércio em Paris, Lille e Marselha, pode estar legalmente aberto tendo os trabalhadores direito a um dia de folga por domingo trabalhado e a serem pagos a dobrar. Por outro lado nas cidades turísticas e termais a lei não prevê a concessão de compensações aos empregados.

Os turistas estão naturalmente satisfeitos com a medida. Isto porque podem “distrair-se nas compras”. Já os franceses, contestam a lei porque “os trabalhadores também têm direito a descansar e o domingo é dia para passear”.

Os comerciantes vêem com bons olhos a medida com a perspectiva de ganhos adicionais num dia em que a França estava até agora quase totalmente encerrada, mas não faltam os que temem pela vida familiar dos funcionários que vão servir ao domingo.

Os supermercados e padarias também passam a poder estar abertos mais 60 minutos, tendo agora que fechar apenas à uma da tarde. A nova lei já levou os empregados de alguns grandes armazéns a virem para a rua protestar por causa da degradação das suas condições de trabalho e de vida.

Os próximos tempos prometem mais contestação à medida que os trabalhadores forem sentindo na pele os efeitos do trabalho ao domingo.

Fonte - Euronews

Nota DDP: Veja também "A França aberta aos domingos".


Pouco tempo para acordo climático, diz ONU

Acordo em dezembro será condição para evitar que mudanças climáticas se tornem irreversíveis, de acordo com o chefe da Convenção da ONU sobre o tema, Yvo de Boer; reunião preparatória de Bonn terminou nesta sexta-feira.

O chefe da Convenção da ONU sobre Mudanças Climáticas, Yvo de Boer, defendeu a intensificação das negociações sobre o tema para que seja alcançado um acordo em Copenhague.

Ele falou nesta sexta-feira, em Bonn, na Alemanha, no fim da 3ª reunião preparatória para a conferência internacional, agendada para dezembro na capital da Dinamarca.

Urgência

De Boer lembrou que, apesar de dezembro parecer distante, os países dispõem de apenas 15 dias para negociar antes do evento.

Os negociadores voltarão a reunir-se em Bangcoc, na Tailândia, em outubro, e em Barcelona, na Espanha, um mês depois.

Yvo de Boer disse que apesar de alguns progressos terem sido feitos em Bonn, o mundo não vai conseguir um acordo em Copenhague se as negociações continuarem no ritmo atual.

Condição Inequívoca

Ele afirmou que um acordo sobre a segunda fase de cumprimentos do Protocolo de Kyoto é uma condição para impedir que as mudanças climáticas se tornem irreversíveis.

De Boer indicou que uma resposta de consenso sobre o aquecimento global é a única forma de evitar a marginalização dos países em desenvolvimento durante esta fase de negociações.

Fonte - Radio ONU

Nota DDP: Veja também "Ban Ki-moon alerta para 'catástrofe climática'".


Mundo precisará conservar água

O diretor do Instituto Internacional de Gerenciamento de Água, Colin Chartres, defendeu que o mundo comece o mais cedo possível um processo para a conservação de água e seu melhor aproveitamento na colheita. Segundo ele, não será possível alimentar os 2,3 bilhões de habitantes que o mundo receberá até 2050 a menos que mudanças sejam feitas.

Os países mais vulneráveis à escassez de água também são aqueles com o maior número de habitantes: China e Índia. O Instituto apontou que as chuvas do período de monções ficaram 56% abaixo da média na Índia, o que sugere um período de seca no país.

Chartres criticou medidas como a transposição de rios. Para ele, existem medidas bem mais efetivas e baratas, como a reparação de canais de irrigação velhos e com vazamentos.

Fonte - Opinião e Notícia


Terremoto de 6,5 graus atinge Japão

Um terremoto de 6,5 graus de magnitude atingiu as ilhas do sul do Japão nesta segunda-feira e gerou um alerta de tsunami, segundo a Agência Meteorológica do país.

Segundo a emissora de TV pública NHK, não houve relatos iniciais de danos ou de vítimas.

O tremor, ocorrido às 19h11 locais (7h11 em Brasília), atingiu o nível 2 na escala de intensidade japonesa, que vai de 1 a 7. Isso significa que o terremoto pode ser sentido por algumas pessoas em prédios e que objetos pendurados, como lâmpadas, poderiam balançar levemente.

