
quinta-feira, 3 de abril de 2008
O terceiro aniversário da morte do Papa JPII

O papa andarilho
"Para ele, a Santa Missa era o centro do seu dia e de toda a sua existência", lembrou Bento XVI. A realidade "viva e santa" da Eucaristia lhe dava a energia espiritual para guiar o Povo de Deus no caminho da santidade. O Bispo de Roma acrescentou: "JPII faleceu na vigília do II Domingo da Páscoa, na conclusão do 'dia que o Senhor fez'. Sua agonia se deu naquele dia, naquele espaço de tempo novo, no oitavo dia, desejado pela Santíssima Trindade, mediante a obra do Verbo Encarnado, morto e ressuscitado. JPII deu várias vezes prova de estar, de certa forma, imerso nesta dimensão espiritual, sobretudo no cumprimento de sua missão terrena". Bento XVI continuou a homilia afirmando que o pontificado de papa Wojtyla, em seu conjunto e em certos momentos específicos, parece um sinal e um testemunho da Ressurreição de Cristo...
Fonte: Rádio Vaticano
NOTA: Bento XVI claramente fez a ligação entre o papado de JPII, a ressurreição de Cristo e o descanso dominical. Não ficaria surpreso caso JPII venha "aparecer" na crise final afirmando perigosas heresias como, por exemplo, a mudança do sábado para o domingo: "Muitos serão defrontados por espíritos de demônios personificando parentes ou amigos queridos, e declarando as mais perigosas heresias". O Grande Conflito, p. 560. Não há nenhum texto bíblico que faça a ligação teológica entre a ressurreição de Cristo e o descanso dominical. Pelo contrário, há menção explícita de que o memorial da ressurreição de Cristo é o batismo por imersão (Rm 6:4, 5) - doutrina que a Igreja Católica não ensina, muito menos pratica.
Sem dúvida, JPII foi o papa que acelerou o processo de influência política de Roma sobre as demais nações do planeta, inclusive sobre os EUA. Utilizando-se também de seu preparo como ator, soube vender muito bem a idéia de uma Igreja Católica inofensiva e arrependida de erros passados. Porém, não se deixe enganar, "Roma jacta-se de que nunca muda". Ibidem, p. 581.
"Faz parte de sua política assumir o caráter que melhor cumpra o seu propósito; mas sob a aparência variável do camaleão, oculta o invariável veneno da serpente". Ibidem, p. 571. Outro fator que certamente contribuiu para a ascensão de Roma no cenário político mundial foi as inúmeras viagens internacionais de JPII. As imagens da revista Manchete de 04 de outubro de 1997 falam por si:


Fonte - Minuto Profético
A Revelação da Marca da Besta - Final
A Revelação da Marca da Besta - 7
Com base nessas mais de 50 referências do Tanach (Primeiro Testamento), se de fato o número 666 for usado como base de valor de guematria para pesquisarmos acerca do anti-mashiach, o seguinte pode ser concluído sobre ele:
• Levaria pessoas a adorarem sol, lua e astros
• Impediria as pessoas de se achegarem à Torá e a Yeshua
• Prometeria prosperidade
• Levaria pessoas a se unirem à grande meretriz (Roma)
• Perseguiria (e tentaria matar) os israelitas
• Tentaria derrubar o Tabernáculo de YHWH e dispersar os israelitas com falsos pastores
• Tentaria usurpar o trono de YHWH
• Faria mercantilismo da fé
• Será exposto pelos israelitas da tribo de Gad
• Um ser oculto que se declararia igual a Elohim
• Desvia as pessoas da Torá
• Apresenta-se sob a forma de três
• Enfraquece as pessoas na Palavra de YHWH
• Está associado aos cavaleiros de Guilyana (Apocalipse)
• Os que o seguirem verão a mal que sucede aos que se opõem à Torá
• É o homem do pecado (transgressão à Torá)
• Apresenta-se como filho/descendente de David
• É o espírito de Azaz'el
• Sua descendência é a descendência de Essav (Roma)
• É o rei de Bavel
• Será humilhado por YHWH
• Distorce as Escrituras
• Procura ocultar de seus seguidores o seu adultério (transgressão às mitsvot de YHWH)
• É hipócrita, posando de líder libertador
• É uma criatura das trevas (e não apenas um homem comum)
• É soberbo e seus seguidores são soberbos
• Se opõe à Palavra de YHWH
• Vende o seu sacerdócio por lucro
• Usa o sol como instrumento de adoração e sincretismo religioso
• Seus seguidores se auto-denominam 'sacerdócio levítico' com finalidade de lucro
• Leva o povo a adorar imagens de ídolos
• Blasfema contra YHWH
• Leva o povo cativo a Bavel
• A crença nele se alastrará por toda a terra
• Seu nome será maldito entre os eleitos de YHWH
• Se faz passar pelo Criador da terra
• Espalha o povo, promovendo abominações
• É o devastador
• Diz ser semelhante a YHWH
• Será revelado no fim dos dias
• As pessoas crerão no seu retorno, que será o dia das trevas
• Promete ser fonte de água viva (imitando ao Mashiach)
• O povo o confundiria com o Protetor de Yisra'el
• O povo o confundiria com o Esposo de Yisra'el
• É o centro da adoração de seus seguidores
• É o espírito do keruv (querubim) caído
• Alega ser o sacrifício expiatório (imitando ao Mashiach)
• Faria modificações ao sistema de adoração a YHWH
• O centro de adoração (e principal templo) de seu reino está em Bavel (Roma)
A Revelação da Marca da Besta - 6
A Cortina
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“Porventura tu não cercaste de sebe, a ele, e a sua casa, e a tudo quanto tem? A obra de suas mãos abençoaste e o seu gado se tem aumentado na terra.”
Será que Yochanan estava tentando nos dizer que alguns em Israel confundiriam o anti-mashiach com o protetor de Yisra’el?
A Entrada do Heichal
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“Também tirou os cavalos que os reis de Yehudá tinham dedicado ao sol, à entrada da casa de YHWH, perto da câmara de Natan-Melech, o camareiro, que estava no recinto; e os carros do sol queimou a fogo.”
Ora, a entrada do Heichal foi onde houve adoração ao deus-sol, tendo os reis de Yehudá inclusive dedicado a eles uma série de presentes, e até mesmo objetos do Templo. Assim sendo, será que Yochanan nos quer indicar que o anti-mashiach levaria o povo a um sincretismo com a adoração ao deus-sol?
As Tábuas de Cedro
O cedro era uma árvore nobre e forte, típica da região. Curiosamente, em Shir HaShirim (Cantares) 5:15, a amada, descrevendo o seu amado, diz acerca de sua aparência: “o seu aspecto como o Líbano, excelente como os cedros.” Como sabemos, Shir HaShirim, entre outras coisas, figura a relação entre Yisra’el e YHWH Yeshua.
Será que Yochanan estava tentando nos alertar que alguns confundiriam o antimashiach com o amado de Yisra’el, cuja aparência é como o cedro?
