OS SINALIZADORES DAS ESCRITURAS SAGRADAS
Se os movimentos das duas grandes bestas do Apocalipse são significativos no sentido de entendermos em que local da escala profética nos encontramos, os sinais visíveis que nos cercam são cada vez mais claros no sentido de que o fim se aproxima:
E, certamente, ouvireis falar de guerras e rumores de guerras; vede, não vos assusteis, porque é necessário assim acontecer, mas ainda não é o fim. Porquanto se levantará nação contra nação, reino contra reino, e haverá fomes e terremotos em vários lugares; porém tudo isto é o princípio das dores.(Mt 24:6-7)
Os sinais levantados por Cristo como identificadores do “princípio de dores” são tão constantes em no mundo e na realidade em que vivemos, que é difícil analisarmos estas questões de outra forma que não a enumerativa:
Guerras e rumores de guerras:
17/Set/08 - A ONU em um “beco sem saída”
02/Set/08 - União Européia e Rússia em uma encruzilhada
26/Ago/08 - Gorbachov diz que o mundo corre risco de uma nova ruptura
Isso somente nos últimos trinta dias. Um espectro maior no tema pode ser vislumbrado em “Guerras e Rumores de Guerras” onde se verificam grandes conflitos nos últimos anos.
Fome:
19/Set/08 - 925 milhões de pessoas sofrem fome no mundo
08/Set/08 - Unicef revela que 3 milhões de crianças passam fome na África
03/Set/08 - Crise alimentar põe em risco de pobreza 1 bilhão
Como no ítem anterior, uma visão mais ampla do problema pode ser percebida em “O retorno de Malthus – o apocalipse está perto novamente?” onde se percebe que o sistema “capitalista selvagem” em que vivemos é que empurra uma grande massa de pessoas à miséria, mesmo tendo Deus nos agraciado com um sistema que nos suportaria com tranquilidade.
Terremotos:
11/Set/08 - Mais e mais terremotos
03/Set/08 - Terremoto matou 32 e feriu 467 na China
27/Ago/08 - Moradores da região Norte sentem abalo de terremoto no Peru
26/Ago/08 - Forte terremoto atinge a costa da Indonésia
Estes talvez sejam os sinais que mais imediatamente nos remetem à lembrança do texto bíblico, porque seus efeitos rompem com as nossas percepções de forma muito mais contundente, do que os sinais de guerras e fome, que estão mais distantes da nossa realidade como brasileiros. A quantidade deles nos últimos tempos é assombrosa (“Terremotos más frecuentes), chegando até o Brasil!
As epidemias, na variante que encontramos em Lucas 21, do texto bíblico supra epigrafado, também pode nos servir de guia relevante a considerarmos em nossos tempos:
08/Set/08 - Histórias de uma terra devastada pelo HIV
12/Mai/08 - Coréia do Sul está quase toda sob influência da gripe aviária
03/Mar/08 - Gripe aviária na Indonésia pode causar pandemia
Haveria o cético de dizer: “Mas estes sinais sempre ocorreram”. É fato, mas não se pode afastar o teor final das considerações de Cristo: “Porém tudo isso é o princípio de dores”. Ao utilizar-se da figura do parto para ilustrar Seu argumento, o Senhor está nos deixando claramente um indicativo daquilo que realmente deveria nos chamar a atenção, não os eventos em si considerados, guerras, fomes e terremotos, mas a frequência com que estes têm nos afetado, assim como no parto esta em relação às contrações, demonstram que o bebê está prestes a nascer.
Como disse na semana anterior, já não são mais somente os “fanáticos” crentes que anunciam o fim, a mídia e o meio científico já perceberam que algo está fora do lugar, especialmente na questão ecológica, e aqui, cuidado! É certo que alterações de cunho climático se fazem presentes em nosso meio, mas o discurso alarmista que tem envolvido o tema denota a possibilidade de sua utilização para outros fins, especialmente a imposição de condutas, como por exemplo um dia de descanso em escala global. Veja as considerações do Blog Minuto Profético neste tema. Sobre a ciência:
- Mudança climática pode matar milhões de pessoas até 2028
- Ecossistemas marinhos atingem situação crítica limite
- Água pode ser o motivo de uma próxima crise mundial
Importante alinhar outro texto que nos deixa pistas claras sobre o tempo em que vivemos:
Sabe, porém, isto: nos últimos dias, sobrevirão tempos difíceis, pois os homens serão
egoístas, avarentos, jactanciosos, arrogantes, blasfemadores, desobedientes aos pais, ingratos, irreverentes, desafeiçoados, implacáveis, caluniadores, sem domínio de si, cruéis, inimigos do bem, traidores, atrevidos, enfatuados, mais amigos dos prazeres que amigos de Deus, tendo forma de piedade, negando-lhe, entretanto, o poder. (2 Timóteo 3:1-5)
É absolutamente impossível enumerar-se a quantidade de exemplos, DIÁRIOS, que temos da consumação de todas estas características levantadas por Paulo como sendo indicativas dos últimos dias. Basta abrir o jornal ou, comodamente, assistir algum informativo na televisão.
Do mais alto governante, ao mais simples cidadão, em absolutamente todos os lugares do globo, temos visto, ouvido e sentido como os homens têm se afastado cada vez mais dos desígnios do Criador, tomados pela glutonaria, avareza, inveja, ira, soberba, luxúria e preguiça, como enumerados na figura não bíblica dos sete pecados capitais. A tal ponto tem crescido a lista de transgressões do ser humano, que o Vaticano chegou a veicular uma lista acrescentada neste particular, com o que estes entendem serem novas transgressões, uma vez que, a violência generalizada, de toda a ordem e tipo, deixou de nos escandalizar.
Mas é nos Mandamentos Divinos, relegados ao segundo plano, inclusive pelos próprios cristãos, que se tem demonstrado, tanto no relacionamento com Deus, como com os semelhantes, que os filhos são cada vez mais desobedientes aos pais, que as pessoas se matam pelos motivos mais banais e que o adultério se infiltrou de tal forma em nossa sociedade que antes de uma desonra passou a ser tratado como um mérito por alguns. O furto, o falso testemunho e a cobiça elevaram-se a tal patamar que já não há mais escândalo em sua prática arraigada em nosso meio, de forma que não nos importamos sequer em evitar o levante do “rouba mas faz”, ou da “lei de Gérson”, como algo que deveria ser indigno sequer de nosso vocabulário, dada a repugnância que enseja.
Igualmente, quando virdes todas essas coisas, sabei que ele está próximo, às portas" (Mateus 24:32-33)
Sobre os sinais da decadência do homem, como ser moral (?!) livre que é, penso serem pertinentes considerações à parte, uma vez que o cristianismo moderno também faz parte do conjunto de sinais que denotam a proximidade da volta do Senhor, porque “se aqueles dias não fossem abreviados, nenhuma carne se salvaria”. Consideremos estas questões em uma próxima oportunidade. Outros sinais físicos e naturais da proximidade da volta de Cristo podem ser vistos no Diário da Profecia.
Parte 1
Parte 2
Final
segunda-feira, 6 de outubro de 2008
TUDO AO MESMO TEMPO AGORA – II
OS ESTADOS UNIDOS DA AMÉRICA
Se a análise atenta aos movimentos do Papado nos interessa sobremaneira diante de sua relevância profética, não menos importantes são aqueles encampados pelos EUA, uma vez que ambos ocupam os papéis principais no “eixo do mal” exposto no Livro do Apocalipse:
E vi subir da terra outra besta, e tinha dois chifres semelhantes aos de um cordeiro; e falava como o dragão. (Ap 13:11)
Não se precisa entender de profecia, para observar com clareza meridiana, que a nação fundada sobre preceitos de paz, liberdade e não intervenção, especialmente religiosa, há muito deixou de se alinhar com os propósitos de seus fundadores e, de um tempo à esta parte, como visto no final das considerações traçadas no estudo anterior, tem se desmanchado aos encantos de Roma.
Essa aliança profana, já se caracterizou no passado, tem se desenhado no presente e voltará a se observar no futuro de forma concreta. Basta analisar a questão da queda do comunismo, para não restar dúvidas sobre a precisão profética:
“Sabe-se hoje, graças ao livro de Carl Bernstein e Marco Politi, 'Sua Santidade João Paulo II e a história oculta de nosso tempo', que o Vaticano de Karol Wojtyla e a Casa Branca de Ronald Reagan firmaram uma aliança. ” (Revista Isto É)
De se considerar, ainda, para fins de entendermos a evolução dos fatos que nos cercam neste contexto, como se relacionam na profecia estas duas figuras:
E exerce todo o poder da primeira besta na sua presença, e faz que a terra e os que nela habitam adorem a primeira besta, cuja chaga mortal fora curada. (Ap 13:12)
Como ela se opera portanto, pela força e, o aparato que se tem formado em solo americano para viabilizar o cumprimento do “ninguém possa comprar ou vender, senão aquele que tiver o sinal, ou o nome da besta, ou o número do seu nome”, nunca foi tão viável como no tempo em que vivemos, especialmente após os eventos terroristas do 11 de setembro de 2.001.
Os EUA e o primeiro mundo de forma geral tem avançado sobremaneira na violação sistemática dos direitos individuais dos cidadãos, a título de preservação da segurança, com a implementação de tecnologias que vão desde micro-chips até os mais modernos exames biométricos, com o intuito de promover a localização e identificação das pessoas nas suas mais corriqueiras atividades.
É interessante notar que antigamente esse tipo de controle, notadamente, pelo viés escatológico que alguns grupos religiosos equivocamente correlacionam com a marca da besta, era temido pela população em geral, no entanto, dado o estado de insegurança generalizada que se abateu sobre este mundo moribundo e a necessidade de se “proteger”, a qualquer custo e a qualquer preço, especialmente o da liberdade, fez com que as pessoas passassem a aceitar e, até mesmo solicitar que estas tecnologias sejam implementadas.
Outra característica do atual posicionamento da maior potência do globo, é a de que vem violando sistemática e continuamente seus preceitos constitucionais, rompendo uma a uma com as emendas que norteiam seus mais básicos fundamentos e, caminhando a passos largos para ferir aquela que finalmente permitirá “estender seus braços sobre o abismo”, qual seja, a Primeira Emenda, que fixa a separação Estado/Igreja como ponto de partida da democracia americana.
Neste contexto, não se poder perder de vista que a Suprema Corte americana é quem em última instância vem patrocinando este estado de coisas e, talvez para surpresa de alguns, tal fenômeno vem ocorrendo de forma mais vigorosa exatamente quando, pela primeira vez na história daquele país, a maioria de seus juízes são de vertente católica, graças às sucessivas nomeações operadas durante o Governos de George W. Bush.
O Patriotic Act, levado a efeito como decorrência imediata dos ataques do 11/09, conferiu ao Presidente dos EUA, em caso de se verificarem situações extremas, poderes quase ilimitados e ditatoriais na tomada de medidas que este julgar convenientes e, isto somado aos poderosíssimos bancos de dados que vêm sendo montados por diversos países, faz-nos pensar que o controle sobre o homem médio em âmbito mundial nos nossos dias se tornou algo extremamente facilitado.
Outras nuances interessantes a serem consideradas, especialmente face aos fatos absolutamente atuais que têm permeado o debate político naquele país, encontram seu vértice na crise econômica e no processo eleitoral em andamento.
Em relação ao primeiro, impossível não se fazer citação de Ellen G. White sobre a relevância profética inerente ao tema:
"Quando as igrejas protestantes se unirem com o poder secular para amparar uma religião falsa, à qual se opuseram os seus antepassados, sofrendo com isso a mais terrível perseguição, então o dia de repouso papal será tornado obrigatório pela autoridade mancomunada da Igreja e do Estado. Haverá uma apostasia nacional que só terminará em ruína nacional" (Evangelismo, p. 234, 235).
Alguém poderia dizer: “Mas a ruína virá somente após a apostasia”. De fato, no entanto, não se pode perder de vista que o sistema só poderá entrar em colapso como resultado de um processo, não de um ato único. Quando os EUA se unirem definitivamente à Roma, caracterizando a apostasia nacional, certamente o farão em um quadro avançado de deteriorização político-econômica, o que certamente poderia se relacionar com o quadro em que vivemos.
Em relação ao processo eleitoral americano, as possibilidades são tantas e de tão grande variedade, que impossível se posicionar sobre qual dos dois candidatos ao governo melhor poderia se posicionar ao eventual cumprimento profético neste quadro que vislumbramos, no entanto, há de se notar com indubitável clareza, que o fator religioso permeia o debate de tal forma que é impossível afastar-se dele, como ficou claro após a nomeação de Sarah Palin na chapa de John McCain, que alavancou os números nas pesquisas a desfavor de Barack Obama, que também tem como seu vice alguém muito ligado às questões religiosas.