O epicentro fica a cerca de 140 km ao sul da ilha de Ishigaki, em uma profundidade de 10 km.

O tremor se seguiu a outro que também atingiu a região dez horas antes.
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Fonte - Folha


sábado, 15 de agosto de 2009

A Confiança de Ellen White na Liderança da Igreja

De vez em quando ressurgem pessoas declarando que Ellen White deixou de confiar na Igreja Adventista de sua época.

Essas pessoas mal-intencionadas costumam isolar citações pontuais de Ellen White, proferidas em momentos de crise da liderança instituicional (especialmente antes da reforma administrativa do início do séc. XX), e utilizam estes textos isolados para tentarem mostrar que a IASD se apostatou do ideal de Deus e, por isso, Ele a rejeitou.

Estes movimentos dissidentes pseudo-reformatórios sempre existiram, e continuarão a existir até o fim. Aliás, estamos vendo na Lição deste trimestre que os grupos dissidentes apostatados tinham presença marcante já na época do apóstolo João, ou seja, a apenas 40 ou 50 anos depois da ressurreição de Cristo. Portanto, fica evidente que gente para criticar e torcer a Verdade nunca foi novidade para o povo de Deus!

Na minha modesta opinião, o maior argumento que se pode utilizar em favor da confiança que Ellen White mantinha na Igreja Adventista, foi o fato de ela ter deixado em seu Testamento toda sua produção literária sob os cuidados da Organização. Se em 1914 já existiam movimentos dissidentes pseudo-reformatório, e Ellen White morreu em 1915, seria de se esperar que ela tivesse deixado para os dissidentes o seu legado literário... mas isso não ocorreu!

O motivo? Simples... ela nunca deixou de confiar na direção de Deus para com a Sua Igreja do coração.

Para concluir, deixo algumas citações que ela escreveu sobre a fé que mantinha na vitória final da Igreja Adventista do 7º Dia, apesar de todas as lutas enfrentadas.

“A Igreja de Cristo na Terra será imperfeita, mas Deus não destrói Sua igreja por causa de sua imperfeição” - Igreja Remanescente, pág. 42.

“Digo novamente: O Senhor não falou por nenhum mensageiro que chame a igreja que observa os mandamentos de Deus, Babilônia. É verdade que há joio com o trigo, mas Cristo disse que enviaria Seus anjos para juntar primeiro o joio e atá-lo em molhos para ser queimado, mas recolher o trigo no celeiro. Sei que o Senhor ama Sua Igreja. Ela não deve ser desorganizada ou esfacelada em átomos independentes. Não há nisto a mínima coerência; não existe a mínima evidência de que tal coisa venha a se dar. Aqueles que derem ouvidos a essa falsa mensagem e procurarem fermentar outros, serão enganados e preparados para receber mais avançados enganos, e virão a nada. Há em alguns dos membros da Igreja orgulho, presunção, obstinada incredulidade, e recusa a ceder em suas idéias, embora se amontoe prova sobre prova, que faz aplicável a mensagem à igreja de Laodicéia. Mas isto não extinguirá a Igreja. Deixai que tanto o joio como o trigo cresçam juntos até à ceifa. Então os anjos é que farão a obra de separação” - Idem, pág. 60-61.

“Cobro ânimo e sinto-me abençoada ao reconhecer que o Deus de Israel está guiando o Seu povo, e continuará com eles até o fim” - Test. Seletos, 3:439.

“A mensagem que declara a Igreja Adventista babilônia e chama o povo de Deus a sair dela, não vem de nenhum mensageiro celeste, ou nenhum instrumento humano inspirado pelo Espírito de Deus” - Mens. Escolhidas, 2:66.

“O Senhor deu a Seu povo apropriadas mensagens de advertência, repreensão, conselho e instrução, mas não é próprio tirar estas mensgaens de sua conexão, e pô-las onde pareçam reforçar mensagens de erro. No folheto publicado pelo irmão S e seus companheiros, ele acusa a Igreja de Deus de ser babilônia, e insiste em que haja uma separação da Igreja. Esta é uma obra que não é honrosa nem justa. Compondo aquele folheto, serviram-se de meu nome e de meus escritos para apoio do que eu desaprovo e denuncio como erro” - Test. para Ministros, pág. 36.