O Kodesh Kodashim
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O Heichal era o Santuário de YHWH, respondendo pela maior parte da área construída do Templo, visto que o átrio era descoberto. O Heichal era o centro da adoração propriamente dita. Nele estavam a menorá, a mesa dos pães, e o incensário de ouro. Será que Yochanan estaria nos dizendo que o anti-mashiach se colocará como centro da adoração de seus seguidores?
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“Tu eras o querubim [hebr: keruv], ungido para cobrir, e te estabeleci; no monte santo de Elohim estavas, no meio das pedras afogueadas andavas. Perfeito eras nos teus caminhos, desde o dia em que foste criado, até que se achou iniqüidade em ti.”
Será que Yochanan estaria nos dizendo que o anti-mashiach seria, na realidade, o espírito de haSatan, um dos k’ruvim de YHWH, que caiu por causa da iniqüidade?
O Altar de Bronze
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As Câmaras Laterais
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A Revelação da Marca da Besta - 5
“Portanto assim diz Adonai YHWH: Eis que os meus servos comerão, mas vós padecereis fome; eis que os meus servos beberão, porém vós tereis sede; eis que os meus servos se alegrarão, mas vós vos envergonhareis; Eis que os meus servos exultarão pela alegria de coração, mas vós pranteareis pela tristeza de coração; e uivareis pelo quebrantamento de espírito. E deixareis o vosso nome aos meus eleitos por maldição; e Adonai YHWH vos matará; e a seus servos chamará por outro nome."
A expressão “pranteareis”, no original é “titsaku” (666). Repare no contexto. Estaria Yochanan dizendo que os servos do anti-mashiach serão derrotados e humilhados, e que o nome do anti-mashiach se tornaria maldição entre os eleitos?
Yirmiyahu (Jeremias) 10:12
“Ele fez a terra com o seu poder; ele estabeleceu o mundo com a sua sabedoria, e com a sua inteligência estendeu os céus.”
A expressão “ele fez a terra”, no original, é “osse erets” (666.) Estaria Yochanan nos alertando que o anti-mashiach se faria passar pelo próprio Criador da terra?
Yirmiyahu (Jeremias) 51:36
“E Bavel se tornará em montões, morada de dragões, espanto e assobio, sem que haja quem nela habite.”
Novamente temos um texto muito relevante, pois se refere a Bavel (Babilônia). Além disso, a expressão aqui com valor numérico 666 é justamente a expressão “morada de dragões”, que no original é “meon tanim.” Dragões (tanim) aparecem em Guilyana, como símbolo dos demônios. Assim sendo, estaria Yochanan revelando que o lugar de habitação do anti-mashiach (talvez, suas igrejas?) seja morada de dêmonios?
Yehezkel (Ezequiel) 11:17-18
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A expressão “lançados” (ou espalhados) é, neste ponto, “nefotsotem” (666.). Ora, se YHWH é quem ajunta, e remove as coisas detestáveis e abomináveis, então estaria Yochanan indicando que quem espalha o povo (ie. o afasta de seu lar, Yisra’el) e promove coisas detestáveis e abominações é o espírito do anti-mashiach?
Yehezkel (Ezequiel) 30:7
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A expressão “devastadas” é, neste ponto, “nacharavot” (666.) Seria o anti-mashiach o devastador?
Yehezkel (Ezequiel) 32:5
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Dani’el (Daniel) 1:18
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A expressão “e ao fim” é, neste ponto, “ulemiktsat” (666), e podemos vê-la sendo aplicada aqui ao fim dos dias. Estaria Yochanan nos dizendo que o anti-mashiach seria revelado no fim dos dias?
Amos 5:18
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A expressão “o dia de YHWH será de trevas e não de luz” é, no original, “yom YHWH hu-choshech velo or” (666). Estaria Yochanan nos mostrando que o anti-mashiach tentaria fazer as pessoas crerem na sua volta, a qual na realidade seria trevas? Seria, por exemplo, uma alusão à falsa doutrina do arrebatamento?
Nachum (Naum) 1:4
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A expressão “os rios” é, neste ponto, “haneharot” (666). Há duas idéias que podem ser extraídas disso. O primeiro está no fato de que, pela mística judaica, o rio é algo que dá uma idéia de paz. Talvez Yochanan esteja nos dizendo que o anti-mashiach traria uma falsa promessa de paz. Ou talvez, seja mais uma tentativa do anti-mashiach de imitar o verdadeiro, que é a fonte dos rios de águas vidas. Talvez o anti-mashiach também prometa ser tal fonte.
20 Cúbitos
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Para fins de tornar este estudo mais objetivo, cito aqui as passagens em que ela aparece: Ex 27:16, 38:18; 1 Re 6:3, 6:16, 6:20; 2 Cr 3:3, 3:4, 3:8, 3:11, 3:13, 4:1; Ez 40:49, 41:2, 41:4, 41:10.
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A Cortina do Portão do Átrio: Ex 27:16, 38:18
A Entrada do Heichal (Santuário): 1 Re 6:3; 2 Cr 3:4; Ez 40:49, 41:2,
As tábuas de cedro laterais do Heichal: 1 Re 6:16;
O Kodesh Kodashim (Santo dos Santos): 1 Re 6:20; 2 Cr 3:8; Ez 41:4;
O Heichal: 2 Cr 3:3;
As asas abertas dos k’ruvim (querubins): 2 Cr 3:13;
O altar de bronze: 2 Cr 4:1;
As câmaras laterais; Ez 41:10;
A Revelação da Marca da Besta - 4
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“O que sacode a terra do seu lugar, e as suas colunas estremecem."
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A expressão “estremecem”, aqui usada, é “yitfalatsun” (666). O termo “amud”, usado para “colunas”, é muito comumente aplicado às colunas dos textos sagrados – especialmente da Torá. Será que Yochanan tenta nos ensinar que o anti-mashiach distorce o texto das Escrituras?
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Iyov (Jó) 24:15
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“Assim como o olho do adúltero aguarda o crepúsculo, dizendo: Não ame verá olho nenhum; e oculta o rosto”
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A expressão “e oculta”, neste ponto é “vesseter” (666). Reparem aqui que o adúltero cobre o rosto para que não vejam o seu adultério. Sabemos que, pelas Escrituras, freqüentemente a expressão “adultério” é uma figura de linguagem para a transgressão à Torá. Estaria Yochanan nos alertando que o anti-mashiach pratica o adultério ocultando seu rosto? Isto é, será que o mundo olharia para o anti-mashiach sem se dar conta de que ele é, na realidade, um transgressor da Torá?
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Iyov (Jó) 34:27-30
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“Porquanto se desviaram dele, e não compreenderam nenhum de seus caminhos, de sorte que o clamor do pobre subisse até ele, e que ouvisse o clamor dos aflitos. Se ele aquietar, quem então inquietará? Se encobrir o rosto, quem então o poderá contemplar? Seja isto para com um povo, seja para com um homem só, Para que o homem hipócrita nunca mais reine, e não haja laços no povo.”
Tehilim (Salmos) 18:1
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Tehilim (Salmos) 65:12
“Destilam sobre os pastos do deserto, e as colinas os cingem de alegria.”
