Durão Barroso foi oficialmente formalizado como o candidato do Partido Popular Europeu (PPE) à presidência da Comissão Europeia por mais cinco anos. A decisão, unânime, foi tomada pelos chefes de governos que integram o PPE: França, Alemanha, Itália, Bélgica, Holanda, Luxemburgo, Polónia, Malta e Roménia, reunidos em Bruxelas, Bélgica.
No cargo desde 2004, Durão Barroso será eleito para um segundo mandato, com início agendado para 1 de novembro, desde que os partidos do PPE ganhem as eleições europeias, em junho, o que é tido como altamente provável.
O social-democrata português abandonou repentinamente em 2004 o cargo de Primeiro-ministro português para assumir a presidência da Comissão Europeia, provocando grande instabilidade política no país.
A notícia da (mais que eventual) recondução de Durão Barroso teve eco um pouco por toda a imprensa desde Portugal a um pouco por toda a Europa (ver Público, Jornal de Notícias, Expresso, RTÉ, Euronews, Finanzas, Times of Malta, The Earth Times, France 24, Libération).
É interessante verificar que mesmo políticos de esquerda (Primeiro-ministro português José Sócrates) e centro-esquerda (Primeiro-ministro britânico Gordon Brown) apoiam Durão Barroso, candidato pela ala direita europeia.
Porque tem tão grande apoio? Porque será Durão Barroso reconduzido como presidente da Comissão Europeia?
José Manuel Durão Barroso é tido - nas altas esferas da governação europeia e mundial - como o perfeito instrumento do Clube Bilderberg.
Este clube é uma conferência anual não-oficial cuja participação é restrita a um número de 130 convidados, muitos dos quais são personalidades influentes no mundo empresarial, académico, mediático ou político. Reúne-se anualmente, sempre em segredo, em hotéis de cinco estrelas reservados para a ocasião, geralmente na Europa, embora algumas vezes tenha ocorrido no Estados Unidos e Canadá.
A intenção inicial do Clube de Bilderberg era promover um consenso entre a Europa Ocidental e a América do Norte através de reuniões informais entre indivíduos poderosos.
A localização da reunião anual não é secreta, e a agenda e a lista de participantes são facilmente encontradas pelo público; mas os temas das reuniões são mantidos em segredo e os participantes assumem um compromisso de não divulgar o que foi discutido.
A alegação oficial do Clube de Bilderberg é de que o sigilo previniria que os temas discutidos, e a respetiva vinculação das declarações a cada membro participante, estariam a salvo da manipulação pelos principais órgãos de imprensa e do repúdio generalizado que seria causado na população.
A teoria que mais se opõe à estratégia oficial diz que o Clube Bilderberg tem o propósito de criar um governo totalitário mundial.
Onde é que, especificamente, Durão Barroso entra no meio deste esquema? Reproduzo uma entrevista concedida há cerca de três anos ao Semanário por Daniel Estulin, um dos principais ativistas e denunciadores do Clube Bilderberg (os negritos são de minha autoria, para destaque específico).
'Daniel Estulin, que investiga o clube de Bilderberg há treze anos, fala sobre os portugueses que têm participado nas suas reuniões, na crise política de 2004 em Portugal e da influência de Bilderberg na escolha de Durão Barroso para presidente da Comissão Europeia. (...)
Quais os portugueses que participaram na reunião de Bilderberg de Stresa, em 2004?
Francisco Pinto Balsemão (n.d.r.: ex-Primeiro-ministro, empresário com fortíssima influência na área dos mídia), Pedro Santana Lopes (n.d.r.: ex-Primeiro-ministro) e José Sócrates (n.d.r.: atual Primeiro-ministro). A lista de participantes portugueses ao longo dos anos é bastante extensa, se considerarmos o tamanho do país.
Nessa reunião, face ao poderio e influência de Bilderberg e ao fato de ser um clube predominantemente europeu e americano, alguém defendeu Durão Barroso para presidente da Comissão Europeia? Recordo--lhe que Durão foi escolhido para a Comissão dias depois da reunião de Bilderberg.
Torna-se importante compreender que é irrelevante quem ocupa a cadeira de presidente da Comissão Europeia. Durão Barroso representa os interesses do "governo mundial".
Tanto Kissinger como Rockefeller (n.d.r.: proeminentes membros do Clube Bilderberg) apoiaram energicamente a candidatura de Durão Barroso para aquele posto. Barroso também foi amplamente apoiado pelos bilderbergers americanos em Stresa, por este ter apoiado a intervenção americana no Iraque. No entanto, Durão foi resguardado. Recorda-se da tão criticada cimeira dos Açores, justamente antes da Guerra do Iraque? O consenso na altura foi no sentido de não considerar Durão Barroso um verdadeiro participante na cimeira. Agora, começa tudo a fazer sentido. Ele foi afastado para tornar a sua nomeação para a Comissão Europeia mais apelativa. Desta forma, ele não fica ligado ao fiasco iraquiano.
Outro dos apoiantes de Barroso foi John Edwards, candidato a vice-presidente dos EUA, com John Kerry, que também esteve presente nas reuniões de Bilderberg. Como nota de referência, tenho relatórios de várias fontes internas da reunião de Bilderberg que referem a fraca capacidade oral e a fraca personalidade de Barroso. Decidiu-se mesmo limitar as suas aparições em público ao mínimo. Kissinger, um membro permanente de Bilderberg, chegou ao ponto de o chamar, "off the record", "indiscutivelmente o pior Primeiro-ministro na recente história política. Mas será o nosso homem na Europa".'
(A versão total publicada online da entrevista - na qual Estulin fala sobre outros assuntos - pode ser encontrada aqui.)
O 'pior Primeiro-minsitro da história recente'?! 'Fraca personalidade'?!
Para nos ajudar a perceber melhor, vejamos um excerto da notícia publicada no Semanário sobre a recandidatura de Durão Barroso (novamente, os negritos são de minha autoria, para destaque específico): 'tal como aconteceu em 2004, Barroso acaba por ser o homem útil ao sistema. Quem apostou nele há cinco anos, decididamente que hoje não se arrepende. Barroso é um excelente executor, que não levanta ondas e que não é inconveniente nem irreverente politicamente.'
O mesmo artigo refere que 'o apoio de Brown (n.d.r.: Primeiro-ministro inglês) pode ter sido indiciador, desde logo, da luz verde de Washington à reeleição de Barroso'.
Não nos deixemos iludir; o mundo e as suas mais importantes decisões são controladas por um grupo muito restrito de poderosos que, quer na sombra quer declaradamente, traça do rumo dos principais acontecimentos políticos, sociais, e económicos.
No entanto, não é debaixo do governo dos homens que o cristão se deve refugiar!
'Vede aqui vos tenho ensinado estatutos e juízos. Guardai-os, pois, e fazei-os, porque esta será a vossa sabedoria e o vosso entendimento perante os olhos dos povos que ouvirão todos estes estatutos e dirão: só este grande povo é gente sábia e inteligente. Porque, que gente há tão grande, que tenha deuses tão chegados como o Senhor, nosso Deus, todas as vezes que o chamamos? E que gente há tão grande, que tenha estatutos e juízos tão justos como toda esta lei que hoje dou perante vós? Tão-somente guarda-te a ti mesmo e guarda bem a tua alma, que te não esqueças daquelas coisas que os teus olhos têm visto, e se não apartem do teu coração todos os dias da tua vida, e as farás saber a teus filhos e aos filhos de teus filhos.' (Deuteronómio 4:5-9)
Sim, Deus é o governante soberano no qual podemos e devemos confiar!
Filipe Reis
P.S.: um excelente artigo sobre a relação do cristão com a política pode ser lido aqui.
Fonte - Blog Nisto Cremos
quinta-feira, 26 de março de 2009
O ECOmenismo e a "Hora da Terra"
Por conta do post "A hora da terra: A hora da profecia?", ontem publicado neste espaço em reprodução do artigo formulado pelo Pr. Douglas Reis do Blog Questão de Confiança, foi-me enviado um comentário contrário a se considerar o tema como eventualmente correlato aos eventos finais que se prenunciam nesta terra. Nosso posicionamento ao comentário da leitora restou assinalado neste contexto e também pode ser lido no link supra.
Temos uma pergunta de fundamental importância: Está a WWF acima de qualquer suspeita? Tem gente que entende que não, citarei uma (os destaques são sempre meus):
ESTABLISHMENT. As ONGs não nascem da simples explosão de rebeldia civil. Mesmo que algumas das mais célebres se enquadrem nessa descrição, suas origens são as mais diversas, refletindo justamente a complexidade sociopolítica da grande nação globalizada. Enquanto o Greenpeace, por exemplo, surgiu de uma experiência pacífica de ecoterrorismo, a WWF foi idealizada pelo biólogo inglês Julian Huxley, prêmio Nobel e irmão do escritor Aldous, e seus primeiros membros pertenciam à fina nata da elite acadêmica. Outro peso pesado, o Human Rights Watch, é produto da Guerra Fria: antes de abraçar os direitos humanos de maneira universal, sua missão limitava-se à defesa dos dissidentes do bloco comunista.
Embora tenham origens tão diversas, compondo um mosaico tão caótico de interesses, seus métodos de ação caminham para uma espécie de convergência multifacetada. O crescimento e a interdependência que hoje caracterizam o terceiro setor surpreendem até os seus primeiros idealizadores, como admitiu à Primeira Leitura René Parmentier, diretor de assuntos políticos do Greenpeace e um de seus fundadores. O ecologista, porém, considera que a rebeldia ainda é o motor da organização.
Algumas táticas tiveram de mudar porque, segundo Parmentier, “o mundo também muda.
A mídia, por exemplo, elemento indispensável nas primeiras campanhas do Greenpeace, não tem o mesmo apelo e poder que há duas décadas; seu alcance é muito mais pulverizado”. O foco, hoje, também é outro. Se, até meados dos anos 90, a preocupação era despertar a consciência do cidadão anestesiado, agora a luta é por organizar os cidadãos já despertos para exercer a maior pressão possível em prol das causas em pauta.
O sucesso dessa ideologia desideologizada, no entanto, não pode se confundir com as mistificações que a acompanham, assim como também não é suficiente para superar as contradições que se avolumam. As ONGs, afinal, são atores políticos como quaisquer outros grupos de interesse que mobilizam meios e opinião públicos por uma causa particular. Não é o caso de idealizá-las nem demonizá-las. Mas é preciso ter em mente que, hoje, agir em nome do interesse da sociedade ou da humanidade, ou pela democracia ou pelo desenvolvimento, não lhes confere legitimidade automática. Quem sabe ainda façam pelo homem o que já fizeram pelos macacos. É a esperança, já que os governos... (Eduardo Simantob é jornalista e colaborador da Folha de S.Paulo e da revista Primeira Leitura em Zurique)
Só para constar, não que tenha direta influência ou lhe traga imediata desqualificação, o Sr. Huxley é um dos formadores da síntese evolutiva moderna, o que nos leva à pensar sob qual influência este humanista sempre labutou. Arrisco dizer que não foi sob a guia de Deus. Vejam que interessante pérola do criador da WWF:
"... pegar as técnicas de persuasão e de informações e verdadeira propaganda que aprendemos a aplicar nacionalmente na guerra, e deliberadamente moldá-las para as tarefas da paz internacional, se necessário utilizando-as - como Lenin visualizou - para 'dobrar a resistência de milhões' às mudanças desejadas. A tarefa que está diante da UNESCO... é simples. A tarefa é ajudar o aparecimento de uma única cultura mundial..."
"... no momento, duas filosofias opostas de vida estão se confrontando... Você pode categorizar as duas filosofias como dois supernacionalismos, ou como individualismo versus coletivismo... ou como capitalismo versus comunismo, ou como cristianismo versus marxismo. Podem esses opostos serem reconciliados, pode essa antítese ser resolvida em uma síntese mais elevada? Acredito que não somente isso pode acontecer, mas que, por meio da inexorável dialética da evolução, isso precisa acontecer..." (Julian Huxley, UNESCO: Its purpose and Its Philosophy (Washington DC: Public Affairs Press, 1947), pg 61. Fonte - Crossroad)
Seria uma teoria da conspiração deste espaço e dos demais que levantaram suspeitas sobre a chamada "Hora da Terra"? Penso que não, aliás depois de pesquisar um pouco sobre o tema, tenho absoluta certeza que não. Só para fechar o posicionamento deste blog em se ter prudência com as iniciativas da WWF, há de ser pontuado ainda que o seu criador era um declarado eugenista. Decreto dominical e seus efeitos são factíveis para um organismo idealizado por alguém com este tipo de ideologia?
Mais detalhes sobre a WWF, se estes não forem suficientes, aqui.
Por outro lado, não há consenso nenhum nesta questão do aquecimento global, como a mídia secular tem até noticiado, embora o faça com menos alarde, ao revés de quando a questão é a favor do movimento que está varrendo o planeta, o ECOmenismo, termo muito bem cunhado pelo Pr. Sérgio Santeli no Blog Minuto Profético. Aliás, existe um movimento contrário ao propalado "Hora da Terra". Alguém o viu senão em links bem discretos?
Não bastassem todas estas questões supra levantadas, tem ainda a ser considerado o endosso da ONU ao movimento, através de seu Secretário Geral. Sobre qual a posição da ONU no desenvolvimento da agenda contrária aos interesses de Deus seria desperdício de tempo e espaço ora se ocupar. Mas a pergunta da BBC é bem propícia:
De que lado você vai ficar?
Sugiro guardar a consciência duas vezes: Faça seu papel na manutenção da Criação de Deus, mas não se perca na propaganda do inimigo dEle.
Temos uma pergunta de fundamental importância: Está a WWF acima de qualquer suspeita? Tem gente que entende que não, citarei uma (os destaques são sempre meus):
ESTABLISHMENT. As ONGs não nascem da simples explosão de rebeldia civil. Mesmo que algumas das mais célebres se enquadrem nessa descrição, suas origens são as mais diversas, refletindo justamente a complexidade sociopolítica da grande nação globalizada. Enquanto o Greenpeace, por exemplo, surgiu de uma experiência pacífica de ecoterrorismo, a WWF foi idealizada pelo biólogo inglês Julian Huxley, prêmio Nobel e irmão do escritor Aldous, e seus primeiros membros pertenciam à fina nata da elite acadêmica. Outro peso pesado, o Human Rights Watch, é produto da Guerra Fria: antes de abraçar os direitos humanos de maneira universal, sua missão limitava-se à defesa dos dissidentes do bloco comunista.
Embora tenham origens tão diversas, compondo um mosaico tão caótico de interesses, seus métodos de ação caminham para uma espécie de convergência multifacetada. O crescimento e a interdependência que hoje caracterizam o terceiro setor surpreendem até os seus primeiros idealizadores, como admitiu à Primeira Leitura René Parmentier, diretor de assuntos políticos do Greenpeace e um de seus fundadores. O ecologista, porém, considera que a rebeldia ainda é o motor da organização.
Algumas táticas tiveram de mudar porque, segundo Parmentier, “o mundo também muda.
A mídia, por exemplo, elemento indispensável nas primeiras campanhas do Greenpeace, não tem o mesmo apelo e poder que há duas décadas; seu alcance é muito mais pulverizado”. O foco, hoje, também é outro. Se, até meados dos anos 90, a preocupação era despertar a consciência do cidadão anestesiado, agora a luta é por organizar os cidadãos já despertos para exercer a maior pressão possível em prol das causas em pauta.
O sucesso dessa ideologia desideologizada, no entanto, não pode se confundir com as mistificações que a acompanham, assim como também não é suficiente para superar as contradições que se avolumam. As ONGs, afinal, são atores políticos como quaisquer outros grupos de interesse que mobilizam meios e opinião públicos por uma causa particular. Não é o caso de idealizá-las nem demonizá-las. Mas é preciso ter em mente que, hoje, agir em nome do interesse da sociedade ou da humanidade, ou pela democracia ou pelo desenvolvimento, não lhes confere legitimidade automática. Quem sabe ainda façam pelo homem o que já fizeram pelos macacos. É a esperança, já que os governos... (Eduardo Simantob é jornalista e colaborador da Folha de S.Paulo e da revista Primeira Leitura em Zurique)
Só para constar, não que tenha direta influência ou lhe traga imediata desqualificação, o Sr. Huxley é um dos formadores da síntese evolutiva moderna, o que nos leva à pensar sob qual influência este humanista sempre labutou. Arrisco dizer que não foi sob a guia de Deus. Vejam que interessante pérola do criador da WWF:
"... pegar as técnicas de persuasão e de informações e verdadeira propaganda que aprendemos a aplicar nacionalmente na guerra, e deliberadamente moldá-las para as tarefas da paz internacional, se necessário utilizando-as - como Lenin visualizou - para 'dobrar a resistência de milhões' às mudanças desejadas. A tarefa que está diante da UNESCO... é simples. A tarefa é ajudar o aparecimento de uma única cultura mundial..."
"... no momento, duas filosofias opostas de vida estão se confrontando... Você pode categorizar as duas filosofias como dois supernacionalismos, ou como individualismo versus coletivismo... ou como capitalismo versus comunismo, ou como cristianismo versus marxismo. Podem esses opostos serem reconciliados, pode essa antítese ser resolvida em uma síntese mais elevada? Acredito que não somente isso pode acontecer, mas que, por meio da inexorável dialética da evolução, isso precisa acontecer..." (Julian Huxley, UNESCO: Its purpose and Its Philosophy (Washington DC: Public Affairs Press, 1947), pg 61. Fonte - Crossroad)
Seria uma teoria da conspiração deste espaço e dos demais que levantaram suspeitas sobre a chamada "Hora da Terra"? Penso que não, aliás depois de pesquisar um pouco sobre o tema, tenho absoluta certeza que não. Só para fechar o posicionamento deste blog em se ter prudência com as iniciativas da WWF, há de ser pontuado ainda que o seu criador era um declarado eugenista. Decreto dominical e seus efeitos são factíveis para um organismo idealizado por alguém com este tipo de ideologia?
Mais detalhes sobre a WWF, se estes não forem suficientes, aqui.
Por outro lado, não há consenso nenhum nesta questão do aquecimento global, como a mídia secular tem até noticiado, embora o faça com menos alarde, ao revés de quando a questão é a favor do movimento que está varrendo o planeta, o ECOmenismo, termo muito bem cunhado pelo Pr. Sérgio Santeli no Blog Minuto Profético. Aliás, existe um movimento contrário ao propalado "Hora da Terra". Alguém o viu senão em links bem discretos?
Não bastassem todas estas questões supra levantadas, tem ainda a ser considerado o endosso da ONU ao movimento, através de seu Secretário Geral. Sobre qual a posição da ONU no desenvolvimento da agenda contrária aos interesses de Deus seria desperdício de tempo e espaço ora se ocupar. Mas a pergunta da BBC é bem propícia:
De que lado você vai ficar?
Sugiro guardar a consciência duas vezes: Faça seu papel na manutenção da Criação de Deus, mas não se perca na propaganda do inimigo dEle.
Quem está com a razão?
Presidente critica medidas de Obama contra a crise
O primeiro-ministro checo, Mirek Topolanek, que agora preside a União Europeia, disse que as ações anticrise adotadas pelo presidente americano Barack Obama são "o caminho para a ruína".
Topolanek afirmou durante um discurso no Parlamento Europeu que os pacotes de estímulo econômico anunciados Casa Branca, assim como a ajuda financeira aos bancos, "vão minar a estabilidade dos mercados financeiros globais".