“Alguns há que apanham da Palavra de Deus e também dos Testemunhos parágrafos ou sentenças destacados que podem ser interpretados de maneira a se ajustarem às suas idéias, e nelas se detêm, e encastelam-se em suas próprias posições, quando Deus não os está dirigindo. Aí está o vosso perigo. Tomais passagens dos testemunhos que falam do fim do tempo da graça, da sacudidura do povo de Deus, e falais da saída dentre esse povo de um outro povo mais puro, santo, que surgirá. Orá, tudo isso agrada ao inimigo” - Mens. Escolhidas, 1:179.

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Para os que desejarem se aprofundar no tema, sugiro a leitura do excelente livro "A Igreja Remanescente", com citações de Ellen White que mostram de forma completa e inequívoca o que ela achava desses movimentos dissidentes que querem destruir a fé do povo do Advento.

No site do Centro White no Brasil também é possível encontrar a refutação para muita mentira que costuma ser dita por ai, por pessoas que se utilizam erroneamente de citações de Ellen White, ou pior, até inventando declarações que ela nunca escreveu.

Sabemos muito bem que é o "pai da mentira"!

"para que não mais sejamos como meninos, agitados de um lado para outro e levados ao redor por todo vento de doutrina, pela artimanha dos homens, pela astúcia com que induzem ao erro"
(Efés. 4:14).

Fonte - Prof. Gilson Medeiros


sexta-feira, 14 de agosto de 2009

"Como folhas de outono... " 16

O pastor Fernando Iglesias Martins é natural de São Paulo (capital). Casado com Maricéu Martins (conhecida pelo programa infantil “Tia Cecéu”, transmitido pela TV e Rádio Novo Tempo), é pai de três filhos: Lucas, Gabriel e Felipe.

Formou-se em Teologia no IAE (Instituto Adventista de Ensino – atual UNASP c1) no ano de 1986.

Nesta série "O Caminho", ele trata dos principais temas relacionados às mais belas verdades bíblicas, em vinte e quatro lições imprescindíveis ao desenvolvimento da jornada cristã.

01) - A Rota do caminho
02) - O começo do caminho
03) - O caminho da liberdade
04) - O caminho de volta
05) - O caminho da felicidade
06) - Placas no caminho
07) - O fim do caminho
08) - O caminho sem volta
09) - O caminho para a vida
10) - O caminho de casa
11) - O único caminho
12) - Caminho a verdade e a vida
13) - O caminho da balança
14) - Regras do caminho
15) - O caminho do descanso
16) - Um caminho sem atalhos
17) - O caminho da cura
18) - O caminho da verdade
19) - O caminho do sucesso
20) - Um caminho estreito
21) - O caminho da decisão
22) - O caminho da reconciliação
23) - Companhia no caminho
24) - Este é o caminho, andai por ele

Espero que seja útil aos irmãos. Não se esqueçam de duplicar, "como folhas de outono", atendendo ao "ide" do Mestre. E descansem no Senhor. Feliz Sábado.

Soli Deo Gloria

"Disseminai-os como as folhas no outono. Esse trabalho deverá continuar sem estorvo de pessoa alguma. Almas perecem sem Cristo. Sejam elas advertidas de Seu breve aparecimento nas nuvens do céu." (Testemunhos Seletos V3 - Pág. 235)

FAQ

Outras programações:
- Com o Pr. Iglesias, o mesmo tema em vídeo pode ser acessado aqui.
- Ainda com o Pr. Iglesias, Semana de Oração Jovem "Toque minhas mãos", aqui.
- Séries "Como folhas de outono..."

Países têm de conservar água para evitar escassez

Por Gerard Wynn LONDRES (Reuters) - O mundo só poderá alimentar a população adicional de 2,3 bilhões de pessoas até 2050 por meio da conservação da água e do aumento da produtividade no campo, disse nesta sexta-feira o diretor do Instituto Internacional de Gerenciamento de Água, Colin Chartres. A entidade tem sua sede no Sri Lanka.