Tehilim (Salmos) 73:6
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Mishlei (Provérbios) 11:22
A expressão “que não tem discrição” é, no original, “vessarat ta’am”, que é literalmente “desviada em seus juízos.” A expressão vessarat (666) significa desviado.
Assim, temos mais um texto que nos indicaria que o anti-mashiach desvia as pessoas do caminho de YHWH.
Mishlei (Provérbios) 31:24
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Kohelet (Eclesiastes) 1:3
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Yeshayahu (Isaías) 11:11
“E há de ser que naquele dia YHWH tornará a pôr a sua mão para adquirir outra vez o remanescente do seu povo, que for deixado, de Ashur, e de Mitsrayim, e de Patros, e da Etiópia, e de Eilam, e de Shinar, e de Hamat, e das ilhas do mar.”
A expressão “e de Shinar”, no original, é “umishinar” (666). Ironicamente, temos a descrição do que é a terra de Shinar em Bereshit (Gênesis) 10:10:
“E o princípio do seu reino foi Bavel, Erech, Acad e Calné, na terra de Shinar.”
Yeshayahu (Isaías) 27:9
A expressão “pedaços”, no original, é “nupatsot” (666.) Será que Yochanan estaria querendo nos dizer que o anti-mashiach faria o altar (e por conseqüência, o Templo) em pedaços e levaria o povo a adorar imagens?
Yeshayahu (Isaías) 37:23
“A quem afrontaste e blasfemaste? E contra quem alçaste a voz, e ergueste os teus olhos ao alto? Contra o Kadosh Yisra’el.”
Yeshayahu (Isaías) 39:4-5
“E disse ele: Que foi que viram em tua casa? E disse Hizkiyahu: Viram tudo quanto há em minha casa; coisa nenhuma há nos meus tesouros que eu deixasse de lhes mostrar.Então disse Yeshayahu a Hizkiyahu: Ouve a palavra de YHWH Tseva’ot: Eis que virão dias em que tudo quanto houver em tua casa, e o que entesouraram teus pais até ao dia de hoje, será levado para Bavel; não ficará coisa alguma, disse YHWH.”
A expressão “viram”, no original, é “hiritim.” Reparem no contexto: Pessoas de Bavel vieram à casa de Hizkiyahu, e o que eles “viram” simboliza o que seria levado cativo para Bavel. Será que Yochanan desejava nos ensinar que os servos do anti-mashiach levariam pessoas cativas a Bavel?
Yeshayahu (Isaías) 42:5
Duas expressões no texto supracitado têm o valor numérico 666. A primeira expressão “o El, YHWH, que criou os céus”, no hebraico é “haEl YHWH borá shamayim” (666). Estaria Yochanan nos dizendo que o anti-mashiach se faria passar por YHWH, Criador dos céus?
A segunda expressão com valor 666 é “roka haarets” (que espraiou a terra.) Seria uma referência ao fato de que a crença no anti-mashiach se alastraria por toda a terra?
A Revelação da Marca da Besta - 3
"Então disse Hazael: Por que chora o meu senhor? E ele disse: Porque sei o mal que hás de fazer aos filhos de Israel; porás fogo às suas fortalezas, e os seus jovens matarás à espada, e os seus meninos despedaçarás, e as suas mulheres grávidas fenderás."
A expressão "e os seus jovens", neste ponto, é "uvachureichem" (666). Repare no contexto da expressão. Estaria Yochanan dizendo que o anti-mashiach mataria à espada os jovens de Yisra'el? Compare com os cavaleiros em Guilyana (Apocalipse) 6.
Melachim Beit (2 Reis) 18:24
"Como, pois, farias virar o rosto de um só capitão dos menores servos de meu senhor, quando tu confias no Egito, por causa dos carros e cavaleiros?"
A expressão "e [dos] cavaleiros", neste ponto, é "ulefarashim." Será que Yochanan ensina aqui que os cavaleiros que aparecem em Guilyana (Apocalipse) 6 seriam associados ao anti-messias?
Melachim Beit (2 Reis) 22:20
"Por isso eis que eu te recolherei a teus pais, e tu serás recolhido em paz à tua sepultura, e os teus olhos não verão todo o mal que hei de trazer sobre este lugar. Então tornaram a trazer ao rei a resposta."
A expressão "verão", neste ponto, é "tireina" (666). Pelo contexto, repare que YHWH diz ao rei de Yehudá que os seus olhos NÃO veriam o mal porque ele voltou à Torá.
Vejamos os p'sukim 15-17:
"Sucedeu, pois, que, ouvindo o rei as palavras do livro da lei, rasgou as suas vestes. Então foi o cohen Hilkiyahu, e Achikam, Achbor, Shafan e Assayah à profetiza Hulda, mulher de Shalum Ben Tikva Ben Harchas, o guarda das vestiduras (e ela habitava em Yerushalayim, na segunda parte), e lhe falaram. E ela lhes disse: Assim diz YHWH Elohim de Yisra'el: Dizei ao homem que vos enviou a mim: Assim diz YHWH: Eis que trarei mal sobre este lugar, e sobre os seus moradores, a saber: todas as palavras do livro que leu o rei de Yehudá. Porquanto me deixaram, e queimaram incenso a outros deuses, para me provocarem à ira por todas as obras das suas mãos, o meu furor se acendeu contra este lugar, e não se apagará. Porém ao rei de Yehudá, que vos enviou a consultar YHWH, assim lhe direis: Assim diz YHWH Elohim de Yisra'el, acerca das palavras, que ouviste: Porquanto o teu coração se enterneceu, e te humilhaste perante YHWH, quando ouviste o que falei contra este lugar, e contra os seus moradores, que seria para assolação e para maldição, e que rasgaste as tuas vestes, e choraste perante mim, também eu te ouvi, diz YHWH."
Vejam que YHWH diz ao rei "lo tireina" (não verão.) Ora, se "tireina" tem o valor numérico de 666, será a lição aqui a ser aprendida a mesma do rei de Yehudá? Será que Yochanan está nos ensinando que os olhos que seguirem o anti-mashiach verão (tireina) o mal que assolará aqueles que se opõem à Torá?
Divrei HaYamim Alef (1 Crônicas) 27:19
“Sobre Zevulun, Yishmayahu Ben Ovadiyah; sobre Naftali, Yerimot Ben Azriel;”
Divrei HaYamim (2 Crônicas) 6:36
“Quando pecarem contra ti (pois não há homem que não peque), e tu te indignares contra eles, e os entregares diante do inimigo, para que os que os cativarem os levem em cativeiro para alguma terra, remota ou vizinha,”
A passagem é interessantíssima, pois a expressão “não há homem que não peque”, no original, é “ein adam asher lo-yecheta” (666) Estaria Yochanan, a exemplo do que fez Rav. Sha’ul (Paulo), identificando o anti-mashiach como o homem do pecado, o transgressor da Torá?
Divrei HaYamim Beit (2 Crônicas) 9:21
“Porque, indo os navios do rei com os servos de Hiram, a Tarshish, voltavam os navios de Tarshish, uma vez em três anos, e traziam ouro e prata, marfim, bugios e pavões.”