O líder da União Europeia atacou também os apelos do americano para que a Europa injete mais dinheiro na economia, dizendo que "se for necessário", os 27 países do bloco tomarão mais medidas, mas atualmente não sabemos até que ponto será necessário".
Fonte - Opinião e Notícia
Gordon Brown diz que é preciso "limpar" o sistema bancário
Falando para a elite da comunidade financeira de Nova Iorque, o primeiro-ministro britânico disse que eles devem mudar seu rumo para que o mundo saia ileso da recessão, e negou que falta consenso sobre como lidar com a crise financeira internacional.
"Temos que dar às pessoas confiança de que os princípios que norteiam suas vidas no dia-a-dia são aqueles que também orientam os mercados. Sei que as pessoas estão indignadas com o que veem nos casos dos bônus a executivos", disse Gordon Brown.
O primeiro-ministro está no segundo dia de seu tour de cinco dias antes da cúpula do G20, da qual ele será o anfitrião, em Londres, na próxima semana. No encontro, a Grã-Bretanha e os EUA esperam definir ações contra a crise coordenadas a nível internacional.
Fonte - Opinião e Notícia
Nota DDP: Obama se manifestou nesta semana prevendo um quadro mais otimista para economia de seu país. Afinal, quem está com a razão?
1) -EUA entram na maior depressão de sua história
2) -Os EUA terão revolução e rebeliões por comida e por causa de imposto até 2012
3) -'O pior da crise ainda não chegou'
O primeiro-ministro checo, Mirek Topolanek, que agora preside a União Europeia, disse que as ações anticrise adotadas pelo presidente americano Barack Obama são "o caminho para a ruína".
Topolanek afirmou durante um discurso no Parlamento Europeu que os pacotes de estímulo econômico anunciados Casa Branca, assim como a ajuda financeira aos bancos, "vão minar a estabilidade dos mercados financeiros globais".
O líder da União Europeia atacou também os apelos do americano para que a Europa injete mais dinheiro na economia, dizendo que "se for necessário", os 27 países do bloco tomarão mais medidas, mas atualmente não sabemos até que ponto será necessário".
Fonte - Opinião e Notícia
Gordon Brown diz que é preciso "limpar" o sistema bancário
Falando para a elite da comunidade financeira de Nova Iorque, o primeiro-ministro britânico disse que eles devem mudar seu rumo para que o mundo saia ileso da recessão, e negou que falta consenso sobre como lidar com a crise financeira internacional.
"Temos que dar às pessoas confiança de que os princípios que norteiam suas vidas no dia-a-dia são aqueles que também orientam os mercados. Sei que as pessoas estão indignadas com o que veem nos casos dos bônus a executivos", disse Gordon Brown.
O primeiro-ministro está no segundo dia de seu tour de cinco dias antes da cúpula do G20, da qual ele será o anfitrião, em Londres, na próxima semana. No encontro, a Grã-Bretanha e os EUA esperam definir ações contra a crise coordenadas a nível internacional.
Fonte - Opinião e Notícia
Nota DDP: Obama se manifestou nesta semana prevendo um quadro mais otimista para economia de seu país. Afinal, quem está com a razão?
1) -EUA entram na maior depressão de sua história
2) -Os EUA terão revolução e rebeliões por comida e por causa de imposto até 2012
3) -'O pior da crise ainda não chegou'
quarta-feira, 25 de março de 2009
China propõe criação de moeda internacional para substituir dólar
PEQUIM, China, 24 Mar 2009 (AFP) - A China propõe no site do Banco Central do país a criação de uma "moeda de reserva internacional estável" para substituir o dólar, por considerar que a crise financeira exige "uma reforma criativa do sistema monetário internacional".
A uma semana da reunião do G-20 em Londres, o presidente do BC chinês, Zhou Xiaochuan, afirma que a crise mostrou "as fragilidades inerentes do atual sistema monetário internacional".
A China também manifestou a necessidade de uma moeda de reserva internacional "independente das nações individuais", de sua situação nacional, e "capaz de manter-se estável a longo prazo".
Grande parte das reservas cambiais chinesas são em dólares e Pequim já expressou diversas vezes preocupação com o futuro das mesmas.
"A criação de uma nova moeda de reserva amplamente aceita poderia levar algum tempo", reconheceu Zhou, que sugeriu que os Direitos de Emissão Especiais possam ter o papel de "moeda de reserva supranacional".
Estes Direitos, que têm o valor atrelado a uma cesta de moedas, foram criados pelo Fundo Monetário Mundial (FMI) em 1969 como uma reserva mundial para completar as reservas dos países membros quando a oferta de ouro e dólares não era suficiente.
A reforma do sistema financeiro mundial centrará as discussões do G-20 no dia 2 de abril em Londres.
Fonte - UOL
[Colaboração - Flávio]
Nota DDP: A proposta será levada ao G20, mas especialistas na área econômica sustentam que é impossível de ser aplicável na prática, no entanto, o que continua se observando é a intenção de se uniformizar procedimentos, como já considerado neste espaço.
A uma semana da reunião do G-20 em Londres, o presidente do BC chinês, Zhou Xiaochuan, afirma que a crise mostrou "as fragilidades inerentes do atual sistema monetário internacional".
A China também manifestou a necessidade de uma moeda de reserva internacional "independente das nações individuais", de sua situação nacional, e "capaz de manter-se estável a longo prazo".
Grande parte das reservas cambiais chinesas são em dólares e Pequim já expressou diversas vezes preocupação com o futuro das mesmas.
"A criação de uma nova moeda de reserva amplamente aceita poderia levar algum tempo", reconheceu Zhou, que sugeriu que os Direitos de Emissão Especiais possam ter o papel de "moeda de reserva supranacional".
Estes Direitos, que têm o valor atrelado a uma cesta de moedas, foram criados pelo Fundo Monetário Mundial (FMI) em 1969 como uma reserva mundial para completar as reservas dos países membros quando a oferta de ouro e dólares não era suficiente.
A reforma do sistema financeiro mundial centrará as discussões do G-20 no dia 2 de abril em Londres.
Fonte - UOL
[Colaboração - Flávio]
Nota DDP: A proposta será levada ao G20, mas especialistas na área econômica sustentam que é impossível de ser aplicável na prática, no entanto, o que continua se observando é a intenção de se uniformizar procedimentos, como já considerado neste espaço.
OIT sugere acordo global para a geração de emprego
A Organização Internacional do Trabalho (OIT) levantou o debate sobre a necessidade de um pacto global pelo emprego, baseado em políticas que favoreçam o trabalho digno e que tornem mais justa a globalização.
Com isso, a OIT pretende alinhar medidas globais para superar os graves efeitos da crise econômica mundial.
A previsão da OIT para o período de 2008 a 2009 era, em janeiro, da extinção de 52 milhões de empregos no mundo. No entanto, estas previsões foram feitas quando ainda se acreditava que o crescimento global deste ano seria positivo e os dados atuais mostram que haverá uma recessão. Com isso, o desemprego poderá aumentar.
Fonte - Opinião e Notícia
Nota DDP: A questão do trabalho é fundamental no processo de se reconhecer a necessidade de um dia de descanso universal, como tem pregado a igrega de roma, afim de que se estabeleçam as condições dignas propugnadas inclusive pela doutrina social estabelecida e que deve receber novos contornos com a encíclina que se encontra em preparação. Quanto tempo até o mundo fazer coro às soluções oferecidas pela religião?
Com isso, a OIT pretende alinhar medidas globais para superar os graves efeitos da crise econômica mundial.
A previsão da OIT para o período de 2008 a 2009 era, em janeiro, da extinção de 52 milhões de empregos no mundo. No entanto, estas previsões foram feitas quando ainda se acreditava que o crescimento global deste ano seria positivo e os dados atuais mostram que haverá uma recessão. Com isso, o desemprego poderá aumentar.
Fonte - Opinião e Notícia
Nota DDP: A questão do trabalho é fundamental no processo de se reconhecer a necessidade de um dia de descanso universal, como tem pregado a igrega de roma, afim de que se estabeleçam as condições dignas propugnadas inclusive pela doutrina social estabelecida e que deve receber novos contornos com a encíclina que se encontra em preparação. Quanto tempo até o mundo fazer coro às soluções oferecidas pela religião?
Bispos pedem aos cristãos mais compromisso na construção da Europa
BRUXELAS, segunda-feira, 23 de março de 2009 (ZENIT.org).- A participação dos cristãos nas próximas eleições continentais de junho é «essencial para redescobrir a alma da Europa, que é vital para satisfazer as necessidades fundamentais da pessoa humana e o serviço ao bem comum».
Assim expressaram os bispos da COMECE (Comissão das Conferências Episcopais da Comunidade Européia), através de um comunicado ao término da Assembléia Plenária que se celebrou na sede de Bruxelas desde a quarta-feira, 18, até a sexta-feira, 20 de março.
No comunicado, os bispos insistem que participar das eleições é para os cristãos «um direito e uma responsabilidade», e recordam que a Igreja Católica «apoiou desde o início o projeto da integração europeia».
A participação dos cristãos é necessária para que a Europa defenda os princípios que a Igreja considera «básicos» e que «devem estar no centro de toda política europeia».
Entre estes, está o «respeito da vida humana desde a concepção até a morte natural», o «apoio à família fundada no matrimônio entre um homem e uma mulher», assim como a justiça social, o respeito do meio ambiente e a solidariedade com as regiões mais pobres.
«Iluminados e guiados pelos ensinamentos de Cristo, os cristãos estão dispostos a ajudar a cumprir estas aspirações, conscientes do que afirmou Sua Santidade o Papa João Paulo II: `A inspiração cristã é capaz de transformar os agrupamentos políticos, culturais e econômicos em uma forma de convivência na qual todos os europeus se sintam como que em casa´.»
Durante esta plenária, foi reeleito seu presidente, Dom Adrianus van Luyn, bispo de Rotterdam (Holanda) para um segundo mandato, assim como os vice-presidentes Dom Piotr Jerecki (bispo auxiliar de Varsóvia) e Reinhard Marx (arcebispo de Munique-Freising). O terceiro vice-presidente, Dom Diarmuid Martin, arcebispo e Dublin, foi substituído por Dom Noel Treanor, bispo de Down & Connor.
Fonte - Zenit
Nota DDP: Se no post anterior se vislumbra e se pretende a interferência do estado na igreja, aqui se pretende a mesma relação promíscua, somente em sentido contrário.
Assim expressaram os bispos da COMECE (Comissão das Conferências Episcopais da Comunidade Européia), através de um comunicado ao término da Assembléia Plenária que se celebrou na sede de Bruxelas desde a quarta-feira, 18, até a sexta-feira, 20 de março.
No comunicado, os bispos insistem que participar das eleições é para os cristãos «um direito e uma responsabilidade», e recordam que a Igreja Católica «apoiou desde o início o projeto da integração europeia».
A participação dos cristãos é necessária para que a Europa defenda os princípios que a Igreja considera «básicos» e que «devem estar no centro de toda política europeia».
Entre estes, está o «respeito da vida humana desde a concepção até a morte natural», o «apoio à família fundada no matrimônio entre um homem e uma mulher», assim como a justiça social, o respeito do meio ambiente e a solidariedade com as regiões mais pobres.
«Iluminados e guiados pelos ensinamentos de Cristo, os cristãos estão dispostos a ajudar a cumprir estas aspirações, conscientes do que afirmou Sua Santidade o Papa João Paulo II: `A inspiração cristã é capaz de transformar os agrupamentos políticos, culturais e econômicos em uma forma de convivência na qual todos os europeus se sintam como que em casa´.»
Durante esta plenária, foi reeleito seu presidente, Dom Adrianus van Luyn, bispo de Rotterdam (Holanda) para um segundo mandato, assim como os vice-presidentes Dom Piotr Jerecki (bispo auxiliar de Varsóvia) e Reinhard Marx (arcebispo de Munique-Freising). O terceiro vice-presidente, Dom Diarmuid Martin, arcebispo e Dublin, foi substituído por Dom Noel Treanor, bispo de Down & Connor.
Fonte - Zenit
Nota DDP: Se no post anterior se vislumbra e se pretende a interferência do estado na igreja, aqui se pretende a mesma relação promíscua, somente em sentido contrário.
Santa Sé expressa à ONU sua preocupação pelo laicismo agressivo
Por Inma Álvarez
GENEBRA, segunda-feira, 23 de março de 2009 (ZENIT.org).- Dom Silvano M. Tomasi, observador permanente da Santa Sé nas Nações Unidas, expressou sua preocupação pelo aumento da intolerância religiosa no mundo, durante sua intervenção na 10ª Sessão Ordinária do Conselho sobre os Direitos Humanos, que aconteceu em Genebra na semana passada.
O representante vaticano aludiu ao recente encontro da Organização para a Segurança e a Cooperação na Europa (OSCE), em 4 de março passado, em Viena (Áustria), no qual se constatou a crescente intolerância contra os cristãos, não só nos países onde são minoria, mas também no Ocidente.
Recolhendo esta preocupação, Dom Tomasi afirmou que «certo número de Estados, que previamente se haviam comprometido a uma relação equilibrada e saudável entre a Igreja e o Estado, estão revestindo-se cada vez mais de uma política secularista, que tem por objeto reduzir o papel da religião na vida pública».
O prelado pede aos Estados que «examinem sua própria legislação nacional», para ver de que forma se está aplicando «o princípio universal da liberdade religiosa».
«Deveria ter-se presente em todo momento que o direito à liberdade religiosa está intrinsecamente relacionado ao direito à liberdade de expressão. Quando os seguidores das religiões não tem direito a expressar sua opinião livremente, a liberdade de religião não está garantida», afirmou.
Também pede que os países fomentem «um diálogo franco, mas respeitoso entre os membros da mesma religião, entre os representantes das diferentes religiões e com as pessoas que não têm nenhuma crença religiosa».
Convida os países, por último, a «não ser excludentes», mas a reconhecer «o importante papel que as religiões podem desempenhar na sociedade».
«As religiões, de fato, contribuem com a promoção de valores morais e sociais, que vão muito além de um conceito individualista da sociedade e do desenvolvimento, buscando o bem comum, assim como a proteção e o respeito da dignidade humana.»
Dom Tomasi aludiu também à situação das minorias religiosas em geral, e cristãs em particular, que em diversos lugares do mundo «ainda enfrentam diariamente discriminação e preconceitos».
«A Santa Sé expressa sua preocupação pelo aumento destas situações de intolerância religiosa e apela aos Estados para que tomem as medidas necessárias - educativas, legais e judiciais - dirigidas a garantir o respeito do direito à liberdade de religião, e a proteger as minorias religiosas da discriminação.»
Fonte - Zenit
Nota DDP: Cada vez mais se pretende a intromissão do estado na religião, assim como da religião no estado, como veremos no próximo post.
Nota Minuto Profético: Segundo o Dr. Marco Huaco (um dos principais defensores das liberdades laicas no Peru), a Igreja Católica Apostólica Romana (ICAR) sempre defendeu o conceito de Estado Confessional, onde o Estado "confessa determinadas crenças religiosas como únicas verdadeiras, responsabilizando-se por sua propagação e defesa oficial". Nos tempos modernos, porém, passou a defender uma "fórmula suavizada de confessionalidade", chamada de "confessionalidade histórico-sociológica" (para combater sutilmente o conceito moderno de Estado Laico), onde o Estado "privilegia uma [religião] em relação às outras por razões históricas (contribuição à identidade nacional) e sociológicas (ser maioria social)".
Na verdade, desde o Concílio Vaticano II, a Igreja Católica passou a defender a coexistência de "um regime confessional ao lado do reconhecimento das liberdades religiosas". Por isso, tem orientado "seus bispos nacionais a reconhecerem e se pronunciarem claramente a favor da - antes injuriada - liberdade de culto, mas ao mesmo tempo não renuncia a que o Estado siga conservando sua confessionalidade", que pode ser "formal e/ou substancial".
"Pela primeira seria dever do Estado professar publicamente a 'verdadeira religião' (ou seja, a católica), mediante declarações de catolicismo oficial contidas em textos constitucionais ou concordatários, símbolos religiosos públicos, preces e honras a pessoas e ícones católicos como parte do cerimonial do Estado. Pela segunda, as estruturas políticas públicas deverão estar penetradas pela inspiração do Magistério papal" (Em Defesa das Liberdades Laicas, p. 49-58).
GENEBRA, segunda-feira, 23 de março de 2009 (ZENIT.org).- Dom Silvano M. Tomasi, observador permanente da Santa Sé nas Nações Unidas, expressou sua preocupação pelo aumento da intolerância religiosa no mundo, durante sua intervenção na 10ª Sessão Ordinária do Conselho sobre os Direitos Humanos, que aconteceu em Genebra na semana passada.
O representante vaticano aludiu ao recente encontro da Organização para a Segurança e a Cooperação na Europa (OSCE), em 4 de março passado, em Viena (Áustria), no qual se constatou a crescente intolerância contra os cristãos, não só nos países onde são minoria, mas também no Ocidente.
Recolhendo esta preocupação, Dom Tomasi afirmou que «certo número de Estados, que previamente se haviam comprometido a uma relação equilibrada e saudável entre a Igreja e o Estado, estão revestindo-se cada vez mais de uma política secularista, que tem por objeto reduzir o papel da religião na vida pública».
O prelado pede aos Estados que «examinem sua própria legislação nacional», para ver de que forma se está aplicando «o princípio universal da liberdade religiosa».
«Deveria ter-se presente em todo momento que o direito à liberdade religiosa está intrinsecamente relacionado ao direito à liberdade de expressão. Quando os seguidores das religiões não tem direito a expressar sua opinião livremente, a liberdade de religião não está garantida», afirmou.
Também pede que os países fomentem «um diálogo franco, mas respeitoso entre os membros da mesma religião, entre os representantes das diferentes religiões e com as pessoas que não têm nenhuma crença religiosa».
Convida os países, por último, a «não ser excludentes», mas a reconhecer «o importante papel que as religiões podem desempenhar na sociedade».
«As religiões, de fato, contribuem com a promoção de valores morais e sociais, que vão muito além de um conceito individualista da sociedade e do desenvolvimento, buscando o bem comum, assim como a proteção e o respeito da dignidade humana.»
Dom Tomasi aludiu também à situação das minorias religiosas em geral, e cristãs em particular, que em diversos lugares do mundo «ainda enfrentam diariamente discriminação e preconceitos».
«A Santa Sé expressa sua preocupação pelo aumento destas situações de intolerância religiosa e apela aos Estados para que tomem as medidas necessárias - educativas, legais e judiciais - dirigidas a garantir o respeito do direito à liberdade de religião, e a proteger as minorias religiosas da discriminação.»
Fonte - Zenit
Nota DDP: Cada vez mais se pretende a intromissão do estado na religião, assim como da religião no estado, como veremos no próximo post.
Nota Minuto Profético: Segundo o Dr. Marco Huaco (um dos principais defensores das liberdades laicas no Peru), a Igreja Católica Apostólica Romana (ICAR) sempre defendeu o conceito de Estado Confessional, onde o Estado "confessa determinadas crenças religiosas como únicas verdadeiras, responsabilizando-se por sua propagação e defesa oficial". Nos tempos modernos, porém, passou a defender uma "fórmula suavizada de confessionalidade", chamada de "confessionalidade histórico-sociológica" (para combater sutilmente o conceito moderno de Estado Laico), onde o Estado "privilegia uma [religião] em relação às outras por razões históricas (contribuição à identidade nacional) e sociológicas (ser maioria social)".