Para terminar, faço nova citação de Ellen G. White:
"O mundo é um teatro; os atores, seus habitantes, estão-se preparando para desempenhar sua parte no último grande drama. Entre as grandes massas da humanidade não há união, a não ser quando os homens se aliam para realizar seus propósitos egoístas. Deus está observando. Seus propósitos a respeito de Seus súditos rebeldes se cumprirão. O mundo não foi entregue às mãos dos homens, embora Deus esteja permitindo que os elementos de confusão e desordem dominem por algum tempo. Um poder de baixo está atuando para desenvolver as últimas grandes cenas do drama - Satanás apresentando-se como Cristo e atuando com todo o engano da injustiça naqueles que se estão unindo em sociedades secretas. Os que estão cedendo à paixão por confederar-se, estão executando os planos do inimigo. A causa será seguida pelo efeito." (E. G. White, Maranata, pág. 136) (Grifo meu)
Irmãos, não esperem observar os papéis mais importantes da atuação destes atores que aqui rapidamente consideramos, no Jornal Nacional. É nos bastidores que estão sendo tomadas as grandes decisões e, nas entrelinhas dos fatos que encontraremos os sinais que Deus nos deixou através da revelação profética. Na próxima semana veremos os sinais onde até mesmo os incrédulos já perceberam o anúncio do fim. Muito mais sobre os EUA indexado no Diário da Profecia.
Parte 1
Parte 3
Final
Se a análise atenta aos movimentos do Papado nos interessa sobremaneira diante de sua relevância profética, não menos importantes são aqueles encampados pelos EUA, uma vez que ambos ocupam os papéis principais no “eixo do mal” exposto no Livro do Apocalipse:
E vi subir da terra outra besta, e tinha dois chifres semelhantes aos de um cordeiro; e falava como o dragão. (Ap 13:11)
Não se precisa entender de profecia, para observar com clareza meridiana, que a nação fundada sobre preceitos de paz, liberdade e não intervenção, especialmente religiosa, há muito deixou de se alinhar com os propósitos de seus fundadores e, de um tempo à esta parte, como visto no final das considerações traçadas no estudo anterior, tem se desmanchado aos encantos de Roma.
Essa aliança profana, já se caracterizou no passado, tem se desenhado no presente e voltará a se observar no futuro de forma concreta. Basta analisar a questão da queda do comunismo, para não restar dúvidas sobre a precisão profética:
“Sabe-se hoje, graças ao livro de Carl Bernstein e Marco Politi, 'Sua Santidade João Paulo II e a história oculta de nosso tempo', que o Vaticano de Karol Wojtyla e a Casa Branca de Ronald Reagan firmaram uma aliança. ” (Revista Isto É)
De se considerar, ainda, para fins de entendermos a evolução dos fatos que nos cercam neste contexto, como se relacionam na profecia estas duas figuras:
E exerce todo o poder da primeira besta na sua presença, e faz que a terra e os que nela habitam adorem a primeira besta, cuja chaga mortal fora curada. (Ap 13:12)
Como ela se opera portanto, pela força e, o aparato que se tem formado em solo americano para viabilizar o cumprimento do “ninguém possa comprar ou vender, senão aquele que tiver o sinal, ou o nome da besta, ou o número do seu nome”, nunca foi tão viável como no tempo em que vivemos, especialmente após os eventos terroristas do 11 de setembro de 2.001.
Os EUA e o primeiro mundo de forma geral tem avançado sobremaneira na violação sistemática dos direitos individuais dos cidadãos, a título de preservação da segurança, com a implementação de tecnologias que vão desde micro-chips até os mais modernos exames biométricos, com o intuito de promover a localização e identificação das pessoas nas suas mais corriqueiras atividades.
É interessante notar que antigamente esse tipo de controle, notadamente, pelo viés escatológico que alguns grupos religiosos equivocamente correlacionam com a marca da besta, era temido pela população em geral, no entanto, dado o estado de insegurança generalizada que se abateu sobre este mundo moribundo e a necessidade de se “proteger”, a qualquer custo e a qualquer preço, especialmente o da liberdade, fez com que as pessoas passassem a aceitar e, até mesmo solicitar que estas tecnologias sejam implementadas.
Outra característica do atual posicionamento da maior potência do globo, é a de que vem violando sistemática e continuamente seus preceitos constitucionais, rompendo uma a uma com as emendas que norteiam seus mais básicos fundamentos e, caminhando a passos largos para ferir aquela que finalmente permitirá “estender seus braços sobre o abismo”, qual seja, a Primeira Emenda, que fixa a separação Estado/Igreja como ponto de partida da democracia americana.
Neste contexto, não se poder perder de vista que a Suprema Corte americana é quem em última instância vem patrocinando este estado de coisas e, talvez para surpresa de alguns, tal fenômeno vem ocorrendo de forma mais vigorosa exatamente quando, pela primeira vez na história daquele país, a maioria de seus juízes são de vertente católica, graças às sucessivas nomeações operadas durante o Governos de George W. Bush.
O Patriotic Act, levado a efeito como decorrência imediata dos ataques do 11/09, conferiu ao Presidente dos EUA, em caso de se verificarem situações extremas, poderes quase ilimitados e ditatoriais na tomada de medidas que este julgar convenientes e, isto somado aos poderosíssimos bancos de dados que vêm sendo montados por diversos países, faz-nos pensar que o controle sobre o homem médio em âmbito mundial nos nossos dias se tornou algo extremamente facilitado.
Outras nuances interessantes a serem consideradas, especialmente face aos fatos absolutamente atuais que têm permeado o debate político naquele país, encontram seu vértice na crise econômica e no processo eleitoral em andamento.
Em relação ao primeiro, impossível não se fazer citação de Ellen G. White sobre a relevância profética inerente ao tema:
"Quando as igrejas protestantes se unirem com o poder secular para amparar uma religião falsa, à qual se opuseram os seus antepassados, sofrendo com isso a mais terrível perseguição, então o dia de repouso papal será tornado obrigatório pela autoridade mancomunada da Igreja e do Estado. Haverá uma apostasia nacional que só terminará em ruína nacional" (Evangelismo, p. 234, 235).
Alguém poderia dizer: “Mas a ruína virá somente após a apostasia”. De fato, no entanto, não se pode perder de vista que o sistema só poderá entrar em colapso como resultado de um processo, não de um ato único. Quando os EUA se unirem definitivamente à Roma, caracterizando a apostasia nacional, certamente o farão em um quadro avançado de deteriorização político-econômica, o que certamente poderia se relacionar com o quadro em que vivemos.
Em relação ao processo eleitoral americano, as possibilidades são tantas e de tão grande variedade, que impossível se posicionar sobre qual dos dois candidatos ao governo melhor poderia se posicionar ao eventual cumprimento profético neste quadro que vislumbramos, no entanto, há de se notar com indubitável clareza, que o fator religioso permeia o debate de tal forma que é impossível afastar-se dele, como ficou claro após a nomeação de Sarah Palin na chapa de John McCain, que alavancou os números nas pesquisas a desfavor de Barack Obama, que também tem como seu vice alguém muito ligado às questões religiosas.
Para terminar, faço nova citação de Ellen G. White:
"O mundo é um teatro; os atores, seus habitantes, estão-se preparando para desempenhar sua parte no último grande drama. Entre as grandes massas da humanidade não há união, a não ser quando os homens se aliam para realizar seus propósitos egoístas. Deus está observando. Seus propósitos a respeito de Seus súditos rebeldes se cumprirão. O mundo não foi entregue às mãos dos homens, embora Deus esteja permitindo que os elementos de confusão e desordem dominem por algum tempo. Um poder de baixo está atuando para desenvolver as últimas grandes cenas do drama - Satanás apresentando-se como Cristo e atuando com todo o engano da injustiça naqueles que se estão unindo em sociedades secretas. Os que estão cedendo à paixão por confederar-se, estão executando os planos do inimigo. A causa será seguida pelo efeito." (E. G. White, Maranata, pág. 136) (Grifo meu)
Irmãos, não esperem observar os papéis mais importantes da atuação destes atores que aqui rapidamente consideramos, no Jornal Nacional. É nos bastidores que estão sendo tomadas as grandes decisões e, nas entrelinhas dos fatos que encontraremos os sinais que Deus nos deixou através da revelação profética. Na próxima semana veremos os sinais onde até mesmo os incrédulos já perceberam o anúncio do fim. Muito mais sobre os EUA indexado no Diário da Profecia.
Parte 1
Parte 3
Final
TUDO AO MESMO TEMPO AGORA – I
INTRODUÇÃO
O título refere-se a uma música secular de um grupo nada recomendável aos filhos de Deus, mas a idéia que ele transfere cabe perfeitamente ao entendimento do tempo em que vivemos.
Ora, quando estas coisas começarem a acontecer, olhai para cima e levantai as vossas cabeças, porque a vossa redenção está próxima. (Lc 21:28)
Obviamente há um contexto para estas palavras de Cristo, mas a verdade é que a observação do quadro profético que se descortina frente aos nossos olhos, não nos deixa outra impressão senão a de que nosso Salvador se aproxima, com velocidade, ao cumprimento de Suas mais maravilhosas promessas.
Gostaria de desafiar os irmãos a buscarmos entender nosso tempo pelo prisma dos fatos que nos rodeiam, enfocando temas pontuais de nossa escatologia, bem como estes têm se relacionado continuamente, em um grande xadrez cósmico, que com muita propriedade foi chamado de “O Grande Conflito”.
O PAPADO
Comecemos pelo tema que mais nos tem afetado historicamente como Adventistas do Sétimo Dia, os movimentos da besta que sai do mar. O Papa Bento XVI tem se manifestado sobre absolutamente todos os temas possíveis e imagináveis, dando cumprimento cada vez mais cristalino ao texto de Apocalipse 13:3.
E vi uma das suas cabeças como ferida de morte, e a sua chaga mortal foi curada; e toda a terra se maravilhou após a besta.
Bento XVI tem falado ao mundo, e o mundo tem parado para lhe ouvir, nos mais diversos temas, nas mais diversas situações e, ele tem passado a mensagem, perseguindo as prioridades que estabeleceu desde o início de seu pontificado.
Transcrevo as manifestações do Secretário Geral da ONU por ocasião da visita do pontífice aos EUA:
"Nos tempos de hoje enfrentamos muitos desafios e precisamos do firme apoio espiritual do papa"
"sua santidade, de muitas maneiras, sua missão é a nossa"
E as prioridades, sua missão, que os líderes mundiais têm se aberto a ouvir atentamente são: O estabelecimento do domingo e o ecumenismo, que facilmente se interligam, como pode se notar em pronunciamento do próprio Papa:
“o mundo necessita do testemunho dos cristãos unidos em uma só fé.”
“a oração, a conversão do coração, o reforço dos vínculos de comunhão formam a essência deste movimento espiritual, que desejamos que logo possa conduzir aos discípulos de Cristo à celebração comum da Eucaristia, manifestação de sua plena unidade”.
Quando o Papa fala em celebração comum da Eucaristia, ele fala em descanso dominical:
“A assistência dos pais com seus filhos à celebração eucarística dominical é uma pedagogia eficaz para comunicar a fé e um estreito vínculo que mantém a unidade entre eles.”
“O domingo significou, ao longo da vida da Igreja, o momento privilegiado do encontro das comunidades com o Senhor ressuscitado”
E este assunto hoje tem uma ponte muito interessante: a ecologia. Não há tema mais unificador dos povos em nossos dias que a necessidade de que sejam tomadas medidas de consenso para a salvaguarda do planeta, que nitidamente clama em agonia. Não por outro motivo, este assunto também passou a ser prioridade do Papa Bento XVI:
“Numa época em que, por causa das intervenções humanas, a criação parece
exposta a múltiplos perigos, é necessário reencontrar o sentido do domingo
que comemora a criação do mundo por Deus”
Interessantemente, a mesma ONU, que através de seu representante afirmou estar a serviço da missão do Papa, recentemente clamou aos EUA, para que se tornem líderes mundiais em questões ambientais:
"Isso é o que toda a comunidade internacional espera dos Estados Unidos"
Esta é, inclusive, uma das plataformas principais do candidato Barack Obama, preferência do “mago” do aquecimento global Al Gore e, que neste momento encontra-se liderando as pesquisas de intenção de voto para ocupar a presidência americana. Não há qualquer possibilidade de não se considerar o aquecimento global como um vetor importante no entendimento do tempo em que vivemos e, quais são as possibilidades que podem vir a se caracterizar.
Impossível não se tratar ainda do absolutamente explícito alinhamento entre EUA e Vaticano observado em eventos recentes protagonizados pelos dois Chefes de Estado, em visitas recíprocas. Bush foi ao Vaticano em 2007 e levou de presente ao Papa, nada menos que um bastão com a inscrição dos Dez Mandamentos. Não deixou de manifestar-se:
"Sou presidente dos Estados Unidos há seis anos e meio e como tal posso dizer
que estive em locais curiosos e conheci pessoas muito interessantes.