Novamente temos uma expressão “em três”, neste caso “leshalo’osh” (666) associada ao número da besta. Esta é a segunda testemunha bíblica de que esse número estaria associado à forma como o anti-mashiach se apresentaria, e sua relevância não pode ser desconsiderada, pois alguns p’sukim (versículos) acima, temos um dos dois textos que trazem, no Tanach, explicitamente o número 666. No passuk (versículo) 13, encontramos:
“E o peso do ouro, que vinha em um ano a Shlomo, era de seiscentos e sessenta e seis talentos de ouro.”
Associando os dois conceitos (vide o artigo anterior), estaria Yochanan nos ensinando que o anti-mashiach apresenta-se como filho de David, e sob a forma de três?
Divrei HaYamim Beit (2 Crônicas) 11:15
“E ele constituiu para si sacerdotes, para os altos, para os demônios, e para os bezerros, que fizera.”
O termo que na tradução supracitada está traduzido como “para os demônios” vem do hebraico “velesirim” (666). Sirim é o plural de “sa’ir” ou “satir”, que é traduzido de diversas formas nas Escrituras. O termo pode significar “demônios” (numa alusão aos deuses da mitologia cananéia que eram bodes), ou “bodes”, ou ainda “cabeludo”, isto é, “como o bode.”
Assim sendo, poderíamos encontrar uma relação entre o anti-mashiach e os demônios, pois ele é príncipe dos mesmos, ou entre o anti-mashiach e os bodes – será que Yochanan nos ensina que o espírito do anti-mashiach é o espírito de Azaz’el?
Pois o Sefer Chanoch diz o seguinte sobre Azaz’el:
“Tu vistes o que Azaz'el tem feito, e como ele ensinou toda iniqüidade na terra e revelou os segredos eternos que estão no céu, os quais os homens estavam praticando.” (Chanoch 9:6)
Mas, não podemos também deixar de mencionar o fato de que a Torá também usa essa expressão para Essav (Esaú), irmão de Ya’akov:
“Então disse Ya’akov a Rivkah, sua mãe: Eis que Essav meu irmão é homem cabeludo [hebr: sair], e eu homem liso;”
Poderia ser que Yochanan, ao se referir aos “sirim” tivesse em mente os descendentes de Essav? Pois, segundo os sábios, Essav representa Roma, e seus descendentes, os romanos.
Divrei HaYamim (2 Crônicas) 35:3
“E disse aos levi’im que ensinavam a todo o Yisra’el e estavam consagrados a YHWH: Ponde a arca sagrada na casa que edificou Shlomo Ben David, rei de Yisra’el; não tereis mais esta carga aos ombros; agora servi a YHWH vosso Elohim, e ao seu povo Yisra’el.”
A expressão “arca sagrada”, no hebraico, é “aron hakodesh” (666). Essa expressão aparece unicamente neste ponto (normalmente, a arca é chamada de “aron habrit” – arca da aliança.) Reparem no contexto. A arca seria posta na casa edificada por Shlomo (no Templo.) Poderia Yochanan querer nos dizer que o anti-mashiach se colocaria na “casa de Shlomo/David”, apresentando-se como um descendente de David?
Ezra (Esdras) 6:9
“E o que for necessário, como bezerros, carneiros, e cordeiros, para holocaustos ao Deus dos céus, trigo, sal, vinho e azeite, segundo o rito dos sacerdotes que estão em Jerusalém, dê-se-lhes, de dia em dia, para que não haja falta.”
O termo “bezerros” na realidade é composto, no hebraico, de duas palavras “uvnei torin” (e filhos de bois.) O termo “torin” (666) refere-se a bois.
Esse termo, de origem aramaica, só é encontrado em dois lugares nas Escrituras. Um deles é em Ezra. O outro é em Dani’el, em que Nabucodonozor, rei de Bavel, tem um sonho, onde ele aparece comendo como os bois. Veja o que diz Dani’el 4:24-27:
Se extraírmos um paralelo entre ambos, baseado no termo indicado (torin), será que Yochanan está querendo nos ensinar que o anti-mashiach é o rei de Bavel, e que será humilhado por YHWH?
A Revelação da Marca da Besta - 2
Bereshit (Gênesis) 1:14
A expressão “haja luminares”, no hebraico, é “Yehi meorot” (666). Seria esta uma maneira encontrada por Yochanan de nos dizer que o anti-mashiach levaria as pessoas a adorarem os astros (especialmente, sol e lua – que são os mencionados neste contexto)?
Bereshit (Gênesis) 3:24
A expressão “e uma espada inflamada”, neste ponto, é “ve’et lahat hacherev” (666). A função da espada era impedir que o homem chegasse à árvore da vida. Ora, nas Escrituras, duas coisas são identificadas como sendo a árvore da vida: a Torá, e Yeshua (afinal, Yeshua é a Torá Viva.)
Bereshit (Gênesis) 36:26
Aqui encontramos a expressão "V'Yitran" (666), literalmente, "e Yitran" Yitran é um nome que significa essencialmente "abundância", ou "prosperidade." Seria uma das promessas do Anti-Messias a prosperidade?
Bereshit (Gênesis) 38:14
A expressão "e tirou", no hebraico, é "vatassar" (666). O texto se refere a Tamar, que retirou suas vestes de viúva para travestir-se de prostituta. Se Tamar tipificar Yisra'el (pois do filho de Tamar vem o Mashiach), Será que Yochanan está nos dizendo que o anti-mashiach faria Yisra'el se prostituir? Ou talvez, o anti-mashiach faria Yehudá se unir à meretriz? São possíveis leituras para esse passuk (versículo.)
Shemot (Êxodo) 22:23-24
A expressão "o seu clamor", neste ponto, é "tsa'akato" (666), literalmente, o seu pranto. Agora repare no passuk (versículo) seguinte, que fala justamente da desolação do povo de Yisra'el. Estaria Yochanan nos ensinando que o anti-mashiach causaria o pranto das viúvas e dos órfãos, ao tentar perseguir e matar os homens de Yisra'el?
Shemot (Êxodo) 39:40
A expressão "cordas", neste ponto, é "meitarav" (666). Essa referência às "cordas" do Mishkan (tabernáculo) só aparece novamente nos profetas, em particular em Yirmiyahu (Jeremias) 10:20, encontramos:
"A minha tenda está destruída, e todas as minhas cordas se romperam; os meus filhos foram-se de mim, e não existem; ninguém há mais que estenda a minha tenda, nem que levante as minhas cortinas, porque os pastores se embruteceram, e não buscaram a YHWH por isso não prosperaram, e todos os seus rebanhos se espalharam."
Repare que as cordas são o que ergue o Mishkan (Tabernáculo) de YHWH. Aqui vemos que as cordas se rompem, simbolizando o fato de que os filhos de YHWH foram dispersados por pastores que não buscaram a YHWH. Será que Yochanan estaria nos ensinando que o anti-messias tentaria derrubar o Mishkan (Tabernáculo) de YHWH, e dispersar seus filhos por meio de falsos pastores?
Vayicrá (Levítico) 8:9
A expressão “coroa da santidade”, neste ponto, é “nezar hakodesh” (666). Estaria Yochanan nos indicando que o anti-mashiach tentaria usurpar o trono de YHWH?