Na verdade, desde o Concílio Vaticano II, a Igreja Católica passou a defender a coexistência de "um regime confessional ao lado do reconhecimento das liberdades religiosas". Por isso, tem orientado "seus bispos nacionais a reconhecerem e se pronunciarem claramente a favor da - antes injuriada - liberdade de culto, mas ao mesmo tempo não renuncia a que o Estado siga conservando sua confessionalidade", que pode ser "formal e/ou substancial".
"Pela primeira seria dever do Estado professar publicamente a 'verdadeira religião' (ou seja, a católica), mediante declarações de catolicismo oficial contidas em textos constitucionais ou concordatários, símbolos religiosos públicos, preces e honras a pessoas e ícones católicos como parte do cerimonial do Estado. Pela segunda, as estruturas políticas públicas deverão estar penetradas pela inspiração do Magistério papal" (Em Defesa das Liberdades Laicas, p. 49-58).
A hora da terra: A hora da profecia?
O jornal A Notícia, do grupo RBS, apóia a campanha "A hora da Terra" (Earth Hour) da ong WWF. A iniciativa começou em 2007 e mobilizou a população de Sidney, Austrália. No ano passado, participaram 371 cidades em 80 países, num total de 24 fusos horários. Agora, para 2009 a meta é contar com a participação de 1 bilhão de pessoas em todo o mundo. Florianópis é uma das capitais brasileiras que promete apagar suas luzes no próximo 28 de Março, das 20:30 às 21:30 h.
O objetivo duplo de A hora da Terra é economizar energia e sensibilizar os governos para uma tomada de conciência quanto à redução de gazes poluentes e a promoção de medidas visando a preservação ambiental. No site da ong, fala-se em um novo acordo global, que substituiria o protocolo de Quioto. Resta saber quais seriam os termos desse suposto acordo.
A massificação da campanha é impressionante, e conta com o apoio de meios de comunicação, políticos e artistas (já se divulga o engajamento da cantora canadense Alanis Morissette, entre outros participantes em 2009). Até mesmo o Vaticano tem se pronunciado constantemente em favor de uma ética ecológica.
As implicações para a política governamental em âmbito mundial são potencialmente revolucionárias. Estamos diante de uma empreitada capaz de fomentar uma união de sociedades, governos, religiões e outras entidades em torno de uma causa. Sem dúvida, de uma perspectiva adventista, a união final das nações em termos religiosos, pode partir de uma dessas campanhas globais. Por enquanto, temos que manter os olhos abertos e averiguar o desenvolvimento do ECOmenismo.
Fonte - Blog Questão de Confiança
O objetivo duplo de A hora da Terra é economizar energia e sensibilizar os governos para uma tomada de conciência quanto à redução de gazes poluentes e a promoção de medidas visando a preservação ambiental. No site da ong, fala-se em um novo acordo global, que substituiria o protocolo de Quioto. Resta saber quais seriam os termos desse suposto acordo.
A massificação da campanha é impressionante, e conta com o apoio de meios de comunicação, políticos e artistas (já se divulga o engajamento da cantora canadense Alanis Morissette, entre outros participantes em 2009). Até mesmo o Vaticano tem se pronunciado constantemente em favor de uma ética ecológica.
As implicações para a política governamental em âmbito mundial são potencialmente revolucionárias. Estamos diante de uma empreitada capaz de fomentar uma união de sociedades, governos, religiões e outras entidades em torno de uma causa. Sem dúvida, de uma perspectiva adventista, a união final das nações em termos religiosos, pode partir de uma dessas campanhas globais. Por enquanto, temos que manter os olhos abertos e averiguar o desenvolvimento do ECOmenismo.
Fonte - Blog Questão de Confiança
terça-feira, 24 de março de 2009
Uma carta de amor a Laodicéia
Há algo na carta a Laodicéia que precisamos compreender. É uma mensagem a nós como povo, escolhido de Deus, para apresentar uma verdade ao mundo. Mas precisamos primeiro, compreender e aceitar a advertência de Jesus a nós Laodiceanos. Analise, reflita e peça a Deus que lhe ajude a entender o que aqui será explanado, com o único objetivo de lavá-lo cada dia mais próximo de Deus.
Antes precisamos entender alguns pontos importantes. No capítulo 1 do Apocalipse versos 12 e 13, o apóstolo João ao ter uma visão relata:
“Voltei-me para ver quem falava comigo e voltando vi sete candeeiros de ouro, e no meio dos candeeiros, um semelhante a Filho de Homem.”
Quem se dizia ser o Filho do Homem?
Vamos a Bíblia no evangelho de João 9:35-37 “Soube Jesus que o haviam expulsado; e achando-o perguntou- lhe: Crês tu no Filho do Homem? Respondeu ele: Quem é, senhor, para que nele creia? Disse-lhe Jesus: Já o viste, e é ele quem fala contigo.". O próprio Jesus gostava de ser chamado o Filho do Homem. E a Escritura Sagrada em Atos 7:55 e 56 confirma “Mas Estevão, cheio do Espírito Santo, fitou os olhos no céu e viu a glória de Deus e Jesus, que estava à sua direita, e disse: Eis que vejo os céus abertos e o Filho do Homem, em pé à destra de Deus”. Ver também em Mateus 24:30 e Marcos 13:26.
Continue lendo aqui.
Para entrar em contato pessoal com o irmão André, que idealizou o estudo, também para eventuais comentários e sugestões, utilize seu email: a_voz_do_terceiro_anjo@hotmail.com
Nota DDP: Seguindo a proposta deste espaço em franquear aos irmãos um canal de veiculação de suas impressões sobre as profecias bíblicas, transcrevemos apenas a parte inicial deste estudo que nos foi enviado, o que fizemos em função do tamanho do mesmo, que não se adequa à agilidade deste espaço, mas que pode ser baixado de forma completa no link supra.
Não deixe de ler nosso FAQ.
Antes precisamos entender alguns pontos importantes. No capítulo 1 do Apocalipse versos 12 e 13, o apóstolo João ao ter uma visão relata:
“Voltei-me para ver quem falava comigo e voltando vi sete candeeiros de ouro, e no meio dos candeeiros, um semelhante a Filho de Homem.”
Quem se dizia ser o Filho do Homem?
Vamos a Bíblia no evangelho de João 9:35-37 “Soube Jesus que o haviam expulsado; e achando-o perguntou- lhe: Crês tu no Filho do Homem? Respondeu ele: Quem é, senhor, para que nele creia? Disse-lhe Jesus: Já o viste, e é ele quem fala contigo.". O próprio Jesus gostava de ser chamado o Filho do Homem. E a Escritura Sagrada em Atos 7:55 e 56 confirma “Mas Estevão, cheio do Espírito Santo, fitou os olhos no céu e viu a glória de Deus e Jesus, que estava à sua direita, e disse: Eis que vejo os céus abertos e o Filho do Homem, em pé à destra de Deus”. Ver também em Mateus 24:30 e Marcos 13:26.
Continue lendo aqui.
Para entrar em contato pessoal com o irmão André, que idealizou o estudo, também para eventuais comentários e sugestões, utilize seu email: a_voz_do_terceiro_anjo@hotmail.com
Nota DDP: Seguindo a proposta deste espaço em franquear aos irmãos um canal de veiculação de suas impressões sobre as profecias bíblicas, transcrevemos apenas a parte inicial deste estudo que nos foi enviado, o que fizemos em função do tamanho do mesmo, que não se adequa à agilidade deste espaço, mas que pode ser baixado de forma completa no link supra.
Não deixe de ler nosso FAQ.
Seguindo a Multidão
Lucas 7:11-17 conta a história de um dos milagres de Jesus.
'E aconteceu que, no dia seguinte, Ele foi à cidade chamada Naim, e com ele iam muitos dos seus discípulos, e uma grande multidão; e, quando chegou perto da porta da cidade, eis que levavam um defunto, filho único de sua mãe, que era viúva; e com ela ia uma grande multidão da cidade. E, vendo-a, o Senhor moveu-se de íntima compaixão por ela, e disse-lhe: não chores. E, chegando-se, tocou o esquife (e os que o levavam pararam), e disse: jovem, a ti te digo: levanta-te! E o defunto assentou-se, e começou a falar. E entregou-o a sua mãe. E de todos se apoderou o temor, e glorificavam a Deus, dizendo: um grande profeta se levantou entre nós, e Deus visitou o seu povo. E correu dele esta fama por toda a Judéia e por toda a terra circunvizinha.'
Jesus era um missionário incansável; por isso o verso 11 começa por dizer 'aconteceu pouco depois', isto é, ainda não tinha passado muito tempo desde que ele tinha sido confrontado com o mensageiro de um centurião romano cujo servo havia adoecido gravemente, e o havia curado.
Esta foi, provavelmente, uma das primeiras viagens pelas aldeias da Galileia. Naím, não é mencionada em nenhum outro ponto da Bíblia, mas refere-se à atual cidade de Nein, situada a 40Km de Cafarnaum e 8Km de Nazaré. Muito perto desta aldeia, havia um grande cemitério escavado na rocha, que ainda hoje se mantém, embora em ruínas.
Apesar de estar no início do Seu ministério, desde logo a Sua fama era enorme: 'e com Ele iam muitos dos Seus discípulos e uma grande multidão' (v. 11). Antes disto, Jesus tinha já curado o mencionado servo do centurião, um homem com a mão mirrada, um paralítico, um leproso e apresentado o famoso Sermão da Montanha, onde foi escutado por pessoas da Judeia, de Jerusalém, de Tiro e de Sídon (ver. Lucas 6:17).
Ao chegarem perto da porta da cidade de Naím, um outro aglomerado de pessoas surge em cena: um cortejo fúnebre, onde uma outra multidão segue um caixão onde estava depositado um morto.
Aqui vemos um enorme contraste: uma grande multidão segue Jesus, a Vida; e uma outra multidão segue a morte (representada pelo defunto)!
O morto era o filho único de uma mulher. Naquele tempo, o sustento das mulheres era a família; ora, esta mulher já não tinha marido (o v. 12 refere que era viúva) e tinha acabado de perder o último homem da sua casa. Não sabemos se ela estava em condições de ser recolhida por uma outra família, mas o texto bíblico não dá indicações nesse sentido; logo, podemos assumir que ela corria o risco de ficar sozinha, e mais do que isso, abandonada.
Este é também um momento especial no ministério de Jesus: pela primeira vez Ele se enfrenta cara a cara com a morte. Ele era o Criador da vida; por Ele todas as coisas tinham sido trazidas à existência (ver João 1:3). Agora, em pleno exercício da Sua obra na Terra, Jesus era confrontado com o resultado final da queda do homem, que Ele tinha testemunhado cerca de quatro milénios antes.
Qual foi a reacção de Jesus? O verso 13 diz que Ele 'se moveu de íntima compaixão' pela viúva, que era a pessoa ali presente mais afetada por esta morte! (É interessante verificar que o autor do livro de Lucas identifica Jesus como 'o Senhor', denotando desde logo a Sua autoridade divina.)
No entanto, aparentemente, o caso era bem diferente dos anteriores nos quais Jesus tinha estado envolvido: antes, Ele tinha curado doentes; agora, tratava-se de alguém que já não tinha sequer a mínima réstia de vida...
Reparemos que não há registo de alguém lhe ter feito um pedido ou uma súplica; Jesus, por Sua livre vontade, olhou para aquela cena e compadeceu-se com o sofrimento e a dor da pobre mulher.
A compaixão de Jesus não ficou por um simples sentimento interior. Ele exteriorizou isso quando se aproximou da viúva e lhe disse: ‘não chores’ (v. 13).
Vejamos: a mulher tinha todas as razões para chorar, estar desgostosa e em pranto. A sua vida parecia ter terminado ali; além de perder o seu filho, o futuro era-lhe uma grande incógnita e motivo de apreensão. Ela poderia, eventualmente, até pensar que Jesus não estava totalmente consciente da sua situação, que não estava a entender as consequências para a sua vida. E Jesus vem e diz-lhe... 'não chores'?!!!
Contudo, e como sempre, a ação de Jesus nunca está dependente de sentimentos, raciocínios e lógicas humanas.
Destemidamente, Ele enfrenta o defunto, representando a morte, o poder final do pecado. Ele toca no caixão e os carregadores páram, toda a multidão pára.
Naquele tempo, os caixões eram abertos e o corpo repousava envolto em panos. Tocar no morto ou no caixão era sinal de imundície por sete dias (ver Números 19:11). Ninguém jamais ousaria contaminar-se dessa maneira. Por essa razão, aqueles que levavam o caixão pararam, com certeza em espanto por aquele ato tão inesperado da parte do Salvador.
Esta é uma grande lição: quando Jesus entra em ação, tudo à volta perde o valor e importância. Tudo o quanto nós julgámos como certo deve ser repensado segundo aquilo que Jesus traz e o que Ele vem ensinar.
Então, desafiando as leis naturais que os homens tinham como certas, Jesus volta-se para o morto e ordena: ‘levanta-te!’ O Autor da vida ousava dar uma ordem a um cativo da morte! Aquele cuja mão tinha definido a criação em cada pormenor, estava ali recriando algo que tinha sido destruído pelo pecado (ver Romanos 6:23)!
À ordem da voz de Deus, o homem que estava deitado jazendo morto, ergue-se e sentando-se, começa a falar com os presentes!
A morte não teve poder sobre o Criador da vida! O choro transformou-se em riso; a dor em gozo; a tristeza em alegria! Por essa razão tinha Ele tinha dito à viúva: ‘não chores’!
Jesus está sempre a ver mais além do que aquilo que a visão humana pode atingir. Onde o ser humano vê tristeza e dor, Jesus vê uma oportunidade de demonstrar que Ele, e só Ele, pode resolver os nossos problemas mais profundos!
Todos os presentes ficaram espantados (v. 16). Quando conseguiram recuperar do choque e admiração causados pela cena, glorificaram a Deus pelo que tinham testemunhado. Mas mais ainda, não ficaram apenas pelas palavras; eles abandonaram o cortejo fúnebre e foram por todo o lado testemunhando em favor de Jesus (v. 17)! Isto é, conhecendo a Jesus, deixaram a multidão fúnebre que tinham vindo a seguir e engrossaram as fileiras da multidão que seguia o Salvador!
Como é que podemos hoje glorificar a Deus? Simplesmente escolhendo a qual das multidões nos queremos juntar: a multidão que segue Jesus, Aquele que pode dar a vida eterna, ou as multidões que se arrastam tristemente pelo mundo, seguindo a consequência maior do pecado, a morte, e todas as coisas que a ela conduzem!
O mundo atual tem tantos perigos e tentações mesmo para o fiel crente, que por vezes se torna difícil discernir qual a multidão que é liderada por Jesus. No entanto, algumas perguntas podem ser respondidas para percebermos bem a que multidão pertencemos:
a) Quanto tempo ocupo diariamente estudando a Bíblia?
b) Que outras leituras escolho para alimentar a minha mente? (Romances? Novelas?)
c) Que tipo de programas assisto na televisão, que hoje está carregada de violência, imoralidade e pecado?
d) Quem são os meus amigos? Que tipo de companhia são eles para mim? (ver Salmos 1:1)
e) Qual a alimentação que escolho para mim?
f) Como está a minha frequência e envolvimento na igreja? Ou sou apenas mais um número nos bancos da igreja, somente para a estatística?
Se a conclusão é que estamos no caminho errado, Deus quer convencer-nos da decisão que precisamos tomar: mudar de multidão!
Filipenses 4:8 diz 'quanto ao mais, irmãos, tudo o que é verdadeiro, tudo o que é honesto, tudo o que é justo, tudo o que é puro, tudo o que é amável, tudo o que é de boa fama, se há alguma virtude, e se há algum louvor, nisso pensai'.
Filipe Reis
Fonte - Nisto Cremos
'E aconteceu que, no dia seguinte, Ele foi à cidade chamada Naim, e com ele iam muitos dos seus discípulos, e uma grande multidão; e, quando chegou perto da porta da cidade, eis que levavam um defunto, filho único de sua mãe, que era viúva; e com ela ia uma grande multidão da cidade. E, vendo-a, o Senhor moveu-se de íntima compaixão por ela, e disse-lhe: não chores. E, chegando-se, tocou o esquife (e os que o levavam pararam), e disse: jovem, a ti te digo: levanta-te! E o defunto assentou-se, e começou a falar. E entregou-o a sua mãe. E de todos se apoderou o temor, e glorificavam a Deus, dizendo: um grande profeta se levantou entre nós, e Deus visitou o seu povo. E correu dele esta fama por toda a Judéia e por toda a terra circunvizinha.'
Jesus era um missionário incansável; por isso o verso 11 começa por dizer 'aconteceu pouco depois', isto é, ainda não tinha passado muito tempo desde que ele tinha sido confrontado com o mensageiro de um centurião romano cujo servo havia adoecido gravemente, e o havia curado.
Esta foi, provavelmente, uma das primeiras viagens pelas aldeias da Galileia. Naím, não é mencionada em nenhum outro ponto da Bíblia, mas refere-se à atual cidade de Nein, situada a 40Km de Cafarnaum e 8Km de Nazaré. Muito perto desta aldeia, havia um grande cemitério escavado na rocha, que ainda hoje se mantém, embora em ruínas.
Apesar de estar no início do Seu ministério, desde logo a Sua fama era enorme: 'e com Ele iam muitos dos Seus discípulos e uma grande multidão' (v. 11). Antes disto, Jesus tinha já curado o mencionado servo do centurião, um homem com a mão mirrada, um paralítico, um leproso e apresentado o famoso Sermão da Montanha, onde foi escutado por pessoas da Judeia, de Jerusalém, de Tiro e de Sídon (ver. Lucas 6:17).
Ao chegarem perto da porta da cidade de Naím, um outro aglomerado de pessoas surge em cena: um cortejo fúnebre, onde uma outra multidão segue um caixão onde estava depositado um morto.
Aqui vemos um enorme contraste: uma grande multidão segue Jesus, a Vida; e uma outra multidão segue a morte (representada pelo defunto)!
O morto era o filho único de uma mulher. Naquele tempo, o sustento das mulheres era a família; ora, esta mulher já não tinha marido (o v. 12 refere que era viúva) e tinha acabado de perder o último homem da sua casa. Não sabemos se ela estava em condições de ser recolhida por uma outra família, mas o texto bíblico não dá indicações nesse sentido; logo, podemos assumir que ela corria o risco de ficar sozinha, e mais do que isso, abandonada.
Este é também um momento especial no ministério de Jesus: pela primeira vez Ele se enfrenta cara a cara com a morte. Ele era o Criador da vida; por Ele todas as coisas tinham sido trazidas à existência (ver João 1:3). Agora, em pleno exercício da Sua obra na Terra, Jesus era confrontado com o resultado final da queda do homem, que Ele tinha testemunhado cerca de quatro milénios antes.
Qual foi a reacção de Jesus? O verso 13 diz que Ele 'se moveu de íntima compaixão' pela viúva, que era a pessoa ali presente mais afetada por esta morte! (É interessante verificar que o autor do livro de Lucas identifica Jesus como 'o Senhor', denotando desde logo a Sua autoridade divina.)
No entanto, aparentemente, o caso era bem diferente dos anteriores nos quais Jesus tinha estado envolvido: antes, Ele tinha curado doentes; agora, tratava-se de alguém que já não tinha sequer a mínima réstia de vida...
Reparemos que não há registo de alguém lhe ter feito um pedido ou uma súplica; Jesus, por Sua livre vontade, olhou para aquela cena e compadeceu-se com o sofrimento e a dor da pobre mulher.