Posso dizer que a experiência de hoje foi, para mim, comovente"
Em nova visita ao Vaticano em 2008, novas manifestações singulares de Bush, dizendo ser “um enorme fã desse Papa”, que “o Vaticano é mais importante que o Texas”, ou simplesmente, no contexto de sua recepção pelo pontífice: “Que honra, que honra, que honra”. Antes mesmo de consumar a visita, demonstrando seu ânimo, disse: “a religião é paz e ninguém melhor que o Papa para interpretar essa mensagem”.
Mas penso que a declaração mais espetacular produzida pelo Presidente dos EUA, ocorreu em solo americano, local onde, como depois reconheceu a chefe de protocolo norte-americana, Nancy Goodman Brinker, o presidente Bush demonstrou que “apóia completamente o que o Papa está procurando fazer a favor da paz, da educação, contra a pobreza e em colaboração com outros líderes políticos”.
Neste contexto, antes inclusive do Papa pousar na América, George W. Bush, Presidente da maior nação do mundo, fundada em princípios protestantes, sendo ele mesmo um metodista, segundo consta e, indagado sobre o que via ao fitar os olhos do Papa, foi absolutamente enfático:
“God” (Deus)
Ellen G. White, confirmando o entendimento que nossos pioneiros extraíram da Bíblia acerca da identidade da besta que sai do mar e, do seu futuro alinhamento com outra besta, a que sai da terra, foi utilizada por Deus para entregar com minúcias ao povo adventista esta percepção singular da história que se cumpre frente aos nossos olhos. Sobre as possibilidades de como o braço secular poderá dar guarida ao eclesiástico, analisaremos outros fatos na próxima semana. Mais notícias sobre o Papa e o Vaticano, podem ser acessadas de forma indexada no Diário da Profecia.
Parte 2
Parte 3
Final
O título refere-se a uma música secular de um grupo nada recomendável aos filhos de Deus, mas a idéia que ele transfere cabe perfeitamente ao entendimento do tempo em que vivemos.
Ora, quando estas coisas começarem a acontecer, olhai para cima e levantai as vossas cabeças, porque a vossa redenção está próxima. (Lc 21:28)
Obviamente há um contexto para estas palavras de Cristo, mas a verdade é que a observação do quadro profético que se descortina frente aos nossos olhos, não nos deixa outra impressão senão a de que nosso Salvador se aproxima, com velocidade, ao cumprimento de Suas mais maravilhosas promessas.
Gostaria de desafiar os irmãos a buscarmos entender nosso tempo pelo prisma dos fatos que nos rodeiam, enfocando temas pontuais de nossa escatologia, bem como estes têm se relacionado continuamente, em um grande xadrez cósmico, que com muita propriedade foi chamado de “O Grande Conflito”.
O PAPADO
Comecemos pelo tema que mais nos tem afetado historicamente como Adventistas do Sétimo Dia, os movimentos da besta que sai do mar. O Papa Bento XVI tem se manifestado sobre absolutamente todos os temas possíveis e imagináveis, dando cumprimento cada vez mais cristalino ao texto de Apocalipse 13:3.
E vi uma das suas cabeças como ferida de morte, e a sua chaga mortal foi curada; e toda a terra se maravilhou após a besta.
Bento XVI tem falado ao mundo, e o mundo tem parado para lhe ouvir, nos mais diversos temas, nas mais diversas situações e, ele tem passado a mensagem, perseguindo as prioridades que estabeleceu desde o início de seu pontificado.
Transcrevo as manifestações do Secretário Geral da ONU por ocasião da visita do pontífice aos EUA:
"Nos tempos de hoje enfrentamos muitos desafios e precisamos do firme apoio espiritual do papa"
"sua santidade, de muitas maneiras, sua missão é a nossa"
E as prioridades, sua missão, que os líderes mundiais têm se aberto a ouvir atentamente são: O estabelecimento do domingo e o ecumenismo, que facilmente se interligam, como pode se notar em pronunciamento do próprio Papa:
“o mundo necessita do testemunho dos cristãos unidos em uma só fé.”
“a oração, a conversão do coração, o reforço dos vínculos de comunhão formam a essência deste movimento espiritual, que desejamos que logo possa conduzir aos discípulos de Cristo à celebração comum da Eucaristia, manifestação de sua plena unidade”.
Quando o Papa fala em celebração comum da Eucaristia, ele fala em descanso dominical:
“A assistência dos pais com seus filhos à celebração eucarística dominical é uma pedagogia eficaz para comunicar a fé e um estreito vínculo que mantém a unidade entre eles.”
“O domingo significou, ao longo da vida da Igreja, o momento privilegiado do encontro das comunidades com o Senhor ressuscitado”
E este assunto hoje tem uma ponte muito interessante: a ecologia. Não há tema mais unificador dos povos em nossos dias que a necessidade de que sejam tomadas medidas de consenso para a salvaguarda do planeta, que nitidamente clama em agonia. Não por outro motivo, este assunto também passou a ser prioridade do Papa Bento XVI:
“Numa época em que, por causa das intervenções humanas, a criação parece
exposta a múltiplos perigos, é necessário reencontrar o sentido do domingo
que comemora a criação do mundo por Deus”
Interessantemente, a mesma ONU, que através de seu representante afirmou estar a serviço da missão do Papa, recentemente clamou aos EUA, para que se tornem líderes mundiais em questões ambientais:
"Isso é o que toda a comunidade internacional espera dos Estados Unidos"
Esta é, inclusive, uma das plataformas principais do candidato Barack Obama, preferência do “mago” do aquecimento global Al Gore e, que neste momento encontra-se liderando as pesquisas de intenção de voto para ocupar a presidência americana. Não há qualquer possibilidade de não se considerar o aquecimento global como um vetor importante no entendimento do tempo em que vivemos e, quais são as possibilidades que podem vir a se caracterizar.
Impossível não se tratar ainda do absolutamente explícito alinhamento entre EUA e Vaticano observado em eventos recentes protagonizados pelos dois Chefes de Estado, em visitas recíprocas. Bush foi ao Vaticano em 2007 e levou de presente ao Papa, nada menos que um bastão com a inscrição dos Dez Mandamentos. Não deixou de manifestar-se:
"Sou presidente dos Estados Unidos há seis anos e meio e como tal posso dizer
que estive em locais curiosos e conheci pessoas muito interessantes.
Posso dizer que a experiência de hoje foi, para mim, comovente"
Em nova visita ao Vaticano em 2008, novas manifestações singulares de Bush, dizendo ser “um enorme fã desse Papa”, que “o Vaticano é mais importante que o Texas”, ou simplesmente, no contexto de sua recepção pelo pontífice: “Que honra, que honra, que honra”. Antes mesmo de consumar a visita, demonstrando seu ânimo, disse: “a religião é paz e ninguém melhor que o Papa para interpretar essa mensagem”.
Mas penso que a declaração mais espetacular produzida pelo Presidente dos EUA, ocorreu em solo americano, local onde, como depois reconheceu a chefe de protocolo norte-americana, Nancy Goodman Brinker, o presidente Bush demonstrou que “apóia completamente o que o Papa está procurando fazer a favor da paz, da educação, contra a pobreza e em colaboração com outros líderes políticos”.
Neste contexto, antes inclusive do Papa pousar na América, George W. Bush, Presidente da maior nação do mundo, fundada em princípios protestantes, sendo ele mesmo um metodista, segundo consta e, indagado sobre o que via ao fitar os olhos do Papa, foi absolutamente enfático:
“God” (Deus)
Ellen G. White, confirmando o entendimento que nossos pioneiros extraíram da Bíblia acerca da identidade da besta que sai do mar e, do seu futuro alinhamento com outra besta, a que sai da terra, foi utilizada por Deus para entregar com minúcias ao povo adventista esta percepção singular da história que se cumpre frente aos nossos olhos. Sobre as possibilidades de como o braço secular poderá dar guarida ao eclesiástico, analisaremos outros fatos na próxima semana. Mais notícias sobre o Papa e o Vaticano, podem ser acessadas de forma indexada no Diário da Profecia.
Parte 2
Parte 3
Final
Qual a dieta mais saudável?
O British Medical Journal publicou uma compilação dos principais estudos que têm como objetivo último responder a esta pergunta. Confirmou-se o que já se suspeitava, ou seja, que a dieta mediterrânea é a que mais se aproxima de uma alimentação ideal.
Observou-se que, em comparação com os que têm outros hábitos alimentares, os que seguem a dieta mediterrânea apresentam menos casos de morte por motivo cardiovascular ou por câncer, bem como menor incidência de Parkinson e Alzheimer.
A dieta mediterrânea é rica em legumes, frutas, cereais, peixes e azeites -- além de um pouco de vinho tinto durante as refeições. Comparada com a dieta norte-americana, ela tem níveis mais baixos de gordura saturada, é mais variada, e muitas vezes mais satisfatória.
Mas é também uma dieta que vem sendo cada vez menos seguida. Os governos da Grécia, Itália, Espanha e Marrocos pediram à Unesco que a dieta mediterrânea seja considerada "patrimônio cultural imaterial", mas é o "fast-food" que está proliferando na região.
Fonte - Opinião e Notícia
Gn 1:29
E disse Deus: Eis que vos tenho dado toda a erva que dê semente, que está sobre a face de toda a terra; e toda a árvore, em que há fruto que dê semente, ser-vos-á para mantimento.
A fim de saber quais são os melhores alimentos, cumpre-nos estudar o plano original de Deus para o regime do homem. Aquele que criou o homem e lhe compreende as necessidades, designou a Adão o que devia comer: "Eis que vos tenho dado toda erva que dá semente, ... e toda árvore em que há fruto de árvore que dá semente, ser-vos-ão para mantimento." Gên. 1:29. Ao deixar o Éden para ganhar a subsistência lavrando a terra sob a maldição do pecado, o homem recebeu também permissão para comer a "erva do campo". Gên. 2:5. (Conselhos Sobre o Regime Alimentar, pág. 81)
Deus concederá ao Seu povo habilidade e tato para preparar alimento saudável sem o uso dessas coisas. Rejeite o nosso povo toda receita insalubre. Aprendam a viver de maneira saudável, ensinando a outros o que aprenderam. Partilhem esse conhecimento como partilhariam a instrução bíblica. Ensinem às pessoas a preservarem a saúde e aumentarem o vigor, evitando a imensa quantidade de receitas culinárias que têm enchido o mundo de inválidos crônicos. Por preceito e exemplo, esclareçam que o alimento que Deus deu a Adão em seu estado isento de pecado, é o melhor para o uso do homem, ao buscar ele reaver esse estado de pureza. (Conselhos Sobre o Regime Alimentar - Pág. 460)
Observou-se que, em comparação com os que têm outros hábitos alimentares, os que seguem a dieta mediterrânea apresentam menos casos de morte por motivo cardiovascular ou por câncer, bem como menor incidência de Parkinson e Alzheimer.
A dieta mediterrânea é rica em legumes, frutas, cereais, peixes e azeites -- além de um pouco de vinho tinto durante as refeições. Comparada com a dieta norte-americana, ela tem níveis mais baixos de gordura saturada, é mais variada, e muitas vezes mais satisfatória.
Mas é também uma dieta que vem sendo cada vez menos seguida. Os governos da Grécia, Itália, Espanha e Marrocos pediram à Unesco que a dieta mediterrânea seja considerada "patrimônio cultural imaterial", mas é o "fast-food" que está proliferando na região.
Fonte - Opinião e Notícia
Gn 1:29
E disse Deus: Eis que vos tenho dado toda a erva que dê semente, que está sobre a face de toda a terra; e toda a árvore, em que há fruto que dê semente, ser-vos-á para mantimento.
A fim de saber quais são os melhores alimentos, cumpre-nos estudar o plano original de Deus para o regime do homem. Aquele que criou o homem e lhe compreende as necessidades, designou a Adão o que devia comer: "Eis que vos tenho dado toda erva que dá semente, ... e toda árvore em que há fruto de árvore que dá semente, ser-vos-ão para mantimento." Gên. 1:29. Ao deixar o Éden para ganhar a subsistência lavrando a terra sob a maldição do pecado, o homem recebeu também permissão para comer a "erva do campo". Gên. 2:5. (Conselhos Sobre o Regime Alimentar, pág. 81)
Deus concederá ao Seu povo habilidade e tato para preparar alimento saudável sem o uso dessas coisas. Rejeite o nosso povo toda receita insalubre. Aprendam a viver de maneira saudável, ensinando a outros o que aprenderam. Partilhem esse conhecimento como partilhariam a instrução bíblica. Ensinem às pessoas a preservarem a saúde e aumentarem o vigor, evitando a imensa quantidade de receitas culinárias que têm enchido o mundo de inválidos crônicos. Por preceito e exemplo, esclareçam que o alimento que Deus deu a Adão em seu estado isento de pecado, é o melhor para o uso do homem, ao buscar ele reaver esse estado de pureza. (Conselhos Sobre o Regime Alimentar - Pág. 460)
Especialistas criticam alarmismo em notícias sobre mudança climática
Madri, 4 out (EFE).- Cientistas e especialistas em mudança climática criticaram hoje o fato de o alarmismo predominar nas notícias sobre o tema, razão pela qual pediram aos jornalistas que transmitam informações da forma mais equilibrada possível.