O desafio para abastecer populações maiores, com estilo ocidental de alimentação e cada vez mais demanda por biocombustíveis, se mistura à ameaça aos suprimentos de água para irrigação por causa das mudanças climáticas e da competição das cidades pelo produto, disse Colin Chartres.

As respostas dependem do aumento da produtividade das lavouras e do uso mais cuidadoso da água em países vulneráveis, especialmente os gigantes em desenvolvimento na Ásia, a China e a Índia.

"Se você olhar as tendências atuais, verá que precisaremos de muito mais água, e nós não temos," disse Chartres à Reuters, em Londres, antes do lançamento de um relatório do instituto sobre revitalização da irrigação na Ásia, durante a Semana Mundial da Água, na semana que vem, em Estocolmo.

"Em 2050, será preciso cerca do dobro da quantidade de alimento e forragens e do dobro de água que temos agora. Muitos países usam de 70 a 90 por cento de sua água na agricultura. Minha hipótese é que esse porcentual se reduzirá para 60 a 70 por cento por causa da competição para outros usos, tais como a urbanização."

"Até 2030 a demanda vai exceder o fornecimento de água na Índia em torno de 20 a 40 por cento. No momento a demanda é um pouco menor do que o suprimento," disse ele.
...
A crescente adesão a dietas alimentares no estilo ocidental está inflando a demanda por água. Chartres citou uma estimativa de que uma dieta vegetariana requer cerca de 2.000 litros de água por dia em comparação com 5.000 litros de uma dieta baseada em carne.

Fonte - Último Segundo

Nota DDP: Veja também alguns dados interessantes em "Qual será o futuro de nossos netos?". Independentemente dos motivos do discurso ou dos fundamentos relacionados às questões ambientais, as previsões parecem não ser das mais otimistas para um espaço de tempo um tanto quanto curto.

Antártida: geleira derrete 4 vezes mais rápido que há 10 anos

O glacial da ilha de Pinos, na região ocidental da Antártida, está derretendo em um ritmo quatro vezes maior que há 10 anos, segundo um estudo de cientistas da University College de Londres publicado na revista Geophysical Research Letters. Segundo a investigação, realizada a partir de análises de imagens de satélite, a superfície de gelo do glacial está se reduzindo em um ritmo de 16 m por ano, frente aos 4 m que perdia de acordo com os estudos feitos em 1999.

O degelo causou uma perda de até 90 m de sua composição, o que pode ter um impacto significativo no nível das águas do oceano em 3 cm. O glacial da ilha de Pinos é o maior dos que se estendem até o mar na Antártida e seu estado pode ser um indício de mudanças na capa de gelo interior.

A rapidez com que o glacial derretia foi constatada há 15 anos. Os cientistas calcularam que, com este ritmo, a plataforma sumiria em 600 anos, mas, de acordo com o estudo, a ilha de Pinos teria apenas mais 100 anos. O degelo é especialmente rápido no centro do glacial, o que pode acelerar seu processo de ruptura e a afetar a cobertura de gelo no interior do continente.

Andrew Sheperd, da Universidade de Leeds, que colaborou com a pesquisa, afirmou que existe um risco latente da geleira sofrer um desmoronamento generalizado. "Agora podemos assegurar sem temor de se equivocar que nada conhecido na natureza está se perdendo em um ritmo exepcionalmnente acelerado como este glacial", explicou.

Fonte - Terra

Rio Eufrates pode desaparecer no Iraque

Por todos os pântanos, os coletores de junco, pisando em terra por onde antes flutuavam, gritavam para os visitantes em um barco de passagem. “Maaku mai!”, eles gritavam, erguendo suas foices enferrujadas. “Não há água!” O Eufrates está secando. Estrangulado pelas políticas de água dos vizinhos do Iraque, a Turquia e a Síria; dois anos de seca e anos de uso inadequado pelo Iraque e seus agricultores, o rio está significativamente menor do que há apenas poucos anos. Algumas autoridades temem que em breve poderá ser a metade do que era.

O encolhimento do Eufrates, um rio tão crucial para o nascimento da civilização que o Livro do Apocalipse [Ap 16:12] profetizou sua seca como um sinal do final dos tempos, tem dizimado as fazendas ao longo de suas margens, tem deixado pescadores empobrecidos e esvaziado as cidades à beira do rio, à medida que os agricultores fogem para cidades maiores à procura de trabalho. (UOL)
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[Extraído do Blog Criacionismo]

Nota DDP: Veja também "Rio Eufrates sofre há dois anos com seca e poderá desaparecer do Iraque", especialmente os comentários, que servem também para este post.