A compaixão de Jesus não ficou por um simples sentimento interior. Ele exteriorizou isso quando se aproximou da viúva e lhe disse: ‘não chores’ (v. 13).
Vejamos: a mulher tinha todas as razões para chorar, estar desgostosa e em pranto. A sua vida parecia ter terminado ali; além de perder o seu filho, o futuro era-lhe uma grande incógnita e motivo de apreensão. Ela poderia, eventualmente, até pensar que Jesus não estava totalmente consciente da sua situação, que não estava a entender as consequências para a sua vida. E Jesus vem e diz-lhe... 'não chores'?!!!
Contudo, e como sempre, a ação de Jesus nunca está dependente de sentimentos, raciocínios e lógicas humanas.
Destemidamente, Ele enfrenta o defunto, representando a morte, o poder final do pecado. Ele toca no caixão e os carregadores páram, toda a multidão pára.
Naquele tempo, os caixões eram abertos e o corpo repousava envolto em panos. Tocar no morto ou no caixão era sinal de imundície por sete dias (ver Números 19:11). Ninguém jamais ousaria contaminar-se dessa maneira. Por essa razão, aqueles que levavam o caixão pararam, com certeza em espanto por aquele ato tão inesperado da parte do Salvador.
Esta é uma grande lição: quando Jesus entra em ação, tudo à volta perde o valor e importância. Tudo o quanto nós julgámos como certo deve ser repensado segundo aquilo que Jesus traz e o que Ele vem ensinar.
Então, desafiando as leis naturais que os homens tinham como certas, Jesus volta-se para o morto e ordena: ‘levanta-te!’ O Autor da vida ousava dar uma ordem a um cativo da morte! Aquele cuja mão tinha definido a criação em cada pormenor, estava ali recriando algo que tinha sido destruído pelo pecado (ver Romanos 6:23)!
À ordem da voz de Deus, o homem que estava deitado jazendo morto, ergue-se e sentando-se, começa a falar com os presentes!
A morte não teve poder sobre o Criador da vida! O choro transformou-se em riso; a dor em gozo; a tristeza em alegria! Por essa razão tinha Ele tinha dito à viúva: ‘não chores’!
Jesus está sempre a ver mais além do que aquilo que a visão humana pode atingir. Onde o ser humano vê tristeza e dor, Jesus vê uma oportunidade de demonstrar que Ele, e só Ele, pode resolver os nossos problemas mais profundos!
Todos os presentes ficaram espantados (v. 16). Quando conseguiram recuperar do choque e admiração causados pela cena, glorificaram a Deus pelo que tinham testemunhado. Mas mais ainda, não ficaram apenas pelas palavras; eles abandonaram o cortejo fúnebre e foram por todo o lado testemunhando em favor de Jesus (v. 17)! Isto é, conhecendo a Jesus, deixaram a multidão fúnebre que tinham vindo a seguir e engrossaram as fileiras da multidão que seguia o Salvador!
Como é que podemos hoje glorificar a Deus? Simplesmente escolhendo a qual das multidões nos queremos juntar: a multidão que segue Jesus, Aquele que pode dar a vida eterna, ou as multidões que se arrastam tristemente pelo mundo, seguindo a consequência maior do pecado, a morte, e todas as coisas que a ela conduzem!
O mundo atual tem tantos perigos e tentações mesmo para o fiel crente, que por vezes se torna difícil discernir qual a multidão que é liderada por Jesus. No entanto, algumas perguntas podem ser respondidas para percebermos bem a que multidão pertencemos:
a) Quanto tempo ocupo diariamente estudando a Bíblia?
b) Que outras leituras escolho para alimentar a minha mente? (Romances? Novelas?)
c) Que tipo de programas assisto na televisão, que hoje está carregada de violência, imoralidade e pecado?
d) Quem são os meus amigos? Que tipo de companhia são eles para mim? (ver Salmos 1:1)
e) Qual a alimentação que escolho para mim?
f) Como está a minha frequência e envolvimento na igreja? Ou sou apenas mais um número nos bancos da igreja, somente para a estatística?
Se a conclusão é que estamos no caminho errado, Deus quer convencer-nos da decisão que precisamos tomar: mudar de multidão!
Filipenses 4:8 diz 'quanto ao mais, irmãos, tudo o que é verdadeiro, tudo o que é honesto, tudo o que é justo, tudo o que é puro, tudo o que é amável, tudo o que é de boa fama, se há alguma virtude, e se há algum louvor, nisso pensai'.
Filipe Reis
Fonte - Nisto Cremos
Mais uma vez a economia
Obama pede a líderes medidas "valentes" contra crise
O presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, pediu à comunidade internacional que adote na Cúpula do Grupo dos Vinte (G20, que reúne os países mais ricos e os principais emergentes), em Londres, medidas "valentes" para combater a crise econômica e financeira internacional.
Em artigo assinado e publicado nesta terça-feira no jornal alemão Die Welt, Obama pede que em Londres sejam aprovadas "medidas rápidas" para estimular a economia, e ressalta a necessidade de regular o setor financeiro para acabar com a "especulação desconsiderada" e evitar no futuro "riscos irresponsáveis".
No texto, o presidente diz que os EUA estão dispostos a assumir "a liderança" e convida os parceiros de seu país a se juntarem dentro do "espírito da urgência e atendendo às mesmas intenções".
Obama ressalta a necessidade de atuar de forma conjunta em um "tempo de problemas econômicos globais, que não podem ser solucionados com panos quentes ou com esforços solitários de uma nação".
...
Fonte - G1
Bancos centrais europeus e latinos querem ação global à crise
Os bancos centrais da zona do euro e da América Latina concordaram nesta terça-feira, no México, que a crise econômica "requer uma resposta global" e que a cooperação internacional é um mecanismo eficaz para reduzir seu impacto nas duas regiões.
...
Fonte - Terra
Nota DDP: De crise em crise o alinhamento dos agentes globais está deixando de ser opção para se tansformar em necessidade. Os líderes já parecem falar a mesma língua neste campo, o que sugere que algum tipo de unidade seja uma questão de tempo. Toda vez que se teve um sentido de unificação na história desta terra, a perseguição a grupos que não aderiram se tornou uma realidade.
O presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, pediu à comunidade internacional que adote na Cúpula do Grupo dos Vinte (G20, que reúne os países mais ricos e os principais emergentes), em Londres, medidas "valentes" para combater a crise econômica e financeira internacional.
Em artigo assinado e publicado nesta terça-feira no jornal alemão Die Welt, Obama pede que em Londres sejam aprovadas "medidas rápidas" para estimular a economia, e ressalta a necessidade de regular o setor financeiro para acabar com a "especulação desconsiderada" e evitar no futuro "riscos irresponsáveis".
No texto, o presidente diz que os EUA estão dispostos a assumir "a liderança" e convida os parceiros de seu país a se juntarem dentro do "espírito da urgência e atendendo às mesmas intenções".
Obama ressalta a necessidade de atuar de forma conjunta em um "tempo de problemas econômicos globais, que não podem ser solucionados com panos quentes ou com esforços solitários de uma nação".
...
Fonte - G1
Bancos centrais europeus e latinos querem ação global à crise
Os bancos centrais da zona do euro e da América Latina concordaram nesta terça-feira, no México, que a crise econômica "requer uma resposta global" e que a cooperação internacional é um mecanismo eficaz para reduzir seu impacto nas duas regiões.
...
Fonte - Terra
Nota DDP: De crise em crise o alinhamento dos agentes globais está deixando de ser opção para se tansformar em necessidade. Os líderes já parecem falar a mesma língua neste campo, o que sugere que algum tipo de unidade seja uma questão de tempo. Toda vez que se teve um sentido de unificação na história desta terra, a perseguição a grupos que não aderiram se tornou uma realidade.
Carne vemelha e embutidos aumentam risco de morte
Consumir carne vermelha e embutidos parece aumentar o risco de morte, enquanto o consumo de carne branca parece reduzi-lo, revela um estudo realizado nos Estados Unidos, com resultados publicados nesta segunda-feira.
A pesquisa, que envolveu mais de meio milhão de pessoas, analisou homens e mulheres com entre 50 e 71 anos, a partir de 1995. Os pesquisados responderam a um questionário sobre sua alimentação e foram acompanhados nos dez anos seguintes, através do sistema de previdência social.
Durante este período, morreram 47.976 homens e 23.276 mulheres.
O estudo concluiu que 20% dos homens e mulheres que comeram mais carne vermelha (média de 62,5 gramas por mil calorias absorvidas diariamente) tinham um risco mais elevado de mortalidade em comparação aos que comeram menos carne vermelha (9,8 gramas por mil calorias diárias).
A pesquisa, publicada no Archives of Internal Medicine de 23 de março, constata os mesmos resultados entre os que comeram mais ou menos embutidos.
Os autores do estudo concluíram que seria possível evitar 11% das mortes entre homens e 16% entre as mulheres com uma redução de 20% no consumo de carne vermelha ou de embutidos.
Já entre os pesquisados que consumiram mais carne branca, 20% apresentaram um risco menor de óbito em relação ao grupo que consumiu carne branca.
O risco de morte provocada por doenças cardiovasculares entre o grupo que comeu menos carne vermelha e embutidos foi 11% inferior entre os homens e 21% entre as mulheres em relação aos que comeram mais carne vermelha e embutidos, destacam os autores do estudo, do Instituto Nacional do Câncer dos Estados Unidos (NCI).
Fonte - Cosmo
Nota DDP: Para saber mais sobre este tema e outros a ele relacionados, no contexto dos últimos dias, comece por "Expectativa de vida de obesos pode ser reduzida em 10 anos".
A pesquisa, que envolveu mais de meio milhão de pessoas, analisou homens e mulheres com entre 50 e 71 anos, a partir de 1995. Os pesquisados responderam a um questionário sobre sua alimentação e foram acompanhados nos dez anos seguintes, através do sistema de previdência social.
Durante este período, morreram 47.976 homens e 23.276 mulheres.
O estudo concluiu que 20% dos homens e mulheres que comeram mais carne vermelha (média de 62,5 gramas por mil calorias absorvidas diariamente) tinham um risco mais elevado de mortalidade em comparação aos que comeram menos carne vermelha (9,8 gramas por mil calorias diárias).
A pesquisa, publicada no Archives of Internal Medicine de 23 de março, constata os mesmos resultados entre os que comeram mais ou menos embutidos.
Os autores do estudo concluíram que seria possível evitar 11% das mortes entre homens e 16% entre as mulheres com uma redução de 20% no consumo de carne vermelha ou de embutidos.
Já entre os pesquisados que consumiram mais carne branca, 20% apresentaram um risco menor de óbito em relação ao grupo que consumiu carne branca.
O risco de morte provocada por doenças cardiovasculares entre o grupo que comeu menos carne vermelha e embutidos foi 11% inferior entre os homens e 21% entre as mulheres em relação aos que comeram mais carne vermelha e embutidos, destacam os autores do estudo, do Instituto Nacional do Câncer dos Estados Unidos (NCI).
Fonte - Cosmo
Nota DDP: Para saber mais sobre este tema e outros a ele relacionados, no contexto dos últimos dias, comece por "Expectativa de vida de obesos pode ser reduzida em 10 anos".
segunda-feira, 23 de março de 2009
Sobre a crise econômica
Crise jogará milhões na miséria
Genebra - No alerta mais sério já feito sobre a crise, o diretor-gerente do Fundo Monetário Internacional (FMI) Dominique Strauss Kahn alertou nesta manhã em Genebra que "milhões serão jogados para a miséria" e aponta para o risco de conflitos como resultado da recessão mundial. "A tensão social já é uma ameaça para a democracia e a crise ainda pode acabar em guerra em alguns locais. Quando há uma tensão social, não podemos excluir que alguém possa tentar encontrar derivativo em conflito diante da crise", alertou Strauss Kahn.
Fonte - Estadão
Mercado imobiliário global vai de mal a pior
Na última vez que a Economist publicou seu índice de preços das casas, apenas seis países tinham apresentado declínio no valor dos imóveis nos doze meses anteriores. Três meses depois, este número subiu para 16.
Nos EUA, vislumbrou-se alguma luz no fim do túnel quando a construção de novas casas cresceu em fevereiro, depois de meses de queda. Mas a realidade continua sendo a de muitos apartamentos à venda sem encontrar compradores. Segundo um relatório de uma empresa de seguros, os preços dos imóveis na Grã-Bretanha podem cair ainda mais - de 40% a 55%.
Fonte - Opinião e Notícia
Genebra - No alerta mais sério já feito sobre a crise, o diretor-gerente do Fundo Monetário Internacional (FMI) Dominique Strauss Kahn alertou nesta manhã em Genebra que "milhões serão jogados para a miséria" e aponta para o risco de conflitos como resultado da recessão mundial. "A tensão social já é uma ameaça para a democracia e a crise ainda pode acabar em guerra em alguns locais. Quando há uma tensão social, não podemos excluir que alguém possa tentar encontrar derivativo em conflito diante da crise", alertou Strauss Kahn.
Fonte - Estadão
Mercado imobiliário global vai de mal a pior
Na última vez que a Economist publicou seu índice de preços das casas, apenas seis países tinham apresentado declínio no valor dos imóveis nos doze meses anteriores. Três meses depois, este número subiu para 16.
Nos EUA, vislumbrou-se alguma luz no fim do túnel quando a construção de novas casas cresceu em fevereiro, depois de meses de queda. Mas a realidade continua sendo a de muitos apartamentos à venda sem encontrar compradores. Segundo um relatório de uma empresa de seguros, os preços dos imóveis na Grã-Bretanha podem cair ainda mais - de 40% a 55%.
Fonte - Opinião e Notícia
Sobre o meio ambiente
Ozônio poderá quase desaparecer até 2065
ESTADOS UNIDOS - A Nasa, agência espacial americana, divulgou esta semana uma simulação que identifica as condições da camada de ozônio e projeta as possíveis conseqüências de um planeta Terra sem o seu filtro solar dentro de 60 anos.
De acordo com o estudo, cerca de dois terços do ozônio terão desaparecido em 2065, permitindo que os raios ultravioleta (UV) sejam fortes o bastante para causar queimaduras em apenas cinco minutos e câncer de pele. As informações são do jornal espanhol El Mundo.
...
Fonte - Terra
O drama da água...
A água afundou a aritmética. Mais de dois mil especialistas de várias universidades se reuniram em Copenhague, na Dinamarca, para corrigir um erro de cálculo. Em 2007, o Painel Intergovernamental sobre Mudanças Climáticas (IPCC) havia divulgado que o nível do mar subiria 50 cm em um período de 230 anos, de 1870 a 2100. Mas, na semana passada, a conta foi refeita e os oceanos atingirão este nível de elevação já em 2010, ou seja, em 140 anos. A estimativa anterior não havia considerado o acelerado derretimento das calotas polares da Groenlândia e da Antártida - entre maio de 2004 e abril de 2006, por exemplo, a velocidade de degelo foi 250% maior do que no biênio anterior. A previsão é que nos próximos 90 anos o nível do mar suba pelo menos mais 50 centímetros.
"O mundo está se dirigindo para uma catástrofe e não sei se conseguiremos mudar isso", diz Koichiro Matsuura, diretor-geral da Unesco, Organização das Nações Unidas para a Educação, Ciência e Cultura. Em algumas localidades, o fenômeno é visível. No Brasil, moradores de São João da Barra (RJ) e Olinda e Jaboatão (PE) sofrem com a elevação do nível do mar, perdendo até suas residências. As ilhas do leste da Índia estão ficando embaixo d'água e os dirigentes de países insulares como Kiribati e Maldivas procuram um novo território para abrigar suas populações.
...
No outro extremo, a Organização das Nações Unidas (ONU) divulgou um relatório estimando que três bilhões de pessoas sofrerão com escassez de água em 2025. As causas seriam as secas, o aumento populacional, a crescente urbanização, a mudança no clima e a má administração dos recursos. Mais: Carol Turley, do Laboratório Marinho de Plymouth, no sul da Inglaterra, disse que os mares se tornaram 30% mais ácidos nos últimos anos e a causa direta disso é a emissão de gás carbônico. "Certamente teremos uma extinção em massa de espécies marinhas. As primeiras a serem afetadas serão as estrelas-do-mar", disse Turley. "Temos que continuar investindo em energias limpas e nos preparar para criar alternativas para um futuro que já está traçado."
Fonte - Isto É
ESTADOS UNIDOS - A Nasa, agência espacial americana, divulgou esta semana uma simulação que identifica as condições da camada de ozônio e projeta as possíveis conseqüências de um planeta Terra sem o seu filtro solar dentro de 60 anos.
De acordo com o estudo, cerca de dois terços do ozônio terão desaparecido em 2065, permitindo que os raios ultravioleta (UV) sejam fortes o bastante para causar queimaduras em apenas cinco minutos e câncer de pele. As informações são do jornal espanhol El Mundo.
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Fonte - Terra
O drama da água...
A água afundou a aritmética. Mais de dois mil especialistas de várias universidades se reuniram em Copenhague, na Dinamarca, para corrigir um erro de cálculo. Em 2007, o Painel Intergovernamental sobre Mudanças Climáticas (IPCC) havia divulgado que o nível do mar subiria 50 cm em um período de 230 anos, de 1870 a 2100. Mas, na semana passada, a conta foi refeita e os oceanos atingirão este nível de elevação já em 2010, ou seja, em 140 anos. A estimativa anterior não havia considerado o acelerado derretimento das calotas polares da Groenlândia e da Antártida - entre maio de 2004 e abril de 2006, por exemplo, a velocidade de degelo foi 250% maior do que no biênio anterior. A previsão é que nos próximos 90 anos o nível do mar suba pelo menos mais 50 centímetros.
"O mundo está se dirigindo para uma catástrofe e não sei se conseguiremos mudar isso", diz Koichiro Matsuura, diretor-geral da Unesco, Organização das Nações Unidas para a Educação, Ciência e Cultura. Em algumas localidades, o fenômeno é visível. No Brasil, moradores de São João da Barra (RJ) e Olinda e Jaboatão (PE) sofrem com a elevação do nível do mar, perdendo até suas residências. As ilhas do leste da Índia estão ficando embaixo d'água e os dirigentes de países insulares como Kiribati e Maldivas procuram um novo território para abrigar suas populações.
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No outro extremo, a Organização das Nações Unidas (ONU) divulgou um relatório estimando que três bilhões de pessoas sofrerão com escassez de água em 2025. As causas seriam as secas, o aumento populacional, a crescente urbanização, a mudança no clima e a má administração dos recursos. Mais: Carol Turley, do Laboratório Marinho de Plymouth, no sul da Inglaterra, disse que os mares se tornaram 30% mais ácidos nos últimos anos e a causa direta disso é a emissão de gás carbônico. "Certamente teremos uma extinção em massa de espécies marinhas. As primeiras a serem afetadas serão as estrelas-do-mar", disse Turley. "Temos que continuar investindo em energias limpas e nos preparar para criar alternativas para um futuro que já está traçado."
Fonte - Isto É
43% dos católicos esperam a renúncia de Bento XVI
Pelo menos 43% dos católicos franceses esperam que o Papa Bento XVI renuncie, ou se aposente, contra 54% que não desejam que isso aconteça (3% não se pronunciaram), de acordo com uma pesquisa Ifop que será publicada no domingo, no 'Journal du Dimanche'.