Esta foi uma das conclusões do seminário sobre mudança climática e meios de comunicação realizado durante a 64ª Assembléia Geral da Sociedade Interamericana de Imprensa (SIP), no qual foi debatida a responsabilidade dos jornalistas nas informações sobre os efeitos do aquecimento global.
O professor César Dopazo, assessor do presidente da Comissão Européia (CE, órgão executivo da UE), José Manuel Durão Barroso, e que atuou como moderador, considerou essencial que a informação científica seja de qualidade, correta e cautelosa, já que, caso contrário, as pessoas podem se alarmar em excesso.
Segundo ele, as informações sobre a mudança climática são "um excelente exemplo de onde sobra espetáculo".
Para o especialista, o desafio da imprensa é conscientizar a população, pois os cidadãos, em sua opinião, precisam distinguir o que é informação certa do que não é.
Na mesma linha, Thomas Dowing, diretor do Instituto Ambiental de Estocolmo e co-autor do "Atlas da mudança climática", pediu aos jornalistas que as mensagens transmitidas sejam mais de esperança do que de catástrofe, no sentido de que todos possam "fazer algo" na luta contra o aquecimento do planeta.
Já o diretor da Cidade das Artes e das Ciências de Valência e presidente da Associação Espanhola de Jornalismo Científico, Manuel Toharia, afirmou que todos os que vivem "nesta sociedade consumista" tem responsabilidade na questão da mudança climática, e não a imprensa, que "tem responsabilidade justa, nada mais".
Em sua opinião, "a falha" nas notícias sobre o fenômeno está no fato de nelas predominar o alarmismo, enquanto "a virtude" é se falar muito do tema, o que favorece o debate nas ruas.
Toharia ressaltou que "é fácil jogar a culpa no mensageiro", mas ao mesmo tempo pediu que a informação sobre o assunto seja a mais equilibrada possível.
Fonte - Último Segundo
Esta foi uma das conclusões do seminário sobre mudança climática e meios de comunicação realizado durante a 64ª Assembléia Geral da Sociedade Interamericana de Imprensa (SIP), no qual foi debatida a responsabilidade dos jornalistas nas informações sobre os efeitos do aquecimento global.
O professor César Dopazo, assessor do presidente da Comissão Européia (CE, órgão executivo da UE), José Manuel Durão Barroso, e que atuou como moderador, considerou essencial que a informação científica seja de qualidade, correta e cautelosa, já que, caso contrário, as pessoas podem se alarmar em excesso.
Segundo ele, as informações sobre a mudança climática são "um excelente exemplo de onde sobra espetáculo".
Para o especialista, o desafio da imprensa é conscientizar a população, pois os cidadãos, em sua opinião, precisam distinguir o que é informação certa do que não é.
Na mesma linha, Thomas Dowing, diretor do Instituto Ambiental de Estocolmo e co-autor do "Atlas da mudança climática", pediu aos jornalistas que as mensagens transmitidas sejam mais de esperança do que de catástrofe, no sentido de que todos possam "fazer algo" na luta contra o aquecimento do planeta.
Já o diretor da Cidade das Artes e das Ciências de Valência e presidente da Associação Espanhola de Jornalismo Científico, Manuel Toharia, afirmou que todos os que vivem "nesta sociedade consumista" tem responsabilidade na questão da mudança climática, e não a imprensa, que "tem responsabilidade justa, nada mais".
Em sua opinião, "a falha" nas notícias sobre o fenômeno está no fato de nelas predominar o alarmismo, enquanto "a virtude" é se falar muito do tema, o que favorece o debate nas ruas.
Toharia ressaltou que "é fácil jogar a culpa no mensageiro", mas ao mesmo tempo pediu que a informação sobre o assunto seja a mais equilibrada possível.
Fonte - Último Segundo
Especialistas advertem para risco de extinção em massa de espécies
A maior crise de extinção de espécies desde o desaparecimento dos dinossauros afeta atualmente o planeta, segundo os especialistas que a partir de domingo se reúnem em Barcelona no congresso da União Internacional para a Conservação da Natureza (UICN).
Quase 8.000 participantes - entre cientistas, ministros do Meio Ambiente e ecologistas - devem participar no quarto congresso da maior rede de informações sobre o meio ambiente, de 5 a 14 de outubro.
A queda acelerada da biodiversidade provocada pelo homem, direta ou indiretamente, centrará os debates.
A UICN publicará na segunda-feira uma aguardada "lista vermelha" das espécies em risco de extinção, que deve confirmar a gravidade da crise atual.
A relação, publicada todos os anos e considerada a avaliação mais confiável do estado das espécies no planeta, aumenta perigosamente.
Em 2007, quase 200 novas espécies entraram na lista de 16.306 espécies ameaçadas de extinção. A UICN vigia a evolução de 41.415 espécies.
Em termos gerais, um mamífero em cada quatro, uma ave em cada oito, um terço dos anfíbios e 70% das plantas estão em perigo.
Um total de 785 espécies já estão totalmente extintas e 65 sobrevivem apenas em cativeiro ou em estado doméstico, segundo a UICN.
Os especialistas analisarão a evolução da crise de biodiversidade e devem apresentar planos de ação para tentar remediar a situação.
"O número de espécies diminui na Terra e a velocidade de seu desaparecimento aumenta muito rapidamente, o que nos permite falar da sexta grande extinção", afirma Jean-Patrick Le Duc, do Museu Nacional de História Natural da França.
A extinção em massa anterior foi o desaparecimento dos dinossauros.
Os defensores da biodiversidade defendem o salvamento do máximo de espécies pelo princípio da precaução.
"Nenhuma espécie é banal, cada uma é o produto de milhões de anos de evolução e desempenha um papel no ecossistema", destaca Wendy Foden, diretor do programa sobre mudanças climáticas e espécies da UICN.
Os cientistas defendem assim a criação de vastos espaços naturais protegidos.
A erosão da biodiversidade é provocada pela combinação do crescimento urbano, da poluição, da mudança climática, dos conflitos armados e da exploração em excesso dos recursos.
A UICN quer aproveitar o congresso, organizado a cada quatro anos, para sensibilizar os políticos e a opinião pública sobre questões do meio ambiente.
Somente a reunião mundial sobre o desenvolvimento sustentável de Johanesburgo em 2002 havia reunido mais participantes.
A UICN, uma organização atípica criada em 5 de outubro de 1948 na França e que tem sede na Suíça, reúne mais de 1.000 membros - representantes de 80 governos e de 800 ONGs - es 10.000 cientistas voluntários.
Fonte - Último Segundo
Quase 8.000 participantes - entre cientistas, ministros do Meio Ambiente e ecologistas - devem participar no quarto congresso da maior rede de informações sobre o meio ambiente, de 5 a 14 de outubro.
A queda acelerada da biodiversidade provocada pelo homem, direta ou indiretamente, centrará os debates.
A UICN publicará na segunda-feira uma aguardada "lista vermelha" das espécies em risco de extinção, que deve confirmar a gravidade da crise atual.
A relação, publicada todos os anos e considerada a avaliação mais confiável do estado das espécies no planeta, aumenta perigosamente.
Em 2007, quase 200 novas espécies entraram na lista de 16.306 espécies ameaçadas de extinção. A UICN vigia a evolução de 41.415 espécies.
Em termos gerais, um mamífero em cada quatro, uma ave em cada oito, um terço dos anfíbios e 70% das plantas estão em perigo.
Um total de 785 espécies já estão totalmente extintas e 65 sobrevivem apenas em cativeiro ou em estado doméstico, segundo a UICN.
Os especialistas analisarão a evolução da crise de biodiversidade e devem apresentar planos de ação para tentar remediar a situação.
"O número de espécies diminui na Terra e a velocidade de seu desaparecimento aumenta muito rapidamente, o que nos permite falar da sexta grande extinção", afirma Jean-Patrick Le Duc, do Museu Nacional de História Natural da França.
A extinção em massa anterior foi o desaparecimento dos dinossauros.
Os defensores da biodiversidade defendem o salvamento do máximo de espécies pelo princípio da precaução.
"Nenhuma espécie é banal, cada uma é o produto de milhões de anos de evolução e desempenha um papel no ecossistema", destaca Wendy Foden, diretor do programa sobre mudanças climáticas e espécies da UICN.
Os cientistas defendem assim a criação de vastos espaços naturais protegidos.
A erosão da biodiversidade é provocada pela combinação do crescimento urbano, da poluição, da mudança climática, dos conflitos armados e da exploração em excesso dos recursos.
A UICN quer aproveitar o congresso, organizado a cada quatro anos, para sensibilizar os políticos e a opinião pública sobre questões do meio ambiente.
Somente a reunião mundial sobre o desenvolvimento sustentável de Johanesburgo em 2002 havia reunido mais participantes.
A UICN, uma organização atípica criada em 5 de outubro de 1948 na França e que tem sede na Suíça, reúne mais de 1.000 membros - representantes de 80 governos e de 800 ONGs - es 10.000 cientistas voluntários.
Fonte - Último Segundo
A impressionante expansão do cristianismo na China
O governo chinês diz que há 21 milhões de cristãos no país, sendo 16 milhões de protestantes e cinco milhões de católicos. No entanto, números não-oficiais dão conta de que sua presença é muito maior. O do Centro para o Estudo do Cristianismo Global, baseado em Massachusetts, aponta para cerca de 70 milhões.
Há ainda quem acredite que existem até 130 milhões de cristãos na China. Um estudo feito por um think-tank norte-americano, o Pew Forum on Religion and Public Life, revelou que muitos cristãos que não são membros de igrejas não fazem parte dos números oficiais chineses.
O grupo China Aid Association revelou que o diretor do órgão do governo chinês que supervisiona todas as religiões no país disse "em off" que o número de cristãos na China era de fato 130 milhões no início de 2008. Caso seja verdade, isto significaria que a China tem mais cristãos do que comunistas, uma vez que o partido comunista do país tem 74 milhões de membros. Além disto, haveria mais cristãos ativos na China do que em qualquer outro país.
Fonte - Opinião e Notícia
Mt 24:14
E este evangelho do reino será pregado em todo o mundo, em testemunho a todas as nações, e então virá o fim.
Há ainda quem acredite que existem até 130 milhões de cristãos na China. Um estudo feito por um think-tank norte-americano, o Pew Forum on Religion and Public Life, revelou que muitos cristãos que não são membros de igrejas não fazem parte dos números oficiais chineses.
O grupo China Aid Association revelou que o diretor do órgão do governo chinês que supervisiona todas as religiões no país disse "em off" que o número de cristãos na China era de fato 130 milhões no início de 2008. Caso seja verdade, isto significaria que a China tem mais cristãos do que comunistas, uma vez que o partido comunista do país tem 74 milhões de membros. Além disto, haveria mais cristãos ativos na China do que em qualquer outro país.
Fonte - Opinião e Notícia
Mt 24:14
E este evangelho do reino será pregado em todo o mundo, em testemunho a todas as nações, e então virá o fim.
Governo britânico pode monitorar e-mails e telefonemas
Ministros do governo britânico estão considerando gastar 12 bilhões de libras (US$ 21,3 bilhões) em um banco de dados para monitorar e armazenar os hábitos de navegação na Internet, e-mails e chamadas telefônicas de todos os cidadãos da Grã-Bretanha, apontou a edição deste domingo do jornal The Times.
Segundo a reportagem do jornal, o órgão de espionagem do governo já recebeu 1 bilhão de libras para financiar a primeira parte do projeto.
O sistema consistiria, inicialmente, no monitoramento de clientes das duas maiores empresas de Internet e telefonia celular da Grã-Bretanha, a British Telecom (BT) e a Vodafone, disse o jornal.
O MI5 (serviço secreto britânico) já conduz interceptações limitadas de email e websites, que são aprovadas pelo secretário de Assuntos internos do governo. Mais detalhes do plano serão informados no próximo mês em um discurso da rainha, apontou a publicação.
O governo britânico afirmou que nenhuma decisão sobre a iniciativa foi tomada, mas fontes apontaram que os ministros concordaram "em princípio" com o programa de monitoramento. Segundo o Times, os oficiais afirmam que o sistema é necessário para o combate ao crime e ao terrorismo, mas críticos questionam se um sistema tão vasto pode ser mantido seguro.