Vayicrá (Levítico) 25:14
A expressão "venderdes", neste ponto, é "timkeru" (666). Repare no contexto: Uma venda enganosa! Será que Yochanan está nos ensinando que o anti-mashiach faria um mercantilismo da fé, enganando aos homens?
Bamidbar (Números) 10:20
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Bamidbar (Números) 13:13
Da tribo de Asher, Setur Ben Micha'el
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A expressão "desviareis", neste ponto, é "tassuru" (666). A mesma expressão também
aparece no 17:11:
"Conforme ao mandado da Torá que te ensinarem, e conforme ao juízo que te disserem, farás; da palavra que te anunciarem te não desviarás, nem para a direita nem para a esquerda."
Sh'muel Alef (1 Samuel) 13:21
A expressão "e de três", neste ponto, é "velishlosh" (666). Será que Yochanan está nos dizendo que o anti-mashiach de alguma forma se apresenta como três?
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A Revelação da Marca da Besta - 1
I - Introdução
Durante muito tempo, fiquei meditando em dois textos bíblicos de grande importância.
O primeiro deles o texto de Guilyana (Apocalipse) 13:18, que nos manda calcular o número da besta. Como disse no artigo “Desvendando a Marca da Besta” (vide arquivos do grupo), isso é um indício de uso de guematria. Para quem não conhece, a guematria é o sistema judaico que associa números a letras. De fato, falamos um pouco sobre isso no artigo supracitado.
Quando escrevi o artigo em questão, demonstrei que havia dois textos no Tanach (Primeiro Testamento) que falavam acerca da besta. Mas, a questão da guematria não me saía da cabeça. O segundo texto que me vinha à cabeça era o texto de Atos que fala acerca dos bereanos (que eu sempre costumo mencionar, pois incentivamos muito que tudo o que digamos seja checado à luz das Escrituras.) Os bereanos sempre pesquisavam nas Escrituras. Aquilo não me saía da mente.
Ora, a “Bíblia” (digamos assim) do público que leria Guilyana (Apocalipse) não seria outra que não a mesma dos bereanos, o Tanach! Então, a resposta deveria poder ser encontrada no
Tanach.
E esse foi o começo de uma pesquisa revolucionária, jamais realizada anteriormente, a qual explico o ítem abaixo.
II - A Técnica
A técnica utilizada para a pesquisa que é tema deste artigo não poderia ser mais simples: utilizando o sistema de guematria simples, o original que era conhecido por todos os judeus à época do primeiro século, fiz uma extensa pesquisa, que levou muitos meses para ficar pronta. O objetivo era simples: Encontrar no Tanach todas as palavras, expressões, ou mesmo frases, cujo valor numérico fosse 666, e tentar desvendar uma possível relevância disso para o ensinamento acerca do antimashiach.
Evidentemente que tal trabalho é incomensurável, e ainda bem que dispomos de microcomputadores, caso contrário seriam necessários meses, talvez anos, para se encontrar todas as referências. Contudo, sabemos também que muitas verdades bíblicas (não me refiro a modismos nem invencionices) estão reservadas para o princípio do fim dos tempos, como forma de alerta aos que viveriam nos últimos dias.
Assim sendo, creio que tal pesquisa é de fundamental importância, para conseguirmos aprimorar o nosso entendimento acerca do anti-mashiach, sua identidade, e seus planos.
III – A Revolução
O resultado não poderia ser mais surpreendente. Há mais de 50 passagens no Tanach com valor numérico igual a 666, entre palavras, expressões e frases. E, na maioria delas, não é difícil verificarmos uma possível correlação com o anti-mashiach.
Apresento-as aqui, juntamente com uma possível interpretação para cada passagem.
Mas, não quero com isso, que o leitor se prenda somente às minhas conclusões, mas que possa também, munido dessa informação, seguir em seus estudos e tecer suas próprias conclusões.
Esse talvez seja um dos trabalhos mais importantes que já realizamos. Creio que esta pesquisa estabelecerá um marco de uma nova forma de estudar o número 666, e oro para que a Ruach HaKodesh ainda nos revele muito mais acerca da identidade do anti-mashiach, pois os tempos estão à porta.
Continua . . . (Não deixe de ler o Prefácio)
A Revelação da Marca da Besta - Prefácio
Trata-se assim de um material elaborado pelo Rav. Sha´ul Bentsion, do Grupo Judaico-Nazareno Torah Viva, a quem pedimos expressamente a autorização para reprodução do referido estudo, o que foi gentilmente autorizado.
quarta-feira, 2 de abril de 2008
Mais uma vez a economia e a profecia
Ocorre que, por "coincidência", recebi um estudo sobre a crise econômica mundial, onde o articulista entre inúmeras assertivas que faz (o estudo é longo e não caberia na agilidade deste espaço, mas me proponho a enviá-lo a quem se interessar), analisa a crise econômica francesa como decorrência da perseguição religiosa, com base em uma afirmação do Espírito de Profecia:
“A política de Roma produzira aquelas condições sociais, políticas e religiosas, que estavam precipitando a França na ruína. ... O papado envenenara a mente dos reis contra a Reforma, como inimiga da coroa, ...” (O Grande Conflito, pág. 276)
Com base neste paralelo, chega a algumas conclusões interessantes ao quadro atual americano:
1°) Esvaziamento dos cofres públicos causado pelo envolvimento da França em guerras;
2°) Balança comercial negativa causada por altos impostos e privilégios a determinada classe - os “Priveligiados”, que estava isenta;
3°) Quebra de várias empresas causada pelo acordo comercial com a Inglaterra, fazendo com que as mesmas não pudessem competir com o preço da concorrência;
4°) Agricultura: baixa produção de alimentos causada por técnicas atrasadas, secas ou inundações, resultando em grave fome e elevação do preço dos alimentos;
5°) A perseguição religiosa aos protestantes, séculos antes, causou a morte ou a fuga de homens de talento, fazendo com que a França mergulhasse no declínio econômico.
Óbvio que estas realidades ainda não se consumaram nos EUA. Mas porque eu trouxe estas considerações? Por conta de outras duas afirmativas do Espírito de Profecia, uma já analisada aqui em "Confiança de executivos nos EUA em queda livre" e, outra que retirei do estudo em foco, extremamente importante:
"O povo dos Estados Unidos tem sido um povo privilegiado; mas quando eles restringirem a liberdade religiosa, abandonarem o protestantismo e derem apoio ao papado, encher-se-á a medida de sua culpa, e será registrado nos livros do Céu: 'apostasia nacional'. O resultado dessa apostasia será a ruína nacional" (Review and Herald, 2 de maio de 1893).
Portanto, assim como um dia a França restringiu a liberdade religiosa do povo se inclinando à pressão do braço eclesiástico, os EUA haverão de fazer o mesmo e, o resultado desta ação, como já ocorreu no passado e que se repetirá no futuro, virá a ruína nacional americana. Penso que este encerramento é em decorrência de uma crise que já poderia estar em pleno desenvolvimento (seria esta?) e, inclusive, que os joelhos dobrados da águia americana em muito teriam contribuição desta condição de fragilização econômica. Repito, é o que eu penso.