A proporção de católicos franceses que desejam a saída de Bento XVI chega a 47% entre os não-praticantes, mas cai para 31% entre os católicos praticantes.
Interrogados sobre se a Igreja Católica deve 'modificar seu discurso e suas posições para levar em conta as mudanças que se apresentaram na sociedade e nos costumes', uma ampla maioria dos católicos franceses estima que 'sim', sobretudo, no que diz respeito aos métodos anticoncepcionais.
Segundo a pesquisa, 85% desejam que a Igreja modifique sua posição sobre a contracepção (75% entre os católicos praticantes); 83% esperam que faça o mesmo sobre o aborto; 77%, sobre o casamento entre divorciados; e 69%, sobre a homossexualidade.
Por último, 49% dos católicos franceses consideram que o Sumo Pontífice não defende 'muito bem' os valores do catolicismo (22%, 'bem'; 28%, 'nem bem, nem mal'; e 1% não se pronunciou).
Fonte - Cosmo
Nota DDP: Interessante como o índice de rejeição a BXVI tem sido explorado pela mídia ultimamente. Algo parecido aconteceu com a mudança de líder nos EUA, como já afirmei aqui. Estaria sendo preparado um papa popular o bastante para se identificar com a liderança de um mundo em crise?
A proporção de católicos franceses que desejam a saída de Bento XVI chega a 47% entre os não-praticantes, mas cai para 31% entre os católicos praticantes.
Interrogados sobre se a Igreja Católica deve 'modificar seu discurso e suas posições para levar em conta as mudanças que se apresentaram na sociedade e nos costumes', uma ampla maioria dos católicos franceses estima que 'sim', sobretudo, no que diz respeito aos métodos anticoncepcionais.
Segundo a pesquisa, 85% desejam que a Igreja modifique sua posição sobre a contracepção (75% entre os católicos praticantes); 83% esperam que faça o mesmo sobre o aborto; 77%, sobre o casamento entre divorciados; e 69%, sobre a homossexualidade.
Por último, 49% dos católicos franceses consideram que o Sumo Pontífice não defende 'muito bem' os valores do catolicismo (22%, 'bem'; 28%, 'nem bem, nem mal'; e 1% não se pronunciou).
Fonte - Cosmo
Nota DDP: Interessante como o índice de rejeição a BXVI tem sido explorado pela mídia ultimamente. Algo parecido aconteceu com a mudança de líder nos EUA, como já afirmei aqui. Estaria sendo preparado um papa popular o bastante para se identificar com a liderança de um mundo em crise?
“...não se ligarão...”
A crise global alcançou em questão de dias diversas regiões do mundo. A Europa é uma dessas regiões em que ela impactou com mais vigor. Os índices de desemprego por lá são alarmantes, e não param de crescer.
E a Europa, conseguirá por meio de seus governos gerenciar a crise para que a possa superar? Essa é a questão mais delicada.
Enquanto os Estados Unidos são um único país, com um único governo central, bastante coeso, com um único congresso, a Europa é um conjunto de países, cada um com seu governo e respectivo congresso, além do governo central e seu congresso.
Antes da crise parecia fácil administrar a economia do Euro, os aportes de dinheiro e os financiamentos. Mas agora, que está na hora de injetar dinheiro no mercado, salvar bancos, garantir liquidez, forçar empréstimos bancários, a política monetária da Europa não está sendo suficientemente coesa e forte. A Europa está dando respostas brandas e insuficientes contra a crise. Nos Estados Unidos as respostas estão sendo bem mais fortes.
E o que significa isso? Segundo o famoso economista Paul Krugman, a Europa poderá sofrer uma crise mais aguda que na América. Ela está menos unida contra a situação.
Novamente está valendo o versículo de Daniel 2:41 a 44, a Europa não se liga mais, e agora, por essa razão, pelos visto, ela vai sofrer sérias conseqüências econômicas e sociais.
O poder do mundo está sendo transferido para a América do Norte, de onde partirão as grandes decisões no cumprimento final das profecias antes da volta de JESUS CRISTO.
Fonte - Cristo Voltará
Nota DDP: Outros detalhes em "O que acontece com a Europa?".
E a Europa, conseguirá por meio de seus governos gerenciar a crise para que a possa superar? Essa é a questão mais delicada.
Enquanto os Estados Unidos são um único país, com um único governo central, bastante coeso, com um único congresso, a Europa é um conjunto de países, cada um com seu governo e respectivo congresso, além do governo central e seu congresso.
Antes da crise parecia fácil administrar a economia do Euro, os aportes de dinheiro e os financiamentos. Mas agora, que está na hora de injetar dinheiro no mercado, salvar bancos, garantir liquidez, forçar empréstimos bancários, a política monetária da Europa não está sendo suficientemente coesa e forte. A Europa está dando respostas brandas e insuficientes contra a crise. Nos Estados Unidos as respostas estão sendo bem mais fortes.
E o que significa isso? Segundo o famoso economista Paul Krugman, a Europa poderá sofrer uma crise mais aguda que na América. Ela está menos unida contra a situação.
Novamente está valendo o versículo de Daniel 2:41 a 44, a Europa não se liga mais, e agora, por essa razão, pelos visto, ela vai sofrer sérias conseqüências econômicas e sociais.
O poder do mundo está sendo transferido para a América do Norte, de onde partirão as grandes decisões no cumprimento final das profecias antes da volta de JESUS CRISTO.
Fonte - Cristo Voltará
Nota DDP: Outros detalhes em "O que acontece com a Europa?".
sexta-feira, 20 de março de 2009
Expectativa de vida de obesos pode ser reduzida em 10 anos
Pessoas que sofrem de obesidade grave podem ter sua vida encurtada entre oito e dez anos. Trata-se de um efeito comparável com o do cigarro.
Segundo pesquisa da Unidade de Estudos Clínicos da Universidade de Oxford, publicada na internet pela revista médica "The Lancet", o índice de massa corporal (IMC) -relação entre o peso e a altura- superior ao ideal de 22,5-25 kg/m2 conduz a um aumento da mortalidade, com um risco superior, logicamente, aos mais obesos.
A pesquisa foi realizada com base em dados de quase 900 mil adultos da Europa Ocidental e América do Norte, com uma média de idade de 46 anos e um índice de massa corporal (IMC) médio de 25.
Fonte - Opinião e Notícia
Nota DDP: Idéias complementares começando por "A feitiçaria de Babilónia ".
Segundo pesquisa da Unidade de Estudos Clínicos da Universidade de Oxford, publicada na internet pela revista médica "The Lancet", o índice de massa corporal (IMC) -relação entre o peso e a altura- superior ao ideal de 22,5-25 kg/m2 conduz a um aumento da mortalidade, com um risco superior, logicamente, aos mais obesos.
A pesquisa foi realizada com base em dados de quase 900 mil adultos da Europa Ocidental e América do Norte, com uma média de idade de 46 anos e um índice de massa corporal (IMC) médio de 25.
Fonte - Opinião e Notícia
Nota DDP: Idéias complementares começando por "A feitiçaria de Babilónia ".
Países que correm risco de sofrer turbulências políticas e sociais

A crise econômica mundial já está causando um grave impacto social em muitos países, principalmente o rápido aumento do desemprego.
O impacto político pode levar mais tempo para ser sentido: até agora apenas dois governos eleitos, na Islândia e na Letônia, tombaram após protestos populares. No entanto, à medida que a crise se agravar poderá haver outros casos -- e possivelmente menos pacíficos.
De acordo com um relatório da Economist Intelligence Unit, neste ano e no próximo 95 países correm um alto de risco de ficar vulneráveis a instabilidades políticas e sociais em decorrência da crise econômica. Em 2007, eram 35. As nações mais vulneráveis, como o Zimbábue, sofrem com um governo ruim e uma economia em queda-livre.
Fonte - Opinião e Notícia
João Paulo II será beatificado em 2 de abril de 2010
ROMA, 18 Mar. 09 / 03:01 pm (ACI).- O Papa João Paulo II poderia ser beatificado em 2 de abril de 2010, cinco anos exatos depois de sua morte, conforme informou o jornal polonês Dziennik, que assegurou que a Congregação para as Causas dos Santos da Santa Sé já teria tomado a decisão.
A princípios este mês, o Arcebispo de Cracóvia, Cardeal Stanislaw Dziwisz, assegurou que o processo de beatificação do Papa Woytila estava a ponto de terminar e que o mesmo Bento XVI desejava fechar o processo "o antes possível" porque é "o que o mundo está pedindo".
O processo de beatificação do João Paulo II se iniciou em 28 de junho de 2005, dois meses depois do falecimento do Pontífice e graças à dispensa concedida por seu sucessor, Bento XVI, para que a causa pudesse começar sem necessidade de esperar aos cinco anos de rigor que devem transcorrer entre o falecimento de uma pessoa e o começo de sua causa.
Fonte - ACI
Nota DDP: Todo ano, por ocasião do "aniversário" da morte de JPII surgem questões ligadas à beatificação do papa falecido, bem como sobre "manifestações" do futuro "santo".
Algo a se acompanhar.
1) - Novas declarações acerca de JPII
2) - O terceiro aniversário da morte do Papa JPII
3) - O papa andarilho
4) - Milhares no Vaticano para recordar João Paulo II
5) - Vaticano diz que "não se perderá tempo" para beatificar João Paulo II
6) - Ainda o "sinal" de JPII
A princípios este mês, o Arcebispo de Cracóvia, Cardeal Stanislaw Dziwisz, assegurou que o processo de beatificação do Papa Woytila estava a ponto de terminar e que o mesmo Bento XVI desejava fechar o processo "o antes possível" porque é "o que o mundo está pedindo".
O processo de beatificação do João Paulo II se iniciou em 28 de junho de 2005, dois meses depois do falecimento do Pontífice e graças à dispensa concedida por seu sucessor, Bento XVI, para que a causa pudesse começar sem necessidade de esperar aos cinco anos de rigor que devem transcorrer entre o falecimento de uma pessoa e o começo de sua causa.
Fonte - ACI
Nota DDP: Todo ano, por ocasião do "aniversário" da morte de JPII surgem questões ligadas à beatificação do papa falecido, bem como sobre "manifestações" do futuro "santo".
Algo a se acompanhar.
1) - Novas declarações acerca de JPII
2) - O terceiro aniversário da morte do Papa JPII
3) - O papa andarilho
4) - Milhares no Vaticano para recordar João Paulo II
5) - Vaticano diz que "não se perderá tempo" para beatificar João Paulo II
6) - Ainda o "sinal" de JPII
Comerciários votam pelo fechamento de lojas aos domingos
A maioria dos 1.076 comerciários que votaram no plebiscito para decidir sobre o funcionamento das lojas aos domingos optaram pela folga dominical. No local trabalham aproximadamente duas mil pessoas e 655 votaram pela folga. A consulta foi realizada nesta quinta-feira (19) no pátio do Shopping Vitória.
Mas a briga entre patrões e empregados parece esquentar ainda mais. O Sindicato dos Lojistas de Vitória (Sindilojistas) recomenda os comerciantes a abrirem as lojas. "Acho que deveriam abrir, trabalhar e depois discutir na Justiça sobre o Acordo de Natal. A Consolidação das Leis do Trabalho (CLT) permite o trabalho aos domingos. Os lojistas podem estar cientes que nós entraríamos ao lado deles", afirma o presidente da entidade, Jadyr Primo.
Diante da negativa da maioria dos trabalhadores que compareceram ao pleito em manter a jornada de trabalho estendida até o domingo e da recomendação para que os comerciantes abram as lojas, a Justiça poderá ter que bater o martelo sobre o assunto.
O presidente do Sindicomerciários, Jakson Andrade, afirma que o primeiro passo será notificar a decisão dos trabalhadores a todas as lojas situadas no Shopping Vitória, além do Sindicato dos Lojistas (Sindilojistas).
"Se os lojistas insistirem em explorar a mão-de-obra dos empregados vamos entrar com uma ação judicial contra as lojas cobrando o acordo assinado no final do ano passado. Se os empresários insistirem em abrir as lojas mesmo com a ação tramitando na Justiça, vamos convocar uma grande manifestação no shopping".
Acordo
Apesar dos trabalhadores terem tomado uma atitude unilateral, destaca Jadyr Primo, ele relata que os empresários não foram procurados antes do plebiscito para tentarem chegar a um acordo. "É importante salientar que estamos abertos a fazer um acordo com o sindicato dos trabalhadores. Estamos abertos a uma negociação razoável", enfatiza Primo.
O empresário esclarece que o trabalho aos domingos tem remuneração diferenciada, portanto os trabalhadores não têm prejuízos. "Eles ganham mais quando trabalham nesse dia. Há ainda a folga em um outro dia da semana. Tudo como está previsto em lei".
Primo salienta a necessidade de realização de uma assembleia com os lojistas para conversar sobre a possibilidade de um novo acordo com os funcionários.
O plebiscito será realizado no shopping Norte-Sul, em Jardim Camburi, na próxima semana e, segundo o presidente do Sindicomerciários, Jakson Andrade, as lojas desse centro ainda podem abrir no próximo domingo, mas, dependendo do resultado do pleito, também terão que dispensar os funcionários do trabalho dominical.
Fonte - Gazeta Online
Nota DDP: Há de ser entendido que não existe possibilidade de se alastrar uma cultura de descanso nos domingos por via coercitiva do estado, antes de ocorrer um amplo debate sobre este tema nas esferas inferiores. É o que se percebe com as questões pontuais que pipocam em vários locais do mundo, que esta sendo preparado para uma discussão mais ampla, como ocorrerá no futuro, partindo dos EUA.
[Colaboração: Marcos Correia e Silva]
Mas a briga entre patrões e empregados parece esquentar ainda mais. O Sindicato dos Lojistas de Vitória (Sindilojistas) recomenda os comerciantes a abrirem as lojas. "Acho que deveriam abrir, trabalhar e depois discutir na Justiça sobre o Acordo de Natal. A Consolidação das Leis do Trabalho (CLT) permite o trabalho aos domingos. Os lojistas podem estar cientes que nós entraríamos ao lado deles", afirma o presidente da entidade, Jadyr Primo.
Diante da negativa da maioria dos trabalhadores que compareceram ao pleito em manter a jornada de trabalho estendida até o domingo e da recomendação para que os comerciantes abram as lojas, a Justiça poderá ter que bater o martelo sobre o assunto.
O presidente do Sindicomerciários, Jakson Andrade, afirma que o primeiro passo será notificar a decisão dos trabalhadores a todas as lojas situadas no Shopping Vitória, além do Sindicato dos Lojistas (Sindilojistas).
"Se os lojistas insistirem em explorar a mão-de-obra dos empregados vamos entrar com uma ação judicial contra as lojas cobrando o acordo assinado no final do ano passado. Se os empresários insistirem em abrir as lojas mesmo com a ação tramitando na Justiça, vamos convocar uma grande manifestação no shopping".
Acordo
Apesar dos trabalhadores terem tomado uma atitude unilateral, destaca Jadyr Primo, ele relata que os empresários não foram procurados antes do plebiscito para tentarem chegar a um acordo. "É importante salientar que estamos abertos a fazer um acordo com o sindicato dos trabalhadores. Estamos abertos a uma negociação razoável", enfatiza Primo.
O empresário esclarece que o trabalho aos domingos tem remuneração diferenciada, portanto os trabalhadores não têm prejuízos. "Eles ganham mais quando trabalham nesse dia. Há ainda a folga em um outro dia da semana. Tudo como está previsto em lei".
Primo salienta a necessidade de realização de uma assembleia com os lojistas para conversar sobre a possibilidade de um novo acordo com os funcionários.
O plebiscito será realizado no shopping Norte-Sul, em Jardim Camburi, na próxima semana e, segundo o presidente do Sindicomerciários, Jakson Andrade, as lojas desse centro ainda podem abrir no próximo domingo, mas, dependendo do resultado do pleito, também terão que dispensar os funcionários do trabalho dominical.
Fonte - Gazeta Online
Nota DDP: Há de ser entendido que não existe possibilidade de se alastrar uma cultura de descanso nos domingos por via coercitiva do estado, antes de ocorrer um amplo debate sobre este tema nas esferas inferiores. É o que se percebe com as questões pontuais que pipocam em vários locais do mundo, que esta sendo preparado para uma discussão mais ampla, como ocorrerá no futuro, partindo dos EUA.
[Colaboração: Marcos Correia e Silva]
Tony Blair diz: religião é fundamental na política
O ex-chanceler britânico, que mudou da Igreja Anglicana para a Igreja Católica, disse há pouco que os dirigentes políticos devem ter Deus em conta “se desejarem comprometer-se de forma adequada com o moderno”. Notícia da revista semanal britânica “New Statesman”. Disse que “a fé religiosa e a forma como se desenvolve poderão ter para o século XXI o mesmo significado que a ideologia política teve para o século XX”, e “no compreender o poder da religião significa não compreender o mundo moderno”.
No mês passado, diante do presidente Barack Obama, Blair afirmou que a fé deve ser restabelecida “no seu devido lugar, como guia do nosso mundo e do seu futuro”. Atualmente ele a leciona “Fé e Globalização” na universidade norte-americana de Yale. De político poderoso passou a ser um religioso convencido do poder da religião na política global.
Tony Blair é um homem influente para o governo de Barack Obama. Ele foi convidado pelo novo presidente americano para visitá-lo antes mesmo de outros presidentes em exercício, de nações importantes para os Estados Unidos. E ele é também um dos grandes homens do mundo engajado pelo diálogo inter-religioso, visando salvar o planeta de seus enormes problemas globais. Esse é um dos poderosos movimentos pela imposição do domingo como dia santo em lugar do sábado.
Fonte - Cristo Voltará
No mês passado, diante do presidente Barack Obama, Blair afirmou que a fé deve ser restabelecida “no seu devido lugar, como guia do nosso mundo e do seu futuro”. Atualmente ele a leciona “Fé e Globalização” na universidade norte-americana de Yale. De político poderoso passou a ser um religioso convencido do poder da religião na política global.
Tony Blair é um homem influente para o governo de Barack Obama. Ele foi convidado pelo novo presidente americano para visitá-lo antes mesmo de outros presidentes em exercício, de nações importantes para os Estados Unidos. E ele é também um dos grandes homens do mundo engajado pelo diálogo inter-religioso, visando salvar o planeta de seus enormes problemas globais. Esse é um dos poderosos movimentos pela imposição do domingo como dia santo em lugar do sábado.
Fonte - Cristo Voltará
Presidente do Mercosul abre Mesa de Diálogo inter-religioso
O presidente do Paraguai, Fernando Lugo, ex-sacerdote católico, na qualidade de Presidente temporário do Mercosul por seis meses, inaugurou a Mesa de Diálogo inter-religioso, que terá sequência em outros países da região, nos próximos meses. “A riqueza do Mercosul não é somente comercial. A riqueza é cultural, geográfica e sobretudo humana. Digna de reconhecimento, escutá-la é, para mim, como governante, um dever e uma necessidade”, ele disse. Serão realizadas seis mesas e o resultados delas será apresentado na Cúpula dos Presidentes, no dia 4 de julho, em Assunção.O temas das seis mesas, segundo Juan Gattinoni, secretário regional do Conselho Latino-Americano de Igrejas-regional Rio da Prata versarão sobre: Diálogo com trabalhadores; diálogo sobre energia; diálogo com jovens ; diálogo com expressões de religiosidade; diálogo com a sociedade e diálogo com os parlamentares do Mercosul.