Fonte - Terra
Segundo a reportagem do jornal, o órgão de espionagem do governo já recebeu 1 bilhão de libras para financiar a primeira parte do projeto.
O sistema consistiria, inicialmente, no monitoramento de clientes das duas maiores empresas de Internet e telefonia celular da Grã-Bretanha, a British Telecom (BT) e a Vodafone, disse o jornal.
O MI5 (serviço secreto britânico) já conduz interceptações limitadas de email e websites, que são aprovadas pelo secretário de Assuntos internos do governo. Mais detalhes do plano serão informados no próximo mês em um discurso da rainha, apontou a publicação.
O governo britânico afirmou que nenhuma decisão sobre a iniciativa foi tomada, mas fontes apontaram que os ministros concordaram "em princípio" com o programa de monitoramento. Segundo o Times, os oficiais afirmam que o sistema é necessário para o combate ao crime e ao terrorismo, mas críticos questionam se um sistema tão vasto pode ser mantido seguro.
Fonte - Terra
FBI adota novas e polêmicas normas
O secretário americano de Justiça, Robert Mukasey, determinou nesta sexta-feira a adoção de novas normas para as operações do FBI, a polícia federal americana, visando proteger melhor o país da ameaça terrorista, em meio aos protestos de legisladores e grupos de defesa dos direitos humanos.
"Estas novas regras são mais uniformes, claras e simples para as operações, e devem permitir ao FBI se tornar, entre outras coisas, um coletor de informações mais flexível", destacou Mukasey.
"Desde os ataques do 11 de Setembro (de 2001, em Nova York e Washington) o FBI e o departamento de Justiça (...) reorganizaram suas atividades para evitar futuros ataques terroristas contra o povo americano".
As novas normas envolvem cinco áreas, incluindo criminalística, segurança nacional e inteligência externa.
Segundo o presidente do Comitê de Justiça do Senado, o democrata Patrick Leahy, as novas normas "dão ao FBI amplos poderes para vigiar e usar outras técnicas de investigação invasivas sem pedir autorização aos americanos (...) ou sequer a aprovação dos supervisores do FBI".
A união americana de liberdades civis destacou que as novas normas ainda "permitem que a raça ou os antecedentes étnicos de uma pessoa sejam um fator para abrir uma investigação".
Fonte - Último Segundo
Nota DDP: Religião poderia também ser incluída?
"Estas novas regras são mais uniformes, claras e simples para as operações, e devem permitir ao FBI se tornar, entre outras coisas, um coletor de informações mais flexível", destacou Mukasey.
"Desde os ataques do 11 de Setembro (de 2001, em Nova York e Washington) o FBI e o departamento de Justiça (...) reorganizaram suas atividades para evitar futuros ataques terroristas contra o povo americano".
As novas normas envolvem cinco áreas, incluindo criminalística, segurança nacional e inteligência externa.
Segundo o presidente do Comitê de Justiça do Senado, o democrata Patrick Leahy, as novas normas "dão ao FBI amplos poderes para vigiar e usar outras técnicas de investigação invasivas sem pedir autorização aos americanos (...) ou sequer a aprovação dos supervisores do FBI".
A união americana de liberdades civis destacou que as novas normas ainda "permitem que a raça ou os antecedentes étnicos de uma pessoa sejam um fator para abrir uma investigação".
Fonte - Último Segundo
Nota DDP: Religião poderia também ser incluída?
sexta-feira, 3 de outubro de 2008
Papa lidera cristãos, judeus e muçulmanos em 139 horas de leitura da Bíblia

RIO - O Papa Bento XVI se prepara para liderar uma maratona. O Chefe da Igreja Católica comandará a partir de domingo a leitura, durante 139 horas ininterruptas, de toda a Bíblia. Entre os convidados para acompanhar o Pontífice estão o brasileiro Kaká, jogador do Milan que é evangélico, além de outras personalidades como o ator Roberto Benigni (de "A vida é bela"), tenor Andrea Bocelli e figuras do mundo político. No total, serão 2.000 convidados, que lerão desde o Gênesis, no Velho Testamento, até o Livro das Revelações, no Novo Testamento.
...
Muçulmanos e judeus também farão leitura de trechos da Bíblia, mas o grande rabino de Roma, Riccardo Di Segni, não aceitou o convite, dizendo que o evento lhe pareceu "muito católico", embora manifestasse respeito pela iniciativa. Di Segni será a primeira autoridade religiosa judaica a participar do Sínodo dos Bispos.
O livro sagrado dos judeus - Torá - inclui os cinco primeiros livros do Velho Testamento. O Novo Testamento é exclusividade dos cristãos.
Os muçulmanos, por sua parte, consideram a Bíblia como a precursora do seu livro sagrado, o Corão.
Fonte - O Globo
Nota DDP: Chegará o dia, de fato já chegou, em que BXVI, ou quem lhe faça as vezes, não liderará cristãos, judeus e muçulmanos somente na leitura da Bíblia.
...
Muçulmanos e judeus também farão leitura de trechos da Bíblia, mas o grande rabino de Roma, Riccardo Di Segni, não aceitou o convite, dizendo que o evento lhe pareceu "muito católico", embora manifestasse respeito pela iniciativa. Di Segni será a primeira autoridade religiosa judaica a participar do Sínodo dos Bispos.
O livro sagrado dos judeus - Torá - inclui os cinco primeiros livros do Velho Testamento. O Novo Testamento é exclusividade dos cristãos.
Os muçulmanos, por sua parte, consideram a Bíblia como a precursora do seu livro sagrado, o Corão.
Fonte - O Globo
Nota DDP: Chegará o dia, de fato já chegou, em que BXVI, ou quem lhe faça as vezes, não liderará cristãos, judeus e muçulmanos somente na leitura da Bíblia.
Uma verdade inconveniente
Uma crise como a que vem abalando Wall Street seria terrível em qualquer conjuntura. Mas o momento atual é particularmente ruim. A coincidência dos problemas com o sistema financeiro e as eleições presidenciais nos EUA aumenta as dificuldades para que se dê a volta por cima.
A crise se aprofunda no momento em que o presidente considerado por muitos o pior que já ocupou a Casa Branca está a cem dias do fim de seu mandato. No Congresso, um terço do Senado e toda a Câmara serão postos à prova na eleição de daqui a um mês.
Para piorar, as campanhas de Barack Obama e John McCain estão mergulhadas em um jogo de força sobre o qual os dois candidatos não têm qualquer controle. Se alguma vez os ingredientes para a falta de liderança política estiveram reunidos, este é o momento.
Fonte - Opinião e Notícia
Nota DDP: Momentos de crise e, crises singulares como esta pelo qual passa a maior nação do planeta, sendo esta figura central no desenvolvimento do quadro profético, tal como nós adventistas vislumbramos, nos levam à conclusão que estamos diante da virada de uma enorme página da história, talvez a transição do sexto para o sétimo reino, motivo pelo qual não podemos nos furtar em observar com atenção o que está ocorrendo.
Tenho meditado muito sobre um texto da Sra. White que me impressiona:
Em suas mensagens aos homens, os anjos de Deus apresentam o tempo como sendo muito breve. Assim me tem sempre sido apresentado. Verdade é que o tempo se tem prolongado além do que esperávamos nos primitivos dias desta mensagem. Nosso Salvador não apareceu tão breve como esperávamos. Falhou, porém, a Palavra de Deus? Absolutamente! Cumpre lembrar que as promessas e as ameaças de Deus são igualmente condicionais.
Deus confiara a Seu povo uma obra a ser executada na Terra. A terceira mensagem angélica devia ser dada, a mente dos crentes ser dirigida ao santuário celeste, onde Cristo entrara para fazer expiação por Seu povo. A reforma do sábado devia ser levada avante. A brecha feita na lei de Deus precisava ser reparada. Importava que a mensagem fosse proclamada com grande voz, para que todos os habitantes da Terra recebessem a advertência. O povo de Deus precisava purificar sua alma pela obediência da verdade, e preparar-se para estar sem falta perante Ele em Sua vinda.
Houvessem os adventistas, depois do grande desapontamento de 1844, sustido firme sua fé e seguido avante unidos, segundo a providência de Deus lhes abria o caminho, recebendo a mensagem do terceiro anjo e no poder do Espírito Santo proclamando-a ao mundo, haveriam visto a salvação de Deus, o Senhor teria operado poderosamente com os esforços deles, a obra haveria sido concluída, e Cristo teria vindo antes para receber Seu povo para dar-lhe o seu galardão. Mas no período de dúvida e incerteza que se seguiu ao desapontamento, muitos dos crentes no advento renunciaram a sua fé. ... Assim foi prejudicada a obra, e o mundo foi deixado em trevas. Houvesse todo o corpo de crentes adventistas se unido nos mandamentos de Deus e na fé de Jesus, quão grandemente diversa teria sido a nossa história!
Não era a vontade de Deus que a vinda de Cristo houvesse sido assim retardada. Não era desígnio Seu que Seu povo, Israel, vagueasse quarenta anos no deserto. Prometeu conduzi-los diretamente à terra de Canaã, e estabelecê-los ali como um povo santo, sadio e feliz. Aqueles, porém, a quem foi primeiro pregado, não entraram "por causa da incredulidade". Mat. 13:58. Seu coração estava cheio de murmuração, rebelião e ódio, e Ele não podia cumprir Seu concerto com eles.
Por quarenta anos a incredulidade, a murmuração e a rebelião excluíram o antigo Israel da terra de Canaã. Os mesmos pecados têm retardado a entrada do Israel moderno na Canaã celestial. Em nenhum dos casos houve falta da parte das promessas de Deus. É a incredulidade, o mundanismo, a falta de consagração e a contenda entre o professo povo de Deus que nos têm detido neste mundo de pecado e dor por tantos anos. Manuscrito 4, 1883. (Evangelismo - Pág. 695/696)
Irmãos, leiam, releiam e meditem neste texto. Eu a princípio não conseguia, e ainda não consigo, entender como Cristo poderia ter voltado naquela época, afinal e racionalizando, faltavam mesmo tantos detalhes! Tantos sinais que hoje temos em profusão diante de nossos olhos! Mas a verdade é que Deus revelou à Sua serva que Ele poderia ter completado a obra naquele momento. É o que basta, não nos importam os detalhes.
Por outro lado, tenho observado que nós, os adventistas do sétimo dia já não cremos mais que Jesus pode estar realmente à porta, saímos de um extremo a outro, não se pode falar de sinais porque é alarmismo, não se pode falar em preparação/separação porque é fanatismo, não de pode falar de mudança porque é dissidência!
Divagamos sobre "talvez meus filhos", "talvez meus netos", "o evangelho ainda não foi pregado", "faltam tantos detalhes", "precisamos de mais tempo", "as pessoas não estão preparadas para ouvir sobre a volta de Cristo e o juízo", "sabe a mentalidade pós-moderna", "não fale imediatamente de Cristo, quem sabe daqui uns três anos, quando a pessoa já confiar em você", "ainda falta isso, ainda falta aquilo"...
Estaríamos esquecendo do Deus que abriu o Mar Vermelho? Estaríamos esquecendo do Deus que fará a pregação final do Evangelho, assim como fez a inicial, porque nós somos um fracasso neste intento, ou será que ainda não percebemos que o Evangelho tem se propagado de forma linear enquanto o crescimento populacional é exponencial? Nós por nós mesmos não vamos terminar nunca!
Alguém consegue ler novamente as palavras da Sra. White ecoando no tempo? Tem você observado em algum lugar "incredulidade, mundanismo, falta de consagração e contenda entre o professo povo de Deus"? Temos nós observado isso em nós mesmos? Temos nós gostado demais do Egito? Ou não?
Haverá amor quando da volta do Filho do homem?!?! Amor pela mensagem?!?!
Houvessem os adventistas, depois do grande desapontamento de 1844, sustido firme sua fé e seguido avante unidos, segundo a providência de Deus lhes abria o caminho, recebendo a mensagem do terceiro anjo e no poder do Espírito Santo proclamando-a ao mundo, haveriam visto a salvação de Deus, o Senhor teria operado poderosamente com os esforços deles, a obra haveria sido concluída, e Cristo teria vindo antes para receber Seu povo para dar-lhe o seu galardão. (EGW)
Não deixemos que o diabo nos roube a esperança, não a de dormir no Senhor como alguns já têm se conformado, mas a de ver Cristo voltando sobre as nuvens em glória e majestade. Separemo-nos agora irmãos, preparemo-nos para sermos trasladados como nos admoesta a Sra. White inúmeras vezes, porque o mundo está pregando que este é o momento.
Não corramos o risco de aguardar mais quarenta anos no deserto, porque a medida de nossa iniquidade pode ter chegado no limite e, infelizmente, sermos vomitados...