Apocalipse 16:12
Derramou o sexto a sua taça sobre o grande rio Eufrates, cujas águas secaram, para que se preparasse o caminho dos reis que vêm do lado do nascimento do sol.



Deutsche Bank reitera cautela e vê "mundo em apuros" em 2010

SÃO PAULO - Atento aos rumores sobre a recuperação, o economista chefe do Deutsche Bank, Norbert Walter, reiterou sua visão conservadora e disse nesta quinta-feira (13) que 2010 poderá ser um dos piores anos já vividos na economia mundial.

Em entrevista concedida à agência de notícias CNBC, o especialista afirmou que muitos governos não terão condições de começar a pagar as contas dos estímulos adotados para combater os efeitos do subprime, o que trará complicações para a economia global.

"Eu acredito que os pacotes de resgate têm sido tão custosos para os governos que se livrar desses incentivos fiscais será uma coisa muito dolorosa", comentou Norbert Walter, que sugeriu que "o mundo estará em apuros" no ano que vem.

Recuperação em letras

Diante do horizonte tenebroso, o economista chefe do Deutsche Bank afirmou esperar uma recuperação lenta e gradual da economia, semelhante a três ciclos em forma de "U".

"Muita gente está esperando uma recuperação em forma de W. Eu acho que o mais provável será termos ciclos mais lentos de melhora, uma vez que muitos blocos ainda deverão passar por dificuldades antes de sair da crise", sugeriu o entrevistado.

Por fim, Norbert Walter comentou suas expectativas para o mercado de trabalho e disse enxergar ainda espaço para crescimento no número de demissões. Segundo ele, muitos governos evitaram mexer na folha de pagamentos pensando que a crise seria breve e superficial. Com as dificuldades para custear as medidas de incentivo, as reduções no quadro de funcionários deverão ser a principal saída para angariar os recursos no âmbito público.

Fonte - MSN

Nota DDP: Ver também "Caritas in veritate é bússola para redefinir sistema econômico mundial".

[Colaboração - Marcos Correia e Silva]


Mortos por causa de tufão podem chegar a 500

O presidente de Taiwan, Ma Ying-jeou, anunciou nesta sexta-feira que deve chegar a 500 o número de mortos por causa da passagem do tufão Morakot pelo país.

Segundo ele, foram confirmadas as mortes de 120 pessoas até o momento.

Além disso, de acordo com o presidente, cerca de 380 pessoas estariam soterradas vivas em um dos vários locais onde houve deslizamento de terra na vila de Hsiaolin.

Esta é a primeira vez que o governo divulga números e estimativas desde que a ilha asiática foi atingida pelo tufão, no último fim de semana.
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Fonte - BBC


quinta-feira, 13 de agosto de 2009

Uma guerra sem fim à vista

Não sei quantos notaram, mas tropas de cerca de 50 países, dos cinco continentes, estão se constituindo na maior coligação militar da história para combaterem um só inimigo. Com comando unificado, a força reunida pela Organização do Tratado do Atlântico Norte concentra-se no Oriente Médio para enfrentar o Taleban no Afeganistão.

Desde 1999, quando completou 50 anos, a OTAN tem entre seus associados países do extinto Tratado de Varsóvia, a organização que juntava a União Soviética e seus países satélites, contra a qual o grupo ocidental tinha sido criado para defender a Europa. O paradoxo vai mais longe.
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O general britânico David Richards, que assumirá a chefia geral do Estado maior no próximo dia 26, já declarou “que não há chance da Otan se retirar e que isso pode demorar tanto quanto 40 anos”. O problema não é só o Afeganistão. O Paquistão infiltrado de talebans e outros jihads é ameaça das maiores. Os jihadistas sonham em botar as mãos no arsenal nuclear paquistanês. O Iraque ainda é problema. A região é ninho de vespas.

Fonte - Último Segundo

Nota DDP: Veja também "EUA podem voltar a endossar Tribunal Internacional".