Presenças especiais foram os teólogos “Leonardo Boff e Frei Betto, do Brasil, e do vice-ministro de Culto do Paraguai, Hugo Britez, proveram insumos para a reflexão da Mesa de Diálogo. Participaram da Mesa representantes das Igreja Católica, Associação de Igrejas Evangélicas, Associação de Pastores Evangélicos, Igreja Anglicana, diferentes Igrejas Evangélicas e da tradição protestantes, judeus, muçulmanos, comunidades indígenas, Fé Bahai, Hana Yoga, Dia Mundial de Oração e organismos ecumênicos. A convocação e coordenação da Mesa esteve a cargo do CLAI-La Plata, com o apoio do Centro Regional Ecumênico de Assessoria e Serviço (CREAS), que sistematizou os debates e conclusões.”
O diálogo inter-religioso está obtendo forte apoio de políticos, especialmente, de mandatários ou ex-mandatários nacionais, como de Portugal, Grã Bretanha, Alemanha, Estados Unidos, Arábia Saudita, e agora do Paraguai na América Latina. Além dos países, a ONU também já aderiu pela promoção do diálogo inter-religioso. A Igreja Católica está conseguindo restabelecer a sua importância junto ao poder político do mundo.
“A sagacidade e astúcia da Igreja de Roma são surpreendentes. Ela sabe ler o futuro. Aguarda o seu tempo, vendo que as igrejas protestantes lhe estão prestando homenagem com o aceitar do falso sábado, e se preparam para impô-lo pelos mesmos meios que ela própria empregou em tempos passados. Os que rejeitam a luz da verdade procurarão ainda o auxílio deste poder que a si mesmo se intitula infalível, a fim de exaltarem uma instituição que com ele se originou. Quão prontamente virá esse poder em auxílio dos protestantes nesta obra, não é difícil imaginar. Quem compreende melhor do que os dirigentes papais como tratar com os que são desobedientes à igreja?” (O Grande Conflito, 580). “Removam-se as restrições ora impostas pelos governos seculares, reintegre-se Roma ao poderio anterior, e de pronto ressurgirá a tirania e perseguição” (O Grande Conflito, 564)
Fonte - Cristo Voltará
Presenças especiais foram os teólogos “Leonardo Boff e Frei Betto, do Brasil, e do vice-ministro de Culto do Paraguai, Hugo Britez, proveram insumos para a reflexão da Mesa de Diálogo. Participaram da Mesa representantes das Igreja Católica, Associação de Igrejas Evangélicas, Associação de Pastores Evangélicos, Igreja Anglicana, diferentes Igrejas Evangélicas e da tradição protestantes, judeus, muçulmanos, comunidades indígenas, Fé Bahai, Hana Yoga, Dia Mundial de Oração e organismos ecumênicos. A convocação e coordenação da Mesa esteve a cargo do CLAI-La Plata, com o apoio do Centro Regional Ecumênico de Assessoria e Serviço (CREAS), que sistematizou os debates e conclusões.”
O diálogo inter-religioso está obtendo forte apoio de políticos, especialmente, de mandatários ou ex-mandatários nacionais, como de Portugal, Grã Bretanha, Alemanha, Estados Unidos, Arábia Saudita, e agora do Paraguai na América Latina. Além dos países, a ONU também já aderiu pela promoção do diálogo inter-religioso. A Igreja Católica está conseguindo restabelecer a sua importância junto ao poder político do mundo.
“A sagacidade e astúcia da Igreja de Roma são surpreendentes. Ela sabe ler o futuro. Aguarda o seu tempo, vendo que as igrejas protestantes lhe estão prestando homenagem com o aceitar do falso sábado, e se preparam para impô-lo pelos mesmos meios que ela própria empregou em tempos passados. Os que rejeitam a luz da verdade procurarão ainda o auxílio deste poder que a si mesmo se intitula infalível, a fim de exaltarem uma instituição que com ele se originou. Quão prontamente virá esse poder em auxílio dos protestantes nesta obra, não é difícil imaginar. Quem compreende melhor do que os dirigentes papais como tratar com os que são desobedientes à igreja?” (O Grande Conflito, 580). “Removam-se as restrições ora impostas pelos governos seculares, reintegre-se Roma ao poderio anterior, e de pronto ressurgirá a tirania e perseguição” (O Grande Conflito, 564)
Fonte - Cristo Voltará
quinta-feira, 19 de março de 2009
Mandamentos, convite à libertação
SALVADOR, quarta-feira, 18 de março de 2009 (ZENIT.org).- «O Decálogo é o convite de Deus ao homem para libertar-se da escravidão do pecado e do mal, para conduzir a uma existência límpida e limpa no seu amor», afirma o arcebispo primaz do Brasil.
O cardeal Geraldo Agnelo, arcebispo de Salvador, explica que «o Decálogo vem a ser para o homem a proposta dos valores verdadeiros, que enriquecem, que levam à maturidade, à plenitude de vida».
O arcebispo faz esse comentário em artigo enviado a Zenit ontem. O texto está no âmbito das leituras da liturgia de domingo passado, com a proclamação dos Dez Mandamentos de Deus no livro do Êxodo.
«Decálogo quer dizer dez palavras, dez enunciados. Constituem o fundamento da Aliança», afirma.
«Recordamos as tábuas da lei: os três primeiros enunciados, escritos sobre a primeira tábua, dizem respeito à conduta que o homem deve ter para com Deus: “Não terás outro Deus fora de mim”; “Não tomarás o nome de Deus em vão”; “Recorda-te de santificar as festas” (os dias de preceito).»
«Os sete outros enunciados propõem as condições para a convivência social, de irmãos entre irmãos: “Honrar o pai e a mãe”; “Não matar”; “Não cometer atos impuros”; “Não roubar”; “Não dar falso testemunho”; “Não desejar a mulher dos outros”; “Não desejar as coisas dos outros”», afirma.
Segundo o arcebispo, pode-se refletir «ao infinito» sobre os dez mandamentos. «Eles constituem um empenho moral vinculante especialmente depois que Jesus Cristo revelou quem é Deus para nós, e quem somos nós para Deus e quem somos nós, uns para os outros: um Pai, filhos, irmãos».
«Os dez mandamentos não são nem imposição de um Deus tirano, nem simples resultado de um esforço de vontade, mas a consequência da nova vida que Deus nos deu, na morte e ressurreição de Jesus Cristo», afirma Dom Geraldo Agnelo.
Fonte - Zenit
Nota DDP: Não perder o post "A catequese dominical" que explica a referência à "liturgia do domingo passado" constante do artigo. Recomento também a leitura do comentário do Minuto Profético sobre este tema.
Agora, não posso me omitir a analisar a citação "os três primeiros enunciados, escritos sobre a primeira tábua". Onde mesmo consta da Bíblia esta tábua com "três enunciados"?
O cardeal Geraldo Agnelo, arcebispo de Salvador, explica que «o Decálogo vem a ser para o homem a proposta dos valores verdadeiros, que enriquecem, que levam à maturidade, à plenitude de vida».
O arcebispo faz esse comentário em artigo enviado a Zenit ontem. O texto está no âmbito das leituras da liturgia de domingo passado, com a proclamação dos Dez Mandamentos de Deus no livro do Êxodo.
«Decálogo quer dizer dez palavras, dez enunciados. Constituem o fundamento da Aliança», afirma.
«Recordamos as tábuas da lei: os três primeiros enunciados, escritos sobre a primeira tábua, dizem respeito à conduta que o homem deve ter para com Deus: “Não terás outro Deus fora de mim”; “Não tomarás o nome de Deus em vão”; “Recorda-te de santificar as festas” (os dias de preceito).»
«Os sete outros enunciados propõem as condições para a convivência social, de irmãos entre irmãos: “Honrar o pai e a mãe”; “Não matar”; “Não cometer atos impuros”; “Não roubar”; “Não dar falso testemunho”; “Não desejar a mulher dos outros”; “Não desejar as coisas dos outros”», afirma.
Segundo o arcebispo, pode-se refletir «ao infinito» sobre os dez mandamentos. «Eles constituem um empenho moral vinculante especialmente depois que Jesus Cristo revelou quem é Deus para nós, e quem somos nós para Deus e quem somos nós, uns para os outros: um Pai, filhos, irmãos».
«Os dez mandamentos não são nem imposição de um Deus tirano, nem simples resultado de um esforço de vontade, mas a consequência da nova vida que Deus nos deu, na morte e ressurreição de Jesus Cristo», afirma Dom Geraldo Agnelo.
Fonte - Zenit
Nota DDP: Não perder o post "A catequese dominical" que explica a referência à "liturgia do domingo passado" constante do artigo. Recomento também a leitura do comentário do Minuto Profético sobre este tema.
Agora, não posso me omitir a analisar a citação "os três primeiros enunciados, escritos sobre a primeira tábua". Onde mesmo consta da Bíblia esta tábua com "três enunciados"?
Encontro do presidente do episcopado norte-americano com Obama
WASHINGTON, quarta-feira, 18 de março de 2009 (ZENIT.org).- O cardeal Francis George, OMI, arcebispo de Chicago e presidente da Conferência dos Bispos Católicos dos Estados Unidos, teve um encontro nesta terça-feira à tarde com o presidente Barack Obama no Salão Oval da Casa Branca.
No encontro privado, que durou cerca de 30 minutos, «o presidente e o cardeal George falaram de uma ampla gama de questões, inclusive importantes oportunidades para o governo e a Igreja Católica de seguir sua longa relação para enfrentar alguns dos desafios mais urgentes da nação», acrescenta a nota.
Uma declaração da Conferência dos Bispos Católicos dos Estados Unidos explica que, ao final do encontro, o purpurado «expressou sua gratidão pelo encontro e sua esperança de que promova um fecundo diálogo a favor do bem comum».
...
Fonte - Zenit
Nota DDP: A cooperação havida entre EUA/Vaticano no governo anterior parece começar a se estender neste também, na "sua longa relação". Sobre a questão do bem comum, importante a leitura da visão papal deste tema em "O bem comum global perante a escassez de recursos".
No encontro privado, que durou cerca de 30 minutos, «o presidente e o cardeal George falaram de uma ampla gama de questões, inclusive importantes oportunidades para o governo e a Igreja Católica de seguir sua longa relação para enfrentar alguns dos desafios mais urgentes da nação», acrescenta a nota.
Uma declaração da Conferência dos Bispos Católicos dos Estados Unidos explica que, ao final do encontro, o purpurado «expressou sua gratidão pelo encontro e sua esperança de que promova um fecundo diálogo a favor do bem comum».
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Fonte - Zenit
Nota DDP: A cooperação havida entre EUA/Vaticano no governo anterior parece começar a se estender neste também, na "sua longa relação". Sobre a questão do bem comum, importante a leitura da visão papal deste tema em "O bem comum global perante a escassez de recursos".
Muçulmanos e protestantes dão boas-vindas ao Papa
Uma representação de muçulmanos e protestantes dos Camarões deu ontem as boas-vindas ao Papa no aeroporto internacional Nsimalen, de Yaoundé.
“No Alcorão, o profeta Maomé recomenda-nos acolher bem os estrangeiros, pois com muita frequência vêm com a paz. Portanto, para nós, a vinda do Papa é uma bênção”, declarou o grão-imã de Yaoundé, o xeque Ibrahim Moussa.
Este responsável fez um pedido aos fiéis muçulmanos para que “respeitem a religião dos demais e se unam para acolher este grande homem”.
Segundo a imprensa local, o líder islâmico assegurou que “consideramos o Papa como um grão-imã”, em referência à figura encarregada de presidir a oração muçulmana.
“Rezamos para que sua estadia decorra bem e regresse à sua casa em paz”, disse aos jornalistas.
No próximo dia 19, de manhã, a agenda do Papa inclui um encontro com os representantes da Comunidade Muçulmana de Camarões (quase 4 milhões de fiéis, 22% da população), o único do género no programa da visita.
Também as comunidades protestantes deram as boas-vindas ao Papa. “A vinda do Santo Padre ao nosso país é uma graça que não pode deixar um cristão indiferente”, sublinhou o reverendo Jean Emile Ngué, secretário-geral do Conselho das Igrejas protestantes dos Camarões, que considera que a vinda do Papa ao país é “um acontecimento de elevado alcance espiritual”.
Fonte - Ecclesia
Nota DDP: "Grão-imã", "santo padre", as deferências vão crescendo.
“No Alcorão, o profeta Maomé recomenda-nos acolher bem os estrangeiros, pois com muita frequência vêm com a paz. Portanto, para nós, a vinda do Papa é uma bênção”, declarou o grão-imã de Yaoundé, o xeque Ibrahim Moussa.
Este responsável fez um pedido aos fiéis muçulmanos para que “respeitem a religião dos demais e se unam para acolher este grande homem”.
Segundo a imprensa local, o líder islâmico assegurou que “consideramos o Papa como um grão-imã”, em referência à figura encarregada de presidir a oração muçulmana.
“Rezamos para que sua estadia decorra bem e regresse à sua casa em paz”, disse aos jornalistas.
No próximo dia 19, de manhã, a agenda do Papa inclui um encontro com os representantes da Comunidade Muçulmana de Camarões (quase 4 milhões de fiéis, 22% da população), o único do género no programa da visita.
Também as comunidades protestantes deram as boas-vindas ao Papa. “A vinda do Santo Padre ao nosso país é uma graça que não pode deixar um cristão indiferente”, sublinhou o reverendo Jean Emile Ngué, secretário-geral do Conselho das Igrejas protestantes dos Camarões, que considera que a vinda do Papa ao país é “um acontecimento de elevado alcance espiritual”.
Fonte - Ecclesia
Nota DDP: "Grão-imã", "santo padre", as deferências vão crescendo.
Mundo enfrentará graves problemas a partir de 2030
O principal assessor científico do governo britânico prevê que a escassez de água, alimentos e energia vai desencadear tumultos, conflitos internacionais e migrações em massa, uma vez que as pessoas irão fugir das regiões mais afetadas.
O professor John Beddington acredita que estas turbulências começarão em 2030. De acordo com o cientista, o crescimento da população e o sucesso no combate à pobreza nos países em desenvolvimento vão desencadear uma grande demanda por alimentos, água e energia ao longo das próximas duas décadas. Beddington ressalta que os governos precisam alcançar novos progressos no combate às alterações climáticas.
O cientista considera que, se esta situação não for controlada, o mundo enfrentará uma grande "tempestade". Ele ressalta ainda que as reservas alimentares mundiais estão muito baixas, e que em 2030 será preciso produzir 50% a mais de alimentos, 50% a mais de energia e 30% a mais de água potável.
Fonte - Opinião e Notícia
Nota DDP: Separando o joio do trigo nos eventuais excessos, os cientistas começam a pregar que o fim chegou.
O professor John Beddington acredita que estas turbulências começarão em 2030. De acordo com o cientista, o crescimento da população e o sucesso no combate à pobreza nos países em desenvolvimento vão desencadear uma grande demanda por alimentos, água e energia ao longo das próximas duas décadas. Beddington ressalta que os governos precisam alcançar novos progressos no combate às alterações climáticas.
O cientista considera que, se esta situação não for controlada, o mundo enfrentará uma grande "tempestade". Ele ressalta ainda que as reservas alimentares mundiais estão muito baixas, e que em 2030 será preciso produzir 50% a mais de alimentos, 50% a mais de energia e 30% a mais de água potável.
Fonte - Opinião e Notícia
Nota DDP: Separando o joio do trigo nos eventuais excessos, os cientistas começam a pregar que o fim chegou.
Matando a Constituição
Nota da Redação - Alan Keyes e John Haskins publicaram este artigo em 20 de janeiro, mas a importância de suas palavras permanece inalterada e se revelará de maneira cada vez mais clara no decorrer do tempo.
Sobe agora aos palcos da história mundial um homem bastante consciente, ao que tudo indica, de que a Lei Suprema dos Estados Unidos o impede de ser presidente do país.
Afinal, que outro motivo levaria alguém a contratar advogados e gastar milhões de dólares somente para não ter de apresentar uma certidão de nascimento que custa 12,50 dólares e que provaria sua elegibilidade, nos termos da Constituição? Em meio aos cantos ritmados de uma mídia delirante e servil, o esplendor da posse substituirá a simples prova de que os Estados Unidos contarão com um presidente legitimamente constituído.
Se Obama não é legalmente elegível, os Estados Unidos não terão um presidente. Um usurpador exercerá um poder que poucos homens tiveram no passado, ainda que destituído de um mandado constitucional. Por mais que seja adorado pela mídia ou pelos grupos raciais, e independentemente do apoio público, Obama será um tirano, no sentido original da palavra (do grego tyrannos, alguém que exerce um poder que não lhe cabe de direito). Quando enviar jovens soldados para morrer, a mera sugestão de usurpação dos poderes presidenciais constituirá um insulto ao sacrifício deles e uma afronta à Constituição pela qual dão tudo de si. Mesmo que pronuncie o juramento solene com a mão sobre a Bíblia de Lincoln, ele o estará traindo e, em vez de cumprir os ditames da Constituição, em vez de protegê-la e defendê-la, estará subvertendo seus princípios.
As elites insistem em que devemos fingir que nos convencemos depois da apresentação na internet do “certificado” do hospital, no qual faltam, porém, as informações requeridas pela Constituição. Com base nisso nos deixaremos levar pela fé cega e arriscaremos as conseqüências de uma usurpação inconstitucional da presidência?
“Ponha sua fé nos homens, mas amarre-os com as correntes da constituição”, advertiu-nos Thomas Jefferson. Júlio César alçou-se ao poder sobre as paixões dos homens e assassinou uma república. Napoleão fez o mesmo. Hitler também, com forte apoio da elite secularizada e educada. Mas as elites, agora, aprovam quando Obama desdenha a Constituição, da mesma forma que fizeram quando Mitt Romney atirou ao lixo a Constituição que jurara cumprir. Vêem a Lei Suprema dos Estados Unidos como letra morta, “viva e respirando”, claro, o que em seu linguajar significa morta e enterrada.
Do mesmo modo que as elites educadas e sofisticadas de Weimar, na Alemanha, as elites de hoje anseiam por viver sob o que será, acreditam, uma ditadura benevolente. Uma ditadura, contudo, distinta: suave, agradável, em harmonia com o sempre cambiante consenso da classe falante. Assim foi sempre na história humana, até que a Declaração de Independência fez nascer as constituições federal e estadual, agora nada mais do que platitudes arcaicas para moldar jovens inocentes, nas aulas de história, como sujeitos dóceis de uma tirania burocrática.
Não seria difícil esclarecer a questão da elegibilidade de Obama para ser presidente. A Constituição criou todo um setor do governo com o fim de solucionar controvérsias constitucionais. Os magistrados, porém, reuniram várias “regras” ao longo dos anos, que utilizam como pretexto para violar a constituição e como desculpa quando deixam de cumpri-la. Essas mesmas regras lhes servem agora para afirmar que os americanos não possuem capacidade jurídica para solicitar às cortes um julgamento de valor exigido por nossa Lei Suprema. Desconhecem processos que solicitam apenas que os juízes respeitem seus juramentos e obedeçam à Constituição. Será que os juramentos solenes perderam todo sentido?
Seja por incompetência, covardia ou cinismo calculado, o desconhecimento de processos válidos constitui uma subversão voluntária da Constituição, resultado inevitável de uma educação legal que substitui a autoridade das leis e constituições por decretos judiciais.
“Liberdade” para violar seu próprio juramento?