Deus abençoe os irmãos.
A crise se aprofunda no momento em que o presidente considerado por muitos o pior que já ocupou a Casa Branca está a cem dias do fim de seu mandato. No Congresso, um terço do Senado e toda a Câmara serão postos à prova na eleição de daqui a um mês.
Para piorar, as campanhas de Barack Obama e John McCain estão mergulhadas em um jogo de força sobre o qual os dois candidatos não têm qualquer controle. Se alguma vez os ingredientes para a falta de liderança política estiveram reunidos, este é o momento.
Fonte - Opinião e Notícia
Nota DDP: Momentos de crise e, crises singulares como esta pelo qual passa a maior nação do planeta, sendo esta figura central no desenvolvimento do quadro profético, tal como nós adventistas vislumbramos, nos levam à conclusão que estamos diante da virada de uma enorme página da história, talvez a transição do sexto para o sétimo reino, motivo pelo qual não podemos nos furtar em observar com atenção o que está ocorrendo.
Tenho meditado muito sobre um texto da Sra. White que me impressiona:
Em suas mensagens aos homens, os anjos de Deus apresentam o tempo como sendo muito breve. Assim me tem sempre sido apresentado. Verdade é que o tempo se tem prolongado além do que esperávamos nos primitivos dias desta mensagem. Nosso Salvador não apareceu tão breve como esperávamos. Falhou, porém, a Palavra de Deus? Absolutamente! Cumpre lembrar que as promessas e as ameaças de Deus são igualmente condicionais.
Deus confiara a Seu povo uma obra a ser executada na Terra. A terceira mensagem angélica devia ser dada, a mente dos crentes ser dirigida ao santuário celeste, onde Cristo entrara para fazer expiação por Seu povo. A reforma do sábado devia ser levada avante. A brecha feita na lei de Deus precisava ser reparada. Importava que a mensagem fosse proclamada com grande voz, para que todos os habitantes da Terra recebessem a advertência. O povo de Deus precisava purificar sua alma pela obediência da verdade, e preparar-se para estar sem falta perante Ele em Sua vinda.
Houvessem os adventistas, depois do grande desapontamento de 1844, sustido firme sua fé e seguido avante unidos, segundo a providência de Deus lhes abria o caminho, recebendo a mensagem do terceiro anjo e no poder do Espírito Santo proclamando-a ao mundo, haveriam visto a salvação de Deus, o Senhor teria operado poderosamente com os esforços deles, a obra haveria sido concluída, e Cristo teria vindo antes para receber Seu povo para dar-lhe o seu galardão. Mas no período de dúvida e incerteza que se seguiu ao desapontamento, muitos dos crentes no advento renunciaram a sua fé. ... Assim foi prejudicada a obra, e o mundo foi deixado em trevas. Houvesse todo o corpo de crentes adventistas se unido nos mandamentos de Deus e na fé de Jesus, quão grandemente diversa teria sido a nossa história!
Não era a vontade de Deus que a vinda de Cristo houvesse sido assim retardada. Não era desígnio Seu que Seu povo, Israel, vagueasse quarenta anos no deserto. Prometeu conduzi-los diretamente à terra de Canaã, e estabelecê-los ali como um povo santo, sadio e feliz. Aqueles, porém, a quem foi primeiro pregado, não entraram "por causa da incredulidade". Mat. 13:58. Seu coração estava cheio de murmuração, rebelião e ódio, e Ele não podia cumprir Seu concerto com eles.
Por quarenta anos a incredulidade, a murmuração e a rebelião excluíram o antigo Israel da terra de Canaã. Os mesmos pecados têm retardado a entrada do Israel moderno na Canaã celestial. Em nenhum dos casos houve falta da parte das promessas de Deus. É a incredulidade, o mundanismo, a falta de consagração e a contenda entre o professo povo de Deus que nos têm detido neste mundo de pecado e dor por tantos anos. Manuscrito 4, 1883. (Evangelismo - Pág. 695/696)
Irmãos, leiam, releiam e meditem neste texto. Eu a princípio não conseguia, e ainda não consigo, entender como Cristo poderia ter voltado naquela época, afinal e racionalizando, faltavam mesmo tantos detalhes! Tantos sinais que hoje temos em profusão diante de nossos olhos! Mas a verdade é que Deus revelou à Sua serva que Ele poderia ter completado a obra naquele momento. É o que basta, não nos importam os detalhes.
Por outro lado, tenho observado que nós, os adventistas do sétimo dia já não cremos mais que Jesus pode estar realmente à porta, saímos de um extremo a outro, não se pode falar de sinais porque é alarmismo, não se pode falar em preparação/separação porque é fanatismo, não de pode falar de mudança porque é dissidência!
Divagamos sobre "talvez meus filhos", "talvez meus netos", "o evangelho ainda não foi pregado", "faltam tantos detalhes", "precisamos de mais tempo", "as pessoas não estão preparadas para ouvir sobre a volta de Cristo e o juízo", "sabe a mentalidade pós-moderna", "não fale imediatamente de Cristo, quem sabe daqui uns três anos, quando a pessoa já confiar em você", "ainda falta isso, ainda falta aquilo"...
Estaríamos esquecendo do Deus que abriu o Mar Vermelho? Estaríamos esquecendo do Deus que fará a pregação final do Evangelho, assim como fez a inicial, porque nós somos um fracasso neste intento, ou será que ainda não percebemos que o Evangelho tem se propagado de forma linear enquanto o crescimento populacional é exponencial? Nós por nós mesmos não vamos terminar nunca!
Alguém consegue ler novamente as palavras da Sra. White ecoando no tempo? Tem você observado em algum lugar "incredulidade, mundanismo, falta de consagração e contenda entre o professo povo de Deus"? Temos nós observado isso em nós mesmos? Temos nós gostado demais do Egito? Ou não?
Haverá amor quando da volta do Filho do homem?!?! Amor pela mensagem?!?!
Houvessem os adventistas, depois do grande desapontamento de 1844, sustido firme sua fé e seguido avante unidos, segundo a providência de Deus lhes abria o caminho, recebendo a mensagem do terceiro anjo e no poder do Espírito Santo proclamando-a ao mundo, haveriam visto a salvação de Deus, o Senhor teria operado poderosamente com os esforços deles, a obra haveria sido concluída, e Cristo teria vindo antes para receber Seu povo para dar-lhe o seu galardão. (EGW)
Não deixemos que o diabo nos roube a esperança, não a de dormir no Senhor como alguns já têm se conformado, mas a de ver Cristo voltando sobre as nuvens em glória e majestade. Separemo-nos agora irmãos, preparemo-nos para sermos trasladados como nos admoesta a Sra. White inúmeras vezes, porque o mundo está pregando que este é o momento.
Não corramos o risco de aguardar mais quarenta anos no deserto, porque a medida de nossa iniquidade pode ter chegado no limite e, infelizmente, sermos vomitados...
Deus abençoe os irmãos.
Pânico nos EUA com crise é comparável ao 11/09
"A nação indispensável" - frase cunhada por Madeleine Albright, secretária de Estado no governo de Bill Clinton, para realçar a liderança mundial dos Estados Unidos - está em apuros. E com ela, todo o sistema financeiro internacional pode ir de roldão. O pânico causado pela iminência de uma débâcle dos EUA, esta semana, só pode ser comparado ao medo depois dos ataques terroristas de 11 de setembro de 2001, que alvejaram símbolos do poderio econômico e militar americanos.
Pass this dreadful bailout, em português, "Aprovem esta terrível fiança", era o título do editorial do prestigioso jornal The Boston Globe, publicado na última terça-feira, 30 de setembro. Um dia após a Câmara dos Deputados rejeitar o plano de US$ 700 bilhões para "salvar Wall Street", provocando uma queda histórica nas bolsas, o periódico demonstra o clima de apreensão existente hoje nos Estados Unidos.
O Senado entendeu o recado e aprovou o pacote na tentativa de evitar uma bancarrota na economia global. E tudo indica que a Câmara, escaldada com a reação internacional do início desta semana, faça o mesmo na sexta-feira, quando o projeto retorna à Casa, a despeito da impopularidade da medida às vésperas da eleição, porque, simplesmente, não há outra alternativa.
Se o medo de um ataque terrorista reelegeu George Bush, em 2004, o medo da ruína financeira deve eleger Barack Obama presidente neste ano. E assim se move - sem escolhas - a conservadora classe média americana. E agora, José?
No livro Power, Terror, Peace and War (America's Grand Strategy in a World at Risk), publicado nos Estados Unidos em 2004 e traduzido para o português pela editora Zahar, em 2006, com o título "Poder, Terror, Paz e Guerra (Os Estados Unidos e o Mundo Contemporâneo sob Ameaça), o autor Walter Russel Mead, destacado analista da política externa norte-americana, que circula com desenvoltura pelos corredores de Washington, adverte: "a queda do poder dos EUA seria uma catástrofe não só para os norte-americanos, mas para bilhões de pessoas que vivem além de suas fronteiras, inclusive para muitos que odeiam esse país e o destruiriam se pudessem".
Citando o livro "O paradoxo do poder americano", de Joseph Nye, Russel Mead identifica o poder econômico dos Estados Unidos como "poder pegajoso - um conjunto de políticas e instituiçõs econômicas que atrai os outros países para dentro e dificulta o abandono do sistema". Trata-se, segundo o estudioso, de um poder não-coercitivo no qual a abertura do mercado aos competidores internacionais, responsável pelos déficits da economia americana, desde a Guerra Fria, "estimularam a produção e o consumo no resto do mundo, contribuindo para a prosperidade de outros países e estimulando-os a participarem do sistema norte-americano".
De acordo com Russel Mead, seguindo, em parte, a Grã-Bretanha, potência mundial da Era Moderna - e pátria-mãe -, os Estados Unidos estruturaram o "poder pegajoso", com base em um sistema financeiro internacional (o acordo de Bretton Woods), em 1944, que tornou o dólar uma moeda mundial, e no livre comércio.
A China é uma das primeiras vítimas do "poder pegajoso", com parte significativa dos US$ 820 bilhões de reservas internacionais, aplicados na compra de títulos do Tesouro Americano. Mas não só a China. Profético, Russel Mead adverte:
"As consequências do colapso da economia norte-americana e da ruína do dólar seriam muito maiores do que apenas reduzir o poder e a prosperidade dos norte-americanos. Sem seu principal cliente, países como a China e o Japão enfrentariam sérias depressões econômicas. Os bancos e as forças financeiras de todos os países do mundo seriam afetados e, provavelmente, seriam prejudicados se os Estados Unidos sofressem um colapso. Esta é a vingança do poder pegajoso. A dívida, símbolo da fraqueza, é transformada em força".
Os principais líderes da Alemanha, França, Grã-Bretanha e Itália reúnem-se neste sábado para discutir a crise que obrigou a venda ou a nacionalização de vários bancos europeus. A chanceler da Alemanha, Angela Merkel, apelou para o presidente Bush interceder junto aos congressistas americanos na aprovação do plano de US$ 700 bi - a maior operação de salvação na economia moderna, segundo o jornal The New York Times. Hong Kong anunciou medidas de ajuda a bancos. A Suíça também se movimenta nesse sentido.
Enquanto isso, na América Latina, a fantasia ufanista-oportunista de Lula quer fazer crer que o Brasil está imune à crise ou quase não será afetado por ela.
"God Bless America, Land that I Love. Stand beside her, And Guide Her, through the night with a light from above (Deus abençoe a América, País que eu amo. Permaneça ao lado dela, e guie-a, através da noite, com a luz que vem de cima)".
Fonte - Terra Magazine
Nota DDP: "A dívida, símbolo da fraqueza, é transformada em força". Penso que não há muito o que se articular. Os EUA têm hoje o poder de liderar o mundo por aquilo que o torna mais poderoso: o medo.
Talvez a articulista só não tenha percepção, no final de seu arrazoado, que a apostasia americana já empurrou Deus para fora de seu sistema faz tempo, a luz não vem mais de cima, aliás, ela não vem de nenhum lugar, porque a escuridão está tomando conta.
Pass this dreadful bailout, em português, "Aprovem esta terrível fiança", era o título do editorial do prestigioso jornal The Boston Globe, publicado na última terça-feira, 30 de setembro. Um dia após a Câmara dos Deputados rejeitar o plano de US$ 700 bilhões para "salvar Wall Street", provocando uma queda histórica nas bolsas, o periódico demonstra o clima de apreensão existente hoje nos Estados Unidos.
O Senado entendeu o recado e aprovou o pacote na tentativa de evitar uma bancarrota na economia global. E tudo indica que a Câmara, escaldada com a reação internacional do início desta semana, faça o mesmo na sexta-feira, quando o projeto retorna à Casa, a despeito da impopularidade da medida às vésperas da eleição, porque, simplesmente, não há outra alternativa.