Mateus 24:6
E ouvireis de guerras e de rumores de guerras; olhai, não vos assusteis, porque é mister que isso tudo aconteça, mas ainda não é o fim.



Caritas in veritate é bússola para redefinir sistema econômico mundial

Roma, 12 Ago. 09 / 09:05 am (ACI).- O Presidente da Banca Ética (Itália), Fabio Salviato, assinalou que a nova encíclica social do Papa Bento XVI, Caritas in veritate, é uma bússola para redefinir o sistema econômico mundial.

Em entrevista concedida a Rádio Vaticano, este perito italiano de 51 anos autor do livro "Última Geração: Por volta de um 2020 ético e solidário" assinala que a Caritas in veritate "representa uma bússola que nos pode iluminar nesta fase de individualização de um novo sistema econômico e financeiro".
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"Acredito –prossegue– que o Santo Padre nos ofereceu verdadeiramente não só uma luz mas um grande presente, uma bússola para os operadores econômicos; mas não só a eles mas também aos que têm a responsabilidade no mundo da política, das finanças, da sociedade civil. Representa um ponto de referência central e de indicações, quer dizer, quase de caráter técnico sobre como se deve construir, ou reconstruir, logo depois desta crise, depois destas dificuldades, o novo sistema".

A Caritas in veritate, conclui Salviato, é um "documento de referência para os que crêem, mas também para os que não crêem: uma chamada à unidade, para interrogar-se, para definir qual é a situação atual de um sistema que luta pela maximização do aproveitamento e que deve inserir-se ao interior dos critérios de ética, em todo o sistema econômico-financista".

Fonte - ACI Digital

Nota DDP: Mais uma cadeia de elogios e reconhecimento da nova encíclica papal no contexto da crise econômica mundial. Algo já bastante comum entre expoentes políticos. Muito se tem falado que o pior da crise já passou e, a despeito de declarado desconhecimento em profundidade da matéria, não é o que tenho percebido nos comentários do mundo real, fora da propaganda midiática. Mas para não fica na minha percepção, citarei algumas pessoas que parecem possuir alguma credibilidade neste campo:

Enzio von Pfeil, CEO (Chief Executive Officer) do EconomicClock.com, os mercados acionários podem quebrar no próximo mês de outubro, ao passo que a tão sonhada recuperação econômica poderá ser postergada, em um ambiente futuro no qual pacotes de estímulo não surtirão mais efeitos e com maior volume de posições short. (InfoMoney)

Peter Schiff, economista da Escola Austríaca, fez previsões sobre a atual crise já em 2002. Schiff é presidente da Euro Pacific Capital. Segundo Schiff: O governo americano literalmente destroçou a economia, jogando trilhões de dólares criados do nada. Ao invés de estar saindo da recessão, o país está se afundando em uma depressão. Se as coisas parecem melhores agora, é apenas porque estamos no olho do furacão… Para ele o mundo ainda tem 2 anos até que a Hiperinflação chegue. (Mises)

Jim Rogers, professor, escritor e comentarista financeiro na mídia mundial que previu a crise com boa antecedência. Segundo Jim: Devido a grande quantidade de dólares injetados, haverá uma inflação de preços muito forte, levando a taxas de juros mais altas e o mercado de títulos americanos já começou a cair dramaticamente… como sempre ocorreu no passado quando os governos saíam imprimindo enormes quantias de dinheiro, o cenário futuro é de inflação - e uma inflação bem séria. (Economic Times)

Como esse espaço se propõe sempre a considerar as possibilidades, aguardemos os próximos movimentos, que podem abrir mais espaço para a festejada encíclica, neste e em outros temas.


Aprovado acordo entre Brasil-Santa Sé

Brasília, 13 ago (RV) - A Comissão de Relações Exteriores aprovou nesta quarta-feira o acordo que cria o Estatuto Jurídico da Igreja Católica no Brasil. O relator do texto aprovado, deputado Bonifácio de Andrada (PSDB-MG), afirmou que o acordo não fere a Constituição Federal, enfatiza a necessidade de relações internacionais com todos os povos e admite a aproximação com todas as religiões.