Um artigo na Michigan Law Review adianta o palavreado legal empregado para obscurecer um tema muito simples e que se resume no seguinte: as leis enunciadas na Constituição a tornam inaplicável. Mas que tipo de anti-lógica permite que uma Constituição torne a si mesma inaplicável?
Não há dúvida de que os juramentos solenes de obediência à Lei Suprema dos Estados Unidos perderam todo sentido. “Lavamos nossas mãos”, proclamam os magistrados. Os políticos, acrescentam, se encontram agora submetidos ao sistema da honra.
Mas, entre os que sustentam que considerações “prudentes” ou “discricionárias” prevalecem sobre juramentos solenes e não-discricionários, a honra se tornou um conceito fora de moda. Só resta, assim, a lei da selva, adornada por um jargão jurídico. Agora é cada um por si, os mais fortes contra os mais fracos.
O artigo da Michigan Law Review se fundamenta nas premissas ocultas e no raciocínio circular que juízes e advogados costumam utilizar nos regimes totalitários. Vejam um exemplo de situação em que os cidadãos não têm “capacidade” de demandar que a lei seja cumprida:
“Os três requisitos relativos ao Artigo 3o estão bem consolidados”.
O fato de o autor se referir de passagem ao Artigo 3o da Constituição nada mais é do que um subterfúgio. Não por outra razão ele se vê forçado a recorrer imediatamente ao que dizem os magistrados (àquilo que os advogados contemporâneos chamam pretensiosamente de “precedente jurídico”) em vez de à Constituição mesma:
“De acordo com os precedentes jurídicos existentes, nos casos que colocam em cheque a elegibilidade de candidatos presidenciais, é provável que falte ao reclamante capacidade jurídica. Com efeito, pode-se questionar se alguém teria capacidade jurídica para tanto... na Justiça federal, inicialmente, em função de prudentes limitações à capacidade jurídica... Em primeiro lugar, conforme descrito em Lujan v. Defenders of Wildlife e em outros casos ... disse a Corte. Em Allen x Wright, por exemplo, a Corte sustentou...
O vocabulário empregado e o dogma oculto não fariam sequer sentido para os que escreveram ou ratificaram a Constituição: “precedentes jurídicos existentes”; “bem consolidados”; “é provável que falte ... capacidade jurídica”; “pode-se questionar”; “prudentes limitações”; “disse a Corte”; “a Corte sustentou”. Tudo se resume à opinião de magistrados, as quais, com o passar dos anos, produziram múltiplas camadas de auto-contradição.
Quaisquer tentativas de comparar a moderna ficção do “direito” criado pelos juízes com o antigo sistema da Common Law são ineficazes ou desonestas. Aqueles que criaram nossa forma de governo não deixaram nenhuma margem para que o conceito de opiniões de magistrados pudesse ser transformado em lei. A Constituição de Massachusetts é ainda mais explícita do que a maioria: “O povo ... não pode ser regido por nenhuma outra lei a não ser aquelas que tenham sido aprovadas pelo corpo representativo constitucional” (Parte I, Artigo 10).
O termo “jurisprudência” não existia e nem poderia existir porque era uma negação da Declaração de Independência, da Constituição e dos próprios Estados Unidos enquanto país. O termo teve então que ser inventado muito mais tarde por juristas, para esconder o roubo do poder do povo. Apresentar a opinião dos juízes como a própria lei significa condenar a Constituição ao esquecimento – mesmo quando ela é o tema da controvérsia. Mas não temam. As opiniões dos juízes a respeito da Constituição são ainda melhores do que a coisa real.
Ironicamente, a incapacidade dos juízes de cumprir seus juramentos e de respeitar a Constituição acaba por destruir a argumentação que fundamenta seu papel como “guardiães da Constituição”. Como escreveu Alexander Hamilton, um dos “Founding Fathers”:
“A interpretação das leis constitui matéria própria e peculiar às cortes. A constituição é na verdade uma lei fundamental e assim deve ser considerada pelos magistrados. Cabe-lhes, pois, determinar seu significado, assim como o significado de qualquer ato particular do corpo legislativo. Em caso de diferença irreconciliável entre ambos, deve-se dar preferência ao que tenha validade e obrigação superiores; ou, em outras palavras, a Constituição deve sobrepor-se ao estatuto, a intenção do povo à intenção de seus agentes”. (Os papéis federalistas, no 78).
Hamilton tornou claros princípios vinculantes do direito e do governo norte-americanos, à época universalmente compreendidos e constantes, de modo implícito ou explícito, em nossas Constituições:
* O dever dos magistrados de defender com toda fé a intenção original da lei fundamental dos Estados Unidos jamais pode ser discricionário, porém sempre obrigatório;
* É um dever interpretar, não gerar leis;
* A jurisprudência é a jurisprudência da intenção original, caso contrário não constitui jurisprudência alguma;
* A Constituição é fundamental, o que em inglês claro significa simplesmente que, quando não se interpreta ou não se aplica honestamente, os fundamentos mesmos do governo são solapados;
* Alguns gritam que “uma eleição” não pode ser revertida, respeite ou não a Constituição. Isto é irracional e representa o caminho para a tirania.
O mero voto da maioria em favor de qualquer presidente em particular não pode jamais opor-se às normas fundamentais estabelecidas pelo povo como um todo: a Constituição devidamente ratificada, que é a Lei Suprema dos Estados Unidos. Nela se encontram as regras de acordo com as quais a simples pluralidade de eleitores pode impor legalmente à outra parte da população um presidente pelo qual esta não deseja ser governada.
O ato soberano coletivo que deu origem à Constituição determina a legitimidade de todo ato subseqüente praticado sob sua autoridade, incluindo as eleições conduzidas pelo povo. Se a Suprema Lei, que estabelece as normas e os limites das eleições e do governo, é suspensa, a legitimidade do próprio governo é posta em cheque. Se qualquer maioria passageira pode utilizar uma eleição ordinária para passar por cima da Constituição, então não existe mais Constituição, mas tão-só a tirania da maioria. Os magistrados são obrigados, pelo juramento solene de posse, a declarar ilegais os atos que violem a Constituição.
A legitimidade do governo não vem a ser um mero conceito abstrato. As leis são mais facilmente aplicadas, com menos violência e conflito, quando o governo conta com o respeito e a lealdade do povo. Sob governos despóticos, que se apóiam no medo, no culto da personalidade e na distribuição de botins, o poder constitui o instrumento pessoal dos governantes (res private). Sob governos constitucionais, o poder pertence ao povo (res publica), cuja vontade e intenção a Constituição representa. A lealdade à Constituição se impõe à fidelidade pessoal como aspecto nuclear do respeito à lei. Quando funcionários públicos mostram desprezo pela Constituição, abrem caminho para uma emprego crescente da força como instrumento da lei; e para a irrupção de conflitos civis.
Ao longo da história dos Estados Unidos, a queda de outras nações (França, Itália, Alemanha, Espanha, Índia, China, Sudão, etc.) em estado de anarquia, violência e ditadura fez recordar aos lideres conscientes na América que inculcar respeito e amor pela Constituição era questão de sobrevivência nacional. O interesse próprio iluminado tornou o Judiciário um dos principais promotores e guardiães dessa percepção essencial. Assim, elementos públicos da elite americana foram suficientemente prudentes para temer as conseqüências de um governo que seguisse padrões de legitimidade decrescente, os quais tendem a produzir ciclos históricos de repressão, violência e conflito perpétuo, como já se viu em tantas partes do mundo.
Hoje em dia, os avanços tecnológicos e a imensa expansão das empresas corporativas levaram a auto-satisfação e a arrogância das elites a cumes inimagináveis. Através da realidade virtual da mídia informativa e da manipulação econômica, elas moldam a percepção, a consciência e o comportamento, dispensando, acreditam, a necessidade prática de uma liderança moral e da educação que promove o caráter. Elas desprezam o caráter como fundamento do auto-governo e, em seu lugar, colocam a ilusão poderosa de sua infalível competência técnica e econômica. Por enquanto, ainda preservam a fachada de respeitabilidade perante o povo, mas à medida que as técnicas modernas de despotismo forem surtindo efeito, já não necessitarão da máscara processualística constitucional para ocultar o fim da era do governo baseado no consenso dos governados.
Não é à toa que, mal pôs as mãos nas alavancas do poder, Barack Obama já se sente seguro a ponto de se recusar a mostrar uma obediência pública completa aos ditames da Constituição. Afinal de contas, entre os que fazem seus juramentos solenes, a honra é algo ultrapassado. O desrespeito sem medida pela Constituição e pela autoridade do Povo soberano que a ratificou indica a iminência do abandono da própria garantia de nossa liberdade pela elite detentora do poder.
Como o cão que não latiu na história de Sherlock Holmes, a cumplicidade silenciosa das elites americanas, incluindo juízes, representantes eleitos e outros que juraram respeitar a Constituição, revela a quem ainda se encontra desperto, ou ainda não se deixou cegar pela ambição egoísta, que o brilho refulgente da liberdade vai sendo extinto pelos próprios guardiães da sua flama.
Fonte - Mídia sem Máscara
Nota DDP: Sem entrar na questão da legitimidade do mandato do presidente eleito, embora seja este o fundamento do arrazoado, a interpretação da fragilidade constitucional dos EUA no decurso do tempo é o que me chamou a atenção, tendo em vista os contornos proféticos que encerra:
"Quando o protestantismo estender os braços através do abismo, a fim de dar uma das mãos ao poder romano e a outra ao espiritismo, quando por influência dessa tríplice aliança a América do Norte for induzida a repudiar todos os princípios de sua Constituição, que fizeram dela um governo protestante e republicano, e adotar medidas para a propagação dos erros e falsidades do papado, podemos saber que é chegado o tempo das operações maravilhosas de Satanás e que o fim está próximo." Testemunhos Seletos, vol. 2, pág. 151. (Eventos Finais - Ellen G. White - Pág. 131)
Sobe agora aos palcos da história mundial um homem bastante consciente, ao que tudo indica, de que a Lei Suprema dos Estados Unidos o impede de ser presidente do país.
Afinal, que outro motivo levaria alguém a contratar advogados e gastar milhões de dólares somente para não ter de apresentar uma certidão de nascimento que custa 12,50 dólares e que provaria sua elegibilidade, nos termos da Constituição? Em meio aos cantos ritmados de uma mídia delirante e servil, o esplendor da posse substituirá a simples prova de que os Estados Unidos contarão com um presidente legitimamente constituído.
Se Obama não é legalmente elegível, os Estados Unidos não terão um presidente. Um usurpador exercerá um poder que poucos homens tiveram no passado, ainda que destituído de um mandado constitucional. Por mais que seja adorado pela mídia ou pelos grupos raciais, e independentemente do apoio público, Obama será um tirano, no sentido original da palavra (do grego tyrannos, alguém que exerce um poder que não lhe cabe de direito). Quando enviar jovens soldados para morrer, a mera sugestão de usurpação dos poderes presidenciais constituirá um insulto ao sacrifício deles e uma afronta à Constituição pela qual dão tudo de si. Mesmo que pronuncie o juramento solene com a mão sobre a Bíblia de Lincoln, ele o estará traindo e, em vez de cumprir os ditames da Constituição, em vez de protegê-la e defendê-la, estará subvertendo seus princípios.
As elites insistem em que devemos fingir que nos convencemos depois da apresentação na internet do “certificado” do hospital, no qual faltam, porém, as informações requeridas pela Constituição. Com base nisso nos deixaremos levar pela fé cega e arriscaremos as conseqüências de uma usurpação inconstitucional da presidência?
“Ponha sua fé nos homens, mas amarre-os com as correntes da constituição”, advertiu-nos Thomas Jefferson. Júlio César alçou-se ao poder sobre as paixões dos homens e assassinou uma república. Napoleão fez o mesmo. Hitler também, com forte apoio da elite secularizada e educada. Mas as elites, agora, aprovam quando Obama desdenha a Constituição, da mesma forma que fizeram quando Mitt Romney atirou ao lixo a Constituição que jurara cumprir. Vêem a Lei Suprema dos Estados Unidos como letra morta, “viva e respirando”, claro, o que em seu linguajar significa morta e enterrada.
Do mesmo modo que as elites educadas e sofisticadas de Weimar, na Alemanha, as elites de hoje anseiam por viver sob o que será, acreditam, uma ditadura benevolente. Uma ditadura, contudo, distinta: suave, agradável, em harmonia com o sempre cambiante consenso da classe falante. Assim foi sempre na história humana, até que a Declaração de Independência fez nascer as constituições federal e estadual, agora nada mais do que platitudes arcaicas para moldar jovens inocentes, nas aulas de história, como sujeitos dóceis de uma tirania burocrática.
Não seria difícil esclarecer a questão da elegibilidade de Obama para ser presidente. A Constituição criou todo um setor do governo com o fim de solucionar controvérsias constitucionais. Os magistrados, porém, reuniram várias “regras” ao longo dos anos, que utilizam como pretexto para violar a constituição e como desculpa quando deixam de cumpri-la. Essas mesmas regras lhes servem agora para afirmar que os americanos não possuem capacidade jurídica para solicitar às cortes um julgamento de valor exigido por nossa Lei Suprema. Desconhecem processos que solicitam apenas que os juízes respeitem seus juramentos e obedeçam à Constituição. Será que os juramentos solenes perderam todo sentido?
Seja por incompetência, covardia ou cinismo calculado, o desconhecimento de processos válidos constitui uma subversão voluntária da Constituição, resultado inevitável de uma educação legal que substitui a autoridade das leis e constituições por decretos judiciais.
“Liberdade” para violar seu próprio juramento?
Um artigo na Michigan Law Review adianta o palavreado legal empregado para obscurecer um tema muito simples e que se resume no seguinte: as leis enunciadas na Constituição a tornam inaplicável. Mas que tipo de anti-lógica permite que uma Constituição torne a si mesma inaplicável?
Não há dúvida de que os juramentos solenes de obediência à Lei Suprema dos Estados Unidos perderam todo sentido. “Lavamos nossas mãos”, proclamam os magistrados. Os políticos, acrescentam, se encontram agora submetidos ao sistema da honra.
Mas, entre os que sustentam que considerações “prudentes” ou “discricionárias” prevalecem sobre juramentos solenes e não-discricionários, a honra se tornou um conceito fora de moda. Só resta, assim, a lei da selva, adornada por um jargão jurídico. Agora é cada um por si, os mais fortes contra os mais fracos.
O artigo da Michigan Law Review se fundamenta nas premissas ocultas e no raciocínio circular que juízes e advogados costumam utilizar nos regimes totalitários. Vejam um exemplo de situação em que os cidadãos não têm “capacidade” de demandar que a lei seja cumprida:
“Os três requisitos relativos ao Artigo 3o estão bem consolidados”.
O fato de o autor se referir de passagem ao Artigo 3o da Constituição nada mais é do que um subterfúgio. Não por outra razão ele se vê forçado a recorrer imediatamente ao que dizem os magistrados (àquilo que os advogados contemporâneos chamam pretensiosamente de “precedente jurídico”) em vez de à Constituição mesma:
“De acordo com os precedentes jurídicos existentes, nos casos que colocam em cheque a elegibilidade de candidatos presidenciais, é provável que falte ao reclamante capacidade jurídica. Com efeito, pode-se questionar se alguém teria capacidade jurídica para tanto... na Justiça federal, inicialmente, em função de prudentes limitações à capacidade jurídica... Em primeiro lugar, conforme descrito em Lujan v. Defenders of Wildlife e em outros casos ... disse a Corte. Em Allen x Wright, por exemplo, a Corte sustentou...
O vocabulário empregado e o dogma oculto não fariam sequer sentido para os que escreveram ou ratificaram a Constituição: “precedentes jurídicos existentes”; “bem consolidados”; “é provável que falte ... capacidade jurídica”; “pode-se questionar”; “prudentes limitações”; “disse a Corte”; “a Corte sustentou”. Tudo se resume à opinião de magistrados, as quais, com o passar dos anos, produziram múltiplas camadas de auto-contradição.
Quaisquer tentativas de comparar a moderna ficção do “direito” criado pelos juízes com o antigo sistema da Common Law são ineficazes ou desonestas. Aqueles que criaram nossa forma de governo não deixaram nenhuma margem para que o conceito de opiniões de magistrados pudesse ser transformado em lei. A Constituição de Massachusetts é ainda mais explícita do que a maioria: “O povo ... não pode ser regido por nenhuma outra lei a não ser aquelas que tenham sido aprovadas pelo corpo representativo constitucional” (Parte I, Artigo 10).
O termo “jurisprudência” não existia e nem poderia existir porque era uma negação da Declaração de Independência, da Constituição e dos próprios Estados Unidos enquanto país. O termo teve então que ser inventado muito mais tarde por juristas, para esconder o roubo do poder do povo. Apresentar a opinião dos juízes como a própria lei significa condenar a Constituição ao esquecimento – mesmo quando ela é o tema da controvérsia. Mas não temam. As opiniões dos juízes a respeito da Constituição são ainda melhores do que a coisa real.
Ironicamente, a incapacidade dos juízes de cumprir seus juramentos e de respeitar a Constituição acaba por destruir a argumentação que fundamenta seu papel como “guardiães da Constituição”. Como escreveu Alexander Hamilton, um dos “Founding Fathers”:
“A interpretação das leis constitui matéria própria e peculiar às cortes. A constituição é na verdade uma lei fundamental e assim deve ser considerada pelos magistrados. Cabe-lhes, pois, determinar seu significado, assim como o significado de qualquer ato particular do corpo legislativo. Em caso de diferença irreconciliável entre ambos, deve-se dar preferência ao que tenha validade e obrigação superiores; ou, em outras palavras, a Constituição deve sobrepor-se ao estatuto, a intenção do povo à intenção de seus agentes”. (Os papéis federalistas, no 78).
Hamilton tornou claros princípios vinculantes do direito e do governo norte-americanos, à época universalmente compreendidos e constantes, de modo implícito ou explícito, em nossas Constituições:
* O dever dos magistrados de defender com toda fé a intenção original da lei fundamental dos Estados Unidos jamais pode ser discricionário, porém sempre obrigatório;
* É um dever interpretar, não gerar leis;
* A jurisprudência é a jurisprudência da intenção original, caso contrário não constitui jurisprudência alguma;
* A Constituição é fundamental, o que em inglês claro significa simplesmente que, quando não se interpreta ou não se aplica honestamente, os fundamentos mesmos do governo são solapados;
* Alguns gritam que “uma eleição” não pode ser revertida, respeite ou não a Constituição. Isto é irracional e representa o caminho para a tirania.
O mero voto da maioria em favor de qualquer presidente em particular não pode jamais opor-se às normas fundamentais estabelecidas pelo povo como um todo: a Constituição devidamente ratificada, que é a Lei Suprema dos Estados Unidos. Nela se encontram as regras de acordo com as quais a simples pluralidade de eleitores pode impor legalmente à outra parte da população um presidente pelo qual esta não deseja ser governada.
O ato soberano coletivo que deu origem à Constituição determina a legitimidade de todo ato subseqüente praticado sob sua autoridade, incluindo as eleições conduzidas pelo povo. Se a Suprema Lei, que estabelece as normas e os limites das eleições e do governo, é suspensa, a legitimidade do próprio governo é posta em cheque. Se qualquer maioria passageira pode utilizar uma eleição ordinária para passar por cima da Constituição, então não existe mais Constituição, mas tão-só a tirania da maioria. Os magistrados são obrigados, pelo juramento solene de posse, a declarar ilegais os atos que violem a Constituição.