Se o medo de um ataque terrorista reelegeu George Bush, em 2004, o medo da ruína financeira deve eleger Barack Obama presidente neste ano. E assim se move - sem escolhas - a conservadora classe média americana. E agora, José?
No livro Power, Terror, Peace and War (America's Grand Strategy in a World at Risk), publicado nos Estados Unidos em 2004 e traduzido para o português pela editora Zahar, em 2006, com o título "Poder, Terror, Paz e Guerra (Os Estados Unidos e o Mundo Contemporâneo sob Ameaça), o autor Walter Russel Mead, destacado analista da política externa norte-americana, que circula com desenvoltura pelos corredores de Washington, adverte: "a queda do poder dos EUA seria uma catástrofe não só para os norte-americanos, mas para bilhões de pessoas que vivem além de suas fronteiras, inclusive para muitos que odeiam esse país e o destruiriam se pudessem".
Citando o livro "O paradoxo do poder americano", de Joseph Nye, Russel Mead identifica o poder econômico dos Estados Unidos como "poder pegajoso - um conjunto de políticas e instituiçõs econômicas que atrai os outros países para dentro e dificulta o abandono do sistema". Trata-se, segundo o estudioso, de um poder não-coercitivo no qual a abertura do mercado aos competidores internacionais, responsável pelos déficits da economia americana, desde a Guerra Fria, "estimularam a produção e o consumo no resto do mundo, contribuindo para a prosperidade de outros países e estimulando-os a participarem do sistema norte-americano".
De acordo com Russel Mead, seguindo, em parte, a Grã-Bretanha, potência mundial da Era Moderna - e pátria-mãe -, os Estados Unidos estruturaram o "poder pegajoso", com base em um sistema financeiro internacional (o acordo de Bretton Woods), em 1944, que tornou o dólar uma moeda mundial, e no livre comércio.
A China é uma das primeiras vítimas do "poder pegajoso", com parte significativa dos US$ 820 bilhões de reservas internacionais, aplicados na compra de títulos do Tesouro Americano. Mas não só a China. Profético, Russel Mead adverte:
"As consequências do colapso da economia norte-americana e da ruína do dólar seriam muito maiores do que apenas reduzir o poder e a prosperidade dos norte-americanos. Sem seu principal cliente, países como a China e o Japão enfrentariam sérias depressões econômicas. Os bancos e as forças financeiras de todos os países do mundo seriam afetados e, provavelmente, seriam prejudicados se os Estados Unidos sofressem um colapso. Esta é a vingança do poder pegajoso. A dívida, símbolo da fraqueza, é transformada em força".
Os principais líderes da Alemanha, França, Grã-Bretanha e Itália reúnem-se neste sábado para discutir a crise que obrigou a venda ou a nacionalização de vários bancos europeus. A chanceler da Alemanha, Angela Merkel, apelou para o presidente Bush interceder junto aos congressistas americanos na aprovação do plano de US$ 700 bi - a maior operação de salvação na economia moderna, segundo o jornal The New York Times. Hong Kong anunciou medidas de ajuda a bancos. A Suíça também se movimenta nesse sentido.
Enquanto isso, na América Latina, a fantasia ufanista-oportunista de Lula quer fazer crer que o Brasil está imune à crise ou quase não será afetado por ela.
"God Bless America, Land that I Love. Stand beside her, And Guide Her, through the night with a light from above (Deus abençoe a América, País que eu amo. Permaneça ao lado dela, e guie-a, através da noite, com a luz que vem de cima)".
Fonte - Terra Magazine
Nota DDP: "A dívida, símbolo da fraqueza, é transformada em força". Penso que não há muito o que se articular. Os EUA têm hoje o poder de liderar o mundo por aquilo que o torna mais poderoso: o medo.
Talvez a articulista só não tenha percepção, no final de seu arrazoado, que a apostasia americana já empurrou Deus para fora de seu sistema faz tempo, a luz não vem mais de cima, aliás, ela não vem de nenhum lugar, porque a escuridão está tomando conta.
Cardeal propõe nova ordem econômica
SANTIAGO DO CHILE, quinta-feira, 2 de outubro de 2008 (ZENIT.org).- O cardeal Renato Raffaele Martino, em plena crise financeira, considera que é necessário buscar uma nova ordem econômica para uma distribuição mais eqüitativa dos bens da terra.
...
Ao fazer referência e recomendar a leitura do Compêndio da Doutrina Social da Igreja, o cardeal reconheceu com alegria a postura do governo do Chile, na alusão à recente criação do Conselho de Política Migratória: «As medidas adotadas no mês de setembro são importantíssimas para o tratamento e a ajuda que os imigrantes precisam como seres humanos», disse.
«O fenômeno migratório propõe um autêntico problema ético: a busca de uma nova ordem econômica internacional para conseguir uma distribuição eqüitativa dos bens da terra. Daí a necessidade de um compromisso mais firme para criar sistemas educativos e pastorais que visem a uma formação no senso de ‘mundialidade’, a uma nova visão da comunidade mundial, considerada como família de povos à qual estão destinados os bens da terra dentro de uma perspectiva do bem comum», manifestou.
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Fonte - Zenit
Nota DDP: Economia, ecologia, trabalho, dependentes de uma nova ordem, uma nova ordem que tem como vértice a doutrina social da igreja.
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Ao fazer referência e recomendar a leitura do Compêndio da Doutrina Social da Igreja, o cardeal reconheceu com alegria a postura do governo do Chile, na alusão à recente criação do Conselho de Política Migratória: «As medidas adotadas no mês de setembro são importantíssimas para o tratamento e a ajuda que os imigrantes precisam como seres humanos», disse.
«O fenômeno migratório propõe um autêntico problema ético: a busca de uma nova ordem econômica internacional para conseguir uma distribuição eqüitativa dos bens da terra. Daí a necessidade de um compromisso mais firme para criar sistemas educativos e pastorais que visem a uma formação no senso de ‘mundialidade’, a uma nova visão da comunidade mundial, considerada como família de povos à qual estão destinados os bens da terra dentro de uma perspectiva do bem comum», manifestou.
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Fonte - Zenit
Nota DDP: Economia, ecologia, trabalho, dependentes de uma nova ordem, uma nova ordem que tem como vértice a doutrina social da igreja.
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Bispos dos EUA preocupados com a crise de mútuos
Washington, 03 out (RV) - O presidente da Comissão Justiça e Desenvolvimento da Conferência Episcopal dos Estados Unidos, dom William Francis Murphy, escreveu uma carta ao Congresso dos Estados Unidos, pedindo que sejam considerados os aspectos morais da chamada ‘crise dos mútuos’.
Em nome do episcopado norte-americano, o bispo de Rockville Centre pede que seja levado em conta o impacto das decisões econômicas sobre as pessoas, com uma nova visão do mercado. Segundo a Comissão, a crise não é apenas setorial, pois criará uma série de graves dificuldades a muitas famílias de classe média e baixa.
A carta foi enviada também ao secretário do Tesouro, Henry Paulson, e aos líderes da maioria democrática e da minoria republicana no Senado. Os bispos afirmam que ‘esta crise vai muito além das questões econômicas ou técnicas; tem um enorme impacto humano e evidentes dimensões éticas, que deveriam estar no centro do debate e das decisões sobre como superá-la’.
As famílias estão perdendo suas casas, têm suas poupanças ameaçadas, emprego e benefícios correm riscos. Por este motivo, toda ação deve mirar exclusivamente a salvaguardar a vida e a dignidade das pessoas. A escandalosa corrida aos lucros, que leva a perigosas especulações, agrava o sofrimento e as perdas dos mais vulneráveis... e isto é um evidente exemplo da ética que vê o lucro antes de qualquer outro valor.
Nos últimos dias, o arcebispo de Cantuária, dr. Rowan Williams, primaz da Comunhão anglicana, escreveu um artigo no semanário britânico ‘The Spectator’ pedindo uma revisão global de toda a ação econômica concebida nos últimos anos. E aqui em Roma, num congresso sobre “O século das crenças”, o secretário de Estado, cardeal Tarcisio Bertone, destacou que o ‘lucro se anula, quando confundido com o bem’.
Fonte - Radio Vaticano
Nota DDP: O princípio bíblico "à César o que é de César" está cada vez mais próximo de ser afastado, tanto pelo estado, como pela religião, a tendência é que eles se abracem muito em breve pelo andar da carruagem.
Em nome do episcopado norte-americano, o bispo de Rockville Centre pede que seja levado em conta o impacto das decisões econômicas sobre as pessoas, com uma nova visão do mercado. Segundo a Comissão, a crise não é apenas setorial, pois criará uma série de graves dificuldades a muitas famílias de classe média e baixa.
A carta foi enviada também ao secretário do Tesouro, Henry Paulson, e aos líderes da maioria democrática e da minoria republicana no Senado. Os bispos afirmam que ‘esta crise vai muito além das questões econômicas ou técnicas; tem um enorme impacto humano e evidentes dimensões éticas, que deveriam estar no centro do debate e das decisões sobre como superá-la’.
As famílias estão perdendo suas casas, têm suas poupanças ameaçadas, emprego e benefícios correm riscos. Por este motivo, toda ação deve mirar exclusivamente a salvaguardar a vida e a dignidade das pessoas. A escandalosa corrida aos lucros, que leva a perigosas especulações, agrava o sofrimento e as perdas dos mais vulneráveis... e isto é um evidente exemplo da ética que vê o lucro antes de qualquer outro valor.
Nos últimos dias, o arcebispo de Cantuária, dr. Rowan Williams, primaz da Comunhão anglicana, escreveu um artigo no semanário britânico ‘The Spectator’ pedindo uma revisão global de toda a ação econômica concebida nos últimos anos. E aqui em Roma, num congresso sobre “O século das crenças”, o secretário de Estado, cardeal Tarcisio Bertone, destacou que o ‘lucro se anula, quando confundido com o bem’.
Fonte - Radio Vaticano
Nota DDP: O princípio bíblico "à César o que é de César" está cada vez mais próximo de ser afastado, tanto pelo estado, como pela religião, a tendência é que eles se abracem muito em breve pelo andar da carruagem.
Pode haver recessão nos EUA
O FMI, em um estudo diz que pode haver uma profunda e prolongada recessão nos EUA. Foram analisados fatores que geraram a atual crise econômico. O Departamento de Pesquisa do FMI incluiu 113 episódios de turbulência financeira ocorridos em 17 países desenvolvidos nos últimos 30 anos. Um estudo tão bem elaborado precisa ser considerado como digno de atenção.
Essa pode ser a crise precedente a crise final, pelo cenário religioso que estamos assistindo.
Fonte - Cristo Voltará
Essa pode ser a crise precedente a crise final, pelo cenário religioso que estamos assistindo.
Fonte - Cristo Voltará
quinta-feira, 2 de outubro de 2008
Bush diz "meia verdade" sobre crise
Para Keyler Carvalho Rocha, economista da Universidade de São Paulo (USP), afirmar que as bolsas americanas perderam US$ 1,2 trilhão num só dia (segunda-feira, 29) é uma "meia verdade", visando desencadear um "efeito psicológico"."Essas não foram perdas reais", pontua o professor da USP. "Houve uma depreciação no valor das ações, mas as perdas só se concretizam quando as ações são vendidas", diz.
Naquela noite, o presidente George W. Bush se pronunciou à nação, argumentando que aquele não era o dinheiro apenas dos mega investidores, mas também do cidadão comum de classe média, por exemplo, aqueles que têm suas aposentadorias investidas em fundos de pensão.
A situação se reverteu quando o Senado aprovou, por 74 votos a 25, na quarta-feira, 1, a nova versão do pacote de salvamento da crise financeira. Amanhã, o texto será submetido à nova apreciação da Câmara dos Representantes. Na última segunda-feira, os deputados rejeitaram o plano de US$ 700 bilhões proposto por Bush.
Agora, o plano aprovado prevê US$ 850 bilhões de ajuda ao sistema financeiro - US$ 150 bilhões a mais que o montante originalmente previsto, referentes a uma isenção tributária que atingirá mais de 25 milhões de americanos de classe média.
Edgard Pereira, do Instituto de Economia da Unicamp (Universidade Estadual de Campinas), avalia que o pacote tem um efeito "sinalizador e psicológico" sobre o sistema financeiro que, segundo ele, "tem instituições saudáveis, mas que não têm confiança que os tomadores de crédito paguem ao final".
...
Fonte - Terra Magazine
Nota DDP: A questão é: Qual a intenção? Sim, porque valeria a pena os EUA sinalizarem tanta fragilidade externamente e tanta falta de liderança internamente, só para que Bush conseguisse a liberação destas verbas? É para isso que ele supervalorou o rombo? Não creio.