Composto de 20 artigos, o acordo foi assinado pelo Brasil e pelo Vaticano em 2008 e submetido à Câmara. O texto estabelece normas sobre questões como o ensino religioso, o casamento, a imunidade tributária para as entidades eclesiásticas, a prestação de assistência espiritual em presídios e hospitais, a garantia do sigilo de ofício dos sacerdotes, e visto para estrangeiros que venham ao Brasil realizar atividades pastorais.

O acordo também reforça o vínculo não-empregatício entre religiosos e instituições católicas, ratificando regras já existentes. Em relação ao casamento, por exemplo, o acordo estabelece que o matrimônio celebrado de acordo com as leis da Igreja que atender também às exigências do Direito terá efeitos civis. Já no que diz respeito ao ensino religioso, o acordo menciona o respeito à importância dessa disciplina, seja católica ou de outra religião, mas com matrícula facultativa no ensino fundamental das escolas públicas.
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Fonte - Radio Vaticano

Nota DDP: Outra agência de notícias da conta que "A proposta ainda será analisada pelas comissões de Trabalho, Administração e Serviço Público; de Educação e Cultura; e de Constituição e Justiça e de Cidadania; antes de ser votada em plenário. Já há, no entanto, pedido de urgência para matéria, o que pode permitir a votação direta pelo plenário." (UOL)

De se notar que algo de exclusivo interesse do Vaticano esteja tramitando em regime de urgência no maior país católico do mundo. Mais uma coincidência?

Ver também "Omissão da mídia sobre o acordo com o Vaticano" e "Ainda sobre a concordata".


EUA rompem com era Bush e prometem empenho na ONU

NOVA YORK (Reuters) - O governo Obama vai trabalhar com as Nações Unidas para combater o terrorismo e outros grandes desafios globais, disse a embaixadora dos EUA na organização, Susan Rice, deixando claro o rompimento em relação às políticas do presidente George W. Bush, de isolamento em relação à entidade.

Rice disse em discurso na Universidade de Nova York, na quarta-feira, que Washington deve liderar pelo exemplo, admitindo seus erros, mudando suas políticas e estratégias quando for necessário e tratando os outros com respeito.

"Os desafios globais que enfrentamos não podem ser resolvidos sem a liderança dos EUA", disse Rice. "Mas, embora a liderança dos EUA seja necessária, ela raramente é suficiente. Precisamos de cooperação efetiva de uma ampla gama de amigos e parceiros."

Rice disse que esses desafios incluem os programas nucleares de Irã e Coreia do Norte, a crise financeira global, as guerras do Afeganistão e Iraque, a pandemia de gripe e o aquecimento global.

O presidente Barack Obama já prometeu uma "nova era de engajamento" com a ONU, que costumava ser criticada e até ridicularizada por membros do governo Bush.

Na declaração mais detalhada até agora do governo Obama a respeito da ONU, Rice disse, sem citar o governo anterior, que Washington evitará a "condescendência e o desprezo" que estariam marcando as atitudes dos EUA no cenário internacional.

"Já vimos o custo do desengajamento", disse. "Pagamos o preço de manter o braço duro na ONU e de esnobar nossos parceiros internacionais. Os Estados Unidos irão liderar no século 21 -- não pela arrogância, não pela intimidação, mas por uma paciente diplomacia."

Ela lembrou que, como exemplo da sua nova abordagem das questões mundiais, Washington já decidiu aderir ao Conselho de Direitos Humanos da ONU, rejeitado pelo governo Bush por considerá-lo um fórum anti-Israel. Ela citou também a determinação do governo Obama em melhorar suas relações com o mundo muçulmano.

"Trabalhamos para mudar de dentro em vez de criticar de fora", disse Rice. "Mantemo-nos fortes na defesa dos interesses e valores da América, mas não discordamos só para contrariar. Ouvimos os Estados, grande e pequenos. Construímos coalizões. Cumprimos nossas responsabilidades. Pagamos nossas contas."

Na semana passada, Rice anunciou que os EUA iriam transferir mais de 2 bilhões de dólares em contribuições novas e atrasadas para o departamento de missões de paz da ONU.

As relações entre EUA e ONU atingiram um de seus pontos mais baixos em 2003, ano da invasão dos EUA no Iraque. O então secretário-geral Kofi Annan qualificou a guerra como um ato ilegal do governo Bush.