A legitimidade do governo não vem a ser um mero conceito abstrato. As leis são mais facilmente aplicadas, com menos violência e conflito, quando o governo conta com o respeito e a lealdade do povo. Sob governos despóticos, que se apóiam no medo, no culto da personalidade e na distribuição de botins, o poder constitui o instrumento pessoal dos governantes (res private). Sob governos constitucionais, o poder pertence ao povo (res publica), cuja vontade e intenção a Constituição representa. A lealdade à Constituição se impõe à fidelidade pessoal como aspecto nuclear do respeito à lei. Quando funcionários públicos mostram desprezo pela Constituição, abrem caminho para uma emprego crescente da força como instrumento da lei; e para a irrupção de conflitos civis.
Ao longo da história dos Estados Unidos, a queda de outras nações (França, Itália, Alemanha, Espanha, Índia, China, Sudão, etc.) em estado de anarquia, violência e ditadura fez recordar aos lideres conscientes na América que inculcar respeito e amor pela Constituição era questão de sobrevivência nacional. O interesse próprio iluminado tornou o Judiciário um dos principais promotores e guardiães dessa percepção essencial. Assim, elementos públicos da elite americana foram suficientemente prudentes para temer as conseqüências de um governo que seguisse padrões de legitimidade decrescente, os quais tendem a produzir ciclos históricos de repressão, violência e conflito perpétuo, como já se viu em tantas partes do mundo.
Hoje em dia, os avanços tecnológicos e a imensa expansão das empresas corporativas levaram a auto-satisfação e a arrogância das elites a cumes inimagináveis. Através da realidade virtual da mídia informativa e da manipulação econômica, elas moldam a percepção, a consciência e o comportamento, dispensando, acreditam, a necessidade prática de uma liderança moral e da educação que promove o caráter. Elas desprezam o caráter como fundamento do auto-governo e, em seu lugar, colocam a ilusão poderosa de sua infalível competência técnica e econômica. Por enquanto, ainda preservam a fachada de respeitabilidade perante o povo, mas à medida que as técnicas modernas de despotismo forem surtindo efeito, já não necessitarão da máscara processualística constitucional para ocultar o fim da era do governo baseado no consenso dos governados.
Não é à toa que, mal pôs as mãos nas alavancas do poder, Barack Obama já se sente seguro a ponto de se recusar a mostrar uma obediência pública completa aos ditames da Constituição. Afinal de contas, entre os que fazem seus juramentos solenes, a honra é algo ultrapassado. O desrespeito sem medida pela Constituição e pela autoridade do Povo soberano que a ratificou indica a iminência do abandono da própria garantia de nossa liberdade pela elite detentora do poder.
Como o cão que não latiu na história de Sherlock Holmes, a cumplicidade silenciosa das elites americanas, incluindo juízes, representantes eleitos e outros que juraram respeitar a Constituição, revela a quem ainda se encontra desperto, ou ainda não se deixou cegar pela ambição egoísta, que o brilho refulgente da liberdade vai sendo extinto pelos próprios guardiães da sua flama.
Fonte - Mídia sem Máscara
Nota DDP: Sem entrar na questão da legitimidade do mandato do presidente eleito, embora seja este o fundamento do arrazoado, a interpretação da fragilidade constitucional dos EUA no decurso do tempo é o que me chamou a atenção, tendo em vista os contornos proféticos que encerra:
"Quando o protestantismo estender os braços através do abismo, a fim de dar uma das mãos ao poder romano e a outra ao espiritismo, quando por influência dessa tríplice aliança a América do Norte for induzida a repudiar todos os princípios de sua Constituição, que fizeram dela um governo protestante e republicano, e adotar medidas para a propagação dos erros e falsidades do papado, podemos saber que é chegado o tempo das operações maravilhosas de Satanás e que o fim está próximo." Testemunhos Seletos, vol. 2, pág. 151. (Eventos Finais - Ellen G. White - Pág. 131)
quarta-feira, 18 de março de 2009
EUA pressiona a UE para novos planos de estímulo
Barack Obama llamó ayer la atención a las principales economías del mundo sobre la necesidad de medidas más enérgicas, de acciones más decisivas por parte de los Gobiernos, para hacer frente a la crisis global de forma acompasada con Estados Unidos. Sin decirlo explícitamente, el presidente norteamericano expresó cierta frustración por el hecho de que otros países desarrollados, especialmente en Europa, no hayan repetido planes de estímulo de las proporciones del que recientemente fue aprobado en Washington.
"Todo lo que estamos haciendo en EE UU sería más eficaz si el resto del mundo se estuviera moviendo en la misma dirección", declaró Obama al término de una reunión con su secretario del Tesoro, Timothy Geithner, quien hoy mismo viaja a Londres para participar en una reunión preparatoria de la próxima cumbre del Grupo de los 20 (G-20), que concentra a los países más ricos del mundo y a los emergentes con mayor pujanza. La reunión se celebrará en la capital del Reino Unido el 2 de abril.
Desde ahora hasta esa fecha, la política de Estados Unidos será la de presionar a favor de una acción mundial coordinada para atajar la crisis, una acción en la línea de la ley de estímulo de cerca de 800.000 millones de dólares (625.000 millones de euros) que el presidente firmó el mes pasado y del plan de rescate de los bancos de 700.000 millones de dólares puesto en marcha el pasado otoño.
"EE UU ha tomado una ventaja significativa", manifestó Obama, "sobre una serie de pasos que son necesarios en este momento. Pero es importante que otros países se muevan en la misma dirección porque la economía globalizada nos ata a todos juntos".
Todos esos pasos hay que darlos, además, precisó el presidente "asegurándonos de que no caemos en patrones proteccionistas y de que el comercio internacional sigue siendo el modelo que los países apoyan y practican".
Las palabras de Obama confirman la preocupación de la Casa Blanca por la resistencia de parte de las principales potencias europeas y otras naciones a desarrollar medidas intervencionistas lo suficientemente ambiciosas. Estas diferencias se presentan como el principal caballo de batalla con vistas a la reunión del G-20, en la que están depositadas muchas de las esperanzas de una próxima recuperación.
Un informe del Fondo Monetario Internacional hecho público la semana pasada confirmaba que, entre las mayores economías del mundo, sólo China, Australia y España habían seguido los pasos de EE UU de dedicar el 2% de su producto interior bruto (PIB) a proyectos de estímulo económico. Los dos grandes de Europa, Alemania y Francia, se han quedado muy por detrás de esa cifra, particularmente este último, cuyo paquete de estímulo no llega al 1% del PIB.
El presidente norteamericano dijo ayer que había hablado recientemente sobre esos problemas y las perspectivas de la cumbre de Londres con el primer ministro británico, Gordon Brown, y con el jefe del Gobierno japonés, Taro Aso, con los que, según comentó Obama, había coincidido en "una visión optimista sobre las perspectivas del encuentro".
Obama recalcó que los dos objetivos principales que busca Estados Unidos en esa cumbre son los de "una acción concertada en el mundo entero para resucitar la economía" y un consenso sobre un paquete de medidas reguladoras que deben ser aplicadas por cada país, con el fin de evitar la repetición de catástrofes como la que actualmente afecta al sistema financiero.
El presidente mencionó el primero de esos objetivos como imprescindible para que sus propias iniciativas aplicadas a la economía norteamericana puedan tener éxito. "Podemos hacer un buen trabajo aquí", dijo, "podemos poner en marcha todas las medidas que creamos, pero si continúa el deterioro de la economía internacional, vamos a fracasar".
Nunca se había referido Obama en términos tan dramáticos a la conexión entre la crisis económica norteamericana y la que sufren otros países. Eso pone una presión añadida sobre la cumbre del G-20 y sobre el trabajo previo que debe de llevar a cabo el secretario del Tesoro. "Ésta va a ser una reunión crucial en un momento, obviamente, decisivo para la economía", declaró el presidente.
Timothy Geithner añadió que, desde hace dos años, están circulando entre diferentes países afectados por la crisis una serie de ideas sobre la mejor forma de combatirla. Pero advirtió que ahora "el tiempo de las palabras ha terminado" y que es preciso "unirse y empezar a actuar".
"Tenemos que unir al mundo para poner en acción un programa muy extenso y sostenido de apoyo a la recuperación y el crecimiento. Y tenemos que unirnos para alcanzar un nuevo consenso global sobre cómo fortalecer el sistema financiero mundial de tal manera que una crisis así no vuelva a ocurrir nunca más", propuso el secretario del Tesoro.
Para Geithner esto es, al mismo tiempo, una batalla personal. Después de un turbulento proceso de confirmación por el impago de algunos impuestos, y de un inicio de gestión muy criticado por la incertidumbre de sus acciones respecto a la intervención en los bancos, el secretario del Tesoro está muy necesitado de un éxito para revitalizar su papel.
[Las presiones de Obama y su equipo económico provocaron reacciones en la Comisión Europea y en varios países de la UE, que no parecen dispuestos a preparar nuevos planes anticrisis pese a la insistencia de Estados Unidos. El presidente del Eurogrupo -que engloba a los 16 ministros de Finanzas de la zona euro-, el luxemburgués Jean-Claude Juncker, aseguró ayer que los miembros de la Unión "no están dispuestos a ir más allá de los paquetes de medidas que ya han sacado adelante". El ministro alemán de Finanzas, Peer Steinbrueck, aseguró que en estos momentos no se debate "ninguna medida adicional". Frente a las cifras ofrecidas por EE UU, la UE sostiene que los planes de estímulo de los Veintisiete suman 400.000 millones de euros para 2009 y 2010, el 3,3% del PIB europeo.]
Fonte - El País
Nota DDP: O terrorismo vai se espalhando de um tema para o outro... A política do medo parece ser a mais efetiva nestes tempos.
Tradução Google
"Todo lo que estamos haciendo en EE UU sería más eficaz si el resto del mundo se estuviera moviendo en la misma dirección", declaró Obama al término de una reunión con su secretario del Tesoro, Timothy Geithner, quien hoy mismo viaja a Londres para participar en una reunión preparatoria de la próxima cumbre del Grupo de los 20 (G-20), que concentra a los países más ricos del mundo y a los emergentes con mayor pujanza. La reunión se celebrará en la capital del Reino Unido el 2 de abril.
Desde ahora hasta esa fecha, la política de Estados Unidos será la de presionar a favor de una acción mundial coordinada para atajar la crisis, una acción en la línea de la ley de estímulo de cerca de 800.000 millones de dólares (625.000 millones de euros) que el presidente firmó el mes pasado y del plan de rescate de los bancos de 700.000 millones de dólares puesto en marcha el pasado otoño.
"EE UU ha tomado una ventaja significativa", manifestó Obama, "sobre una serie de pasos que son necesarios en este momento. Pero es importante que otros países se muevan en la misma dirección porque la economía globalizada nos ata a todos juntos".
Todos esos pasos hay que darlos, además, precisó el presidente "asegurándonos de que no caemos en patrones proteccionistas y de que el comercio internacional sigue siendo el modelo que los países apoyan y practican".
Las palabras de Obama confirman la preocupación de la Casa Blanca por la resistencia de parte de las principales potencias europeas y otras naciones a desarrollar medidas intervencionistas lo suficientemente ambiciosas. Estas diferencias se presentan como el principal caballo de batalla con vistas a la reunión del G-20, en la que están depositadas muchas de las esperanzas de una próxima recuperación.
Un informe del Fondo Monetario Internacional hecho público la semana pasada confirmaba que, entre las mayores economías del mundo, sólo China, Australia y España habían seguido los pasos de EE UU de dedicar el 2% de su producto interior bruto (PIB) a proyectos de estímulo económico. Los dos grandes de Europa, Alemania y Francia, se han quedado muy por detrás de esa cifra, particularmente este último, cuyo paquete de estímulo no llega al 1% del PIB.
El presidente norteamericano dijo ayer que había hablado recientemente sobre esos problemas y las perspectivas de la cumbre de Londres con el primer ministro británico, Gordon Brown, y con el jefe del Gobierno japonés, Taro Aso, con los que, según comentó Obama, había coincidido en "una visión optimista sobre las perspectivas del encuentro".
Obama recalcó que los dos objetivos principales que busca Estados Unidos en esa cumbre son los de "una acción concertada en el mundo entero para resucitar la economía" y un consenso sobre un paquete de medidas reguladoras que deben ser aplicadas por cada país, con el fin de evitar la repetición de catástrofes como la que actualmente afecta al sistema financiero.
El presidente mencionó el primero de esos objetivos como imprescindible para que sus propias iniciativas aplicadas a la economía norteamericana puedan tener éxito. "Podemos hacer un buen trabajo aquí", dijo, "podemos poner en marcha todas las medidas que creamos, pero si continúa el deterioro de la economía internacional, vamos a fracasar".
Nunca se había referido Obama en términos tan dramáticos a la conexión entre la crisis económica norteamericana y la que sufren otros países. Eso pone una presión añadida sobre la cumbre del G-20 y sobre el trabajo previo que debe de llevar a cabo el secretario del Tesoro. "Ésta va a ser una reunión crucial en un momento, obviamente, decisivo para la economía", declaró el presidente.
Timothy Geithner añadió que, desde hace dos años, están circulando entre diferentes países afectados por la crisis una serie de ideas sobre la mejor forma de combatirla. Pero advirtió que ahora "el tiempo de las palabras ha terminado" y que es preciso "unirse y empezar a actuar".
"Tenemos que unir al mundo para poner en acción un programa muy extenso y sostenido de apoyo a la recuperación y el crecimiento. Y tenemos que unirnos para alcanzar un nuevo consenso global sobre cómo fortalecer el sistema financiero mundial de tal manera que una crisis así no vuelva a ocurrir nunca más", propuso el secretario del Tesoro.
Para Geithner esto es, al mismo tiempo, una batalla personal. Después de un turbulento proceso de confirmación por el impago de algunos impuestos, y de un inicio de gestión muy criticado por la incertidumbre de sus acciones respecto a la intervención en los bancos, el secretario del Tesoro está muy necesitado de un éxito para revitalizar su papel.
[Las presiones de Obama y su equipo económico provocaron reacciones en la Comisión Europea y en varios países de la UE, que no parecen dispuestos a preparar nuevos planes anticrisis pese a la insistencia de Estados Unidos. El presidente del Eurogrupo -que engloba a los 16 ministros de Finanzas de la zona euro-, el luxemburgués Jean-Claude Juncker, aseguró ayer que los miembros de la Unión "no están dispuestos a ir más allá de los paquetes de medidas que ya han sacado adelante". El ministro alemán de Finanzas, Peer Steinbrueck, aseguró que en estos momentos no se debate "ninguna medida adicional". Frente a las cifras ofrecidas por EE UU, la UE sostiene que los planes de estímulo de los Veintisiete suman 400.000 millones de euros para 2009 y 2010, el 3,3% del PIB europeo.]
Fonte - El País
Nota DDP: O terrorismo vai se espalhando de um tema para o outro... A política do medo parece ser a mais efetiva nestes tempos.
Tradução Google
O bem comum global perante a escassez de recursos
CIDADE DO VATICANO, terça-feira, 17 de março de 2009 (ZENIT.org).- Publicamos a declaração final do Simpósio CELAM (Conselho Episcopal Latino-Americano)-Misereor, celebrado em Roma nos dias 6 e 7 de março. A declaração é intitulada "O bem comum global perante a escassez de recursos".
...
No contexto atual da mudança climática, da crise financeira internacional e da limitação dos bens naturais, julgamos necessário ter um espaço de reflexão como organizações da Igreja para dar uma contribuição à sociedade a partir da fé. Preocupa-nos a velocidade das mudanças e a lentidão dos processos sociais frente a elas. Evidenciam-se vítimas e ameaças para as pessoas que lutam pela dignidade dos filhos e filhas de Deus.
...
Temos de tomar consciência de que a mudança climática; a crise de energia; a crise financeira; a escassez de alimentos; a diminuição dos recursos naturais, etc, são desafios tão globais que precisam ser assumidos por todos e, de modo especial, por aqueles países cuja responsabilidade é maior na geração das causas que ameaçam a vida humana e a integridade da criação.
...
O momento de agir é agora ou será demasiado tarde para todos. Urgem respostas imediatas, e não seguir a prática de adotar medidas isoladas e desarticuladas que só visam manter ou restaurar o sistema atual.
...
A Igreja é interpelada pelas dramáticas tendências da realidade. A partir da Doutrina Social da Igreja podemos formular exigências éticas que devem ser observadas ao buscar soluções, promover umateologia da criação e uma teologia da responsabilidade. É a hora de uma nova atitude da Igreja dentro da sua própria Missão, convocada à tarefa de buscar caminhos para uma nova ordem global, em colaboração com outros grupos e organizações. Os pobres e excluídos devem ser, também, sujeitos e atores de uma nova ordem política, econômica, social e ecológica. No exercício da solidariedade e subsidiariedade com autêntica voz profética, se impõe uma mudança nos estilos de vida e nos modos de produção.
...
É necessário procurar empenhar-se para que os crimes ecológicos sejam punidos, com sansão penal nos tribunais de direitos humanos. Não deve haver impunidade para quem provoca a depredação, a contaminação irreversível e a morte de comunidades humanas.
É necessário levar em conta as propostas resultantes das análises de organizações internacionais especializadas como IPCC, IAASTD, IPSRM.
...
Fonte - Zenit
Nota DDP: É roma aderindo definitivamente ao ECOmenismo e o ecoterrorismo daí derivado. Os outros temas vêm no pacote.
...
No contexto atual da mudança climática, da crise financeira internacional e da limitação dos bens naturais, julgamos necessário ter um espaço de reflexão como organizações da Igreja para dar uma contribuição à sociedade a partir da fé. Preocupa-nos a velocidade das mudanças e a lentidão dos processos sociais frente a elas. Evidenciam-se vítimas e ameaças para as pessoas que lutam pela dignidade dos filhos e filhas de Deus.
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Temos de tomar consciência de que a mudança climática; a crise de energia; a crise financeira; a escassez de alimentos; a diminuição dos recursos naturais, etc, são desafios tão globais que precisam ser assumidos por todos e, de modo especial, por aqueles países cuja responsabilidade é maior na geração das causas que ameaçam a vida humana e a integridade da criação.
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O momento de agir é agora ou será demasiado tarde para todos. Urgem respostas imediatas, e não seguir a prática de adotar medidas isoladas e desarticuladas que só visam manter ou restaurar o sistema atual.
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A Igreja é interpelada pelas dramáticas tendências da realidade. A partir da Doutrina Social da Igreja podemos formular exigências éticas que devem ser observadas ao buscar soluções, promover umateologia da criação e uma teologia da responsabilidade. É a hora de uma nova atitude da Igreja dentro da sua própria Missão, convocada à tarefa de buscar caminhos para uma nova ordem global, em colaboração com outros grupos e organizações. Os pobres e excluídos devem ser, também, sujeitos e atores de uma nova ordem política, econômica, social e ecológica. No exercício da solidariedade e subsidiariedade com autêntica voz profética, se impõe uma mudança nos estilos de vida e nos modos de produção.
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É necessário procurar empenhar-se para que os crimes ecológicos sejam punidos, com sansão penal nos tribunais de direitos humanos. Não deve haver impunidade para quem provoca a depredação, a contaminação irreversível e a morte de comunidades humanas.
É necessário levar em conta as propostas resultantes das análises de organizações internacionais especializadas como IPCC, IAASTD, IPSRM.
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Fonte - Zenit
Nota DDP: É roma aderindo definitivamente ao ECOmenismo e o ecoterrorismo daí derivado. Os outros temas vêm no pacote.
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