Por outro lado, a segunda citação parece-me ainda mais reveladora:
“Sob a liderança de Satanás, há homens hoje em dia que estão fazendo tudo o que podem para mergulhar o mundo num conflito comercial. Assim, Satanás está procurando suscitar um estado de coisas que fará com que o mundo se torne incivilizado. Ele deseja ver a realização de coisas estranhas que Deus, O qual é demasiado sábio para errar, não ordenou.” (Este Dia Com Deus, pág. 307)
Alguém poderia dizer que esta visão de Ellen G. White em tese se referiria aos seus próprios dias. Mas não é o caso, o parágrafo imediatamente anterior, define o tempo destas "coisas estranhas":
"No futuro ocorrerão coisas estranhas. Digo isso para não se surpreendam quando acontecer." (Idem)
Certamente a Sra. White não tinha a mínima idéia do que viria a ser um conceito hoje estabelecido como "globalização". Uma crise econômica em escala mundial certamente tem lugar como sinal do tempo em que vivemos.
O domingo e as leis em vigor
Pois bem, em dado momento o articulista tece os seguintes comentários:
"Como se pode observar, essa lei Dominical esteve incorporada a lei magna do Brasil durante a maior parte de sua história republicana.
...
Convém lembrar que é uma imposição sim e que muito embora possa haver exceções essas são muito complicadas e regulamentadas por leis especiais, algumas das quais consolidadas nas leis trabalhistas."
E conclui:
"Os guardadores do sábado que estão aguardando leis dominicais ainda não se deram conta de que elas existem há muito tempo, não só no Brasil como em muitos outros paises, e se eventualmente essas leis dominicais são transgredidas sem maiores consequencias, isso não significa que essas transgressões serão toleradas eternamente."
Sabemos que a referência profética para a concepção de uma lei dominical não é o Brasil, mas os EUA, que também têm adormecidas em seu sistema jurídico as "Blue Laws" (“Leis Azuis” foram Leis Dominicais que apareceram em regiões isoladas dos EUA em tempos passados), melhor analisadas em post do Minuto Profético.
Diante disso e, analisando um material que recebi ontem sobre a correlação da crise financeira mundial e o quadro profético que vislumbramos, pareceu-me singular uma manifestação de Ellen G. White no tema:
“Serão promulgadas muitas leis para o governo das nações, com vistas a oprimir; e serão ressuscitadas velhas leis que praticamente se tornaram sem efeito.” (Este Dia Com Deus, pág. 248)
Worship, o mercado e os adventista: Sinais do tempo

“ – Nos últimos quatro anos, o louvor congregacional [em sua nova versão, inspirada nos worships] virou uma tendência dentro do mercado fonográfico gospel – avalia Milena Pinho, a gerente de vendas do grupo MK, empresa formada por mídias que atuam no segmento evangélico em âmbito nacional há 20 anos."[5]
[1] Caroline Passos, “Eles querem o céu: segmento evangélico marca presença no mercado musical brasileiro e se reflete em Blumenau”, publicado na seção “Lazer”, do Jornal de Santa Catarina, 26 de Março de 2008, p. 1.
[2] Já tive a oportunidade de usar tais exemplos no artigo “Shows cristãos: culto, entretenimento ou mundanismo?”, disponível em http://questaodeconfianca.blogspot.com/2007/07/shows-cristos-culto-entretenimento-ou.html.
[3] Esse raciocínio, embora convincente na aparência, destoa da orientação (que os adventistas professam aceitar) encontrada em Ellen White, “Evangelismo”, p. 508, também citado em Douglas Reis, “A Música sacra dentro da cosmovisão adventista: interpretando e aplicando conceitos de Ellen White – Parte 1”, disponível em http://questaodeconfianca.blogspot.com/2007/09/msica-sacra-dentro-da-cosmoviso.html.
[4] Fernando Torres, em uma das seções da revista “Conexão JÁ”, edição de janeiro-março de 2008, p. 21.
[5] Caroline Passos, idem.
Milhares no Vaticano para recordar João Paulo II
Todos estes momentos, que culminaram no seu funeral, “foram o supremo testemunho da estima e do afecto que ele conquistara no espírito de tantos crentes e de pessoas de todas as partes da terra”, disse o actual Papa.
Situação da economia mundial pesa nas negociações climáticas
Mesmo quando as perspectivas econômicas eram melhores, os Estados Unidos afirmavam que as obrigações do Protocolo de Kioto custariam muito caro aos países industrializados em matéria de redução das emissões de gases poluentes.
Enquanto delegados de mais de 160 países se reúnem já pensando no pós-Kioto em 2012, o contexto econômico atual nas nações mais ricas é alvo de crescente preocupação a respeito das conseqüências das turbulências financeiras e ameaças de uma recessão nos Estados Unidos.
"Não há dúvida alguma de que a aplicação de uma política climática será mais difícil", considera Angela Anderson, que dirige a campanha contra o aquecimento global do Pew Environment Group, com sede em Washington.
"A situação econômica vai radicalizar o debate sobre controles de custos e reduções ambiciosas das emissões" de gases poluentes, previu.
Anderson e outros defensores do meio ambiente esperam que os governantes tenham enfim compreendido os benefícios a longo prazo de um combate sem trégua contra o aquecimento global que poderá ameaçar milhões de pessoas, espécies vegetais e animais.
Alan Oxley, ex-embaixador da Austrália que lidera o grupo pró-globalização World Growth, lembra que várias tecnologias ligadas às energias renováveis ainda não são economicamente viáveis.
Mas este crítico do Protocolo de Kioto está convencido que uma redução significativa das emissões de gases poluentes levaria inevitavelmente a uma redução do consumo, em particular de energia, e que isso afetaria particularmente as economias em desenvolvimento.
"A preocupação com um desaquecimento geral da economia deverá servir de sinal de alerta para os negociadores climáticos que devem levar em consideração a realidade da economia mundial", disse.
Yvo de Boer, responsável pela questão climática da ONU, se disse favoravelmente surpreso pelo fato de que os atores econômicos não ajam mais para minar os esforços contra as mudanças climáticas.
Ele considera que os empresários, conscientes das mudanças que ocorrerão no futuro, querem conhecer ao máximo as medidas contra o aquecimento planetário para que possam fazer bons investimentos.
Nos Estados Unidos e em todo o mundo, o presidente republicano George W. Bush é acusado de ter resistido aos progressos ambientais em prol de ganhos econômicos a curto prazo.
Os três pretendentes a sua sucessão em janeiro de 2009 na Casa Branca - John McCain, Barack Obama e Hillary Clinton- prometem ser mais ativos contra as mudanças climáticas, mas o vencedor será julgado por seus atos.
"Utilizar a economia a curto prazo como uma desculpa para não combater o aquecimento global é oportunismo", considera David Doniger do Natural Resources Defense Council, com sede em Nova York.
"As mesmas pessoas que se opõem a qualquer legislação (sobre o tema) quando a economia estava bem continuam a se opor quando a economia vai mal. Elas são apenas constantes em sua oposição em abordar o aquecimento global".