Rice defendeu reformas na administração da ONU e na Assembleia Geral, que inclui todos os 192 Estados filiados. Ela criticou a Assembleia por suas continuadas críticas a Israel e por permitir que "o teatro político lhe distraia da real deliberação."

Fonte - UOL

Nota DDP: "Coincidentemente" a nova postura americana vem na esteira da publicação da última encíclica romana, que pede uma nova ordem, além da reforma da ONU. Obviamente não se trata de nenhuma coincidência.


Atlântico tem maior número de furacões em mil anos

Uma pesquisa da Universidade Penn State, dos Estados Unidos, sugere que os furacões são mais frequentes atualmente no Oceano Atlântico do que em qualquer outra época dos últimos mil anos.

No estudo, publicado na revista Nature, os pesquisadores examinaram camadas de sedimento criadas por furacões que cruzaram a costa na América do Norte e Caribe.

O registro sugere que a atividade dos furacões atualmente é incomum, mas pode ter sido ainda mais alta mil anos atrás.

A possível influência da mudança climática do planeta na ocorrência de furacões tem sido um assunto polêmico nos últimos anos.

Para o líder do estudo, Michael Mann, apesar de a pesquisa não esclarecer isso, acrescenta mais uma peça muito útil ao quebra-cabeças.

"(A ocorrência de furacões) tem sido debatida acaloradamente e várias equipes já usaram modelos diferentes, criados por computador, e apresentaram respostas diferentes", disse o cientista à BBC. "Eu diria que este estudo apresenta alguns dados paleoclimáticos úteis."
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Fonte - BBC

Nota DDP: A frequência determina a evolução dos sinais.

Mateus 24:8
Mas todas estas coisas são o princípio de dores.



quarta-feira, 12 de agosto de 2009

Internet mais atenta às pessoas, pede o Vaticano

O presidente do Conselho Pontifício das Comunicações Sociais (CPCS), D. Claudio Maria Celli, afirmou que as novas tecnologias digitais com suas aplicações na Internet, que configuram a sociedade actual, devem promover e defender, acima de tudo, a natureza e dignidade do ser humano, assegurando seu adequado desenvolvimento através da comunicação real, da verdadeira amizade e do diálogo honesto.
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D. Claudio Celli aponta três aspectos fundamentais que devem ser levados em consideração para viver uma adequada “cultura da comunicação”, a partir da mensagem do Papa para o Dia Mundial das Comunicações Sociais 2009.

A primeira referência “é o valor da pessoa humana. O Papa não é ingénuo sobre essa questão e sabe perfeitamente que muitas coisas circulam nas grandes redes da comunicação. Por isso, diz que se deve tomar cuidado com palavras e imagens degradantes para o ser humano. Deve bloquear-se a entrada a tudo aquilo que alimenta o ódio e a intolerância, e que agride a beleza e a intimidade da sexualidade humana”.

A segunda dimensão é o diálogo. “O diálogo entre pessoas de países, culturas e religiões diferentes. Um diálogo que não é certamente um esconder quem sou, porque não seria isso algo respeitoso para com a pessoa com quem dialogamos. Mas é um diálogo atento e respeitoso que busca sinceramente a verdade”, destacou o prelado.

Ao falar da terceira dimensão da mensagem, a amizade, o Arcebispo Celli, explica que “no novo vocabulário das redes digitais é um termo que se usa facilmente”.

O Arcebispo referiu-se então à presença de Bento XVI no Youtube e indicou que “o Papa deseja estar presente em um diálogo respeitoso com todos”.

“As nossas amizades crescem no nosso caminhar como seres humanos. Não podemos banalizar o conceito de amizade porque é uma das maiores riquezas de que o ser humano pode dispor”, concluiu.

Fonte - Ecclesia

Nota DDP: Parece-nos que o tempo de pregação das mensagens angélicas pela internet, ao menos de forma desajustada aos parâmetros pretendidos pelo pontífice romano, está com os dias contados. Pregar a concepção historicista na interpretação profética certamente estará enquadrado em algo que alimenta o "ódio e a intolerância" e não se coaduna com um "diálogo atento e respeitoso".

Gráfico profético ilustrado

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