Status de superpotência dos EUA está ameaçado

A crise econômica global deve abalar o status dos Estados Unidos como única superpotência da atualidade.
Do ponto de vista prático, os Estados Unidos estão militarmente no limite, com operações no Iraque e no Afeganistão – e, agora, estão também financeiramente no limite.
Do ponto de vista filosófico, vai ficar mais difícil para os americanos defenderem o livre mercado em um momento em que o seu próprio mercado entrou em colapso.
Alguns já vêem o atual momento como crucial.
O filósofo político John Gray, que recentemente se aposentou da prestigiada faculdade de ciências sociais London School of Economics, em Londres, deu seu ponto de vista em um artigo no jornal britânico The Observer: "Temos aqui uma histórica mudança geopolítica, na qual o balanço de poder do mundo está sendo alterado de forma irreversível".
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Nem todos concordam que o apocalipse americano chegou. Afinal de contas, o sistema passou por testes no passado.
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..., parece de fato que o conceito de uma superpotência sem concorrentes, que se tornou verdadeiro após o colapso do comunismo (e o suposto fim da história) não é mais válido.
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Até mesmo os mais destacados pensadores neoconservadores reconhecem que um mundo mais multipolar está surgindo, mas um em que a posição americana será de liderança.
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"O mundo hoje se parece mais com o do século 19 do que com o do final do século 20."
"Aqueles que imaginam que isso é uma boa notícia devem se lembrar que a ordem mundial no século 19 não chegou ao fim tão bem quando a Guerra Fria."
"Para evitar esse destino, os Estados Unidos e outras nações democráticas precisam ter uma visão mais iluminada e generosa de seus interesses do que eles tinham durante a Guerra Fria. Os Estados Unidos, no papel da mais forte democracia, não devem se opor a um mundo de reduzida soberania, mas dar boas-vindas a ele.”
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Niblett, entretanto, acredita que é preciso esperar um pouco antes de anunciar um veredicto, já que estruturalmente os Estados Unidos ainda têm força.
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"Mesmo suas dívidas atuais podem ser revertidas. Eles têm uma enorme resiliência econômica, o que se vê na produção local e no surgimento de novos empreendimentos."
"E há quem possa perguntar – os Estados Unidos estão em decadência em relação a quem? A China está em uma corrida desesperada de crescimento para alimentar sua população e, com isso, evitar transtornos civis em 15 ou 20 anos. A Rússia não é exatamente inofensiva, mas está ampliando seus limites com uma nova estratégia assentada em uma base frágil. A Índia tem imensas contradições internas. A Europa tem, em geral, se mostrado incapaz de sair da estagnação com o dinamismo dos Estados Unidos.”
"Mas os Estados Unidos precisam reencontrar seu caminho nas finanças e o quão bem conseguirem fazer isso vai determinar como será sua capacidade militar. Se tiverem menos dinheiro, terão menos tropas."
Com a eleição presidencial americana se aproximando, valerá a pena voltar ao assunto dentro de um ano para verificar como o mundo vai estar - e qual será o lugar dos Estados Unidos nele.
Fonte - BBC
Nota DDP: Sejam quais forem os fatores a serem considerados daqui para frente em relação aos EUA, especialmente no que concerne aos demais integrantes do quadro profético, temos por certo neste momento de transição uma visão clara da possibilidade dos eventos finais se consumarem.
Paz pode ser obtida em 2 dias

Dois dias serão suficientes para encerrar décadas de conflito no Oriente Médio se as últimas declarações do premiê israelense, Ehud Olmert, forem levadas a cabo, sugeriu nesta quarta-feira o presidente da Autoridade Nacional Palestina, Mahmoud Abbas. A consideração foi feita após a divulgação de uma entrevista na qual Olmert afirmou que Israel deve se retirar de todos os territórios ocupados se quiser a paz. "Quem realmente quer segurança em Jerusalém tem de abrir mão de partes da cidade", avaliou o primeiro-ministro, em entrevista ao jornal Yediot Ahronot.
As declarações, consideradas históricas, foram bem recebidas por Abbas. Na noite de quarta, durante as comemorações pelo fim do mês islâmico do Ramadã, o presidente palestino afirmou que “são essas as palavras que vão nos levar à paz”. "Esperamos que as declarações de Olmert sobre Jerusalém, a Cisjordânia e a região do Golã sejam deixadas como 'depósito' para o próximo governo israelense", disse.
Olmert, que renunciou ao cargo de premiê no mês passado devido a acusações de corrupção, será sucedido pela ministra do Exterior, Tzipi Livni. Nesta quinta-feira, ele foi interrogado sobre as denúncias pela oitava vez desde o mês de maio. Ele permanecerá no cargo até que Livni forme uma nova coalizão ou até o país ter novas eleições – o que pode durar meses.
Na entrevista para o Yediot Ahronot, o premiê israelense avaliou como um erro a postura que manteve durante mais de 30 anos em relação ao conflito palestino, opondo-se à desocupação. "Mais uma colina, mais cem metros, não é isso que vai influenciar a segurança de Israel. Hoje temos meios para impedir ataques de tanques sírios sem ocupar nem um metro da Síria", disse. "Não venho justificar o que fiz durante 35 anos, em grande parte desse período eu não estava pronto para olhar para a realidade em toda a sua profundidade", concluiu.
Fonte - Veja
As declarações, consideradas históricas, foram bem recebidas por Abbas. Na noite de quarta, durante as comemorações pelo fim do mês islâmico do Ramadã, o presidente palestino afirmou que “são essas as palavras que vão nos levar à paz”. "Esperamos que as declarações de Olmert sobre Jerusalém, a Cisjordânia e a região do Golã sejam deixadas como 'depósito' para o próximo governo israelense", disse.
Olmert, que renunciou ao cargo de premiê no mês passado devido a acusações de corrupção, será sucedido pela ministra do Exterior, Tzipi Livni. Nesta quinta-feira, ele foi interrogado sobre as denúncias pela oitava vez desde o mês de maio. Ele permanecerá no cargo até que Livni forme uma nova coalizão ou até o país ter novas eleições – o que pode durar meses.
Na entrevista para o Yediot Ahronot, o premiê israelense avaliou como um erro a postura que manteve durante mais de 30 anos em relação ao conflito palestino, opondo-se à desocupação. "Mais uma colina, mais cem metros, não é isso que vai influenciar a segurança de Israel. Hoje temos meios para impedir ataques de tanques sírios sem ocupar nem um metro da Síria", disse. "Não venho justificar o que fiz durante 35 anos, em grande parte desse período eu não estava pronto para olhar para a realidade em toda a sua profundidade", concluiu.
Fonte - Veja
Nota DDP: Aqui um enorme contraponto aos dispensacionalistas que esperam justamente o contrário, ou seja, o avanço de Israel em retomar terras.
I Ts.5:3 - Pois que, quando disserem: Há paz e segurança, então, lhes sobrevirá repentina destruição, como as dores de parto àquela que está grávida; e de modo nenhum escaparão.
Crise econômica mundial exige devolver centralidade ao homem
SANTIAGO, 30 Set. 08 / 10:34 pm (ACI).- O Presidente do Conselho Pontifício Justiça e Paz, Cardeal Renato Martino, pediu à sociedade lembrar que a pessoa humana deve estar no centro da economia mundial, ante a crise que afeta aos Estados Unidos e os mercados internacionais.
Durante uma roda de imprensa que forma parte de sua visita no Chile, o Cardeal assinalou que "a crise econômica que se manifesta em todo mundo talvez é um sinal que nos diz que o mundo não está feito somente de contas, de dinheiro, de economia; e talvez esse é um fenômeno que nos serve para nos lembrar que se deve colocar à pessoa humana no centro de toda a economia mundial".
...
Em sua terceira visita ao Chile, que contempla uma intensa agenda de atividades, o Cardeal Martino valorizou que os chilenos estejam interessados na doutrina social.
Fonte - ACI
Nota DDP: Só para que ninguém perca o passo, a "Doutrina Social da Igreja", que já se começa a tratar como tábua de salvação, passa pelo tema domingo...
Durante uma roda de imprensa que forma parte de sua visita no Chile, o Cardeal assinalou que "a crise econômica que se manifesta em todo mundo talvez é um sinal que nos diz que o mundo não está feito somente de contas, de dinheiro, de economia; e talvez esse é um fenômeno que nos serve para nos lembrar que se deve colocar à pessoa humana no centro de toda a economia mundial".
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Em sua terceira visita ao Chile, que contempla uma intensa agenda de atividades, o Cardeal Martino valorizou que os chilenos estejam interessados na doutrina social.
Fonte - ACI
Nota DDP: Só para que ninguém perca o passo, a "Doutrina Social da Igreja", que já se começa a tratar como tábua de salvação, passa pelo tema domingo...
Bento XVI exalta a liberdade de religião
CIDADE DO VATICANO, 2 OUT (ANSA) - "Para contrastar os flagelos de violência e terrorismo, extremismo e fundamentalismo, é preciso medidas legislativas", afirmou o papa Bento XVI, durante seu discurso aos bispos da Ásia Central, recebidos em audiência "ad limina", tradicional encontro que a cada cinco anos os bispos de um país ou região eclesiástica têm com o Pontífice.
"Nunca porém a força do direito pode se transformar em iniqüidade, nem pode ser limitado o livre exercício das religiões, pois professar livremente a própria fé é um dos direitos universalmente reconhecidos", ressaltou Bento XVI.
No discurso, o papa também declarou que o catolicismo é contrário ao proselitismo. "Parece-me útil reforçar que a Igreja Católica não impõe, mas propõe livremente a fé católica, sabendo bem que a conversão é o fruto misterioso da ação do Espírito Santo", explicou.
Isto porque, segundo o Papa, "a fé é um dom e obra de Deus, justamente por isso, é proibida toda forma de proselitismo que constrinja ou induza alguém a abraçar a fé".
"Uma pessoa não pode se abrir à fé depois de matura e responsável reflexão, ela deve poder realizar livremente esta íntima aspiração. Isto acontece em favor não só do indivíduo, mas de toda a sociedade, pois a fiel observância dos preceitos divinos ajuda a construir uma convivência mais justa e solidária", esclareceu.
Fonte - Ansa
Nota DDP: Uma notícia tão pequena com tantas inferências! BXVI está pregando abertamente que as religiões devem ter barreiras morais na legislação, no que ele chama de "fundamentalismo". Qual o limite disso? Se recusar a não transgredir o Sábado seria fundamentalismo? Não se alinhar com outros grupos fechando em questões de interesse coletivo que se opõem à Lei de Deus é fundamentalismo?
Sobre proselitismo é um claro "faça o que eu digo, mas não faça o que eu faço". Aliás também neste assunto alguns grupos já ventilaram a proposto de limitarem por lei o avanço de determinadas religiões e divagar sobre constrangimento é trata de um campo quase ilimitado para tratar do evangelismo de muitos segmentos religiosos.
Por fim, quais os preceitos divinos que BXVI entende devam ser norma de conduta para a construção de uma nova sociedade?
"Nunca porém a força do direito pode se transformar em iniqüidade, nem pode ser limitado o livre exercício das religiões, pois professar livremente a própria fé é um dos direitos universalmente reconhecidos", ressaltou Bento XVI.
No discurso, o papa também declarou que o catolicismo é contrário ao proselitismo. "Parece-me útil reforçar que a Igreja Católica não impõe, mas propõe livremente a fé católica, sabendo bem que a conversão é o fruto misterioso da ação do Espírito Santo", explicou.
Isto porque, segundo o Papa, "a fé é um dom e obra de Deus, justamente por isso, é proibida toda forma de proselitismo que constrinja ou induza alguém a abraçar a fé".
"Uma pessoa não pode se abrir à fé depois de matura e responsável reflexão, ela deve poder realizar livremente esta íntima aspiração. Isto acontece em favor não só do indivíduo, mas de toda a sociedade, pois a fiel observância dos preceitos divinos ajuda a construir uma convivência mais justa e solidária", esclareceu.
Fonte - Ansa
Nota DDP: Uma notícia tão pequena com tantas inferências! BXVI está pregando abertamente que as religiões devem ter barreiras morais na legislação, no que ele chama de "fundamentalismo". Qual o limite disso? Se recusar a não transgredir o Sábado seria fundamentalismo? Não se alinhar com outros grupos fechando em questões de interesse coletivo que se opõem à Lei de Deus é fundamentalismo?
Sobre proselitismo é um claro "faça o que eu digo, mas não faça o que eu faço". Aliás também neste assunto alguns grupos já ventilaram a proposto de limitarem por lei o avanço de determinadas religiões e divagar sobre constrangimento é trata de um campo quase ilimitado para tratar do evangelismo de muitos segmentos religiosos.
Por fim, quais os preceitos divinos que BXVI entende devam ser norma de conduta para a construção de uma nova sociedade?
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