Fonte - Último Segundo
Nota DDP:
Variante das considerações do post anterior.
Mas vale uma avaliação complementar: A adoção do domingo, e.g., dentro do discurso acima da limitação de emissão de gases x impacto econômico, tem um relevo muito interessante. É que estudos já demonstraram que a interrupção das atividades do comércio aos domingos não implica em desaceleração do consumo, mas obviamente, por tabela, aponta para economia em relação à energia (Vide questão da propaganda acerca da "Hora da Terra"), bem como em relação à mão de obra. O que impede que este conceito em relação ao comércio possa se deslocar também para a produção, possibilitando assim a completa paralisação de atividades aos domingos, facilitando o "combate" ao aquecimento global e, ainda, proporcionando o descanso apropriado dos trabalhadores?
Sociedades consumistas durarão no máximo 20 anos, diz especialista
"O consumismo, esta maneira de viver que perseguimos com tanta obsessão, não permite mais muitos anos", afirmou à Agência Efe Bunyard, especialista em mudança climática e em assuntos sobre a Amazônia.
Para Bunyard, após as mudanças no clima, "os seres humanos vão sobreviver", mas a vida será "bastante diferente" nessa hipotética nova era.
O especialista, que participou do fórum "Pressão da mudança climática sobre as florestas tropicais", realizado hoje em Caracas, também alertou sobre o esgotamento das reservas energéticas e suas conseqüências para a vida humana.
Durante sua palestra, intitulada "Impacto da mudança climática nas florestas tropicais", Bunyard destacou a ameaça sobre a Amazônia, e advertiu que "sem florestas amazônicas, a América do Sul vai morrer".
O especialista destacou a importância de evitar o desmatamento porque, "se não houver folhagem nas florestas", o processo de "evaporação e transpiração vai diminuir significativamente", o que implicaria no começo da morte do ecossistema.
O editor defendeu "informar indústrias e Governos" sobre a importância das florestas para que tomem decisões a fim de prevenir seu desmatamento, assim como conscientizar a população.
Tal idéia foi compartilhada por Markku Kanninen, diretor de Serviços Ambientais e Uso Sustentável de Florestas do Centro Internacional para a Pesquisa Florestal, na Indonésia, que também participou do fórum venezuelano.
Kanninen, membro do Painel Intergovernamental sobre Mudança Climática, alertou que, "se não agirmos agora, vamos experimentar mudanças muito drásticas" na forma de vida do planeta.
Em declarações à Efe, o especialista defendeu a adoção de "medidas drásticas de redução de emissões" de gases estufa e a utilização de um "imposto ambiental" sobre produtos que prejudiquem o meio ambiente.
Além disso, a gerente de projetos do Instituto Finlandês para o Meio Ambiente, Aili Pyhala, falou sobre o conceito de "pegada ecológica", que analisa os impactos do ser humano sobre a natureza.
Segundo ela, esta avaliação leva em conta dados sobre as emissões de carbono, assim como estatísticas de fontes nacionais e de organismos internacionais como a ONU e a Agência de Energia Internacional.
Em declarações à Efe, Pyhala destacou que os últimos dados mostram que os Emirados Árabes Unidos são o país com maior pegada ecológica, seguidos dos Estados Unidos e da Finlândia.
Uma reunião sobre mudança climática apoiada pela ONU começou nesta segunda-feira em Bangcoc e terá o objetivo de definir o calendário das negociações para um acordo que substitua o Protocolo de Kioto em 2012.
Fonte - Último Segundo
Nota DDP:
Importante analisar estas notícias sempre em dupla perspectiva: A primeira em uma ótica que realmente já se descortina no horizonte, qual seja, de que não haverá recursos naturais para todos, dado o desequilíbrio na distribuição de riquezas e a precarização das fontes, a segunda, na utilização desta realidade de forma potencializada para imposição de medidas restritivas, muitas vezes com a distorção dos fatos, como temos visto pela propagação midiática do ecoterrorismo.
Bento XVI traz «revolução da virtude» aos Estados Unidos
«Uma civilização do amor» (A Civilization of Love, HarperOne, 203 páginas) mostra «o que todo católico pode fazer para transformar o mundo», à luz do pensamento de João Paulo II e seu sucessor na sede de Pedro.
«Estamos falando de uma ‘revolução da virtude’, mas das virtudes teologais: fé, esperança, e caridade», explicou em declarações à Zenit.
«E esta é a mensagem que Bento XVI deixou com suas duas encíclicas, ‘Deus caritas est’, que é amor, e ‘Spe salvi’, que é esperança.»
Anderson, consultor de vários conselhos vaticanos, filósofo, está convencido de que esta é a mensagem que os americanos estão esperando, como demonstrou este ano eleitoral «de maneira impressionante», que sublinhou «a questão da mudança e a questão da esperança, e o cristianismo é a religião da mudança e a religião da esperança».
«O efeito de 11 de setembro é ainda muito forte nos Estados Unidos, e uma das coisas que sugiro no livro é descobrir que pessoas somos, que pessoas queremos ser».
A resposta a estas questões, segundo Anderson, está precisamente na «civilização do amor».
«Nesta civilização, cada pessoa é um filho de Deus e todos têm um valor intrínseco. A batalha de hoje é entre a cultura da morte (na qual as pessoas são julgadas por seu valor social ou econômico) e a cultura da vida», explica no livro.
Anderson deixa de lado as diferenças religiosas para apresentar a mensagem de esperança a quem está preocupado pela crise de valores da sociedade moderna.
«Abraçando a cultura da vida e estando ao lado dos marginalizados e dos considerados como ‘inúteis’ ou como um ‘peso’ para a sociedade, os cristãos podem mudar a direção de nossa cultura», assegura em seu livro.
O próprio Anderson assegurou que seu livro busca superar o «choque de civilizações», pois a civilização do amor não é algo exclusivo dos cristãos, e apresentar «o ‘mapa’ para ajudar os cristãos a compreenderem seu papel no mundo».
Promover esta civilização do amor, declara Anderson, implica apoiar com decisão a vida e a família.
Na apresentação do livro, participaram o cardeal James Stafford, penitenciário-mor da Igreja, Livio Melina, presidente do Instituto Pontifício João Paulo II para os Estudos do Matrimônio e da Família em Roma, e Jean Laffitte, vice-presidente da Academia Pontifícia para a Vida.
Com seus quase dois milhões de membros, os Cavaleiros de Colombo são uma das maiores organizações católicas do mundo. Foi fundada em 1882 pelo venerável servo de Deus Michael McGivney, em New Haven, Connecticut.
Fonte - Zenit
Nota DDP:
Em um país de raízes cristãs naufragado em uma crise moral sem precedentes, o discurso do escritor vem bem a calhar com os pontos que o Vaticano tem defendido e propício à visita do Papa BXVI neste mês. O alinhamento Vaticano/EUA parece cada vez mais viável.
Cientistas britânicos criam embriões híbridos de homem e vaca
...
Fonte: Portal G1
NOTA: "Mas se havia um pecado acima de qualquer outro que clamava pela destruição da raça pelo dilúvio, foi baseado no crime de amalgamação do homem e de animais, desfigurando a imagem de Deus e causando confusão". E.G.W., Spiritual Gifts, v. 3, p. 64. "Pois assim como foi nos dias de Noé, também será a vinda do Filho do Homem" (Mt 24:37).
Fonte - Minuto Profético
Nota DDP:
Sobre estas questões, que tem rapidamente se tornado corriqueiras e que portanto demonstram a proximidade do fim, lembro do post Brincando de Deus, que serve de referência para se perceber como a medida da iniquidade humana está rapidamente chegando ao limite...
Congresso Eucarístico Internacional
Antes de começar o Congresso, "no domingo de Ressurreição, começou a última etapa da peregrinação da 'Arca da Nova Aliança' que percorre as dioceses do Canadá e chegará a Québec".
Além da ligação entre "Aliança-Mandamentos-Ressurreição-Eucaristia", muitos católicos, usando de uma exegese bíblica exótica, passaram a defender que a Arca da Nova Aliança representa, na verdade, Maria, mãe de Jesus. Sem dúvida, para chegar a tal conclusão, ignoram muitas outras verdades bíblicas. (Leia mais aqui).
Seja como for, ou para promover a Eucaristia (lembre-se, que indiretamente, há a promoção do descanso dominical), ou para promover o Marianismo, a Igreja Católica, tem investido muito naqueles dogmas que terão um papel decisivo na última crise deste mundo, o que demonstra que o fim está próximo...
Fonte - Minuto Profético
terça-feira, 1 de abril de 2008
Ainda sobre a série Stargate Atlantis
Agradecendo ao esforço do irmão Hiscael, publico-as aqui para os que não tiveram a oportunidade de assistir ao vídeo respectivo:

CIA vai usar tecnologia da Google
O objetivo é ajudar os agentes a processar e compartilhar informações sobre suspeitos.
A Google também desenvolveu um sistema chamado Intellipedia, que é utilizado pela CIA, no qual os agentes publicam informações sobre suspeitos que podem ser acessadas e editadas por outros agentes. O Intellipedia é um sistema semelhante ao site Wikipedia.
Fonte - Opinião e Notícia
Nota DDP:
Há muito se tm falado neste espaço como o Google ainda haveria de servir de ferramenta para coleta de dados dos particulares. (Big Google começa a assustar estrategistas e usuários da Web e Crescimento do Google cria medo de um "Big Brother")
Al Gore lança campanha de propaganda de US$ 300 milhões
O objetivo é incitar um debate sobre as alterações climáticas durante as eleições presidenciais dos EUA.Al Gore vai doar uma parte de sua própria fortuna para a campanha. É o dinheiro recebido com o Prêmio Nobel da Paz e uma quantia proveniente dos lucros do livro e do filme "Uma Verdade Inconveniente".
Gore espera persuadir os norte-americanos de que proteger o planeta está acima das divisões políticas habituais. As primeiras propagandas na TV norte-americana devem começar a ser exibidas nesta quarta-feira.
Fonte - Opinião e Notícia
Nota DDP:
O original da notícia faz uma afirmação bastante interessante: A de que Gore foi alçado "quase ao status de profeta" contra o aquecimento global. A intenção é fazer uma nova blitz sobre o tema e convencer os americanos sobre a urgência acerca da "Verdade Inconveniente".
Mais interessante ainda, é que em um dos clipes promocionais sutentados por esta nova iniciativa, coloca-se no mesmo sofá o Reverendo Al Sharpton e o pregador conservador Pat Robertson, dois personagens religiosos que não concordam em absolutamente nada, mas que já se alinham sobre a questão do aquecimento global.
Em outro insight se coloca Nancy Pelosi, que poderia ser o elo com a Igreja Católica. Gore ainda afirma que os poucos que se contrapõem ao aquecimento global seriam os mesmos que crêem "que o homem não pisou na lua" ou "que a terra é plana".
Já se percebe claramente os contornos religiosos e filosóficos ao redor desta questão. O domingo vem aí.
Fonte - The Guardian
NOTA Minuto Profético: Em primeiro lugar, seria interessante saber quem financiará essa campanha liderada pelo profeta do ECOmenismo (siga o rastro do dinheiro e acabará descobrindo os verdadeiros interesses). Também relevante é saber que a campanha pretende mobilizar a opinião pública para então, pressionar os políticos, o que acaba sendo uma estratégia profeticamente reveladora: "Mesmo na livre América do Norte, governantes e legisladores, a fim de conseguir o favor do público, cederão ao pedido popular de uma lei que imponha a observância do domingo". O Grande Conflito, p. 592. Finalmente, a participação de "aliados improváveis", como Pat Robertson (Coalizão Cristã), nos anúncios que serão veiculados na Tv, demonstra que conservadores e liberais (republicanos e democratas) já encontraram um ponto de convergência: a "crise" do aquecimento global (claro que os conservadores aproveitarão a grande oportunidade para sustentar a importância nacional do descanso dominical, algo que também agradará muito aos pagãos adoradores de Terra-Gaia que estão por trás do ECOmenismo - afinal, nas antigas religiões pagãs o domingo era dedicado à adoração do sol).
Impostos ambientais
Os esforços internacionais para combater as alterações climáticas aumentam à medida que as perspectivas científicas se tornam cada vez mais pessimistas. Mas em muitos países os impostos ambientais vêm diminuindo.Nos países que compõem a Organização para a Cooperação e o Desenvolvimento Econômico estes impostos representaram, em média, 5,6% do total das receitas fiscais em 2005. Em 1996, esta porcentagem foi de 5,9%.
Fonte - Opinião e Notícia
Nota DDP:
Já se falou que a taxação é ineficiente para o "combate" ao aquecimento global. Mais em Taxa sobre o carbono deve ser imposta, mas não coletada. Outras medidas virão.
Bento XVI: Religiosos devem vigiar estilo de vida frente à secularização
Diante deste "avanço da secularização", Bento XVI pediu às ordens religiosas que "vigiem suas formas e estilos de vida, que correm o perigo de enfraquecer o testemunho evangélico, tornar ineficaz a ação pastoral e frágil a resposta vocacional".
O Papa deu essas declarações ao receber em audiência hoje os salesianos, que nestes dias reelegeram o mexicano Pascual Chávez Villanueva como reitor maior.
Bento XVI lembrou aos membros da ordem suas "regras de vida", baseadas em um "teor de vida austero, pobreza evangélica praticada de maneira coerente, o amor fiel à Igreja e generoso dom de si mesmos aos jovens, aos necessitados e aos desamparados".
O Pontífice também afirmou que a Igreja está convocada, agora mais do que nunca, "a anunciar o Evangelho e sua carga de esperança", diante de "um período de grandes mudanças sociais, econômicas, políticas, de conflitos não resolvidos entre etnias e nações".
Fonte - Yahoo
Nota DDP:
Não há de ser esquecido que o ponto alto do testemunho dos cristãos, segundo o próprio Papa BXVI é o domingo. (Papa diz que o mundo necessita testemunho de unidade dos cristãos, o domingo)


